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Nº 23 - Fundamentos da Pedagogia 
 
 
 Foto da “Lua Cheia se pondo”, tirada de Niterói, na Região 
 Metropolitana do Rio de Janeiro, por Leonardo Sens. 
 
 
 
 Apostila Preparatória para Concursos de Professores da Educação Básica  
Nº 23 - Fundamentos da Pedagogia 
Organizador: Prof. Antonio Ferreira da Cruz 
 
 
 
Quem vive para alcançar o SER, quase sempre vem a TER; 
quem vive para alcançar o TER, quase nunca vem a SER. 
 
Organizador: Prof. Antonio Ferreira da Cruz 
 
 
 
Cabo Frio - RJ 
 
2023
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 1974 2021 
Se o Organizador puder ser útil, para auxiliar os seus estudos, 
por favor, comunique-se com ele pelo endereço eletrônico: profantcruz@gmail.com 
mailto:profantcruz@gmail.com
 
 
Prezado(a) Professor(a) Concurseiro(a)! 
Remeto um Mapa Mental com o objetivo de facilitar a memorização dos assuntos mais cobrados em 
Concursos para o Magistério Público da Educação Básica, contendo 60 mapas sobre Pedagogia. 
Rogo ao nosso BOM DEUS para que vocês alcancem a 
VITÓRIA DA APROVAÇÃO! 
 
 
 
Assunto Páginas 
1. Composição dos níveis escolares .............................................................................................................. 8 
2. Educação Básica I. .......................................................................................................................... 9 
3. Educação Básica II. ........................................................................................................................ 10 
4. Educação Básica III - Currículo pedagógico ................................................................................................. 11 
5. Educação Básica IV ....................................................................................................................... 12 
6. Educação Infantil ............................................................................................................................ 13 
7. Ensino Fundamental ........................................................................................................................14 
8. Ensino Médio .............................................................................................................................15 
9. Educação de Jovens e Adultos .......................................................................................................................................................................16 
10. Educação Profissional Técnica Nível Médio ............................................................................................... 17 
11. Planejamento. .............................................................................................................................. 18 
12. Planejamento: o que é segundo ..........................................................................................................19 
13. Planejamento: níveis ................................................................................................................ .......20 
14. Planejamento: tipos: .................................................................... ............................................................................................................................................21 
15. Planejamento: modalidades: ..........................................................................................................................................................................................22 
16. Educação a distância: características ............................................................................................................................................................................23 
17. Educação a distância: dificuldades ...............................................................................................................................................................................24 
18. Origem e formação dos professores no Brasil I ...........................................................................................................................................................25 
19. Origem e formação dos professores no Brasil II ...........................................................................................................................................................26 
20. Ensaios intermitentes de formação de professores (1827-1890) ...........................................................................................................................27 
21. Reforma das escolas normais (1890-1932) ..................................................................................................................................................................28 
22. Institutos de Educação (1932-1939) .............................................................................................................................................................................29 
23. Cursos de Pedagogia e de Licenciatura e substituição do modelo das Escolas Normais .........................................................................................30 
24. Advento dos Institutos Superiores de Educação, o novo perfil do Curso de Pedagogia .............................................................................................31 
25. Programas de governo de incentivo à formação continuada dos docentes I .......................................................................................................32 
26. Programas de governo de incentivo à formação continuada dos docentes II ........................................................................................................33 
27. Programas de governo de incentivo à formação continuada dos docentes III .................................................................................................................34 
28. Programas de governo de incentivo à formação continuada dos docentes IV .................................................................................................................35 
29. Desafios na aprendizagem ............................................................................................................................... ................................................................36 
30. Construção do conhecimento ........................................................................................................................................................................................... 37 
31. Áreas de atuação do pedagogo .............................................................................................................................................................................................38 
32. Ação pedagógica extra-escolar .....................................................................................................................................................................................................39 
33. Teoria cognitivista ......................................................................................................................................................................................................................40 
34. Teoria cognitivista Lev. S. Vigotsky ..........................................................................................................................................................................................42 
35. Teoria de Vigotsky ......................................................................................................................................................................................................................42 
36. Teoria cognitivista Jean Piaget ..........................................................................................................................................................................................43 
37. Jean Piaget .................................................................................................... ...........................................................................................................................44 
38. Teoria cognitivista Henri Wallon ...............................................................................................................................................................................................45 
39. Henri Wallon ................................................................................................................................................................................................................................46 
40. Paulo Célestin Freinet ...............................................................................................................................................................................................................47 
41. Decroly .........................................................................................................................................................................................................................................48 
42. JohDewey ............................................................................................................................. ...........................................................................49 
43. Carl Rogers .................................................................................................... .............................................................................................................................50 
44. Montessori ...................................................................................................................................................................................................................................51 
45. Paulo Freire .................................................................................................... ............................................................................................................................52 
46. Metodologia de Paulo Freire ........................................................................................................................................................................................................53 
47. Paulo Pestalozzi .........................................................................................................................................................................................................................54 
48. Funcionalismo .............................................................................................................................................................................................................................55 
49. Behaviorismo ..............................................................................................................................................................................................................................56 
50. Teoria de Gestalt I .................................................................................................... ..............................................................................................................57 
51. Teoria de Gestalt II .................................................................................................... .............................................................................................................58 
52. Didática I .....................................................................................................................................................................................................................................59 
53. Didática II ....................................................................................................................................................................................................................................60 
54. Código de Ética I .................................................................................................... ..................................................................................................................61 
55. Código de Ética II .................................................................................................... ...................................................................................................................62 
56. Código de Ética III .................................................................................................... ...............................................................................................................63 
57. Código de Ética IV .................................................................................................... ..............................................................................................................64 
58. Bases para o ensino ....................................................................................................................................................................................................................65 
59. Educação inclusiva ......................................................................................................................................................................................................................66 
60. Normas organizativas ......................................................................................................................................................................................................................67 
 
 
 
COMPOSIÇÃO DOS 
NÍVEIS ESCOLARES 
NÍVEIS 
EDUCAÇÃO SUPERIOR 
CURSOS DE CURSOS DE 
EDUCAÇÃO BÁSICA 
EDUCAÇÃO 
INFANTIL 
ENSINO 
FUNDAMENTAL MÉDIO 
ENSINO CURSOS 
SEQUENCIAIS GRADUAÇÃO EXTENSÃO 
Creche (0-3 anos) 
Pré-escola (4-5 anos) 1 º ao 3º PÓS-GRADUAÇÃO 
ano (15-18 
anos) 1 
6 
º a 5º ano (6-10 anos) 
º a 9º ano (11-14 anos) DURAÇÃO 
MÍNIMA DE DURAÇÃO DE 9 ANOS 
3 ANOS 8 
 
 
EDUCAÇÃO BÁSICA: FINALIDADES 
CALENDÁRIO ESCOLAR Desenvolver a educando. 
Rigido quanto à impossibilidade de reduzir a 
carga horária e flexível para se adequar às 
peculiaridades das unidades escolares. 
Assegurar-lhe a formação comum 
indispensável para o exercício da cidadania. 
Fornecer-lhe meios para progredir no trabalho 
e em estudos posteriores. 
CARGA HORÁRIA ANUAL 
LEI DE DIRETRIZES E BASES DA 
EDUCAÇÃO NACIONAL (LDB) 
Mínima para o Ens. Fund e Ens Méd: 800 h 
Distribuídas por um mínimo de 200 
dias de efetivo trabalho escolar, 
excluído o tempo reservado aos 
exames finais, quando houver; (Lei n. 
EDUCAÇÃO 
BÁSICA I 
Em 2022, aumentou a preocupação com 
a alfabetização dos alunos e a formação 
de leitores (Lei nº 14.407, de 2022) . 
Pode ser organizada em: 
1 3.415, de 2017) 
CUIDADO! A carga horária do ensino 
médio deverá ser ampliada de forma 
progressiva para 1.400 horas e no 
prazo máximo de 5 anos, os sistemas 
de ensino devem oferecer pelo menos 
Séries anuais Períodos 
semestrais 
Grupos não seriados 
O ensino médio poderá 
Ciclos 
ser organizado em 
módulos e adotar o 
sistema de créditos 
com terminalidade 
específica, além das 
formas já descritas 
Com base na idade 
Na competência 
E em outros critérios 
Forma diversa 
1 .000 horas anuais de carga horária, a 
partir de 2 de março de 2017. 
deorganização, sempre que 
o interesse do processo de 
aprendizagem assim o 
recomendar 
Alternância regular de 
períodos de estudos 9 
 
 
 
CLASSIFICAÇÃO: SÉRIE OU ETAPA 
Por promoção, para alunos que 
cursaram, com aproveitamento, a série 
ou fase anterior, na própria escola; 
Por transferência, para candidatos 
procedentes de outras escolas; 
RENDIMENTO ESCOLAR: CRITÉRIOSPossibilidade de aceleração de estudos para 
alunos com atraso escolar 
Avaliação contínua e cumulativa do 
desempenho do aluno 
Possibilidade de avanço nos cursos e nas 
séries mediante verificação do aprendizado; 
Aproveitamento de estudos concluídos com 
êxito 
Independentemente de escolarização 
anterior, mediante avaliação feita pela 
escola, que defina o grau de 
desenvolvimento. EDUCAÇÃO Obrigatoriedade de estudos de recuperação. 
Pode organizar-se classes, ou turmas, 
com alunos de séries distintas? Sim, 
para as línguas estrangeiras, artes ou 
outros componentes curriculares. 
DICA: PARA LEMBRAR OS 
CRITÉRIOS USE O MACETE 
BICHO "PAPAO" BÁSICA II 
Para o aluno ser aprovado precisa de 
uma frequência mínima de 75% 
no total de horas letivas. 
Na pré-escola a frequência é de 60% 
e não estão ligados à aprovação, já 
que não há reprovação . 
INSTITUIÇÃO DE ENSINO DEVE EXPEDIR 
Históricos escolares. 
Declarações de conclusão de série . 
Diplomas ou certificados de conclusão de 
cursos, com as especificações cabíveis. 
10 
 
