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NOME DO TUTOR | TURMA ENCONTRO: 1 EMENTA Introdução à técnica dietética: definição, terminologia, importância e aplicação. Pesos e medidas: per-captas, porções, medidas caseiras e equivalências. Pré-preparo e indicadores culinários: fator de correção, índice de conversão, índice de reidratação, densidade, densidade energética, fator de rendimento. Métodos de cocção dos alimentos, calor úmido, calor seco e calor misto. Ficha técnica da preparação e lista de compras. Grupos alimentares (cereais, leguminosas, frutas, hortaliças, açúcar e açucarados, leite, ovos, carnes, óleos e gorduras, bebidas e condimentos.): conceito, classificação e estudo dietético dos grupos alimentares. Planejamento de refeições para diferentes objetivos e consistências. OBJETIVOS DA DISCIPLINA Compreender a aplicação das técnicas de pré-preparo e preparo mais adequadas para a biodisponibilidade dos alimentos, preservando ou potencializando seu valor nutricional, além das características sensoriais; Compreender o planejamento alimentar para diferentes situações que interferem no processo do metabolismo dos nutrientes; Conhecer e compreender os grupos alimentares, conforme as recomendações do Guia alimentar para a população brasileira. UNIDADE 1 INTRODUÇÃO À TÉCNICA DIETÉTICA Tópico 1 – Conceito e Aplicação Tópico 2 – Técnicas de Pré-Preparo e Preparo Tópico 3 – Ficha Técnica da Preparação e seus Componentes UNIDADE 2 GRUPOS ALIMENTARES Tópico 1 – Guias alimentares Tópico 2 – Cereais, Raízes E Tubérculos Tópico 3 – Hortifrutis Tópico 4 – Carnes e Ovos; Leguminosas; Leite, Queijos e Iogurtes Tópico 5 – Açúcar e Açucarados; Óleos e Gorduras; Bebidas e Condimentos UNIDADE 3 PLANEJAMENTO DE REFEIÇÕES E DIFERENTES OBJETIVOS E CONSISTÊNCIAS Tópico 1 – Distúrbios Digestivos Tópico 2 – Doenças Crônicas Não Transmissíveis Tópico 3 – Restrições Alimentares Tópico 4 – Dietas Hospitalares Trilha interativa Acesse a sua trilha, faça a leitura de todo conteúdo! Na trilha você encontrará: artigos, vídeos complementares, material de apoio, livros de receitas, entre outros! Fórum e enquete: interaja e compartilhe a sua opinião. Estas atividades contribuem na construção do conhecimento! CONCEITO A técnica dietética é a sistematização do pré-preparo e preparo dos alimentos que aumentam ou retardam a absorção dos nutrientes. Os principais objetivos da técnica dietética dos alimentos são: nutricionais, higiênicos, digestivos, sensoriais e econômicos Nutricional está ligado à escolha adequada das técnicas de preparo, assegurando que os nutrientes dos alimentos sejam preservados, ou potencializados, ou seja, durante o preparo dos alimentos utilizamos diversas técnicas, como cortar, triturar, cozinhar, entre outras, que podem alterar o valor nutricional dos alimentos, causando perdas nutricionais Higiênico Tendo em vista que os alimentos são ricos em nutrientes, estes estão sujeitos à deterioração e contaminação por micro-organismos. Assim, é fundamental a aplicação das boas práticas de manipulação dos alimentos em todas as etapas da produção, da escolha do fornecedor ao momento da entrega da preparação. Digestivo Está relacionado ao grau de digestibilidade do alimento e qual seu potencial, se cru ou cozido Sensorial é fundamental, você por vezes já deve ter escutado alguém falar que comemos com os olhos. Comemos pelo aroma, pelos sentidos, entre outros fatores. Econômico Econômico em todos os sentidos, de rentabilidade, de recursos humanos e de tempo. Outro conceito importante que você encontrará é o de biodisponibilidade, utilizado desde 1980 na nutrição, sendo considerado a fração de qualquer nutrienteingerido, absorvido e com potencial para suprir demandas fisiológicas de tecidos alvos (COZZOLINO, 2016). Sua efetivação dependerá de vários fatores como: a característica e forma química dos alimentos, as substâncias antinutricionais, a quantidade ingerida, as combinações dos nutrientes ingeridos e a presença de agentes ligantes, ou seja, não significa que a