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Simulado Final Revalida INEP 2025

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Questões resolvidas

Homem de 22 anos, previamente hígido, procura a emergência por dispneia progressiva há 5 dias, tosse seca, dor torácica ventilatório-dependente e febre baixa. Refere náuseas e vômitos nos últimos 3 dias. Nega comorbidades, tabagismo tradicional e uso recente de antibióticos. Relata uso diário, há 6 meses, de cigarros eletrônicos com cartuchos de THC adquiridos informalmente; última utilização foi há 2 dias. Ao exame: FR de 28 irpm, FC de 112 bpm, PA de 112 × 68 mmHg, temp. de 37,8 °C, SpO₂ de 88% em ar ambiente (95% com O₂ por cateter 3 L/min). MV globalmente diminuído, sem sibilos; sem sinais de sobrecarga ventricular direita. Hemograma com leucocitose 15.800/mm³ (predomínio de neutrófilos), PCR de 18 mg/dL. Testes rápidos para influenza e SARS-CoV-2 negativos. Radiografia de tórax: opacidades bilaterais mal definidas. TCAR: opacidades em 'vidro fosco' difusas com espessamento septal. Gasometria em O₂ 3 L/min: pH = 7,45; PaCO₂ = 36 mmHg; PaO₂ = 72 mmHg.
Considerando o caso, a conduta inicial mais adequada é:
A) tratar ambulatorialmente como pneumonia comunitária com ceftriaxona + azitromicina e reavaliar em 48 h.
B) prescrever broncodilatador de resgate e corticoide inalatório, orientar repouso domiciliar e repetir TC em 4-6 semanas.
C) internar, suspender imediatamente o uso de cigarro eletrônico, iniciar oxigenoterapia e corticoide sistêmico, além de investigar e excluir causas infecciosas.
D) realizar lavado broncoalveolar imediato para pesquisa de macrófagos carregados de lipídios, pois é exame obrigatório para confirmar o diagnóstico antes de tratar.

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Questões resolvidas

Homem de 22 anos, previamente hígido, procura a emergência por dispneia progressiva há 5 dias, tosse seca, dor torácica ventilatório-dependente e febre baixa. Refere náuseas e vômitos nos últimos 3 dias. Nega comorbidades, tabagismo tradicional e uso recente de antibióticos. Relata uso diário, há 6 meses, de cigarros eletrônicos com cartuchos de THC adquiridos informalmente; última utilização foi há 2 dias. Ao exame: FR de 28 irpm, FC de 112 bpm, PA de 112 × 68 mmHg, temp. de 37,8 °C, SpO₂ de 88% em ar ambiente (95% com O₂ por cateter 3 L/min). MV globalmente diminuído, sem sibilos; sem sinais de sobrecarga ventricular direita. Hemograma com leucocitose 15.800/mm³ (predomínio de neutrófilos), PCR de 18 mg/dL. Testes rápidos para influenza e SARS-CoV-2 negativos. Radiografia de tórax: opacidades bilaterais mal definidas. TCAR: opacidades em 'vidro fosco' difusas com espessamento septal. Gasometria em O₂ 3 L/min: pH = 7,45; PaCO₂ = 36 mmHg; PaO₂ = 72 mmHg.
Considerando o caso, a conduta inicial mais adequada é:
A) tratar ambulatorialmente como pneumonia comunitária com ceftriaxona + azitromicina e reavaliar em 48 h.
B) prescrever broncodilatador de resgate e corticoide inalatório, orientar repouso domiciliar e repetir TC em 4-6 semanas.
C) internar, suspender imediatamente o uso de cigarro eletrônico, iniciar oxigenoterapia e corticoide sistêmico, além de investigar e excluir causas infecciosas.
D) realizar lavado broncoalveolar imediato para pesquisa de macrófagos carregados de lipídios, pois é exame obrigatório para confirmar o diagnóstico antes de tratar.

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CADERNO DE QUESTÕES
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Estratégia MED | Caderno de Questões | Simulado Final Revalida INEP 2025 2REVALIDA
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• O Simulado Final Revalida INEP, 100% on-line, é composto por 100 questões de múltipla escolha, elaboradas de acordo com padrões e 
critérios de cobranças dos concursos do Ravalida;
• A prova poderá ser baixada no Portal do Estratégia MED. Se preferir, você pode baixá-la e imprimi-la;
• A prova terá duração máxima de 4 horas e 30 minutos. Os candidatos terão das 14h às 16h30min (horário de Brasília) para responder 
às questões e para enviar o gabarito preenchido por meio do formulário eletrônico disponível no link constante neste caderno de 
questões ou, também, no Portal do Estratégia MED;
• O formulário ficará disponível para preenchimento durante toda aplicação da prova (14h às 18h30);
• O Estratégia MED divulgará o gabarito preliminar em seu portal a partir das 19h do dia 12 de outubro de 2025;
• É de inteira responsabilidade do candidato a verificação prévia da integridade e conectividade de seus equipamentos eletrônicos;
• O candidato deverá usar no preenchimento do gabarito o mesmo e-mail que será utilizado no cadastro da plataforma;
• Para fins de desempate entre os candidatos, será considerado o menor horário de envio do gabarito.
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Estratégia MED | Caderno de Questões | Simulado Final Revalida INEP 2025 3
REVALIDA
CLÍNICA MÉDICA
1. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um homem de 55 anos, 
previamente hígido, procura o pronto-socorro com história de 
hematêmese volumosa há 2 horas, associada a melena. Refere 
dor epigástrica em queimação há alguns meses, sem investigação 
prévia. Ao exame, está pálido, taquicárdico (FC: 112 bpm), com 
PA: 95/60 mmHg e saturação de O₂ de 96% em ar ambiente. 
Foram coletados exames laboratoriais, que revelaram: Hb = 8,5 
g/dL (VR: 13–17), Ht = 26% (VR: 40–50), plaquetas = 250.000/
mm³ (VR: 150.000–450.000), ureia = 68 mg/dL (VR: 10–40) e 
creatinina = 1,0 mg/dL (VR: 0,6–1,3).
Qual deve ser a conduta inicial diante desse caso?
A) Indicar endoscopia digestiva alta eletiva após estabilização 
clínica com inibidor de bomba de prótons (IBP) por via oral.
B) Solicitar colonoscopia urgente para investigar o foco do 
sangramento.
C) Iniciar estabilização hemodinâmica com reposição volêmica, IBP 
endovenoso e programar endoscopia digestiva alta precoce.
D) Indicar cirurgia imediata, sem tentativa de controle endoscópico.
2. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher, 60 anos, procura 
atendimento por queixa de cefaleia há 1 semana. A paciente 
não tem antecedente de cefaleia e faz uso apenas de 
anticoncepcional oral combinado. Refere que a cefaleia é de 
forte intensidade, pulsátil, unilateral e associada a diversos 
episódios de vômitos. Desde que o quadro iniciou, refere não ter 
apresentado melhora em nenhum momento. Ao exame físico, 
a paciente apresenta PA de 120 x 80 mmHg, FC de 80 bpm e FR 
de 18 irpm. Está consciente e orientada, sem déficit visual ou 
de nervos cranianos. Não há déficit de força ou sensibilidade, os 
reflexos estão preservados e a marcha, sem alterações. Não há 
rigidez de nuca à avaliação. Considerando o caso clínico, qual é 
sua principal hipótese diagnóstica e conduta? 
A) Enxaqueca sem aura e início de profilaxia. 
B) Trombose venosa cerebral e angio-TC de crânio. 
C) Meningite viral e iniciar aciclovir imediatamente.
D) Enxaqueca sem aura e uso de sumatriptano.
Estratégia
MED
Estratégia MED | Caderno de Questões |Simulado Final Revalida INEP 2025 4
REVALIDA
3. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 22 anos, vítima 
de traumatismo cranioencefálico por acidente automobilístico 
há cerca de duas horas, intubado na cena do trauma. À chegada 
no pronto-socorro, encontra-se com Glasgow de 4T e apresenta 
anisocoria com pupila direita midriática além de hemiparesia 
à esquerda. Ao exame, apresenta FC: 120 bpm, PA: 70/40 
mmHg. Realizada tomografia computadorizada de crânio (vide 
figura). Sobre o caso em questão, qual é uma conduta imediata 
proposta? 
A) Manitol endovenoso.
B) Hipotermia terapêutica.
C) Hiperventilação transitória.
D) Expansão volêmica.
4. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um homem de 58 anos 
é trazido ao pronto-socorro com confusão mental aguda. De 
antecedentes, é hipertenso e trata transtorno depressivo. Usa 
clortalidona e sertralina continuamente. O exame físico não 
mostra alterações. A avaliação volêmica sugere euvolemia. 
Os exames laboratoriais revelam sódio sérico de 110 mEq/L, 
potássio de 3,5 mEq/L, creatinina de 1,2 mg/dL e osmolalidade 
sérica de 240 mOsm/kg. Você inicia uma infusão de salina 
hipertônica 3% e, após 4 horas, o sódio sérico sobe para 124 
mEq/L. O paciente está acordado e alerta, melhor da confusão 
mental, mas você está preocupado com a rápida correção. Qual 
seria a conduta mais apropriada nesse momento?
A) Manter a infusão de salina hipertônica 3% na mesma velocidade, 
mas monitorar o sódio sérico a cada 1 hora para evitar a 
sobrecorreção.
B) Suspender a salina hipertônica 3% e iniciar a infusão de salina 
normal 0,9% para manter o sódio sérico estável e evitar 
flutuações.
C) Reduzir a velocidade de infusão da salina hipertônica 3% e 
adicionar furosemida para aumentar a excreção de água livre.
D) Suspender imediatamente a infusão de salina hipertônica 3% e 
iniciar a infusão de dextrose 5% em água (D5W) para evitar a 
sobrecorreção.
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MED
Estratégia MED | Caderno de Questões | Simulado Final Revalida INEP 2025 5
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5. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um paciente de 62 anos 
com diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial, em uso de 
losartana 100 mg/dia e metformina 1000 mg/dia, apresenta, 
nos exames de rotina, uma taxa de filtração glomerular 
estimada (TFGe) de 45 mL/min/1,73m² e uma relação albumina/
creatinina na urina de 450 mg/g. Sua pressão arterial média nas 
últimas consultas é de 135/85 mmHg. Qual é a melhor próxima 
etapa no manejo para retardar a progressão da doença renal?
A) Iniciar a terapia com um diurético tiazídico para ajudar a reduzir 
a pressão arterial e a proteinúria.
B) Aumentar a dose de losartana para 150 mg/dia para um controle 
mais rigoroso da pressão arterial.
C) Adicionar dapagliflozina 10 mg por dia.
