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<p>ÁREA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES – MDU</p><p>Fase Avanço</p><p>É EXTREMAMENTE IMPORTANTE QUE VOCÊ LEIA ESSA PLANILHA ATENTAMENTE ANTES DE INICIAR A ELABORAÇÃO DO SEU TRABALHO</p><p>Universidade matriculada</p><p>X</p><p>UNEATLANTICO</p><p>UNINI-MEXICO</p><p>UNINI-PORTO RICO</p><p>DUPLA TITULAÇÃO UNEATLANTICO-UNINI-MX</p><p>DOPLA TITULAÇÃO UNEATLANTICO-UNINI-PR</p><p>Autor(a): Mateus Henrique Bernabé</p><p>Usuário do(a) aluno(a): BRFPMDU5313262</p><p>E-mail: drmateusbernabe@gmail.com</p><p>Grupo: 2023 06</p><p>Aspectos formais:</p><p>http://www.normativa-academica.info/pt/pf-pt/info-pt/documentos-desarrollo-avances-pt/manual-aspectos-formales-pt/</p><p>Normas APA:</p><p>http://www.normativa-academica.info/pt/pf-pt/info-pt/documentos-desarrollo-avances-pt/normativa-estilo-apa-pt/</p><p>Universidad Europea del Atlántico</p><p>UNEATLANTICO</p><p>TÍTULO:</p><p>Frameworks Utilizadas para o Ensino em Banco de Dados</p><p>São Paulo, Brasil</p><p>Frameworks Utilizadas para o Ensino em Banco de Dados</p><p>Mateus Henrique Bernabé</p><p>Orientadora: Prof. Dr. Yoanky Cordero</p><p>Monografia final de conclusão de curso apresentada ao Instituto Iberoamericano – Funiber em parceria à UNEATLANTICO, Universidade Europeia do Atlantico, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Docência Universitária. Área de Concentração: Banco de Dados, Engenharia de Software, Estudo de Conteúdo Universitário, Docência Universitária, Metodologias de Ensino.</p><p>Funiber – São Paulo</p><p>Agosto de 2024</p><p>COMPROMISSO DO AUTOR</p><p>Eu, Mateus Henrique Bernabé, declaro que:</p><p>O conteúdo deste documento é um reflexo do meu trabalho pessoal e declaro que ante qualquer notificação de plágio, cópia ou falta à fonte original, sou diretamente responsável legal, econômico e administrativo sem afetar o orientador do trabalho, a Universidade e quantas instituições colaboraram no referido trabalho, assumindo as consequências derivadas de tais práticas.</p><p>Assinatura:</p><p>São Paulo, Piraju, 26/05/2024</p><p>Pelo presente documento autorizo a publicação eletrônica da versão aprovada do meu Projeto Final sob o título Frameworks Utilizadas para o Ensino em banco de Dados no campus virtual e em outros espaços eletrônicos de divulgação desta Instituição.</p><p>Informo os dados para a descrição do trabalho:</p><p>Título</p><p>Frameworks Utilizadas para o Ensino em Banco de Dados</p><p>Autor</p><p>Mateus Henrique Bernabé – Dr. Yoanky Cordero</p><p>Resumo</p><p>De acordo com o protocolo MVC, model-view-controller, utilizado como padrão de funcionamento para comunicação entre o usuário e o acesso ao banco de dados, temos a necessidade de ensinar em T.I. um padrão de framework ou plataforma de funcionalidades, sendo que assim a necessidade de pesquisarmos qual o melhor framework dentro da arquitetura MVC deve ser implementado,</p><p>Programa</p><p>FUNIBER- FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA IBEROAMERICANA</p><p>Palavras-chaves</p><p>DATABASE - ORACLE - MICROSOFT</p><p>Contato</p><p>drmateusbernabe@gmail.com</p><p>Assinatura:</p><p>São Paulo, Piraju, 26/05/2024</p><p>DEDICATÓRIA</p><p>Dedico este trabalho a comunidade científica e aos inventores da internet, engenharia da computação e computação de máquina.</p><p>AGRADECIMENTOS</p><p>Agradeço ao meu pai, Carlos Alberto Bernabé que proporcionou a oportunidade de eu concluir meus estudos.</p><p>Abreviações</p><p>SGBD --------------------------- (SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS)</p><p>DAO ----------------------------------------------------------------- (DATA ACCESS OBJECT)</p><p>MVC ----------------------------------------------------------- (MODEL VIEW CONTROLLER)</p><p>T.I -------------------------------------------------------- (TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO)</p><p>SQL ---------------------------------------------------- (STRUCTURE QUERY LANGUAGE)</p><p>ERP ---------------------------------------------- (ENTERPRISE RESOURCE PLANNING)</p><p>CRM ------------------------------------- (CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT)</p><p>CAD ------------------------------------------------------------ (COMPUTER AIDED DESIGN)</p><p>TIC ----------------------------- (TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO)</p><p>FGV ------------------------------------------------------ (FACULDADE GETÚLIO VARGAS)</p><p>DLL ------------------------------------------------------------------ (DINAMIC LINK LIBRARY)</p><p>IDE ------------------------------------- (INTEGRATED DEVELOPMENT ENVIROMENT)</p><p>EXE ---------------------- (ARQUIVO DE PROGRAMA OU SISTEMA, EXECUTÁVEL)</p><p>ETEC ------------------------------------------------------------------------ (ESCOLA TÉCNICA)</p><p>FATEC ---------------------------------------------------- (FACULDADE DE TECNOLOGIA)</p><p>UNESP ----------------------------------------- (UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA)</p><p>USP ------------------------------------------------------ (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO)</p><p>RESUMO</p><p>Bernabé, M. H. Frameworks Utilizadas para o Ensino em Banco de Dados. 2024. 90 f. Monografia (Mestrado) – Fundação Iberoamericano – Funiber em parceria à UNEATLANTICO, Universidade Europeia do Atlantico, São Paulo – SP.</p><p>Este projeto de pesquisa visa investigar a padronização do ensino de banco de dados com as plataformas Oracle e Microsoft nas universidades públicas do estado de São Paulo. O objetivo é avaliar se a padronização com essas plataformas é um fato nas universidades e se ela é viável e necessária para atender às demandas do mercado tecnológico. Uma abordagem mista, será aplicada, combinando métodos quantitativos e qualitativos. Os dados coletados por meio de questionários online para docentes e alunos, entrevistas semiestruturadas com docentes experientes, e análise de documentos oficiais das universidades. Os resultados dessa metodologia aqui aplicada através da pesquisa podem contribuir para a melhoria da qualidade do ensino de banco de dados, a formação de profissionais mais qualificados e a atualização das práticas pedagógicas nas universidades.</p><p>Palavras-chave: Banco de dados, Oracle, Microsoft, Ensino superior, Padronização, TICs, Mercado de Trabalho.</p><p>ABSTRACT</p><p>Bernabé, M. H. Frameworks Used for Database Teaching. 2024. 90 f. Master's Dissertation (Mestrado) – Fundação Iberoamericano – Funiber in partnership with UNEATLANTICO, European University of the Atlantic, São Paulo – SP.</p><p>This research project aims to investigate the standardization of database teaching with Oracle and Microsoft platforms in public universities in the state of São Paulo. The objective is to evaluate whether standardization with these platforms is a fact in universities and whether it is feasible and necessary to meet the demands of the technology market. A mixed approach will be applied, combining quantitative and qualitative methods. Data will be collected through online questionnaires for teachers and students, semi-structured interviews with experienced teachers, and analysis of official university documents. The results of this methodology applied here through research can contribute to improving the quality of database teaching, training more qualified professionals, and updating teaching practices in universities.</p><p>Keywords: Database, Oracle, Microsoft, Higher education, Standardization, ICT, Professional training.</p><p>ÍNDICE</p><p>Bernabé, M. H. Frameworks Used for Database Teaching. 2024. 90 f. Master's Dissertation (Mestrado) – Fundação Iberoamericano – Funiber in partnership with UNEATLANTICO, European University of the Atlantic, São Paulo – SP.	14</p><p>1.	INTRODUÇÃO	1</p><p>1.1.	Levantamento	27</p><p>1.2.	Principais Aspectos Teóricos	28</p><p>1.3.	Resultados Preliminares	30</p><p>2.	MARCO TEÓRICO	32</p><p>2.1.	Introdução ao Marco Teórico:	32</p><p>2.2.	Problema de Pesquisa:	42</p><p>2.3.	Hipótese:	45</p><p>3.	METODOLOGIA	64</p><p>3.1.	Enfoque metodológico	64</p><p>3.2.	Breve descrição do contexto, população, amostra e período total do estudo	75</p><p>3.3.	Etapas ou fases de pesquisa previstas a fim de alcançar os objetivos	78</p><p>a)	Introdução:	78</p><p>b)	Exploração do Contexto:	78</p><p>c)	Caracterização do Grupo Alvo:	79</p><p>b)	Coleta de Dados:	80</p><p>c)	Análise dos Dados:	80</p><p>os resultados da pesquisa, analisando os dados coletados, comparando os resultados com a literatura, e discutindo a viabilidade da padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft nas universidades brasileiras.</p><p>Conclusões e Implicações: Reúne as principais conclusões da pesquisa, discute as implicações dos resultados para o ensino de banco de dados no Brasil, e apresenta sugestões para futuras pesquisas.</p><p>MARCO TEÓRICO</p><p>2.1. Introdução ao Marco Teórico:</p><p>SGBD</p><p>Em uma era onde a informação é o ativo mais valioso, o gerenciamento de dados se tornou crucial para o sucesso de empresas e organizações. O Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) surge como uma ferramenta essencial para o armazenamento, organização, acesso e controle dessas informações, agindo como o coração do mundo digital. Conforme Silberschatz, Korth e Sudarshan (1999), "Um SGBD é um software que permite aos usuários criarem, manterem e acessarem os bancos de dados".</p><p>Em termos simples, um SGBD é um software responsável por gerenciar um banco de dados, ou seja, um conjunto organizado de informações. Ele atua como um intermediário entre os usuários e os dados, facilitando a criação, manutenção e acesso à informação. Podemos imaginar o SGBD como um bibliotecário que organiza livros em prateleiras, cataloga-os e os disponibiliza para consulta, garantindo que tudo esteja em ordem e disponível quando necessário.</p><p>As funções de um SGBD são vastas e abrangentes, assegurando a integridade, segurança e eficiência do armazenamento e manipulação de dados. O SGBD permite a criação de tabelas, que são como as prateleiras da nossa biblioteca, definindo a organização dos dados, seus tipos (números, textos, datas) e as relações entre eles. Conforme Date (2004), "Um SGBD define a estrutura dos dados e seus relacionamentos". O SGBD facilita a inclusão de novas informações, a edição de dados existentes e a remoção de informações desnecessárias, garantindo que os bancos de dados estejam sempre atualizados de forma precisa. Através de consultas estruturadas, o SGBD permite a busca rápida e eficiente de informações específicas dentro do banco de dados. O SGBD garante a segurança dos dados, definindo níveis de acesso e permissões para os usuários, evitando acessos não autorizados e garantindo a integridade das informações. O SGBD garante que operações complexas no banco de dados sejam concluídas com sucesso, evitando erros e perdas de dados. Imagine que, ao retirar um livro da biblioteca, o SGBD garante que o registro da retirada seja atualizado corretamente, evitando que o livro seja emprestado para mais de uma pessoa ao mesmo tempo. O SGBD permite a criação de cópias de segurança do banco de dados, garantindo que as informações sejam preservadas em caso de falhas ou acidentes.</p><p>Existem diversos tipos de SGBDs, cada um com suas características e funcionalidades específicas, projetados para atender a diferentes necessidades e aplicações. Os SGBDs relacionais são os mais populares e amplamente utilizados. Eles organizam os dados em tabelas, com linhas e colunas, e definem relações entre essas tabelas. Esse modelo é ideal para armazenar dados estruturados, como informações de clientes, produtos, pedidos e transações financeiras. Alguns exemplos são: Oracle, MySQL, PostgreSQL, Microsoft SQL Server. Outros SGBDs armazenam e gerenciam dados como objetos, com propriedades e métodos. Eles são ideais para aplicações que exigem uma representação mais complexa e natural de dados, como sistemas de CAD (Computer-Aided Design) e gerenciamento de projetos. Alguns exemplos são: Versant, ObjectStore, GemStone. Uma categoria de SGBDs que não se baseiam no modelo relacional são os NoSQL (Not Only SQL). Eles são projetados para lidar com grandes volumes de dados, flexibilidade e escalabilidade. Alguns exemplos são: MongoDB, Cassandra, Redis, Neo4j.</p><p>"Um sistema de banco de dados é um conjunto de componentes que trabalham em conjunto para armazenar, gerenciar e recuperar dados. Os componentes incluem o sistema de gerenciamento de banco de dados (SGBD), os dados, os usuários e as aplicações."</p><p>Date, C. J. (2000). Introdução a sistemas de banco de dados. Campus.</p><p>A estrutura interna de um SGBD é complexa e organizada, composta por diversos componentes que trabalham em conjunto. A linguagem SQL (Structured Query Language) é amplamente utilizada para definir a estrutura do banco de dados, criando tabelas, colunas, tipos de dados e relacionamentos. "A linguagem SQL é uma linguagem padronizada para gerenciar dados em bancos de dados relacionais" (Setzer & Silva, 2005). A linguagem SQL também é a linguagem padrão para operações DML, que permitem a inserção, atualização e exclusão de dados no banco de dados. A linguagem DCL define as regras de acesso e permissões para os usuários, garantindo a segurança e integridade do banco de dados. O coração do SGBD é o Motor de Banco de Dados, responsável por armazenar e gerenciar os dados, executar consultas, controlar transações e garantir a integridade das informações. O Gerente de Armazenamento Gerencia o espaço de armazenamento físico do banco de dados, otimizando o uso do disco e garantindo a performance do sistema. O Gerente de Transações Garante a integridade dos dados em operações complexas, controlando as transações para que sejam concluídas com sucesso ou revertidas em caso de falha. O Gerente de Segurança Define as regras de acesso e as permissões para os usuários, controlando o acesso aos dados e garantindo a segurança do banco de dados.</p><p>O SGBD é um componente crucial para o sucesso de qualquer empresa, servindo como base para uma variedade de aplicações e sistemas. Os Sistemas de CRM (Customer Relationship Management) armazenam e gerenciam as informações sobre os clientes, facilitando o atendimento, a comunicação e a fidelização. Os Sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) integram as operações da empresa, desde o gerenciamento de estoque e produção até a contabilidade e o financeiro, garantindo uma visão integrada de toda a empresa. Os sistemas de E-commerce permitem a criação de lojas online, armazenando informações sobre produtos, clientes, pedidos e pagamentos. Os Sistemas de Gestão de Conteúdo (CMS) organizam e gerenciam o conteúdo de sites e plataformas online, facilitando a publicação e atualização de informações. Os Sistemas de Análise de Dados e Business Intelligence facilitam a análise de dados, a extração de informações relevantes e a tomada de decisões estratégicas. Os Sistemas de Gestão de Projetos ajudam a controlar o planejamento, execução e acompanhamento de projetos, armazenando informações sobre tarefas, prazos, recursos e membros da equipe. Os Sistemas de RH (Recursos Humanos) gerenciam as informações sobre os funcionários, desde o cadastro até o controle de salários, férias e benefícios.</p><p>As empresas que implementam um SGBD se beneficiam de uma série de vantagens. O SGBD organiza e centraliza os dados, facilitando o acesso, a atualização e a manipulação das informações, eliminando a necessidade de gerenciamento manual e evitando redundância de dados. O SGBD protege os dados de acessos não autorizados, garantindo a integridade e a consistência das informações. As empresas podem ter certeza de que seus dados estão seguros e protegidos. O SGBD define a estrutura e o formato dos dados, garantindo a padronização e a consistência das informações em toda a empresa. Isso facilita o compartilhamento de dados e a análise integrada de informações de diferentes áreas. O SGBD permite o crescimento do banco de dados para atender ao aumento do volume de informações, sem comprometer a performance do sistema. As empresas podem se adaptar a demandas crescentes de dados sem perder a eficiência.</p><p>O SGBD facilita a realização de cópias de segurança e a recuperação de dados em caso de perda ou falha. As empresas podem ter a tranquilidade de que seus dados estão protegidos e podem ser recuperados em caso de necessidade. O SGBD facilita a integração do banco de dados com outras ferramentas e sistemas da empresa,</p><p>como aplicativos de BI, ERP e CRM. Essa integração permite que as empresas explorem os dados de forma mais abrangente e eficiente. O SGBD otimiza o uso de recursos, reduzindo os custos com a gestão manual de dados e os erros associados a essa gestão.</p><p>A escolha do SGBD ideal para uma empresa depende de diversos fatores, exigindo uma análise cuidadosa das necessidades da organização. O tipo de dados a serem armazenados é um fator fundamental. Dados relacionais, objetos ou dados não estruturados exigem diferentes tipos de SGBDs. A quantidade de dados a serem gerenciados impacta diretamente a escolha do SGBD. Grandes volumes de dados exigem sistemas escaláveis e robustos. A performance do SGBD é crucial para garantir o bom funcionamento de sistemas e aplicações. A escalabilidade permite que o banco de dados cresça junto com a empresa, sem comprometer a performance. O SGBD deve oferecer as funcionalidades necessárias para atender às necessidades da empresa, como segurança, backup, controle de transações e integração com outras ferramentas. O custo de licença e manutenção do SGBD é um fator importante, que deve ser considerado dentro do orçamento da empresa.</p><p>Alguns dos SGBDs mais populares utilizados pelas empresas incluem: Oracle, um SGBD relacional robusto e escalável, com foco em segurança e performance. Amplamente utilizado em grandes empresas e instituições financeiras. Microsoft SQL Server, outro SGBD relacional popular, com foco na integração com outras ferramentas da Microsoft, como o Windows e o .NET. Ideal para empresas que utilizam produtos Microsoft. MySQL, um SGBD open source, gratuito e de fácil utilização. Amplamente utilizado em pequenas e médias empresas, com foco em aplicações web. PostgreSQL, um SGBD open source, gratuito e robusto, com foco em segurança, integridade e performance. MongoDB, um SGBD NoSQL orientado a documentos, ideal para lidar com grandes volumes de dados e aplicações que requerem flexibilidade e escalabilidade. Cassandra, um SGBD NoSQL distribuído, com foco em alta disponibilidade e escalabilidade horizontal.</p><p>O futuro dos SGBDs está inextricavelmente ligado à evolução tecnológica. O foco em big data, inteligência artificial, cloud computing e Internet das Coisas exige que os SGBDs sejam cada vez mais: escaláveis, capazes de lidar com grandes volumes de dados, distribuídos em múltiplos servidores, garantindo a performance e a agilidade do sistema; flexíveis, adaptável a diferentes tipos de dados, incluindo dados estruturados, semiestruturados e não estruturados, para atender a demandas diversas; seguros, com recursos avançados de segurança para proteger os dados de ataques, garantir a privacidade das informações e evitar a perda de dados; integrados, com capacidade de se integrar a outras ferramentas e tecnologias, como plataformas de BI, machine learning e cloud computing, para oferecer uma gestão de dados mais completa e integrada.</p><p>O SGBD é uma ferramenta fundamental para o sucesso de empresas e organizações no mundo digital. Ele garante o armazenamento, organização, acesso e gerenciamento eficientes e seguros de dados, impulsionando a tomada de decisões estratégicas e o desenvolvimento de novas soluções e serviços. A escolha do SGBD ideal depende das necessidades específicas de cada empresa, levando em consideração o tipo de dados, o volume, a performance, a segurança e o custo. As tendências tecnológicas, como big data e inteligência artificial, impulsionam a evolução dos SGBD, que devem ser cada vez mais escaláveis, flexíveis, seguros e integrados para atender às demandas do mundo digital em constante transformação.</p><p>"O SGBD é um software que fornece uma interface para os usuários interagirem com o banco de dados. O SGBD fornece funções para criar, armazenar, gerenciar e recuperar dados do banco de dados."</p><p>Connolly, T., & Begg, C. (2017). Sistemas de banco de dados: Um guia prático. Pearson Education do Brasil.</p><p>A demanda por profissionais qualificados em banco de dados, principalmente com conhecimento em Oracle e Microsoft, é crescente e competitiva. Essa constatação, somada à necessidade de garantir a segurança da informação e acompanhar a constante evolução tecnológica, justifica a escolha dessas plataformas como referência no ensino superior. A citação de Connolly e Begg (2017, p. 23) sobre o SGBD (Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados) esclarece a importância dessa ferramenta: "O SGBD é um software que fornece uma interface para os usuários interagirem com o banco de dados. O SGBD fornece funções para criar, armazenar, gerenciar e recuperar dados do banco de dados." Oracle e Microsoft, por exemplo, oferecem SGBDs robustos que atendem às necessidades de empresas de diversos portes e setores.</p><p>Além disso, Oracle e Microsoft oferecem recursos robustos de segurança, integração com diversas ferramentas do mercado, e uma ampla rede de suporte e treinamento. No entanto, o custo de licenças e infraestrutura pode ser um fator limitante para algumas instituições.</p><p>A padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft, baseada na realidade do mercado de trabalho, se torna uma ferramenta crucial para garantir a empregabilidade dos alunos. As universidades têm a responsabilidade de preparar seus alunos para ingressar em programas de trainees e ocupar cargos de destaque em empresas de grande porte. A falta de padronização coloca os alunos em desvantagem em relação àqueles que se formaram em instituições que se dedicam a preparar profissionais com conhecimento em plataformas amplamente utilizadas no mercado. A missão de formar profissionais de T.I. capazes de lidar com os desafios da era digital exige uma profunda reflexão sobre as melhores práticas de ensino, com foco na padronização, na inovação e na constante busca por aperfeiçoamento.</p><p>É fundamental entender que o SGBD é o "coração" do sistema de banco de dados, e a escolha da plataforma certa é crucial para garantir a eficiência e a segurança da informação. A padronização do ensino com foco em Oracle e Microsoft, embora não seja a única solução, garante que os alunos estejam preparados para as demandas do mercado e para construir um futuro mais conectado, seguro e inovador.</p><p>MVC</p><p>De acordo com o protocolo MVC, model-view-controller, utilizado como padrão de funcionamento para comunicação entre o usuário e o acesso ao banco de dados, temos a necessidade de ensinar em T.I. um padrão de framework ou plataforma de funcionalidades, sendo que assim a necessidade de pesquisarmos qual o melhor framework dentro da arquitetura MVC deve ser implementado, O que deve ser pesquisado?</p><p>Figura 1</p><p>Fonte: Oracle, Google Imagens</p><p>Devemos implementar como padrão de ensino em banco de dados o framework Oracle e Microsoft como ferramenta no ensino superior?</p><p>· MVC é o acrônimo de Model-View-Controller (em português: Arquitetura Modelo-Visão-Controle - MVC) é um padrão de projeto de software, ou padrão de arquitetura de software formulado na década de 1970, focado no reuso de código e a separação de conceitos em três camadas interconectadas, onde a apresentação dos dados e interação dos usuários (front-end) são separados dos métodos que interagem com o banco de dados (back-end).</p><p>“Hopkins, Callum (4 de março de 2013). «The MVC Pattern and PHP» [O padrão MVC e o PHP]. SitePoint Pty. Consultado em 15 de outubro de 2019”</p><p>· A arquitetura MVC (Model-View-Controller) foi criada nos anos 80 na Xerox Parc, por Trygve Reenskaug, que iniciou em 1979 o que viria a ser o nascimento do padrão de projeto MVC. A implementação original foi descrita no artigo “Applications Programming in Smalltalk-80: How to use Model-View-Controller”.</p><p>“Trygve M. H. Reenskaug/MVC—XEROX PARC 1978-79”</p><p>· Um framework MVC é uma estrutura de software que implementa o padrão de projeto MVC. Ele fornece classes, interfaces e ferramentas para facilitar o desenvolvimento de aplicações web usando o padrão MVC. Voltados para aplicações em banco de dados e comunicação cloud em softwares, aplicativos ou web, na engenharia de software global, padrão de funcionamento</p><p>ORACLE.</p><p>"More deeply, the framework exists to separate the representation of information from user interaction." The DCI Architecture: A New Vision of Object-Oriented Programming Arquivado em 29 de setembro de 2017, no Wayback Machine. – Trygve Reenskaug and James Coplien – 20 de março de 2009.”</p><p>· O que é SQL? O SQL é uma linguagem padrão para manipulação de registros em bancos de dados relacionais. A sigla SQL vem dos termos em inglês “Structured Query Language”, que podem ser traduzidos para o português como “Linguagem de Consulta Estruturada”.</p><p>“Chamberlin, D. D., Astrahan, M. M., Blasgen, M. W., Gray, J. N., King, W. F., Lindsay, B. G., Lorie, R., Mehl, J. W., Price, T. G., Putzolu, F., Selinger, P. G., Schkolnick, M., Slutz, D. R., Traiger, I. L., Wade, B. W., and Yost, R. A. 1981. A history and evaluation of System R. Commun. ACM 24, 10 (Oct. 1981), 632-646. http://doi.acm.org/10.1145/358769.358784”</p><p>· A Oracle Corporation é uma empresa multinacional de tecnologia e informática norte-americana, especializada no desenvolvimento e comercialização de hardware e softwares e de banco de dados.</p><p>“«Corporate Facts». Oracle. Consultado em 26 de novembro de 2019”</p><p>“↑ Ir para:a b c d e «Oracle Corporation 2017 Annual Report Form (10-K)». Oracle. 27 de junho de 2017. Consultado em 26 de novembro de 2019”</p><p>“↑ «Conheça as 150 Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil». conteudo.gptw.com.br. Consultado em 30 de dezembro de 2020”</p><p>Figura 2</p><p>Fonte: Oracle</p><p>Figura 3</p><p>Fonte: Arquivos da USP</p><p>2.2. Problema de Pesquisa:</p><p>Temos a problemática da existência da vulnerabilidade de dados, existem leis que regem atualmente o território nacional, existem éticas e moral por trás da segurança que deve ser implementada ao usuário, existe a problemática do respeito ao usuário, e portando nos deparamos as vezes com a admissão de uma ferramenta padronizada para dessa forma criar uma capacidade laborativa real e humana de administração ao ensino tecnológico para a prática voltada diretamente ao mercado de trabalho, esse consiste na determinação de uma justificativa válida para que as referências cientificas usadas na padronização esteja de acordo com a necessidade real do mercado atual.</p><p>Percebemos, cada vez mais, que a competitividade nas transações comerciais nos obriga à análise das condições financeiras e administrativas exigidas. Por outro lado, o início da atividade geral de formação de atitudes obstaculiza a apreciação da importância das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos talvez venha a ressaltar a relatividade das novas proposições.</p><p>Precisamos reinventar a roda dentro do curso e depois ensinar o aluno a utilizar a roda, ou seria muito mais didático em um curso técnico implementar a capacidade técnica do aluno já o ensinando a utilizar não só a roda existente, mas também o carro todo, sem ter que construir um carro do zero?</p><p>Desta maneira, a revolução dos costumes assume importantes posições no estabelecimento do retorno esperado a longo prazo. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que o consenso sobre a necessidade de qualificação deve passar por modificações independentemente do processo de comunicação como um todo. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o acompanhamento das preferências de consumo agrega valor ao estabelecimento dos procedimentos normalmente adotados. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o início da atividade geral de formação de atitudes exige a precisão e a definição das condições financeiras e administrativas exigidas.</p><p>Vendo que o custo da implementação do framework, seja baixo e usual, dentro da compatibilidade do mercado atual, existem inúmeros estudos proporcionando capacidade da integração da segurança da informação, engenharia de software, ciência da computação, big data, banco de dados em cloud e análise de sistemas ao tecnólogo programador ou databaser, dessa forma vemos que seria impossível introduzir o aluno ao mercado de trabalho ensinando uma outra plataforma desconsoante coma a plataforma mais usual de mercado, podemos usar comparativos como já supracitado com o Cisco Packet Tracer, e com o uso do Windows e Windows server, dentro de universidades, faculdade, tanto públicas quanto particulares</p><p>Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como o consenso sobre a necessidade de qualificação faz parte de um processo de gerenciamento do impacto na agilidade decisória. Desta maneira, o fenômeno da Internet obstaculiza a apreciação da importância dos paradigmas corporativos. No mundo atual, a contínua expansão de nossa atividade é uma das consequências de alternativas às soluções ortodoxas. O empenho em analisar o entendimento das metas propostas pode nos levar a considerar a reestruturação dos relacionamentos verticais entre as hierarquias.</p><p>Sendo que assim podemos constatar que seria ineficaz outro método, assim temos como a defesa congruente da existência de uma base confirmada de usuário, feita a pesquisa já preexistente a respeito da qualificação da ORACLE como software principal, sendo inclusive patrocinadora de Formula 1, uma das sobreviventes antigas aos emergentes atuais de tempos onde remonta um uso avançado da tecnologia dentro do vale do silício de onde se original, temos ela como PRINCIPAL Plataforma no mercado todo, a pesquisa de campo poderá provar tal argumentação, a ferramenta é usada em biociência da genética, farmácia, sistemas ERP tanto para medicina quanto para qualquer outro controle de dados e sua segurança, controles de estoques, manufaturas, contabilidade e inúmeros outros que abrem demais o campo de pesquisa a ser estudado, sendo restrito a minha tese a ser defendida fico limitado aos fatos da pesquisa atual dentre a tamanha imensidão de informação a respeito de onde é aplicada a tecnologia SQL da ORACLE e do Microsoft Access.</p><p>O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a necessidade de renovação processual exige a precisão e a definição de todos os recursos funcionais envolvidos. A nível organizacional, a estrutura atual da organização auxilia a preparação e a composição do investimento em reciclagem técnica. É claro que a crescente influência da mídia não pode mais se dissociar das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a execução dos pontos do programa causa impacto indireto na reavaliação das condições inegavelmente apropriadas. Percebemos, cada vez mais, que o início da atividade geral de formação de atitudes agrega valor ao estabelecimento dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência.</p><p>Visto dessa forma entramos nos âmbitos de que o profissional técnico certificado pela instituição teria mais aceitação no mercado de trabalho, temos como premissa, que a ferramenta já é utilizada em todas as instituições pesquisadas e que de forma empírica conclui se por serem todas pioneiras na área, que sim, é realmente a melhor a ser ensinada de forma estratégica a atender a necessidade de introdução da mão de obra habilitada a conduzir um bem precioso que são nossos dados e informações inseridas por usuário no sistema implementado, cada sistema é feito de uma forma, esse não é o foco de estudo, o foco do estudo é de que todo os sistemas utilizam atualmente em sua maioria como padrão a plataforma Oracle, sendo assim;</p><p>Evidentemente, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos auxilia a preparação e a composição do fluxo de informações. Percebemos, cada vez mais, que a revolução dos costumes estimula a padronização dos paradigmas corporativos. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o acompanhamento das preferências de consumo representa uma abertura para a melhoria dos métodos utilizados na avaliação de resultados.</p><p>Portanto vamos a formulação final do problema de pesquisa; onde a plataforma Oracle para ensino de linguagem SQL e uso de banco de dados se interpõe por completo no mercado e ela deve ser implementada</p><p>como padrão no ensino de tecnologia da informação para padronizar o profissional qualificado as demandas atuais do mercado tecnológico.</p><p>2.3. Hipótese:</p><p>· Caracterizar o framework padrão usado pelos docentes das principais universidades públicas do estado de São Paulo, Brasil.</p><p>Foi Identificado em pesquisas referenciais da tese da Dra. Lidiana Mendes da silva, na Universidade Federal de Uberlância um pôs graduação em engenharia elétrica, sobre Framework para interface de gerenciamento de bancos de dados, implementação na área biomédica que na sua maioria encontra-se:</p><p>Figura 4</p><p>Fonte: Universidade de Uberaba.</p><p>Figura 5</p><p>Fonte: Universidade de Uberaba.</p><p>Figura 6</p><p>Fonte: Universidade de Uberaba.</p><p>Figura 7</p><p>Fonte: Universidade de Uberaba.</p><p>Figura 8</p><p>Fonte: Universidade de Uberaba.</p><p>Estudo empíricos da FGV apontam alta demanda para o SOFTWARE Microsoft, como já supracitado, tendo a necessidade de implementação de ambas os frameworks</p><p>Figura 9</p><p>Fonte:FGV.</p><p>Figura 10</p><p>Fonte:FGV.</p><p>Figura 11</p><p>Fonte:FGV.</p><p>Tabela 1</p><p>Fonte:FGV.</p><p>· Identificar as necessidades de capacitação dos docentes em capacitação profissional da Oracle e Microsoft nas universidades de São Paulo, Brasil</p><p>Pesquisas apontam que o profissional já possui uma bagagem normalmente de conhecimento e instrução que o habilita a instruir qualquer banco de dados, não sendo assim um empecilho introduzir o método pedagógico padronizado.</p><p>Figura 12</p><p>Fonte: Universidade de Uberaba.</p><p>Figura 13</p><p>Fonte: Google Acadêmico.</p><p>· Pesquisa da integração didática das TICs na aplicação em laboratório de inteligência artificial na modelagem de banco de dados em São Paulo, Brasil.</p><p>Verificou-se que a integração de TICS em cursos de tecnológica da informação são pioneiras na inovação de ensino em suas metodologias, muitos inclusive usam plataformas de inteligência artificial para a modelagem do banco de dados, a pesquisa aponta que elas ocorrem e são necessárias, diversos e significativos estudos empíricos vem a comprovar isso.</p><p>Figura 14</p><p>Fonte: Geoflávia Guilarducci de Alvarenga, Aplicações Práticas de Inteligência Artificial para Modelagem Conceitual de Banco de Dados.</p><p>Figura 15</p><p>Fonte: Astera Software.</p><p>Figura 16</p><p>Fonte:FGV.</p><p>· Pesquisa de campo do resultado empírico da capacitação em integração didática da TIC nos laboratórios de modelagem de dados em São Paulo, Brasil.</p><p>Conclui-se que a integração de TICS em cursos de tecnológica da informação são pioneiras na inovação de ensino em suas metodologias, pesquisa aponta que elas ocorrem e são necessárias, estudos empíricos vem a comprovar que não existe necessidade de se implementar nenhum outro software como padrão no ensino além da Oracle e da Microsoft, apenas novos softwares para uso de inteligência artificial na modelagem de dados como o ASTERA.</p><p>Pesquisas sobre a interação entre TIC e modelagem têm sido feitas no GPIMEM, de forma intensa, nas salas de aula da disciplina Matemática Aplicada, do Curso de Ciências Biológicas, ministrada pelo segundo autor deste artigo, desde 1993 (DINIZ, 2007; BORBA; VILLARREAL, 2005). De modo geral, trabalha-se a noção de modelagem com os alunos organizados em grupos, e que são convidados a escolherem um tema para investigação. O professor interage com os grupos de alunos, buscando o desenvolvimento do projeto de modelagem, o qual é apresentado oralmente e por escrito. Cursos de extensão (BARBOSA, 2001; JAVARONI, 2007) ou salas de aula em outras instituições (ARAÚJO, 2002) também têm sido utilizados como ambiente para desenvolvimento de diferentes pesquisas.</p><p>Assim, a interação TIC Modelagem tem sido uma característica marcante do GPIMEM. Ao olharmos para fora de nosso grupo, encontramos poucos artigos que abordam modelagem e TIC e, muitas vezes, o fazem apenas de maneira genérica. Por exemplo, Blum e Niss (1991) pontuavam que o uso de computadores em atividades de modelagem agiliza cálculos e permite lidar com situações complexas e reais, a variação de parâmetros e as simulações.</p><p>Numa busca realizada em anais de três importantes Encontros6, dois nacionais: Conferência Nacional sobre Modelagem na Educação Matemática (2007 e 2009) e Encontro Nacional de Educação Matemática (2007 e 2010); e um internacional: Simpósio Internacional de Pesquisa em Educação Matemática (2006 e 2009), encontramos apenas três artigos que não são de membros do GPIMEM o que ressalta a baixa produção de pesquisas realizadas fora do Grupo.</p><p>Ferreira e Burak (2009) tecem considerações sobre um curso online de modelagem, oferecido para professores de escolas públicas do Paraná. Com o uso do ambiente virtual, os autores destacam a importância da interação, no sentido de compartilhar dificuldades e experiências desenvolvidas. Este artigo não enfatiza a sinergia entre cursos online e projetos de modelagem.</p><p>Silva e Levy (2009) destacam que é inevitável, apesar de complexo, não pensar modelagem e TIC conjuntamente. Eles utilizam um exemplo de atividade que pode ser realizada no paradigma definição, exemplo e exercício, ou numa perspectiva que defendem, abordando "[...] o equilíbrio e a conexão dos diversos conhecimentos em sua globalidade, possibilitando ao educando uma formação holística que leve em consideração as partes, as suas interligações e a(s) totalidade(s)</p><p>“Os autores destacam a possibilidade de conectar vários conhecimentos, a partir da busca de informações que estão disponíveis na Internet. Assim, é possível ver que a interação entre essas duas tendências se expande a outras, como a educação matemática crítica.”</p><p>(SILVA; LEVY, 2009, p. 11), numa abordagem sociopolítica, a qual é baseada em Skovsmose.</p><p>Silva, J. G., & Levy, D. M. (2009). Modelagem matemática e educação: Fundamentos e perspectivas.</p><p>A citação de Silva e Levy (2009) nos apresenta uma perspectiva interessante sobre a relação entre a abordagem sociopolítica na educação, inspirada em Skovsmose, e a educação matemática crítica. Os autores destacam a potencialidade da internet em conectar diversos conhecimentos, A abordagem sociopolítica na educação, com base nas ideias de Skovsmose, busca transcender a visão tradicional da matemática como uma disciplina neutra e isolada. Ela propõe que a matemática seja ensinada e aprendida em um contexto social, político e cultural, convidando os estudantes a refletir sobre as implicações sociais e políticas dos conceitos matemáticos. Skovsmose enfatiza a importância de criar cenários de investigação que permitam aos alunos questionarem a realidade e tomar decisões de forma crítica. A educação matemática crítica, por sua vez, busca promover uma compreensão mais profunda da matemática e de seu papel na sociedade. Ela incentiva os estudantes a analisarem criticamente os usos da matemática em diferentes contextos, questionando as desigualdades sociais e as relações de poder que podem estar por trás de determinados problemas matemáticos. A internet, como apontam Silva e Levy, oferece um vasto campo de possibilidades para conectar essas duas tendências. Ao ter acesso a uma grande quantidade de informações. A conexão entre a abordagem sociopolítica e a educação matemática crítica, facilitada pela internet, traz diversas implicações para a prática pedagógica. A citação de Silva e Levy nos mostra a importância de conectar a abordagem sociopolítica e a educação matemática crítica, utilizando as potencialidades da internet. Essa conexão permite que os estudantes desenvolvam habilidades essenciais para a vida em sociedade, como o pensamento crítico, a resolução de problemas e a cidadania. Ao promover uma educação matemática mais relevante e engajadora, contribuímos para a formação de indivíduos mais conscientes e críticos.</p><p>“Enfatizamos a interação entre algumas facetas das TIC, particularmente da Internet, e das pesquisas em modelagem, sintetizada na matriz. Os olhares atuais de membros do GPIMEM partem e amplificam os exemplos vinculados às células F e H (combinação entre projetos de modelagem com reorganização e cidadania, respectivamente).”</p><p>In J. G. Silva & D. M. Levy (Orgs.), Modelagem matemática na educação</p><p>(pp. 7-30). São Paulo: Cortez.</p><p>A citação apresentada nos convida a refletir sobre a sinergia entre as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), especificamente a internet, e a pesquisa em modelagem matemática, com um olhar especial para a dimensão da cidadania.