Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

INSTITUTO DE ENSINO FABRA 
CURSO DE PEDAGOGIA 
 
 
 
Renata Costa Moreira 
 
 
PROCESSO DE APRENDIZAGEM: IMPORTANCIA DO LÚDICO NO 
DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vitória 
2016 
 
Renata Costa Moreira 
 
 
 
 
 
 
PROCESSO DE APRENDIZAGEM: IMPORTANCIA DO LÚDICO NO 
DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA 
 
 
 
 
 
Artigo apresentado ao Curso de 
Graduação em Pedagogia do Instituto 
Fabra como requisito parcial para 
obtenção do titulo de bacharel em 
2016. 
 
 
 
 
Vitória 
2016 
PROCESSO DE APRENDIZAGEM: IMPORTANCIA DO LÚDICO NO 
DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA 
 
 
 
 
Renata Costa Moreira 
 
 
 
Artigo apresentado ao Curso de 
Graduação em Pedagogia do Instituto 
Fabra como requisito parcial para 
obtenção do titulo de bacharel em 
2016. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vitória 
2016 
1 
 
Resumo 
O artigo busca identificar quais as influencia dos métodos baseados no nas 
condições no processo educacional da criança pela observação, experiência e 
instrução na formação do aprendizado, levando em consideração os métodos 
cognitivos, afetivos e motor para um desenvolvimento social e intelectual. 
Artigo procura conceituar a relevância da utilização do método lúdico como 
ferramenta de aprendizado e quais podem ser os efeitos no crescimento da 
criança. 
Palavras – chave: Processo de Aprendizagem. Lúdico. Formação da criança. 
 
Introdução 
 
Como funciona o processo de aprendizagem? Observando à parte cognitiva, 
especificando como estabelecer um processo que se perpetuará ao logo da 
vida da criança considerando que a educação infantil é apenas um primeiro 
passo em todo curso acadêmico que enfrentará, e como o professor nestes 
primeiro passos tem ter o cuidado ao inserir núcleo motivacional para que o 
desenvolvimento seja uma meta constante do aluno. Neste processo de 
aprendizado leva-se em consideração a relação entre aluno – professor 
apresentando três pontos importantes que são: as aprendizagem por instrução, 
pela observação e pela experiência, abordando os pontos positivos e negativos 
para aproximação entre os atores que vivenciam o processo. 
Dentro desta relação abordamos o desenvolvimento dos sentidos de 
afetividade na identificação da criança com o método oferecido pelo professor 
como referencia e a observação do professor sobre o aluno para poder 
identificar as suas particularidades buscando obter o melhor resultado e 
simpatia dentro do método educacional, ainda demonstramos o processo de 
aprendizagem cognitiva, quanto a “construção do conhecimento” e sua 
estruturação no intelecto da criança, como aprendizado permanente e o 
aprendizado motor, que demonstrado sua relevância quanto ao 
desenvolvimento corporal trabalhado dentro do processo lúdico da brincadeira 
2 
 
com o auxilio do professor, melhorando dentro destes três contextos a sua 
relação com o mundo que o cerca. 
Após, vamos identificar a importância do método do aprendizado utilizando o 
lúdico dentro da sala de aula ou em ambientes externos coagulado com um 
objetivo no processo educacional propostos, ainda os benefícios que podem 
ser desenvolvidos para uma melhor condição, moral, social, e na auto - estima 
para a construção desta criança ou “potes vazios” que poderá aliar o imaginário 
da brincadeira com o processo educacional, propiciando momentos de 
conhecimento e prazer, tornando as relações de professores e alunos mais 
felizes. 
 ...relações entre educadora e educandos. Elas incluem a questão 
do ensino, da aprendizagem, do processo de conhecer-ensinar-
aprender, da, autoridade, da liberdade, da leitura, da escrita, das 
virtudes da educadora, da identidade cultural dos educandos e do 
respeito devido a ela. (freire, Pg. 51) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
Desenvolvimento da Aprendizagem 
Aprendizagem consiste em uma condição duradoura do conhecimento, assim é 
necessária a existência de uma mudança do comportamento que se realizava 
anteriormente, onde a estruturação poderá ser orientada por regra, experiência 
e observação. 
Aprendizagem pela observação trata-se da iniciativa e motivação do individuo 
em, através de um interlocutor, identificar suas ações, memorizá-las e aplicá-la 
ao objeto que se busca aprender. No entendimento do aprendizado através da 
observação, conceitua o psicólogo canadense Albert Bandura “Aprendizagem 
social ocorre pela observação dos comportamentos daqueles que convivemos” 
1. Neste contexto podemos relacionar a criança neste processo onde terá como 
fonte na sala de aula e sua relação com o professor, responsável por criar os 
símbolos visuais e comportamentais para o desenvolvimento, sem afastar-se 
de uma transmissão de informação coletiva, buscando integralizar todos os 
alunos na proposta, sem perder de vista, a identificação da receptividade por 
cada criança. 
Ensino através da experiência consistirá na necessidade do individuo de repetir 
por diversas vezes ações considerando seus erros e acertos até compreender 
a estrutura funcional do objeto que procura o conhecimento. Aprendizado pela 
experiência temos como grande contribuição o psicólogo Edward Lee 
Thorndike, psicologo americano, que conceituou, “qualquer ação que produza 
um efeito satisfatório será repetida”2 que em ambiente escolar pode ser 
considerado como fator de grande relevância para os alunos, considerando que 
as experiências vividas naquele ambiente influenciaram positivamente ou 
negativamente no desenvolvimento do aprendizado e nas relações sociais 
dentro deste contexto que será manifesto ao longo da vida 
 
