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<p>GESTÃO DO EPI</p><p>HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p>A Hierarquia de Controles é uma sequência de opções para abordar o</p><p>processo de CONTROLE DOS PERIGOS.</p><p>O triângulo esquemático representa a hierarquia de controles que podem ser</p><p>utilizados na Gestão de Segurança, onde o topo representa as medidas de</p><p>maior efetividade</p><p>HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p> Hierarquia de Controles – Eliminação</p><p> Eliminação – elimine os riscos potenciais. Redefinir o trabalho,</p><p>substituir um equipamento, deixar de utilizar uma substância.</p><p> Exemplos: A não utilização de compostos de chumbo para aumentar a</p><p>octanagem da gasolina evita a exposição dos frentistas de postos de</p><p>gasolina a este produto, assim como toda a população, através da</p><p>poluição.</p><p> O chumbo tetraetila começou a ser misturado à gasolina em 1922.</p><p> A partir de 1970 começaram as discussões e o interesse em sua</p><p>eliminação do combustível devido às implicações a saúde pública e ao</p><p>meio ambiente como a contaminação de ar, solo e água.</p><p> Em 1996 cerca de 80% de toda gasolina vendida no mundo já estava</p><p>sem chumbo</p><p> Portaria n.º 99, de 19 de outubro de 2004 que Proíbe o processo de</p><p>trabalho de jateamento que utilize areia seca ou úmida como abrasivo</p><p>HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p> Hierarquia de Controles – Substituição</p><p> Substituição – substitua o equipamento, ferramenta ou</p><p>material por um equivalente que ofereça menores</p><p>perigos. Cuidado com a eventual introdução de novos</p><p>perigos.</p><p> substituição do processo existente jato de areia seco</p><p>pelo Granalha de Aço Esférica e Particulada, Óxido de</p><p>Alumínio Particulado, Granalha de Cerâmica</p><p>Sinterizada,</p><p> Substituição do benzeno na produção álcool anidro por</p><p>ciclohexano</p><p> Substituição processo seco por processo úmido Portaria</p><p>24/06/2008 proibiu o processo de corte e</p><p>acabamento a seco de rochas ornamentais e a NR 15</p><p>anexo nº 12</p><p>HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p> Hierarquia de Controles – Isolação</p><p> Isolação – isole o equipamento, ferramenta ou</p><p>substância, evitando a proximidade de pessoas ao</p><p>perigo.</p><p> Restringir o acesso de pessoas a determinados</p><p>equipamentos, fazendo com que seja operado</p><p>remotamente.</p><p> Colocar isolamento acústico ao redor de equipamentos</p><p>com alto nível de ruído.</p><p> Procedimentos de identificação de equipamentos em</p><p>manutenção: LOTO (Bloquear, identificar), LIBRA</p><p>(Liberação, Isolamento, Bloqueio, Raqueteamento e</p><p>Aviso)</p><p>Bloqueio</p><p>HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p> Hierarquia de Controles – Engenharia</p><p> Engenharia – reprojetar o sistema ou o processo de</p><p>forma a proteger ou afastar o operador e demais</p><p>trabalhadores do risco.</p><p> Projetar uma cabine de pintura com exaustão, para</p><p>minimizar a exposição do trabalhador.</p><p> Em máquinas de corte ou similares propor uso de</p><p>pegadores de sucata.</p><p> Automação de processo</p><p> https://www.youtube.com/watch?v=HzkWg4vfSbA</p><p>HIERARQUIA DE</p><p>CONTROLE</p><p> Hierarquia de Controles – Administração</p><p> Administração – estabeleça procedimentos e rotinas para</p><p>assegurar práticas seguras de trabalho.</p><p> Treinamento de pessoal,</p><p> uso de check lists,</p><p> permissão de trabalho - PT,</p><p> sinalização de riscos na área,</p><p> proibição do uso de telefones celulares na área industrial,</p><p> Auditorias Comportamentais – Segurança</p><p>Comportamental – Regras de Ouro.</p><p>HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p> Hierarquia de Controles – EPI</p><p> EPI (Equipamento de proteção Individual) –</p><p>apesar de serem mais visível o uso de EPI’s é a</p><p>última linha de defesa para o trabalhador.