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Questões resolvidas

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CADERNO DE QUESTÕES
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Estratégia
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Estratégia MED | Caderno de Questões | 8º Simulado Residência Médica 2025 | Junho de 2025 2RESIDÊNCIA MÉDICA
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INSTRUÇÕES
• O 8º Simulado Residência Médica 2025, 100% on-line, é composto por 50 questões de múltipla escolha, elaboradas de acordo com 
padrões e critérios de cobranças dos concursos para Residência Médica;
• A prova poderá ser baixada no Portal do Estratégia MED. Se preferir, você pode baixá-la e imprimi-la;
• A prova terá duração máxima de 2 horas e 30 minutos. Os candidatos terão das 14h às 16h30min (horário de Brasília) para responder 
às questões e para enviar o gabarito preenchido por meio do formulário eletrônico disponível no link constante neste caderno de 
questões ou, também, no Portal do Estratégia MED;
• O formulário ficará disponível para preenchimento durante toda aplicação da prova (14h às 16h30);
• O Estratégia MED divulgará o gabarito preliminar em seu portal a partir das 17h do dia 01 de junho de 2025;
• É de inteira responsabilidade do candidato a verificação prévia da integridade e conectividade de seus equipamentos eletrônicos;
• O candidato deverá usar no preenchimento do gabarito o mesmo e-mail que será utilizado no cadastro da plataforma;
• A premiação será a chance de participar do grupo da turma especial do Estratégia MED e 01 Kit Exclusivo do Estratégia MED para o 
primeiro colocado desde que o endereço de entrega esteja localizado no Brasil.
• Para fins de desempate entre os candidatos, será considerado o menor horário de envio do gabarito.
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Estratégia MED | Caderno de Questões | 8º Simulado Residência Médica 2025 | Junho de 2025
RESIDÊNCIA MÉDICA
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CLÍNICA MÉDICA
01 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente do sexo 
masculino, 32 anos, diagnosticado com hanseníase borderline 
há 3 meses, iniciou tratamento com poliquimioterapia (PQT) e 
retorna ao serviço de saúde referindo piora das lesões cutâneas. 
Ele relata aumento da inflamação nas placas hansênicas, 
que estão mais avermelhadas e endurecidas, além de dor e 
edema em mãos e pés. Nega febre ou sintomas sistêmicos. O 
exame clínico confirma a exacerbação inflamatória das lesões 
preexistentes, sem formação de nódulos ou sinais de infecção 
secundária.
Com base nesse quadro clínico, qual é o diagnóstico mais 
provável?
A) Reação reversa, sendo indicado o uso de corticoides sistêmicos 
para controle da inflamação.
B) Reação hansênica do tipo II com tratamento à base de 
talidomida.
C) Neurite hansênica isolada, devendo ser tratada apenas com 
analgesia e seguimento clínico para evitar sequelas.
D) Recidiva da hanseníase, pois a piora das lesões indica falha 
terapêutica, sendo necessária a troca do esquema da 
poliquimioterapia.
02 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Nos quadros de paralisias 
flácidas agudas, é um sinal de alerta não esperado nos quadros 
de Guillain-Barré:
A) arreflexia .
B) taquicardia. 
C) déficit sensitivo em nível.
D) fraqueza pior em membros inferiores.
03 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente de 52 anos, 
portador de hipotireoidismo e dislipidemia, é admitido na sala 
de emergência por quadro de choque séptico de foco abdominal. 
É coletada a seguinte gasometria arterial e eletrólitos: pH = 7,27 
– bicarbonato = 10 mmoL/L – pCO2 = 30 mmHg – Na = 140 
mEq/L – K = 4,0 mEq/L – Cloro = 100 mEq/L.
Qual é o distúrbio gasométrico apresentado pelo paciente? 
A) Acidose metabólica de ânion gap aumentado e acidose 
respiratória.
B) Acidose metabólica de ânion gap normal e acidose respiratória.
C) Acidose metabólica de ânion gap aumentado e alcalose 
respiratória.
D) Acidose metabólica de ânion gap aumentado pura.
04 – (Estratégia MED 2025) Mulher de 52 anos, com histórico 
de ressecção ileocecal há 2 anos devido à doença de Crohn, 
procura atendimento por queixas de distensão abdominal, 
flatulência excessiva, diarreia e perda de peso progressiva nos 
últimos meses. Nega febre. Refere piora dos sintomas após 
alimentação rica em carboidratos.
Exames laboratoriais:
• Hemograma sem alterações significativas.
• Vitamina B12: 140 pg/mL (valor de referência: 200–900 pg/
mL).
• Teste respiratório com lactulose: resultado positivo.
Qual é o diagnóstico mais provável?
A) Doença celíaca.
B) Supercrescimento bacteriano do intestino delgado.
C) Síndrome do intestino irritável.
D) Infecção intestinal aguda.
