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1
Integradora - HAM 2
Enízia Simões - 2º período
SINAIS MENÍNGEOS—-----------------
TESTE DE BRUDZINSKI
- Examinador flexiona a cabeça do paciente, e o
sinal é positivo se tiver uma reação de flexão
espontânea de quadril e joelho, além da dor
TESTE DE KERNIG
- Perna deve estar flexionada a 90 graus e
depois o examinador estica o joelho. É
positivo quando o paciente sente dor ao
estender o joelho
*Positivo em UMA perna: radiculopatia
*Positivo nas DUAS perna: irritação
meníngea
RIGIDEZ NA NUCA
- Examinador flete a cabeça do paciente, se o
movimento for fácil não tem rigidez
SINAIS RADICULOPATIA—-------------
-Testa compressão de raízes nervosas
LASÉGUE
- Estende a perna e o sinal é positivo de tiver dor
(em 30 graus de elevação mais ou menos)
LASEGUE SENSIBILIZADO/BRAGARD
- Estende a perna igual em lasegue e faz
dorsiflexão do pé
REFLEXOS—-------------------------
SUPERFICIAIS/CUTÂNEO
- Reflexo cutâneo plantar: se o paciente
fletir os dedos significa sinal de Babinski
positivo. Em condições normais espera-se
uma flexão ou nenhuma reação. Indica lesão
da via piramidal ou corticoespinhal
- Reflexo cutâneo abdominal:(vai de T8 a
T12) resposta normal é a contração de
músculos abdominais, com leve
deslocamento da cicatriz umbilical para o
lado afetado. Indica lesão na via piramidal
PROFUNDOS/TENDINOSOS
*Cada reflexo de estiramento envolve segmentos
espinais
- Reflexo aquileu: S1
- Reflexo patelar: L2, L3 e L4
- Reflexo supinador(braquiorradial): C5 e
C6
- Reflexo bicipital: C5 e C6
- Reflexo tricipital(cotovelo): C6 e C7
NERVOS CRANIANOS----------------
1 - OLFATÓRIO
- Função: olfação
- emerge do bulbo olfatorio
Parosmia: ocorre uma distorção, ou seja, o
cheiro sentido é diferente do normal/ do
que devia sentir
- Anosmia: perda de olfato
2 - ÓPTICO
- Função: visão central (acuidade visual),
periférica (campo visual) e fundos oculares. As imagens são
recolhidas na retina por meio dos cones e bastonetes, e
conduzidas ao centro da visão no lobo occipital
- Emergência cranial é o canal óptico e encefálica é o
quiasma óptico
- Acuidade visual (tabela de snellen)
*Ambliopia: diminuição da acuidade
- Campo visual (até onde pode ver)
- Fundoscopia
*Visão de túnel: perda de visão periférica, pode ser um
tumor na base do crânio
3 - OCULOMOTOR
4 - TROCLEAR
- emerge do véu medular (posterior a ponte e o
bulbo)
6 - ABDUCENTE
- Avalia o reflexo motor e a ptose palpebral
(OCULOMOTOR)
- abducente emerge do sulco bulbo pontino
- Inspecionar pupilas (OCULOMOTOR)
*Anisocoria: diferença entre pupilas
*Isocórica: tem mesmo diâmetro e reagem
igualmente a luz
- Função: motricidade ocular extrínseca e intrínseca
do olho
- Motilidade extrínseca
↠ Tendo predomínio de algum músculo do globo ocular,
pode ocorrer o estrabismo (desvio do olho), podendo ser
horizontal (convergente ou divergente) ou vertical (superior
ou inferior)
↠ Paciente desloca os olhos no sentido horizontal e
vertical
- Motilidade intrínseca
*Discoria: tem diferença nas pupilas
*Midríase: diâmetro da pupila aumentado (dilata)
*Miose: diminui de tamanho (contrai)
*Reflexo fotomotor consensual: contração da pupila
contrária ao estímulo
5 - TRIGÊMEO
- Função: Sensibilidade facial: e motricidade dos
músculos mastigatórios
- emergência encefálica entre a ponte e o pedúnculo
cerebral médio
- Palpar músculos masseter e temporal, pedindo que
o paciente cerre a mandíbula (observar força de
contração muscular)
- Pedir para mover mandíbula de um lado e para
outro
- Reflexo córneo-palpebral (contração das
pálpebras é reflexo normal)
- Avaliar sensibilidade superficial e dolorosa
7 - FACIAL
- Função: Mímica facial; secreção das glândulas
lacrimal, sublingual e submandibular; gustação dos
2/3 anteriores da língua
- emerge do sulco bulbo pontino
- Pedir para fazer ações de mímica facial e perguntar
sobre o paladar
*Na paralisia unilateral observa-se lagoftalmia (olho
sempre aberto), ausência do ato de piscar, desvio da boca
para o lado normal.
