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KEITI PEREIRA – MEDICINA UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - OSASCO 
 
Ligamentos colaterais: 
- Medial e lateral (fibular) 
Musculo que trava e destrava o joelho – musculo 
poplíteo 
História 
- Dor, fator de piora melhora, se teve entorse, 
como é a dor 
3 compartimentos 
Medial, lateral e anterior (patela + fêmur) – 
fossa poplítea pode ser considerada 
- Paciente com mais idade, tende a ter doença 
mais inflamatória 
- Paciente jovem tende a ter causa de entorse 
- Mulher tem tendencia em ter dor por síndrome 
compartimental anterior – valgo – quadril mais 
largo 
- Pé plano – joelho fica pra dentro 
Falseio: inflamação patelo femoral – 8ml de 
líquido sinovial – falha no apoio – não é igual 
luxação → instabilidade, articulação sem fatores 
de estabilização pode ser adquirida ou congênita 
Estalo: crepitação seca é joelho com cartilagem 
gasta 
Crepitação úmida desgaste, mas ainda produz 
liquido sinovial 
SINAIS CLINICOS 
Derrame: acumulo de liquido na articulação = 
sinovite 
Sangue = hemartrose (edema por sangue) 
Pus = pioartrite – URGÊNCIA (não tem risco de 
vida para o paciente, mas precisa agir dentro de 
24h) 
Bloqueio articular: entorse, alça de balde, lesão 
de menisco, cartilagem que se soltou e funciona 
como um corpo livre, impacta na articulação 
- Dor, estalido, falseio, derrame e bloqueio 
- Dor: localização, periodicidade, início, fatores de 
melhora e piora, relação com atividade cotidiana 
- Aguda ou crônica 
Hemartrose = hemorragia no espaço intra-
articular, ocorre mais no tornozelo, joelhos e 
cotovelos 
 
INSPEÇÃO: 
- Marcha: assimetria de membro, dores 
específicos, tipo de joelho 
Flambagem: joelho sai para lateral, é desvio de 
eixo associado instabilidade ligamentar 
Inspeção estática: manchas, cicatrizes, varizes, 
edema, atrófica muscular, tumorações, retrações 
e eixo do membro 
Inspeção dinâmica: marcha, amplitude da flexo-
extensão do joelho, instabilidade 
 
ARCO DE MOVIMENTO 
Extensão: 0 a 135° de flexo-extensão 
Rotações: medial e lateral de 15° 
Palpação vascular: pulsos pediosos e tibial 
posterior, avaliar retorno venoso 
Obturador: nervo obturador – dor irradiada no 
joelho, analisar quadril e tornozelo 
Pulso pé: tibial posterior (atras do maléolo 
medial) ou pedioso (dorso do pé) 
Dor no joelho pode ser causa de quadril 
Artrose do quadril – sente dor irradiando por 
dentro da coxa – irradia para joelho 
EF: sempre uma articulação acima e abaixo 
PALPAÇÃO: 
Músculos: 3 vastos e 1 reto 
KEITI PEREIRA – MEDICINA UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - OSASCO 
 
Ligamento: quadríceps 
Patela é presa por 2 ligamentos: patelo femoral 
lateral e medial 
 
Mulher bursite em pata de ganso 
Osso – osso: ligamento 
Musculo-osso: tendão 
Entesite: quase zero de vascularização, tudo que 
está bem perto do osso 
PATO DE GANSO OU PATO DE ANSERINA - 
Semitendineo, Sartorio e Gracil 
- 3 musculos que fazem parte de joelho 
- Flexores do joelho – pode fazer tendinite 
Medial: pata de ganso 
Lateral: Bíceps 
Síndrome do corredor ou Jumping knee 
Interlinha articular – causa pode ser menisco 
(sobrecarga) 
Interlinha: espaço articular do joelho 
Dor lado de dentro do joelho (medial): ligamento 
colateral tibial, menisco, côndilo medial 
(cartilagem) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TESTES ESPECIAIS: 
Inchaço de joelho – 98% é lesão anotômica 
Tíbia é osso esponjoso 
DD: não consegue andar, protocolo PRICE, 
analgesia, gelo, imobiliza, RX 
RNM: não é exame de PS 
LCA: promove estabilização anterior (fêmur 
+ tíbia) – não deixa a tíbia vir pra frente 
• PIVÔ CENTRAL 
• PRINCIPAL FUNÇÃO= ESTABILIZAR 
ANTERIORMENTE A TÍBIA EM RELAÇÃO AO 
FÊMUR. 
• HEMARTROSE PÓS-TRAUMÁTICA DO JOELHO= 
70% A 80% DE CHANCE DE APRESENTAR UMA 
LESÃO DO LCA 
MANOBRAS 
• LACHMAN – consegue fazer com paciente com 
dor 
Rotação externa completa 
+ quando translação anterior da tíbia não 
encontrar um ponto de parada (end point) 
 