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Estratégia MED | Caderno de Questões | 8º Simulado Residência Médica 2025 | Junho de 2025
RESIDÊNCIA MÉDICA
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05 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem, 70 anos, 
com história prévia de hipertensão arterial, diabetes e AVC 
hemorrágico aos 35 anos, dá entrada no PS com quadro de dor 
precordial em aperto, com irradiação para membro superior 
esquerdo. ECG realizado revelou supradesnivelamento de 
segmento ST em V1 a V4. Paciente encontra-se taquipneico, 
sudoreico, alegando dor precordial 6/10, PA = 148 x 88 mmHg, 
FC = 96 bpm em ritmo sinusal, FR = 30 irpm, SpO2 = 89% em 
ar ambiente, tempo de enchimento capilar = 2 s, ausculta 
cardíaca com presença de terceira bulha, ausculta pulmonar 
com crepitações em ambas as bases. Considerando a terapia 
padrão das síndromes coronarianas agudas, que estratégia está 
CONTRAINDICADA nesse paciente?
A) Oxigenioterapia.
B) AAS.
C) Trombólise.
D) Dose de ataque de clopidogrel.
06 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma mulher de 70 anos, 
previamente saudável, procura atendimento por queixas de 
cansaço progressivo, vertigem ao se levantar e queda de cabelo. 
Refere que a dieta é pobre em carne vermelha e relata episódios 
esporádicos de constipação, mas nega sangramento visível nas 
fezes. Ao exame físico, apresenta-se descorada (++/4) e com 
unhas quebradiças. O hemograma revela hemoglobina de 6,9 
g/dL, VCM de 72 fL, HCM de 23 pg, RDW aumentado. Ferritina 
sérica: 9 ng/mL (VN > 30), ferro sérico: 22 µg/dL, transferrina 
aumentada. Qual é a conduta mais adequada neste momento?
A) Iniciar sulfato ferroso oral e reavaliar hemograma em 30 dias.
B) Solicitar colonoscopia para investigação de neoplasia.
C) Prescrever ferro intravenoso e reavaliar em 30 dias.
D) Encaminhar para biópsia de medula óssea para descartar 
infiltração medular.
07 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Sobre os critérios 
diagnósticos de diabetes, assinale a alternativa correta.
A) Glicemia capilar de 117 mg/dL é compatível com pré-diabetes. 
B) Hemoglobina glicada (HbA1c) de 7,5% é compatível com 
diabetes e reflete a glicemia média nas últimas 3 semanas. 
C) Teste de tolerância oral à glicose (TOTG) de duas horas de 138 
mg/dL é compatível com pré-diabetes. 
D) TOTG de uma hora de 212 mg/dL é compatível com diabetes. 
08 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Que droga a seguir 
é considerada de primeira escolha para o tratamento dos 
sintomas da síndrome de abstinência alcoólica?
A) Carbamazepina.
B) Haloperidol.
C) Diazepam.
D) Tiamina
09 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem, 74 anos de 
idade, com DPOC e bronquiectasias conhecidas, é internado 
com quadro de febre persistente, aumento de secreção 
purulenta e infiltrado novo em base direita, que evoluiu para 
choque séptico. Culturas de secreção traqueal identificam 
crescimento de Pseudomonas aeruginosa. Diante do quadro 
clínico e microbiológico, que opção abaixo representa uma 
escolha adequada de antibioticoterapia empírica para esse 
agente?
A) Ertapenem.
B) Ceftriaxona.
C) Piperacilina-tazobactam.
D) Ampicilina-sulbactam.
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10 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem, 56 anos, tabagista de 40 maços/ano, comparece à consulta de rotina na Unidade Básica 
de Saúde. Refere dispneia progressiva há 2 anos, inicialmente aos grandes esforços e, atualmente, ao caminhar cerca de uma quadra. 
Nega episódios de bronquite ou internações por exacerbação. Relata tosse produtiva leve pela manhã, quase diária. Está em uso de 
salmeterol por conta própria. Foi solicitada espirometria com prova broncodilatadora, que mostrou VEF1/CVF pós-broncodilatador = 0,62 
e VEF1 pós-BD = 68% do previsto, sem resposta significativa ao broncodilatador. A radiografia de tórax mostra hiperinsuflação pulmonar, 
sem consolidações. Qual é a conduta mais adequada para esse paciente, segundo a diretriz GOLD?
A) Associar brometo de tiotrópio ao salmeterol e encaminhar para reabilitação pulmonar.
B) Suspender o salmeterol e introduzir beclometasona inalatória.
C) Manter o salmeterol apenas e orientar abandono do tabagismo, vacinação e reavaliação clínica periódica.
D) Manter o salmeterol e adicionar antibiótico profilático de longa duração.
