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Prof.: Bruno Eduardo M Nunes
HAM V 2024.1
EXAME FÍSICO 
NEUROLÓGICO
¡ Avaliar grau de orientação
§ Temporal 
§ Espacial
¡ Avaliar lucidez
§ Realizar testes como o minimental
§ Outros testes podem ser utilizados para avaliar o grau vigilância e 
consciência do paciente como: Escala de Glasgow ou Ramsay
AVALIÇÃO GERAL
MINIMENTAL
ESCALA DE COMA DE GLASGOW
I. Olfatório
II .Óptico
II I .Oculomotor
IV.Troclear
V.Trigêmeo
VI.Abducente
VII.Facial
VII I .Vestibulococlear
IX.Glossofaríngeo
X.Vago
XI.Acessório
XII.Hipoglosso
PARES CRANIANOS
PARES CRANIANOS
I. Nervo Ofatório: Ofato
II. Nervo Óptico: testar quiasma óptico e exame oftalmológico - visão
III. Nervo Oculomotor: Testar o globo ocular pálpebra superior tamanho da pupila.
IV. Nervo Troclear: movimento ocular
V. Trigêmeo: Sensibilidade da face e motricidade dos músculo da face 
VI. Nervo Abducente: movimento lateral do olho.
VII. Nervo Facial: expressão facial, a secreção de saliva e de lágrimas, além das sensações gustativas.
VII. Vestibulococlear: Teste Rinne e Weber, equilíbrio.
IX. Nervo glossofaríngeo: testar gustação, deglutição e secreção salivar.
X. Nervo vago: Abaixador língua- testar a faringe, voz (rouquidão).
XI. Nervo acessório: testar deglutição e movimentos da cabeça, os músculos do pescoço.
XII. Nervo hipoglosso: testar a musculatura intrínseca da língua.
¡ Reflexo Foto-motor: 
miose (3ºpar)
¡ Reflexo Consensual: 
miose ocorrendo também 
no outro olho que não 
está sendo iluminado.
¡ Reflexo de Acomodação: 
Anteparo ou lanterna 
apagada a 10 cm dos 
olhos e ao aproximar 
observamos miose.
REFLEXO PUPILAR (II E III) 
REFLEXO PUPILAR
Estimulo luminoso é levado
pelo nervo óptico (II) e a
resposta é executado pelo
oculomotor (III par)
MIDRÍASE E MIOSE
REFLEXO PUPILAR (II E III PAR)
MOBILIDADE DO GLOBO OCULAR
Movimentos oculares:
¡ Pedimos o paciente para acompanhar com olhos a 
ponta do dedo do examinador, que desenhará de 
forma lenta no ar a letra H.
¡ Iremos avaliar o 3º (oculomotor), 4º (troclear) e 6º 
(abducente) par craniano
¡ Musculatura extrínseca: 
- Musculo reto laterais, mediais, superiores e inferiores.
- Musculo oblíquo superior e inferior
- Músculo elevador da pálpebra superior
MOVIMENTOS CONJUGADOS
Musculatura extrínseca:
¡ Reto superior: elevação vertical (3º par)
¡ Reto inferior: depressão vertical (3ºpar)
¡ Reto lateral: abdução (lateraliza, movimento 
divergente) - 6º par
¡ Reto medial: adução (Internaliza, movimento 
convergente) - 3º par
¡ Oblíquo superior: canto superior lateral (4º par)
¡ Oblíquo inferior: Canto superior medial (3º par)
MOTRICIDADE OCULAR (III, IV, VI)
TRIGÊMEO
Gânglio trigeminal (de Gasser), 
que está localizado perto do 
vértice da parte petrosa do osso 
temporal [
Gânglio trigeminal (de Gasser), 
que está localizado perto do 
vértice da parte petrosa do osso 
temporal.
Nervo sensitivo e motor
Ramo: 
• Oftálmico
• Maxilar 
• Mandibular
REFLEXO CORNEAL (SENSITIVO)
Peça para o paciente olhar para um ponto distante.