quantidade de nutriente contida no alimento será utilizada (COZZOLINO, 2016). PANELAS E USO DO MICRO-ONDAS Nos dias atuais não há como pensar em alimentos de forma isolada, certo? Por que seria importante você estudar equipamentos e utensílios? O saber popular já deu indícios que se cozinhássemos em panelas de ferro, poderíamos tratar anemias, sendo um ponto positivo, porém, esses mesmos utensílios podem nos trazer malefícios, alterando as características dos alimentos e o objetivo da preparação, principalmente pela migração de compostos tóxicos, como o alumínio, chumbo, cromo e níquel. Dessa forma, a escolha do utensílio e equipamento para ser usado para a preparação será fundamental. PANELAS DE ALUMÍNIO Em panelas novas, nota-se maior migração do alumínio em líquidos com ponto de ebulição do que em panelas já usadas. No entanto, em tempo de cocção de 15 a 30 minutos, a migração é igual em ambos os utensílios (novos e usados). Atualmente, o mineral está relacionado com diversas pesquisas como um composto relacionado com doenças como Alzheimer. PANELAS DE FERRO A migração do micronutriente é influenciada pelo pH dos alimentos durante a cocção. Alimentos ácidos têm um acréscimo maior do mineral do que os alimentos alcalinos. A quantidade de ferro migrante é superior nos utensílios de ferro PANELAS DE AÇO INOXIDÁVEL Combinação de ferro, cromo e níquel. Os utensílios de inox são fonte considerável de cromo na alimentação, contribuindo com um acréscimo de 0,01 a 0,31 mg/L no alimento preparado. PANELAS DE TEFLON Revestimento em politetrafluoretileno, práticas na limpeza, no entanto, na cocção há liberação de substâncias que podem causar câncer. Essas substâncias tóxicas são liberadas principalmente quando o teflon é arranhado. No momento de mexer o alimento ou lavar, deve-se tomar cuidado com o utensílio utilizado para não perder a camada de revestimento. PANELAS DE VIDRO Nas panelas de vidro não há migração de compostos para os alimentos. O calor fica concentrado na parte inferior, muitas vezes não havendo controle da preparação. Material frágil. Dificuldade em dourar os alimentos, como as carnes. PANELAS DE CERÂMICA Deve-se optar pelas ofuscadas, pois as vitrificadas são elaboradas com óxido de chumbo, substância que pode migrar para os alimentos, podendo causar doenças, como o câncer. PANELAS DE ESMALTADAS O esmalte pode conter óxido de chumbo, podendo causar doenças, como o câncer. As pintadas a mão podem conter tintas que, ao serem aquecidas, migram para os alimentos causando intoxicação. PANELAS DE BARRO Não há migração de substâncias tóxicas para a saúde. As características sensoriais dos alimentos são mantidas. Quando utilizadas, devem ser untadas de óleo. Quando novas, devem ser levadas ao forno por, no mínimo, duas horas para selagem. FORNO MICRO-ONDAS O forno micro-ondas é um equipamento que pode facilitar o cotidiano das pessoas em relação à alimentação. Produz calor que alcança diretamente o alimento, chegando a uma temperatura de 100 °C. No entanto, se utilizado de forma incorreta, pode trazer prejuízos aos indivíduos, como a exposição de xenobióticos — substâncias externas ao organismo humano que podem causar alto grau de toxicidade às pessoas. FORNO MICRO-ONDAS Os utensílios adequados para o equipamento devem ser resistentes e indicados pelo fabricante. Plásticos, como potes, devem ser próprios para uso no micro-ondas. Já as louças ou porcelanas não devem conter acabamentos com material metálico e tintas. Madeira e palha podem ser utilizadas para aquecimento rápido, de no máximo um minuto. FORNO MICRO-ONDAS Alguns materiais são inadequados para uso no micro-ondas, como o metal e alumínio. Como exemplo, temos o papel-alumínio, que pode produzir faíscas; copos de cristal que podem estourar; e utensílios esmaltados ou decorados que podemliberar substâncias tóxicas. Outro cuidado com o equipamento é: não cozinhar ovos com cascas no micro-ondas, pois podem estourar. Ainda, não realizar frituras, pois não há controle da temperatura do óleo. O pré-preparo é a etapa