 
EDUCAÇÃO BÁSICA III- CURRÍCULO PEDAGÓGICO 
OBRIGATÓRIO COMPLEMENTAR 
LÍNGUA PORTUGUESA MATEMÁTICA LÍNGUA INGLESA Sistemas de ensino, Exibição de filmes de 
projetos e pesquisas produção nacional, 
EDUCAÇÃO FÍSICA REALIDADE 
SOCIAL E 
POLÍTICA 
A PARTIR 
DO 6° ANO 
envolvendo os por no mínimo 2 
temas transversais. horas mensais. 
MAS É FACULTATIVA AO ALUNO: 
ARTE Cumpra jornada de Conteúdos relativos aos 
trabalho igual ou superior 
a seis horas; (Lei nº 10.793, 
de 1º.12.2003) 
Maior de trinta anos de 
idade; (Lei nº 10.793, de 
História 
do Brasil 
direitos humanos e à 
prevenção de todas as 
formas de violência 
contra a criança, o 
adolescente e a mulher. 
Artes 
visuais 
Música 
Dança 
Teatro 
Especialmente 
das matrizes 
indígena, 
1 º.12.2003) 
Estiver prestando serviço 
militar (Lei nº10.793, de africana e .A educação alimentar e nutricional será 
incluída entre os temas transversais. europeia. 1 º.12.2003) 
Por questões de saúde 
Que tenha filhos. (Lei 
nº 10.793, de 1º.12.2003) 
CONHECIMENTO DO MUNDO 
FÍSICO E NATURAL 11 
 
 
ADAPTAÇÃO PARA A POPULAÇÃO RURAL DIRETRIZES CURRICULARES: CONTEÚDO 
Conteúdos curriculares e metodologias 
apropriadas às reais necessidades e 
interesses dos alunos da zona rural. 
Organização escolar própria, incluindo 
adequação do calendário escolar às 
fases do ciclo agrícola e às condições 
climáticas. 
Difusão de valores fundamentais ao 
interesse social, aos direitos e deveres 
dos cidadãos, de respeito ao bem 
comum e à ordem democrática; 
Consideração das condições de 
escolaridade dos alunos em cada 
estabelecimento; 
Orientação para o trabalho; 
Promoção do desporto educacional e 
apoio às práticas desportivas não 
formais. 
EDUCAÇÃO Adequação à natureza do trabalho na 
zona rural. 
O fechamento de escolas do campo, 
indígenas e quilombolas será 
precedido de manifestação do órgão 
normativo do respectivo sistema de 
ensino, que considerará a justificativa 
apresentada pela Secretaria de 
Educação, a análise do diagnóstico 
do impacto da ação e a manifestação 
da comunidade escolar. (Incluído pela 
Lei nº 12.960, de 2014) 
BÁSICA IV 
APROVAÇÃO DA INCLUSÃO 
DE NOVOS COMPONENTES 
CURRICULARES 
Conselho Nacional de Educação e de 
homologação pelo Ministro de Estado da 
Educação. (Incluído pela Lei n. 13.415, de 2017) 
12 
 
 
OFERECIDA EM: ORGANIZADA COM AS SEGUINTES REGRAS COMUNS 
Mediante acompanhamento e registro do 
desenvolvimento das crianças. 
Sem o objetivo de promoção, mesmo para o 
acesso ao ensino fundamental. 
Avaliação 
Carga Mínima de 800 horas. 
Distribuídas por um mínimo de 200 dias de 
trabalho educacional. 
horária 
CRECHE: 0-3 ANOS 
PRÉ-ESCOLA: 
- 5 ANOS EDUCAÇÃO 
INFANTIL 
Parcial: 
Diárias. 
Integral: 7h. 
mínimo 4h Atendimento 
4 
Mínima de 60% do total de 
Horas. 
FINALIDADE 
Desenvolvimento integral 
de crianças, em seus 
aspectos: 
Frequência 
Documentação 
Expedição de documentação que permita 
atestar os processos do desenvolvimento e 
da aprendizagem da criança. 
Físico 
Psicológico 
Intelectual 
Social 
13 
 
 
OBJETIVO: FORMAÇÃO BÁSICA DO CIDADÃO DURAÇÃO 
Obrigatório: 9 anos: Domínio da leitura 
Domínio da escrita 
Domínio do cálculo 
Desenvolvimento 
dos meios básicos Anos iniciais: 1º ao 5º ano 
Anos finais: 6º ao 9º ano 
Deve ser presencial, e o ensino 
a distância usado como forma 
Compreensão 
dos ambientes 
Natural 
Social 
Político 
Tecnologia 
Artes 
de complementação de 
ENSINO 
FUNDAMENTAL 
aprendizagem ou emergências . 
Valores da sociedade 
Desenvolvimento da capacidade 
de aprendizagem 
O Ensino Religioso é disciplina 
obrigatória das escolas públicas de 
ensino fundamental, e deve respeitar 
o caráter laico e evitar o 
proselitismo. Em 2017, o STF julgou 
procedente ação que aceitava a 
Aquisição de conhecimentos e 
habilidades 
Formação de atitudes e valores 
oferta por líderes religioso, 
Vínculo de família 
Solidariedade humana 
Tolerância recíproca 
confessional. O mais importante: a 
matrícula será facultativa. 
Fortalecimento 
14 
 
 
 
OBJETIVO: ETAPA FINAL DA EDUCAÇÃO BÁSICA DURAÇÃO 
Obrigatório: mínima 3 anos 
Consolidação 
Aprofundamento. 
e Dos conhecimentos adquiridos 
no Ensino Fundamental. 
1 º ao 3º ano 
BASE NACIONAL COMUM 
CURRICULAR - BNCC 
Continuar aprendendo, de modo 
a ser capaz de se adaptar com 
flexibilidade a novas condições 
Preparação básica 
para o trabalho e 
cidadania. 
de ocupação ou Linguagens e suas tecnologias; 
Matemática e suas tecnologias; 
Ciências da natureza e suas 
Tecnologias; 
ENSINO aperfeiçoamento posteriors. 
Aprimoramento 
como pessoa 
humana. 
Formação ética 
Autonomia intelectual 
Pensamento crítico MÉDIO Ciências humanas e sociais aplicadas. 
AVALIAÇÕES 
Compreensão 
científico-tecnológicos. 
dos fundamentos Os conteúdos, as metodologias e as 
formas da avaliação processual e 
formativa serão organizados nas 
redes de ensino por meio de 
atividades teóricas e práticas, 
provas orais e escritas, seminários, 
projetos e atividades on-line. 
Processos produtivos, relacionando a teoria 
com a prática, no ensino de cada disciplina. 
15 
 
 
 
EXAMES 
SUPLETIVOS 
EJA 
Os 
Destinada àqueles que não Nível 
conclusão 
de ensino 
de conhecimentos 
e as 
adquiridos pelos 
educandos por 
meios informais. 
tiveram acesso ou habilidades 
continuidade de estudos nos 
Ensinos F undamental e M édio 
na idade própria e constituirá 
instrumento para a educação 
e a aprendizagem ao longo da 
vida. 
Nível de 
conclusão 
de ensino 
médio 
mais de 15 anos 
EDUCAÇÃO DE 
JOVENS E 
exames 
mais de 18 anos Gratuitamente. 
A educação de jovens e 
adultos deverá articular-se, 
preferencialmente, com a 
educação profissional, na forma 
do regulamento. 
ADULTOS 
16 
 
 
O QUE É? 
A preparação geral para o trabalho 
PODE SER: 
e, facultativamente, a habilitação SUBSEQUENTE ARTCULADA COM 
O ENSINO MÉDIO profissional 
desenvolvidas 
poderão 
nos 
ser 
próprios em cursos a 
quem concluiu 
o Ensino Médio 
estabelecimentos de ensino médio 
ou em cooperação com instituições 
concomitante integrada 
EDUCAÇÃO 
PROFISSIONAL 
TÉCNICA DE 
NÍVEL MÉDIO 
especializadas 
profissional. 
em educação quem 
está no 
Ensino 
Médio 
concluído o 
Ensino 
fundamental, 
mesma 
instituição de 
ensino 
A obtenção de certificados de 
qualificação para o trabalho após a 
conclusão, com aproveitamento, de 
cada etapa que caracterize uma 
qualificação para o trabalho. Na mesma instituição de ensino 
Instituição de ensino diferente Exemplos de cursos técnicos 
subsequentes: Enfermagem, 
Segurança do Trabalho. 
17 
 
