Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA
Anamnese Neurológica
Particularidades da anamnese neurológica:
● Forma de instalação e evolução da doença → aguda ou
crônica?
○ Aguda→ AVC, guillain-barré
○ Crônica→Parkinson, síndromes demenciais
● Transtornos paroxísticos – filmar!
○ Em crises
○ Cefaléia, epilepsia, neuralgia do trigêmeo
● Avaliação de comorbidades psíquicas
● História familiar
Ao avaliar um órgão, avaliamos sua função:
● Existe disfunção? Onde está? Qual a causa?
Questionamentos fundamentais
● Existe comprometimento do SN?
● O processo é focal, multifocal ou difuso?
● Qual a causa do processo mórbido?
Raciocínio diagnóstico
● Diagnóstico sindrômico → ex.: síndrome piramidal
deficitária de predomínio crural
● Diagnóstico topográfico → no giro pré-central na
parte medial
● Diagnóstico patológico→ trombo
● Diagnóstico etiológico→ AVC
Exame Físico
Antropometria
● Peso e estatura
● Perímetro cefálico
Exame físico:
● Geral
● Regional→ crânio, face, coluna vertebral e pele
● Observar se há lesões lesões de pele devido a
formação embrionária do SN, proveniente da
ectoderme.→Neurofibromatose
Estado mental funções corticais superiores
● Mini-mental e avaliação geral
● MOCA
Inspeção estática
Atitude
● Inspeção de um segmento corporal até o aspecto geral
do paciente na posição deitada, sentada ou de pé.
● Observar se existe alguma deformidade → cifose,
pescoço curto, escoliose ou cifoescoliose, torcicolo, pé
cavo, implantação das orelhas, estatura,
teleangiectasias…
Fáceis→ mímica facial
Alteração do formato do crânio
Presença de mov. anormais ou involuntários
Postura → posição relativa de várias partes do corpo entre si e
com o meio
● Decúbito
● Sentado
● Ortostase
Equilíbrio estático → dinâmica postural durante a estática a fim
de prevenir quedas
● Ortostase
○ Olhos abertos→ 100% aos 3 anos
○ Olhos fechados
■ 52,5% aos 3 anos
■ 92,5% aos 4 anos
○ Sinal de Romberg → propriocepção →
fascículos grácil e cuneiforme
■ Estereotipado → vestibular → cai p
lado da lesão
■ Cerebelar→ cai p lado da lesão tbm
■ Estérico→ não cai fica todo errado
1
Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA
● Teste de tração do pronador → paciente em posição
vertical com os braços estendidos para a frente
● Sinal de esgrimista em neonato
● Cifose/lordose
● Instabilidade corporal
Inspeção Dinâmica
Marcha:
● Cerebelo, núcleos da base, córtex motor primário (giro
pré-frontal), propriocepção
● Deve ser realizado com o paciente despido ou em trajes
sumários.
● O examinador deve olhar a marca dentro de uma
perspectiva global, para em seguida observar os
pormenores.
● Algumas manobras podem ser empregadas:
○ Pedir para o paciente lentificar ou acelerar a
marcha
○ Executar meia volta durante a marcha
○ Andar sobre a ponta dos pés e sobre os
calcanhares
○ Andar de lado e para trás
○ Subir e descer escadas
○ Andar de olhos fechados para frente e para
trás
● Marchas patológicas:
○ Marcha paraparética espástica→ marcha em
tesoura → paciente caminha traçando, com o
membro inferior comprometido, um
semicírculo ou movimento de circundação →
lesão no primeiro neurônio motor ou medular
→ síndrome piramidal bilateral
■ Doença de Little
○ Marcha escarvante ou do pé caído ou
digitígrada → encosta a ponta do pé primeiro
→ Arrastam os pés ou elevam-no bem alto,
com joelhos flexionados trazendo ao chão de
maneira que faça uma batida. Patologia:
fraqueza nos músculos peroneais e tibial
anterior; DOENÇAS DO NEURÔNIO
MOTOR INFERIOR. → nervo fibular
inferior
○ Marcha atáxica da síndrome cordonal
posterior (ataxia sensitiva) → base mais larga,
desequilíbrio → paciente caminha olhando
para o solo para regularizar os movimentos
incoordenados dos membros inferiores
através do contato visual. → soldado,
alteração na propriocepção
○ Marcha anserina → estilo gravidinhas → O
paciente dá um passo e o quadril oposto cai.
→ Patologia: Fraqueza dos músculos da
cintura pélvica, devido a distrofia muscular ou
luxação de quadril.
