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Mapa de Ménétrier O Mapa de Ménétrier é uma ferramenta onde faremos todas as análises das diáteses. (Segue anexo). Essa avaliação é realizada através de uma planilha onde os sintomas são apresentados e conforme as respostas saberemos identificar as carências dos principais minerais que estão relacionados aos sintomas. O Mapa de Ménétrier é a principal forma de avaliação utilizada pelo profissional Esteticista Ortomolecular! Com o resultado dessa análise poderá não só equilibrar esse terreno, como definir quais os melhores métodos estéticos (aparelhos, massagem, cosméticos, etc.). Além de sugestões de nutrientes como vitaminas, sais minerais, aminoácidos, ácidos graxos, entre outros auxilia no seu equilíbrio orgânico e molecular, dessa forma melhorando o metabolismo, a disposição, o equilíbrio ou eliminação de peso, humor, juventude e vitalidade. Minerais Quelatados Os minerais quelatados, também chamados de minerais orgânicos ou mineral aminoácido Quelato, são minerais ligados a um aminoácido e que possuem maior capacidade de serem absorvidos pelo organismo. Podem ser de três tipos: 1. Mineral Aminoácido Quelato: quando uma molécula de mineral está ligada a um aminoácido específico. É de fácil assimilação pelo organismo. 2. Mineral Aminoácido Complexo: (específico e inespecífico) quando uma molécula de mineral está ligada a um aminoácido complexo. É menos absorvida que o anterior. 3. Mineral Proteinato: quando uma molécula mineral está ligada a um complexo polipeptídico. É a menos absorvida dos três tipos. A diferença entre os três tipos está no peso molecular, na constante de estabilidade das ligações e nos aminoácidos utilizados. Os minerais quelatados possuem a vantagem de serem melhor biodisponíveis (até 90% de absorção, contra 10 a 20% dos minerais inorgânicos), sem interferirem na absorção de outros nutrientes, sem possuírem efeitos colaterais, nem causarem doppig. Veja onde os minerais participam no nosso organismo: 1. Boro – O boro participa na formação dos hormônios esteroides e interfere no metabolismo ósseo e muscular, estimula o sistema linfático. 2. Cálcio – Este é o elemento mineral mais frequente nos nosso organismo, componente fundamental dos ossos, porém com importante atividade na contração muscular e tônus cardíaco e vascular. Está envolvido em funções de proteção contra microrganismos, toxinas e substâncias estranhas ao nosso organismo. Seu metabolismo está relacionado com as taxas de fósforo e vitamina D III. Recentes pesquisas mostram que o cálcio também mantem o equilibro do adipócito. 3. Cobre – O cobre é um elemento nutricional que age com ativador enzimático, tendo papel fundamental no metabolismo do Ferro. O cobre também atua na formação dos hormônios tireoidianos, formação da melanina, e estimula o sistema imunológico. 4. Cromo – O cromo tem importante papel no metabolismo das gorduras e açúcares. Age sobre a taxa de colesterol e das lipoproteínas, também atua diminuindo fome compulsiva. 5. Ferro – O ferro é um elemento essencial para a vida, fundamental para o transporte de oxigênio para as células. Sua carência provoca anemia e suas consequências. 6. Fósforo – O fósforo é o componente energético importantíssimo para a célula, o chamado adenosina di e trifosfato (ADP e ATP). O fósforo está relacionado com o metabolismo ósseo juntamente com o cálcio e a vitamina D III. 7. Germânio – O germânio foi considerado em 1987 como a pílula milagrosa que curava tudo. Desde gripe até Câncer. Atualmente sabemos que este elemento é útil com coadjuvante no estímulo do sistema imunológico de defesa do organismo. 