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Cidade 2024 NOME DO ALUNO CURSO DE NUTRIÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA Cidade 2024 RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA Relatório de Estágio em Nutrição Clínica apresentado como requisito obrigatório na disciplina de Estágio em Nutrição Clínica. Orientador: Prof. NOME DO ALUNO SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 3 2 DESENVOLVIMENTO ................................................................................................ 1 2.1 TÍTULO NÍVEL 2 – SEÇÃO SECUNDÁRIA ............................................................ 1 2.1.1 Título Nível 3 – Seção Terciária ........................................................................... 1 2.1.1.1 Título nível 4 – Seção quaternária ..................................................................... 1 2.1.1.1.1 Título nível 5 – Seção quinária ....................................................................... 1 3 EXEMPLOS DE ELEMENTOS DE APOIO AO TEXTO ............................................ 1 3.1 EXEMPLO DE GRÁFICO ........................................................................................ 1 3.2 EXEMPLO DE FIGURA ........................................................................................... 1 3.3 EXEMPLO DE QUADRO ......................................................................................... 1 3.4 EXEMPLO DE TABELA ........................................................................................... 1 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................................................ 1 REFERÊNCIAS ............................................................................................................ 24 APÊNDICES ................................................................................................................. 25 APÊNDICE A – Instrumento de pesquisa utilizado na coleta de dados ..................... 25 ANEXOS ....................................................................................................................... 26 ANEXO A – Título do anexo ........................................................................................ 26 3 1 INTRODUÇÃO Neste tópico, você deverá incluir uma descrição detalhada sobre o local de estágio, contextualizando-o dentro do município em que está situado. É importante fornecer informações gerais sobre o campo de estágio, abordando suas características principais e relevância na área. Além disso, deve-se esclarecer o objetivo do estágio, explicando as metas a serem alcançadas e a importância da experiência para a formação profissional. Por fim, deve-se mencionar o período em que o estágio foi realizado, destacando a duração e as etapas envolvidas no processo. Por exemplo: “O estágio foi realizado no Hospital São Rafael, situado na cidade de São Paulo, sendo uma instituição de referência em atendimento hospitalar e emergencial. Com uma infraestrutura moderna e equipada com tecnologia de ponta, o hospital atende pacientes de diversas especialidades, incluindo... O hospital possui um setor de nutrição bem estruturado, responsável pela elaboração e supervisão de dietas hospitalares, avaliação nutricional e planejamento de intervenções para melhorar o estado nutricional e a recuperação dos pacientes. É composta por uma equipe de 10 nutricionistas.... O objetivo do estágio no Hospital São Rafael foi de proporcionar... O período de estágio, que ocorreu de maio a julho de 2024, contemplou diversas etapas que incluíram...” No máximo 1 folha. 4 2 ATIVIDADES DO ESTAGIÁRIO Descrever de forma detalhada as atividades realizadas todos os dias no estágio, ou seja, a rotina do seu estágio, conforme exemplo abaixo: 1º dia de estágio (20/12/2019) Neste dia, realizei o atendimento de três pacientes. Um deles era de primeira consulta, para o qual realizei a anamnese, a avaliação antropométrica e o diagnóstico nutricional. Os outros dois atendimentos foram consultas de retorno, onde avaliei o recordatório alimentar, acompanhei a evolução da dieta e monitorei a perda de peso dos pacientes. 2º dia de estágio (21/12/2019) Neste dia... 3º dia de estágio (22/12/2019) Neste dia... 4º dia de estágio (23/12/2019) Neste dia... E assim por diante. 