Passe um cotonete limpo pela esclera de um lado para outro em direção a córnea.
Observar se o paciente fecha os olhos com uma reação de reflexo ou se vira os
olhos para longe em direção ascendente (para cima).
Compare esquerda e direita e pergunte ao paciente se a sensação foi igual em
ambos os olhos.
Aferente: V (ramo sensitivo)
Eferente: VII (motor = musc. 
Orbicular dos olhos)
Mesencéfalo Ponte
TRIGÊMEO (V PAR) - MOTRICIDADE
Peça para o paciente cerrar os
dentes firmemente.
Apalpe o músculo masseter em
ambos os lados e avalie o tônus
muscular.
Coloque uma espátula entre os molares
do paciente.
- Peça ao paciente para morder.
- Tente puxar a espátula para fora da
boca do paciente (atenção para
dentaduras).
- Compare esquerda e direita.
FACIAL (VII PAR) - MOTRICIDADE
Observar a face do paciente e determine se
é simétrica. A assimetria leve durante o
repouso é fisiológica.
Peça para o paciente:
1. levantar as sobrancelhas
2. fechar os olhos com força
3. encher as bochechas de ar
4. amuar os lábios
5. mostrar os dentes
Observe se o paciente é capaz de realizar
esses movimentos de forma simétrica.
Qualquer mímica facial espontânea (por
exemplo, diferenças entre esquerda/direita
quando o paciente ri).
MÍMICA FACIAL
PARALISIA FACIAL
¡ Pergunte ao paciente se teve qualquer perda do paladar:
Se o paciente indicar que este é o caso ou se você tem razões para
suspeitar perda de função do VII par, você ainda pode testar o
paladar com papéis de filtro (por exemplo, filtros de café)
embebido em uma solução de sal ou açúcar contra a parte lateral
da língua do paciente e pedir para o paciente identificar o gosto.
O paciente deve referir o gosto antes de colocar a língua para trás
na boca (hipoglosso)
¡ Pergunte ao paciente se é sensível a ruídos altos (hiperacusia):
Este sintoma também pode surgir com a perda da função do VII
par e pode ser devido a paralisia do músculo estapédio ou do
músculo do estribo.
FACIAL (VII PAR)
GLOSSOFARÍNGEO (IX-PAR)
Fibras sensorias, motoras, somatosensoriais e 
parassimpáticas:
Fibras sensoriais conduzem o estímulo das papilas 
gustativas do terço posterior da língua; 
Fibras motoras inervam o músculo estilofaríngeo;
Fibras somatosensoriais inervam a parte posterior da 
língua, a parede da faringe e as tonsilas; 
Fibras parassimpáticas inervam a glândula parótida. 
¡ Paladar
¡ Deglutição (musculo estilofaríngeo – elevação da faringe)
¡ Salivação
GLOSSOFARÍNGEO (IX-PAR)
VAGO – X PAR
Fibras motoras inervam músculos do céu da boca, laringe e 
faringe. 
Fibras parassimpáticas inervam músculos do esôfago, brônquios, 
coração, pulmões, íleo e parte do cólon.
Fibras somatossensoriais são responsáveis pela sensibilidade do 
canal externo, entre outras funções, como controle da respiração, 
frequência cardíaca e pressão arterial. 
O nervo craneano IX e X são examinados conjuntamente.
AVALIAÇÃO DO IX E X PAR
Peça para o paciente abrir a boca e avalie a posição
do arco do palato e peça para o paciente dizer “ah”
ou “ee”:
Observe se os arcos palatais se contraem de
forma ascendente e simétrica.
Sinal da Cortina
Se o paciente tem a voz rouca, pode-se usar a
laringoscopia indireta para obter uma impressão
de como as cordas vocais estão funcionando.
REFLEXO DA TOSSE (DO VÔMITO)
Tente tocar levemente a parede posterior da faringe usando
uma espátula:
Observe se isso desencadeia ânsia de vômito. Compare 
esquerda e direita
Aferente: IX
Eferente: X
Bulbo
Músculo esternocleidomastóideo
:
Fique atrás do paciente e posicione 
sua mão direita contra a 
mandíbula inferior direita do 
paciente.
