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@vem.crm SISTEMA PORTA HEPÁTICOHIPERTENSÃO PORTA - Vascularização “normal”: artéria – capilares – veia - Sistema porta: artéria – capilares – veia – capilares – veia Conceito: Uma veia entre 2 redes capilares - Sistema porta-hepático: (VMS + V. esplênica) – veia porta – capilares – veia hepática HIP PORTA = pressão > 5 mmHg CLÍNICA · Esplenomegalia · Varizes · Esôfago · Fundo gástrico · Anorretal · Abdominal · Encefalopatia · Ascite CLASSIFICAÇÃO · PRÉ-HEPÁTICA mais varizes · INTRA-HEPÁTICA menos ascite PRÉ-SINUSOIDAL SINUSOIDAL PÓS-SINUSOIDAL menos varizes · PÓS-HEPÁTICA mais ascite CAUSAS PRÉ-HEPÁTICA > Trombose de veia porta - O px tem que estar passando por um relato de Hipercoagulabilidade > Trombose de Veia Esplênica - Hipertensão Porta “Segmentar” Varizes de fundo gástrico isoladas História de pancreatite crônica INTRA-HEPÁTICA · PRÉ-SINUSOIDAL Esquistossomose · SINUSOIDAL Cirrose · PÓS-SINUSOIDAL Doença veno-oclusiva (Chá da Jamaica) PÓS-HEPÁTICA · Buddi-Chiari Trombose da Veia Hepática · Obstrução de VCI Trombose, Neoplasia · Doenças cardíacas P. Constrictiva, I. Tricúspide VARIZES DO ESÔFAGO A formação: Se PRESSÃO > 10 mmHg: VARIZES Formada através da V. gástrica esquerda Se PRESSÃO > 12 mmHg Risco de RUPTURA dessas varizes · ABORDAGEM - SITUAÇÃO 1: NUNCA SANGROU · Clínica ou Risco de HP (CIRROSE)? ALTO RISCO = Rastreio com EDA Beta-Bloqueador Propranolol 20 mg, 12/12 hs OU Nadolol 20 mg/dia; ou carvedilol OU Ligadura elástica 1-2 sem até obliteração do vaso. Em seguida, vigilância EDA 1-3 meses depois, e consecutivamente a cada 6 meses · Tem varizes? Profilaxia primária · Calibre médio e grande · Child B e C · Cherry-red spots (pontos avermelhados) Β-Bloqueador OU Ligadura Elástica (LEV) - SITUAÇÃO 2: SANGRAMENTO · Estabilização Hemodinâmica do paciente Reposição volêmica · Investigação e tratamento agudo SEMPRE· ENDOSCOPIA (dx e tto): Escleroterapia/ Ligadura Elástica · DROGAS: Somatostatina/ Octreotide/ Terlipressina Octreotide: bolus de 50 ug + manutenção de 50 ug/hr Somatostatina: 250 ug + infusão continua 250 ug Terlipressina: 2 mg c 4 hs até parar o sangramento · BALÃO: Sengstaken-Blakemore (3 vias) máximo por 24 horas · Pode gerar lesão, necrose da parede do esôfago · TIPS (Shunt Portossistêmico Intra-hepático Transjugular): - VANTAGENS: controla sangramento e ascite e permite transplante - DESVANTAGENS: encefalopatia, estenose e disponibilidade · CIRURGIA: URGÊNCIA – SHUNT NÃO SELETIVO Porto-Cava / Término-Lateral mortalidade Porto-Cava/ Latero-Lateral altíssima · Prevenção de complicações · Peritonite Bacteriana Espontânea (PBE): Ceftriaxona 1g/dia, IV, sendo substituída após melhora por Norfloxacina 400 mg, 12/12 hs, quando o sangramento estiver controlado e o px tolerar VO. TOTAL: Por 7 dias · Ressangramento: Profilaxia SECUNDÁRIA · Β-bloqueador E Ligadura Elástica · TIPS/ Transplante · CIRURGIA: SHUNT SELETIVO ou DESCONEXÃO - Esplenorrenal distal (Cx de Warren) - Desconexão Ázigo-Portal (é boa para quem tem esquistossomose) Desconexão A-P realiza-se ligadura da veia gástrica esq, desconectando a veia porta da ázigos, além de desvascularizacao da grande curvatura do estomago, do esôfago distal e esplenectomia O TTO + efetivo para p sangramento é a TERAPIA COMBINADA endoscópica + farmacológica ASCITE · EXAME FÍSICO: · Piparote · Macicez móvel de decúbito (princ método semiológico) · Semicírculos de Skoda · Toque retal · DIAGNÓSTICO · USG: exame de escolha – 100 ml · PARACENTESE DIAGNÓSTICA: · Diferenciar TRANSUDATO x EXSUDATO Hip. Porta Dç Peritônio - Gradiente de Albumina Soro-Ascite (GASA) Albumina SORO - Albumina ASCITE GASA > 1,1 Transudato Hipertensão porta Cirrose, ICC, Budd-Chiari Gasa 2,5) ASCITE TUBERCULOSA GASA baixo Mononucleares (> 500) ADA alta Laparoscopia (~100% sensibilidade) · TRATAMENTO - RESTRIÇÃO DE SÓDIO: 2 gr/dia - Restrição Hídrica SE o paciente tem HIPOnatremia dilucional Se a restrição não adiantar: - DIURÉTICOS: * Espironolactona * Furosemida OBJETIVO: ↓ 0,5 kg/dia ou ↓ 1 kg/dia com edema - ASCITE REFRATÁRIA: · Paracentese terapêutica seriadas Pode retirar o volume que quiser, não existe volume máximo CUIDADO!!! PARECENTESE DE GRANDE VOLUME (> 5L) é obrigado a repor 6-10g de albumina por L retirado · TIPS · Transplante COMPLICAÇÕES · PERITONITE BACTERIANA ESPONTÂNEA Translocação monobacteriana – E. coli CLÍNICA: · Febre, dor abdominal, encefalopatia hepática DIAGNÓSTICO · PMN > 250/mm3 + cultura (+) TRATAMENTO · Cefa de 3ª (cefotaxima) por 5 dias PROFILAXIA · Primária AGUDA: sangramento por varizes - Ceftriaxona / norfloxacina por 7 dias CRÔNICA: ptn ascite albumina (1ºd: 1,5g/kg; 3ºd: 1g/kg) DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL: * Ascite neutrofílica: > 250 mm3 / cultura negative - Tratamento = PBE * Bacterascite: 1g/dl Glicose 2,5 mg/dl · TIPO 2: Insidiosa, melhor prognóstico - Espontânea; Cr 1,5 – 2,0 mg/d TRATAMENTO: Evitar descompensação! · Transplante hepático · Albumina + Terlipressina INSUFICIÊNCIA HEPATOCELULAR Caso clínico: Síndrome ictérica: pele amarelada, ↑BD, Fadiga, eritema palmar, ↑TAP, ↓albumina, anemia, plaquetopenia USG com alteração hepática ↓ Síndrome de insuficiência hepática Arquitetura hepática: os hepatócitos estão organizados em muros que formam estruturas poligonas; no meio temos a veia centrolobular, e, nos vértices, os espaços- porta. Cirrose: não é sinônimo de fibrose. Quando as traves fibróticas surgem, elas acabam isolando os hepatócitos em nódulos de regeneração (deixam de ser funcionais). Cirrose tem fibrose. CIRROSE = FIBROSE + NÓDULOS DE REGENERAÇÃO O desarranjo estrutural é mais importante do que a perda de células parenquimatosas. Funções hepáticas: Metabolismo da bilirrubina (conjugação e excreção) >> icterícia (↑ BD) Eliminação de toxinas >> encefalopatia, alterações hemodinâmicas (cirrótico é vasodilatador) Síntese de proteínas >> ↓ albumina, ↑TAP Metabolismo intermediário/ hormonal >> ↑ glicemia, ↓ testosterona, ↑ estrogênio >> rarefação de pelos, ginecomastia AGUDA (“Fulminante”): icterícia, encefalopatia,Adenocarcinoma: DRGE (barret e obesidade) (Distal) CLÍNICA Disfagia e emagrecimento Esôfago (disfagia em meses) DIAGNÓSTICO EDA com biópsia ESTADIAMENTO T1a – Mucosa T1b – Submucosa T2 – Muscular T3 – Adventícia T4 – Adjacentes ressecáveis T4b – Adjacentes irressecáveis Tem que ter esse resultado ANTES de operar Ou seja, estadiamento pré-operatório Melhor exame para o estadiamento do Ca de esôfago é o exame do T T USG endoscópico +/- Broncoscopia N USG endo c/ PAAF + TC de tórax M TC de tórax e abdome TRATAMENTO INICIAL T1a Mucosectomia EDA PADRÃO > T1b QT/RT neoadjuvante Cirurgia (Esofagectomia + Linfadenectomia) Esofagect Transtorácica (+ mórbida) Esofagect Trans-Hiatal (+ recidiva) AVANÇADO T4b ou M1 Paliação CÂNCER DE ESTÔMAGO ADENOCARCINOMA FATORES DE RISCO Dieta (nitrogenados, defumados) Tabagismo H. pylori (gastrite atrófica e gastrectomia previa) CLÍNICA Dor abdominal Anorexia, saciedade precoce levando à perda ponderal acentuada Anemia ferropriva Dispepsia + Sinais de alarme: Doença avançada Linfonodo de Virchow: localizado na região supraclavicular esquerda Linfonodo de Irish: Região axilar esquerda Sinal Mary Joseph: nódulo na região umbilical Sinal de Blumer: implante peritoneal no fundo de saco Sinal de Krukenberg: tumor implantado no ovário Evidências de doença incurável: massa abdominal, linfadenopatia supraclavicular ou axilar, nódulo umbilical palpável, prateleira de Blumer, acometimento ovariano (tumor de Krukenberg) e modularidade anterior