 
CONCEITO DEVE CONTER: 
Racionalização do trabalho pedagógico 
que articula a atividade escolar com os 
conteúdos do contexto social. 
Objetivo; 
Tempo para se realizar as 
atividades; 
A metodologia que será aplicada; 
Os recursos necessários; 
Os temas/conteúdos que serão 
trabalhados e a avaliação detodo 
o processo (formativa). 
FLEXIBILIDADE 
CRITICIDADE 
REFLEXÃO 
TRABALHO 
COLETIVO 
OBJETIVIDADE 
PLANEJAMENTO 
CONSIDERA 
Aspectos sociais, políticos, éticos, 
culturais da realidade à sua volta, 
visando superar a burocracia, a 
fragmentação do saber, a 
dissociação entre a prática e o ensino, a 
improvisação. 
18 
 
 
LIBÂNEO (1991) VASCONCELLOS (2002) 
Sistematização e organização das ações do professor. 
Racionalização do trabalho pedagógico que articula a 
atividade escolar com os conteúdos do contexto social. 
Tomada de decisão e permanente 
processo de reflexão dos sujeitos 
da escola. 
SOBRINHO (1994) HAYDT (2006) 
Equilíbrio entre meios e fins, entre 
recursos e objetivos, na busca da 
melhoria do funcionamento do 
sistema educacional. 
A realidade educacional é dinâmica. 
Analisar uma dada realidade, 
refletindo sobre as condições 
existentes, e prever formas 
alternativas de ação para superar 
as dificuldades ou alcançar 
objetivos desejados. 
PLANEJAMENTO 
NOS CONCEITOS DE: 
Processo mental que envolve 
a reflexão e a previsão. 
PILETTI (1997) 
Evita a improvisação, traz mais 
segurança, economiza tempo, energia 
VEIGA (2008) 
LUCKESI (2002) 
Agir, posteriormente, para atingir 
determinados objetivos. 
A organização da ação pedagógica intencional, 
de forma responsável e comprometida com a 
formação dos alunos. 
19 
 
 
ESTRATÉGICO/ INSTITUCIONAL 
(A LONGO PRAZO) 
TÁTICO/ DEPARTAMENTAL 
(A MÉDIO PRAZO) 
Qual é a finalidade? É o nível mais 
elevado da organização. É onde são 
definidos os valores, a missão da 
instituição. Tudo é definido em 
longo prazo 
O que é, finalidade? Traduz os 
objetivos gerais e as estratégias da 
alta diretoria em objetivos e 
atividades mais específicos 
Quem realiza? Gerentes 
Quem realiza? Altos executivos que 
integram a administração. 
Como age? Está em contato direto 
com o ambiente externo. 
Como age? Articula internamente o 
nível estratégico com o 
PLANEJAMENTO operacional.. 
NÍVEIS 
ESTRATÉGICO 
OPERACIONAL 
(A CURTO PRAZO) 
TÁTIC
O Qual é a finalidade? O foco nas atividades cotidianas das 
empresas, é voltado para as tarefas. 
Quem realiza? Níveis organizacionais inferiores. 
Como age? Seu funcionamento é em curto prazo. 
OPERACIONAL 
20 
 
 
PLANEJAMENTO 
TRADICIONAL/NORMATIVO 
Ênfase nos procedimentos, modelos 
prontos, mecanização, é formalista 
Há uma fragmentação do trabalho 
O planejador é principal agente de 
mudança (grande responsável) 
Desconsideram-se os fatores 
sociais, políticos, culturais que 
fazem parte do processo de 
planejamento (ficam sem segundo 
plano). 
PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO 
Toda a comunidade é envolvida, os 
trabalhos/decisões coletivas são 
valorizados 
Há unicidade entre teoria e prática 
Visa à superação da burocracia no 
trabalho pedagógico escola 
PLANEJAMENTO 
TIPOS 
A realidade escolar, os aspectos 
sociais, políticos, culturais da 
comunidade são considerados. 
21 
 
 
PLANO DA ESCOLA PLANO DE ENSINO 
É o documento mais global, 
expressa a s orientações gerais 
que sintetizam, de um lado, as 
ligações da escola com o sistema 
escolar mais amplo e, de outro, o 
projeto de escola com os planos 
de Ensino (o PPP entra aqui). 
É a previsão dos objetivos e tarefas 
do trabalho docente para um ano 
ou semestre, é um documento mais 
elaborado, dividido por unidades 
sequenciais, no qual aparecem: 
objetivos específicos ; 
conteúdos e desenvolvimento 
metodológico. 
PLANEJAMENTO 
MODALIDADES 
PLANO DE AULA 
É um detalhamento do plano de 
ensino. De acordo com Libâneo (1994), os planos devem 
ser um guia de orientação, apresentando uma 
sequência, objetividade, coerência e flexibilidade . 
É a previsão do desenvolvimento de 
um conteúdo para uma aula ou 
conjunto de aulas e tem um caráter 
específico 
22 
 
 
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 
CARACTERÍSTICAS 
ALUNO PROFFESSOR 
PRECISA TER: PRECISA TER: 
Flexibilidade Autonomia 
Motivação 
Prontidão para aprender 
Curiosidade 
Pró-ação 
Auto-gestão 
Comunicação 
Fluência Digital 
Colaboração 
Disposição para aprender com 
os alunos e com os outros. 
Disposição para ceder o 
controle aos alunos tanto na 
elaboração do curso quanto no 
processo de aprendizagem 
Disposição para afastar-se do 
papel tradicional do professor 
23 
 
 
 
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 
DIFICULDADES 
Acesso 
tecnologia 
Exigência de habilidades 
específicas do aluno. 
desigual à Mudança de paradigmas 
Aprendizagem aberta 
Educação ao longo da vida 
Competitividade no mercado 
Novas Tecnologia da Informação e Comunicação 
Globalização de informações 
Novas demandas educacionais 
Educação como instrumento de emancipação social 
Democratização das oportunidades e do acesso à 
educação 
24 
 
 
 
PERÍODO COLONIAL 
Colegios construídos por jesuítas 
Implementação das aulas 
régias na reforma pombalina 
Não havia uma preocupação 
-Aulas régias: ensino primário e secundário, de caráter centralizado e acesso 
restrito da educação apenas para uma parcela da população. 
- Reforma pombalina: reforma educacional realizada por Marquês de Pombal. Foi 
considerada desastrosa para a educação brasileira, tendo em vista que destruiu 
uma organização educacional já consolidada e com resultados sem que tivesse 
assegurado uma reforma que garantisse um novo sistema educacional. 
com 
professores. 
Foi a partir da Independência do 
Brasil que houve uma organização 
educacional 
a formação dos 
INSTITUTOS DE ORIGEM E 
FORMAÇÃO DOS 
PROFESSORES 
NO BRASIL I 
EDUCAÇÃO (1932-1939) 
Reformas de Anísio Teixeira no 
Distrito Federal, em 1932, e de 
Fernando de Azevedo em São 
Paulo, em 1933. 
ENSAIOS INTERMITENTES DE 
FORMAÇÃO DE PROFESSORES 
(1827-1890) 
Lei das Escolas de Primeiras Letras , 
que obrigava os professores a se 
instruir no método do ensino 
mútuo, às próprias expensas; 
estende-se até 1890, quando 
prevalece o modelo das Escolas 
Normais. 
ESCOLAS NORMAIS 
(1890-1932) 
Reforma paulista da Escola Normal 
tendo como anexo a escola-modelo. 
25 
 
 
 
SUBSTITUIÇÃO DA 
ESCOLA NORMAL PELA 
HABILITAÇÃO 
CURSOS DE PEDAGOGIA E DE 
LICENCIATURA E CONSOLIDAÇÃO 
DO MODELO DAS ESCOLAS 
NORMAIS ESPECÍFICA DE 
MAGISTÉRIO (1939-1971) ORIGEM E 
FORMAÇÃO DOS 
PROFESSORES 
NO BRASIL II 
Inicia-se a organização e 
 
(1971-1996) 
a implantação desses cursos 
ADVENTO DOS INSTITUTOS 
SUPERIORES DE EDUCAÇÃO, 
ESCOLAS NORMAIS 
SUPERIORES E O NOVO 
PERFIL DO CURSO DE 
PEDAGOGIA 
(1996-2006) 26 
 
 
ENSAIOS 
INTERMITENTES DE 
FORMAÇÃO DE 
PROFESSORES 
(1827-1890) 
LEI DAS ESCOLAS DE 
PRIMEIRAS LETRAS 
SURGIMENTO DAS ESCOLAS 
NORMAIS (1834) Outubro de 1827. 
Método mútuo para treinar 
professores que seriam 
didaticamente capacitados. 
Instrução primária passou a ser 
responsabilidade da província. 
O objetivo dessas instituições era a 
preparação de professores para 
assumirem o ensino nas escolas 
primárias, porém, a preocupação 
recaiu sobre a capacitação para o 
domínio dos conhecimentos a 
serem transmitidos nas Escolas de 
Primeiras Letras, trazendo, como 
consequência, a ausência do 
preparo pedagógico adequado 
desses profissionais 
27 
 
 
REFORMA DAS 
ESCOLAS NORMAIS 
(1890-1932) 
Assumindo os custos de sua 
instalação e centralizando o 
preparo dos novos professores 
nos exercícios práticos, os 
VETORES Enriquecimento dos conteúdos 
curriculares anteriores 
ênfase nos exercícios práticos 
de ensino, cuja marca 
e 
reformadores estavam 
assumindo o entendimento de 
que, sem assegurar de forma 
deliberada e sistemática por 
meio da organização curricular 
a preparação pedagógico- 
didática, não se estaria, em 
sentido próprio, formando 
professors. 
característica foi a criação da 
escola-modelo anexa à Escola 
Normal. 
Principal inovação da reforma. 
28 
 
