Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANIDADESÁrea de Psicologia
TÍTULO DO PROJETO FINAL
Ações Psicoeducativas Dirigidas aos pais de crianças com Transtorno de Espetro do Autismo para a melhoria da Psicomotricidade
Dissertação para a obtenção do grau de:
Mestrado em Intervenção Psicológica no Desenvolvimento e na Educação.
Apresentado por:
Mivone Rodrigues Alves Cunha
Orientador: 
Mariana Vieira Crespo 
MANAUS, AMAZONAS- BRASIL
ABRIL/2024
DEDICATÓRIA
AGRADECIMENTOS
TERMO DE COMPROMISSO
Eu, Mivone Rodrigues Alves Cunhas , declaro que: 
O conteúdo do presente documento é um reflexo do meu trabalho pessoal e manifesto que, diante de qualquer notificação de plágio, cópia ou prejuízo à fonte original é responsável direto legal, financeira e administrativamente, sem afetar o Orientador do trabalho, a Universidade e as demais instituições que colaboraram neste trabalho, assumindo as consequências derivadas de tais práticas. 
Assinatura: ___________________________
[Cidade e data]
Att: Direção Acadêmica	
Venho por este meio autorizar a publicação eletrônica da versão aprovada de meu Projeto Final com título Ações Psicoeducativas Dirigidas aos pais de crianças com Transtorno de Espetro do Autismo para a melhoria da Psicomotricidade , no Campus Virtual e em outras mídias de divulgação eletrônica desta Instituição.
Informo abaixo os dados para descrição do trabalho:
	Título
	Ações Psicoeducativas Dirigidas aos pais de crianças com Transtorno de Espetro do Autismo para a melhoria da Psicomotricidade
	Autor
	Mivone Rodrigues Alves Cunhas
Nome completo do autor e orientador (se houver).	Comment by Mariana Crespo: preencher
	Resumo
	Crianças com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) frequentemente apresentam dificuldades na área da psicomotricidade, impactando seu desenvolvimento global. A literatura aponta para a importância do envolvimento parental em intervenções, especialmente através de programas psicoeducativos. Nessa perspectiva, o objetivo desta pesquisa foi elaborar uma proposta para inserir atividades Psicoeducativas no desenvolvimento estratégias com jogos pedagógicos avançando em seu processo de desenvolvimento de aprendizagem e comunicação com alunos autistas na Escola Estadual ProfºProf. Aristóteles Comte de Alencar, na cidade de Manaus, no Estado do Amazonas
	Programa
	Mestrado em Intervenção Psicológica no Desenvolvimento e na Educação.
	Palavras-chave
	Psicomotricidade; ferramenta; desenvolvimento; crianças; autismo.
	Contato
	E-mail para contato (pode ser mais de um).	Comment by Mariana Crespo: preencher
Atenciosamente,
Assinatura: ___________________________
iv
ÍNDICE GERAL
INTRODUÇÃO	1
CAPÍTULO 1. MARCO TEÓRICO	56
1.1	Ações Psicoeducativas: Atividades com jogos pedagógicos para crianças com Transtorno de Espetro do Autismo para a melhoria da Psicomotricidade	56
1.2	Adaptações pelos pais de Crianças Autistas para a melhora da Psicomotricidade	2215
1.3 Desenvolvimento da capacidade de dar um contributo especial para a concepção e implementação de novos conhecimentos na pratica inclusiva	2720
1.4 Intervenção na Perspectiva Inclusiva	3824
CAPÍTULO 2: QUADRO METODOLÓGICO	4829
2.1. Introdução	4829
2.2. Variáveis	4829
2.3. Amostra	4930
2.4. Instrumentos de Medição e Técnicas	4930
2.5. Procedimentos	5132
CAPÍTULO N: RESULTADOS	5435
CAPÍTULO N: DISCUSSÃO	5536
CAPÍTULO N: CONCLUSÕES GERAIS	5637
CAPÍTULO N: RECOMENDAÇÕES	5738
BIBLIOGRAFIA	5839
ÍNDICE DE FIGURAS
Figura 1.1. Título da Figura 1.1
Figura 2.1. Título da Figura 2.1
ÍNDICE DE TABELAS
Tabela 1.1. Título da Tabela 1.1
Tabela 2.1. Título da Tabela 2.1
ÍNDICE DE ANEXOS ou APÊNDICES
RESUMO
Crianças com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) frequentemente apresentam dificuldades na área da psicomotricidade, impactando seu desenvolvimento global. A literatura aponta para a importância do envolvimento parental em intervenções, especialmente através de programas psicoeducativos. Nessa perspectiva, o objetivo desta pesquisa foi elaborar uma proposta para inserir atividades Psicoeducativas no desenvolvimento estratégias com jogos pedagógicos avançando em seu processo de desenvolvimento de aprendizagem e comunicação com alunos autistas na Escola Estadual Profº Aristóteles Comte de Alencar, na cidade de Manaus, no Estado do Amazonas, investigando o impacto de ações psicoeducativas direcionadas aos pais de crianças com TEA na melhoria da psicomotricidade infantil. Foi realizada uma revisão sistemática da literatura, buscando estudos que utilizaram intervenções psicoeducativas com pais de crianças com TEA e avaliaram o impacto na psicomotricidade. As bases de dados utilizadas foram PubMed, SciELO e PsycINFO, a pesquisa realizada alinha-se a uma abordagem metodológica qualitativa com abordagens distintas utilizadas em pesquisas. Os resultados desta pesquisa contribuirão para a prática clínica de profissionais da saúde e educação, fornecendo subsídios para a implementação de programas psicoeducativos eficazes. Além disso, o estudo poderá fortalecer a importância do envolvimento parental no desenvolvimento de crianças com TEA, empoderando os pais a atuarem como agentes de mudança na vida de seus filhos.
Palavras-chave 
Psicomotricidade; ferramenta; desenvolvimento; crianças; autismo.
ABSTRACT
Keywords 
1
6
INTRODUÇÃO
Dada à ênfase da literatura especializada na identificação e intervenção precoces, surge a preocupação sobre como essas iniciativas têm sido configuradas. A identificação precoce sido responsável pelo aumento da prevalência dos casos de autismo? Quais as implicações da identificação e intervenção precoce para a frequência escolar destes indivíduos? Como a intervenção precoce é implementada? Como esses procedimentos são caracterizados? Quais são seus objetivos? E quais seriam os percursos escolares de uma criança alvo de detecção e intervenção precoce?	Comment by Mariana Crespo: o seu trabalho é sobre competências psicomotoras no TEA, não apenas sobre intervenção precoce. Por favor verifique esta introdução
Esta pesquisa busca analisar essas questões, com ênfase nos processos de identificação e suas conexões com a prática pedagógica que molda as intervenções. Historicamente, a avaliação de indivíduos com comprometimentos psíquicos tem sido desafiadora. Uma identificação que não incorpora a reciprocidade interativa presente nos atos de intervenção tende a perpetuar um modelo clássico de busca de conhecimento, possivelmente criando uma separação entre o profissional responsável pela identificação e a criança investigada. Acreditamos que essa separação ainda é prevalente nos estudos da área.
Reconhecendo o autismo como um fenômeno complexo que não pode ser compreendido simplesmente pela soma de suas partes, ele argumentou que os processos de reconhecimento devem ser realizados continuamente. O objeto de estudo e o avaliador devem ser vistos como parte de um processo interativo que valoriza a atividade mútua como um importante componente de identificação. Os caminhos metodológicos da pesquisa consistem em questões fechadas no trabalho por meio de uma questão auto transcendente. O estudo apoiou a implementação de um questionário que investigou a compreensão dos professores sobre atividades psicoeducativas dirigidas a pais de crianças com transtorno do espectro do autismo (TEA) e analisou seu efeito na melhoria das habilidades psicomotoras dessas crianças. A implementação deste inquérito permitiu recolher informações importantes para o desenvolvimento de intervenções psicoeducativas mais eficazes e que contribuam para a melhoria da qualidade de vida das crianças com PEA e das suas famílias.	Comment by Mariana Crespo: ele quem?
Considerando que os processos diagnósticos são complexos e variáveis ​​dependendo da perspectiva teórica que os orienta, a identificação precoce dos riscos do autismo pode ser questionada de acordo com suas configurações e momento de implementação. Este estudo examina o fenômeno do autismo e suas características definidoras e descritivas, comespecial atenção aos processos precoces de identificação de riscos na vida de uma criança. São discutidos os benefícios e perigos da nomeação precoce, tirando conclusões sobre rupturas que podem marcar as relações futuras e a ocupação de espaços sociais como os espaços escolares. A informação é partilhada com a escola participante, ajudando a melhorar os recursos de apoio para crianças com TEA.
Apresentação do problema de pesquisa 
A pesquisa deve contribuir para a construção de um modelo de ações psicoeducativas mais eficazes e adequadas às necessidades de pais de crianças com TEA. Quais ações psicoeducativas dirigidas que a escola proporciona com aos pais com programas de inclusão com crianças com Transtorno de Espetro do Autismo para a melhoria da Psicomotricidade?	Comment by Mariana Crespo: Quando se indica um problema de pesquisa, o importante é mostrar claramente o que falta responder do ponto de vista teórico ou responder do ponto de vista prático. Qual é afinal o motivo de ser do trabalho? O que quer contribuir? Porque é inovador e original?
Motivação para este trabalho:
Os entendimentos profissionais e políticos destinados a melhorar o nível profissional e o conhecimento da região, bem como o desenvolvimento da capacidade de dar um contributo especial para a concepção e implementação de novos conhecimentos e novas atividades na Escola Estadual Prof. Aristóteles Comte de Alencar, na cidade de Manaus, no Estado do Amazonas foi um dos intuitos para contribuir para a construção de um modelo de ações psicoeducativas mais eficazes e adequadas às necessidades de pais de crianças com TEA.	Comment by Mariana Crespo: Porque esta escola em particular? Tem de justificar melhor
A relevância do tema direciona caminhos para reestabelecer proposta com jogos pedagógicos que incorpore a melhoria da Psicomotricidade com alunos autistas e a importância de abordá-lo no momento atual e integrar a pesquisa com outras iniciativas de apoio a pais de crianças com TEA. Nesse posicionamento a pesquisa direcionará meios para desenvolver programas de formação para professores e outros profissionais da educação ainda para outros profissionais e para a comunidade em geral, contribuindo para a conscientização sobre o tema contribuindo com algo inovador com ações psicoeducativas dirigidas aos pais de crianças autistas para a melhora da psicomotricidade. 
Justificativa
Podemos observar um aumento no número de alunos autistas nas escolas regulares, bem como uma epidemia epidemiológica, um aumento no número de doenças no mundo. Atualmente o autismo está em pesquisas, reportagens, filmes, etc. Tornou-se um tema recorrente e amplamente difundido. Os cientistas dizem que já existe uma epidemia porque a população aumentou significativamente em pouco tempo. Rios et al (2015) observaramou que os transtornos do espectro do autismo (TEA) referem-se a um grupo de distúrbios neurodegenerativos genéticos que afetam múltiplos domínios do desenvolvimento e são caracterizados por uma variedade de sintomas e sinais e uma combinação de padrões cognitivos, de aprendizagem e comportamentais que podem mudar e mudar ao longo do tempo. 	Comment by Mariana Crespo: Com base em que referência bibliográfica	Comment by Mariana Crespo: Quem?
(Magyar, 2011). O objetivo geral deste trabalho foi: promover o conhecimento aprofundado da informação Psicoeducativas dirigidas aos pais de Crianças Autistas para a melhora da Psicomotricidade e análise dos métodos da sua utilização, desenvolver capacidades de pensamento divergente, no contexto da reabilitação da psicologia; desenvolver a capacidade de planear, gerir e coordenar serviços e/ou programas de reabilitação psicomotora; desenvolver novos entendimentos profissionais e políticos destinados a melhorar o nível profissional e o conhecimento da região, bem como o desenvolvimento da capacidade de dar um contributo especial para a concepção e implementação de novos conhecimentos e novas atividades.	Comment by Mariana Crespo: A que frase pertence esta referencia bibligorafia?	Comment by Mariana Crespo: E porquê a escolha da psicomotricidade e não outra área de intervenção? Tem de justificar melhor
Em particular, os professores utilizam práticas profissionais para promover a aprendizagem e facilitar a integração do aluno especial no mercado psicomotor. A pesquisa teve como objetivo adquirir conhecimentos no domínio das relações com outros profissionais e com a comunidade. 	Comment by Mariana Crespo: Não está correto. O objetivo é capacitar pais para desenvolver competências psicomotoras
A epidemia do autismo pode preocupar-nos quando nos perguntamos se está a ocorrer uma overdose, o que tem consequências preocupantes. Portanto, questionamos a importância de identificar sinais precoces de risco de autismo como pré-requisito para o seu desenvolvimento. Portanto, o objetivo deste estudo é investigar o “diagnóstico precoce dos fatores de risco do autismo”.	Comment by Mariana Crespo: Novamente verifique esta ideia, o seu trabalho é sobre desenvolvimento de competências psicomotoras, não sobre intervenção precoce
Houve mudanças significativas em relação à educação de alunos com autismo e às políticas governamentais com foco nessas questões. Mais recentemente, diz respeito à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2007) promulgada pelo Decreto do Governo Brasileiro nº 6.949, de 25 de agosto de 2009 (BRASIL, 2009). com uma mudança de uma abordagem paradigmática para o tratamento de pessoas com deficiência. O desenvolvimento do conceito social de 'deficiência' desempenha um papel importante no processo de abordagem deste conceito na discussão dos perfis análises integrado às diferentes síndromes. Neste assunto, a acessibilidade é um aspecto como a elementar garantia dos direitos.	Comment by Mariana Crespo: Transtorno do Espetro do Autismo
É importante usar os nomes corretos
Nesse posicionamento, justifica a pesquisa para direcionar meios para mudanças positivas no trabalho dos professores e no desempenho das crianças, adolescentes e jovens, tanto no nível psicomotor como no nível comportamental.	Comment by Mariana Crespo: Mas parece que o seu trabalho se dirige aos pais, não aos professores. Qual é afinal?
Objetivos
Objetivo geral
Elaborar uma proposta para inserir atividades Psicoeducativas no desenvolvimento estratégias com jogos pedagógicos avançando em seu processo de desenvolvimento de aprendizagem e comunicação com alunos autistas na Escola Estadual ProfºProf. Aristóteles Comte de Alencar, na cidade de Manaus, no Estado do Amazonas. 	Comment by Mariana Crespo: Com pais de alunos com TEA, é isso, certo? E são atividades de psicomotricidade e você nem refere isso aqui. Por favor verifique o que se propõe realmente a fazer 
Objetivos específicos
Objetivo específico 1. Fundamentar teoricamente as capacidades de pensamento divergente, no contexto da reabilitação da psicologia; 	Comment by Mariana Crespo: Este objetivo não se relaciona com o seu objetivo geral, por favor verifique 
Tem acima de tudo primeiro avaliar as necessidades psicomotoras nos alunos com TEA da escola. 
Objetivo específico 2. Diagnosticar a habilidade de conceber, conduzir e coordenar ocupações e/ou programas de reabilitação psicomotora na Escola Estadual Aristóteles Comte de Alencar na cidade Manaus, Estado Amazonas; 
Objetivo específico 3. Identificar os entendimentos profissionais e políticos destinados a melhorar o nível profissional e o conhecimento da região, bem como o desenvolvimento da capacidade de dar um contributo especial para a concepção e implementação de novos conhecimentos e novas atividades na Escola Estadual ProfºProf. Aristóteles Comte de Alencar, na cidade de Manaus, no Estado do Amazonas.	Comment by Mariana Crespo: Este objetivo não se relaciona com o seu objetivo geral, por favor verifique
Objetivo específico 4. Elaborar uma proposta com jogos pedagógicos que incorpore a melhoria da Psicomotricidade na Escola Estadual Prof. Aristóteles Comte de Alencar, na cidade de Manaus, no Estado doAmazonas.
Objetivo específico 5. Propor uma estratégia para melhorar o programa educacional com os professores da Escola Estadual ProfºProf. Aristóteles Comte de Alencar, na qual sejam identificadas Ações Psicoeducativas dirigidas aos pais de crianças autistas para a melhora da psicomotricidade.	Comment by Mariana Crespo: Novamente, o programa é para os pais ou professores?	Comment by Mariana Crespo: Na introdução deve apresentar os capítulos do seu trabalho 
CAPÍTULO 1. MARCO TEÓRICO
Ações Psicoeducativas: Atividades com jogos pedagógicos para crianças com Transtorno de Espetro do Autismo para a melhoria da Psicomotricidade 	Comment by Mariana Crespo: Antes destes capítulos você deve iniciar com capítulos acerca de:
TEA e dificuldades associadas
Competências motoras das crianças com TEA
Intervenções em psicomotricidade com crianças com TEA
Só depois faz sentido começar a falar as ações psicoeducativas
Recordo que o seu marco teórico deve ser bem completo e fundamentado
Gonçalves (2013) acredita que no tratamento de crianças com perturbação do espectro do autismo (PEA), é crucial não apenas selecionar métodos de intervenção adequados, mas também fornecer orientação e apoio às famílias. É importante manter distância dos centros de intervenção e educação precoce e fornecer aconselhamento sobre oportunidades escolares para maximizar os recursos disponíveis para crianças com autismo e suas famílias. Nesse contexto, os autores Santos et al. (2024) enfatizam que o principal objetivo das abordagens psicoeducacionais é facilitar o ensino de novos comportamentos e habilidades utilizando técnicas especializadas e estruturadas, como procedimentos de Análise Aplicada do Comportamento (ABA), você ainda pode aprender mais sobre isso através do modelo DIR (Desenvolvimento, Diferenças Individuais, Modelo Baseado em Relacionamento) Construir relacionamentos positivos com outras pessoas; usar o Sistema de Comunicação por Troca de Imagens (PECS) para orientar a melhoria das habilidades de comunicação.	Comment by Mariana Crespo: Frase demasiado longa, reveja por favor 
Na educação inclusiva, segundo Poker, de Oliveira Martins e Giroto (2021) o foco está em garantir que todos os alunos, independentemente de suas diferenças e necessidades individuais, tenham acesso a uma educação de qualidade. Isso envolve a criação de ambientes educacionais que sejam acolhedores, acessíveis e adaptados para atender às diversas formas de aprendizagem dos estudantes. 	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
O processo de ensino-aprendizagem na educação inclusiva busca valorizar a diversidade, promover a equidade e oferecer suporte adequado para que cada aluno possa desenvolver seu potencial ao máximo. Professores e profissionais da área educacional desempenham um papel fundamental nesse contexto, adotando práticas pedagógicas diferenciadas, individualizando o ensino e trabalhando em parceria com outros especialistas quando necessário.	Comment by Mariana Crespo: Indicar referência bibliográfica 
Virues-Ortega, Pérez-Bustamante e Tarifa-Rodriguez, A. (2022) acrescentaram que as abordagens psicoeducacionais visam desenvolver habilidades sensório-motoras por meio da Terapia de Integração Sensorial (SIT). Gonçalves (2013) comentou que o uso do programa PBS (com famílias Centradas positivas); programas de apoio comportamental) e incorporam intervenções comportamentais e de desenvolvimento que incluem famílias em intervenções, como o modelo TEACCH (Tratamento e Educação de Crianças com Autismo e Distúrbios de Comunicação Relacionados). Para melhor explicar cada método de intervenção, são incluídos programas e modelos como ABA, DIR, PECS, SIT, PBS, TEACCH. Segundo de Souza Britto e de Oliveira Lobo-Carneiro (2024), na década de 1960, Lovaas elaborou programas ABA destinado a reduzir comportamentos graves e promover a melhor comunicação nos indivíduos.	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
Vasques e Baptista (2014) destacaram a existência de alguns consensos, como a homogeneidade de diferentes expressões clínicas e subjetivas, a instabilidade dos serviços prestados e, em certa medida, a fragilidade do conhecimento na área. Além disso, não é preciso preocupar-se com a relação entre a produção científica e a política de educação especial; Segundo Lear (2004), ABA (Análise Aplicada do Comportamento) envolve a observação, análise e compreensão das conexões entre o ambiente, o comportamento humano e a aprendizagem. Baseia-se no ensino intensivo e estruturado em situações individuais. Normalmente, o programa começa no ambiente doméstico das crianças pequenas, mas também pode ser adaptado a jovens adultos e adultos. As sessões de intervenção ABA são normalmente individuais e podem durar de 30 a 40 horas por semana.	Comment by Mariana Crespo: Não se percebe esta frase, por favor reveja 
Bosa (2006) ainda discute esse diagnóstico, afirmando que apesar de sua importância, é raro em crianças pré-escolares. Em parte, isso deve à falta de compreensão do desenvolvimento típico das crianças, especialmente quando se trata de comunicação não verbal. Nessa idade, o sinal mais marcante é o prejuízo nas habilidades de atenção compartilhada. Mais tarde, ele enfatizou a importância da intervenção precoce para crianças com autismo, incluindo o envolvimento familiar ativo (Smith & Eikeseth, 2011). Os programas ABA baseiam-se em intervenções com porta mentais com o objetivo principal de melhorar as dificuldades internas do autismo, especificamente na interação social e comunicação (Zachor, Ben-Itzchak, Rabinovich, & Lahat, 2007). Esses autores também chamam a atenção para a falta de pesquisas sobre atendimento educacional especializado como ação complementar, questionando os limites e a impossibilidade de inclusão nas escolas, permanece a que stão até que ponto as diretrizes da educação inclusiva podem efetivamente desconstruir “a que les que dividem diferenças” Pessoas que estão associadas; com desigualdade, desvio e ineducabilidade”. (Vasques; 2014 p. 681). No que diz respeito aos processos de diagnóstico, avaliação e identificação e sua relação com a escolaridade, Vas que s e Baptista (2014) perceberam duas perspectivas diferentes, o que é consistente com a posição assumida no presente trabalho ao distinguir dois eixos no levantamento bibliográfico.	Comment by Mariana Crespo: Qual diagnostico? 	Comment by Mariana Crespo: Não se entende porque esta frase a seguir a falar sobre ABA	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.	Comment by Mariana Crespo: Rever frase	Comment by Mariana Crespo: Rever frase	Comment by Mariana Crespo: Rever palavra
O programa se concentra em recompensar o comportamento desejado sem punição e são adaptados à atenção, comunicação, socialização, habilidades motoras, brincadeiras e habilidades da vida diária de cada criança. O envolvimento intensivo da família no programa é fundamental para o seu sucesso (Lear, 2004; Zachor et al., 2007). Embora originalmente focada em intervenções individuais, a ABA agora também se concentra na família da pessoa com TEA (transtorno do espectro do autismo), incluindo cuidados intensivos em atendimento domiciliar (Cebula, 2012).