* Paralisia periférica: toda a hemiface é comprometida.
Olho não fecha (quando tenta fechar aparece só o branco
do olho - sinal de bell) testa não enruga e boca desvia para
o lado contrário da lesão. Lesão no núcleo do facial (na
ponte), ou abaixo desse núcleo (fibras que sai da ponte) e a
lesão de um lado, causa paralisia do mesmo lado.
* Paralisia central: Somente a metade inferior da face se
mostra alterada. Olho fecha, testa enruga e boca desvia
para o lado contrário da paralisia. A lesão se localiza acima
do núcleo do facial (lesão de um lado, paralisia do outro)
8- VESTIBULOCOCLEAR
- Função: equilíbrio e audição
- Emerge do sulco bulbo pontino
- AUDIÇÃO (COCLEAR)
-Prova de rinne: diapasão da região mastóide e
depois próximo ao ouvido. Em condições normais,
rinne positivo. Transmissão óssea (mastóide) mais
prolongada do que o aéreo, é rinne negativo e
significa alguma deficiência auditiva de condução.
-Prova de weber: diapasão no meio do crânio.
Normalmente o som é ouvido igualmente, se tiver
laterização, tem perda auditiva
*Hipoacusia condutiva: som lateraliza para o lado afetado
*Hipoacusia neurossensorial: som é localizado pela orelha
não afetada
- EQUILÍBRIO (VESTIBULAR)
-Paciente queixa vertigem, náuseas vômitos e
desequilíbrio
-Romberg é positivo quando o paciente
desequilibra para o mesmo lado que foi lesado
9 - GLOSSOFARÍNGEO E 10 - VAGO
- Na lesão unilateral desses nervos, observa-se:
desvio do véu palatino para o lado normal e disfagia
(dificuldade para engolir) e diminuição do reflexo de
vômito
11 - ACESSÓRIO
- Inerva o músculo esternocleidomastoideo e parte
superior do trapézio
- Pedir ao paciente que levante os ombros contra a
resistência do sua mão, verificando força e
contração do trapézio
- Pedir para movimentar a cabeça contra a
resistência da sua mão, observando força do
esternocleidomastoideo
12 - HIPOGLOSSO
- Inerva músculos da língua
- Em lesão unilateral, tem desvio da língua, atrofia e
fasciculações do lado da lesão
SISTEMA GENITAL MASCULINO— -----
- Os principais sintomas das afecções dos órgãos genitais
masculinos são: dor, hematúria, alterações miccionais,
retenção urinária, priapismo, hemospermia, corrimento
uretral e também ejaculação precoce, impotência sexual e
esterilidade
*Dor à micção: disúria, indica inflamação
*Hematúria: presença de hemácias na urina
*A urina que resta na bexiga favorece a proliferação
bacteriana.
*Retenção urinária é a incapacidade de esvaziar, parcial ou
completamente, a bexiga.
*Polaciúria: vontade frequente de urinar, mesmo que em
pequena quantidade
*O priapismo: ereção persistente, prolongada e dolorosa,
sem desejo sexual.
*Hemospermia: presença de sangue no esperma
- O exame físico dos órgãos genitais masculinos externos é
realizado por INSPEÇÃO e PALPAÇÃO, devendo o
paciente ficar em decúbito dorsal ou de pé
- Os órgãos genitais internos são examinados pelo toque
retal.
- No exame do pênis é indispensável retrair completamente
o prepúcio, única maneira de obter uma boa visualização da
glande e do sulco balanoprepucial, expondo-se, dessa
maneira, lesões que poderiam passar despercebidas
- No exame da bolsa escrotal, investigam-se o formato, o
tamanho, as características da pele e os aspectos
vasculares. Faz-se a INSPEÇÃO, PALPAÇÃO E
TRANSLUMINAÇÃO.
*Em condições normais, o testículo esquerdo situa-se
mais baixo que o direito.