 
 
OBJETIVO REFORMA Nº 3.810 DE 19 DE MARÇO DE 1932 
Há uma preocupação com o 
domínio dos conhecimentos que 
Anísio Teixeira se propôs a erradicar aquilo que ele considerava 
como o vício de constituição das Escolas Normais.Para esse fim, 
transformou a Escola Normal em Escola de Professores, cujo 
currículo incluía, já no primeiro ano, as seguintes disciplinas: 
serão transmitidos. Esses 
espaços institucionais concebiam 
a educação como ensino e 
pesquisa Biologia Educacional; 
Sociologia Educacional; 
Psicologia Educacional; 
História da Educação; 
Introdução ao Ensino, aspectos: 
princípios e técnicas; 
INSTITUTOS DE 
EDUCAÇÃO ESCOLA DE PROFESSORES 
CONTAVA COM UMA ESTRUTURA DE 
APOIO QUE ENVOLVIA: (1932-1939) matérias de ensino abrangendo 
cálculo, leitura e linguagem, 
literatura infantil, estudos sociais 
e ciências naturais; 
prática de ensino realizada 
jardim de infância biblioteca 
central de 
educação e 
escolares 
Instituto de 
pesquisas 
educacionais 
mediante a observação, a Escola 1° e 2° 
museus experimentação e a participação. 
radiodifusão filmoteca 29 
 
 
 
CURSOS DE PEDAGOGIA E DE SUBSTITUIÇÃO DA ESCOLA 
LICENCIATURA E NORMAL PELA HABILITAÇÃO 
CONSOLIDAÇÃO DO MODELO ESPECÍFICA DE MAGISTÉRIO 
DAS ESCOLAS NORMAIS 
(1939-1971) 
(1971-1996) 
LEI ORGÂNICA DO ENSINO NORMAL 
Historicamente: Golpe militar 
Habilitação específica de 2º grau para o exercício do 
magistério de 1º grau 
A habilitação específica do magistério foi organizada 
em duas modalidades básicas: 
LEI ORGÂNICA DO ENSINO NORMAL 
Em 2 de janeiro de 1946, foi aprovado o decreto nº 
8 .530, 
Nova estrutura do curso normal, que passaria a ser 
dividido em ciclos. 
duração de três anos (2.200 horas), que 
habilitaria a lecionar até a 4ª série 
ciclo ginasial e compreendia o período de quatro 
anos. 
ciclo colegial, tinha duração de três anos. 
duração de quatro anos (2.900 horas), 
habilitando ao magistério até a 6ª série do 1º 
grau. 
30 
 
 
LDB - LEI DE DIRETRIZES E BASES 
LDBEN - LEI Nº 9394/1996 
Contudo, ainda que em 20 de 
dezembro de 1996 fosse 
promulgada a nova Lei de 
Diretrizes e Bases (LDB), esses 
problemas ainda persistiram, 
já que a LDB deu abertura 
para uma política educacional 
que permitisse que os 
“ Art 62. A formação de docentes 
ADVENTO DOS 
INSTITUTOS 
SUPERIORES DE 
para atuar na educação básica 
precisa de curso de licenciatura, de 
graduação plena, em universidades 
e institutos superiores de educação, 
“ Art. 63. Os institutos superiores de 
educação manterão: 
EDUCAÇÃO, ESCOLAS 
NORMAIS SUPERIORES E 
O NOVO PERFIL DO 
CURSO DE PEDAGOGIA 
(1996-2006). 
I–cursos formadores de institutos superiores 
profissionais para a educação 
básica 
oferecessem cursos que 
primassem por uma educação 
de curta duração, baixo custo 
e segunda categoria 
II–programas de formação 
pedagógica para portadores de 
diplomas de educação superior 
que queiram se dedicar à 
educação básica; 
III–programas de educação 
continuada para os profissionais 
de educação dos diversos níveis. 
 PNE - LEI Nº 13.005/2014 
“ Meta 16: formar, em nível de pós- 
graduação, 50% (cinquenta por 
cento) dos professores da educação 
básica 31 
 
 
PROGRAMAS DE GOVERNO DE INCENTIVO À 
FORMAÇÃO CONTINUADA DOS DOCENTES 
PROGRAMA DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA, PRESENCIAL 
E A DISTÂNCIA, DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA 
PARFOR - INÍCIO EM 29 DE JANEIRO DE 2009 
O que é? Serve para elevar o padrão 
de qualidade da formação dos 
professores das escolas públicas da 
Educação Básica no território 
nacional. A CAPES (Coordenação de 
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível 
Superior) oferece os cursos de 
formação inicial, presencial e 
emergencial. Os cursos na modalidade 
a distância são ofertados pela 
Universidade Aberta do Brasil (UAB) 
Objetivos: Oferecer cursos de 
formação inicial emergencial na 
modalidade presencial aos 
professores das redes públicas de 
Educação Básica, tendo em vista as 
demandas indicadas nos planos 
estratégicos elaborados pelos Fóruns 
Estaduais Permanentes de Apoio à 
Formação Docente 
32 
 
 
PROGRAMAS DE GOVERNO DE INCENTIVO À 
FORMAÇÃO CONTINUADA DOS DOCENTES 
UAB - INÍCIO EM 08 DE JUNHO DE 2006 
O que é? É um sistema integrado por Objetivos: Oferecer cursos de licenciatura e de 
formação inicial e continuada de professores da 
Educação Básica; ofertar cursos superiores para 
capacitação de dirigentes, gestores e 
trabalhadores em educação básica dos Estados, 
do Distrito Federal e dos municípios; dispor de 
cursos superiores nas diferentes áreas do 
conhecimento; ampliar o acesso à educação 
superior pública; reduzir as desigualdades de 
oferta de ensino superior entre as diferentes 
regiões do país; estabelecer amplo sistema 
nacional de educação superior à distância. 
universidades públicas que oferece 
cursos de nível superior para camadas da 
população que têm dificuldade de acesso 
à formação universitária, por meio do uso 
da metodologia da educação à distância. 
O público em geral é atendido, mas os 
professores que atuam na Educação 
Básica têm prioridade de formação, 
seguidos dos dirigentes, dos gestores e 
dos trabalhadores em Educação Básica 
de Estados, municípios e do Distrito 
Federal 
33 
 
 
 
PROGRAMAS DE GOVERNO DE INCENTIVO À 
FORMAÇÃO CONTINUADA DOS DOCENTES 
PROGRAMA NACIONAL DE FORMAÇÃO 
PROGRAMA DE FORMAÇÃO 
CONTINUADA DE PROFESSORES NA 
EDUCAÇÃO ESPECIAL (INÍCIO EM 2007) 
CONTINUADA EM TECNOLOGIA 
EDUCACIONAL – PROINFO INTEGRADO 
(INÍCIO EM 12 DE DEZEMBRO DE 2007) 
O que é? oferta cursos de aperfeiçoamento ou 
especialização em educação especial, na 
modalidade à distância, no âmbito da UAB, por 
meio de instituições públicas de educação 
superior 
Objetivo: Formar professores das redes 
públicas de ensino que atuam no atendimento 
educacional especializado, em salas de 
recursos multifuncionais, e professores do 
ensino regular para o desenvolvimento de 
práticas pedagógicas inclusiva 
O que é? é um programa para integrar e articular a 
distribuição de equipamentos tecnológicos às 
escolas, como computadores, impressoras e outros 
equipamentos de informática, além de ofertar 
cursos de formação continuada e conteúdos e 
recursos multimídia e digitais por meio do Portal do 
Professor, da TV Escola, etc. 
Objetivo: Proporcionar a inclusão digital de 
professores, gestores de escolas públicas da 
educação básica e a comunidade escolar em geral 
34 
 
 
PROGRAMAS DE GOVERNO DE INCENTIVO À 
FORMAÇÃO CONTINUADA DOS DOCENTES 
PORTAL DO PROFESSOR (INÍCIO EM 18 
DE JUNHO DE 2008) 
O que é? é uma solução tecnológica que 
permite o armazenamento e a circulação de 
conteúdos educacionais multimídias, 
Analisamos que, de uma maneira geral, esses 
programas oportunizam aos docentes 
formados em diferentes momentos a 
possibilidade de participar de bolsas de 
estudo, subsidiando os custos da continuidade 
de sua formação, tanto em território nacional, 
quanto em alguns outros países por meio de 
parcerias. Por meio da modalidade a distância, 
foi ofertado também, a estudantes de regiões 
com dificuldade de acesso ao ensino 
presencial, a possibilidade de iniciar e 
continuar sua formação. 
oferecendo aos educadores, em especial os 
professores atuantes na Educação Básica, 
acesso rápido e funcional a um acervo variado 
Objetivo: armazenamento e a circulação de 
um acervo de conteúdos educacionais 
multimídia em diferentes formatos, além de 
links e funcionalidades que subsidiem a 
pesquisa e a interação na Educação Infantil, 
nos ensinos Fundamental, Médio, Profissional e 
modalidades 
35 
 