prévia ao preparo e consta em operações realizadas nos alimentos para que estes sofram tratamento ou modificações por meio de limpeza, higienização, descongelamento, divisão e mistura. Durante o pré-preparo podem ser utilizados métodos secos (escolher arroz ou feijão) ou úmidos (lavar frutas, verduras e legumes). A técnica de preparo visa assegurar alguns fatores como: preservação de nutrientes, que o alimento seja agradável nas características sensoriais, melhorara digestibilidade, inativar fatores antinutricionais e aproveitamento total dos nutrientes e ingredientes. TÉCNICAS DE PRÉ-PREPARO E PREPARO Antes de se iniciar uma receita, é necessário ler com atenção todos os itens, com a finalidade de assegurar as condições de pré- preparo e preparo e evitar a interrupção do trabalho, certificando-se que não irá faltar nenhum ingrediente para o preparo da receita. Por exemplo, ao elaborar um bolo deve-se verificar todos os ingredientes da receita, untar a forma a ser utilizada e pre aquecer o forno para que este seja utilizado para assar o bolo. TÉCNICAS DE PRÉ-PREPARO E PREPARO A divisão simples é a operação em que o alimento é fragmentado em partes, mantendo todos os componentes em um todo. Inclui-se nos métodos de divisão simples: cortar, picar, moer, triturar e amassar DIVISÃO E UNIÃO DOS ALIMENTOS NO PRÉ-PREPARO DIVISÃO SIMPLES Além da divisão, os alimentos ainda podem ser separados em partes menores, sendo que cada parte contém diferentes componentes. Por meio desta divisão, pode-se separar dois líquidos, dois sólidos ou um sólido e um líquido. Os alimentos líquidos podem ser separados pelas seguintes operações, como decantar e centrifugar. Já os alimentos sólidos podem ser separados por operação como pelar ou descascar, peneirar e moer. Quando se trata em separar um alimento sólido e um líquido, podem ser utilizadas operações como espremer, filtrar ou coar, sedimentar e centrifugar. DIVISÃO COM SEPARAÇÃO DE PARTES Durante o pré-preparo de uma receita, ainda podem ser utilizadas operações de união com a finalidade de juntar mais de dois ingredientes ou alimentos. Essa operação compreende misturar, bater, amassar e sovar. UNIÃO DOS ALIMENTOS Ao reproduzir uma preparação, é de grande valia que os ingredientes sejam medidos com precisão, a fim de realizar a correta preparação da receita e obter o produto desejado. Medir os ingredientes garante o cálculo do valor nutricional da preparação e evita o desperdício dos ingredientes. Porém, os valores para pesos e medidas não seguem um padrão, podendo ser consideradas diferenças de volume entre os tipos de utensílios utilizados como medidas. PESOS E MEDIDAS CASEIRAS Existem duas formas para obter a medição dos ingredientes. A medição pode ser feita por de instrumentos com capacidade de medidas padronizadas (balança, litros ou recipientes graduados) Ou por meio das medidas caseiras (xícaras, colheres, copos, escumadeira, concha) que geralmente são mais utilizadas Mesmo que se utilize os mesmos utensílios, por exemplo, as mesmas xícaras ou as mesmas colheres para medir, é necessário ficar atento no modo em como se é medido nesses utensílios. Pois, uma xícara cheia pode ser mensurada de diferentes formas dependendo do ponto de vista de quem está a enchendo Tentar padronizar É rasa? É nivelada? Ainda podem ser adotadas abreviaturas que facilitam a leitura e o processo de preparação de uma receita. As farinhas, cacau, aveia, açúcar ou grãos não devem ser pressionados para serem medidos. Deve-se homogeneizar os ingredientes caso estes estejam com grumos ou encaroçados utilizando uma colher ou uma peneira, dependendo do ingrediente. Com o auxílio de uma colher os alimentos devem ser colocados de forma cuidadosa no utensílio de medida. Após, com uma espátula ou com o lado cego da faca, a superfície deve ser nivelada, retirando o excesso TÉCNICAS PARA PESAGEM E MEDIÇÃO DOS INGREDIENTES INGREDIENTES SECOS Para a medição dos produtos líquidos, estes devem ser colocados nos utensílios nos quais serão pesados e após serem transferidos