CIRURGIA GERAL
11 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um homem de 26 anos 
foi vítima de mordedura canina em ponta nasal, com a avulsão 
da ponta e de parte do dorso do nariz. Considerando que a 
reconstrução será feita com um retalho frontal paramediano, 
que vaso deverá ser preservado durante a dissecção do retalho?
A) Artéria temporal superficial.
B) Artéria nasolabial.
C) Artéria supratroclear.
D) Artéria infraorbitária.
12 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma mulher de 66 anos 
submetida à mastectomia por câncer de mama apresentou, no 
quinto dia de pós-operatório, edema rizomélico do membro 
inferior direito, associado à cianose, dor intensa e ausência 
dos pulsos tibial posterior e pedioso. Considerando a principal 
hipótese diagnóstica, qual é a melhor conduta?
A) Administração de estreptoquinase.
B) Trombectomia venosa ilíaco-femoral.
C) Arteriografia intraoperatória para confirmação do sítio de 
obstrução.
D) Fasciotomia de coxa e panturrilha.
13 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um homem de 53 
anos procura o pronto-socorro queixando-se de cansaço aos 
moderados esforços, com sensação de falta de ar, além de 
fraqueza e astenia importantes. Ao exame físico, encontra-se 
pálida, com pele e mucosas hipocoradas 4+/4+, normotensa, 
taquicárdica e taquipneica. Submetida a hemograma com Hb: 
5,3g/dL e Ht: 15%. Nega sangramento, febre, perda de peso ou 
linfoadenopatia. Durante a investigação diagnóstica, a imagem 
a seguir foi evidenciada.
Considerando a hipótese diagnóstica mais provável, qual é a 
principal conduta terapêutica?
A) Quimioterapia.
B) Cirurgia torácica videoassistida para ressecção da lesão.
C) Voriconazol intravenoso.
D) Esplenectomia e imunoglobulina.
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Estratégia MED | Caderno de Questões | 8º Simulado Residência Médica 2025 | Junho de 2025
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14 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Recém-nascido de 36 
semanas com história de polidramnia gestacional apresentou 
múltiplos episódios de cianose e dessaturação abrupta nas 
primeiras 12 horas após o nascimento. A criança regurgita 
e engasga durante as mamadas e também baba bastante. 
Considerando a alteração congênita mais provável em relação 
a esse diagnóstico, assinale a alternativa INCORRETA.
A) Anomalias vertebrais e cardíacas devem ser investigadas.
B) A confirmação diagnóstica é relativamente simples.
C) O tratamento clínico exclusivo resolve cerca de 30% dos casos.
D) A elevação do decúbito pode melhorar os sintomas.
15 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 43 anos 
queixa-se de dor em hipocôndrio direito há 18 horas. Ao exame 
físico, apresenta-se febril de (39 ºC), FC: 92; PA: 125 x 74, FR: 
16 IRPM. No exame físico abdominal, apresentava sinal de 
Murphy positivo. A ultrassonografia confirmou o diagnóstico 
de colecistite aguda, mostrando cálculo de 1,1 cm impactado 
no infundíbulo, além de espessamento das paredes da vesícula 
biliar e delaminação. Exames laboratoriais: Hb = 12,4 g/dL; 
Ht = 37%; leucócitos = 19.300 com 3% de bastões, plaquetas 
= 235.000/mm3; INR = 1,1; creatinina = 0,9 mg/dL. Qual é a 
classificação de gravidade da colecistite aguda, segundo o 
guideline de Tóquio?
A) Colecistite aguda grau I.
B) Colecistite aguda grau II.
C) Colecistite aguda grau III.
D) Colecistite aguda grau IV.
16 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente de 40 anos, 
vítima de colisão auto x poste, sem uso do cinto de segurança. 
Trazido ao pronto-socorro pelo resgate, com queixa de dor 
torácica à direita. Avaliação primária: via aérea pérvia, MV + 
bilateral, estertores à direita, bulhas normofonéticas, SatO2 = 
92% em ar ambiente, PA = 110 X 80 mmHg, P = 88 bpm, Glasgow 
= 15, crepitação na face lateral do hemitórax com equimose 
local. O diagnóstico a ser considerado nesse momento é:
A) pneumotórax simples.
B) contusão pulmonar.
C) hemotórax.
D) tórax instável.
17 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente Masculino, 
68 anos, diabético controlado, hipertenso e com claudicação 
intermitente em membro inferior esquerdo para 500 metros. 
O índice tornozelo-braço (ITB) é de 0,66 nesse membro. A 
conduta a seguir é:
A) controle do diabete e da hipertensão para indicar o tratamento 
cirúrgico eletivo.
B) angiotomografia ou arteriografia para programar a 
revascularização do membro.
C) controle da glicemia e pressão arterial, antiagregante 
plaquetário, proteção das extremidades e exercícios 
(caminhadas).
D) controle da glicemia e pressão arterial, anticoagulação, 
exercícios supervisionados e proteção das extremidades.