 
PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DESAFIOS DO(A) PROFESSOR(A) 
Indica uma prática social 
complexa que envolve o(a) 
docente e o(a) aluno. 
Engloba as ações de ensinar e de 
aprender, inclui um processo 
contratual de parceria para a 
construção dos conhecimentos. 
Em virtude da complexidade, heterogeneidade,, 
singularidade e a flexibilidade do conhecimento 
produzido e em produção, uma vez que a ciência está 
em constante mudança e construção. 
A necessidade de uma competência 
docente na definição de ações a 
serem efetivadas pelos alunos sob 
DESAFIOS NA 
APRENDIZAGEM 
A partir desse pressuposto, 
distanciamo-nos da visãodo senso 
comum de docência associada à aula 
expositiva como única forma de 
ensinar. O professor não é mais o 
palestrante, nem o aluno é copista 
de conteúdo. A aula torna-se um 
momento privilegiado de encontro e 
de ações, não devendo ser dada e 
nem assistida, mas construída, feita 
pela ação conjunta de professores e 
alunos 
sua supervisão, visando ao objetivo 
pretendido, ou seja, estabelecer um 
processo de apreensão e construção 
do conhecimento. 
36 
 
 
PROBLEMATIZAÇÃO DIALÉTICA 
Na origem do conhecimento está 
presente um proble- ma, gênese 
que pode ser recuperada no 
estudo do conteúdo. 
Quando o professor tem um papel 
de mediador e o aluno, o de 
construtor do próprio co- 
nhecimento no desenvolvimento 
de atividades voltadas à 
PRÁXIA 
(motora, 
Mobilização para o conhecimento; 
Construção do conhecimento; Ação perceptiva, 
CONSTRUÇÃO DO 
CONHECIMENTO 
Elaboração de síntese do reflexiva) do sujeito sobre o 
objeto a ser conhecido. Toda a 
aprendizagem é ativa, exige essa 
ação, que também possibilita a 
articulação do conhecimento 
com a prática social que lhe deu 
origem. 
conhecimento. 
SIGNIFICAÇÃO 
Estabelecer vínculos, os 
nexos do conteúdo a ser 
desenvolvido. 
CRITICIDADE 
O conhecimento deve estar 
ligado a uma visão crítica da 
realidade, buscando a verdadeira 
causa das coisas, a essência dos 
processos, sejam naturais, sejam 
sociais, indo além das aparências. 37 
 
 
 
ESPECIALISTAS EM ATIVIDADES 
PEDAGÓGICAS PARAESCOLARES 
ATUANDO EM ÓRGÃOS PÚBLICOS, 
PRIVADOS E PÚBLICOS NÃO ESTATAIS 
PROFESSORES DO ENSINO 
PÚBLICO E PRIVADO 
De todos os níveis de ensino e dos 
que exercem atividades correlatas 
fora da escola convencional; Envolve: associações populares, educação 
de adultos, clínicas de orientação 
pedagógica/psicológica, entidades de 
recuperação 
(instrutores, 
consultores, 
de 
técnicos, 
orientadores, 
deficientes 
animadores, 
clínicos, 
ÁREAS DE 
ATUAÇÃO DO 
PEDAGOGO 
ESPECIALISTAS DA AÇÃO 
EDUCATIVA ESCOLAR 
Operando nos níveis centrais, 
intermediários e locais dos 
sistemas de ensino (supervisores 
pedagógicos, gestores, 
psicopedagogos etc.). 
administradores escolares, 
planejadores, coordenadores, 
orientadores educacionais etc.) 
38 
 
 
FORMADORES, ANIMADORES, INSTRUTORES, 
ORGANIZADORES, TÉCNICOS, CONSULTORES, 
ORIENTADORES, QUE DESENVOLVEM ATIVIDADES 
PEDAGÓGICAS (NÃO ESCOLARES) 
O campo da atividade pedagógica 
extra-escolar é extenso. Poder-se-ia 
incluir no item da educação extra- 
escolar toda a gama de agentes 
pedagógicos que atuam no âmbito 
da vida privada e social: pais, 
parentes, trabalhadores voluntários 
em partidos políticos, sindicatos, 
associações, centros de lazer etc. AÇÃO 
TRABALHADORES SOCIAIS, 
MONITORES E INSTRUTORES 
DE RECREAÇÃO E EDUCAÇÃO 
FÍSICA 
PEDAGÓGICA 
EXTRA-ESCOLAR 
Formadores ocasionais que ocupam parte de 
seu tempo em atividades pedagógicas em 
órgãos públicos estatais e não-estatais e 
empresas referentes à transmissão de 
saberes e técnicas ligados a outra atividade 
profissional especializada. 39 
 
 
O QUE É? O QUE É? 
Termo cognição pode ser definido 
como o conjunto de habilidades 
mentais necessárias para a 
construção de conhecimento sobre 
o mundo. 
Surgiu nos Estados Unidos entre as 
décadas de 1950 e 1960 como uma 
forma de crítica ao 
Comportamentalismo, que 
postulava, em linhas gerais, a 
aprendizagem como resultado do 
condicionamento de indivíduos 
quando expostos a uma situação 
de estímulo e resposta. 
Os processos cognitivos envolvem, 
portanto, habilidades relacionadas 
ao desenvolvimento do TEORIA 
COGNITIVISTA 
pensamento, raciocínio, linguagem, 
memória, abstração etc.; 
Têm início ainda na infância e 
estão diretamente relacionados à 
aprendizagem. 
No Brasil, a visão cognitivista do 
desenvolvimento humano da 
aprendizagem, junto a outras 
contribuições, forneceu subsídios 
para a formulação dos Parâmetros 
Curriculares Nacionais. 
Interpretação 
Pensamentos 
automáticos 
Comportamentos Emoções 
Reações fisiológicas Eventos externos 
40 
 
https://www.infoescola.com/psicologia/cognicao/
https://www.infoescola.com/psicologia/cognicao/
https://www.infoescola.com/educacao/aprendizagem/
https://www.infoescola.com/educacao/aprendizagem/
 
 
OPINIÃO DE VYGOTSKY 
Compreendia que o funcionamento 
psicológico tem base biológica e 
apresenta funções psicológicas 
superiores, como: 
pensamento 
raciocínio 
planejamento 
memória 
atenção voluntária 
Partindo do ponto de vista 
genético e da compreensão da 
evolução humana e do organismo, 
pressupõe que as interações 
sociais propiciam o pensamento 
complexo quando internalizadas. 
L 
Como fruto dessas trocas e interações, o cérebro tem a capacidade de criar 
novos conhecimentos, isto porque o contato com outras experiências ativa 
as potencialidades do aprendiz em elaborar seus conhecimentos sobre os 
objetos, em um processo mediado pelo outro 41 
40 
 
 
OPINIÃO FILOSOFIA 
É no brinquedo que a criança aprende a 
agir numa esfera cognitiva em vez de uma 
esfera visual externa, dependendo das 
motivações internas e não unicamente dos 
incentivos fornecidos pelo objeto externo. 
O trabalho em duplas facilita o 
aprendizado, mas cabe ao professor 
acompanhar individualmente o aluno. 
O professor é o condutor do processo, 
atuando na zona de desenvolvimento 
proximal. 
A relação ensino-aprendizagem é 
um processo global de relação 
interpessoal que envolve alguém 
que aprende, alguém que ensina, e 
a escola é o lugar por excelência na 
qual o processo intencional ensino- 
aprendizagem ocorre, podendo 
envolver intervenção que conduza 
á aprendizagem. 
TEORIA DE 
VIGOTSKY Sociointeracionismo : nenhum 
conhecimento pode ser elaborado 
sozinho 
Acreditava que o desenvolvimento 
mental do aluno se determina em 
dois níveis: 
O erro faz parte do processo de 
aprendizagem. O professor não pode 
esperar que o aluno descubra sozinho seu 
erro. 
O nível de Desenvolvimento 
afetivo 
Área de Desenvolvimento 
Potencial . 42 
 
 
 
OPINIÃO DE JEAN PIAGET 
Para ele, o desenvolvimento 
cognitivo ocorre em uma série de 
estágios sequenciais e 
qualitativamente diferentes, 
através do quais vai sendo 
construída a estrutura cognitiva 
seguinte, mais complexa e 
abrangente que a anterior. 
Considera a inteligência como 
resultado de uma adaptação 
biológica, aonde o organismo 
TEO 
COGNI 
JEAN procura o equilíbrio entre 
assimilação e acomodação para 
organizar o pensamento. (1896 
O que determina o que o sujeito é capaz de fazer em cada 
fase do seu desenvolvimento é o equilíbrio correspondente a 
cada nível mental atingido. 
43 
 
 
EPISTEMOLOGIA GENÉTICA FILOSOFIA 
Os desenhos e pinturas infantis desempenham papel 
particularmente importante para a investigação da 
formação das estruturas intelectuais. A criação plástica, ao 
lado da linguagem e das atividades lúdicas, constitui uma 
das formas de representação, através das quais se revela o 
mundo interior da criança. 
Tese de que a filosofia é uma 
“ sabedoria” indispensável aos 
seres racionais, mas que não 
atinge um “saber” propriamente 
dito, provido das garantias e dos 
métodos 
característicos 
de controle, 
que se A epistemologia genética não é uma JEAN PIAGET 
(1896-1980) 
do 
ciência entre outras, mas uma matéria 
interdisciplinar que se ocupa com todas 
as ciências, Ela se difere da 
epistemologia tradicional, pois não 
estuda a gênese das estruturas e dos 
conceitos científicos. 
denomina conhecimento. 
Para Piaget, “a filosofia tem sua 
razão de ser e deve-se mesmo 
reconhecer que todo homem que 
não passou por ela é 
incuravelmente incompleto”. 
O professor teria a função de propor situações que ativassem o mecanismo de aprendizagem do educando, isto 
é, sua capacidade de reestruturar-se mentalmente procurando um novo equilíbrio. Supõe que ensinar é um 
esforço para auxiliar ou moldar o desenvolvimento. A teoria de Piaget não é propriamente uma teoria de 
aprendizagem e sim uma teoriade desenvolvimento mental 
44 
 
