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Administração Geral e Pública- AJAA TRT-CE 
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Aula 05 
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AULA 5 
Administração Geral e Pública 
Estrutura Organizacional 
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Olá, pessoal! 
Vamos a nossa quinta aula. Tratarei dos temas abaixo: 
 
Aula Conteúdo Programático Data 
05 
2.3 Organização. 2.3.1 Estrutura organizacional. 2.3.2 
Tipos de departamentalização: características, 
vantagens e desvantagens de cada tipo. 2.3.3 
Organização informal. 2.3.4 Cultura organizacional.. 
06/09 
 
 
 
Sumário 
1.	Organização	...............................................................................................................................................	4	
2.	Estrutura	Organizacional	..........................................................................................................................	10	
2.1.	Departamentalização	............................................................................................................................	11	
2.1.1.	Departamentalização	Funcional	.........................................................................................................	12	
2.1.2.	Departamentalização	por	Produtos	ou	Serviços	................................................................................	15	
2.1.3.	Departamentalização	Geográfica	.......................................................................................................	16	
2.1.4.	Departamentalização	por	Processo	...................................................................................................	17	
2.1.5.	Departamentalização	por	Clientes	.....................................................................................................	18	
2.2	Estruturas	Organizacionais	.....................................................................................................................	19	
2.2.1.	Estrutura	Simples	...............................................................................................................................	21	
2.2.2.	Estrutura	Linear	..................................................................................................................................	21	
2.2.	3.	Burocracia	.........................................................................................................................................	23	
2.2.	4.Estrutura	Funcional	............................................................................................................................	23	
2.2.	5.Estrutura	Divisional	............................................................................................................................	24	
2.2.	6.	Estrutura	Matricial	............................................................................................................................	24	
2.2.	7.	Estrutura	Linha-staff	..........................................................................................................................	27	
2.2.8.	Estrutura	de	Equipe	...........................................................................................................................	28	
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2.2.9.	Estrutura	em	Rede	.............................................................................................................................	29	
2.2.10.	Classificação	de	Mintzberg	...............................................................................................................	31	
2.2.11.	Estrutura	Mecanicista	X		Orgânica	...................................................................................................	33	
3.	Cultura	Organizacional	.............................................................................................................................	35	
3.1	Ferramentas	que	ajudam	na	mudança	na	Cultura	da	Organização	.......................................................	36	
3.2.	O	que	é	Cultura?	...................................................................................................................................	39	
3.3	Componentes	da	Cultura	Organizacional	...............................................................................................	41	
3.4	Tipos	de	Cultura	.....................................................................................................................................	44	
4.	Organização	informal	...............................................................................................................................	46	
5.	Lista	de	Questões	.....................................................................................................................................	49	
6.	Gabarito	...................................................................................................................................................	56	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
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1.	Organização	
 
Organizar é a função que faz a distribuição das tarefas e recursos entre os 
membros da organização, define os níveis hierárquicos e delega poder para 
tomada de decisão. Implica em dividir, integrar e coordenar as atividades e os 
recursos organizacionais de forma a alcançar as metas definidas. O resultado 
final do processo de organização é o desenho da estrutura organizacional, 
tópico que veremos mais adiante nesta aula. 
Segundo Sobral e Pecci, a divisão do trabalho se materializa na especialização 
vertical e horizontal das tarefas sob a responsabilidade de um trabalhador, na 
hierarquia e na conseqüente disposição de autoridades e responsabilidades. 
Ainda segundo os autores citados, a integração é uma conseqüência direta da 
divisão do trabalho e refere-se ao agrupamento e associação das tarefas, 
atividades e recursos organizacionais em unidades de trabalho a fim de permitir 
melhor coordenação. 
Já a coordenação diz respeito à utilização de mecanismos que buscam a 
colaboração entre diversos departamentos, a fim de alcançar os objetivos 
globais da organização. 
Embora necessários no processo de organização, a divisão e a integração do 
trabalho em departamentos podem levar à perda da visão da organização, 
como um todo. A coordenação tem como função evitar isso, sem reduzir as 
diferenças que contribuem para a realização eficiente das tarefas. 
 
ITEM 1. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
A divisão do trabalho, cuja finalidade é produzir mais e melhor, com o mesmo esforço, é a 
maneira pela qual um processo complexo pode ser decomposto em uma série de tarefas. 
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Perfeito pessoal! Como vimos a divisão do trabalho refere-se à especialização 
vertical e horizontal do trabalho, com a conseqüente decomposição das 
atividades em tarefas. Desta forma a afirmativa está CERTA! 
 