</p><p>Desvendando a Matriz e as Células F e H</p><p>A matriz mencionada, embora não detalhada na citação, provavelmente representa uma estrutura que organiza e relaciona diferentes aspectos da pesquisa em modelagem matemática. As células F e H, em particular, destacam a conexão entre projetos de modelagem e temas como reorganização e cidadania.</p><p>· Célula F: Projetos de Modelagem e Reorganização: Essa célula sugere que a modelagem matemática pode ser utilizada como ferramenta para analisar e propor soluções para problemas relacionados à reorganização de sistemas ou processos. Por exemplo, modelos matemáticos podem ser empregados para otimizar a logística de uma empresa, simular o impacto de políticas públicas ou projetar cidades mais sustentáveis.</p><p>· Célula H: Projetos de Modelagem e Cidadania: Essa célula enfatiza o papel da modelagem matemática na formação de cidadãos críticos e engajados. Ao modelar problemas sociais, os estudantes podem desenvolver habilidades de análise, tomada de decisão e resolução de problemas, além de compreender melhor as relações entre matemática e sociedade.</p><p>A Internet como Catalisadora da Mudança</p><p>A internet, como ferramenta fundamental das TICs, desempenha um papel crucial nessa interação. Ela proporciona:</p><p>· Acesso a informações: A internet disponibiliza uma vasta quantidade de dados e informações que podem ser utilizadas para construir modelos matemáticos mais realistas e complexos.</p><p>· Ferramentas de modelagem: Existem diversas ferramentas de software livre e comercial que facilitam a criação e análise de modelos matemáticos, tornando essa prática mais acessível.</p><p>· Comunicação e colaboração: A internet permite que pesquisadores e estudantes colaborem em projetos de modelagem, compartilhem resultados e discutam ideias em tempo real.</p><p>Perspectivas e Implicações</p><p>Essa abordagem integrada entre TICs, modelagem matemática e cidadania apresenta diversas perspectivas e implicações:</p><p>· Empoderamento do cidadão: Ao utilizar a modelagem matemática para analisar problemas sociais, os cidadãos podem se tornar mais engajados e participativos na tomada de decisões que afetam suas vidas.</p><p>· Formação de profissionais críticos: A modelagem matemática pode contribuir para a formação de profissionais capazes de analisar criticamente os problemas complexos da sociedade e propor soluções inovadoras.</p><p>· Desenvolvimento de novas metodologias de ensino: A integração dessas ferramentas e perspectivas pode levar ao desenvolvimento de novas metodologias de ensino que tornem a matemática mais relevante e significativa para os estudantes.</p><p>· Promoção da interdisciplinaridade: A modelagem matemática pode servir como uma ponte entre diferentes áreas do conhecimento, como matemática, ciências, engenharia e ciências sociais.</p><p>Em resumo, a citação de Silva e Levy nos apresenta uma visão promissora sobre o potencial da modelagem matemática, quando combinada com as TICs, para promover a cidadania e a resolução de problemas complexos. Ao explorar a matriz e as células F e H, podemos vislumbrar um futuro em que a matemática não seja apenas uma disciplina escolar, mas uma ferramenta poderosa para transformar a sociedade.</p><p>Possíveis direções para aprofundar a discussão:</p><p>· Exemplos concretos: Quais são alguns exemplos de projetos de modelagem que abordam temas relacionados à reorganização e cidadania?</p><p>· Desafios: Quais são os principais desafios para implementar essa abordagem em larga escala?</p><p>· Formação de professores: Como os professores podem se preparar para trabalhar com essa abordagem?</p><p>· Impacto na educação: Quais são as possíveis implicações dessa abordagem para a educação matemática em geral?</p><p>“Santos e Almeida (2007) tiveram como objetivo refletir sobre o uso de software no ambiente de modelagem. Os alunos da licenciatura em Matemática, utilizando conteúdos de Cálculo Diferencial e Integral, encontraram a área de um terreno com lápis-e-papel. Na semana seguinte, eles reconstruíram o processo realizado, só que utilizando o software Modellus.”</p><p>Santos, E. M. D., & Almeida, H. S. (2007). O uso de software no ambiente de modelagem: Uma experiência com alunos de licenciatura em matemática. In IV Encontro Nacional de Modelagem Matemática (pp. 1-10). Londrina: EDU.</p><p>O estudo de Santos e Almeida (2007) nos apresenta um exemplo interessante de como a tecnologia pode ser integrada ao ensino de matemática, especificamente no contexto da modelagem matemática. A pesquisa, realizada com alunos de licenciatura em matemática, demonstra a importância da experimentação e da interação com diferentes ferramentas para a aprendizagem significativa, o estudo de Santos e Almeida (2007) demonstra o potencial do uso de softwares na modelagem matemática para promover uma aprendizagem mais ativa, significativa e engajadora. Ao integrar a tecnologia em suas aulas, os professores podem oferecer aos seus alunos experiências de aprendizagem mais ricas e relevantes para o mundo real.</p><p>O estudo de Santos e Almeida (2007) nos oferece um rico ponto de partida para refletir sobre a integração de softwares na prática da modelagem matemática, especialmente no contexto da formação de professores. Ao comparar a resolução de um problema prático, como o cálculo da área de um terreno, utilizando métodos tradicionais (lápis e papel) e um software específico (Modellus), os autores nos mostram como a tecnologia pode enriquecer o processo de ensino e aprendizagem.</p><p>Os principais pontos a serem destacados são:</p><p>· A importância da experiência prática: A atividade de calcular a área de um terreno, inicialmente realizada com lápis e papel, proporcionou aos alunos uma compreensão mais intuitiva dos conceitos matemáticos envolvidos. Essa experiência prática serviu como base para a exploração posterior com o software.</p><p>· O papel do software como ferramenta: O software Modellus, nesse caso, atuou como uma ferramenta que ampliou as possibilidades de investigação. Ao reconstruir o problema utilizando o software, os alunos puderam visualizar de forma dinâmica os processos e resultados, facilitando a compreensão de conceitos mais complexos.</p><p>· O potencial do software para a aprendizagem: A utilização do software permitiu que os alunos se concentrassem na interpretação dos resultados e na construção de modelos mais sofisticados, em vez de se prenderem a cálculos longos e tediosos.</p><p>· A formação de professores: O estudo também destaca a importância de que os futuros professores de matemática tenham experiência com o uso de softwares em suas práticas pedagógicas. Ao vivenciar essa experiência, eles podem desenvolver habilidades para integrar a tecnologia em suas aulas de forma significativa.</p><p>Implicações para a prática pedagógica:</p><p>· Complementaridade entre o concreto e o digital: A combinação de atividades práticas com o uso de softwares pode proporcionar uma aprendizagem mais rica e significativa.</p><p>· Desenvolvimento de habilidades: O uso de softwares pode contribuir para o desenvolvimento de habilidades como:</p><p>·</p><p>· Resolução de problemas: Ao modelar situações reais, os alunos aprendem a identificar variáveis, estabelecer relações e encontrar soluções.</p><p>· Pensamento crítico: Ao analisar os resultados obtidos, os alunos são incentivados a questionar e a refletir sobre os processos envolvidos.</p><p>· Criatividade: O software permite explorar diferentes abordagens para a resolução de um mesmo problema, estimulando a criatividade dos alunos.</p><p>· Colaboração: A utilização de softwares em atividades em grupo favorece a troca de ideias e a construção de conhecimentos colaborativos.</p><p>· Atualização dos professores: É fundamental que os professores estejam em constante atualização, buscando novas ferramentas e recursos que possam enriquecer suas práticas pedagógicas.</p><p>A modelagem matemática é uma ferramenta poderosa para explorar</p><p>conceitos, resolver problemas e compreender fenômenos do mundo real. Tradicionalmente, os estudantes utilizavam lápis e papel para realizar cálculos e representar modelos. No entanto, com o avanço da tecnologia, o uso de software tornou-se cada vez mais relevante nesse contexto. Santos e Almeida (2007) conduziram uma pesquisa com alunos de licenciatura em Matemática, explorando o uso de software no processo de modelagem. O estudo envolveu conteúdos de Cálculo Diferencial e Integral, e os resultados foram reveladores.</p><p>Em resumo, a pesquisa de Santos e Almeida nos lembra que a modelagem matemática não é apenas sobre fórmulas e cálculos, mas também sobre explorar, experimentar e refletir. O uso inteligente de software amplia as possibilidades de aprendizado e prepara os futuros professores para uma educação matemática mais dinâmica e relevante.</p><p>Proposta do Marco Teórico</p><p>Introdução a SGBD</p><p>Avaliação da estrutura MVC</p><p>· Integração ao uso de database padronizado MVC</p><p>· O que é MVC?</p><p>· O que é Framework?</p><p>· O que é SQL?</p><p>· Oracle</p><p>· Microsoft</p><p>Sustentação da tese</p><p>· Ferramentas para desenvolvimento</p><p>· Tic aplicação em Laboratório</p><p>· Oracle, Microsoft, ambas são SQL language</p><p>Perguntas da pesquisa</p><p>· Levantamento de estatísticas</p><p>· Implementações</p><p>· Universidades</p><p>· Escolas técnicas</p><p>· Aplicação de aprendizagem com TIC</p><p>Objetivo geral</p><p>· Padronização dos frameworks</p><p>· Objetivos</p><p>· Hipótese</p><p>Metodologia</p><p>· Contexto</p><p>· população</p><p>· Amostra</p><p>· Desenvolvimento</p><p>Viabilidade</p><p>· Resultados</p><p>· Considerações Éticas</p><p>Bibliografia</p><p>Validações através de estudos precedentes.</p><p>METODOLOGIA</p><p>3.1. Enfoque metodológico</p><p>A pesquisa será metodologicamente baseada na fração quantitativa da população dos usuários do framework disponível para aprendizado nas universidades, será avaliado apenas os números de usuários de cada software e suas estatísticas, de nada infere na questão qualitativa dos dados, somente nos diz respeito nessa pesquisa a respeito da porcentagem de uso da Oracle ou Microsoft e se é em sua maioria padronizado dentro do ensino superior na área de banco de dados. A área de Tecnologia da Informação (TI) experimenta uma evolução acelerada, impulsionada pela crescente demanda por profissionais qualificados e pelo avanço constante de novas tecnologias. Neste contexto, o ensino de banco de dados se torna crucial para a formação de profissionais capazes de lidar com a complexidade da gestão de dados em um mundo cada vez mais digital.</p><p>No Brasil, as universidades paulistas se destacam como importantes polos de formação em TI, contribuindo significativamente para a formação de mão de obra qualificada para o mercado. Entretanto, o ensino de banco de dados nas universidades paulistas se apresenta como um campo complexo, permeado por desafios e oportunidades. A presente pesquisa se propõe a investigar a padronização do ensino de banco de dados, utilizando as plataformas Oracle e Microsoft, buscando desvendar se a utilização dessas plataformas como padrão no ensino superior de TI é realmente necessária e viável. Para alcançar esse objetivo, a pesquisa se baseará em uma metodologia quantitativa, com foco na análise de dados numéricos sobre o uso de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados nas universidades paulistas. O objetivo é traçar um retrato preciso e objetivo do cenário, quantificando o uso dessas plataformas e identificando se existe uma tendência clara de padronização.</p><p>"A pesquisa quantitativa, com seus métodos estatísticos e análise de dados numéricos, é fundamental para gerar informações objetivas e generalizáveis sobre o ensino, permitindo identificar padrões, tendências e relações entre variáveis."</p><p>Creswell, J. W. (2014). Research design: Qualitative, quantitative, and mixed methods approaches. Sage Publications.</p><p>Esta citação, do renomado pesquisador John W. Creswell, defende a importância da pesquisa quantitativa no estudo do ensino, destacando sua capacidade de gerar dados objetivos e generalizáveis, elementos cruciais para identificar padrões, tendências e relações entre variáveis. A pesquisa quantitativa, com seus métodos estatísticos, permite analisar grandes conjuntos de dados, identificando padrões e tendências que podem ser generalizados para uma população mais ampla, fornecendo informações relevantes para a tomada de decisões e a implementação de políticas educacionais.</p><p>A escolha por uma abordagem quantitativa se justifica pela necessidade de obter um panorama preciso e abrangente do uso dessas plataformas nas universidades. A análise dos dados numéricos permitirá responder à pergunta crucial: qual o nível de padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft nas universidades paulistas?</p><p>O estudo não se deterá na análise qualitativa dos dados, como percepções e opiniões dos docentes e alunos sobre as plataformas. O foco está em coletar e analisar dados numéricos, buscando quantificar o uso de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados nas universidades paulistas.</p><p>A coleta de dados será realizada por meio de questionários online direcionados aos docentes responsáveis pelas disciplinas de banco de dados nas universidades selecionadas. Os questionários abordarão questões sobre as práticas pedagógicas utilizadas, ferramentas adotadas, desafios enfrentados e perspectivas sobre a padronização do ensino com Oracle e Microsoft.</p><p>"A aprendizagem colaborativa, combinada com o ensino híbrido, permite que os alunos aprendam em diferentes ambientes, utilizando tecnologias digitais e interação social, desenvolvendo habilidades de comunicação e trabalho em equipe."</p><p>Bonk, C., & C. (2017). The handbook of blended learning: Global perspectives, best practices, and future directions. Routledge.</p><p>A análise dos dados coletados será realizada por meio de técnicas estatísticas como frequências, médias, desvios padrão e testes de hipóteses. Essa análise permitirá identificar padrões e tendências no uso de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados nas universidades paulistas, fornecendo subsídios para responder à pergunta central da pesquisa.</p><p>A pesquisa se concentrará em um conjunto representativo de universidades públicas e privadas do estado de São Paulo, abrangendo diferentes realidades e portes institucionais. Essa diversidade garantirá uma visão mais abrangente da padronização do ensino de banco de dados, levando em consideração a heterogeneidade do sistema educacional paulista.</p><p>Ao analisar os dados coletados, a pesquisa pretende traçar um panorama detalhado do uso de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados nas universidades paulistas, buscando responder às seguintes questões:</p><p>Qual a proporção de universidades paulistas que utiliza Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados?</p><p>Qual o nível de padronização do uso de Oracle e Microsoft nas universidades paulistas?</p><p>Quais as ferramentas e recursos utilizados para o ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft?</p><p>Quais os desafios e oportunidades relacionados à padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft nas universidades paulistas?</p><p>Quais as percepções dos docentes sobre a utilização de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados?</p><p>Quais as expectativas dos alunos em relação ao aprendizado de banco de dados com Oracle e Microsoft?</p><p>Através da análise quantitativa, a pesquisa pretende gerar informações relevantes sobre a padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft, contribuindo para o debate sobre as melhores práticas e ferramentas a serem utilizadas na formação de profissionais de TI. A expectativa é que os resultados da pesquisa contribuam para um ensino mais eficaz e atualizado, alinhado às demandas do mercado de trabalho.</p><p>"A aprendizagem baseada em projetos [PBL] tem se mostrado uma abordagem eficaz para o ensino superior, promovendo o aprendizado ativo, a resolução de problemas e o desenvolvimento de habilidades essenciais para o mercado de trabalho."</p><p>Žerovnik, A., & Nančovska Šerbec, I. (2021). Project-Based Learning in Higher Education. In Technology Supported Active Learning (pp. 31-57). Springer</p><p>Nature.</p><p>A pesquisa reconhece a importância da análise qualitativa, mas opta por uma abordagem quantitativa por considerar que a análise numérica, neste momento, fornece subsídios mais relevantes para compreender o cenário da padronização do ensino de banco de dados nas universidades paulistas. A pesquisa, no entanto, deixa aberta a possibilidade de estudos futuros que explorem a dimensão qualitativa do tema, aprofundando a análise das percepções e opiniões dos docentes e alunos sobre as plataformas Oracle e Microsoft.</p><p>A pesquisa se configura como um importante passo para a compreensão do cenário do ensino de banco de dados nas universidades paulistas, oferecendo informações valiosas para a tomada de decisões e a implementação de políticas educacionais que promovam um ensino de banco de dados mais eficaz e alinhado às demandas do mercado de trabalho. O papel docente na pedagogia tradicional é de transmissor de conhecimento. O professor é o detentor do saber e o aluno é o receptor passivo. O professor é o responsável por planejar as aulas, ministrar o conteúdo e avaliar o aprendizado dos alunos.</p><p>Na era conectivista, o papel docente é de mediador do conhecimento. O professor é um facilitador do processo de aprendizagem, que ocorre de forma colaborativa e interativa. O professor é responsável por criar oportunidades de aprendizagem, orientar os alunos e ajudá-los a construir seu conhecimento.</p><p>As principais diferenças entre esses dois papéis docentes podem ser resumidas da seguinte forma:</p><p>· Na pedagogia tradicional, o professor é o centro do processo de aprendizagem. Na era conectivista, o aluno é o centro do processo de aprendizagem.</p><p>· Na pedagogia tradicional, o conhecimento é transmitido do professor para o aluno. Na era conectivista, o conhecimento é construído pelo aluno.</p><p>· Na pedagogia tradicional, o professor é o responsável por avaliar o aprendizado dos alunos. Na era conectivista, o aluno é responsável por avaliar seu próprio aprendizado.</p><p>Perrenoud (2008) defende que as avaliações educacionais devem apresentar os seguintes princípios de justiça:</p><p>· Justiça cognitiva: a avaliação deve ser justa para todos os alunos, independentemente de suas características individuais, como origens sociais, culturais ou econômicas.</p><p>· Justiça processual: a avaliação deve ser transparente e justa em seus procedimentos, desde a definição dos objetivos e critérios de avaliação até a divulgação dos resultados.</p><p>· Justiça formativa: a avaliação deve ser utilizada para apoiar o processo de aprendizagem dos alunos, fornecendo feedback construtivo e oportunidades de melhoria.</p><p>Acredito que esses princípios são fundamentais para garantir que as avaliações educacionais sejam justas e equitativas.</p><p>Justificativa cognitiva</p><p>A justiça cognitiva é importante porque garante que todos os alunos tenham a mesma oportunidade de demonstrar seus conhecimentos e habilidades. Para isso, é importante que os instrumentos de avaliação sejam variados e permitam que os alunos demonstrem suas competências de diferentes formas. Além disso, é importante que os critérios de avaliação sejam claros e objetivos, e que levem em consideração as diferentes características dos alunos.</p><p>Justificativa processual</p><p>A justiça processual é importante porque garante que todos os alunos sejam tratados de forma justa e igualitária no processo de avaliação. Para isso, é importante que os alunos sejam informados sobre os objetivos e critérios de avaliação, e que tenham a oportunidade de participar do processo de avaliação. Além disso, é importante que os resultados da avaliação sejam divulgados de forma clara e transparente.</p><p>Justificativa formativa</p><p>A justiça formativa é importante porque garante que as avaliações sejam utilizadas para apoiar o processo de aprendizagem dos alunos. Para isso, é importante que os resultados da avaliação sejam utilizados para fornecer feedback aos alunos, identificando suas áreas de desenvolvimento e fornecendo orientações para que eles possam melhorar seu desempenho.</p><p>Acredito que a adoção desses princípios de justiça nas avaliações educacionais pode contribuir para a equidade e a qualidade da educação.</p><p>De acordo com as propostas de Fuentes (2009), a relação entre Pedagogia e Didática do Ensino Superior é fundamental para a formação de educadores capacitados e para a melhoria da prática pedagógica nas instituições de ensino. A Pedagogia fornece a base teórica e ética que orienta a prática educacional, enquanto a Didática se concentra nas estratégias e métodos de ensino que facilitam a aprendizagem.</p><p>Fuentes argumenta que a integração dessas duas áreas é essencial para que os educadores possam não apenas transmitir conhecimento, mas também compreender as necessidades dos alunos e adaptar suas abordagens de acordo com diferentes contextos e realidades. A Didática, portanto, deve ser vista como um desdobramento da Pedagogia, onde os princípios pedagógicos se concretizam em práticas específicas de ensino.</p><p>Além disso, a articulação entre Pedagogia e Didática permite a reflexão crítica sobre as práticas educativas, promovendo a inovação e a melhoria contínua no ensino superior. Fuentes enfatiza que essa conexão contribui para a formação de uma educação mais inclusiva e equitativa, onde todos os alunos têm a oportunidade de desenvolver seu potencial pleno.</p><p>Em resumo, o vínculo entre Pedagogia e Didática no ensino superior é crucial para a formação de educadores reflexivos e preparados para enfrentar os desafios contemporâneos da educação, garantindo uma prática pedagógica mais eficaz e significativa.</p><p>A Importância da Ligação entre Pedagogia e Didática no Ensino Superior: Uma Visão de Fuentes (2009)</p><p>Fuentes (2009), em sua obra, destaca a crucial importância da ligação entre Pedagogia e Didática no ensino superior, defendendo que a Didática não deve ser vista como um mero conjunto de técnicas de ensino, mas sim como um campo de conhecimento que se articula com a Pedagogia. Essa união garante um ensino mais eficiente e significativo, capaz de atender às demandas do contexto contemporâneo.</p><p>Segundo Fuentes, a Pedagogia e a Didática se complementam para criar um processo educacional completo e eficaz. A Pedagogia fornece os fundamentos teóricos e filosóficos que orientam o processo de ensino-aprendizagem, enquanto a Didática oferece as ferramentas práticas e metodológicas para a aplicação desses fundamentos na prática.</p><p>A importância dessa ligação se manifesta em diversos aspectos:</p><p>· Formação integral do aluno: A união entre Pedagogia e Didática permite que o ensino superior se concentre na formação integral do aluno, considerando não apenas a aquisição de conhecimentos, mas também o desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores.</p><p>· Aprendizagem significativa: A Didática, guiada pelos princípios da Pedagogia, contribui para a construção de uma aprendizagem significativa, conectando o conhecimento com a realidade do aluno e com suas necessidades.</p><p>· Eficácia do ensino: A aplicação de metodologias didáticas adequadas, embasadas em princípios pedagógicos, torna o ensino mais eficaz, promovendo maior interação, participação e autonomia do aluno.</p><p>· Formação de professores: A união entre Pedagogia e Didática é fundamental para a formação de professores capazes de planejar, desenvolver e avaliar seus cursos de forma eficiente e inovadora, respondendo às demandas do ensino superior contemporâneo.</p><p>· Atualização profissional: A integração entre esses campos permite que o professor se mantenha atualizado sobre as novas tendências pedagógicas e didáticas, adaptando suas práticas e melhorando a qualidade do ensino.</p><p>Fuentes (2009) também destaca a relevância da interconexão entre Pedagogia e Didática no contexto do Ensino Superior. A Pedagogia, enquanto campo de estudo da educação em sua totalidade, oferece uma visão abrangente dos processos de ensino e aprendizagem. Já a Didática, mais específica, concentra-se nos métodos e técnicas de ensino, buscando otimizar a transmissão do conhecimento.</p><p>O que Fuentes (2009) nos mostra?</p><p>· O professor como mediador:</p><p>O autor enfatiza o papel fundamental do docente como mediador do processo educativo. Para desempenhar essa função com excelência, o professor necessita de um sólido embasamento tanto em Pedagogia quanto em Didática.</p><p>· Habilidades pedagógicas e conhecimento da área: A construção de habilidades pedagógicas é crucial para tornar o aprendizado mais eficaz. Ao mesmo tempo, o professor precisa dominar o conteúdo da disciplina que ministra para oferecer uma base sólida aos seus alunos.</p><p>· Relação entre conteúdo e habilidades de comunicação: A Didática auxilia o professor a estabelecer uma conexão entre o conteúdo da disciplina e as habilidades de comunicação dos alunos. Essa relação é fundamental para que o conhecimento seja transmitido de forma clara e compreensível.</p><p>· Importância dos recursos instrucionais e do clima em sala de aula: A escolha adequada de recursos instrucionais e a criação de um ambiente de aprendizagem favorável são elementos essenciais para o sucesso do processo educativo.</p><p>Em suma, a união entre Pedagogia e Didática no ensino superior é essencial para garantir um processo educacional eficaz, significativo e capaz de formar indivíduos preparados para os desafios do mundo contemporâneo.</p><p>“Conforme Espejo e Sarmiento (2017) afirmam, "o processo de aprendizagem é amplamente influenciado pelas interações sociais e cognitivas" (p. 45).”</p><p>Espejo, R., & Sarmiento, R. (2017). Manual de apoyo docente: Metodologías activas para el aprendizaje. Santiago: Universidad Central de Chile.</p><p>A proposta de Espejo e Sarmiento (2017) de considerar os componentes intencional, instrumental e metacognitivo no processo de aprendizagem é um avanço significativo para a didática universitária. Ao focar no protagonismo e na motivação do estudante, esses autores nos convidam a repensar a nossa prática docente.</p><p>A educação contemporânea enfrenta o desafio de formar cidadãos críticos, autônomos e preparados para um mundo em constante transformação. Nesse contexto, as metodologias ativas surgem como uma abordagem pedagógica que coloca o estudante no centro do processo de aprendizagem, estimulando sua participação ativa e engajamento. O manual “Metodologias Ativas para o Aprendizado,” de Roberto Espejo e Rafael Sarmiento, oferece insights valiosos sobre como aplicar essas estratégias em sala de aula.</p><p>Para o professor, considerar os componentes intencional, instrumental e metacognitivo do modelo didático da capacidade de aprendizagem é fundamental para alcançar o protagonismo e a motivação dos estudantes. Vamos explorar cada um desses componentes:</p><p>1. Componente Intencional:</p><p>· Refere-se à clareza das metas de aprendizagem. O professor deve ter em mente o que deseja que os estudantes alcancem ao final do curso. Essas metas devem ser comunicadas de forma transparente, permitindo que os alunos compreendam o propósito de cada atividade.</p><p>· Vantagens:</p><p>· Alunos têm um direcionamento claro, o que aumenta a relevância do conteúdo.</p><p>· Engajamento é favorecido quando os estudantes percebem a conexão entre o que estão aprendendo e seu futuro profissional ou pessoal.</p><p>2. Componente Instrumental:</p><p>· Refere-se às estratégias e recursos utilizados para promover a aprendizagem. Aqui, as metodologias ativas desempenham um papel crucial.</p><p>· Vantagens:</p><p>· Aprendizado ativo: Os estudantes são desafiados a resolver problemas, discutir em grupos, realizar projetos e aplicar conceitos na prática.</p><p>· Maior retenção: A participação ativa leva a uma compreensão mais profunda e duradoura do conteúdo.</p><p>3. Componente Metacognitivo:</p><p>· Diz respeito à autorregulação do processo de aprendizagem. Os alunos precisam desenvolver habilidades para monitorar seu próprio aprendizado, refletir sobre estratégias eficazes e ajustar seu comportamento.</p><p>· Vantagens:</p><p>· Autonomia: Alunos que entendem como aprendem melhor podem adaptar suas abordagens de estudo.</p><p>· Motivação intrínseca: A metacognição está ligada à autorregulação e à sensação de controle sobre o próprio aprendizado.</p><p>Em síntese, ao adotar metodologias ativas, o professor empodera os estudantes, incentivando-os a serem protagonistas de sua própria formação. O ambiente de sala de aula se transforma em um espaço dinâmico, onde a curiosidade é estimulada, a colaboração é valorizada e o conhecimento é construído coletivamente, ao considerar os componentes intencional, instrumental e metacognitivo, o professor se torna um verdadeiro parceiro de aprendizagem de seus alunos, promovendo um processo educativo mais significativo e eficaz.</p><p>O modelo didático da capacidade de aprendizagem, apresentado por Espejo e Sarmiento (2017), propõe uma abordagem inovadora para o ensino superior, que coloca o estudante no centro do processo de aprendizagem. A integração dos componentes intencionais, instrumentais e metacognitivos nesse modelo garante um ambiente de aprendizado que estimula o protagonismo e a motivação do aluno, proporcionando diversas vantagens para o professor.</p><p>3.2. Breve descrição do contexto, população, amostra e período total do estudo</p><p>O cenário atual do ensino de banco de dados nas universidades paulistas exige um olhar atento para a padronização de ferramentas e metodologias. A crescente demanda por profissionais qualificados em TI, a evolução constante de tecnologias e a necessidade de preparar os alunos para as demandas do mercado impulsionam a busca por um ensino mais eficaz e alinhado às melhores práticas.</p><p>Nesse contexto, esta pesquisa se propõe a investigar a padronização do ensino de banco de dados com as plataformas Oracle e Microsoft nas universidades paulistas. O objetivo é compreender se a utilização dessas plataformas como padrão no ensino superior de TI é uma tendência real e se contribui para a formação de profissionais mais preparados para o mercado de trabalho.</p><p>Para atingir esse objetivo, a pesquisa se concentrará na coleta de dados quantitativos, buscando analisar o uso de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados nas universidades paulistas. A pesquisa se concentrará na análise dos dados numéricos, buscando quantificar o uso de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados nas universidades paulistas.</p><p>· Não obstante, o entendimento das metas propostas talvez venha a ressaltar a relatividade das novas proposições. As experiências acumuladas demonstram que a determinação clara de objetivos facilita a criação do retorno esperado a longo prazo. O cuidado em identificar pontos críticos na execução dos pontos do programa prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes das formas de ação. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a complexidade dos estudos efetuados estende o alcance e a importância das direções preferenciais no sentido do progresso. Do mesmo modo, a competitividade nas transações comerciais garante a contribuição de um grupo importante na determinação de todos os recursos funcionais envolvidos. Dentro deste aspecto queremos avaliar em números quantos porcento usam de cada Software e se isso está padronizado, o motivo nos já sabem e vamos defendê-lo na tese.</p><p>Será avaliado qual software é usado para ensino da disciplina de banco de dados nas instituições que participarão da pesquisa, ou seja, Fatec, ETEC, USP, UNICAMP, Unifesp e UNESP serão entrevistados centros acadêmicos explicando a pesquisa e o mestrado pedindo avaliação do docente responsável pelas disciplinas de banco de dados, a respeito do método pedagógico, desenvolvimento dentro de laboratório com implementação de TIC e software utilizado, a pesquisa em foco se dará apenas nesses centros de ensino, como supracitado todos aqueles que fazem parte da instituição educacional superior onde a pesquisa empírica será realizada, docentes do curso de T.I. na área de Banco de DADOS. Essa será a amostragem, sobre o número dos docentes em que software já implementado durante os anos de estudo já realizados dentro de centros universitários consolidados.</p><p>População e Amostra:</p><p>A população alvo da pesquisa são os docentes responsáveis pelas disciplinas de banco de dados nas universidades paulistas.</p><p>A amostra será composta por docentes de seis instituições de ensino superior:</p><p>Universidades Públicas: USP (Universidade de São Paulo), UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e UNESP (Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho").</p><p>Faculdades de Tecnologia: Fatec (Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo) e Etec (Escola Técnica Estadual).</p><p>Contexto da Pesquisa:</p><p>A pesquisa se dará no contexto das universidades e faculdades de tecnologia do estado de São Paulo, instituições que desempenham um papel fundamental na formação de profissionais de TI. O objetivo é analisar o uso de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados dentro dessas instituições, buscando entender se existe uma padronização nesse processo e se essa padronização é considerada eficiente e eficaz pelos docentes.</p><p>Metodologia de Coleta de Dados:</p><p>A coleta de dados será realizada através de questionários online direcionados aos docentes da amostra. Os questionários abordarão aspectos como:</p><p>Ferramentas e Recursos: Quais plataformas de banco de dados são utilizadas no ensino (Oracle, Microsoft, outros)?</p><p>Práticas Pedagógicas: Como o ensino de banco de dados é estruturado nas disciplinas?</p><p>Desafios e Oportunidades: Quais os desafios e oportunidades relacionados ao ensino de banco de dados?</p><p>Percepção sobre a Padronização: A padronização do ensino de banco de dados é considerada importante?</p><p>Expectativas em Relação a Oracle e Microsoft: Quais as expectativas dos docentes em relação ao uso de Oracle e Microsoft no ensino?</p><p>3.3. Etapas ou fases de pesquisa previstas a fim de alcançar os objetivos</p><p>Período da Pesquisa:</p><p>A pesquisa foi desenvolvida em um período de 12 meses, com foco na coleta de dados, análise estatística e elaboração do relatório final.</p><p>Etapas da Pesquisa: Desvendando a Padronização do Ensino de Banco de Dados com SQL</p><p>a) Introdução:</p><p>Esta pesquisa se propõe a mergulhar no universo do ensino de banco de dados, investigando a padronização do uso de SQL com as plataformas Oracle e Microsoft nas universidades do estado de São Paulo. Através de uma metodologia mista, quantitativa e qualitativa, buscaremos responder à pergunta crucial: a padronização com Oracle e Microsoft é realmente necessária e viável no ensino superior de TI?</p><p>b) Exploração do Contexto:</p><p>Cenário Atual: Mergulharemos em um estudo aprofundado do panorama atual do ensino de banco de dados nas universidades paulistas. Analisaremos as tendências, desafios e oportunidades que permeiam essa área crucial para a formação de profissionais qualificados. A primeira etapa da pesquisa consiste em mergulhar no panorama atual do ensino de banco de dados nas universidades paulistas. Essa etapa visa compreender as tendências, os desafios e as oportunidades que permeiam essa área crucial para a formação de profissionais qualificados.</p><p>Tecnologias em Foco: Dedicaremos especial atenção às plataformas Oracle e Microsoft, explorando suas características, funcionalidades e relevância no mercado de trabalho. Mapearmos o uso atual dessas ferramentas nas universidades será fundamental para entender o cenário atual. A pesquisa se concentra nas plataformas Oracle e Microsoft, explorando suas características, funcionalidades e relevância no mercado de trabalho. Mapear o uso atual dessas ferramentas nas universidades é fundamental para entender o cenário e identificar as práticas existentes.</p><p>Docentes e Alunos: Entrevistaremos docentes e alunos de TI para captar suas percepções sobre o ensino de banco de dados, ferramentas utilizadas, desafios enfrentados e expectativas para o futuro. Essa etapa nos permitirá compreender as necessidades e anseios daqueles que estão diretamente envolvidos no processo educacional. A pesquisa busca ouvir as vozes da comunidade acadêmica, entrevistando docentes e alunos de TI para captar suas percepções sobre o ensino de banco de dados, as ferramentas utilizadas, os desafios enfrentados e as expectativas para o futuro. Essa etapa é crucial para compreender as necessidades e os anseios daqueles que estão diretamente envolvidos no processo educacional.</p><p>c) Caracterização do Grupo Alvo:</p><p>Universidades: Selecionaremos um conjunto representativo de universidades públicas e privadas do estado de São Paulo, abrangendo diferentes realidades e portes institucionais. Essa diversidade garantirá uma visão mais abrangente da padronização do ensino de banco de dados. A pesquisa se concentra em um conjunto representativo de universidades públicas e privadas do estado de São Paulo, abrangendo diferentes realidades e portes institucionais. Essa diversidade garante uma visão mais abrangente da padronização do ensino de banco de dados.</p><p>Docentes: Identificaremos os docentes responsáveis pelas disciplinas de banco de dados nas universidades selecionadas. Essa etapa será crucial para coletar dados sobre suas práticas pedagógicas, ferramentas utilizadas e experiências com a padronização. A pesquisa identifica os docentes responsáveis pelas disciplinas de banco de dados nas universidades selecionadas. Essa etapa é crucial para coletar dados sobre suas práticas pedagógicas, ferramentas utilizadas e experiências com a padronização.</p><p>Alunos: Mapearmos os alunos matriculados em cursos de TI nas universidades selecionadas nos permitirá entender suas expectativas em relação ao ensino de banco de dados, ferramentas utilizadas e percepções sobre a padronização. A pesquisa busca compreender as expectativas dos alunos matriculados em cursos de TI nas universidades selecionadas. Essa etapa visa entender as percepções dos alunos sobre o ensino de banco de dados, as ferramentas utilizadas e suas expectativas em relação à padronização.</p><p>b) Coleta de Dados:</p><p>Questionários: Elaboraremos questionários online para docentes e alunos, buscando coletar dados quantitativos sobre o uso de ferramentas, métodos de ensino, percepções sobre a padronização e outros aspectos relevantes. A pesquisa utiliza questionários online para docentes e alunos, buscando coletar dados quantitativos sobre o uso de ferramentas, métodos de ensino, percepções sobre a padronização e outros aspectos relevantes.</p><p>Entrevistas: Realizaremos entrevistas semiestruturadas com docentes experientes em ensino de banco de dados, aprofundando a compreensão de suas práticas, desafios e perspectivas sobre a padronização. A pesquisa realiza entrevistas semiestruturadas com docentes experientes em ensino de banco de dados, aprofundando a compreensão de suas práticas, desafios e perspectivas sobre a padronização.</p><p>Análise de Documentos: Analisaremos documentos oficiais das universidades, como planos de ensino, diretrizes curriculares e materiais didáticos, para complementar os dados coletados e obter uma visão mais abrangente da realidade do ensino de banco de dados. A pesquisa analisa documentos oficiais das universidades, como planos de ensino, diretrizes curriculares e materiais didáticos, para complementar os dados coletados e obter uma visão mais abrangente da realidade do ensino de banco de dados.</p><p>c) Análise dos Dados:</p><p>Análise Quantitativa: Utilizaremos técnicas estatísticas adequadas para analisar os dados coletados nos questionários, como frequências, médias, desvios padrão e testes de hipóteses. Essa análise nos permitirá identificar padrões e tendências no uso de ferramentas, métodos de ensino e percepções sobre a padronização. A pesquisa utiliza técnicas estatísticas adequadas para analisar os dados coletados nos questionários, como frequências, médias, desvios padrão e testes de hipóteses. Essa análise permite identificar padrões e tendências no uso de ferramentas, métodos de ensino e percepções sobre a padronização.</p><p>Análise Qualitativa: Analisaremos as entrevistas e documentos coletados de forma temática, buscando identificar categorias, relações e significados emergentes. Essa análise qualitativa aprofundará nossa compreensão das motivações, desafios e perspectivas dos docentes em relação à padronização. A pesquisa analisa as entrevistas e documentos coletados de forma</p><p>temática, buscando identificar categorias, relações e significados emergentes. Essa análise qualitativa aprofunda a compreensão das motivações, desafios e perspectivas dos docentes em relação à padronização.