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Trabalho - O conceito e a relação com o tempo livre ao longo da história... 
O trabalho é a atividade ou ação humana que necessita do uso de capacidades físicas e mentais, destinada a satisfazer diversas necessidades. Existe desde a Pré-História, quando o homem inventou instrumentos como a pedra lascada e o machado para sobreviver e, posteriormente, no desenvolvimento de atividades de caça, pesca, coleta e agricultura. 
Trabalhar é uma atividade que tem um propósito e pode ter como fim a criação de bens materiais que supram as necessidades de sobrevivência (moradia, alimentação e proteção) ou necessidades culturais e psicológicas (arte, lazer, educação, etc.)
Nos tempos de hoje, o trabalho está cada vez mais atrelado à busca de um sentido e de uma expressão pessoal. Todo mundo sonha em fugir do estresse e da frustração profissional e ter um trabalho perfeito: bem remunerado, respeitado, estimulante mentalmente e emocionalmente. É muito comum a ideia de que para se alcançar a realização individual ou a felicidade, é preciso trabalhar com o que gosta.
Durante boa parte da história ocidental o trabalho foi considerado uma atividade depreciável, pois por muito tempo foi associado à atividade de escravo ou de pessoas consideradas inferiores na sociedade. 
O trabalho no século 21 No século 21 o trabalho se apresenta de outra forma, com muitos falando no fim do emprego como conhecemos: com carteira assinada, salário, férias e outras características. Cada vez mais o trabalho vem se organizando de forma diferente, não mais baseado nos princípios tayloristas e fordistas. As novas tecnologias também ajudaram a trazer um novo olhar sobre o trabalho. Se antes para a maioria importava construir uma carreira estável, subindo de cargo em uma empresa onde se trabalhava por toda a vida, hoje a visão sobre o emprego é outra. Grandes ideias não saem mais apenas das empresas, podem surgir dentro de grupos de amigos ou da universidade, como aconteceu com Facebook.
 No mundo atual, onde a cada instante surgem novas tecnologias e máquinas que superam os homens em suas mais simples tarefas, a modernidade de certa forma nos coloca diante de grandes perigos. Na antiguidade as pessoas participavam de muitas atividades que geravam um bem comum e mesmo os jovens exercendo uma tarefa como o pastoreio, se sentiam valorizadas por colaborar com suas famílias. Mas não foi sempre assim. Nessa luta em busca do seu espaço no mercado de trabalho, a partir das mudanças geradas com a Revolução Industrial, o homem teve que se adaptar a essa realidade e acabou distante do verdadeiro sentido do trabalho: servir seu próximo e tornar o mesmo uma via para seu crescimento espiritual, humano e profissional a partir do exercício da caridade.
 No mercado de trabalho atual algumas pessoas se sobressaem em relação a outras, o que é aceitável até certo ponto. Entretanto, mais difícil que alguém com experiência conseguir um emprego no mundo em que vivemos, é alguém sem essa experiência fazê-lo, o que nos remete a pensar justamente nos jovens. Logo, temos aqui o primeiro desafio da vida profissional de um jovem: experiência. Ele tem o conhecimento teórico, mas não teve oportunidade de praticá-lo. Sabe fazer, mas não teve oportunidade de fazer. Daí pensa-se num paradoxo que o assombra: “se não tem experiência, não serve; mas se não tiver oportunidade, que experiência ele terá”?
Esse é um desafio que pode ser ultrapassado com duas coisas que, num primeiro plano parecem aparentemente tão simples, mas que na realidade não se resolvem como num passe de mágica: a persuasão do jovem em mostrar que é capaz daquela demanda e a consciência de um chefe em querer desenvolver as habilidades e competências daquele jovem. Essas práticas exigem, diálogo, solidariedade, tolerância e empenho de ambas as partes.
Dada sua inexperiência profissional e sua recente entrada no mercado de trabalho, tem-se logo seu segundo desafio: o preconceito. “Ah! Ele é novo, não sabe como fazer”, “Isso aqui tá errado” “Com certeza foi aquele novato que fez” e outras frases tão clássicas que acometem os ouvidos de quem acabou de começar sua vida profissional. De certo que deve haver um treinamento antes e um acompanhamento das atividades desse novo colaborador. Esse se torna, portanto, mais que um desafio, um empecilho nesse aspecto da vida de um jovem.
O estágio supervisionado é uma excelente alternativa para quem quer ganhar experiência e amadurecer profissionalmente, tendo em vista que o jovem terá alguém que o acompanha de perto, sob uma ótica mais cuidadosa, além de ter a possibilidade de aplicar o conhecimento que adquire em sala de aula, culminando num exercício mais amplo daquilo que se tem como ideal ou sonho de vida. Mesmo assim ainda é um caminho restrito para uma parcela da juventude que são selecionados por seu desempenho em uma determinada atividade.
05/04/2021
Trabalho Formal e Informal
O trabalho formal é, no Brasil, qualquer ocupação trabalhista, manual ou intelectual, com benefícios e carteira profissional assinada. Consiste em trabalho fornecido por uma empresa, com todos os direitos trabalhistas garantidos.
No caso dos donos das empresas, chamados de empresários, essa remuneração é o lucro. Os donos têm poder para determinar o futuro da empresa. Esse poder, chamado de poder econômico, será tanto maior quanto maior for a empresa. Os trabalhadores que têm registro em carteira e seus direitos trabalhistas garantidos, recolhendo uma taxa para a aposentadoria (contribuição ao INSS - Instituto Nacional de Seguridade Social), ou as pessoas que, mesmo trabalhando por conta própria (sem que estejam empregadas em empresas ou órgãos do governo), recolhem determinadas taxas, desenvolvem atividades que são chamadas de formais, ou seja, estão de acordo com uma série de leis que se referem ao trabalho e às atividades econômicas."
Trabalho informal é o trabalho sem vínculos registrados na carteira de trabalho ou documentação equivalente, sendo geralmente desprovido de benefícios como remuneração fixa e férias pagas. O uso da expressão trabalho informal tem suas origens nos estudos realizados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) no âmbito do Programa Mundial de Emprego de 1972. Ela aparece, de forma particular, nos relatórios a respeito das condições de trabalho em Gana e Quênia, na África.
Avanços tecnológicos e relações de trabalho no processo histórico.

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