1
 Disponível em: . Acesso em 
16 Julho 2016. 
2
 Disponível em: . Acesso em 
16 Julho 2016. 
 
4 
 
Pode-se entender que aprendizagem por regras ou instrução contextualizada 
em uma orientação, um método pré determinado, especifico a ser seguido para 
andamento do objeto que pretende-se ensinar a criança, onde as condições 
são determinadas cientificamente sabendo de inicio o resultado que se busca 
atingir com a pratica. 
Diante destas condições percebe-se que o ser humano nasce pré disposto ao 
aprendizado, como sua condição natural que se desenvolverá ao longo da vida 
e que é fundamental na sua relação com o mundo, pois pode observado a 
partir do seu nascimento, quando nos primeiros momentos da vida 
instintivamente aprende a ação de mamar, neste momento observa-se o 
aprendizado, é uma ação que se torna constante em um período necessário, e 
diferente das experiências anteriormente condicionada, neste sentido ocorreu 
uma mudança de comportamento, então, um aprendizado, mesmo que 
consideremos que para este não se desenvolveu por observação, experiência 
ou qualquer regra antes oferecida ao individuo. 
Nesta ocorrência é possível observarmos o inicio do processo de 
aprendizagem, não desenvolvido para aquele momento, mais que será 
condição perpetua em nossa trajetória de vida, que nos propicia as constantes 
mudanças de comportamento. 
Estamos diante de um comportamento constante e essencial no 
desenvolvimento do ser humano, tornando aprendizagem significativa em seu 
conteúdo, demonstraremos a importância dos conceitos de tipos de 
aprendizagem, cognitiva, afetiva, e motora. 
 
 
Aprendizagem Cognitiva 
Esta diretamente atribuída a “construção do conhecimento, do pensamento 
critico e reflexivo” 3 abordado como um sistema “interracional” quando 
estabelecido no processo de aprendizado se inicia com a percepção do 
 
3
 Disponível em: Acesso em 
16 Julho 2016. 
5 
 
objetivo em si, comoum processo para uma construção cognitiva entre o 
desejo e o objeto a ser aprendido, este fenômeno assim descrito por Piaget: 
As relações entre o sujeito e o seu meio consistem numa interação 
radical, de modo tal que a consciência não começa pelo 
conhecimento dos objetos nem pelo da atividade do sujeito, mas por 
um estado indiferenciado; e é deste estado que derivam dois 
movimentos complementares, um de incorporação das coisas ao 
sujeito, o outro de acomodação às próprias coisas (PIAGET, 1978b, 
p. 386). 
Nesta visão o professor, pode ser considerado essencialmente um introdutor a 
qual deverá motivar e sustentar na criança a simpatia para que busque 
desenvolver as capacidades cognitivas elevando o grau de amadurecimento do 
estado de aprendizagem por aquilo que esta sendo apresentado, discutido no 
âmbito escolar, fazendo com que busque respostas através de uma reflexão 
direcionada para o que esta proposta em sala. 
Importante o mediador a percepção que trata-se de um dos sistema metódico 
pedagógico que auxiliará na condução da criança nas atividades e que não 
deve perder de vista a importância de acompanhá-la individualmente, 
respeitando e aprimorando-a em a criança , no tempo proposto para busca de 
uniformidade de aprendizagem coletiva em sala de aula. 
Dentre os trabalhos cognitivos que os professores podem desenvolver com 
crianças em sala de aulas ou em ambientes externos deveram procurar o 
aprimoramento do intelecto nas capacidades de sistematizar o hábitos 
educacionais, pois é fundamental para inserção da criança no mundo, 
desenvolvendo suas capacidades de identificação dos símbolos, formando uma 
capacidade de raciocino reflexivo e de argumentação, além de ser um 
combustível para a criatividade acentuando positivamente as suas relações 
sociais. 
O desenvolvimento trabalhado nas crianças de suas capacidades auditivas 
também poderão auxiliá-las no aprendizado, pois relacionará constantemente 
com símbolos que descreveram o objeto a ser aprendido ao longo do processo 
acadêmico, então, desta forma quanto antes iniciar dentro da salas de aulas 
melhor será a relação e coordenação de suas capacidades, portanto, permitirá 
ao aluno fixar e reproduzir oralmente ou através da escrita as informações 
6 
 
passadas pelo professor organizando e relacionado as informações recebidas 
e os símbolos gráficos apresentados. Assim, as atividades que componham o 
exercício de identificar sons de animais, objetos e musicas através de 
conteúdos programáticos relacionados em métodos auditivos serão de grande 
valia para o desenvolvimento motor, além de auditivas e ritmicidade corporal e 
fixação. 
 
