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TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Leite, ovos e mel Rodrigo Padilha 1 Leite: Características Gerais Tecnologia de Produtos de Origem Animal DEFINIÇÃO 3 www.dms.ufsc.br... “Mistura homogênea de grande núm. de substâncias, das quais algumas estão em emulsão, algumas em suspensão e outras em dissolução verdadeira” Lactose, glicerídeos, proteínas, sais, vitaminas, enzimas Emulsão gorduras e associações Suspensão caseínas e sais Dissolução lactose, vitaminas, proteínas e sais Do ponto de vista biológico e físico-químico... subt: lactose, glicerídeos, proteínas, sais, vitaminas, enzimas etc emulsão: gorduras e associados (consiste num colóide no qual pequenas partículas de um líquido são dispersas noutro líquido) suspensão: caseína ligada aos sais minerais (um estado provisório na mistura de um liquido ou gás nos quais, o material particulado encontra-se em movimento) dissolução: lactose, vitaminas hidrossolúveis, proteínas do soro e sais 3 CARACTERÍSTICAS 4 http:qaonline.iqsc.usp.br8180... http://www.pratiqueleite.com.br/pages.php?recid=6790 Composição média nutricional do leite de vaca e de cabra (100 ml) 4 CARACTERÍSTICAS 5 http:qaonline.iqsc.usp.br8180... http://www.delaval.com.br... Fat = gordura; SNF = sólidos ñ gordurosos; NPN = nitrogênio ñ-protéico; WP = proteínas do soro 5 LIPÍDIOS Fração mais variável (3,2-6%) Espécies e raças Inversamente proporcional ao vol. de leite produzido Idade, fase de lactação, alimentação, sazonalidade, clima Triglicerídeos (95%) Di e monoglicerídeos, colesterol livre e ésteres Vitaminas lipossolúveis 6 6 LIPÍDIOS Integridade dos glóbulos de gordura Garante a estabilidade da gordura Separação da nata Aproximação e coalescência dos glóbulos Rompimento da parede dos glóbulos Perda da estabilidade 7 metais= ferro, cobre e zinco na coalescencia (fusão) a ruptura de membrana e na floculação nao Floculação: formação de grumos ou agregados de gotículas íntegras e individuais, resultante da colisão de umas partículas com as outras, que mantêm-se unidas através de forças eletromagnéticas. Coalescência: fusão de duas ou mais partículas para formar gotículas únicas de maior diâmetro. Um processo extensivo de coalescência pode levar à separação total de fases, efeito identificado visualmente pela sobreposição de uma camada do material oleoso (menos denso) sobre a camada do material aquoso (mais denso). cristais = gordura sólida – favorece a coalescencia pq rompe a membrana 7 LIPÍDIOS Integridade dos glóbulos de gordura Coalescência dos glóbulos depende de: Agitação – diretamente proporcional Temperatura – influi na gordura sólida e viscosidade Teor de gordura - diretamente proporcional Membrana dos glóbulos – degradação fosfolipídios Tamanho dos glóbulos 8 glóbulos de gordura estão tanto + unidos qto maior seu conteúdo da nata - os cristais do congelamento lesionam a membrana degradação dos fosfolipídeos , mediante aditivos e enzimas bacterianas qto menor o glóbulo + estável a gordura – leite homogeneizado 8 LIPÍDIOS Alterações - rancificação Lipólise Lipase endógena - 37 C, pH 8,0 e íons Ca Instável - C e pH - inativa à pasteurização Lipases extracelulares - microbianas Bactérias psicrotróficas e culturas iniciadoras pH alcalino e 40-50C, estáveis termicamente TPOA – queijos - sabor característico 9 http://upload.wikimedia.org/wikipedia/co.. ácido graxo livre – ranço e sabão 9 LIPÍDIOS Alterações - rancificação Auto-oxidação Depende de O2 Catalisada – luz, calor e metais (Cobre > Fe) Hidroperóxidos s/ aroma e instáveis