18 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente vítima de 
capotamento de automóvel, de difícil resgate, ficando por 
2 horas preso em ferragens. Dá entrada no pronto-socorro 
com extensa área de lesão muscular nos membros inferiores. 
Estável hemodinamicamente, hálito etílico. Indicada intubação 
orotraqueal por apresentar intensa agitação. Que relaxante 
muscular está contraindicado nesse caso?
A) Atracúrio.
B) Rocurônio.
C) Pancurônio.
D) Succinilcolina.
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RESIDÊNCIA MÉDICA
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19 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente vítima de 
acidente automobilístico chega ao pronto-socorro trazido 
pelo resgate, com imobilização da coluna cervical e do 
membro inferior esquerdo, recebendo solução cristaloide 
em acesso venoso periférico. O exame clínico inicial revela 
paciente eupneico, com boa expansibilidade torácica, PA = 80 
X 50 mmHg, FC = 120 bpm, consciente, com escoriações em 
hipocôndrio direito e fratura exposta de perna esquerda. Não 
há FAST disponível no momento. A conduta mais adequada é:
A) solicitar tomografia de crânio, coluna cervical e abdome.
B) solicitar radiografia da perna esquerda e tratamento cirúrgico 
da fratura exposta.
C) estabilização hemodinâmica e transferir o paciente à UTI para 
monitorização.
D) realizar lavado peritoneal na sala de emergência.
20 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente masculino, 62 
anos, acamado e afásico devido à sequela de AVC prévio. Há 
dois dias, começou a gemer e fazer fácies de dor, principalmente 
ao se tocar seu abdome, que se encontra tenso à palpação. Na 
suspeita clínica de abdome agudo perfurativo, qual é o exame 
radiológico inicial que deve ser solicitado nesse caso? 
A) Radiografia simples de abdome em pé.
B) Radiografia simples de tórax em pé.
C) Radiografia simples de abdome em decúbito lateral esquerdo 
com raios horizontais.
D) Tomografia de abdome com contraste via oral e endovenoso.
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
21 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 32 anos vem 
ao ambulatório desejando iniciar método contraceptivo, pois 
iniciou recentemente a vida sexual. A paciente é nuligesta erefere que apresenta epilepsia, em uso de ácido valproico e 
com bom controle. Nega outras comorbidades. Em relação ao 
caso da paciente, assinale a alternativa correta.
A) A paciente apresenta contraindicação ao uso de progestagênio 
por via oral.
B) Não há contraindicação absoluta para o uso de nenhum 
método, devendo ser avaliada a preferência da paciente.
C) O uso de contraceptivos hormonais combinados pode reduzir 
a eficácia do anticonvulsivante.
D) Os dispositivos intrauterinos não estão indicados, pois a 
paciente é nuligesta.
22 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 60 anos 
refere sensação de “bola na vagina” há 5 anos. Nega perdas 
urinárias ou outras queixas. Ao exame físico, observa-se o 
seguinte POP-Q: Aa = +1, Ap = +1, Ba = -3, Bp = -3, C = -5, D 
= -8, HG = 3, CP = 3, CVT = 9. Qual é o diagnóstico e a melhor 
conduta?
A) Prolapso de parede anterior estádio II; colpoplastia anterior.
B) Prolapso de parede anterior estádio III e de parede apical 
estádio I: sacrocolpofixação.
C) Prolapso de parede anterior estádio II e posterior estádio I; 
colpoplastia anterior e posterior.
D) Prolapso de parede anterior estádio III; cirurgia de Burch.
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23 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 56 
anos realizou mamografia com laudo BI-RADS 0. Realizou 
complementação com ultrassonografia com a presença de um 
nódulo de 2 cm, com resultado BI-RADS 4. Diante do caso, qual 
é a melhor conduta para investigação da lesão?
A) Biópsia assistida a vácuo (mamotomia) guiada por 
ultrassonografia.
B) Setorectomia de mama.
C) Biópsia por agulha grossa (core biopsy) guiada por 
ultrassonografia.
D) Biópsia por agulha grossa (core biopsy) guiada por mamografia.
24 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente de 19 anos, 
portadora do vírus do HIV, realizou colpocitologia oncótica e veio 
buscar o resultado. O laudo apresenta uma lesão intraepitelial 
de baixo grau (LIEBG). Qual é a conduta a ser realizada para essa 
paciente de acordo com a diretriz do INCA de 2016?
A) Repetir o exame em 6 meses.
B) Repetir o exame em 3 anos.
C) Encaminhar para colposcopia imediata.
D) Coletar pesquisa de HPV.
25 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 42 anos refere 
perda de urina quando faz atividade física mais intensa, como 
levantar peso. Nega sintomas de urgência. Nega outras queixas. 
No exame físico, não apresenta perda urinária à manobra de 
Valsalva. Qual é a conduta nesse momento?
A) É obrigatório realizar um estudo urodinâmico para confirmar o 
diagnóstico.
B) Iniciar fisioterapia de assoalho pélvico.
C) Cirurgia de sling transobturatório.
D) Cirurgia de sling retropúbico.
26 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher, 29 anos de 
idade, secundigesta, na 10ª semana de gestação, comparece 
à Unidade Básica de Saúde para a primeira consulta de pré-
natal. Relata histórico familiar de diabetes mellitus tipo 2 (mãe 
e avó). Exame físico: PA = 118 x 76 mmHg, sem edemas. Exame 
obstétrico: útero compatível com idade gestacional, batimentos 
cardíacos fetais 150 bpm ao sonar Doppler. Glicemia de jejum: 
88 mg/dL. Qual é a conduta mais adequada?
A) Solicitar hemoglobina glicada.
B) Solicitar TOTG 75 g imediatamente.
C) Iniciar dieta, exercícios físicos e controle glicêmico.
D) Solicitar TOTG 75 g entre 24 e 28 semanas.
27 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 25 anos, 
G2P1A0, com idade gestacional de 9 semanas pela DUM, 
comparece à emergência com queixa de sangramento 
vaginal e náuseas intensas. Ao exame físico: útero palpável 
4 cm acima do esperado para a idade gestacional, sem dor à 
palpação. Exame especular: presença de moderada quantidade 
de sangramento vermelho vivo exteriorizando pelo orifício 
externo do colo. Beta-hCG sérico: 300.000 UI/L. Foi submetida 
à aspiração uterina, com diagnóstico histopatológico de mola 
hidatiforme completa. Qual é a conduta mais adequada diante 
desse diagnóstico?
A) Realizar acompanhamento semanal do B-hCG quantitativo e 
indicar uso de contraceptivo oral.
B) Realizar ultrassonografia transvaginal com Doppler pós-
esvaziamento uterino e B-hCG quantitativo em 30 dias. 
C) Solicitar tomografia de tórax, abdome e pelve e B-hCG 
quantitativo em 3 semanas.
D) Realizar acompanhamento quinzenal com B-hCG quantitativo 
e ultrassom transvaginal.
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28 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Gestante, 28 anos, G2P1N, 33 semanas de gestação, acompanhada por pré-natal de alto risco 
devido a gestação gemelar monocoriônica e monoamniótica. Realizou corticoterapia com 32 semanas. Vem à maternidade referindo 
contrações. Apresenta-se em trabalho de parto, com 3 cm de dilatação cervical, membranas íntegras. Ambos os fetos estão cefálicos 
e com batimentos cardíacos fetais normais. O peso estimado na ultrassonografia está adequado para a idade gestacional e apresenta 
discordância de 12% entre os fetos. Qual é a conduta mais adequada nesse caso?
A) Aguardar a evolução do trabalho de parto. 
B) Inibir o trabalho de parto e realizar novo ciclo de corticoide. 
C) Inibir o trabalho de parto e resolver a gestação com 34 semanas.
D) Realizar cesariana. 
29 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher, 34 anos, G3P2CA0, com atraso menstrual de 6 semanas. Refere dor pélvica leve há 3 dias. 
Nega sangramento vaginal. Exame físico: PA = 120 x 70 mmHg, FC = 90 bpm, abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca esquerda, sem 
sinais de irritação peritoneal, dor a palpação de anexo esquerdo ao toque vaginal. Realizado beta-hCG = 1.800 UI/L e ultrassonografia 
transvaginal = ausência de saco gestacional intrauterino e massa anexial direita de 2,5 cm, sugestiva de gestação ectópica, sem atividade 
cardíaca fetal e sem líquido livre em fundo de saco. Qual é a conduta mais adequada neste caso?
A) Metotrexato intramuscular.
B) Repetir B-hCG em 48 horas. 
C) Laparotomia.
D) Laparoscopia.
30 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher, 26 anos, G2P2, submetida à cesariana sem intercorrências há 1 hora, apresenta sangramento 
vaginal abundante. Está consciente, sudoreica, com palidez cutaneomucosa. Sinais vitais: PA = 80 x 60 mmHg, FC = 112 bpm. Qual é a 
conduta mais adequada neste momento?
A) Encaminhar ao centro cirúrgico para revisão da cesariana.
B) Realizar massagem uterina e ocitocina endovenosa.
C) Encaminhar ao centro cirúrgico para realizar embolização das artérias uterinas.
D) Realizar exame de imagem para avaliar presença de restos placentários.
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31 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Lactente, 2 meses de 
idade, em aleitamento materno exclusivo, inicia com sangue 
nas fezes e irritabilidade. O ganho pôndero-estatural está 
adequado. Você desconfia de alergia à proteína do leite de 
vaca. Qual é o mecanismo envolvido nesse caso e qual seria sua 
conduta?