5 3 CASO CLÍNICO Neste tópico, você deverá descrever de forma detalhada o caso clínico escolhido durante um dos atendimentos realizados em seu estágio. No relato, selecione um paciente específico, lembrando-se de manter o sigilo sobre suas informações pessoais e identificáveis. Apresente todos os aspectos relevantes do caso, incluindo a queixa principal, histórico de saúde, diagnóstico, intervenções nutricionais propostas e qualquer evolução observada ao longo do acompanhamento. Certifique-se de redigir todos os tópicos, conforme abaixo, em forma de texto, oferecendo uma visão clara e completa do caso para uma compreensão abrangente do processo de atendimento. Siga as instruções abaixo: a. Introdução Neste tópico, você deverá abordar de forma sucinta as patologias diagnosticadas na (o) paciente selecionada (o) para o caso clínico. Por exemplo, se a (o) paciente apresentar condições como Diabetes Mellitus e Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), é fundamental discorrer sobre esses distúrbios, incluindo sua fisiopatologia, os impactos dessas doenças no organismo e como elas influenciam a saúde da (o) paciente. Além disso, inclua informações sobre as recomendações alimentares específicas para cada condição, considerando os aspectos dietéticos que são fundamentais para o manejo eficaz dessas patologias. Ao fazer isso, você oferecerá uma visão geral que conecte a teoria à prática clínica. b. Identificação do paciente. Neste tópico, você identificará a (o) paciente utilizando apenas as iniciais do nome, preservando a confidencialidade. Por exemplo: "Paciente GTK, sexo feminino, 78 anos de idade." c. Queixa Principal. Neste tópico, você descreverá as principais queixas da (o) paciente de forma detalhada, considerando as patologias apresentadas. Por exemplo: "Paciente GTK apresenta como principais queixas sensação constante de queimação no estômago e azia, especialmente após as refeições, 6 sintomas característicos da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). Além disso, a paciente relata episódios frequentes de hiperglicemia, acompanhados por sede excessiva, fadiga e aumento na frequência urinária, sintomas associados ao Diabetes Mellitus (DM)." d. História da Doença Atual (HDA). Neste tópico, você deverá descrever o desenvolvimento das doenças na (o) paciente de maneira detalhada e cronológica, destacando a progressão dos sintomas e as intervenções realizadas ao longo do tempo. Por exemplo: "A paciente foi diagnosticada com Diabetes Mellitus (DM) há cerca de 15 anos, após apresentar sintomas persistentes de fadiga, poliúria, polidipsia e perda de peso inexplicada. Inicialmente, o controle glicêmico foi mantido por meio de mudanças na dieta e uso de medicamentos orais. No entanto, nos últimos cinco anos, a paciente passou a necessitar de insulina para alcançar níveis glicêmicos adequados, devido à progressiva resistência à medicação oral. Paralelamente, a paciente desenvolveu sintomas de Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) há aproximadamente 10 anos, inicialmente manifestados como azia ocasional e desconforto abdominal. Com o passar do tempo, os sintomas se tornaram mais frequentes e intensos, especialmente após as refeições, levando à introdução de inibidores da bomba de prótons para o manejo da DRGE. Atualmente, a pacientecontinua a apresentar episódios de queimação e regurgitação, apesar da adesão ao tratamento medicamentoso e à dieta específica." e. História Familiar. Neste tópico, você deverá descrever o ambiente familiar da (o) paciente, incluindo aspectos como a dinâmica familiar, apoio emocional, condições socioeconômicas e o papel da família no manejo das condições de saúde. Por exemplo: "A paciente GTK vive em um ambiente familiar estável e acolhedor. Ela reside com sua filha mais velha e o genro, que desempenham um papel fundamental no seu cuidado diário. A família possui uma boa relação, caracterizada por um apoio emocional consistente, o que contribui para o bem-estar geral da paciente. No entanto, a família enfrenta desafios econômicos, o que ocasionalmente limita o acesso a certos recursos médicos e alimentares de melhor qualidade. A filha 7 da paciente assume a responsabilidade principal pelo acompanhamento das consultas médicas e pela administração dos medicamentos, enquanto o genro auxilia na mobilidade e nas tarefas domésticas. A