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FP076 – AMBIENTES VIRTUAIS DE TRABALHO COLABORATIVO TRABALHO CONV. ORDINÁRIA CORRIGIDO: NOTA 08,75 INDICAÇÕES GERAIS: O trabalho dessa disciplina consiste em propor uma atividade que trabalhe as competências através de práticas formativas relacionando técnicas, recursos e modalidades de estudo. Requisitos formais: Deve cumprir os seguintes requisitos formais: · Extensão: 5-6 páginas (sem contar as instruções, os enunciados, a bibliografia nem os anexos – se houver-). · Tipo de letra: Arial. · Tamanho: 11 pontos. · Entrelinhas: 1,5. · Alinhamento: Justificado. O trabalho deve ser realizado nesse documento Word seguindo as normas de apresentação e edição quanto a citações e referências bibliográficas (ver o Guia de Estudo). A entrega deve ser feita seguindo os procedimentos descritos documento de avaliação da disciplina e em hipótese alguma deve ser entregue através do e-mail do professor ou professora correspondente. Por outro lado, lembramos que existem alguns critérios de avaliação, que é de suma importância que os alunos sigam. Para mais informações, consulte o documento de avaliação da disciplina. Trabalho O trabalho que deve ser desenvolvido em duplas, consiste na seguinte atividade: Na Dissertação do Mestrado de R. Durán (disponível em “Material de Trabalho”), apresentam-se várias competências necessárias no estudo de graduação e como algumas delas podem ser virtualizadas. É um exercício bastante completo sobre como introduzir, adquirir ou interiorizar competências através de práticas formativas que relacionam técnicas, recursos e modalidades de estudo. Escolham uma competência da tabela em anexo (correspondentes às páginas 22-23) e proponham uma estratégia formativa mais significativa para ser adquirida usando o BSCW ou o Moodle (tomando por referência somente o que foi visto no material da disciplina e o que vocês possam trazer como contribuição). A competência escolhida deve ser genérica e servir para formar profissionais de áreas técnicas com responsabilidades diretivas. Espera-se que o aluno proponha práticas metodológicas que usem o BSCW/Moodle para consolidar a aquisição da competência. NOTAS: · Não é necessário ter acesso a um software próprio para testar mudanças ou capturar telas que se deseje criar. É preciso conhecer os EVTC indicados e ter acesso normal como estudante. Em alguns casos, não é necessário mostrar telas, apenas indicar os passos. Por exemplo: “criar uma pasta chamada XXXX e, dentro dela, um fórum chamado YYYY, cujo objetivo será ZZZZ”. · A competência deve sempre começar propondo-se e justificando-se a partir da tríade técnica, recurso e modalidade, tal como mostra o TF em sua página 40. · O trabalho não deve incluir mais de 4 telas, caso incorpore-as. Muito importante: Na capa que aparece na página seguinte, devem ser indicados os dados pessoais que estão ali detalhados (o trabalho que não cumprir as condições de identificação não será corrigido). TRABALHO Nome e sobrenome (s): Código: 1- Alexandra Schutz Pereira. BRFPMME5505561 2- Elza Costa Porto de Oliveira. BRFPMME4524974 3- Leandromar Brandalise. BRFPMME1775861 4- Maria Elivone Correia Medeiros. BRFPMME5512921 Curso: Formação de Professores - Especialização em As TIC na Educação Grupo: (2023-10) Data: 28/03/2025 Estratégia Formativa no Moodle para a Competência "Capacidade de Resolução de Problemas" Durán, R. (2011). Estudio comparativo sobre educación presencial y virtual y su incidencia en el desarrollo de competencias en estudiantes de pregrado de la Universidad Tecnológica de Panamá. Dissertação de mestrado em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação. Panamá. Tabela 4 – Seleção das competências genéricas que farão parte do estudo comparativo (páginas 22 e 23). Competência Fará parte do estudo Aplicação da competência na carreira Temas do plano de estudo que estão relacionados com a concorrência 1. Capacidade de Abstração, análise e síntese Sim A capacidade de abstração, análise e síntese baseia-se na concepção de uma rede computacional requer a elaboração de modelos abstratos de comunicações que, em seguida, deve ser implantado tecnologicamente Comunicação de dados, redes de área local, segurança e privacidade nas redes I e II, gerenciamento de sistemas de rede, redes de ampla área, análise