 
OPINIÃO DE HENRI WALLON 
Compreende o desenvolvimento 
cognitivo como um processo social 
e interacionista, no qual a 
linguagem e o entorno social 
assumem um papel fundamental. 
Assim como Piaget, Wallon também 
categoriza o desenvolvimento em TEORIA etapas, mas procura o 
COGNITIVISTA 
HENRI WALLON 
(1879-1962) 
entendimento do sujeito em sua 
integralidade: 
biológica 
afetiva 
social 
intelectual. 
Desta forma, a existência do indivíduo se dá entre as exigências do 
organismo e da sociedade e seu desenvolvimento ocorre por meio de uma 
construção progressiva em que predominam ora aspectos afetivos, ora 
cognitivos estabelecidos, através das relações entre um ser e um meio que se 
modificam reciprocamente. 45 
40 
 
 
TEORIA Estágio Personalismo (3 – 7 
anos), evidencia-se nesse 
período o processo de 
formação da personalidade, 
com a predominância das 
relações afetivas expressas 
através de palavras e ideias. 
Estágio Categorial (7 – 
puberdade), grande 
avanço nos processos 
cognitivos 
predominância desses 
na relação com o meio. 
Teve a preocupação de reservar espaço 
especial para o meio social como espaço de 
construção da atividade física, mental e 
afetiva, ou seja, como espaço que 
oportuniza o desenvolvimento global. 
Para isto, ele dividiu em estágios nos quais 
podem explicar como o homem se 
desenvolve: Estes estágios se comunicam 
entre si, favorecendo a aprendizagem: 
e 
Estágio Projetivo (18 meses – 3 anos), 
inicia-se com muita força o simbolismo 
da linguagem, sua aquisição se torna 
cada vez mais elaborada, tornando esse 
período muito especial. O pensamento 
passa a ser expresso pelos gestos. 
TEORIA DE 
HENRI WALLON Estágio Impulsivo (0 – 6 meses), 
movimentação dos membros dentro do 
campo visual não coordenada, iniciada a 
partir do ato reflexo e dependente 
diretamente dos estados afetivos. 
Estágio Sensório-Motor (8 – 18 meses), 
predominância de ralações cognitivas 
com o meio, através da experimentação 
e curiosidade em relação aos objetos. A 
movimentação passa a ter finalidades 
afetivas, expressivas e tônicas, com a 
liberação progressiva das mãos. 
Estágio Emocional (6-8 meses), reações 
que foram associadas a alguma 
atividade, portanto, reforçadas e 
repetidas nessa fase. Preparação para a 
fase sensório-motora. 46 
 
 
PRINCÍPIOS TEÓRICOS 
Comunicação 
Expressão 
Afetividade 
Responsabilidade 
Sociabilidade 
Autonomia 
Criatividade 
Reflexão TEORIA DE PAULO 
CÉLESTIN FREINET Senso cooperativo 
Para Freinet, a sala de aula não é um 
espaço físico determinado, mas a sala de 
aula é qualquer espaço onde o exercíxio 
do pensamento e da criatividade esteja 
presente e a serviço da sociedade 
TÉCNICAS Livro da vida 
Aula passeio 
Texto livre 
Imprensa Escolar 
Correção 
Fichário de conduta 
Plano de trabalho 
Correspondência Interescolar 
Auto-avaliação 47 
 
 
PRINCÍPIOS PSICOPEDAGÓGICOS 
Princípio da liberdade: a criança tem o o 
máximo de autonomia para realizar seus 
gostos e necessidades, para buscar 
motivação para o conhecimento 
Princípio da individualidade: a criança 
realiza as atividades pessoais 
diferenciadas, mas sem perder o seu 
referencial. 
TEORIA DE DECROLY Princípio da atividade: trabalha 
a tendência dominante na 
criança e da inquietude e do 
movimento 
Princípio da intuição: implica na 
observação e exploração das 
coisas, empregando os sentidos 
Princípio da globalização: a 
A criança deve se educar 
para o presente, não para o 
futuro 
Defendia a sala de aula 
Dedicou-se ao trabalho em 
crianças com necessidades 
especiais criança pode apresentar 
dificuldades de perceber partes 
separadas e depois reconstruir. 
48 
 
 
O slogan 
Aprendemos Fazendo 
Dewey afirmava 
de Dewey: 
que 
OPINIÃO 
A escola não pode ser uma 
preparação para a vida; a escola é 
a própria vida. Vida e experiência 
devem estar sempre unidas no 
processo de aprendizagem. 
As ideias de Dewey tiveram grande 
influência no movimento de 
renovação da educação no Brasil 
na década de 1930, e são 
aproveitadas até hoje pelos os que 
acreditam na educação e na 
liberdade. 
crescemos somente quando 
participamos, 
resolvemos 
dificuldades e problemas 
comuns 
quando 
juntos 
TEORIA DE JOHN 
DEWEY 
Seu objetivo era enriquecer a experiência dos alunos, já que a vida significava 
modificações, também a aprendizagem implicava reconstrução constante, onde 
não se permitiam quaisquer objetivos finais e onde se tinha de impedir, acima de 
tudo a estagnação 
A escola não é um prelúdio da vida, mas representa uma sociedade em miniatura. 
A democracia não deve ser adiada; na sala de aula, a criança pode aprender 
cooperando e participando no trabalho em grupos; 49 
 
 
 
TEORIA Rogers afirma que o educador deve concentrar a 
atenção não em ensinar, mas em criar condições que 
promovam a aprendizagem 
Para que o aluno aprenda, crie, produza 
intelectualmente, ele precisa sentir-se seguro, 
apoiado, o que não ocorre em climas severos, de 
censura, onde os alunos trabalham com alto nível de 
ansiedade e poucos produzem 
Para Rogers o importante é aprender a 
aprender. Não é o conhecimento em si que 
será de utilidade, e sim uma atitude de 
busca constante do conhecimento 
A preocupação de Rogers é com o aluno 
como pessoa. O importante é a 
autorealização da pessoa 
Parte de um enfoque essencialmente 
TEORIA DE CARL 
ROGERS 
humanístico que visa à 
aprendizagem “pela pessoa inteira”, 
uma aprendizagem que transcende e 
engloba: aprendizagens cognitivas, 
afetivas e psicomotora 
O professor deve ser o facilitador da 
aprendizagem, mas seu sucesso 
nesta tarefa repousa, sobretudo, em 
qualidades atitudinais como a 
autenticidade, a compreensão 
empática, a aceitação e a confiança 
no aprendiz; 50 
 
 
 
O ensino das letras recortadas em madeira colorida 
fazia parte da sua proposta pedagógica 
Deve existir um material específico para cada 
objetivo educacional 
Um dos principais objetivos do seu método são as 
atividades motoras, intelectuais e sensoriais 
TEORIA 
No movimento da Escola Nova, Montessori 
ocupa um papel importante pelas técnicas 
introduzidas nos jardins de Infância e nas 
primeiras séries. 
Fazia oposição aos métodos tradicionais 
que não respeitavam as necessidades e os 
mecanismos evolutivos do desenvolvimento 
da criança. 
Temos como princípios fundamentais 
do método montessoriano, a 
atividade, a individualidade e a 
liberdade de movimentos de que a 
criança dispõe, e um vasto material 
didático que lhe é fornecido. 
TEORIA DE 
MONTESSORI 
Em relação à leitura e a escrita, na escola montessoriana, as crianças 
conhecem as letras e são induzidas na análise das palavras e letras, 
estando a mão treinada e reconhecendo as letras, as crianças podem ler 
e escrever palavras e orações inteiras. 
Defendeu a realização dos direitos da criança 
51 
 
 
 
TEORIA Paulo Freire disse que a 
educação de um país não 
é de uma pessoa só, mas 
do povo, de uma equipe. 
Para Paulo Freire, o diálogo é o elemento 
chave onde o professor e aluno sejam 
sujeitos atuantes. 
Em seu método, Paulo Freire propunha a 
exploração de tudo: palavras, frases, ditos, 
modos peculiares de falar, de contar o 
mundo. Isto visava revelar o mundo vivido 
pelos analfabetos. Desta forma, resultava 
num sucesso total. TEORIA DE 
PAULO FREIRE 
Sua atividade como educador levou-o 
a criação, em 1961 do chamado 
Movimento de Educação de Base, sob 
o patrocínio do Bispo D. Helder 
Câmara, ao mesmo tempo em que se 
tomava forma o método Paulo Freire 
de Alfabetização 
Professor e aluno fazem parte de um único contexto social, isto é, 
aprendem juntos, num processo de integração permanente. 
Defendeu a realização dos direitos da criança 
52 
 