*A palpação é o método de maior valor na análise dos
testículos
- Os epidídimos são facilmente perceptíveis entre os dedos
indicador e polegar, fazendo-os deslizar de baixo para cima
e de diante para trás, ao longo de ambas as faces dos
testículos (MANOBRA DE CHEVASSU).
*Os canais deferentes intraescrotais são palpados com
facilidade em condições normais
*Lesões dos cordões espermáticos são percebidas por
palpação.
TOQUE RETAL
- Posição de Sims ou lateral esquerda, mantendo-se
o membro inferior em semiextensão e o superior
flexionado.
- Posição genupeitoral: é a mais adequada, preferida
pela maioria dos examinadores.
- Posição de decúbito supino, na qual o pacientefica
semissentado com as pernas flexionadas
-As estruturas analisadas neste exame:
● Parede anterior: próstata, as vesículas seminais e
o fundo de saco vesicorreta;
● parede lateral esquerda e direita;
● parede posterior: sacro e cóccix
● pra cima, até onde o dedo alcançar
*As vesículas seminais não costumam ser acessíveis ao
exame palpatório. Para avaliá-las, deve-se recorrer ao
método de Picker.
AVALIAÇÃO DAS MAMAS— -----
- O exame físico das mamas deve seguir a seguinte ordem:
• INSPEÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA;
• PALPAÇÃO;
• EXPRESSÃO PAPILAR;
• PALPAÇÃO DOS LINFONODOS AXILARES E
SUPRACLAVICULARES.
- A inspeção estática é realizada com a paciente sentada,
com os membros superiores dispostos paralelamente
ao longo do tronco. Observa-se volume, contorno, aréolas
e etc…
- A inspeção dinâmica é realizada com duas manobras:
levantamento dos braços para aumentar a tensão dos
ligamentos de Cooper e contração dos peitorais.
- Realiza-se a palpação da mama estando a paciente
deitada com as mãos atrás da cabeça e os braços bem
abertos. A palpação deve ser feita delicadamente,
partindo-se da região subareolar e estendendo-se até as
regiões paraesternais, infraclaviculares e axilares
*A punção aspirativa por agulha fina (PAAF) é indicada
para pacientes com anormalidades mamográficas ou lesões
palpáveis da mama.
-MANOBRA DE BLOODGOOD: utilização das pontas
dos dedos, simulando o tocar de um piano, como fonte de
pesquisa do tecido mamário.
-MANOBRA DE VELPEAU: realizada com mão
espalmada e movimentos circulares
-Expressão papilar: faz-se uma pressão sobre a mama, das
suas bordas em direção à aréola, de modo a “ordenhar” a
secreção
SISTEMA GENITAL FEMININO— – —*
- Inspecionar a vulva
*VALSALVA: Separe os lábios menores dos maiores e
inspecione o sulco interlabial, por fim separe o espaço
entre os pequenos lábios, neste momento, pede-se para o
paciente tossir 3 vezes, com força (manobra de valsalva)
para verificar se tem o prolapso de alguma estrutura pelo
introito vaginal
- Palpação: Da região onde se encontra as glândulas de
Bartholin direita e esquerda.
*GLÂNDULAS DE BARTHOLIN: ou vestibulares
maiores localizam se em cada lado do introito vaginal,
abaixo do hímen, estando seus orifícios de saída situados na
parte posterior do vestíbulo, entre os pequenos lábios e o
hímen; eles correspondem às glândulas bulbouretrais no
homem e secretam muco, especialmente no ato sexual.
- Expressão uretral: examinador introduz o dedo indicador
na vagina e ordenha delicadamente a uretra, de dentro para
fora
*GLÂNDULAS DE SKENE: ou parauretrais ou
vestibulares menores, homólogas da próstata masculina,
têm seus orifícios externos localizados
lateroposteriormente ao meato uretral.
-Exame escapular: avalia a vagina e o colo uterino, ou seja,
a genitália interna e requer um instrumento a utilização de
um espéculo
*Exame de colpocitologia: Durante o exame especular pode
ser realizado o exame de colpocitologia oncótica ou
Papanicolau, utilizado para o rastreamento do colo do
útero.