8. Iodo – Participa no metabolismo dos hormônios tireoidianos, responsável pela taxa de metabolismo corporal. A falta destes hormônio causa fraqueza generalizada, ganho de peso e frequência cardíaca baixa; sua taxa alta produz perda de peso, aumento do pescoço, frequência cardíaca alta. 9. Silício – É o mineral da juventude da pele, junto com o selênio tem papel importante na prevenção e combate as rugas, flacidez e estrias, encontramos silício: maçã, laranja, manga, banana; 10. Magnésio – O ser humano adulto tem em média de 21 a 26 gramas de magnésio, sendo que 60% deste se localiza nos ossos e 26 % nos músculos. O magnésio está envolvido numa grande variedade de processos bioquímicos e fisiológicos, como a contração muscular e funções cardiocirculatória. A falta de magnésio pode levar a arritmias cardíacas fatais. O magnésio em conjunto com o boro e potássio estimula detoxificação celular. 11. Manganês – Este mineral atua na ativação de numerosas enzimas ligadas à síntese do tecido conjuntivo, responsável pela integridade das articulações e cicatrizações. Está relacionado com a Biotina (Vitamina H) e vitamina B5. 12. Molibdênio – Possui atividade anti-cárie e ação pronunciada sobre o fígado, rins e glândulas suprarrenais. Ajuda a prevenir anemia e dá sensação de bem estar geral. 13. Potássio – Trabalha em conjunto com o sódio para manter o equilíbrio de água no corpo e regular o ritmo de batimentos cardíacos (o potássio age dentro das células e o sódio fora). O uso crônico de diuréticos pode levar a falta de potássio e consequentemente causar câimbras, astenia e fraqueza muscular. Nos portadores de insuficiência renal pode ocorrer acúmulo exagerado de potássio com risco de vida por parada cardíaca. 14. Selênio – O selênio é um elemento essencial na nutrição. Funciona como ativador da enzima glutationa peroxidasse que é a enzima responsável pela inativação dos radicais livres. A carência de selênio pode produzir queda de cabelo, dores musculares. 15. Sódio – O sódio juntamente com o potássio são essenciais para o metabolismo hídrico normal. O uso abusivo do sódio (sal de cozinha) pode levar a hipertensão arterial e insuficiência cardíaca. 16. Enxofre - O enxofre está ligado a uma série de reações metabólicas, é essencial para a saúde da célula, na formação dos ossos, cabelo, unhas e pele; contribui para a flexibilidade de toda a estrutura corporal, e é um elemento fundamental em toda a estrutura esquelética 17. Zinco – O zinco está presente em mais de 100 enzimas de nosso organismo, tendo importante papel na defesa e nos processos de cicatrização. O excesso de cobre e de fósforo pode prejudicar sua absorção causando queda de imunidade, perda da gustação e retardo na cicatrização das feridas sobretudo nas agravadas pelo diabetes. Chlorella Conhecida cientificamente como Chlorella Vulgaris, a chlorella nada mais é do que uma alga unicelular, ou seja, seu organismo “completo” se resume a uma única célula. Se você já deixou água parada exposta ao Sol deve ter notado que ela se torna esverdeada em pouco tempo. Esse “efeito” se deve à presença da chlorella, que necessita da luz do sol para realizar fotossíntese e crescer. Considerada um dos organismos mais antigos da terra e conhecida dos cientistas desde o final do século XIX, a chlorella deve seu nome a uma combinação das palavras “chloros” (que em grego significa verde) e “ella” (latim para algo pequeno). A chlorella serve como uma fonte prática e acessível de todos os aminoácidos essenciais, que são utilizados para a reparação muscular e uma série de outras funções no corpo. A chlorella é considerada pelos pesquisadores um alimento completo, já que fornece proteínas, carboidratos, gorduras boas, vitaminas, minerais e fitonutrientes como os pigmentos carotenoides (astaxantina, cantaxantina, loraxantina, flavoxantina e neoxantina) e a clorofila. A alga apresenta inclusive um teor de clorofila maior do que qualquer outro vegetal, fornecendo 2.890 mg do fitonutriente por porção de 100g do produto em pó. Levando-se em consideração um comparativo por peso, a chlorella pode ser considerada uma das melhores fontes de proteína do planeta. Compare abaixo o teor de proteína da alga com outras fontes do nutriente: Alimento (porção de 100g) – gramatura de proteína