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• Biodisponibilidade de CHO • - Uma menor biodisponibilidade de cho para diabéticos e obesos é bom, - Amido retrógradado: parte não fica disponível para digestão, mas a parcela não é expressiva. E esse tipo de amido é efetivo para o auxílio do controle glicêmico. Ou também alguns amigos modificados quimicamente que não tem ação das enzimas digestivas Classificação química x fisiológica • Carboidratos disponíveis e não disponíveis • Carboidratos - Disponíveis - Não disponíveis - Fibra alimentar - Amido resistente • Importante: produção de AGCC • Disponibilidade: açúcares, oligossacarídeos, polissacarídeos - Quando um Cho não está tão biodisponivel, precisa levar em consideração o comprometimento desde o momento de preparação do alimento até a ingestão - Quando Cho ser ou não ser biodisponivel, tem haver se ele é digerivel ou não - mesmo que o Cho n esteja disponível, ele vai ser aproveitado pela microbiota, tendo uma fermentação no intestino grosso e liberação de AGCC, beneficiando o corpo • Efeito prebiotico de alguns tipos de carboidratos – frutooligossacarídeos • Classificação dos amidos: é tirado um "raio-x" do grânulos de amido, sendo eles encontrados em: - A: cereais - B: Bananas e tubérculos - C: leguminosas - A estrutura química e física diferente, afeta o processo de digestão Amido resistente - AR1: Amido inacessível, presente em grãos e sementes (leguminosas) parcialmente triturados – parede rígida e intacta. Ex: milho - AR2: Grânulos de amido resistente (que durante o processo de maturação será convertido, tornando-o mais digerivel) ao processo de digestão presentes em batata crua, banana verde e amido de milho rico em amilose - AR3: Amilose e amilopectina retrogradados formados em alimentos processados - AR4: Amidos modificados quimicamente, com o objetivo de viscosidade, ficando resistentes a digestão - Perda de absorção também afeta na disponibilidade • Transportadores de monossacarídeos - GLUT5: frutose (é mais biodisponivel quando associada a outros Cho, e não tem competição) - SGLT: glicose e galactose, competem o transportador - Dependência de sódio: glicose e galactose - Absorção facilitada - Tipos de monossacarídeos - Frutose isoladamente – baixa absorção x associada a outros carboidratos - Os póliois são Cho com estrutura química de álcool tem um processo de absorção baixo O hábito de combinar alimentos é bom, mas aqueles que não fazem isso, tem que olha para a carga glicêmica, pois é ela que relaciona índice com quantidade de cho. Mas quando se está consumindo um único alimento, tem que ver como o alimento estimulara a liberação de insulina É mais comum a curva insulinemica/glicêmica, para ver como o alimento aumenta a glicemia comparado a um padrão Carga glicêmica diária, para pacientes diabéticos é importante também ver a carga glicêmica da refeição • Lipídeos • 1. Biodisponibilidade - Digestão e absorção: precisa-se de bile para emulsificar gordura e facilitar o processo de digestão - Tamanho dos ácidos graxos - Insaturação (curvas) e processo de absorção - Digestão de AGCC e AGCM em posição S3 – lipase gástrica e salivar já é suficiente para esse AG - Os AG podem ocupar diferentes posições, sendo posição 1, 2 ou 3, dependendo da posição que o AG estiver, vai ter uma biodisponibilidade maior ou menor - Posição 1 e 3 dependem da lipase pancreática - A maioria dos AGCL são insaturados, e essa Insaturação (curvas), dificulta o processo de absorção de digestão, diminuindo sua biodisponibilidade, dependente da posição fica mais difícil 2. Ácidos graxos de cadeia curto e ácidos graxos de cadeia média tem maior biodisponibilidade pois não dependem da lipase pancreática (eles vão sofrer ação da lipase salivar e gástrica mas não precisam da pancreática), logo a obtenção de energia é facilitada - AGCL precisam de transportador, para os de cadeia média e curta, não precisa e vão direto para o fígado - Se estiverem na forma de teiglicerideos conseguimos absorver e no citosol são desfeitos em AG e vão para o fígado - Para as pessoas que não secretamente lipase pancreática pois estão com problemas