-Toque vaginal combinado: É um exame exclusivo para
mulheres que já tiveram relação sexual. Vai se avaliar:
útero, ovário e vagina
- Toque retal: pode também ser feito no exame
ginecológico de rotina em mulheres, pois ajuda a detectar
problemas no canal vaginal ou útero
SISTEMA URINÁRIO— —--------– —*
*Oligúria: Caracteriza-se por excreção de um volume de
urina inferior às necessidades de excreção de solutos, ou
seja, pouca diurese (Produção e secreção de urina pelo rim)
*Anuria: não tem diurese
*Poliúria: muita diurese
*Polaciúria: aumento da frequência miccional
*Noctúria: vontade de urinar frequente a noite
*Retenção urinária: incapacidade de esvaziar a bexiga
*Incontinência: micção involuntária
*Hematúria: sangue na urina
*Hemoglobinuria: hemoglobina na urina
*Sinal de cacifo ou sinal de Godet é um sinal clínico avaliado
por meio da pressão digital sobre a pele, por pelo menos 5
segundos, a fim de se evidenciar edema.
- O exame físico do sistema urinário deve começar pela
INSPEÇÃO DO ABDOME, DOS FLANCOS E DAS
COSTAS, com o paciente sentado. Em seguida, deve-se
fazer a PALPAÇÃO E A COMPRESSÃO DOS
ÂNGULOS COSTOVERTEBRAIS. Posteriormente,
efetua-se a percussão com a face interna da mão fechada,
chamada "PUNHOPERCUSSÃO".
- Manobra de giordano: Faz uma súbita punho-percussão,
com a borda ulnar da mão, na região da fossa lombar do
paciente, mais especificamente, na altura da loja renal
(flancos).
-Por fim, deve ser realizada AUSCULTA ABDOMINAL,
que será útil na verificação de sopros abdominais como
ocorre na estenose de artérias renais.
-EXAME DOS URETERES: Pela PALPAÇÃO
profunda da parede abdominal anterior, é possível
determinar dois pontos dolorosos quando existe infecção
ou obstrução dos ureteres.
-EXAME DA BEXIGA: bexiga vazia não é palpável,
porém pode haver hipersensibilidade na área suprapúbica ao
se fazer a PALPAÇÃO. Retenção urinária aguda ou
crônica, levando à distensão vesical, pode ser percebida por
INSPEÇÃO, PALPAÇÃO E PERCUSSÃO da região
suprapúbica.
SISTEMA ENDÓCRINO— —-----------
TIREOIDE
- Hipotireoidismo: sonolência, apatia, hipersensibilidade ao
frio, diminuição da sudorese, aumento de peso, unha
quebradiça, pele seca, rouquidão, bradicardia, mixedema…
- Hipertireoidismo: taquicardia, hipersensibilidade ao calor,
aumento da sudorese, perda de peso, tremor, irritabilidade,
insônia, exoftalmia, hiperreflexia (vê principalmente no de
aquileu)…
-INSPEÇÃO: Pode definir a forma e o tamanho da
glândula. Ocorre na região anterior do pescoço
*sinal de pemberton: aparece quando se eleva o braço, o
paciente fica dispneico, pletora facial
*sinal de woltman: ou sinal de woltman de hipertireoidismo,
é o retardo na fase de relaxamento de um reflexo tendinoso
(calcanhar de aquiles)
-PALPAÇÃO:
● Paciente sentado e o examinador de pé atrás dele
(abordagem posterior). As mãos e os dedos
rodeiam o pescoço, com os polegares fixos na nuca
e as pontas dos indicadores e médios quase a se
tocarem na linha mediana. O lobo direito é palpado
pelos dedos da mão esquerda, enquanto os dedos
da outra mão afastam o esternocleidomastóideo.
Para o lobo esquerdo, as coisas se invertem.
● Paciente sentado ou de pé e o examinador sentado
ou de pé, postado à sua frente (abordagem
● anterior). São os polegares que palpam a glândula,
enquanto os outros dedos apoiam-se nas regiões
supraclaviculares.
● Paciente e examinador nas mesmas posições da
abordagem anterior, fazendo-se a palpação com
uma das mãos, que percorre toda a área
correspondente à tireoide.
*A flexão do pescoço, ou a rotação discreta do
pescoço para um lado ou para o outro, provoca
relaxamento do músculo esternocleidomastóideo,
facilitando a palpação da tireoide
*Solicitar que o paciente degluta
● A palpação avalia: tamanho, contorno,
irregularidade, mobilidade
-ASCULTA: aumento de fluxo sanguíneo pode determinar
a ocorrência de sopro e algumas vezes acompanhada de
frêmitos
PARATIREÓIDE
- Sinal de Trosseau: Pode ser provocado ao se manter o
manguito do aparelho de pressão insuflado, por 3 min, 20
mm de mercúrio acima da pressão sistólica do paciente.