rede de apoio se estende a outros filhos, que visitam regularmente e oferecem suporte financeiro e emocional sempre que necessário. Essa estrutura familiar tem sido essencial para o manejo eficaz das condições crônicas da paciente, embora as limitações financeiras exijam adaptações contínuas no tratamento." f. História Patológica Pregressa. Pregresso é relativo ao que passou, a história, portanto, aqui neste tópico, você deverá descrever detalhadamente a história médica da (o) paciente, incluindo eventos e condições passadas que influenciam o estado de saúde atual. Relate informações como internações, cirurgias, intercorrências, gestações e outros aspectos relevantes da trajetória clínica. Por exemplo: “A paciente GTK apresentou várias internações ao longo dos anos devido a complicações relacionadas ao Diabetes Mellitus (DM) e à Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). Ela foi submetida a duas cirurgias: uma histerectomia na década de 1990 e uma colecistectomia em 2010. Em relação às gestações, a paciente teve quatro filhos, todas sem intercorrências significativas. A paciente também relata episódios frequentes de hiperglicemia e sintomas de refluxo, como azia e regurgitação, que levaram a várias consultas de emergência ao longo dos anos”. g. História socioeconômica. Neste tópico, você deverá descrever a situação socioeconômica (assalariada (o), aposentada (o), pensionista (o)) e os hábitos relacionados à aquisição e preparo dos alimentos da (o) paciente. Inclua informações como sua fonte de renda, a forma de aquisição dos alimentos (doação? supermercado? feiras?), a frequência com que os compra, e quem é responsável pela preparação das refeições. Por exemplo: "A paciente GTK é aposentada e recebe uma pensão mensal. Ela adquire seus alimentos principalmente em supermercados, complementando as compras em feiras locais, onde costuma ir uma vez por semana. A paciente tem autonomia para realizar as compras, mas devido à idade avançada e algumas limitações físicas, conta com a ajuda de um filho que a acompanha nas compras e 8 carrega os itens mais pesados. As refeições são preparadas principalmente pela própria paciente, que prefere manter sua independência na cozinha, mas em dias de maior cansaço, uma neta, que mora próximo, assume essa responsabilidade. A alimentação da paciente é baseada em produtos frescos e tradicionais, com ênfase em frutas, legumes e grãos integrais, comprados semanalmente." h. Exame físico/clínico. Neste tópico, você deverá realizar anamnese e descrever os resultados. O exame clínico visa uma avaliação detalhada da condição de saúde da (o) paciente, com foco em identificar sinais e sintomas que possam orientar o diagnóstico e o planejamento nutricional, através da coleta de informações sobre a história médica da (o) paciente, internações, cirurgias, tratamentos anteriores e histórico familiar; identificação das queixas relatadas pela (o) paciente, como dores, desconfortos, alterações no apetite ou digestão, análise dos hábitos alimentares, padrões de dieta, preferências alimentares e quaisquer dificuldades na alimentação, avaliação das condições relacionadas à nutrição, como sintomas de deficiências vitamínicas ou minerais, e histórico de ganho ou perda de peso significativo. O exame clínico é uma avaliação detalhada para identificar sinais e sintomas que possam indicar deficiências nutricionais, doenças ou outras condições de saúde. Este exame envolve a observação e análise de aspectos físicos da (o) paciente, como: Aparência geral: avaliação da condição corporal da (o) paciente, incluindo sinais de desnutrição, sobrepeso, ou outras condições visíveis. Pele, cabelo, unhas e mucosas: observação da saúde da pele (como ressecamento ou manchas), do cabelo (queda ou fragilidade), das unhas (fragilidade ou descoloração) e das mucosas (como a gengiva e a língua) para identificar possíveis deficiências de vitaminas e minerais. Olhos: verificação de sinais como palidez nas pálpebras, que pode indicar anemia, ou outros problemas como xeroftalmia, que é relacionada à deficiência de vitamina A. Boca e dentes: exame da saúde bucal, que pode revelar sinais de desnutrição, como lesões na boca, gengivite ou cáries. Condicionamento muscular e gordura corporal: avaliação do 9 tônus muscular e da distribuição de gordura no