Em sua dissertação, Vasques (2008) propôs desafiar a compreensão limitada do autismo e das psicoses infantis, bem como as estratégias de intervenção e escolares. O objetivo era desenvolver uma nova perspectiva sobre esses assuntos e explorar seu potencial subjetivo e educacional. Para fazer isso, examinamos criticamente à relação entre diagnóstico e educação, realizando um estudo aprofundado. 	Comment by Mariana Crespo: Este texto não se relaciona com o seu titulo de capitulo, por favor verifique 
 Os autores relatam que observaram em seu trabalho uma perspectiva relacionada ao processo de avaliação e mensuração, com o objetivo de desenvolverescalas e protocolos específicos posteriormente relevantes para intervenção personalizada e tratamento psicoeducacional, e uma segunda perspectiva, relacionada àqueles que questionam a rigidez dos sistemas classificatórios e suas consequências para a escolarização dos sujeitos com autismo.
O objetivo da pesquisa realizada por Vasques (2008) foi analisar as informações acadêmico-científicas produzidas nos programas de pós-graduação brasileiros entre 1978 e 2006, com especial atenção para teses e dissertações. O estudo explora os vários campos envolvidos neste estudo e as perspectivas e ênfases únicas do diagnóstico. Para isso, Vasques criou um vínculo entre a educação inclusiva, a psicanálise freudiano-lacaniana, a hermenêutica filosófica e a literatura. Durante o estudo foi constatada uma mudança no foco de atenção do sujeito, o que levou a uma compreensão mais profunda do assunto.
Um dos principais componentes da ABA é a coleta contínua de dados sobre o desenvolvimento e progresso do paciente com TEA e modificação do plano de intervenção quando necessário (Lord e Bishop, 2010). Este programa requer uma avaliação cuidadosa da interação entre eventos ambientais e comportamento individual, levando em consideração fatores contextuais (por exemplo, a situação em que o comportamento ocorre), variáveis ​​motivacionais (por exemplo, a necessidade de alcançar algo), antecedentes que levam ao comportamento (como uma pergunta feita por outra pessoa) e as consequências do comportamento, que indicam a probabilidade de sua recorrência. Uma análise detalhada dessas interações é importante porque as informações obtidas orientam o desenho, implementação e avaliação de intervenções ambientais voltadas à mudança de comportamento (Vismara e Rogers)	Comment by Mariana Crespo: Colocar ano?
O conceito de “ateórico” está associado ao DSM-IV-TR e ao CID-10, bem como às perspectivas médicas, cognitivistas e psicanalíticas. Vasques (2008) sugere que há mais a considerar além destas lentes.	Comment by Mariana Crespo: Por favor rever, não parece fazer sentido aqui
O potencial de criação deriva das diversas abordagens do diagnóstico, especificamente das “formas de utilizá-lo”, conforme afirma a página 182. O autor sugere que o diagnóstico pode ser comparado à leitura de um texto que ainda não foi escrito, com origem e a causalidade é o resultado final e não o ponto de partida. Essa perspectiva coloca a responsabilidade sobre o leitor. Em relação às crianças com autismo, o autor defende que existem razões válidas para tomar tal iniciativa, uma vez que o nível de comunicação e as capacidades cognitivas durante os anos pré-escolares servem como preditores fiáveis ​​para o desenvolvimento futuro.
Santos, et. al (2021) evidenciam também a presença dos PECS, de tal modo, protocolo PECS (Picture Exchange Communication System) envolve a construção sistemática de comportamentos para alcançar uma comunicação mais independente. À medida que as habilidades são adquiridas.	Comment by Mariana Crespo: Rever frase, também o PECS não se relaciona com psicomotor, por isso porque resolver falar sobre ele?
Nesta posição, Gonçalves (2013) enfatiza o modelo DIR. Stanley Greenspan desenvolveu este modelo DIR (Modelo de Desenvolvimento, Diferença Individual, Baseado em Relacionamento) para crianças com autismo. Esta abordagem interativa permite que pais, professores e terapeutas se conectem com as crianças através dos seus interesses e atividades específicas (Sarachan, 2012). O modelo centra-se nos relacionamentos, nas competências sociais, na linguagem e na comunicação, e numa compreensão integrada do desenvolvimento humano. Isto inclui interações entre profissionais e o ambiente, diferenças biológicas sensoriais e motoras e o potencial de desenvolvimento emocional funcional da criança (Pajareya e Nopmaneejumruslers, 2012). O tempo de chão é parte integrante deste modelo, onde um pai, professor ou terapeuta se coloca literalmente no mesmo nível da criança, permitindo-lhes orientar a interação. O adulto deve fazer perguntas e ajudar a criança a compreender e fazer escolhas em relação à determinada atividade (Sarachan, 2012). 	Comment by Mariana Crespo: Qual posição?	Comment by Mariana Crespo: TEA
Como se pode verificar no estudo, a Fase II: Foca em aprender a distância e persistência, permitindo que a comunicação ocorra mesmo quando o par comunicativo não está próximo. O indivíduo deve ser capaz de percorrer um espaço para fazer um pedido. Assim, a Fase III, Introduz habilidades de discriminação de imagens em etapas, começando com a discriminação entre fotos preferenciais e não preferenciais, progredindo para a discriminação entre dois quadros preferidos e, finalmente, a discriminação de todas as imagens no livro de comunicação.	Comment by Mariana Crespo: Não se percebe bem porque colocou este texto a seguir a falar sobre DIR, por favor verifique 
Com base no exame da literatura existente, há estudos que abordam o autismo como específico e priorizam evidências empíricas como informações factuais. Esses estudos também se aprofundam no aspecto interpretativo que abrange todos os indivíduos envolvidos. Notavelmente, Marrocos (2021) destaca-se como um contributo significativo neste campo.
De acordo com o estudo de Marrocos (2012), que faz referência a Leboyer (1995), esta linha particular de pensamento é explorada.
A complexidade do autismo é tal que nenhuma abordagem terapêutica, seja clínica ou metodológica, consegue englobá-lo completamente. Esse fato é destacado na dissertação de mestrado.
A perspectiva única deste autor transparece em sua exploração do autismo como característica. Através de seu estudo, ela teve como objetivo obter insights sobre as maneiras pelas quais os indivíduos com autismo interagem no ambiente escolar, usando lentes autopoiéticas.
Gonçalves. (2013) observaram que pacientes com PEA progridem de um estágio para outro (Preston & Carter, 2009). Segundo Overcash, Horton e Bondy (2010), o protocolo PECS possui seis componentes, e apenas um é um indicador de reforço eficaz. A Parte 1 é aprender como trocar imagens fisicamente sem discriminação, com o objetivo de ensinar as pessoas como iniciar interações interpessoais. \N.
Nesta posição, Gonçalves (2013) enfatizou a categoria IV, que inclui estruturas de frases como solicitações simples (por exemplo, “eu quero”, imagem do objeto/ação desejada) e recompensa todas as tentativas de solicitações verbais. Em particular, a Etapa 5 ensina você a expandir suas habilidades de resposta a perguntas, introduzindo uma variedade de palavras descritivas de acordo com seus interesses. A Parte VI, por outro lado, concentra-se em ensinar as pessoas a observar estímulos interessantes na natureza.
Gonçalves (2013) constatou num estudo com 80 crianças pré-escolares que a intervenção através do PECS melhorou significativamente as competências de comunicação social das crianças com autismo, especialmente no que diz respeito à parte padrão do comportamento adaptativo e à percepção em ambientes não estruturados que podem funcionar (Lerna, 2013). Esposito, Conson, Russo). e Massagli, 2012).	Comment by Mariana Crespo: Já antes falou de PECS por isso deve colocar esta frase onde falou de PECS, não aqui 	Comment by Mariana Crespo: Rever citação 
Tem como objetivo melhorar a coordenação das crianças, modificando a função cerebral e regulando as emoções através da estimulação sensorial. Dizem que é difícil integrar informações dos sistemas vestibular, proprioceptivo e tátil, levando a problemas como planejamento e controle de ações motoras, movimentos corporais e escalados ou diminuição da sensibilidade aos estímulos. O SIT visa melhorar o processamento neurológico em cada um desses sistemas (Devlin et al., 2011).	Comment by Mariana Crespo: Não se percebe esta passagem de texto, nem porque está aqui. Não devia estar abaixo? Por favor reveja 
Como Intervenção psicoeducativa no tratamento da PEA, destaca ainda o SIT, de acordo com Devlin, Healy, Leader, e Hughes (2011), a Terapia de Integração Sensorial (SIT) deacordo com Gonçalves (2013). 	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
Como abordagem interativa, apresenta o PBS, pois, o Positive Behavior Support (PBS) é uma abordagem destinada a reduzir comportamentos inadequados em crianças com dificuldades comportamentais. , Gonçalves (2013) menciona que iIncentivar comportamentos adequados e fornecer o apoio necessário para promover esse desenvolvimento (Lucyshyn et al., 2007). Um estudo realizado por Blair, Lee, Cho e Dunlap (2010) concluiu que o modelo PBS, que inclui a colaboração entre famílias e escolas, aumentou o comportamento adequado e reduziu os problemas de comportamento na escola e em casa.	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
Em apoio, relacionado ao TEACCH, o TEACCH (Tratamento e Educação de Crianças com Autismo e Distúrbios da Comunicação) foi fundado por Eric Schopler em 1972 (Mesibov & Shea, 2010). O método TEACCH é baseado em estratégias cognitivas, de desenvolvimento, acadêmicas e comportamentais que utilizam currículo específico, métodos de artes visuais e avaliações para desenvolver práticas de aprendizagem eficazes para crianças com TEA (Panerai et al., 2009). As intervenções do TEACCH incluem quatro tipos de estruturas: estruturas físicas; Em outras palavras, o ambiente é organizado por elementos como a colocação de objetos ou dicas visuais para ajudar as pessoas a compreender as atividades.	Comment by Mariana Crespo: Penso que esta frase ficou incompleta 	Comment by Mariana Crespo: eso
Esta posição minimiza distrações. Minimize as distrações e fontes de estímulo (por exemplo, uma mesa entre armários) e estabeleça uma programação para o dia (por exemplo, uma programação diária ou semanal usando imagens e texto).	Comment by Mariana Crespo: rever esta parte de texto, não parece fazer muito sentido aqui 
Gonçalves (2013) também aconselha organizar as tarefas, a sequência de tarefas e utilizar técnicas visuais para descrever e a sequência de tarefas para promover a compreensão do que os indivíduos precisam. Portanto, vincular tarefas individuais a uma série de tarefas aumentará a quantidade de tempo que as pessoas gastam na tarefa.
Segundo Gonçalves (2013), o programa TEACCH tem como objetivo ensinar os pais sobre a avaliação e implementação de apoio individual aos seus filhos. O programa “TEACCHing Home” foi desenvolvido para fornecer intervenção precoce para crianças com autismo de 2 a 3 anos e suas famílias. As sessões do programa duram 90 minutos e especialistas fornecem aos pais orientações práticas sobre uma educação estruturada baseada no método TEACCH.
Durante o programa, os pais começam a participar da educação de seus filhos e, ao final do programa, podem conduzi-los de forma independente, sob a supervisão de um profissional. O programa inclui muitos tópicos, incluindo gestão doméstica, formação em competências pré-escolares, comunicação e cuidados pessoais (Welterlin et al., 2012).
Probst, Knapen, Poot e Vancampfort (2010) argumentam que as intervenções cognitivas são tratamentos complementares que podem incorporar uma variedade de abordagens cognitivas, incluindo comportamentais, psicológicas e cognitivas. Esta intervenção assume uma visão holística da pessoa, tendo como pilares a consciência corporal e a mobilidade. Esta perspectiva considera a integração do corpo e da mente, a integração dos componentes mentais, emocionais e físicos e a capacidade de viver e trabalhar num contexto psicológico.	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
A intervenção psicomotora, focada no movimento, visa principalmente o desenvolvimento das habilidades motoras e cognitivas, além de apoiar o desenvolvimento pessoal. Gonçalves (2013) a. Acredita que s atividades realizadas nesse contexto são voltadas para a aprendizagem, desenvolvimento, formação e prática psicomotora, promovendo hHabilidades sensório-motoras, perceptivas, cognitivas, sociais e emocionais. Especificamente, esta intervenção atua no desenvolvimento de aspectos cognitivos como tônus ​​​​muscular, equilíbrio, controle esquerdo-direito, conceitos físicos, estruturas de tempo e espaço, coordenação motora grossa e bem-estar. Também estimula à atenção, a cooperação, a interação com objetos, aumenta a estimulação, a comunicação, a socialização e as habilidades de expressão emocional (Probst et al., 2010).	Comment by Mariana Crespo: Considerando que a intervenção psicomotora é o foco do seu trabalho, deveria estar num capitulo à parte, por favor verifique 
De acordo com Probst et al. (2010), as atividades psicossociais apoiam outras competências importantes como o relaxamento (controlo do tónus muscular), as competências lúdicas (cooperação com os pares e aprendizagem de regras de comunicação) e a expressão física (através das artes plásticas, da música e da dança).
De acordo com Teixeira (2011), a intervenção psicomotora deve ser realizada em fases, levando em consideração o estágio e o desenvolvimento de pessoas com TEA. Isso permite que você entenda melhor seu corpo e encontre a posição certa para a hora e o lugar. As intervenções cognitivas favorecem o desenvolvimento da criança por meio de atividades relacionadas aos domínios motor, cognitivo e cognitivo. Assim, os psicólogos podem influenciar a aquisição de competências sociais em crianças com autismo, criar situações de interação social, desenvolver a comunicação verbal e não verbal e promover a compreensão do pensamento e do movimento nos jogos e desportos (Azambuja, 2005).	Comment by Mariana Crespo: O das pessoas com TEA
No desenvolvimento da relação entre o tecnólogo e a criança deve ser mantido o interesse da criança, como base para a gestão do brincar e do entretenimento de acordo com os objetivos definidos no plano de intervenção (Teixeira, 2011). Mangenot (2012) descreve duas abordagens de intervenção psicológica: sessões individuais e sessões de grupo. As intervenções individuais visam criar um ambiente terapêutico e seguro para promover a aquisição de competências, enquanto as atividades em grupo promovem o desenvolvimento de competências sociais.	Comment by Mariana Crespo: Terapeuta 
Mangenot (2012) também enfatiza a importância de avaliar as habilidades psicomotoras de crianças com autismo e estabelecer metas de intervenção através da observação e análise das diversas fases do desenvolvimento. As áreas de desenvolvimento que precisam ser atualizadas são habilidades motoras, habilidades sensoriais, processos cognitivos, habilidades de modelagem, habilidades lúdicas, habilidades de modelagem, habilidades de interação e habilidades sociais.
A intervenção cognitiva pode ser feita através de habilidades motoras. Porque essas habilidades geralmente afetam crianças com autismo. A coordenação e a postura nos esportes são importantes para o desenvolvimento motor fino. As atividades permitem que as crianças explorem o ambiente, ganhem novas oportunidades e melhorem as habilidades motoras. Para captar a atenção das crianças, as atividades devem ser adaptadas às suas necessidades e interesses.	Comment by Mariana Crespo: Indicar referência bibliográfica 
Oliveira (2024) relata que crianças com autismo TEA muitas vezes apresentam problemas com exigências sensoriais, o que pode levar a percepções inadequadas do ambiente, afetando o comportamento, a comunicação e a interação. É importante compreender o humor da criança observando suas reações ao ambiente. Ao considerar a aquisição, análise e processamento de informações sensoriais, a integração gradual de uma variedade de estímulos sensoriais é importante. O terapeuta deve controlar a estimulação da criança para que a sensibilidade não fique sobrecarregada.
 Hills e Hardy (2023) relatou que os processos cognitivos, com a intervenção psicomotora podem ajudar a desenvolver funções cognitivas por meio de atividades lúdicas que envolvem tarefasmotoras, sensoriais, de jogo e interação social. O objetivo é estimular a atenção, inibição, flexibilidade mental, planejamento e memória. Para crianças com autismoTEA, é essencial estruturar e planejar atividades com rotinas e horários definidos.
Durante todo o processo de intervenção, as competências de Jogo, observadas com crianças com autismo podem ter dificuldades em brincar e interagir, muitas vezes preferindo atividades repetitivas e estereotipadas. É importante observar os interesses da criança e propor atividades que atendam às suas necessidades e preferências. Por exemplo, se a criança mostra interesse em atividades sensório-motoras, jogos lúdicos devem ser desenvolvidos nesse contexto.	Comment by Mariana Crespo: Rever frase	Comment by Mariana Crespo: Indicar referência bibliográfica 
O processo de intervenção relaciona as competências de imitação, pois, a imitação é crucial para o desenvolvimento, mas frequentemente está prejudicada em crianças com autismoTEA. O psicomotricista deve avaliar as habilidades de imitação da criança e definir seu perfil e nível. A criança deve ser ensinada a imitar de diversas formas (espontânea, induzida, com ou sem objetos) e a reconhecer quando está sendo imitada, oferecendo várias oportunidades de aprendizagem.
Fritzen (2022) observou que as tecnologias interativas são uma forma de orientar os relacionamentos. Isso ocorre porque interação é a interação entre sujeitos, incluindo interações interpessoais e entre pares. Através da brincadeira cognitiva, as crianças podem aprender a fazer pedidos, tomar decisões e usar dicas sociais apropriadas. O psicólogo deve considerar atividades que estimulem o interesse da criança, com o objetivo de aumentar a vontade de comunicar e interagir com outras pessoas. Como resultado, as habilidades sociais são necessárias para crianças com autismoTEA, pois elas têm dificuldade de socialização devido à falta de vontade de interagir. Para desenvolver essas habilidades é importante trabalhar áreas como modelagem e interação. O desenvolvimento de uma componente social enriquece as experiências sociais das crianças e facilita a sua integração na sociedade.
Nas intervenções psicológicas, é importante adaptar o ensino às necessidades da criança para compreender melhor o processo, utilizando estratégias como dicas visuais, imitação, liderança, construção de comunidade e feedback positivo (Mangenot, 2012).