D) Suspender a metformina e iniciar a insulina para um controle 
glicêmico mais intensivo.
6. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 22 anos, 
previamente hígido, procura a emergência por dispneia 
progressiva há 5 dias, tosse seca, dor torácica ventilatório-
dependente e febre baixa. Refere náuseas e vômitos nos últimos 
3 dias. Nega comorbidades, tabagismo tradicional e uso recente 
de antibióticos. Relata uso diário, há 6 meses, de cigarros 
eletrônicos com cartuchos de THC adquiridos informalmente; 
última utilização foi há 2 dias. Ao exame: FR de 28 irpm, FC de 
112 bpm, PA de 112 × 68 mmHg, temp. de 37,8 °C, SpO₂ de 
88% em ar ambiente (95% com O₂ por cateter 3 L/min). MV 
globalmente diminuído, sem sibilos; sem sinais de sobrecarga 
ventricular direita. Hemograma com leucocitose 15.800/mm³ 
(predomínio de neutrófilos), PCR de 18 mg/dL. Testes rápidos 
para influenza e SARS-CoV-2 negativos. Radiografia de tórax: 
opacidades bilaterais mal definidas. TCAR: opacidades em 
“vidro fosco” difusas com espessamento septal. Gasometria em 
O₂ 3 L/min: pH = 7,45; PaCO₂ = 36 mmHg; PaO₂ = 72 mmHg. 
Considerando o caso, a conduta inicial mais adequada é: 
A) tratar ambulatorialmentedo domicílio apresentou um efeito protetor estatisticamente significativo.
D) A maior proporção de domicílios em aglomerados subnormais teve uma associação positiva estatisticamente significativa.
https://doi.org/10.1590/S2237-96222023000100021
https://doi.org/10.1590/S2237-96222023000100021
Estratégia
MED
Estratégia MED | Caderno de Questões |Simulado Final Revalida INEP 2025 34
REVALIDA
82. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Segue a tabela retirada do Boletim Epidemiológico de Sífilis Congênita do Ministério da Saúde. 
Fonte: Sinan - Sistema de Informação de Agravos de Notificação.
Notas: (1) Casos notificados no Sinan até 30/06/2024. (2) Dados preliminares para os últimos cinco anos. (3) Dados desde 2007. (4) Considera-
se realização de pré-natal pelo menos uma consulta. (5) Para essa análise, foram consideradas as gestantes/parturientes/puerperas 
diagnosticadas com sifilis, independentemente da realização do pré-natal.
De acordo com os dados da tabela, podemos pensar como medidas mais adequadas para melhorar a prevenção de sífilis congênita:
A) Aumentar a cobertura de pré-natal. 
B) Estudar novas medicações com melhor eficácia de tratamento.
C) Atuar em barreiras do cuidado para um tratamento adequado de sífilis durante a gestação.
D) Atuar em melhorar o tratamento em maternidades de recém-nascidos com sífilis congênita.
83. (Estratégia MED 2025 – Inédita) No Brasil, a telemedicina recebeu regulamentação através da Lei n° 14.510/2022, que foi aprovada 
pelo Congresso Nacional, e também pela Resolução n° 2.314/2022, emitida pelo Conselho Federal de Medicina. Considerando essas 
diretrizes, identifique qual das opções a seguir está correta:
A) É obrigatório que a telemedicina mantenha um registro integral da consulta, incluindo gravações de áudio, imagens e vídeos.
B) O médico que deseja exercer a telemedicina deve ter certificação digital qualificada.
C) No tratamento de enfermidades crônicas ou condições que necessitem de acompanhamento prolongado, é necessário realizar consulta 
física com o médico responsável pelo paciente em períodos que não excedam 120 dias.
D) A telecirurgia e a execução de procedimentos cirúrgicos remotos são proibidas.
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Estratégia MED | Caderno de Questões | Simulado Final Revalida INEP 2025 35
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84. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Durante uma reunião 
de equipe da Estratégia de Saúde da Família, as Agentes 
Comunitárias relatam que a população está enfrentando grandes 
obstáculos para obter atendimentos médicos e de enfermagem 
nos períodos oferecidos. A maioria das consultas fica ocupada 
rapidamente no começo de cada mês. Como consequência, 
diversos usuários recorrem ao serviço de emergência para 
resolver problemas que poderiam ter sido tratados na Unidade 
Básica de Saúde. Além disso, os profissionais médicos e de 
enfermagem reportam elevado índice de faltas nas consultas 
marcadas. Considerando-se os atributos fundamentais da 
Atenção Primária à Saúde (conforme definidos por Barbara 
Starfield), qual deles está sendo principalmente discutido e que 
estratégia seria apropriada para aprimorar essa situação?
A) Equidade: indivíduos em situação de maior vulnerabilidade social 
e trabalhadores deveriam ter preferência no agendamento de 
consultas.
B) Integralidade: implementar mais atividades grupais para ampliar 
a oferta de atendimentos coletivos.
C) Longitudinalidade: estender o período de funcionamento da 
Unidade Básica de Saúde.
D) Acesso: destinar uma porcentagem das consultas programadas 
para "atendimentos do dia", voltadas para pessoas com 
necessidades imediatas que possam ser atendidas no mesmo 
período.
85. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Em uma região 
metropolitana com 1,5 milhão de habitantes, foram registrados 
320 casos de dengue durante o primeiro semestre de 2024. 
Desses casos confirmados, 16 pessoas evoluíram para óbito. O 
coeficiente de letalidade da dengue nessa região, no período 
analisado, corresponde a:
A) 0,00001.
B) 0,005.
C) 0,05.
D) 0,1.
86. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma mulher de 55 anos, 
sem massa palpável na mama e sem antecedentes pessoais 
ou familiares diretos de neoplasia mamária, submeteu-se a 
mamografia preventiva com laudo BI-RADS 1 (normal). Apesar 
do resultado negativo, a paciente questiona a confiabilidade 
do exame e solicita tomografia complementar, justificando sua 
preocupação pelo caso de uma conhecida que desenvolveu 
câncer pouco tempo após o resultado de uma mamografia 
estar normal. O médico assistente informa que o método 
diagnóstico é altamente fidedigno, com sensibilidade de 78% 
e especificidade de 96%.
Com base nesses dados, qual das afirmações é correta sobre o 
teste?
A) A mamografia é um teste confirmatório para essa paciente.
B) O valor preditivo positivo é de 60%.
C) A baixa sensibilidade pode levar a resultados falso-negativos.
D) A alta especificidade garante que ela não tenha a doença.
Estratégia
MED
Estratégia MED | Caderno de Questões |Simulado Final Revalida INEP 2025 36
REVALIDA
87. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma indústria de 
processamento de couro instalou-se nas proximidades de um 
distrito rural. A princípio, os habitantes da região apoiaram o 
empreendimento pela perspectiva de crescimento econômico 
e oportunidades de trabalho. Transcorridos alguns meses do 
início das atividades, verificou-se um aumento significativo 
nos casos de dermatites, cefaleias persistentes e distúrbios 
gastrointestinais entre os moradores locais. Considerando que 
o processo produtivo libera compostos químicos voláteis e 
efluentes com metais pesados, o setor de Vigilância Ambiental 
foi notificado para apurar eventual nexo causal. Qual é a 
sequência metodológica adequada para se fazer a análise de 
risco dos agentes potencialmente nocivos?
A) Reconhecimento dos perigos; determinação da relação dose-
efeito; mensuração da exposição populacional; síntese da 
caracterização de risco.
B) Definição dos percentuais de exposição; análise da correlação 
dose-efeito; identificação da prevalência dos elementos de risco.
C) Implementação de canais de denúncia; cálculo dos coeficientes 
de risco; padronização das reações populacionais.
D) Quantificação da parcela de risco coletivo; aferição dos índices 
de exposição; categorização das ocorrências patológicas.
88. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma paciente de 28 
anos, previamente hígida, sofreu acidente vascular cerebral 
hemorrágico após ruptura de aneurisma. Está internada há 
10 dias na UTI de um hospital público, com deterioração 
neurológica progressiva. A equipe médica suspeita de morte 
encefálica e iniciou protocolo diagnóstico. Durante conversa 
com a família sobre o estado clínico, o irmão da paciente 
informou que ela sempre manifestou desejo de ser doadora de 
órgãos, tendo inclusive comentado sobre isso recentemente. 
Entretanto, os pais se opõem veementemente à doação por 
motivos religiosos, enquanto o cônjuge apoia a decisão que 
a paciente havia expressado em vida. Considerando-se a 
legislação brasileira sobre transplantes, qual deve ser a conduta 
da equipe médica caso seja confirmada a morte encefálica?
A) Respeitar exclusivamente a vontade expressa pela paciente em 
vida de ser doadora, independentemente da posição da família, 
pois a autonomia do indivíduo prevalece sobre a decisão familiar.
B) Aguardar consenso familiar antes de proceder com qualquer 
protocolo de doação, mesmo que isso signifique não respeitar a 
vontade expressa pela paciente, pois a legislação brasileira exige 
autorização familiar.
C) Solicitar decisão judicial para dirimir o conflito entre a vontade 
da paciente e a oposição de parte da família, suspendendo 
qualquer procedimento até resolução legal.
D) Fazer a doação de órgãos baseando-se na manifestação da 
vontade da paciente e no apoio do cônjuge, considerando 
que ele tem precedência legal sobre os demais familiares nas 
decisões médicas.
Estratégia
MED
Estratégia MED |Caderno de Questões | Simulado Final Revalida INEP 2025 37
REVALIDA
90. (Estratégia MED 2025 – Inédita) A tabela a seguir demonstra a distribuição percentual de mortalidade pelas principais causas de óbito 
em diversos estados do Brasil e no território nacional. 
Os dados foram extraídos de: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2000/fqc07.htm#:~:text=Cerca%20de%2060%25%20dos%20
%C3%B3bitos,apresentam%20valores%20equivalentes%20em%201998.
Baseando-se exclusivamente nas informações contidas na tabela apresentada, é possível afirmar que:
A) A região Centro-Oeste registrou a maior quantidade de óbitos por causas externas.
B) Após as enfermidades do sistema circulatório, as causas mal-definidas representaram o segundo motivo de morte mais frequente nos 
estados brasileiros.
C) Observou-se um crescimento no número de falecimentos decorrentes de doenças transmissíveis no país.
D) A distribuição proporcional da mortalidade sofre influência das características demográficas da população, incluindo faixa etária e gênero.
89. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um gestor de saúde de um município com 50.000 habitantes planeja implementar uma nova 
Equipe de Saúde da Família (ESF) em uma comunidade ribeirinha que possui 4.200 moradores, sendo a única área ainda não coberta 
pela estratégia. Trata-se de uma região amazônica às margens de um igarapé, onde vivem famílias que sobrevivem da pesca artesanal e 
extração de açaí, habitando em casas de madeira sobre palafitas conectadas por pontes improvisadas. A área é acessível apenas por via 
fluvial e apresenta isolamento geográfico durante as cheias sazonais. A ESF iniciará o processo de territorialização com participação de 
toda a equipe multiprofissional. Considerando as características dessa população ribeirinha amazônica, que problemas sanitários a equipe, 
provavelmente, identificará durante a territorialização?
A) Malária e outras doenças transmitidas por vetores, doenças diarreicas por contaminação hídrica e acidentes por animais aquáticos 
peçonhentos.
B) Dengue e Chikungunya, intoxicações alimentares por pescado e doenças respiratórias por umidade excessiva.
C) Febre amarela urbana, parasitoses intestinais e traumatismos por quedas das palafitas.
D) Leptospirose, desnutrição infantil severa e câncer de pele por exposição solar.
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2000/fqc07.htm#:~:text=Cerca%20de%2060%25%20dos%20%C3%B3bitos,apresentam%20valores%20equivalentes%20em%201998
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2000/fqc07.htm#:~:text=Cerca%20de%2060%25%20dos%20%C3%B3bitos,apresentam%20valores%20equivalentes%20em%201998
Estratégia
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Estratégia MED | Caderno de Questões |Simulado Final Revalida INEP 2025 38
REVALIDA
91. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Carlos, 58 anos, 
administrador, sedentário, ex-tabagista (30 maços/ano), 
portador de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus 
tipo 2, procura atendimento ambulatorial na Unidade Básica 
de Saúde para revisão de exames. Nega qualquer sintoma 
cardiovascular. Relata adesão irregular à dieta e prática 
esporádica de atividade física.
Exames recentes: colesterol total = 275 mg/dL; LDL-C = 193 mg/
dL; HDL-C = 38 mg/dL; triglicerídeos = 220 mg/dL. Ao exame 
físico: IMC = 34 kg/m², PA = 150 x 92 mmHg.
Considerando o perfil do paciente e os resultados dos exames, 
a avaliação de risco cardiovascular e a conduta mais adequada, 
neste momento, são:
A) Risco baixo / orientação dietética e incentivo à atividade física.
B) Risco intermediário / mudanças no estilo de vida e 
acompanhamento anual.
C) Risco alto / introdução de estatina associada a medidas de estilo 
de vida.
D) Risco muito alto / introdução de estatina associada a medidas de 
estilo de vida, além de AAS em baixas doses.
92. (Estratégia MED 2025 – Inédita) João, 56 anos, hipertenso 
há 12 anos, comparece ao ambulatório para reavaliação. Faz uso 
regular de hidroclorotiazida 25 mg/dia, anlodipino 10 mg/dia 
e losartana 100 mg/dia, em doses otimizadas, mas apresenta 
níveis pressóricos persistentes, em torno de 162 x 98 mmHg, 
em medidas repetidas. Relata cefaleia ocasional e câimbras 
frequentes em membros inferiores.
Exames laboratoriais recentes:
• Creatinina sérica = 1,0 mg/dL
• TFG estimada = 88 mL/min/1,73m²
• Sódio sérico = 141 mEq/L
• Potássio sérico = 3,2 mEq/L
• Glicemia de jejum = 106 mg/dL
• Colesterol total = 210 mg/dL; LDL = 135 mg/dL; HDL = 42 
mg/dL; triglicerídeos = 160 mg/dL
Ao exame físico: PA = 164 x 96 mmHg (em três medidas 
diferentes), FC = 84 bpm, IMC = 29 kg/m².
Diante desse quadro, a próxima etapa mais adequada é:
A) Associar betabloqueador ao esquema atual, mantendo 
acompanhamento clínico.
B) Investigar hiperaldosteronismo primário e iniciar espironolactona.
C) Suspender o diurético tiazídico e introduzir clonidina.
D) Intensificar medidas não farmacológicas e manter esquema 
medicamentoso atual.
93. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 48 anos, com 
antecedentes de hipertensão arterial controlada e obesidade 
(IMC 33 kg/m²), procura atendimento para check-up. Relata 
vida sedentária e alimentação rica em ultraprocessados. Seu pai 
e irmão são diabéticos. 
Exames evidenciaram: Glicemia de jejum: 94 mg/dL; Hemoglobina 
glicada: 5,6%. Foi optado por realizar o TOTG de 1 hora, com 
resultado de 178 mg/dL. 
Com base nos achados acima, qual é a conduta inicial mais 
adequada?
A) Instituir mudanças no estilo de vida com foco em perda de peso 
e atividade física.
B) Iniciar metformina. 
C) Repetir o TOTG em 3 meses para confirmação diagnóstica.
D) Reforçar que os exames estão normais e manter apenas 
acompanhamento anual.
Estratégia
MED
Estratégia MED | Caderno de Questões | Simulado Final Revalida INEP 2025 39
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94. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 32 anos, 
residente em área urbana de São Paulo, procura a UBS para 
atualizar seu cartão vacinal. Relata que nunca recebeu a 
vacina contra febre amarela e está com viagem marcada 
para uma região silvestre de Minas Gerais em 15 dias. Nega 
imunossupressão, alergias ou comorbidades.
Qual é a conduta mais adequada para a prevenção da doença?
A) Prescrever imunoglobulina específica contra febre amarela 
antes da viagem.
B) Adiar a vacinação e recomendar apenas o uso de repelente, pois 
a vacina só é indicada em áreas de surto.
C) Administrar uma dose única da vacina contra febre amarela 
agora, garantindo imunidade antes da viagem.
D) Solicitar sorologia prévia para avaliar a imunidade antes de 
vacinar.
95. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 45 anos 
procura a UBS após ser mordido por cavalo na mão direita. A 
lesão é profunda, foi lavada abundantemente com água e sabão. 
O animal é de propriedade conhecida, está saudável e poderá 
ser observado por 10 dias. O paciente nunca foi vacinado contra 
raiva.
Qual é a conduta profilática adequada?
A) Apenas higienizar a ferida com água e sabão.
B) Observar o animal por 10 dias, sem iniciar nenhuma medida 
profilática no momento.
C) Observar o animal por 10 dias e iniciar o esquema de vacinação 
profilática antirrábica (sem soro), interrompendo se o animal 
permanecer saudável.
D) Administrar vacina e soro antirrábico imediatamente, 
independentemente do estado do animal.
96. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um menino de 6 anos, 
residente em área urbana de Minas Gerais, é levado ao pronto-
atendimento após ser picado por escorpião no quintal de casa. 
A mãe relata que encontra escorpiões com frequência dentro 
de casa e que já houve casos semelhantes no bairro. Ao exame, 
o paciente apresenta dor intensa no local, sem sinais sistêmicos.
Com base na epidemiologia e nos fatores de risco para acidentes 
escorpiônicos no Brasil, assinale a alternativa CORRETA:
A) A maioria dos acidentes ocorre em áreas rurais, mais 
frequentemente com trabalhadores agrícolas expostos à 
vegetação densa.
B) O aumento de casos está relacionado à adaptação de espécies 
como Tityus serrulatus ao ambiente urbano, favorecida por 
acúmulode lixo e entulho que atraem baratas.
C) Os acidentes são raros no Sudeste e concentram-se 
majoritariamente na região Norte do país.
D) A espécie Tityus bahiensis é restrita ao Nordeste e é responsável 
pela maioria dos acidentes graves no Brasil.
97. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente de 54 anos 
procura atendimento médico em uma unidade básica de saúde 
relatando desejo de interromper o uso de cigarros. No histórico 
clínico, constam hipertensão arterial sistêmica, diabetes 
mellitus tipo 2, infarto agudo do miocárdio, ocorrido há 6 
meses, e antecedentes de crises convulsivas na adolescência. 
Qual medicamento disponível no SUS deve ser prescrito para a 
cessação do tabagismo nesse caso?
A) Nortriptilina
B) Vareniclina
C) Bupropiona
D) Terapia de reposição de nicotina (TRN)
Estratégia
MED
Estratégia MED | Caderno de Questões |Simulado Final Revalida INEP 2025 40
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98. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um trabalhador rural de 42 anos foi encaminhado ao pronto-socorro hospitalar após ser encontrado 
confuso e com dificuldade respiratória cerca de 1 hora após aplicar pesticidas em sua lavoura. No exame inicial, apresenta bradicardia, 
broncorreia intensa, miose bilateral, sudorese excessiva, dor abdominal e tremores generalizados.
O tratamento mais adequado consiste na prescrição de:
A) Pralidoxima.
B) Atropina.
C) Naloxona.
D) Flumazenil.
99. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 46 anos, comerciante, casado, atualmente afastado pelo INSS, chega ao pronto-socorro 
às 5 horas da manhã, apresentando tremores acentuados em membros superiores, sudorese intensa, taquicardia, náusea persistente, 
hipertermia e agitação psicomotora.
Segundo relato da família, na noite anterior, o paciente afirmou que iria “abandonar de vez a bebida, por amor à esposa”, mas ela já não 
acredita, pois, em outras tentativas de parar de beber, o marido ficou agressivo e confuso.
No histórico médico, constam hipertensão arterial, fibrilação atrial, pancreatite crônica e antecedente de úlcera péptica.
Diante desse quadro, qual é a melhor hipótese diagnóstica e qual é a conduta terapêutica?
A) Abstinência alcoólica. Administrar tiamina EV, diazepam EV e internar o paciente
B) Intoxicação alcoólica. Administrar tiamina EV, diazepam IM e internar o paciente.
C) Abstinência alcoólica. Administrar tiamina EV, diazepam VO e encaminhar ao ambulatório de saúde mental.
D) Abstinência alcoólica. Administrar cianocobalamina EV, lorazepam VO e internar o paciente.
100. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Sobre o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), assinale a alternativa 
correta.
A) O início dos sintomas deve ocorrer antes dos 12 anos de idade.
B) Os sintomas devem persistir por pelo menos 3 meses consecutivos.
C) Para o diagnóstico, não é necessário que haja prejuízo funcional em casa, na escola ou no trabalho.
D) O tratamento com estimulantes só pode ser considerado a partir dos 10 anos de idade.
/estrategiamed
@estrategiamed t.me/estrategiamedEstratégia MED @estrategiamed
PREENCHA SEU GABARITO
https://t.me/estrategiamed
https://forms.gle/N5tSuVJgx4TSE3XY9
https://forms.gle/N5tSuVJgx4TSE3XY9como pneumonia comunitária com 
ceftriaxona + azitromicina e reavaliar em 48 h.