Carbonilas insaturadas, álcoois e ácidos - ranço 10 Fosfolipídeos - + ricos em a.g. insaturados e estao em contato com o Catalizador principal (Cu) Cu adicionado - + ativo como catalizador do que o natural Uma metaloproteína é uma proteína que contém um ou mais íons metálicos na sua estrutura, tocoferol – antioxidante natural – dependem da alimentação da vaca Exposição direta a luz (12h) 10 LIPÍDIOS Homogeneização Prolongar a estabilidade da emulsão Redução mecânica do glóbulo (1-2m) pressão e abertura estreita – 65-70 C Evita a floculação e separação da nata estabilidade, decantação e coalescência consistência, brancura e digestibilidade da gordura + sabor e qualidade 11 o tamanho do novo glóbulo dependerá da pressão aplicada Floculação: formação de grumos ou agregados de gotículas íntegras e individuais, resultante da colisão de umas partículas com as outras, que mantêm-se unidas através de forças eletromagnéticas. O leite homogeneizado é obtido por meio da redução dos glóbulos de gordura, que acontece quando o leite, sob pressão, atravessa orifícios muito estreitos. A vantagem da homogeneização é o aumento da estabilidade da emulsão, que retarda a decantação e a coalescência da gordura na superfície do leite, ou seja, a formação de nata. E, ainda, melhora a consistência, aumenta a brancura e facilita a digestão da gordura do leite dando mais sabor e melhor qualidade ao alimento. 11 LACTOSE Glicídio livre [] em todos os leites Origem na glicose do sangue Substrato p/ bactérias → ácido lático é fermentada pela maioria das leveduras poder edulcorante (6x sacarose) solubilidade 12 http:qaonline.iqsc.usp.br8180... http://academic.brooklyn.cuny.edu/biology/bio4fv/page/lactose4.JPG - Os glicídios também conhecidos como açúcares, carboidratos ou hidratos de carbono Mais abundante izomera-se a glicose em galactose + resto de glicose = lactose seu sabor doce é mascarado pelas caseínas baixa solubilidade qdo comparada a outros carboidratos 12 LACTOSE Cristalização Obtenção de açúcar Sorvetes e leite condensado Forçada e rápida – prismas pequenos e homogêneos Lenta – formas irregulares Cristais duros e solúveis Paladar - 16m 13 www.candidotostes.com.br - Forma bastante variável - CTE de equilíbrio de modifica pela temp e naum pelo pH, a 100 graus ela cai para 1,36 13 LACTOSE Propriedades redutoras Escurecimento não-enzimático Odores anômalos valor nutritivo – reação com lisina e triptofano Evitar - C e UR para leites desidratados 14 - Compostos coloridos devido a reação com compostos nitrogenados 14 LACTOSE Hidrólise química Meio ácido e a alta temperatura Hidrólise Enzimática Lactase (-galactosidase) [] no leite e glândulas intestinais (jejuno) Leveduras, bactérias e mofos (indústria) Compostos fermentáveis e facilmente absorvidos Glicose e galactose 15 a hidrolise quimica ñ tem importancia tecnologica oxidase que hidrolisa a ligação glicosídica e libera glicose e galactose, subts facilmente aborvidas 15 LACTOSE Hidrólise Enzimática Lactase Uso industrial: Alimentos [] em lactose Produção de ácido láctico - maturação de queijo Prevenção da cristalização - sorvetes e leite condensado Modificação das propriedades funcionais da lactose 16 maturação de queijo – acelera a produção do ácido láctico prevenção da crsitalização em sorvetes e leite condensado modificação da lactose p/ melhorar seu uso em produtos lácteos 16 LACTOSE Degradação pelo calor Trat. Térmico – degradação da lactose Compostos ácidos – ácido acético, fórmico, pirúvico, aldeídos, álcoois Lactulose: indicador de aquecimento do leite Fermentação