Aprendizagem Afetiva 
Essencialmente aprendizagem afetiva deve desenvolver-se através de um 
processo de interação e educação escolar, mantendo o aluno motivado na 
busca pelo conhecimento, construindo relações afetivas com o processo 
educacional, causando-lhe satisfação, desta forma, é necessário ao professor, 
um suporte para superação dos objetos que podem afetar negativamente a 
criança, objetivando um método responsável por produzir estímulos emocionais 
do aprender, onde Fernandez defende que “a libertação da inteligência 
aprisionada, somente poderá dar-se através do encontro como perdido prazer 
de aprender. (1990, p.18)4 
Quando há o desenvolvimento de jogos em sala de aula deve-se não apenas 
na busca por um desenvolvimento cognitivo, mais que este jogos trabalhem 
incessantemente a parte emocional das crianças, pois neste aspectos devemos 
apresentar jogos direcionados a resultados anteriormente previstos pelo 
educador, buscando relacionar a educação escolar com o conhecimento de um 
processo primordial de aprendizagem e desenvolvimento. 
Como mediador na relação entre aluno e aprendizagem o professor, 
necessariamente, planeja os resultados para atrair o aluno afetivamente, que 
se disponha, e principalmente tenha a motivação para continuar a trilhar o 
caminho que lhe é oferecido, então, os elementos de amizade e respeito serão 
fatores que possibilitarão a interação entre os envolvidos, o professor e o 
aluno, fortalecendo os laços de proximidade, desenvolvendo o lado solidário, 
generoso e de confiança entre si na integração nesta relação com atenção 
 
4 (TEZANI, 2006, p. 11) 
TEZANI. Thaís Cristina Rodrigues. O jogo e os processos de aprendizagem e desenvolvimento: aspectos cognitivos e 
afetivos: Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, 2006. 
7 
 
especial entre os indivíduos, além que, possibilitara ao professor maior controle 
dos alunos, conseqüentemente terá mais êxitos nos resultados dos jogos 
educacionais propostos em sala de aula, aprimorando o processo físico, 
psíquico, espiritual e moral, propiciando harmonia no processo de 
aprendizagem. 
Para Piaget a afetividade como motivação para atividade cognitiva enfatizando 
que afetividade e razão são termos que se completam, onde Tailleur explica 
que para Piaget “afetividade é energia, o que move ação, enquanto a razão é o 
possibilita ao sujeito identificar desejos, sentimentos e obter êxito nas ações” 
(1992, p.66).5 
Com estas perspectivas de afetividade, considerando o respeito pelo individuo 
e adequando as propostas de ensino as crianças, focadas em um objetivo na 
estrutura educacional o professor buscará trabalhar com as reduções dos 
“problemas de aprendizado” ou “fracassos escolares”, decorrentes de 
anulações das motivações das capacidades infantis ou um bloqueio das 
possibilidades de desenvolvimento voltado ao aprendizado, e até na dificuldade 
de se relacionar com o ambiente, desta forma todos os métodos descritos 
podem caracterizar de forma marcante, ou talvez definitiva, na continuidade da 
relação individuo - aprendizado aplicando, maximizando os potencias dos 
alunos através da aprendizagem afetiva. 
 
Aprendizado Motor 
Esta diretamente ligado com o desenvolvimento da criança através de 
exercícios lúdicos que trabalhem o corpo, suas percepções no controle de 
ações e possibilidades de planejamento estratégico na execução do jogo lúdico 
dentro de sala de aula. Além, de trazer o alto controle corporal é importante 
salientarmos que o trabalho desenvolve o âmbito social, melhorando as 
relações sociais com outras crianças, melhorando o poder de concentração e a 
afetividade dentro do grupo social. 
 