B) prescrever broncodilatador de resgate e corticoide inalatório, 
orientar repouso domiciliar e repetir TC em 4-6 semanas.
C) internar, suspender imediatamente o uso de cigarro eletrônico, 
iniciar oxigenoterapia e corticoide sistêmico, além de investigar 
e excluir causas infecciosas.
D) realizar lavado broncoalveolar imediato para pesquisa de 
macrófagos carregados de lipídios, pois é exame obrigatório 
para confirmar o diagnóstico antes de tratar.
Estratégia
MED
Estratégia MED | Caderno de Questões |Simulado Final Revalida INEP 2025 6
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7. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 62 anos, ex-
tabagista, portador de linfoma não Hodgkin em quimioterapia, 
procura a emergência por dispneia progressiva há 10 dias, tosse 
seca e sensação de peso no hemitórax esquerdo. Refere hiporexia 
e perda ponderal recente. Nega febre. Ao exame: FR de 24 irpm, 
SpO₂ de 93% em ar ambiente, assimetria da expansibilidade 
com diminuição do frêmito tóraco-vocal, macicez à percussão e 
redução do murmúrio vesicular em 2/3 inferiores de hemitórax 
esquerdo. Radiografia evidencia velamento homogêneo com 
sinal do menisco pleural à esquerda; ultrassonografia confirma 
derrame moderado livre. Inicia dieta hospitalar com retorno 
de triglicerídeos na noite anterior; nas últimas 24h, o paciente 
percebia piora da dispneia após as refeições. Suspeita-se 
de derrame pleural secundário à obstrução/lesão do ducto 
torácico. Diante da hipótese de quilotórax, o que é esperado de 
encontrarmos na análise do líquido pleural?
A) Colesterol elevado com cristais de colesterol e triglicerídeos 
baixos.
B) pH 1.000 U/L e neutrofilia 
acentuada.
C) Triglicerídeos aumentados (> 110 mg/dL) e colesterol normal, 
com predomínio linfocitário e presença de quilomícrons.
D) Amilase pleural marcadamente elevada (> 1.000 U/L) com 
relação amilase pleural/sérica > 1.
8. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente do sexo feminino, 
46 anos, previamente hígida, foi submetida à tireoidectomia 
total por bócio volumoso com sintomas compressivos. No 2º dia 
pós-operatório, passa a referir parestesias em extremidades, 
formigamento perioral e cãibras recorrentes. Ao exame físico, 
apresenta sinal de Chvostek e Trousseau positivos.
Exames laboratoriais revelaram: cálcio total = 7,0 mg/dL; 
albumina = 4,2 g/dL; magnésio = 1,8 mg/dL; PTH = 8 pg/mL (VR: 
15–65); vitamina D = 30 ng/mL; fósforo = 5,4 mg/dL.
Qual é a principal hipótese diagnóstica e a conduta mais 
adequada nesse momento?
A) Hipoparatireoidismo transitório; iniciar reposição oral de cálcio 
e calcitriol.
B) Déficit de magnésio; iniciar sulfato de magnésio EV e aguardar 
melhora do PTH antes de tratar a hipocalcemia.
C) Hipocalcemia por deficiência de vitamina D; iniciar colecalciferol 
em altas doses.
D) Síndrome do osso faminto; iniciar cálcio EV e bisfosfonato 
intravenoso para compensar reabsorção óssea acelerada.
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9. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente do sexo masculino, 
29 anos, previamente hígido, dá entrada no pronto-socorro 
com queixa de cefaleia intensa, febre não aferida e fadiga nos 
últimos 3 dias. Relata também urina escurecida e pequenos 
hematomas em membros inferiores. Ao exame físico, encontra-
se desorientado, febril e com petéquias em membros inferiores. 
Exames laboratoriais mostram: creatinina = 2,1 mg/dL, 
hemoglobina = 11,5 g/dL, leucócitos = 8.300/mm³, plaquetas = 
28.000/mm³. Esquizócitos são observados na lâmina de sangue 
periférico. Diante do caso, o diagnóstico mais provável é: 
A) púrpura trombocitopênica trombótica (PTT).
B) trombocitopenia autoimune idiopática.
C) leucemia linfoide aguda.
D) síndrome urêmica hemolítica típica.
10. (Estratégia MED 2025 – Inédita) pronto atendimento 
referindo dor intensa e inchaço progressivo em tornozelo 
direito após atividade física leve. Nega traumas objetivos. Ao 
exame físico, apresenta aumento de volume articular, calor 
local e limitação importante da mobilidade por dor. Está afebril, 
hemodinamicamente estável e em bom estado geral. Relata 
não fazer uso profilático regular de fator VIII. Diante do caso, a 
conduta imediata mais adequada a ser realizada, é: 
A) administração intravenosa de fator VIII.
B) uso de ácido tranexâmico e repouso com gelo local.
C) transfusão de concentrado de hemácias.
D) realização de artrocentese diagnóstica seguida de anti-
inflamatório não esteroidal.
11. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Sobre a hepatite A, 
assinale a alternativa correta.
A) A infecção pelo vírus da hepatite A apresenta maior risco de 
evolução para formas graves (como hepatite fulminante) em 
crianças abaixo de 5 anos, motivo pelo qual a vacinação é 
indicada nessa faixa etária como prioridade.
B) A hepatite A nunca evolui de forma fulminante, sendo 
considerada uma infecção estritamente benigna e autolimitada, 
independentemente da idade e das condições do paciente.
C) A vacina contra hepatite A, disponível no SUS, é de vírus 
inativado, aplicada em duas doses, e a imunização de rotina é 
recomendada para crianças a partir de 15 meses de idade, com 
dose de reforço em 6 meses.
D) A transmissibilidade do vírus da hepatite A ocorre principalmente 
por via fecal-oral, sendo mais intensa nas duas semanas que 
antecedem o início dos sintomas clínicos, diminuindo após o 
aparecimento da icterícia.
12. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Criança de 8 anos é 
levada ao pronto-atendimento com febre, cefaleia, vômitos 
e rigidez de nuca há 2 dias. Apresenta bom estado geral, sem 
alteração do nível de consciência, sem sinais de petéquias ou 
choque. Foi realizada punção lombar e a análise do líquido 
cefalorraquidiano (LCR) revelou: 40 células/mm³ (90% de 
linfócitos), proteinorraquia de 60 mg/dL e glicorraquia de 70 
mg/dL (glicemia sérica de 90 mg/dL). Bacterioscopia pelo 
método de Gram e teste do látex para bactérias apresentam 
resultado negativo no LCR.
Qual é a conduta mais apropriada?
A) Tratamento sintomático ambulatorial e orientação de sinais de 
alarme.
B) Internação em isolamento respiratório e início de ceftriaxona 
empírica.
C) Início imediato de aciclovir intravenoso.
D) Manter observação em UTI para monitorar hipertensão 
intracraniana.
Estratégia
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13. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 35 anos vai 
em consulta por dor nas articulações há 3 meses. Refere que, 
no início, notou em punhos e, agora, apresenta também nas 
articulações das mãos e joelhos. É pior pela manhã e melhora 
ao longo do dia conforme se movimenta. Fez uso de anti-
inflamatório, com melhora parcial. Nega outras queixas e 
antecedentes pessoais. Mãe com histórico de osteoartrite e 
osteoporose. Exame físico: dor e edema em punhos, 2ª e 3ª 
metacarpofalangeanas bilateralmente, 4ª interfalangeana 
proximal à direita e joelhos, discreto desvio ulnar dos dedos nas 
mãos e sinal da tecla em joelho esquerdo. Os exames indicam 
hemograma normal, velocidade de hemossedimentação de 38 
mm/hora (valor de referência [VR]:2025 – Inédita) Homem de 44 anos procura 
atendimento por dor e inchaço no tornozelo esquerdo há 1 dia. 
Refere que o início foi súbito, com dor intensa em poucas horas 
e dificuldade em apoiar o pé no chão. Nega episódio prévio 
semelhante e trauma local. É hipertenso e dislipidêmico em uso 
de hidroclorotiazida, enalapril e atorvastatina. Exame físico: 
dor, edema, rubor e limitação da amplitude de movimento 
em tornozelo esquerdo. Os exames laboratoriais indicam 
hemograma normal, velocidade de hemossedimentação de 56 
mm/hora (valor de referência [VR]:pélvica.
D) Uretrocistografia retrógrada.
23. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 29 anos 
percebeu aumento de volume no testículo esquerdo durante o 
banho, há cerca de cinco dias. Exame físico: presença de nódulo 
endurecido, de aproximadamente 1,5 cm, indolor, sem sinais 
flogísticos no testículo esquerdo.
Que exames devem ser solicitados inicialmente para investigação 
diagnóstica?
A) Ultrassonografia de testículo associada à dosagem de alfa-
fetoproteína e beta-hCG.
B) Cintilografia testicular e ultrassonografia com Doppler para 
avaliar perfusão.
C) Reação de Mantoux, pesquisa de BAAR e ultrassonografia de 
testículo.
D) Ultrassonografia com Doppler de testículo combinada à 
tomografia computadorizada de abdome.
Estratégia
MED
Estratégia MED | Caderno de Questões |Simulado Final Revalida INEP 2025 12
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24. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 40 anos, 
eletricista, sofreu acidente de trabalho durante manutenção 
em rede elétrica. Teve contato direto com fio de alta voltagem, 
apresentando lesão de entrada no braço esquerdo e lesão de 
saída na planta do pé direito. Colegas relataram que ele caiu 
da escada no momento do choque e ficou inconsciente por 
alguns minutos, recuperando-se ainda durante o transporte ao 
hospital. Na chegada, encontrava-se orientado, mas queixava-se 
de dor torácica intensa e escoriações em face e couro cabeludo.
Considerando esse quadro clínico, assinale a alternativa correta.
A) Distúrbios eletrolíticos, apesar de possíveis, são bastante 
incomuns no trauma elétrico e não consistem em uma 
preocupação central.
B) As lesões cutâneas presentes na admissão não são proporcionais 
à gravidade da queimadura elétrica.
C) A perda de consciência inicial do paciente sugere que houve 
arritmia cardíaca revertida espontaneamente pelo choque.
D) As lesões de baixa voltagem frequentemente causam destruição 
profunda de tecidos, mesmo com queimaduras superficiais na 
pele.
25. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 68 anos, 
agricultor, deu entrada no pronto-socorro com queixa de dor 
abdominal progressiva e distensão há cinco dias, associadas à 
parada na eliminação de gases e fezes. Relata episódios prévios 
de constipação crônica, tratados com laxativos.