○ Marcha parkinsoniana → postura
anterofletida, arrastando os pés e passos
encurtados → arteriosclerose cerebral
avançada tbm!
○ Hemiparesia espástica → Andar com um
braço flexionado imóvel e pŕoximo ao corpo. A
perna fica esticada com flexão plantar do pé.
Patologia: doença do trato corticoespinhal,
AVC.
○ Marcha cerebelar ou do Ébrio ou ataxia
cerebelar → Oscilante, instável e de base
larga; com dificuldade de fazer curvas. →
doenças cerebelares ou dos tratos
associados.
○ Marcha tabética ou talonante → Mantém o
olhar fixo ao chão, levanta abruptamente os
MMII e ao serem realocados, os calcanhares
tocam o chão pesadamente (lembra a marcha
dos soldados). → Patologia: lesões no nervo
fibular, nos nervos periféricos, radiculites,
polineurites e poliomielites que impede a
dorsiflexão dos pés. Neurossífilis (tabes
dorsalis) e lesão do cordão posterior da
medula (proprioceptiva).
○ Marcha hemiplégica espástica → ceifante →
andar num riacho contra a correnteza,
puramente espástico ou paretoespástico
(passos curtos e podendo apresentar
inclinações do tronco para avançar)
○ Síndrome vestibular → marcha em estrela
(lateropulsão)
○ Marcha antálgica ou laudatória →
lombociatalgia
○ Marcha apráxica (como se estivessem presos
no solo) → HPN (hidrocefalia de pressão
normal e distúrbios degenerativos no geral)
○ Marcha histérica → a mais bizarra que tem→
camptocormia (tronco fletido para frente em
quase 90º)
○ Ataxia e abasia → não consegue ficar de pé e
nem deambular
2
Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA
Amplitude dos
movimentos
● As doenças que comprometem o sistema nervoso e
musculo-esquelético podem cursar com alteração da
amplitude de movimentos, sem que haja alteração da
força muscular.
● Pede-se ao paciente para realizar movimentos amplos,
como elevação e rotação dos membros superiores,
elevação dos membros inferiores e movimentos com o
pescoço e o tronco
● Parkinson→ diminuído
● Coreia→ aumentado
Força
Manobras de contraposição → o paciente executa manobras
contra a oposição do examinador
Manobras deficitárias → quando a diminuição da força é sutil ou
quando o paciente não colabora
● Manobra de braços estendidos:
○ Déficit sutil→ primeiro prona e depois cai
○ Lembrar dos dedos separados
● Ver no Sanvito
Manobras:
● Manobra do pára-quedas (reflexo primitivo)
● Rechaço
● Manobra de beira leito
Grau de força
● Paralisia ou plegia → ausência de movimentação
voluntária
● Paresia→ déficit parcial da movimentação voluntária
● Plegia
● Contração
Havendo dúvida eu faço manobra deficitária
● Manobra dos braços estendidos → Paciente sentado
ou em pé deve manter seus membros superiores
estendidos e dedos separados. Depois de 1 min,
segundo o grau de déficit motor, o membro apresenta
oscilações e tende a baixar lenta e progressivamente.
● Manobra Raimiste → Com o paciente em decúbito
dorsal, os antebraços são fletidos sobre os braços em
ângulo reto e as mãos são estendidas com os dedos
separados. Em caso de déficit motor, a mão e o
antebraço do lado comprometido caem sobre o tronco
de modo lado ou lento. Manobra útil para testar
musculatura distal.
● Manobra de Mingazzini→Paciente em decúbito dorsal
flete as pernas em ângulo de reto sobre as coxas e esta
sobre a bacia. Em caso de déficit essa posição não se
mantém por muito tempo, apresentando oscilação ou
queda das pernas, da coxa ou de ambos segmentos.
● Manobra de Barré → Paciente em decúbito ventral,
com pernas fletidas formando ângulo reto com a coxa.
Em caso de déficit, ocorre oscilação ou queda, imediata
ou progressiva, de uma ou ambas as pernas.
● Prova da queda do membro inferior em abdução →
Com o paciente em decúbito dorsal, as pernas fletidas
sobre as coxas, mantendo-se o apoio plantar bilateral
sobre o leito, formando um ângulo reto entre os
membros inferiores e o tronco. Em caso de déficit,
surge queda do membro em abdução de maneira
progressiva ou imediata.