microrganismos utilizam como substrato - Ácido láctico TPOA bactérias lácteas 17 Compostos ácidos – ácido acético, fórmico, pirúvico, aldeídos, álcoois reações de maillard 17 LACTOSE Fermentação Acidificação espontânea - no leite em C ambiente Odor e sabor ácido láctico puro Diacetil e acetaldeído - aroma Propiônica Propionibacterium ác. láctico propiônico, acético, CO2 e água Queijo gruyère – furos característicos 18 http://espaco.gourmet.zip.net/images/Gruyere_1.jpg sabor e odor diferente do ácido lático puro devido a presença de outros compostos 18 SUBSTÂNCIAS NITROGENADAS Nitrogênio não-proteico Peptídeos, aminoácidos livres e outras substâncias Proteínas Caseínas e proteínas do soro Nutrição, imunidade Atividade enzimática Propriedades físico-químicas – TPOA19 caseínas alfa S1 e S2, beta, k e gama; beta-lactoglobulina, alfa-lactoalbumina, soroalbumina bovina, Igs e outras propriedades fisico químicas permite a tecnologia sem alterar seu valor nutritivo e sensorial 19 SUBSTÂNCIAS NITROGENADAS Proteínas do leite 20 Ordonez, 2005 CONCENTRAÇÃO MÉDIA DE SUBSTANCIAS NITROGENADAS (% TOTAL EM VACA) caseínas alfa S1 e S2, beta, k e gama; a gama surge da hidrólise da beta por ação da plasmina (Plasmina é uma importante enzima presente no sangue que degrada muitas proteínas do plasma sanguíneo, mais notavelmente os coágulos de fibrina) proteínas do soro: beta-lactoglobulina, alfa-lactoalbumina (ambas procedentes da glandula mamária), soroalbumina bovina, Igs e outras (do plasma). São glicoproteínas são polímeros lineares, não ramificados, formados por unidades dissacarídicas que não se repetem ligadas covalentemente a estrutura peptídica da mesma, sendo os açucares grupos prostéticos dessa. Um grupo prostético é um componente de natureza não-proteica de proteínas conjugadas que é essencial para a actividade biológica dessas proteínas.[ 20 SUBSTÂNCIAS NITROGENADAS Proteínas do leite 21 Diferenças Caseínas Proteínas do soro Solubilidade - pH 4,6 Não Sim Coagulação por quimosina Sim Não Termo resistência Sim Não Fósforo Sim Não Enxofre 0,8% 1,7% Origem Glândula mamária G.m. e plasma Estado Suspensão Em dissolução pH 4,6 – ponto isoelétrico dessas proteínas, isso facilita a separação desses tipos de proteína e permite a fabricação do iogurte por exemplo Ponto isoelétrico, ponto isoeléctrico ou pI, é o valor de pH onde uma molécula, por exemplo, um aminoácido ou uma proteína, apresenta carga elétrica líquida igual a zero. O pI é o pH no qual há equilíbrio entre as cargas negativas e positivas dos grupamentos iônicos de um aminoácido ou de uma proteína. A renina ou quimosina (extraída do abomaso de ruminantes lactentes), é uma enzima protease que contém 323 resíduos de aminoácidos com três pontes de dissulfito , que adicionada ao leite produz a primeira etapa de formação do queijo ou para a formação do "junket" ( espécie de coalhada fresca com sal ou sobremesa de leite coagulado e aromatizado ). A enzima converte partículas de caseinato de cálcio do leite no relativamente insóluvel paracaseinato de cálcio, que na presença de íons cálcio coagula para dar forma a um produto coagulado denominado "coalho“. O percentual de de fósforo varia entre as caseínas Dissulfeto – une as proteínas - metionina e A cisteína - aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das proteínas dos seres vivos. A cisteína é um aminoácido sulfurado, sintetizado a partir da metionina através da via de transulfuração durante a vida adulta. Em lactantes sua síntese é insuficiente, por isso considera-se um aminoácido essencial. 