e extraluminal na parede do reto, observada ao toque retal. Linfonodos a direita fala a favor de neoplasia torácica Linfonodo do esquerdo a favor de neoplasia abdominal e o principal é o Ca gástrico DIAGNÓSTICO EDA + biópsia CLASSIFICAÇÕES Borrmann (macro) Lauren (micro) I – Polipoide (não ulcerado) INTESTINAL DIFUSO Homem Mulher II – Ulcerado (bordos nítidos) Esporádico Hereditário Idoso Jovem III – Ulceroinfiltrativo (bordos não nítidos) Gastrite Atrófica Sangue tipo A IV – Infiltrante (linite plástica) Diferenciado Indiferenciado Bom prognóstico Mau prognóstico Célula em Anel de sinete Fazer relação direta com o Carcinoma Difuso de Lauren ESTADIAMENTO T1 – Submucosa Câncer Gástrico T1a – Mucosa Precoce T1b – Subserosa N0 – Sem metástase para linfonodos N1 – Metástases em 1 a 2 linfonodos N2 – Metástase em 3 a 6 linfonodos N3 – Metástase em > 7 linfonodos N3a – 7 a 15 linfonodos N3b – > 15 linfonodos T USG endoscópico N USG endo c/ PAAF + TC de abdome M TC de tórax e abdome + Laparoscopia Exame + sensível p avaliar metástase transcelômica/ implante peritoneal = LAPAROSCOPIA TRATAMENTO INICIAL T1a Mucosectomia EDA (não ulcerado, tipo intestinal, T1b Gastrectomia + Linfadenectomia D2 (> 15 linfonodos) Proximal (Linfad. TOTAL) Distal (Linfad. SUBTOTAL) AVANÇADO M1 Paliação CÂNCER COLORRETAL ADENOCARCINOMA Adenoma Carcinoma Gene APC evita q se formem pólipos adenomatosos Adquirida Esporádico (80%) Hereditario Polipose adenomatosa familiar (PAF) POLIPOSE ADENOMATOSA FAMILIAR (PAF) Pólipos adenomatosos APC mutante hereditário > 100 pólipos Garante 100% de desenvolver Ca colorretal até os 50 anos de idade Variantes: GARDNER: dentes supranumerários, osteomas, tumores desmoides (do tecido celular subcutâneo) TURCOT: tumores do SNC (meduloblastoma e glioblastoma) NÃO POLIPOIDE HEREDITÁRIA (Lynch) Critérios de AMSTERDAM Câncer 3 familiares (um de 1º grau) 2 gerações LYNCH I: Colorretal LYNCH II: Colorretal + outros... (Ca endométrio, ovário, estômago, pâncreas e trato urinário superior) SÍNDROME DE PEUTZ-JEGHERS Pólipos hamartomatosos Fenótipo: Manchas melanóticas em pele e mucosa Clinica: intussuscepção (dor), melena e anemia Pólipos grandes: > 1,5 cm Risco BAIXO para CA de cólon FATORES DE RISCO P CA COLORRETAL Idade / H. familiar / S. hereditárias / DII (Crohn e RCU) CLINICA - CÓLON D: melena, anemia e massa palpável - CÓLON E: alteração do habito intestinal - RETO: hematoquezia e fezes em fita DIAGNÓSTICO Colonoscopia com biópsia E o CEA tem q pedir? SIM (mas não é exame p fechar diagnóstico / serve para acompanhar) Rastreamento RASTREAMENTO Colonoscopia ou Retoscopia* Esporádico > 50 anos H. Familiar > 40 anos Lynch I e II > 20 anos Polipose AF > 10 anos* Lynch I e II / Polipos AF Colectomia TOTAL Esporádico / H. Familiar Colect SEGMENTAR TRATAMENTO CÓLON - Inicial Colectomia + - Padrão Linfadenectomia - Avançado RETO USG transrretal INICIAL T1 Excisão endoscópica (alto) ou local (baixo) Padrão > T2 QT + RT neoadjuvante Se > 5 cm: anatomose 1ª (colo-anal) +/- Ostomia de proteção RAB: Ressec abdominal baixa + Excisão total do Mesorreto Se 5 cm Cirurgia 400 TTO: Função Hepática (CHILD) Ressecável (CHILD A) – SIM – Hepatectomia -- NÃO – Avaliar Crit de Milão Crit de Milão Lesão únicahemorragia CRÔNICA: “estigmas hepáticos” CIRROSE HEPÁTICA Fibrose + Nódulos de regeneração Com a agressão tem as perdas das microvilosidades - Células estreladas a culpada pela cirrose QUADRO CLÍNICO · HIPERESTROGENISMO + HIPOANDROGENISMO · Eritema palmar · Telangiectasia · Ginecomastia · Rarefação de pelos · Baqueteamento digital · Contratura de Dupuytren (álcool) fibrodisplasia da fáscia palmar com espessamento, formação de nódulos e cordas que levam à deformidade em flexão dos dedos. Inicia na maioria dos casos, 4º e 5º quirodáctilos. · Tumefação de parótidas (álcool) ESTADIAMENTO - CHILD-PUGH 1 pt 2 pt 3 pt 3 - Grau I-II Grau III > 3,5 3,5-3 6s - Leve (USG) mod-grave 5-6 pts: Grau A (...): Grau B ≥ 10 pts: Grau C - MELD Fila do transplante Bilirrubina INR Creatinina CAUSAS 1. VÍRUS - Vírus B Interferon (HBeAg+), Tenofovir, Entecavir - Vírus C Confirmar HCV-RNA, Depende do genótipo 2. TÓXICA - Álcool - Não alcoólica 3. AUTOIMUNE - Hepatite - Colangite DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA Resistência à insulina ... ↑ Triglicerídeos Esteatose Esteato-Hepatite (NASH) CIRROSE Apenas 25% dos pxs fazem hepatite 10-50% evolui p cirrose: > 45 anos, DM, obeso HEPATITE ALCOÓLICA NÃO ALCOÓLICA LABORATÓRIO AST > ALT ALT > AST HISTÓRIA > 20-40 g/dia etanol Febre/ dor abdominal Icterícia Sd metabólica (DM, obesidade, dislipidemia) Assintomática TRATAMENTO Abstinência/ Corticoide Perda de peso/ Glitazona PADRÃO-OURO: biópsia hepática HEPATITE B CRÔNICA HBsAg (+) > 6 meses Cronificação: Adultos: 1-5% / Crianças: 20-30% / RN: 90% CIRROSE (20-50%) / CÂNCER (10%) Portador INATIVO TRATAMENTO: Indicações... Manifestação hepática ... - Lesão ativa: HBeAg (ou HBV-DNA > 2.000 UI/ ml) + ALT > 2x - Atividade fibroinflamatória: biópsia ou elastografia - Cirrose Manifestação extra-hepática... - GN membranosa, PAN... História - Coinfecção HIV, HCV - Imunossupressão ou quimioterapia - Hist. Familiar de hepatocarcinoma OPÇÕES TRATAMENTO: - ALFAPEG-IFN (Via SC, 48 sem) Não pode: Hepatopatia grave B ilirrubina E ncefalopatia A lbumina T AP (paciente – controle) A scite Gestante HBeAg (+) Citopenias - TENOFOVIR (VO, tempo indefinido)Sem resposta ao IFN HBeAg (-) HIV Não pode: Doença renal, cirróticos Tem efeito NEFROTÓXICO - ENTECAVIR (VO, tempo indefinido) Hepatopatia grave ou Doença renal Imunossupressão / Qt OBJETIVOS: HbsAg (-)/ anti-HBeAg (+) HEPATITE C CRÔNICA HCV-RNA (+) > 6 meses Cronificação: 80-90%Sofosbuvir Daclatasvir Ledipasvir Elbasvir Grazoprevir Glecaprevir - CIRROSE (20-30%) / CÂNCER (5-10%) - CURSO VARIÁVEL TRATAMENTO: TODOS!!! - Depende do genótipo: 1a, 1b, 2, 3, 4, 5, 6 - Diversos antivirais disponíveis... REGRA 1: para todos os genótipos... SOFOSBUVIR + DACLATASVIR REGRA 2: Tratamento = 12 sem, exceto... Cirrose CHILD B ou C = 24 semanas OBJETIVO: HCV – RNA (-) ... Resposta virológica sustentada HEPATITE B HEPATITE C Cronificação RN > Criança > adulto 80-90% Extra-hepática PAN/ GN membranosa Crioglob. / GN mesangiocapilar Tratamento Alguns ... PEG-IFN/ TDF/ Entecavir Todos!! Sofosbuvir, daclatasvir... DOENÇA DE WILSON · Quê? (Definição) Mutação na ATP7B ↓ Excreção biliar ... ↑ COBRE · Quem? (Epidemio) Jovem (5-30a) e rara (1:30.000) Lesão do SNC (98%) = Anéis de KF!!! · Como? (Clínica) Fígado e SNC: - Hepatite aguda e crônica - Alter. do movimento e personalidade - Anéis de Kayser-Fleisher (KF) Outros: - Hemólise/ Tubulopatia · Qual? (Diagnóstico) - Triagem: ↓ Ceruloplasmina - Confirma: Anéis KF / ↑ Cobre Ur / Genética - Dúvida: Biópsia hepática · Quanto? (Tratamento) - Quelante (tridentina, D-penicilamina) - Transplante hepático HEMOCROMATOSE HEREDITÁRIA · Quê? (Definição) Mutação no gene HFE... ↑ Absorção do FERRO · Quem? (Epidemio) Caucasiano (40-50a), comum (1:250!!!) · Como? (Clínica) 6 Hs da hemocromatose - Hepatomegalia - Heart (coração) - Hiperglicemia - Hiperpigmentação (diabetes bronzeado) - Hipogonadismo - ‘Hartrite’ · Qual? (Diagnóstico) Triagem: ↑ Ferritina e Sat. Transferrina Confirma: Genética Dúvida: Biópsia hepática / RM · Quanto? (Tratamento) Flebotomias seriadas Transplante hepático Suspeita DX: homens ou mulheres, em qualquer idade na vida adulta, quando estiverem presentes Astenia crônica imotivada e/ou Artralgia e/ou Aminotransferases elevadas sem motivo aparente. 