de rede e design, redes móveis e sem fio, redes multimídia 2. Capacidade de aplicar os conhecimentos na prática Sim A teoria da rede e das comunicações deve ser aplicada em projetos destinados a organizações que precisam compartilhar recursos e trocar informações Trabalho de graduação I e II 3. Capacidade de organizar e planificar o tempo Sim Os projetos de rede e comunicação devem aderir a um cronograma de trabalho, que em caso de não-conformidade aumentaria o custo total do projeto Gestão de projetos informáticos 4. Conhecimento de área de estudo e profissão Não Gerenciar os componentes de hardware e software de um profissional da rede computacional exige um conhecimento profundo de sua área de estudo e de sua profissão. Esta é uma competência de carreira específica. Deve ser avaliada em todos os temas do plano de estudo. 5. Responsabilidade social e compromisso cidadão Não Responsabilidade social e compromisso cidadão são fundamentais em todos os profissionais Esta é uma competência de carreira específica. Deve ser avaliada em todos os assuntos do plano de estudo. 6. Capacidade de comunicação oral e escrita Não A escrita de relatórios técnicos e a capacidade de se comunicar com outras pessoas é importante Esta é uma competência de carreira específica. Deve ser avaliada em todos os assuntos do plano de estudo. 7. Capacidade de comunicação em uma segunda língua Não O domínio de um segundo idioma permitirá ao profissional acessar um trabalho mais global Esta é uma competência de carreira específica. Deve ser avaliada em todos os temas do plano de estudo 8. Competências em uso das tecnologias de informação de comunicação (tiques) Sim As tarefas de um especialista em redes e comunicações, incluindo a instalação, a configuração e a gestão dos sistemas operativos, requer competências extraordinárias no uso das TIC Tecnologia de informação e comunicação, programação aplicada I, II e III; Organização informática e arquitetura I e II, sistemas operacionais I, II e III; Comunicação de dados, redes de área local, arquitetura de protocolos, segurança e privacidade nas redes I e II, administração Sistemas de rede, redes de ampla área, análise de rede e design, auditoria de rede, banco de dados de computador, redes móveis e sem fio, redes multimídia, gerenciamento de banco de dados, qualidade de serviço de rede 9. Capacidade de pesquisa Sim As redes e as comunicações são dinâmicas e novas especificações de equipamentos e novas versões de software emergem, o que exige que o profissional se mantenha em constante pesquisa e estudo. Metodologia de pesquisa 10. Capacidade de aprender e de se atualizar permanentemente Sim As redes e as comunicações são dinâmicas; Finalmente, este profissional deve ter a capacidade de aprender rapidamente e se atualizar permanentemente Tecnologia de informação e comunicação, programação aplicada I, II e III; Organização informática e arquitetura I e II, sistemas operacionais I, II e III; Comunicação de dados, redes de área local, arquitetura de protocolos, segurança e privacidade nas redes I e II, administração Sistemas de rede, redes de ampla área, análise de rede e design, auditoria de rede, banco de dados de computador, redes móveis e sem fio, redes multimídia, gerenciamento de banco de dados, qualidade de serviço de rede. 11. Competências para Pesquisa, processo e analisar informação de fontes diferentes Sim Em projetos de programação e telemática é importante que eles sejam projetados e configurados com informações de diferentes fontes Tecnologia de informação e comunicação, programação aplicada I, II e III; Organização informática e arquitetura I e II, sistemas operacionais I, II e III; Comunicação de dados,redes de área local, arquitetura de protocolos, segurança e privacidade nas redes I e II, gerenciamento de sistemas de rede, redes de ampla área, análise de rede e design, auditoria de rede, banco de dados de computador, redes móveis e Wireless, redes para multimídia, administração banco de dados, qualidade de serviços em redes. 