no fígado, isso pode ser favorável - O caminho facilitado no processo de absorção se usa o sistema linfático, para dar mais substrato para o fígado e dar preferência para usar o tipo de AG através da veia porta hepática • Fontes Alimentares • - O tanto de alimentos (porção) e a sua densidade de proteína, é como se constrói os akiemtnso que são considerados fonte - Substâncias alimentares com predominância de nutrientes construtores - Carnes (mamíferos, aves, pescados) -Miúdos - Ovos - Leguminosas (feijões, soja, lentilha, ervilha, castanhas), para as castanhas precisa ter cuidado, pois possuem muita gordura - Leites e derivados, como: Queijo, Iogurte, Coalhada • Aminoácidos • - Estrutura: ácido carboxílico, um hidrogênio e um grupamento amino e 21-22 aminoácidos variam de acordo com a cadeia lateral R - a Diferença entre os aminoácidos glicina (tem um H na cadeia lateral)e alanina (tem 1 grupamento metil na cadeia lateral), afeta desde a solubilidade até a polaridade desses aminoácidos - A organização de estrutura primária, secundária, terciária e quaternária, depende da sequência primária, direcionando a torção da proteína para secundária, etc • Classificação dos aminoácidos • - Alguns deles em determinadas situações fisiológicas, o corpo tem uma demanda maior, facilitando o processo de absorção em caso de necessidade - Mas o que o corpo consegue produzir não atende mais as demandas - Indispensáveis: - Condicionalmente indispensáveis: a ingestão passa a ser fundamental para atender a demanda, o corpo favorece a biodisponibilidade - Dispensáveis: *Glutamina: em quadros de infecção grave é um recurso necessário, pois o que o corpo é capaz de produzir não atende a necessidade, logo na estratégia de cuidado nutricional, é adicionado a glutamina • Classificação das proteínas • - Classificação associada a biodisponibilidade – conteúdo de aminoácidos indispensáveis - Classificação em 3 grupos: completas, parcialmente incompletas ou totalmente incompletas. 1. Completas - Apresentam todos os aminoácidos indispensáveis em quantidades adequadas ao crescimento e manutenção do organismo - Ter um crescimento adequado é garantir que o organismo humano funcionará adequadamente em que ele depende de proteína e ainda ter um bom crescimento e funcionamento - Alimentos de origem animal: carnes, peixes, aves, leite e ovos 2. Parcialmente incompletas - Fornecem aminoácidos em quantidade suficiente apenas para a manutenção orgânica - Não tem funções básicas mas não conseguem proporcionar um bom crescimento e desenvolvimento - Alimentos de origem vegetal: leguminosas, oleaginosas e cereais. - Deficiência de aminoácidos sulfurados: metionina e cisteína (leguminosas) - Deficiência em lisina: cereais 3. Incompletas - Não fornecem aminoácidos indispensáveis em quantidade suficiente nem mesmo para a manutenção do organismo. (Não são suficientes para funções básicas, mesmo oferecendo uma quantidade adequada em g) - Gelatina e zeína (milho), normalmente encontrado em alimentos que contém glúten (prolaminas: trigo, aveia, centeio e cevada), existe prolaminas em outros cereais • Biodisponibilidade das Proteínas • 1. Configuração espacial (estruturas 1°, 2°, 3° e 4°) x acesso enzimático é reduzido, diminuindo a biodisponibilidade e digestibilidade (as proteínas que estão desnaturadas estão no processo de digestão mais facilitada) 2. Fatores antinutricionais (estão naturalmente nos alimentos, assim como os compostos bioativos e pigmentos, eles são como um mecanismo de defesa das plantas contra a agressão e comprometem o processo de absorção e uso de alguns nutrientes) – inibidores de enzimas (existem substâncias dentro dos alimentos que se ligam a essas enzimas digestivas e a inativam, e comprometem o processo de digestão) - ex fatores antinutricionais: fitatos, oxalatos, taninos, polifenóis 3. Ptn vegetal – com e sem tratamento térmico - A quantidade de proteínas em vegetais crus e cozidos, émenor, quando oferece um tratamento térmico em geral, é inativado parte dessas substâncias que inibem essas enzimas, logo elas não se ligarão as enzimas digestivas e elas continuam exercendo sua