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Curso: Nutrição Módulo: Gestão em Qualidade na Produção de Alimentos Disciplina: Tecnologia dos Alimentos (TA) e Bromatologia Professor(a): Profa. Ma. Fabiana Nascimento Aula Teórica: 07 Definição LEGUMES partes comestíveis de frutos e algumas raízes. VERDURAS partes comestíveis de folhas, flores e hastes/caules. RAÍZES, TUBÉRCULOS E RIZOMAS partes comestíveis subterrâneas. 1. Classificação BOTÂNICA FOLHAS: Ex: Acelga, agrião, repolho, couve, alface, rúcula, espinafre, etc. BROTOS: Ex: Broto de feijão. RAÍZES E TUBÉRCULOS: • Ex: Beterraba (R), cenoura (R), nabo (R), rabanete (R), mandioca (T), cará (T), batata (T), inhame (T). 1. Classificação BOTÂNICA BULBOS: Ex: Cebola, alho, alho poro, etc. CAULES/TALOS: Ex: Aspargo, palmito, aipo, ruibarbo. FLORES: Ex: Alcachofra, couve flor, brócolis. 1. Classificação BOTÂNICA FRUTOS: Ex: Abóbora, abobrinha, berinjela, chuchu, jiló, pepino, pimentão, quiabo, tomate, maxixe PARASITAS: Ex: Cogumelos. RIZOMAS: Ex: Gengibre, espada de são Jorge. 2. Classificação TEOR CARBOIDRATOS GRUPO A 5 A 10% CHO: Abobrinha, acelga, agrião, aipo, alcachofra, alface, repolho, brócolis, couve, rabanete, tomate, espinafre. GRUPO B 10 A 20% CHO: Abóbora, beterraba, cenoura, chuchu, quiabo, nabo. GRUPO C > 20% CHO: Batata, batata doce, inhame, mandioca, mandioquinha. 3. Classificação SEGUNDO COR CLOROFILA VERDE: Mais largamente distribuído na natureza. Reação de escurecimento enzimático em cocção (cor verde- oliva ou marrom). Substâncias alcalinas intensificam a cor verde. 3. Classificação SEGUNDO COR ≠ entre A e B: No C3: A: CH3 - metil B: CHO - carbonila No C7: Fitol C3 C3 3. Classificação SEGUNDO COR 3. Classificação SEGUNDO COR CAROTENÓIDES AMARELO/ALARANJADO/VERMELHO: Estáveis em pH ácido e alcalino. Resistentes à cocção branda. FLAVONÓIDES VERMELHO/ROXO/AZUL: Solúveis e sensíveis ao pH. Meio ácido tornam-se vermelho-escarlate. Meio alcalino tornam-se azul ou arroxeado. 3. Classificação SEGUNDO COR BETALAÍNA VERMELHO: Solúveis em água. Instáveis na presença de luz e ar. Destruídas quando submetidas a altas temperaturas e longo tempo de armazenamento. FLAVONAS BRANCO/AMARELO: Meio alcalino tornam-se ligeiramente amarelos. Escurecem com a cocção prolongada. 3. Classificação SEGUNDO COR TANINOS VERMELHO/MARROM: Sabor adstringente. Adquirem coloração escura em meio alcalino e em contato com o oxigênio. 4. Classificação APRESENTAÇÃO CONSUMIDOR FRESCA EM CONSERVA CONGELADA DESIDRATADA MINIMAMENTE PROCESSADA PROCESSADA 5. Classificação SEGUNDO QUALIDADE EXTRA: Elevada qualidade, bem desenvolvida, compacta, firme, sem deformações. DE PRIMEIRA: Boa qualidade, compacta, firme, bem desenvolvida. Aceitas pequenas alterações de cor, tamanho e formato. DE SEGUNDA: Tolerados alguns defeitos de cor, formato, pequenos danos físicos e mecânicos. Definição Produto da frutificação de uma planta sã destinada ao consumo humano. Parte polposa que rodeia a semente de plantas. Frutos com sabor adocicado. Apresentam aromas característicos. Ricos em sucos/caldo. 