Peça para o paciente para 
empurrar a sua mão.
Deste modo você irá avaliar a força 
do músculo esquerdo.
Examine posteriormente, a força 
do músculo direito.
ACESSÓRIO (XI PAR)
ACESSÓRIO (XIPAR)
Músculo trapézio:
Peça para o paciente levantar os ombros.
Coloque as mãos sobre os ombros do paciente e tente empurrá-los para 
baixo.
Gradue a força do músculo trapézio e do músculo esternocleidomastóideo.
Compare esquerda e direita.
O IX, X e XI par todos saem do
crânio pelo forame jugular,
qualquer patologia perto deste
forame (carcinoma, meningite)
muitas vezes causa perda da
função nos três nervos.
¡ Peça para o paciente abrir a
boca;
¡ Avaliar a forma e posição da
língua;
¡ Peça para o paciente colocar a
língua para fora:
HIPOGLOSSO (XII PAR)
Observe se ao colocar a língua para fora
ela direciona-se para a esquerda ou
direita. (se há desvio)
Avaliação da Força da Língua:
¡ Peça ao paciente para
empurrar sua língua
firmemente contra a própria
bochecha.
¡ Exerça uma contra-pressão
no exterior da bochecha e
avalie a força da língua.
¡ Compare esquerda e direita.
¡ Exame pouco utilizado.
HIPOGLOSSO (XII PAR)
Reflexos relacionados ao tronco cerebral 
(Mesencéfalo, Bulbo e Ponte):
Avaliados nos casos de morte cerebral 
§ Reflexo da tosse ou vomito ou vagal 
§ Reflexo óculo-cefálico (olhos de boneca)
§ Reflexo córneo-palpebral ou trigeminal oucorneal
§ Reflexo óculo-vestibular
TRONCO CEREBRAL
Realizamos movimentos bruscos para a direita e para
a esquerda e posteriormente no sentido de flexão e
extensão da cabeça. Quando o reflexo oculocefálico
está presente (olhos de boneca positivo), os olhos não
giram com a cabeça, mas no sentido oposto, ou seja
não se mantém centralizados.
REFLEXO ÓCULO-CEFÁLICO
Aferente: VIII
Eferente: III, IV, VI
Mesencéfalo e Ponte
REFLEXO ÓCULO-VESTIBULAR
Feita através da irrigação devagar com auxilio de uma seringa com soro
gelada nos condutos auditivos externos do paciente, depois de se verificar
que a membrana timpânica está íntegra. Esta manobra deve ser
realizada com a cabeceira do leito elevada 30º, a fim de que a resposta
seja mais fidedigna, iremos observar desvio do olho para o ouvido
estimulado. Em um paciente consciente, este procedimento provoca
nistagmo com batimento rápido para o lado oposto do ouvido estimulado,
o que pode indicar uma causa psicogênica para o coma.
Aferente: VIII
Eferente: III e VI
Mesencéfalo e Ponte
Como avaliar:
• Pedir o paciente para mobi l izar os membros vencendo a 
gravidade e não conseguindo, repetimos sem o efei to da 
gravidade (membro apoiado na mesa ou cama).
• Pedimos o paciente real izar movimento vencendo uma 
• resistência.
• Pedimos o paciente para apertar a mão do examinar e 
• real izamos a comparação da força. 
CLASSIFICAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR
Grau da 
Força
Descrição
Grau 4 – 
Boa
Grau 1 – 
Mínima
Grau 0 –
Ausente
Grau 5 – 
Normal
Grau 3 – 
Regular
Grau 2 –
Fraca
Grau 4 –Boa
Grau 2 –Fraca
Grau 1 –Mínima
Grau 0 –Ausente
Grau 5 –Normal
Grau 3 –Regular
Mobilidade completa com 
resistência acentuada e contra a 
ação da gravidade
Mobilidade integrala com certa 
resistência e contra a ação da 
gravidade.