Os elementos do processo de organização são a especialização do trabalho, a 
cadeia de comando, a amplitude de controle, os critérios de 
departamentalização, o grau desejável de centralização e o grau de 
formalização das funções e tarefas organizacionais. 
O grau de centralização refere-se ao nível hierárquico em que são tomadas as 
decisões. Centralização significa que a autoridade para tomar decisões está 
centrada no topo da organização, enfatizando a cadeia de comando. 
Descentralização significaque a autoridade para tomar decisões é distribuída 
pelos níveis inferiores da organização. 
Neste sentido um conceito é importante: delegação, que é o processo de 
transferir autoridade e responsabilidade para os membros organizacionais em 
níveis hierárquicos inferiores. Não é somente delegação de tarefas, mas de 
autoridade. 
 
 
ITEM 2. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
Quanto maior for o número de decisões tomadas na parte inferior da hierarquia administrativa, 
maior será o grau de descentralização. 
 
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Perfeito! Se as decisões são tomadas nos níveis inferiores, então há 
descentralização. Quanto maior o número de decisões , maior o grau de 
descentralização. A afirmativa está CERTA. 
 
ITEM 3. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
Quando a maioria das decisões importantes é tomada na parte superior da hierarquia 
administrativa, o grau de centralização é maior. 
 
Perfeito! Se as decisões, majoritariamente, são tomadas no topo da 
organização, então o grau de centralização é alto. Desta forma, a afirmativa é 
CERTA! 
 
ITEM 4. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
Quanto menor for a supervisão exigida sobre determinada decisão, maior será o grau de 
descentralização. 
 
Exatamente, pessoal! Descentralização significa transferir autonomia para 
tomada de decisão. Esta autonomia acarreta maior responsabilidade, incluindo 
menor supervisão. Desta forma a afirmativa está CERTA! 
 
O primeiro a incluir a coordenação como um elemento da Administração foi 
Henry Fayol. Para este autor, coordenação é a reunião, a unificação e a 
harmonização de toda a atividade e esforço. É a função da Administração 
responsável pela adaptação dos meios aos fins visados. Para Mooney, 
“coordenação é a distribuição ordenada do esforço do grupo, a fim de obter 
unidade de ação na consecução de um fio comum”. A coordenação indica que 
há um alvo ou objetivo a ser alcançado e que deve guiar as ações de todos na 
organização. 
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Malone (1990) afirma que dois dos mais fundamentais componentes da 
coordenação são a alocação de recursos escassos e a comunicação de 
resultados intermediários. Por exemplo, sincronizar atividades 
interdependentes envolve ambos desses componentes. Se uma atividade requer 
como entrada o resultado de uma outra atividade, então sincronizar a 
comunicação de resultados intermediários torna-se necessário. 
Para Mintzberg (1979) são cinco as formas fundamentais coordenação: ajuste 
mútuo, supervisão direta, padronização dos processos de trabalho, 
padronização dos resultados do trabalho e padronização das habilidades dos 
trabalhadores. 
• Ajuste mútuo 
É a forma mais simples de coordenação. Ocorre sempre que dois ou mais 
agentes concordam em compartilhar recursos para realizar uma meta em 
comum. A coordenação do trabalho é obtida pelo simples processo de 
comunicação informal. Neste tipo de coordenação não há nenhum controle de 
prioridade entre os agentes, a decisão é tomada num processo em conjunto. O 
controle do trabalho fica nas mãos dos operadores. Funciona para organizações 
simples e, paradoxalmente, em organizações complexas. Aqui a coordenação é 
feita pelos “pares”, ou seja, pelos funcionários com mesmo nível hierárquico ou 
sem consideração de hierarquia. 
 
• Supervisão direta 
A organização deixa de ser simples quando uma pessoa passa a ser responsável 
pelo trabalho de outras, dando-lhes instruções e supervisionando suas ações. A 
supervisão direta ocorre onde dois ou mais agentes já tenham estabelecidos um 
relacionamento no qual um agente tem o mesmo controle em cima dos outros. 
Nesta forma de coordenação, o supervisor controla o uso do compartilhamento 
dos recursos. Hierarquias são baseadas em processo de supervisão direta. Aqui 
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o “chefe” é que assume a coordenação. Segundo Mintzberg “a supervisão direta 
assume a coordenação quando uma pessoa passa a ser responsável pelo 
trabalho de outras, dando-lhes instruções e monitorando suas ações.” 
O método de coordenação por Ajuste mútuo trabalha bem com grupos 
pequenos. Entretanto, como o tamanho dos grupos (e o número de atividades) 
crescem, o número de links de informações e a quantia de informações que são 
trocadas. Com isto este método passa a se tornar inviável. Um grande grupo 
pode ser eficientemente dividido em subgrupos, então os supervisores podem 
manipular as poucas interações desses subgrupos. Subgrupos podem ser 
coordenados por ajuste mutuo ou por controle de hierarquia, dependendo do 
domínio da aplicação e das características das atividades 
 
• Padronizações dos processos de trabalho 
A padronização é obtida antes do trabalho ser realizado, sem ajustamento 
mútuo ou supervisão direta. Os operários sabem o que esperar do trabalho uns 
dos outros em circunstâncias ordinárias. Então, os processos do trabalho são 
padronizados quando o conteúdo do trabalho for especificado ou programado. 
 