1. Checar alterações no metabolismo do ferro (ferro sérico, índice de saturação de transferrina – IST, ferritina) 2. Teste genético para as mutações C282Y / H63D) O esôfago tem que fazer a peristalse, levando o alimento da boca até o esôfago.SÍNDROME DISFÁGICA 1/3 proximal musculo esquelético 2/3 distais musculo liso Plexo mientérico (Auerbach e Meissner) DISFAGIA DISFAGIA: dificuldade de engolir alimentos Pode ser de transferência ou condução - Disfagia de Transferência: o px tem dificuldade de iniciar a deglutição, a pessoa engasga O problema está no musculo esquelético · Doenças musculares · Doenças neurológicas - Disfagia de Condução: consegue transferir o alimento da boca p esôfago, o problema é que quando o alimento entra no esôfago ele entala · Obstrução mecânica · Distúrbio motor Importante p prova: a disfagia de transferência faz parte do caso clínico – geralmente temos um paciente com alguma síndrome neurológica grave e o ‘engasgo’ é apenas uma das manifestações. Já no caso da disfagia de condução, o ‘entalo’ é o principal sintoma do caso clínico! DISFAGIA DE CONDUÇÃO · CLÍNICA ENTALO DISFAGIA + REGURGITAÇÃO + PERDA DE PESO · ABORDAGEM INICIAL · EsofagoGRAFIA baritada da um copo de contraste para o px e depois faz a radiografia de tórax · Esofagomanometria MELHOR exame p avaliar motilidade do esôfago · CAUSAS: · Obstrução mecânica: - Divertículos ZENKER - Anel de Schatzki - Tumores, Estenose péptica · Distúrbio motor: - Acalásia PRINCIPAL - Espasmo esofagiano difuso - Esclerodermia DIVERTÍCULO DE ZENKER Hipertonia do Esfíncter esofagiano superior (Músculo cricofaríngeo) Anos e anos fazendo contração, alimentação forçada... chega um dia que forma uma bolsa onde elimina mucosa e submucosa... Área de maior fragilidade Triângulo de Killian – crico e tirofaríngeo Divertículo por pulsão Div. Falso mucosa e submucosa O alimento fica na bolsa (halitose), come e entala, pode levar a obstrução · CLÍNICA - Disfagia - Halitose, Regurgitação - Massa Palpável (consegue aliviar com a comprimindo essa massa) DIAGNÓSTICO - EsofagoGRAFIA baritada PADRÃO OURO - Evitar EDA pode perfurar a bolsa e causar mediastinite PERFURAÇÃO · TRATAMENTO - 35 mmHg) · PERDA DO RELAXAMENTO FISIOLÓGICO DO EEI · PERISTALSE ANORMAL · CLÍNICA - Disfagia - Regurgitação de alimento não digerido - Perda de peso DIAGNÓSTICO - EsofagoGRAFIA baritada afilamento do contraste Bico de pássaro, sinal da chama de vela - EDA não é boa para dar Dx de acalasia, mas sempre é feita para afastar a possibilidade de Ca de esôfago (clinica semelhante) - EsofagoMANOMETRIA PADRÃO OURO Mostra ausência do relaxamento, hipertonia, peristalse anormal · TRATAMENTO De acordo com a evolução: - MASCARENHAS: Grau I Até 4 cm TTO CONSERVADOR Nitrato, Ant. Ca, Sildenafil/ Toxina Botulínica Grau II 4-7 cm Dilatação pneumática por balão Grau III7-10 cm Cardiomiotomia a Heller + Fundoplicatura (p evitar refluxo) Grau IV > 10 cm Esofagectomia: dolicomegaesôfago - Fator de risco para Ca escamoso de esôfago ANEL DE SCHATZKI Estreitamento laminar do corpo do esôfago · CLÍNICA - Disfagia intermitente: grandes pedaços de alimentos Sd Steakhouse Afagia episódica · DIAGNÓSTICO - EsofagoGRAFIA baritada · TRATAMENTO - Dilatação endoscópica ANEIS E MEMBRANAS Definição: são áreas de estreitamento circunferencial da luz do esôfago. Ocorrem em até 10% da população, sendo comumente assintomáticos. Anéis: envolvem toda a circunferência do esôfago e predominam na sua porção distal Membranas: ocluem apenas parte da circunferência e costumam ser mais proximais – geralmente estão associadas a condições sistêmicas (doença do enxerto vs hospedeiro, anemia ferropriva, buloses) • Síndrome de Plummer-Vinson ou Peterson-Kelly: presença de anel hipofaríngeo associado à anemia ferropriva – mais alto • Anel de Schatzki: malformação do esôfago terminal, geralmente na junção escamo-colunar (transição esôfago- estômago) – mais baixo. É mais comum em pacientes >40 anos e trata-se de uma das principais causas de disfagia intermitente para sólidos. A história de entalo súbito com um pedaço de carne é tão característica que é chamada de síndrome do ‘steakhouse’. ESPASMO ESOFAGIANO DIFUSO Contrações simultâneas do corpo do esôfago. · CLÍNICA - Disfagia - Cólica esofágica (precordialgia – dor no peito) Dx diferencial com IAM EEID: + comum em mulheres com distúrbios psicossomáticos associados – ansiedade, depressão DIAGNÓSTICO - EsofagoGRAFIA baritada – Esôfago em saca-rolhas/ “Contas de rosário” Contrações simultâneas - EsofagoMANOMETRIA – PADRÃO OURO Contrações simultâneas do corpo do esôfago desse paciente Faz esses dois exames como teste de provocação... · TRATAMENTO - Nitratos, Antagonistas de Cálcio - Miotomia longitudinal para casos refratários - TTO endoscópico: injeção intramural de toxina botulínica tentando em casos refratários ou intolerantes ao TTO clinico ESCLERODERMIA Caso clínico: Duas coisas vem incomodando bastante D. Raimunda. A primeira e mais antiga é uma dor que, sem mais nem menos, surge nos dedos de ambas as mãos. Quando o quadro se instala, os dedos ficam meio azulados, frios, dormentes e doloridos por vários minutos, mas D. Raimunda, já acostumada, pressente o retorno à normalidade, anunciado por um estranho formigamento nas mãos. O dedo anular da mão D já apresenta uma pequena ulceração cicatrizada. A outra queixa desta senhora é mais recente e diz respeito a uma certa dificuldade para ingerir suas refeições. Tanto faz o tipo de comida; até para beber líquidos está tendo dificuldade. Se D. Raimunda força a alimentação, engasga na hora e começa a tossir. Uma EDA recentemente realizada, não revelou nenhuma anormalidade significativa, exceto por uma discreta esofagite de refluxo. D. Raimunda até estranhou, pois, há muitos anos, ela sente uma dor retroesternal em queimação. Geralmente no período pós-prandial, que jurava ser ‘gastrite’. Ultimamente, D. Raimunda tem ficado muito em casa, num desânimo total. Abatida, mal consegue se locomover em sua própria casa. Ao exame físico, apresenta telangiectasias em tronco, além de enrijecimento da pele dos dedos das mãos, que se encontra tensa e brilhante, com a pequena ulceração cicatrizada já citada. O restante do exame é normal. Qual a hipótese diagnóstica? Síndrome de superposição (overlap): esclerodermia + polimiosite. (Fenômeno de raynaud + sinais sistêmicos = pensar em esclerodermia) Como você confirmaria sua hipótese? Sorologia autoimune: FAN, anti-Sclr70, anticentrômero/ anti-jo1, anti-M2, antiSRP Enzimas musculares: TGO, CPK, LDH e aldolase. Qual seria o TTO p a paciente? TTO: Corticoide + prevenção de broncoaspiração Basta a presença de 1 das três manifestações abaixo:SÍNDROME DISPÉPTICA DOR/ QUEIMAÇÃO EPIGÁSTRICA PLENITUDE PÓS-PRANDIAL SACIEDADE PRECOCE Dor epigástrica ≥ 1 mês CAUSAS OBSERVAÇÃO 1: Risco de Ca: > 40 anos*; sinal de alarme (↓ peso, anemia, disfagia, odinofagia). OBSERVAÇÃO 2: Refluxo (DRGE): não é dispepsia, mas confunde (abordagem própria). > 40 anos OU alarme 40-45 anos · Sinais de alarme · Refratariedade I dade > 45 anos H istória familia H ematemese O dinofagia e Disfagia A nemia L infadenopatia A marelão (Ictericia) R auuul (Vômitos de repetição) M assa E magrecimento (*) Mnemônico para indicações de EDA ESÔFAGO DE BARRET Epitélio escamoso Epitélio Colunar É uma troca de epitélio ... Requer a realização de biópsia OBRIGATÓRIO HISTOLOGIA: Metaplasia Intestinal Lesão pré-adenocarninomatosa... Cor vermelho salmão Grau V da classificação de Savary Miller FATORES DE RISCO Sexo feminino, obesidade, pele branca, tabagismo e alcoolismo O EB é o principal FR para o adenocarcinoma de esôfago (lesão pré-cancerosa) DIAGNÓSTICO BIÓPSIA melhor identificado pelo corante alcian-blue, que confirma a metaplasia intestinal TRATAMENTO · MEDIDAS ANTIRREFLUXO ↓ peso, ↑ cabeceira, evitar comer 2-3 hs antes de deitar *Eliminar alimentos que pessoalmente causem sintoma · TRATAMENTO FARMACOLÓGICO OBJETIVO: Reduzir acidez/ DURAÇÃO: 8 semanas - Inibidor de Bomba de Próton (IBP) em “dose padrão”: omeprazol 20 mg/ panto 40 mg / esome 40 mg / lanso 30 mg *Recorrência IBP “sob demanda” ou crônico *Sem melhora IBP “dose dobrada” (2x/dia) · CIRURGIA ANTIRREFLUXO 1. Fundoplicatura: Indicações: - Refratário (sintoma mesmo com IBP 2x) - Alternativa ao uso crônico - Complicação: estenose/ úlcera Fazer antes: - pHmetria 24 hs (padrão-ouro: confirmação) - Esofagomanometria (escolha da técnica) - Fd. TOTAL (Nissen) *Evitar:a ulcera Antrectomia – reduz acidez e pode facilitar na cicatrização da ulcera AINEs... Mecanismo de ação: inibição da COX (Ciclo-oxigenase) 1. COX-1: prostaglandinas “do bem” barreira mucosa 2. COX-2: prostaglandinas “do mal” inflamação TIPOS DE AINES - Inibidor não-seletivo - Inibidor seletivo de COX-2 (coxibe) HELICOBACTER PYLORI 1. Infecta antro (↑ gastrina): HIPERCLORIDRIA 2. Infecta TUDO: HIPOCLORIDRIA + ↓ BARREIRA “Quando não houver AINE nem H. pylori lembrar de...” SÍNDROME DE ZOLLINGER-ELLISON GASTRINOMA QUADRO CLÍNICO DE U.P Úlcera Gástrica: Dispepsia pior com alimentação Úlcera Duodenal: Dispepsia pior 2-3 hs após alimentação e à noite 40 anos ou alarme: diagnóstico por EDA Na EDA Se gástrica: pode ser câncer! - Biopsiar ao diagnóstico - Controle de cura (nova EDA) TRATAMENTO 1. Reduzir Acidez: IBP 4-8 semanas 2. Questionar AINE (suspender se possível) 3. Pesquisar e erradicar H. pylori PESQUISA - EDA: Teste rápido da uréase/ Histologia - Sem EDA: Urease respiratória/ Ag. Fecal/ Sorologia ERRADICAÇÃO (14 dias) - Claritromicina 500 mg 2x/dia - Amoxicilina 1 gr 2x/dia - Omeprazol 20 mg 2x/dia 4. Controle de cura: Úlcera gástrica (nova EDA) e H. pylori (4 semanas depois e sem usar sorologia) - QUANDO TRATAR/ ERRADICAR H. PYLORI? 1. Dispepsia 2. DUP (ativa ou cicatrizada) 3. Linfoma MALT Controle de cura? - se EDA indicada Analise histopatológica - sem EDA: uréase respiratória TIPOS DE ÚLCERAS HIPERCLORIDRIA - Duodenal - Gástrica II – corpo gástrico - Gástrica III – pré-pilórica HIPOCLORIDRIA - Gástrica I – pequena curvatura baixa - Gástrica IV – pequena curvatura alta CIRURGIA NA ÚLCERA PÉPTICA Se hipercloridria: Vagotomia ± Antrectomia Tem que reduzir a acidez ... ÚLCERA DUODENAL - Vagotomia Troncular + Piloroplastia - Vagotomia Troncular + Antrectomia - Vagotomia Superseletiva ou Vagotomia Gástrica Proximal Reconstrução do trânsito - Billroth I: Gastroduodenostomia ou Gastroduodenoanastomose - Billroth II: Gastrojejunostomia + alça aferente Se gástrica: Retirar a úlcera (Câncer?) - TIPO I (peq curvatura baixa): Gastrectomia Distal + Reconstrução a Billroth I HIPOcloridria - TIPO II (corpo) Vagotomia Troncular + Gastrectomia Distal + - TIPO III (pré-pilórica) Reconstrução a BI (ou BII) HIPERcloridria - TIPO IV (peq curvatura alta): Gastrectomia Subtotal + Reconstrução em Y de Roux HIPOcloridria COMPLICAÇÕES CIRÚRGICAS Gastrectomia + reconstrução Perde a barreira pilórica alimento vai direto para o duodeno · SÍNDROME DE DUMPING Esvaziamento rápido Dumping = derramamento, inundação DUMPING PRECOCE 15-20 minutos Distensão intestinal (chega rápido o alimento) - Gastrointestinais: dor, náusea, diarreia... - Vasomotores: taquicardia, palpitação, rubor... DUMPING TARDIO 2-3 horas Chega rápido o carboidrato ao duodeno HIPOglicemia TRATAMENTO: Dietético 1. Fracionar as refeições 2. Deitar logo após a alimentação 3. Evitar carboidratos principalmente açúcar, bolo, doce 4. Não beber liquido às refeições Uso de ACARBOSE: pode ser útil no dumping tardio OCTREOTIDE, SC, pode ser usado nos casos refratários tanto de dumping precoce quanto tardio. · GASTRITE ALCALINA ou GASTROPATIA POR REFLUXO BILIAR Refluxo biliar e pancreático Gastrite Alcalina + comum acontecer em BII Clínica: Dor contínua, sem melhora com vômito (bilioso) TRATAMENTO: Cirúrgico Reoperar Y de Roux / Colestiramina? (quelante de sal biliar/ inativa a bile) Reduz a agressão pela bile, mas continua tendo agressão, então ela não resolve · SÍNDROME DA ALÇA AFERENTE Angulação da alça aferente semi-obstrução Só ocorre em: Billroth II Clínica: Dor melhora com vômito (bilioso e em jato) TRATAMENTO: Reoperar através de Y de Roux NEOPLASIA ENDÓCRINA MÚLTIPLA 1 (SÍNDROME DE WERMER) GASTRINOMA – Pâncreas tum endócrino PROLACTINOMA – Pituitária adenoma hipofisário HIPERPARATIREOIDISMO Disturbio autossômico dominante que acomete principalmente 3 órgaos: gl paratiróides (80-90%), pâncreas (40-80%) e hipófise (30-60%). SINDROME DE ZOLLINGER-ELLISON (gastrinomas) Doença ulcerosa péptica grave secundária à hipersecreção gástrica de ácido, decorrente da presença de um gastrinoma (Tum endócrino secretor de gastrina). · Gastrinemia (> 1000 pg/mL) · pH gástrico ( 120) · Plasma (se INR > 1,5) / Plaquetas (se 6U hemácias) ou hemorragia recorrente - Sangramento pequeno e contínuo: transfusão > 3U/dia QUAL CIRURGIA? Se úlcera duodenal = 4 etapas Pilorotomia Ulcerorrafia Vagotomia troncular Piloroplastia VARIZES ESOFÁGICAS Se úlcera gástrica = GASTRECTOMIA + B1, B2 ou Y de Roux - Risco: Pressão portal > 12 mmHg - Tratamento: Volume (cautela) Terlipressina, octreotide IV EDA: Ligadura ou escleroterapia Refratários: Balão / TIPS / Cirurgia - Profiláxia 1ª: Bbloq OU Ligadura - Profiláxia 2ª: Bbloq + Ligadura LACERAÇÃO DE MALLORY-WEISS História: vômitos vigorosos (etilista, gestante) EDA: laceração na junção esofagogástrica, peq. Curvatura TTO: suporte (90% autolimitados!!!) · HDA – OUTRAS CAUSAS - Hemobilia História: trauma, cirurgia hepatobiliar Clínica: Tríade de Sandblom (Hemorragia + Dor em Hipocôndrio Direito + Icterícia). Diagnóstico e TTO: arteriografia!!! - Ectasia Vascular Estômago em “melancia” História: mulher, cirrose, colagenose Clínica: An. Ferropriva a esclarecer Tto: ferro, transfusão - Dieulafoy Artéria dilatada na submucosa Pequena curvatura gástrica Clínica: homem, sangramento maciço, indolor e recorrente TTO: EDA – injeção de epinefrina; eletrocautério ou termocautério; ligadura elástica ou clipes metálicos. HEMORRAGIA DIGESTIVA BAIXA ABORDAGEM: - Toque/ Anuscopia - EDA (afastar alta) Se exames negativos: - Sangramento leve a moderado COLONO: Dx e Tto Se fez a colono e não visualizou a lesão fazer Angiografias Ou Cintilografia (0,1 ml/min) + sensível / Não trata / Imprecisa - Sangramento maciço Angiografia (0,5 – 1ml/min): Dx e Tto Se nada resolver: COLECTOMIA!!! · CAUSAS HDB 3 D 1. Divertículo colônico 2. Displasia vascular 3. Câncer colorretal Adenocarcinoma Obs.: hoje o mais correto é que o sangramento só seja chamado de obscuro quando for investigado o delgado e verificado que o sangramento não é proveniente deste segmento. 