Leite – 3,2g Ovo – 13g Castanha do Pará – 14,2g Carne de peixe – 20gCarne de frango – 21g Carne vermelha – 21,5g Semente de girassol – 22,8g Semente de abóbora – 24,5g Chlorella – 60 a 65g A proteína da chlorella é considerada de alto valor biológico, ou seja, ela contém todos os aminoácidos essenciais e é bem aproveitada pelo corpo. Outros nutrientes da chlorella (porção de 28g, ou três colheres): •Energia: 101 calorias •Fibras: 2,4 g •Gorduras: 4 g •Vitamina A: 287% da IDR (ingestão diária recomendada) •Vitamina B2: 71% IDR •Vitamina B3: 33% IDR •Magnésio: 22% IDR •Zinco: 133% IDR •Ferro: 202% IDR A alga apresenta ainda um bom teor das vitaminas C, E e K, e dos minerais cálcio, fósforo e potássio. Benefícios da Chlorella Assim como já ocorre com outros “superalimentos”, a chlorella está associada a alguns benefícios que ainda não possuem comprovação científica. Por este motivo, vamos listar abaixo apenas os benefícios da chlorella que foram alvos de pesquisas. 1- Perda de peso Muitas pessoas utilizam a alga por suas propriedades emagrecedoras, e este é de fato um dos principais benefícios da chlorella comprovados pela ciência. Veja o que dizem as pesquisas: • Estudo em animais: Uma pesquisa publicada em 2004 no periódico Phytotherapy Research demonstrou que o extrato de chlorella foi responsável por impedir o ganho de peso em ratas cujos ovários haviam sido retirados. Esse resultado sugere que mulheres na pós-menopausa podem se beneficiar do uso da alga para combater o excesso de peso associado às variações hormonais da menopausa. • Estudo humano: Outro estudo desenvolvido no Japão (país que aliás é o maior consumidor de suplementos de chlorella no mundo) encontrou uma relação direta entre a alga e a balança. Pesquisadores dividiram 34 participantes em 2 grupos de mesmo tamanho. Enquanto o primeiro era composto por voluntários com alto risco para doenças relacionadas aos maus hábitos alimentares (diabetes, pressão alta, problemas cardíacos), os demais 17 participantes eram saudáveis. Todos os participantes receberam a alga diariamente. Após 16 semanas, os autores do estudo fizeram análise do sangue de todos os 34 voluntários e notaram que: • Houve uma significativa redução no percentual de gordura corporal; • Os valores da glicemia em jejum também diminuíram, o que pode ser indicativo de uma melhora na sensibilidade à insulina. E para que serve esse resultado? Em primeiro lugar, ele indica que a chlorella atua no metabolismo das gorduras, favorecendo sua utilização e diminuindo as reservas preexistentes. Ou seja, a chlorella pode ajudar a queimar gordura. Já o efeito da chlorella sobre a glicemia indica que menos insulina será liberada pelo pâncreas. Para quem está fazendo dieta para emagrecer, isso significa um maior controle do apetite e uma tendência menor ao acúmulo de gordura. Em 2009, o pesquisador Randall Merchant da Virginia Commonwealth University afirmou em uma entrevista que estudos preliminares indicavam que a chlorella poderia afetar os genes que controlam a insulina. Uma pesquisa de 2014 publicada no Health Promotion Perspectives parece confirmar a teoria do Dr. Merchant. Cientistas descobriram que pacientes com esteatose hepática (gordura no fígado) que haviam sido tratados com chlorella apresentaram: • Uma perda de peso significativa; • Melhora nos valores das enzimas do fígado; • Diminuição da glicemia em jejum; • Redução do colesterol. A análise dos estudos acima permite concluir que a chlorella pode ser auxiliar do processo de emagrecimento porque acelera o metabolismo, melhora a sensibilidade à insulina e reduz a reabsorção de colesterol no intestino. Além disso, o alto teor de fibras e nutrientes da chlorella podem ajudar a reduzir a vontade de comer alimentos pouco saudáveis, já que está muitas vezes ocorre por carência de determinados nutrientes. 