● Prova da mão escavada
Hemiparesia dupla● Depende da forma de instalação → Como em dois
AVCs com acometimento de um lado e em seguida o
outro lado
DIstúrbios:
● Disparesia
● Parafraseia crural
● Paraparesia braquial
● Monoparesia braquial
● Monoparesi crural
3
Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA
● Tetraparesia
● Hemiparesia dupla
Sensibilidade
Tato protopático
● Grosseiro
● Tato que não consegue discriminar
Tato epicrítico
● Fino
● Discriminativo
Temperatura
Dor
● Agulha de ponta romba, tampa de caneta, palito de
dente
Palestesia
● Vibratória
● Uso do diapasão → Colocado nas eminências ósseas
(joelho, cotovelo, processo estilóide do rádio, crista
ilíaca, maléolos)
Propriocepção consciente
● Noção do corpo com o espaço e dos segmentos
corporais com o corpo
● Olhos fechados e questionar sobre a posição dos quiro
e pododáctilos
Artrestesia
● Gira gira e para de um lado para ver qual local parou→
testa propriocepção
🚨 SEMPRE Comparar lados e proximal com proximal, distal
com distal!
Exteroceptiva → veicula estímulos externos → visão, audição,
paladar, olfato e sensibilidade cutânea
Proprioceptiva→ posição do corpo e dos seguimentos
Interoceptiva→ vísceras e vasos sanguíneos
Divididas em superficiais (sensibilidade tátil, térmica, dolorosa e
discriminação táctil) e profundas (vibratórias, cinético-postural,
barestésica, dolorosa profunda e estereognósica)
● A sensibilidade tátil deve ser pesquisada utilizando um
cotonete/algodão, a dolorosa com um palito de dente, e
a térmica com materiais quente e frio
● Sensibilidade profunda
○ Cinético-postural → índex-nariz;
calcanhar-joelho. Mover o hálux e o paciente
falar a forma com q ele está
○ Vibratória→ diapasão
○ Barestésica ou sensibilidade à pressão →
aplicar uma pressão progressiva com um dedo
○ Dolorosa à compressão profunda: pesquisada
mediante compressão das massas musculares,
nervos de tendões não provoca dor
○ Localização e discriminação táteis→ estímulo
único ou duplo? onde ele é? desenhar uma
letra na mão do paciente
○ Sensibilidade estereognósica → indivíduo de
reconhecer objetos à palpação
Distúrbios:
● Hipoestesia→ perda parcial da sensibilidade
● Anestesia→ perda total da sensibilidade
● Hiperestesia→Aumento da intensidade
● Parestesia → sensações espontâneas de dor,
adormecimento, formigamento, picadas ou de queimação
○ Neuropatia diabética
○ Dormência negativa
○ Formigamento positiva
● Alodínia → percepção anormal da dor a partir de
estímulo não doloroso
○ Fibromialgia, enxaqueca crônica
● Disestesia→ má interpretação do estímulo cutâneo
○ Sensação desagradável com alguma superfície
que não causaria em outra situação, como
meia, lençol
● Hiperpatia→AVC talâmico
Tratos envolvidos:
● Grácil e cuneiforme→ tato epicrítico e propriocepção
○ Grácil MMII
○ Cuneiforme MMSS
● Espinotalâmico lateral→ dor e temperatura
● Espinotalâmico anterior→ tato protopático
● Dor e temperatura cruza imediato
● Tato protopático cruza em 2-3 níveis acima
● Propriocepção cruza somente lá em cima a nível de 1-2
neurônio em bulbo, 2-3 em tálamo para o córtex
Receptores:
4
Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA
● Terminações livres→ dor
● Propioceptores→ tendões e músculos; propriocepção
● Pressão, temperatura, etc
DIstúrbios:
● Síndrome sensitiva alterna
● Anestesia suspensa (seringomielia→ acúmulo de líquor
com dilatação do orifício central da medula) →
Acomete inicialmente a sensibilidade (dor e
temperatura), propriocepção e motora)
● Síndrome em bota e luva → neuropatia diabética é a
mais comum)
● Propriocepção é ipsilateral; Motor é contralateral
acima do bulbo e ipsilateral abaixo da decussação
● Sensibilidade superficial é contralateral pq cruza no
mesmo nível; profunda cruza no bulbo
● Brown-sequard
● Anestesia em sela na região inervada pela raízes da
cauda equina
● Tabes dorsalis → acometimento de grácil e cuneiforme
com distúrbio de propriocepção
● Gnosia pode ser tátil, auditivo, etc: interpretação
