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CENTRO UNIVERSITÁRIO JORGE AMADO 
 GESTÃO EM RECURSOS HUMANOS 
 
 
 
 
 
 
PAULA SUELEN COSTA DE SOUZA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COACHING E MENTORING 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Salvador 
2026 
2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Trabalho Avaliativo apresentado à Disciplina de 
Coaching e Mentoring do Curso de Gestão em 
Recursos Humanos, do Centro Universitário Jorge 
Amado - Unijorge, como requisito de nota avaliativa 
da unidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SALVADOR 
2026 
 
3 
DESENVOLVIMENTO 
 
 
 1. Coaching como ferramenta mais adequada do que o treinamento (Livro 
Didático, Cap. 1, tópico 1) 
 
O caso de Hilary demonstra uma dificuldade que vai além do conhecimento técnico, 
envolvendo aspectos comportamentais e emocionais, como a habilidade de 
expressar suas ideias e lidar com situações de pressão. O treinamento que ela 
recebeu não foi suficiente, pois se limitou a aspectos técnicos que ela já dominava. 
Isso indica que o problema de Hilary não é relacionado a uma falta de conhecimento 
sobre como conduzir audiências, mas sim a uma questão mais profunda de 
confiança e expressão pessoal. 
O coaching é uma abordagem focada no desenvolvimento pessoal e profissional, 
que ajuda o indivíduo a descobrir e utilizar seus próprios recursos interno s para lidar 
com desafios. Diferente do treinamento, que é geralmente mais técnico e 
instrucional, o coaching promove uma reflexão interna e visa aumentar a 
autoconsciência e a confiança do coach e, no caso, Hilary. Um coach poderia ajudá -
la a entender as causas de sua ansiedade e dificuldade de expressão, trabalhando 
essas questões e m um processo contínuo e personalizado, o que faz do 
coaching uma abordagem mais adequada neste contexto. 
 
2. Papel de um coach no caso de Hilary (Livro didático, Cap. 2, tópico 3) 
 
Se eu fosse o gestor de Hilary e optasse pelo coaching, o papel do coach seria 
fundamentalmente de facilitador. O coach ajudaria Hilary a identificar as barreiras 
internas que a impedem de se expressar com clareza e confiança. Esse 
profissional não apenas orienta, mas faz perguntas que ajudam o coach e a refletir e 
chegar a suas próprias conclusões. 
Neste caso, o coach atuaria como um espelho, refletindo os pensamentos de 
Hilary e ajudando -a visualizar suas crenças limitantes. Ao invés de fornecer 
respostas prontas, o coach guiaria Hilary por um processo de autodescoberta, 
permitindo que ela desenvolvesse suas próprias estratégias para superar a 
dificuldade de comunicação. Esse papel é mais eficiente porque promove um 
aprendizado sustentável, onde Hilary desenvolveria autoconfiança e ferramentas 
emocionais para enfrentar situações desafiadoras, não apenas em audiências, mas 
em qualquer interação profissional. 
 
 
3. Foco do processo de coaching para Hilary (Livro didático, Cap. 3, tópico 
1) 
O foco do processo de coaching no caso de Hilary seria o desenvolvimento da 
autoconfiança e das habilidades de comunicação assertiva. Dado que Hilary já tem o 
conhecimento técnico necessário para desempenhar bem nas audiências, o 
problema está relacionado à forma como ela lida emocionalmente com essas 
situações, principalmente quando se sente pressionada ou intimidada. 
O coaching, neste caso, teria como objetivo principal trabalhar a inteligência 
emocional de Hilary. Isso envolve ajudar Hilary a identificar os gatilhos de sua 
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ansiedade, a desenvolver mecanismos de enfrentamento para situações de 
pressão e a aprimorar sua capacidade de comunicação. O processo também se 
concentraria em desenvolver sua auto percepção e auto eficácia, ajudando -a 
internalizar a confiança necessária para expressar suas ideias com clareza e 
firmeza. Esse foco seria mais eficiente porque atacaria a raiz do problema, 
promovendo mudanças comportamentais e emocionais duradouras, que se 
refletiriam diretamente em seu desempenho. 
 
4. Requisitos para um processo de mentoring (Livro didático, Cap. 4, tópico 
1; conteúdo online, Un. 4, Aula 3) 
 
Caso Hilary precisasse de um processo de mentoring, seria necessário que alguns 
requisitos fossem atendidos para que o processo fosse eficaz. O mentoring difere 
do coaching porque envolve um relacionamento mais duradouro, onde o mentor atua 
como um guia, transmitindo seu conhecimento e experiência para ajudar o 
mentorado a crescer profissionalmente. 
 
Os principais requisitos para que o mentoring fosse colocado em prática no 
caso de Hilary seriam: 
 
Compatibilidade entre mentor e mentorada: O mentor deve ser alguém com 
experiência significativa nas áreas onde Hilary precisa de desenvolvimento. No caso 
seria interessante que o mentor tivesse ampla experiência em argumentação e 
apresentação de casos em audiências. 
Confiança e respeito mútuo: O processo de mentoring só funciona quando há uma 
relação de confiança entre as partes. Hilary precisa se sentir à vontade para expor 
suas inseguranças e desafios, e o mentor precisa ter a sensibilidade de entender 
suas necessidades e oferecer suporte adequado. 
Definição clara de objetivos: O mentoring precisa ter metas bem definidas. Hilary, 
junto com seu mentor, deveria estabelecer objetivos específicos, como melhorar sua 
comunicação em situações de alta pressão ou desenvolver habilidades de liderança 
para o futuro. 
Comprometimento e disponibilidade: Tanto Hilary quanto o mentor precisa estar 
comprometido com o processo. Isso significa que ambos devem dedicar tempo e 
energia para que o relacionamento de mentoring seja frutífero. O mentor precisa 
estar disponível para oferecer suporte contínuo, enquanto Hilary precisa estar aberta 
a aprender e aplicar os conselhos recebidos. 
 
Referências: 
 
Salles, Wagner Coaching e Mentoring [livro eletrônico] / Wagner Salles. – 4. ed. – 
Rio de Janeiro: UVA, 2016. 
 
Livro da disciplina .

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