5
 Disponível em: Acesso em 17 Julho 2016. 
8 
 
Os jogos ou brincadeira lúdica oportuniza de forma prazerosa para a criança 
ganhos na sua estrutura física, psicomotor, considerando a diversidades de 
movimentos coordenados que serão executado, auxiliando no desenvolvimento 
mental de controle gradativo para que execute as tarefas designadas pelo 
professor. Assim de acordo com 
... a criança desenvolve a coordenação motora, a atenção, o 
movimento ritmado, espacialidade, direção a seguir dentre outros, 
participando do desenvolvimento em seus aspectos biopsicológicos e 
sociais. Biltencourt (2002). 
A ludicidade nos jogos motores para as crianças vêem a propiciar pelo modo 
de condução, não apenas o caráter físico, mais o trabalho em conjunto com o 
grupo de alunos, associados a fatos educacionais a estrutura do conhecimento, 
o que através do reconhecimento das diferenças oportunizará um melhor 
processo de socialização, comunicação definida, além de conciliar com 
processo transparente e eficaz de ensino-aprendizagem. 
Brincando e jogando, a criança terá oportunidade de desenvolver 
capacidades indispensáveis à sua futura atuação profissional e social, 
tais como: afetividade, o hábito de permanecer concentrada e outras 
habilidades perceptuais e/ou psicomotora, pois, brincando, a criançatorna-se operativa (Aguiar, 1998). 
A importância do jogo na aprendizagem servirá para compor os traços 
motivacionais, onde poderá variar em cada contexto social. Mesmo com os 
benefícios demonstrados por diversos autores, algumas duvidas ainda não 
estão devidamente respondidas, pois os jogos, devem ser colocados de forma 
livre ou coordenada? Ou intercalando-as? Dessa forma os profissionais e 
centros educacionais que estejam dispostos a desenvolver determinadas 
competências, deveram segundo Kishiomoto (1992)6 que defende na pratica 
pedagógica atual distinção em dois tipos de jogos: lúdico e educativo, tratando 
que ação livre é lúdica sendo a principiada e continua pela criança, enquanto o 
educativo é a ação lúdica com o objetivo de desenvolver a parte cognitiva e 
absorver certos conteúdos. 
Assim é necessário oferecer as crianças as possibilidades de experiências de 
jogos lúdicos individualmente ou em grupo diversificando os locais para 
 
6
 (OLIVEIRA; ARAUJO; BERNARDES, 2011, p. 1) 
OLIVEIRA, Alexandra Moura; ARAUJO, Regina Cabral; BERNARDES,Anézio Claudio. A importância do jogo, do brinquedo e das 
brincadeiras na educação infantil. Univap – Universidade do Vale do Paraíba, 2011. 
9 
 
execução em ambientes fechados ou abertos, fazendo que possa desenvolver 
conceitos de independência, liderança, capacidade de encontrar soluções para 
os desafios, reconhecimento dos próprios limites, qualidades e adaptações 
sociais. 
O educador deve a atenção no processo lúdico educacional motor das 
crianças, pois se trata de fatores de relevância para o seguir da vida destes 
indivíduos que iniciam o processo educacional e que precisaram das 
faculdades desenvolvidas. Um processo mal estabelecido trará conseqüências 
de leitura e escrita, direção gráfica, ordenação de palavras, pensamento 
abstrato e lógico, pois afastando estas conseqüências de omissão ou trabalhos 
maus estruturados o que deve ser desenvolvido é o lado motor, lógico que 
conscientiza o corpo da criança. 
Segundo David L. Gallauue o desenvolvimento motor esta diretamente ligado 
as áreas cognitivas e afetivas do comportamento da criança: 
O desenvolvimento motor está relacionado às áreas cognitiva e 
afetiva do comportamento humano, sendo influenciado por muitos 
fatores. Dentre eles destacam os aspectos ambientais, biológicos, 
familiar, entre outros. Esse desenvolvimento é a contínua alteração 
da motricidade, ao longo do ciclo da vida, proporcionada pela 
interação entre as necessidades da tarefa, a biologia do indivíduo e 
as condições do ambiente. (GALLAHUE, 2005, p. 03). 
Considerando as questões mencionadas, percebe-se a natural relevância na 
proposição de atividades pelo professor na aprendizagem em sala de aula, 
objetivando transmitir com naturalidade da necessidade do conhecimento para 
o aluno, ainda, através de trabalhos livres ou orientados retirar dos alunos suas 
potencialidades com bem estar, transformando em espaços diversos e criativos 
a capacidade do imaginário, dos movimentos, da disciplina e liberdade. Os 
processos citados fazem parte de um grupo de conceitos que irão propiciar um 
ambiente de aprendizado escolar constante e fundamental, harmonizado com 
atividades estruturadas uma formação para criança que possa torná-la “Dona 
de si”, segura, emancipada, refletindo para sua função social com excelência 
apoderada de tudo aquilo desenvolvido no processo de aprendizado. 
 