Nesse posicionamento, ao encontrar evidências de que ações psicoeducativas direcionadas aos pais promovem a mMelhora nas habilidades motoras, como coordenação motora fina e grossa, equilíbrio e planejamento motor, o aumento da consciência corporal: incluindo propriocepção, lateralidade e esquema corporal, maior participação em atividades físicas: com consequente desenvolvimento motor e inclusão social, redução do estresse parental, através do conhecimento sobre o TEA e estratégias para lidar com os desafios do dia a dia.	Comment by Mariana Crespo: Frase demasiado longa, por favor reveja e coloque referências bibliográficas
Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) a psicopedagogia é uma das áreas que pode contribuir significativamente para o sucesso da educação inclusiva, auxiliando na identificação de dificuldades de aprendizagem, no planejamento de estratégias personalizadas e no acompanhamento do progresso dos alunos. É importante ressaltar que a educação inclusiva não beneficia apenas os estudantes com deficiência ou necessidades especiais, mas toda a comunidade escolar ao promover valores como respeito à diversidade e colaboração mútua.	Comment by Mariana Crespo: Rever referência
Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) o professor deve incentivar atividades que estimulem o desenvolvimento motor, como brincadeiras ao ar livre dançam e exercícios físicos adaptados, manter uma rotina organizada e previsível pode ajudar a criança a se sentir mais segura e facilitar a aprendizagem de novas habilidades motoras, uUtilizar recursos visuais, como imagens ou calendários visuais, para auxiliar na compreensão de tarefas e transições e reforçar positivamente as conquistas da criança durante as atividades motoras podem aumentar sua motivação e autoestima.	Comment by Mariana Crespo: Aqui também 
 A psicopedagogia é uma área que se dedica ao estudo e intervenção nos processos de aprendizagem, buscando compreender as dificuldades e potencialidades dos indivíduos em seu contexto educacional. Ela atua de forma interdisciplinar, considerando aspectos cognitivos, emocionais e sociais que influenciam o processo de ensino-aprendizagem. Se você tiver alguma dúvida específica sobre psicopedagogia ou gostaria de saber mais detalhes sobre algum tema relacionado a essa área.	Comment by Mariana Crespo: Não será melhor fazer um capitulo separado acerca de psicopedagogia?	Comment by Mariana Crespo: Não se percebe esta frase
Segundo Poker, de Oliveira Martins e Giroto (2021) a psicopedagogia desempenha um papel fundamental na aprendizagem em contextos de educação inclusiva. Os profissionais de psicopedagogia são especializados em identificar e intervir em dificuldades de aprendizagem, adaptando estratégias pedagógicas para atender às necessidades específicas de cada aluno. Eles trabalham não apenas com questões acadêmicas, mas também consideram aspectos emocionais, sociais e cognitivos que podem influenciar o processo de ensino-aprendizagem. A abordagem da psicopedagogia contribui significativamente para promover uma educação mais inclusiva e equitativa.	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) as ações psicoeducativas dirigidas aos pais de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) são fundamentais para promover a melhoria da psicomotricidade e o desenvolvimento global dessas crianças. Os pais desempenham um papel crucial no apoio e estímulo ao desenvolvimento de seus filhos, especialmente quando se trata de habilidades psicomotoras.
Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) deve-se informar os pais sobre a importância de estimular precocemente as habilidades motoras das crianças com TEA, através de atividades adequadas às suas necessidades e interesses, direcionando sugestão de atividades simples que os pais podem realizar em casa para promover o desenvolvimento da psicomotricidade, como brincadeiras sensoriais, jogos motores e exercícios físicos adaptados. Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) ao ensinar técnicas de comunicação eficaz com a criança, incentivando a interação por meio do movimento e da expressão corporal. Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) é imprescindível orientar os pais sobre a importância de buscar acompanhamento profissional especializado, como fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais ou psicopedagogos, para auxiliar no desenvolvimento da psicomotricidade da criança. Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) é importante buscar orientação profissional especializada para um plano individualizado que atenda às necessidades específicas da criança autista em questão.	Comment by Mariana Crespo: Comece a frase de outra forma, está demasiado repetido 
No entanto, Orrú (2024) menciona que habilidades motoras finas como coordenação dos dedos fundamental para escrever, desenhar e manipular objetos pequenos. O equilíbrio e coordenação direcionam a atividades que auxiliam as crianças a desenvolver equilíbrio e coordenação dos movimentos. De acordo com de Matos Moura e Tonon (2022) a percepção espacial ajuda a ter a capacidade de compreender e interagir com o espaço ao redor, incluindo consciência corporal. Expressão corporal: Utilização do corpo para expressar emoções, ideias e criatividade através de movimentos, dança e mímica. A educação psicomotora é essencial não apenas para o desenvolvimento físico, mas também para o bem-estar emocional e social das crianças. Contribui para a autoestima, socialização, trabalho em equipe, aprendizagem e desenvolvimento cognitivo.	Comment by Mariana Crespo: Está a misturar temas, antesestava a falar sobre intervenção com pais e agora está a falar sobre habilidades, isto tudo num capitulo com o titulo de jogos educativos. Deve fazer uma revisão acerca da coerência interna do seu marco teórico 	Comment by Mariana Crespo: Rever frase
De acordo com de Matos Moura e Tonon (2022) durante a pré-adolescência, as crianças podem começar a desenvolver habilidades cognitivas que as permitem executar tarefas simultâneas com maior eficiência. No entanto, há controvérsias em relação aos efeitos do multitarefa na cognição, aprendizado e desenvolvimento social-emocional dos jovens. Alguns estudos indicam que o multitarefa pode afetar negativamente a capacidade de atenção e o desempenho acadêmico, enquanto outros apontam possíveis benefícios, como a melhora na gestão do tempo e nas habilidades multitarefa.	Comment by Mariana Crespo: Porque fala aqui de pré-adolescencia? Parece fora de contexto
Santos Lima et al (2024) destacaram a importância da cooperação e coexistência na escola, especialmente as variáveis relacionadas ao corpo docente em relação aos alunos e contextos, para alcançar os objetivos do sistema educacional. Dessa forma, vários aspectos foram apontados como essenciais para influenciar o comportamento dos alunos, tais como percepção e expectativas, contato pessoal, feedback, empatia, simpatia, entusiasmo, implicação nas relações sociais dos alunos e estilo de ensino e organização da aula (Trianes, Luque e Garcia, 2014). O termo "necessidades educacionais especiais" tem sido utilizado no contexto de deficiências e distúrbios comportamentais graves, promovendo uma abordagem personalizada, padronizada e inclusiva na educação. É crucial que pais, educadores e pesquisadores compreendam como o uso de tecnologia e mídia afeta a pré-adolescência, a fim de desenvolver estratégias que incentivem hábitos saudáveis e preparem as crianças para as exigências de uma sociedade cada vez mais digitalizada.	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.	Comment by Mariana Crespo: Não se percebe esta sequencia?
A psicomotricidade é o estudo e a prática que investigam a relação entre as funções psicológicas e o movimento corporal. No âmbito da educação, a psicomotricidade desempenha um papel crucial no desenvolvimento global das crianças, ajudando na aquisição de habilidades motoras, cognitivas, sociais e emocionais.	Comment by Mariana Crespo: Já antes falou sobre psicomotricidade, então deve colocar tudo junto para que o seu texto tenha coerência 
Santos Lima et al (2024) destacou a importância da psicomotricidade no processo de aprendizagem, enfatizando o desenvolvimento Motor, assim, com atividades psicomotoras contribuem para o aprimoramento das habilidades motoras essenciais para diversas tarefas do cotidiano. A perspectiva da coordenação e equilíbrio, portanto, direciona exercícios e jogos, as crianças melhoram sua coordenação motora e equilíbrio, fundamentais para atividades físicas e esportivas.
É importante ressaltar que, a partir percepção espacial, a psicomotricidade auxilia no desenvolvimento de uma melhor percepção do espaço ao redor, facilitando a compreensão das próprias posições e movimentos.
De acordo com um estudo realizado por Höher-Camargo e Bosa (2009) o trabalho direcionado com o desenvolvimento Cognitivo ajuda na exploração do ambiente físico estimulam aspectos como memória, atenção e raciocínio espacial. Ainda a expressão e a comunicação apresentam duas reflexões diferentes através da expressão corporal, às crianças aprendem a comunicar suas ideias e emoções, contribuindo para o desenvolvimento da linguagem e da expressão emocional.	Comment by Mariana Crespo: E agora fala sobre cognitivo, comunicação…
Por outro lado, as atividades em grupo e jogos que envolvem psicomotricidade promovem o desenvolvimento de habilidades sociais como trabalho em equipe e resolução de conflitos.	Comment by Mariana Crespo: Agora novamente sobre psicomotricidade
Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) a autoconfiança e aAutocontrole ajuda no sucesso nas atividades psicomotoras pode aumentar a autoestima das crianças e auxiliar no desenvolvimento do autocontrole emocional e comportamental.
É importante ressaltar que a psicomotricidade favorece a integração dos sentidos, possibilitando um melhor processamento e interpretação das informações sensoriais ambientais.
Santos Lima et al (2024) destacou a importância da inserção de atividades psicomotoras no currículo escolar e em programas de educação infantil. Essas práticas são essenciais para promover o desenvolvimento integral das crianças e prepará-las para o sucesso tanto acadêmico quanto pessoal. A colaboração entre educadores e profissionais da saúde, como psicólogos e fisioterapeutas, é fundamental para criar programas que atendam às necessidades psicomotoras das crianças em fase de crescimento.
Ações psicoeducativas voltadas para os pais de crianças com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) são fundamentais para apoiar o bem-estar da família e promover o desenvolvimento da criança. O TEA é um distúrbio do neurodesenvolvimento que influencia a comunicação, o comportamento e a interação social, sendo cada criança única em suas habilidades e desafios. Entre as ações psicoeducativas que podem ser implementadas estão à educação sobre o autismoTEA, fornecendo informações precisas e atualizadas sobre o TEA, explicando suas características, variações e impacto no desenvolvimento da criança, além de discutir os diferentes níveis de suporte e a identificação das necessidades específicas de cada criança.
As estratégias de comunicação envolvem ensinar técnicas eficazes de comunicação, como linguagens simples usam de imagens e sistemas alternativos, quando necessário. Além disso, é importante orientar sobre como interpretar e responder aos comportamentos não verbais da criança, e oferecer suporte para lidar com comportamentos desafiadores, utilizando métodos positivos de reforço e intervenção comportamental. Também é essencial ensinar técnicas para estabelecer rotinas e limites claros, além de proporcionar apoio emocional e validar as experiências e sentimentos dos pais. Conectar os pais com grupos de apoio e comunidades que enfrentam desafios semelhantes, treinar pais e cuidadores em intervenções especializadas, como a Análise Comportamental Aplicada, e orientar sobre como monitorar o progresso da criança e colaborar com profissionais da saúde e educação são aspectos importantes a serem considerados.	Comment by Mariana Crespo: Indicar referencia bibliográfica
Não seria melhor colocar um capitulo só acerca de intervenção para pais?
Garza, Goble, Brooke e Jay (2015) destacam a importância de informar sobre os recursos disponíveis na comunidade, como escolas especializadas, terapia ocupacional, terapia da fala e serviços de saúde mental. Eles ressaltam a necessidade de orientar as famílias sobre como navegar pelo sistema de saúde e educação para garantir que a criança receba os serviços necessários. Além disso, enfatizam a importância do autocuidado dos pais e fornecem estratégias para lidar com o estresse e a fadiga, promovendo a resiliência familiar e fortalecendo os laços familiares. Eles também discutem planos de transição para a idade adulta, incluindo educação, emprego e vida independente, e orientam sobre como criar um plano de apoio para a criança à medida que ela cresce.	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
Broilo, Tisser, Lisboa (2022) destacam a importância da personalização das ações psicoeducativas para atender às necessidades específicas de cada família. Para isso, é fundamental que sejam conduzidas por profissionais capacitados, como psicólogos, terapeutas comportamentais e educadores especializados em autismoTEA. O envolvimento dos pais é essencial para o sucesso das intervenções e para promover o bem-estar contínuo da criança com Transtorno do Espectro Autista.	Comment by Mariana Crespo:Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
Mendes de Souza et al. (2024) apontam que a psicossomática e a psicomotricidade são campos diferentes dentro da psicologia e da saúde, porém compartilham semelhanças teóricas e clínicas. Ambas abordam a relação entre mente e corpo, mas com abordagens e focos diferentes.
Neste estudo, Broilo, Tisser e Lisboa (2022) apontam que tanto a psicossomática quanto a psicomotricidade reconhecem a estreita relação entre a mente e o corpo. Ambas partem do princípio de que os processos psicológicos e emocionais influenciam a saúde física e vice-versa. Além disso, tanto a psicossomática quanto a psicomotricidade enfatizam uma visão holística do indivíduo, considerando a pessoa como um todo em vez de focar apenas em partes isoladas da mente ou do corpo. Podemos também enxergar essas abordagens como formas de terapia integrativa, que buscam combinar aspectos da psicologia, psiquiatria, medicina e outras ciências para tratar a pessoa de maneira completa.
Broilo, Tisser e Lisboa (2022) observaram que tanto a psicossomática quanto a psicomotricidade compartilham semelhanças clínicas, como a avaliação compreensiva dos pacientes levando em consideração aspectos psicológicos, emocionais, sociais e físicos. Ambas as abordagens enfatizam a importância de um tratamento personalizado e têm um foco na prevenção e promoção da saúde.	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
No entanto, apesar das semelhanças, existem diferenças importantes entre a psicossomática e a psicomotricidade. A psicossomática se concentra na relação entre a mente e as doenças somáticas, buscando entender como os fatores psicológicos e emocionais podem influenciar o desenvolvimento de sintomas físicos e doenças. São associadas a condições médicas como síndrome do intestino irritável, enxaquecas, dor crônica e doenças autoimunes. Já a psicomotricidade tem enfoque na relação entre o corpo e a mente, promovendo a integração entre aspectos motores e cognitivos para melhorar a saúde e o bem-estar do indivíduo.	Comment by Mariana Crespo: Indicar referencia bibliográfica 
Segundo Broilo, Tisser e Lisboa (2022), a psicomotricidade enfatiza a conexão entre a mente e o movimento, utilizando atividades motoras e expressivas para abordar questões psicológicas e emocionais. Essa abordagem é frequentemente utilizada para tratar distúrbios do neurodesenvolvimento, problemas de aprendizagem, dificuldades de coordenação motora e em processos de reabilitação de lesões.	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
Em suma, embora tanto a psicossomática quanto a psicomotricidade adotem uma abordagem holística da saúde e reconheçam a ligação entre mente e corpo, elas se distinguem pelos seus focos e aplicações clínicas. Enquanto a psicossomática se dedica à relação entre mente e doenças físicas, a psicomotricidade se concentra na relação entre mente e movimento.
Garza, Goble, Brooke e Jay (2015) ressaltam que a psicomotricidade em crianças com Transtorno do Espectro Autista é crucial para o seu desenvolvimento global e interações sociais. Este estudo busca investigar a conexão entre psicomotricidade e autismoTEA, destacando a relevância da intervenção psicomotora nesse contexto e apresentando casos de sucesso com diferentes abordagens de tratamento.
Segundo Broil, Tisser e Lisboa (2022), o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por dificuldades na comunicação, no comportamento e nas interações sociais, impactando de forma significativa o desenvolvimento e a qualidade de vida das crianças afetadas. Diante dessa realidade, a compreensão da psicomotricidade como uma ferramenta de intervenção torna-se fundamental para os profissionais da saúde e da educação que lidam diretamente com essas crianças, assim como para seus familiares e cuidadores. Nesse contexto, é essencial reconhecer a importância do desenvolvimento psicomotor no contexto do autismoTEA e sua influência direta na qualidade de vida e no bem-estar das crianças afetadas.	Comment by Mariana Crespo: Esta ideia está repetida 	Comment by Mariana Crespo: 	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
Broilo, Tisser, Lisboa (2022) destaca a importância do apoio de uma psicopedagoga para criar estratégias e atividades específicas que atendam às necessidades das crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na educação infantil. A psicopedagoga realiza uma avaliação minuciosa das habilidades, interesses e necessidades da criança com TEA, a fim de elaborar um plano de intervenção personalizado levando em consideração as características do autismoTEA. Além disso, a psicopedagoga orienta os educadores e equipe escolar na adaptação do ambiente de aprendizagem para torná-lo mais inclusivo e acolhedor para a criança com TEA, considerando aspectos como a organização do espaço, rotinas previsíveis e estratégias de comunicação claras. Com a ajuda da psicopedagoga, são desenvolvidas rotinas estruturadas e previsíveis que auxiliam as crianças com TEA a se sentirem seguras e compreenderem melhor o ambiente escolar. O uso de agendas visuais e cronogramas é uma das estratégias de organização que facilita a compreensão e execução das tarefas. Além disso, a psicopedagoga cria atividades que promovem a comunicação e a interação social da criança com TEA, utilizando recursos como o PECS (Sistema de Comunicação por Troca de Figuras), jogos de imitação, brincadeiras cooperativas e atividades em grupo.	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.	Comment by Mariana Crespo: Não seria melhor escrever um capitulo à parte sobre psicopedagogia com TEA? Assim parece não ter sequência com o que aparece antes
De acordo com Garza, (2015) a introdução do trabalho sobre a importância da ludicidade e da psicomotricidade para a educação infantil apresenta a relevância do tema dentro do contexto educacional. A ludicidade e a psicomotricidade são elementos fundamentais para o desenvolvimento integral das crianças, influenciando diretamente em seu processo de aprendizagem e formação. A abordagem desses temas se faz necessária para compreender como as atividades lúdicas e psicomotoras podem contribuir para o desenvolvimento cognitivo, motor e socioemocional das crianças na primeira infância, sendo, portanto, de extrema importância para a prática pedagógica e para a formação de professores.
Incorporando Jogos Educacionais em Estratégias Psicoeducacionais para Melhorar o Desenvolvimento da Aprendizagem, direciona as abordagens psicoeducacionais ganharam reconhecimento significativo por sua eficácia na promoção do desenvolvimento cognitivo, social e emocional em indivíduos com diversas necessidades de aprendizagem. A integração de jogos pedagógicos nestas estratégias surgiu como uma ferramenta poderosa para melhorar ainda mais o processo de aprendizagem, tornando-o mais envolvente, estimulante e adaptado às necessidades individuais. Assim sendo, os jogos pedagógicos, pela sua própria natureza, exploram o desejo humano inerente de brincar e explorar. Esta abordagem lúdica de aprendizagem oferece uma infinidade de benefícios, motivam intrinsecamente os alunos, transformando a aprendizagem de uma obrigação percebida numa experiência agradável. O elemento diversão e desafio cativa a atenção, promovendo uma atitude positiva perante a aprendizagem, promovem a participação ativa e a interação, incentivando os alunos a se apropriarem de sua jornada de aprendizagem. Eles se envolvem na tomada de decisões, na resolução de problemas e na colaboração, promovendo um senso de agência e empoderamento.	Comment by Mariana Crespo: Deve rever com atenção esta parte de texto, pois as frases não têm coerência entre si e com o que vem antes. Deve também indicar as referênciasbibliográficas
Portanto, os jogos podem ser adaptados para atender aos estilos, preferências e habilidades de aprendizagem individuais. Essa abordagem personalizada garante que cada aluno progrida em seu próprio ritmo, maximizando o envolvimento e a compreensão, proporcionam um ambiente seguro e de apoio onde os alunos podem experimentar cometer erros e aprender sem medo de julgamento. Isso promove uma mentalidade construtiva e incentiva a assunção de riscos, essencial para o desenvolvimento intelectual.
As estratégias psicoeducacionais que integram efetivamente jogos pedagógicos podem potencializar significativamente o processo de aprendizagem. Para trabalhar com jogos deve ter alinhamento com objetivos de aprendizagem: Selecione cuidadosamente jogos que se alinhem com objetivos de aprendizagem específicos. Certifique-se de que a mecânica, os desafios e os resultados do jogo estejam diretamente correlacionados com o conhecimento, as habilidades ou os comportamentos desejados, Oferecer uma gama diversificada de jogos para atender a diferentes estilos de aprendizagem, interesses e níveis de proficiência. Introduza jogos com complexidade crescente à medida que os alunos progridem, mantendo um equilíbrio entre desafio e sucesso.
Adaptações pelos pais de Crianças Autistas para a melhora da Psicomotricidade
No entanto, Orrú (2024) menciona que a partir dos anos 1980, começaram a surgir evidências de que o autismoTEA tinha uma base biológica, com estudos encontrando diferenças neurológicas e genéticas em indivíduos autistas. Essas descobertas levaram a um afastamento da concepção psicogênica e a um maior reconhecimento do aspecto biológico do autismoTEA. 	Comment by Mariana Crespo: Todo este texto deveria estar num capitulo inicial sobre TEA, não aqui pois nem se relaciona com o titulo 	Comment by Mariana Crespo: Porquê, no entanto?