12. Capacidade crítica e autocrítica Sim As redes de dados devem funcionar em condições de falhas de tolerância zero devido ao impacto social e econômico que produzem. Isso exige profissionais com uma alta capacidade de criticar e autocriticar trabalhos Auditoria de rede 13. Capacidade de agir em novas situações Sim A segurança da rede pode apresentar riscos previstos ou imprevistos que devem ser resolvidos pelo especialista Segurança e privacidade nas redes I e II, gerenciamento de sistemas de rede, análise de rede e design, auditoria de rede, redes móveis e sem fio, redes multimídia 14. Capacidade criativa Sim O especialista deve trabalhar em projetos de rede que são custo- benefício Treinamento de empreendedorismo, comunicação de dados, redes de área local, arquitetura de protocolos, segurança e privacidade nas redes I e II, gerenciamento de sistemas de rede, redes de ampla área, análise de rede e design, auditoria de rede, banco de dados para computação, redes móveis e sem fio, redes multimídia, administração de banco de dados, qualidade de serviços em redes 15. Capacidade para Identificar, elevar e resolver problemas Sim As diretivas de segurança de rede requerem Que o especialista irá antecipar os problemas de vulnerabilidade que podem ocorrer Segurança e privacidade nas redes I e II, gerenciamento de sistemas de rede, análise de rede e design, auditoria de rede, redes móveis e sem fio, redes multimídia 16. Capacidade de tomar decisões Sim A análise e a concepção das redes, independentemente da sua aplicação, requerem que o especialista possua uma elevada capacidade de tomar decisões Segurança e privacidade das redes I e II; Gerenciamento de sistemas de rede, gerenciamento de projetos de ti, gerenciamento de banco 17. Capacidade de trabalho em equipe Sim A análise e design de redes, independentemente de sua aplicação, exige que o especialista possua uma capacidade de trabalhar em equipes com outros especialistas de sua filial ou de outras disciplinas, como engenheiros de software, auditores de computador. Sistemas colaborativos, tecnologia da informação e comunicações, programação aplicada I, II e III; Organização informática e arquitetura I e II, sistemas operacionais I, II e III; Comunicação de dados, redes de área local, arquitetura Protocolos, segurança e Privacidade em redes I e II, gerenciamento de sistema de rede, redes de ampla área, análise de rede e design, auditoria de rede, banco de dados de computador, redes móveis e sem fio, redes multimídia, gerenciamento de banco de dados, qualidade de Serviços de rede. 18. Competências interpessoais Sim As tarefas diárias e extraordinárias requerem o especialista, interação com patrões, subordinados e colegas, o que implica a necessidade de uma gestão impecável profissional Comunicação oral e escrita, sistemas colaborativos, gerenciamento de projetos de computador, administração de sistema de rede, administração de banco de dados 19. Capacidade de motivar e de conduzir para metas comuns Sim Projetos de rede têm escopos específicos que serão alcançados na medida em que eles têm especialistas motivados e focados em metas específicas Metodologia de pesquisa e gestão de projetos computacionais 20. Compromisso com a preservação do ambiente Não Esta é uma competência de extrema importância para todos os profissionais; Deve-se preservar a nossa interação com o meio ambiente Esta é uma competência de carreira específica. Deve ser avaliada em todos os temas do plano de estudo. 21. Compromisso com o seu meio sociocultural Não Esta é outra grande competência genérica para o especialista em rede; Harmonia com o seu ambiente sociocultural. Ajuda o profissional a ter sucesso em sua futura carreira Esta é uma competência de carreira específica. Deve ser avaliada em todos os assuntos do plano de estudo. 22. Avaliação e respeito a diversidade e multiculturalidade Não Esta competência é de extrema importância uma vez que o especialista provavelmente viaja no exterior por isso vai interagir com outras formas de pensamento. Esta é uma competência de carreira específica. Deve ser avaliada em todos os assuntos do plano de estudo. 23. Capacidade de trabalhar em contextos internacionais Não O especialista em rede terá a oportunidade de trabalhar com pessoas de outros países, por isso essa competência é fundamental Esta é uma competência de carreira específica. Deve ser avaliada em todos os assuntos do plano de estudo. 