 
10 
 
O lúdico na educação Infantil 
Os jogos lúdicos são tratados pela sociedade ocidental desde o inicio da 
filosofia grega, onde um dos maiores contribuidores da filosofia Grega 
identificaram que as crianças deveriam ter ocupações através dos jogos 
educativos sob a supervisão de um orientador. Platão acreditava que poderia 
através destas atividades desenvolverem os valores educativos e a moral 
contribuindo para a formação do caráter da criança, utilizando-se, além do 
desenvolvimento motor, o ensino com praticas lúdicas para a compreensão da 
matemática, por exemplo. 
A partir destes processos reflexivos sobre a estruturação de um método de 
ensino que fosse capaz de unir a educação, a formação moral da criança, onde 
o conhecimento fosse transmitido e recepcionado com prazer, em uma relação 
onde os jogos direcionados demonstrassem à criança a necessidade e a 
motivação para troca de conhecimento com os professores e os demais alunos 
que compartilhariam as experiências em sala de aula. 
No estudo para o entendimento da construção do aprendizado humano dentre 
Philippe Airès a partir do século XVI, onde obtivemos também a influencia dos 
jesuítas na edição de tratados para ginásticas, oferecendo regras aos jogos. 
Rabelais no século XVI dizia: “ensina-lhes afeição a leitura e ao desenho, e até 
aos jogos de cartas e fichas servem para o ensino da geometria e da 
aritmética”. Comênio (1592 – 1671) apresentou seu método em três idéias: 
naturalidade, intuição e auto-atividade. Jean – Jaques Rosseau “Não deis a 
vosso aluno nenhuma espécie de lição verbal: só da à experiência que ele 
deve receber”. Mesmo através de Pestalozzi (1746 – 1827), Froebel (1782 – 
1852), Dewel (1859 – 1952) que ao longo da historia foram aperfeiçoadas para 
aplicação em salas de aulas como proposta de trabalho.7 
Segundo Rodrigues (1999), “a concepção tradicional considera a criança como 
um recipiente vazio que deve o professor enchê-lo”8 por esta perspectiva a 
responsabilidade do professor é importante, tendo em vista que será o 
 
7
 ALMEIDA, Paulo Nunes de. Educação Lúdica. 11º Ed. São Paulo: Loyola, 2003. p. 21-23 
8
 (PINTO; TAVARES, 2010, p. 5) 
PINTO, Cibele Lemes; TAVARES, Helenice Maria. O Lúdico na Aprendizagem: Aprender e Aprender. Faculdade Católica de 
Uberlândia.2010. 
11 
 
condutor por preencher este recipiente de uma forma a orientar as crianças um 
processo motivado de sempre objetivar a busca por conhecimento. 
O que deve ser perseguido, homens e mulheres é a autonomia e a construção 
nas formas de novos cidadãos, diante do grande desafio que temos em nossa 
sociedade, onde devemos sempre nos preocupar na instrução de crianças de 
formação que sejam independentes, capaz de dirigirem a si conscientemente, 
que utilizem em suas vidas, os saberes e as habilidades ativamente na 
comunidade igualmente entre todos, cresçam e possam alcançar os patamares 
desejados para realizações dos seus objetivos. Com essa perspectiva que far-
se-á iniciação do ensino lúdico desde os primeiros passos de sua formação, 
capacitando e propiciando o que pode haver de mais importante a sublime: a 
liberdade. 
Trata-se de um processo longo e por muitas vezes cansativo, quanto terá que 
observar o desenvolvimento coletivo e individual de cada criança, pela 
diferença, assim identificado por Morais (1986), “a falta de estimulação 
adequada, métodos de ensino inadequados, problemas emocionais, falta de 
maturidade e dislexia, são causas de dificuldades na aprendizagem.”9 
O lúdico apresenta-se como uma condição real e prazerosa, estimulante para 
que a criança ligada a jogos e brincadeiras, que devidamente trabalhado, serão 
um ponto de ruptura para o aprendizado, fazendo com que tal desenvolvimento 
cause um grande entusiasmo nas relações do grupo trabalhado. 
Conforme Winnicott (1995), “o lúdico é considerado prazeroso, devido a sua 
capacidade de absorver o indivíduo de forma intensa e total, criando um clima 
de entusiasmo.” 10 
Buscando a tradução deste conceito o lúdico é um método que possibilitará a 
criança o desenvolvimento, cultural social, a percepção para adquirir novos 
conhecimentos, aperfeiçoamento de sua sociabilidade e poder criativo 
 
9
 (PINTO; TAVARES, 2010, p. 7) 
PINTO, Cibele Lemes; TAVARES, Helenice Maria. O Lúdico na Aprendizagem:Aprender e Aprender. Faculdade Católica de 
Uberlândia.2010. 
10
 (PINTO; TAVARES, 2010, p. 5) 
PINTO, Cibele Lemes; TAVARES, Helenice Maria. O Lúdico na Aprendizagem: Aprender e Aprender. Faculdade Católica de 
Uberlândia.2010. 
12 
 
estabelecendo um equilíbrio entre o real e o imaginário, assim oferece-se aos 
alunos, através de aulas lúdicas, a capacidade de desenvolver atividades de 
criatividade e não de produtividade. 
A idéia de Alves (1987) sobre o lúdico está ancorada em um processo eficaz na 
origem da ação, no momento de desempenho da atividade que torna ação em 
compreensão, resultando no aprender, quando diz: 
 
“O lúdico se baseia na atualidade, ocupa-se do aqui e do agora, não 
prepara para o futuro inexistente. Sendo o hoje a semente de qual 
germinará o amanhã, podemos dizer que o lúdico favorece a utopia, a 
construção do futuro a partir do presente.” 
 