função 4. Taninos e fitatos – redução hidrólise - Estão presentes em alimentos de origem vegetal que reduzirão a hidrólise de ligações peptídicas dos alimentos - Chá com leite não é uma boa estratégia porque os taninos e os fitatos não permitem que as enzimas proteolíticas exerçam a sua função - Pepsina e tripsina são as principais enzimas digestivas de proteínas, quando se consome um produto parcialmente hidrolisado, o processo é facilitado, mas o produto concentrado tem um peso molecular e estrutura maiores, e quando se consome junto um alimento fonte de polifenóis como as uvas, reagem/ligam com lisina e não deixa com que a enzima quebre essa ligação, principalmente a tripsina (2°etapa), e para isso não acontecer, não se deve exagerar em compostos fenólicos, ou investir em um whey isolado que já está parcialmente hidrolisado e as proteínas serão melhor digeridas e ir alternando as frutas - Também não exagerar na chia pois tem taninos 5. Fatores antinutricionais - ovomucóide (fator antinutricional do ovo) - O ovo é um alimento rico em fatores antinutricionais, sendo o ovomucoide um deles que dificulta a digestão das proteínas e a prática regular interfere na biodisponibilidade de proteínas nos alimentos - O calor ajuda a destruir e a inativar esse fator antinutricional 6. Reação químicas – Reação de Maillard - Essa reação é feita por um açúcar redutor (glicose ou frutose) e associa a alguns tipos de aminoácidos, essa reação é necessária para alguns alimentos, como bolo e pão - Essa reação pode evoluir e gerar outras substâncias 7. Pepsina - aminoácidos aromáticos e leucina - Principal enzima digestiva de proteínas, que é capaz de hidrolisar ligações de alguns aminoácidos aromáticos associados a leucina 8. Aminas heterocíclicas – pirólise aminoácidos - São uma estrutura química que vem da queima de alguns aminoácidos, ex: churrasco, parte queimada e casquinha da clara do ovo - Esses aminoácidos queimados não estão mais biodisponíveis, pois já geraram outra estrutura química *Qualquer músculo de animal cru, tem um processo de digestão mais lento, pois está em estrutura secundária ou terciária, qualquer processo de desnaturação tira essa estrutura e migram para a estrutura primária *Peixes tem um tipo de proteína que naturalmente é mais fácil de ser digerida do que outras carnes, devido as ligações peptídica • Vitamina e Minerais • Biodisponibilidade 1. Definição - Proporção do nutriente que é digerido, absorvida e metabolizado pelo corpo e capaz de estar disponível para uso ou armazenamento 2. Problemas - Algumas substâncias não precisam ser digeridas, outras não serão absorvidos mas metabolizados no intestino grosso e outras não serão metabolizadas - Proporção de determinada substância que é realmente utilizada pelo corpo 3. Fatores que afetam - Especiação do nutriente - Ligação molecular - Quantidade ingerida na refeição - Matriz onde é encontrado (alguns alimentos são mais difíceis de extrair os nutrientes) - Atenuantes da absorção e bioconversão (perfil genético) - Estado nutricional do hospedeiro (situação fisiológica, gestantes, idosos, crianças em fase de crescimento) - Fatores genéticos (menor absorção e/ou metabolização) - Fatores relacionados com hospedeiro (alterações anatômicas) - Interações - Ingestão quantitativa adequada; Mastigação adequada; Fisiologia; Absorção; Interação; Transportadores intestinais; Perfil genética; Excreção; Estado fisiológico - Se não sabe oq o paciente precisa (EAR, RDA), usa o RDA, pois 98% da população fica bem com esses valores - Precisa-se prestar atenção em perfil genético (polimorfismo de enzimas) que pode ser identificado através de exames genéticos, interação de nutrientes e alteração fisiológica, para investigar o que está deixando o paciente com deficiência de tal Vit ou mineral - O polimorfismo pode ser por absorção ou metabolização, afetando a quantidade que o corpo vai conseguir usar desse nutriente - Mesmo um indivíduo comendo muito, a dieta pode ser pobre, mas o corpo está absorvendo energia, mas o corpo tem um mecanismo que tenta compensar isso se isso se tornar rotina. Ex: se eu como muita gordura, posso