</p><p> os EPI’s adequados DEVEM ser utilizados nas</p><p>frentes de trabalho, porém a obrigatoriedade de</p><p>seu uso NÃO desobriga o Gestor ou o responsável</p><p>pela área a buscar implementar os controles</p><p>descritos.</p><p>O QUE É EPI - EQUIPAMENTO DE</p><p>PROTEÇÃO INDIVIDUAL</p><p>NR 6 – EQUIPAMENTO DE</p><p>PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI</p><p> todo dispositivo ou produto, de uso</p><p>individual utilizado pelo trabalhador,</p><p>destinado à proteção de riscos suscetíveis</p><p>de ameaçar a segurança e a saúde no</p><p>trabalho.</p><p>SURGIMENTO DOS EPIs</p><p> Os primeiros EPIs foram registrados já na época</p><p>das cavernas, quando o homem primata utilizava</p><p>vestimentas de pele de animais para se proteger</p><p>das intempéries do clima</p><p>SURGIMENTO DOS EPIs</p><p> Na idade média (século V ao XV anos 476 e</p><p>1453) houve uma importante evolução, quando os</p><p>cavaleiros medievais passaram a se proteger das</p><p>lanças do ataque inimigo por detrás das</p><p>armaduras.</p><p>Evolução dos EPIs no Brasil</p><p> a segurança individual no Brasil começou a ser implantada</p><p>com o vaqueiro nordestino, para enfrentar os desafios do</p><p>sertão, criou um traje composto por casaco de couro, calças,</p><p>botas, luvas de couro, que são presas com uma tira na manga</p><p>do casaco, e o chapéu de couro.</p><p>Evolução uso dos EPIs</p><p> As dificuldades ao comércio mundial causadas pela Segunda Guerra</p><p>Mundial favoreceram a estratégia de substituição de importações.</p><p> Em 1943 foi fundada, no Rio de Janeiro, a Fábrica Nacional de Motores.</p><p> Em 1946, começou a operar o primeiro auto-forno da CSN - Companhia</p><p>Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda (RJ).</p><p> A Petrobras extração e refino de petróleo, foi criada em outubro de 1953.</p><p> Em 1956, início dos anos JK (Governo de Juscelino Kubitschek), consolidou-se</p><p>a implantação de indústrias de bens duráveis, sobretudo de eletrodomésticos</p><p>e veículos.</p><p> Todas essas alterações provocaram profundas mudanças na vida do</p><p>trabalhador que passou a se especializar em atividades que exigiam um</p><p>maior aprimoramento técnico.</p><p> Trabalhador passou a ocorrer maiores riscos, estando exposto a lesões e</p><p>acidentes que colocavam em risco sua saúde e a vida.</p><p> Esse novo cenário despertou governo, empregadores e empregados para a</p><p>necessidade de encarar a importância da prevenção de acidentes.</p><p>EVOLUÇÃO DO USO DO EPI</p><p> A utilização de EPIs começou a ser implantada no Brasil</p><p>entre os anos 40 e 50, sendo importada da Europa.</p><p> Foi necessária uma grande adaptação dos</p><p>equipamentos ao trabalhador nacional.</p><p> A evolução do uso do EPI no Brasil ocorreu devido a</p><p>instalação de empresas multinacionais, trouxeram,</p><p>conhecimento, novas tecnologias e metodologias para</p><p>utilização dos EPIs.</p><p> o EPI começou a ganhar destaque como principal</p><p>aliado na preservação da vida do trabalhador e a</p><p>evoluir notoriamente com o passar dos anos.</p><p>EPI PARA CLT</p><p> A legislação que trata de EPI no âmbito da segurança</p><p>e saúde do trabalhador é estabelecida pela</p><p>Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p><p> “Artigo 166 - A empresa é obrigada a fornecer aos</p><p>empregados, gratuitamente, equipamentos de proteção</p><p>individual adequado ao risco e em perfeito estado de</p><p>conservação e funcionamento, sempre que as medidas</p><p>de ordem geral não ofereçam completa proteção</p><p>contra os riscos de acidentes e danos à saúde dos</p><p>empregados.</p><p> Artigo 167 - O equipamento de proteção só poderá</p><p>ser posto à venda ou utilizado com a indicação do</p><p>Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho”.