Movimentosde amplitude normal 
contra a ação da gravidade
Movimentosem todos os sentidos 
normais, com a eliminação da 
gravidade
Sinaisde discreta contratilidade, 
sem movimentos da articulação
Não se observasinais de 
contração muscular
• Hemiparesia: Diminuição da força de um hemicorpo
• Hemiplegia: Ausência da força de um dimídio
• Paraparesia: Diminuição da força da c intura para baixo
• Paraplegia: Ausência da força da c intura para baixo
• Tetraplegia: Ausência da força do pescoço para baixo
FORÇA MUSCULAR
Manobra de Raimiste:
Manobra de Mingazzini :
Decúbito dorsal, solicite que o paciente flexione o 
quadril e o joelho a 90º, mantendo por 10 segundos 
Decúbito dorsal, solicite ao paciente que flexione os 
antebraços a 90º, mantendo-se nesta posição por 10 
segundos 
EXAME DA FORÇA MUSCULAR
Manobra de Mingazzini:
Tônus muscular: Tensão presente no músculo em 
repouso.
Palpação com a mão estendida da musculatura a ser 
examinada.
Alterações que podemos encontrar:
• Espasticidade (tônus muscular aumentado)
• Rigidez (resistência ao estiramento passivo)
• Flacidez 
TÔNUS
Clônus (da palavra Grega para "movimento confuso, 
violento") é uma série de contrações musculares 
involuntárias devido a um estiramento súbito do
músculo. 
O clônus é um sinal de algumas condições 
neurológicas, e é particularmente associado à 
esclerose múltipla e a danos na medula espinhal.
CLÔNUS
Difícil avaliação:
• Subjetividade
• Necessidade de tempo e de colaboração do 
paciente e necessidade de ambiente tranquilo.
• Tátil e dolorosa: Ponta afiada, pincel
• Térmica: Tubos de ensaios (quente e frio)
SENSIBILIDADE
SENSIBILIDADE TÁTIL
v SUPERFICIAL
• Epicrítica
• Protopática ou fina (percebe os detalhes com o tato)
v PROFUNDA
• Posição segmentar (artrocinética)
• Vibratória (palestesia)
• Pressão (barestesia)
• Estereognosia (reconhecer objetos com o tato, 
através do tato fino)
AVALIAÇÃO DA DOR
v Tabética: (Tabes dorsalis , mielosefunicular) 
• Perda de sensibilidade tátil e profunda com 
conservaçãoda térmica de dodorosa.
v Sir ingomiélica: (sir ingomielia, tumores)
• Abolição da sensibilidade térmica e dolorosa 
com conservação da tátil e profunda
DISSOCIAÇÃO DE SENSIBILIDADE
•Síndrome cerebelar
•Área vestibular
•Labirinto
•Sistema de propriocepção
COORDENAÇÃO E EQUILÍBRIO
SISTEMA DE PRORIOCEPÇÃOE 
DIADOCOCINESIA
vPropriocepção
Ø Prova índex-nariz (dismetria)
Ø Tocar dedos polegar, tocar nariz
Ø Observar velocidade, simetria e grau de 
dificuldade
ØPassar calcanhar tíbia da outra perna
vDiadococinesia
ØA diadococinesia descreve a alternação rápida de 
movimentos, por exemplo, pronação e supinação 
dos antebraços.
Estas funções podem ser influenciadas negativamente 
pelas alterações piramidais, extrapiramidais e cerebelar.
PROVA DEDO NARIZ
DEDO-DEDO
CALCANHAR -JOELHO
DIADOCOCINESIA
Peça ao paciente para fazer movimentos rapidamente 
alternados, como pronação e supinação com os antebraços.
Se necessár io demonstre a ação.
Compare esquerda e direita.
v Sinal de Romberg:
v Exame para detectar vertigem posicional
Manobra de Hallpikeou Teste de Nylen-Barany
Paciente fica em pé, pés juntos e braços lado do 
corpo, primeiramente com os olhos abertos e após 
com os olhos fechados, durante 20 a 30 seg.