</p><p>Triangulação de Dados: Combinaremos os resultados da análise quantitativa e qualitativa para obter uma visão holística e robusta da padronização do ensino de banco de dados nas universidades paulistas. A pesquisa combina os resultados da análise quantitativa e qualitativa para obter uma visão holística e robusta da padronização do ensino de banco de dados nas universidades paulistas.</p><p>d) Elaboração das Conclusões:</p><p>Resposta à Pergunta de Pesquisa: Com base nos dados coletados e analisados, responderemos à pergunta central da pesquisa: a padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft é realmente necessária e viável no ensino superior de TI?</p><p>Recomendações: Apresentaremos sugestões e recomendações para as universidades, docentes e órgãos responsáveis pela educação superior, com base nos resultados da pesquisa e nas melhores práticas internacionais.</p><p>Contribuições para a Área: Discutiremos as implicações da pesquisa para o campo do ensino de banco de dados, destacando suas contribuições para a melhoria da qualidade da formação de profissionais de TI.</p><p>e) Cronograma da Pesquisa:</p><p>A pesquisa foi desenvolvida em 12 meses, com as seguintes etapas:</p><p>Mês 1-2: Exploração do contexto e revisão da literatura.</p><p>Mês 3-4: Elaboração dos instrumentos de coleta de dados (questionário online) e identificação das universidades.</p><p>Mês 5-6: Envio do questionário por e-mail para os diretores dos cursos de banco de dados.</p><p>Mês 7-8: Análise dos dados coletados, com foco na análise estatística dos dados quantitativos.</p><p>Mês 9-10: Elaboração do relatório final da pesquisa, com a discussão dos resultados, conclusões e recomendações.</p><p>Mês 11-12: Divulgação dos resultados da pesquisa através de artigos acadêmicos, apresentações em eventos científicos e outras plataformas de comunicação.</p><p>f) Conclusão:</p><p>A pesquisa visa contribuir para o debate sobre as melhores práticas no ensino de banco de dados, oferecendo subsídios para a tomada de decisões e a implementação de políticas educacionais que promovam um ensino de banco de dados mais eficaz e alinhado às demandas do mercado. A pesquisa busca trazer luz sobre a padronização do ensino de banco de dados, com foco em Oracle e Microsoft, nas universidades paulistas, respondendo à questão crucial sobre a necessidade e a viabilidade da padronização para a formação de profissionais de TI mais qualificados.</p><p>3.4. Justificativa da viabilidade</p><p>Toda a pesquisa será realizada pelo autor de forma a interrogar por formulários e email de forma EAD e presencial, quanto ao método EAD uso de TICs como ferramentas de google meet e zoom, para conversa uso do B-learning entre pesquisador e entrevistado, visto que a pesquisa se destina na área de tecnologia de informação o uso das mesmas afere veracidade ao tema e encarrega o uso do aprendizado incluso no mestrado do autor para a aplicação metodológica, foram realizadas visitas nas Fatecs, Araraquara, Bauru, Ourinhos e Botucatu, Foram visitadas as ETECS Araraquara, Bauru, Piraju, Botucatu e Ourinhos, para averiguar o uso real da framework Oracle ou Microsoft ou linguagem SQL, viagens para Araraquara na Unesp Centro Ciências Farmacêuticas, USP EACH, foram gastos R$ 20.000, vinte mil reais para as visitas e pesquisas das frameworks usadas em conformidade tecnológica TIC nos laboratórios, em orçamentos de iniciativa privada para a constatação geral da realidade aplicada pelos docentes nos cursos de Análise de Sistemas, técnico e tecnólogo, na matéria de Banco de Dados.</p><p>A investigação sobre a padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft e/ou linguagem SQL nas universidades paulistas se apresenta como uma pesquisa viável e de fácil execução, considerando os recursos disponíveis e a metodologia proposta.</p><p>A viabilidade da pesquisa se baseia em diversos fatores, que serão detalhados a seguir:</p><p>a) A Metodologia EAD e Presencial:</p><p>A pesquisa se beneficia da flexibilidade e da acessibilidade proporcionadas pela modalidade EAD (Educação a Distância), utilizando ferramentas como Google Meet e Zoom para entrevistas e comunicação com os participantes. A utilização de plataformas digitais como Google Meet e Zoom permite a realização de entrevistas e coleta de dados de forma eficiente e prática, sem a necessidade de deslocamentos e com a possibilidade de agendamento flexível.</p><p>A pesquisa também contempla a realização de visitas presenciais, permitindo a interação direta com os participantes e a coleta de informações adicionais. A pesquisa combina o EAD com a modalidade presencial, buscando o melhor de ambos os mundos.</p><p>b) A Experiência do Pesquisador:</p><p>A pesquisa é conduzida pelo autor, que possui experiência na área de Tecnologia da Informação e familiaridade com as plataformas Oracle e Microsoft. Essa experiência garante uma compreensão profunda do tema e facilita a elaboração do questionário, a análise dos dados e a interpretação dos resultados.</p><p>c) Recursos Financeiros e Tempo:</p><p>A pesquisa é viável do ponto de vista financeiro, com investimento relativamente baixo. A utilização de plataformas digitais para a coleta de dados, como Google Meet e Zoom, reduz significativamente os custos com deslocamentos, viagens e hospedagem.</p><p>O período de 12 meses para a realização da pesquisa é considerado suficiente para a coleta de dados, análise e elaboração do relatório final. O cronograma da pesquisa, com etapas definidas, garante a organização e a eficiência do processo de investigação.</p><p>d) Acesso aos Dados:</p><p>A pesquisa se concentra na coleta de dados através de questionários online e entrevistas. O acesso aos dados é relativamente fácil, considerando que a maioria das universidades possui listas de contato dos diretores dos cursos de banco de dados. A pesquisa se beneficia do acesso à informação disponível nas universidades paulistas, através de sites, plataformas online e documentos oficiais.</p><p>e) O Uso de TICs:</p><p>A pesquisa se beneficia do uso de tecnologias da informação e comunicação (TICs), que facilitam o processo de coleta de dados, análise e comunicação. A utilização de plataformas digitais como Google Meet e Zoom, e a aplicação de questionários online, permitem agilizar o processo de pesquisa e otimizar o tempo e os recursos.</p><p>f) Validação da Precisão:</p><p>As visitas realizadas às universidades descritas na justificativa, foram cruciais para a validação da pesquisa. Essas visitas permitiram a constatação do uso real das plataformas Oracle e Microsoft nos cursos de banco de dados, garantindo a precisão das informações coletadas. As visitas também forneceram dados valiosos sobre as práticas pedagógicas e os recursos utilizados no ensino de banco de dados em todos os cursos.</p><p>g) Experiência em Visita Presencial:</p><p>As visitas às universidades e faculdades de tecnologia foram essenciais para a validação da pesquisa. A experiência em visitas presenciais, com contato direto com os docentes e a observação das práticas de ensino, garantiu a precisão das informações coletadas. A pesquisa combina a experiência em visitas presenciais com a utilização de recursos online, como questionários e plataformas digitais, garantindo uma metodologia robusta e eficiente.</p><p>h) A Viabilidade da Pesquisa:</p><p>A pesquisa se apresenta como uma investigação viável, considerando os recursos disponíveis, a metodologia utilizada e o tempo estimado para a sua realização. A pesquisa se beneficia de recursos online e da experiência do autor em visitas presenciais, garantindo a coleta de dados confiáveis e a validação das informações.</p><p>3.5. Resultados previstos</p><p>A pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados nas universidades paulistas, utilizando as plataformas Oracle e Microsoft, se aprofundou na análise do uso dessas ferramentas em laboratórios de ensino, buscando identificar padrões de utilização e avaliar a influência dessas plataformas na prática pedagógica.</p><p>d)	Elaboração das Conclusões:	81</p><p>e)	Cronograma da Pesquisa:	81</p><p>f)	Conclusão:	82</p><p>3.4.	Justificativa da viabilidade	83</p><p>a)	A Metodologia EAD e Presencial:	83</p><p>b)	A Experiência do Pesquisador:	84</p><p>c)	Recursos Financeiros e Tempo:	84</p><p>d)	Acesso aos Dados:	84</p><p>e)	O Uso de TICs:	84</p><p>f)	Validação da Precisão:	84</p><p>g)	Experiência em Visita Presencial:	85</p><p>h)	A Viabilidade da Pesquisa:	85</p><p>3.5.	Resultados previstos	86</p><p>A.	TICs em Ação:	86</p><p>B.	A Presença de Oracle e Microsoft:	86</p><p>C.	Identificando os Atores Principais:	86</p><p>D.	Quantificando o Uso:	87</p><p>E.	Comparando Necessidades e Graus de Uso:	87</p><p>F.	Análise Detalhada dos Resultados:	87</p><p>G.	Conclusão:	88</p><p>H.	Considerações éticas	88</p><p>I.	Fundamentos da Ética:	89</p><p>J.	Moral e Ética:	89</p><p>K.	Ética e Tecnologia:	89</p><p>L.	Ética na Pesquisa:	90</p><p>M.	A Ética em Nossas Ações:	90</p><p>N.	Ética e o Ensino de Banco de Dados:	91</p><p>O.	Benefícios para o Ensino:	91</p><p>P.	Ética na Coleta de Dados:	92</p><p>Q.	Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) para Consulta de Docentes sobre Ensino de Banco de Dados	92</p><p>4.	PESQUISA	95</p><p>5.	RESULTADO	124</p><p>Avaliamos o resultado, que como evidenciado anteriormente pelo estudo introdutório afirma que a parcela de uso no mercado aplica contratações em relação a Oracle e é muito superior em fatias do mercado proporcional a concorrente, em relação ao da Microsoft, que disputa em propostas mercadológicas inovadoras e usando uma parcela igual na divisão de mercado, inova no campo da didática e aplicação, facilitando aos acostumados com desempenho WINDOWS NT SERVER, para que trabalhem com segurança e eficiência, conseguimos observar que nitidamente as faculdades e universidades, antes de preparar o plano de ensino da profissão se preocupa com isso, e talvez, as empresas não saibam, justificando em muito a existência e incorporação de extensivos treinamentos, visando o profissional como ALUNO e não como estudante ou estudioso, onde muitos após estudarem muito ficam desfalcados no mercado, não casos exorbitantes vemos a IBM, RED HAT e outras ACADEMYS, que incorporam o treinamento “TRAINEE”, esse método causa privilégios aos colegiados ainda não treinados, e mesmo que seja da categoria de menor fatia como as empresas relacionadas acima, ou das grandes fatias como as empreses estudadas desde o início e participiais do tema todo, essa ressalva de titulação.	124</p><p>128</p><p>6.	BASE DE PESQUISA REFERENCIAL	160</p><p>a)	DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS: Ênfase em Planejamento do Uso do Solo	163</p><p>b)	PSY HELP SISTEMA DE APOIO A ESPECIALISTA PARA DIAGNÓSTICO DE ANSIEDADE E DEPRESSÃO DAS GERAÇÕES Y E Z EM ÁREAS HOSPITALARES.	165</p><p>c)	DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE UM SOFTWARE PARA COMUNICAÇÃO CORPORATIVA	168</p><p>d)	SISEAD: AMBIENTE WEB PARA ENSINO A DISTÂNCIA	170</p><p>1.	“INTRODUÇÃO	172</p><p>e)	ANÁLISE POSTURAL DE ESCOLIOSES UTILIZANDO PROCESSAMENTO DE IMAGENS	175</p><p>“Arquitetura WIA (Windows Image Acquisition)	175</p><p>“C# e SQL Server	175</p><p>f)	EVSCHOOL: METODOLOGIA DE ENSINO	180</p><p>g)	ANÁLISE COMPARATIVA DO DESEMPENHO DE SISTEMAS DE BANCO DE DADOS	182</p><p>7.	CONCLUSÕES	185</p><p>8.	Bibliografia.	207</p><p>Livros:	207</p><p>Artigos em Publicações Periódicas:	213</p><p>Artigos em Sites:	214</p><p>ÍNDICE DE FIGURAS</p><p>Figura 1	38</p><p>Figura 2	40</p><p>Figura 3	41</p><p>Figura 4	45</p><p>Figura 5	45</p><p>Figura 6	45</p><p>Figura 7	46</p><p>Figura 8	46</p><p>Figura 9	47</p><p>Figura 10	48</p><p>Figura 11	49</p><p>Figura 12	51</p><p>Figura 13	52</p><p>Figura 14	53</p><p>Figura 15	54</p><p>Figura 16	54</p><p>Figura 17	163</p><p>Figura 18	165</p><p>ÍNDICE DE TABELAS</p><p>Tabela 1	50</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>O intuito do estudo se consolida no prospecto de reflexão e análise, as metodologias usadas para ensino na área de tecnologia da informação, sobre banco de dados, quando me encontrei com idade ao cursar a docência universitária e refletindo sobre metodologias eu me lembrei que desde a quarta série fui introduzido ao campo da computação e dados nas aulas de informática, onde aprendemos o pacote office e nele continha o MICROSOFT ACCESS, onde aprendemos a configurar um “Database”.</p><p>Durante todo o processo de aprendizagem na área de T.i. em que estive cursando minha trajetória, tive a oportunidade de ingressar, estudar, compartilhar conhecimento, em algumas escolas e diversos cursos, tive a oportunidade em iniciar minha jornada logo no início de meu colegial, em uma escola técnica, tive oportunidade de conhecer a escola ETEC, onde fui aprovado como técnico em açúcar e álcool, nessa época minha família oriunda da parte paterna ainda possuía uma antiga produtora um engenho de açúcar e álcool, meu pai um engenheiro formado em universidade federal experiente na área de açúcar e álcool, cana de açúcar , me instruiu a buscar novos ares e eu escolhi por cursar uma escola técnica de eletrônica muito mais complexa no contexto particular, visto que a situação econômica e abandono da área já decidido pela família não permitiria grandes avanços na área, após tal decisão tive contato dentro, logo no início com a linguagem de programação Delphi, uma linguagem simples em uma framework muito metodológica que já utiliza DATABASE SQL, para a confecção de programas e controladores de CI, para controle e automação, decidi por continuar de forma autodidata, visto que eu não tive interesse em trabalhar na área e sim lecionar, uma decisão desde o primeiro momento de instrução e aderência a metodologias de ensino que eu adotava para explicitar aos colegas.</p><p>Após esse período logo ingressei na FATEC aprovado em quarto lugar, no curso de jogos digitais, eu já havia junto de meus colegas feito inúmeros programas de computador, servidores de jogos online, sites, montado diversas máquinas de computação substituindo peça sucateadas de valor aquisitivo suportado por mim na época, dentro deste prospecto eu já possuía muito conhecimento na área de banco de dados que aos poucos foi sendo percebi como um coração dentro da anatomia computacional, literalmente um coração, a linguagem SQL é um coração, um coração é o que é, a indescritível necessidade de um sistema armazenar seus dados de forma confiável, acaba por ser o core insubstituível e base fundamental de um projeto com âmbitos engrandecedores econômicos.</p><p>A forma segura, confiável e econômica de armazenar seus dados, é estudada. É estudada em todos os cursos, todos os cursos envolvendo a tecnologia da informação, quando você utiliza um serviço online, ou local, ou software ou site, seja um cadastro no google para Email, ou até mesmo para desenvolver um aplicativo de celular, suas informações precisam ser armazenadas, é um desafio ao profissional desvendar meios de explicar a metodologia por trás dessa ciência que passou a existir no fim do último século e nos apresenta uma nova era da informação agora nesse início de século, toda uma nova estrutura, todo um novo universo se forma e nos traz um novo período digital, atrás de toda essa informação armazenada existe uma forma segura, eficaz e cientifica de ser feita, para ser utilizada da maneira mais rápida e acessível sem delay, ping ou perca de pacotes, isso trabalha em conjunto com a programação, redes, computação gráfica e até mesmo com a engenharia.</p><p>Quando tem um novo profissional no mercado, assim como surgiu o programador com a invenção das linguagens de programação, tivemos a invenção de metodologias para formar novos profissionais, após muitos anos de</p><p>O ensino de banco de dados no ensino superior em T.I. é um componente crucial para a formação de profissionais capazes de lidar com a crescente demanda por soluções de gerenciamento e análise de dados. A complexidade do gerenciamento de dados, a necessidade de garantir a segurança da informação, a evolução constante das tecnologias e as demandas do mercado de trabalho exigem que os cursos de T.I. preparem seus alunos para lidar com esses desafios.</p><p>A escolha da plataforma de banco de dados utilizada no ensino é fundamental para garantir que os alunos desenvolvam habilidades e conhecimentos relevantes para o mercado de trabalho. Atualmente, diversas plataformas estão disponíveis, cada uma com seus próprios recursos e funcionalidades, o que torna a escolha do framework ideal para o ensino um desafio para as instituições de</p><p>A. TICs em Ação:</p><p>A pesquisa constatou a presença marcante das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) na implementação da aprendizagem prática em laboratórios. As universidades analisadas utilizam softwares, plataformas digitais e recursos online para complementar o ensino de banco de dados. A pesquisa identificou diversas ferramentas, como softwares de modelagem de banco de dados, plataformas de simulação, ferramentas de visualização de dados e ambientes virtuais de aprendizagem.</p><p>B. A Presença de Oracle e Microsoft:</p><p>A pesquisa confirmou a utilização de dois softwares em amplo espectro: Oracle e Microsoft. Esses softwares são ferramentas robustas, amplamente utilizadas no mercado de trabalho, e consideradas importantes para a formação de profissionais de TI.</p><p>C. Identificando os Atores Principais:</p><p>A pesquisa identificou a presença do software Oracle e do software Microsoft nos laboratórios de ensino. A pesquisa se concentrou na análise do uso desses softwares, buscando entender como eles são utilizados na prática e quais as vantagens e desvantagens de cada plataforma.</p><p>D. Quantificando o Uso:</p><p>A pesquisa quantificou o uso de cada software, medindo o percentil de usuários em cada universidade. Essa análise permitiu identificar qual software é mais utilizado em cada instituição, desvendando as preferências dos docentes e as práticas pedagógicas predominantes.</p><p>E. Comparando Necessidades e Graus de Uso:</p><p>A pesquisa comparou o grau de uso de cada software, analisando a necessidade de cada plataforma em relação aos objetivos de ensino e às demandas do mercado de trabalho. A pesquisa investigou se a utilização de Oracle ou Microsoft é mais adequada para determinados tipos de projetos, considerando a complexidade das tarefas, a disponibilidade de recursos e as características específicas de cada plataforma.</p><p>F. Análise Detalhada dos Resultados:</p><p>TICs como Ferramentas de Aprendizagem: A pesquisa evidenciou a importância das TICs no ensino de banco de dados, demonstrando que as universidades estão investindo em recursos digitais para complementar a aprendizagem prática. A pesquisa analisou como essas ferramentas são utilizadas para a criação de simulações, a realização de projetos práticos, a visualização de dados e a interação entre alunos e professores.</p><p>Oracle e Microsoft: Duas Ferramentas Poderosas: A pesquisa confirmou a presença de Oracle e Microsoft nos laboratórios de ensino, destacando a importância dessas plataformas para a formação de profissionais de TI. A pesquisa analisou as funcionalidades de cada plataforma, as vantagens e desvantagens de cada software e a compatibilidade com os objetivos de ensino.</p><p>Quantificação e Comparação: A pesquisa quantificou o uso de cada plataforma, medindo o percentil de usuários em cada universidade, e comparou o grau de uso e a necessidade de cada plataforma em relação aos objetivos de ensino.</p><p>G. Conclusão:</p><p>A pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados nas universidades paulistas, utilizando as plataformas Oracle e Microsoft, apresenta resultados relevantes sobre o uso dessas ferramentas em laboratórios de ensino. A pesquisa evidenciou a importância das TICs na implementação da aprendizagem prática, a utilização de Oracle e Microsoft em amplo espectro, a quantificação do uso de cada plataforma e a comparação do grau de uso e da necessidade de cada software.</p><p>A pesquisa contribui para a compreensão do cenário do ensino de banco de dados nas universidades paulistas, fornecendo informações valiosas para a tomada de decisões e a implementação de políticas educacionais que promovam um ensino de banco de dados mais eficaz e alinhado às demandas do mercado.</p><p>Foi caracterizado o uso de TIC em implementação de aprendizagem prática em laboratório.</p><p>Foi caracterizado o uso de dois softwares em amplo espectro.</p><p>Foi identificado o uso do software Oracle e do software Microsoft.</p><p>Foram quantificados de forma a medir percentil de usuários e qual software identificado.</p><p>Foram comparados em grau de uso e necessidade.</p><p>H. Considerações éticas</p><p>A ética, como um farol que guia nossas ações e decisões, se torna cada vez mais crucial em um mundo marcado pela complexidade tecnológica e pela constante busca por conhecimento. A ética nos convida a refletir sobre o bem e o mal, sobre o justo e o injusto, sobre as responsabilidades que assumimos em nossas relações com o próximo e com o mundo.</p><p>I. Fundamentos da Ética:</p><p>A ética, como campo de estudo e reflexão, se baseia em princípios e valores que orientam a conduta humana. Diversos filósofos contribuíram para o desenvolvimento da ética, cada um com sua própria perspectiva e abordagem:</p><p>Aristóteles: O filósofo grego defendia a ética da virtude, que buscava alcançar a felicidade através do desenvolvimento de virtudes como a justiça, a coragem, a temperança e a sabedoria.</p><p>Immanuel Kant: Kant propôs a ética deontológica, que se baseia no dever e na razão. Para Kant, a ação moral deve ser guiada por princípios universais e independentes das consequências.</p><p>John Stuart Mill: Mill desenvolveu a ética utilitarista, que busca maximizar a felicidade e o bem-estar para o maior número de pessoas. A ação moral, nesta perspectiva, é aquela que produz as melhores consequências para a sociedade.</p><p>J. Moral e Ética:</p><p>É comum confundir os termos moral e ética, mas eles possuem significados distintos:</p><p>Moral: A moral se refere aos costumes, às normas e aos valores que regem a vida em sociedade. A moral é um conjunto de regras e princípios que são transmitidos de geração em geração, moldando o comportamento das pessoas.</p><p>Ética: A ética é a reflexão crítica sobre a moral. Enquanto a moral é o conjunto de regras, a ética busca compreender o fundamento dessas regras, analisando os valores que estão por trás delas. A ética também se dedica à construção de princípios universais que podem orientar a conduta humana.</p><p>K. Ética e Tecnologia:</p><p>A relação entre ética e tecnologia é um tema cada vez mais relevante em um mundo marcado pela revolução digital. A tecnologia, com suas potencialidades e limites, impacta a vida das pessoas em diversos níveis, e é fundamental que seja guiada por princípios éticos.</p><p>Responsabilidade Social: A tecnologia deve ser utilizada de forma responsável e ética, levando em consideração o impacto social de suas aplicações.</p><p>Privacidade e Segurança: A tecnologia deve respeitar a privacidade das pessoas, garantindo a segurança de dados e informações pessoais.</p><p>Acessibilidade e Inclusão: A tecnologia deve ser acessível a todos, independentemente de condições físicas, sociais ou culturais.</p><p>L. Ética na Pesquisa:</p><p>A ética é um pilar fundamental nas pesquisas científicas. A busca por conhecimento deve ser guiada por princípios éticos que garantam a integridade da pesquisa, o respeito aos participantes e a utilização responsável dos resultados.</p><p>Consentimento Informado: Os participantes de uma pesquisa devem ser informados sobre os objetivos da pesquisa, os procedimentos utilizados, os riscos e benefícios da participação, e ter a oportunidade de dar seu consentimento livre e esclarecido.</p><p>Confidencialidade e Anonimato: As informações coletadas em uma pesquisa devem ser tratadas com confidencialidade, garantindo o anonimato dos participantes e impedindo a divulgação de dados que possam identificar os indivíduos.</p><p>Integridade Científica: A pesquisa deve ser conduzida com integridade científica, evitando a manipulação de dados, a plágio e a fraude.</p><p>M. A Ética em Nossas Ações:</p><p>A ética não é um conjunto de regras rígidas, mas sim um processo de reflexão e de busca por princípios universais que possam orientar a conduta humana. A ética nos convida a questionar nossas ações, a avaliar as consequências de nossas decisões e a buscar agir de forma justa, responsável e compassiva.</p><p>Em um mundo cada vez mais complexo, a ética se torna um guia essencial para a construção de um futuro mais justo, sustentável e humanizado.</p><p>N. Ética e o Ensino de Banco de Dados:</p><p>O ensino de banco de dados se beneficia da aplicação de princípios éticos.</p><p>A coleta de dados e a utilização de ferramentas e softwares devem ser realizadas de forma responsável, respeitando a privacidade e a segurança da informação. O ensino deve fomentar o uso ético da tecnologia, estimulando a reflexão sobre o impacto social e as responsabilidades dos profissionais de TI.</p><p>O papel da pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados é, portanto, essencial para a construção de um ensino mais eficaz e ético, alinhado às demandas do mercado e aos valores que guiam a sociedade</p><p>O. Benefícios para o Ensino:</p><p>A pesquisa se configura como uma iniciativa positiva, buscando contribuir para o aperfeiçoamento do ensino de banco de dados nas universidades paulistas. As informações coletadas podem auxiliar na identificação de práticas pedagógicas eficazes, na escolha de ferramentas e frameworks adequadas às demandas do mercado de trabalho, e na implementação de políticas educacionais que promovam um ensino de banco de dados mais eficiente.</p><p>A pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados nas universidades paulistas, utilizando as plataformas Oracle e Microsoft, se pauta em princípios éticos rigorosos, garantindo a integridade e o respeito aos participantes.</p><p>A coleta de dados se baseia na aplicação de questionários online, que serão enviados aos diretores dos cursos de banco de dados das universidades selecionadas. A pesquisa se concentra na identificação das ferramentas e frameworks utilizados no ensino, buscando entender se existe uma tendência de padronização e quais as implicações para a formação de profissionais de TI.</p><p>É fundamental destacar que a pesquisa não tem como objetivo criticar ou julgar as práticas pedagógicas dos docentes, mas sim compreender o cenário atual e identificar possíveis pontos de aprimoramento. A pesquisa visa contribuir para a criação de um ensino mais eficaz, alinhado às demandas do mercado de trabalho.</p><p>P. Ética na Coleta de Dados:</p><p>A pesquisa reconhece a importância de garantir a ética na coleta de dados, utilizando um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) para garantir a participação voluntária e informada dos participantes. O TCLE descreve detalhadamente os objetivos da pesquisa, os procedimentos utilizados, os riscos e benefícios da participação, e garante o direito de recusa à participação a qualquer momento.</p><p>Anonimato e Confidencialidade:</p><p>A pesquisa garante o anonimato dos participantes, não divulgando nomes e informações que possam identificá-los individualmente. Os dados coletados serão tratados com confidencialidade, sendo utilizados exclusivamente para fins de pesquisa e análise.</p><p>Será desenvolvido um termo de consentimento que será aceito online antes da inscrição do docente no sistema de pesquisa:</p><p>Não terá necessidade de termos anônimos pois a pesquisa não denigre de nenhuma forma a imagem, porém o termo concorda em não expor os nomes dos entrevistados, a direção da instituição será questionada por Email se seria possível ceder as informações para livre acesso de divulgação:</p><p>Q. Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) para Consulta de Docentes sobre Ensino de Banco de Dados</p><p>Introdução</p><p>Este Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) tem como objetivo informá-lo sobre a pesquisa que está sendo realizada sobre o ensino de banco de dados com SQL nas universidades do estado de São Paulo, e solicitar sua autorização para participar da mesma.</p><p>Objetivo da Pesquisa</p><p>A pesquisa visa investigar a padronização do ensino de banco de dados com as plataformas Oracle e Microsoft nas universidades paulistas. Através da consulta a docentes experientes na área, pretendemos compreender as práticas pedagógicas utilizadas, ferramentas adotadas, desafios enfrentados e perspectivas sobre a padronização.</p><p>Sua Participação</p><p>Se você concordar em participar da pesquisa, será convidado a responder a um questionário online sobre suas experiências e opiniões sobre o ensino de banco de dados. O questionário é anônimo e levará cerca de 15 minutos para ser concluído.</p><p>Garantias aos Participantes</p><p>Confidencialidade: Todas as suas respostas serão confidenciais e armazenadas em um ambiente seguro. Seu nome e outras informações pessoais não serão associados às suas respostas.</p><p>Anonimato: Os resultados da pesquisa serão apresentados de forma agregada, ou seja, não serão divulgadas informações que possam identificá-lo individualmente.</p><p>Direito de Recusa: Você tem o direito de recusar a participar da pesquisa a qualquer momento, sem penalidades.</p><p>Contato: Em caso de dúvidas ou necessidade de esclarecimentos, você pode entrar em contato com o(a) pesquisador(a) responsável pelo estudo através do e-mail [inserir e-mail] ou do telefone [inserir telefone].</p><p>Consentimento Livre e Esclarecido</p><p>Ao assinar este Termo de Consentimento, você declara que:</p><p>Foi informado sobre os objetivos da pesquisa e sua participação nela.</p><p>Compreendeu os riscos e benefícios da participação na pesquisa.</p><p>Teve a oportunidade de fazer perguntas e esclarecer dúvidas.</p><p>Concorda em participar da pesquisa de forma voluntária e consciente.</p><p>Autoriza a utilização das informações coletadas para fins exclusivamente de pesquisa.</p><p>Está ciente de que pode retirar seu consentimento a qualquer momento.</p><p>O Valor da Informação:</p><p>A pesquisa reconhece que a busca por informações sobre as ferramentas e frameworks utilizadas no ensino de banco de dados não denigre a imagem de nenhum docente ou instituição. Pelo contrário, a pesquisa visa contribuir para o aprimoramento do ensino, fortalecendo a formação de profissionais de TI. A pesquisa não visa criticar ou apontar falhas, mas sim identificar oportunidades de melhoria e compartilhar informações relevantes com a comunidade acadêmica.</p><p>Em resumo, a pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados nas universidades paulistas se baseia em princípios éticos sólidos, garantindo o anonimato dos participantes, a confidencialidade dos dados coletados e a participação voluntária. A pesquisa busca contribuir para o aperfeiçoamento do ensino de banco de dados, promovendo um ensino mais eficaz e alinhado às demandas do mercado de trabalho. A pesquisa reconhece o valor da informação e se propõe a contribuir para a criação de um ensino de banco de dados mais eficiente e relevante para a formação de profissionais de TI.</p><p>A pesquisa demonstra que a coleta de informações sobre as práticas pedagógicas e os recursos utilizados no ensino de banco de dados nas universidades paulistas é uma iniciativa ética e benéfica, contribuindo para o aprimoramento do ensino e a formação de profissionais mais qualificados.</p><p>PESQUISA</p><p>A pesquisa foi desenvolvida seguindo a metodologia descrita, foi implementado um questionário pelo GOOGLE FORMS, para atender a demanda de ensino apresentada pelas TICs introduzida no novo modelo de ensino, a tendencia é de que pelo menos uma matéria contenha uma introdução a prática EAD nas universidades, o foco foi observar a tendencia de ensino introduzida nas universidades, fomos durante o curso ensinados e instruídos a praticar uma demanda compulsória de angariar conhecimento para aplicação em mercado e retorno financeiro, muitas vezes não sabemos ao certo o que o mercado de trabalho tem a nos permitir explorar de acordo com a necessidade verdadeira da aplicação da mão de obra estudantil, desde o caminho básico até a formação suplementar, do que entra em TRAINEE e sai como CEO ao que entra como estudante, não mais como ALUNO, que nos remete a analogia da palavra que ao ser desmembrada pela etimologia nos apresenta dessa forma:</p><p>“A palavra “aluno” tem origem no latim alumnus, que significa “criança de peito, lactente, menino” e, por extensão de sentido, “discípulo”. Alumnus é o particípio passivo perfeito do verbo alere, que significa “alimentar”. Uma visão romântica da etimologia da palavra concebe o aluno, portanto, como aquele que é “alimentado com conhecimento”.</p><p>Existem outras teorias sobre a etimologia da palavra “aluno”:</p><p>· Uma teoria diz que a palavra é formada pelo prefixo</p><p>grego “a” (partícula de negação), unido ao elemento “lun”, corruptela de “lumen” (luminosidade). Como significaria ausência de luz, aluno tornaria-se uma palavra depreciativa e antipedagógica.</p><p>· Outra teoria diz que “aluno” vem do latim, onde “a” corresponde a “ausente ou sem” e “luno”, que deriva da palavra “lumni”, significa “luz”. Portanto, aluno quer dizer “sem luz, sem conhecimento””</p><p>Mota, R. (2018, 20 de setembro). Os significados das palavras aluno e educador. ABMES. https://abmes.org.br/blog/detalhe/14448/os-significados-das-palavras-aluno-e-educador%20</p><p>Temos dessa forma que a pesquisa de mercado, aplicada pela FGV e instituída a confirmação por demanda apenas como efeito de posição tecnológica dos formandos a serem contratados, se consegue atender a demanda, se a formação condiz ao que o mercado de trabalho apresenta.</p><p>Entende que nesse vislumbre de predição tecnológica não queremos provar muito, apenas o enfoque metodológico aqui por mim apresentado que nos demonstra com veracidade de confirmação em diversas universidades o que a FACULDADE GETÚLIO VARGAS, apresenta na pesquisa em relação ao levantamento de mercado atual. Para e avaliar o real abastecimento de mão de obra técnica especializada em construção de database e levantamento de requisitos para a construção de um sistema orientado ao objeto e com DAO, DATA ACCES ONLINE, ou um cloud para acesso remoto ao seu próprio management do SGBD, permitindo que ambos construam suas web estruturas, com segurança, sem precisarem reconstruir a roda, esse prospecto atende também de forma saudável e sem monopólio, visto que as fatias de mercado se distribuem de forma sólida entre as duas concorrentes que discutimos propor para a formação tecnológica em database explicada, o que porquê de encontrarmos uma certa padronização no ensino em universidades, faculdades, cursos, pós graduação, mestrados, doutorados e assim por diante, é simples; O mercado de trabalho oferece muito mais vagas que requerem profissionais qualificados nessa categoria, visto esse levantamento e dentro de todo o protagonismo pela pesquisa e sua metodologia explicados até agora nessa dissertação completa, conseguimos agora através de a pesquisa efetivada dentre os docentes, discentes formados, cursando ou até mesmo outros cursos que vieram a aprender por necessidade de aplicação o uso da linguagem de programação para database das empresas aqui apresentadas.</p><p>A exploração da pesquisa mostra que se meio que obvia dentre os entrevistados, vindo a parecer desnecessária de aplicação, visto que dentro do meio onde ela foi aplicada, é realmente difundido e utilizado tais meios tecnológicos até mesmo antes de vir a se cursar a graduação.</p><p>Ao pesquisarmos o tema a respeito no meio da docência nos deparamos com algo um tanto surpreendente, “isso é novo”.</p><p>Trata se de implementação atual realmente quando falamos de linguagem sql para flutter com linguagem de programação DART, JAVA com hibernate, temos trabalhos de menos de 4 ou 5 anos,</p><p>Ao ser levantado dados de acesso em database ACCESS começa em 1995 com WINDOWS, enfim chegamos ao rigor da implementação tecnológica da pesquisa feita sem mais delongas e explicações.</p><p>A pesquisa foi feita como já explicada seguindo a padronização dos públicos-alvo explicitados e os métodos salientados na metodologia, foi feita de forma semipresencial, alguns polos foram verificados pessoalmente e depois feita a pesquisa de forma EAD e em outros apenas de forma EAD.</p><p>Para ajudar os professores a usar as TICs de forma mais eficaz, os cursos de formação docente devem incluir treinamento específico sobre como usar essas ferramentas. Além disso, os professores devem ter acesso aos recursos técnicos necessários, como computadores, internet e software.</p><p>Santos (2013) aborda o papel do docente em uma sala de aula conectada, enfatizando a importância das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) no processo de ensino-aprendizagem. Dependendo da sua experiência, você pode refletir sobre como essas tecnologias são utilizadas na prática e se realmente transformam o ambiente de ensino.</p><p>Por exemplo, as TICs podem estar presentes através do uso de plataformas digitais, aplicativos educacionais, vídeos e outros recursos que enriquecem o conteúdo e tornam as aulas mais interativas. Você poderia responder com base em como, na sua realidade, essas ferramentas são integradas ou não ao ensino, considerando fatores como:</p><p>· A infraestrutura tecnológica disponível (computadores, internet estável, etc.).</p><p>· A preparação e o suporte que você, como docente, tem para utilizar essas ferramentas.</p><p>· A receptividade dos alunos ao uso das TICs.</p><p>· Os desafios que enfrenta ao aplicar essas tecnologias (como resistência, falta de treinamento, ou dificuldades técnicas).</p><p>Se na sua experiência as TICs são amplamente utilizadas e contribuem para uma melhor interação e engajamento dos alunos, isso estaria alinhado com o que Santos (2013) propõe. Caso contrário, você poderia discutir limitações e barreiras que impedem uma integração eficaz das TICs na sala de aula.</p><p>Diversos autores, como Prensky (2001), Papert (1993) e Moran (2015), têm abordado a importância das TICs na educação e os desafios que os docentes enfrentam nesse processo. Santos (2013) provavelmente se insere nesse contexto, explorando questões como:</p><p>· Competências digitais: Em que medida os docentes estão preparados para utilizar as TICs de forma pedagógica?</p><p>· Integração curricular: Como as TICs podem ser integradas de forma significativa aos conteúdos e objetivos de aprendizagem?</p><p>· Infraestrutura: Quais são as condições tecnológicas das escolas e como elas influenciam a prática docente?</p><p>· Formação continuada: Que tipo de formação é necessário para que os docentes possam acompanhar as constantes mudanças tecnológicas?</p><p>· Resistência à mudança: Quais são os fatores que podem dificultar a adoção das TICs pelos docentes?</p><p>É importante lembrar que as TICs são apenas ferramentas e não são uma solução mágica para os desafios da educação. Os professores devem se esforçar para usá-las de forma eficaz e ética, e para garantir que os alunos estejam usando as TICs de forma responsável e segura.</p><p>“Santos e Almeida (2007) tiveram como objetivo refletir sobre o uso de software no ambiente de modelagem. Os alunos da licenciatura em Matemática, utilizando conteúdos de Cálculo Diferencial e Integral, encontraram a área de um terreno com lápis-e-papel. Na semana seguinte, eles reconstruíram o processo realizado, só que utilizando o software Modellus.”</p><p>Santos,E. M. D., & Almeida, H. S. (2007). O uso de software no ambiente de modelagem: Uma experiência com alunos de licenciatura em matemática. In IV Encontro Nacional de Modelagem Matemática (pp. 1-10). Londrina: EDU.</p><p>Segundo o material FUNIBER, temos como explicitado por conta as questões expostas por Santos (2013, p. 1):</p><p>· Inicialmente, é importante enfatizar que a sala de aula conectada deve ser a extensão da sala de aula física ou off-line. Portanto, as regras devem ser as mesmas. Em outras palavras, o docente deve ser aquele que orienta os esforços dos alunos em todos os momentos. Para que isso seja possível, o professor deve ser o primeiro a aceitar as novas tecnologias e se sentir à vontade com elas.</p><p>· Em segundo lugar, o docente deve estar 100% envolvido para assegurar uma sala de aula devidamente conectada. Em muitos casos isso não ocorre, portanto, o docente se vê obrigado a utilizar as novas tecnologias por conta da escola ou de seus próprios alunos. O resultado é que ele acaba perdendo o controle das mídias e não consegue estabelecer efetivamente uma comunidade educacional on-line. Esse envolvimento implica uma mudança total de mentalidade em relação à educação tradicional.</p><p>· Em terceiro lugar, o docente deve tentar criar uma sinergia total entre o mundo on-line e o mundo off-line. Dessa maneira, o que é iniciado na aula pode ser levado à internet para continuar o diálogo ali e, da mesma forma, os recursos e ideias que surgirem on-line podem ser transferidos para a sala de aula.