Ao exame físico, apresenta bom estado geral, está 
hemodinamicamente estável, abdome bastante distendido, 
timpânico à percussão, flácido e doloroso à palpação profunda, 
sem sinais de irritação peritoneal. O toque retal mostra ampola 
vazia. Foi submetido à radiografia de abdome, representada a 
seguir. 
Considerando o quadro descrito, qual é a conduta mais adequada 
nesse momento?
A) Cirurgia de urgência com ressecção do sigmoide segundo a 
técnica de Hartmann.
B) Redução do volvo por meio de retossigmoidoscopia ou 
colonoscopia.
C) Cirurgia de urgência com devolvulação seguida de colostomia 
em alça.
D) Procedimento cirúrgico imediato com devolvulação e fixação do 
sigmoide.
Estratégia
MED
Estratégia MED | Caderno de Questões | Simulado Final Revalida INEP 2025 13
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26. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Lactente de 5 semanas de 
vida foi levado ao pronto atendimento por episódios de vômitos 
progressivos, inicialmente após algumas mamadas, mas que 
evoluíram para vômitos em jato, sempre não biliosos. Apesar 
disso, a criança mantinha boa aceitação alimentar e chorava de 
fome logo após vomitar. Ao exame físico, apresentava-se em 
bom estado geral, desidratada +/4+ sem distensão abdominal. 
O pediatra identificou nódulo firme, de cerca de 1 cm, palpável 
na borda lateral do músculo reto abdominal, na altura do 
epigástrio.
Qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
A) Intussuscepção intestinal.
B) Estenose hipertrófica do piloro.
C) Doença do refluxo gastroesofágico.
D) Má rotação intestinal com volvo.
27. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 62 anos 
procurou atendimento por dor abdominal difusa e aumento 
de volume em região crural esquerda, iniciado há 36 horas. 
Relata náuseas, vômitos e ausência de eliminação de gases 
desde o início do quadro. Ao exame físico, apresentava 
abdome distendido, doloroso difusamente, ruídos hidroaéreos 
diminuídos, sem irritação peritoneal. Observou-se abaulamento 
irredutível localizado abaixo do ligamento inguinal esquerdo, 
sem sinais flogísticos.
Qual é o diagnóstico mais provável para o abdome agudo 
obstrutivo desse paciente?
A) Hérnia inguinal indireta encarcerada.
B) Hérnia incisional encarcerada.
C) Hérnia femoral encarcerada.
D) Hérnia inguinal direta encarcerada.
28. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 52 anos foi 
submetido à laparotomia de urgência por quadro de diverticulite 
aguda complicada. Durante o procedimento, o cirurgião 
constatou coleção purulenta livre na cavidade abdominal. 
Considerando a classificação quanto ao grau de contaminação 
cirúrgica, esse procedimento deve ser classificado como:
A) cirurgia potencialmente contaminada (limpa-contaminada).
B) cirurgia contaminada.
C) cirurgia infectada.
D) cirurgia limpa.
29. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente masculino, 
65 anos, foi retirado de um galpão fechado em chamas após 
explosão de botijão de gás. Na admissão, apresentava fuligem 
em cavidade oral, chamuscamento de vibrissas nas narinas 
e queimaduras de segundo e terceiro graus em face, tórax 
anterior e braço esquerdo. O paciente, com fala rouca, referia 
estar ventilando adequadamente.
Diante desse quadro, qual deve ser a prioridade no atendimento 
inicial?
A) Cobrir as áreas queimadas com panos limpos ou campos estéreis 
para reduzir dor e risco de infecção.
B) Assegurar via aérea definitiva com intubação orotraqueal 
precoce.
C) Remover vestimentas e acessórios, resfriando as lesões cutâneas 
com água corrente.
D) Providenciar acesso venoso periférico calibroso para analgesia e 
início da hidratação.
Estratégia
MED
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30. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 68 anos 
compareceu ao serviço de oncologia com queixa de dor 
óssea difusa e perda de peso. Exames revelaram PSA = 40 
ng/mL, biópsia transretal confirmando adenocarcinoma de 
próstata e cintilografia óssea demonstrando múltiplas áreas 
hipercaptantes em esqueleto axial e ossos da pelve. Radiografia 
simples evidenciou lesões osteolíticas em coluna lombar e 
fêmur proximal.
Qual é o tratamento mais indicado nesse caso?
A) Radioterapia associada à quimioterapia, seguida de 
prostatectomia radical.
B) Prostatectomia radical com linfadenectomia pélvica ampliada.
C) Deprivação androgênica por castração cirúrgica ou uso de 
análogos de LHRH.
D) Ressecção transuretral da próstata para desobstrução urinária.
31. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente masculino, 43 
anos, foi submetido à apendicectomia por via laparoscópica 
há 20 dias e foi orientado a retirar os pontos no ambulatório 
da Unidade básica de saúde mais próxima de sua residência. 
No momento está sem queixas, a ferida operatória está seca e 
limpa. Traz consigo o resultado histopatológico da peça cirúrgica 
com o seguinte achado: neoplasia neuroendócrina de apêndice 
cecal, bem diferenciado, localizado na ponta do apêndice, 
medindo 2,3 cm, sem invasão mesoapendicular, margens 
livres, taxa proliferativa grau 1 (mitosestratada com quetiapina, laparotomia 
há 10 anos por apendicite aguda complicada. Ao exame: REG, 
corada, desidratada +-/4, sonolenta, eupneica, febril, PA = 90 
x 60 mmHg, FC = 118 bpm. Abdome: distendido, timpânico, 
doloroso difusamente à palpação, ruídos hidroaéreos 
diminuídos. Exames: hemoglobina = 13,2 g/dL, hematócrito 
= 36%, leucócitos = 18.200/mm³, plaquetas = 250.000/mm³, 
creatinina = 1,8 mg/dL, ureia = 77 mg/dL, sódio = 130 mEq/L, 
potássio = 3,7 mEq/L. Solicitada radiografia de abdome (imagem 
em anexo). 
Em relação ao caso, qual é a conduta?
A) Tomografia de abdome e pelve com contraste endovenoso.
B) Passagem de sonda nasogástrica, hidratação endovenosa, 
correção dos distúrbios eletrolíticos e observação.
C) Colonoscopia descompressiva.
D) Laparotomia exploradora e cirurgia de Hartmann.
Estratégia
MED
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33. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente masculino de 65 
anos, diabético insulino-dependente, com antecedente de duas 
internações hospitalares para tratamento de diverticulite aguda 
não complicada, sendo a última há 3 meses. Refere que, desde a 
última internação, vem apresentando dor abdominal esporádica 
no quadrante inferior esquerdo, constipação intestinal (fica 3 a 
4 dias sem evacuar) e episódios de hematoquezia. Relata que já 
necessitou faltar no trabalho algumas vezes por causa da dor. 
Ao exame: estável, abdome flácido, pouco doloroso à palpação 
profunda em fossa ilíaca esquerda, sem sinais de peritonite. 
Traz colonoscopia realizada na última semana que evidencia 
doença diverticular do cólon esquerdo. Em relação ao caso, 
qual é a conduta?
A) Orientar dieta rica em fibras e prescrever laxantes e probióticos.
B) Solicitar tomografia de abdome.
C) Indicar sigmoidectomia com, anastomose primária.
D) Internação para antibioticoterapia endovenosa.
34. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente feminina, 36 
anos, atleta profissional, comparece ao pronto-socorro com 
queixa de dor no hemiabdome à esquerda, associada a náuseas 
e diarreia mucossanguinolenta. Os sintomas começaram 12 
horas após completar uma prova de triatlo, que terminou em 
aproximadamente 11 horas. Não havia apresentado qualquer 
sintoma no dia anterior. A paciente não usa medicamentos e 
não tem comorbidades. Ao exame físico, apresenta-se em bom 
estado geral, corada, desidratada +/4, afebril, FC de 80 bpm, 
PA de 120 x 80 mmHg, FR de 20 ipm, abdome flácido pouco 
doloroso à palpação de flanco e fossa ilíaca esquerda, sem 
peritonite, toque retal com sangue vivo em pequena quantidade 
com fezes. Em relação ao caso, que exame complementar está 
indicado para confirmação diagnóstica?
A) Colonoscopia.
B) Tomografia de abdome com contraste.
C) Arteriografia dos vasos mesentéricos.
D) Ultrassonografia de abdome.
35. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Em um paciente masculino 
de 47 anos, foi diagnosticada hérnia na região inguinal direita 
em consulta de rotina na unidade básica de saúde. Sem queixas 
no momento e refere que nem tinha notado “esse caroço” na 
virilha. Durante a manobra de Valsalva, foi notada a presença 
de abaulamento redutível abaixo do ligamento inguinal. Em 
relação ao caso, qual é a conduta?
A) Encaminhar ao pronto-socorro para tratamento cirúrgico 
imediato.
B) Encaminhar ao ambulatório de cirurgia para tratamento cirúrgico 
eletivo.
C) Orientar o paciente que não há necessidade de cirurgia, uma vez 
que ele encontra-se assintomático.
D) Solicitar ultrassonografia da região inguinal para confirmação 
diagnóstica.
Estratégia
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36. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Gestante de 35 semanas, 
vítima de acidente automobilístico, era a motorista e estava com 
cinto de segurança. Ao exame: A – via aérea pérvia, com colar 
cervical rígido; B – murmúrio vesicular diminuído à direita com 
crepitação de arcos costais e presença de enfisema subcutâneo, 
saturação de O₂ = 89% com máscara de O2 não reinalante, FR 
= 26 irpm; C – PA = 110 × 60 mmHg, FC = 98 bpm, não recebeu 
volume no transporte, pulsos periféricos palpáveis, perfusão 
capilarB) Introduzir antiagregante plaquetário e orientar o uso de meias 
de compressão.
C) Introduzir heparina de baixo peso molecular em dose profilática.
D) Introduzir heparina de baixo peso molecular em dose terapêutica.
40. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Lactente, 5 meses, 
apresenta a seguinte alteração ao exame físico realizado em 
consulta de rotina na UBS (imagem em anexo). Qual é a conduta 
a ser realizada?
A) Orientar a mãe que a cirurgia pode ser adiada até a criança 
completar 5 anos.
B) Orientar a mãe que a cirurgia pode ser adiada até a criança 
completar 2 anos.
C) Encaminhar para o pronto socorro para tratamento cirúrgico de 
urgência.
D) Encaminhar para ambulatório de cirurgia infantil para tratamento 
cirúrgico eletivo.
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GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
41. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente de 28 anos de 
idade realizou coleta de genotipagem para HPV de alto risco do 
colo uterino. O resultado foi de presença de HPV de alto risco 
(não 16 ou 18). Qual é a conduta indicada nesse momento?
A) Encaminhar para colposcopia.
B) Repetir exame em um ano.