Oscilação discreta –normal
Perda do equilíbrio –teste de Rombergpositivo
SÍNDROME VESTIBULAR E LABIRINTO
EXAME CLÍNICO GERAL
MARCHA
§ Marcha helicópode: (ceifante ou hemiplégica) : o
membro superior permanece fletido em 90º no cotovelo e
em adução e a mão fechada em leve pronação. A perna
se arrasta pelo chão, descrevendo um semicírculo quando
o paciente troca o passo. Aparece em pacientes com
hemiplegia, cuja causa mais comum é o AVC.
§ Marcha anserina: lordose lombar acentuada, com o tronco
inclinado ora para a direita, ora para a esquerda. Traduz
diminuição da força dos músculos pélvicos e das coxas. É
encontrado em doenças musculares.
§ Marcha parkinsoniana: o paciente caminha em bloco,
enrijecido, sem o movimento automático dos braços. A
cabeça fica inclinada para a frente, passos miúdos e
rápidos, como se o doente fosse cair para a frente. Ocorre
na doença de Parkinson.
EXAME CLÍNICO GERAL
MARCHA
¡ Marcha cerebelar ou atáxica: paciente ziguezagueia como um bêbado.
Indica incoordenação dos movimentos em decorrência de lesões
cerebelares.
¡ Marcha tabética: paciente olha f ixamente para o chão ao se locomover.
Membros infer iores são levantados abrupta e explosivamente e, ao
serem recolocados no chão, os calcanhares tocam o solo pesadamente.
Indica perda d a sensibi l idade propriocept iva do cordão poster ior da
medula. Ocorre na tabes dorsal is (neurossíf i l is) , mielose fonicular
(def iciência de B12, ácido fól ico, B6), mielopat ia vacuolar ( l igada ao
HIV), miopat ia por def iciência de cobre etc.
¡ Marcha vestibular: paciente apresenta lateropulsão quando anda. Com
presença de movimentos correiocos e atetosicos é chamado de marcha
coréica. Pacientes com movimentos coréicos: esses movimentos são
movimentos involuntár ios de t ipo anárquico e não repet i t ivos (Coréia de
Sydenham e a Coréia de Hunt ington)
EXAME CLÍNICO GERAL
MARCHA
¡ Marcha escarvante: o pac ien te t ropeça ao caminhar, por para l is ia do 
mov imento de f lexão dorsa l do pé . Ocorre nas neuropat ias per i fé r icas . 
¡ Marcha miopática (var iante da anserina): Fraqueza muscu lar dos 
membros in fe r io res , p resente na po l ineuropat ias , m ios i tes e po l im ios i te . 
Anserina comum na grav idas 
¡ Marcha c laudicante: pac ien te manca para um dos lados. Ocorre na 
insu f ic iênc ia a r te r ia l per i fé r ica e em lesões do apare lho locomotor. 
¡ Marcha em tesoura (ou espást ica) : os MMII enr i jec idos e espást icos
permanecem semi f le t idos, os pés se arras tam, e as pernas se cruzam uma 
na f ren te da outra quando pac ien te ten ta caminhar. Ocorre nas fo rmas 
espást icas da para l is ia cerebra l
MARCHA
¡ https://youtu.be/EvFQHTucCz0 - ceifante
¡ https://youtu.be/Pv5VwI5GGMw - parkinsoniana
¡ https://youtu.be/1C3hvOyPB9A - atáxica
¡ https://youtu.be/NFbW99Np1kE - correia¡ https://youtu.be/-Dusn7cSh0U - escarvante
¡ https://youtu.be/Qn7QmrbepGo - miopática
https://youtu.be/EvFQHTucCz0
https://youtu.be/Pv5VwI5GGMw
https://youtu.be/1C3hvOyPB9A
https://youtu.be/NFbW99Np1kE
https://youtu.be/-Dusn7cSh0U
https://youtu.be/Qn7QmrbepGo
SINAL DE ROMBERG
MARLETO DE REFLEXO 
¡Avaliamos: neurônio sensorial (periférico), 
intermediário (medula) e neurônio motor (central)
¡ Exaltados:
• Síndromes piramidais (AVC antigo)
• Compressão medular
¡ Diminuídos:
• Choque medular (trauma ou AVC agudo)
• Doenças neuromusculares
ARCO REFLEXO
ARCO REFLEXO
¡ É gerado golpeando o tendão do bíceps do cotovelo
flexionado, o examinador sustenta o antebraço com
um braço, enquanto coloca o polegar contra o
tendão, colidindo o polegar com o martelo de
reflexo.