</p><p>NR6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO</p><p>INDIVIDUAL</p><p> A empresa é obrigada a fornecer aos empregados,</p><p>gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito</p><p>estado de conservação e funcionamento, nas seguintes</p><p>circunstâncias:</p><p> a) sempre que as medidas de ordem geral não</p><p>ofereçam completa proteção contra os riscos de</p><p>acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do</p><p>trabalho;</p><p> b) enquanto as medidas de proteção coletiva</p><p>estiverem sendo implantadas; e,</p><p> c) para atender a situações de emergência.</p><p>QUEM PODE RECOMENDAR OS EPIs</p><p> COMPETE AO SESMT Serviço Especializado em</p><p>Engenharia de Segurança e em Medicina do</p><p>Trabalho, OUVIDA A CIPA E TRABALHADORES</p><p>USUÁRIOS, recomendar ao empregador o EPI</p><p>adequado ao risco existente em determinada</p><p>atividade.</p><p> Nas empresas desobrigadas a constituir SESMT, cabe</p><p>ao empregador selecionar o EPI adequado ao risco,</p><p>mediante orientação de profissional</p><p>TECNICAMENTE HABILITADO, ouvida a CIPA ou, na</p><p>falta desta, o designado e trabalhadores usuários.</p><p>UTILIZAÇÃO DO EPI</p><p> Utilização de EPI A utilização de EPI no âmbito do programa deverá</p><p>considerar as Normas Legais e</p><p>Administrativas em vigor e envolver,</p><p>no mínimo:</p><p> 1. seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco que o trabalhador</p><p>está exposto e à atividade exercida, considerando-se a eficiência</p><p>necessária para o controle da exposição ao risco e o conforto oferecido</p><p>segundo avaliação do trabalhador usuário;</p><p> 2. programa de treinamento dos trabalhadores quanto a sua correta</p><p>utilização e orientação sobre as limitações de proteção que o EPI</p><p>oferece;</p><p> 3. estabelecimento de normas ou procedimentos para promover o</p><p>fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a conservação, a</p><p>manutenção e a reposição do EPI, visando garantir as condições de</p><p>proteção originalmente estabelecidas;</p><p> 4. caracterização das funções ou atividades dos trabalhadores, com</p><p>a respectiva identificação dos EPIs utilizados para os riscos</p><p>ambientais.”</p><p>Utilização de EPIs</p><p> A utilização de EPIs se baseia em três ações:</p><p> Ação Técnica: determinação do tipo de</p><p>equipamento adequado;</p><p> Ação Educacional: treinamento do</p><p>empregado para o correto uso do EPI; e</p><p> Ação Psicológica: conscientização do</p><p>empregado quanto ao uso do EPI.</p><p> https://www.youtube.com/watch?v=R7VpzTROE6s fundacentro</p><p>Exemplos de EPI</p><p> Os tipos de EPI´s utilizados podem variar dependendo do tipo de</p><p>atividade ou de riscos que poderão ameaçar a segurança e a saúde</p><p>do trabalhador e da parte do corpo que se pretende proteger, tais</p><p>como:</p><p> Proteção auditiva: abafadores de ruídos ou protetores auriculares;</p><p> Proteção respiratória: máscaras e filtro;</p><p> Proteção visual e facial: óculos e viseiras;</p><p> Proteção da cabeça: capacetes;</p><p> Proteção de mãos e braços: luvas, cremes protetores e mangotes;</p><p> Proteção de pernas e pés: sapatos, botas, meias, perneiras, calça,</p><p>macacão;</p><p> Proteção contra quedas: dispositivos de segurança e cinturões.</p><p>CA – CERTIFICADO DE APROVAÇÃO</p><p> O EPI, de fabricação nacional ou importado só</p><p>poderá ser posto à venda ou utilizado com a</p><p>indicação do</p><p> CERTIFICADO DE APROVAÇÃO -CA</p><p> expedido pelo órgão nacional competente em</p><p>matéria de segurança e saúde no trabalho do</p><p>Ministério do Trabalho e Emprego.</p><p> https://www.youtube.com/watch?v=UWaWZYQIgEY ensaio de segurança óculos</p><p> https://www.youtube.com/watch?v=tQMYmzp6f8I ensaio de segurança cinto segurança</p><p> https://www.youtube.com/watch?v=HkZVTmbgPbg ensaio sapato</p><p> https://www.youtube.com/watch?v=jgIA_S4b6v4 ensaio vedação luvas eletricas</p><p>Responsabilidades do empregador.