 
2º MOMENTO 1º MOMENTO 
Tematização: seleção dos temas geradores e 
palavras geradoras, onde são realizadas a 
codificação e decodificação desses temas, 
buscando sempre o significado social 
Investigação temática: Investigação do universovocabular e estudo dos modos de vida na 
localidade (estudo da realidade). 
O método procurava recrutar os analfabetos 
da região escolhida e iniciava com as 
entrevistas nos “círculos de cultura”. 
O conjunto das entrevistas oferecia o 
universo vocabular local e delas se extraíam 
as palavras geradoras . que deveriam 
obedecer a três critérios básicos 
3º MOMENTO 
Problematização: busca da 
superação da primeira visão 
ingênua por uma visão 
crítica, capaz de transformar 
o contexto vivido. 
METODOLOGIA 
DE FREIRE 
a. elas devem estar inseridas no contexto social 
dos educandos 1 ª fase: levantamento do universo vocabular dos grupos . 
b. devem abrigar uma pluralidade de sentidos 
da realidade social, cultural, política e outras 
c. devem englobar todos os fonemas da língua, 
para que com seu estudo sejam trabalhadas 
todas as dificuldades fonéticas 
2 ª fase: escolha das palavras selecionadas do universo 
vocabular pesquisado. 
3 
4 
ª fase: criação de situações existenciais típicas do grupo. 
ª fase: elaboração de fichas-roteiro que auxiliem os 
coordenadores de debate no seu trabalho. 
ª fase: elaboração de fichas com a decomposição das 
famílias fonéticas. 
5 
Esse conhecimento, gerado a partir das 
entrevistas, dava origem ao tema gerador geral 53 
 
 
Empregava as letras do alfabeto presas a cartões, e 
introduziu lousas e lápis 
Professor é comparado ao jardineiro, que providencia 
as condições para a planta crescer 
O lar era para ele a melhor instituição de educação, 
base para a formação política, moral e religiosa 
TEORIA 
Considerado o reformador ou o promotor 
da escola popular. 
Embora a posição da pedagogia seja um 
pouco obscura, ele defende a ideia, de que 
a escola precisa simplificar os conteúdos 
dados e evitar a decoreba. 
Fundamenta a educação no respeito e no 
amor, como forma de reconhecer, manter 
e promover em cada ser a dignidade da 
pessoa. 
TEORIA DE 
PAULO 
Pestalozzi foi o educador que pôs em 
prática os princípios do empirismo: o 
educar é “construir na mente do aluno 
uma experiência definida a luz da 
percepção sensorial clara" 
PESTALOZZI 
A religião é mais profunda 
do que dogmas, ou credos 
Deu novo impulso à 
formação de professores 
e ao estudo da educação 
como uma ciência 
O ensino deve começar dos elementos 
mais 
gradualmente, 
desenvolvimento da criança 
simples e processar-se 
segundo o 
54 
 
 
WILLIAM JAMES 
O QUE É? 
William James descreveu a capacidade dos indivíduos de 
buscar a resolução de problemas para se adaptar melhor ao 
meio, tendo um papel ativo e autônomo nesse processo. A 
consciência, então, passa a ser compreendida como um fluxo, 
um movimento dos seres humanos em direção ao mundo 
Willian James afirmava que 
orientar 
necessidade 
alguém 
de 
sobre a 
tomar 
determinadas decisões para sua 
adaptação ao meio, quando feito 
de maneira eficiente, poderia 
trazer 
Considerando a teoria dos três 
eus”, James afirmava que seria 
possível uma pessoa tomar 
decisões que a prejudicassem 
fisicamente como forma de 
reafirmar um aspecto social, ou 
seja, o ambiente é um fator 
importante nesse processo 
bons resultados. 
FUNCIONALISMO “ 
Apesar de ser munido de aspectos individuais, 
subjetividade, e ter intencionalidade em suas 
ações, ele nem sempre age de maneira 
consciente. Existe uma diferenciação entre a 
escolha e o hábito: na primeira, há 
consciência e intencionalidade; no segundo, 
há o ato involuntário ou automático 
55 
 
 
 
BEHAVIORISMO EDWARD TOLMAN 
Objeto de estudo o comportamento. Essa teoria psicológica 
defende que a psicologia humana ou animal pode ser 
objetivamente estudada por meio de observação de suas 
ações, ou seja, observando o comportamento. 
Incluir o fator mental e, então, 
reformulando o que era proposto 
na equação E-R (estímulo- 
resposta), sugeriu a fórmula E--O- 
R (estímulo-organismo-resposta). 
Tolman considerava a mente 
humana como um sistema capaz 
de comandar comportamentos e 
aprender novos repertórios 
Em 1932, Tolman afirmou que o 
comportamento aprendido teria 
como 
A adaptação do homem ao 
ambiente é um dos objetos de 
estudo da psicologia cognitiva 
SKINNER 
Uso de reforços positivos para 
controlar 
comportamento individual ou 
coletivo. 
ou modificar o 
BEHAVIORISMO 
Reforço positivo: acrescentar 
algo prazeroso ou que satisfaça 
uma necessidade. 
Reforço negativo: retirar algo 
desagradável. 
Punição positiva: acrescentar 
algo aversivo. 
Punição negativa: retirar algo 
prazeroso ou que satisfaça uma 
necessidade 
Usa o método de aproximação 
sucessiva, em que o reforço é dado 
em fases de ações (simples) que 
vão gradativamente aproximando 
o comportamento atual do 
comportamento final desejado 
(complexo). 
56 
 
 
 
GESTALT SIGNIFICADO 
A psicologia cognitiva social contou 
com contribuições de estudos 
desenvolvidos por pesquisadores como 
Max Wertheimer (1880–1943), Kurt 
Lewin (1890–1947), Fritz Heider (1896– 
A teoria da gestalt é contra a ideia de que 
a percepção se dá por meio da soma de 
elementos. 
Para os pesquisadores da gestalt, a 
combinação entre as coisas percebidas é 
realizada pela percepção, podendo surgir 
algo que não pode ser encontrado na 
simples acumulação dos elementos. 
Isso significa que simplificamos, unimos e 
completamos aquilo que observamos 
para torná-lo mais familiar e conhecido, 
de modo que faça sentido em relação ao 
conteúdo que já conhecemos 
1 988) e Solomon Asch (1907–1996), 
Gestalt, significa organização, isto é, a 
forma como a percepção organiza 
determinado contexto. Em outros 
momentos, pode significar forma, como 
a forma do objeto em si, estrutura ou 
padrão. 
TEORIA DE 
GESTALT 
57 
 
 
PROXIMIDADE SIMPLICIDADE/PREGNÂNCIA 
Temos a tendência de agrupar as 
partes que estejam próximas no tempo 
ou no espaço. 
buscamos a “boa gestalt”, simétrica, 
simples e estável, mesmo que ela 
esteja apenas sugerida e com vários 
detalhes ao redor. 
TEORIA DE 
GESTALT: 
CARACTERÍSTICA 
DA PERCEPÇÃO 
CONTINUIDADE 
tendemos a seguir uma direção para 
ligar os elementos de forma que 
pareçam sem interrupção. 
FIGURA-FUNDO 
o objeto observado, ou parte do objeto 
observado, ao receber mais atenção e 
foco da percepção, é chamado “figura”. 
Porém, os outros objetos, ou suas 
partes, não deixam de existir, 
tornando-se o que se denomina 
SEMELHANÇA 
as partes parecidas tendem a ser 
unidas, criando um agrupamento. 
“ fundo”. Podemos, contudo, alternar o 
PREENCHIMENTO 
completamos os espaços faltantes das 
figuras para que se aproximem de 
formas mais conhecidas. 
foco, transformando em figura outros 
objetos ou partes, tornando fundo todo 
o restante 
58 
 
 
 
DIDÁTICA 
QUE É? Tem como objeto de estudo o processo 
de ensino na sua globalidade, isto é, 
suas finalidades: A didática opera a interligação entre 
teoria e prática. Ela engloba um conjunto 
de conhecimentos que entrelaçam 
contribuições de diferentes esferas 
científicas (teoria da educação, teoria do 
conhecimento, psicologia, sociologia etc.), 
junto com requisitos de operacionalização. 
Isto justifica um campo de estudo com 
identidade própria e diretrizes normativas 
de ação docente, que nenhuma outra 
disciplina do currículo de formação de 
professores cobre ou substitui. Esta é a 
razão pela qual é tomada como “disciplina 
integradora” 
sociopedagógicas 
princípios 
condições 
meios de direção 
organização do ensino e da 
aprendizagem. 
DIDÁTICA I Nesse sentido, define-se como direção 
do processo de ensinar, no qual estão 
envolvidos, articuladamentEe: 
fins imediatos (instrutivos) 
mediatos (formativos) 
procedimentos adequados ao 
ensino e à aprendizagem. 
Ou seja, a atividade teórica e a 
atividade prática que se unificam na 
práxis de quem ensina. 
59 
 
 
 
NO BRASIL 
Tentativas de estudiosos da didática em 
atribuir-lhe adjetivos: 
didática fundamental 
didática histórico-social 
É pelo estudo ativo das matérias, pelos 
métodos de assimilação ativa providos 
pelo professor, pela observação,análise e 
síntese em relação aos objetos de 
conhecimento que os alunos podem 
desenvolver sua capacidade crítica e 
formar convicções. 
Uma pedagogia é crítica quando o aluno 
se reconhece nas ideias e atitudes às 
quais o professor o ajuda a chegar, nas 
experiências que ele mesmo vivenciou 
com base nos elementos daquilo que lhe 
foi ensinado; e sobretudo, quando 
encontra em tal ensino uma resposta mais 
lúcida a uma dificuldade que havia 
efetivamente experimentado. 
didática crítico-social: constitui-se no 
processo de assimilação ativa da 
experiência cultural acumulada, de 
modo a possibilitar aos alunos, a 
partir de suas próprias forças 
intelectuais e práticas, o domínio de 
conhecimentos, habilidades, hábitos, 
convicções, o desenvolvimento de 
suas capacidades cognoscitivas e 
operativas e, junto com isso, a leitura 
crítica da realidade (consciência 
crítica). 
DIDÁTICA II 
didática prática 
São esforços feitos para explicitar uma 
contraposição à didática corrente, 
tradicional ou instrumental. 60 
 
 
 
ÉTICA 
Pretende expor os princípios e a 
missão, bem como os valores de 
No respeito, na dignidade e na integridade do ser humano, objetivando 
o desenvolvimento harmônico do Ser e dos seus valores, munindo-se 
de técnicas adequadas, assegurando os resultados propostos e a 
qualidade satisfatória da educação; uma determinada profissão, 
constituindo, dessa maneira, uma 
ferramenta norteadora para a 
funcionalidade de todo e qualquer 
profissional 
Na defesa da democracia, respeitando as posições filosóficas, políticas, 
religiosas e culturais, analisando crítica e historicamente a realidade 
em que atua, buscando a socialização do saber; 
Na promoção do bem-estar dos Na definição de suas CÓDIGO DE ÉTICA 
I 
sujeitos e da comunidade 
atuando a favor destes com 
aplicação de várias áreas do 
responsabilidades, direitos e 
deveres de acordo com os 
princípios 
Declaração Universal dos Direitos 
Humanos, no Estatuto da Criança, 
Adolescente e no Estatuto do 
Idoso na legislação educacional 
em vigo 
estabelecidos na 
conhecimento humano, 
selecionando métodos, técnicas e 
práticas que possibilitem a 
consecução do ato de educar; 
Na responsabilidade profissional 
por meio de um constante 
desenvolvimento pessoal, 
científico, técnico e ético; 
61 
60 
 
 
CÓDIGO DE ÉTICA II 
DEVERES: 
Zelar para que o exercício 
profissional seja efetuado com a 
máxima dignidade, recusando e 
denunciando situações em que o 
indivíduo esteja correndo risco ou o 
exercício profissional esteja sendo 
aviltado 
Respeitar a dignidade e os direitos 
fundamentais da pessoa humana 
Ter uma filosofia de vida que permita 
o respeito à justiça, a transmissão 
de segurança e a firmeza para todos 
aqueles com quem se relaciona 
profissionalmente 
Atuar com elevado padrão de 
competência, senso de 
responsabilidade, zelo, discrição e 
honestidade; Respeitar os códigos sociais e as 
expectativas 
comunidades com as quais realize 
seu trabalho 
morais das 
Manter-se atualizado quanto aos Prestar 
desinteressadamente, 
campanhas educativas e situações 
de emergência dentro de suas 
possibilidades 
serviços profissionais, 
em conhecimentos científicos e 
técnicos, corroborando com 
pesquisas que tratem o fenômeno 
do desenvolvimento humano; 
Assumir somente a responsabilidade 
de tarefas para as quais está ca- 
pacitado, recorrendo a outros 
especialistas sempre que for 
necessário 
Colocar-se a serviço do bem comum 
da sociedade, sem permitir que 
Lutar pela expansão da Pedagogia e 
defender a qualidade na sua 
profissão prevaleça qualquer interesse 
Manter a atitude de colaboração e 
solidariedade com colegas; 
particular ou de classe 
62 
 
 
 
CÓDIGO DE ÉTICA III 
DEVERES: 
Denunciar falhas em regulamentos, 
normas e programas da instituição 
em que trabalha, quando estes 
estiverem ferindo os princípios e as 
diretrizes curriculares do Curso de 
Pedagogia, bem como o Código de 
Ética, mobilizando, inclusive, o 
Empregar com transparência as 
verbas sob a sua responsabilidade, 
de acordo com os interesses e as 
necessidades coletivas dos usuários 
Dar conhecimento ao Conselho 
Federal e/ou Regional de Pedagogia 
as instituições públicas e 
particulares que tenham atos que 
possam prejudicar alunos, suas 
famílias, membros da comunidade 
ou outros profissionais 
Conselho 
necessário 
Regional caso seja 
Denunciar ao Conselho Federal e/ou 
Regional de Pedagogia as insti- 
tuições públicas ou privadas onde as 
condições de trabalho não sejam 
dignas ou depreciem, monetária e 
moralmente, nas diferentes mídias, a 
formação e a atuação do 
profissional pedagogo 
Denunciar ao Conselho Regional os 
profissionais Pedagogos e/ou as 
Instituições que não atendam aos 
preceitos científicos da profissão e 
que, notoriamente, ferem o Código e 
outros parâmetros legais; 
63 
 
 
CÓDIGO DE ÉTICA IV 
NÃO PODE FAZER: 
Adulterar, interferir em resultados 
de desempenho que depreciem 
indivíduos ou grupos 
Apresentar 
resultados de desempenho que 
depreciem indivíduos ou grupos 
publicamente os 
Usar títulos que não possua; 
Usar de privilégio profissional ou 
faculdade decorrente de função para 
fins discriminatórios ou para auferir 
vantagens pessoais; 
Usar ou permitir tráfico de influência 
para obtenção de emprego, des- 
respeitando concursos ou processos 
seletivos; 
Exercer sua autoridade de maneira a 
limitar ou cercear o direito de 
participação do próximo 
Decidir, livremente, sobre seus 
interesses, sem anuência destes 
Induzir a convicções políticas, 
filosóficas, morais ou religiosas no 
Desviar, para atendimento particular 
próprio, os casos da instituição onde 
trabalha; exercício de suas funções 
profissionais 
64 
 
 
 
BASES PARA O ENSINO 
PRINCÍPIOS, ARTIGO 206 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 
I - igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola; 
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; 
III - pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; 
IV - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; 
V - valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na forma da lei, por planos de carreira, com ingresso 
exclusivamente por concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas; 
VI - gestão democrática do ensino público na forma da lei; 
VII - garantia de padrão de qualidade; 
VIII - piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública nos termos de lei federal. 
Parágrafo único: A lei disporá sobre as categorias de trabalhadores considerados profissionais da Educação Básica e 
sobre a fixação de prazo para a elaboração ou adequação de seus planos de carreira, no âmbito da União, dos Estados, 
do Distrito Federal e dos Municípios (BRASIL, 1988) 
65 
 
 
 
 EDUCAÇÃO INCLUSIVA PRINCÍPIOS 
Objetivo garantir o direito de todos à 
educação. 
igualdade de oportunidades e a 
valorização das diferenças humanas, 
Toda pessoa tem o direito de acesso à educação 
de qualidade na escola regular e de atendimento 
especializado complementar, de acordo com suas 
especificidades. Esse direito está em consonância 
com a Declaração Universal dos Direitos Humanos 
e outras convenções compartilhadas pelos países 
membros das Nações Unidas. 
contemplando as diversidades: 
étnicas 
sociais 
culturais 
intelectuais 
físicas 
EDUCAÇÃO 
INCLUSIVA 
Toda pessoa aprende, é papel da comunidade 
escolar desenvolver estratégias pedagógicas 
que favoreçam a criação de vínculos afetivos, 
relações de troca e a aquisição de 
conhecimento 
sensoriais 
A experiência de interação entre Modelos de ensino que 
pessoas diferentes é pressupõem 
fundamental para o pleno homogeneidade 
desenvolvimento de qualquer um. processo 
O ambiente heterogêneo amplia aprendizagem 
a percepção dos educandos sustentam 
A diversidade é uma característica inerente a qualquer serno humano. É abrangente, complexa e irredutível. Portanto, a 
de educação inclusiva, orientada pelo direito à igualdade e o 
e respeito às diferenças, deve considerar não somente as 
padrões pessoas tradicionalmente excluídas, mas todos os 
sobre pluralidade, estimula sua inflexíveis de avaliação estudantes, educadores, famílias, gestores escolares, 
empatia 
competências intelectuais. 
e favorece suas geram, inevitavelmente, gestores públicos, parceiros etc 
exclusão. 66 
 
 
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES (APM) 
Também conhecida por associação 
de pais, alunos e mestres (APAM), é 
importante instância colegiada da 
escola. 
CONSELHO ESCOLAR 
O Projeto Político-Pedagógico (PPP) é o 
documento de identidade da escola 
O conselho escolar é entendido como 
um espaço de discussão e tomada de 
decisões, permitindo que docentes, 
alunos, pais e demais funcionários da 
escola que expressem as suas 
reivindicações. 
É uma instituição auxiliar que tem 
como finalidade colaborar no 
aprimoramento da educação e na 
NORMAS 
ORGANIZATIVAS 
integração família-escola- 
comunidade 
A APM (ou APAM) contribui para a 
autonomia da escola, favorecendo 
a participação de todos os 
envolvidos na tomada de decisões. 
GRÊMIO ESTUDANTIL 
É uma organização que representa os interesses 
dos alunos, permitindo aos estudantes a tomada 
de decisões acerca do processo escolar. 
É, portanto, um instrumento de participação dos 
educandos na vida escolar, o que fortalece o 
respeito de direitos, deveres e convivência 
comunitária 
67

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