 
 
 
 
 
 
 
KEITI PEREIRA – MEDICINA UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - OSASCO 
 
•GAVETA ANTERIOR 
 
• TESTES PROVOCATIVOS DE SUBLUXAÇÃO 
CONHECIDOS COMO MANOBRAS DE RESSALTO 
(PIVOT) 
- Quando ocorre lesão do LCA, a tíbia em vez de 
girar externamente gira internamente 
PIVOT-SHIFT 
 
LCP: 
- Pivô central do joelho 
- Função principal é estabilizar posteriormente a 
tíbia e fêmur 
- Lesão em acidente – painel no carro 
 
- ZONA AGRIÃO: veia, artéria e nervo – lesão em 
LCP 
- Teste da gaveta posterior 
 
- Teste posterior – deslocamento posterior da 
tíbia 
- Teste de Godfrey 
 
COM O PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL E A 
ARTICULAÇÃO DO QUADRIL E JOELHO EM 
FLEXÃO DE 90 GRAUS, O EXAMINADOR MANTÉM 
A PERNA NESSA POSIÇÃO. O TESTE É POSITIVO 
QUANDO A TÍBIA PROXIMAL POSTERIORIZA-SE 
EM RELAÇÃO AOS CÔNDILOS FEMORAIS 
- Dial Test 
Canto póstero-lateral 
- Pivot-shift reverso 
- Rotação externa com recurvato – elevação pelo 
hálux o pé do paciente 
Rutura do ligamento de dentro/medial – paciente 
desvia em valgo – força estresse em valgo 
Entorse em varo – teste do varo do joelho – quer 
saber se teve lesão lateral 
 
T1: cora gordura (fica preto) 
T1 
KEITI PEREIRA – MEDICINA UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - OSASCO 
 
T2: cora líquido (fica branco) 
2 º imagem presença de coisa branca é sangue 
Ligamentos colaterais 
 
 
 
- Teste em valgo – entorse em valgo simples 
- Nem todo ligamento do joelho é cirúrgico 
- Ligamento medial tem chance de cicatrizar 
porque tem muita fibra 
Medial -restringe o varo 
- Teste de abdução zero a 30° de flexão para 
realizar o teste 
Lateral – restringe o valgo 
- Teste de adução 
LESÃO MENISCAL 
- Função: diminuir impacto do fêmur com a tíbia, 
permite o deslizamento das cartilagens desses 
ossos 
- Plano embaixo, porque a tíbia é plana 
- Amortecedor e estabilização do joelho 
- Lesão normalmente ocorre em jovens devido a 
trauma 
TIPOS DE LESÕES 
 
Demora 6 semanas para cicatrizar 
- Sutura meniscal 
- Patelofemural: dor no joelho, sem trauma, 
com sinovite – analgesia, com trauma, faz 
estabilização, RX, ambulatório 
Dor na frente do joelho: mais em mulher, 15-45 
anos, depois começa a ter artrose 
Compressão, apreensão 
Sinal de Basset – dor no epicôndilo medial 
quando a patela sofreu luxação 
Sinal J = tensão no retináculo lateral 
Mobilização lateral 
Inclinação patelar 
Ângulo Q
 
O ângulo Q (quadríceps) é uma medida de 
alinhamento patelar global, trata-se 
do ângulo entre uma linha que se estende da 
espinha ilíaca ântero-superior até o centro da 
patela e uma que se estende do centro da patela 
até o centro da tuberosidade tibial. 
Subluxação à gravidade 
KEITI PEREIRA – MEDICINA UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - OSASCO 
 
QUEM MEXE O JOELHO PARA FORA? saber 
os ligamentos e músculos – trato iliotibial... 
Quanto maior a flexão, maior a extensão 
- Excursão: hiperextensão tem hipermobilidade, 
quando mais 1 quadrante 
PTF – testes especiais (não precisa saber para a 
prova) 
Sinal da apreensão: coloca patela pra fora, a 
paciente segura a mão – chega reduzido 
Rabot – desgaste, condromalácia 
 
Hiperpressão: qualquer coisa que aumenta a 
pressão em hiperextensão ou flexão entre patela 
e fêmur – causa dor 
Luxação: perda da congruência articular 
Instabilidade: luxação, tanto que a patela 
instabiliza 
Teste específicos para lesão meniscal 
 