1. DOENÇA DIVERTICULAR Maioria assintomática, cólon esquerdo (+ comum) indicar comer fibra, + liquido - Complicações: diverticulite/ sangramento - Sangramento: cólon Direito TTO: colonoscopia / embolização / cirurgia ATENÇÃO: Jovens ( 60-80 ug/dL OBJETIVO: alcançar níveis abaixo de 20 ug/dL... Acima de 50ug/dl os trabalhadores devem ser transferidos para outra ocupação... FEBRE TIFOIDE Infecção bacteriana, gram NEGATIVO Doença sistêmica febril NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ETIOLOGIA Salmonela entérica (sorotipo Typhi e paratyphi) Transmissão: via fecal-oral FATORES DE RISCO Falta de saneamento/ higiene CLÍNICA 1-2ª sem: BACTEREMIA Febre + Sinal de Faget (febre sem taquicardia) + Dor abdominal, diarreia ± constipação EF: rash maculopapular 2-3ª semana: HIPERREATIVIDADE Roséolas, torpor, hepatoesplenomegalia, epistaxe, rebaixamento do nível de consciência e delirium (tiphus) Complicações: Hemorragia Digestiva (+ comum) Perfuração ileal (+ grave) 4ª semana: CONVALESCÊNCIA risco: Mulher adulta com doença biliar DIAGNÓSTICO - Culturas TESTE PADRÃO Sangue: + 50 – 70 % dos casos > positividade nas 2 primeiras semanas Fezes: + 30 – 40 % positiva da 2ª a 5ª sem da dç Medula: + > 90% + SENSÍVEL p dx a mieloglobina permanece + mesmo c ATB por 5-6 dias TRATAMENTO - Antibioticoterapia Agudo: Cefa 3ª (10-14d)/ Cipro (7-10d) / Cloranfenicol (14-21d) De escolha pelo MS Portadores crônicos: Cipro por 4 semanas / Colecistectomia - CORTICOIDE: Graves: Dexametasona por 2-3 dias 3 mg/kg, seguida por 1 mg/kg cada 6/6 hs - VACINA: Viajantes para áreas endêmicas TTO EMPÍRICO - Ceftriaxone 2 gr, IV, 1x/dia x 10 a 14 dias - Azitromicina 1 gr, VO, 1x/dia x 5 dias BACTÉRIAS SUSCETÍVEIS - Ciprofloxacino 500 mg, VO ou 400 mg, IV, 12/12 hs x 5-7 dias - Azitromicina 1 gr, VO, 1x/dia x 5 dias MS coloca o Cloranfenicol como droga de 1ª escolha: - Cloranfenicol 25 mg/kg, VO ou IV, 8/8 hs x 14-21 dias Bactérias Multidrogas resistentes - Ceftriaxone 2 gr, IV, 1x/dia por 10 a 14 dias - Azitromicina 1x/dia por 5 dias APENDICITE AGUDA PRINCIPAL CAUSA DE ABDOME AGUDO INFLAMATÓRIO DEFINIÇÃO: Inflamação do apêndice cecal Apêndice: Intestino em miniatura, aderido ao ceco, encontra na confluência das asas Produz muco, tem um fundo cego, só tem uma abertura (porta de entrada e saída) Ponto + comum: ponto de Mc Burney Localização + comum: RETROCECAL FISIOPATOLOGIA Obstrução da luz do seu apêndice: Oq pode causar obstrução? Fecalito, Hiperplasia linfoide (principal causa na criança), corpo estranho, tumor de apêndice ... - DISTENSÃO Dor periumbilical/ vaga (peritônio visceral) depois de 12-24 hs - ISQUEMIA Dor localizada na FID (peritônio parietal) FASES DA APENDICITE I: Fase edematosa ou catarral Apêndice inflamado, sem sinais de complicação Apendicectomia simples com ATB profilaxia II: Fase úlcera flegmonosa ou flegmatosa Apêndice extremamente edemaciado pela obstrução do retorno linfático e venoso III: Fase grangrenosa Presença de necrose Transmural do apêndice ATB terapia + colocação de um dreno em cav abdominal pelo risco de infecção intracavitária IV: Fase perfurativa Perfuração tamponada ou não do apêndice III + lavagem da cavidade CLÍNICA - Dor periumbilical que migra para FID - Anorexia, náuseas, vômitos, febre, disúria... - Sinais clássicos: · Sinal de Blumberg descompressão súbita dolorosa em McBurney · Sinal deRovsing pressão FIE e dor FID · Sinal de Dunphy dor FID que piora com tosse · Sinal de Lenander T retal > T axilar em pelo menos 1º C · Sinal de Lapinsky · Sinal de Markle · Percussão calcânea · Sinal de aaron · Sinal de Tem horn · Sinal do obturador · Sinal de iliopsoas · Sinal de chutro DIAGNÓSTICO - Alta probabilidade (história clássica, homem) > CLÍNICO - Probabilidade média (criança, idoso, mulher) IMAGEM - Complicação? (massa ou tardio > 48 hs) IMAGEM · Criança ou gestante: USG: ≥ 7 mm, espessamento, ↑ vascularização Na gestante, se USG inconclusivo RM · Homem ou não gestante TOMOGRAFIA ≥ 7 mm, espessamento, borramento da gordra perpendicular; abscesso; apendicolito. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Linfadenite mesentérica (crianças) Diverticulite de Meckel Apendagite Apendicite epiplóica Isquemia do apêndice epiplóico Gravidez ectópica rota DIP Enterite regional Cisto ovariano torcido HI estrangulada/ encarcerada TRATAMENTO - Simples e precoce ( 48 hs) IMAGEM · Não complicada = apendicite simples · Abscesso = drenagem + ATB + colono (4-6 sem) +/- apendicectomia tardia · Fleimão (pré-abscesso) = ATB + colonoscopia (4-6 sem) +/- apendicectomia tardia · PERITONITE DIFUSA Cirurgia de Urgência + antibioticoterapia Se for para escolher na prova entre Cx aberta e Videolaparoscopia Escolher VL Se já tem peritonite pode SIM operar por vídeo A CI de operar por VL é INSTABILIDADE HEMODINÂMICA COMPLICAÇÕES DA APENDICECTOMIA - Infecção do sitio cirúrgico + comum - Obstrução intestinal comum no 1º ano após cx - Infertilidade - Abscesso intracavitário - Deiscência de planos da parede abdominal com evisceração ou eventração - Hérnias incisionais - Hemorragia intracavitária - Sepse - Pileflebite LAPAROSCOPIA APENDICECTOMIA ABERTA - Dx de outras condições - Melhor controle da dor - Menor tempo e internação - Menor taxa de infecção da ferida - Retorno rápido às atividades - Menor custo social - Curva de aprendizagem menor - Menor custo operatório - Menor incidência de abscessos intra-cavitários DOENÇA DIVERTICULAR DO CÓLON DÇ DIVERTICULAR: Presença de divertículos nos cólons + dor/ sintomas digestivos DIVERTICULOSE: Presença de divertículos nos cólons DIVERTICULITE: inflamação do divertículo Sempre esta localizado na borda mesentérica da tenia anti-mesentérica - Ocidente; ↑ Pressão dos cólons; Idoso; Assintomático; - Falso: mucosa e submucosa entrada das art retas DIAGNÓSTICO - Colonoscopia - Clister opaco LOCAL + COMUM - Sigmoide (onde + ↑ a pressão luminal = + divertículos) Geralmente assintomática, é um achado... Quando apresenta complicação tem sintomatologia COMPLICAÇÕES - hemorragia – cólon D (15%) - diverticulite – cólon E (25%) - estenose do colon – área de fibrose/ estenose (Raro) PS: geralmente o divertículo que sangra NÃO inflama FORMA HIPERTÔNICA FORMA HIPOTÔNICA ↑ pressão intraluminal, hipertrofia da camada muscular e PULSÃO de mucosa e submucosa - + comuns no sigmoide - complicam + c Diverticulite aguda - fragilidade da parede colônica, seja por causa da idade avançada ou por alguma condição que leve à alteração na composição das fibras colágenas. EX: Dçs genéticas, como a Sd de Ehler-Danlos Divertículo cólon E É hipertônico (estreito) + comum em pxs jovens Divertículos colon D É hipotônico (largo) + comum em pxs + velhos DIVERTICULITE AGUDA É um abdomen agudo inflamatório/ Complicação da doença diverticular Inflamação do divertículo Formação de um abscesso pericólico com microperfurações É uma “peridiverticulite aguda” CLINICA - “apendicite” do lado esquerdo - recorrente, há alguns dias e ↑ idade - febre, náuseas - dor a palpação - massa - peritonite local/ difusa DIAGNÓSTICO Tomografia: área hipodensa e bem delimitada, na topografia do sigmoide, compatível com abscesso pericólico, espessamento da parede colônica (> 4 mm) - EVITAR A COLONOSCOPIA E ENEMA NA INFLAMAÇÃO Colonoscopia: Fazer após 4-6 semanas (quando resolvida a inflamação) afastar CA colorretal CLASSIFICAÇÃO DE HINCHEY I: Abscesso pericólico Ia: fleimão Ib: abscesso pericólico II: Abscesso pélvico III: Peritonite Purulenta IV: Peritonite Fecal TRATAMENTO Complicação? - Abscesso ≥ 4 cm, peritonite, obstrução NÃO TEM COMPLICAÇÃO Sint mínimos Dieta liquida + ATB VO – ambulatório ATB: Ciprofloxacina + Metronidazol x 7-10d Hinchey I Sint exuberantes Dieta zero + ATB IV ATB: Cefalosporina 3ª G + Metronidazol Hinchey I · TEM COMPLICAÇÃO Abscessos > 4 cm Drenagem + ATB + Colono + Cirurgia eletiva Hinchey I / II Peritonite ou Obstrução ATB + Cir. de urgência Hinchey III/ IV Se H. tipo III: lavagem laparoscópica Hartmann Diverticulite não complicada: Indicações de cirurgia Imunodeprimido, incapaz de excluir CA, fistula (bexiga) CIRURGIA DE URGÊNCIA SIGMOIDECTOMIA A HARTMANN Sigmoidectomia + colostomia + fechamento retal (*) Depois de 10 sem reconstrução do transito intestinal CIRURGIA