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Um médico de maternidade pública é chamado para realizar a sala de parto de gestante de 35 semanas com pré-eclâmpsia. Um recém-nascido pesando 2,3 kg apresenta-se banhado em líquido amniótico meconial, hipotônico e respirando de forma irregular. O médico assistente decide levá-lo à mesa de reanimação para realizar aspiração de vias aéreas superiores sob calor. Além disso, posiciona o pescoço em leve extensão, aspira a boca e narinas e seca o paciente. Após 30 segundos, o recém-nascido mostra respiração irregular e frequência cardíaca = 80 bpm.
Considerando a situação acima descrita, assinale a alternativa que apresenta a próxima conduta que deve ser tomada pelo médico assistente.
A. Realizar ventilação com pressão positiva com máscara facial.
B. Realizar massagem cardíaca externa.
C. Realizar intubação orotraqueal.
D. Realizar aspiração traqueal sob visualização direta.
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Praticando Para o Saber

há 5 horas

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21 pág.

UNIGUAÇU

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há 5 horas

Vamos analisar a situação: - Recém-nascido de 35 semanas, 2,3 kg, com líquido amniótico meconial, hipotônico e respiração irregular. - Após aspiração e secagem, aos 30 segundos, apresenta respiração irregular e frequência cardíaca de 80 bpm. Segundo o protocolo de reanimação neonatal (como o NRP - Neonatal Resuscitation Program): - Se a frequência cardíaca está abaixo de 100 bpm e a respiração é irregular ou ausente, o próximo passo é iniciar ventilação com pressão positiva (VPP) com máscara facial para garantir a oxigenação adequada. - Massagem cardíaca externa só é indicada se a frequência cardíaca estiver abaixo de 60 bpm após 30 segundos de ventilação eficaz. - Intubação orotraqueal e aspiração traqueal são indicadas em casos específicos, como obstrução persistente das vias aéreas ou se a VPP não for eficaz. Portanto, a conduta correta é: A. Realizar ventilação com pressão positiva com máscara facial.

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Paciente de 35 anos, contente por sua primeira gravidez, começa o pré-natal na unidade básica de saúde (UBS) de seu bairro. Durante a consulta de enfermagem, é identificado, no exame das mamas, um nódulo na mama direita. Quando informada sobre esse achado, a paciente relata que sua mãe teve câncer de mama aos 38 anos.
Diante desse quadro, a conduta médica indicada é
A requisitar biópsia do nódulo mamário guiada por ultrassonografia.
B encaminhar a paciente para o ambulatório de gestação de alto risco.
C solicitar ultrassonografia de mamas e considerar realização de mamografia com proteção abdominal.
D aguardar o final da gestação para realizar investigação do nódulo a partir de ultrassonografia e de mamografia.

Mulher de 45 anos está em acompanhamento no ambulatório de mastologia de um hospital escola devido ao diagnóstico de câncer de mama há 3 anos. Fez tratamento cirúrgico e radioterapia e, no momento, faz uso apenas de tamoxifeno. Tem apresentado fluxos menstruais a cada 15-20 dias, com volume aumentado há 2 meses. Relata que, antes do tratamento do câncer de mama, só menstruava duas vezes por ano ou quando usava pílula contraceptiva. Apresenta um IMC de 28 kg/m², exame especular sem lesões visíveis e sem sangramento ativo e toque vaginal normal. Solicitada ultrassonografia transvaginal, ficou evidenciado endométrio heterogêneo de 15 mm e ovário direito com folículo de 23 mm.
Nesse caso, a conduta médica adequada é
A inserir DIU hormonal.
B suspender o tamoxifeno.
C indicar estudo histológico do endométrio.
D prescrever progestogênio em altas doses.