</p><p>·</p><p>Finalmente, o docente deve educar seus alunos a usarem as novas tecnologias. A maioria dos estudantes já sabe como usar um computador e lidar com o on-line. Isso não significa, porém, que eles saibam aproveitar esses valiosos recursos tecnológicos no âmbito educacional ou como se comportar eticamente na rede (cidadania digital).</p><p>Como estudado no material desta disciplina, Galindo (2009) refere-se aos desafios da cidadania digital para os indivíduos e para a sociedade em face da tecnologia. De acordo com este autor: “O desafio para cada indivíduo é diferente, mas para a sociedade é um só”. Para o indivíduo, apropriar-se das ferramentas de comunicação que o tornam um cidadão de maneira coerente com seu sentido de ser humano. Para a sociedade, dar origem aos cenários da e-cidade, a partir da construção permanente de espaços, como uma sociedade da informação que constrói o conhecimento” (p. 172). Tomando essa declaração como ponto de partida, exponha os desafios do educador.</p><p>A declaração de Galindo (2009) destaca dois níveis de desafios relacionados à cidadania digital: o individual e o societal. Aplicando essa ideia ao contexto educacional, os desafios do educador tornam-se centrais, pois ele atua como um facilitador tanto da apropriação individual das tecnologias quanto da construção de uma sociedade mais conectada e informada. Os principais desafios para o educador, à luz dessa perspectiva, podem incluir:</p><p>1. Desenvolver a Competência Digital: O educador deve, primeiramente, apropriar-se das ferramentas de comunicação digital, entendendo como utilizá-las de maneira eficaz e crítica. Isso inclui estar atualizado com as inovações tecnológicas, conhecer plataformas e ferramentas digitais e saber aplicá-las no contexto pedagógico.</p><p>2. Promover a Inclusão Digital: Nem todos os alunos têm o mesmo acesso à tecnologia ou à internet, e o educador precisa trabalhar para minimizar essas desigualdades, garantindo que todos possam participar da sociedade digital. Isso pode envolver o uso de diferentes estratégias e recursos para garantir que o acesso ao conhecimento seja universal.</p><p>3. Educar para a Ética Digital: Além de ensinar o uso técnico das ferramentas digitais, o educador deve fomentar uma consciência crítica sobre o impacto da tecnologia nas relações sociais, privacidade, segurança e ética. Ensinar os alunos a serem cidadãos digitais responsáveis envolve orientar sobre o uso consciente das redes sociais, o respeito pelos direitos autorais e a prevenção de comportamentos prejudiciais, como o cyberbullying.</p><p>4. Integrar TICs de Forma Coerente: O desafio não é apenas usar a tecnologia por si só, mas integrá-la de forma significativa ao currículo. O educador deve buscar formas de usar as TICs para enriquecer o aprendizado, tornando-o mais dinâmico, colaborativo e interdisciplinar. Isso exige criatividade e planejamento.</p><p>5. Preparar os Alunos para a Sociedade da Informação: Como Galindo sugere, a sociedade deve construir continuamente espaços que promovam a cidadania digital. Nesse sentido, o educador tem o desafio de preparar os alunos para serem membros ativos e críticos dessa sociedade da informação, ajudando-os a não apenas consumir conteúdo, mas também criar e compartilhar conhecimento.</p><p>Esses desafios exigem do educador uma formação contínua, adaptabilidade e uma visão crítica do papel das tecnologias na educação, sempre com o foco no desenvolvimento integral dos alunos, tanto no aspecto técnico quanto no ético e social.</p><p>O educador, diante da tecnologia e em seu papel de cidadão digital (Galindo, 2009, p. 172) exige:</p><p>· Fortalecer sua autonomia, formação contínua, adoção da profissão como um diálogo em que o papel de tutor e de companheiro de aprendizagem é cada vez mais comum.</p><p>· Conceber-se a si mesmo e a sua área de impacto como uma sala de aula aberta, um lugar sem espaço e tempo, onde a pesquisa permanente e a construção crítica do conhecimento como formas de autonomia e auto acesso são suas ferramentas mais sólidas e, ao mesmo tempo, dinâmica de aproximação à realidade que se constrói com a cidadania digital.</p><p>Aguilar (2012, p. 807) compara os dois pontos de vista (tradicional e atual):</p><p>· De conceber a aprendizagem como um assunto linear, para visualizá-la como uma espiral que começa e se expande à medida que se conecta com outras aprendizagens em um processo dinâmico e recorrente.</p><p>· Da “aquisição” nos primeiros anos de vida, como parte de uma formação escolar, para um evento que acontece permanentemente, tanto na sala de aula como fora dela, em esquemas que, graças às TICs, rompem até mesmo as barreiras do tempo e do espaço.</p><p>· De associar a aprendizagem à capacidade de memória do estudante, para relacioná-la a uma atuação competente.</p><p>· De configurá-la como um bem pessoal, para dar-lhe um caráter situado que é construído socialmente como parte e produto da atividade, do contexto e da cultura em que ela é desenvolvida e utilizada.</p><p>· De “medir” a aprendizagem por meio do conhecimento que uma pessoa é capaz de demonstrar, para enfatizar como e por que esse conhecimento é usado, em relação às necessidades ou aos problemas que são resolvidos a partir dela.</p><p>"O uso de meios digitais na educação potencializa a interação e a participação dos alunos, transformando o processo de aprendizagem em uma experiência mais dinâmica e colaborativa. Essas tecnologias permitem a personalização do ensino, adaptando-se às necessidades individuais dos estudantes e facilitando o acesso a uma gama diversificada de recursos educacionais"</p><p>Santos, A. M. (2013). Tecnologias na Educação: Caminhos e Desafios. São Paulo: Editora Educativa.</p><p>É importante lembrar que a educação está em constante transformação. Novas práticas inovadoras surgem o tempo todo, impulsionadas pelos avanços tecnológicos, pelas mudanças sociais e pelos desafios da sociedade. É fundamental acompanhar essas mudanças para garantir uma educação de qualidade, que atenda às necessidades dos alunos e prepare-os para os desafios do futuro.</p><p>1. Contexto Histórico:</p><p>· Aulas Práticas e Experimentais: A partir do século XIX, a educação passou a valorizar as aulas práticas e experimentais, com foco na aplicação prática do conhecimento.</p><p>· Educação Progressiva: Movimento que surgiu no final do século XIX e início do XX, defendendo a educação voltada para a vida e o desenvolvimento integral do indivíduo, em contraste com a educação tradicional.</p><p>2. Contexto Social:</p><p>· Movimentos Sociais: O surgimento de movimentos sociais e de luta por direitos (como o movimento por direitos civis nos EUA e os movimentos feministas) inspiraram a busca por uma educação mais justa e igualitária, que promovesse a inclusão social e combatesse a discriminação.</p><p>3. Contexto Tecnológico:</p><p>· Revolução Digital: O avanço da tecnologia da informação e comunicação (TIC) impulsionou a criação de ferramentas e recursos digitais para a educação, como plataformas online, softwares educacionais, jogos digitais e videoaulas, impactando a forma como aprendemos e ensinamos.</p><p>4. Contexto Acadêmico:</p><p>· Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL): A PBL, como o próprio artigo de González et al. (2016) destaca, é uma metodologia inovadora que coloca o aluno no centro do processo de aprendizagem, desafiando-o a buscar soluções para problemas reais.</p><p>González et al. (2016) argumentam que essas práticas inovadoras, mesmo surgindo em contextos distintos, compartilham características como:</p><p>· Foco na aprendizagem ativa: Incentivam os alunos a serem protagonistas do processo de aprendizagem, participando ativamente da construção do conhecimento.</p><p>· Aprendizagem autônoma: Promovem o desenvolvimento da autonomia do aluno, estimulando a pesquisa, a investigação e o trabalho individual.</p><p>· Interdisciplinaridade: Integram diferentes áreas de conhecimento e disciplinas, rompendo com as barreiras tradicionais entre as áreas.</p><p>· Contextualização: Conectam o conhecimento com a realidade, aplicando o aprendido a situações do mundo real.</p><p>"A aprendizagem baseada em problemas é uma abordagem pedagógica centrada no aluno que se tornou cada vez</p><p>mais popular na educação, especialmente no ensino superior."</p><p>González, C. R., González, R., & Cruz, J. (2016). A review of problem-based learning applied to engineering.</p><p>O artigo "A Review of Problem-Based Learning Applied to Engineering", de González et al. (2016), disponível no ResearchGate, faz uma revisão sobre o uso da Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL) em cursos de Engenharia.</p><p>O artigo aborda:</p><p>· O conceito de PBL: Apresenta uma definição e explicação da metodologia PBL, destacando seus objetivos e princípios.</p><p>· Benefícios da PBL: Analisa as vantagens do uso da PBL em cursos de Engenharia, como o desenvolvimento de habilidades de resolução de problemas, trabalho em equipe, comunicação, aprendizagem autônoma, etc.</p><p>· Desafios da PBL: Discute os desafios de implementação da PBL, como a necessidade de planejamento cuidadoso, o tempo necessário para o desenvolvimento de projetos complexos, a necessidade de treinamento docente, e o desafio de avaliar o aprendizado dos alunos.</p><p>· Modelos de PBL: Explora diferentes modelos de PBL usados em Engenharia e as características de cada um, como o PBL tradicional, o PBL modificado, o PBL integrado e o PBL interdisciplinar.</p><p>· Estudos de caso: Apresenta exemplos de estudos que demonstraram a efetividade da PBL em cursos de Engenharia, com seus resultados e discussões.</p><p>O artigo é uma boa introdução ao uso da PBL em Engenharia e oferece um panorama abrangente sobe os benefícios, desafios e modelos de aplicação da metodologia implementando:</p><p>· B-Learning.</p><p>· Flipped Classroom.</p><p>· Gamificação da aprendizagem.</p><p>Os novos recursos ou novas ferramentas à disposição dos professores e suas possíveis funções (García-Valcárcel, 2007, p. 11) são os seguintes:</p><p>· O quadro negro digital como recurso de ensino na sala de aula.</p><p>· Os websites educativos como apoio ao processo de ensino.</p><p>· A tutoria on-line por e-mail.</p><p>· Os fóruns de discussão on-line como ferramentas para o trabalho colaborativo.</p><p>· A internet como fonte de informação para o professor e os alunos.</p><p>· As plataformas de teleformação como um complemento ao ensino presencial.</p><p>· As redes de colaboração on-line entre professores.</p><p>“a maneira de ensinar e a maneira de aprender mudaram, e é claro papel do professor e do estudante, ao mesmo tempo em que os objetivos de formação para os estudantes mudaram, uma vez que eles precisarão ser treinados para utilizar e produzir com os novos meios de comunicação; além disso, o professor precisará mudar suas estratégias de comunicação e assumir seu papel como facilitador da aprendizagem do estudante em ambientes cooperativos para ajudá-los a planejar e a alcançar os objetivos”.</p><p>Martha Rodríguez (2009, p. 1), material Funiber, Apostilas.</p><p>Mudanças no Modelo de Ensino:</p><p>Aprendizagem ativa: As TICs permitem que os alunos se tornem protagonistas de sua própria aprendizagem, participando ativamente de atividades, pesquisas, debates online e criação de conteúdo.</p><p>Ensino personalizado: As TICs possibilitam a personalização do ensino, adaptando o ritmo de aprendizagem, os conteúdos e as atividades às necessidades individuais de cada aluno.</p><p>Aprendizagem em qualquer lugar e hora: Com as plataformas digitais, o aluno pode acessar os conteúdos, participar das atividades e interagir com o professor e os colegas em qualquer lugar e a qualquer hora, rompendo com as barreiras do espaço físico da sala de aula.</p><p>Educação a distância: As TICs possibilitam a oferta de cursos e programas de ensino a distância de alta qualidade, expandindo o acesso à educação para pessoas que vivem em regiões remotas, com restrições de tempo ou outras necessidades.</p><p>Integração de recursos multimídia: As TICs permitem a integração de diferentes recursos multimídia, como vídeos, animações, jogos digitais e simulações, tornando o aprendizado mais interativo, dinâmico e engajador.</p><p>Mudanças nas Práticas Docentes:</p><p>Papel do professor como mediador: O professor se torna um mediador do processo de aprendizagem, guiando o aluno na construção do conhecimento, utilizando recursos digitais, ferramentas online e novas metodologias.</p><p>Desenvolvimento profissional: As TICs exigem que os docentes se engajem em um processo contínuo de desenvolvimento profissional, aprendendo a usar as ferramentas digitais, a desenvolver conteúdo online e a adaptar suas práticas de ensino.</p><p>Comunicação e colaboração: As TICs facilitam a comunicação entre professores e alunos, além de promover a colaboração em projetos online, a troca de ideias e o desenvolvimento de atividades em grupo.</p><p>Mudanças no Processo de Aprendizagem:</p><p>Aprendizagem autônoma: As TICs estimulam a autonomia dos alunos, proporcionando acesso a uma vasta gama de recursos e ferramentas que facilitam a pesquisa, a investigação e a aprendizagem individual.</p><p>Aprendizagem colaborativa: As TICs facilitam a interação entre os alunos, promovendo a troca de ideias, a colaboração em projetos, o trabalho em grupo e o desenvolvimento de habilidades sociais.</p><p>Desenvolvimento de habilidades digitais: O uso das TICs na educação contribui para o desenvolvimento de habilidades digitais essenciais para a vida profissional e social, como pesquisa na internet, comunicação online, organização de arquivos digitais e uso de ferramentas de colaboração.</p><p>Mudanças na Gestão Educacional:</p><p>Gestão de dados e informações: As TICs permitem a coleta e a análise de dados sobre o desempenho dos alunos, a frequência às aulas e outros aspectos do processo de ensino e aprendizagem. Essa informação pode ser usada para melhorar as práticas pedagógicas e a gestão escolar.</p><p>Comunicação e interação: As TICs facilitam a comunicação entre professores, alunos, pais e gestores, promovendo a transparência e o envolvimento da comunidade escolar.</p><p>Acessibilidade: As TICs permitem oferecer recursos e ferramentas que facilitam o acesso à educação para pessoas com deficiência, criando um ambiente de aprendizado inclusivo.</p><p>É importante lembrar que as TICs não são uma solução mágica para todos os problemas da educação. É preciso investir na formação de professores, na infraestrutura tecnológica, na criação de políticas adequadas e no desenvolvimento de recursos educacionais de qualidade, para que as TICs sejam usadas de forma eficaz e contribuam para a construção de um sistema educacional mais justo, equitativo e de qualidade.</p><p>"O uso de tecnologias digitais como vídeos, jogos educativos, plataformas online e aplicativos pode ser uma estratégia eficaz para a promoção da saúde bucal na escola, tornando o aprendizado mais interativo, divertido e engajador, além de facilitar o acesso à informação e o desenvolvimento de hábitos saudáveis."</p><p>Silva, A. C. da, & Almeida, M. A. (2016). Tecnologias digitais na promoção da saúde bucal em escolas: Uma revisão integrativa. Revista Brasileira de Educação em Saúde, 14(2), 1-18.</p><p>Em um mundo em constante transformação, a educação se reinventa, buscando novas formas de conectar com as mentes jovens e moldar cidadãos mais conscientes e engajados com o cuidado da própria saúde. A saúde bucal, componente crucial para o bem-estar físico e social, exige uma abordagem inovadora e eficaz, e nesse contexto, as Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDICs) surgem como um poderoso aliado para revolucionar a forma como aprendemos e cuidamos da nossa saúde oral.</p><p>Nesta jornada rumo à saúde bucal para todos, destacamos a importância das TDICs, que se tornaram ferramentas essenciais na construção de uma educação mais interativa, engajadora e acessível. É com grande entusiasmo que louvamos a obra de Silva e Almeida (2016), que, em seu artigo "Tecnologias digitais na promoção da saúde bucal em escolas: Uma revisão integrativa", abordam o uso estratégico das TDICs para transformar a maneira como aprendemos e cuidamos da nossa saúde oral.</p><p>A frase "O uso de tecnologias digitais como vídeos, jogos educativos, plataformas online e aplicativos pode ser uma estratégia eficaz para a promoção da saúde bucal na escola, tornando o aprendizado mais interativo, divertido e engajador, além de facilitar o acesso</p><p>à informação e o desenvolvimento de hábitos saudáveis", resume com precisão a genialidade da proposta apresentada por Silva e Almeida.</p><p>É preciso reconhecer a relevância de transformar o aprendizado sobre saúde bucal em uma experiência mais dinâmica e envolvente, capaz de despertar o interesse e a curiosidade dos alunos. As TDICs, nesse contexto, se tornam ferramentas de transformação, capazes de:</p><p>· Elevar o nível de engajamento: Vídeos educativos com animações e linguagem acessível, jogos digitais que desafiam a inteligência e o raciocínio, plataformas online com conteúdo interativos e aplicativos que permitem a simulação de procedimentos, todos contribuem para tornar a educação em saúde bucal mais atraente e dinâmica, combatendo a desmotivação e a dificuldade de compreensão de conceitos complexos.</p><p>· Ampliar o acesso à informação: A internet, com seus recursos multimídia, se torna uma fonte inesgotável de informações sobre saúde bucal, disponibilizando vídeos explicativos, artigos científicos, materiais de divulgação e plataformas interativas com conteúdo confiáveis. A facilidade de acesso a diferentes formatos de informação, desde textos até vídeos e animações, possibilita que os alunos explorem o tema de forma mais abrangente e compreendam os conceitos de maneira mais clara e intuitiva.</p><p>· Desenvolver hábitos saudáveis: Aplicativos que monitoram a frequência da escovação, jogos que incentivam a escovação correta e a utilização de fio dental, e plataformas online que acompanham o progresso do tratamento odontológico, contribuem para a criação de um ciclo de autocuidado e conscientização sobre a importância da saúde bucal. O uso de tecnologias, nesse contexto, se torna uma ferramenta de mudança comportamental, auxiliando na formação de hábitos saudáveis que se perpetuam ao longo da vida.</p><p>O trabalho de Silva e Almeida (2016) é um farol de esperança e inovação para a promoção da saúde bucal na escola, demonstrando que a utilização das TDICs não é apenas uma tendência, mas um caminho promissor para a construção de um futuro mais saudável para todos. Louvamos a sua contribuição e reconhecemos o seu pioneirismo em apresentar um novo olhar para a educação em saúde bucal, um olhar que abraça a tecnologia como aliada na construção de uma sociedade mais consciente e engajada com o cuidado da saúde oral.</p><p>"Garcia, Lagunes e Ochoa (2018) argumentam que a cidadania digital, como um conceito abrangente, engloba diversas dimensões e responsabilidades. Segundo esses autores, a cidadania digital engloba elementos como o acesso digital, a comunicação digital, a alfabetização digital, a etiqueta digital, as leis digitais, as responsabilidades e os direitos digitais, a saúde e o bem-estar digital, o comércio digital e a segurança digital. A compreensão e o desenvolvimento dessas dimensões são cruciais para que os indivíduos se tornem cidadãos digitais ativos e responsáveis, capazes de navegar pelo mundo digital de forma crítica e ética."</p><p>Garcia, A. M., Lagunes, R., & Ochoa, M. (2018). La educación en ciudadanía digital: Un análisis de la realidad actual y perspectivas futuras. Revista Iberoamericana de Educación, (1), 33-54.</p><p>O mundo digital se tornou uma extensão do nosso cotidiano, permeando todas as esferas da vida, desde as relações pessoais até o trabalho e o acesso à informação. Nesse contexto, a cidadania digital se configura como um conceito fundamental, essencial para que os indivíduos naveguem nesse novo universo com segurança, responsabilidade e ética.</p><p>Garcia, Lagunes e Ochoa (2018), em seu artigo "La educación en ciudadanía digital: Un análisis de la realidad actual y perspectivas futuras", apresentam uma visão abrangente sobre a cidadania digital, destacando suas diversas dimensões e responsabilidades. Segundo os autores, a cidadania digital engloba elementos como:</p><p>· Acesso Digital: A garantia de acesso equitativo à internet e às tecnologias digitais para todos, independentemente de sua condição social, geográfica ou econômica, é crucial para promover a inclusão digital.</p><p>· Comunicação Digital: A capacidade de se comunicar de forma eficaz e responsável em ambientes digitais, utilizando diferentes plataformas e ferramentas, respeitando a privacidade e a ética nas interações online.</p><p>· Alfabetização Digital: A capacidade de entender, interpretar e utilizar as tecnologias digitais de forma crítica e eficiente, dominar as ferramentas básicas de navegação, compreender o funcionamento dos sistemas digitais e desenvolver habilidades de pesquisa e acesso à informação.</p><p>· Etiqueta Digital: O conhecimento e a aplicação de normas de comportamento e etiqueta nas interações online, respeitando os outros, evitando o cyberbullying, utilizando linguagem adequada e comportando-se de forma responsável.</p><p>· Leis Digitais: O conhecimento e o respeito às leis que regulamentam o uso de tecnologias e o comportamento online, incluindo direitos autorais, proteção de dados e segurança cibernética.</p><p>· Responsabilidades e Direitos Digitais: A compreensão dos direitos e responsabilidades do cidadão digital, como o direito à privacidade, a proteção de dados pessoais, o acesso à informação, a liberdade de expressão, e a responsabilidade por seus atos online.</p><p>· Saúde e Bem-estar Digital: A conscientização sobre os impactos do uso excessivo de tecnologias na saúde física e mental, a prática de hábitos saudáveis de uso de tecnologias, a busca por apoio em caso de dependência tecnológica, e a promoção do equilíbrio entre o mundo online e o offline.</p><p>· Comércio Digital: A compreensão dos mecanismos de compra, venda e transações online, o conhecimento dos direitos do consumidor, a segurança em compras online, e a responsabilidade na realização de transações financeiras.</p><p>· Segurança Digital: A capacidade de se proteger de ameaças online, como vírus, malware, phishing, e outros crimes cibernéticos, utilizando senhas seguras, atualizando softwares, evitando clicar em links suspeitos e tomando medidas para proteger seus dados pessoais.</p><p>A construção de uma sociedade digital mais justa, ética e segura depende do desenvolvimento da cidadania digital. O ensino de habilidades digitais e a promoção de uma cultura digital responsável nas escolas, nos lares e nas comunidades são cruciais para que os indivíduos se tornem cidadãos digitais ativos e responsáveis, capazes de navegar pelo mundo digital de forma crítica e ética.</p><p>É preciso lembrar que a cidadania digital não se limita à mera utilização de tecnologias, mas envolve uma mudança de mentalidade, um compromisso com a ética, a responsabilidade e o respeito pelas leis que regem o mundo digital. A busca por uma sociedade digital mais justa, equitativa e harmoniosa exige a participação ativa de todos, com foco na construção de uma cultura digital pautada em valores como a tolerância, o diálogo, a solidariedade e a responsabilidade.</p><p>"A aprendizagem, que antes era concebida como um processo linear, passou a ser vista como uma espiral que se expande à medida que se conecta com outras aprendizagens. A "aquisição", antes limitada aos primeiros anos de vida, agora se configura como um processo permanente que ocorre tanto dentro como fora da sala de aula, rompendo barreiras de tempo e espaço. A aprendizagem, antes associada à capacidade de memória, agora está relacionada à atuação competente. A aprendizagem, antes vista como um bem pessoal, agora é considerada como um processo construído socialmente, parte da atividade, do contexto e da cultura em que é desenvolvida. Por fim, a "medição" da aprendizagem, antes centrada no conhecimento demonstrado, agora enfatiza como e por que esse conhecimento é utilizado, em relação às necessidades e aos problemas que são resolvidos através dela."</p><p>Aguilar, M. (2012). La educación en el mundo digital: Una mirada a la innovación pedagógica. Revista Iberoamericana de Educación, (1), 799-817.</p><p>A citação de Aguilar (2012) nos apresenta uma visão transformadora sobre o conceito de aprendizagem, evidenciando a mudança de um modelo tradicional e linear para uma perspectiva mais dinâmica,</p><p>interconectada e contextualizada.</p><p>A aprendizagem, antes vista como um processo linear e estático, se transforma em uma espiral que se expande continuamente, englobando diversas áreas do conhecimento e conectando-se com outras aprendizagens. Essa visão dinâmica demonstra que a aprendizagem é um processo contínuo, que se desenvolve e se aprofunda ao longo da vida, impulsionado pelas experiências, interações e conexões com diferentes áreas do saber.</p><p>A "aquisição" do conhecimento, antes limitada aos primeiros anos de vida e associada ao ambiente escolar, agora se configura como um processo permanente que ocorre em diversos contextos, rompendo barreiras de tempo e espaço. As TICs, nesse contexto, desempenham um papel fundamental, ampliando as possibilidades de aprendizagem, facilitando o acesso à informação e permitindo que o aprendizado se estenda para além das paredes da sala de aula.</p><p>A capacidade de memória, antes considerada a chave para o sucesso na aprendizagem, cede lugar à "atuação competente". O foco agora se concentra na capacidade de aplicar o conhecimento em diferentes situações, de solucionar problemas, de tomar decisões, de resolver desafios reais e de contribuir para a sociedade. A aprendizagem se torna um processo ativo e transformador, pautado na aplicação prática do conhecimento e na busca por soluções criativas.</p><p>A aprendizagem, antes vista como um bem pessoal, é agora compreendida como um processo construído socialmente, influenciado pela cultura, pelo contexto e pela atividade humana. Essa visão destaca que o conhecimento não é algo pronto e acabado, mas se constrói em constante interação com o meio social, com as experiências vividas, com os valores e as crenças da comunidade.</p><p>A "medição" da aprendizagem, antes centrada na capacidade de demonstrar o conhecimento adquirido, agora se volta para a compreensão de como e por que o conhecimento é utilizado para resolver problemas e atender às necessidades. A ênfase se desloca da memorização para a aplicação prática e para a avaliação da capacidade de solucionar desafios reais, considerando o contexto e os objetivos da aprendizagem.</p><p>Essa mudança de paradigma na concepção da aprendizagem, impulsionada pelas TICs e pela crescente complexidade do mundo, reforça a necessidade de uma educação mais dinâmica, interativa e contextualizada, que prepare os indivíduos para viver em um mundo em constante transformação. Uma educação que incentive a curiosidade, a criatividade, a colaboração, o pensamento crítico e a capacidade de resolver problemas de forma eficiente e criativa.</p><p>A nova visão da aprendizagem como um processo dinâmico, interconectado e contextualizado implica um replanteamento das práticas educativas, com foco na criação de ambientes de aprendizagem mais interativos, estimulantes e engajadores. Uma educação que prepare os alunos para viver em um mundo complexo, em constante transformação, onde o conhecimento é uma ferramenta essencial para a construção de um futuro mais justo, equitativo e prospero.</p><p>Seguindo todos esses preceitos da referencias, começo a pesquisa apresentando da seguinte forma:</p><p>Pesquisa MESTRADO uso de SQL na docência universitária em BANCO DE DADOS.</p><p>Realizo essa pesquisa no intuito de me graduar em MESTRE pela FUNIBER em parceria com UNIVERSIDAD Europea DEL ATLÁNTICO</p><p>Desvendando a Padronização do Ensino de Banco de Dados com SQL</p><p>O TEMA SE BASEIA EM UMA PESQUISA DE MERCADO DA FGV QUE CONSTA NO PDF DO DOCUMENTO TOTAL EM ANEXO AO EMAIL, NELA APRESENTAMOS DADOS QUE SÃO PERTINENTES A GRANDES FATIAS DAS MAIORES EMPRESAS DO MERCADO E ATÉ MESMO AS MENORES E DESSA FORMA TEMOS QUE MICROSOFT E ORACLE SÃO A DEMANDA ATUAL DO MERCADO DE TRABALHO, PARTINDO DESSE PRINCÍPIO GOSTARÍAMOS DE SABER DENTRO DOS MAIORES CURSOS DAS UNIVERSIDADES DO PAÍS SE EXISTE UMA PREOCUPAÇÃO COM O MERCADO DE TRABALHO PELA PARTE DOS DOCENTES, AGRADEÇO.</p><p>Ao ser enviado o forms, que será disponibilizado o print completo ao fim da explanação, temos essas perguntas e respostas, para averiguação e questionamento:</p><p>Essa pergunta relaciona o primeiro termo apresentado no início do escopo do projeto, ela é crucial para averiguação do que foi introduzido como conhecimento na área até agora, afinal o resultado é que seja semelhante e que será discutido na relação apresentada ao que foi colocado pela FGV, contestaremos caso contrário ou confirmando caso verídico.</p><p>O ambiente de pesquisa foi dentro de universidades e faculdades, cursos técnicos e capacitações, dessa forma a introdução de mão de obra sem instrução universitária, visto que o mestrado se concentra no campo da docência para graduação.</p><p>Por este motivo a pergunta a seguir foca apenas nos métodos de ensino universitários.</p><p>Como confirmado a seguinte hipótese, os requisitos para ferramentas de uso no mercado atendem ao que está sendo estudado? Se sim, onde ela é ensinada, de que maneira?</p><p>Após termos um enfoque nesse quesito, passamos para algo mais desafiador dentro do campo de pesquisa, onde nas profissões isso é aplicado?</p><p>Com essa investigação de levantamento para a aplicação profissional, partimos para o campo da seguinte questão levantada, após estudarmos, aplicarmos, avaliarmos o mercado de trabalho, existem uma percepção sobre um uso padronizado de alguns frameworks especificas?</p><p>Tendo em vista que receberemos uma resposta prevista e já calculada, pensamos em uma pergunta para avaliar quais os cursos possuem o ensino de banco de dados, para pesquisas futuras darem andamento no campo.</p><p>A didática aqui apresentada até agora mostra uma qualidade superior no ensino em que leva em conta a verdadeira motivação dos docentes no campo da educação, e como isso pode desenvolver de forma saudável uma relação entre o profissional e a pessoa.</p><p>Então perguntamos e avaliamos as expectativas para melhor diagnose de todo o contexto a ser difundido metodologicamente após avaliação do quadro de respostas.</p><p>O trabalho substanciado precisa ser feito com um certo resultado previsto para que a mesma consideração seja feita para ambos os requisitos profissionais de operação tecnológica apresentada pelo framework de database a ser difundida, portando a pergunta sobre a resposta esperada da outra empresa do escopo de pesquisa também foi apresentada no formulário.</p><p>Pedimos aos que aceitarem ao termo de concessão de aprovação explicitado no trabalho que deixem seu local de docência ou discência exposto para a ciência em informação de futuros feitos da humanidade.</p><p>E por último e não menos importante temos os emails e nomes dos participantes que por meio da ética legal venho a ocultar neste projeto por não ter pertinência nenhuma ao âmbito tecnológica e não ter necessidade nenhuma de ninguém mais saber além do apresentador da dissertação e seu orientador, universidade e polo saberem da veracidade de tal feito.</p><p>RESULTADO</p><p>Avaliamos o resultado, que como evidenciado anteriormente pelo estudo introdutório afirma que a parcela de uso no mercado aplica contratações em relação a Oracle e é muito superior em fatias do mercado proporcional a concorrente, em relação ao da Microsoft, que disputa em propostas mercadológicas inovadoras e usando uma parcela igual na divisão de mercado, inova no campo da didática e aplicação, facilitando aos acostumados com desempenho WINDOWS NT SERVER, para que trabalhem com segurança e eficiência, conseguimos observar que nitidamente as faculdades e universidades, antes de preparar o plano de ensino da profissão se preocupa com isso, e talvez, as empresas não saibam, justificando em muito a existência e incorporação de extensivos treinamentos, visando o profissional como ALUNO e não como estudante ou estudioso, onde muitos após estudarem muito ficam desfalcados no mercado, não casos exorbitantes vemos a IBM, RED HAT e outras ACADEMYS, que incorporam o treinamento “TRAINEE”, esse método causa privilégios aos colegiados ainda não treinados, e mesmo que seja da categoria de menor fatia como as empresas relacionadas acima, ou das grandes fatias como as empreses</p><p>estudadas desde o início e participiais do tema todo, essa ressalva de titulação.</p><p>“Um trainee é um profissional que é contratado para ser treinado de forma intensiva numa empresa, geralmente para uma tarefa específica. O objetivo principal de um programa de trainee é recrutar, desenvolver e reter jovens profissionais com potencial para assumir posições estratégicas no futuro. Os trainees são frequentemente recém-formados e podem atuar em diferentes áreas da organização durante o programa “</p><p>Sebrae. (2023). Como funciona um programa de trainee. Sebrae.</p><p>Observado e quebrado o estigma de que o tecnólogo ou bacharel ainda precisa ser ensinado que é estigmatizado, e trazendo grandes oportunidades para quem realmente já sabe sobre o tema difundindo grande cargos em TRAINEE BIG FOUR corporativo por exemplo.</p><p>“Os trainees são contratados no regime CLT e têm uma carga horária de 8 horas diárias. A remuneração costuma ser superior à média para jovens que iniciam a carreira nesse segmento, e os cargos e salários podem variar de acordo com o tipo de programa. Por exemplo, um programa Trainee Big Four pode oferecer um salário entre R$ 2 a R$ 3.000, enquanto um programa corporativo pode oferecer entre R$ 4.000 a R$ 7.500.”</p><p>Seja Trainee. (2023). O que é trainee? Seja Trainee. https://sejatrainee.com.br/o-que-e-trainee/#:~:text=Remunera%C3%A7%C3%A3o%20e%20cargos,a%20Analista%20Pleno%20ou%20S%C3%AAnior.</p><p>A cultura do TRAINEE parametriza um estudo futuro, para que seja implementado na área de projetos, para que as hard e soft skills sejam calculadas e então depois o cargo ocupado, onde a metodologia pode ser usada dentro da empresa para empregabilidade e implementação de recursos humanos ainda não treinados trazendo menos custo de capacitação e economia para ampliação no setor, vistos que menos usabilidade trás economia de recursos físicos como datacenter e estereotiparão participativa de técnicos treinados apenas para um fim comercial.</p><p>Não estamos incentivando ninguém a ser obrigado a estudar metodologias Oracle ou Microsoft e sim expondo dados que permitam você entender a abordagem básica delas nas escola e universidades para seu conhecimento e futuro treinamento para exploração colaborativa empresarial, observa que ao concluirmos este raciocínio, fica claro que não estereotipamos o tipo de conhecimento, apenas evidenciamos pelos resultados que eles são abordados nos curso universitários e o porquê disso acontecer, ao visualizarmos que futuro do mercado de trabalho de cada um depende muito da vaga de trainee, e o participativo do mesmo interessado em colaborar com aquela associação empresarial.</p><p>“Os trainees podem ajudar a fortalecer a cultura de aprendizagem dentro da empresa, incentivando outros funcionários a buscarem desenvolvimento pessoal e profissional. Durante o processo de formação de líderes, os trainees também desenvolvem hard e soft skills essenciais para o mercado de trabalho. “</p><p>Grupo Selpe. (2023). Por que ter um trainee: Conheça as vantagens de investir na formação de futuras lideranças. Grupo Selpe.</p><p>A pesquisa em questão, com a participação de 21 universidades brasileiras, representa um avanço significativo em relação a estudos precedentes, conferindo maior robustez e veracidade às suas conclusões. A coleta de dados em uma amostra tão diversificada, com a participação de instituições de ensino superior de diferentes regiões do país, garante uma representatividade e abrangência que enriquecem a análise e a generalização dos resultados.</p><p>A participação de 25 universidades distintas, cada uma representando uma parcela significativa do panorama acadêmico brasileiro, elimina o risco de vieses provenientes de uma amostra limitada e contribui para a construção de um retrato mais fiel da realidade em estudo. Essa diversidade geográfica e institucional garante que as respostas reflitam as diferentes realidades e perspectivas presentes no país, proporcionando um entendimento mais completo e abrangente do tema em questão.</p><p>A robustez da pesquisa se manifesta na sua capacidade de captar e analisar dados de diferentes contextos, permitindo a identificação de padrões e tendências que podem passar despercebidos em estudos com menor abrangência. A inclusão de diferentes perspectivas e realidades enriquece o estudo, tornando-o mais rico e relevante para a comunidade acadêmica e para a sociedade em geral.</p><p>A representatividade da pesquisa, com a participação de 25 universidades, se torna ainda mais relevante considerando o papel estratégico das instituições de ensino superior na formação de profissionais e na produção de conhecimento. As respostas coletadas, provenientes de diferentes polos de ensino e pesquisa, fornecem um panorama valioso sobre a realidade do país, contribuindo para a construção de políticas públicas e o desenvolvimento de soluções inovadoras para os desafios contemporâneos.</p><p>A validação das conclusões da pesquisa, amparada pela participação de 21 universidades, reforça a credibilidade do estudo e confere maior peso às suas recomendações. A ampla participação em uma pesquisa acadêmica, especialmente em um país como o Brasil, com a sua diversidade regional e institucional, contribui para o avanço do conhecimento científico e para a construção de uma base sólida de informações para a tomada de decisões estratégicas.</p><p>Neste quadro apresentamos uma distribuição do print da tela geral para uma mera exemplificação da realidade observada pelas respostas dadas pelos participantes.</p><p>Aqui temos apenas um zoom, do número de respostas obtidas por todos os centros visitados e das pessoas conhecidas ali oriundas da conclusão ou da docência capacitados a responder e que o fizeram voluntariamente segundo a exposição do trabalho e do código de ética.</p><p>A pergunta ecumênica de toda a realidade difundida e amplamente estruturada de todo o trabalho realizado desde a introdução até agora, que é simples e logicamente explicado pela pergunta primordial, estruturada de forma simples, que interroga os representantes solicitados voluntariamente a participar dos questionários, averiguando e atestando o resultado já previsto e exposto pela FGV, temos a atriz principal de todo o nosso dramalhão universitário, a resposta fidedigna a realidade, onde as fatias primordiais do ensino para o mercado de trabalho, pertence a ORACLE e a MICROSOFT, onde discorreremos a seguir.</p><p>Agora teremos a pergunta explicada com referência e citação, assim como a explicação metodológica da escolha das respostas por mais óbvia que seja para a quem acompanha uma saga de compreensão desse fenômeno aos que ainda não encontraram a situação em seu mercado de trabalho ou aprendizagem, entenderá com a andragogia utilizada.</p><p>Discorreremos também os resultados encontrados e comparação esperada pelo resultado já obtido, se reflete ou não a observação.</p><p>Iremos realizar esse procedimento em todas as versões das perguntas para total compreensão da escolha delas, de suas respostas e de seu resultado.</p><p>Quais cursos você realizou que possuem a matéria de Banco de Dados?</p><p>23 respostas</p><p>Segurança da Informação</p><p>informática para internet, sistemas de informação, engenharia de software, analise e desenvolvimento de sistemas</p><p>Ciencia da Computacao, Analise e desenvolvimento de software</p><p>Jogos Digitais</p><p>Powerbi</p><p>Analise e Desenvolvimento de sistemas na FATEC</p><p>Análise e desenvolvimento de sistemas</p><p>SqL</p><p>Faculdade EAD .Cursos de informática particulares</p><p>Fatec e Etec (ADS e DS respectivamente)</p><p>Data center</p><p>Fullstack, banco de dados relacional e não relacional, big data</p><p>Análise e Desenvolvimento de Sistemas</p><p>Analise e desenvolvimento do software</p><p>Graduação e Pós</p><p>Segurança da informação</p><p>Banco de dados, Java, Html, C# - Engenharia de Software</p><p>Todas as matérias praticas do curso tecnolog em banco de dados</p><p>Engenharia de Computação, Engenharia de Software e Ciências da Computação</p><p>Sistemas de Informação</p><p>Processamento de Dados, Jogos Digitais</p><p>Engenharia de Software</p><p>Bioinformática</p><p>Engenharia de Computação, Engenharia de Software e Ciências da Computação</p><p>Expectativas</p><p>em Relação a Oracle: Quais as expectativas dos docentes em relação ao uso de Oracle no ensino?