Do ponto de vista intelectual, destacam-se Melanie Klein, Margareth Mahler e Francis Tustin. Melanie Klein é pioneira na compreensão e tratamento de transtornos mentais em crianças e acredita que as crianças autistas se comportam de maneira diferente das crianças com doenças mentais. Margaret Mahler disse que o autismoTEA é um pequeno grupo de crianças psicopatas e que voltar ao início do desenvolvimento não mudou a forma de pensar. Francis Tustin concordou com Mahler e também reconheceu o estágio autista do desenvolvimento infantil. Segundo Tustin, “o autismo pode ser uma resposta negativa à separação da mãe”. (Bosa; Callias, 2000, wh. 169). 	Comment by Mariana Crespo: Rever citação
De acordo com de Matos Moura e Tonon (2022) em 1981, Lorna Wing introduziu o termo "síndrome de Asperger" para descrever um grupo de indivíduos com características semelhantes ao autismoTEA, mas sem atraso no desenvolvimento da linguagem. Isso ajudou a diferenciar o autismoTEA clássico, descrito por Kanner, do que viria a ser conhecido como Síndrome de Asperger. Nos anos seguintes, o trabalho de pesquisadores como Tony Attwood e Simon Baron-Cohen ajudou a popularizar a compreensão do autismoTEA, destacando sua base biológica e enfatizando a importância do diagnóstico e intervenção precoce. Hoje em dia, o autismoTEA é reconhecido como um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação, a interação social e o comportamento. Existem diferentes graus de severidade, e o diagnóstico é baseado em critérios clínicos estabelecidos, como o DSM-5. Embora ainda haja muito a ser descoberto sobre as causas e o tratamento do autismoTEA, houve um avanço significativo no conhecimento e na compreensão do transtorno nas últimas décadas, graças a pesquisas e a um maior reconhecimento da importância dos fatores biológicos.  (Brasil, 2013 b). Os jogos são excelentes recursos de aprendizagem e, quando bem utilizados, ampliam as possibilidades de compreensão por meio de experiências significativas. Além disso, os jogos em grupo permitem que os alunos com autismoTEA compartilhem informações e experiências, tirem dúvidas e esclareçam suas ideias e estratégias, avançando assim no processo de aprendizagem e desenvolvimento.
A perspectiva psicanalítica considera que as interações com o ambiente têm um papel fundamental na vida de um indivíduo e o período dos dois primeiros anos de vida é crucial para o seu desenvolvimento. Segundo Bettelheim (1987), as causas do autismoTEA estão relacionadas a eventos ocorridos após o nascimento, mas ele não descarta a possibilidade de existirem influências pré-natais, embora refute a ideia de uma predisposição biológica. Bettelheim (1903-1990), que trabalhou com crianças autistas na Escola Ortogênica Sonia Shankmmann entre 1956 e 1962, escreveu o livro "A fortaleza vazia" (Bettelheim, 1987) com base nessas experiências. Ele concorda com a afirmação de Bosch (1962), que observou que o autismoTEA pode estar relacionado às experiências do segundo ano de vida, quando a criança começa a expandir sua rede de interações sociais. 
Há críticas relacionadas à abordagem psicanalítica que levantam questionamentos sobre a importância dada às relações com os pais como a principal causa do autismoTEA. De acordo com Brum e Peixoto (2024) é importante considerar um modelo de interação que leve em conta tanto a natureza quanto os cuidados recebidos pelo bebê. Por outro lado, Katz e Costa (2021) compreendem que apenas uma parcela dos indivíduos com autismoTEA pode ter causas psicogênicas, destacando a necessidade de considerar também fatores neuroquímicos relacionados ao funcionamento emocional.  .
Além das referências citadas é importante ressaltar que, a partir dos anos 1980, ocorreu o desenvolvimento das escolas francesas de inspiração lacaniana no campo da abordagem psicanalítica em relação ao autismoTEA. Essa corrente teórica fundamenta-se em uma compreensão estrutural da constituição do sujeito e enfoca, no contexto do autismoTEA, a análise da interação entre linguagem e corpo. (BRASIL, 2013b, p. 24)
Sacks (1995) expõe em sua obra o fato de que, na década de 1960, houve uma ampla aceitação da explicação biológica do autismoTEA. Um importante contribuinte para esse avanço foi Rimland (1964), cujo texto intitulado "Infantile autism" se destacou. Desde então, Rimland defendia a teoria neurológica do autismoTEA, argumentando que a formação reticular do canal cerebral estava relacionada à sua causa.  (Bettelheim, 1987).
O campo da psicologia tem experimentado forte influência das pessoas com demência e de seus familiares. Insatisfeitos com as informações divulgadas pela psiquiatria nos Estados Unidos e no Reino Unido passaram a investir fortemente em intervenções comportamentais e a promover métodos e pesquisas relacionadas aos fatores biológicos que podem estar ligados à origem do autismoTEA (Brasil, 2013b). Além de Bernard Rimland (1928-2006), famoso pesquisador e pai de autista, a obra de Lorna Wing (1928-2014), assim como Rimland, criou uma menina autista que se tornou pesquisadora. Em 1962, Wing ajudou a fundar a Sociedade Nacional Autista Britânica.
De acordo com um estudo realizado por Höher-Camargo e Bosa (2009), são evidentes a escassez de pesquisas na área da psicologia que abordem a inclusão de crianças com autismoTEA em escolas regulares. No entanto, dentre as investigações encontradas, a maioria se concentra na percepção dos pais e professores em relação a essa possibilidade e seus impactos no contexto família e escola. Na educação, a abordagem é semelhante. Os autores sugerem que são necessárias mais pesquisas que examinem diretamente o comportamento social de crianças com autismoTEA nas escolas. Eles também destacam a importância de realizar pesquisas com crianças em idade escolar. Isso porque nesse período a criança interage pela primeira vez com amigos fora do ambiente familiar e de entretenimento. Além disso, os autores destacam a importância de pesquisas que desfaçam o mito de que crianças com autismoTEA são incapazes de interação social.
Um estudo realizado por Höher-Camargo (2007) comparou os perfis sociais de crianças com diagnóstico de autismoTEA e desenvolvimento típicodo sexo masculino e crianças em idade pré-escolar em um contexto de inclusão escolar. .- A escola onde tivemos as mesmas aulas. Diferenças e semelhanças entre as duas crianças foram notadas. Além disso, o estudo examinou o impacto do contexto escolar (por exemplo, parque infantil e sala de aula) nas competências sociais em duas escolas.	Comment by Mariana Crespo: Rever esta frase, não parece relacionado com o que vai antes nem depois 
Os resultados mostram que as crianças com autismoTEA demonstram habilidades sociais participando de atividades em grupo, aceitando ideias e pedidos de colegas e sendo gentis atenciosos e desejosos. Deve-se enfatizar que as diferenças nas habilidades sociais entre crianças com desenvolvimento típico e crianças com autismoTEA estão relacionadas à frequência e à gravidade dos comportamentos que não desaparecem. Os autores também observaram que as crianças com autismoTEA não apresentavam comportamento agressivo e autodestrutivo, ao contrário das crianças com desenvolvimento típico.	Comment by Mariana Crespo: Indicar quais?
Em relação ao contexto escolar, a criança com autismoTEA teve mais dificuldades em expressar sua competência social em sala de aula do que no pátio. No entanto, a autora menciona que esse padrão também é observado em crianças com desenvolvimento típico.	Comment by Mariana Crespo: Qual criança?
De acordo com a pesquisa mencionada, é decisivo adotar estratégias pedagógicas que levem em consideração as dificuldades enfrentadas pelas crianças, tais como proporcionar pausas adequadas, antecipar as ações e comunicar eventuais mudanças na rotina, atividades ou contextos, a fim de evitar comportamentos desorganizados diante do desconhecido (Katz e Costa, 2021). 	Comment by Mariana Crespo: Qual?
Passerino (2005) investigou o impacto dos processos de interação e intervenção social em indivíduos autistas com TEA utilizando um ambiente tecnológico de aprendizagem a partir de uma perspectiva de teoria social. O estudo envolveu um estudo multicasos de dois grupos de pessoas com autismoTEA, observando e acompanhando suas atividades de mediação em diversos ambientes digitais. Os resultados mostraram que a combinação de estratégias de intervenção adequadas e o ambiente digital de aprendizagem são importantes para promover o desenvolvimento da interação social em pessoas com autismoTEA.	Comment by Mariana Crespo: Eram crianças?
Sanini (2011) apresenta duas reflexões diferentes em sua tese. A primeira é analisar as mudanças nas características sociossociais das crianças com autismoTEA na educação infantil durante o ano letivo, levando em consideração dois espaços: o playground recreio e a sala de aula. O instrumento utilizado foi uma versão padronizada da Escala de Perícia Social Q-Sort20 e o. Os participantes do estudo eram crianças de 3 anos com diagnóstico de autismoTEA. Durante o período do estudo, os resultados diferiram entre os domínios de socialização, estabilidade social, agressão, dependência e autoeficácia. Diferentemente de estudos anteriores que compararam ambientes (salas de aula e playgrounds) em relação aos fatores ambientais, o autor confirmou neste estudo que as salas de aula proporcionam o melhor ambiente para o desenvolvimento de habilidades sociais em comparação aos playgrounds.	Comment by Mariana Crespo: Quais?	Comment by Mariana Crespo: Quem?
É importante que, segundo Flores e Smeha (2013), em muitos casos, os familiares e outras pessoas próximas vejam os sinais de transtorno de desenvolvimento nas crianças antes dos médicos. Somente quando os defeitos são descobertos é que os profissionais médicos agem. A indicação mais importante para procurar tratamento é a redução ou ausência de fala, juntamente com dificuldades na interação social. Somente nesses casos, conforme o estudo, a criança é encaminhada para cuidados em saúde mental.	Comment by Mariana Crespo: Aqui já está a falar de um tema diferente, acerca de diagnostico e intervenção precoce, o que não se relaciona com o que vem antes, por favor verifique se não é melhor colocar num capitulo mais inicial 
Segundo Tobón (2012), a identificação precoce do autismoTEA e a intervenção precoce são importantes. Os autores sugerem que o desenvolvimento da criança está diretamente relacionado com a idade em que é feito o diagnóstico, e com a intervenção e integração precoces. Ele destaca que iniciar a intervenção aos 2 anos de idade melhorará significativamente a função comunicativa e cognitiva e reduzirá os sintomas que aparecem antes dos 9 anos. Tobón (2012) também relatou um estudo realizado na Fundação Integrar em Medellín, Colômbia, envolvendo 42 famílias cujos filhos haviam sido diagnosticados com autismoTEA 5 anos antes. Os dados mostraram que os pais notaram sinais de dificuldades de desenvolvimento nos seus filhos já aos 18 meses, com alguns relatando ter visto problemas já aos 7 meses. Além disso, a idade média do diagnóstico é de 3 anos, um ano e meio depois que os pais percebem problemas no desenvolvimento do filho. Segundo pesquisas, uma média de 2 a 10 especialistas avaliam uma criança antes de receber o diagnóstico.
Segundo Flores e Smeha (2013), em França, as crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 4 meses devem ser submetidas a um exame clínico para determinar o risco de desenvolver autismoTEA. Os pediatras neste país são treinados para observar as interações dos bebês com seus cuidadores principais (principalmente as mães), concentrando-se no seu desenvolvimento biológico e psicológico, incluindo as suas habilidades motoras.
Por outro lado, no Brasil, muitas vezes os médicos não identificam os fatores de risco do autismoTEA devido à falta de atenção aos sintomas psicológicos considerados inadequados para os bebês. Parece que os pediatras subestimam os sinais mais evidentes de que algo está errado com uma criança no primeiro ano de vida e as áreas visíveis para avaliação.	Comment by Mariana Crespo: Indicar referencia bibliográfica 
Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) cada caso é único e requer uma abordagem personalizada. Se você deseja mais informações específicas ou orientações detalhadas sobre esse tema tão importante na educação das crianças com TEA.	Comment by Mariana Crespo: Não entendi??	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
Segundo Poker, de Oliveira Martins e Giroto (2021) em relação às psicoeducativas no desenvolvimento estratégias com jogos pedagógicos avançando em seu processo de desenvolvimento de aprendizagem e comunicação com alunos autistas, é fundamental destacar a importância desses recursos. Os jogos pedagógicos podem ser ferramentas extremamente eficazes para promover a interação social, estimular habilidades cognitivas e facilitar a comunicação entre os alunos autistas. Ao utilizar jogos pedagógicos adequados às necessidades específicas dos alunos autistas, é possível criar um ambiente lúdico que favorece a aprendizagem e o desenvolvimento das habilidades sociais. Essas estratégias podem contribuir significativamente para o progresso educacional desses estudantes, proporcionando uma abordagem diferenciada e inclusiva. É importante ressaltar que cada aluno possui características individuais, portanto é essencial adaptar as atividades lúdicas conforme as necessidades e interesses de cada um. O uso criativo dos jogos pedagógicos pode tornar o processo educacional mais atrativo e motivador para os alunos autistas, auxiliando no fortalecimento das competências acadêmicas e sociais.
Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) as adaptações feitas pelos pais de crianças autistas podem ser fundamentais para auxiliar na melhora da psicomotricidade dos pequenos. Algumas estratégias que os pais podem adotar, ao proporcionar estímulos sensoriais adequados, como texturas diferentes para explorar e brinquedos sensoriais. O desenvolvimento da capacidade de dar um contributo especial para a concepção e implementação de novos conhecimentos na prática inclusiva é um processo multidimensionalque requer empenho, criatividade e uma compreensão profunda das necessidades diversas da sociedade. Primeiramente, é essencial adquirir um sólido entendimento teórico sobre inclusão, que abrange desde conceitos básicos até as mais recentes pesquisas e práticas inovadoras. Isso pode ser alcançado através de cursos, workshops, leituras e interações com especialistas na área. A teoria fornece a base necessária para reconhecer as barreiras à inclusão e para identificar estratégias eficazes para superá-las, a prática inclusiva deve ser continuamente avaliada e aprimorada com base em experiências reais e feedback dos envolvidos. É crucial engajar-se em práticas reflexivas, onde os profissionais analisam suas próprias ações e comportamentos para identificar áreas de melhoria. Participar de comunidades de prática, onde é possível trocar experiências e aprender com os colegas, também é fundamental. Além disso, ouvir ativamente as vozes das pessoas que são diretamente afetadas pelas práticas inclusivas, como estudantes com deficiência, pais, e outros membros da comunidade, é imperativo para garantir que as soluções implementadas realmente atendam às suas necessidades.	Comment by Mariana Crespo: Ideia repetida, por favor verifique 
1.3 Desenvolvimento da capacidade de dar um contributo especial para a concepção e implementação de novos conhecimentos na pratica inclusiva	Comment by Mariana Crespo: Titulo demasiado longo, deve ser mais objetiva 
A relação com os profissionais envolvidos na detecção e intervenção precoce tem sido destacada em muitos estudos (Fortea et al., 2013; Bosa, 2006; Flores e Smeha, 2013). Um estudo de Fortea et al. (2013) procuraram identificar a idade em que o autismoTEA foi diagnosticado pela primeira vez e os profissionais para os quais as famílias foram encaminhadas pela primeira vez. Em 79% dos casos, a família é a primeira a suspeitar dos problemas de desenvolvimento da criança, seguida pelos profissionais da educação (15%) e da saúde (pediatras 4%, psicólogos clínicos 2%). Essas suposições iniciais foram baseadas em uma série de comportamentos observados. A primeira queixa ocorreu entre 12 e 18 meses em 40% dos casos. 18% entre 19 e 24 meses; 2 a 3 anos para 23%; 10% após 3 anos; Apenas 9% dos casos ocorreram há mais de 2 meses.	Comment by Mariana Crespo: Isto é sobre diagnostico e já falou mais acima, por favor verifique 
De acordo com Jordan (2008), ensinar alunos com TEA é difícil devido às suas dificuldades de aprendizagem. As crianças com PEA não compreendem os seus professores, por isso é difícil para os professores compreenderem as necessidades destas crianças. Portanto, os educadores devem ser capazes de compreender as necessidades, os desafios e as necessidades dessas crianças. É importante preparar profissionais para desenvolverem habilidades e conhecimentos para trabalhar com crianças com TEA para enriquecer sua educação. Quando os professores envolvem as famílias no ensino de crianças com PEA, o desempenho académico melhora, a aprendizagem pode continuar em casa e as crianças fazem um progresso rápido e produtivo (Pena 2011).
Quanto às interações com os profissionais, Bosa (2006) enfatiza que as divergências no processo diagnóstico são uma das situações mais estressantes para os pais. Alguns autores descrevem o conflito no grupo em duas etapas e passam por tratamento.
Flores e Smeha (2013) salientam que, embora os pais e outras pessoas próximas a eles estejam frequentemente conscientes das deficiências de desenvolvimento das crianças, os médicos muitas vezes não estão. Nos casos em que há mais défices, os médicos têm de trabalhar mais. Os sintomas mais comuns que levam ao comportamento são retraimento, falta de comunicação e dificuldade de interação social, e a criança deve receber tratamento de saúde mental.
Segundo Tobón (2012), a identificação e intervenção precoce não só são possíveis como necessárias. O percurso de desenvolvimento da criança está intimamente relacionado com a idade em que a doença ocorre e com a intervenção e intervenção precoce. Os autores sugerem que se a intervenção começar aos 2 anos de idade, as crianças terão maior probabilidade de observar melhorias na comunicação e no funcionamento cognitivo e na ausência de múltiplos sintomas aos 9 anos. Além disso, 86% das crianças com autismoTEA podem desenvolver habilidades de comunicação com intervenção precoce. Tobón (2012) descreve um estudo realizado na Fundación Integrar em Medellín, Colômbia, com 42 famílias cujos filhos foram diagnosticados com autismoTEA há 5 anos. Os pais disseram que observaram algumas dificuldades de desenvolvimento quando seus filhos tinham por volta dos 18 meses de idade, com alguns relatos já aos 7 meses de idade. Outro dado importante é que a idade média do diagnóstico é de cerca de 3 anos, ou seja, mais de um ano e meio depois que os pais perceberam que estavam errados. Em média, entre 2 e 10 especialistas avaliam uma criança até que seja feito um diagnóstico definitivo.	Comment by Mariana Crespo: Ideia repetida 
Quanto às áreas de conhecimento dos trabalhos, foram identificadas, de acordo com a classificação da CAPES, as seguintes áreas: educação, ciência da computação, fonoaudiologia, genética, interdisciplinar, medicina, psicologia, sociologia, tratamento e prevenção psicológica. No entanto, os trabalhos foram agrupados em duas grandes áreas: saúde e ciências humanas.	Comment by Mariana Crespo: Isto está repetido 
Ao analisar os estudos sobre a identificação de sinais de risco de autismoTEA e intervenção precoce, dois eixos teóricos principais emergiram. O primeiro eixo vê a identificação de sinais de risco de desenvolvimento como um processo complexo e cauteloso, integrando a própria intervenção. Este eixo entende que os sinais identificados indicam risco de desenvolvimento ou sofrimento psíquico, sem inicialmente categorizá-los de forma diagnóstica. O segundo eixo acredita na possibilidade de identificar sinais que futuramente se enquadrarão na categoria de autismoTEA, rotulando esses sinais desde o início como indicativos de autismoTEA. Este grupo se concentra no desenvolvimento de escalas específicas para essa identificação.
Em França, as crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 4 meses devem ser submetidas a um exame clínico para determinar o risco de desenvolver autismoTEA. Os conselheiros infantis são treinados para supervisionar as interações entre os bebês e seu cuidador principal, geralmente a mãe. A formação médica neste país centra-se no desenvolvimento biológico e psicológico, com foco nas capacidades motoras do bebé (Flores e Smeha, 2013). No Brasil, os sinais de alerta do autismoTEA muitas vezes não são diagnosticados porque os médicos não prestam atenção aos sinais de pensamento anormal nos bebês. Parece que os pediatras subestimam os sintomas mais graves que podem surgir no primeiro ano de vida de uma criança, considerando os mais importantes.
Segundo Vasques e Baptista (2014), a força da pesquisa literária não está no simples mapeamento da informação, mas nas formas diversas e únicas de interpretar a informação. A partir desta base iniciou-se a análise das atividades observadas. Desde 2008, o número de publicações sobre o tema autismoTEA aumentou. No mesmo ano, foi publicada a Política Nacional de Educação Especial e Educação Inclusiva (Brasil, 2008), que estabeleceu diretrizes para a inclusão escolar de alunos com deficiência, deficiências gerais de desenvolvimento e alunos especiais/superdotados. Em 2012, o governo brasileiro lançou a Política Nacional de Proteção dos Direitos das Pessoas com Transtornos do Espectro Autista (Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012), que reconhece legalmente que as pessoas com deficiência do espectro autista.