Notadamente é possível observar os benefícios das atividades lúdicas, 
acentuados com o desenvolvimento do imaginário quando a criança utiliza-se 
dos símbolos representa a realidade a sua volta adquiridos pelas próprias 
observações e externados através de uma necessidade inerente de 
compreensão de todos os simbolismos representados naquela brincadeira, 
contribuindo para o processo cognitivo de amadurecimento 
Wadsworth (1997), referindo-se a Piaget, afirma que: 
 
“...forma de representação na qual as crianças deste período se 
engajam é o jogo simbólico. É possível observar uma criança com um 
bloco de madeira, brincando como se ele fosse um carro e dando-lhe 
todos os atributos de um carro. Isto é um jogo simbólico, um jogo de 
faz-de-conta, uma espécie de atividade não encontrada no nível 
sensório-motor. (WADSWORTH, 1997, p.66). 
 
A brincadeira lúdica traz para dentro da sala de aula, orientado pelo professor, 
alicerçado no objetivo da proposta educacional um despertar do estado inerte 
da atividade do conhecimento para uma forma consciente de aprender na 
forma de ação desempenhando as atividades propostas, pois o aluno deverá 
contar com a participação dos seus colegas e ele próprio deverá dedicar-se em 
um trabalho solidário de dar e permiti-se receber para que todos possam 
aprender e atingir a ruptura necessária no preenchimento com base no 
conhecimento. 
...o jogar “promove a construção de relações” e a brincadeira 
“facilitam a adaptação social criança constrói o conhecimento a partir 
13 
 
das interações que estabelecem com as outras pessoas e com o 
meio em que vivem. (Murcia, 2005, p.47) 
Para a criança o jogo ou brincadeira traduzem-se com o mesmo significado, 
pois são duas palavras que representam o movimento, o imaginário as 
relações entre os envolvidos, desempenhando um busca por romper os 
próprios limites fantasiando seus heróis através de alegrias, sonhos onde as 
realidades se entrelaçam e o lançam para um universo criativo. Neste momento 
o mediador da aplicação destes jogos o auxilia na construção do aprendizado, 
pois, mesmo com abstração de todas as circunstancia o desenvolvimento 
ocorrerá sob o conteúdo educacional e o relaxamento que o jogo proporcionará 
nas relações entre alunos e professores. 
Portanto, o diálogo entre os envolvidos no processo de conhecimento deverão 
ter centralizado o dinamismo em compreender os assuntos abordados no jogo 
ou brincadeira, explorando no ato de brincar, também, juntamente reservar o 
período de conversa sobre ação desenvolvida, oportunizando ao professor 
colher e avaliar respostas, obter compreensões e incompreensões das 
crianças, pois a percepção e o senso critico são inerentes as brincadeiras e 
essencial para desenvolvimento das capacidades trabalhadas. 
 
“O lúdico pode se caracterizar assim, o sentimento, os 
questionamentos, prática social, mediação professor/aluno, 
habilidades, autonomia, responsabilidades, senso crítico e 
aprimoramento de estruturas mentais, como atenção, percepção e 
raciocínio.” (Tavares, Pinto, 2010. p. 8) 
 
 
 
As atividades lúdicas proporcionaram para a criança o desenvolvimento da sua 
identidade, projetará a autonomia fazendo com que a, habitualidade de 
concentração torne-se um instrumento permanente e facilitador para memória, 
imaginação com a experimentação das regras constantes nos jogos, sempre 
voltados para o esforço motor, cognitivo e efetivo relacionando a satisfação e 
liberdade vivenciadas nos instantes das atividades 
O lúdico como método na educação infantil, sendo livre e dirigido impõe ao 
professor a observação de cada criança na execução das atividades desde o 
momento da escolha dos brinquedos que serão utilizados, podendo traçar um 
perfil comportamental, assim para que o professor tenha a capacidade de 
orientar, definir o planejamento tirando o melhor proveito em prol do aluno, 
14 
 
onde segundo Craidy e Kaercher “Todos os momentos, sejam eles 
desenvolvidos em espaços abertos ou fechados, deverão permitir experiências 
múltiplas, que estimulem a criatividade, a experimentação, a imaginação”11 
(2001, p.30) 
O trabalho para o bem estar e desenvolvimento de criança visa a incorporação 
do sistema lúdico no sistema educacional como proposta autentica de 
conhecimento não apenas o conteúdo curricular mais também no que abrange 
a percepção de mundo, semeando o equilíbrio e a motivação para que o 
caminho da educação torne-se fator imprescindível na vida destas crianças 
como um apoderamento da própria vida, escolhas, alimentando uma melhora 
substancia na sociedade onde se relacionam e procuram estabelecer-se. 
 