</p><p> Cabe ao empregador quanto ao EPI:</p><p> a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;</p><p> b) exigir seu uso;</p><p> c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão</p><p>nacional competente em matéria de segurança e saúde no</p><p>trabalho;</p><p> d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado,</p><p>guarda e conservação;</p><p> e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;</p><p> f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção</p><p>periódica;</p><p> g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.</p><p> h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser</p><p>adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.</p><p>Fiscalização do uso do EPI</p><p> não basta fornecer o EPI ao empregado</p><p> O empregador tem obrigação de fiscalizar o empregado de</p><p>modo a garantir que o equipamento esteja sendo utilizado</p><p> o empregador deve utilizar-se de seu poder diretivo e</p><p>obrigar o empregado a utilizar o equipamento,</p><p> sob pena de advertência e suspensão num havendo</p><p>reincidências, sofrer punições mais severas como a DEMISSÃO</p><p>POR JUSTA CAUSA.</p><p> Para Justiça do Trabalho o fato de comprovar que o</p><p>empregado recebeu o EPI, não exime o empregador do</p><p>pagamento de uma eventual indenização, pois a norma</p><p>estabelece que o empregador deva garantir o seu uso, o que</p><p>se faz através de fiscalização e de medidas coercitivas, se for</p><p>o caso.</p><p>Atribuição do empregado</p><p> Responsabilidades do trabalhador.</p><p> Cabe ao empregado quanto ao EPI:</p><p> a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a</p><p>que se destina;</p><p> b) responsabilizar-se pela guarda e conservação;</p><p> c) comunicar ao empregador qualquer alteração</p><p>que o torne impróprio para uso;</p><p> d) cumprir as determinações do empregador sobre</p><p>o uso adequado.</p><p>CONTROLE DE ENTREGA DO EPI</p><p> ficha de controle de entrega de EPI</p><p> tem a função de registrar que o profissional</p><p>recebeu os dispositivos de segurança considerados</p><p>fundamentais em sua jornada de trabalho.</p><p> funcionar como um meio de comprovar que a</p><p>empresa não ofereceu os recursos necessários para</p><p>a segurança</p><p>INFORMAÇÕES BÁSICAS DA FICHA DE</p><p>CONTROLE DE ENTREGA DE EPI</p><p>Os principais itens que devem ser preenchidos na hora de retirada do</p><p>equipamento de proteção individual:</p><p> Nome da empresa e do funcionário;</p><p> Função exercida pelo funcionário;</p><p> Data de admissão e demissão;</p><p> Data de retirada e devolução do EPI;</p><p> CA: certificado de aprovação;</p><p> Tipo de equipamento de proteção individual retirado;</p><p> MER: motivo para entrega e recebimento;</p><p> Assinaturas por parte da empresa e do funcionário.</p><p> VIDEOS</p><p> 3 Erros Que Sua Ficha de EPI Não Pode Ter Por Otniel Barbosa Labore Consultoria – YouTube 3 Erros Que</p><p>Sua Ficha de EPI Não Pode Ter Por Otniel Barbosa Labore Consultoria</p><p> Benefícios da Ficha De EPI Eletrônica – YouTube Benefícios da Ficha De EPI Eletrônica</p><p> Controle de EPI com assinatura por e-mail – YouTube Controle de EPI com assinatura por e-mail</p><p>Modelo de ficha de EPI</p><p>MAQUINA DE ENTREGA DE EPI</p><p> Máquina de entrega de EPI – YouTube</p><p> Epi - Maquina de Controle de Estoque – YouTube</p><p>Epi - Maquina de Controle de Estoque</p><p> Smart EPI Machine - Máquina Dispensadora de EPIs</p><p>– YouTube Smart EPI Machine - Máquina</p><p>Dispensadora de EPIs</p><p> Apresentação na PARKER - DELIVERY MACHINE –</p><p>YouTube Apresentação na PARKER - DELIVERY</p><p>MACHINE</p><p>SOFTWARE ENTREGA EPI</p><p> Software Apollus - Portal Entrega de EPI – YouTube</p><p>Software Apollus - Portal Entrega de EPI</p><p> Software SGG - Entrega de EPI - Biometria –</p><p>YouTube Software SGG - Entrega de EPI -</p><p>Biometria</p><p> Entrega de EPI - no sistema SOC – YouTube</p><p>Entrega