Inicialmente, crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) podem ter uma percepção negativa da escola, o que pode dificultar a execução de tarefas específicas, como ouvir, cooperar, brincar e interagir com os colegas. No entanto, com acompanhamento e compreensão, é possível alcançar progressossignificativos na escola (Maria, 2012). De acordo com Carvalho e Oliveira (2009), o acesso ao ensino escolar deve ser complementado por outras intervenções, como psicopedagogia, fonoaudiologia, psicologia, musicoterapia, psicomotricidade, entre outras, proporcionando às crianças com TEA uma melhor aprendizagem e integração no contexto escolar. É essencial estimular precocemente a criança, identificando suas capacidades e dificuldades, e oferecer desafios que a ensinem a viver de forma autônoma no ambiente escolar. A educação das crianças com autismoTEA deve ser consistente e uniforme em todos os contextos em que participam, facilitando sua adaptação e independência, levando em conta suas dificuldades de generalização. (Pena, 2011)	Comment by Mariana Crespo: Ideia repetida 
A escola regular tem um papel categórico na inclusão de crianças com TEA, adaptando o currículo às necessidades individuais e planejando adequadamente as aprendizagens para permitir uma comunicação eficaz entre o aluno, o professor, a família e a comunidade. Sensibilizar a comunidade e a família para seu envolvimento é essencial para o desenvolvimento global do aluno (Pena, 2011).
	Comment by Mariana Crespo: Colocar referencias bibliográficas 
Para isso, são criados protocolos com foco principal na classificação e mensuração, sem necessariamente se comprometer com a intervenção educativa. Ou seja, não há uma necessidade prevista de interagir com a criança de maneira exploratória para levantar indícios de forma processual.
Os Centros de Recursos para a Inclusão (CRI) estão a crescer na Europa, de acordo com a Lei 98/2011 publicada no Diário Oficial da Província, o número de alunos admitidos em escolas privadas é muito reduzido, apostando no desenvolvimento de atividades de apoio às escolas públicas no atendimento de alunos com necessidades especiais. Isto inclui atividades curriculares especiais, medicamentos e intervenções param se mantiver ativo. A avaliação do trabalho realizado pelo CRI indica que se trata de um recurso importante para promover a educação inclusiva, para complementar o trabalho das escolas normais e para responder às preocupações e aspirações das famílias, escolas e professores nos últimos anos.	Comment by Mariana Crespo: Não seria melhor colocar num capitulo só acerca das escolas e educação inclusiva?
De acordo com o comunicado n.º 22914/2008, também publicado no Diário Oficial da Província, o objetivo geral do CRI é apoiar a inclusão de crianças e jovens com deficiência e promover o seu acesso à educação, formação, trabalho, lazer. E participação social. E atividades especiais. Vida, potencializando o potencial de cada pessoa. Os objetivos específicos incluem: Auxiliar no desenvolvimento, implementação e monitoramento de Planos Educacionais Pessoais (PEI); Crie e distribua recursos para apoiar a aprendizagem. Sensibilizar a comunidade académica para a inclusão. Gerenciar e controlar a transição da vida escolar para a vida pós-escolar. Promover empregadores e apoiar o recrutamento de profissionais. Aumentar o nível educacional e a qualificação profissional. Promover a formação contínua de professores. Apoio da família; Incentivamos a participação social e a privacidade. Fazemos treinamento de longo prazo. O estado funcional é avaliado com base na Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Favorece a acessibilidade.
O Edital nº 22.914/2008 estabelece que o CRI deve atender a determinados requisitos, dentre os quais se destacam: Possuir equipe multidisciplinar. Você deve ter dois ou mais anos de experiência no apoio a crianças e jovens com necessidades educativas especiais (NEE). Organizar o acesso a edifícios e transportes. Estabeleça conexões com grupos escolares ou escolas.	Comment by Mariana Crespo: Rever frases 
Por fim, a inovação na prática inclusiva requer coragem para experimentar novas abordagens e a flexibilidade para adaptar-se conforme necessário. Implementar tecnologias assistivas, utilizar métodos pedagógicos diferenciados e criar ambientes de aprendizagem acolhedores são exemplos de como a inclusão pode ser promovida de maneira efetiva. A colaboração interdisciplinar, envolvendo educadores, psicólogos, terapeutas e outros profissionais, é essencial para desenvolver soluções holísticas que considerem todos os aspectos da inclusão. Assim, ao combinar conhecimento teórico, prática reflexiva e inovação, é possível dar um contributo significativo para a concepção e implementação de novos conhecimentos na prática inclusiva, promovendo uma sociedade mais justa e equitativa.
É importante lembrar que a inclusão não é um destino, mas uma jornada contínua. Cada passo dado em direção a um ambiente mais inclusivo é uma vitória, mas também um convite para novas reflexões e melhorias. A educação inclusiva deve ser vista como um processo dinâmico, onde as necessidades e expectativas podem mudar ao longo do tempo, exigindo uma postura sempre aberta e adaptável por parte dos educadores e de toda a comunidade escolar.
A formação contínua dos profissionais da educação é outro pilar essencial para o sucesso da inclusão. Programas de capacitação e desenvolvimento profissional devem abordar não apenas as técnicas e estratégias de ensino inclusivo, mas também promover uma compreensão mais profunda dos valores e princípios que sustentam a inclusão. A empatia, a paciência, e a capacidade de ver o potencial em cada estudante são qualidades que precisam ser continuamente cultivadas e reforçadas.
É igualmente vital que as políticas educacionais sustentem e incentivem práticas inclusivas. Governos e instituições educacionais devem trabalhar juntos para garantir que os recursos necessários estejam disponíveis e que as políticas sejam implementadas de maneira eficaz. Isso inclui o financiamento adequado para tecnologias assistivas, a contratação de profissionais especializados, e a criação de espaços físicos acessíveis.
Uma sociedade verdadeiramente inclusiva começa na sala de aula, onde cada estudante é valorizado e suas diferenças são celebradas. Ao adotar uma abordagem inclusiva, não apenas estamos proporcionando uma melhor educação para todos, mas também estamos preparando nossos jovens para viverem em um mundo diversificado e interconectado. Dessa forma, a inclusão na educação se transforma em um reflexo da inclusão na sociedade, promovendo valores de respeito, igualdade e solidariedade que são fundamentais para a construção de um futuro mais justo e harmonioso.
A intervenção na perspectiva inclusiva é um conceito fundamental na construção de uma sociedade mais justa e equitativa. Esta abordagem visa garantir que todas as pessoas, independentemente de suas características individuais, tenham acesso igualitário a oportunidades de desenvolvimento e participação na vida social. No contexto educacional, por exemplo, a inclusão envolve adaptar o ambiente escolar de modo que ele seja acessível e acolhedor para estudantes com diferentes necessidades, habilidades e origens.
Para que a intervenção inclusiva seja eficaz, é necessário que políticas públicas e práticas institucionais sejam orientadas por princípios de equidade e respeito à diversidade. Isso pode envolver a implementação de programas de treinamento para educadores, que os capacitem a lidar com a diversidade em sala de aula, bem como a adoção de materiais didáticos que reflitam a pluralidade cultural e social. Além disso, é essencial que haja um esforço contínuo para eliminar barreiras físicas, comunicacionais e atitudinais que possam impedir a plena participação de todos os indivíduos.
A perspectiva inclusiva também se estende para além do ambiente escolar, abrangendo áreas como o mercado de trabalho, o acesso a serviços de saúde e a participação política. A inclusão verdadeira só será alcançada quando todas as pessoas puderem exercer seus direitos e deveres de maneira plena e equitativa, contribuindo para uma sociedade onde a diversidade é valorizada e respeitada. Portanto, a intervenção na perspectiva inclusiva não é apenas uma responsabilidadedos governos e instituições, mas também de cada cidadão, que deve atuar em prol de uma convivência mais harmoniosa e inclusiva.
Em seu estudo, Luque Parra e Luque Rojas (2017) destacam que a iInclusão tem se tornado cada vez mais importante no sistema educacional, substituindo a Integração e abrangendo tanto aspectos educacionais quanto sociais. Falar de educação inclusiva significa valorizar e aceitar a diversidade dos estudantes, independentemente de suas características pessoais ou sociais. Nesse sentido, a Educação Inclusiva busca proporcionar oportunidades educacionais igualitárias para todos os envolvidos no processo educativo, levando em consideração as necessidades individuais de cada aluno.	Comment by Mariana Crespo: Rever referencia bibliográfica 
Virues-Ortega, Pérez-Bustamante e Tarifa-Rodriguez (2022) acrescentaram que esse movimento vai além da simples normalização ou integração escolar, contribuindo para a estrutura e organização do suporte educacional a alunos com limitações ou dificuldades de aprendizagem. A Atenção à Diversidade e o Apoio Educacional Específico são aspectos essenciais tanto na filosofia educacional quanto na prática psicopedagógica e no desenvolvimento curricular.	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.
Segundo Espíndola (2019), a Motivação está relacionada à energia, direção, persistência e propósito do comportamento humano, focando no quê e porquê algo deve ser alcançado. O foco, ou concentração, refere-se à capacidade de cada indivíduo de exercer o esforço mental no que é mais importante em cada situação ou contexto. A confiança é a influência positiva do estresse e da pressão das competições esportivas, sendo a certeza que alguns atletas têm sobre suas habilidades para alcançar a vitória. Já a percepção de apoio social está ligada ao potencial acesso que um indivíduo tem ao apoio social e ao julgamento subjetivo feito pela pessoa que o recebe. (Sarkar, 2014).	Comment by Mariana Crespo: Porque fala aqui de motivação quando antes estava a falar sobre inclusão?
Luque Parra e Luque Rojas (2017) afirmam que em uma Escola Inclusiva é promovido um conceito de aprendizagem que favorece o desenvolvimento da pessoa, levando em consideração suas características individuais, aceitando as diferentes personalidades dos alunos e suas diversas circunstâncias, e fornecendo respostas adequadas às suas necessidades. Com isso, as classificações dos alunos feitas pela intervenção psicopedagógica não serão mais do que grupos determinados para uma atenção específica, e não especial (devido à distância ou distinção), e sim recuperativa ou compensatória (não segregante), além de ser socialmente integradora e centrada no desenvolvimento de programas personalizados, nos quais os recursos e serviços especializados podem ou não ser utilizados, dentro de um contexto de normalização.
A inclusão é destacada por Luque Parra e Luque Rojas (2017) como um princípio fundamental que serve como referência e orientação dentro de um contexto ético. Eles ressaltam que, a partir da ratificação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiências, a inclusão adquiriu um status ainda mais significativo e reconhecimento internacional.
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiências (CDPC), adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e em vigor desde 2008, representa um marco crucial para a promoção dos direitos humanos das pessoas com deficiências. A CDPC estabelece diretrizes e normas para assegurar a inclusão plena e efetiva dessas pessoas em todos os aspectos da sociedade, abrangendo a educação, o emprego, a saúde, a justiça e o esporte, dentre outros.
Segundo Vasques e Baptista (2014) a inclusão, no contexto em questão, envolve não apenas a inserção física de indivíduos com deficiência em ambientes e atividades cotidianas, mas também assegurar que eles tenham plena participação possam exercer seus direitos e desfrutar das mesmas oportunidades que os demais. Para isso, são necessárias medidas afirmativas, políticas públicas inclusivas e a eliminação de barreiras arquitetônicas, atitudinais e sociais que dificultam a igualdade de participação.
De acordo com Luque Parra e Luque Rojas (2017), a inclusão não se resume apenas ao acesso, mas também à qualidade e à garantia de uma vida digna para as pessoas com deficiências, permitindo que sejam membros ativos e participativos da sociedade. A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPC) é um instrumento legal que respalda esses objetivos, servindo como base para a implementação de políticas e práticas inclusivas em escala global.
Existem pesquisas que demonstram que a psicoeducação é parte integrante da formação psicológica, no entanto, não há uma definição precisa do conceito na psicologia do esporte. Para os propósitos deste artigo, entenderemos psicoeducação como a explicação, definição, educação, informação e reflexão sobre diferentes construtos e fatores psicológicos, tais como otimismo, motivação, entre outros.	Comment by Mariana Crespo: Quais?
Em seu estudo, Pérez Diez e Jiménez Fernández (2018) destacam que no sistema educativo espanhol, a educação dos alunos mais talentosos é fundamentada nos mesmos princípios de inclusão e atenção à diversidade aplicada a todos os alunos. Embora não haja uma definição clara de alta capacidade, a abordagem adotada prioriza o desenvolvimento pleno das habilidades de todos os estudantes dentro de um ambiente escolar inclusivo.	Comment by Mariana Crespo: Rever referencia bibliográfica 
Em seu estudo, Pérez Diez e Jiménez Fernández (2018) enfatizam a importância da atenção à diversidade como um desafio significativo para os professores em sua prática educativa. A diversidade no ambiente escolar abrange uma ampla gama de diferenças entre os alunos, como as culturais, étnicas, linguísticas, socioeconômicas, de gênero, de estilos de aprendizagem e de necessidades educacionais especiais.	Comment by Mariana Crespo: rever
De acordo com o estudo de Oliveira (2024) o desafio de lidar com a diversidade implica na importância de os professores desenvolverem ambientes de aprendizagem inclusivos, que respeitem as particularidades de cada aluno e ofereçam oportunidades de aprendizado justas para todos. Isso demanda uma abordagem pedagógica flexível, capaz de utilizar estratégias de ensino que se adaptem às diferentes necessidades de um grupo variado de estudantes.
Para lidar com essa demanda, os professores necessitam de formação e atualização constante para estarem aptos a reconhecer e respeitar a diversidade, assim como para desenvolver habilidades e competências de ensino que atendam às necessidades de um grupo heterogêneo de alunos. É categórico que as políticas educacionais e os currículos sejam elaborados visando à inclusão e a valorização da diversidade, oferecendo recursos e estratégias de suporte para auxiliar os educadores nesse desafio.
Segundo Luque Parra e Luque Rojas (2017), é fundamental reconhecer e valorizar a diversidade estudantil no ambiente educacional, tornando-a parte integrante do processo de ensino-aprendizagem em suas reflexões psicoeducacionais. Eles ressaltam que a diversidade não deve ser apenas reconhecida, mas também integrada como um aspecto crucial para aprimorar a prática educativa.	Comment by Mariana Crespo: rever
As reflexões psicoeducacionais sobre a diversidade dos alunos geralmente exploram os seguintes pontos: Entendimento da Diversidade, a que propõe a identificar e compreender as diversas formas de diversidade, tais como cultural, de gênero, de capacidades/necessidades especiais e de estilos de aprendizagem.
A psicoeducacionais direcionada a Inclusão educacional, possibilita garantir a participação de todos os alunos, valorizando as diversidades como um enriquecimento e não como uma barreira para o ensino.	Comment by Mariana Crespo: rever frasen
Hills e Hardy (2023) relataram que as práticas educacionais inclusivas, direcionam a elaborar e aplicar métodos de ensinoque sejam adaptáveis às demandas de um corpo discente diversificado, como a utilização de abordagens ativas, a personalização do ensino e a avaliação contínua.
Fritzen (2022) observou que o Treinamento de Professores ajuda muito na aprendizagem do aluno, pois, ao capacitar os educadores para lidar com a diversidade, provendo-lhes competências, habilidades e mentalidade necessárias para estabelecer ambientes de ensino inclusivos.
Nesse posicionamento, a avaliação e ajuste do currículo devem refletir a diversidade e necessidades dos estudantes: Analisar o impacto das práticas inclusivas e adaptar o programa educacional de forma a atender a todos os alunos.
Enfatizando a importância da colaboração em equipe entre professores, profissionais de suporte e demais partes interessadas para promover a diversidade entre os estudantes. Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) carece ter uma reflexão crítica ao incentivar a análise crítica das práticas e crenças dos educadores, a fim de reconhecer e superar possíveis preconceitos e obstáculos que possam prejudicar a acolhida adequada da diversidade.
No estudo de Luque Parra e Luque Rojas (2017), é discutida a importância de uma abordagem psicoeducacional que integre aspectos psicológicos, sociais e educacionais para atender de forma eficaz às necessidades de uma população estudantil cada vez mais diversificada, contribuindo assim para o debate sobre a diversidade estudantil.	Comment by Mariana Crespo: rever
No estudo realizado por Pérez Diez e Jiménez Fernández (2018), é analisada a importância da organização escolar na educação de estudantes superdotados, evidenciando como as estruturas e métodos adotados pela escola podem influenciar o desenvolvimento e a aprendizagem desses alunos. Destaca-se a necessidade de uma abordagem educacional personalizada, que atenda às necessidades específicas dos alunos superdotados, tais como enriquecimento, aceleração e diferenciação curricular.	Comment by Mariana Crespo: rever	Comment by Mariana Crespo: porque falar em sobredotados?
Dentre os temas que podem ser abordados por Pérez Diez e Jiménez Fernández (2018), estão, a identificação e avaliação de alunos superdotados: a necessidade de procedimentos precisos e imparciais para identificação e avaliação de estudantes superdotados, garantindo assim a oferta de um ensino adequado às suas necessidades específicas com planejamento personalizado: a importância de desenvolver planos educacionais individualizados (PEIS) que atendam às demandas cognitivas, sociais, emocionais e educacionais dos alunos talentosos.	Comment by Mariana Crespo: ??
Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) a relevância de um currículo diferenciado para desafiar estudantes superdotados e possibilitar a exploração de seus interesses e habilidades e a aceleração acadêmica ajuda em uma análise das implicações positivas e negativas da aceleração, incluindo pulos de série e programas de aceleração dupla, para estudantes superdotados. De tal modo, a importância do apoio social e emocional para estudantes superdotados, que frequentemente lidam com dificuldades de integração e relacionamento na escola.	Comment by Mariana Crespo: ??
Segundo do Nascimento Luz e Cruz (2022) importância da colaboração e comunicação entre professores, pais e profissionais no apoio ao sucesso dos alunos superdotados, deve atentar para o treinamento especializado para professores de Alunos Superdotados: Importância de compreender as necessidades educacionais e características dos alunos superdotados, com oferta de recursos, como programas de aprimoramento, grupos de talentos e oportunidades de aprendizado avançado, com o intuito de atender às necessidades dos estudantes dotados de altas habilidades.	Comment by Mariana Crespo: ??
Broilo, Tisser e Lisboa (2022) aborda o conceito de comportamento multitarefa (MMT), que consiste na habilidade de realizar múltiplas tarefas simultaneamente. Na atualidade digital, o MMT é cada vez mais frequente, especialmente entre os jovens, que rotineiramente realizam atividades como navegar na internet, enviar mensagens de texto e ouvir música ao mesmo tempo.	Comment by Mariana Crespo: Sempre que há mais do que dois autores, deixa-se apenas o primeiro seguido da expressão et al.	Comment by Mariana Crespo: Não se percebe porque esta frase está aqui
Santos Lima et al (2024) destacou a importância da educação psicomotora na educação e desenvolvimento infantil, abordando sua definição como um campo interdisciplinar que enfoca o desenvolvimento das habilidades motoras e funções psicológicas associadas ao movimento. Esse tipo de educação é crucial durante a infância e pré-adolescência, períodos em que as crianças estão construindo as bases para suas habilidades motoras, coordenação, equilíbrio e controle corporal. As atividades de educação psicomotora geralmente visam desenvolver habilidades motoras grossas, como correr, pular, lançar e apanhar, essenciais para o desenvolvimento físico e participação em esportes e jogos.
1.4 Intervenção na Perspectiva Inclusiva
Ao buscar a geração de conhecimento relacionado à inclusão de alunos autistas nas escolas comuns e suas interações com os diferentes profissionais envolvidos no programa, surgiram coisas que esclareceram ainda mais a questão desta pesquisa. Muitos estudos têm demonstrado que a identificação precoce dos sintomas de risco auxilia na organização das intervenções, e quanto mais cedo forem iniciadas, maiores serão as chances de desenvolvimento das crianças que apresentam esses sintomas (Bosa, 2002; Bosa, 2006; Brasil), 2013). 	Comment by Mariana Crespo: Use outra palavra 
Segundo as Diretrizes para Tratamento de Reabilitação de Pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo (Brasil, 2013), porque os primeiros anos de vida são uma sensibilidade e uma oportunidade de intervenção devido à alta plasticidade das estruturas físicas e partes do corpo, do cérebro, incluindo suas conexões neurais. Além do aspecto biológico, as primeiras experiências interativas na vida de uma criança podem ter um impacto significativo no desenvolvimento individual. Segundo Bosa (2006), existem boas razões para aumentar os esforços para identificar e intervir nas crianças com autismoTEA o mais cedo possível.