“O brincar é o principal meio de aprendizagem da criança… [e esta] 
gradualmente desenvolve conceitos de relacionamentos causais, o 
poder de discriminar, de fazer julgamentos, de analisar e sintetizar, de 
imaginar e formular (Moyles, 2002, p.37). 
 
 
Diante destas necessidades claras de auxilio ao desenvolvimento a escola bem 
estruturada é o alicerce fundamental para o resgate e manutenção da 
ludicidade, implementando sucatas, jogos, historias, brincadeiras na formação 
de atitudes contribuintes ao respeito mutuo, cooperação, obediência as regras, 
iniciativas e responsabilidades. Percebe-se que o trabalho motor, cognitivo e 
afetivo serão constantemente utilizados e favorecidos neste processo de troca 
entre escola, aluno e professor. 
 
 
Considerações Finais 
 
Através da pesquisa pode-se contatar inicialmente o funcionamento do 
processo da aprendizagem por condições que cão inerentes a condição 
humana do nossa nascimento e a importância que desde o inicio seja 
observada pelo professor as formas em que as crianças, objeto deste artigo, 
recebem as informações que farão parte da compilação de informações que 
resultaram no todo que compõe o aprendizado, pois a observação, a 
 
11
 (MORENO, 2009, p. 04) 
MORENO. Leonel de Alencar. O Lúdico e a Contação de Historia na educação Infantil: Universidade do Vale do Itajaí 
(UNIVALI), 2009. 
15 
 
experiência e a instrução andaram juntos nos conjuntos de símbolos que 
transmitiram a criança o objetos a ser ensinado. Dentro da pesquisa identifica 
que a criança como “depositário de conhecimento” ou na metáfora de “um copo 
vazio a ser preenchido”, não pode ser uma forma do professor se considerar o 
detentor de todo o conhecimento, uma única fonte do conhecimento como um 
ser acima dos que estão ali para adquirir conhecimento, pelo contrario estar 
incluído a esta condição e saber que o compartilhar é fator principal para o 
sucesso do aprendizado, que é parte auxiliadora no desenvolvimento cognitivo 
deste indivíduos, e que a cada passo que for demonstrado é uma centelha que 
acenderá na busca de novos sentidos e experiências de vida. 
Diante da busca por desenvolver-se positivamente a criança busca na sua 
inerência de vida o reconhecimento da sua cultura, das especificidades como 
indivíduos, a paciência, o reconhecimento, o amor, no entendimentoque estão 
disponíveis receptivamente para a educação, para brincadeira no imaginável e 
no inimaginável como métodos de lhe cativarem, cultivando em si e para a 
sociedade transformações em alicerces mais favoráveis de um mundo antes 
incompreendido quando crianças para uma nossa realidade quando adultos, 
onde os sonhos, ainda possam ser sonhados, que a esperança seja pautada 
como um lugar acessível em forma pacificas na relação com seus 
semelhantes. 
O lúdico quanto método de ensino aliado ao um sistema curricular voltado para 
a formação de cidadãos e o primeiro passo para aumentar o interesse, tendo 
em vista que não podemos permitir na educação substituir “criatividade por 
produtividade”, as brincadeiras lúdicas podem trazer uma moral solidificada, 
evitando vícios comportamentais, trarão a responsabilidade e respeito pelas 
pessoas e ao mundo que vivemos. 
Assim, conforme art. 2º das Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 
expressa que : 
 
“A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos 
princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, 
tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu 
preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o 
trabalho.” 
 
Deve-se ter internalizado por todos que o incentivo na educação não é apenas 
da Escola ou de um direito adquirido e postado constitucionalmente, a criança 
16 
 
tem que ser nutrida e respeitada sua liberdade pela família, vizinhos ou 
qualquer pessoa próxima incluída em nossa sociedade, trata-se de um 
conjunto de exemplos que é oferecido, e neste contexto todos devem participar 
em suas comunidades, as comunidades dentro das escolas, discutindo 
possibilidades e métodos que poderão beneficiar, primeiramente as crianças e 
conseqüentemente a comunidade no futuro. 
O lúdico deve ser o exercício aplicado a todas as crianças se mantendo vivo, 
aquecidos pelos seus familiares, pois a liberdade é forma de amar, a paciência 
e o reconhecimento são as fórmulas necessárias na construção de uma 
sociedade consciente, justa e pacifica e certamente estes resultados 
apareceram quando todo o sistema educacional estiver voltado para o ser 
humano. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
17 
 
Referencias: 
 
FREIRE, PAULO. Professora sim, Tia não: Cartas a Quem ousa ensinar. São 
Paulo: Olho D’Água, 1997. 
 