corpo, que pode ajudar a identificar desnutrição ou obesidade. Por exemplo: “A paciente GTK, apresenta histórico de Diabetes Mellitus tipo 2 e Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). Durante a consulta, a paciente relatou polifagia (fome excessiva), sede intensa (polidipsia), e episódios de azia frequente, especialmente após as refeições. Além disso, a paciente mencionou episódios de visão turva e cansaço ao realizar atividades diárias simples, como caminhar curtas distâncias. Esses sinais e sintomas são consistentes com o controle inadequado da glicemia e a progressão da DRGE, indicando a necessidade de ajuste no plano dietético e monitoramento contínuo da condição. A paciente também relatou dificuldade em seguir uma dieta balanceada devido a limitações financeiras e preferências alimentares restritas, o que pode estar contribuindo para a má gestão das suas condições de saúde”. O exame físico é um processo de avaliação direta e objetiva do estado de saúde de um paciente, focando em aspectos que possam indicar condições nutricionais, como desnutrição, obesidade, ou deficiências específicas de nutrientes. Diferente do exame clínico, que observa sinais e sintomas gerais, o exame físico na nutrição se concentra em medidas e observações físicas que ajudam a avaliar o estado nutricional da (o) paciente. Por exemplo: “No exame físico, observou-se que a paciente GTK apresenta sinais de sobrepeso, com um Índice de Massa Corporal (IMC) de 29,2 kg/m². A circunferência da cintura foi de 100 cm, sugerindo um risco elevado de complicações metabólicas. As dobras cutâneas revelaram um acúmulo significativo de gordura na região abdominal. Além disso, a avaliação da pele mostrou áreas de ressecamento e escurecimento na região do pescoço (acantose nigricans), comum em pacientes com resistência à insulina. As unhas estavam quebradiças e com leve coloração amarelada, o que pode indicar uma possível deficiência nutricional ou problemas circulatórios associados ao diabetes. A força muscular, avaliada pela dinamometria, mostrou-se reduzida, sugerindo sarcopenia leve, comum em idosos. Esses achados reforçam a necessidade de intervenções nutricionais focadas na redução de peso, controle glicêmico, e melhoria do estado nutricional geral da paciente GTK”. i. Medicamentos utilizados e interação droga-nutriente. 10 Neste tópico, é essencial documentar os medicamentos que a (o) paciente utiliza e analisar suas possíveisinterações com nutrientes. Por exemplo: Atualmente, GTK faz uso de metformina, um medicamento prescrito para o controle do diabetes mellitus tipo 2, e omeprazol, que trata a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). A metformina pode interferir na absorção de vitamina B12 no trato gastrointestinal, o que pode levar a deficiências dessa vitamina, potencialmente resultando em anemia e problemas neurológicos. Portanto, é importante monitorar os níveis de vitamina B12 da paciente e considerar a suplementação caso haja sinais de deficiência. Por outro lado, o omeprazol pode reduzir a acidez estomacal, afetando a absorção de nutrientes essenciais como cálcio, ferro e vitamina B12. Essa diminuição pode levar a deficiências nutricionais, por isso é necessário acompanhar os níveis de ferro e cálcio e sugerir alimentos ricos nesses nutrientes para compensar possíveis deficiências”. j. Avaliação do estado nutricional do paciente: - Avaliação Clínica (sinais físicos): quais sinais físicos identificados? Na avaliação clínica, a identificação de sinais físicos é crucial para uma compreensão abrangente da condição de saúde da (o) paciente. Por exemplo: “Através da análise da pele, a paciente apresenta secura e descoloração, que podem indicar deficiências nutricionais, como falta de ácidos graxos essenciais ou vitaminas; o cabelo está fino e quebradiço, e as unhas mostram estrias longitudinais e fragilidade, sugerindo deficiências de nutrientes como proteínas, ferro e vitaminas; as mucosas orais exibem sinais de palidez e inflamação, o que pode ser um indicativo de deficiências de ferro ou vitamina B12”. - Avaliação Antropométrica Realizar avaliação antropométrica na (o) paciente e discorra sucintamente o resultado. Por exemplo: Na avaliação antropométrica da paciente GTK, foram observados os seguintes resultados: a medida da circunferência da cintura indica... O índice de massa corporal (IMC)... As medidas de circunferência do quadril e a relação cintura- quadril... 