A) IgE mediado, dieta de exclusão para a mãe. 
B) IgE mediado, iniciar fórmula de proteínas extensamente 
hidrolisadas. 
C) Não IgE mediado, iniciar fórmula de aminoácidos. 
D) Não IgE mediado, dieta de exclusão para a mãe. 
32 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Prematuro, de 
32 semanas, desenvolve distress respiratório logo após 
o nascimento. Encaminhado à UTI neonatal, apresenta 
melhora clínica ao ser colocado em ventilação não invasiva. 
Considerando o caso descrito, qual é o aspecto radiológico 
esperado na radiografia de tórax?
A) Broncogramas aéreos com padrão “vidro moído”.
B) Hiperinsuflação e edema pulmonar. 
C) Infiltrados pulmonares grosseiros.
D) Consolidação lobar e derrame pleural.
33 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Menina, 4 anos, 
comparece à consulta com seu pediatra. A mãe relata que a 
criança parece ter medo de evacuar, quando temvontade, 
esconde-se atrás do sofá. Há cerca de um ano, vem apresentando 
fezes endurecidas e calibrosas, tem aumentado o tempo entre 
uma evacuação e outra e, quando evacua, geralmente, entope 
o vaso sanitário. Assinale a alternativa que contempla o melhor 
método diagnóstico para o caso:
A) enema opaco.
B) radiografia simples de abdome.
C) parasitológico de fezes.
D) critérios de Roma IV.
34 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Criança de 9 meses 
vem para consulta de rotina de puericultura. Você observa que 
ela tem a caderneta de vacinação completa até os 6 meses de 
idade. Que vacinas ela tem indicação de aplicar nessa consulta? 
A) Apenas a da febre amarela. 
B) Febre amarela, influenza e coronavírus. 
C) Febre amarela e coronavírus. 
D) Febre amarela e influenza. 
35 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) O bebê de Lúcia está 
com 72 horas de vida e apresenta icterícia zona 2 de Kramer. O 
médico avalia e orienta a mãe que essa icterícia é fisiológica e 
que ela não deve se preocupar. Qual seria uma possível causa 
para essa icterícia?
A) Diminuição da circulação êntero-hepática. 
B) Colestase neonatal.
C) Imaturidade hepática.
D) Incompatibilidade ABO.
36 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Criança com 6 anos 
de idade mora com avô, que recentemente foi diagnosticado 
com tuberculose pulmonar. A criança está assintomática e 
apresentou teste tuberculínico de 7 mm. O exame de radiografia 
de tórax da criança não apresentou anormalidades. Paciente 
não é capaz de ingerir comprimidos. Qual é a conduta mais 
adequada para essa criança?
A) Repetir teste tuberculínico em 8 semanas. 
B) Iniciar tratamento para infecção latente com rifampicina + 
isoniazida por 3 meses, dose diária. 
C) Iniciar tratamento para infecção latente com rifapentina + 
isoniazida por 3 meses, dose semanal. 
D) Iniciar tratamento para infecção latente com isoniazida por 6 
meses, dose diária. 
PEDIATRIA
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37 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Carlos tem 2 anos de 
idade e foi trazido à consulta de UBS para avaliação. A mãe conta 
que precisou buscar pronto atendimento há uma semana, pois 
Carlos estava cansado, com o peito chiando e fazendo esforço 
para respirar. Diz que foi a segunda vez que isso aconteceu, 
sendo a última há cerca de 3 meses. Nas duas ocasiões, a 
criança foi medicada com uma “bombinha” e recebeu xarope 
de corticoide, com melhora dos sintomas. Percebeu que ele 
estava com um resfriado nas duas situações e não notou outros 
desencadeantes para as crises. Nega outros sintomas e não traz 
outras queixas.
Quais são o diagnóstico e conduta para Carlos?
A) Carlos tem asma. Iniciar corticoide inalatório diário em baixas 
doses e salbutamol se necessário.
B) Carlos tem sibilância recorrente induzida por vírus. Iniciar 
corticoide inalatório diário em baixas doses e salbutamol se 
necessário.
C) Carlos tem asma suspeita. Solicitar espirometria para 
comprovar variação de fluxo expiratório e fechar diagnóstico 
de asma. 
D) Carlos tem sibilância recorrente induzida por vírus. Orientar a 
mãe a utilizar corticoide inalatório somente quando a criança 
ficar resfriada. 
38 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Thiago tem 7 meses 
e é trazido em atendimento no pronto-socorro por febre alta 
e vômitos há 1 dia. O exame físico da criança não apresenta 
alterações, e a criança está em bom estado geral, aceitando 
líquidos. Foi coletada análise de urina com evidência de nitrito 
positivo e leucocitúria. 
Qual é a conduta mais adequada para o paciente nesse 
momento?