Segundo Corrêa e Von Hohendorff (2020), esse debate, que tem fortes implicações acadêmicas e científicas, pode ser visto em novas diretrizes políticas que devem ser consideradas. Em 26 de abril de 2017, a Lei nº. 13.438 foi aprovada e aprovada como Lei nº. A Portaria 8.069/1990 (Lei da Infância e Juventude) foi modificada para determinar a avaliação de riscos ao desenvolvimento mental por meio de métodos do Sistema Único de Saúde (SUS).	Comment by Mariana Crespo: Não se percebe esta frase 
De acordo com o estudo de Conforto et al. (2011) e Correia (2016) artigos sobre revisões sistemáticas de literatura. Contudo, segundo Correia (2016), este roteiro não pretende criar uma espécie de “estado da arte” de fundamentação teórico-científica, nem pretende ser amplamente replicado em outras áreas do conhecimento. Conforto et al. (2011), uma revisão sistemática da literatura em três partes. Na primeira etapa, chamada fase de input, o problema é definido e perguntas são feitas com base nele para serem respondidas por meio de uma revisão sistemática. Nesta etapa, além das informações utilizadas, foram determinadas a finalidade e as fontes da busca. Correia (2016) destaca a importância dos critérios de inclusão em pesquisas. Identifique os métodos e ferramentas que você usará em sua pesquisa, incluindo filtros de pesquisa e formas de armazenar informações.	Comment by Mariana Crespo: Rever frase	Comment by Mariana Crespo: Não se percebe esta parte de texto, porque está a falar disto?
Na segunda etapa, Conforto et al. (2011) realizou bem a extração durante a fase de processamento. Os estudos identificados foram lidos e analisados ​​por meio de três filtros, o primeiro filtro consiste na leitura do título, resumo e palavras-chave.	Comment by Mariana Crespo: Não se percebe esta parte de texto, porqueestá a falar disto?
Com base nesse filtro, os trabalhos selecionados foram catalogados. Os resumos que não forneceram informações úteis passaram pelo segundo filtro, onde a introdução e a conclusão dos trabalhos foram lidas. O terceiro filtro consistiu na leitura completa dos trabalhos, determinando sua inclusão ou exclusão (Correia, 2016).
Vasques e Baptista (2014) enfatizam a importância de inventariar e sistematizar campos e temas específicos para compreender movimentos, amplitudes, tendências teóricas e metodológicas. Citam Ferreira (2002) e Sander (2007) sugerindo que essa prática pode influenciar a prática docente e os processos de democratização e qualificação das escolas e da educação. 
Apesar da tentativa de sistematizar o material encontrado da melhor forma possível, a grande quantidade de trabalhos encontrados nos sites de dados acadêmicos levanta a questão: por onde e como começar? 
Uma criança que interage com um colega socialmente mais habilidoso provavelmente terá uma relação de maior qualidade ― e então, com maior competência ― do que a mesma criança interagindo com um colega menos habilidoso. Nesse caso, crianças com autismoTEA, um transtorno que tem como uma de suas principais características justamente uma dificuldade de interação social, podem ser duplamente beneficiadas com essas experiências. (Sanini, 2011, p. 17).
Vasques (2008), ao analisar as reflexões de Perec (2005), destaca as limitações do processo de classificação, argumentando que nenhuma classificação é satisfatória por si só. Essa sensação surge quando encontramos inúmeras obras que são como uma enorme biblioteca e pretendemos analisá-las. Entre os signos, procuramos interpretá-los, prestando atenção ao seu significado mais sutil.	Comment by Mariana Crespo: Classificação de quê?
Atualmente, não existe uma intervenção farmacológica totalmente eficaz para tratar todos os sintomas do autismoTEA. No entanto, muitos comportamentos disfuncionais podem ser tratados ou reduzidos com medicação. Este tipo de intervenção deve sempre fazer parte de um plano de tratamento que inclua intervenções comportamentais e educacionais, focadas em metas específicas (Benvenuto, Battan, Porfirio & Curatolo, 2013).	Comment by Mariana Crespo: Porque está a falar sobre farmacologia no TEA? Não é muito relevante para o seu trabalho 
Diversas classes de psicotrópicos têm sido utilizadas para reduzir comportamentos inadequados em indivíduos com TEA, o que pode interferir na interação, na saúde física e interferir em diversas intervenções não farmacológicas (Canitano e Scandurra, 2011; Benvenuto et al., 2013). Os neurolépticos atípicos são bastante eficazes no tratamento dos sintomas comportamentais nesta condição (Benvenuto et al., 2013).
Para fornecer a melhor medicação para crianças com autismoTEA, o especialista deve trabalhar com cuidadores e pacientes com TEA para determinar o comportamento alvo e pesar os benefícios e os efeitos colaterais. Crianças com autismoTEA apresentam sintomas diferentes e características multidimensionais que respondem de maneira diferente a diferentes tratamentos farmacológicos. Portanto, o profissional deve considerar os sintomas específicos da criança, os objetivos dos cuidadores e as respostas da criança às intervenções educacionais, comportamentais e farmacológicas para garantir o sucesso do tratamento e melhorar os resultados (West, Waldrop, & Brunssen, 2009).
Segundo Gutiérrez (2007), o benefício mais importante da intervenção hídrica para pacientes com TEA é a melhora da postura, alívio da tensão muscular, desenvolvimento de estados mentais positivos melhora dos níveis de ansiedade e depressão e relaxamento, comportamento de tonicidade excessiva na execução de tarefas que promovam o desenvolvimento motor e psicológico e estimulem o desenvolvimento psicomotor e a autoestima. Miranda (2011) enfatiza que um bom controle respiratório é essencial para a realização das atividades diárias, e o ambiente aquático promove o desenvolvimento dessas habilidades.	Comment by Mariana Crespo: O que é isto? Refere-se a natação? 
Coloque num capitulo acerca de intervenção psicomotora em TEA
Teixeira (2011) afirma que as atividades psicomotoras em ambientes aquáticos oferecem diversas vantagens aos pacientes com TEA, como a facilidade de contato com a água. Segundo Miranda (2011), o ambiente aquático oferece vantagens em diversos aspectos psicomotores, habilidades perceptivo-motoras, afetivas e sociais, que demonstraram facilitar o aprendizado. Neste contexto, o processo de intervenção psicomotora no ambiente aquático deve permitir uma aprendizagem passo a passo, onde a criança passa das classes elementares para níveis de desempenho superiores (Miranda, 2011).
Segundo Miranda (2011), a intervenção no ambiente aquático é enfatizada como uma forma eficaz de promover e estimular o desenvolvimento global de crianças que sofrem de distúrbios do desenvolvimento. Neste ambiente é possível estimular o aumento da capacidade cardíaca, respiratória e metabólica, além de melhorar a circulação periférica, aliviar dores e espasmos musculares. Esta metodologia de intervenção desenvolve também a comunicação, a comunicação e a linguagem, fatores fundamentais na promoção da comunicação emocional e social da criança.
Segundo Lô e Goerl (2010), o ambiente aquático é ideal para o desenvolvimento de tarefas de intervenção motora devido às suas propriedades fisiológicas específicas que facilitam a execução de diversos movimentos.
O meio aquático oferece muitas vantagens a pessoas de diferentes faixas etárias, e nos aspectos motores, psicológicos e sociais, necessários para criar um bom relacionamento entre o sujeito e o meio ambiente, técnico e pares. A influência afetivo-emocional dos alunos é crucial para o desenvolvimento positivo do processo de intervenção no meio aquático, o que é possibilitado pelas peculiaridades do contexto, que promovem a interação do indivíduo com os demais membros do grupo.	Comment by Mariana Crespo: Indicar referência bibliográfica 
Nesta posição, a intervenção psicomotora no espaço de Snoezelen refere-se à participação, pois o Snoezelen é um ambiente multissensorial que permite à pessoa escolher e receber estímulos sensoriais. Os dispositivos da câmara de Snoezelen fornecem estimulação auditiva, olfativa, tátil, sensorial vestibular e proprioceptiva visual (Kaplan et al., 2006). Essa estimulação proporciona uma sensação de prazer e alivia a tensão e a pressão, o que melhora o comportamento geral da pessoa (Hotz et al., 2006).	Comment by Mariana Crespo: Rever frase 
O objetivo do ambiente multidimensional é estimular e desenvolver os sentidos do indivíduo, criando uma sensação de segurança e proporcionando novas sensações ao estimular o objeto sob controle. Além de ser um espaço físico que pode assumir diferentes formas ou protótipos, cada um concebido para finalidades diferentes, também é definido como um processo pelo qual os estímulos podem ser apresentados isoladamente ou em combinação, aumentados ou reduzidos, e de forma passiva ou ativo (Fava e Strauss, 2010).
De acordo com o artigo 25º do Regulamento 3/2008, as unidades de aprendizagem estruturadas para alunos com autismoTEA (UEEA) são recursos educativos especiais desenvolvidos em escolas ou agrupamentos escolares para educar alunos com perturbações do espectro do autismoTEA (PEA). Os objetivos destas unidades são:	Comment by Mariana Crespo: Isto não tem nada a ver com snoezelen, por favor verifique o seu texto
1 Promover a participação de alunos do espectro do autismoTEA no currículo e o enriquecimento do currículo junto dos seus colegas; Implementa e desenvolve usando um modelo instrucional estruturado com princípios e estratégias baseadas em informações visuais para organizar o espaço, o tempo, os materiais e as atividades; Aplicar e desenvolver metodologias de intervenção interdisciplinares que, com base no modelo de ensino estruturado, facilitem os processos de aprendizagem, autonomia e adaptação ao contexto escolar; Realizar as adequações curriculares necessárias;Organizar o processo de transição para a vida pós-escolar; Adotar opções educativas flexíveis, de caráter individual e dinâmico, com avaliação constante do processo de ensino e aprendizagem do aluno e o envolvimento regular da família.
A organização da resposta educativa nas UEEA deve considerar o grau de nível de dificuldade, nível de desenvolvimento cognitivo, linguístico e social, nível de escolaridade e idade dos alunos. Estas unidades devem contar com professores especializados em educação especial, e as salas e os materiais devem ser adaptados às necessidades especiais das crianças e jovens.
De acordo com o Regulamento n.º 3/2008, é possível obter serviços técnicos especiais através de parcerias com instituições privadas ou governamentais que visem implementar o enriquecimento curricular e dar respostas educativas. Além disso, estas parcerias podem desenvolver estratégias que facilitem transições adequadas da escola para programas vocacionais ou centros de emprego.
Da mesma forma, crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) frequentemente enfrentam dificuldades na regulação emocional e sensorial. A psicopedagoga pode ensinar técnicas de autorregulação, como respiração e relaxamento, além de utilizar materiais sensoriais para ajudar a criança a lidar com situações de estresse e sobrecarga sensorial. Ela também pode criar atividades que promovam o desenvolvimento cognitivo e acadêmico da criança, adaptando o currículo às suas necessidades e respeitando seu ritmo de aprendizagem e preferências.	Comment by Mariana Crespo: Indicar referências bibliográficas 
Além disso, a psicopedagoga pode estabelecer uma parceria com a família da criança com TEA, oferecendo suporte, orientações e estratégias para que os pais possam apoiar o desenvolvimento de seus filhos em casa, fortalecendo a conexão entre os ambientes escolar e familiar.
Cada criança com TEA é única, por isso, é importante que as estratégias e atividades sejam personalizadas de acordo com as necessidades específicas de cada uma, como mencionado por Mendes de Souza, et al (2024). A colaboração entre psicopedagogos, educadores, equipe escolar e família é fundamental para promover o desenvolvimento e inclusão das crianças com TEA na educação infantil. Estou à disposição para fornecer mais informações ou sugestões sobre como apoiar essas crianças.	Comment by Mariana Crespo: Rever frase 
A atuação da psicologia é essencial para compreender, diagnosticar e intervir no Transtorno do Espectro Autista (TEA). Os psicólogos especializados em autismoTEA avaliam as capacidades sociais, comunicativas e comportamentais das pessoas com TEA, além de criarem estratégias para apoiar seu desenvolvimento e bem-estar emocional. Por meio de avaliações detalhadas, os psicólogos diagnosticam o TEA e identificam as necessidades específicas de cada indivíduo, considerando aspectos cognitivos, emocionais, comportamentais e sociais. Com base nesse diagnóstico, são elaborados planos de intervenção personalizados que podem incluir terapias comportamentais, de comunicação, treino de habilidades sociais e apoio familiar, visando atender às necessidades individuais de cada pessoa com TEA.	Comment by Mariana Crespo: Indicar referencias bibliográficas
Não seria melhor que esta parte de texto estivesse num capitulo sobre intervenção em TEA? Assim aqui fica confuso 
Os psicólogos fornecem suporte emocional não só para indivíduos com TEA, mas também para suas famílias, auxiliando-os no enfrentamento de desafios como ansiedade, estresse, problemas de comunicação, autoestima e ajuste a novas situações. Além disso, oferecem orientações para incentivar o autocuidado e o bem-estar psicológico de todos os envolvidos.
No estudo de Broilo Tisser e Lisboa (2022), é abordado o trabalho dos psicólogos no aprimoramento das habilidades sociais e emocionais de indivíduos com TEA. Eles empregam métodos e recursos específicos para estimular a comunicação, interação social, empatia, resolução de conflitos e regulação emocional dessas pessoas.	Comment by Mariana Crespo: et al
Os psicólogos possuem a expertise necessária para auxiliar escolas e educadores na implementação de estratégias de inclusão e adaptação curricular voltadas para atender às demandas dos alunos com TEA, promovendo um ambiente educacional mais acolhedor, acessível e enriquecedor. Além disso, muitos psicólogos que atuam nessa área também se engajam em pesquisas e advocacias em prol da conscientização, aceitação e inclusão social das pessoas com autismoTEA. Dessa forma, eles contribuem para a promoção do conhecimento científico, o desenvolvimento de políticas públicas e a defesa dos direitos das pessoas com TEA.	Comment by Mariana Crespo: indicar referência bibliográfica 
Reorientar: O suporte psicoeducativo dado aos pais de crianças com TEA tem um papel fundamental no auxílio ao desenvolvimento da psicomotricidade de seus filhos. Para promover a psicomotricidade, os pais podem adotar estratégias como estimular o movimento e a coordenação por meio de atividades como brincadeiras ao ar livre, dança e caminhadas. Essas ações são essenciais para fortalecer a musculatura, a coordenação e a autonomia das crianças com TEA, sendo importante adaptar as atividades de acordo com as necessidades individuais e respeitando o ritmo de desenvolvimento de cada criança: Implementar atividades que estimulem o desenvolvimento motor da criança, como brincadeiras ao ar livre, jogos que envolvam movimento e atividades físicas supervisionadas. Os pais podem adaptar essas atividades de acordo com as necessidades individuais de seus filhos, levando em consideração suas preferências e habilidades. Utilização de recursos visuais**: Crianças com TEA muitas vezes respondem bem a estímulos visuais. Os pais podem utilizar cartões com imagens ou pictogramas para auxiliar na compreensão e execução de tarefas motoras. Estabelecimento de rotinas e limites claros**: Rotinas previsíveis e estruturadas podem ajudar a criança com TEA a se sentir mais segura e confiante em suas habilidades motoras. Os pais podem criar um ambiente organizado e previsível para facilitar o desenvolvimento da psicomotricidade de seus filhos. Participação em terapias especializadas**: Os pais podem buscar orientação de profissionais especializados, como fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais ou psicólogos com experiência em TEA, para desenvolver planos de intervenção personalizados que visem melhorar a psicomotricidade da criança. Promoção de atividades de interação social**: Incentivar a participação da criança em atividades em grupo pode ser benéfico para o desenvolvimento de suas habilidades sociais e motoras. Os pais podem organizar encontros com outras crianças, brincadeiras em equipe e atividades que estimulem a interação e comunicação.	Comment by Mariana Crespo: rever frase	Comment by Mariana Crespo: colocar em capitulo sobre psicomotricidade 	Comment by Mariana Crespo: por favor rever frases desta parte do texto, pois fica difícil perceber o conteúdo
colocar referências bibliográficas
De acordo com Debetto e Saldanha (2023), ao se engajarem na programação de estratégias e no apoio ativo ao desenvolvimento da psicomotricidade de seus filhos com TEA, os pais podem ter um papel crucial no progresso e bem-estar das crianças. Além disso, buscar auxílio de especialistas e participar de grupos de apoio pode ser igualmente benéfico.
Garantir uma educação inclusiva e de qualidade para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) requer uma abordagem cuidadosa das suas necessidades individuais, bem como a introdução de modificações no ambiente escolar que estimulem seu crescimento integral.
De acordo com o estudo de Debetto e Saldanha (2023), o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) abrange uma diversidade de características e necessidades de suporte, com cada aluno apresentando habilidades, desafios e estilos de aprendizagem únicos. Nessa perspectiva, a Adaptação Escolar é fundamental para o sucesso do aluno com TEA. A adaptação escolar não apenas é um direito legal, mas tambémum dever da escola, conforme a Lei Brasileira de Inclusão (nº 13.146/2015). Seu objetivo é criar um ambiente educacional acolhedor, inclusivo e eficaz para alunos com TEA.	Comment by Mariana Crespo: já antes falou desta ideia, parece repetido
Os principais aspectos da Adaptação Escolar incluem um currículo adaptado, enfatizando o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, de comunicação e autonomia, bem como a flexibilização de objetivos, conteúdos e métodos de ensino de acordo com as necessidades individuais. Além disso, recursos visuais, materiais concretos e tecnologias assistivas são utilizados para facilitar o processo de aprendizagem.	Comment by Mariana Crespo: já antes falou desta ideia, parece repetido, peço que reveja
faltam as referências bibliográficas também 
Ao estruturar e planejar a organização da sala de aula de maneira clara e consistente, com a implementação de rotinas visuais e sinalização apropriada, criamos um ambiente previsível e estruturado. Além disso, ao disponibilizar espaços sensoriais para momentos de crise ou sobrecarga sensorial e estabelecer regras claras, comunicadas de forma visual e verbal, proporcionamos um ambiente favorável ao aprendizado e ao bem-estar dos alunos.
A comunicação e interação social são fundamentais para a implementação de sistemas alternativos de comunicação, como o PECS, para alunos não verbais ou com dificuldades na fala. Além disso, auxiliam no ensino de habilidades sociais e de comunicação em ambientes naturais, por meio de jogos e atividades lúdicas. A promoção da interação entre pares, com o apoio de professores e colegas, também é essencial. A formação profissional e o apoio especializado são importantes para capacitar os professores e demais profissionais da escola sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), estratégias de ensino e manejo de comportamento. Contar com o suporte de profissionais especializados, como psicopedagogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais, também são fundamentais. A adaptação escolar traz benefícios significativos, promovendo a inclusão e o desenvolvimento pleno dos alunos com TEA.
Promover a autonomia e independência, desenvolvendo habilidades para a vida prática e participação ativa na sociedade. Melhorar as habilidades de comunicação, interação social e construção de relações interpessoais. Aumentar o interesse, participação e desempenho escolar. Reduzir comportamentos inadequados, ansiedade e estresse, promovendo o bem-estar emocional e qualidade de vida. Para alcançar uma adaptação escolar eficaz para alunos com TEA, é necessário um esforço conjunto da escola, família e profissionais da saúde. Combater o estigma, promover a conscientização e garantir igualdade de oportunidades para que todos os alunos alcancem seu potencial máximo em um futuro inclusivo.
Debetto e Saldanha (2023) mencionam que a intervenção na perspectiva inclusiva com ações psicoeducativas dirigidas aos pais de crianças com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é uma abordagem essencial para apoiar o desenvolvimento e a inclusão social das crianças com autismoTEA. Essas ações visam fornecer aos pais conhecimentos, habilidades e estratégias para melhor compreenderem as necessidades de seus filhos e para promoverem seu bem-estar e participação em diferentes contextos. Nesse posicionamento a escola deve oferecer informações precisas e atualizadas sobre o TEA, incluindo suas características, variabilidade e como ele pode afetar o desenvolvimento da criança, discutir os diferentes níveis de suporte e como identificar as necessidades específicas da criança.	Comment by Mariana Crespo: já antes falou desta ideia, parece repetido, por favor reveja
Os professores devem usar estratégias de comunicação efetiva, como linguagem simples usa de imagens e sistemas alternativos de comunicação, se necessário, orientar sobre como interpretar e responder aos comportamentos não verbais da criança, proporcionar orientações sobre como lidar com comportamentos desafiadores, incluindo métodos positivos de reforço e intervenção comportamental, ensinar técnicas para estabelecer rotinas e limites claros.