para medidores de vidro com graduação (jarras, copos, xícaras) com o tamanho adequado para o volume. Em seguida, deve-se colocar o recipiente em uma superfície plana, despejar o líquido e verificar o nível na altura dos olhos até que chegue a demarcação estipulada, conforme demonstrado a seguir: TÉCNICAS PARA PESAGEM E MEDIÇÃO DOS INGREDIENTES INGREDIENTES LÍQUIDOS Os alimentos pastosos, como o doce de leite, ou gordurosos, como manteiga ou margarina, devem ser pesados sempre em temperatura ambiente (retirando-o da geladeira com antecedência) e colocados em um medidor com o auxílio de uma colher. Deve-se pressionar o alimento cada vez que ele for colocado, a fim de acomodá-lo e evitar a formação de bolhas de ar. Quando a medida estiver cheia, nivelar a superfície com uma espátula ou com o lado cego de uma faca para retirar o excesso. Para a medição de óleos e azeites, é necessário utilizar o mesmo procedimento dos ingredientes líquidos. TÉCNICAS PARA PESAGEM E MEDIÇÃO DOS INGREDIENTES INGREDIENTES PASTOSOS OU GORDUROSOS A lista de equivalências, ou de substituição, é uma ferramenta utilizada para efetuar substituições dos alimentos a serem consumido, devendo garantir que a diferença calórica e de macronutrientes seja insignificante ao realizar a troca de uma porção de alimento por outra porção do mesmo grupo em que este está inserido, ou seja, equivaler a uma porção de outro alimento do mesmo grupo. LISTA DE EQUIVALÊNCIA Esta lista então é dividida em grupos, podendo conter grupos dos pães, de carnes, de arroz, de leites e derivados, de sobremesas, de óleos e gorduras, de frutas, entre outros. Porém, dentro de cada grupo de alimentos deverá conter o que seria uma porção de cada alimento, sendo apresentados em medidas caseiras. Além disso, pode-se especificar os valores dos alimentos em gramas e em quilocalorias LISTA DE EQUIVALÊNCIA O per capita é a quantidade de alimento consumido por pessoa. Esse per capita pode ser definido através de grupos de alimentos, sendo este quantitativamente analisado por meio de uma tabela média de alimentos, que deve ser elaborada considerando as espécies possíveis de gêneros a serem oferecidas em cada grupo de alimentos. Realizar a definição de per capita, além de garantir o equilíbrio dos cardápios, orienta na previsão de compras e requisição. PER CAPITA DOS ALIMENTOS Após as preparações preliminares de pré-preparo, alguns alimentos já estão prontos para serem consumidos. Porém, temos alimentos que necessitam ser submetidos por diferentes processos para serem consumidos. Frequentemente, utiliza-se a cocção para possibilitar o consumo dos alimentos. Para possibilitar a cocção, geralmente são utilizados dois processos básicos de cocção, o calor seco e o calor úmido. Entretanto, há mais um processo que pode ser utilizado, o calor misto. MÉTODOS DE COCÇÃO É um método de cocção em que não se utiliza líquido, resultando na desidratação do alimento. O calor seco pode ser empregado sendo utilizado gordura ou não. Sendo assim, o ar ou a gordura irão funcionar como meio de transferência de calor. Os métodos de cocção que utilizam a gordura como transferência de calor são conhecidos como saltear, frigir, fritar com gordura, fritar por imersão e fritar em equipamentos elétricos com um pouco de gordura. Da mesma forma que existem os métodos secos que usam a gordura como fonte de calor, há aqueles que não a utilizam. Estes consistem na aplicação apenas de ar seco, podendo ser realizado por meio direto ou indireto. Como exemplo de métodos de cocção por calor seco semgordura, temos: assar no forno, assar no espeto e grelhar. MÉTODOS DE COCÇÃO CALOR SECO Diferente do calor seco, o método de calor úmido utiliza a água como meio de cocção, podendo ser realizada por meio de líquido quente ou a vapor, sendo que a temperatura e o tempo de cocção, tem indicação diferente para cada alimento e cada método de calor úmido que é empregado. Os meios que podem ser utilizados, como os citados, são por líquido quente que pode ser feito sob fervura em fogo