C) Realizar colpocitologia oncótica.
D) Repetir o exame em 5 anos.
42. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente de 18 anos, 
nuligesta, vem à UBS para esclarecer dúvidas sobre contracepção. 
Ela refere que tem epilepsia e faz uso de carbamazepina para 
controle. Refere ciclos menstruais regulares com fluxo intenso e 
dismenorreia. Nega outras queixas. Considerando o perfil dessa 
paciente, qual é o método contraceptivo mais adequado?
A) DIU de cobre.
B) Pílula combinada.
C) Pílula de progestagênio.
D) SIU de levonorgestrel.
43. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 35 anos refere 
presença de corrimento vaginal de repetição há 6 meses. Refere 
que os sintomas aparecem no período pré-menstrual e que 
causam bastante ardência e prurido vaginal. Ao exame físico, 
apresenta corrimento branco e aderido às paredes vaginais, 
sem odor e com intensa hiperemia vulvar. O pH da secreção é 
de 4,0. Teste das aminas negativo e, na microscopia direta, há 
ausência de hifas e esporos e intensa população de lactobacilos 
com células escamosas com núcleos desnudos. Diante do 
exposto, qual é a principal hipótese diagnóstica?
A) Candidíase de repetição.
B) Vaginose bacteriana.
C) Tricomoníase.
D) Vaginose citolítica.
44. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente de 58 anos vem à 
consulta queixando-se de um episódio de sangramento vaginal 
em pequena quantidade há 3 dias. Refere que sua última 
menstruação ocorreu há 4 anos. Ela é hipertensa controlada 
com losartana e nega outras comorbidades. Foi solicitada uma 
ultrassonografia transvaginal para avaliação do quadro. Diante 
do exposto, qual é a principal hipótese para o sangramento?
A) Atrofia endometrial.
B) Câncer de endométrio.
C) Hiperplasia endometrial.
D) Pólipo uterino.
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45. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente de 22 anos 
vem ao pronto-socorro referindo ter sido vítima de violência 
sexual há 3 horas. Refere que foi abordada por um homem 
desconhecido no ponto de ônibus e foi submetida a sexo por 
via vaginal sem preservativo e com ejaculação. Nega doenças 
prévias. Não faz uso de contracepção e sua última menstruação 
ocorreu há 10 dias. Tem carteira de vacinação completa. Diante 
do caso, quais são as profilaxias indicadas para a paciente?
A) TARV, penicilina benzatina, ceftriaxone, metronidazol e reforço 
para hepatite B.
B) TARV, penicilina benzatina, ceftriaxione, azitromicina e 
levonorgestrel.
C) Penicilina benzatina, ceftriaxone, azitromicina, metronidazol e 
vacina contra o HPV.
D) Ceftriaxone, doxiciclina, metronidazol e levonorgestrel.
46. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Adolescente de 14 anos 
vem à consulta por não ter apresentado menstruação. Ela refere 
que não apresentou desenvolvimento de mamas também. 
Nega outras queixas. Na avaliação, apresenta estádio M1P1 
de Tanner; o hímen é perfurado e íntegro. Diante do quadro, 
assinale a alternativa correta.
A) É fundamental a realização de ultrassonografia pélvica para 
investigar a presença de útero.
B) A dosagem de FSH pode auxiliar na determinação da etiologia.
C) Os níveis de estradiol devem estar normais.
D) O cariótipo é dispensável nessa investigação.
47. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 38 anos vem 
à UBS, pois deseja fazer mamografia para rastreamento de 
câncer de mama. Ela refere que sua mãe teve câncer de mama 
aos 55 anos, por isso tem muito medo de desenvolver também. 
De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, qual é a 
recomendação a ser dada?
A) Iniciar mamografia anual aos 40 anos de idade.
B) Solicitar ultrassonografia de mamas anual e mamografia a partir 
dos 50 anos.
C) Mamografia bienal a partir dos 50 anos.
D) Ressonância magnética até os 50 anos de idade e, após, iniciar 
mamografia.
48. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente de 24 anos vem 
ao ambulatório queixando-se de dor nas mamas há 6 meses. 
Refere que a dor surge cerca de 10 dias antes da menstruação e 
ocorre em ambas as mamas. Após a menstruação, os sintomas 
melhoram. Nega descargas papilares ou outros sintomas. Qual 
é a conduta nesse caso?
A) Solicitar ultrassonografia das mamas.
B) Orientar o uso de vitamina E.
C) Orientar a paciente e prescrever analgésicos.
D) Solicitar dosagem hormonal.
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49. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 60 anos 
vem ao ambulatório referindo dor pélvica há 6 meses. Refere 
que também notou aumento de seu volume abdominal. Foi 
solicitada ultrassonografia transvaginal que evidenciou um cisto 
de conteúdo heterogêneo em ovário direito, medindo 6,0 cm 
no maior diâmetro, com componente sólido e vascularização 
intensa. Nega antecedentes pessoais de neoplasias malignas. 
Diante do exposto, qual é a conduta correta?
A) Solicitar marcadores tumorais e, somente se forem positivos, 
indicar abordagem cirúrgica.
B) Encaminhar a paciente para cirurgia.
C) Repetir a ultrassonografia em 3 meses.
D) Solicitar biópsia guiada por ultrassonografia.
50. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 54 anos refere 
fogachos intensos que estão atrapalhando muito sua qualidade 
de vida. Refere ter parado de menstruar aos 50 anos. Refere 
que os sintomas começaram há 2 anos e que tem aumento 
de irritabilidade associado ao quadro. Refere ser hipertensa 
em uso de losartana. Nega cirurgias prévias. Ao exame físico, 
apresenta pressão de 128 x 86 mmHg, sem outras alterações. 
Traz exames de rotina ginecológica que se encontram normais. 
Qual é a melhor conduta para essa paciente?
A) Iniciar uso de tratamento não hormonal para os fogachos, devido 
ao quadro de hipertensão.
B) Prescrever estradiol transdérmico em gel associado à 
progesterona natural micronizada.
C) Prescrever estradiol por via oral com noretisterona oral.
D) Prescrever estriol vagional.
51. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Primigesta, 33 semanas, 
vem à maternidade com queixa de cefaleia e dor em hipocôndrio 
direito. Ao exame: bom estado geral, PA de 150/100 mmHg, 
reflexos tendinosos aumentados, AU de 29 cm, BCF de 160 bpm, 
toque vaginal com colo grosso, posterior e impérvio. Realizada 
cardiotocografia na sala de admissão, considerada ativa. Qual é 
o diagnóstico e qual é a conduta?
A) Crise hipertensiva. Nifedipina para controle dos níveis pressóricos 
e resolução da gestação.
B) Iminência de eclâmpsia. Sulfato de magnésio e resolução da 
gestação após estabilização clínica da gestante.
C) Iminência de eclâmpsia. Cesariana de emergência.
D) Pré-eclâmpsia com sinais de gravidade. Hidralazina endovenosa 
e reavaliação.
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REVALIDA52. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Primigesta com 22 anos 
de idade procurou a emergência de uma maternidade referindo 
atraso menstrual de 8 semanas, teste urinário positivo para 
gestação e dor em baixo ventre associada a sangramento 
vaginal há cerca de oito horas. Ao exame físico, apresenta-se 
em bom estado geral, afebril, com pressão arterial = 110 x 60 
mmHg, presença de pequena quantidade de sangue em fundo 
de saco vaginal, ausência de sangramento ativo e colo uterino 
impérvio. Foi realizada ultrassonografia, que detectou presença 
de saco gestacional tópico com embrião medindo 7 mm com 
BCF. Foi realizada tipagem sanguínea da paciente com resultado 
O negativo. Qual é a conduta correta no seguimento de pré-
natal dessa paciente?
A) Não realizar imunoglobulina anti-D, pois trata-se de ameaça de 
abortamento.
B) Como a paciente já apresentou sangramento, ela deve receber 
imunoglobulina anti-D nesse momento e não necessita de nova 
dose ao longo da gestação.
C) A paciente deve receber imunoglobulina anti-D nesse momento 
e o exame de Coombs pode ficar positivo por algumas semanas.
D) A paciente já deve ser considerada aloimunizada e encaminhada 
para seguimento em pré-natal de alto risco.
53. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Secundigesta, 26 
anos, com idade gestacional de 7 semanas pela data da 
última menstruação e confirmada pela ultrassonografia, 
assintomática, parceiro sexual há 6 anos e gravidez não 
programada. Comparece para checar exames de pré-natal. O 
exame físico geral e o ginecológico estão normais. Você avalia 
o seguinte resultado de exame: teste rápido para sífilis positivo; 
aguardando resultado de VDRL. Qual é a conduta preconizada?
A) Iniciar tratamento para sífilis com penicilina benzatina 2.400.000 
UI por semana por 3 semanas e aguardar resultado de VDRL 
para confirmação.
B) Realizar 2.400.000 UI de penicilina benzatina imediatamente e 
somente completar o esquema com 2 doses após o resultado 
do VDRL
C) Aguardar VDRL, pois ainda não há confirmação de diagnóstico.
D) Se VDRL negativo, considerar um falso positivo do teste 
treponêmico, sem necessidade de outr
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Estratégia MED | Caderno de Questões |Simulado Final Revalida INEP 2025 22
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54. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Primigesta, 30 anos 
de idade, na 10ª semana de gestação, comparece à Unidade 
Básica de Saúde para consulta de pré-natal. Traz resultado de 
urocultura, com 200.000 UFC de estreptococo do grupo B. 
Assinale a alternativa correta conforme as recomendações do 
Ministério da Saúde.
A) Não há necessidade de fazer tratamento nesse momento, 
apenas de profilaxia no trabalho de parto.
B) Há indicação de tratamento para bacteriúria assintomática e de 
profilaxia para sepse neonatal no intraparto.
C) Deve ser realizado o tratamento para bacteriúria nesse momento 
e realizar swab para pesquisa de EGB entre 35 e 37 semanas.
D) A paciente somente tem indicação de profilaxia em caso de 
bolsa rota acima de 18 horas ou trabalho de parto prematuro.
55. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente tercigesta, teve 
parto normal há 1 hora. Ela teve pré-eclâmpsia nessa gestação, 
sem outras intercorrências. Ao exame físico, apresenta-se: com 
frequência cardíaca de 130 batimentos por minuto; e pressão 
arterial de 90 x 60 mmHg. O exame do abdome da paciente 
evidencia útero amolecido e palpável acima da cicatriz umbilical. 
Ferida operatória com boa aparência. Realizada ocitocina 
endovenosa e massagem uterina bimanual, sem melhora do 
quadro. A conduta preconizada, nesse momento, é:
A) ergotamina intramuscular.