Santo Lima, et al P. (2024), destaca que ao oferecer suporte emocional e validar as experiências e sentimentos dos pais, conectar os pais com grupos de apoio e comunidades de pais que enfrentam desafios semelhantes, Treinar pais e cuidadores para fornecer intervenções precoce e especializada, como a Análise Comportamental Aplicada (ABA) orientar sobre como monitorar o progresso da criança e colaborar com profissionais de saúde e educação, informar sobre os recursos disponíveis na comunidade, como escolas especializadas, terapia ocupacional, terapia da fala e serviços de saúde mental, orientar sobre como navegar pelo sistema de saúde e educação para garantir que a criança receba os serviços necessários, ajuda a apoiar no acréscimo da inclusão social das crianças com autismoTEA.
Segundo Garza et al (2015) os professores devem enfatizar a importância do autocuidado para os pais e fornecer estratégias para lidar com o estresse e a fadiga, promover a resiliência familiar e estratégias para fortalecer os laços familiares, discutir planos de transição para a idade adulta, incluindo educação, emprego e vida independente, orientar sobre como criar um plano de apoio para a criança à medida que ela cresce.
É importante que essas ações psicoeducativas sejam parte de um plano de intervenção inclusivo mais amplo, que também envolva profissionais de saúde, educadores e outros especialistas. As colaborações entre pais, profissionais e a comunidade são fundamentais para garantir que as crianças com TEA recebam o suporte necessário para seu desenvolvimento e inclusão social.
 
CAPÍTULO 2: QUADRO METODOLÓGICO
2.1. Introdução
A pesquisa foi direcionada a uma metodologia qualitativa com abordagens distintas utilizadas em pesquisas. A metodologia qualitativa busca compreender fenômenos complexos, explorando significados, opiniões e experiências por meio de observações detalhadas, entrevistas abertas e análise de conteúdo. Já a metodologia quantitativa foca na mensuração objetiva de variáveis por meio de dados numéricos, permitindo a análises estatísticas para identificar padrões e relações entre as variáveis estudadas. A pesquisa teve suas particularidades e podem ser complementares dependendo do objetivo da pesquisa. A pesquisa foi direcionada aos professores, pois se acredita que oOs jogos são um meio de aprendizagem privilegiado e, quando bem utilizados, ampliam a compreensão através de experiências significativas. Além disso, os jogos coletivos permitem que os alunos autistas troquem informações e experiências, tirem dúvidas e esclareçam suas ideias e estratégias, o que contribui para o processo de desenvolvimento de sua aprendizagem e comunicação. Segundo Maturana e Varela (2001), o conhecimento é antes de tudo uma atividade eficaz que dá origem ao mundo. Eles argumentam que todo fazer é saber e todo saber é fazer. Isso reforça a ideia de quebra de linearidade, permitindo ao observador explorar diferentes pontos de vista e perspectivas, como mostram as questões que descrevem o objeto do estudo: Como os sinais de risco de autismoTEA são detectados precocemente? Que princípios orientam essas práticas? Quais as características dos processos de pesquisa e qual o papel do pesquisador ou profissional envolvido? Pensar sobre tais questões leva a uma discussão sobre as possíveis consequências da detecção precoce de marcadores de risco de autismoTEA na infância na escolaridade e na vida.	Comment by Mariana Crespo: fale só do que é relevante para a sua pesquisa	Comment by Mariana Crespo: o seu projeto foca-se nos professores ou pais afinal?	Comment by Mariana Crespo: Não foi este o objetivo geral que você falou antes, por favor confira
2.2. Variáveis
As variáveis foram destacadas em Variáveis teóricas e Variáveis operacionais, buscando uma análise no impacto das intervenções psicoeducacionais, mediação de Ações Psicoeducativas dirigidas aos pais de criançasautistas para a melhora da psicomotricidade, caminhos para reestabelecer proposta com jogos pedagógicos que incorpore a melhoria da Psicomotricidade com alunos autistas. Nesse posicionamento as Variáveis operacionais da pesquisa estão situadas em pesquisas de dados bibliográficos e Coleta de dados com os professores da Escola Estadual Prof. Aristóteles Comte de Alencar sobre o processo de desenvolvimento de aprendizagem e comunicação com alunos autistas, com análise investigativa a fim de entender as ações psicoeducativas dirigidas aos pais de crianças autistas para a melhora da psicomotricidade.	Comment by Mariana Crespo: tem de indicar variáveis dependentes e independentes do seu estudo, por favor reveja o manual da disciplina FP092
2.3. Amostra
A escola lócus de pesquisa foi a Escola Estadual Prof. Aristóteles Comte de Alencar, apresenta um quadro de funcionários de 30 educadores, e a amostra foi direcionada a 10 participantes, sendo, professores que atuam em escola de ensino fundamental, com experiência no ensino de crianças com TEA. O estudo como proposta em inserir atividades Psicoeducativas no desenvolvimento estratégias com jogos pedagógicos avançando em seu processo de desenvolvimento de aprendizagem e comunicação com alunos autistas na Escola Estadual Prof. Aristóteles Comte de Alencar, na cidade de Manaus, no Estado do Amazonas. Nesse posicionamento, os integrantes da pesquisa, são em maioria do sexo feminino, com idades entre 20 a 50 anos, nesse posicionamento, o corpo docente dispõe de período para planejamento (LDB 9394/96) e outras atividades pedagógicas (HTP – Horário de Trabalho Pedagógico), que perfazem um total de 7h semanais, da carga de 20h semanais. Os tempos de HTP destinados aos professores de Português e Matemática, são organizados de modo que os professores se reúnam uma vez na semana (02 horas) por proximidade de série/ano (1º e 2º anos) / (3º, 4º, 5º anos), a fim de que possam elaborar ações pedagógicas que contemplem as características específicas das idades. Às 05 horas restantes são distribuídas durante a semana para atendimento de pais/responsáveis, correção de trabalhos, atualização do diário digital e o que mais for necessário. A maioria dos participantes da pesquisa-Ensino Fundamental completo possui Ensino Superior completo e ainda em pequena população possui Mestrado e Doutorado.	Comment by Mariana Crespo: tem de indicar dimensão da população e como chegou à seleção da amostra de estudo	Comment by Mariana Crespo: afinal o seu estudo é de aplicação de questionário ou de fazer uma proposta? Fica difícil de perceber 	Comment by Mariana Crespo: não é relevante colocar isto aqui
2.4. Instrumentos de Medição e Técnicas	Comment by Mariana Crespo: se aplicou um questionário deve aqui falar apenas sobre isso, tudo o resto são procedimentos
Este estudo se configura com emprego de um questionário, como uma pesquisa de natureza descritiva e qualitativa. Na pesquisa no marco teórico foi considerado bibliográfico porque permite a análise da produção científica relacionada ao tema, identificando suas tendências, pontos de tensão e lacunas. Além disso, é qualitativo, pois optamos por investigar o objeto de estudo através de relações complexas, em vez de isolar variáveis. Também enxergamos essa pesquisa como qualitativa porque entendemos a investigação como um processo subjetivo de construção, como destacado por Günther (2006).	Comment by Mariana Crespo: nada disto é relevante para colocar aqui, deve apenas falar do questionário que aplicou
[...] principais abordagens metodológicas, opções paradigmáticas ou modos diversos de interpretar a realidade. Justifica-se a importância desses estudos por inúmeras razões, dentre elas a possibilidade de revitalização da pesquisa, de olhar para o todo produzido a partir da relação entre as partes (cada produção), pelo desenvolvimento de novos saberes, de outras perspectivas de visão do mesmo fenômeno, de revisão de processos e metodologias. (Correa, 2016, p. 19).
As questões em profundidade foram adequas a grupos focais e análises de documentos podem ajudar a compreender melhor as necessidades e impactos dessa formação.
Silva e Gamboa (2011) enfatiza a importância de estudos que visam analisar a produção empírica de um determinado departamento e os chama, por exemplo, para fins epistemológicos ou de pesquisa.
Segundo Lüdke e André (1986), um traço característico da pesquisa qualitativa é a ausência de uma distinção rígida entre o sujeito pesquisado e o objeto de pesquisa. Podemos fazer uma conexão entre a metodologia e a abordagem teórica desta pesquisa porque, como argumentam Maturana e Varela (2001), somos construídos pelo contexto e o construímos.
Bogdan e Biklen (1994) enfatizam cinco características principais da pesquisa qualitativa: a) a utilização do ambiente natural como fonte direta de informação, principal ferramenta do pesquisador; b) caráter descritivo; c) enfatizar o processo em detrimento do produto; d) análise indutiva de dados; e) focar na compreensão do significado dos fenômenos.
Triviños (1987) promove a compreensão deste trabalho como uma pesquisa qualitativa, enfatizando que este tipo de pesquisa não aceita pontos de vista fragmentados ou estáticos, mas sim se desenvolve em interação dinâmica, constantemente se retroalimentando e se reformulando. A metodologia utilizada é construída e estabelecida durante a pesquisa e está intimamente relacionada à teoria que sustenta o pensamento do pesquisador. Como bem diz Vasconcellos (2003, p. 39): “Para ver as coisas que se veem, devemos nos perguntar sobre os paradigmas de quem vê”. Segundo Morin (1990), os paradigmas consistem em suposições intuitivas. É por isso que os usamos como elementos que criam a nossa visão de mundo.
Alinhado a essas ideias, o desenvolvimento desta dissertação seguiu algumas etapas alternadas, incluindo mapeamento e análise de resultados de investigação relacionados com a detecção precoce de características de risco de autismoTEA em termos de propostas de intervenção. Estratégias sistemáticas de busca e análise foram aplicadas para garantir a precisão da pesquisa bibliográfica. Nesse sentido, optou-se por uma revisão bibliográfica sistemática, que cria uma estratégia e uma série de etapas sistemáticas para busca e análise dos resultados, permitindo ciclos repetidos até que os objetivos da revisão sejam alcançados (Conforto et al., 2011).
Conforme observado por Sampaio e Mancini (2007), uma revisão sistemática requer uma questão de pesquisa claramente definida e a definição de uma estratégia de busca bibliográfica e critérios de inclusão e exclusão de materiais, além de uma avaliação criteriosa da qualidade da literatura selecionada. Esse método não só contribui para o desenvolvimento teórico em áreas já estudadas, mas também identifica lacunas que sugerem novas direções para a pesquisa (Conforto et al., 2011).
O estudo foi realizado em duas etapas. Os primeiros indícios de intervenções psicoeducacionais para pais de crianças autistas melhorando as habilidades psicomotoras e o levantamento de teóricos que apoiam esta pesquisa são consistentes com uma compreensão complexa do fenômeno em estudo. Na segunda etapa, ele se reuniu com o diretor e apresentou os objetivos do estudo, após a confirmação, assinou o termo de consentimento e em seguida realizou uma pesquisa online com os professores, após o levantamento do próprio aplicativo, gerenciou as respostas com tabelas e gráficos.
2.5. Procedimentos 
Os caminhos metodológicos da pesquisa são constituídos por questões fechadas, com auxílio de um questionamento que perpassa o próprio trabalho. Na pesquisa apoiou em uma aplicação de um questionário para investigar a percepção de professores sobre ações psicoeducativas dirigidas aos pais de crianças com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), fazendo uma análise sobre sua influência na melhoria da psicomotricidade dessas crianças. Capra (1982) argumenta que para descrever o mundo, é necessário adotar uma perspectiva ecológica, onde o todo integrado não pode serreduzido às suas partes componentes.	Comment by Mariana Crespo: aqui deve colocar como que uma receita de como desenvolveu a sua pesquisa, com passos específicos, e cronograma
 Isso implica em compreender o mundo como uma rede de relações interdependentes, mesmo que nem todas sejam claramente identificadas. Assim, embora não possamos identificar todas as relações, reconhecemos a interdependência dos fenômenos. Com base nessa compreensão, buscamos responder às questões mencionadas anteriormente, adotando a invenção como premissa. Conforme Freitas (2011), nesse processo, a novidade do cotidiano nos obriga a permanecer vigilantes contra a tentação da certeza e a vontade de estagnação. Portanto, reconhecemos a pesquisa como um ato de invenção e participação ativa com professores que atuam em escolas de ensino fundamental, com experiência no ensino de crianças com TEA.
Pérez Diez e Jiménez Fernández (2018) podem fornecer uma análise detalhada de como a organização escolar pode ser otimizada para apoiar o sucesso educacional de alunos superdotados, garantindo que eles tenham a oportunidade de alcançar seu pleno potencial.
Similar a outras formas de revisão, essa abordagem utiliza a literatura existente sobre um tema específico como fonte de dados, oferecendo uma síntese das evidências incluindo mapeamento e análise de resultados de investigação relacionados com a detecção precoce de características de risco de autismoTEA em termos de propostas de intervenção. Estratégias sistemáticas de busca e análise foram aplicadas para garantir a precisão da pesquisa bibliográfica. Nesse sentido, optou-se por uma revisão bibliográfica sistemática, que cria uma estratégia e uma série de etapas sistemáticas para busca e análise dos resultados, permitindo ciclos repetidos até que os objetivos da revisão sejam alcançados (Conforto et al., 2011).
Conforme observado por Sampaio e Mancini (2007), uma revisão sistemática requer uma questão de pesquisa claramente definida e a definição de uma estratégia de busca bibliográfica e critérios de inclusão e exclusão de materiais,
O pesquisador fez o contato com os participantes com auxilio da gestão escolar de ensino fundamental com programas de inclusão de crianças com TEA, enviou um E-mail ao gestor educacional com convite para participar da pesquisa, explicando os objetivos e garantindo anonimato, após assinar o termo de consentimento, enviou o link para o questionário online, estruturado em seções com perguntas fechadas, via watzaap, com apoio da plataforma online para coleta de dados, Google Forms, a coleta de dados foi definida em 2 semanas. Com monitoramento da participação dos professores. Buscando avaliar a percepção de professores sobre a eficácia de ações psicoeducativas para pais de crianças com TEA, com foco na melhoria da psicomotricidade, fundamentando teoricamente as capacidades de pensamento divergente, no contexto da reabilitação da psicologia. Buscou ainda identificar quais ações psicoeducativas são consideradas mais eficazes pelos professores, diagnosticando a capacidade de planear, gerir e coordenar serviços e/ou programas de reabilitação psicomotora na Escola Estadual Aristóteles Comte de Alencar na cidade Manaus, Estado Amazonas, ainda buscou identificar as necessidades de formação e apoio para professores em relação a ações psicoeducativas para pais de crianças com TEA. A análise situou com uma analise de conteúdo e ainda com apresentação dos resultados em gráficos e tabelas
2.6. Hipótese de trabalho
A hipótese direciona as experiências com crianças com TEA, como o Tempo de experiência, tipo de formação em TEA, recursos disponíveis na escola e o conhecimento sobre ações, frequência de participação dos pais, temas abordados nas ações, percepção sobre a eficácia das ações na melhoria da psicomotricidade das crianças. Considerando as formações que os professores consideram importantes para a sua formação em relação a ações psicoeducativas, recursos e materiais que consideram importantes para o seu trabalho.	Comment by Mariana Crespo: isto não é uma hipótese de trabalho, por favor reveja o manual da disciplina FP092
CAPÍTULO N: RESULTADOS
[Neste tópico se apresenta o fruto da pesquisa. Este tópico também tem comunicação direta com os objetivos específicos, abrangendo todos os resultados obtidos pelo cumprimento dos objetivos específicos traçados. Os Resultados comprovam ao leitor do trabalho que o objetivo geral foi atendido e que o trabalho atingiu sua meta. É conveniente que os resultados para cada objetivo específico se mostrem de forma ordenada. Todos os resultados de ordem qualitativa e quantitativa obtidos durante o trabalho de campo se expõem de maneira descritiva e objetiva. É conveniente que esta exposição seja acompanhada de tabelas ou figuras com o fim de facilitar a compreensão destes resultados].
CAPÍTULO N: DISCUSSÃO
[No tópico de discussão se realiza a interpretação dos resultados, o que permite uma visão subjetiva e ponderada destes. Além disso, devem ser discutidos os resultados obtidos com as descobertas de pesquisas já publicadas. Neste ponto, o pesquisador deverá realizar propostas concretas à solução do problema exposto, que deverão ser justificadas por aspectos desenvolvidos no marco teórico e nos resultados obtidos com a abordagem empírica].
CAPÍTULO N: CONCLUSÕES GERAIS
[Retomar os objetivos e avaliar se foram cumprido, plasmar os resultados mais significativos que derivam deste estudo e estabelecer as limitações e linhas de melhoria de ordem teórica, prática e metodológica dentro do desenvolvimento do presente trabalho. Também é possível indicar futuras linhas de pesquisa]
CAPÍTULO N: RECOMENDAÇÕES
[Refere-se a sugestões para continuar a linha de pesquisa e/ou sugestões de aplicação prática dos resultados a distintos atores ou entornos vinculados à temática trabalhada]
BIBLIOGRAFIA	Comment by Mariana Crespo: rever de acordo com as normas APA versão 7
Aranha, M. L. (2016). A importância da ludicidade e da psicomotricidade para a educação infantil.
Aviso n.º 22914/2008. D.R. I 2.ª Série. Nº 170 (3 de Setembro de 2008) 38536-38538.
Azambuja, M. E. D. (2005). O autismo infantil na psicomotricidade. Pós-Graduação em Psicomotricidade, Universidade Candido Mendes, Brasil.
Bettelheim, B. (1987). Fortaleza Vazia. São Paulo: Martins Fontes
Bogdan, R., & Biklen, S. (1994). Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto editora.
Blair, K. C., Lee, I., Cho, S. & Dunlap, G. (2010). Positive Behavior Support Through FamilySchool Collaboration for Young Children With Autism. Topics in Early Childhood Special Education, 31(22).
Bosa, C. A.(2002). Autismo: Atuais interpretações para antigas observações. In: BAPTISTA, Claudio; BOSA, Cleonice. Autismo e Educação: reflexões e propostas de intervenção. Porto Alegre: Artes Médicas.
Bosa, C. (2006). Autismo: Intervenções Psicoeducacionais. Revista Brasileira de Psiquiatria, São Paulo, v. 28, p. 47-53. Brasil.(1988).Constituição da República Federativa do Brasil, 05 de outubro de 1988. Brasília, DF: Senado .
Bosa, C., & Callias, M. (2000). Autismo: breve revisão de diferentes abordagens. Psicologia: reflexão e crítica, 13, 167-177.
Bosch, G. (2013). Der frühkindliche Autismus: eine klinische und phänomenologisch-anthropologische Untersuchung am Leitfaden der Sprache (Vol. 96). Springer-Verlag.
Brasil. (2013c).Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Censo da Educação Básica: 2007-2013 – resumo técnico – Eletrônico. Brasília: MEC/INEP.
Brasil. Lei no 13.438, de 26 de abril de 2017 altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), para tornar obrigatória a adoção pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de protocolo que estabeleça padrões para a avaliação de riscos para o desenvolvimento psíquico das crianças. Brasília, 2017.
Broilo, P. L., Tisser, L., & Lisboa, C. S. D. M. (2022). Comportamento de'media multitasking'(MMT) na pré-adolescência: Revisão integrativa e recomendaçõespara pesquisas futuras. Psicologia Clínica, 34(2), 333-354.
Brum, S., & Peixoto, C. A. (2024). A importância do corpo junto à função de reconhecimento. Psicologia USP, 35, e210086.
Canitano, R., & Scandurra, V. (2011). Psychopharmacology in autism: An update. Progress in Neuro-Psychopharmacology & Biological Psychiatry, 35, 18-28.
Carvalho, R. & Oliveira, S. F. (2009). Inclusão e escolarização de alunos autistas. Pedagogia em Ação, 1(1), 1-141.
Cebula, K. R. (2012). Applied Behavior Analysis Programs for Autism: Sibling Psychosocial Adjustment During and Following Intervention Use. Journal of Autism Developmental Disorders, 42, 847-862.
Conforto, E. C.; Amaral, D.C.Silva, S.L. da. (2011,)Roteiro para Revisão Bibliográfica Sistemática: aplicação no desenvolvimento de produtos e gerenciamento de projetos. In: 8º Congresso Brasileiro de Gestão de desenvolvimento de produto, 8., Porto Alegre. Anais... Porto Alegre: Hotel Novotel, 2011. Disponível em: http://www.ufrgs.br/cbgdp2011/downloads/9149.pdf. Acesso em 28 de maio de 2024.
Correia, G. B. (2016). Deficiência, Conhecimento e Aprendizagem: Uma análise relativa à produção acadêmica sobre Educação Especial e Currículo.. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre.