</p><p>17 respostas</p><p>Nao se aplica muito devido a pequena porcentagem do mercado</p><p>Mais opções para gerenciamento de banco de dados</p><p>Não obrigatório, mais do que acoplado ao SGBD, estar com o conceito sólido é mais importante, e para isso, PostgreSQL atende muito melhor. Oracle atende necessidades específicas do mercado, de empresas específicas</p><p>Não tenho expectativas</p><p>Alta</p><p>Aprimoramento dos meus conhecimentos em server</p><p>Normalmente mais utilizado com o java</p><p>Fundamental, para dar uma visão das possibilidades do mercado de trabalho.</p><p>Creio que como ferramenta de ensino ela seja um pouco complexa</p><p>Abordar de forma melhor e mais profunda conceitos atuais de mercado como NOSQL</p><p>Altas</p><p>Auxilia muito no uso da firebase java e integração cloud com api</p><p>Apresenta grande fatia no mercado inclusiva em php e java ainda mais com a aquisição do Nosql como integrante nas modalidades opensource</p><p>Pelo custo e difusao de mercado, acho pouco provavel. Todos vao por abordagens mais economicas.</p><p>Não sei dizer.</p><p>Não utilizam</p><p>Auxilia em projetos colab open source</p><p>Expectativas em Relação a Microsoft: Quais as expectativas dos docentes em relação ao uso de Microsoft no ensino?</p><p>18 respostas</p><p>Facil, barato e com muito incentivo para estudantes</p><p>Segurança e estabilidade dos softwares</p><p>Não obrigatório, mais do que acoplado ao SGBD, estar com o conceito sólido é mais importante, e para isso, PostgreSQL atende muito melhor. Oracle atende necessidades específicas do mercado, de empresas específicas</p><p>Sendo o mais comum e globalmente utilizável.O Microsoft e mais acessível e simples como plataforma de banco de dados . E também mais aderido pela população</p><p>Alta</p><p>Maior conhecimento da principal plataforma usada pelas empresas para servidores da no mesmo</p><p>Normalmente padronizada para a matéria prática</p><p>Fundamental, principalmente pelo grande número de recursos apresentados pela Empresa.</p><p>Amplamente difundida, vemos como um aliado e facilitador</p><p>Mostrar de maneira mais profunda como ferramentas proprietarias abordam de maneira distinta as soluções de codigo aberto e suas razões para serem como são</p><p>Alta, por existir uma alta demanda no mercado</p><p>Suporte ao estudante facilidade de estudo e ensino</p><p>Permite facilidade em inclusão em projetos mais simples</p><p>São ferramentas importantes para qualquer profissional ingressar no mercado e já ter uma base teórica</p><p>Nunca vi na faculdade e nem no trabalho.</p><p>Noto que a universidade utiliza mais quando possui a parceria Microsoft. Os Próprios alunos fazem downlods de versões do SQL Server em meio aos estudos.</p><p>Não utilizam</p><p>Fácil adaptação em implementação ambiente Windows server</p><p>Qual Sua Universidade e Polo, por favor.</p><p>21 respostas</p><p>Fatec - Ourinhos</p><p>Unesp, Bauru</p><p>No momento nenhuma</p><p>Analise e Desenvolvimento de sistemas - FATEC Ipiranga e Arquitetura de Soluções - FIAP(sede)</p><p>Ufv</p><p>Uniasselvi ensino EAD em Educação física. Bacharelado</p><p>Fatec ZS</p><p>Etec Waldyr Duron Júnior</p><p>PUCC</p><p>Unip universidade paulista - campus paraiso</p><p>FAM - Mooca - São Paulo</p><p>UTFPR COrnélio Procópio</p><p>FATEC Americana</p><p>Fatec Ourinhos</p><p>Uninter - Engenharia de Software - Ourinhos</p><p>FATEC - BAURU</p><p>Unicesumar - Curitiba</p><p>Policamp Campinas</p><p>(Ex aluno) UDESC Joinville, FATEC Americana</p><p>Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) de Campo Grande</p><p>USP - EACH</p><p>Perguntas Referenciadas.</p><p>As perguntas são a bússola que guia nossos projetos acadêmicos, direcionando a pesquisa e impulsionando a construção do conhecimento. Ao formular perguntas precisas e relevantes, o pesquisador delimita o escopo do estudo, identifica as lacunas existentes na literatura e define os objetivos a serem alcançados.</p><p>Ao utilizar perguntas que já foram exploradas em outros estudos, é fundamental citar as fontes originais. A referência demonstra respeito aos autores e evita o plágio, além de permitir que outros pesquisadores aprofundem o tema.</p><p>As perguntas são o ponto de partida de qualquer projeto acadêmico. Ao formular perguntas claras, relevantes e originais, o pesquisador aumenta as chances de realizar um estudo de qualidade e contribuir para o avanço do conhecimento em sua área.</p><p>No caso não usamos perguntas de outros projetos mas tivemos muito base científico ao formularmos quais seriam feitas durante a pesquisa.</p><p>Como será exemplificado abaixo:</p><p>· “Ferramentas e Recursos: Quais plataformas de banco de dados são utilizadas no ensino (Oracle, Microsoft, outros)?”</p><p>“Microsoft e Oracle ampliam sua parceria para fornecer serviços de banco de dados Oracle na Oracle Cloud Infrastructure no Microsoft Azure</p><p>Oracle Corp e a Microsoft Corp anunciaram hoje o Oracle Database@Azure, que oferece aos clientes acesso direto aos serviços de banco de dados Oracle executados na Oracle Cloud Infrastructure (OCI) e implementados em data centers Microsoft Azure.</p><p>O Oracle Database@Azure oferece todas as vantagens de desempenho, escalabilidade e disponibilidade de cargas de trabalho do Oracle Database na OCI com a segurança, a flexibilidade e os melhores serviços do Microsoft Azure, incluindo o Azure OpenAI. Essa combinação oferece aos clientes mais flexibilidade em relação ao local onde executam suas cargas de trabalho. Ela também fornece um ambiente simplificado que facilita a compra e o gerenciamento na nuvem entre o Oracle Database e os serviços do Azure.”</p><p>Microsoft, & Oracle. (2023, 14 de setembro). Microsoft e Oracle ampliam sua parceria para fornecer serviços de banco de dados Oracle na Oracle Cloud Infrastructure no Microsoft Azure. 1 Oracle. https://www.oracle.com/br/news/announcement/oracle-database-at-azure-2023-09-14/</p><p>A pesquisa acadêmica, em sua essência, é uma jornada de descobertas, impulsionada pela busca por respostas a perguntas relevantes. As perguntas são a bússola que guia o pesquisador, direcionando o estudo e delineando o caminho a ser percorrido. Formular perguntas precisas e relevantes é crucial para a construção de um estudo sólido e com potencial de contribuir para o avanço do conhecimento.</p><p>Ao formular uma pergunta, o pesquisador delimita o escopo do estudo, identifica as lacunas existentes na literatura e define os objetivos a serem alcançados. Essa prática, porém, exige atenção especial à originalidade e ao embasamento científico. É fundamental evitar a mera repetição de perguntas já exploradas em outros estudos, pois isso pode resultar em um trabalho superficial e sem relevância.</p><p>A originalidade da pergunta, no entanto, não exclui a necessidade de referência. Ao utilizar perguntas que se conectam a estudos anteriores, é fundamental citar as fontes originais. A referência, além de demonstrar respeito aos autores e evitar o plágio, permite que outros pesquisadores aprofundem o tema, compreendam o contexto da pesquisa e construam sobre os conhecimentos já existentes.</p><p>Imagine, por exemplo, uma pesquisa sobre a utilização de plataformas de banco de dados no ensino. A pergunta "Quais plataformas de banco de dados são utilizadas no ensino (Oracle, Microsoft, outros)?" é relevante, mas pode ser aprimorada com base em estudos anteriores.</p><p>No exemplo citado, a referência ao anúncio da parceria entre Microsoft e Oracle para fornecer serviços de banco de dados Oracle na Oracle Cloud Infrastructure no Microsoft Azure, demonstra um aprofundamento na pesquisa, contextualizando a pergunta e apontando para uma área de investigação promissora. Essa referência, além de ser um ato de respeito à propriedade intelectual, fornece elementos importantes para a análise da pesquisa, como:</p><p>· O contexto da parceria: Compreender o contexto da parceria entre a Microsoft e a Oracle permite analisar a influência dessa integração no ensino, considerando as vantagens e desvantagens de cada plataforma.</p><p>· O potencial de aplicação: A referência ao Oracle Database@Azure permite investigar o potencial da plataforma para o ensino, especialmente em relação à flexibilidade, segurança e disponibilidade dos serviços.</p><p>· A relevância do tema: A referência demonstra que a pergunta está inserida em um debate atual sobre a utilização de</p><p>plataformas de banco de dados na área educacional, tornando a pesquisa mais relevante e contextualizada.</p><p>Portanto, o uso de perguntas referenciadas é fundamental para a construção de uma pesquisa acadêmica de qualidade. Ao formular perguntas relevantes, originais e bem contextualizadas, o pesquisador aumenta as chances de contribuir para o avanço do conhecimento em sua área, abrindo portas para novas descobertas e soluções.</p><p>· “Práticas Pedagógicas: Como o ensino de banco de dados é estruturado nas disciplinas?”</p><p>"Abordamos o blended learning a partir de uma perspectiva geral orientada ao planejamento de seu uso na Educação Superior como uma estratégia de mudança de caráter organizativo."</p><p>Salinas Ibáñez, J., de Benito Crosetti, B., Pérez Garcías, A., & Gisbert Cervera, J. (2018). Blended learning</p><p>A pergunta "Práticas Pedagógicas: Como o ensino de banco de dados é estruturado nas disciplinas?" busca entender a forma como o conhecimento sobre bancos de dados é transmitido aos alunos dentro das disciplinas que o abordam. Essa investigação é crucial para analisar a efetividade do ensino e a forma como os conceitos são assimilados.</p><p>A referência ao trabalho de Salinas Ibáñez et al. (2018) sobre blended learning, embora não aborde diretamente o ensino de banco de dados, traz uma perspectiva relevante para a análise. A referência ao blended learning sugere que a pesquisa deve considerar a possibilidade de diferentes métodos de ensino, incluindo a integração de recursos online e presenciais.</p><p>Para responder a essa pergunta, é importante analisar os seguintes aspectos:</p><p>· Metodologias de ensino: Quais métodos pedagógicos são utilizados para ensinar banco de dados? As aulas são expositivas, práticas, ou utilizam outras abordagens?</p><p>· Recursos didáticos: Quais recursos didáticos são empregados no ensino de banco de dados? São utilizados softwares específicos, plataformas online, exercícios práticos, estudos de caso, ou outros materiais?</p><p>· Integração com outras disciplinas: O ensino de banco de dados é integrado com outras disciplinas? Como essa integração ocorre e quais são seus benefícios?</p><p>· Avaliação: Como o aprendizado de banco de dados é avaliado? Quais instrumentos de avaliação são utilizados?</p><p>Ao abordar essas questões, a pesquisa poderá identificar as práticas mais eficazes no ensino de banco de dados, as áreas que necessitam de aprimoramento e as tendências futuras nesse campo.</p><p>A pesquisa também poderá investigar a influência do blended learning no ensino de banco de dados, analisando as vantagens e desvantagens de sua aplicação nesse contexto. Essa análise permitirá identificar as melhores práticas para integrar recursos online e presenciais de forma eficaz, promovendo o aprendizado e o desenvolvimento de habilidades essenciais para o mercado de trabalho.</p><p>Com base nessa análise, a pesquisa poderá contribuir para a elaboração de estratégias pedagógicas mais eficientes para o ensino de banco de dados, preparando os alunos para as demandas do mercado e para a utilização eficaz dessa tecnologia em diversos campos de atuação.</p><p>· “Existem desafios e oportunidades relacionados ao ensino de banco de dados, poderia selecionar carreiras relacionadas.”</p><p>"A universidade não pode permanecer em silêncio. As funções formativas, de aconselhamento e produtivas são agora mais importantes do que nunca. Ousar saber... e saber ousar. As universidades – com a liderança europeia – devem ser farol e torre de vigia no século XXI. Eu me apego ao que foi dito: a justiça, apesar da lei e do costume, apesar do dinheiro e da esmola."</p><p>Casaldáliga, como citado em Zaragoza, 2008</p><p>A pergunta "Existem desafios e oportunidades relacionados ao ensino de banco de dados, poderia selecionar carreiras relacionadas?" nos convida a analisar o panorama atual do ensino de banco de dados, identificando os desafios e as oportunidades que ele apresenta. A citação de Casaldáliga, defendendo a importância da universidade como farol e torre de vigia no século XXI, nos lembra que o ensino de banco de dados tem o papel fundamental de formar profissionais capazes de lidar com os desafios contemporâneos e de contribuir para o desenvolvimento da sociedade.</p><p>Desafios:</p><p>· Evolução tecnológica constante: O mundo da tecnologia, especialmente no campo dos bancos de dados, evolui rapidamente. Manter o ensino atualizado com as novas linguagens, ferramentas e tecnologias é um desafio constante.</p><p>· Falta de profissionais qualificados: A demanda por profissionais qualificados em banco de dados é alta, mas a oferta de mão de obra especializada muitas vezes não acompanha essa demanda.</p><p>· Atualização profissional: É fundamental que os profissionais de banco de dados se mantenham atualizados com as novas tecnologias e tendências. As universidades têm a missão de oferecer programas de atualização profissional que atendam a essa necessidade.</p><p>· Engajamento dos alunos: O ensino de banco de dados pode ser desafiador para os alunos, especialmente para aqueles que não possuem familiaridade com a área. É preciso encontrar formas de tornar o ensino mais interessante, prático e relevante para os alunos.</p><p>Oportunidades:</p><p>· Grande demanda no mercado: O mercado de trabalho para profissionais de banco de dados está aquecido, com oportunidades em áreas diversas, como desenvolvimento web, ciência de dados, inteligência artificial, segurança da informação, entre outras.</p><p>· Crescimento do Big Data: O grande volume de dados gerados diariamente cria uma demanda crescente por profissionais capazes de coletar, armazenar, analisar e interpretar esses dados.</p><p>· Inovação tecnológica: As novas tecnologias de banco de dados, como NoSQL, Cloud Databases e Blockchain, abrem novas possibilidades para o desenvolvimento de soluções inovadoras.</p><p>· Salários competitivos: Os profissionais de banco de dados geralmente recebem salários competitivos, refletindo a alta demanda e a importância da área.</p><p>Carreiras Relacionadas:</p><p>· Cientista de Dados: Analisa grandes conjuntos de dados para extrair insights e informações relevantes.</p><p>· Engenheiro de Dados: Projeta, constrói e mantém sistemas de armazenamento e processamento de dados.</p><p>· Desenvolvedor de Banco de Dados: Cria, mantém e otimiza bancos de dados para diversas aplicações.</p><p>· Analista de Business Intelligence: Coleta, analisa e interpreta dados para auxiliar na tomada de decisões estratégicas.</p><p>· Engenheiro de Segurança da Informação: Protege dados e sistemas de ataques e invasões.</p><p>· Arquiteto de Soluções: Projeta e implementa soluções tecnológicas que envolvem bancos de dados.</p><p>A universidade, como farol e torre de vigia, tem a responsabilidade de formar profissionais qualificados, capazes de enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades do mercado de trabalho. O ensino de banco de dados, quando bem estruturado, oferece aos alunos as ferramentas e os conhecimentos necessários para construir uma carreira promissora e contribuir para o desenvolvimento da sociedade.</p><p>· “Percepção sobre a Padronização: A padronização do ensino de banco de dados é considerada importante?”</p><p>Meirelles, F. (2023). Uso da TI nas Empresas. 34ª Pesquisa Anual da FGVcia. Recuperado de https://eaesp.fgv.br/sites/eaesp.fgv.br/files/u68/pesti-fgvcia-2023_0.pdf</p><p>A cobrança e o pagamento do serviço são feitos através do Azure. O pagamento do Oracle Database@Azure é contabilizado no seu Compromisso de Consumo do Microsoft Azure (MACC). Os clientes existentes do software Oracle Database podem usar a opção Traga sua própria licença (BYOL) ou Contratos de licença ilimitados (ULAs). Nas suas faturas regulares do Microsoft Azure, você pode ver os encargos do Oracle Database@Azure juntamente com os encargos dos outros serviços do Azure Marketplace.</p><p>Oracle. (2024, 2 de setembro). Oracle Database@Azure. Recuperado de https://https://learn.microsoft.com/en-us/azure/oracle/oracle-azure-overview</p><p>A padronização no ensino de banco de dados se mostra essencial, principalmente considerando a crescente utilização de tecnologias de informação nas empresas, conforme abordado na pesquisa da FGVcia (2023).</p><p>ensino.</p><p>“Apesar dos estudos realizados pelo grupo de pesquisa System R, o primeiro sistema comercial de banco de dados foi construído pela Honeywell Information Systems Inc, em junho de 1976. O sistema era baseado em muitos princípios do sistema que a IBM concebeu, mas foi modelado e implementado fora da IBM.”</p><p>DATE, Christopher J. Introdução a sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 2000.</p><p>A problemática central desta pesquisa reside na necessidade de avaliar se a padronização do ensino de banco de dados com linguagem SQL da Oracle e Microsoft é a melhor escolha para preparar os alunos para o mercado de trabalho. A escolha de uma plataforma de banco de dados, especialmente no contexto do ensino superior, impacta diretamente a qualidade da formação, o desenvolvimento de habilidades e a inserção dos alunos no mercado de trabalho.</p><p>Demanda do mercado: O mercado de trabalho para profissionais de T.I. com habilidades em banco de dados é crescente e competitivo. A falta de profissionais qualificados e com conhecimento de plataformas de banco de dados como Oracle e Microsoft é uma realidade em diversos setores.</p><p>Evolução das Tecnologias: As tecnologias de banco de dados estão em constante evolução. O ensino precisa acompanhar essas mudanças para preparar os alunos para lidar com as demandas atuais e futuras do mercado.</p><p>Segurança da informação: A segurança da informação é um fator crítico no gerenciamento de dados. A escolha de plataformas de banco de dados com recursos robustos de segurança é essencial para garantir a proteção de dados sensíveis.</p><p>Custo e Disponibilidade: As plataformas Oracle e Microsoft são amplamente utilizadas no mercado, o que contribui para a sua disponibilidade e acesso a recursos de suporte e treinamento. No entanto, o custo de licenças e infraestrutura pode ser um fator limitante para algumas instituições de ensino.</p><p>Integração com outras ferramentas: As plataformas Oracle e Microsoft se integram a diversos softwares e sistemas utilizados no mercado, o que facilita a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos em sala de aula.</p><p>Embora existam pesquisas sobre o ensino de banco de dados em nível internacional, a discussão sobre a padronização do ensino com plataformas específicas, como Oracle e Microsoft, ainda é um tema relativamente novo. A maioria das pesquisas se concentra em analisar as práticas de ensino, as tecnologias utilizadas, a avaliação do aprendizado, e a integração de TICs no ensino de banco de dados.</p><p>No contexto brasileiro, o tema da padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft ainda é pouco explorado. As universidades brasileiras geralmente adotam diferentes plataformas, o que torna a análise de padrões e tendências complexa.</p><p>A realização desta pesquisa contribuirá para o avanço do debate sobre a padronização do ensino de banco de dados no Brasil. A investigação sobre a viabilidade da padronização com Oracle e Microsoft, considerando a realidade das universidades brasileiras, é fundamental para oferecer subsídios para a tomada de decisões estratégicas e para a melhoria da qualidade da formação de profissionais de T.I.</p><p>Ao avaliarmos isso, de forma não tendenciosa e baseada na experiencia de vida do autor, escolas estudadas, empresas trabalhadas e cursos oferecidos pela demanda de acesso ao integrante participativo da confecção deste mesmo, sendo assim, demos preferência para pessoas que estavam dispostas a colaborar, aparentemente ao descobrirmos que um trabalho de fim de curso, em mestrado, depende de uma pesquisa, logo me agilizei para contactar as pessoas dentro deste período que não é grande oferecido por um mestrado, tivemos acesso a 24 universidades, o número foi de referência quantitativa aleatória oferecida e baseado por pessoas dispostas a realmente responder e que de imediato contato se prontificaram a responder o Email.</p><p>Os dados quantitativos escolhidos para que essa pesquisa fosse realizada foi baseada em uma hierarquia de escolha horizontal sem verticalização qualitativa nenhuma, apenas usamos de base o recurso oferecido e estruturado e referenciado no contexto da obra e do projeto pela faculdade Getúlio Vargas, uma pesquisa que oferece total e sem parcimônia com empresa alguma o resultado referente a escolha empresarial do framework de trabalho, tanto por empresas menores, quanto maiores, veja bem. O estudo foi feito, é inegável a existência de uma preferência, como já dito não estamos dispostos a discutir a reinvenção da roda, estamos dispostos a oferecer dados de pesquisa que indicam que o uso dos frameworks escolhidos pela maioria no mercado de trabalho, para a didática no ensino superior aferisse uma qualidade maior no ensino e profissionais treinados para ingressar de melhor forma em trainees para empresas multinacionais ou de grande impacto em seu valor de mercados nacional.</p><p>Ao serem compiladas as informações, que possibilitam que os dados atendam a informação que respondam as perguntas, chegamos a uma analise final dos dados quantitativos que nos qualificam a responder algumas questões, essas questões com base em referencias de métodos de pesquisa previamente realizado por outros profissionais, nos permite validar de forma unanime, que a Microsoft e a ORACLE, são dominantes de forma igual no mercado oferecido de plataforma, demonstrando que atende parcialmente o monopólio de qualificação profissional de grande escala, não são afirmações aleatórias, são afirmações qualificadas ao final de todo esse estudo, aqui introduzimos o leitor a qual o resultado esperado, para que poupe se de tormentas e agonias pessoais por inocência ou desconhecimento, que eu já tive em minha jornada no mundo da tecnologia da informação.</p><p>Finda-se a tormenta da desinformação, sobre a real escolha das empresas, passamos a nos qualificar, estudar o procedimento, para integração dos componentes curriculares em alinhamento ao discente, o docente responsável por saber isso e não o estudante, este que vem a estudar, não tem a contemplação do conhecimento de pesquisa de mercado, isso cabe a instituição, previamente verificar e validar, para que se alinha da melhor forma a atender a mão de obra necessária para maior empregabilidade em menor tempo, dados as necessidades atuais, futuras pesquisas de mercado também tem que ser feita, no campo de empregabilidade e capacidade de execução do aprendizado, porém nos atemos aqui em visualizar o estudo do indivíduo capacitado a lecionar na área, ou modular metodologias de ensino, na área de coordenação pedagógica, direção geral ou de curso, estes que tem a capacitação necessária para executar o plano de ensino, tem que se ater as necessidades reais do mercado, tal alienação não compromete a instituição, compromete apenas o discente, que vai estar em completa desvantagem com os estudantes de instituições comprometidas em atender essa padronização, que não é escolhida por mim e sim pela pesquisa do mercado de trabalho, feita previamente e selecionada por mim para referência de estudo e comprovação por pesquisa quantitativa.</p><p>Essa pesquisa de 2024 foi escolhida apenas para o efeito de referência, temos algumas premissas, e o projeto todo será muito mais bem detalhado e explicado por outra pesquisa que foi desenvolvida em específico para a área de database, essa pequena demonstração é apenas para uma referência de elaboração qualificada que documenta o estudo aferido, temos como exemplo simples e Access que teve seu começo iniciado apenas em 1992, trata se de tecnologias recentes e aplicações metodológicas de aprendizagem na área estão sendo implementadas com foco no mercado de trabalho apenas com a inovação pelo MEC com cursos de TECNOLOGIA, e a nova classificação que acompanha os licenciados e bacharéis na área, os TECNOLOGOS.</p><p>“O Microsoft Access foi lançado pela primeira vez em novembro de 1992, como parte do pacote Microsoft Office para Windows.”</p><p>Microsoft. (2023). Microsoft Access. Recuperado de https://www.microsoft.com/en-us/microsoft-365/access</p><p>O lançamento do Microsoft Access</p><p>O gráfico fornecido na pesquisa revela a predominância do uso de bancos de dados Microsoft (Access e SQL), que representa 54% da preferência entre usuários finais e clientes, seguido por Oracle (BD e MySQL), com 36%, e outros sistemas, como IBM e Progress, somando 10%. Essa disparidade indica uma concentração significativa no uso de tecnologias de banco de dados específicas, refletindo a necessidade de padronização tanto no ensino quanto no mercado de trabalho.</p><p>A padronização possibilita uma maior eficiência no treinamento de profissionais, uma vez que o domínio de plataformas amplamente usadas, como as da Microsoft e Oracle, é fundamental para a competitividade no mercado. Empresas, ao adotarem essas tecnologias, esperam que seus profissionais estejam familiarizados com elas, o que reforça a importância de currículos educacionais voltados a preparar estudantes para trabalhar com essas soluções. Além disso, ao concentrar o ensino em plataformas populares, as instituições de ensino podem garantir que os alunos desenvolvam competências amplamente aplicáveis e transferíveis para diferentes contextos profissionais.</p><p>Outro aspecto que merece destaque é a recente integração do Oracle Database com o Microsoft Azure. A possibilidade de utilização da solução Oracle Database@Azure traz novas oportunidades para empresas que operam com ambas as tecnologias, ampliando a interoperabilidade entre diferentes plataformas e a flexibilidade no uso de bancos de dados. Segundo o Oracle (2024), clientes existentes do Oracle Database podem aproveitar opções como o BYOL (Traga sua própria licença) ou Contratos de licença ilimitados (ULAs), integrando essas soluções com outros serviços do Azure. Esse avanço reafirma a importância da padronização no ensino de banco de dados, uma vez que a demanda por profissionais que dominem essas tecnologias híbridas tende a crescer.</p><p>O ensino padronizado também permite que as empresas reduzam custos e tempo com treinamentos internos, garantindo que os profissionais recém-contratados já cheguem com o conhecimento necessário para operar as ferramentas e plataformas mais utilizadas no mercado. Para os profissionais, por outro lado, essa padronização oferece uma vantagem competitiva, uma vez que estarem familiarizados com tecnologias amplamente utilizadas pode facilitar a obtenção de emprego e melhorar suas perspectivas de carreira.</p><p>Em síntese, a padronização do ensino de banco de dados não só é considerada importante como também essencial no cenário atual, em que a convergência de diferentes plataformas e a dominância de soluções específicas, como Microsoft e Oracle, ditam o ritmo do mercado. Adotar uma abordagem padronizada no ensino garante a formação de profissionais preparados para atender às demandas corporativas e acompanhar as tendências tecnológicas emergentes.</p><p>· “Quais cursos você realizou que possuem a matéria de Banco de Dados?”</p><p>"a programação de unidades didáticas por competências"</p><p>Ambrós, A. (2018). A programação de unidades didáticas por competências. Aula de Inovação Educativa, 180, 26-32.</p><p>Ambrós (2018) destaca que "a programação de unidades didáticas por competências" (p. 26) é uma estratégia pedagógica que tem ganhado destaque nos últimos anos. Ao centrar o ensino em habilidades e capacidades específicas, essa abordagem permite que os estudantes desenvolvam um aprendizado mais significativo e autônomo, promovendo a sua participação ativa na construção do conhecimento.</p><p>· “Expectativas em Relação a Oracle: Quais as expectativas dos docentes em relação ao uso de Oracle no ensino?”</p><p>"Sustenta-se a necessidade de estabelecer diretrizes, desenhos, implementações e desenvolvimentos instrumentais para determinar os impactos das aprendizagens por competências como uma forma de evidenciar a apropriação de saberes integrais complexos."</p><p>Ríos Muñoz, D., & Hererra Araya, D. (2017). Los desafíos de la evaluación por competencias en el ámbito educativo. Educação e Pedagogia, ISSN 1678-4634.</p><p>A pergunta "Expectativas em Relação a Oracle: Quais as expectativas dos docentes em relação ao uso de Oracle no ensino?" nos coloca diante de uma questão crucial: como o uso do Oracle pode contribuir para a formação de profissionais mais qualificados e preparados para o mercado de trabalho? A citação de Ríos Muñoz e Hererra Araya (2017) sobre os desafios da avaliação por competências nos convida a analisar as expectativas dos docentes sob a lente da formação de competências, um conceito central para a educação contemporânea.</p><p>As expectativas dos docentes em relação ao uso de Oracle no ensino provavelmente se concentram em:</p><p>· Desenvolvimento de Competências: Os docentes esperam que o uso de Oracle contribua para o desenvolvimento de competências essenciais para profissionais da área, como:</p><p>· Domínio técnico: Familiaridade com a linguagem SQL, modelagem de dados, administração de bancos de dados e outras ferramentas e tecnologias relacionadas.</p><p>· Resolução de problemas: Capacidade de identificar, analisar e solucionar problemas relacionados a banco de dados.</p><p>· Trabalho em equipe: Habilidade para colaborar com outros profissionais em projetos de desenvolvimento e implementação de sistemas de banco de dados.</p><p>· Pensamento crítico e analítico: Capacidade de analisar dados e informações para extrair insights relevantes e tomar decisões estratégicas.</p><p>· Atualização profissional: A utilização do Oracle em sala de aula pode oferecer aos alunos a oportunidade de trabalhar com ferramentas e tecnologias utilizadas no mercado, facilitando sua inserção profissional.</p><p>· Preparo para o mercado de trabalho: O domínio do Oracle pode abrir portas para uma gama variada de oportunidades de carreira, como desenvolvimento web, ciência de dados, inteligência artificial, segurança da informação e outras áreas em constante crescimento.</p><p>· Experiências práticas: Os docentes esperam que o uso de Oracle permita oferecer aos alunos experiências práticas, desenvolvendo projetos reais e simulando cenários do mundo profissional.</p><p>· Integração com outras disciplinas: A utilização de Oracle pode facilitar a integração do ensino de banco de dados com outras disciplinas, como programação, estatística, administração e outras áreas que utilizam sistemas de banco de dados.</p><p>Ao utilizar o Oracle em sala de aula, os docentes devem buscar integrar a ferramenta à metodologia de ensino, buscando desenvolver competências, promover o aprendizado significativo e preparar os alunos para os desafios do mercado de trabalho. É fundamental que o uso de Oracle seja complementado por outras atividades e recursos pedagógicos que complementem o aprendizado, como estudos de caso, projetos práticos, trabalhos em grupo e discussões.</p><p>O foco na avaliação por competências, como destacado por Ríos Muñoz e Hererra Araya (2017), demanda que os docentes avaliem o desenvolvimento das competências dos alunos, utilizando instrumentos adequados que demonstrem a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos. A avaliação por competências, além de ser mais abrangente, também permite que os docentes identifiquem as áreas em que os alunos precisam de maior atenção, adaptando as estratégias de ensino e oferecendo suporte individualizado para que cada aluno desenvolva seu potencial ao máximo.</p><p>O uso de Oracle no ensino, quando bem planejado e integrado a uma metodologia de ensino focada no desenvolvimento de competências, pode ser uma ferramenta valiosa para a formação de profissionais mais qualificados, competitivos e aptos a contribuir para o desenvolvimento da sociedade.</p><p>· “Expectativas em Relação a Microsoft: Quais as expectativas dos docentes em relação ao uso de Microsoft no ensino?”</p><p>"Assume-se o desafio que a prática avaliativa por competências tem ao incorporar os principais atores do processo de ensino e aprendizagem, com o objetivo de realizar uma avaliação mais participativa e democrática."</p><p>Ríos Muñoz, D., & Hererra Araya, D. (2017). Los desafíos de la evaluación por competencias en el ámbito educativo. Educação e Pedagogia, ISSN 1678-4634.</p><p>· “Qual Sua Universidade e Polo,</p><p>por favor.”</p><p>Essa pergunta visa identificar a instituição de ensino e o local (polo) onde a pessoa está vinculada, o que pode ser necessário para fins administrativos, como vinculação a um curso ou acesso a serviços específicos de um polo regional. Também pode ser relevante para segmentar participantes de pesquisas ou estudos educacionais por localidade ou instituição.</p><p>· “Poderia deixar seu Email e Nome, Por Favor.”</p><p>O nome e o e-mail servem para identificar o indivíduo de forma única e permitir o contato direto. O e-mail pode ser usado para comunicações oficiais, como o envio de materiais, avisos, ou resultados relacionados ao estudo ou atividade em que a pessoa está envolvida. Solicitar essas informações é comum em situações formais em que é necessário ter uma forma de acompanhamento ou comunicação futura.</p><p>· “Não é obrigatório. Segue normas do termo de consentimento.”</p><p>A frase indica que, de acordo com o termo de consentimento, a pessoa tem o direito de decidir se deseja ou não fornecer essas informações. Isso está em conformidade com os princípios éticos de respeito à autonomia do participante, onde o consentimento deve ser informado e voluntário. Não se deve obrigar ninguém a fornecer informações pessoais sem que ele compreenda os motivos e tenha a liberdade de optar.</p><p>Essas perguntas, portanto, são justificadas em situações de formalização, como em pesquisas acadêmicas ou processos de matrícula, mas respeitando os direitos de privacidade e consentimento dos participantes.</p><p>Essas perguntas são frequentemente encontradas em contextos acadêmicos e administrativos, onde há a necessidade de identificar e registrar informações básicas sobre os participantes. O objetivo principal é facilitar a vinculação da pessoa à instituição de ensino ou ao polo regional ao qual está associada, o que pode ser importante para acessar serviços ou atividades específicos.</p><p>Instituição de Ensino e Local (Polo)</p><p>A pergunta sobre a instituição de ensino e o local (polo) onde a pessoa está vinculada serve para fins administrativos, principalmente quando há diferentes polos educacionais espalhados em várias localidades. A segmentação por polo pode ser útil em casos de oferta de serviços específicos, como tutoriais presenciais, eventos, ou atividades acadêmicas regionais. Essas informações também podem ser utilizadas para estruturar pesquisas acadêmicas, permitindo que os dados coletados sejam organizados de forma a refletir as diferenças entre as localidades e, possivelmente, as condições particulares de cada polo.</p><p>Em instituições com presença nacional ou internacional, a vinculação ao polo é ainda mais importante, pois facilita a personalização de ofertas de serviços e o planejamento de atividades voltadas para as necessidades específicas de cada região. Além disso, em pesquisas educacionais, esses dados podem ajudar a identificar padrões de desempenho, acesso a recursos e outros fatores que variam conforme a localidade ou o polo ao qual o participante está vinculado.</p><p>Nome e E-mail</p><p>O pedido de informações como nome e e-mail é padrão em contextos formais, como matrículas em cursos, participação em eventos, ou em pesquisas acadêmicas. O nome permite a identificação individual do participante, enquanto o e-mail se torna um canal direto de comunicação, facilitando o envio de informações importantes, como materiais de estudo, notificações ou resultados de avaliações. Esses dados são essenciais para o acompanhamento dos participantes e a realização de comunicações que envolvem atualizações ou questões relacionadas à atividade em que estão inseridos.</p><p>Em pesquisas acadêmicas, por exemplo, o e-mail pode ser utilizado para o envio de um convite formal para participar de um estudo, ou para o envio de questionários e instruções. O uso de e-mails garante que haja um contato direto entre o pesquisador e o participante, além de facilitar a prestação de suporte ou esclarecimentos ao longo do processo de coleta de dados.</p><p>Consentimento e Privacidade</p><p>A frase "Não é obrigatório. Segue normas do termo de consentimento." reflete um aspecto ético essencial em qualquer situação onde são solicitadas informações pessoais. O termo de consentimento garante que o participante tenha total liberdade para decidir se deseja ou não fornecer essas informações, assegurando que sua privacidade seja respeitada. Esse princípio de autonomia é fundamental em qualquer processo de pesquisa, matrículas ou formalizações que envolvam a coleta de dados pessoais.</p><p>O consentimento informado é um dos pilares dos direitos dos participantes, assegurando que todas as informações solicitadas sejam explicitamente explicadas quanto ao seu uso, e que o participante tenha a liberdade de optar por compartilhar ou não os seus dados sem sofrer nenhuma penalização ou prejuízo.</p><p>Justificativa das Perguntas</p><p>Em resumo, essas perguntas são justificadas em contextos formais, como em processos de matrícula, participação em pesquisas ou eventos acadêmicos, pois garantem uma identificação clara e a capacidade de comunicação direta. No entanto, a não obrigatoriedade de fornecimento dessas informações segue normas éticas, preservando a privacidade e autonomia dos indivíduos, respeitando o seu direito de consentir ou não com o compartilhamento de dados pessoais.</p><p>Em suma, o respeito à privacidade, a clareza nas solicitações de informações e a transparência sobre o uso dos dados coletados são elementos fundamentais para garantir que essas perguntas sejam feitas de maneira ética e dentro dos padrões de conformidade.</p><p>BASE DE PESQUISA REFERENCIAL</p><p>Para a confecção ilustrativa deste capítulo, descreveremos de forma discreta sobre os temas de alguns selecionados temas no google scholar, a respeito de resultados precedentes, e então no âmbito de atribuições discorreremos sobre seus resultados, os artigos selecionados, todos utilizaram metodologia baseada em Oracle ou Microsoft, e com seus resultados poderemos ter um vislumbre da situação final, após o procedimentos metodológico e aprovação dos questionários e métodos de pesquisa, seguiremos narrando sobre nossos resultados, e mais bibliografia será inserida para a avaliação da obtenção de todos os resultados, dessa forma temos que ter sempre em mente é que o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação deve passar por modificações independentemente do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Não obstante, a determinação clara de objetivos obstaculiza a apreciação da importância das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Neste sentido, a hegemonia do ambiente político promove a alavancagem do levantamento das variáveis envolvidas. Percebemos, cada vez mais, que a revolução dos costumes causa impacto indireto na reavaliação do retorno esperado a longo prazo.</p><p>A avaliação final direciona para que evidentemente, a consolidação das estruturas desafia a capacidade de equalização dos métodos utilizados na avaliação de resultados. A nível organizacional, o acompanhamento das preferências de consumo exige a precisão e a definição dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Do mesmo modo, o fenômeno da Internet acarreta um processo de reformulação e modernização da gestão inovadora da qual fazemos parte. O uso da Oracle, se concretiza de forma a que desta maneira, a execução dos pontos do programa promove a alavancagem dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Assim mesmo, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos aponta para a melhoria do levantamento das variáveis envolvidas. Não obstante, o julgamento imparcial das eventualidades oferece uma interessante oportunidade para verificação das formas de ação. Por outro lado, a competitividade nas transações comerciais representa uma abertura para a melhoria do sistema de participação geral.</p><p>Contudo temos em contrapartida as preferências de consumo e que faz parte de um processo de gerenciamento dos níveis de motivação departamental. O cuidado em identificar pontos críticos na consulta aos diversos militantes acarreta um processo de</p><p>reformulação e modernização das diversas correntes de pensamento. E para atender temos a Microsoft em contrapartida, que acima de tudo, é fundamental ressaltar que o desafiador cenário globalizado representa uma abertura para a melhoria das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. O que temos que ter sempre em mente é que a mobilidade dos capitais internacionais possibilita uma melhor visão global das regras de conduta normativas. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a necessidade de renovação processual é uma das consequências de todos os recursos funcionais envolvidos. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a execução dos pontos do programa apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção do levantamento das variáveis envolvidas.</p><p>Resultados precedentes:</p><p>Metodologia Oracle: Diversos estudos demonstram a efetividade da metodologia Oracle no ensino de banco de dados, destacando sua capacidade de preparar alunos para o mercado de trabalho.</p><p>Desafios da padronização: Outros estudos identificam desafios na padronização, como a falta de infraestrutura, recursos e capacitação docente.</p><p>Perspectivas de docentes e alunos: Pesquisas revelam a importância que docentes e alunos atribuem às plataformas Oracle e Microsoft, reconhecendo sua relevância no mercado.</p><p>A Microsoft, gigante do software, também se destaca como ferramenta de ensino no campo de banco de dados. Diversos estudos comprovam a efetividade da plataforma em preparar alunos para as demandas do mercado de trabalho, proporcionando uma experiência de aprendizado robusta e relevante.</p><p>Domínio de Ferramentas Essenciais: A plataforma Microsoft oferece um conjunto completo de ferramentas para o ensino de banco de dados, como o SQL Server, Azure Data Studio e Power BI. Através do aprendizado dessas ferramentas, os alunos se tornam proficientes em áreas como modelagem de dados, gerenciamento de bancos de dados, análise de dados e visualização de dados.</p><p>Adaptabilidade e Flexibilidade: A Microsoft se destaca por sua flexibilidade e adaptabilidade, permitindo que diferentes instituições de ensino personalizem o ensino de banco de dados de acordo com suas necessidades específicas. Essa flexibilidade garante que os alunos recebam um ensino de qualidade, adequado à realidade do mercado e às demandas de cada instituição.</p><p>Suporte e Capacitação: A Microsoft também oferece suporte técnico e treinamentos para docentes, garantindo que estejam preparados para utilizar a plataforma de forma eficaz no ensino de banco de dados. Essa capacitação garante que os alunos recebam um ensino de qualidade, ministrado por profissionais qualificados e experientes.</p><p>Docentes Reconhecem Valor: Docentes de diversas instituições de ensino reconhecem a importância da Microsoft no ensino de banco de dados, ressaltando a relevância da plataforma para a formação de profissionais qualificados e preparados para o mercado de trabalho.</p><p>Alunos Demonstram Interesse: Alunos demonstram interesse em aprender a utilizar a Microsoft, reconhecendo a importância da plataforma para o seu futuro profissional. Eles buscam desenvolver habilidades práticas que os preparem para lidar com os desafios do dia a dia em empresas e organizações.</p><p>Mercado de Trabalho em Demanda: O mercado de trabalho demanda profissionais com habilidades em banco de dados e ferramentas como a Microsoft. A utilização da plataforma no ensino garante que os alunos estejam preparados para atender às demandas do mercado e conquistar oportunidades profissionais promissoras.</p><p>A Microsoft se consolida como uma ferramenta poderosa e eficaz no ensino de banco de dados, proporcionando aos alunos uma experiência de aprendizado de qualidade e relevante para o mercado de trabalho. A plataforma oferece recursos abrangentes, flexibilidade e adaptabilidade, além de contar com o suporte de uma comunidade vibrante e de programas de acesso à tecnologia. A utilização da Microsoft no ensino garante que os alunos estejam preparados para os desafios do futuro e para construir carreiras de sucesso na área de banco de dados.</p><p>Portanto, esta etapa se limita a apresentar trabalhos que demonstrem de fato o uso do framework, tanto Oracle, quanto Microsoft, seus resultados e metodologias, para que de fato, possamos comprovar que o estudo possui uma ampla área de implementação anterior e um mercado de trabalho significante, importante e abrangente.</p><p>a) DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS: Ênfase em Planejamento do Uso do Solo</p><p>“O presente trabalho tem como objetivo o desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas, que auxilie na elaboração de uma proposta para um melhor aproveitamento do solo, levando em conta os dados informados pelo usuário, comparando com as informações contidas dentro do banco de dados, sendo utilizado dentro da universidade no curso de Geografia. Utilizando uma metodologia de caráter exploratório, visando desenvolver o sistema através de uma mudança do que é utilizado atualmente. Em primeiro lugar, conceitua-se o que vem a ser um SIG (sua origem, características, entre outros), tratando também das áreas pertinentes ao assunto, como a cartografia (na parte de mapas), a questão do geoprocessamento, e as definições de solo, e quais são as culturas que irão fazer parte do banco de dados. Com o uso da plataforma .NET em conjunto com a ferramenta C# e o banco de dados do Microsoft SQL Server 2005, que resulta em uma combinação de uma linguagem atual com um banco de dados robusto e de uma sintaxe que é utilizada mundialmente, a SQL. Com isso chegamos ao final da proposta que é fazer do sistema uma ferramenta adequada ao mundo tecnológico acadêmico atual.”</p><p>Slompo, V. E. (2008). Desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas: Ênfase em Planejamento do Uso do Solo (Trabalho de Conclusão de Curso). Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.</p><p>O projeto de desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas (SIG) para o curso de Geografia da USC, descrito no PDF, utilizou o Microsoft SQL Server 2005 como banco de dados. Essa escolha foi crucial para a construção do sistema, permitindo o armazenamento e a manipulação eficiente das informações geográficas.</p><p>Aqui está a relação entre o projeto do SIG e a pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados nas universidades paulistas:</p><p>O projeto do SIG demonstra a importância do Microsoft SQL Server em aplicações práticas:</p><p>O SIG como exemplo de aplicação: O SIG desenvolvido para o curso de Geografia é um exemplo real de como o Microsoft SQL Server pode ser utilizado em aplicações práticas, armazenando, processando e analisando dados georreferenciados.</p><p>O Microsoft SQL Server como ferramenta de apoio ao ensino: A utilização do SQL Server no SIG evidencia a importância de familiarizar os alunos com essa ferramenta, preparando-os para atuar em áreas como geografia, cartografia e geoprocessamento, onde o banco de dados é fundamental.</p><p>A pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados oferece subsídios para o desenvolvimento do SIG:</p><p>Análise das necessidades de capacitação dos docentes: A pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados identificou a necessidade de capacitar docentes em relação a plataformas como Oracle e Microsoft. Essa informação é crucial para garantir que o SIG seja desenvolvido com foco nas ferramentas que os professores já dominam ou que estão em processo de aprendizado, facilitando a utilização do sistema no ensino.</p><p>Tendências em ferramentas de banco de dados: A pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados permitiu identificar as plataformas mais utilizadas nas universidades paulistas, orientando o desenvolvimento do SIG para que ele seja compatível com as ferramentas predominantes no ensino superior.</p><p>A integração dos dois projetos:</p><p>Formação de profissionais mais completos: A pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados, em conjunto com o projeto do SIG, contribui para a formação de profissionais de Geografia mais</p><p>completos, com conhecimentos em geoprocessamento e com domínio de ferramentas de banco de dados, preparando-os para o mercado de trabalho e para uma atuação mais eficiente.</p><p>Melhoria do ensino de Geografia: O SIG, desenvolvido com base nas informações da pesquisa e com o suporte do Microsoft SQL Server, tem o potencial de revolucionar o ensino de Geografia, tornando as aulas mais dinâmicas, interativas e eficientes, facilitando o aprendizado e a compreensão de conceitos complexos.</p><p>Em resumo, o projeto do SIG e a pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados se complementam, demonstrando a importância do Microsoft SQL Server e da capacitação de docentes em banco de dados para a formação de profissionais qualificados e para a modernização do ensino de Geografia.</p><p>b) PSY HELP SISTEMA DE APOIO A ESPECIALISTA PARA DIAGNÓSTICO DE ANSIEDADE E DEPRESSÃO DAS GERAÇÕES Y E Z EM ÁREAS HOSPITALARES.</p><p>“2.5.1 C Sharp Para o desenvolvimento do PA-Help foi utilizado a linguagem C Sharp, criada pela Microsoft, 21 relacionada a plataforma .NET. E trata-se de uma linguagem de programação orientada a objetos, baseada em conceitos de outras linguagens, principalmente C++ e JAVA. Mesmo que considerada recente, vem se destacando no mercado de trabalho devido a praticidade e inovação contida nela (ARAUJO, 2010). As principais características da linguagem C Sharp (C#) são: a) Sua sintaxe é relativamente fácil; b) Todos os programas desenvolvimento geram um arquivo com a extensão DLL ou EXE, assim tornando a execução dos programas mais rápidos, comparados com outras linguagens. c) Seu desenvolvimento é orientado ao objeto; d) Apontadores só podem ser utilizados dentro de blocos especificamente marcados como inseguros; 2.5.2 Banco de dados. Basicamente todas as informações do PA-Help são armazenadas em um banco de dados utilizando o sistema de gerenciamento Microsoft SQL Express Edition. Segundo DATE (2004, p. 10) “Um banco de dados é uma coleção de dados persistentes, usada pelos sistemas de aplicação de uma determinada empresa”. Em outras palavras, um banco de dados é um local onde são armazenados dados necessários das atividades de determinada organização, sendo este repositório a fonte para as aplicações atuais e as que vierem a existir. 2.5.3 SQL O PA-Help foi desenvolvido fazendo com que o mesmo tenha todas sua massa de dados armazenadas em um banco de dados, no qual foi utilizado linguagem SQL. A Structured Query Language (SQL) ou Linguagem de Consulta Estruturada foi criada pela IBM Research, no início da década de 1970, para o protótipo de um sistema de banco de dados chamado System R (DATE, 2004, p. 71). Apesar de conhecida como uma “linguagem de consulta”, a SQL oferece também recursos para definir a estrutura dos dados, atualizar – incluir, excluir e alterar – dados, especificar restrições de integridade e outros recursos mais (SILBERSCHATZ; KORTH; SUDARSHAN, 1999, p. 109). Sobre a linguagem SQL e a representatividade mundial: Conforme SETZER e SILVA (2005) A linguagem SQL representa um padrão mundial de manipulação de banco de dados, sendo fácil de utilizar e também sendo uma ferramenta muito poderosa. Foi reconhecida pela ANSI (American National Standards Institute) e pela ISO (International Standard Organization) como linguagem universal de consultas. A SQL é utilizada em sistemas de banco de dados como MYSQL, Oracle, PostgreSQL, Sysbase e Microsoft SQL Server entre outros, para armazenar e buscar dados para e a partir do banco de dados”</p><p>Amaral, T. L. (2020). PSY HELP - Sistema de apoio à especialista para diagnóstico de ansiedade e depressão das gerações Y e Z em áreas hospitalares (Trabalho de Conclusão de Curso). Universidade do Planalto Catarinense (UniFacvest), Lages, SC.</p><p>O PSY HELP é um sistema de apoio a especialista, um projeto inovador que busca auxiliar psicólogos no diagnóstico de ansiedade e depressão nas gerações Y e Z. Ele representa um avanço significativo na área da saúde mental, principalmente pela forma como integra a tecnologia à prática clínica.</p><p>O sistema, com base no modelo de Raciocínio Baseado em Casos (RBC), utiliza uma interface amigável para coletar informações relevantes do paciente através de uma anamnese detalhada. Essa anamnese, inspirada na escala HADS, captura dados sobre os sintomas, histórico e outros aspectos importantes, construindo um perfil completo do paciente.</p><p>O papel crucial do Microsoft SQL Server:</p><p>É aqui que o Microsoft SQL Server entra em cena. Ele atua como o coração do PSY HELP, armazenando, organizando e protegendo toda a base de dados do sistema.</p><p>SQL Server é fundamental para:</p><p>Armazenamento Seguro e Confiável: O banco de dados SQL Server garante a segurança e a integridade das informações dos pacientes, utilizando criptografia SHA256 para proteger dados sensíveis.</p><p>Gerenciamento Eficiente de Dados: O SQL Server organiza as informações da anamnese de forma eficiente, permitindo consultas rápidas e precisas, o que é crucial para a análise do psicólogo.</p><p>Análise Estatística Potente: A linguagem SQL, utilizada no SQL Server, permite a realização de análises estatísticas dos dados coletados, auxiliando o psicólogo na identificação de padrões e tendências, e no próprio diagnóstico.</p><p>O PSY HELP e o futuro da psicologia:</p><p>A combinação do Raciocínio Baseado em Casos com a base de dados SQL Server torna o PSY HELP uma ferramenta poderosa, que oferece aos psicólogos:</p><p>Diagnóstico Mais Preciso: O sistema, ao comparar os dados do paciente com uma base de conhecimento alimentada por casos anteriores, auxilia na identificação do diagnóstico mais preciso, reduzindo a margem de erro e otimizando o tempo do psicólogo.</p><p>Tratamento Personalizado: A análise estatística dos dados permite que o psicólogo personalize o tratamento, considerando as necessidades específicas de cada paciente, ajudando a alcançar melhores resultados.</p><p>Eficiência e Agilidade: O sistema, com o suporte do SQL Server, torna o processo de diagnóstico e tratamento mais eficiente e ágil, liberando o psicólogo para dedicar mais tempo à interação com o paciente</p><p>c) DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE UM SOFTWARE PARA COMUNICAÇÃO CORPORATIVA</p><p>“RESUMO: Com o mundo globalizado, a comunicação entre as pessoas tem se tornado cada vez mais rápida e prática, devido às novas tecnologias e aparelhos eletrônicos que possibilitam essa troca de informações em tempo real. Essa ágil troca de informações tornou-se um problema na comunicação interna de muitas empresas de médio e grande porte. A comunicação interna de uma empresa consiste no fluxo de informações, relatórios, reuniões, agenda e a comunicação entre departamentos e funcionários realizados dentro da empresa. O uso de um software específico que gerencie e organize o dia a dia dos funcionários de uma empresa é de suma importância atualmente, pois este proporcionará segurança, agilidade e praticidade às pessoas relacionadas a um ambiente de trabalho que trocam informações e agendam reuniões constantemente entre si. O estudo de ferramentas e métodos para melhorar a comunicação corporativa nas empresas é um tema pouco difundido atualmente e dentro deste contexto o presente trabalho tem por objetivo elucidar essa problemática com a comunicação corporativa, desenvolvendo um software on-line capaz de organizar e aperfeiçoar parte de seus processos, realizando-os de maneira ágil, segura, simples e viável para as empresas e seus colaboradores. A ferramenta utilizada no desenvolvimento deste software foi o Microsoft Visual Studio 2005 ®, usando os recursos da linguagem VB.NET, juntamente com o banco de dados Microsoft SQL Server 2005 Express Edition ®. PALAVRAS-CHAVE: Comunicação Corporativa; Empresas; Tecnologia da Informação; Software.”</p><p>Maeda, E., Bissi, W., & Amaral, A. M. M. M. (2007). Desenvolvimento e validação de um software para comunicação corporativa. Anais do Congresso Brasileiro de Administração, Curitiba, PR, Brasil.</p><p>Vislumbramos mais um projeto que amplifica em muito o posicionamento de que com o uso da plataforma Microsoft saímos</p><p>bem-sucedido sem questionamentos, observa se uma ampla gama de atributos didáticos para empreender nessa área capaz de atuar em multidisciplinaridades amplificando em muito o já supra citado fato de que ela contribui para os atributos didáticos do treinamento padronizado, já que o profissional vem habilitado das certificações Microsoft para suas atribuições.</p><p>Vemos abaixo um pouco da introdução deste tema.</p><p>“1 INTRODUÇÃO Atualmente a comunicação entre as pessoas tem se tornado cada vez mais rápida e prática, devido às novas tecnologias e aparelhos eletrônicos que possibilitam essa troca de informações em tempo real. Com um grande fluxo de informações chegando e saindo a todo o momento entre determinados setores de uma empresa, torna-se impossível gerenciá-las de forma manual com lembretes e/ou editais. A problemática levantada por este trabalho é o gerenciamento do volume de informações dentro de uma unidade corporativa. No caso desta pesquisa a unidade corporativa onde foram realizados estudos foi o GPSI (Grupo de Pesquisa de Sistema de Informação). A automatização da comunicação corporativa, bem como os benefícios advindos da mesma (tais como: agilidade e facilidade na troca de informações) é um tema pouco difundido atualmente no meio acadêmico, e este aspecto foi o que chamou a atenção para o desenvolvimento desta pesquisa. O presente trabalho tem por objetivo realizar um estudo aprofundado sobre ferramentas e métodos que melhoram a comunicação corporativa nas empresas com o intuito de desenvolver um software on-line capaz de organizar e aperfeiçoar parte dos processos e atividades relacionados a comunicação corporativa, realizando-os de maneira ágil, segura, simples e viável para as empresas e seus colaboradores.”</p><p>d) SISEAD: AMBIENTE WEB PARA ENSINO A DISTÂNCIA</p><p>“2.2.	OBJETIVO ESPECÍFICO</p><p>· Utilização de linguagens como Jquery e Javascript, para que o SISEAD atenda o objetivo de ser dinâmico intuitivo e atraente ao usuário final;</p><p>· Com as tecnologias da Microsoft como o Visual Studio 2010 e o Sql Server 2008 buscará seguir as melhores práticas de desenvolvimento, de funcionamento, de desempenho e segurança;</p><p>· O Sistema será dividido em quatro módulos: administrador, coordenador, professor e aluno;</p><p>· Com todas essas funcionalidades citadas, para manter o foco que é ser dinâmico, o sistema contará com páginas que buscam seguir os padrões de IHC (Interface-Homem-Computador), tentando assim manter a harmonia do sistema em geral. Todo esse planejamento lógico passa para a parte social do sistema, que é servir como plataforma de ensino e ligar com o usuário final de uma forma intuitiva e clara.</p><p>3.	JUSTIFICATIVA</p><p>A escolha do tema surgiu a partir de pesquisas que demonstraram o crescimento do ensino a distância no Brasil. Mais pessoas procuram estudar dessa forma devido à comodidade de poder estudar em sua própria casa, se formar em menos tempo e com a mesma qualidade de ensino. Essas pesquisas são mostradas com mais detalhes no referencial teórico na parte de ensino a distância.</p><p>Com isso, inúmeras unidades de ensino à distância vêm surgindo no mercado como: UNINTER, ULBRA (Universidade Luterana do Brasil), UNIP Interativa (Universidade Paulista), Fatec Internacional (Faculdade de Tecnologia), entre muitas outras. Com esse crescimento das faculdades, aumenta a demanda e surgem mais oportunidades para escolhas de novos sistemas que auxiliam alunos e professores em suas atividades e desenvolvimento durante a formação. Alguns exemplos de sistemas web de EAD são: Moodle, TelEduc, eCollege.</p><p>O foco do presente trabalho não estará em buscar comparações com outros sistemas do mercado e sim em apresentar suas vantagens e qualidades, como em demonstrar padrões de IHC com telas simples, contendo somente o necessário para a realização das atividades propostas, telas e interfaces agradáveis. Demonstrando dessa forma que o grande diferencial esta em ajudar seus usuários da melhor forma e mais agradável possível.</p><p>No lado do desenvolvimento é muito interessante desenvolver um sistema que trabalhe como uma ferramenta de apoio a um método de ensino que explore a tecnologia da internet, utilizando para isso plataformas e linguagens inteligentes e que tornam mais fácil o trabalho. A descrição das tecnologias utilizadas pode ser vista em materiais e métodos.</p><p>Portanto, esse sistema surge como uma nova opção a alunos e professores melhorando seus estudos, auxiliando suas formações acadêmicas com rapidez, comodidade e liberdade de tempo, como também mais agilidade e funcionalidade na forma de trabalhar e publicar atividades dos professores.”</p><p>Oliveira, R. D. (2012). SISEAD: Ambiente web para ensino a distância. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciência da Computação), Universidade Sagrado Coração, Bauru, SP.</p><p>Podemos avaliar mais um projeto grandioso de grande contribuição para o campo da informática, na área de dados, salientando mais uma vez que os profissionais sempre focados no uso da linguagem SQl, mesmo sendo Microsoft, a linguagem SQl do estudo contempla uma amplificação que padronizaste da escala do ensino técnico ao superior e pós-doutorado, onde se aplicam vastas gamas tecnológica multidisciplinar com a linguagem explicitada.</p><p>1. “INTRODUÇÃO</p><p>A educação se tornou essencial para quem deseja uma boa colocação no mercado atual, mais reconhecimento profissional e uma melhor qualidade de vida. Sendo assim, visualiza-se que grandes cargos geram bons salários e na maioria dos casos só se conquista com muito estudo, principalmente na área tecnológica, como mostra o site Olhar Digital (2012). Segundo Bastos (1997) a educação no mundo de hoje tende a ser tecnológica, o que, por sua vez, vai exigir o entendimento e interpretação de tecnologias. Como as tecnologias são complexas e práticas ao mesmo tempo, elas exigem uma nova formação do homem que remeta à reflexão e à compreensão do meio social em que ele se circunscreve.</p><p>Com esse avanço da educação tecnológica uma modalidade de ensino- aprendizagem que surgiu foi o ensino a distância, como cita Lara (2009).</p><p>Essa modalidade de ensino permite uma eficaz combinação de estudo e trabalho, garantindo a permanência do aluno em seu próprio ambiente, seja ele profissional, cultural e familiar. O aluno passa a ser sujeito ativo em sua formação (construção do conhecimento) e faz com que o processo de aprendizagem se desenvolva no mesmo ambiente em que se trabalha e vive alcançando assim uma formação entre teoria e prática ligada à experiência e em contato direto com a atividade profissional que se deseja aperfeiçoar (LARA, 2009).</p><p>Conforme afirma Mehlecke e Tarouco (2003), acrescenta-se que para apoiar o EAD (Ensino a distância), a Internet e equipamentos portáteis com acesso a mesma têm sido de suma importância e extremamente usados. Com isso sistemas web para apoiar o ensino a distância foram surgindo, e cada vez mais buscando auxiliar a ligação do professor com o aluno através das atividades atribuídas.</p><p>O objetivo dos sistemas de ensino a distância em geral é colaborar com o desenvolvimento pessoal de cada aluno, proporcionando facilidade de acesso, flexibilidade de horários, apoiar os alunos nas atividades atribuídas, entre outras vantagens.</p><p>No caso da EAD (Ensino a distância), tanto do lado do aluno quanto do professor, estas novas tecnologias exigem maior dedicação, pois, dentre outros desafios, o ambiente educacional passa a ser</p><p>2</p><p>inteiramente virtual, isto é, o contato “vis-a-vis” da sala de aula convencional, professor-aluno e aluno-aluno, passam a inexistir, e o material didático passa a ser digital, necessitando de um apuro técnico maior (ARAUJO et. al , 2004, p. 2).</p><p>O grande desafio de um sistema de EAD é possuir aparência e organização de telas e textos de fácil compreensão pela sociedade que o utiliza, proporcionando cada vez mais a interação que se espera dessa modalidade de ensino. Segundo Agner (2002), a importância do design de telas, hoje, se explica pelo fato do canal visual ser o meio mais importante de comunicar informações ao</p><p>usuário.</p><p>Esse trabalho demonstra que com a elevação da EAD no mercado educacional e tamanha demanda encontrada em pesquisas, surgiu a ideia de desenvolver um protótipo de um sistema que seja a base dos estudos de alunos e uma plataforma para gerenciamento aos professores e administradores.”</p><p>e) ANÁLISE POSTURAL DE ESCOLIOSES UTILIZANDO PROCESSAMENTO DE IMAGENS</p><p>“Arquitetura WIA (Windows Image Acquisition)</p><p>A WIA é um modelo de driver e uma API para sistemas operacionais modernos da família Windows que habilita comunicação entre um software e um hardware de imagem, tal como scanners, câmeras digitais e equipamentos de vídeo. Essa arquitetura foi introduzida inicialmente em 2000 como parte da versão Windows ME e ainda continua sendo o modelo de API e dispositivo de imagem utilizado nas versões posteriores do Windows. (WIA, 2016).</p><p>A WIA inclui vários componentes disponibilizados pelas ISV, IHV e pela Microsoft, tal como mostra a Figura 13.”</p><p>“C# e SQL Server</p><p>O presente trabalho tem como objetivo o desenvolvimento de uma aplicação para análise postural. Essa aplicação foi desenvolvida na linguagem de programação C# em conjunto com o banco de dados SQL Server.</p><p>Segundo Lotar (2010), C# (lê-se C Sharp) é uma linguagem de programação simples, porém poderosa e ao mesmo tempo ideal para desenvolver aplicações web com ASP.NET. É uma evolução do C e C++. O C# é uma linguagem orientada a objetos com a qual podemos criar classes que podem ser utilizadas por outras linguagens, por exemplo, o Visual Basic. Uma característica importante é o fato de ainda ser possível utilizar os componentes COM, facilitando assim uma rápida migração para um ambiente de desenvolvimento de alto nível sem precisar reescrever todas as aplicações que você possui.</p><p>Lotar (2010), cita ainda que a sintaxe utilizada pelo C# é relativamente fácil, o que diminui o tempo de aprendizado. Por ser uma linguagem orientada a objeto, existe a capacidade de uma classe herdar certas características ou métodos de outras classes, sejam elas escritas em C# ou em VB.</p><p>Segundo Lima e Reis (2002), dentre as características essenciais do C# podemos citar:</p><p>· Simplicidade: os projetistas de C# costumam dizer que essa linguagem é tão poderosa quanto o C++ e tão simples quanto o Visual Basic;</p><p>· Completamente orientada a objetos: em C#, qualquer variável tem de fazer parte de uma classe;</p><p>· Fortemente tipada: isso ajudará a evitar erros por manipulação imprópria de tipos, atribuições incorretas etc.;</p><p>· Gera código gerenciado: assim como o ambiente .NET é gerenciado, assim também é o C#;</p><p>· Tudo é um objeto: System.Object é a classe base de todo o sistema de tipos de C#;</p><p>· Controle de versões: cada assembly gerado, seja como EXE ou DLL, tem informação sobre a versão do código, permitindo a coexistência de dois assemblies homônimos, mas de versões diferentes no mesmo ambiente;</p><p>· Suporte a código legado: o C# pode interagir com código legado de objetos COM e DLLs escritas em uma linguagem não-gerenciada;</p><p>· Flexibilidade: se o desenvolvedor precisar usar ponteiros, o C# permite, mas ao custo de desenvolver código não-gerenciado, chamado “unsafe”;</p><p>· Linguagem gerenciada: os programas desenvolvidos em C# executam num ambiente gerenciado, o que significa que todo o gerenciamento de memória é feito pelo runtime via o GC (Garbage Collector), e não diretamente pelo programador, reduzindo as chances de cometer erros comuns a linguagens de programação, onde o gerenciamento da memória é feito diretamente pelo programador.</p><p>Deitel (2003), explica a linguagem C# como,</p><p>[...] Uma linguagem de programação visual dirigida por eventos e totalmente orientada a objeto, na qual os programas são criados usando-se um IDE (Integrated Development Environment – ambiente de desenvolvimento integrado). Com um IDE, um programador pode criar, executar, testar e depurar programas C# convenientemente, reduzindo assim o tempo necessário para produzir um programa funcional a uma fração do que levaria sem usar o IDE. (DEITEL 2003, p.53).</p><p>SQL Server é um SGBD – Sistema Gerenciador de Banco de Dados, relacional desenvolvido pela Microsoft. Foi criado em parceria com a Sybase em 1988 inicialmente para a plataforma OS/2. Esta parceria durou até 1994, com o lançamento da versão do Windows NT e desde então a Microsoft mantém a manutenção do produto. (PETERSEN, 2016).”</p><p>Silva, A. O. da (2016). Análise postural de escolioses utilizando processamento de imagem. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciência da Computação), Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP. Recuperado de https://repositorio.unisagrado.edu.br/</p><p>f) EVSCHOOL: METODOLOGIA DE ENSINO</p><p>“O Javascript foi criado na Netscape na fase inicial da web e, tecnicamente, "Javascript" é marca registra da licenciada pela Sun Microsystems (agora Oracle), usada para descrever a implementação da linguagem pelo Netscape (agora Mozilla). A Netscape enviou a linguagem para a European Computer Manufacturer's Association (ECMA) para padronização e, devido a questões relacionadas à marca registrada, a versão padronizada manteve o nome estranho "ECMAScript". Pelos mesmos motivos ligados à marca registrada, a versão da Microsoft da linguagem é formalmente conhecida como "JScript". Na prática, quase todo mundo chama a linguagem de Javascript. (FLANAGAN, 2013, p. 2). De acordo com Preston (2016), você pode usar o Javascript para ajudar os usuários a interagirem melhor com páginas web. O Javascript também pode ser usado para controlar o navegador, comunicar-se de forma assíncrona com o servidor, alterar de forma dinâmica o conteúdo de uma página web e para desenvolver jogos e aplicações móveis e de desktop”</p><p>SOUZA, Felipe Garcia Nunes de; MAYTA, João Victor Cahuaya; FERNANDES JUNIOR, Marinho José; OLIVEIRA, Matheus Lopes; Ramos, Nicolas dos Santos. Devschool: metodologia de ensino à programação. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso Técnico em Desenvolvimento de Sistemas) Etec Zona Leste, São Paulo, 2023.</p><p>Figura 17</p><p>FONTE: Souza, F. G. N. de, Mayta, J. V. C., Fernandes Junior, M. J., Oliveira, M. L., & Ramos, N. dos S. (2023). Devschool: metodologia de ensino à programação. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso Técnico em Desenvolvimento de Sistemas), Etec Zona Leste, São Paulo.</p><p>g) ANÁLISE COMPARATIVA DO DESEMPENHO DE SISTEMAS DE BANCO DE DADOS</p><p>“1.2 Objetivos Considerando os fatores e problemas citados na seção anterior, este trabalho tem por objetivo realizar uma análise comparativa do desempenho de três SGBD’s. Nessa análise, cada SGBD terá implementado o mesmo modelo de dados e terá uma variação da quantidade de registros em algumas tabelas, sendo executado sobre essas tabelas de tamanhos diferentes algumas consultas de seleção de dados que farão com que o SGBD trabalhe e retorne os resultados em um certo tempo. Esse tempo será considerado para a análise do desempenho do SGBD. Ao final serão exibidos graficamente os resultados obtidos, que servirão para identificar situações em que um ou outro SGBD seja mais apropriado. Os três sistemas que serão utilizados são: PostgreSQL, MySQL e Oracle.”</p><p>Carvalho, V. M., & Garruth, F. E. (2014). Análise comparativa do desempenho de sistemas de banco de dados. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação), Faculdade do Espírito Santo – Multivix Cachoeiro de Itapemirim, Cachoeiro de Itapemirim.</p><p>Figura 18Carvalho, V. M., & Garruth, F. E. (2014). Análise comparativa do desempenho de sistemas de banco de dados. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação), Faculdade do Espírito Santo – Multivix Cachoeiro de Itapemirim, Cachoeiro de Itapemirim.</p><p>CONCLUSÕES</p><p>Ao longo de minha trajetória, desde a infância, me envolvi com a computação e os bancos de dados, percebendo a crescente importância dessa área em um mundo cada vez mais digital. Essa paixão me levou a trilhar um caminho repleto de experiências, passando por escolas técnicas, FATEC e cursos de jogos digitais, o que me permitiu ter contato com diferentes</p><p>tecnologias e entender a importância crucial dos bancos de dados para o funcionamento de diversos sistemas.</p><p>Percebi que os bancos de dados são como o coração de diversos sistemas de informação, desde softwares e sites até aplicativos de celular, sendo essenciais para o armazenamento, organização e acesso eficiente de dados. Essa constatação, aliada à minha paixão pela docência, me impulsionou a questionar as melhores práticas de ensino para a área e buscar um ensino mais eficaz, capaz de preparar os alunos para os desafios do mercado de trabalho.</p><p>Ao observar a crescente demanda por profissionais qualificados em banco de dados, e a forte competição nesse mercado, me interessei em investigar a utilização de Oracle e Microsoft como plataformas de ensino, reconhecendo a importância dessas ferramentas para a construção de carreiras de sucesso. Acredito que a padronização do ensino com essas plataformas pode ser uma estratégia crucial para garantir a empregabilidade dos alunos e prepará-los para ingressar em programas de trainees e ocupar cargos de destaque em empresas de grande porte.</p><p>A falta de padronização, no entanto, pode colocar os alunos em desvantagem em relação àqueles que se formaram em instituições que se dedicam a preparar profissionais com conhecimento em plataformas amplamente utilizadas no mercado.</p><p>Outro ponto crucial que me motivou a realizar essa pesquisa é a importância da integração de tecnologias da informação e comunicação (TICs) no ensino de banco de dados. Acredito que as ferramentas digitais podem auxiliar na modelagem de banco de dados e na aprendizagem prática, tornando o ensino mais dinâmico, interativo e eficiente.</p><p>Entretanto, a padronização do ensino de banco de dados apresenta desafios, como a necessidade de capacitação docente, a atualização constante das tecnologias e a garantia de que o ensino seja adaptado às demandas específicas do mercado de trabalho.</p><p>Com essa pesquisa, me propus a responder à seguinte pergunta: a padronização do ensino de banco de dados com linguagem SQL da Oracle e Microsoft é a melhor escolha para preparar os alunos para o mercado de trabalho? Para encontrar a resposta, utilizei métodos quantitativos e qualitativos, incluindo questionários online para docentes e alunos, entrevistas semiestruturadas com docentes experientes e análise de documentos oficiais das universidades.</p><p>Acredito que os resultados dessa pesquisa podem contribuir para o avanço do debate sobre a padronização do ensino de banco de dados no Brasil, oferecendo subsídios para a tomada de decisões estratégicas e para a melhoria da qualidade da formação de profissionais de T.I., impactando positivamente o mercado de trabalho e a sociedade.</p><p>A pesquisa destaca a importância de preparar os alunos para as demandas do mercado de trabalho, garantindo que eles estejam aptos a enfrentar os desafios da era digital. Acredito que a padronização do ensino, com foco na inovação e na constante busca por aperfeiçoamento, é fundamental para construir um ensino mais eficaz.</p><p>O estudo, portanto, não se limita a questionar a utilização de Oracle e Microsoft como ferramentas de ensino, mas também busca entender como a padronização pode impactar a qualidade da formação, o desenvolvimento de habilidades e a inserção dos alunos no mercado de trabalho.</p><p>Acredito que um ensino eficiente precisa preparar os alunos para ingressar em programas de trainees e ocupar cargos de destaque em empresas de grande porte, mas também deve promover a autonomia, o desenvolvimento de habilidades e o pensamento crítico.</p><p>A pesquisa também aborda a importância da integração de TICs no ensino, explorando as ferramentas digitais que podem auxiliar na modelagem de banco de dados e na aprendizagem prática. Acredito que as universidades devem estar preparadas para oferecer um ensino que combine a teoria com a prática, utilizando recursos tecnológicos de forma eficiente.</p><p>O estudo se configura como um importante passo para a compreensão do cenário do ensino de banco de dados nas universidades paulistas, oferecendo informações valiosas para a tomada de decisões e a implementação de políticas educacionais que promovam um ensino de banco de dados mais eficaz e alinhado às demandas do mercado de trabalho.</p><p>Meu trabalho se baseia em um arcabouço teórico que conecta diferentes áreas do conhecimento para analisar a padronização do ensino de banco de dados. Minha pesquisa se ancora em conceitos de:</p><p>1. Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD):</p><p>· O coração do mundo digital: O SGBD é a ferramenta crucial para o armazenamento, organização, acesso e controle de informações em um mundo cada vez mais digitalizado.</p><p>· Funções essenciais: O SGBD garante a integridade, segurança e eficiência do armazenamento e manipulação de dados, permitindo a criação, manutenção e acesso à informação de forma rápida e eficiente.</p><p>· Diversidade de tipos: Existem diversos tipos de SGBDs, cada um com suas características e funcionalidades específicas, projetados para atender a diferentes necessidades e aplicações.</p><p>· A importância da linguagem SQL: A Linguagem de Consulta Estruturada (SQL) é fundamental para a criação, manutenção, consulta e manipulação de dados em bancos de dados relacionais.</p><p>· O futuro dos SGBDs: As tendências tecnológicas, como big data e inteligência artificial, impulsionam a evolução dos SGBDs, que devem ser cada vez mais escaláveis, flexíveis, seguros e integrados para atender às demandas do mundo digital.</p><p>2. Arquitetura MVC (Model-View-Controller):</p><p>· Um padrão de projeto para o desenvolvimento de software: O MVC é um padrão de arquitetura de software, formulado na década de 1970, que separa a lógica de negócios (model), a interface do usuário (view) e o controle da aplicação (controller), facilitando o desenvolvimento, a manutenção e a reutilização de código.</p><p>· A importância da compreensão do MVC: A maioria das plataformas de banco de dados se baseia no MVC, tornando sua compreensão fundamental para o ensino da área.</p><p>· Frameworks MVC: Frameworks MVC são estruturas de software que implementam o padrão de projeto MVC, fornecendo classes, interfaces e ferramentas para facilitar o desenvolvimento de aplicações web usando o padrão MVC.</p><p>3. Integração de TICs no Ensino:</p><p>· A necessidade de um ensino mais dinâmico: A integração de tecnologias da informação e comunicação (TICs) no ensino é essencial para oferecer aos alunos uma experiência educacional mais dinâmica e interativa.</p><p>· Ferramentas e recursos digitais: A pesquisa aborda a importância da integração de TICs no ensino de banco de dados, incluindo ferramentas de inteligência artificial para a modelagem de banco de dados em laboratório.</p><p>4. Formação de Profissionais de TI:</p><p>· Habilidades essenciais para o mercado: As demandas do mercado de trabalho para profissionais de T.I. exigem habilidades específicas, incluindo conhecimento em banco de dados.</p><p>· A importância da padronização: A escolha de plataformas de banco de dados, especialmente no contexto do ensino superior, impacta diretamente a qualidade da formação, o desenvolvimento de habilidades e a inserção dos alunos no mercado de trabalho.</p><p>5. O papel da Andragogia no Ensino de Banco de Dados para Adultos:</p><p>· Uma pedagogia para adultos: A Andragogia, termo cunhado por Malcolm Knowles, propõe uma pedagogia voltada para o aprendizado de adultos, baseada em princípios como a autonomia, a experiência prévia e a relevância do conteúdo para a vida profissional.</p><p>· Adaptando o ensino para o público adulto: A Andragogia se torna crucial para garantir a efetividade do processo de ensino-aprendizagem para adultos, considerando o conhecimento prévio, as necessidades profissionais e as expectativas do público.</p><p>6. A Importância da Cidadania Digital no Ensino:</p><p>· Navegando pelo mundo digital com responsabilidade: A cidadania digital se configura como um conceito fundamental para que os indivíduos naveguem no mundo digital com segurança, responsabilidade e ética.</p><p>· As diversas dimensões da cidadania digital: Garcia, Lagunes e Ochoa (2018) identificam diversas dimensões</p><p>da cidadania digital, como o acesso digital, a comunicação digital, a alfabetização digital, a etiqueta digital, as leis digitais, as responsabilidades e os direitos digitais, a saúde e o bem-estar digital, o comércio digital e a segurança digital.</p><p>· O papel do educador: O educador tem o papel de promover a inclusão digital, educar para a ética digital, integrar as TICs de forma coerente e preparar os alunos para serem membros ativos e críticos da sociedade da informação.</p><p>7. Metodologias de Ensino Inovadoras:</p><p>· Aprendizagem Ativa: As TICs permitem que os alunos se tornem protagonistas de sua própria aprendizagem, participando ativamente de atividades, pesquisas, debates online e criação de conteúdo.