A) Coletar urocultura por sondagem vesical de alívio. Iniciar 
tratamento ambulatorial com cefuroxima. 
B) Coletar urocultura por sondagem vesical de alívio. Internar 
paciente e iniciar tratamento com ceftriaxona.
C) Coletar urocultura por sondagem vesical de alívio. Considerando 
o bom estado geral do paciente, aguardar o resultado do exame 
para definir se há necessidade de tratamento antibiótico. 
D) Coletar urocultura por sondagem vesical de alívio e solicitar 
USG de rins e vias urinárias. Iniciar tratamento ambulatorial 
com cefuroxima. 
39 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Arthur tem 3 anos e está 
em tratamento de hipotireoidismo congênito desde a primeira 
semana de vida. A levotiroxina foi suspensa para investigação 
etiológica. Temos como resultado: tireoglobulina elevada, 
TSH elevado, T4L baixo e glândula tireoidiana visível na região 
cervical anterior.
Qual é o diagnóstico mais provável?
A) Ectopia de glândula tireoidiana.
B) Disormonogênese. 
C) Hipoplasia de glândula tireoidiana. 
D) Hipotireoidismo central. 
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40 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Felipe tem 15 anos. Iniciou acompanhamento no ambulatório de cardiologia infantil, pois 
desenvolveu uma estenose mitral grave após um surto de febre reumática há um mês. Até que idade está indicada profilaxia secundária 
contra febre reumática para Felipe?
A) Necessariamente por toda a vida. 
B) Até os 25 anos de idade.
C) Até os 21 anos de idade.
D) Pelo menos até os 40 anos de idade.
MEDICINA PREVENTIVA
41 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Durante uma 
investigação sobre os impactos da poluição atmosférica em uma 
metrópole brasileira, pesquisadores decidiram acompanhar, 
ao longo de 10 anos, um grupo de 5 mil adultos não fumantes 
que residiam em áreas com diferentes níveis de poluição e que 
não possuíam doenças respiratórias crônicas. Os participantes 
foram avaliados periodicamente quanto à função pulmonar, 
presença de sintomas respiratórios e diagnósticos médicos 
de doenças respiratórias crônicas. A exposição à poluição foi 
estimada com base em dados ambientais da região de moradia 
de cada participante.
Qual é o tipo de delineamento utilizado nesse estudo?
A) Estudo ecológico.
B) Estudo transversal.
C) Estudo de coorte.
D) Estudo caso-controle.
42 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma equipe da Estratégia 
Saúde da Família (ESF), ao atuar em território rural com 
presença significativa de comunidades ribeirinhas, identifica 
dificuldades no acesso dessas populações aos serviços de 
saúde. Considerando as diretrizes para atenção integral à saúde 
das populações do campo, floresta e águas (CFA) e povos e 
comunidades tradicionais (PCTs), que seguinte estratégia mais 
se alinha aos princípios para promover equidade?
A) Priorizar a alocação de recursos em unidades urbanas próximas, 
otimizando o acesso por meio de transporte coletivo ofertado 
semanalmente.
B) Criar ações específicas de saúde que respeitem os saberes 
tradicionais, fortalecendo vínculos entre as equipes de saúde 
e as comunidades.
C) Padronizar o atendimento com base em protocolos clínicos 
nacionais, para garantir isonomia no acesso e tratamento, 
independentemente da localização.
D) Conduzir as ações de vigilância em saúde somente a partir 
dos dados secundários disponíveis no sistema de informação 
nacional.
Estratégia
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43 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma equipe da Estratégia Saúde da Família acompanha uma paciente de 77 anos, morando sozinha, 
sem filhos próximos a ela, com diagnóstico de transtorno depressivo maior, diabetes tipo 2 descompensado, insuficiência cardíaca de 
difícil controle, uso abusivo de álcool e dificuldades familiares. A paciente mora em área rural de difícil acesso e apresenta baixa adesão 
às consultas e ao tratamento medicamentoso. Após reunião com a equipe multiprofissional, decide-se pela elaboração de um Projeto 
Terapêutico Singular (PTS).
Em relação ao Projeto Terapêutico Singular e o caso, assinale a alternativa correta.
A) Tendo sua importância na saúde, o PTS deve ser construído exclusivamente por profissionaisda saúde mental.
B) O PTS deve ser sempre alinhado com o paciente em consultas compartilhadas com toda a equipe multiprofissional. 
C) Dentro da decisão tomada pela equipe, deve-se definir políticas públicas socioeconômicas e elaborar medidas de saúde populacionais.
D) O PTS passa por 4 etapas: diagnóstico situacional, definição de metas, divisão de responsabilidades e reavaliação.