1. Classificação TEOR CARBOIDRATOS GRUPO A 5 A 10% CHO: 1. Classificação TEOR CARBOIDRATOS GRUPO B 10 A 20% CHO: 1. Classificação TEOR CARBOIDRATOS GRUPO OLEAGINOSAS 16% CHO; 20% PROTEÍNAS E 60% DE LIPÍDIOS: 2. Classificação SEGUNDO QUALIDADE EXTRA DE PRIMEIRA DE SEGUNDA DE TERCEIRA 3. Classificação SEGUNDO pH CÍTRICAS: Laranja, limão, abacaxi, mexerica, tangerina, maracujá, etc. NÃO CÍTRICAS: Maçã, pêra, banana, manga, melão, melancia, etc. OLEAGINOSAS: Amêndoa, avelã, castanha de caju, castanha do Pará, nozes, pistache, macadâmia. Amadurecimento Temperatura > grau de maturação e perecibilidade. Amadurecimento Natural Após a colheita cessa o fornecimento de energia. Alimento para de utilizar suas reservas de energia > estímulo à respiração. São estimulados pelo fitormônio etileno exalado pela transformação do amido em açúcar. Etileno é produzido por alguns estímulos como: Calor, cortes, seca, encharcamento, senescência. Amadurecimento Natural FRUTAS CLIMATÉRICAS: Aquelas suscetíveis a mudanças na cor, no sabor e na textura durante o processo de amadurecimento, mesmo após a colheita, podendo ser colhidas totalmente verdes. FRUTAS NÃO CLIMATÉRICAS: Devem ser colhidas apenas quando atingirem a maturidade porque os processos bioquímicos são interrompidos após a colheita. Amadurecimento Natural Amadurecimento Natural INIBIDORES DE ETILENO: a) Nitrato ou tiossulfato de prata; b) Absorvedores de etileno (permanganato de potássio); c) Sachês absorvedores. Amadurecimento Artificial Trata-se de de acelerar, artificialmente, mediante o uso de uma Câmara para desverdecimento, agentes químicos (carbureto de cálcio, acetileno ou etileno) ou outro método para acelerar o processo de amadurecimento. Conservação de Frutas e Hortaliças DESIDRATAÇÃO LIOFILIZAÇÃO SECAGEM À VÁCUO Conservação de Frutas e Hortaliças BRANQUEAMENTO MINIMAMENTE PROCESSADOS APERTIZAÇÃO FERMENTAÇÃO Conservação de Frutas e Hortaliças CRISTALIZAÇÃO GELEIFICAÇÃO IRRADIADO USO DE ADITIVOS Conservação de Frutas e Hortaliças SISTEMA TETRA BRIK ATMOSFERA MODIFICADA Beneficiamento de Frutas e Hortaliças 1) RECEPÇÃO 2) SELEÇÃO Beneficiamento de Frutas e Hortaliças 3) LIMPEZA • Aspersão de H2O clorada sob pressão ou imersão. • Uso de escovas. 4) APLICAÇÃO DE CERAS E FUNGÍCIDAS Beneficiamento de Frutas e Hortaliças 5) CLASSIFICAÇÃO •Diâmetro. •Peso •Cor. 6) EMBALAGEM •IN n° 009 (12/11/2002) 7) RESFRIAMENTO 8) CARREGAMENTO 9) TRANSPORTE Sucos ou Sumos Bebida não fermentada, não concentrada e não diluída obtida de fruta sã e madura. Não pode conter substâncias estranhas à fruta ou parte do vegetal de sua origem. Proibida a adição de aromas e corantes artificiais. Adição máxima de 10% de açúcar. Em alguns casos, as frutas utilizada para elaboração de sucos são as desprezadas para consumo. Sucos ou Sumos RECEPÇÃO EXTRAÇÃO ÓLEOS ESSENCIAIS 40 – 60 % LAVAGEM DESINFECÇÃO PASTEURIZAÇÃO 80°-90° a 30-60 Seg. CONCENTRAÇÃO DESIDRATAÇÃO ENVASE ARMAZENAMENTO