11 - Avaliação Bioquímica Verificar os exames da (o) paciente e descrever aqui os principais resultados. Por exemplo: “No exame laboratorial da paciente GTK, destacam-se os seguintes resultados principais: Glicemia em Jejum: 150 mg/dL, indicando... Hemoglobina Glicada (HbA1c): 8,2%, sugerindo... Colesterol Total: 220 mg/dL, indicando... LDL (Colesterol Ruim): 140 mg/dL, indicando...” - Avaliação Dietética (com base na dieta habitual) Descrever a avaliação dietética da (o) paciente. Por exemplo: “A avaliação dietética da paciente GTK revelou o seguinte: uma dieta predominantemente rica em carboidratos simples, com consumo frequente de pães, bolos e refrigerantes. A ingestão de frutas e vegetais é baixa, com poucos registros de consumo de alimentos ricos em fibras...Relatou uma ingestão insuficiente de água, com preferência por bebidas açucaradas e refrigerantes. As refeições são frequentemente irregulares, com períodos de jejum prolongado seguidos de grandes refeições, o que pode afetar a estabilidade glicêmica...”. - Diagnóstico Nutricional Conclusivo. Com base nas avaliações realizadas, qual é o diagnóstico nutricional da (o) paciente através da avaliação antropométrica que você realizou no (a) paciente? K. Evolução clínica e laboratorial da (o) paciente (do primeiro até o último dia de acompanhamento). Neste tópico, você deverá descrever detalhadamente a evolução clínica e laboratorial do (a) ao longo do período de acompanhamento, desde o início até o último dia. Por exemplo: Evolução Clínica: “Primeiro dia de acompanhamento: a paciente GTK apresentou queixas de fadiga persistente e dificuldades no controle glicêmico. Ao exame clínico, foram observados sinais de sobrepeso e a presença de equimoses na pele, indicativas 12 de possíveis deficiências nutricionais. A anamnese revelou um padrão alimentar desbalanceado, com alta ingestão de açúcares simples e baixo consumo de fibras. Intermediário: após duas semanas de intervenção nutricional, a paciente relatou uma leve redução na fadiga e melhorias no controle da glicemia. Durante a consulta, observou-se uma pequena redução de peso e um aumento na energia geral. A paciente também notou uma melhoria na digestão e menos episódios de desconforto abdominal. As medidas antropométricas mostraram uma leve diminuição no índice de massa corporal (IMC) e circunferência abdominal. Último dia de acompanhamento: ao final do período de acompanhamento, a paciente apresentou uma melhora significativa no controle glicêmico, com níveis de glicose mais estáveis e uma redução notável no peso corporal total. Clinicamente, a paciente relatou um aumento na qualidade de vida, com menos sintomas de fadiga e uma melhora geral no bem-estar. A avaliação física mostrou uma redução adicional na circunferência abdominal e uma melhora no tônus muscular. Evolução Laboratorial: Primeiro dia de acompanhamento: os exames laboratoriais iniciais indicaram níveis elevados de hemoglobina glicada (HbA1c), sinalizando controle glicêmico inadequado. Os níveis de colesterol total e LDL também estavam elevados, enquanto as vitaminas D e B12 estavam abaixo dos valores de referência. Intermediário: após um mês de acompanhamento e ajustes dietéticos, os exames mostraram uma leve diminuição na HbA1c e nos níveis de colesterol LDL. Os níveis de vitaminas D e B12 começaram a se normalizar, indicando resposta positiva à suplementação e ajustes alimentares. Último dia de acompanhamento: os exames laboratoriais finais revelaram uma redução significativa na HbA1c, com níveis agora dentro da faixa alvo para controle glicêmico. Os níveis de colesterol LDL foram normalizados, e as vitaminas D e B12 estavam agora dentro dos intervalos ideais. Além disso, os marcadores de função hepática e renal apresentaram valores normais, refletindo a eficácia das intervenções nutricionais e a boa adesão ao plano alimentar”. l. Evolução dietoterápica da (o) paciente. Neste tópico, você deverá descrever todas as prescrições dietéticas pelas quais a (o) paciente passou. 