cortical
● Praxias → capacidade de desenvolver atividades
aprendidas no neurodesenvolvimento
○ Em quadros demenciais é comum, reconhece
objetos mas não sabe utilizar
Tônus
● Avalio através da inspeção, palpação, movimentação
passiva e balanço passivo
● Contração basal
● Grau de contração de um músculo em repouso →
avaliação do sistema piramidal
Inspeção
● Espástico→ hipertônico
● Hipotonia
Palpação:
● Palpar grupos musculares e comparar uns com os
outros
● Hiper ou hipotonia
Movimentação passiva + Balanço passivo
Hipertonia:
● Plástica ou rigidez → síndromes extrapiramidais ou
lesões piramidais tardias
○ Sinal de roda denteada→ você sente o tônus
quando palpa
○ Sinal do canal de chumbo
● Elástica ou espasticidade→ síndrome piramidal
○ Sinal de canivete
Hipotonia:
● Lesões musculares→ miopatias
● Fase aguda das lesões de neurônios motores
superiores
● Lesões cerebelares
● Lesões de motoneurônio
Outras síndromes
● Hemiparesia, paraparesia crural , paraparesia braquial;
hemiparesia (completa quando envolve face →
desproporcional ou proporcional), monoparesia
braquial, monoparesia crural, tetraparesia, diparesia,
hemiparesia dupla
● Diparesia → quando os dois membros estão afetados
(paciente com alguma doença insidiosa)→ caso seja
● Hemiparesia dupla
Coordenação
Testes:
● Sinal de Romberg;
● Prova do copo d´água → Ao apanhar um copo em cima
da mesa, um cerebelopata já demonstra dificuldade, ato
desajeitado, descoordenado e com tremor.
● Prova índex-nariz → Paciente deve estender os
membros superiores e em seguida, procure tocar a
ponta do nariz com a ponta do dedo indicador. A prova
deve ser feita, inicialmente com os olhos abertos,
posteriormente, com os olhos fechados
● Prova índex-nariz-índex.
● Prova índex-índex
● Prova calcanhar-joelho → Paciente em decúbito
dorsal com membros inferiores estendidos, deve tocar
o seu joelho com a ponta do calcanhar do lado oposto,
diversas vezes.
● Provas dos braços estendidos;
● Prova de movimentos alternativos → Paciente
sentado, pede-se que o paciente realize movimento
alternado de pronação e supinação das mãos sobre as
coxas, o mais rápido possível.
● Prova de Stewart-Holmes (ou do rechaço) →
Pede-se ao paciente, que deve estar sentado, para
executar uma flexão do antebraço contra resistência
oposta pelo examinador, que bruscamente a relaxa. No
5
Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA
caso de déficit cerebelar o antebraço não pode frear
seu movimento.
● Prova de assinergia tronco-membros → Estando o
paciente em decúbito dorsal (sem apoio de travesseiro)
em uma superfície firme e os braços cruzados no peito,
pede-se que ele sente. O cerebelopata contrai
simultaneamente os músculos do tronco e dos
membros, realizando um movimento de “gangorra”.
● Prova gráfica → Pede-se para o paciente unir duas
linhas verticais através e linhas horizontais
● Exploração da fala → a fala o cerebelopata é
denominada de escandida(silabada) e se caracteriza por
ser explosiva, com interrupções bruscas.
● Movimentos alternados - diacocinesia
Distúrbios
● Ataxia→ fora de ordem
● Observar em atividades rotineiras (vestir, comer,
amarrar sapato, desabotoar a abotoar)
● Dismetria (erros de medida - hiper ou hipotensão),
decomposição do movimento
● Erros de direção
● Dificuldade em executar os movimentos alternados
rápidos (disdiadococinesia)
Reflexos
Contração brusca do músculo ao ser submetido a um
estiramento rápido
● Reflexos profundos sao sempre medulares —> tbm
chamados de miotaticos ou tendíneos
Miotáticos ou profundos:
● Bicipital→C5-6
● Tricipital→C6-8
● Estilorradial→C5-6
● Flexores do punho→C6-T1
● Patelar→ L2-L4
● Aquileu→ L5-S2
○ Fazer leve dorsiflexão
🚨É possível topografar ao verificar os reflexos
Quais as alterações?
● Hiporreflexia → dano na via aferente ou eferente
(constituem o arco reflexo)
○ Neuropatias, AVC agudo, doenças
neuromusculares (miastenia graves)
● Hiperrreflexia → lesão tardia do trato piramidal.