ELETIVA Ressecção com anastomose primaria terminoterminal por sutura manual OU com auxilio do grampeador cx (*) Res. Do sigmoide DOENÇA VASCULAR INTESTINAL Grandes vasos DELGADO Vascularização do delgado: Art Mesentérica Superior · ISQUEMIA MESENTÉRICA AGUDA Sd Obstrutiva Ag dos vasos mesentéricos, principalmente da Art Mesentérica superior CAUSAS: 1. Embolia (50%) da art mesent superior - Cardiopatia emboligênica (FA; IAM recente) - Dor abdominal DESPROPORCIONAL ao exame físico DA súbita, me cólica e intensa na região periumbilical 2. Vasoconstricção (20%) Isq não oclusiva - Isquemia não oclusiva: Choque; Vasoconstrictor; cocaína 3. Trombose Arterial (15%) - Aterosclerose: Doença vascular periférica - Arteriografia mesentérica: método + importante p o dx 4. Trombose Venosa (5%) Veia mesent superior - Hipercoagulabilidade - Px cirrótico / hepatopata crônico Áreas + propensas a isquemia: - Flexura esplênica (área de griffiths) - Junção retossigmoide (área de Sudeck) CLINICA - Dor abdominal, DESPROPORCIONAL ao ex físico - T retalAmiloidose Ins Cardíaca Trombofilia Embolia Infecções Vólvulo Colonoscopia Cirurgia Drogas Atenção a: Dç aterosclerótica; causa de hipotensão transitória; cirurgia de aorta CLINICA - Colite dor, diarreia mucossanguinolenta, febre, distensão DIAGNÓSTICO Clister opaco “impressões digitais” (thumbprinting) distensão colônica segmentar causado por um edema da parede intestinal ou hemorragia submucosa Retossigmoidoscopia mucosa inflamada TRATAMENTO Suporte clinico: Dieta zero, HV e ATBterapia Agentes potencialmente ofensivos devem ser retirados (EX: digital) CIRURGIA Colectomia parcial ou total Peritonite, hemorragia, colite fulminante, refratário EX 1: px com IAM + grave, instável, + idoso, depois de 3 a 5 dias resolvido o quadro cardíaco, ele aparece com dor abdominal pode ser colite EX 2: Correção de aorta quando clampeia a aorta já faz uma hipoperfusão, ou faz um ligadura da Art mesentérica inferior prejudicando a vascularização do colon SEQUELAS CX: estenose, isquemia segmentar crônica PANCREATITE AGUDA CAUSAS - Biliar: 30-60% - Libação Alcoólica: 15-30% - Drogas (azatioprina), Pós-CPRE, Idiopática, Escorpião Tytus trinitatis Hipertrigliceridemia Hipercalcemia trauma direto principal causa na criança “guidão da bicicleta” ACHADOS GERAIS - leucocitose c desvido à esquerda - elevação de hematócrito - ↑ de ureia e creatinina - trombocitopenia - alargamento de TAP e PTT - ↑ dos produtos de degradação da fibrina - ↓ fibrinogênio - vômitos alcalose metabólica, hipoclorêmica e hipocalêmica SINAIS CLINICOS Sinal de Cullen: equimoses azuis-pretas na região periumbilical devido à hemorragia retroperitoneal Sinal Grey-turner: equimose na região dos flancos Sinal de Fox: equimose em região inguinal e base do pênis DIAGNÓSTICO: 2 dos 3 - CLINICA dor abdominal em barra; náusea; vômitos - LABORATÓRIO amilase e lipase (> 3x normal) ± 12 hs de iniciado os sintomas - IMAGEM tomografia + USG (colelitíase) Ideal após 48-72 hs CLASSIFICAÇÃO: LEVE x GRAVE - RANSON: tem que saber decor!!! Ranson ≥ 3 Quadro Grave de pancreatite Saber ≠ biliar e não biliar - avaliado na enfermaria - não é imediato NÃO CONSIDERAR AMILASE, LIPASE e BILIRRUBINA Não guarda relação com o prognóstico ... - APACHE-II ≥ 8 = GRAVE imediato, CTI PCR > 150 mg/ml (medir quando > 48 hs) Indicação de NECROSE fazer TC REVISÃO DOS CRITÉRIOS DE ATLANTA - LEVE: Sem falência orgânica ou complicações - MODERADAMENTE GRAVE: Falência orgânica transitória ( 48 horas) persistente ou local com necrose pancreática CRITÉRIOS DE BALTHAZAR A pâncreas normal B aumento focal ou difuso do pâncreas C alterações pancreáticas associadas a inflamação peripancreática D 2 ou + coleções e/ou presença de gás dentro ou adjacente ao pâncreas TRATAMENTO Sintomático/ de suporte LEVE = REPOUSO · Suporte: dieta zero, analgesia (opiodes), HV, correção DHE, ácido-base e CNG (se vômitos) · Consegue conduzir o paciente na enfermaria MODERADAMENTE GRAVE OU GRAVE: PA leve + · CTI · HV reanimação volêmica (diurese 0,5 ml/kg/h) · Analgesia · ANTIBIÓTICO? NÃO · Suporte Nutricional: Enteral X NPT · Vias biliares? CPRE Conlangite ou Icterícia ↑ COMPLICAÇÕES · Coleção fluida aguda – liq q extravasou (30-50%) - Cd: Expectante Se infectado: punção + ATB · Necrose pancreática - Estéril Cd expectante - Infectada punção + NECROSECTOMIA + ATB (imipenem) · Pseudocisto Pancreático (15%) não epitelizado coleção q não foi reabsorvida - > 4-6 semanas (↑ amilase ou massa) - TTO: se sintomático ou complicação EDA · ANTES DA ALTA: COLECISTECTOMIA > LEVE: mesma internação; > GRAVE: após 6 semanas; · CLASSIFICAÇÃOOBSTRUÇÃO INTESTINAL - MECANISMO: · Mecânica agente físico · Funcional comprometimento da função motora - ALTURA: · Alta até o jejuno · Baixa íleo e cólon - GRAU: · Total · Suboclusão diarreia paradoxal - GRAVIDADE · Simples: não tem instabilidade · Complicada isquemia: estrangulada (super crescimento bacteriano e comprometimento art) · CLÍNICA Parada de eliminação de gases e fezes Dor em cólica Distensão abdominal Vômitos: Se obst alta (vom precoce) / Se obst baixa (vom tardio/ aspecto fecalóide) Diarreia paradoxal: tem q ser uma Suboclusão Peristalse ↑ luta, timbre metálico Comprometimento hemodinâmico Desidratação e Dist eletrolíticos TOQUE RETAL: gases, fezes, massa, fecaloma - vazia: obstrução total - cheia: obstrução funcional · DIAGNÓSTICO - Laboratório: Alcalose metabólica hipoclorêmica vômitos HipoKalemia SRAA (perda urinaria consequente a alcalose metabólica) Acidose Metabólica se isquemia ↑ lactato, ↑ LDH e ↑ fosfato - Radiografia ROTINA DE ABDOME AGUDO 3 incidências: tórax AP + abdome em pé e deitado Define o sítio de obstrução > DELGADO: · Distensão central (até 5 cm) · Pregas coniventes: empilhamento de moedas > CÓLON: · Distensão periférica (grosseira) · Haustrações Se RX inconclusivo TC · TRATAMENTO SUPORTE: Dieta zero, HV, SNG, DHE, Ácido-Base - MECÂNICA: * Parcial e NÃO complicada conservador (24-48 hs) * Total ou complicada cirurgia - FUNCIONAL conservador OBSTRUÇÃO INTESTINAL MECÂNICA · CAUSAS · DELGADO sítio + comum de obstrução Brida ou Aderência + COMUM Obstrução + cirurgia abdominal prévia = brida FR p bridas: infecção abdm, isquemia de alças, presença de corpo estranho TTO: > Não complicado Suporte (48 hs) + gastrografin (contraste oral hidrossolúvel hiperosmolar) por VO ou SNG > Refratário ou Complicado lise das aderências (Aberta ou vídeo) - Neoplasias - Hérnias - Íleo Biliar · CÓLON - Câncer + COMUM - Volvo torção sobre o próprio eixo + comum SIGMOIDE, CECO, GÁSTRICO Obstrução em alça fechada em 2 pontos simultâneos Obstrução colônica + válvula íleo-cecal competente DIAGNÓSTICO: - Rx grão de café, “U” invertido - Enema baritado bico de pássaro TTO: > Não complicado: descompressão endoscópica \ + sigmoidectomia eletiva > Complicado: cirurgia de urgência · INFÂNCIA - Intussuscepção + COMUM - Bezoar - Áscaris - Hérnia ÍLEO BILIAR Obstrução intestinal por um cálculo biliar + comum em idosos, sexo feminino · FISIOPATOLOGIA Colecistite + fístula + obstrução delgado local + comum íleo distal/ terminal próximo a válvula ileocecal - geralmente calculo > 2 cm - Sd de Bouveret: variável do íleo biliar · DIAGNÓSTICO * Rx ou Tc - pneumobilia - cálculo ectópico Tríade de Rigler - distensão do delgado * Colangiograma aéreo · TRATAMENTO Medidas gerais Retirada do cálculo +/- colecistectomia Enterolitomia INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL Invaginação de uma alça dentro de outra – dentro do tubo digestivo Causa + comum na infância (3 meses – 6 anos) Incidência > em meninos - Criança idiopático - Adulto pólipo, divertículo, tumor, parasitas, dç celíaca, dç de crohn Local + comum: junção ileocecal CLÍNICA Dor abdominal Massa em salsicha (palpável) Fezes em geleia de framboesa DIAGNÓSTICO Clínico + imagem: RX, USG, ENEMA (padrão ouro) TRATAMENTO Redução da invaginação com enema bário, hidrossolúvel e ar Refratário ou adulto cirurgia OBSTRUÇÃO INTESTINAL FUNCIONAL Comprometimento da função motora · ÍLEO PARALÍTICO todo o intestino fica paralisado CAUSAS: - Pós-operatório (fisiológico) Delgado: 24 hs para voltar Estomago: 48 hs a funcionar Cólon: 72 hs - Drogas (opioide), DHE, processos inflamatórios CLÍNICA: Parada, dor, distensão, peristalse ↓ TRATAMENTO Excluir causas mecânicas + SUPORTE 1. Pesquisar e corrigir dist HE – hemograma completo, bioquímica (Ut, Cr, Na, K, Cl, Hco3, Mg), hepatograma, amilase e lipas 2. Suspender (caso possível) medicações q possam prolongar o íleo (ex: opioides) 3. Excluir a possibilidade de obst intestinal mecânica ou pseudo-obstrução colônica. · PSEUDO OBSTRUÇÃO COLÓNICA AGUDA (Sd Ogilvie) - Só o CÓLON vai estar paralisado - paciente grave (CTI, sepse) CLÍNICA: Dor, distensãocolônica, peristalse + Hipomagnesemia Hipocalcemia ACHADOS: dilatação importante do cólon, principalmente no ceco. COMPLICAÇÕES Isquemia intestinal, perfuração de alça TRATAMENTO Excluir causas mecânicas + Suporte NEOSTIGMINA 2,5 mg IV Descompressão colonoscópica ceco > 11-13 cm Cirurgia se refratário DOENÇA DE HIRCHSPRUNG Contração mantida de um segmento intestinal, causada pela ausência de células ganglionares (plexo de Auerbach e Meissner) na área afetada. Essa hipertonia de alças gera uma obstrução intestinal com consequente dilatação de alças a montante (Megacólon). CLÍNICA Se manifesta em neonato. Sd de obst intestinal baixa: - Distensão abdm, vômitos e falência na expulsão de mecônio após 24 hs do nascimento. - Durante o toque retal pode ocorrer saída explosiva de gazes e fezes. DIAGNÓSTICO Radiografia simples de abdomen Enema constrastado Biopsia retal aspirativa: PADRÃO-OURO TRATAMENTO LATEP Técnica de la torre ANATOMIAHÉRNIAS DA PAREDE ABDOMINAL De dentro para fora... Vísceras Peritônio Gordura pré-peritoneal PAREDE POSTERIOR PAREDE ANTERIOR Fáscia transversalis Fáscia do m transverso Músculo transverso do abdome Aponeurose do m. obliquo externo Anel inguinal interno: marca o inicio do canal inguinal Anel inguinal externo: final do canal inguinal (é uma abertura na aponeurose abdominal) Ligamento inguinal (Poupart) CANAL INGUINAL Começa no Anel inguinal interno Termina no Anel inguinal externo Superior p inferior / lateral p medial TRIÂNGULO DE HESSELBACH INFERIOR: ligamento inguinal MEDIAL: bainha ou borda lateral do m. reto do abdome LATERAL: vasos epigástricos inferiores · Estruturas HOMEM: FUNÍCULO ESPERMÁTICO - M. cremaster, vv deferentes, plexo pampiniforme... - Conduto peritônio-vaginal obliterado... MULHER: Ligamento REDONDO do útero HÉRNIAS DA “REGIÃO DA VIRILHA” HÉRNIA INGUINAL INDIRETA + comum de todas: homem, mulher, criança, idoso Se anuncia através do anel inguinal Interno LATERAL aos vasos epigástricos CAUSA: Defeito CONGÊNITO Não fechamento do conduto peritônio-vaginal Típica da infância HÉRNIA INGUINAL DIRETA MEDIAL aos vasos epigástricos CAUSA: Defeito ADQUIRIDO Enfraquecimento da parede posterior Se anuncia através do triangulo de hesselbach - Vv epigástricos inferiores - Ligamento inguinal - Borda lat do musculo retoabdominal INDIRETA DIRETA HHI vem pelo anel inguinal INTerno em direção ao anel ing externo HID vem do T de Hesselbach em direção ao canal inguinal EXAME FÍSICO Man. De Valsalva ou Tossir - Polpa DIRETA se anunca pelo T. Hasselb - Ponta INDIRETA Desce o canal ing > risco de encarcerar HÉRNIA FEMORAL Se anuncia ABAIXO do ligamento inguinal Mais comum em mulheres Mais comum à direita Maior risco de encarceramento CLASSIFICAÇÃO DE NYHUS pag 107 I – Indireta com anel inguinal interno normal II – Indireta com anel inguinal interno dilatado III – Defeito na parede posterior a: Direita / b: Indireta / c: Femoral IV – Recidivante a: Direta / b: Indireta / c: Femoral / d: Mista CLASSIFICAÇÃO DE GILBERT I: HI, anel interno não dilatado II: HI, anel interno dilatado 2 cm ou + de 2 polpas digitais IV: HD com destruição da parede posterior V: HD recorrente no tubérculo púbico ou diverticular VI: hérnia combinada – Direta/ indireta VII: hérnia femoral TRATAMENTO · REDUTÍVEL - Cirurgia eletiva · ENCARCERADA - Redução manual - Cirurgia de urgência (refratário ou complicado) · ESTRANGULADA isquemia - Cirurgia de Emergência - Inguinotomia - Se reduzir na anestesia? · ABORDAGEM ANTERIOR Herniorrafia anterior + reforço da parede posterior > Shouldice: imbricação de músculos da parede posterior; sutura um musculo em cima do outro p reforçar a parede post Técnica difícil, tem vários índices de recidiva. > Lichtenstein ESCOLHA Tela livre de tensão > Mc Vay boa para hérnia femoral (ligamento de cooper) · ABORDAGEM POSTERIOR Técnica VL TEP (extraperitoneal total) E TAAP (transabdominal pré-peritoneal) CLASSIFICAÇÕES EXTERNA Atravessa todas as camadas da parede abdominal INTERNA Protrusão dentro da cavidade abdominal REDUTÍVEL Pode ser recolocada na cavidade abdominal NÃO REDUTÍVEL/ ENCARCERADA Não retorna ao seu local de origem ESTRANGULADA Tem comprometimento vascular DIRETA Passam diretamente pela parede abdominal INDIRETA Atravessam a parede por um canal DX DIFERENCIAL de massas na região da virilha e escrotal - H. inguinal - Criptorquidia - Hidrocele - Torção testicular - Varicocele - Lipoma - Hematocele - Cisto sebáceo Hérnias Especiais Hérnia por deslizamento Parte do saco herniario é formado pela víscera que ocupa; Estruturas + envolvidas é o cólon e a bexiga; + comum na hérnia indireta h. de Richter Ocorre herniação ou pinçamento da borda antimesentérica da alça intestinal H. de Littré Divertículo de Meckel H. de Amyand O apêndice vermiforme faz parte do conteúdo H. de pantalona Hérnia mista H. de garangeot H. femoral em q o conteúdo é o apêndice vermiforme HÉRNIA UMBILICAL CRIANÇA ADULTO Congênita Tendência: fechamento espontâneo até os 2 anos Adquirida OPERAR SE: Não fechar após 4-6ª > 2 cm Associada a DVP Concomitante à hérnia inguinal OPERAR SE: Sintomáticos Ascite volumosa PULMÃO EPIDEMIOLOGIA:ONCOLOGIA I - Principal causa de óbito por Ca no Br e no mundo - 4º tum + comum no Br (próstata, colorretais e mama) TIPOS: 1. Não pequenas células (80-85%) 2. Adenocarcinoma (40-45%) 3. Epidermoide (30%) 4. Pequenas células (15-20%) 5. Grandes células (10-15%) Tu com grande aumento da incidência: ADENOCARCINOMA Tu com localização tipicamente central: EPIDERMOIDE E PEQUENAS CÉLULAS Tu com localização tipicamente periférica: ADENOCARCINOMA E GRANDES CÉLULAS Tu que mais cavitam: EPIDERMOIDE E GRANDES CÉLULAS Tu que é considerado uma variante do adenocarcinoma: CARCINOMA BRONQUIOLO-ALVEOLAR CLÍNICA Tosse, hemoptise, dispneia, dor torácica, sibilância, pneumonite obstrutiva e cavitação Centrais: tosse, hemoptise e sibilos; Periféricos: tosse e dor torácica E quais os sinais e sintomas de uma disseminação regional? Esôfago: disfagia Nervo laríngeo-recorrente rouquidão Nervo frênico dispneia e soluços Pleura e pericárdio derrames Coração arritmias, IC e tamponamento Acometimentos característicos... TUMOR (comumente Epidermoide) presente no sulco superior: - Dor torácica (destruição do gradil costal) + atrofia das mãos e dor no ombro com irradiação ulnar - Sd. De Pancoast - Ptose palpebral, miose, enoftalmia e anidrose por compressão da cadeia simpática cervicotorácica - Sd