SALOMÃO, Hérica Aparecida de Souza; MARTINI, Marilaine. A Importância 
do Lúdico na educação Infantil: Enfocando a Brincad eira e as situações 
de ensino não Direcionado. 2007. 267 f. Dissertação Curso de Pedagogia - 
Academia do curso de Pedagogia das faculdades Integradas de Cacoal - 
UNESC, Roraima, 2007. 
 
SILVA, Marinês da; SILVA, Marisane da; SANTOS, Juliano Ciebre dos. A 
Importância do Lúdico no Processo Ensino Aprendizag em. 2014. 
Dissertação, Mato Grosso, 2014. 
 
DOHME, Vania D’Angelo. Atividades lúdicas na educação – o Caminho de 
tijolos amarelos do aprendizado. 2004. Texto integrante dos Anais do XVII 
Encontro Regional de História – O lugar da História, UNICAMP Campinas, 
2004. 
 
ROSSI, Francieli Santos. Considerações sobre a Psicomotricidade na 
Educação Infantil. 2012. Revista Vozes dos Vales da UFVJM: Publicações 
Acadêmicas – Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – 
UFVJM. Minas Gerais, 2012. 
 
MARQUES, Tânia Beatriz Iwaszko. Epistemologia Genét ica e Construção 
do Conhecimento. 2005. Dissertação Doutorado. Curso Psicologia da 
Educação – Universidade Federal de Rio Grande do Sul – UFRGS, Porto 
Alegre, 2005. 
 
ESTEVES, Ana; TOMÉ, Inês; MARQUES, Alexandra; FERREIRA, Ana Sofia; 
PALMA, Patrícia. Desenvolvimento e Aprendizagem Motora - Habilidades 
Motoras Posturais. 2009 / 2010 – Dissertação – Curso de Educação Básica - 
Escola superior de Educação de Beja, Portugal, 2009 /2010. 
 
REGINATTO, Raquel. Importância da Afetividade no Desenvolvimento e 
Aprendizagem . 2013. Artigo – Pedagoga. Universidade Estadual do Rio 
Grande do Sul, Lagoa Vermelha, 2013. 
 
FERNANDES, Tatiana Andrade. O Jogo como Recurso Viabilizador da 
aprendizagem no processo de alfabetização na educaç ão básica . 2015. 
Monografia – Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia. Universidade 
Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho – Instituto de Biociência, Rio Claro, 
2015. 
 
TEZANI. Thaís Cristina Rodrigues. O jogo e os Processos de Aprendizagem 
e Desenvolvimento: Aspectos cognitivos e Afetivos . 2006. Educação em 
Revista. Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, São Carlos, 2006. 
 
18 
 
SILVA, Cristiane Martins da; GONÇALVES, Luciana Damasceno. O LÚDICO 
NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO. 2005. Artigo Conclusã o do Curso 
de Pedagogia. Centro Universitário de Brasília – UniCEUB, Brasília, 2005. 
 
MORENO, Leonel de Alencar. O lúdico e a Contação de Histórias na 
Educação Infantil. 2009 - Trabalho de Estágio Supervisionado - Curso de 
Pedagogia – da Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI, Itajaí, 2009. 
 
PINTO, Cibele Lemes; TAVARES, Helenice Maria. O Lúdico na 
Aprendizagem: Aprender e Aprender . 2010. Revista Católica – Licenciatura 
Curso de Pedagogia - Faculdade Católica de Uberlândia, Uberlândia, 2010. 
 
OLIVEIRA, Alexandra; ARAUJO, Regina Cabral; BERNARDES, Anézio 
Claudio. A Importância do Brinquedo e das Brincadeiras na Ed ucação 
Infantil . Faculdade de Pedagogia - Universidade do Vale do Paraíba – UNIVAP 
– São José dos Campos. 2010. 
 
 
Disponível em: 
Acesso em 16 Jul. 2016. 
 
Disponível em 
 Acesso em 18 Jul. 2016. 
 
Disponível em: 
 Acesso em 18 Jul. 2016. 
 
Disponível em: Acesso em 18 de Jul. 2016. 
 
Disponível em Acesso em 19 de Jul. 2016. 
 
Disponível em: Acesso em 19 de Jul. 2016. 
 
Disponível em Acesso em 19 de Jul. 2016. 
 
Disponível em: 
 
Acesso em 23 de Jul. 2016. 
 
Disponível em: Acesso em 23 de 
Jul. 2016.

Mais conteúdos dessa disciplina