B) ácido tranexâmico e misoprostol VR.
C) encaminhar paciente para laparotomia exploradora.
D) realizar passagem de balão de Bakri.
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56. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Primigesta, 39 semanas de gestação, foi admitida para assistência ao trabalho de parto. Apresentou 
evolução conforme o partograma a seguir.
Qual é o diagnóstico na última hora de avaliação?
A) Parada secundária de dilatação.
B) Período expulsivo prolongado.
C) Parada secundária de descida.
D) Distocia de dilatação.
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57. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Gestante de 38 anos, 
primigesta, 39 semanas e 5 dias, com gestação de risco habitual, 
foi admitida no centro de parto normal com 5 cm de dilatação, 4 
contrações de 40” em 10 minutos, bolsa íntegra, apresentação 
cefálica fletida, em OET em plano -1 de De Lee. Feto com boa 
vitalidade e BCF de 144 bpm. Quatro horas após a admissão, foi 
examinada novamente e encontrava-se com 8 cm de dilatação, 
bolsa íntegra, apresentação cefálica fletida em OEA, plano zero 
de De Lee, BCF de 140 bpm. Que conduta a seguir está correta 
de acordo com as recomendações da OMS e do Ministério da 
Saúde sobre assistência ao parto?
A) Realizar amniotomia oportuna devido à dilatação do colo.
B) Realizar ausculta fetal intermitente a cada 10 minutos.
C) Orientar a paciente a adotar posturas verticalizadas e avaliar BCF 
a cada 30 minutos.
D) Iniciar uso de ocitocina, pois a evolução da dilatação está mais 
lenta do que 1 cm/h.
58. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Primigesta, 32 semanas e 
3 dias, vem à maternidade com dor pélvica há 2 horas. Ao exame 
físico: dinâmica uterina com 2 contrações moderadas em 10 
minutos, tônus uterino normal, 130 batimentos cardíacos fetais 
por minuto, colo pérvio para 3 cm, médio, medianizado, pélvico, 
bolsa íntegra. A conduta mais adequada nesse momento deve 
ser: 
A) sulfato de magnésio, corticoterapia e inibição de trabalho de 
parto.
B) assistência ao trabalho de parto com antibioticoterapia para 
EGB.
C) profilaxia para EGB, corticoterapia e inibição de trabalho de 
parto.
D) progesterona via vaginal e observação..
59. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Primigesta, 34 semanas de 
gestação, vem ao pronto-socorro com queixa de dor abdominal 
e sangramento vaginal há 1 hora. Nega intercorrências na 
gestação. Ao exame: PA de 80 x 60 mmHg, FC de 110 bpm, 
tônus uterino aumentado, BCF de 100 bpm. Toque vaginal com 
colo uterino com 3 cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra. Qual 
é a conduta imediata para o caso?
A) Ultrassonografia obstétrica.
B) Cesariana de emergência.
C) Amniotomia.
D) Cardiotocografia.
60. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Gestante de 14 semanas 
vem à UBS trazendo seus resultados de exames solicitados 
na primeira consulta de pré-natal. Apresenta sorologia para 
toxoplasmose com IgG e IgM reagentes. Qual é a conduta 
preconizada de acordo com o Ministério da Saúde?
A) Iniciar esquema tríplice e realizar amniocentese a partir de 18 
semanas.
B) Prescrever espiramicina e solicitar teste de avidez de IgG.
C) Prescrever esquema tríplice intercalado com espiramicina.
D) Repetir sorologia em 2 a 3 semanas.
Estratégia
MED
Estratégia MED | Caderno de Questões | Simulado Final Revalida INEP 2025 25
REVALIDA
62. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Joel tem 4 anos. Nasceu com 30 semanas de idade gestacional e permaneceu internado em unidade 
neonatal por cerca de 1 mês, período em que apresentou sepse neonatal precoce, com necessidade de cateterismo umbilical. Vem em 
consulta de puericultura, em que se constata estatura de 104 cm. A PA foi aferida utilizando-se um manguito inflável de largura de 30% e 
comprimento de 60% da circunferência do braço, o valor obtido em membro superior foi de 109 x 68 mmHg, confirmado em outras duas 
aferições.
Considerando-se o resultado encontrado, qual é o diagnóstico mais provável para Joel?
A) Normotensão.
B) Hipertensão estágio 1.
C) Pressão arterial elevada.
D) Não há informações suficientes para o diagnóstico.
PEDIATRIA
61. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Sandra é uma puérpera e traz sua filha de 18 dias de vida para avaliação em Unidade Básica de Saúde. 
A bebê é nascida a termo, não teve intercorrênciasperinatais e está em aleitamento materno exclusivo, com ganho de peso satisfatório. 
Sandra traz como queixa principal dor na mama direita, que se iniciou há cerca de 4 dias e vem piorando. Ao exame físico, observa-se as 
mamas túrgidas, brilhantes, com hiperemia em porção lateral à direita e dor à palpação local. Não apresenta pontos de flutuação. Sandra 
apresentou temperatura axilar de 37,5ºC esta manhã. Qual é a conduta mais adequada nesse cenário?
A) Orientar a técnica correta de amamentação e a benignidade do quadro, com retorno em duas semanas para reavaliação.
B) Avaliar técnica correta de amamentação, prescrever amoxicilina e retorno em 48 horas para reavaliação. 
C) Ajustar técnica de amamentação, utilizar analgésicos e/ou anti-inflamatórios e retorno em 48 horas para reavaliação. 
D) Solicitar ultrassonografia de mamas para guiar tomada de decisão. 
Estratégia
MED
Estratégia MED | Caderno de Questões |Simulado Final Revalida INEP 2025 26
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Maria Eduarda tem 11 anos, previamente hígida. Vem em consulta de puericultura com queixa de ser uma das mais baixas de sua sala 
de aula. Ao exame físico, você avalia uma criança no M1P1, estatura de 130 cm, peso de 40,6 kg. Demais segmentos do exame físico sem 
alterações. A estatura-alvo da paciente encontra-se entre Z-score -1 e -2.
Estão presentes os seguintes registros na Caderneta da Criança de Maria Eduarda:
O texto e os gráficos a seguir devem ser utilizados para responder às questões 63 e 64.
Estratégia
MED
Estratégia MED | Caderno de Questões | Simulado Final Revalida INEP 2025 27
REVALIDA
63. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Qual é o diagnóstico 
nutricional de Maria Eduarda?
A) Estatura adequada para a idade e obesidade.
B) Estatura adequada para a idade e sobrepeso.
C) Baixa estatura e obesidade.
D) Baixa estatura e sobrepeso.
64. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Foi solicitada uma 
radiografia de punhos para estimar a idade óssea de Maria 
Eduarda, com resultado de 8 anos e 6 meses. Qual destas 
alternativas traz o diagnóstico mais provável?
A) Hipotireoidismo adquirido.
B) Baixa estatura familiar.
C) Atraso constitucional do crescimento e puberdade.
D) Eutrofia.
Estratégia
MED
Estratégia MED | Caderno de Questões |Simulado Final Revalida INEP 2025 28
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65. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Cláudia tem 7 anos 
e é trazida à consulta da Unidade Básica de Saúde. A queixa 
principal é de desenvolvimento de mamas ao longo dos 
últimos meses. Aos 6 anos, sua estatura era de 120 cm. 
Ao exame físico atual, observa-se estadiamento de Tanner 
em M3P1 e a estatura aferida é de 128 cm. A radiografia de 
punhos estimou idade óssea em 10 anos de idade, a dosagem 
de LH basal revelou resultado de 0,2 UI/L e a dosagem de 
LH após estímulo com GnRh trouxe resultado de 1,2 UI/L. 
Entre as hipóteses diagnósticas a seguir, qual é a principal?
A) Puberdade precoce central.
B) Telarca precoce isolada. 
C) Tumor ovariano produtor de estrogênio. 
D) Desenvolvimento puberal normal. 
66. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Juca tem 6 meses de 
idade. Nasceu com 32 semanas de idade gestacional e não 
apresentou grandes intercorrências no período perinatal. 
Está em aleitamento materno exclusivo e vem apresentando 
ganho pondero-estatural adequado. Ao exame físico, apresenta 
sustentação cervical completa, está atento, mas ainda não 
consegue se sentar e não treina o movimento de pinça. 
Referente à introdução alimentar, qual é a conduta mais 
adequada neste momento?
A) Manter aleitamento materno exclusivo.
B) Manter aleitamento materno e introduzir frutas e papa de 
misturas múltiplas amassadas.
C) Manter aleitamento materno e introduzir frutas e papa de 
misturas múltiplas trituradas, com aumento gradativo da 
consistência. 
D) Manter aleitamento materno e introduzir suco de frutas para 
treinar o paladar. 
67. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Adrian tem 8 anos. 
Sabidamente portador de asma, deu entrada no PS infantil com 
queixa de tosse seca, sibilância e sensação de opressão torácica 
após partida de futebol. Ao exame físico, observa-se: paciente 
alerta, FR 26 irpm, SpO2 93%, MV universalmente audível e com 
sibilos difusos, FC de 110 bpm, tempo de enchimento capilar de 
2 segundos, PA 90 x 70 mmHg. 
Qual é a conduta mais adequada para Adrian neste momento?
A) Salbutamol 10 puffs de 20 em 20 minutos por 1 hora, corticoide 
sistêmico, brometo de ipratrópio, oferecer O2 suplementar por 
MNRI. Considerar sulfato de magnésio.
B) Salbutamol 6 puffs de 20 em 20 minutos por 1 hora, corticoide 
sistêmico, oferecer O2 suplementar por máscara não reinalante 
(MNRI). Considerar brometo de ipratrópio. 
C) Salbutamol 10 puffs de 20 em 20 minutos por 1 hora, corticoide 
sistêmico, oferecer O2 suplementar por cânula nasal de alto 
fluxo. Considerar brometo de ipratrópio. 
D) Salbutamol 6 puffs de 20 em 20 minutos por 1 hora, brometo de 
ipratrópio e oferecer O2 suplementar por cânula nasal de alto 
fluxo. Considerar corticoide sistêmico e sulfato de magnésio. 
68. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mônica é uma recém-
nascida a termo, sem intercorrências perinatais. Sua mãe 
iniciou tratamento para tuberculose pulmonar há cerca de 45 
dias, quando ainda estava gestante, e com boa adesão. A bebê 
é assintomática. Qual é a conduta mais adequada para Mônica 
neste momento?
A) Vaciná-la contra BCG ainda em unidade neonatal.
B) Não vaciná-la com BCG e iniciar rifampicina por 4 meses. Depois, 
vaciná-la com BCG sem necessidade de realização de PPD.