</p><p>· Ensino Personalizado: As TICs possibilitam a personalização do ensino, adaptando o ritmo de aprendizagem, os conteúdos e as atividades às necessidades individuais de cada aluno.</p><p>· Aprendizagem em Qualquer Lugar e Hora: Com as plataformas digitais, o aluno pode acessar os conteúdos, participar das atividades e interagir com o professor e os colegas em qualquer lugar e a qualquer hora, rompendo com as barreiras do espaço físico da sala de aula.</p><p>· Educação a Distância: As TICs possibilitam a oferta de cursos e programas de ensino a distância de alta qualidade, expandindo o acesso à educação para pessoas que vivem em regiões remotas, com restrições de tempo ou outras necessidades.</p><p>· Integração de Recursos Multimídia: As TICs permitem a integração de diferentes recursos multimídia, como vídeos, animações, jogos digitais e simulações, tornando o aprendizado mais interativo, dinâmico e engajador.</p><p>Este marco teórico me fornece uma base sólida para analisar a padronização do ensino de banco de dados, considerando as demandas do mercado, a importância da tecnologia, o papel do educador e as novas metodologias de ensino. Ele me permite formular perguntas de pesquisa relevantes, interpretar os dados coletados e apresentar conclusões com embasamento científico.</p><p>Para investigar a padronização do ensino de banco de dados com as plataformas Oracle e Microsoft nas universidades públicas do estado de São Paulo, utilizei uma metodologia mista, combinando métodos quantitativos e qualitativos. Essa abordagem me permitiu ter uma visão abrangente do cenário, analisando dados numéricos e explorando as percepções dos participantes.</p><p>Minha metodologia se baseou em cinco etapas principais:</p><p>Exploração do Contexto:</p><p>· Panorama atual: Mergulhei no contexto do ensino de banco de dados nas universidades paulistas, analisando as tendências, os desafios e as oportunidades que permeiam essa área.</p><p>· As plataformas em foco: Analisei as plataformas Oracle e Microsoft, explorando suas características, funcionalidades e relevância no mercado de trabalho.</p><p>· As vozes da comunidade acadêmica: Realizei entrevistas com docentes e alunos de TI para compreender suas percepções sobre o ensino de banco de dados, as ferramentas utilizadas, os desafios enfrentados e as expectativas para o futuro.</p><p>Caracterização do Grupo Alvo:</p><p>· Seleção representativa: Escolhi um conjunto representativo de universidades públicas e privadas do estado de São Paulo, incluindo diferentes realidades e portes institucionais.</p><p>· Docentes e alunos: Identifiquei os docentes responsáveis pelas disciplinas de banco de dados e mapeei os alunos matriculados em cursos de TI nas universidades selecionadas.</p><p>Coleta de Dados:</p><p>· Questionários online: Criei questionários online para docentes e alunos, buscando coletar dados quantitativos sobre o uso de ferramentas, métodos de ensino, percepções sobre a padronização e outros aspectos relevantes.</p><p>· Entrevistas semiestruturadas: Realizei entrevistas com docentes experientes em ensino de banco de dados, aprofundando a compreensão de suas práticas, desafios e perspectivas sobre a padronização.</p><p>· Análise de documentos: Analisei documentos oficiais das universidades, como planos de ensino, diretrizes curriculares e materiais didáticos, para complementar os dados coletados e obter uma visão mais abrangente da realidade do ensino de banco de dados.</p><p>Análise dos Dados:</p><p>· Técnicas estatísticas: Utilizei técnicas estatísticas adequadas para analisar os dados coletados nos questionários, como frequências, médias, desvios padrão e testes de hipóteses.</p><p>· Análise temática: Analisei as entrevistas e documentos coletados de forma temática, buscando identificar categorias, relações e significados emergentes.</p><p>· Triangulação de dados: Combinei os resultados da análise quantitativa e qualitativa para obter uma visão holística e robusta da padronização do ensino de banco de dados nas universidades paulistas.</p><p>1. Elaboração das Conclusões:</p><p>· Resposta à pergunta de pesquisa: Com base nos dados coletados e analisados, respondi à pergunta central da pesquisa: a padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft é realmente necessária e viável no ensino superior de TI?</p><p>· Recomendações e implicações: Apresentei sugestões e recomendações para as universidades, docentes e órgãos responsáveis pela educação superior, com base nos resultados da pesquisa e nas melhores práticas internacionais.</p><p>· Contribuições para a área: Discuti as implicações da pesquisa para o campo do ensino de banco de dados, destacando suas contribuições para a melhoria da qualidade da formação de profissionais de TI.</p><p>A aplicação dessa metodologia me permitiu traçar um panorama detalhado do uso de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados nas universidades paulistas, respondendo a questões cruciais como:</p><p>· Qual a proporção de universidades paulistas que utiliza Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados?</p><p>· Qual o nível de padronização do uso de Oracle e Microsoft nas universidades paulistas?</p><p>· Quais as ferramentas e recursos utilizados para o ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft?</p><p>· Quais os desafios e oportunidades relacionados à padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft nas universidades paulistas?</p><p>· Quais as percepções dos docentes sobre a utilização de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados?</p><p>· Quais as expectativas dos alunos em relação ao aprendizado de banco de dados com Oracle e Microsoft?</p><p>Com essa pesquisa, busquei gerar informações relevantes sobre a padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft, contribuindo para o debate sobre as melhores práticas e ferramentas a serem utilizadas na formação de profissionais de TI, buscando um ensino mais eficaz e atualizado, alinhado às demandas do mercado de trabalho.</p><p>Minha pesquisa se concentrou em investigar a padronização do ensino de banco de dados com as plataformas Oracle e Microsoft nas universidades públicas do estado de São Paulo. O objetivo principal era avaliar se a utilização dessas plataformas como padrão no ensino superior de TI é realmente necessária e viável para a formação de profissionais qualificados e preparados para o mercado de trabalho.</p><p>Para responder a essa pergunta, utilizei uma metodologia mista, combinando métodos quantitativos e qualitativos. A pesquisa se baseou em:</p><p>· Questionários online: Enviei questionários online para docentes e alunos de cursos de TI, coletando dados sobre as práticas pedagógicas, ferramentas utilizadas, desafios enfrentados e percepções sobre a padronização do ensino.</p><p>· Entrevistas semiestruturadas: Realizei entrevistas com docentes experientes em ensino de banco de dados, aprofundando a compreensão de suas práticas, desafios e perspectivas sobre a padronização.</p><p>· Análise de documentos: Analisei documentos oficiais das universidades, como planos de ensino, diretrizes curriculares e materiais didáticos, para obter uma visão mais abrangente da realidade do ensino de banco de dados.</p><p>A análise dos dados coletados, utilizando técnicas estatísticas e análise temática, me permitiu traçar um panorama detalhado do uso de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados nas universidades paulistas, respondendo às seguintes questões:</p><p>· Qual a proporção de universidades paulistas que utiliza Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados?</p><p>· Qual o nível de padronização do uso de Oracle e Microsoft nas universidades paulistas?</p><p>· Quais as ferramentas e recursos utilizados para o ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft?</p><p>· Quais os desafios e oportunidades relacionados à padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft nas universidades paulistas?</p><p>· Quais as percepções dos docentes sobre a utilização de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados?</p><p>· Quais as expectativas dos alunos em relação ao aprendizado de banco de dados com Oracle e Microsoft?</p><p>Os resultados da pesquisa indicaram que:</p><p>· Oracle e Microsoft são amplamente utilizadas: As plataformas Oracle e Microsoft são ferramentas predominantes no ensino de banco de dados em diversas universidades públicas e privadas do estado de São Paulo.</p><p>· Padronização como tendência: Existe uma tendência de padronização do ensino de banco de dados com essas plataformas, especialmente em cursos de tecnologia da informação, evidenciando a importância dessas ferramentas no mercado de trabalho.</p><p>· Necessidade de capacitação docente: Existe uma necessidade de capacitação dos docentes em relação às plataformas Oracle e Microsoft, garantindo que estejam preparados para utilizar as ferramentas de forma eficiente e preparar os alunos para as demandas do mercado.</p><p>· TICs como ferramentas de aprendizado: A pesquisa evidenciou a importância das TICs no ensino de banco de dados, demonstrando que as universidades estão investindo em recursos digitais para complementar a aprendizagem prática.</p><p>Os resultados da pesquisa indicam que a padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft é uma tendência em universidades paulistas, sendo uma estratégia importante para preparar os alunos para o mercado de trabalho. No entanto, a necessidade de capacitação docente, a atualização constante das tecnologias e a adaptação do ensino às demandas do mercado são desafios que devem ser enfrentados para garantir a qualidade da formação.</p><p>Através da análise dos dados, pude gerar informações relevantes sobre a padronização do ensino de banco de dados, contribuindo para o debate sobre as melhores práticas e ferramentas a serem utilizadas na formação de profissionais de TI.</p><p>Espero que essa pesquisa contribua para a construção de um ensino mais eficaz e atualizado, alinhado às demandas do mercado de trabalho e que prepare os profissionais para os desafios da era digital.</p><p>Minha pesquisa se dedicou a investigar a padronização do ensino de banco de dados com as plataformas Oracle e Microsoft nas universidades públicas do estado de São Paulo. Essa investigação surgiu da minha própria experiência, desde a infância, me envolvendo com a computação e os bancos de dados, e reconhecendo a crescente importância dessa área em um mundo cada vez mais digitalizado.</p><p>Ao longo dos anos, passei por escolas técnicas, FATEC e cursos de jogos digitais, me permitindo observar a importância crucial dos bancos de dados em diversos sistemas de informação, desde softwares e sites até aplicativos de celular. Essa paixão pela área, combinada com a minha vocação para a docência, me impulsionou a questionar as melhores práticas de ensino para a área e buscar um ensino mais eficaz, capaz de preparar os alunos para os desafios do mercado de trabalho.</p><p>A escolha de Oracle e Microsoft como foco da pesquisa se justifica pela relevância dessas plataformas no mercado de trabalho, onde a demanda por profissionais qualificados em banco de dados é alta e a competição é acirrada. A padronização do ensino com essas plataformas, portanto, se apresenta como uma estratégia para garantir a empregabilidade dos alunos e prepará-los para ingressar em programas de trainees e ocupar cargos de destaque em empresas de grande porte.</p><p>A falta de padronização, por outro lado, pode colocar os alunos em desvantagem em relação àqueles que se formaram em instituições que se dedicam a preparar profissionais com conhecimento em plataformas amplamente utilizadas no mercado.</p><p>Outro ponto crucial que me motivou a realizar essa pesquisa é a importância da integração de tecnologias da informação e comunicação (TICs) no ensino de banco de dados. Acredito que as ferramentas digitais podem auxiliar na modelagem de banco de dados e na aprendizagem prática, tornando o ensino mais dinâmico, interativo e eficiente.</p><p>Entretanto, a padronização do ensino de banco de dados apresenta desafios, como a necessidade de capacitação docente, a atualização constante das tecnologias e a garantia de que o ensino seja adaptado às demandas específicas do mercado de trabalho.</p><p>Com essa pesquisa, me propus a responder à seguinte pergunta: a padronização do ensino de banco de dados com linguagem SQL da Oracle e Microsoft é a melhor escolha para preparar os alunos para o mercado de trabalho? Para encontrar a resposta, utilizei métodos quantitativos e qualitativos, incluindo questionários online para docentes e alunos, entrevistas semiestruturadas com docentes experientes e análise de documentos oficiais das universidades.</p><p>Acredito que os resultados dessa pesquisa podem contribuir para o avanço do debate sobre a padronização do ensino de banco de dados no Brasil, oferecendo subsídios para a tomada de decisões estratégicas e para a melhoria da qualidade da formação de profissionais de T.I., impactando positivamente o mercado de trabalho e a sociedade.</p><p>Uma Visão Mais Ampla do Ensino de Banco de Dados:</p><p>A pesquisa, além de investigar a padronização do ensino com Oracle e Microsoft, buscou entender como as TICs podem ser integradas de forma mais eficiente no ensino, tornando a aprendizagem mais dinâmica e prática. A pesquisa também explorou o impacto da padronização na qualidade da formação, no desenvolvimento de habilidades e na inserção dos alunos no mercado de trabalho, reconhecendo a importância de um ensino que promova a autonomia, o desenvolvimento de habilidades e o pensamento crítico.</p><p>Minha pesquisa buscou desvendar como a padronização pode beneficiar a formação de profissionais de TI mais qualificados, capazes de atender às demandas do mercado e de lidar com os desafios da era digital.</p><p>A investigação, portanto, não se limita a questionar a utilização de Oracle e Microsoft como ferramentas de ensino, mas também busca entender como a padronização pode impactar a qualidade da formação, o desenvolvimento de habilidades e a inserção dos alunos no mercado de trabalho.</p><p>Acredito que um ensino eficiente precisa preparar os alunos para ingressar em programas de trainees e ocupar cargos de destaque em empresas de grande porte, mas também deve promover a autonomia, o desenvolvimento de habilidades e o pensamento crítico.</p><p>A pesquisa também aborda a importância da integração de TICs no ensino, explorando as ferramentas digitais que podem auxiliar na modelagem de banco de dados e na aprendizagem prática. Acredito que as universidades devem estar preparadas para oferecer um ensino que combine a teoria com a prática, utilizando recursos tecnológicos de forma eficiente.</p><p>O estudo se configura como um importante passo para a compreensão do cenário do ensino de banco de dados nas universidades paulistas, oferecendo informações valiosas para a tomada de decisões e a implementação de políticas educacionais que promovam um ensino de banco de dados mais eficaz e alinhado às demandas do mercado de trabalho.</p><p>Para fortalecer a minha pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft, busquei inspiração em trabalhos anteriores que demonstram a importância e a aplicação dessas plataformas em diferentes contextos. Essa base de pesquisa referencial me permitiu ter uma visão mais ampla do tema, compreender as diferentes perspectivas e identificar as tendências que moldam o ensino de banco de dados.</p><p>Os trabalhos que analisei se dividem em duas categorias:</p><p>1. Projetos que Utilizam Oracle e/ou Microsoft em suas Aplicações:</p><p>· Desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas (SIG): Um projeto que utilizou o Microsoft SQL Server 2005 para armazenar e manipular informações geográficas em um</p><p>sistema para o curso de Geografia, demonstrando a aplicação prática da plataforma em áreas como cartografia e geoprocessamento.</p><p>· PSY HELP: Sistema de Apoio a Especialista: Esse projeto inovador, que auxilia psicólogos no diagnóstico de ansiedade e depressão em áreas hospitalares, utiliza o Microsoft SQL Server para armazenar e gerenciar a base de dados, demonstrando a importância da plataforma em áreas da saúde.</p><p>· Desenvolvimento e Validação de um Software para Comunicação Corporativa: Esse trabalho utiliza o Microsoft Visual Studio 2005 e o banco de dados Microsoft SQL Server 2005 Express Edition para desenvolver um software online para melhorar a comunicação corporativa, evidenciando a aplicação da plataforma em gestão de empresas e comunicação interna.</p><p>· SISEAD: Ambiente Web para Ensino a Distância: Um projeto que utiliza o Visual Studio 2010 e o SQL Server 2008 para criar um ambiente web para o ensino a distância, demonstrando a aplicação da plataforma em educação e a criação de sistemas online.</p><p>· Análise Postural de Escolioses Utilizando Processamento de Imagens: Esse trabalho utiliza o C# e o SQL Server para desenvolver uma aplicação de análise postural, evidenciando a aplicação da plataforma em áreas da saúde e desenvolvimento de softwares.</p><p>· Devschool: Metodologia de Ensino à Programação: Um projeto que utiliza JavaScript para desenvolver uma metodologia de ensino de programação, demonstrando a aplicação da linguagem em áreas de desenvolvimento e educação.</p><p>· Análise Comparativa do Desempenho de Sistemas de Banco de Dados: Um estudo que compara o desempenho de três SGBDs: PostgreSQL, MySQL e Oracle, demonstrando a importância do uso de Oracle como ferramenta de análise e comparação de desempenho em banco de dados.</p><p>2. Estudos que Abordam o Ensino de Banco de Dados, as TICs e a Cidadania Digital:</p><p>· O Uso de Software no Ambiente de Modelagem: Essa pesquisa, realizada com alunos de licenciatura em matemática, demonstra a importância da experimentação e da interação com diferentes ferramentas (como o software Modellus) para a aprendizagem significativa.</p><p>· Tecnologias Digitais na Promoção da Saúde Bucal em Escolas: Esse artigo discute o uso estratégico das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDICs) para transformar a maneira como aprendemos e cuidamos da nossa saúde oral, destacando a importância de tornar o aprendizado mais interativo, divertido e engajador.</p><p>· A Educação em Cidadania Digital: Essa pesquisa aborda a cidadania digital, destacando suas diversas dimensões e responsabilidades, como o acesso digital, a comunicação digital, a alfabetização digital, a etiqueta digital, as leis digitais, as responsabilidades e os direitos digitais, a saúde e o bem-estar digital, o comércio digital e a segurança digital.</p><p>· A Aprendizagem no Mundo Digital: Esse artigo apresenta uma visão transformadora sobre o conceito de aprendizagem, evidenciando a mudança de um modelo tradicional e linear para uma perspectiva mais dinâmica, interconectada e contextualizada.</p><p>Essa base de pesquisa referencial, com sua diversidade de projetos e estudos, me forneceu um panorama abrangente sobre o uso de Oracle e Microsoft no ensino, sobre as tendências em tecnologia, sobre a importância da integração das TICs e sobre a necessidade de preparar os alunos para os desafios da cidadania digital. Essa análise me permitiu formular perguntas de pesquisa relevantes, interpretar os dados coletados e apresentar conclusões com embasamento científico.</p><p>Minha pesquisa sobre a padronização do ensino de banco de dados nas universidades públicas de São Paulo, utilizando as plataformas Oracle e Microsoft, revelou um cenário interessante e complexo, com nuances importantes a serem consideradas. A análise dos dados coletados, através de questionários online, entrevistas semiestruturadas e análise de documentos oficiais, permitiu identificar padrões de uso, percepções de docentes e alunos, e os principais desafios e oportunidades relacionados à padronização.</p><p>A Presença Marcante de Oracle e Microsoft:</p><p>Os resultados da pesquisa confirmaram a utilização de Oracle e Microsoft como ferramentas predominantes no ensino de banco de dados nas universidades paulistas. A grande maioria dos cursos de tecnologia da informação, especialmente aqueles com foco em desenvolvimento de software e análise de sistemas, inclui o ensino dessas plataformas em seus currículos.</p><p>Essa constatação reforça a importância de ambas as plataformas no mercado de trabalho. Empresas de diversos portes e setores utilizam Oracle e Microsoft para gerenciar seus bancos de dados, o que demanda profissionais qualificados com domínio dessas ferramentas. As universidades, intuitivamente, buscam atender a essa demanda, preparando os alunos para ingressar nesse mercado competitivo.</p><p>Padronização: Uma Tendência em Evolução:</p><p>A pesquisa identificou uma tendência crescente de padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft. Essa padronização, embora não seja universal, é mais evidente em cursos de tecnologia da informação. A maioria dos docentes entrevistados reconhece a importância de preparar os alunos para o mercado de trabalho e, para isso, consideram a padronização com essas plataformas como uma estratégia eficaz.</p><p>Essa tendência, porém, não é isenta de desafios. A constante evolução das tecnologias, a necessidade de atualização docente e a diversidade de necessidades e objetivos de ensino nas diferentes universidades exigem uma análise cuidadosa da padronização. A pesquisa revelou que a padronização, embora seja uma tendência, ainda enfrenta obstáculos em alguns casos.</p><p>A Importância da Capacitação Docente:</p><p>A pesquisa identificou uma necessidade crucial de capacitação docente em relação às plataformas Oracle e Microsoft. Muitos docentes entrevistados reconheceram a importância de aprimorar seus conhecimentos e habilidades para utilizar as ferramentas de forma eficiente em sala de aula.</p><p>A falta de capacitação, em alguns casos, pode prejudicar a qualidade do ensino e a experiência dos alunos. A pesquisa evidenciou a importância de investir em programas de formação continuada para docentes, garantindo que estejam preparados para oferecer um ensino de banco de dados atualizado, alinhado às demandas do mercado e com foco no desenvolvimento de habilidades práticas.</p><p>TICs: Aliadas Essenciais na Aprendizagem:</p><p>A pesquisa também evidenciou a importância da integração de TICs no ensino de banco de dados. As universidades estão investindo em recursos digitais, como softwares de modelagem de banco de dados, plataformas de simulação e ambientes virtuais de aprendizagem, para complementar o ensino tradicional.</p><p>A utilização de TICs contribui para tornar o ensino mais dinâmico, interativo e prático, possibilitando que os alunos desenvolvam habilidades práticas e criem projetos reais. A pesquisa demonstra que as TICs são ferramentas essenciais para preparar os alunos para o mercado de trabalho, onde a utilização de tecnologias digitais é cada vez mais comum.</p><p>Desafios e Oportunidades:</p><p>A pesquisa revelou desafios e oportunidades relacionados à padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft nas universidades paulistas.</p><p>Desafios:</p><p>· Atualização constante: O mercado de tecnologia está em constante evolução, exigindo que os docentes se mantenham atualizados com as novas ferramentas, linguagens e tecnologias.</p><p>· Diversidade de necessidades e objetivos de ensino: Cada universidade possui suas próprias necessidades e objetivos de ensino. A padronização precisa ser flexível para atender a essa diversidade, garantindo que os alunos estejam preparados para diferentes áreas de atuação.</p><p>· Custos e recursos: A implementação de plataformas como Oracle e Microsoft pode gerar custos para as universidades, especialmente em relação à licença de software e à infraestrutura.</p><p>Oportunidades:</p><p>· Formação de profissionais mais qualificados: A padronização pode contribuir para a formação de profissionais de TI mais qualificados e preparados para atender às demandas do mercado.</p><p>· Ampliação das</p><p>em 1992, como parte do pacote Microsoft Office para Windows, marcou um momento crucial na democratização do acesso a ferramentas de banco de dados. Antes, o gerenciamento de informações era restrito a profissionais especializados e softwares complexos. O Access, com sua interface amigável e intuitiva, permitiu que usuários de todos os níveis pudessem criar e gerenciar seus próprios bancos de dados, facilitando a organização de informações, o controle de tarefas e a tomada de decisões mais eficazes. Essa democratização, que se intensificou com o tempo, contribuiu para a crescente demanda por profissionais qualificados em banco de dados, preparando o terreno para a ascensão de plataformas como Oracle e Microsoft como referências no ensino superior e no mercado de trabalho.</p><p>A popularização do Access, com sua interface gráfica e ferramentas de modelagem de dados, impulsionou o interesse pela área e a necessidade de profissionais capazes de lidar com a complexidade do gerenciamento de dados. O conceito de modelagem de dados, descrito por Elmasri e Navathe (2016, p. 15) como "o processo de criação de um modelo de dados que representa o mundo real", ganhou ainda mais relevância, pois permitia que usuários, mesmo sem conhecimento técnico profundo, pudessem organizar seus dados de forma estruturada e eficiente.</p><p>A crescente demanda por profissionais capazes de modelar, gerenciar e analisar dados, impulsionada pela democratização do acesso a ferramentas como o Access, tornou o ensino de banco de dados essencial na formação de profissionais de diversas áreas. A ascensão de plataformas como Oracle e Microsoft como referências no mercado, com seus recursos avançados de gerenciamento e análise de dados, evidencia a importância do conhecimento em banco de dados para o sucesso profissional em áreas como desenvolvimento de software, ciência de dados e análise de negócios.</p><p>"A modelagem de dados é o processo de criação de um modelo de dados que representa o mundo real. O modelo de dados descreve os tipos de dados que serão armazenados no banco de dados, as relações entre os dados e as restrições que se aplicam aos dados."</p><p>Elmasri, R., & Navathe, S. B. (2016). Banco de dados. Pearson Education do Brasil.</p><p>A modelagem de banco de dados é o processo fundamental que permite organizar e estruturar informações de forma lógica e eficiente, antes mesmo de serem armazenadas em um sistema de gerenciamento de banco de dados (SGBD). É como criar um mapa detalhado de um território, definindo os elementos que serão representados, suas relações e as regras que os governam.</p><p>Imagine que você precisa organizar a informação de uma biblioteca. A modelagem de dados seria o passo inicial para definir os elementos principais: livros, autores, gêneros, editoras, data de publicação etc. Em seguida, você definiria as relações entre esses elementos: um livro tem um autor, um autor pode ter vários livros, um livro pertence a um gênero etc. Por fim, você definiria as restrições, como o fato de que o título de um livro deve ser único ou que a data de publicação não pode ser no futuro.</p><p>Essa estruturação lógica é crucial para garantir a integridade, consistência e eficiência do banco de dados. Sem a modelagem, as informações podem ficar dispersas, inconsistentes e difíceis de serem acessadas e gerenciadas.</p><p>No contexto universitário, a modelagem de dados é um tema fundamental em cursos de computação, ciência da computação e áreas afins. As metodologias universitárias de ensino de modelagem de dados, por sua vez, devem levar em conta os seguintes aspectos:</p><p>· Abordagem teórica e prática: O ensino deve combinar a teoria com a prática, permitindo que os alunos compreendam os conceitos de modelagem e os apliquem em projetos reais.</p><p>· Utilização de ferramentas de modelagem: A introdução a ferramentas de modelagem de dados, como o Rational Rose, Enterprise Architect ou Power Designer, permite que os alunos visualizem e compreendam os modelos de dados de forma gráfica e interativa.</p><p>· Casos de estudo e projetos: A aplicação da modelagem em casos de estudo e projetos reais, como a criação de um banco de dados para uma biblioteca ou uma loja virtual, permite que os alunos vivenciem os desafios da modelagem de dados em cenários reais.</p><p>· Integração com outras disciplinas: A modelagem de dados deve ser integrada a outras disciplinas, como programação, algoritmos e estruturas de dados, para que os alunos compreendam a importância da modelagem na construção de sistemas de informação eficientes.</p><p>A escolha da metodologia de ensino adequada depende do perfil dos alunos, do nível de conhecimento prévio, dos recursos disponíveis e dos objetivos do curso. No entanto, o objetivo principal é garantir que os alunos compreendam os conceitos e as técnicas de modelagem de dados e saibam aplicá-los na prática. A modelagem de dados é uma habilidade essencial para profissionais de tecnologia da informação que desejam construir sistemas de informação eficientes, robustos e capazes de lidar com a crescente complexidade da informação na era digital.</p><p>A Pedagogia da Modelagem de Dados no Ensino Superior: Uma Abordagem Baseada em Estudos Europeus:</p><p>O ensino de banco de dados no ensino superior, especialmente na área de Tecnologia da Informação (TI), é crucial para formar profissionais capazes de lidar com a crescente demanda por soluções de gerenciamento e análise de dados. A modelagem de dados, como ferramenta fundamental para organizar e estruturar informações, assume um papel central nesse processo de ensino-aprendizagem.</p><p>A partir da experiência pessoal do autor, que desde a infância se envolveu com a computação e os bancos de dados, percebe-se a necessidade de uma abordagem pedagógica que considere a evolução da área e as demandas do mercado de trabalho. A popularização de ferramentas como o Microsoft Access, em 1992, demonstrou a importância de tornar o conhecimento em banco de dados acessível a um público mais amplo, impulsionando a necessidade de profissionais qualificados em modelagem e gerenciamento de dados.</p><p>No entanto, o ensino tradicional de banco de dados, muitas vezes focado em conceitos abstratos e ferramentas complexas, não conseguia acompanhar essa evolução. A padronização do ensino com plataformas como Oracle e Microsoft, baseada em pesquisas como a realizada pelo autor, surge como uma solução para garantir a formação de profissionais realmente preparados para o mercado.</p><p>A Universidade Europeia do Atlântico (UEA), referência em estudos sobre pedagogia e inovação no ensino superior, destaca a importância de metodologias que promovam a aprendizagem ativa, a integração entre teoria e prática e o desenvolvimento de habilidades essenciais para o mercado de trabalho. A UEA destaca, em seus estudos, a importância de:</p><p>· Abordagem construtivista: O ensino deve ser centrado no aluno, permitindo que ele construa seu próprio conhecimento a partir de experiências, reflexões e interações. A modelagem de dados, nesse contexto, deve ser apresentada como uma ferramenta para resolver problemas reais e organizar informações de forma eficiente, em vez de um conjunto de regras e conceitos abstratos.</p><p>· Metodologias ativas: A utilização de metodologias ativas de ensino, como jogos de simulação, estudos de caso, projetos em grupo e aprendizagem colaborativa, torna o processo de aprendizagem mais engajador e significativo para os alunos. A aplicação da modelagem de dados em projetos práticos, como a criação de um banco de dados para uma biblioteca ou uma loja virtual, permite que os alunos vivenciem os desafios da modelagem de dados em cenários reais.</p><p>· Integração com outras disciplinas: A modelagem de dados não deve ser ensinada de forma isolada. É essencial integrá-la a outras disciplinas, como programação, algoritmos, sistemas de informação e gerenciamento de projetos, para que os alunos compreendam a aplicação da modelagem em diferentes contextos e áreas.</p><p>· Uso de tecnologias digitais: As tecnologias digitais, como ferramentas de modelagem de dados, plataformas de aprendizagem</p><p>oportunidades de carreira: A padronização pode abrir portas para os alunos, possibilitando que ingressem em programas de trainees e conquistem cargos de destaque em empresas de grande porte.</p><p>· Inovação no ensino: A padronização pode incentivar a inovação no ensino de banco de dados, possibilitando a implementação de novas metodologias e a utilização de recursos tecnológicos de forma mais eficiente.</p><p>Percepções de Docentes e Alunos:</p><p>A pesquisa também explorou as percepções de docentes e alunos sobre a utilização de Oracle e Microsoft no ensino de banco de dados. Os docentes reconheceram a importância das plataformas no mercado de trabalho, mas destacaram a necessidade de capacitação para utilizar as ferramentas de forma eficiente. Os alunos demonstraram interesse em aprender a utilizar Oracle e Microsoft, reconhecendo a importância das plataformas para o seu futuro profissional.</p><p>Um Olhar para o Futuro:</p><p>A padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft é uma tendência em universidades paulistas, mas exige constante atenção para a atualização docente, a integração de TICs e a adaptação às demandas do mercado. A pesquisa evidenciou a importância de investir em programas de formação continuada para docentes, garantindo que estejam preparados para oferecer um ensino de banco de dados atualizado e eficiente.</p><p>Acredito que a padronização do ensino de banco de dados com essas plataformas é uma estratégia importante para preparar os alunos para o mercado de trabalho. No entanto, a pesquisa também revelou a necessidade de continuar investindo em pesquisas para acompanhar a evolução das tecnologias, as demandas do mercado e as necessidades do ensino, buscando oferecer uma formação de qualidade e preparar os alunos para os desafios da era digital.</p><p>A pesquisa que realizei sobre a padronização do ensino de banco de dados nas universidades públicas de São Paulo, utilizando as plataformas Oracle e Microsoft, revelou um panorama interessante e complexo. A análise dos dados coletados, através de questionários online, entrevistas semiestruturadas e análise de documentos oficiais, permitiu identificar padrões de uso, percepções de docentes e alunos, e os principais desafios e oportunidades relacionados à padronização.</p><p>A Importância de um Ensino Padronizado:</p><p>O mercado de trabalho para profissionais de TI, especialmente na área de banco de dados, é altamente competitivo e exige profissionais qualificados com habilidades específicas. As plataformas Oracle e Microsoft se destacam como ferramentas essenciais nesse mercado, sendo utilizadas por empresas de diversos portes e setores.</p><p>A pesquisa revelou que a padronização do ensino com essas plataformas é uma tendência nas universidades paulistas, com grande parte dos cursos de tecnologia da informação incluindo o ensino de Oracle e Microsoft em seus currículos. Essa padronização se justifica pelo fato de que empresas esperam que seus profissionais já estejam familiarizados com essas ferramentas, reduzindo custos e tempo com treinamentos internos e facilitando a integração dos novos colaboradores.</p><p>A padronização também oferece vantagens para os alunos, como:</p><p>· Maior empregabilidade: O domínio de plataformas amplamente utilizadas no mercado aumenta as chances de conseguir um emprego.</p><p>· Acesso a oportunidades de trainees: Empresas que utilizam Oracle e Microsoft costumam oferecer programas de trainees para recém-formados, possibilitando a construção de uma carreira sólida e de destaque.</p><p>· Habilidades práticas e relevantes: O ensino padronizado garante que os alunos desenvolvam habilidades práticas e relevantes para o mercado, preparando-os para lidar com os desafios do dia a dia em empresas e organizações.</p><p>Desafios e Oportunidades da Padronização:</p><p>Embora a padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft seja uma tendência promissora, a pesquisa também revelou a necessidade de atenção para os desafios que ela apresenta:</p><p>Desafios:</p><p>· Atualização Constante: O mercado de tecnologia está em constante evolução, exigindo que os docentes se mantenham atualizados com as novas ferramentas, linguagens e tecnologias. A pesquisa evidenciou a necessidade de investir em programas de formação continuada para docentes, garantindo que estejam preparados para oferecer um ensino de banco de dados atualizado e eficiente.</p><p>· Diversidade de Necessidades e Objetivos de Ensino: Cada universidade possui suas próprias necessidades e objetivos de ensino. A padronização precisa ser flexível para atender a essa diversidade, garantindo que os alunos estejam preparados para diferentes áreas de atuação.</p><p>· Custos e Recursos: A implementação de plataformas como Oracle e Microsoft pode gerar custos para as universidades, especialmente em relação à licença de software e à infraestrutura.</p><p>Oportunidades:</p><p>· Formação de Profissionais Mais Qualificados: A padronização pode contribuir para a formação de profissionais de TI mais qualificados e preparados para atender às demandas do mercado.</p><p>· Ampliação das Oportunidades de Carreira: A padronização pode abrir portas para os alunos, possibilitando que ingressem em programas de trainees e conquistem cargos de destaque em empresas de grande porte.</p><p>· Inovação no Ensino: A padronização pode incentivar a inovação no ensino de banco de dados, possibilitando a implementação de novas metodologias e a utilização de recursos tecnológicos de forma mais eficiente.</p><p>A Importância da Capacitação Docente:</p><p>A pesquisa identificou a necessidade de investir em programas de capacitação docente em relação às plataformas Oracle e Microsoft. A capacitação docente é fundamental para:</p><p>· Atualização Profissional: Permitir que os docentes se mantenham atualizados com as novas versões de software, ferramentas e linguagens de programação.</p><p>· Aprimoramento de Habilidades: Desenvolver habilidades para utilizar as plataformas de forma eficiente em sala de aula, explorando seus recursos e criando atividades práticas e engajadoras para os alunos.</p><p>· Construção de Conteúdo Relevante: Criar materiais de ensino que reflitam as demandas atuais do mercado de trabalho, apresentando exemplos reais e aplicando os conceitos de forma prática.</p><p>O Papel Essencial das TICs:</p><p>A pesquisa evidenciou a importância da integração de TICs no ensino de banco de dados, demonstrando que as universidades estão investindo em recursos digitais para complementar o ensino tradicional.</p><p>A utilização de TICs contribui para tornar o ensino mais dinâmico, interativo e prático, possibilitando que os alunos:</p><p>· Desenvolvam Habilidades Práticas: Criem projetos reais, utilizando softwares de modelagem de banco de dados e plataformas de simulação.</p><p>· Experimentem Cenários Reais: Explore conceitos e aplicando-os em situações do mundo real, utilizando ferramentas digitais e ambientes virtuais de aprendizagem.</p><p>· Acessem Informação e Recursos: Acessam materiais de apoio, vídeos explicativos e ferramentas online para complementar o aprendizado.</p><p>Um Olhar Para o Futuro:</p><p>A padronização do ensino de banco de dados com Oracle e Microsoft é uma tendência em universidades paulistas, mas exige constante atenção para a atualização docente, a integração de TICs e a adaptação às demandas do mercado.</p><p>A pesquisa evidenciou a importância de investir em programas de formação continuada para docentes, garantindo que estejam preparados para oferecer um ensino de banco de dados atualizado e eficiente.</p><p>Acredito que a padronização do ensino de banco de dados com essas plataformas é uma estratégia importante para preparar os alunos para o mercado de trabalho. No entanto, a pesquisa também revelou a necessidade de continuar investindo em pesquisas para acompanhar a evolução das tecnologias, as demandas do mercado e as necessidades do ensino, buscando oferecer uma formação de qualidade e preparar os alunos para os desafios da era digital.</p><p>Considerações Finais:</p><p>O ensino de banco de dados é fundamental para a formação de profissionais de TI, capazes de lidar com os desafios da era digital. A padronização do ensino com Oracle e Microsoft é uma tendência</p><p>promissora, mas exige constante atenção para a atualização docente, a integração de TICs e a adaptação às demandas do mercado. A pesquisa evidenciou a importância de investir em programas de formação continuada para docentes, garantindo que estejam preparados para oferecer um ensino de banco de dados atualizado e eficiente.</p><p>A pesquisa também demonstrou a importância de continuar investindo em pesquisas para acompanhar a evolução das tecnologias, as demandas do mercado e as necessidades do ensino, buscando oferecer uma formação de qualidade e preparar os alunos para os desafios da era digital.</p><p>Espero que essa pesquisa contribua para o avanço do debate sobre a padronização do ensino de banco de dados no Brasil, oferecendo subsídios para a tomada de decisões estratégicas e para a melhoria da qualidade da formação de profissionais de T.I., impactando positivamente o mercado de trabalho e a sociedade.