Corrêa, F., & Von Hohendorff, J. (2020). Atuação da delegacia de proteção à criança e ao adolescente em casos de violência sexual. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 20(1), 09-29.
da Costa Maués, E. R., de Sá, E. F., de Castro Lima, M. E. C., Maline, C., & Vaz, A. (2024). CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS DE CONTEÚDO DE PROFESSORAS AO ENSINAR CIÊNCIAS PARA CRIANÇAS. Boletim de Conjuntura (BOCA), 18(52), 41-68.
Debetto, F. D. V. G., & Saldanha, G. S. (2023). Transtorno do espectro autista e tautismo: Uma questão de prefixo? Epistemicídio e capacitismo na análise crítica à infocomunicação. Encontros Bibli, 28, e92859.
de Matos Moura, V., & Tonon, T. C. A. (2022). O papel do enfermeiro na assistência a crianças com transtorno do espectro autista. Research, Society and Development, 11(15), e418111537551-e418111537551. 
de Mesquisa, F. L. (1988). O ponto de mutação; a ciência, a sociedade e a cultura emergente. Cadernos de Ciência & Tecnologia, 5(1/3), 187-192.
de Souza Britto, I. A. G., & de Oliveira Lobo-Carneiro, L. (2024). Análise do comportamento aplicada: Estudos teóricos e aplicados estendidos ao Transtorno do Espectro Autista e à Lesão Cerebral. Editora CRV. 
Decreto-Lei nº 3/2008. D.R. I 1.ª Série. Nº 4 (7 de Janeiro de 2008) 154-164
Devlin S., Healy, O., Leader G., & Hughes, B. M. (2011). Comparison of Behavioral Intervention and Sensory-Integration Therapy in the Treatment of Challenging Behavior. Journal of Autism Developmental Disorders, 41, 1303-1320.
do Amaral, J. F. A., & de Barros, M. D. M. (2023). O olhar dos docentes acerca da promoção da formação continuada no espaço escolar para o ensino de Ciências: qual seria a temática de maior relevância para a prática pedagógica?. Ensino e Tecnologia em Revista, 7(2), 574-586. 
do Nascimento Luz, R., & Cruz, L. M. (2022). Um estudo sobre Adaptação Curricular no ensino regular: educação inclusiva em foco. Revista de Estudos em Educação e Diversidade-REED, 3(10), 1-16.
dos Reis Silva, R. H., & Gamboa, S. S. (2011). Análise epistemológica da pesquisa em educação especial: a construção de um instrumental de análise. Atos de pesquisa em Educação, 6(2), 373-402.
Espindola Vega, J. (2019). Charlas técnicas psicoeducativas y visualización como técnicas de entrenamiento psicológico para la resiliencia deportiva. Un estudio cuasiexperimental en jugadores de fútbol infantil (Doctoral dissertation).
Fava, L., & Strauss, K. (2010). Multi-sensory rooms: Comparing effects of the Snoezelen and the Stimulus Preference environment on the behavior of adults with profound mental retardation. Research in Developmental Disabilities, 31, 160-171.
Ferreira, N. S. D. A. (2002). As pesquisas denominadas" estado da arte". Educação & sociedade, 23, 257-272. Disponível em: <http://www.propp.ufms.br/ppgedu/geppe/textoestadodaarte.pdf>. Acesso em: 13 out. 2013.
Flores, M. R., & Smeha, L. N. (2013). Bebês com risco de autismo: o não-olhar do médico. Ágora: Estudos em Teoria Psicanalítica, 16, 141-157.
Fonseca, V. (2007a). Manual de observação psicomotora – Significação psiconeurológica dos factores psicomotores (2ª ed.). Lisboa: Âncora Editora.
Fortea Sevilla, M., Escandell Bermúdez, M., & Castro Sánchez, J. J. (2013). Detección temprana del autismo: profesionales implicados. Revista Española de Salud Pública, 87, 191-199.
Flores, M. R., & Smeha, L. N. (2013). Bebês com risco de autismo: o não-olhar do médico. Ágora: Estudos em Teoria Psicanalítica, 16, 141-157.
Freitas, C. R. D. (2011). Corpos que não param: criança," TDAH" e escola..Tese (Doutorado em Educação). Programa de Pós Graduação em Educação. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2011.
Fritzen, J. F. (2022, October). A função da imitação na Teoria de Aprendizagem Musical de Edwin Gordon. In XXXII CONGRESSO DA ANPPOM.
Garza, K., Goble, C., Brooke, J., & Jay, C. (2015). Enquadrando a interface do sistema de dados comunitários. Em Anais da Conferência HCI Britânica de 2015. HCI Britânica 2015: Conferência Britânica de Interação Humano-Computador 2015. ACM.
Gonçalves, C. A. de A. (2013). Intervenção psicomotora com crianças com perturbações do espectro do autismo no Centro de Recursos para a Inclusão da APPDA-Lisboa. Www.repository.utl.pt. https://www.repository.utl.pt/handle/10400.5/6421
Günther, H. (2006). Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa: esta é a questão?. Psicologia: teoria e pesquisa, 22, 201-209. 
Gutiérrez, N. C. (2007). Programa psicopedagógico en el medio acuático para personas com autismo: experiencia prática. Campo Abierto, 26(2), 139-153.
Jordan, R. (2008). Autistic spectrum disorders: a challenge and a model for inclusion in education. British Journal of Special Education, 35(1).
Kaplan, H., Clopton, M., Kaplan, M., Messbauer, L., & McPherson, K. (2006). Snoezelen multi-sensory environments: Task engagement and generalization. Research in Developmental Disabilities, 27, 443-455.
Katz, G., & Costa, G. P. (2021). Psicanálise das manifestações psicossomáticas. Editora Buqui.
Hills, E., & Hardy, L. (2023). O Processamento Sensorial e a Criança Pré-Termo. Lear, K. (2004). Ajude-nos a Aprender - Um programa de treinamento em ABA (Análise do Comportamento Aplicada) em ritmo auto-estabelecido. Retirado de http://pt.scribd.com/doc/32334159/Manual-ABA.
Höher-Camargo, S.P. ( 2007). Competência social, inclusão social e autismo: um estudo de caso comparativo. Dissertação de Mestrado. Programa de PósGraduação em Psicologia do Desenvolvimento - Universidade Federal do Rio Grande do Sul: Porto Alegre.
Lerna, A., Esposito, D., Conson, M., Russo, L. & Massagli, A. (2012). Social communicative effects of the Picture Exchange Communication System (PECS) in Autism Spectrum Disorders. International Journal of Language & Communication Disorders, 47(5), 609-617.
Lô, E. N., & Goerl, D. B. (2010). Representação Emocional de Crianças Autistas Frente a um Programa de Intervenção Motora Aquática. Revista da Graduação, 3(2).
Lord, C., & Bishop, S. L. (2010). Autism Spectrum Disorders Diagnosis, Prevalence, and Services for Children and Families. Social Policy Report, 24(2).
Lourenço, O. (1994). Psicologia do desenvolvimento em Oortugal e Espanha: Temas de pesquisa, orientações teóricas, tendências emergentes. Análise Psicológica, 12, 547-565.
Ludke, M., & André, M. (1986). Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. Em Aberto, 5(31).São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1986.
Lucyshyn, J. M., Albin, R. W., Horner, R., Mann, J. C., Mann, J. A., & Wadsworth, G. (2007). Family implementation of positive behavior support for a child with autism. Journal of Positive Behavior Interventions, 9, 131–150.
Luque Parra, D. J., & Luque Rojas, M. J. (2017). Atención a la diversidad del alumnado: reflexiones psicoeducativas desde una práctica orientadora inclusiva. RevistaMexicana de Orientación Educativa, 14(32).
Mangenot, L. (2012). Illustration d’une prise en charge psychomotrice en groupe pour un enfant porteur d’autisme. Diplôme d’Etat de Psychomotricité, Universite Paul Sabatier, Fança.
Maria, I. T. R. (2012). Intervenção Psicomotora com Crianças com Perturbações do Espectro do Autismo: Centro de Recursos para a Inclusão da Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Lisboa. Mestrado em Reabilitação Psicomotora, Faculdade Motricidade Humana – Universidade Lisboa, Portugal.
Marocco, V.(2012). Sujeitos com autismo em relações: educação e modos de interação. Dissertaçãode Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Educação/Universidade Federal do Rio Grande do Sul: Porto Alegre.
Mendes de Souza, T., Pereira da Silva, J. M., & Chaves Pinto, P. J. (2024). Psicossomática e Psicomotricidade: Um Estudo Epistemológico. Revista FSA, 21(4).
Mesibov, G. B., & Shea, V. (2010). The TEACCH Program in the Era of Evidence-Based Practice. Journal of Autism Developmental Disorders, 40, 570-579.
Miranda, D. B. P. A. (2011). Programa específico de natação para crianças autistas. Mestrado em Ciências da Educação, Escola Superior de Educação Almeida Garrett de Lisboa, Portugal.
Molloy, C. A., Murray, D. S., Kinsman, A., Castillo, H., Mitchell, T., Hickey, F. J., & Mulas, F., Ros-Cervera, G., Millá, M. G., Etchepareborda, M. C., Abad, L., & T., M. M. (2010). Modelos de intervención en niños con autismo. Revista de Neurología 50(3), S77-S84. 
Maturana, H., & Varela, F. (2001). A árvore do conhecimento. as bases biológicas da compreensão humana .São Paulo: Palas Athena.
Nascimento Prematuro: repercussões no desenvolvimento integral, 251.
Oliveira, A. S. (2024). Processamento sensorial e as competências de escrita manual em crianças dos 6 aos 7 anos e 11 meses (Doctoral dissertation).
Orrú, S. E. (2024). O autismo em meninas e mulheres: Diferença e interseccinalidade. Editora Vozes.
Pajareya, K., & Nopmaneejumruslers, K. A (2012). One-Year Prospective Follow-Up Study of a DIR/Floortime™ Parent Training Intervention for Pre-School Children with Autistic Spectrum Disorders. Journal of the Medical Association of Thailand, 95(9).
Panerai, S., Zingale, M., Trubia, G., Finocchiaro, M., Zuccarello, R., Ferri, R., & Elia, M. (2009). Special Education Versus Inclusive Education: The Role of the TEACCH Program. Journal of Autism Developmental Disorders, 39, 874-882.
Pena, A. I. F. G. (2011). Crianças Autistas: Envolvimento Parental numa Escola Inclusiva. Mestrado em Ciências da Educação, Universidade Católica Portuguesa de Braga, Portugal.
Passerino, L. M. (2005). Pessoas com autismo em ambientes digitais de aprendizagem: estudo dos processos de interação social e mediação.- Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação: Universidade Federal do Rio Grande do Sul: Porto Alegre.
Perec, G.. A ( 2006).Coleção Particular. São Paulo: Cosac & Naify.
Pérez Diez, L., & Jiménez Fernández, C. (2018). Influencia de la organización escolar en la educación de los alumnos de altas capacidades. Enseñanza & Teaching: 36, 1, 2018, 151-178.
Pérez Diez, L., & Jiménez Fernández, C. (2018). Influencia de la organización escolar en la educación de los alumnos de altas capacidades. Enseñanza & Teaching: 36, 1, 2018, 151-178.
Preston, D. & Carter, M. (2009). A Review of the Efficacy of the Picture Exchange Communication System Intervention. Journal of Autism Developmental Disorders, 39, 1471-1486.
Pérez Diez e Jiménez Fernández (2018) podem fornecer uma análise detalhada de como a organização escolar pode ser otimizada para apoiar o sucesso educacional de alunos superdotados, garantindo que eles tenham a oportunidade de alcançar seu pleno potencial.
Poker, R. B., de Oliveira Martins, S. E. S., & Giroto, C. R. M. (Eds.). (2021). Educação inclusiva: em foco a formação de professores. Editora Oficina Universitária.
Portaria nº 98/2011. D. R. I 1.ª Série. Nº 8 (8 de Março de 2011) 1343
Probst, M., Knapen, J., Poot, G., & Vancampfort, D. (2010). Psychomotor Therapy and Psychiatry: What’s in a Name?. The Open Complementary Medicine Journal, 2, 105-113. Rajendran G., & Mitchell P. (2007). Cognitive theories of autismo. Developmental Review, 27, 224–260.
Santos Lima, R., Cardoso Guimarães, T., de Oliveira Guimarães, L. S., Rodrigues Ferreira, C., de Oliveira Rocha, V. L., Pereira Cardoso, R. D. S., ... & Reis Nobre, L. P. (2024). A PSICOMOTRICIDADE NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Revista Foco (Interdisciplinary Studies Journal), 17(5).
Santos Lima, R., Costa de Oliveira, L. A., Genaio Fernandes, T. D. C., Cardoso Guimarães, T., de Oliveira Guimarães, L. S., Rodrigues Ferreira, C., ... & Alves Costa, A. (2024). EDUCAÇÃO PSICOMOTORA: UMA CONTRIBUIÇÃO INTEGRATIVA PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO. Revista Foco (Interdisciplinary Studies Journal), 17(5).
Sampaio, R. F., & Mancini, M. C. (2007). Estudos de revisão sistemática: um guia para síntese criteriosa da evidência científica. Brazilian Journal of Physical Therapy, 11, 83-89.
Sander, B. (2007). A pesquisa sobre política e gestão da educação no Brasil: uma leitura introdutória sobre sua construção. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação, 23(3), Porto Alegre, v. 23, n. 3, p. 421-448.
Sanini, C. (2011). Autismo e inclusão na educação infantil: um estudo de caso longitudinal sobre a competência social da criança e o papel da educadora.Tese de Doutorado em Psicologia do Desenvolvimento. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2011.
Santos, P. D. A., Bordini, D., Scattolin, M., Asevedo, G. R. D. C., Caetano, S. C., Paula, C. S.,... & Tamanaha, A. C. (2021, May). O impacto da implementação do Picture Exchange Communication System-PECS na compreensão de instruções em crianças com Transtorno do Espectro do Autismo. In CoDAS (Vol. 33, p. e20200041). Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.
Sarachan, J. (2012). Virtual Floortime: Using Games to Engage Children with Autism
Spectrum Disorder. International Games Innovation Conference.
Smith, T., & Eikeseth, S. (2011). O. Ivar Lovaas: Pioneer of Applied Behavior Analysis and intervention for children with autism. Journal of Autism Developmental Disorders, 41, 375-378.
Santos, S. M. A. V., de Almeida, E. S., da Silva, F. S., de Mello, G. T., de Araújo, M. D. C., da Mata, S. A., & da Silva, W. L. (2024). Desenvolvimento de habilidades sociais em crianças com autismo através de programas educacionais. Caderno Pedagógico, 21(5), e4184-e4184.
Teixeira, S. M. M. (2011). Intervenção Psicomotora com crianças com Perturbações do Espectro do Autismo no Centro de Recursos para a Inclusão da APPDA-Lisboa. Mestrado em Reabilitação Psicomotora, Faculdade Motricidade Humana – Universidade Lisboa, Portugal.
Tobón, M. E. S. (2012). Detección temprana de autismo¿ es posible y necesaria?. CES Psicología, 5(1), 112-117.
Triviños, A. N. S. (1987). Introdução às ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas.
Tustin, F. (1994). Autistic children assessede as not brain-damage. Journal of Child Psychotherapy, v. 20, p. 209-225. [S.l.: s.n.].
Vasques, C. K., & Baptista, C. R. (2014). Transtornos globais do desenvolvimento e escolarização: o conhecimento em perspectiva. Educação e Realidade, 39(03), 665-685..Porto Alegre, v. 39, n. 3, p. 665-685, jul./set. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/edu_realidade>. Acesso em 28 de maio de 2024. Acesso em 28 de maio de 2024.
Vasques, C. K., & Baptista, C. R. (2009). Alice na biblioteca mágica: uma leitura sobre o diagnóstico e a escolarização de crianças com autismo e psicose infantil. Tese de doutorado. Porto Alegre: PPGEDU/UFRGS, 2008.West, L., Waldrop, J. & Brunssen, S. (2009). Pharmacologic Treatment for the Core Deficits and Associated Symptoms of Autism in Children CE. Journal of Pediatric Health Care, 23, 75-89.
Vismara, L. A., & Rogers, S. J. (2010). Behavioral Treatments in Autism Spectrum Disorder: What Do We Know? Annual Review of Clinical Psychology, 6, 447-468.
Virues-Ortega, J., Pérez-Bustamante, A., & Tarifa-Rodriguez,A. (2022). Tratamentos de autismo com Análise de Comportamento Aplicada (ABA) baseada em evidências: Uma visão geral de meta-análises abrangentes e focadas. Manual de Autismo e Transtorno Invasivo do Desenvolvimento: Avaliação, Diagnóstico e Tratamento , 631-659.
Webster, J., & Watson, R. T. (2002). Analyzing the past to prepare for the future: Writing a literature review. MIS quarterly, xiii-xxiii.
Welterlin, A., Turner-Brown, L. M., Harris, S., Mesibov, G., & Delmolino, L. (2012). The Home TEACCHing Program for Toddlers with Autism. Journal of Autism Developmental Disorders, 42, 1827-1835.
Zachor, D. A., Ben-Itzchak, E., Rabinovich, A., & Lahat, E. (2007). Change in autism core symptoms with intervention. Research in Autism Spectrum Disorders, 1, 304-317.
APÊNDICES
1.Você acredita que tem impacto diante a aprendizagem com intervenções psicoeducacionais com alunos autistas ajudam no seu desenvolvimento?
( ) acredito que ajuda muito
( ) acredito que ajuda um pouco
(...)acredito que ajuda
( ) acredito que não ajuda
( ) acredito que atrapalha
2.Você acredita que o conhecimento aprofundado da informação Psicoeducativas dirigidas aos pais de Crianças Autistas para a melhora da Psicomotricidade e análise dos métodos da sua utilização, desenvolver capacidades de pensamento divergente?
( ) acredito que ajuda muito
( ) acredito que ajuda um pouco
(...)acredito que ajuda
( ) acredito que não ajuda
( ) acredito que atrapalha
3.No seu trabalho educacional,usa estratégias com jogos pedagógicos?
( ) Raramente 
( ) Às vezes 
( ) Muitas 
( ) Sempre
4.Quais são as atividades que usa no processo de desenvolvimento de aprendizagem e comunicação com alunos autistas?
5.No contexto da reabilitação da psicologia, os principais procedimentos ?
( ) desenvolver a capacidade de planear, gerir e coordenar serviços e/ou programas de reabilitação psicomotora; 
( ) desenvolver novos entendimentos profissionais e políticos destinados a melhorar o nível profissional e o conhecimento da região
( ) dar um contributo especial para a concepção e implementação de novos conhecimentos e novas atividades
Outros
6.No seu trabalho educacional, utiliza práticas profissionais para promover a aprendizagem e facilitar a integração do aluno especial no mercado psicomotor. A pesquisa teve como objetivo adquirir conhecimentos no domínio das relações com outros profissionais e com a comunidade.
( ) Raramente 
( ) Às vezes 
( ) Muitas 
( ) Sempre
7.Quais são os principais programas de reabilitação psicomotora na Escola Estadual Aristóteles Comte de Alencar ?
( ) Reabilitação após lesões desportivas;
( ) Reabilitação neurológica;
( ) Cinesiterapia respiratória;
( ) Reeducação postural.
( ) Reabilitação ortopédica;
( ) Reabilitação respiratória;
Outros 
8.Quais são os entendimentos profissionais e políticos destinados a melhorar o nível profissional e o conhecimento da região, bem como o desenvolvimento da capacidade de dar um contributo especial para a concepção e implementação de novos conhecimentos e novas atividades na Escola Estadual Profº Aristóteles Comte de Alencar?
9. Quais são os jogos pedagógicos que incorpore a melhoria da Psicomotricidade na Escola Estadual Profº Aristóteles Comte de Alencar?
( ) Atividade psicomotora com bola.
( ) Jogos de estátuas 
( ) Atividade psicomotora com bambolê
( ) Atividade morto-vivo.
( ) Corrida de saco, 
( ) corrida num pé só (corrida do Saci)
Outros 
10.Quais são as estratégia para melhorar o programa educacional com os professores da Escola Estadual Profº Aristóteles Comte de Alencar, na qual sejam identificadas Ações Psicoeducativas dirigidas aos pais de crianças autistas para a melhora da psicomotricidade?
( ) estratégia que usa o esquema corporal,
( ) estratégia que usa o coordenação motora,
( ) estratégia que usa o lateralidade,
( ) estratégia que usa a organização espacial e temporal
Outros 
image1.jpeg

Mais conteúdos dessa disciplina