de Horner Tumor volumoso (comumente o peq. Céls e a direita): - Edema facial e de membros superiores, pletora, turgência jugular e veias sobressalentes em tórax - Sd da Veia Cava Superior Síndromes paraneoplásicas: Carcinoma Epidermoide: Hipercalcemia Adenocarcinoma: Osteoartropatia hipertrófica Pequenas células: SIAD, Cushing, S. miastênica de Eaton-Lambert, encefalopatía límbica, neuropatía periférica, neurite óptica Outras: Baqueteamento digital, trombofilia, tromboflebite migratória (S. de Trousseau), Dermatomiosite, acantose nigricans, hiperceratose palmoplantar, síndrome nefrótica. NÓDULO PULMONAR SOLITÁRIO Lesão 3 cm = Massa Algumas provas colocam 6 cm para massa Lesão assintomática · BENIGNO Cicatriz de BK (TBC) Conduta: RX, TC, PET de 3-6 meses/ se não tem alteração em 2 anos, pode parar com o seguimento Idade 35 anos - > 2 cm (> 0,8 cm) - CRESCIMENTO em 2 anos - CALCIFICAÇÃO E FORMA Salpicado/ Excêntrico CONDUTA: Biópsia OU ressecção CARCINOMA BRONCOGÊNICO EPITÉLIO RESPIRATÓRIO:brônquios, bronquíolos e alvéolos · NÃO PEQUENAS CÉLULAS – 80-85% - Adenocarcinoma: + comum – 40% (↑ incidência) * paciente atípico: não fumante, jovem, mulheres * PERIFÉRICO: derrame pleural * acometimento neuroendócrino - Epidermoide: 2º + comum – 30% * paciente típico: idoso, fumante * CENTRAL: cavitação - Grandes células: 10%; PERIFÉRICO · PEQUENAS CÉLULAS (OAT-CELL) - 20% - mais agressivo - CENTRAL · BRONQUIOLOALVEOLAR - variante do ADENOCARCINOMA - bem diferenciado, melhor prognóstico - TC: imagem em vidro fosco CLÍNICA - tosse (manifestação + comum), hemoptise, dispneia, dor torácica Síndrome Compressivas: - Sd de PANCOAST Epidermoide * Dor torácica * Compressão do plexo braquial * Sd de horner: compressão do simpático cervical Pitose, miose, anidrose - Sd da Veia Cava Superior pensar em Oat-Cell * Edema de face e pletora * Turgência jugular * Varizes no tórax e MMSS DIAGNÓSTICO Histopatológico - PERIFÉRICO * Biópsia percutânea * Toracotomia ou videotoracoscopia - CENTRAL * Broncoscopia; escarro > RASTREIO Não é consenso (o MS não preconiza rastreio) - Se feito: TC anual SEM contraste - Fazer em tabagistas entre 55-80 anos (74 anos) - Interromper após 15 anos sem doença PAPILÍFERO FOLICULAR Características + comum, mulher, 20-40a Excelente prognóstico Crescimento lento Disseminação linfática FR: irradiação* Corpos PSAMOMATOSOS 2º + comum, mulher, 20-60a Bom prognóstico Disseminação hematogênica FR: carência de IODO ↑↑↑ cels foliculares Diagnóstico PAAF* Histopatológico Tratamento 1 cm: tireoidectomia total ( 2 cm: tireoidectomia total Segmento - Supressão do TSH - USG – 6 meses - Tireoglobulina > 1-2 ng/dL ablação 131 I - Cintilografia Não pequenas células TNM Tamanho da lesão e o tanto que penetra nesse órgão Número de linfonodos Metástase a distancia T1: 7 cm - estrutura adjacente: coração, traqueia, esôfago... - Nódulo satélite ipsilateral em lobo diferente N1: linfonodos hilares N2: linfonodos mediastinais N3: contralaterais ou supraclaviculares Irressecável M1: metástase a distancia Derrame pleural/ pericárdico neoplásico ou nódulo satélite no pulmão Pequena Célula – OAT CELL LIMITADO 1 hemitórax EXTENSO bilateral · ESTADIAMENTO TRATAMENTO Não pequenas células IA (NPS) ressecção IB ou II ressecção + QT IIIA = IIa ou IIIb IIIB QT + RT IV QT paliativa IRRESECÁVEL: T4; N3; M1 Pequena célula LIMITADO QT + RT (cura 15-25%) EXTENSO QT paliativa TIREOIDE Nódulo de tireoide: condição comum, que acomete 4-7% da população, sendo maligno em 5-15%. Acomete, frequentemente, mulheres jovens, mas apresenta maior probabilidade de malignidade em homens com mais de 50 anos. Mas qual é o “grande” exame para a análise da lesão? PAAF exame solicitado, sempre, em eutireoideos (exceção: sexo masculino com i>40 anos e história de irradiação) S de 86% e E de 91% CÂNCER DE TIREOIDE Menos de 1% das malignidades, com incidência em torno de 9 para 100 mil pessoas · BEM DIFERENCIADO - + comum; mulher jovem; BOM prognóstico - Papilífero / + comum/ 75% - Folicular · POUCO DIFERENCIADO - PIOR prognóstico - Medular - Anaplásico Variáveis Baixo risco Alto risco Idade 40 anos Sexo Feminino Masculino Extensão Tu confinado à tireoide Extensão extratireoidiana; invasão capsular Metástase Ausência de metástase Metástase regional ou à distancia Tamanho 4 cm Grau Bem diferenciado Pouco diferenciado CARCINOMA MEDULAR (CMT) Origem: Cels C ou Parafoliculares: calcitonina Marcador CALCITONINA Diagnóstico PAAF Apresentação Esporádico – 80% Familiar – 20% (associação com NEM 2) NEM 2 A: CMT + FEOCROMOCITOMA + Hiperpara NEM 2 B: CMT + FEOCROMOCITOMA + Hábito Marfanoide + Neuromas Proto Oncogene RET Pesquisar em parente de 1º grau Se + = tireoidectomia profilática Tratamento Tireoidectomia + linfadenectomia Seguimento CALCITONINA ANAPLÁSICO OU INDIFERENCIADO PIOR prognóstico, + raro e agressivo, idoso, deficiência de IODO Crescimento rápido Disseminação linfática e hematogênica, além da invasão local Geralmente já se apresenta com invasão de estruturas locais, impossibilitando uma cirurgia eletiva DIAGNÓSTICO PAAF TRATAMENTO Traqueostomia + QT/RT Fazendo a diferença... CARCINOMA DE CÉLULAS DE HURTHLE Variante mais agressiva e menos diferenciada do folicular PIOR prognóstico TTO: Tireoidectomia total + Linfadenectomia LINFOMA Tumores raros e, na maioria, não Hodgkin + comuns em mulheres na 7ª década de vida Grande associação com T. de Hashimoto (aumento incidência em 40x) TTO Inicial Tireoidectomia total Avançada QT NÓDULO DE TIREOIDE 1º passo: ANAMNASE + EXAME FÍSICO Suprimido TSH Normal Faz a Cintilografia: Se lesão “FRIA” Fazer USG Se 1 cm e ou suspeito PAAF Nódulo Suspeito 60 anos; irradiação; História +; Rouquidão; Crescimento USG: Chammas IV e V Se lesão “QUENTE” Adenoma Tóxico (Cx/ radioIodo) Fazer Análise da PAAF · Classificação de BETHESDA TIPO Definição Conduta 1 Insatisfatório Repetir PAAF 2 Benigno Seguimento 3 Atipia indeterminada Repetir PAAF 4 Folicular* Cirurgia *análise genética 5 Suspeito* 6 Maligno CÂNCER DE PRÓSTATA TU MALIGNO + COMUM NO BR – ADENOCARCINOMA (95%) Letalidade baixa FATORES DE RISCO - Idade ↑: Hist. Familiar +; Negros; Dieta ocidentalizada (Carne vermelha) CLÍNICA Assintomático (periférico) - Sint Irritativos - Sint Obstrutivos - Metástase óssea – apresenta DOR óssea Se encontra algum dos últimos 3 sintomas Quadro avançado DIAGNÓSTICO Histopatológico - deveria seguir uma política de Rastreio Mas o RASTREIO não é um consenso MS: NÃO indica SBU: indica o rastreio COMO? Toque + PSA QUANDO? > 50 anos Negros ou Hist familiar +: 45 ano QUANDO INDICAR A BIÓPSIA TRANSRETAL - Toque + (irregular, endurecido, nodulações) - PSA > 4ng/ml (> 2,5 ng/ml se Velocidade > 0,75 ng/ml/ano > Densidade > 15 afastar HPB > Fração livre 40 anos - Exposição a hidrocarbonetos Ocupacional: pintor, frentista, sapateiro CLÍNICA HEMATÚRIA > 40 anos + hematúria = investigação DIAGNÓSTICO Citologia Especificidade ↑ / Sensibilidade ↓ Cistoscopia com biópsia Retirar o musculo adjacente TRATAMENTO Invade a camada muscular? – T2 - NÃO – SUPERFICIAL (T1 N0 M0) * RTU-B + seguimento 3/3 meses * Adjuvância com BCG intra-vesical se: - recorrência, grandes, multifocais (> 40%), T1 Faz essa adjuvância após 4 semanas - SIM – INVASIVO (> T2): * QT neo (3 ciclos) * Cirurgia RADICAL (cistectomia + linfadenectomia) * QT adj (3 ciclos) - METÁSTASE tentar remissão completa * QT +/- ressecção da dç residual CÂNCER DE ESÔFAGO ESCAMOSO / ADENOCARCINOMAONCOLOGIA II FATORES DE RISCO Escamoso: tabagismo, etilismo, acalasia, estenose caustica e tilose palmo-plantar (Dç hereditária) (Médio-Proximal)