2- É uma ótima fonte de glutationa Ao mesmo tempo em que o sol é indispensável para a fotossíntese, ele também leva à formação de radicais livres. Para se proteger destes agentes que poderiam causar até mesmo a morte da alga, a chlorella sintetiza a sua própria glutationa. Nosso fígado também produz a substância, que é utilizada para processos de intoxicação por álcool, drogas, nicotina, poluição, determinados alimentos, etc. Como nossa produção de glutationa diminui com a idade, tomar chlorella regularmente pode ser uma maneira bastante eficaz para melhorar as funções do fígado, facilitando a eliminação de toxinas e o combate aos radicais livres. 3- Detoxificação Regularmente somos expostos a uma série de metais pesados sem sequer nos darmos conta. Alguns deles, como o chumbo, urânio, alumínio, cádmio e mercúrio acabam se alojando nos ossos e no sistema nervoso central, e com o passar do tempo podem levar a uma intoxicação severa. Conhecidas como agentes quelantes, algumas substâncias podem ajudar na detoxificação dos órgãos e tecidos. Dentre elas, temos a chlorella e o coentro, que são considerados os mais potentes quelantes naturais. Inúmeros estudos têm demonstrado o potencial detoxificante da chlorella, que pode não apenas impedir que metais pesados se acumulem nos órgãos e tecidos, como também ajudar a eliminar as toxinas e metais já presentes no corpo. Essa propriedade da alga se deve à sua atuação como um “envelope”, que envolve os materiais tóxicos e facilita sua eliminação pelo organismo. Em um estudo desenvolvido no Japão, a chlorella acelerou em 700% a velocidade normal de excreção do cádmio em pacientes intoxicados pelo metal. Uma revisão de estudos sobre os efeitos quelantes da chlorella e do coentro demonstrou que a associação das duas plantas foi responsável por uma remoção (em apenas 42 dias) do corpo de voluntários de: • 74% de alumínio • 87% de chumbo • 91% de mercúrio Pesquisadores russos desenvolveram um estudo com 350 trabalhadores da indústria metalúrgica que haviam sido expostos a grandes concentrações de chumbo, antimônio, arsênio e cádmio. Após três anos testando os efeitos de 20 agentes quelantes naturais, os cientistas concluíram que: • A chlorella é imbatível para desintoxicar o corpo quando associada ao coentro; • A combinação das duas plantas quelantes foi capaz de eliminar todos os metais pesados (inclusive o mercúrio) que haviam se acumulado nos participantes analisados. 4- Previne a anemia O alto teor de ferro da chlorella fazem dela uma ótima opção para evitar a anemia, já que a alga estimula a produção de células vermelhas (hemácias). E um nível adequado de hemácias garante o fornecimento de oxigênio para todos os tecidos, como os músculos e o cérebro. 5- Fortalecimentos do Sistema Imunológico Uma pesquisa publicada em 2012 no Nutrition Journal concluiu que o uso diário de chlorella durante 8 semanas foi responsável por um aumento na atividade das células NK. Integrantes do sistema de defesa do organismo, as células Natural Killer, ou exterminadores naturais, são um tipo de linfócito (glóbulo branco) que atua especialmente no combate a tumores e infecções virais. Os resultados do estudo desenvolvido na Yonsei University da Coréia do Sul levaram os autores da pesquisa a afirmar que a chlorella fortalece o sistema imunológico e estimula a ação de células NK. 6- Ganho de Massa Muscular Sendo uma excelente fonte de vitaminas, aminoácidos e minerais, a chlorella ajuda a estimular a dilatação das artérias e a formação de novos glóbulos vermelhos. Como resultado, há mais oxigênio e nutrientes disponíveis para as fibras musculares efetuarem os processos de regeneração e crescimento muscular. 7- Combate ao Câncer Um dos benefícios da chlorella que tem sido mais recentemente investigado é sua atuação no combate ao câncer. Os carotenoides da alga previnem a oxidação das células, uma das principais causas da doença. A chlorella também previne o câncer através do fortalecimento do sistema imunológico. Cientistas têm observado que a alga estimula a atividade dos macrófagos e das células T, aumentando a capacidade do sistema imune de combaternão apenas as células tumorais como também vírus, bactérias e outros potenciais agressores. 