¡RESPOSTA NORMAL-FLEXÃO DO COTOVELO E 
CONTRAÇÃO DO BÍCEPS.
REFLEXO DO BÍCEPS
REFLEXO BICIPITAL
¡ O braço do paciente é flexionado no cotovelo e
posicionado diante do tórax. O examinador sustenta
o braço do paciente e identifica o tendão do tríceps
ao palpar acima do cotovelo.
¡PRODUZ A CONTRAÇÃO DO MÚSCULO
TRÍCEPS E EXTENSÃO DO COTOVELO.
REFLEXO DO TRÍCEPS
¡ Com antebraço do paciente repousando sobre o colo
ou por diante do abdome, é avaliado o reflexo
braquiorradial (estiloradial), com golpe suave acima
do punho.
¡ C5 – T1
¡ N. Radial
¡RESULTA EM FLEXÃO E SUPINAÇÃO DO
ANTEBRAÇO
REFLEXO BRAQUIORRADIAL
REFLEXO BRAQUIORRADIAL
¡ Provocado golpe abaixo da patela.
¡ L2 –L4
¡ N. Femural
¡EXTENSÃO DO JOELHO
REFLEXO PATELAR
REFLEXO PATELAR
¡ Pé é dorso- fletido no tornozelo e o martelo golpeia o 
tendão de Aquiles estirado.
¡ L5-S2
¡ N. tibial 
¡PRODUZ FLEXÃO PLANTAR
REFLEXO DO TORNOZELO 
(REFLEXO DE AQUILES)
REFLEXO AQUILEU
Utilize a extremidade romba
da haste de um cotonete de
algodão, ou a região da
mão do martelo de reflexo,
passe-o na região lateral da
planta do pé e, em seguida,
no coxim do pé,
primeiramente com
suavidade e depois com
mais firmeza se necessário.
BABINSKI (REFLEXO CUTÂNEO-PLANTAR)
¡A flexão plantar com os dedos juntos é normal
(Babinki negativo)
¡A extensão é possivelmente combinada com a
flexão de toda a perna é patológica, indicando
uma lesão no trato piramidal (Reflexo de
Babinski positivo), assim como a ausência de
reação e a abertura dos dedos em leque.
¡Se não houver nenhuma reação, outros fatores
podem ser responsáveis, tais como pés frios.
Repita o teste após o aquecimento dos pés.
BABINSKI (REFLEXO CUTÂNEO-PLANTAR)
BABINSKI
BABINKI
¡ Chaddock - atrito na região inframaleolar externa;
¡ Schaefer - compressão do tendão de Aquiles;
¡ Gordon – compressão da panturrilha;
¡ Austregésilo – Esposel – compressão da face anterior da 
coxa;
¡ Oppenheim: atrito sobre a crista da tíbia.
SUCEDÂNEOS DE BABINSKI
SUCEDÂNIOS DE BABINSKI
¡ Estimulação cutânea, rápida, da parede abdominal, no sentido
látero-medial, provoca contração dos músculos abdominais
ipsilaterais, causando desvio da linha alba e da cicatriz
umbilical para o lado estimulado.