C) Não vaciná-la com BCG e iniciar isoniazida por 3 meses. Depois, 
realizar PPD para definir se há indicação de BCG. 
D) Não vaciná-la com BCG e iniciar rifampicina por 4 meses. Depois, 
realizar PPD para definir se há indicação de BCG. 
Estratégia
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Estratégia MED | Caderno de Questões | Simulado Final Revalida INEP 2025 29
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69. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Ícaro é um bebê nascido 
a termo, com peso de 2700g. Sua mãe não teve intercorrências 
durante a gestação. Ao nascimento, Ícaro estava hipotônico, 
mas, assim que o cordão foi clampeado, de imediato ele 
chorou e recuperou o tônus, não necessitando de manobras 
de reanimação neonatal. Recebeu alta no 3º dia de vida em 
aleitamento materno exclusivo. 
Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, quais são as 
suplementações indicadas para Ícaro no primeiro ano de vida?
A) Vitamina D 400 UI/dia; ferro elementar 1 mg/kg/dia a partir dos 
6 meses de idade.
B) Vitamina D 600 UI/dia; ferro elementar 2 mg/kg/dia a partir dos 
30 dias de vida.
C) Vitamina D 400 UI/dia; ferro elementar 1 mg/kg/dia a partir dos 
3 meses de idade. 
D) Vitamina D 600 UI/dia; ferro elementar 1 mg/kg/dia a partir dos 
3 meses de idade.
70. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Felício tem 8 anos de 
idade e apresenta histórico de surto de febre reumática aos 6 
anos, sem sequelas cardíacas. Busca atendimento em PS Infantil 
com história de evolução de monoartralgia em joelho direito 
e febre intermitente de 38ºC há 3 dias. Ausculta cardíaca, 
ECG e ecocardiograma sem alterações. Exames laboratoriais 
coletados revelam proteína C-reativa de 45 mg/dL e ASLO em 
títulos elevados. 
Qual é a alternativa mais adequada?
A) O diagnóstico de febre reumática aguda está fechado. Prescrever 
penicilina G-benzatina e anti-inflamatórios não esteroidais e 
orientar profilaxia secundária. 
B) O paciente não preenche critérios para febre reumática aguda. 
Fazer punção de joelho direito para avaliação do líquido sinovial.
C) O diagnóstico de febre reumática aguda está fechado. Prescrever 
corticoides sistêmicos e orientar profilaxia secundária.
D) O paciente não preenche critérios para febre reumática aguda. 
Prescrever antitérmicos e reavaliar em 48 horas. 
71. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Menino, de 4 meses é 
levado pela mãe para a consulta pediátrica, porque ele evacua 
com muita dificuldade, às vezes, apenas após usar o supositório. 
Ao nascer, demorou 3 dias para eliminar o mecônioe, desde 
então, chora muito para evacuar. Está em aleitamento materno 
exclusivo, com boa pega e sucção, as fezes são amareladas 
e pastosas. Sua curva de crescimento apresenta queda de 
percentil. Considerando o quadro descrito, precisamos pensar 
em:
A) Constipação funcional
B) Megacólon agangliônico
C) Pseudoconstipação do lactente
D) Erro na técnica de amamentação
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72. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Adolescente, de 14 anos, é levada pela sua mãe para se vacinar com a dose de reforço da dT. Ao 
analisar sua caderneta de vacinação, a médica observa que ela aplicou apenas uma dose da vacina contra febre amarela aos 9 meses e 
indica uma dose de reforço. Essa ação está:
A) Correta, pois ela aplicou apenas uma dose da vacina, aos 9 meses. 
B) Correta, pois há indicação de doses de reforço a cada 10 anos. 
C) Incorreta, pois ela é aplicada em dose única para a vida toda. 
D) Incorreta, pois ela já ultrapassou a idade de aplicação da dose de reforço. 
73. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Observe a notícia abaixo. 
Retirado de https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2025/06/30/vigilancia-epidemiologica-confirma-que-menino-de-seis-anos-
morreu-por-meningite-em-jundiai.ghtml
Considerando um caso hipotético de uma criança com a mesma idade, com o calendário vacinal atualizado e em dia (pelo PNI) que fosse a 
óbito pela mesma doença, o provável sorotipo encontrado seria:
A) Sorotipo C
B) Sorotipo A
C) Sorotipo B
D) Sorotipo Y
https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2025/06/30/vigilancia-epidemiologica-confirma-que-menino-de-seis-anos-morreu-por-meningite-em-jundiai.ghtml
https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2025/06/30/vigilancia-epidemiologica-confirma-que-menino-de-seis-anos-morreu-por-meningite-em-jundiai.ghtml
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74. (Estratégia MED 2025 – Inédita) A vigilância epidemiológica 
foi notificada de um provável surto de sarampo na cidade de 
Piraporinha do Oeste. A Secretária de Saúde, então, é orientada 
a aplicar a “dose zero” contra o sarampo em:
A) Toda a população maior de 12 meses, em dose única, 
independentemente da situação vacinal. 
B) Apenas nos contactantes dos suspeitos, a depender de sua 
situação vacinal. 
C) Na população entre 12 meses até os 29 anos, em duas doses, 
e dos 30 aos 59 anos, em dose única, a depender da situação 
vacinal. 
D) Nas crianças entre 6 e 12 meses, em dose única, sendo essa uma 
dose extra no calendário vacinal. 
75. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Menino, de 7 anos de 
idade, apresenta dor de garganta e febre alta há 48 horas. É 
levado ao pronto atendimento infantil e o médico observa que, 
além da faringite, ele apresenta exantema micropapular difuso, 
língua “em framboesa” e palidez perioral. O diagnóstico a ser 
considerado é de:
A) Doença de Kawasaki 
B) Escarlatina
C) Mononucleose infecciosa
D) Eritema infeccioso
76. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Lactente de 5 meses 
é atendido no pronto atendimento com quadro de febre 
baixa, coriza e tosse. O médico prescreve sintomáticos. Três 
dias após, a mãe retorna com queixa de piora no quadro 
respiratório. Agora, a criança está taquidispneica, hipoxêmica 
e à ausculta apresenta estertores bolhosos e sibilância difusa. 
Você a encaminha para internamento hospitalar e, além da 
oxigenoterapia, prescreve a ela:
A) lavagem nasal com soro fisiológico sob demanda.
B) antibioticoterapia com ampicilina endovenosa.
C) corticoterapia oral associada à corticoterapia inalatória.
D) broncodilatador inalatório associado à fisioterapia respiratória.
77. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Criança de 2 anos, 12 
quilos, foi atendida no pronto atendimento com quadro de 
diarreia, febre e vômitos há 24 horas. Ao exame físico, ela 
apresenta irritabilidade, olhos fundos e mucosas secas. A 
conduta indicada para ela é:
A) Soro de reidratação oral em domicílio, prescrição de zinco oral e 
dieta habitual. 
B) Terapia de reidratação oral no pronto atendimento, no volume 
de 1,2L, dentro das próximas 6 horas. 
C) Soro fisiológico 0,9%, endovenoso, no volume inicial de 360ml, 
em meia hora. 
D) Soro fisiológico 0,9%, endovenoso, no volume inicial de 840ml, 
em duas horas e meia. 
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78. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Você vai passar visita no 
alojamento conjunto e encontra um neonato, com 12 horas de 
vida, filho de mãe com sífilis congênita adequadamente tratada. 
O VDRL coletado da mãe na hora do parto resultou em 1:2 e o 
VDRL do RN resultou em 1:4. O RN está assintomático. Nesse 
caso, a conduta adequada é:
A) Apenas seguimento ambulatorial. 
B) Aplicar dose única de penicilina-benzatina. 
C) Coletar hemograma, liquor e realizar radiografia de ossos longos 
para definir conduta. 
D) Coletar hemograma, liquor, realizar radiografia de ossos longos e 
já iniciar penicilina cristalina. 
79. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Neonato nascido a termo, 
adequado para idade gestacional. No exame físico da alta, com 
48 horas, apresenta lesões maculares hiperemiadas difusas e 
pequenas pústulas, principalmente, em tronco. A mãe diz que 
as lesões surgiram hoje. Considerando o quadro descrito, a 
principal hipótese diagnóstica é:
A) Melanose pustulosa neonatal
B) Miliária rubra
C) Exantema súbito
D) Eritema tóxico
80. (Estratégia MED 2025 – Inédita) No plantão de hoje, você 
atende uma criança de 8 meses e a diagnostica com pneumonia. 
Ela é previamente hígida. Apresenta bom estado geral, com FR 
60, saturação 96% em ar ambiente, ausculta pulmonar com 
estertores crepitantes em base direita, desconforto respiratório 
leve, com tiragem intercostal e subcostal. A mãe relata que ela 
não tem aceitado alimentação, mas aceita bem o leite materno. 
A conduta adequada para ela é:
A) Realizar radiografia de tórax, hemograma e indicar tratamento 
ambulatorial com amoxicilina e reavaliação diária. 
B) Não há necessidade de exames, apenas indicar tratamento 
ambulatorial com amoxicilina e reavaliação em 48 horas. 
C) Não há necessidade de exames, mas há indicação de 
internamento, com prescrição de ampicilina endovenosa. 
D) Realizar radiografia de tórax, hemograma e indicar tratamento 
endovenoso com penicilina cristalina. 
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PREVENTIVA
81. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um estudo ecológico teve como objetivo analisar a influência da desigualdade socioeconômica na 
distribuição da covid-19 nos maiores municípios brasileiros (> 100 mil habitantes), controlando, pelo efeito da infraestrutura hospitalar, 
comorbidades e outras variáveis. 
Entre os resultados, obteve o gráfico a seguir, que mostra a razão das taxas de incidência estimadas, segundo o modelo linear generalizado 
(MLG) multivariável para óbito por covid-19, com os respectivos intervalos de confiança, nos municípios com mais de 100 mil habitantes, 
Brasil, 2020. 
Fonte: Silva, Gabriela Drummond Marques da et al. Influência da desigualdade socioeconômica na distribuição das internações e dos óbitos por 
covid-19 em municípios brasileiros, 2020: um estudo ecológico. Epidemiologia e Serviços de Saúde [online]. v. 32, n. 1 [Acessado 16 Setembro 
2025] , e2022303. Disponível em: . ISSN 2237-9622. https://doi.org/10.1590/S2237-
96222023000100021.
Sobre os dados do gráfico, podemos afirmar que, em relação à taxa de mortalidade por covid-19, observou-se:
A) A maior proporção de pessoas com acesso a esgoto teve uma associação positiva estatisticamente significativa. 
B) A maior proporção de população não branca teve um efeito protetor estatisticamente significativo.
C) Mais de duas pessoas convivendo no mesmo cômodo

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