lento, fervura em ebulição e banhomaria; ou por cocção a vapor realizado sem pressão, sob pressão ou por cocção em panelas elétricas MÉTODOS DE COCÇÃO CALOR ÚMIDO MÉTODOS DE COCÇÃO CALOR ÚMIDO Vale ressaltar que quando utilizamos os métodos de cocção por calor úmido, podem existir perdas nutricionais por dissolução de componentes hidrossolúveis presente nos alimentos. Dessa forma, é recomendado que seja reduzida a quantidade de água utilizada e que o alimento seja preparado por menor tempo de cocção para minimizar as perdas. Neste método, esta cocção consiste na aplicação do calor seco e úmido. Os métodos conhecidos e utilizados são brasear, refogar e ensopar. Assim, a cocção inicia-se com o calor seco com a finalidade de formar uma camada protetora em volta do alimento e impedir a saída dos sucos, sendo submetido, em seguida, o alimento em calor úmido. Desta forma, as substâncias sensoriais são primeiramente concentradas no alimento (calor seco), para depois, por adição de líquidos, espalhar seu sabor em todo o produto (calor úmido). MÉTODOS DE COCÇÃO CALOR MISTO Biblioteca virtual ORNELAS, Lieselotte Hoeschl. Técnica Dietética Seleção E Preparo De Alimentos:8.ed. São Paulo: Atheneu, 2007. PHILIPPI, Sônia Tucunduva. Dietética: princípios para o planejamento de uma alimentação saudável. 1.ed. Barueri: Manole, 2015. PANSANI, Daniela Cristina. Nutrição E Dietética:1.ed. São Paulo: Pearson, 2014. Complementar: PHILIPPI, Sônia Tucunduva. Nutrição E Técnica Dietética: 3 edição revisada e ampliada. ed. Barueri: Manole, 2014. PHILIPPI, Sônia Tucunduva. Pirâmide Dos Alimentos: fundamentos básicos da nutrição. 2.ed. Barueri: Manole, 2014. COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade De Nutrientes:3.ed. Barueri: Manole, 2009. PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Tabela De Composição De Alimentos: suporte para decisão nutricional. 3.ed. Barueri: Manole, 2012. BENETTI, Gisele Bizon. Manual De Técnicas Dietéticas:1.ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2013. Atividade! Para conhecer a importância da Técnica e dietética, leia a matéria do Conselho Regional de Nutrição da 5ª: Nutricionistas precisam dominar bem a Técnica Dietética para criar cardápios, que está na sua trilha interativa! (tarefa) Para saber mais, faremos uma atividade! Atenção! O Tutor vai colocar o link de um e-book no chat. https://www.univates.br/editora-univates/media/publicacoes/53/pdf_53.pdf Cada acadêmico procura dentro do e-book o seu texto. Após a aula, sugere-se que façam a leitura dos demais textos. Os acadêmicos devem ler o resumo de seus colegas no chat. O título dos textos está na próxima tela: O Tutor distribuirá textos Cada acadêmico escolhe um texto, faz a leitura e escreve um resumo de 5 a 7 linhas Após 20 minutos, cada acadêmico posta/cola no chat da aula o seu resumo. TÉCNICA DIETÉTICA - METODOLOGIA PARA PESOS E MEDIDAS ÓLEOS E GORDURAS CALDOS, SOPAS, MOLHOS E CONDIMENTOS TÉCNICAS BÁSICAS PARA PREPARO DE ALIMENTOS RECEITAS DE PAPAS, E DICAS PARA A INTRODUÇÃO DOS ALIMENTOS ELABORAÇÃO DE CARDÁPIO PATOLOGIA E TERAPIA NUTRICIONAL NO DIABETES MELLITUS PATOLOGIA E TERAPIA NUTRICIONAL DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA PATOLOGIA E TERAPIA NUTRICIONAL NO CÂNCER PATOLOGIA E TERAPIA NUTRICIONAL DA OBESIDADE E SÍNDROME METABÓLICA Finalização da aula! Acadêmicos devem rever conceitos matemáticos sobre regra de 3. Fazer a leitura da Unidade 1, principalmente o tópico 3. Um ladrão rouba um tesouro, mas não furta a inteligência. Uma crise destrói um herança, mas não uma profissão. Não importa se você não tem dinheiro, você é uma pessoa rica, pois possui o maior de todos os capitais: a sua inteligência. Invista nela. Estude! Augusto Cury “ image1.emf image2.png image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg image10.jpeg image11.jpeg image12.png image13.jpeg image14.jpeg image15.png image16.png image17.png image18.png image19.png image20.jpeg image21.png image22.png image23.png image24.png image25.png image26.png image27.png image28.png