Nos casos de hipocalcemia, ocorrem flexão do punho,
extensão das articulações interfalangianas e adução do
polegar
- Sinal de chvostek: Percute-se a região pré-auricular
(nervo facial). Quando há hipocalcemia, aparece contração
da musculatura da face e do lábio superior no lado em que
se fez a percussão.
PÉ DIABÉTICO
- É a complicação mais comum do diabete mellitus
- Avaliação da pele: pés, unhas, arco plantar
- Avaliação musculoesquelética: busca atrofia muscular,
deformidade, áreas de risco para ulcerações
*Pé frequentemente ressecado, pele fria
- Avaliação vascular: deve contemplar a palpação dos
pulsos pediosos e tibiais posteriores
- Avaliação neurológica: é a avaliação da sensibilidade
(tátil, dolorosa-térmica e vibratória) a avaliação da função
motora e reflexos tendinosos
● teste com diapasão no hálux, avalia sensibilidade
vibratória
● reflexo de aquileu
● reflexo cutâneo plantar
*midríase: dilatada(pupila maior)
*meiose: contraída (pupila menor) - lembrar do
tamanho do nome
*pupilas isocóricas são aquelas que possuem o
mesmo diâmetro e reagem igualmente à luz
*discoria: forma ou dimensão anômala
*pupilas anisocóricas são pupilas de tamanhos
diferentes
Reflexos hiperativos: lesões do SNC do trato
corticospinal descendente.
Reflexos hipoativos ou ausentes: lesões das raízes dos
nervos espinais, dos nervos espinais, dos plexos ou dos
nervos periféricos
ESTEREOGNOSIA: capacidade de reconhecer um objeto
com a mão sem a visão
Paresia→ redução da força
Plegia→ ausência da força
Parestesia→ formigamento
FORÇA— —--------–----------- —*
*O tônus muscular pode ser definido como estado de
tensão do músculo no repouso e possui como estrutura
responsável pelo seu controle o sistema nervoso.
- O tônus muscular pode ser examinado pela inspeção,
palpação e movimentação passiva
A inspeção revelará o estado do trofismo muscular
e a presença de atitudes anormais ou movimentos
involuntários
A palpação dos músculos permite avaliar a
consistência muscular
À movimentação passiva, o examinador realiza
movimentos das diferentes articulações, avaliando a
resistência oferecida. Imprimem-se movimentos
naturais de flexão e extensão dos membros,
observando se há
• Resistência: tônus aumentado
• Passividade: tônus diminuído
• Extensibilidade: se existe ou não exagero no grau
de extensibilidade da fibra muscular.
GRAU DE FORÇA
• GRAU O: sem movimento
• GRAU 1: discreta contração
• GRAU 2: movimento completo sem força da
gravidade
• GRAU 3: movimento contra a força da gravidade
• GRAU 4: movimento completo contra a força da
gravidade e contra a resistência aplicada pelo
examinador
• GRAU 5: força normal
-MANOBRA DE MINGAZZINI: decúbito dorsal e
joelho fletido. Avalia força dos flexores do quadril e
extensores do joelho
-MANOBRA DE BARRÉ: decúbito ventral e joelho
fletido. Avalia-se a força dos músculos flexores do
joelho
-BRAÇO ESTENDIDO
HIPOTONIA: observa-se o relaxamento exagerado
dos músculos, o achatamento das massas
musculares, consistência muscular diminuída,
passividade aumentada e extensibilidade
aumentada
HIPERTONIA: caracteriza-se por tensão muscular
exagerada ou permanente do músculo em repouso e
pode refletir-se numa espasticidade ou numa rigidez
muscular. A consistência muscular aumentada,
passividade diminuída e extensibilidade aumentada.
A hipertonia está presente nas lesões das vias
motoras piramidais e extrapiramidais
A coordenação das atividades motoras, cujo o bom
funcionamento depende do cerebelo (centro
coordenador) e da sensibilidade proprioceptiva
(sistema sensorial)
*À sensibilidade proprioceptiva cabe informar
continuamente ao cerebelo as modificações de
posição dos vários segmentos corporais. Nas lesões
de sensibilidade proprioceptiva, quando o paciente
fecha os olhos, acentua-se a ataxia. Tal fato não
acontece nas lesões cerebelares
*Ataxia: perda da coordenação
*dismetria (distúrbio na medida do movimento)
quando o paciente não consegue alcançar o alvo
com precisão
Diadococinesia é a capacidade de executar
movimentos rápidos, repetidos e alternados.