¡ Distinguem-se os reflexos cutâneo-abdominais superior, médio e
inferior, conforme a região estimulada:
§ Epigástrica (T6 – T9)
§ Umbilical (T9 – T11)
§ Hipogástrica (T11 – T12)
¡ Esses reflexos são abolidos na síndrome piramidal aguda. Como
a pesquisa é dificultada por obesidade, cicatriz cirúrgica e
flacidez, tem maior valor o encontro de assimetrias.
REFLEXOS CUTÂNEO-ABDOMINAIS:
REFLEXO CUTÂNEO -ABDOMINAL
REFLEXOS SUPERFICIAIS
¡ Reflexo cremastérico: a estimulação do terço superior da
face medial da coxa, estando o paciente em decúbito dorsal,
com os membros inferiores estendidos e em abdução,
desencadeia Contração do cremáster e elevação do testículo
ou grandes lábios ipsilateral. (L1 – L2)
¡ Reflexo anal: Contração do esfíncter anal externo em
resposta à estimulação cutânea da região perianal (S4 – S5)
¡ Reflexo de Hof fmann: Apoia-se a falange média do dedo
médio do paciente, flexiona a falange distal e o solta
bruscamente gerando flexão do polegar e dos demais dedos.
Ocorre em pacientes com lesão piramidal, mas também em
pessoas normais com hiperreflexia tendinosa difusa.
OUTROS REFLEXOS SUPERFICIAS
¡ Cefáleia, alteração de consciência, fotofobia 
¡ Pode haver febre, paralisias, convulsões 
¡ Vômitos em jato (sem enjoo) e/ou papiledema (fundo de 
olho)
¡ Meningismo:
§ Posição em gatilho ou fetal
§ Rigidez da nuca (rigidez e dificuldade na flexão passiva da 
cabeça)
§ Kernig (não conseguimos realizar a extensão da perna com o 
paciente em posição supina e coxa fletida em 90 graus)
§ Brudzinski (flexão ativa involuntária da coxa com flexão passiva 
da cabeça)
SI ́NDROME DE IRRITAC ̧A ̃O MENI ́NGEA
RIGIDEZ DE NUCA
RIGIDEZ DE NUCA
¡ Sinal de Lhermitte : 
§ Flexão brusca do pescoço determina dor em “descarga elétrica” ao 
longo da coluna, chegando até as extremidades inferiores. 
§ Aparece em lesões em nível cervical — hérnias, tumores, aderências 
meníngeas — bem como em afecções desmielinizanates (esclerose 
múltipla e doença de Behçet);
OUTROS SINAIS DE MENIGISMO
LASÈGUE 
Com o paciente deitado 
presença de dor na parte 
posterior da coxa quando a 
perna com joelho 
estendido e elevada a 
menos de 40 graus.
AVALIAÇÃO DA COLUNA 
LOMBAR
AVALIAÇÃO DA COLUNA 
LOMBAR
¡ É uma medida da flexibilidade lombar. Duas marcas são 
feitas verticalmente a partir do bordo superior do sacro, 
separadas pela distância normal de 10 cm. O paciente é 
então instruído para inclinar-se para a frente sem 
flexionar os joelhos. A distância entre as duas marcas, 
que incialmente era de 10 cm, alonga-se para 15 ou 16 
cm.
¡ Usamos para avaliar flexão da coluna lombar em doenças 
como na espondilite anquilosante. 
MANOBRA DE SCHÖBER
MANOBRA DE SCHÖBER
MANOBRA DE PATRICK-FABERE
¡ Flexão da coxa sobre o quadril em concomitância
com flexão do joelho, abdução da coxa, seguida de rotação
externa da perna formando um "quatro”.
¡ Na posição de execução, agora, o analisador deverá colocar
uma das mãos sobre a espinha ilíaca anterossuperior
contralateral à articulação analisada e sobre a articulação
tíbiofemoral (lado medial que estará voltado para cima)
ipsilateral, fazendo pressão nessas áreas, forçando, assim,
as duas articulações em questão no sentido posterior.
¡ Usamos para avaliar sacroii l iate (artrite psoriásica)
PATRICK-FABERE

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