de EPI - no sistema SOC</p><p>LIMPEZA DO EPI</p><p> realização da limpeza, secagem e empacotamento do EPI</p><p>conforme determina o fabricante,</p><p> Criar POP para realização de procedimento de higienização</p><p>dos EPI</p><p> Videos</p><p> EPIs para Limpeza – YouTube EPIs para Limpeza</p><p> Contuflex EPI - Higienização e Conservação de Epis – YouTube Contuflex EPI -</p><p>Higienização e Conservação de Epis</p><p> 3M 6800: Higienização correta do Respirador – YouTube 3M 6800: Higienização</p><p>correta do Respirador</p><p> Guia de Lavagem - Lavanderia (doczz.com.br) Guia de Lavagem DuPont™Nomex®</p><p>e DuPont™ Protera™.</p><p> PERIODICIDADE DE TROCA DO EPI</p><p> Essa é a fonte mais segura para prazo de troca do EPI – YouTube Essa é a fonte mais</p><p>segura para prazo de troca do EPI</p><p>EPI obrigatoriedade dos testes</p><p> VESTIMENTA</p><p>ERMETICAMENTE</p><p>FECHADAS</p><p> vestimentas para uso em</p><p>áreas de agentes</p><p>biológicos vestimentas</p><p>nível de biossegurança 3 e</p><p>4</p><p> vestimenta de proteção</p><p>para contato com produtos</p><p>químicos nível A</p><p> teste de inspeção para</p><p>detectar possíveis furos</p><p>que inviabiliza seu uso.</p><p>VESTIMENTA NIVEL A</p><p>QUIMICOS</p><p>VESTIMENTA</p><p>BIOSSEGURANÇA NIVEL 4</p><p>EPI PARA TRABALHO COM</p><p>ELETRICIDADE</p><p> TESTE DIARIO DE VERIFICAÇÃO FUROS</p><p> TESTE DE RIGIDEZ DIELÉTRICA</p><p>SEMESTRAL</p><p> Ensaios Isolantes Elétrico - EPI e EPC –</p><p>YouTube</p><p> ABNT/NBR 10622 determina que o</p><p>fabricante ou fornecedor deve substituir,</p><p>sem cobrança ao comprador, as luvas não</p><p>usadas que em qualquer ocasião durante</p><p>um período de 7 meses da data de</p><p>recebimento do lote, deixem de ser</p><p>aprovadas no teste de rigidez dielétrica Insufladores de</p><p>luvas isolante.</p><p>CASES</p><p>TRT-RN condena Cosern pela morte de</p><p>eletricista terceirizado que não usava EPI</p><p> O último dia da Semana Nacional de Conciliação, realizada pelo Conselho Nacional de Justiça,</p><p>marcou o fim da longa espera para a família de um eletricista que morreu vítima de acidente de</p><p>trabalho.</p><p> Pai de quatro filhos menores, o eletricista era contratado de uma empresa terceirizada</p><p>pela</p><p>Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern), a Prestadora de Serviço Barbalho.</p><p> Ele sofreu um choque elétrico enquanto trabalhava no Sítio São Luis, no município de Santa Maria,</p><p>juntamente com mais dois colegas, substituindo cabos nus de alumínio por cabos multiplexados,</p><p>para o aumento de fase da rede elétrica existente.</p><p> A rede fora provisoriamente desligada para a realização dos serviços e a fiação desernegizada</p><p>foi depositada no chão, enquanto os fios muliplexados eram conectados à rede.Quando o</p><p>eletricista enrolava a fiação substituída, a rede elétrica foi reenergizada e provocou o choque</p><p>elétrico que matou o trabalhador.</p><p> De acordo com a ação, a empresa contratante não fornecia os Equipamentos de Proteção</p><p>Individual (EPI’s), como luvas de proteção de alta tensão, entre outros. O eletricista usava</p><p>apenas botas e fardamento. A Cosern, por sua vez, não fiscalizava sua prestadora dos serviços</p><p>quanto à segurança do ambiente de trabalho de seus empregados.</p><p> Baseado nisso, o juiz Dilner Nogueira, titular da 6ª Vara do Trabalho de Natal, condenou a</p><p>Prestadora de Serviço Barbalho e, subsidiariamente, a COSERN, a indenizar a família do</p><p>trabalhador falecido em R$ 40 mil reais. Além disso, a terceirizada deverá pagar, a partir de</p><p>janeiro, uma pensão mensal correspondente ao salário de eletricista montador, sendo respeitados</p><p>os reajustes anuais, até que a filha menor do trabalhador complete 24 anos, em 7 de agosto de</p><p>2033. A Cosern será a responsável subsidiária pelo cumprimento dessa obrigação. 