ter esteatorreia pois não estou acostumada, mas se faço isso com frequência, o meu pâncreas vai produzir mais bile para emulsificar essa gordura - O corpo se adapta as reservas, se estiver uma baixa reserva de alguma Vit ou mineral, o processo abosortivo vai aumentar. Mas se as reservas estiverem adequadas ou em excesso, o corpo vai absorver o mínimo possível - De acordo com o perfil se deve pensar em uma dieta com maior biodisponibilidade, vaso o paciente precise, e garantir que esse micronutriente que está sendo oferecido realmente será absorvido, logo não dá para ficar comendo sempre a mesma coisa, se não vai ter perdas em algum cenário, tem que ir variando - Tem que conhecer o paciente, o planejamento é individual 4. Exemplificando - Forma química do Ferro - Ferro Heme (Fe2+) – Ferroso (o processo de absorção é maior) - Ferro Heme e não Heme (Fe3+)- Férrico - De modo geral, 5 a 10% do ferro alimentar é absorvido por indivíduos com estado nutricional adequado em relação a esse mineral. Entretanto, a absorção é maior na deficiência, tendo sido verificada absorção de cerca de 30% nessa condição. - Olhando a prática alimentar e biodisponibilidade, precisa saber a forma química do nutriente que está ingerindo, pois a biodisponibilidade pode alterar - A necessidade de enriquecer uma farinha com ácido fólico (Vit B9, necessária para o fechamento do tubo neural), vegetais verde escuros não são de acesso regular a população que tem a situação econômica limitada, por isso se fortifica as farinhas - Para tornar o ferro mais biodisponível pelo planejamento dietético, é preciso combinar os alimentos da forma correta, garantir que esteja oferecendo ferro 3+ junto de vit C, e oferecer os 2 tipos de ferro, pois aumenta a biodisponibilidade - As fontes de ferro de origem vegetal possuem fatores antinutricionais como fitatos e oxalatos, diminuindo au biodisponibilidade - A absorção de ferro heme também é menos influenciada pelo estado nutricional (absorção) do indivíduo. - Em relação à absorção do ferro não heme, muitos fatores ligados ao indivíduo e à dieta precisam ser considerados. - Inicialmente, pode-se citar a secreção gástrica de ácido clorídrico, necessária para a solubilização dos sais de ferro e para a manutenção do ferro (Fe3+) na forma ferrosa (Fe2+) - Acloridria - Ferro 2+ sofre com cálcio, interagindo na biodisponibilidade. Os outros componentes da dieta não vão afetar o Fe2+ mas vão afetar o Fe3+ (quelantes, fitatos, oxalatos, fibras) - Exite um transportador para o ferro heme e o Fe3+ precisa ser convertido em Fe2+, para então ser absorvido (DMT1), mas o corpo tem um mecanismo regulatório em que os transportadora podem ser bloqueados quando o nível estiver alto (diminui a biodisponibilidade de ferro) - O ferro não heme será absorvido na forma ferrosa (Fe2+), portanto, compostos redutores presentes no lúmen no momento da absorção terão efeito positivo - Os aditivos presentes em ultra processados podem interagir de forma NÃO benéfica com as farinhas fortificada com ácido fólico, dificultando sua absorção - Balanço do ferro é controlado inicialmente pela absorção intestinal, mas o mecanismo exato ainda não está claro. O processo de absorção pode ser dividido em três fases: - Bioconverção: definida como a proporção do nutriente ingerido que estará biodisponivel para a conversão em sua forma ativa. Ex: quanto de pro Vit A, carotenóides da dieta, estará disponível para ser convertida em retinol - Bioeficacia: definida como a eficiência com a qual os nutrientes ingeridos são absorvidos e convertidos em forma ativa do nutriente. Ex: quanto de pro Vit A, carotenóides da dieta, será absorvida e convertida em retinol - Bioeficiencia: definidacomo a proporção da forma ativa convertida do nutriente absorvido que atingirá o tecido alvo. Ex: correlação inversa entre o risco de o feto apresentar um defeito de tubo neural e o estado nutricional em relação ao folato em eritrócitos maternos • Interações Positivas • 1. Zinco e vitamina A - O zinco participa do metabolismo de lipídios, carboidratos, proteínas e auxilia no controle da expressão gênica. - Está envolvido no