13 m. Evolução nutricional do paciente (evolução do estado nutricional durante a internação). Neste tópico, você deverá analisar as mudanças nos hábitos alimentares, a adesão às orientações dietéticas e os impactos dessas mudanças na saúde geral da (o) paciente, observando como as intervenções nutricionais foram ajustadas ao longo do tempo para atender às necessidades específicas da (o) paciente e como esses ajustes influenciaram os resultados. Por exemplo: “Durante o acompanhamento, a evolução nutricional da paciente GTK foi marcada por uma melhora gradual na qualidade da alimentação. Inicialmente, GTK apresentava um padrão alimentar desbalanceado, com alto consumo de carboidratos refinados e baixo aporte de fibras. Com as orientações nutricionais, ela começou a incorporar mais frutas, vegetais e grãos integrais em suas refeições. A adesão às recomendações foi consistente, resultando em uma perda de peso moderada e na estabilização dos níveis de glicemia. Ao final do acompanhamento, a paciente mostrou uma significativa redução no consumo de alimentos ultraprocessados e um aumento no consumo de nutrientes essenciais, refletindo um progresso positivo em direção a uma dieta mais equilibrada e saudável”. n. Tratamento Dietético proposto para a alta o. Objetivos da Dieta p. Prescrição Dietoterápica (com justificativas) q. Cardápio prescrito pelo estagiário (análise por alimentos, de calorias, macronutrientes, micronutrientes de interesse para a patologia/paciente, fibras e demais componentes nutricionais importantes. Por exemplo: Cardápio Prescrito: Café da Manhã: Aveia com frutas vermelhas e uma colher de semente de chia. o Análise: 300 calorias, 10g de proteína, 40g decarboidratos, 10g de fibra, rica em vitaminas e minerais como vitamina C e ferro. o Almoço: 14 o Análise: o Lanche da Tarde: o Jantar: o Análise: r. Recomendações Gerais e Orientações Nutricionais s. Conclusão. É importante fazer uma síntese dos pontos-chave abordados durante o acompanhamento, avaliando o impacto das intervenções realizadas e oferecendo uma visão geral dos resultados obtidos. A conclusão deve refletir sobre o progresso da (o) paciente, destacar os principais desafios enfrentados, e sugerir possíveis passos futuros para manter ou melhorar os resultados alcançados. Algumas sugestões: Resumo do Caso: relembre brevemente o histórico da (o) paciente, incluindo as patologias principais, as queixas iniciais e o estado nutricional no início do acompanhamento. Avaliação das Intervenções: descreva as principais intervenções nutricionais realizadas, como as mudanças dietéticas e as recomendações de hábitos de vida, e avalie sua eficácia. Resultados Obtidos: apresente os resultados positivos alcançados, como a melhora nos parâmetros clínicos e laboratoriais, a adesão às recomendações e o impacto na qualidade de vida da paciente. Desafios e Limitações: identifique os desafios enfrentados durante o acompanhamento, como dificuldades de adesão, limitações socioeconômicas ou complicações de saúde que possam ter influenciado os resultados. Prognóstico e Recomendações Finais: proponha orientações para o futuro, sugerindo como a paciente pode manter ou melhorar os resultados obtidos, e faça considerações sobre a continuidade do acompanhamento nutricional ou outras intervenções necessárias. Exemplo de Conclusão para a Paciente GTK: “No caso da paciente GTK, uma idosa de 78 anos com diagnóstico de diabetes mellitus e doença do refluxo gastroesofágico, o acompanhamento nutricional foi essencial para promover ajustes significativos em sua dieta e melhorar sua 15 qualidade de vida. Inicialmente, GTK apresentava uma alimentação rica em carboidratos simples e com pouca variedade de alimentos frescos, o que comprometia o controle glicêmico e exacerbava os sintomas de refluxo. As intervenções realizadas, focadas na redução do consumo de açúcares e gorduras, na introdução de fibras e no fracionamento das refeições, resultaram em uma notável melhora nos níveis de glicose sanguínea e na redução dos episódios de refluxo. GTK conseguiu aderir de forma satisfatória às recomendações dietéticas, o que se refletiu na estabilização do peso corporal e na melhoria do bem-estar geral. Apesar dos avanços, a paciente enfrentou desafios, como a necessidade de adaptar suas escolhas alimentares à sua realidade socioeconômica e a dificuldades ocasionais em seguir rigorosamente o plano dietético. Ainda assim, a evolução clínica foi positiva, e o prognóstico sugere que, com acompanhamento contínuo e ajustes pontuais, GTK poderá manter os resultados alcançados. Por fim, recomenda-se que GTK continue com o acompanhamento regular, tanto nutricional quanto médico, para garantir a manutenção do controle glicêmico e a prevenção de complicações futuras”. 