10/12/2013</p><p>Granja terá que indenizar funcionário</p><p> Granja uberabense foi condenada por não fornecer Equipamento de Proteção Individual (EPI) a um</p><p>funcionário. A decisão é do juiz da 2ª Vara do Trabalho de Uberaba, Marcos César Leão.</p><p>O empregado entrou com ação judicial buscando a rescisão do contrato, visto que o par de botas que recebeu</p><p>da empresa para trabalhar era dois números menores que os seus pés. O calçado lhe proporcionava</p><p>desconforto e gerou problema em um dos dedos.</p><p> O juiz ainda condenou a empresa por danos morais. Toda a situação, segundo os autos, foi confirmada por</p><p>testemunhas. Inclusive, o empregado chegou a pedir a troca dos calçados, o que foi negado.</p><p>Na sentença, o juiz afirmou que a falta de zelo no cumprimento das normas de segurança do trabalho é grave,</p><p>pois colocou em risco a saúde do empregado e favorece os riscos de acidente. Ele considerou que a situação</p><p>impede a continuidade do vínculo e decidiu declarar a rescisão do contrato de trabalho, conforme previsto da</p><p>Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O juiz também determinou o pagamento das verbas rescisórias como</p><p>se a dispensa fosse sem justa causa.</p><p>Para ele, a empresa deveria ter observado a numeração das botas compatível com a do empregado, por se</p><p>tratar de EPI - principalmente quando ele reclamou que estavam lhe apertando os pés. Segundo o magistrado,</p><p>o fornecimento de EPI inadequado, com pleno conhecimento do patrão, impõe o dever de indenizar.</p><p>A empresa foi condenada ao pagamento de reparação por danos morais no valor de R$ 3 mil reais.</p><p> O trabalhador também ganhou o direito ao recebimento de adicional de insalubridade, porque ficou</p><p>demonstrado, em um laudo anexado aos autos, que ele se expunha a agentes biológicos como dejetos de</p><p>animais, sem a comprovação da neutralização de sua ação nociva. A empresa recorreu, mas a decisão foi</p><p>mantida em segunda instância, pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª região. (DB)</p><p> FONTE: http://jmonline.com.br/novo/?noticias,5,POLICIA,80287 13/05/2013</p><p>Slide 1: GESTÃO DO EPI</p><p>Slide 2: HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p>Slide 3: HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p>Slide 4: HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p>Slide 5: HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p>Slide 6: Bloqueio</p><p>Slide 7: HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p>Slide 8: HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p>Slide 9: HIERARQUIA DE CONTROLE</p><p>Slide 10: O QUE É EPI - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL</p><p>Slide 11: SURGIMENTO DOS EPIs</p><p>Slide 12: SURGIMENTO DOS EPIs</p><p>Slide 13: Evolução dos EPIs no Brasil</p><p>Slide 14: Evolução uso dos EPIs</p><p>Slide 15: EVOLUÇÃO DO USO DO EPI</p><p>Slide 16: EPI PARA CLT</p><p>Slide 17: NR6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL</p><p>Slide 18: QUEM PODE RECOMENDAR OS EPIs</p><p>Slide 19: UTILIZAÇÃO DO EPI</p><p>Slide 20: Utilização de EPIs</p><p>Slide 21: Exemplos de EPI</p><p>Slide 22: CA – CERTIFICADO DE APROVAÇÃO</p><p>Slide 23: Responsabilidades do empregador.</p><p>Slide 24: Fiscalização do uso do EPI</p><p>Slide 25: Atribuição do empregado</p><p>Slide 26: CONTROLE DE ENTREGA DO EPI</p><p>Slide 27: INFORMAÇÕES BÁSICAS DA FICHA DE CONTROLE DE ENTREGA DE EPI</p><p>Slide 28: Modelo de ficha de EPI</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35: MAQUINA DE ENTREGA DE EPI</p><p>Slide 36: SOFTWARE ENTREGA EPI</p><p>Slide 37: LIMPEZA DO EPI</p><p>Slide 38: EPI obrigatoriedade dos testes</p><p>Slide 39: EPI PARA TRABALHO COM ELETRICIDADE</p><p>Slide 40: CASES</p><p>Slide 41: TRT-RN condena Cosern pela morte de eletricista terceirizado que não usava EPI</p><p>Slide 42: Granja terá que indenizar funcionário</p>

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