Condições normais o trato piramidal exerce uma ação
inibitóriasobre o arco reflexo
○ Reflexos vivos, exaltados ou patológicos
○ Lesão do trato piramidal, AVC (crônico)
○ Reflexo inesgotável ou que dura muito →
clônus→ patelar e aquileu
Escala:
● Arreflexia 0
● Hiporreflexia +1
● Normorreflexia +2
● Reflexos vivos +3
● Hiperreflexia +4
Sinal de Babinski→ positivo→ lesão piramidal
● Negativo→ flexão plantar
● Positivo→ dorsiflexão
Superficiais ou exteroceptivos
● Contração muscular secundária à estimulação de pele
mucosas
● Reflexos polissilábico, que esgotam-se facilmente
● Esgota mais rápido que o profundo por período
refratário do neurônio
● Cutâneo-plantar→ L5-S2
○ Sinal de babinski → fisiológico ate os 6
meses
● Cremastérico→ L1-2
● Cutâneo-abdominal→ t6-t12
○ Contração ipsilateral com desvio da linha alba
e cicatriz abdominal
○ Superior, medio e inferior
● Palmo-mandibular→ patológico
● Glabelar→ facilmente esgotável
● Mentoniano
● Geralmente muito exacerbados em doenças
neurodegenerativas
Sinais
Meningorradiculares
● Rigidez da nuca
● Sinal de Brudzinski → Flete a cervical e responde com
flexão de perna
● Sinal de Kernig→Decúbito dorsal, flete a coxa sobre o
quadril e levanta
● Sinal contralateral da perna de Brudzinski
6
Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA
Consciência:
Entender, compreender; Vigil, orientado em tempo e espaço tem
a consciência preservada
Nível de consciência→ vigil, torporoso, comatoso
Linguagem→ leitura, expressão e compreensão
Afasia → global, motora, compreensão e Wernick (sensitiva) e
Brocart (motora)
Síndrome Extrapiramidal
Lesões que decorrem de lesões no núcleo da base, subst. negra
e núcleo subtalâmico
● Dist. de equilíbrio, coordenação por outros distúrbios
motores, não compreendidos nas ataxias
Alteração de tônus muscular, dificuldade em iniciar movimento e
presença de movimentos involuntários
Classificado em hipercinética-hipotônica (Coreia) e oligo
cinética-hipertônica (Parkinson)
Nervos Cranianos
I - Olfatório
Terminações nervosas livres que formam as fitas olfativas,
conectadas com vários sistemas (cortical, límbico, etc)
Teste:
● Café, cânfora, álcool é pouco indicado, mas usa na falta
● Testa em uma narina e em outra, paciente de olhos
fechados
● É importante que o paciente identifique o cheiro, se
este for simple
Distúrbios:
● Anosmia→ perda total
● Hiposmia→ diminuição
● Parosmia→ perversão, interpretação errada do olfato
● Cacosmia→ sente cheiro desagradável em tudo
● Osmofobia —> sensibilidade aumentada aos cheiros —>
nao se relaciona ao nervo
Doenças:
● TCE frontal→ perde em definitivo o olfato
● Rinite alérgica
● Doença de Parkinson
● Tabes dorsalis→ atrofia dos nervos olfatórios
● Lesões das vias olfatórias no decurso da meninge ou de
sífilis meningovascular
II - Óptico
Parte da retina do bulbo ocular → canais ópticos do esferóide
→ convergem p/ a margem ventral e anterior do diencéfalo →
cruzam o quiasma óptico → as fibras mediais (nasais) cruzam
para o lado oposto e as laterais (temporais) continuam ipsilateral
→ os axônio seguem para os corpos geniculados laterais do
metatálamo (duas eminências no tálamo dorsal) → chegam ao
trato ‘óptico onde ocorre a sinapse → lobo occipital (área 17 de
Brodmann)
Acuidade visual —> Teste →Avaliação da capacidade de leitura
dos números e letras da placa
● Não solicita a retirada dos óculos
● Caso não consiga enxergar o escrito, solicita para
contar dedos
● Avaliando um olho e outro
● Se não ver dedos→ enxergar vultos→ Se não ver, se
enxerga foco luminoso (caso não enxergue →
amaurótico (amaurose)
● Avaliar os campos visuais —> campimetria —> estudo
por confrontação —> comparo o campo visual do
paciente com o meu
● Visão 20 para 20 —> normal
● Alterações:
○ Ambliopia→ diminuição da acuidade visual
○ Amaurose→ abolição da acuidade visual
Avaliar reflexo fotomotor
● Inicia lateralmente→ contração