16 4 ATIVIDADES DE ESTUDOS DE CASO Hoje, durante seu estágio hospitalar, seu próximo paciente é A.K., um homem de 62 anos de descendência japonesa. Há 2 anos foi diagnosticado com retocolite ulcerativa, o que resultou em uma perda acentuada de peso, passando de seu peso habitual de 61kg para 42kg. Ao longo do tratamento, ele conseguiu recuperar um pouco o peso, alcançando 60kg. Seus principais sintomas incluíam dores abdominais, diarreia constante, fraqueza, desorientação ocasional, sonolência, falta de apetite e queda de cabelo acentuada. Além disso, o paciente é diagnosticado com diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos, hipertensão arterial e apresenta intolerância à lactose e ao glúten. Recentemente, ele participou de uma festa de aniversário onde consumiu batatas fritas, salgadinhos, bolo com sorvete e refrigerante. Após a ingestão desses alimentos, ele experimentou um surto grave, caracterizado por dor intensa no lado esquerdo do abdômen, distensão abdominal, cólicas abdominais persistentes, mais de 6 evacuações por dia com sangue, febre de 390, ritmo cardíaco acelerado, desidratação, inapetência alimentar com uma significativa perda de peso. Mesmo com o uso de esteroides intravenosos, não houve controle dos sintomas e o paciente foi submetido a uma colectomia de urgência para controlar a inflamação e restaurar a saúde intestinal comprometida. Durante a recuperação pós-cirúrgica, ele inicialmente recebeu alimentação intravenosa (parenteral) para garantir a nutrição adequada enquanto o intestino se curava. Posteriormente, a transição para a alimentação enteral foi feita conforme sua condição permitia. Ele permaneceu hospitalizado por um período de 28 dias e, atualmente, já em sua residência, A.K. está recebendo alimentos via oral enquanto utiliza uma bolsa de colostomia para desviar o fluxo de fezes durante o processo de recuperação gastrointestinal. Ainda enfrentando dores resultantes do procedimento cirúrgico, além de fraqueza e falta de vontade de se movimentar, A.K. está sob cuidados contínuos da equipe médica, que monitora de perto sua condição e ajusta o tratamento conforme necessário. O foco está em promover sua recuperação física e emocional de forma integral. No período pré cirurgia utilizou os seguintes medicamentos: • Mesalazina oral e supositório 800mg • Predinisona 60mg no auge da doença • Azatioprina 5mg/kg de peso corporal 17 • Remicade 5mg/kg de peso corporal Após a cirurgia, a maioria dos medicamentos foi suspensa, permanecendo apenas a Prednisona em uma dose de 10mg. Além disso, o paciente faz uso crônico dos seguintes medicamentos: • Glifage 500mg • Suganon 5mg • Diamicron 60mg • Triplixam 10mg + 2,5mg + 10mg • Rosucor 10mg As medidas antropométricas coletadas foram: Dados antropométricos Valor Classificação Peso Usual 60kg XX Peso atual XX Altura 1,70m XX IMC atual Circunferência do braço 26cm XX Circunferência da panturrilha 36cm XX Prega cutânea subescapular 14mm XX Altura do joelho 42,5cm XX Obs: você poderá preencher a tabela se quiser. Os resultados da avaliação bioquímica foram: Parâmetros Valores Glicemia pós prandial 162mg/dL Albumina 2,8g/dL Hemoglobina 15g/dL Hematócrito 39% Glicemia em jejum 165 mg/dl Hemoglobina glicada (A1C) 6,8% Colesterol total 242mg/dL HDL 32mg/dL LDL Não informado Triglicerídeos 300mg/dL Creatinina 1,4mg/dL 18 Ácido úrico 4,6mg/dL AST 32 U/L ALT 28 U/L Gama GT 25 U/L PCR-us 12,32 mg/L Insulina 28 µU/mL Este caso ilustra a importância de uma dieta cuidadosamente controlada e do manejo médico para pacientes com retocolite ulcerativa, especialmente na prevenção de surtos. Dessa forma: 1. Explique brevemente o que é retocolite ulcerativa, quais as consequências nutricionais dessa doença e quais os cuidados alimentares recomendados para pacientes em fase de remissão da condição. 2. Realize a triagem de risco nutricional do paciente utilizando o NRS- 2002. Após o preenchimento do formulário, qual o diagnóstico nutricional? 