21 SUBSTÂNCIAS NITROGENADAS Micelas (40-300m) 95% das caseínas formam partículas coloidais 7% extrato seco – fosfato coloidal (FCC) Dispersam a luz – branco característico Tamanho e número – inversamente proporcional hidratada Porosas Submicelas e -caseína 22 http://www.ugrj.org.mx/images/contenido/cipej/bacock/moleculas.gif 95% tamanho variável 7% baixo peso molecular FCC (fosfato cálcico coloidal) – Ca, P, Mg, citrato etc 22 SUBSTÂNCIAS NITROGENADAS Estrutura da micela -caseína majoritária Na superfície 90C - desnaturação proteica Estabiliza outras caseínas Ligação das submicelas fosfato cálcico coloidal – FCC Submicelas 23 http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/78/CaseinaMicelaSubmicela.jpg desnaturação – quebra das pontes de dissulfeto + que permite novas ligações com resíduos cisteínicos de beta-lactoglobulina e k-caseína, para isso as moléculas de caseína devem estar na superfície Por ser + estável a melhor forma de protegeras d+ caseínas é recobrindo-as K-caseína é a + pobre em grupos fosfatos 23 SUBSTÂNCIAS NITROGENADAS Propriedades das micelas Estáveis Para qualquer tratamento térmico (pH 6,8) Na compactação – sedimentação e ressuspensão Na homogeneização Em [Ca] até 200mM à 50C 24 qdo o pH ñ acidificou em consequencia do crescimento microbiano 24 SUBSTÂNCIAS NITROGENADAS Propriedades das micelas Não-estáveis Em pH ácido Proteases coagulam o leite – indústria de queijo No congelamento Solutos na parte líquida Concentração Cálcio e micela [Ca] – Desestabilização da micela 25 solutos na parte líquida – [cálcio e a micela], qdo a [Ca] é excessiva a micela se desestabiliza indústria de queijo - A renina ou quimosina (extraída do abomaso de ruminantes lactentes), é uma enzima protease, que adicionada ao leite produz a primeira etapa de formação do queijo ou para a formação da coalhada fresca. A enzima converte partículas de caseinato de cálcio do leite no relativamente insóluvel paracaseinato de cálcio, que na presença de íons cálcio coagula para dar forma a um produto coagulado denominado "coalho“. 25 SUBSTÂNCIAS NITROGENADAS Proteínas do soro -lactoglobulina 50% das proteínas do soro ( humano) Transporta vitamina A Une-se no interior das proteínas 26 substancias hidrofilas são as polares, que podem se dissolver na água. substancias hidrofobas são apolares, não dissolvem na água. 26 SUBSTÂNCIAS NITROGENADAS Proteínas do soro -lactoalbumina 20% das proteínas do soro ( humano) Atua na síntese de lactose Diretamente proporcionais Estabilidade térmica - metaloproteína Liga-se a 1 átomo de Ca/molécula 27 Faz parte do sistema enzimático responsável pela síntese de lactose. Uma metaloproteína é uma proteína que contém um ou mais íons metálicos na sua estrutura É a soro proteína menos termolábil 27 SUBSTÂNCIAS NITROGENADAS Proteínas do soro Soroalbumina bovina Proveniente do plasma Une-se aos ácidos graxos – atividades lipásicas Imunoglobulinas 10% do colostro e 0,6-1g/l leite IgA, IgG e IgM Outras (+ de 100) 28 IgA é proteger o organismo da invasão viral ou bacteriana através das mucosas. IgG - anticorpo principal nas resposta imunes secundárias e a única classe antitoxinas. IgM - realizando a função de receptor de antígenos. 