44 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um estudo de coorte prospectivo foi realizado para avaliar a associação entre o tabagismo e o 
desenvolvimento de doença arterial coronariana (DAC) em adultos com mais de 40 anos. A população estudada foi acompanhada por 10 
anos, com os seguintes resultados:
Status tabagístico Desenvolveram DAC Não desenvolveram DAC Total
Fumantes 120 480 600
Não fumantes 80 720 800
Com base nesses dados, qual é o risco relativo (RR) de desenvolver DAC em fumantes em relação a não fumantes e qual é a interpretação 
epidemiológica correta desse achado dentro desse espaço amostral?
A) RR = 2,25; fumantes têm 25% mais chance de desenvolver DAC em relação aos não fumantes.
B) RR = 2,0; fumantes têm o dobro do risco de desenvolver DAC em relação aos não fumantes.
C) RR = 0,5; fumar reduz o risco de DAC em 50%.
D) RR = 2,25; fumar é um fator de proteção para DAC.
45 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Em relação à notificação compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde em todo o território 
nacional, atualizada pela PORTARIA GM/MS Nº 5.201, DE 15 DE AGOSTO DE 2024, assinale a alternativa correta.
A) A notificação compulsória imediata deve ser realizada pelo profissional de saúde ou responsável pelo serviço assistencial que prestar o 
primeiro atendimento ao paciente, em até 48 horas desse atendimento.
B) Apenas unidades públicas de saúde devem realizar a notificação compulsória ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação 
(SINAN).
C) Foram incluídos diagnósticos de saúde relacionados à covid-19 e suas complicações. 
D) Foram incluídos diagnósticos de problemas de saúde relacionados ao trabalho. 
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46 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um teste de rastreamento para determinada doença infecciosa tem 95% de sensibilidade e 90% 
de especificidade. Quando aplicado em uma população com prevalência da doença de 5%, qual é a probabilidade de um resultado 
negativo indicar corretamente que o indivíduo está saudável?
A) 99%
B) 95%
C) 90%
D) 33%
47 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) No final de 2024, uma comunidade rural próxima ao município de Barretos (SP) relatou à Unidade 
Básica de Saúde local um aumento repentino de casos de cefaleia, tontura, náuseas, salivação excessiva, pupilas ficando pequenas e 
erupções cutâneas entre os moradores. A população relatou também forte odor químico na água utilizada para consumo, vinda de um 
poço artesiano, após um caminhão-tanque ter tombado e vazado carga próxima a uma nascente da região, semanas antes.
Diante dessa situação, assinale a alternativa correta. 
A) A Vigilância Epidemiológica deve coordenar a distribuição de medicamentos para os sintomas relatados pela população, com base em 
protocolos clínicos previamente estabelecidos. Os casos devem ser notificados. 
B) A Vigilância em Saúde Ambiental deve identificar e caracterizar a exposição da população aos contaminantes presentes, articulando com 
a atenção primária estratégias de vigilância e cuidado à saúde. A intoxicação exógena provável é por carbamatos e organofosforados. 
Intoxicações agudas por carbamatos e organofosforados são de notificação compulsória. 
C) A Vigilância Sanitária deve aplicar sanções administrativas ao proprietário do caminhão-tanque e responsabilizá-lo civilmente pelos danos 
ambientais e sanitários. Os casos devem ser notificados. 
D) A Vigilância em Saúde Ambiental deve realizar o tratamento da água contaminada da comunidade até que haja liberação formal para 
consumo humano. A provável intoxicação é por chumbinho e os casos devem ser notificados. 
48 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Dentro do conceito de Regiões em Saúde, assinale a alternativa correta.
A) Regiões de Saúde correspondem à territorialização da Atenção Primária no contexto de Estratégia de Saúde da Família, em que cada 
equipe é responsável por uma Região de Saúde.
B) Região de Saúde é a área como um todo que cada UBS abarca, independentemente se é Estratégia de Saúde da Família ou não.
C) Região de Saúde é um lugar que engloba Atenção Primária, sede de informações para vigilância epidemiológica, atenção psicossocial, 
urgência e emergência.
D) Regiões de Saúde são espaços geográficos que compartilham certas características e possuem os serviços necessários, como atenção 
básica, vigilância em saúde, atenção psicossocial, urgência e emergência e atenção ambulatorial especializada e hospitalar.
Estratégia
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49 – (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um estudo transversal foi 
conduzido em uma comunidade periférica da zona leste de São 
Paulo com o objetivo de avaliar a associação entre insegurança 
alimentar domiciliar (IAD) e presença de sintomas depressivos 
moderados a graves entre adultos.
Foram avaliadas 1.000 pessoas. A prevalência de IAD foi de 
42%. A prevalência de sintomas depressivos moderados/graves 
foi de 28% no total da amostra. A análise estatística mostrou:
• prevalência de depressão entre os expostos à IAD: 38%;
• prevalência de depressão entre os não expostos: 20%;
• razão de prevalências (RP): 1,9 (IC 95%: 1,5 – 2,4; p

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