 
T2 – derrame 
Lesão de cartilagem 
Osteonecrose: perda da circulação 
Gonartrose: artrose do joelho 
Artrose: desgaste do osso 
Enquanto não é no osso é condral 
Osteófito – margem da articulação 
Tipos de lesão condral, saber 
RX: AP e PERFIL 
S/ carga – trauma 
CISTO DE BAKER: 
- Derrame articular 
- Diagnóstico diferencial de TVP 
- Paciente já tivera dor anterior de joelho 
 
 
ANATOMIA 
 
A articulação do joelho é uma articulação 
sinovial que conecta três ossos: o fêmur, a tíbia e a 
patela. 
- Articulaçãoem dobradiça formada por duas 
articulações: a articulação tibiofemoral e 
a articulação patelofemoral. 
https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/tipos-de-articulacoes-artrologia
https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/tipos-de-articulacoes-artrologia
https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/femur-pt
https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/osso-tibia
KEITI PEREIRA – MEDICINA UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - OSASCO 
 
- Tibiofemoral = articulação entre a tíbia e o fêmur, 
enquanto 
- Patelofemoral = articulação entre a patela e o 
fêmur. 
Ligamentos: 
- Ligamento patelar: continuação distal do 
quadríceps femoral, estabilização da patela 
 
- Ligamento colateral lateral (fibular): origem no 
epicôndilo lateral do fêmur, se insere na cabeça 
da fíbula 
 
- Ligamento colateral medial: forte, age junto 
com colateral lateral lateral no suporte à 
articulação do joelho e prevenindo movimentos 
laterais excessivos, restringe movimentos de 
rotação interna e externa 
 
- Ligamento poplíteo oblíquo e arqueado 
 
1. Oblíquo ou de Bourgery: reforça a parte 
posterior da cápsula articular, é uma 
expansão do tendão do músculo 
semimembranoso 
2. Arqueado: reforça a parte posterolateral 
da cápsula articular e junto com o poplíteo 
obliquo previne a hiperextensão do joelho 
Ligamentos cruzados 
- Cruzado anterior: importante para prevenir o 
rolamento posterior do fêmur, ou 
anteriorização da tíbia, e a luxação do côndilo 
femoral durante a flexão, bem como a 
hiperextensão da articulação do joelho. 
 
- Cruzado posterior: é quase duas vezes mais 
forte e é mais vascularizado que o ligamento 
cruzado anterior. Tem função oposta à do 
ligamento cruzado anterior, servindo para 
prevenir o rolamento anterior do fêmur, ou 
posteriorização da tíbia, e a luxação do côndilo 
femoral durante a extensão, bem como a 
hiperflexão da articulação do joelho. 
 
KEITI PEREIRA – MEDICINA UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - OSASCO 
 
NOTA CLÍNICA: 
Como a articulação do joelho é uma estrutura 
complexa que está sujeita a estresse 
biomecânico significativo todos os dias, ela é 
um local comum de lesões. Como seus 
principais estabilizadores são os ligamentos 
mencionados acima, qualquer movimento 
anormal do joelho como torção, giro, mudança 
brusca de direção ou contusão forte pode 
lesionar essas estruturas. Condições comuns 
incluem: 
- Tendinite patelar: é uma inflamação do 
ligamento patelar secundário ao estresse 
induzido pelo uso excessivo da articulação 
patelofemoral. Ela também é chamada de 
“joelho do saltador” pois ocorre com 
frequência em esportes como basquete ou 
vôlei, nos quais os jogadores recebem grandes 
impactos no joelho logo após um salto. 
Também é mais comum em indivíduos acima 
do peso, já que o joelho está sujeito a 
estresse adicional. 
- Lesão do ligamento cruzado anterior 
(LCA): variando de uma leve distensão até a 
ruptura completa do ligamento, essa lesão é 
comum entre atletas de esportes de contato, 
como futebol, ocorrendo devido a uma 
mudança súbita de direção ou após saltos. A 
lesão do LCA causa dor, edema e instabilidade 
da articulação do joelho. 
- Ruptura dos ligamentos 
colaterais: essas lesões ocorrem mais 
comumente em esportes de contato devido a 
contusões laterais no joelho. O ligamento 
colateral medial pode ser lesado por um 
trauma direto na lateral do joelho que 
empurra o joelho para dentro. A ruptura do 
ligamento colateral lateral geralmente ocorre 
após um trauma direto na face medial do 
joelho. 
- Tríade terrível: lesão do joelho 
caracterizada por rupturas do ligamento 
cruzado, ligamento colateral medial e menisco 
medial. É comumente causada por um trauma 
contuso na lateral do joelho, enquanto o pé 
está fixo no chão. Essa lesão geralmente 
ocorre em esportes como rugby e futebol.

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