SISTEMA OSTEOMUSCULAR—----------
*A motricidade voluntária é estudada por meio de duas
técnicas, uma para análise da motricidade espontânea e
outra para a avaliação da força muscular, a qual pede para o
paciente realizar movimentos
OMBRO E COTOVELO
-Inspeção estática e dinâmica. (na dinâmica pede ao
paciente para empurrar a parede)
-Palpação: Utilizar a técnica da digitopressão para a
palpação do ombro buscando dor, tumefações, crepitações
ou edemas.
-Movimentos: Realização dos movimentos ativamente e
depois passivamente
QUADRIL
-Inspeção: Do quadril e dos MMII em pé e deitado.
-Palpação: Utilizar a técnica da digitopressão
-Movimentos: Flexão • Extensão • Rotação interna •
Rotação externa • Adução • Abdução • Circundação
-Manobras:
● TRENDELENBURG: É realizado com o paciente
em pé, e o quadril oposto àquele a ser examinado
mantido em extensão e o outro com o joelho
fletido. Testa-se a função do glúteo médio da
perna estendida.
● THOMAS: O paciente é posicionado em decúbito
dorsal em superfície firme. O médico vai colocar
uma das mãos na coluna lombar e a outra vai fletir
a coxa do paciente. É positivo se o paciente fletir a
outra perna.
● PATRICK FABERE: É realizado na posição
supina (decúbito dorsal), com quadril e o joelho
flexionados e o pé apoiado sobre o joelho
contralateral. Uma das mãos fixa a crista ilíaca
(pelve) e a outra abaixa o joelho, realizando sua
abdução e rotação. Positivo quando a dor que
aparecer for exacerbada com a rotação do joelho.
A dor cística origina-se no nervo ciático (plexo
lombosacral).
JOELHO
-Inspeção estática e dinâmica:
*Na estática verifique o alinhamento (desalinhamentos em
varo ou em valgo) Na dinâmica, pedir para andar
-Palpação: Utilizar a técnica da digitopressão
-Movimentos: Flexão • Extensão
-Manobras meniscais:
● APLEY: Paciente em decúbito ventral, com o
joelho inicialmente em 90° de flexão, aplicase a
compressão axial na perna. Em seguida
sensibiliza-se o teste fazendo a rotação interna,
que avalia o menisco lateral e a externa, que avalia
o medial
● MCMURRAY: paciente em decúbito dorsal,
palpa-se as interlinhas articulares, segura-se com
a mão esquerda o joelho direito e com a outra
segura-se o pé e realiza-se movimentos de
flexo-extensão e rotação interna e externa da
perna, observando-se a ocorrência de estalitos ou
ressaltos de dor.
-Manobras para avaliar ligamentos do joelho:
● BOCEJO LATERAL (LCL): ou teste de estresse
em adução ou varo. Testa-se a instabilidade em
varo do joelho, forçando-o para a lateral.
● BOCEJO MEDIAL (LCM): ou teste de estresse
em abdução ou valgo. Testa-se a instabilidade em
valgo do joelho, forçando-o para a direção medial.
● GAVETA ANTERIOR (LCA): provocando
deslocamento anterior sobre a coxa.
● GAVETA POSTERIOR (LCP): provocando
deslocamento posterior, observando o
deslocamento da tíbia sobre o fêmur.
TORNOZELO E PÉ
-Inspeção dorsal e plantar
-Palpação
-Movimentos: Dorsiflexão • Flexão plantar • Inversão •
Eversão
-Manobras
● TESTE DE THOMPSON: avaliação da
integridade do tendão calcâneo. Compressão
manual da panturrilha produz encurtamento da
massa muscular que se transmite pelo tendão
calcâneo até o pé que faz uma flexão plantar
● TESTE DA GAVETA ANTERIOR DO
TORNOZELO (fibulo-talar anterior): É utilizada
para testar a integridade do ligamento fíbulo-talar
anterior e da porção antero-lateral da capsula
articular. Promove-se o deslocamento anterior do
talus.

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