19 20 3. De acordo com os dados antropométricos e bioquímicos responda: a. Qual a estimativa de peso do paciente? b. Utilizando a fórmula de Fridewald (1972) calcule o LDL e explique as limitações desse método. c. Considere o estado nutricional levando em conta todo o contexto e os dados coletados, estabelecendo conexões com as complicações clínicas apresentadas pelo paciente e com as medicações administradas. Justifique a sua resposta. 4. Em relação aos medicamentos, responda: a. Quais as possíveis interações droga-nutriente referentes aos medicamentos utilizados no período anterior à cirurgia? b. Qual a relação dos medicamentos utilizados atualmentecom a dieta 2 2 4 4 Risco nutricional 21 enteral? 5. Considerando a dieta parenteral e enteral responda: a. Qual a formulação (ml) dos macronutrientes para a nutrição parenteral a ser administrada durante o período de recuperação pós-cirúrgica do paciente? O valor calórico total obtido está dentro do intervalo ideal? A percentagem dos macronutrientes está dentro do recomendado? Preencha a tabela a seguir com o volume e apresente todos os cálculos detalhados até chegar ao valor obtido para preencher a tabela. Aminoácido a 10% Solução de glicose a 50% Emulsão lipídica a 20% Cloreto de sódio 20% 20ml Cloreto de potássio 19,1% 20ml Sulfato de magnésio 20% 10ml Glucanato de Cálcio 10% 10ml Fosfato Orgânico 1ml Polivitamínico A 10ml Polivitamínico B 5ml Olioelementos 5ml Volume total Água Bidestilada b. Qual a formulação da dieta em relação aos macronutrientes para a nutrição enteral? Como deve ser o fracionamento? c. Qual a quantidade de água a ser ofertada na dieta enteral? d. Quais os fatores de estresse metabólico deste paciente e de que modo isso influencia no cálculo das necessidades energéticas? 22 6. Após a alta hospitalar, o paciente deve seguir cuidados específicos em relação à alimentação e ao uso da bolsa de colostomia. Elabore um plano alimentar que atenda às recomendações nutricionais ideais, levando em conta todo o quadro clínico, e apresente uma tabela detalhada com a distribuição dos nutrientes. Além disso, crie um folder com orientações detalhadas para a família sobre os cuidados alimentares necessários, considerando todas as condições clínicas do paciente. 7. Haverá prescrição de suplementos? Se sim, justifique a prescrição. IMPORTANTE: ANTES DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS NÃO SE ESQUECA DE INSERIR O TERMO DE VALIDAÇÃO DO ESTÁGIO, CONFORME DESCRITO NO MANUAL. 23 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Destacar a importância do estágio na formação do profissional nutricionista. 24 REFERÊNCIAS SOBRENOME, Nome do autor. Título da obra. Edição. Cidade: Editora, Ano de Publicação. Exemplos: AAKER, David Austin. Criando e administrando marcas de sucesso. São Paulo: Futura, 1996. ALVES, Maria Leila. O papel equalizador do regime de colaboração estado- município na política de alfabetização. 1990. 283 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade de Campinas, Campinas, 1990. Disponível em: . Acesso em: 28 set. 2001. BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho. Texto do Decreto-Lei n.º 5.452, de 1 de maio de 1943, atualizado até a Lei n.º 9.756, de 17 de dezembro de 1998. 25 ed. atual. e aum. São Paulo: Saraiva, 1999. CARVALHO, Maria Cecília Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia cientifica, fundamentos e técnicas. 5. ed. São Paulo: Papirus, 1995. 175 p. CURITIBA. Secretaria da Justiça. Relatório de atividades. Curitiba, 2004. DEMO, Pedro. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 1999. ______. Pesquisa: princípio científico e educativo. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2000. MAINGUENEAU, Dominique. Elementos de lingüística para o texto literário. São Paulo: Martins Fontes, 1996. RAMPAZZO, Lino. Metodologia científica: para alunos dos cursos de graduação e pós-graduação. São Paulo: Stiliano, 1998. REIS, José Luís. O marketing personalizado e as tecnologias de Informação. Lisboa: Centro Atlântico, 2000. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas para apresentação de trabalhos. 2. ed. Curitiba: UFPR, 1992. v. 2. 25 APÊNDICES 26 ANEXOS ANEXO A – Título do anexo SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 ATIVIDADES DO ESTAGIÁRIO 3 caso clínico - Avaliação Clínica (sinais físicos): quais sinais físicos identificados? 4 ATIVIDADES DE ESTUDOS DE CASO 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS