Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

SISTEMA TEGUMENTAR 
Universidade Estadual de Londrina – 
Departamento de Anatomia 
Caixa Postal ​10.011​ – CEP 86.057-970 Londrina– Paraná 
 
Professor: Paulo Romanelli 
 
Alunas: Giovana Bertoncini, Mariane Ricciardi 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O que é o Sistema Tegumentar? 
É o sistema que recobre o todo o corpo humano, protegendo-o de atrito, 
desidratação, invasão de microorganismos e radiação ultravioleta. Tem papel sensorial, 
síntese de vitamina D (região abdominal) e outras proteínas como a melanina e a 
queratina, na termorregulação, excreção de íons, na secreção de lipídios protetores e 
leite, absorção cutânea e comunicação do estado imunológico do indivíduo. 
 
Pele 
O sistema tegumentar é formado pela pele e seus anexos, que são as glândulas 
sudoríparas, glândulas mamárias, unhas, pelos e dentes. 
 
Epiderme 
A epiderme, a parte mais externa que denominamos comumente de pele é de 
origem ectodérmica cutânea, inicialmente formada por uma camada de tecido epitelial 
simples. Com o decorrer do tempo essa camada passa a ser duas, sendo a mais 
externa constituída por células mais achatadas queratinizadas (epitélio 
pavimentoso).As principais funções do tecido epitelial são de revestimento e secreção. 
A epiderme é a camada protetora de todo o ser humano, por essa razão dependendo 
da região encontra-se maior quantidade de camadas epiteliais e de queratina como nas 
mãos e pés que sofrem maior atrito, região conhecida como pele grossa. Já no restante 
do corpo é encontrada a pele delgada, aquela menos queratinizada com menor 
possibilidade de sofrer atrito. Importante também dizer que a epiderme é inervada, 
porém não vascularizada, por essa razão suas camadas vão se tornando cada vez 
mais pavimentosas e menos nutridas pois toda a nutrição vem da lâmina basal por 
difusão fazendo com que as células mais afastadas morram mais facilmente. A 
epiderme é dividida em cinco camadas de queratinócitos ( células especializadas do 
tecido epitelial, corresponde à 80 % dele, causam as invaginações da epiderme na 
derme vistas nas unhas e fazem a síntese de queratina) ( figura 1). 
 
- Estrato basal: onde estão contidas as células tronco da epiderme. Devido a sua alta 
atividade mitótica, também é denominado germinativo, por essa razão também as 
células são colunares e sintetizam filamentos de citoqueratina; são aderidas 
diretamente na lâmina basal através de hemidesmossomos. Essa região possui 
também terminações nervosas. Nesse estrato também são encontrados os melanócitos 
(corresponde a 8% da epiderme, que ao oxidar tirosina por uma enzima dão o 
pigmento escuro da melanina que se concentra no núcleo com o objetivo de proteger o 
material genético dos raios UV) e as células de Merkel que é um receptor de sentidos 
que será explicado mais à frente. 
- Estrato lúcido​: um estrato muito comumente não citado nos livros por ser exclusivo de 
lábios,mãos e pés, além de ser extremamente fino e claro. 
- Estrato espinhoso​: onde se encontram em excesso as células de Langerhans, que 
apresentam antígenos precursores da medula óssea. Essas células fagocitam corpos 
estranhos encontrados na pele e processam antígenos que levaram esses corpos para 
o linfócito T, que iniciam a resposta imunológica. Essas células participam 
principalmente de reações alérgicas, além de sintetizar proteínas utilizadas no estrato 
granuloso. 
- Estrato granuloso: formado de células pavimentosas (onde ocorre a síntese do 
colesterol), ácidos graxos livres, e organelas cerosas que são unidas à corpos 
lamelares que são exocitados por essa camada para criar a impermeabilidade contra a 
água. 
- Estrato Córneo: camada superficial da epiderme, que possui proteínas como a 
involucrina que se agrega a membrana plasmática das células para expressá-la. 
Também há proteínas como a filagrina que promove a compactação da queratina. Há 
uma barreira de lipídios que impede a saída de nutrientes do organismo. Essa camada 
é a camada de células mortas, com função de absorver o atrito, evitar a perda de água 
e a invasão de microorganismos. São organelas facilmente degradáveis pois não 
possuem os desmossomos como as outras células de tecido epitelial. 
 
 
 ​Figura 1 - Epiderme. Fonte: Mundo Estética 
O crescimento dessas células ocorre na camada basal a partir de células tronco, 
através de sua queratinização. As células emergem e, após seu período vital (4 
semanas), a apoptose ocorrerá, assim como a escamação, naturalmente. 
 
Derme 
Também denominada de cório, cutis ou pele verdadeira é uma camada mais 
profunda e espessa que a epiderme, mais rija e flexível. Essa característica ocorre 
devido ao tecido conjuntivo e sua quantidade variável de fibras elásticas e nervos e à 
vasta vascularização sanguínea e linfática. Consequentemente, é uma camada muito 
bem nutrida da pele. Nessa camada há a maior presença de glândulas sudoríparas e 
sebáceas, nervos, receptores sensoriais livres ou encapsulados. As livres circundam os 
folículos pilosos e tem função mecanorreceptora e noci receptora (recepção de dor), já 
as encapsuladas estão envolvidas por tecido conjuntivo, como os corpúsculos de 
Meissner, Pacini, Ruffini e bulbos terminais de Krause. Nessa camada também se 
encontram os folículos pilosos e acúmulos celulares. É mais espessa na porção dorsal 
do corpo que na porção ventral, essa relação se repete em relação à porção lateral 
com a medial dos membros. Nas pálpebras, escroto e pênis essa camada é 
extremamente delicada e fina. O limite entre epiderme e derme é bastante irregular, 
devido às projeções da derme sob a epiderme ( papilas dérmicas - figura 2) e das 
projeções da epiderme sobre a derme ( cristas epidérmicas - figura 2), que aumentam a 
área de contato entre as superfícies, dando maior resistência à pele. A derme pode 
ainda conter células musculares lisas nas regiões das aréolas mamárias e escroto 
(músculos dartos). Nessa região é onde ocorrem as estrias, ou ainda fibras musculares 
esqueléticas como as da face. Esse tecido é dividido em duas camadas: 
 
- Camada pendicular ou superficial: consiste em numerosas eminências 
vasculares altamente sensitivas, as papilas são eminências cônicas com 
extremidades arredondadas ou achatadas.É constituída de tecido conjuntivo 
frouxo, composto por fibras elásticas. 
 
 
 Figura 2 - Camada Pendicular . Fonte: Tegumentos Pele e Anexos Embrionários - Aprender 
 
- Camada reticular ou profunda: é a camada em maior quantidade, feita de tecido 
conjuntivo fibroelástico (denso não modelado) e tecido adiposo, composto 
sobretudo de feixes de colágeno, dispostas em diferentes direções para conferir 
resistência ao estiramento. É uma camada totalmente distensível (caso de 
gravidez e obesidade). As células dessa camada são principalmente fibroblastos 
(figuras 3 e 4) e histiócitos (figura 5). Nas camadas mais profundas da camada 
reticular se encontram as glândulas sudoríparas, sebáceas, folículos pilosos e a 
origem dos pêlos.Figura 3 - Fibroblasto. Fonte: Histologia Básica - Junqueira Carneiro 
 
 
 Figura 4 - Fibroblasto. Fonte: Radio Nacional do Afeganistão 
 
 
Figura 5 - Histiócito. Fonte: ​Sociedad Argentina de Citología 
 
Tecido Subcutâneo 
Também denominada de hipoderme, fáscia superficial ou tela subcutânea, é a 
camada do tecido tegumentar que não pertence a pele. É constituído principalmente 
por tecido conjuntivo frouxo e tecido adiposo unilocular (células em formato de esfera, 
com grande quantidade de lipídios em seu interior como se fosse uma gota, núcleo e 
citoplasma achatado e deslocados para o centro, presente em adultos). Exerce duas 
funções principais, isolar o organismo das mudanças ocorridas no ambiente, e fixação 
da pele às estruturas adjacentes. Há também as funções consequentes que seriam 
preenchimento de cavidades para fixação dos órgãos, reservatório energético, 
modelagem corporal e absorção de choques. Poucos locais não possuem essa 
camada , nesses locais a pele está em contato direto com o osso como é nos dedos, 
por essa razão a pele se torna enrugada. A quantidade de tecido adiposo nos 
organismos varia de idade, sexo ( nas mulheres ocorre o acúmulo nas mamas e coxas, 
já nos homens na porção subcutânea da parede abdominal inferior), região do corpo e 
estado nutricional do indivíduo. É nessa camada que são executadas as injeções 
subcutâneas com a utilização de uma agulha hipodérmica. É dividida em duas 
subcamadas: 
 
- Superficial ou Areolar (TAS)​: porção mais superficial, horizontal e fibrosa de 
tecido conectivo, altamente irrigada constituída de adipócitos globulares 
volumosos. Ao engordarmos essa camada aumenta de espessura de maneira 
suave, recobre o corpo inteiro de maneira vertical, com a idade e dano solar 
acumulativo essa camada se torna mole causando as deformidades por 
pseudodepósitos de gordura. 
 
 Figura 6 - Tecido Areolar Frouxo. Fonte: ​Surgical And Cosmetic Dermatology 
 
- Profundo ou Lamelar (TAP): camada adiposa profunda denominada na anatomia 
de fáscia profunda, intermuscular e em contato com a parede abdominal. 
Espessa-se ao ganharmos peso de maneira mais visível, tem alta elasticidade, 
encontra-se apenas nos locais do abdômen, flancos, região trocantérica, parte 
interna do terço superior das coxas, joelhos e parte posterior dos braços. Assim 
como a camada areolar sofre deformidades, porém nessas regiões são 
localizadas. 
 
 Figura 7 - Fáscia Profunda. Fonte: Anatomia da pele 
 
Fáscias 
São estruturas encontradas abaixo do tecido subcutâneo, é feita de tecido 
conjuntivo denso organizado, sem gordura, cobrindo o corpo em maior porção 
paralelamente a pele e a tela subcutânea. Tem função de isolar, envolver, hidratar e 
condicionar as estruturas profundas do corpo e também pode servir como revestimento 
de músculos individuais e feixes neurovasculares. Podem ser divididas entre 
compartimentos fasciais, que recobrem os músculos com funções semelhantes que 
possuem a mesma inervação (membros), e septos intermusculares que separam os 
compartimentos fasciais fixados à ossos. Ela pode agir como fixadora de músculos 
subadjacentes, porém na maioria dos casos esses são músculos livres que se 
contraem e deslizam sob a fáscia. 
A fáscia muscular propriamente dita não passa livremente pelo osso e sim está 
fundida ao periósteo, e quando envolvida aos músculos de contração e às válvulas 
venosa s,forma uma bomba muscular venosa que reconduz o sangue ao coração numa 
velocidade muito alta e de maneira mais eficiente. Porém essas fascias limitam a 
expansão dos ventres musculares. Sua estrutura é viscosa (substância fundamental), 
elástica (fibras) e metabólica (células). Ela se modifica quanto à tensão e elasticidade 
quando enfrenta estresse. É uma grande fonte de água e proteoglicanos e pode estar 
relacionada à doenças como depressão, intestino irritado e mudanças de humor. 
 
 
 Figura 8 - Tecido Conjuntivo Denso (Fáscia). Fonte: Universidade da Fáscia 
 
 
 
 
 Figura 9 - Corte Transversal do Sistema Tegumentar. Fonte: Kho Health 
 
 
Cor da Pele e Condições Relacionadas 
Pigmentos: 
● Melanina: possui uma coloração amarelo pálido preto. Melanócitos mais 
abundantes: pênis, mucosas, mamilos, face, membros - Figura 10. 
● Caroteno: está em maior quantidade na camada córnea e áreas gordurosas da 
derme e subcutânea. (precursor da vitamina A - alaranjado) 
● Hemoglobina 
Sardas e Manchas Hepáticas (ou idade):​ causadas pelo acúmulo local de melanina 
Vitiligo:​ perda parcial ou completa dos melanócitos - Figura 11. 
Albinismo:​ incapacidade de produção de melanina. 
 
 
 Figura 10 - Melanócito . Fonte: Lumiderm 
 
 Figura 11- Pele com Vitiligo. Fonte: ​de.dreamstime.com 
 
 
 
 
 
 
 
Anexos do Sistema 
São eles: glândulas sudoríparas, sebáceas, ceruminosas e mamárias; pêlos e 
unhas. 
 
Glândulas Sudoríparas 
 
São as estruturas responsáveis pela produção do suor, substância que atua na 
termorregulação do organismo e na eliminação de produtos catabolizados pelo mesmo. 
São formadas por tecido epitelial, estão localizadas na porção superficial do tecido 
subcutâneo e na porção inferior da derme e tem como principal função a secretora, 
liberando seu produto pelos poros da pele e por folículos pilosos por exocitose (proceso 
de descarga de grandes partículas a partir da membrana plasmática). São encontradas 
em todas as partes do corpo com raras exceções como a glande. São do tipo 
tubo-enoveladas cuja porção secretora do tubo é contornada e dobra-se sobre si 
mesma, de modo que em secções aparece como um agrupado de cortes transversais 
ou oblíquos de tubos. São em sua maioria glândulas merócrinas, ou seja eliminam a 
secreção sem que nenhuma parte do citoplasma seja perdida. Em porções específicas 
do corpo como na região axilar essa glândula atua como exócrina, que seria além de 
liberar a secreção libera parte do citoplasma. Elas tem essa divergência pois as 
merócrinas liberam a secreção diretamente na pele, já as apócrinas liberam através 
dos folículos pilosos. Existem aproximadamente 3 a 4 milhões dessa glândula por todo 
o corpo, e são divididas em duas categorias: 
- Células Secretoras Escuras: que apresentam grande quantidade de grânulos de 
secreção e retículo endoplasmático rugoso em sua composição. Produtoras de 
glicoproteínas. 
- Células Secretoras Claras: que não apresentam os grânulos e possuem menor 
quantidade de retículo. Cientistas afirmam que essas células são responsáveis 
pela produção aquosa do suor, devido à sua característica de transporte iônico. 
- Suor: ​o suor produzido pelas glândulas sudoríparas écrinas é diluído; mas, nas 
glândulas apócrinas, apresenta-se mais viscoso. Essa secreção apresenta, além 
de água, sódio, potássio, cloreto, uréia, ácido úrico ácido lático e amônia em sua 
composição. 
Ao redor da porção secretora há células mioepiteliais, o ducto se abre na crista 
onde a glândulase originou e tem um trajeto tortuoso, pois tem diâmetro menor que a 
porção secretora. O epitélio é estratificado cúbico, com células menores e mais escuras 
que as células da porção secretora. Elas reabsorvem a maior parte dos íons e 
excretam substâncias, como ureia e ácido lático. As sudoríparas odoríferas se 
encontram nas axilas por exemplo, são apócrinas, hormonais e ativadas na puberdade. 
Sua secreção contém proteínas, carboidratos, lipídios, amônia e feromônios 
(envolvidos na atração sexual). Inicialmente a secreção é inodora, mas adquire um 
odor acre em resposta à decomposição por bactérias. O ducto é reto de epitélio 
estratificado e se abre no folículo piloso acima da glândula sebácea. Já a porção 
secretora de luz ampla é constituída de células cúbicas com a porção apical em cupica 
e circundada por células mioepiteliais. 
 
 Figura 12- Células Secretoras. Fonte: Histologia UFA 
 
 Figura 13- Glândula Sudorípara Completa . Fonte: AccessMedicine 
 
Glândulas Sebáceas 
 
São glândulas exócrinas alveolares ramificadas holócrinas ou seja ao expelir a 
secreção eliminam todo o citoplasma em conjunto, localizadas na derme, tem um duto 
curto do epitélio estratificado pavimentoso que desemboca no folículo piloso, com a 
função de lubrificação dos mesmos. Não são encontradas nas palmas das mãos e dos 
pés e são abundantes no couro cabeludo. Na ausência de pelos elas se abrem 
diretamente na superfície epidérmica como no pênis, lábios, pálpebras e pequenos 
lábios. Quando os pelos estão eretos (arrepiados) há a facilitação de secreção oleosa 
destas glândulas na superfície cutânea. 
- Sebo: composto de lipídios, colesterol, proteínas, sais inorgânicos e hormônios, 
ácidos graxos, ésteres de cera e esqualeno, junto com os restos das células 
produtoras. Ele lubrifica a superfície da pele e do pêlo mantendo-a macia e 
flexível, aumentando as características hidrofóbicas da queratina e protegendo o 
pêlo. Tem função antibacteriana e evita ressecamento e quebra de pêlos. Não 
apresenta cheiros, porém a proliferação de bactérias pode gerar o mau odor 
comumente conhecido. Sua produção é estimulada com o hormônio da 
testosterona, e essa síntese de sebo tende a diminuir nas mulheres após a 
menopausa. Pode levar à ocorrência de acne. 
 
 Figura 14 - Microscopia de Glândula Sebácea. Fonte: InfoEscola 
 
 Figura 15 - Glândula Sebácea. Fonte: ​Blog Folic 
 
Pêlo 
 
Desenvolvem-se nos folículos pilosos (complexos que se associam com o 
músculo eretor do pelo e com as glândulas sebáceas), invaginações da epiderme na 
derme e na hipoderme (onde se encontram as raízes). São abundantes na camada de 
couro cabeludo (por onde sai a haste do pelo). São formados por queratina e restos de 
células epidérmicas mortas. O folículo piloso é constituído por bainhas radiculares 
interna e externa, derivadas da epiderme, lâmina basal e bainha dérmica , onde são 
condensadas as fibras colágenas. No folículo do pêlo em fase de crescimento, a 
porção terminal estendida corresponde ao bulbo piloso. É constituído da papila dérmica 
de tecido conjuntivo frouxo e recoberto pela matriz de células epidérmicas. A 
proliferação dessas células origina as bainhas radiculares. O pêlo é dividido em 3 
porções quando analisado em corte transversal: 
- Medula:​ consiste em queratina mole (não aparece em pelos finos). 
- Córtex: queratina dura (possui mais cistinas e ligações dissulfeto, compacta, não 
descama), indica a cor do pelo através da melanina dos melanócitos da matriz. 
- Cutícula: queratina dura, as escamas da cutícula do pêlo estão sobrepostas, e 
suas bordas livres, direcionadas para cima, opõem-se as bordas livres das 
escamas da cutícula da bainha radicular interna, que estão apontadas para 
baixo. 
O estágio de crescimento do pêlo ocorre dos 2 aos 6 anos. Um adulto normal 
gera cerca de 70 a 100 fios novos (em estado de crescimento) por dia. 
 
Figura 16 - Folículo Piloso. Fonte: Viapharma 
 
Unhas 
 
São estruturas achatadas, elásticas, de textura córnea, aplicadas sobre a 
superfície dorsal das falanges distais. São constituídas ​por células epidérmicas      
queratinizadas, mortas e compactadas. Na base da unha há células que se multiplicam                         
constantemente, empurrando as células mais velhas para cima.​Cada unha está              
implantada por uma porção chamada raiz em um sulco da pele; a porção exposta é 
denominada corpo e a extremidade distal, borda livre. A unha é firmemente aderente 
ao cório e exatamente moldada sobre a superfície; a parte de baixo do corpo e da raiz 
da unha é chamada matriz da unha porque é esta que a produz. Próximo a raiz da 
unha o tecido não está firmemente aderido ao tecido conjuntivo, mas apenas em 
contato com o mesmo; por isso esta porção da unha é esbranquiçada e chamada 
lúnula devido a sua forma. 
 
 
 Figura 17 - Unha. Fonte: Fingernail Anatomy 
Glândulas Mamárias 
 
A glândula mamária é uma área modificada da pele com glândulas sudoríparas 
especializadas na secreção de nutrientes sob a influência hormonal.São estruturas com 
15 a 25 lóbulos cada , em formato túbulo-alveolares compostas, cuja a função é a 
secreção de leite para nutrir os recém-nascidos. 
Cada lóbulo é separado dos vizinhos por tecido conjuntivo denso e tecido adiposo. É 
uma glândula individualizada com seu próprio ducto excretor, denominado ducto 
galactóforo, que tem de 2 a 4,5 cm de comprimento e emerge independentemente no 
mamilo onde estão. São revestidos por epitélio pavimentoso estratificado na porção 
externa, porém na interna esse tecido transforma-se em estratificado, cuboidal e 
envolvido por células mioepiteliais. 
Cada ducto galactóforo possui 15 a 25 aberturas , cada um com cerca de 15 
mm de diâmetro. Antes da puberdade as glândulas mamárias são formadas por 
porções dilatadas, os seios galactóforos. Durante o desenvolvimento secundário das 
características sexuais, em meninas as mamas crescem, devido ao acúmulo de tecido 
adiposo e conjuntivo com proeminência dos mamilos. Já nos meninos a mama 
permanece achatada. A proliferação dos ductos conectados ao tecido adiposo resulta 
no aumento de estrógeno no sistema. 
Cada lóbulo é formado por vários ductos interlobulares que se ligam no ducto 
interlobular terminal. Cada lóbulo encontra-se imerso em um tecido conjuntivo 
intralobular frouxo e altamente celularizado, sendo que o tecido conjuntivo interlobular 
que separa os lóbulos é mais denso e possui menor quantidade de células. O tecido 
conjuntivo próximo aos alvéolos possui muitos linfócitos e plasmócitos. 
A quantidade de plasmócitos, prolactina, estrógeno e progesterona aumentam 
significativamente no final da gravidez. Os plasmócitos são responsáveis pela produção 
de imunoglobulinas e confere imunidade ao recém-nascido. ​A estrutura histológica da 
glândula mamária é ligeiramente alterada durante o ​ciclo menstrual​. Estas mudançascoincidem com o período no qual o ​estrógeno circulante encontra-se no seu pico. A 
maior hidratação do tecido conjuntivo na fase pré-menstrual causa o aumento da 
mama. 
Durante a lactação o leite é produzido por células epiteliais dos alvéolos e se 
acumula no lúmen dessas estruturas e dentro dos ductos galactóforos. As células 
secretoras mudam de formato passando a se apresentarem cubóides, pequenas e 
baixas, com gotículas esféricas de diferentes tamanhos dentro de seu citoplasma que 
contém triglicerídeos. O leite é composto de lipídios, proteínas como a caseína, 
hormônios e lactose. Quando a amamentação acaba os alvéolos passam por uma fase 
de apoptose, as células são liberadas para a luz dos álveolos e o resto é degenerado 
por magrófagos. 
 
Figura 18 - Glândula Mamária e Anatomia da Mama. Fonte:​viagralevitradzheneriki.ru 
 
Figura 19 - Plasmócitos (em roxo forte). Fonte: ​Francisco Varas Cavieres 
 
 
Glândulas Ceruminosas 
 
As glândulas ceruminosas são cerca de 1.000 a 2.000 glândulas apócrinas 
tubulares e retorcidas estruturalmente semelhantes às glândulas sudoríparas apócrinas 
das axilas. Essas glândulas produzem peptídeos, onde a abertura das glândulas 
sebáceas no ​folículo piloso do canal secretam ​ácidos graxos de cadeia longa saturados 
e insaturados, escaleno e ​colesterol​. ​Se localizam no canal auditivo externo, na porção 
cartilaginosa, ou meato acústico externo, na região profunda da derme e tem a função 
de proteger a pele do canal auditivo que é bastante fina e frágil contra 
microorganismos,poeira e partículas de areia, graças ao pH levemente ácido (4 a 5) da 
cera. que é capaz de eliminar grande parte das bactérias aeróbias. 
- Cera: composta por lisozimas, que dão a característica antibacteriana à 
mesma,e uma mistura de queratina (pedaços de pele) e ácidos graxos de cadeia 
longa (saturados e insaturados). 
 
Figura 20 - Glândula Ceruminosa. Fonte:Naturopathic 
 
Origem Embrionária e Desenvolvimento durante a Gestação 
 
A epiderme deriva do ectoderma, e essa estrutura já está formada porém de 
maneira simples na 5ª semana de desenvolvimento embrionário. O desenvolvimento da 
espessura ocorre no final do primeiro para o início do segundo trimestre. As células 
epidérmicas superficiais se proliferam formando uma camada de epitélio pavimentoso 
(periderme) e uma camada germinativa, a periderme que sofre queratinização e 
descamação (vernix caseosa), que continuam sendo substituídas por novas células da 
camada germinativa. A vernix caseosa envolve o feto e passa a conter sebo 
protegendo sua pele do líquido amniótico. Na 11ª semana a camada basal forma uma 
camada intermediária. 
Até a 21ª semana, as células epidérmicas são substituídas. Após isso, elas 
desaparecem e formam o estrato córneo. Da 10ª a 17ª semana há a formação dos 
sulcos das mãos e pés. Ao final do desenvolvimento, as células da crista neural vão 
para a derme e se diferenciam em melanoblastos, que ao irem para a junção dermo 
epidérmica viram melanócitos com a formação de grânulos de pigmento, diferenciando 
a cor da pele do feto. 
As transformações de epiderme superficial em epiderme de várias camadas leva 
a interações de indução com a derme formando a pele delgada e a pele espessa. A 
derme deriva do tecido mesoderma. O mesênquima que se diferencia no tecido 
conjuntivo da derme origina-se da camada somática do mesoderma lateral e dos 
dermátomos dos somitos. 
Na 11ª semana há também a produção de tecido conjuntivo elástico e colágeno. 
As cristas dérmicas se formam da projeção da derme para a epiderme devido a 
formação de cristas epidérmicas. As alças capilares se desenvolvem nessas cristas e 
nutrem a epiderme. Em outras, formam as terminações nervosas sensitivas. Vasos 
sanguíneos, a princípio simples, são originados do mesênquima e revestidos por 
endotélio. 
As glândulas da pele derivam da epiderme e vão para a derme. As sebáceas 
desenvolvem-se como brotos laterais dos brotos epidérmicos de folículos pilosos em 
desenvolvimento, crescem no tecido conjuntivo embrionário circundante, 
ramificando-se para formar alvéolos e seus ductos. Quando os alvéolos se rompem 
liberam o sebo criando a situação citada a cima da vernix caseosa. 
As glândulas sudoríparas écrinas crescem do mesênquima subjacente. O broto 
cresce e se enovela formando o primórdio da porção secretora da glândula, que ao 
interagir com a epiderme forma o precursor de um ducto. As células centrais se 
degeneram formando o lúmen, e as periféricas se tornam as mioepiteliais. Já as 
apócrinas são invaginações do estrato da epiderme que dão origem aos folículos 
pilosos. Elas não se abrem na superfície da pele mas acima dos folículos e da abertura 
das glândulas sebáceas. 
Nas glândulas mamárias os brotos começam a se desenvolver na 6ª semana 
como invaginações da epiderme que crescem em direção ao mesênquima subjacente, 
como linhas mamárias espessadas. Suas cristas aparecem na 4ª semana. Cada broto 
secundário se origina de um primário, que se desenvolvem em ductos lactíferos e 
ramos. A canalização é induzida por hormônios sexuais placentários que entram na 
circulação fetal. O tecido conjuntivo fibroso e a gordura da glândula mamária 
desenvolvem-se do mesênquima circundante. Forma-se a faceta mamária rasa e o 
mamilo incompleto e deprimido . 
Os pêlos começam a se desenvolver entre a 9​a ​e 12ª semana, mas só podem 
ser identificados na 20ª semana com as sobrancelhas. Começam como uma 
proliferação do estrato germinativo da epiderme e se estende para a derme subjacente. 
O bulbo do pêlo muda a conformação formando o bulbo piloso, que será invaginado por 
uma papila do pêlo mesenquimal. Forma-se a bainha epitelial da raiz, que são as 
células periféricas do folículo em desenvolvimento. A bainha térmica da raiz e células 
mesenquimais circundantes e as células da matriz germinativa que formam a haste do 
pelo. O lanugo, os primeiros fios finos e macios abundantes no final da 20ª semana que 
ajudam a manter a vernix caseosa intacta e, futuramente, será substituído por pêlos 
mais grossos. Os melanoblastos que fazem o percurso citado na formação epidérmica, 
porém ao invés de permanecerem na pele são transferidos para as células formadoras 
de pêlos. Por fim os músculos eretores se prendem na bainha dérmica e na camada 
papilar. 
As unhas começam a se desenvolver na 10ª semana, primeiro as das mãos e 
depois as dos pés. Crescem nas pontas dos dedos na área que previamente era um 
espessamento da epiderme, e então migram para a porção dorsal, levando a sua 
inervação para a porção ventral dos dedos. São cercadas por pregas da epiderme , 
que se queratinizam e formam a placa ungueal, recoberta por células da epiderme e do 
eponíquio, que mais tarde se degeneram expondo as unhas. A pele abaixo da margem 
livre é denominada de hiponíquio e na 32ª semana a unha atinge a ponta dos dedos. 
 
Figura 21 - Divisões dos tecidos embrionários. Fonte: Toda Matéria 
 
Figura 22 - Ciclo daorigem embrionária. Fonte: Vivendo Ciências 
 
 
 
 
Irrigação 
O suprimento vascular da pele é limitado à derme e constitui-se de um plexo 
profundo em conexão com um plexo superficial. Estes plexos correm paralelos à 
superfície cutânea e estão ligados por vasos comunicantes dispostos 
perpendicularmente. 
O plexo superficial situa-se na porção superficial da derme reticular, com 
arteríolas pequenas das quais partem alças capilares que ascendem até o topo de 
cada papila dérmica e retornam como capilares venosos. 
O plexo profundo situa-se na base da derme reticular e é composto por 
arteríolas e vênulas de paredes mais espessas. Há ligação íntima entre os plexos por 
meio dos vasos comunicantes, e o controle do fluxo sanguíneo dérmico por esses 
vasos contribui para o controle da temperatura corpórea. 
Com relação a artérias, possui os plexos papilar-reticular e derme-hipoderme. 
Em veias, possui os plexos papilar-reticular, derme-hipoderme e a região média da 
derme. 
Seu sistema de vasos sanguíneos proporciona o transporte de nutrientes, o 
recolhimento de substâncias residuais e contribuem para a manutenção da temperatura 
do corpo. 
Na imagem a seguir, podemos ver claramente a estrutura desse sistema de 
vasos. As artérias chegam pela hipoderme, e permanecem ao longo do limite 
derme-hipoderme. Dessas, surgem verticalmente algumas arteríolas, que vão se ligar 
nas papilas dérmicas, para formarem os capilares. Os capilares são responsáveis pelas 
trocas entre sangue e pele. Posteriormente, os capilares se unem formando vênulas, 
que se alastram até o plexo venoso paralelo com a rede arterial. Vale ressaltar que, 
como os vasos só chegam até a derme, as células da epiderme mantém suas trocas 
com o sangue apenas pela membrana basal. 
 
 Figura 23 - Vascularização da pele. Fonte: SlideShare. 
 
 
Inervação 
 
A inervação da pele é abundante e constituída por nervos motores autonômicos 
e por nervos sensoriais somáticos. Existem também os ligamentos cutâneos. 
Os ligamentos cutâneos são faixas fibrosas pequenas e numerosas, que se 
estendem ao longo da tela subcutânea (figura ). São responsáveis pela fixação da 
parte profunda da derme à fáscia muscular adjacente à mesma. O comprimento e a 
densidade desses ligamentos determinam a mobilidade da pele sobre as estruturas 
profundas: ligamentos longos e esparsos deixam a pele mais móvel, enquanto 
ligamentos curtos e numerosos fixam mais a pele, limitando o movimento. 
O sistema autonômico é composto por fibras simpáticas e é responsável pela 
piloereção, constrição da vasculatura cutânea e secreção do suor. As fibras que 
inervam as glândulas écrinas são simpáticas, mas têm como neurotransmissor a 
acetilcolina. São compostos por neurônios motores, que possuem estrutura como a 
mostrada na figura . 
O sistema somático é responsável pelas sensações de dor, prurido, tato suave, 
tato discriminativo, pressão, vibração, propriocepção e térmica. Os nervos sensitivos 
têm receptores especializados divididos funcionalmente em mecanorreceptores, 
termorreceptores e nociceptores. Esse sistema é composto por neurônios sensitivos 
(figura ). Morfologicamente, estes receptores podem constituir estruturas 
especializadas, como: corpúsculos de Paccini, Meissner, Ruffini e Krause, além de 
regiões desprovidas de características estruturais específicas - as terminações 
nervosas livres. 
 
 
Figura 24 - Ligamentos cutâneos. Fonte: WordPress (Rodrigo Pires). 
 
Figura 25 - Morfologia dos neurônios. Fonte: Blog Ciências Biológicas​. 
 
Receptores sensoriais 
São ramificações de fibras nervosas, que podem ser encontradas no sistema 
tegumentar em diferentes formas, como corpúsculos - ramificações encapsuladas, ou 
podem estar soltas, como as que se enrolam no folículo piloso. São capazes de 
receber estímulos mecânicos, de pressão, temperatura ou dor. Estão presentes tanto 
nas superfícies com pêlos quanto nas sem pêlos. São eles: 
Corpúsculos de Ruffini: ​são receptores pequenos e pouco abundantes. Responsáveis 
por captar estímulos de pressão (mecanorreceptor) e se relacionam ao tato. Também 
captam sensações térmicas de calor, apesar de não serem considerados efetivamente 
como termorreceptores. 
Corpúsculos de Paccini: captam especialmente estímulos vibráteis e táteis. São 
formados por uma fibra nervosa cuja porção terminal, amielínica, é envolta por várias 
camadas que correspondem a diversas células de sustentação. A camada terminal é 
capaz de captar a aplicação de pressão, que é transmitida para as outras camadas e 
enviada aos centros nervosos correspondentes. 
Bulbos de Krause: receptores térmicos de frío. São formados por uma fibra nervosa 
cuja terminação possui forma de clava.Situam-se nas regiões limítrofes da pele com as 
membranas mucosas (por exemplo: ao redor dos lábios e dos genitais). 
Corpúsculos de Meissner: táteis. Estão nas saliências da pele sem pêlos (como nas 
partes mais altas das impressões digitais). São formados por um axônio mielínico, 
cujas ramificações terminais se entrelaçam com células acessórias. 
Discos de Merkel: de sensibilidade tátil e de pressão. Uma fibra aferente costuma estar 
ramificada com vários discos terminais destas ramificações nervosas. Estes discos 
estão englobados em uma célula especializada, cuja superfície distal se fixa às células 
epidérmicas por um prolongamento de seu protoplasma. Assim, os movimentos de 
pressão e tração sobre epiderme desencadeiam o estímulo. 
Terminais do Folículo Piloso: ​são receptores formados por axônios que se encontram 
envolvendo o folículo piloso. Captam sensações mecânicas aplicadas contra o pelo. 
Nos animais, estão presentes nas vibrissas. 
Terminações Nervosas Livres: sensíveis aos estímulos mecânicos, térmicos e 
especialmente aos dolorosos. São formadas por um axônio ramificado envolto por 
células de Schwann sendo, por sua vez, ambos envolvidos por uma membrana basal.  
As imagens a seguir, mostram a localização e a morfologia dos receptores 
sensoriais do tegumento: 
 
 ​ Figura 26 - Receptores Sensoriais. Fonte: ​https://afh.bio.br/sistemas/tegumentar/1.php 
 
Figura 27 - Pele e receptores. Fonte: ​https://afh.bio.br/sistemas/sensorial/10.php 
 
Figura 28 - Morfologia dos corpúsculos. Fonte: ​https://slideplayer.com.br/slide/334329/ 
 
 
Referências Bibliográficas 
8 GARTNER, L. P.; HIATT, J. L. Tratado de Histologia em cores. 3.ed. Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2007. pp. 333-335. 9 
ROSS & PAWLINA. Op. cit., pp. 499-501, 524-525. 10 STRAUSS, J. S.; MATOLTSY, 
A. G. Pele. In: 
WEISS, L.; GREEP, R. O. Histologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1981. 
p. 486. 
Medipédia - www.medipedia.pt 
Medicina Net - www.medicinanet.com.br 
AFH - Anatomia e Fisiologia Humanas - ​www.afh.bio.br 
Histologia Básica – Luiz C. Junqueira e José Carneiro. Editora Guanabara Koogan S.A. 
(10° Ed), 2004.

Mais conteúdos dessa disciplina