Uma mulher de 33 anos procura atendimento médico, referindo ter notado há 3 meses, durante autoexame das mamas, nodulação no quadrante súperolateral da mama direita. Não notou aumento de volume ou de tamanho do nódulo durante esse tempo. Relata ter mais facilidade de identificar o nódulo no período que antecede a menstruação e nega outras queixas associadas. É tabagista (10 cigarros/dia), ocorre – 4 vezes por semana –, engravidou uma única vez (parto normal, há dois anos), amamentou por 6 meses, faz uso de DIU de cobre, com boa adaptação. Sua menarca foi aos 11 anos, sexarca aos 18 anos, possui ciclos regulares (5-28), sua última menstruação foi há 15 dias. Relata história familiar de câncer de ovário (tia materna aos 47 anos) e de câncer de mama (sua mãe aos 42 anos). Ao exame físico, observa-se nódulo palpável em quadrante súperolateral da mama direita, com cerca de 3 cm; móvel, com consistência macia e limites definidos; sem outros achados. O ultrassom de mamas e axilas, realizado 20 dias após a consulta, revelou BIRADS 2 — observada lesão anecóica circunscrita, com reforço acústico posterior, sem septações, sem fluxo ao Doppler, em quadrante súperolateral da mama direita, medindo 2 cm em seu maior diâmetro.
Nesse caso, conforme as recomendações do Ministério da Saúde, quais são, respectivamente, a hipótese diagnóstica e a conduta adequada?
A. Fibroadenoma; tranquilizar a paciente e complementar a investigação com ressonância nuclear magnética da mama devido a maior densidade mamária.
B. Cisto de mama; orientar a cessação de tabagismo, prescrever analgésicos, se necessário, e orientar a paciente que se trata de um quadro benigno da mama.
C. Mamas normais; salientar a importância do autoexame das mamas como ferramenta importante no rastreamento de câncer se realizado todo mês antes da menstruação.
D. Adensamento mamário; recomendar cessação de tabagismo, uso de sutiã com suporte adequado e início de rastreamento para câncer de mama, além de solicitar mamografia.

Um pediatra é chamado para atendimento de um recém-nascido (RN) em sala de parto, sendo informado de que a gestante não realizou pré-natal. A criança nasce em apneia. O cordão umbilical foi clampeado imediatamente e o RN é levado à mesa de reanimação. O pediatra realiza os passos iniciais em, no máximo, 30 segundos, mas o RN continua em apneia. Considerando-se o quadro clínico descrito, qual é a conduta adequada nesse momento?
A Oferecer oxigênio inalatório.
B Indicar a entubação traqueal.
C Aplicar estímulo tátil com fricção circular no abdome.
D Iniciar a ventilação com pressão positiva por máscara.

Uma paciente de 53 anos de idade comparece ao ambulatório de Clínica Médica onde faz acompanhamento regular de suas doenças crônicas não transmissíveis (DCNTS - hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e obesidade). Durante a consulta de seguimento, a paciente manifesta preocupação com um 'caroço' que detectou há cerca de 1 mês em sua mama esquerda. Ela nega emagrecimento, dor local ou descarga mamilar. Além das medicações que faz uso em razão de suas DCNTs, a paciente vem em uso de terapia de reposição hormonal (TRH) desde que entrou na menopausa, há 12 anos. Ela tem 5 filhos, tendo sua menarca ocorrida de forma tardia (aos 15 anos). A paciente não fuma, nem consome álcool. Ao exame físico dirigido à queixa atual, o médico detecta a presença de lesão nodular de cerca de 2,5 cm, endurecida, não aderida a planos profundos e sem alterações cutâneas adjacentes, localizada no quadrante superior externo da mama esquerda; não são detectadas linfonodomegalias axilares ou supraclaviculares ipsilaterais.
Considerando a hipótese diagnóstica principal de neoplasia maligna de mama, seus fatores de risco relacionados e sua rotina de investigação diagnóstica, assinale a alternativa correta.
A) O histórico de menarca tardia, menopausa precoce e gestações múltiplas são fatores de risco reconhecidos.
B) Diferentemente da terapia de contracepção conjugada (estrógeno e progestágeno), a TRH não é fator de risco para a doença.
C) Na idade da paciente, a realização de ressonância magnética local não aumenta a especificidade das informações obtidas com a mamografia.
D) A chance de a paciente apresentar mutação hereditária no gene BRCA1 é alta, particularmente se seu tumor coexpressar receptores de estrogênio, progestágeno e HER2.