24. Capacidade de trabalhar de forma independente Sim Instalar, configurar e gerenciar sistemas operacionais em servidores, estações de trabalho e outros periféricos são tarefas que podem ser executadas individualmente Trabalho de graduação I e II 25. Capacidade de formular e gerenciar projetos Sim A aplicação de tecnologias móveis e que permitam que os usuários se interconectem, depende de uma boa formulação e gerenciamento de projetos Gestão de projetos informáticos 26. Compromisso ético Sim A ética é necessária para o exercício de qualquer profissão Ética e direito profissional 27. Compromisso com a qualidade Sim A qualidade dos serviços em redes garante que o especialista irá projetar, configurar e lançar, redes de dados com excelente desempenho Qualidade dos serviços em redes 1 INTRODUÇÃO A capacidade de resolução de problemas é uma competência fundamental para profissionais que atuam em ambientes dinâmicos e complexos. Em qualquer setor, a habilidade de identificar desafios, analisar variáveis e encontrar soluções eficientes é essencial para a inovação e o sucesso organizacional. Segundo Jonassen (2011), a resolução de problemas é um processo cognitivo que exige a integração de conhecimentos técnicos, pensamento crítico e capacidade de tomada de decisão. No contexto educacional, promover essa competência através de ferramentas tecnológicas, como o Moodle, permite um aprendizado interativo e prático. De acordo com Siemens (2005), o uso de plataformas digitais no ensino promove a aprendizagem conectiva, facilitando a construção colaborativa do conhecimento. Além disso, a tecnologia oferece um ambiente dinâmico e personalizado, permitindo que os alunos desenvolvam suas habilidades de resolução de problemas de maneira autônoma e colaborativa. A estratégia proposta neste trabalho busca utilizar o Moodle para fomentar a capacidade de resolução de problemas, proporcionando um ambiente de aprendizado ativo e reflexivo. O objetivo é desenvolver um modelo de ensino que permita a simulação de problemas reais, incentivando os alunos a aplicarem seus conhecimentos de forma prática e inovadora. 2 TRÍADE TÉCNICA, RECURSO E MODALIDADE 2.1 Técnica: Aprendizagem Baseada em Casos (ABC) Justificativa: A Aprendizagem Baseada em Casos é um método eficaz para desenvolver habilidades de resolução de problemas. De acordo com Kolodner (1993), essa abordagem permite que os alunos analisem situações reais ou simuladas, avaliem diferentes soluções e tomem decisões fundamentadas. O uso dessa técnica no Moodle possibilita a criação de estudos de caso interativos, onde os alunos podem discutir e propor soluções em um ambiente colaborativo. Além disso, essa técnica permite que os alunos aprendam com experiências passadas, promovendo a reflexão sobre erros e acertos. Segundo Schwartz et al. (2011), a aprendizagem baseada em casos estimula a retenção de conhecimento e aprimora a capacidade analítica dos estudantes. 2.2 Recurso: Moodle Justificativa: O Moodle oferece diversas ferramentas para implementar atividades de resolução de problemas, como fóruns de discussão, quizzes interativos, estudos de caso gamificados e simulações. Segundo Bates (2015), as plataformasde aprendizagem digital potencializam a interatividade e permitem que os alunos desenvolvam habilidades críticas em um ambiente controlado. O Moodle também possibilita a personalização do ensino, adaptando os conteúdos e atividades conforme o nível de conhecimento dos alunos. Além disso, a plataforma permite um acompanhamento detalhado do progresso dos estudantes, facilitando a identificação de dificuldades e a implementação de intervenções pedagógicas adequadas. 2.3 Modalidade: Aprendizagem Ativa Justificativa: A aprendizagem ativa coloca o aluno como protagonista no processo educativo, incentivando-o a interagir, debater e aplicar conceitos em situações reais. Conforme Prince (2004), estratégias ativas melhoram a retenção do conhecimento e aumentam o engajamento dos estudantes. A adoção da aprendizagem ativa no Moodle permite que os alunos desenvolvam autonomia, pensamento crítico e habilidades colaborativas. Segundo Bonwell e Eison (1991), estratégias ativas como debates, estudos de caso e simulações promovem uma aprendizagem mais significativa e duradoura. 3 ESTRATÉGIA FORMATIVA DETALHADA 3.1 Criação do Ambiente Virtual · Criar um curso no Moodle intitulado "Resolução de Problemas em Ambientes Profissionais". · Incluir uma seção com estudos de caso extraídos de cenários reais e fictícios, abrangendo diferentes áreas de atuação. · Criar um fórum inicial para os alunos compartilharem experiências prévias com resolução de problemas e expectativas em relação ao curso. 