● Reflexo motor direto e indireto (ou consensual) por
conexão; após estímulo, chega ao tronco cerebral e
retorna para ambos
● Aferente→ óptico
● Eferente→ oculomotor;
● Atuação do sistema parassimpático
Exame de fundo de olho:
● Hipertensão intracraniana
● A papila é o nervo óptico
○ O nervo é a junção dos axônios de cones e
bastonetes
● O ideal é ver a delimitação da papila
● Cones: cores
● Bastonetes: escala de claro e escuro
7
Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA
Alterações dos campos visuais
● As retinas são divididas em nasal e temporal
● As fibras da retina nasal cruzam no quiasma óptico
(50%) e em seguida formam o trato óptico
● A retina nasal enxerga o campo temporal e a retina
temporal enxerga o campo nasal
● As variações do trato desembocam na área calcarina
(área 17 de brodmann)
● Alterações:
○ Hemianopsia → falha se estende a uma
metade do campo visual dos dois olhos
○ Córtex visual —> + comum —> AVC —>
hemianopsia homônima —> E
○ Falo em relacao ao lado q o pcte enxerga, nao
o lado que ocorreu a lesão
Avaliação das pupilas:
● A depender da região de lesão é possível topografar a
resposta do reflexo fotomotor
III - Oculomotor, IV -
Troclear e VI -
Abducente
Oculomotor → reto superior, oblíquo inferior, reto medial, reto
inferior
● Pedir para que o paciente fixe o olhar em um objeto
distante e, em seguida, incidir a luz obliquamente.
Troclear ou patético→ oblíquo superior
Abducente→ inervação reto-lateral
🔍Testa os movimentos e de acomodação e convergência
V - Trigêmeo
Sensibilidade:
● Nervos da face→ Oftálmico, Maxilar e Mandibular
● tatil e dolorosa
Motricidade:
● Músculos da mastigação → pterigóideos lateral e
medial, masseter e temporal
● Reflexo corneopalpebral
● Exploração:
○ Pede pro paciente morder um abaixador de
língua
○ Pede pro paciente abrir a boca
○ Reflexo mandibular ou massetérico
Zooster —> mais comum no ramo oftálmico
VII - Facial
Mímica facial, expressão
● Exceto o elevador da pálpebra
● Ventre posterior do digástrico, estapédio,
estilo-hióideo
Sensibilidade gustativa dos 2/3 anteriores da língua e do
pavilhão auditivo
● Pode causar disacusia por inervar o músculo do
tímpano (estapédio)
● Surdez por condução ou sensitiva
● Rompimento do tímpano leva a surdez por condução
Teste deWeber→ vibração por condução óssea nos dois lados,
se não ouvir em um dos lados é um distúrbio: surdez
neurosensorial
8
Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA
Teste de Rinne→ aproximação do pavilhão auditivo
💡 Paralisia facial central → andar inferior da face é
comprometido
● No núcleo ou supranuclear
Paralisia facial periférica ou de Bell:
● Recebe informa
● Lesão infranuclear
VIII - Vestíbulo-coclear
Formado por dois contingentes de fibras: o acústico, relacionado
com a audição, e o vestibular, ligado ao equilíbrio. Ambos
sensoriais
Exploração:
● Função auditiva → mediante voz alta ou cochichada, o
uso de relógio, diapasões ou audiômetros.
● Prova Weber → Mediante colocação de diapasão
vibrando no vértice do crânio ou na fonte
● Prova de Rinne→ diapasão encostado atrás da orelha,
quando o paciente parar de sentir coloca no ouvido
para ele escutar
Exploração sistema vestibular:
● Reflexo vestíbulo-coclear → gira a cabeça do paciente
e pede para ele ficar olhando fixo para o nariz do
avaliador
IX - Glossofaríngeo e X -
Vago
● Paleta na parede posterior da orofaringe
● Observar a centralização da úvula
○ Sinal da cortina→ quando o palato mole “cai”
por alteração de glossofaríngeo → disfonia e
disfagia ( a úvula sofre desvio)
Glossofaríngeo→ gustação do terço posterior da língua
XI - Acessório:
● Exclusivamente motor
● Inervação do esternocleidomastóideo e porção
superior do trapézio
XII - Hipoglosso
● Motricidade da língua
● Exclusivamente motor
Havendo paralisia:
● A língua dentro da boca desvia o contrário; quando
colocada para fora→desvia para ipsilateral da lesão
9

Mais conteúdos dessa disciplina