28 SUBSTÂNCIAS NITROGENADAS Desnaturação térmica das soroproteínas -lactoglobulina Deposita-se sobre a micela Modifica as propriedades da micela Dificulta a coagulação pela quimosina Coalhada mole Dificulta a geleificação do leite pela [] 29 É a + estuda por ser a soroproteína majoritária no leite e pela importancia da sua desnaturação na TPOA Suas ligações dissulfetos são rompidas e os grupos SH livre permite novas ligações hidrofóbicas inespecíficas, ligando-se a k-caseína 29 SAIS Englobados compostos ñ-iônicos de peso mol (1%) Solução – citrato, K e Cl > Na, sulfato Colóide – Ca ionizado e P > Na, Mg, citrato Parte da micela – FCC [] – depende do pH do leite Equilíbrio salino do leite FC – fase aquosa coloidal 30 http://www.agomsaude.com.br/images/bebe/foto_12.jpg Citrato é a designação genérica dos sais do ácido cítrico. É o principal nutriente produzido pela próstata como alimento dos espermatozóides. FCC – fosfato cálcico > Na, Mg, K, citratos etc. Encontra-se em sua maior parte na fase aquosa em sobressaturação e seu excesso na micela de caseína na fase coloidal 30 SAIS Equilíbrio salino do leite - alterações pH – acidificação solubilidade do FCC pH 4,9 – desestabilização micélica Adição de sais no leite processado Legislação – “amortecedores do pH” Leites esterilizados, evaporados... Citratos, fosfatos, Na e K 31 oq prejudica esse equilíbrio... processado – esterilizado, evaporado 31 SAIS Equilíbrio salino do leite – alterações Adição de sais no leite Cátions divalentes Adição Ca - Ca na fase aquosa Se forma + FC e seu excesso fará parte da micela FCC e [P] na fase aquosa – pH 32 o pH só aumenta com a adição de P em altas [] 32 SAIS Equilíbrio salino do leite – alterações Adição de sais no leite Fosfatos e citratos Inverso – pH ñ muda em baixas [ ] Quelam Ca FC aquoso - solubilidade FCC [fosfato iônico] fase aquosa - pH 33 o pH só aumenta com a adição de P emaltas [] 33 SAIS Equilíbrio salino do leite – alterações Temperatura Interfere na solubilidade do FC Inversamente proporcionais Tratamentos térmicos Insolubilização pH leite coagula Necessidade de controle 34 diferente da maioria das substancias a solubilidade do FC diminui a medida que a temperatura aumenta lipases atuam em alta temperaturas a acidificação desestabiliza a micela e por isso o leite coagula 34 SAIS Equilíbrio salino do leite – alterações Concentração fosfato iônico (aquosa) FCC na micela pH Diluição – alcaliniza Oligoelementos Zn, Fe, Cu, Mn Pro-oxidantes 35 na [] diminui a porção aquosa, fazendo com que FC passe para a micela a diluição aumenta a fase aquosa e parte do FC passa para lá oligoelementos – [] traços Pró-oxidantes são substâncias patológicas endógenas ou exógenas que possuem a capacidade de oxidar moléculas-alvo. 35 ENZIMAS + 60 tipos em [] Tecido mamário, plasma e leucócitos Catalisadores bioquímicos – hidrolases e oxidases Importância Hidrólise dos componentes do leite – proteases, lipases Controle do trat. térmico – fosfatase alcalina e peroxidase Índice de contaminação – catalase Atividade bactericida – sistema lactoperoxidase-tiocianato Função biológica – lactose sintetase 36 fosfatase – sensível ao aumento de temperatura e a peroxidase resistente Catalase - Qualidade higiênica do leite - Mastite e colostro - [] sistema lactoperoxidase-tiocianato – a enzima peroxidase catalisa a oxidação do tiocianato produzindo subtancias que inibem a síntese de carboidratos e AA inibindo o crescimento de grans 36 VITAMINAS TODAS [riboflavina, B12, tiamina e A] > D e ácido fólico Lipossolúveis (A,D,E) ligadas aos componentes graxos leites desnatados Hidrossolúveis presentes no soro do leite queijos Esterilização / desidratação C, luz e O2 37 as lipossuluveis aparecem ligadas a gordura e por isso se perdem no desnate 37 Obrigado! image1.png image2.png image3.jpeg image4.png image5.png image6.png image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg image10.jpeg image11.png image12.png image13.jpeg image14.jpeg