8- Previne o Diabetes A chlorella tem um efeito direto na ação da insulina, aumentando a sensibilidade das células ao hormônio e facilitando o controle da glicemia. Em um estudo publicado no Journal of Medicinal Food, pesquisadores observaram que o consumo diário de 8 gramas de chlorella (divididas em duas doses diárias) levou a uma diminuição das taxas de glicose e de LDL na circulação. Como a alga também fortalece a visão (através da atuação dos carotenoides), o consumo regular do alimento pode ajudar a diminuir o risco de perda de visão associada ao diabetes. 9- Diminui as dores Participantes de um estudo clínico que sofriam regularmente com dores e rigidez das articulações relataram uma diminuição de até 22% na intensidade dos sintomas após o tratamento com 10 gramas diárias de chlorella. 10- Rejuvenescimento Infelizmente a chlorella não é capaz de interromper a passagem do tempo, mas ela pode ajudar a combater alguns de seus indesejáveis efeitos. Um estudo publicado no periódico especializado Clinical Laboratory revelou que a chlorella reduz o estresse oxidativo causado pelos radicais livres. Formados por fatores como má alimentação, poluição, exposição excessiva aos raios ultravioleta do sol e o tabagismo, esses radicais podem causar danos irreparáveis às células e ainda destruir a estrutura do colágeno, a proteína que dá sustentação à pele. A chlorella combate os radicais livres graças à presença da glutationa e das vitaminas A e C, esta última indispensável para a síntese de colágeno. A alga também é uma excelente fonte de ácidos nucléicos (fator de crescimento da chlorella), moléculas necessárias para o rejuvenescimento e a passagem de informação genética para as células. Pesquisas preliminares têm indicado que o consumo de ácidos nucléicos pode ser altamente benéfico para a manutenção da saúde e de uma aparência mais jovem. 11- Saúde do coração Estudos isolados demonstraram que a chlorella pode diminuir as taxas de LDL (colesterol ruim) e triglicérides, além de também controlar a pressão arterial. Somando estes benefícios com as propriedades antioxidantes da chlorella, temos que a alga pode ser utilizada para prevenir complicações do sistema cardiovascular, como arteriosclerose e enfarto. Dicas • O tecido adiposo (gordura) acumula de 10 a 100 vezes mais toxinas do que o sangue. Como o que mais se perde durante o emagrecimento é exatamente gordura, a dica é utilizar a chlorella para eliminar essas toxinas geradas pela queima dos ácidos graxos. • Para um efeito detoxificante ainda mais poderoso, combine a chlorella com coentro orgânico, e tome o suco com as duas plantas todos os dias pela manhã. • Graças ao seu alto teor de clorofila, a chlorella é uma excelente adição ao suco verde detox. Experimente acrescentar uma colher da alga ao suco ou então coloque 3 ou 4 comprimidos para serem misturados com o restante dos ingredientes. • Dê preferência para a chlorella em pó, que tende a ser mais pura. Caso opte pela versão em comprimido, certifique-se de que não há outros ingredientes na fórmula além da alga verde. Procure por produtos com selo da ANVISA. • A chlorella é uma alga com parede muito resistente, e nós só podemos absorver seus nutrientes quando a estrutura está rompida. Ao comprar o produto, certifique-se de estar adquirindo uma chlorella que passou por processo de ruptura celular (essa informação deverá estar presente no rótulo). • Inicie o uso da chlorella gradualmente, para minimizar o risco de problemas digestivos. Na primeira semana utilize no máximo 1g da alga por dia. Nas semanas seguintes, aumente a dose em 250 mg ao dia a cada 7 dias, até atingir um consumo diário de 4 ou 5 gramas. • O melhor horário para tomar a chlorella para emagrecer é antes das principais refeições. Dilua a alga em um copo de água ou então tome o comprimido com 200 ml de líquido e aguarde pelo menos 30 minutos antes de começar a se alimentar. • Evite consumir a chlorella se você faz uso de medicamentos anticoagulantes, pois a vitamina K da alga atua como um agente coagulante. Chlorella é segura? Pelo seu alto valor nutritivo, a Chlorella acabou se tornando um dos suplementos alimentares mais estudados em todo o mundo. Órgãos de saúde de países como Alemanha, França, Japão já investigaram as propriedades da chlorella e seus benefícios para a saúde. Até mesmo a NASA tem desenvolvido pesquisas com a alga a bordo da Estação Espacial Internacional a fim de utilizar a chlorella como fonte de proteína para futuros astronautas. Sabe-se que o consumo excessivo de chlorella pode aumentar a sensibilidade à luz do sol, bem como causar náuseas e diarreia. Outros efeitos colaterais da chlorella incluem dores de cabeça, gases e alteração na cor das fezes. No geral, no entanto, a menos que você tenha alergia à alga, a chlorella é considerada segura e não traz riscos à saúde. Alimentos X Minerais Bi: Bismuto = Metal livre na natureza; B: Boro = Frutas, especialmente maçã, peras, uvas, pêssego, hortaliças e cereais; Ca: Cálcio = Leite, queijo, gema de ovo crua, damasco, ameixa, passa, couve, espinafre, alface, cebola, farelos e folhas de verduras; C: Carbono = Presente na natureza na forma de carvão, grafita e diamante. Co: Cobalto = Fígado, rins, carne magra, pescado, ovos, queijo, ostras, legumes, folhas vegetais e cereais integrais. Cu: Cobre = Mariscos, nozes, legumes, avelãs, trigo, aspargos, cevado, laranja, nabo, cebola, pera, cogumelos, couve-flor, espinafre, maçã, uva, ostras, pescados e verduras frescas. Cr: Cromo = Levedura de cerveja, carnes, mariscos e cereais, gelatina. S: Enxofre = Germe de trigo, feijão, lentilha, aveia, arroz integral, couve-flor, cebola, cenoura, rabanete, folhas de mostarda, olho. Fe: Ferro = Todas as verduras, queijo, leite cru da cabra, gema de ovo, fígado, amora, ostras, carnes, trigo integral, mariscos, nozes, legumes, aveia, espinafre, avelã, arroz e lentilha. F: Flúor = Couve-flor, couve, queijo, leite cru de cabra, gema de ovo crua, óleo de fígado de bacalhau, couve-de-Bruxelas, espinafre, tomate, agrião, trigo, cevada, arroz, uva, batata, rabanete, aspargo e espinafre. P: Fósforo = Algas marinhas, mariscos, cenoura, pera, cebola, tomate, óleo de fígado de bacalhau, alho, agrião, pescados, leite, alcachofra, alface. Ge: Germânio = Aveia, Cogumelo do Sol. I: Iodo = Mariscos, leite, gema de ovo crua, trigo integral, milho amarelo, noz, lentilha, feijão, ervilha, lecitina, germe de trigo, alho, aveia, espinafre, cebola, repolho, maçã. Li: Lítio = Nunca aparece na forma livre. Encontra-se principalmente nos músculos dos animais. Mg: Magnésio = Laranja, coco, figo, cevado, milho, trigo, leite de cabra, gema de ovo, aveia, batata, noz, avelã, castanha, arroz integral, cereja, pera e pólen. Mn: Manganês = Gema de ovo crua, noz, beterraba, agrião, menta, salsa, aspargo, trigo, cevada, arroz integral, espinafre, champignon, repolho, batata, uva, pera, cebola, escarola, dente-de-alho, cereja, laranja, fígado, soja e pólen. Mo: Molibdênio = Verduras, legumes, cereais integrais e carnes. Ni: Níquel = Moluscos, ostras, mexilhões, gema de ovo, brotos de soja, repolho, cebola, alho, algas marinhas, espinafre, alface, uva, tomate, cogumelo, figo, pera, cereja, batata, uva e arroz integral. K: Potássio = Peixes, carnes, aves, bananas, damascos, batatas, grãos sem refino. Se: Selênio = Brócolis, pepino, alho, cebola, grãos, peixe, carnes, noz, tomate, aspargo e ovo. Si: Silício = Aveia, cevado, espinafre, beterraba, aspargos, alface, tomate, couve, figo e morango. Va: Vanádio = Girassol, soja, ovos, aveia, azeites e peixes. Zn: Zinco = Germe de trigo, levedura, semente de girassol, mariscos, cogumelo, feijão de soja, trigo integral, cevado, alface, laranja, tomate, espinafre, carne, vísceras, gema de ovo crua e pescado em geral.