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Homem de 22 anos, vítima de traumatismo cranioencefálico por acidente automobilístico há cerca de duas horas, intubado na cena do trauma. À chegada no pronto-socorro, encontra-se com Glasgow de 4T e apresenta anisocoria com pupila direita midriática além de hemiparesia à esquerda. Ao exame, apresenta FC: 120 bpm, PA: 70/40 mmHg. Realizada tomografia computadorizada de crânio (vide figura).
Sobre o caso em questão, qual é uma conduta imediata proposta?
A) Manitol endovenoso.
B) Hipotermia terapêutica.
C) Hiperventilação transitória.
D) Expansão volêmica.
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Praticando Para o Saber

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

Vamos analisar o caso apresentado. O paciente tem um traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, com um Glasgow de 4T, anisocoria (pupila direita midriática) e hemiparesia à esquerda, além de sinais de choque hipovolêmico (FC elevada e PA baixa). Diante desse cenário, a conduta imediata deve focar em estabilizar o paciente e tratar a hipotensão. Vamos analisar as alternativas: A) Manitol endovenoso - É utilizado para reduzir a pressão intracraniana, mas não é a primeira conduta em um paciente com choque hipovolêmico. B) Hipotermia terapêutica - É uma estratégia utilizada em algumas situações, mas não é uma conduta imediata para TCE. C) Hiperventilação transitória - Pode ser utilizada para reduzir a pressão intracraniana, mas não é a primeira conduta em um paciente com choque. D) Expansão volêmica - É a conduta imediata mais apropriada para tratar a hipotensão e estabilizar o paciente. Portanto, a conduta imediata proposta é: D) Expansão volêmica.

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Homem de 22 anos, previamente hígido, procura a emergência por dispneia progressiva há 5 dias, tosse seca, dor torácica ventilatório-dependente e febre baixa. Refere náuseas e vômitos nos últimos 3 dias. Nega comorbidades, tabagismo tradicional e uso recente de antibióticos. Relata uso diário, há 6 meses, de cigarros eletrônicos com cartuchos de THC adquiridos informalmente; última utilização foi há 2 dias. Ao exame: FR de 28 irpm, FC de 112 bpm, PA de 112 × 68 mmHg, temp. de 37,8 °C, SpO₂ de 88% em ar ambiente (95% com O₂ por cateter 3 L/min). MV globalmente diminuído, sem sibilos; sem sinais de sobrecarga ventricular direita. Hemograma com leucocitose 15.800/mm³ (predomínio de neutrófilos), PCR de 18 mg/dL. Testes rápidos para influenza e SARS-CoV-2 negativos. Radiografia de tórax: opacidades bilaterais mal definidas. TCAR: opacidades em 'vidro fosco' difusas com espessamento septal. Gasometria em O₂ 3 L/min: pH = 7,45; PaCO₂ = 36 mmHg; PaO₂ = 72 mmHg.
Considerando o caso, a conduta inicial mais adequada é:
A) tratar ambulatorialmente como pneumonia comunitária com ceftriaxona + azitromicina e reavaliar em 48 h.
B) prescrever broncodilatador de resgate e corticoide inalatório, orientar repouso domiciliar e repetir TC em 4-6 semanas.
C) internar, suspender imediatamente o uso de cigarro eletrônico, iniciar oxigenoterapia e corticoide sistêmico, além de investigar e excluir causas infecciosas.
D) realizar lavado broncoalveolar imediato para pesquisa de macrófagos carregados de lipídios, pois é exame obrigatório para confirmar o diagnóstico antes de tratar.

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