crescimento e desenvolvimento, na integridade das membranas, na defesa antioxidante, na imunidade, - É encontrado nos alimentos de origem animal, ligado às proteínas (frutos do mar, fígado, miúdos, carne vermelha e ovos). Castanhas, nozes, cereais integrais e leguminosas também tem boas quantidades. - A vitamina A, atua na na regulação e modulação do crescimento e da diferenciação celular, na espermatogênese, no desenvolvimento fetal, na resposta imunológica, na audição e no apetite - O zinco é cofator na reação de síntese da proteína ligadora de retinol (RBP), que mantém a vitamina A em solução aquosa e transporta esse nutriente para os tecidos - o zinco participa como grupo prostético de duas enzimas essenciais para o metabolismo da vitamina A, a retinol desidrogenase, que converte betacaroteno em vitamina A, e a álcool desidrogenase, que promove o processo oxidativo da vitamina A no fígado, intestino, testículos e retina. - Um é dependente do outro, e se não estiver oferecendo quantidades adequadas de zinco, qualquer carotenóides ou Vit A oferecido não vai ser oferecido 2. Zinco e Proteínas - A biodisponibilidade do zinco é maior na presença de proteínas 3. Cálcio e vitamina D - Vitamina D está envolvida em genes envolvidos no ciclo proteico, os quais reduzem a proliferação e aumentam a diferenciação celular. Auxilia manutenção da massa óssea e no processo imunológico - Na baixa ingestão de cálcio, a forma ativa da vitamina D estimula sua absorção no duodeno, por meio do transporte ativo para os enterócitos. Mas para isso precisa ter bons níveis de Vit D 4. Folato e complexo B - Folato: tubo neural e síntese de metionina - B6, B9 e B12: interdependentes. No processo de transferência do grupo metil algumas enzimas tem as outras vitaminas com complexo B como cofatores - Na deficiência destas vitaminas a homocisteína (indicador de risco cardiovascular) pode estar aumentada - Tem que prestar atenção nas práticas alimentares, alguma disbiose intestinal, via bioquímica 5. Cálcio e proteínas - Aumento da excreção urinária de cálcio no consumo excessivo de proteínas 6. Taninos e proteínas - Aula da semana anterior 7. Cafeína e cálcio - Consumo excessivo de cafeína reduz a absorção de cálcio (+6 doses/dia) 8. Ferro e cálcio - Transportador de cátions divalentes - Questionável 9. Cobre e ferro - Competem pelo mesmo transportador (DMT1), transportador de cations divalentes, diminui a biodisponibilidade por essa competição, então não pode oferecer tudo junto 10. Cobre e zinco - O zinco, em concentrações elevadas, estimula a produção de metalotioneínas – um grupo de proteínas importantes no metabolismo de alguns minerais – as quais se ligam com maior afinidade ao cobre, retendo-o nos enterócitos. Dessa forma, haveria uma redução importante na quantidade de cobre transportada para o plasma. • Suplementação em Alimentos • - Farinhas e ferro e ácido fólico - Iodação do sal - Cálcio e “leites” vegetais • Biodisponibilidade dos compostos bioativos • 1. 3 grandes grupos - Carotenóides - Gliconolatos - Polifenois - Tem que saber se esses compostos bioativos são Hidrofílicos ou hidrofobicos, se está conseguindo extrair o composto do alimento e se o processo de preparo não perde esse composto 2. Carotenóides - Liberação do composto bioativo da matriz alimentar – mastigação, cocção - Lipídeos na refeição, aumenta a biodisponibilidade e um processo de conversão para Vit A - Luteína e zeaxantina são hidrofílicos. A maioria dos carotenos são hidrofóbicos e lipofilicos - pH intestinal afeta a absorção – pHs ácido, baixa absorção - Concentração afeta a absorção: maior concentração, menor absorção 3. Polifenóis - Polifenóis de alto peso molecular tem baixa absorção: flavonoides baixa absorção - Agliconas tem maior absorção – antocianidinas, Isoflavonas - Hidrofílico – difusão passiva, aumentando um pouco a Biodisponibilidade - Mudança do ph compromete a biodisponibilidade 4. Glicosinolatos - As concentrações de glicosinolatos nas plantas podem variar de acordo com o tipo de espécie e cultivo, tipo de tecido, saúde e idade fisiológica, fatores ambientais e ataque de pragas - MIROSINASE