3.2 Desenvolvimento de Recursos · Disponibilizar materiais de apoio, como artigos, vídeos explicativos, podcasts e infográficos sobre técnicas de resolução de problemas. · Criar um glossário colaborativo onde os alunos possam registrar conceitos-chave e compartilhar insights. · Desenvolver quizzes interativos para autoavaliação, permitindo que os alunos identifiquem seus pontos fortes e áreas de melhoria. · Criar um espaço de dúvidas e sugestões para fomentar a participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem. 3.3 Atividade Principal: Estudo de Caso Gamificado · Apresentar um problema realista em formato de estudo de caso, contextualizando os desafios e variáveis envolvidas. · Os alunos devem analisar o cenário, identificar variáveis críticas, formular hipóteses e propor soluções viáveis. · Criar um fórum para discussão das soluções, incentivando a argumentação e a defesa das propostas com base em evidências. · Implementar uma votação para escolher a melhor estratégia, promovendo o pensamento crítico e a colaboração. · Usar desafios gamificados para simular as consequências das decisões tomadas, permitindo que os alunos percebam os impactos de suas escolhas e ajustem suas abordagens conforme necessário. · Incluir feedback imediato e personalizado para que os alunos possam refletir sobre seu desempenho e aprimorar suas estratégias. 3.4 Monitoramento e Avaliação · Acompanhar a participação dos alunos por meio dos relatórios do Moodle, identificando padrões de engajamento e dificuldades. · Aplicar avaliação por pares, incentivando feedback construtivo e promovendo a aprendizagem colaborativa. · Criar um diário reflexivo onde os alunos registrem seus aprendizados, desafios enfrentados e soluções encontradas ao longo do curso. · Disponibilizar uma pesquisa de satisfação para que os alunos avaliem a eficácia das atividades e sugiram melhorias para futuras edições do curso. 4 CONCLUSÃO A estratégia formativa proposta busca desenvolver a capacidade de resolução de problemas por meio do Moodle, utilizando a Aprendizagem Baseada em Casos e abordagens ativas. O uso de estudos de caso gamificados, fóruns interativos e simulações permite que os alunos adquiram experiência prática em um ambiente seguro. Com essa abordagem, os alunos estarão melhor preparados para enfrentar desafios do mundo profissional, aprimorando suas habilidades analíticas e de tomada de decisão. Além disso, a utilização de metodologias ativas e tecnologias digitais potencializa a aprendizagem e a aplicação do conhecimento na prática. Desenvolver a capacidade de resolução de problemas é essencial para o sucesso profissional e a inovação organizacional, tornando essa competência um diferencial no mercado de trabalho. Ao integrar recursos tecnológicos no ensino, criamos um ambiente educacional mais dinâmico e acessível, permitindo que os alunos desenvolvam habilidades essenciais para o século XXI. A adoção do Moodle como plataforma de ensino facilita a personalização do aprendizado, promovendo um ensino mais inclusivo e adaptado às necessidades de cada estudante. Dessa forma, esta estratégia não apenas aprimora a formação acadêmica, mas também contribui para a construção de profissionais mais preparados para a realidade do mercado de trabalho. 5 BIBLIOGRAFIA Bates, A. W. (2015). Teaching in a Digital Age: Guidelines for Designing Teaching and Learning. BCcampus. Bonwell, C. C., & Eison, J. A. (1991). Active Learning: Creating Excitement in the Classroom. ERIC Digest. Jonassen, D. H. (2011). Learning to Solve Problems: A Handbook for Designing Problem-Solving Learning Environments. Routledge. Kolodner, J. L. (1993). Case-Based Reasoning. Morgan Kaufmann. Prince, M. (2004). Does Active Learning Work? A Review of the Research. Journal of Engineering Education, 93(3), 223-231. Schwartz, D. L., Bransford, J. D., & Sears, D. (2011). Efficiency and Innovation in Transfer: Transfer of Learning from a Modern Multidisciplinary Perspective. Routledge. Siemens, G. (2005). Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age. International Journal of Instructional Technology and Distance Learning, 2(1), 3-10. 6