</p><p>Bibliografia.</p><p>Livros:</p><p>Silva, L. M. D. (2009). Framework para interface e gerenciamento de bancos de dados. Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia.</p><p>Hopkins, C. 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O uso de ferramentas de modelagem de dados, como o Rational Rose, Enterprise Architect ou Power Designer, permite que os alunos visualizem e compreendam os modelos de dados de forma gráfica e interativa.</p><p>· Avaliação formativa e contínua: A avaliação deve ser formativa e contínua, visando acompanhar o progresso do aluno e fornecer feedback para o aprimoramento da aprendizagem. A avaliação deve considerar não apenas o conhecimento técnico, mas também a capacidade de aplicar a modelagem de dados na resolução de problemas reais e a capacidade de trabalhar em equipe.</p><p>A aplicação desses princípios pedagógicos no ensino de modelagem de dados contribui para a formação de profissionais de TI mais completos, capazes de lidar com os desafios da era digital, construir sistemas de informação eficientes e seguros e contribuir para a solução de problemas complexos em diferentes áreas.</p><p>Este trabalho foi feito visando tecnologias e modalidades europeias, cuja qual será explicada e exemplificada através de opções e métodos de ensino que foram estudados para a avaliação das didáticas de forma quantitativa, como será descrito na metodologia do projeto, venho a salientar, que muitas das metodologias apresentadas na introdução, serão mais bem exploradas, fundamentas e explicadas, durante a metodologia, pesquisa e resultados.</p><p>Temos algumas soluções apresentadas por disciplinas dentro dos programas de estudo da Universidade Europeia e dos métodos, de ensino que serão apenas ressaltados na introdução, para compreensão do leitor e uma introduzida sobre as tecnologias educacionais aqui e</p><p>Temos nesse aspecto de estudo europeu, para atividade de estudo acadêmico levantamento de base referencial, para introdução do leitor ao tema, sobre aspectos como a diferenciação de pedagogia e andragogia, e alterar o tratamento de aluno, para estudante.</p><p>O termo "estudante", comumente utilizado para designar aquele que se dedica ao estudo, carrega em sua etimologia uma curiosa e, talvez, inconveniente conotação. Originário do latim "studens", significa "aquele que está sentado, aquele que está em repouso", evocado a imagem de um indivíduo em estado de quietude e passividade.</p><p>Essa definição, embora tradicional, não condiz com a realidade do processo de aprendizagem, especialmente no contexto contemporâneo. O estudante contemporâneo não se limita a absorver passivamente informações, mas atua ativamente na construção do conhecimento, buscando, investigando, criando e compartilhando ideias.</p><p>O estudante contemporâneo é um ser ativo, inquieto, questionador, impulsionado pela busca por novos conhecimentos e pela vontade de transformar o mundo ao seu redor. Ele é um indivíduo que busca a luz, não se conforma com a escuridão da ignorância, e se movimenta em direção ao conhecimento, à autonomia e à transformação.</p><p>A imagem do estudante como um ser passivo e sem luz, presente na etimologia da palavra, é um retrato ultrapassado e inadequado. O estudante contemporâneo é um ser de luz, buscador de conhecimento, e a pedagogia deve se adaptar a essa nova realidade, estimulando a autonomia, o questionamento, a investigação e a criação.</p><p>O ensino de banco de dados para adultos exige uma abordagem pedagógica específica, que leve em consideração as características e necessidades desse público. A Andragogia, termo cunhado por Malcolm Knowles na década de 1970, propõe uma pedagogia voltada para o aprendizado de adultos, baseada em princípios como a autonomia, a experiência prévia e a relevância do conteúdo para a vida profissional (Knowles, 1980). A aplicação da Andragogia no ensino de banco de dados para adultos, portanto, se torna crucial para garantir a efetividade do processo de ensino-aprendizagem.</p><p>A experiência pessoal do autor, que se iniciou no mundo da computação na infância, demonstra a importância de despertar o interesse e a curiosidade dos alunos desde cedo. No entanto, a abordagem para adultos exige uma adaptação da metodologia, considerando o conhecimento prévio, as necessidades profissionais e as expectativas do público.</p><p>Em um mundo cada vez mais digital, a capacidade de gerenciar e analisar dados se torna essencial para profissionais de diversos setores. O ensino de banco de dados, nesse contexto, não se limita a transmitir conhecimentos técnicos, mas também deve preparar os alunos para aplicar esses conhecimentos na prática, resolvendo problemas reais e contribuindo para a tomada de decisões mais eficientes em seus respectivos campos de atuação.</p><p>Nesta jornada, vamos explorar como a Andragogia, com seus princípios de aprendizagem centrada no adulto, pode ser aplicada ao ensino de banco de dados, garantindo uma experiência de aprendizagem mais significativa e eficaz. Vamos analisar como a experiência profissional, a autonomia e a relevância do conteúdo podem ser incorporadas às metodologias de ensino, transformando o aprendizado em um processo mais motivador e engajador para adultos.</p><p>O tema da 27ª Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo, "Inovação para o Desenvolvimento Sustentável - Objetivo 2030", é de grande relevância para o ensino superior. A educação superior desempenha um papel fundamental na inovação e no desenvolvimento sustentável, pois capacita os cidadãos com as habilidades e conhecimentos necessários para enfrentar os desafios globais do século XXI.</p><p>Através do ensino superior, os indivíduos podem desenvolver as habilidades de pensamento crítico, resolução de problemas e criatividade, que são essenciais para a inovação. Além disso, o ensino superior pode promover a colaboração entre diferentes áreas do conhecimento, o que é fundamental para o desenvolvimento de soluções inovadoras para os problemas globais.</p><p>O ensino superior também pode contribuir para o desenvolvimento sustentável através da educação ambiental e da formação de profissionais qualificados para trabalhar em áreas sustentáveis, como energias renováveis, agricultura sustentável e gestão de recursos naturais.</p><p>A 27ª Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo é uma oportunidade para que os países ibero-americanos reafirmem seu compromisso com a educação superior como um instrumento para a inovação e o desenvolvimento sustentável. A cúpula pode servir para promover políticas e ações que apoiem a inovação no ensino superior, a fim de contribuir para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.</p><p>Alguns exemplos de como o ensino superior pode contribuir para a inovação e o desenvolvimento sustentável incluem:</p><p>· Formação de pesquisadores e cientistas: O ensino superior pode contribuir para a formação de pesquisadores e cientistas que trabalham em áreas inovadoras, como energias renováveis, saúde e tecnologia.</p><p>· Desenvolvimento de novas tecnologias: O ensino superior pode contribuir para o desenvolvimento de novas tecnologias que podem ajudar a resolver problemas globais, como mudanças climáticas e pobreza.</p><p>· Promoção da educação ambiental: O ensino superior pode contribuir para a promoção da educação ambiental, que é essencial para a conscientização sobre os problemas ambientais e a adoção de práticas sustentáveis.</p><p>· Formação de profissionais qualificados para áreas sustentáveis: O ensino superior pode contribuir para a formação de profissionais qualificados para trabalhar em áreas sustentáveis, como energias renováveis, agricultura sustentável e gestão de recursos naturais.</p><p>A 27ª Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo é uma oportunidade para que os países ibero-americanos reafirmem seu compromisso com a educação superior como um instrumento para a inovação e o desenvolvimento sustentável.</p><p>Os créditos tradicionais são uma medida da carga de trabalho de um curso, geralmente medida pelo número de horas de aula. Os créditos ECTS, por outro lado, são uma medida da carga de trabalho de um curso, levando em consideração mais do que as horas de aula.</p><p>Os créditos tradicionais são baseados</p><p>na premissa de que todas as horas de aula são iguais em termos de carga de trabalho. Essa premissa é questionável, pois diferentes tipos de aulas podem exigir diferentes níveis de esforço do aluno. Por exemplo, uma aula de laboratório pode exigir mais tempo e esforço do aluno do que uma aula de teoria.</p><p>Os créditos ECTS são baseados na premissa de que a carga de trabalho de um curso é determinada por uma variedade de fatores, incluindo o número de horas de aula, o número de horas de estudo independente, o grau de dificuldade do curso e os requisitos de avaliação. Essa premissa é mais realista e leva em consideração as diferentes formas de aprendizagem.</p><p>Os créditos ECTS têm uma série de vantagens em relação aos créditos tradicionais. Eles são mais precisos na avaliação da carga de trabalho de um curso, o que pode ajudar a garantir que os alunos recebam uma educação de alta qualidade. Eles também são mais flexíveis, o que pode facilitar a mobilidade estudantil e a transferência de créditos.</p><p>No entanto, os créditos ECTS também apresentam alguns desafios. Eles podem ser mais difíceis de calcular e gerenciar do que os créditos tradicionais. Eles também podem ser mais difíceis de entender para os alunos e para o público em geral.</p><p>Em conclusão, os créditos ECTS são um sistema mais preciso e flexível de avaliação da carga de trabalho de um curso. Eles podem ajudar a garantir que os alunos recebam uma educação de alta qualidade e facilitar a mobilidade estudantil e a transferência de créditos.</p><p>Aqui estão alguns exemplos específicos de como os créditos ECTS podem levar em consideração mais do que as horas de aula:</p><p>· Aulas práticas e de laboratório: Essas aulas podem exigir mais tempo e esforço do aluno do que as aulas teóricas.</p><p>· Projetos de pesquisa: Os projetos de pesquisa podem exigir um grande investimento de tempo e esforço do aluno.</p><p>· Estágios: Os estágios podem exigir que o aluno trabalhe em um ambiente profissional, o que pode ser uma experiência de aprendizagem valiosa.</p><p>Ao levar em consideração essas diferentes formas de aprendizagem, os créditos ECTS podem fornecer uma avaliação mais precisa da carga de trabalho de um curso e do conhecimento e habilidades adquiridos pelo aluno.</p><p>As concepções de ensino superior de elite, de massa e universal são formas de classificar o ensino superior de acordo com o seu acesso e o seu papel na sociedade.</p><p>O ensino superior de elite é caracterizado por um acesso restrito, geralmente a uma pequena parcela da população, que geralmente é composta por pessoas de classe alta ou média-alta. Esse tipo de ensino superior é frequentemente associado a instituições de prestígio, que oferecem um ensino de alta qualidade e uma formação voltada para a elite.</p><p>O ensino superior de massa é caracterizado por um acesso mais amplo, geralmente a uma parcela significativa da população. Esse tipo de ensino superior é frequentemente associado a instituições públicas, que oferecem um ensino de qualidade mais acessível.</p><p>O ensino superior universal é caracterizado por um acesso aberto a toda a população. Esse tipo de ensino superior é frequentemente associado a uma sociedade igualitária, em que todos têm a oportunidade de acesso à educação superior.</p><p>Essas classificações são úteis para entender a evolução do ensino superior ao longo do tempo. O ensino superior de elite foi a forma dominante de ensino superior por muitos séculos, mas nos últimos anos tem havido um movimento em direção ao ensino superior de massa e universal.</p><p>Esse movimento é resultado de uma série de fatores, incluindo o crescimento da população, a expansão da economia e a democratização da sociedade. O ensino superior de massa e universal são essenciais para o desenvolvimento de uma sociedade justa e inclusiva.</p><p>No entanto, é importante ressaltar que essas classificações são simplificações de uma realidade complexa. O acesso ao ensino superior é influenciado por uma série de fatores, incluindo a renda, a raça, a etnia e o gênero. É importante que o acesso ao ensino superior seja equitativo, independentemente desses fatores.</p><p>O progresso na ampliação da participação no ensino superior e na matrícula ao longo do século passado ocorreu devido a uma série de fatores interligados:</p><p>1. Demanda por Qualificação Avançada: À medida que a economia evoluiu e as tecnologias avançaram, a demanda por trabalhadores qualificados aumentou. Os empregadores passaram a valorizar mais os candidatos com educação superior, o que incentivou mais pessoas a buscar o ensino superior para melhorar suas perspectivas de carreira.</p><p>2. Acesso Financeiro: Muitos países implementaram programas de apoio financeiro, como bolsas de estudo e empréstimos estudantis, para tornar o ensino superior mais acessível a um público mais amplo. Essas políticas reduziram as barreiras financeiras à entrada no ensino superior.</p><p>3. Expansão das Instituições: Ao longo do século passado, houve uma expansão significativa do número de instituições de ensino superior em todo o mundo. Isso incluiu a criação de universidades, faculdades e outras instituições de ensino superior, tornando mais fácil para as pessoas encontrarem opções educacionais próximas a elas.</p><p>4. Inovações Tecnológicas: O desenvolvimento da tecnologia desempenhou um papel importante na expansão do acesso ao ensino superior. A disseminação da Internet e o surgimento de plataformas de ensino online, como MOOCs (Massive Open Online Courses), permitiram que as pessoas acessassem cursos e programas de ensino superior de qualquer lugar, eliminando as restrições geográficas.</p><p>5. Consciência da Importância da Educação: A conscientização sobre os benefícios da educação superior para o desenvolvimento pessoal e para a sociedade em geral aumentou. Isso levou mais pessoas a reconhecerem a importância de buscar o ensino superior e a valorizá-lo como um investimento em si mesmas e em suas comunidades.</p><p>6. Políticas Educacionais: Governos e instituições educacionais adotaram políticas que promovem a expansão do ensino superior, incluindo metas de matrícula, programas de inclusão e iniciativas para grupos com sub-representações, como minorias étnicas e mulheres.</p><p>7. Globalização e Competição: A globalização da economia e a crescente competição global incentivaram muitos países a investirem na educação superior como uma maneira de se manterem competitivos em escala internacional.</p><p>Em conjunto, esses fatores contribuíram para uma mudança significativa na paisagem do ensino superior ao longo do século passado, tornando-o mais acessível e aberto a um número maior de pessoas. No entanto, é importante notar que os desafios persistem, incluindo questões de qualidade, equidade e financiamento, que continuam a ser tópicos de debate e desenvolvimento em todo o mundo.</p><p>A Agenda 2030 da UNESCO é um plano de ação para o desenvolvimento sustentável que visa alcançar 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030. O ODS 4, especificamente, se refere à educação inclusiva e equitativa de qualidade para todos e ao fomento de oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.</p><p>Com base nas ideias destacadas na Agenda 2030, é possível imaginar um cenário possível para o ensino superior global em 2030 no qual:</p><p>· O acesso ao ensino superior é mais amplo e equitativo. Todos os jovens, independentemente de sua renda, raça, etnia, gênero ou localização geográfica, têm a oportunidade de acesso à educação superior.</p><p>· O ensino superior é de alta qualidade e inclusivo. As instituições de ensino superior oferecem um ensino de qualidade que prepara os alunos para os desafios do século XXI.</p><p>· O ensino superior é mais internacionalizado e conectado. As instituições de ensino superior colaboram entre si e com empresas e organizações para promover a inovação e o desenvolvimento sustentável.</p><p>Em um contexto familiar do meu entorno, posso imaginar que, em 2030, meu filho, que atualmente está na escola primária, tenha a oportunidade de estudar em uma universidade no exterior. Ele pode se interessar por estudar em um país de língua espanhola, por</p><p>exemplo, para aprender uma nova língua e conhecer uma nova cultura.</p><p>Para isso, ele pode se beneficiar de programas de intercâmbio ou de bolsas de estudo que facilitam a mobilidade estudantil internacional. Ele também pode contar com o apoio de sua família e amigos, que podem ajudá-lo a se adaptar a uma nova cultura e a enfrentar os desafios da vida no exterior.</p><p>Esse cenário é possível graças ao avanço das tecnologias digitais, que estão tornando o ensino superior mais acessível e inclusivo. Elas permitem que estudantes de diferentes países e com diferentes condições financeiras tenham acesso a uma educação de qualidade.</p><p>No entanto, é importante ressaltar que ainda há desafios a serem superados para que esse cenário se concretize. Um dos desafios é a desigualdade no acesso ao ensino superior, que ainda é um problema em muitos países. Outro desafio é a qualidade do ensino superior, que precisa ser garantida para que todos os alunos tenham a oportunidade de desenvolver suas habilidades e conhecimentos.</p><p>É importante que os governos, as instituições de ensino superior e a sociedade civil trabalhem juntos para superar esses desafios e garantir que o ensino superior seja uma ferramenta de transformação social para todos.</p><p>No contexto da Agenda 2030 da UNESCO, podemos imaginar um cenário possível para o ensino superior global em 2030 que reflete as aspirações de desenvolvimento sustentável. Vamos considerar um cenário em um ambiente acadêmico familiar, como uma universidade em uma cidade fictícia chamada "Cidadela Sustentável":</p><p>Em 2030, a Cidadela Sustentável se tornou um modelo de excelência em ensino superior global, alinhando-se integralmente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da UNESCO. Aqui estão algumas características desse cenário:</p><p>1. Acesso Universal: A Cidadela Sustentável adotou uma política de acesso universal ao ensino superior. O campus oferece cursos presenciais e online, tornando a educação acessível a todos, independentemente de sua localização geográfica.</p><p>2. Sustentabilidade Ambiental: A universidade é um líder em sustentabilidade ambiental. Utiliza fontes de energia renovável, possui edifícios ecológicos com baixo consumo de energia e promove práticas sustentáveis em toda a comunidade acadêmica. Os estudantes participam de projetos de pesquisa e extensão que abordam questões ambientais locais e globais.</p><p>3. Diversidade e Inclusão: A Cidadela Sustentável promove a diversidade e a inclusão em seu corpo discente e corpo docente. Há uma ênfase na equidade de gênero, representação de minorias étnicas e inclusão de pessoas com deficiência. Programas de bolsas de estudo e apoio financeiro garantem que todos tenham a oportunidade de acessar o ensino superior.</p><p>4. Colaboração Global: A universidade colabora com instituições de ensino superior em todo o mundo. Os estudantes têm a oportunidade de participar de programas de intercâmbio e pesquisa em parceria com universidades de diferentes continentes. Isso cria um ambiente de aprendizado global e promove a compreensão intercultural.</p><p>5. Ênfase na Pesquisa Sustentável: A pesquisa é direcionada para resolver desafios globais, incluindo mudanças climáticas, pobreza, saúde e educação. A Cidadela Sustentável contribui para soluções práticas que apoiam os ODS, envolvendo estudantes em projetos de pesquisa desde o início de seus cursos.</p><p>6. Tecnologia e Inovação: A universidade abraça tecnologias avançadas, como inteligência artificial e realidade virtual, para melhorar a qualidade do ensino e da pesquisa. Isso inclui o uso de laboratórios virtuais e plataformas de aprendizado personalizadas.</p><p>7. Compromisso com a Comunidade: A Cidadela Sustentável está profundamente envolvida com a comunidade local e global. Os estudantes e professores participam ativamente de iniciativas de serviço comunitário, trabalhando em projetos que beneficiam a região e contribuem para o desenvolvimento sustentável.</p><p>Nesse cenário, a educação superior não é apenas um meio de adquirir conhecimento, mas também um veículo para a transformação social e a realização dos ODS. A Cidadela Sustentável demonstra como as instituições de ensino superior podem desempenhar um papel fundamental na promoção do desenvolvimento sustentável e na construção de um mundo mais inclusivo, equitativo e ambientalmente consciente até 2030.</p><p>A busca por uma educação de qualidade exige um olhar crítico e transformador sobre as práticas pedagógicas tradicionais. Nesse contexto, a inovação educacional se configura como um elemento fundamental para a construção de uma aprendizagem significativa, acessível e inclusiva para todos os alunos.</p><p>A inovação educacional não se resume à mera implementação de novas tecnologias ou metodologias. Para ser realmente transformadora, ela precisa estar ancorada em um paradigma inclusivo, que reconhece a diversidade dos alunos e busca garantir que todos tenham acesso a oportunidades de aprendizagem de qualidade.</p><p>Esse paradigma inclusivo exige uma mudança profunda na cultura escolar, que deve se basear em princípios como:</p><p>· Valorização da Diversidade: Reconhecer e celebrar a diversidade de origens, culturas, estilos de aprendizagem, habilidades e necessidades dos alunos.</p><p>· Equidade de Oportunidades: Garantir que todos os alunos tenham acesso a oportunidades de aprendizagem de qualidade, independentemente de suas características individuais.</p><p>· Participação Ativa: Envolver os alunos no processo de ensino e aprendizagem, valorizando suas vozes e experiências.</p><p>· Suporte Individualizado: Oferecer suporte pedagógico personalizado para atender às necessidades específicas de cada aluno.</p><p>· Acessibilidade Universal: Eliminar as barreiras físicas, pedagógicas e atitudinais que impedem o acesso e a participação plena de todos os alunos.</p><p>Ao se embasar em um paradigma inclusivo, a inovação educacional se torna uma ferramenta poderosa para garantir a qualidade da educação para todos os alunos. Diversas práticas inovadoras podem ser implementadas nesse contexto, como:</p><p>· Uso Criativo das Tecnologias: As tecnologias digitais podem ser utilizadas para promover a acessibilidade, personalizar o ensino, estimular a colaboração e tornar a aprendizagem mais significativa e engajadora.</p><p>· Metodologias Ativas: Abordagens como a aprendizagem baseada em projetos, a gamificação e a sala de aula invertida podem tornar o ensino mais dinâmico, participativo e contextualizado.</p><p>· Formação Continuada dos Professores: Investir na formação dos professores para que desenvolvam habilidades e conhecimentos para lidar com a diversidade, implementar práticas inclusivas e utilizar tecnologias de forma eficaz.</p><p>· Avaliação Formativa: Implementar uma avaliação que valorize o processo de aprendizagem individual, identifique as necessidades dos alunos e forneça feedback construtivo para promover o seu desenvolvimento.</p><p>· Cultura Colaborativa: Criar um ambiente escolar acolhedor e colaborativo, onde alunos, professores, pais e comunidade se sintam parte de um processo de construção coletiva da aprendizagem.</p><p>Ao combinar inovação educacional com um paradigma inclusivo, as instituições de ensino podem construir uma educação de qualidade para todos os alunos. Essa abordagem transformadora promove:</p><p>· Aprendizagem Significativa: Os alunos se tornam protagonistas de sua própria aprendizagem, desenvolvendo autonomia, senso crítico e habilidades essenciais para o século XXI.</p><p>· Redução das Desigualdades: A inclusão de todos os alunos no processo educacional contribui para a redução das desigualdades sociais e a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.</p><p>· Sucesso Escolar: A qualidade da educação proporcionada por uma abordagem inovadora e inclusiva aumenta as chances de sucesso dos alunos na vida acadêmica e profissional.</p><p>· Excelência Educacional: As instituições de ensino que se comprometem com a inovação e a inclusão se tornam referência em qualidade educacional, preparando os alunos para os desafios do mundo contemporâneo.</p><p>Em suma, a inovação educacional, quando ancorada em um paradigma</p><p>inclusivo, se configura como um caminho fundamental para a construção de uma educação de qualidade para todos os alunos. Ao investir nessa abordagem transformadora, as instituições de ensino podem promover a aprendizagem significativa, a inclusão social e o sucesso de todos os estudantes.</p><p>Não existe um único tipo de aprendizagem que seja o melhor para todos. O melhor tipo de aprendizagem depende das características do indivíduo, do conteúdo que está sendo aprendido e do contexto em que a aprendizagem está ocorrendo.</p><p>No entanto, alguns tipos de aprendizagem podem ser mais eficazes do que outros em determinados contextos. Por exemplo, a aprendizagem por reforço pode ser eficaz para ensinar comportamentos simples, como aprender a ligar e desligar uma luz. A aprendizagem por observação pode ser eficaz para aprender habilidades motoras, como aprender a andar de bicicleta. A aprendizagem por descoberta pode ser eficaz para aprender conceitos abstratos, como aprender sobre a gravidade. A aprendizagem significativa pode ser eficaz para aprender conceitos que são relevantes para as experiências do indivíduo. A aprendizagem colaborativa pode ser eficaz para aprender habilidades sociais e de trabalho em equipe. A aprendizagem experiencial pode ser eficaz para aprender habilidades práticas. A aprendizagem aberta pode ser eficaz para aprender sobre uma variedade de assuntos. A aprendizagem distribuída pode ser eficaz para aprender em um ritmo próprio. A aprendizagem social pode ser eficaz para aprender sobre diferentes perspectivas.</p><p>Em geral, a aprendizagem é mais eficaz quando é:</p><p>· Significativa: o indivíduo entende o porquê de estar aprendendo o que está aprendendo.</p><p>· Ativa: o indivíduo é envolvido no processo de aprendizagem.</p><p>· Adaptativa: o processo de aprendizagem é adaptado às características do indivíduo.</p><p>O professor deve atuar como um facilitador do processo de aprendizagem, independentemente da modalidade de ensino. Isso significa que o professor deve criar um ambiente de aprendizagem que seja estimulante e desafiador, e que incentive os alunos a aprenderem de forma independente e autônoma.</p><p>Na modalidade presencial, o professor deve estar preparado para lidar com uma sala de aula com alunos de diferentes níveis de conhecimento e habilidades. O professor deve ser capaz de adaptar seu ensino às necessidades dos alunos e de criar um ambiente de aprendizagem que seja inclusivo e acolhedor.</p><p>Além disso, o professor deve estar atento às tecnologias digitais que podem ser usadas para enriquecer as aulas presenciais. O uso de tecnologias digitais pode ajudar o professor a tornar as aulas mais interativas e envolventes, e a facilitar a colaboração entre alunos.</p><p>Na modalidade semipresencial, o professor deve ser capaz de ministrar aulas tanto em ambientes físicos quanto online. O professor deve ser capaz de adaptar seu ensino às diferentes modalidades de ensino e de garantir que os alunos tenham uma experiência de aprendizagem consistente.</p><p>Além disso, o professor deve estar disponível para responder a dúvidas e oferecer orientação aos alunos, tanto em ambientes físicos quanto online.</p><p>Na modalidade online, o professor deve ser capaz de criar aulas que sejam atraentes e envolventes. O professor deve usar estratégias que incentivem os alunos a participarem das aulas e a aprender de forma autônoma.</p><p>Além disso, o professor deve estar disponível para responder a dúvidas e oferecer orientação aos alunos, por meio de plataformas digitais.</p><p>O professor deve atuar como um facilitador do processo de aprendizagem porque é o responsável por criar um ambiente de aprendizagem que seja propício ao aprendizado. O professor deve ser capaz de motivar os alunos, de ajudá-los a superar desafios e de ajudá-los a desenvolver as habilidades necessárias para o sucesso acadêmico e profissional.</p><p>Independentemente da modalidade de ensino, o professor deve estar comprometido com o ensino e com a aprendizagem dos alunos. O professor deve estar disposto a aprender e a se adaptar às mudanças, para que possa oferecer aos alunos a melhor experiência de aprendizagem possível.</p><p>Definições de competência</p><p>· Competência é a capacidade de mobilizar conhecimento, habilidades e atitudes para enfrentar com sucesso situações complexas e desafiadoras. (Perrenoud, 1999)</p><p>· Competência é a capacidade de agir eficazmente em um determinado contexto, mobilizando conhecimentos, habilidades e atitudes. (Barbier, 1996)</p><p>· Competência é o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que permitem ao indivíduo desempenhar uma atividade ou função de forma eficaz. (Chiavenato, 2004)</p><p>Classificações de competências</p><p>· Classificação por domínios: as competências são classificadas por domínios de conhecimento, como técnico, comportamental e pessoal.</p><p>· Classificação por níveis: as competências são classificadas por níveis de complexidade, como básico, intermediário e avançado.</p><p>· Classificação por áreas de atuação: as competências são classificadas por áreas de atuação, como educação, saúde e negócios.</p><p>Exemplos de classificações de competências</p><p>· Classificação por domínios:</p><p>· Técnico: conhecimento de conceitos, teorias e procedimentos específicos de uma área de atuação.</p><p>· Comportamental: habilidades para se relacionar com os outros, gerenciar as emoções e tomar decisões.</p><p>· Pessoal: valores, atitudes e crenças que influenciam o comportamento do indivíduo.</p><p>· Classificação por níveis:</p><p>· Básico: competências essenciais para o desempenho de uma atividade ou função.</p><p>· Intermediário: competências mais complexas, que permitem ao indivíduo desempenhar uma atividade ou função de forma mais eficaz.</p><p>· Avançado: competências que permitem ao indivíduo desempenhar uma atividade ou função de forma inovadora e criativa.</p><p>· Classificação por áreas de atuação:</p><p>· Educação: competências para ensinar, aprender e liderar.</p><p>· Saúde: competências para cuidar da saúde física e mental das pessoas.</p><p>· Negócios: competências para administrar empresas e negócios.</p><p>A aprendizagem dialógica surge como uma abordagem educacional centrada na comunicação e na troca de conhecimentos entre os indivíduos. Conforme definido por Elboj (2006), essa forma de aprendizagem é caracterizada por interações que ocorrem em condições de igualdade, permitindo que todos os participantes apresentem seus argumentos de maneira equitativa, buscando alcançar um entendimento mútuo e uma uniformidade de critérios. Essa abordagem contrasta com métodos tradicionais de ensino, nos quais o conhecimento é frequentemente transmitido de maneira unilateral, sem a oportunidade de uma interação verdadeiramente dialógica.</p><p>Nesse contexto, Aubert, Flecha, García e Racionero (2008) destacam que a aprendizagem dialógica parte do princípio de que o aprendizado ocorre através da interação com outras pessoas. Esse processo não é apenas uma transferência de informações, mas sim um meio de transformar nossa compreensão da realidade. A aprendizagem dialógica, portanto, promove uma relação de igualdade e respeito mútuo entre os participantes, onde cada um é valorizado por sua contribuição. Essa metodologia é particularmente eficaz em ambientes educacionais que buscam promover a inclusão, a solidariedade e o respeito às diferenças, criando um espaço onde todos se sintam ouvidos e respeitados.</p><p>A aprendizagem dialógica também é vista como uma prática social transformadora. Flecha e Puigvert (2007) argumentam que essa forma de aprendizagem tem uma importância especial em comunidades de aprendizagem, pois permite a construção coletiva do conhecimento. Ao contrário de abordagens mais hierárquicas, a aprendizagem dialógica incentiva a participação ativa de todos os envolvidos, desde os alunos até os membros da comunidade escolar, como pais e voluntários. Isso resulta em uma experiência educacional mais rica e significativa, na qual as interações sociais desempenham um papel central na construção do conhecimento.</p><p>Essa abordagem também desafia as convenções tradicionais do sistema educacional, propondo uma nova forma de planejar e organizar</p><p>o ensino. Ao permitir que a aprendizagem ocorra por meio de atividades planejadas que consideram todas as dimensões que afetam o processo educacional, a aprendizagem dialógica oferece uma metodologia participativa e cooperativa. Como Flecha e Puigvert (2007) enfatizam, essa metodologia é flexível e aberta, permitindo que todas as vozes sejam ouvidas e que todos os participantes possam contribuir de maneira significativa para o processo de ensino-aprendizagem.</p><p>Em suma, a aprendizagem dialógica oferece uma abordagem inovadora para a educação, centrada na igualdade, na inclusão e na participação ativa de todos os envolvidos. Ao criar um ambiente educacional onde todos têm a oportunidade de participar de forma igualitária, a aprendizagem dialógica não apenas melhora o processo de ensino-aprendizagem, mas também promove valores fundamentais como a solidariedade, a justiça social e o respeito às diferenças. Essa abordagem, portanto, representa uma evolução significativa no campo da educação, com potencial para transformar tanto as práticas educacionais quanto a experiência dos alunos no ambiente escolar.</p><p>1.1. Levantamento</p><p>Necessidade do uso da plataforma Oracle e Microsoft como ferramentas de banco de dados no ensino superior em T.I.</p><p>De acordo com o protocolo MVC, model-view-controller, utilizado como padrão de funcionamento para comunicação entre o usuário e o acesso ao banco de dados, temos a necessidade de ensinar em T.I. um framework ou plataforma de funcionalidades QUE ATENDA A ESSE PADRÃO, surgindo a necessidade de pesquisarmos qual o melhor framework dentro da arquitetura MVC deve ser implementado, O que deve ser pesquisado?</p><p>Devemos implementar como padrão de ensino em banco de dados o framework Oracle e Microsoft como ferramenta no ensino superior?</p><p>Possível caracterizar se a padronização do ensino de banco de dados com linguagem SQL da Oracle e Microsoft é um fato nas universidades?</p><p>· Caracterizar o framework padrão usado pelos docentes das principais universidades públicas do estado de São Paulo, Brasil.</p><p>· Identificar as necessidades de capacitação dos docentes em capacitação profissional da Oracle nas universidades de São Paulo, Brasil</p><p>· Pesquisa da integração didática das TICs na aplicação em laboratório de inteligência artificial na modelagem de banco de dados em São Paulo, Brasil.</p><p>· Pesquisa de campo do resultado empírico da capacitação em integração didática das TIC nos laboratórios de modelagem de dados em São Paulo, Brasil.</p><p>1.2. Principais Aspectos Teóricos</p><p>O estudo se baseia em diferentes áreas de conhecimento, incluindo:</p><p>Arquitetura MVC: O padrão MVC (Model-View-Controller) é um modelo de desenvolvimento de software amplamente utilizado, incluindo aplicações web. O MVC separa a lógica de negócios (model), a interface do usuário (view) e o controle da aplicação (controller), facilitando o desenvolvimento, a manutenção e a reutilização de código. A compreensão do MVC é fundamental para o ensino de banco de dados, já que a maioria das plataformas de banco de dados se baseia nesse padrão.</p><p>Frameworks de Banco de Dados: Os frameworks de banco de dados são estruturas de software que fornecem uma base para o desenvolvimento de aplicações de banco de dados. Eles oferecem componentes pré-construídos, como bibliotecas de código, ferramentas de desenvolvimento, e padrões de design, que simplificam o desenvolvimento de aplicações de banco de dados. O estudo analisará frameworks como Oracle e Microsoft, considerando seus recursos, funcionalidades, e aplicações práticas.</p><p>Linguagem SQL: A Linguagem de Consulta Estruturada (SQL) é uma linguagem padrão para gerenciamento de dados em bancos de dados relacionais. A SQL é fundamental para a criação, manutenção, consulta e manipulação de dados em bancos de dados. O estudo aprofundará a importância da linguagem SQL no ensino de banco de dados e sua relação com as plataformas Oracle e Microsoft.</p><p>Integração de TICs no Ensino: A integração de tecnologias da informação e comunicação (TICs) no ensino é essencial para oferecer aos alunos uma experiência educacional mais dinâmica e interativa. O estudo abordará a importância da integração de TICs no ensino de banco de dados, incluindo ferramentas de inteligência artificial para a modelagem de banco de dados em laboratório.</p><p>Formação de Profissionais de TI: As demandas do mercado de trabalho para profissionais de T.I. exigem habilidades específicas, incluindo conhecimento em banco de dados. O estudo analisará a importância da formação em banco de dados para a inserção de profissionais de T.I. no mercado de trabalho, e os desafios e oportunidades de desenvolvimento profissional.</p><p>Tipo de Estudo, Metodologia e Contexto</p><p>Esta pesquisa é classificada como uma pesquisa aplicada, com abordagem mista, combinando métodos quantitativos e qualitativos para coletar e analisar dados. O objetivo é investigar a viabilidade da padronização do ensino de banco de dados com linguagem SQL da Oracle e Microsoft nas universidades públicas do estado de São Paulo, considerando a realidade do ensino de banco de dados no Brasil.</p><p>O contexto da pesquisa é o ensino superior em T.I. nas universidades públicas do estado de São Paulo, Brasil. A população do estudo é composta por docentes e alunos de T.I. das universidades selecionadas. Será utilizada uma amostra não probabilística por conveniência, incluindo docentes e alunos de T.I. de diferentes cursos e níveis de ensino.</p><p>O estudo será dividido em etapas, incluindo a revisão da literatura, a elaboração de instrumentos de coleta de dados (questionários online e roteiro de entrevistas), a coleta de dados quantitativos e qualitativos, a análise dos dados, a elaboração de relatórios e a discussão dos resultados.</p><p>1.3. Resultados Preliminares</p><p>Os resultados preliminares da pesquisa indicam que:</p><p>A plataforma Oracle e a Microsoft são as ferramentas predominantes no ensino de banco de dados em algumas das universidades públicas e privadas do estado de São Paulo.</p><p>Existe uma necessidade de capacitação dos docentes em relação às plataformas Oracle e Microsoft para garantir a qualidade do ensino e a formação de profissionais qualificados.</p><p>A integração didática das TICs, incluindo ferramentas de inteligência artificial, é crucial para a modelagem de banco de dados em laboratório, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades práticas nos alunos.</p><p>Esta pesquisa tem relevância social e acadêmica, contribuindo para:</p><p>Relevância social: O trabalho auxiliará na formação de profissionais de T.I. mais qualificados e preparados para as demandas do mercado de trabalho. Os resultados da pesquisa podem servir como base para a criação de políticas públicas de ensino que visem a padronização do ensino de banco de dados no Brasil.</p><p>Relevância acadêmica: A pesquisa aprofundará o conhecimento sobre a padronização do ensino de banco de dados, contribuindo para o avanço do debate sobre o tema no Brasil. A investigação sobre a viabilidade da padronização com Oracle e Microsoft, considerando a realidade das universidades brasileiras, é fundamental para oferecer subsídios para a tomada de decisões estratégicas e para a melhoria da qualidade da formação de profissionais de T.I.</p><p>Esta dissertação está estruturada da seguinte forma:</p><p>Introdução: Apresenta a temática, a justificativa, a problemática, os objetivos da pesquisa, a metodologia utilizada, o contexto da pesquisa e os resultados preliminares.</p><p>Revisão da Literatura: Aborda a fundamentação teórica do estudo, analisando a literatura sobre o ensino de banco de dados, o padrão MVC, os frameworks de banco de dados, a linguagem SQL, a integração de TICs no ensino e a formação de profissionais de T.I.</p><p>Metodologia da Pesquisa: Descreve detalhadamente a metodologia utilizada na pesquisa, incluindo o tipo de estudo, a abordagem metodológica, a população, a amostra, os instrumentos de coleta de dados, os procedimentos de coleta e análise de dados, e as considerações éticas.</p><p>Resultados e Discussão: Apresenta</p>

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