Um recém-nascido a termo de parto cesáreo, que foi indicado por sofrimento fetal, encontra-se, logo após o nascimento, hipotônico e cianótico, banhado em líquido meconial viscoso. Não houve retardo de crescimento intrauterino e a mãe não apresentou intercorrências durante a gestação. Na mesa de reanimação, foram realizadas as manobras iniciais de secagem, oferta de calor e aspiração de boca e narinas com sonda. Decorridos 15 segundos, o recém-nascido encontra-se hipotônico, com respiração irregular e frequência cardíaca de 75 bpm.
A conduta que deve ser realizada até completar o primeiro minuto da reanimação é
(A) aspirar traqueia sob visualização direta para remover o mecônio.
(B) intubar por via endotraqueal e ventilar com pressão positiva.
(C) intubar por via endotraqueal e aspirar vias aéreas inferiores.
(D) ventilar com pressão positiva através de máscara facial.

Uma mulher com 44 anos de idade é encaminhada para avaliação de nódulos mamários múltiplos, inicialmente atribuídos a possível doença fibrocística benigna da mama. A razão do encaminhamento ao especialista é a preocupação da paciente com o fato de uma tia paterna, com 68 anos de idade, ter sido recentemente diagnosticada com câncer de mama (adenocarcinoma ductal infiltrante). A paciente é multípara (G4P5), tendo sua primeira gestação ocorrido aos 36 anos de idade. Amamentou todos os filhos por pelo menos 1 ano. Sua menarca foi tardia, ocorrendo aos 16 anos de idade. Relata que seus ciclos menstruais são indolores e regulares, a cada 28 dias (3 dias de duração), com fluxo em volume normal. Mantém relações sexuais regulares, com parceiro único e sem uso de preservativo. Ela nega possuir comorbidades e alergias. No exame das mamas, são palpados múltiplos nódulos de consistência fibroelástica bilaterais, no meio dos quais é palpado um nódulo sólido, indolor e pouco móvel, de 2,0 cm de diâmetro, localizado no quadrante superior externo da mama esquerda; não há alterações cutâneas locais nem linfonodomegalias satélites, axilares, supraclaviculares ou cervicais. No exame físico geral, a paciente se encontra em bom estado, corada, com IMC = 23,5 kg/m2.
Além do nódulo sólido palpável, qual é o outro fator de risco para câncer de mama que a paciente apresenta?
(A) Multiparidade.
(B) Menarca tardia.
(C) Primeira gestação em idade avançada.
(D) Tia paterna com câncer de mama pós-menopausa.

Na Atenção Humanizada do Recém-nascido, as Boas Práticas do Nascimento incluem, entre outras ações, o clampeamento tardio do cordão umbilical.
A Organização Mundial da Saúde recomenda que o clampeamento deve ser feito, após o nascimento. Isso deve ser feito entre:
(A) 3 e 5 minutos.
(B) 1 e 3 minutos.
(C) 5 e 7 minutos.
(D) 7 e 10 minutos.

Uma mulher de 54 anos de idade, sem queixas, vem à consulta para revisão preventiva. Ela refere ter dois filhos e ter amamentado ambos. É tabagista, nega outras doenças e afirma que não faz uso de medicações. Ela se mostra preocupada com neoplasia, pois tem uma prima que teve câncer de colo uterino, mas nega história familiar de câncer de mama.
Considerando as evidências científicas de rastreamento de neoplasias, quais exames deverão ser solicitados nesse momento?
A Ecografia mamária, ecografia transvaginal e radiografia (Rx) de tórax.
B Mamografia, pesquisa de sangue oculto nas fezes e radiografia (Rx) de tórax.
C Ecografia mamária, ecografia transvaginal e exame citopatológico de colo uterino.
D Mamografia, exame citopatológico do colo uterino e pesquisa de sangue oculto nas fezes.

Você é chamado para prestar assistência neonatal durante um parto no qual foi constatado sofrimento fetal com líquido amniótico meconial. O Recém Nascido nasceu com Apgar 2 (Frequência cardíaca = 1 e Frequência Respiratória = 1).
A conduta inicial, conforme as normas vigentes de Reanimação Neonatal, é
A iniciar ventilação com ambu e máscara, aspirando o Recém Nascido após a recuperação da frequência cardíaca.
B iniciar ventilação com tubo oro-traqueal e aspirar o Recém Nascido após recuperação da frequência cardíaca.
C iniciar ventilação com pressão positiva e administrar adrenalina e massagem cardíaca.
D aspirar laringe e traquéia do Recém Nascido e ventilar com pressão positiva e ar ambiente.
E aspirar laringe e traquéia do Recém Nascido e oferecer oxigênio inalatório a 100%.

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