Ed
há 2 meses
Para abordar a questão do manejo do paciente com diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial, além de uma taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) de 45 mL/min/1,73m² e uma relação albumina/creatinina elevada, é importante considerar as diretrizes atuais para retardar a progressão da doença renal. Vamos analisar as alternativas: A) Iniciar a terapia com um diurético tiazídico para ajudar a reduzir a pressão arterial e a proteinúria. - Embora os diuréticos tiazídicos possam ajudar na hipertensão, eles não são a primeira escolha para reduzir a proteinúria em pacientes com doença renal crônica. B) Aumentar a dose de losartana para 150 mg/dia para um controle mais rigoroso da pressão arterial. - Aumentar a dose de um inibidor da ECA ou um bloqueador do receptor de angiotensina (como a losartana) pode ajudar a controlar a pressão arterial e a proteinúria, mas a dose máxima deve ser considerada com cautela. C) Adicionar dapagliflozina 10 mg por dia. - A dapagliflozina, um inibidor do SGLT2, tem mostrado benefícios na proteção renal em pacientes com diabetes tipo 2 e pode ajudar a reduzir a progressão da doença renal, além de ter efeitos benéficos sobre a pressão arterial e a glicemia. D) Suspender a metformina e iniciar a insulina para um controle glicêmico mais intensivo. - Suspender a metformina não é recomendado, especialmente se a função renal ainda permite seu uso, e a insulina não é a primeira linha para controle glicêmico em todos os casos. Diante da análise, a melhor próxima etapa no manejo para retardar a progressão da doença renal é: C) Adicionar dapagliflozina 10 mg por dia.
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