• Padronizações dos resultados do trabalho 
Os outputs são padronizados quando os resultados do trabalho – por exemplo, 
as dimensões do produto ou o desempenho – forem especificados. Então, sua 
coordenação entre as tarefas é predeterminada. 
 
• Padronizações das habilidades dos trabalhadores 
As habilidades (e o conhecimento) são padronizados quando o tipo de 
treinamento exigido para o desempenho do trabalho for especificado. A 
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padronização das habilidades atinge indiretamente o que a padronização dos 
processos de trabalho (ou outputs) faz diretamente: controlar e coordenar o 
trabalho. 
À medida que o trabalho organizacional torna-se mais complicado, o meio 
favorecido de coordenação parece passar do ajustamento mútuo para a 
supervisão direta e, depois, para a padronização, preferencialmente dos 
processos de trabalho, diferentemente dos outputs ou mesmo das habilidades, 
que retornam, finalmente, ao ajustamento mútuo. 
 
Existem quatro problemas principais de coordenação a serem considerados: 
1. O número de pessoas a ser coordenadas; 
2. A estabilidade relativa da situação na qual as tarefas serão executadas; 
3. O grau de flexibilidade desejado; 
4. O custo. 
 
Conforme as características da organização em relação a estes fatores, é 
possível definir qual o mecanismo de coordenação primário a ser adotado. 
Quanto ao número de pessoas, o mecanismo de ajuste mútuo costuma ser 
eficiente para equipes pequenas. À medida que a equipe cresce, porém, o custo 
desta coordenação aumenta, pois as pessoas irão gastar muito tempo e espaço 
com ela. Assim, em equipes um pouco maiores, a supervisão direta torna-se 
mais adequada. Em equipes extremamente grandes, em que a supervisão é 
difícil, a solução é a padronização. 
O mesmo se aplica à complexidade das tarefas a serem executadas. Em tarefas 
pouco complexas, o ajuste mútuo e a supervisão direta tendem a ser mais 
efetivos. Em tarefas mais complexas, a coordenação é facilitada pela 
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padronização, pois haveria um esforço muito grande se a coordenação 
ocorresse pelo ajuste ou pela supervisão. 
A padronização, porém, não está isenta de desvantagens. Ela é a menos 
flexível: se padronizarmos e formalizarmos demais os processos de trabalho,ficará mais difícil modificá-los. A supervisão direta, por sua vez, é a forma mais 
flexível de coordenação. 
 
 
 
ITEM 5. (CESPE/TRE-RS/2003/ANALISTA JUDICIÁRIO ADMINISTRAÇÃO) 
Na proporção em que o trabalho organizacional se torna mais complexo, a coordenação parece 
ser mais facilitada pela padronização de processos de trabalho que pela supervisão 
simples. 
 
A afirmativa está CERTA! Foi o que vimos na aula: com a complexificação das 
organizações a padronização de processos de trabalho é a forma de 
coordenação mais adequada. 
2.	Estrutura	Organizacional	
 
Antes de falarmos sobre departamentalização é importante salientarmos o 
conceito de organização. 
Por organização podemos entender um “conjunto de pessoas que atuam 
juntas em uma criteriosa divisão de trabalho para alcançar um objetivo 
comum”. Neste sentido são instrumentos sociais para racionalmente os 
homens produzirem benefícios coletivos que individualmente seriam impossíveis 
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de serem alcançados. Porém, uma organização é mais do que meramente um 
instrumento para produção de bens e serviços. São espaços de sociabilidade, 
instrumentos sociais, onde a vida se propaga. 
Existem diversas formulações para o conceito de organização. O conceito 
exposto acima está no livro do Prof. Chiavenato, “Comportamento 
Organizacional”. Desta definição percebemos alguns elementos que compõem 
uma organização: pessoas, divisão do trabalho e objetivos comuns. Outra 
definição na mesma linha é a de Maximiano, segundo o qual organização é “um 
sistema de recursos que procura realizar algum tipo de objetivo (ou 
conjunto de objetivos). Além de objetivos e recursos, as organizações 
têm dois outros componentes principais: processos de transformação e 
divisão do trabalho”. 
Percebemos que este segundo autor inclui outro elemento como característica 
de uma organização: processos de transformação. Esta é uma característica 
essencial dos sistemas abertos. 
 
2.1.	Departamentalização	
A departamentalização é uma decorrência da complexificação das organizações. 
Quanto mais complexa a organização, mais especialização vertical – níveis 
hierárquicos- e mais especialização horizontal – maior número e 
departamentos. 
 
ITEM 6. (CESPE/MPU / 2010 / TECNICO ADMINISTRATIVO) 
De acordo com um dos princípios da departamentalização, as atividades de controle devem 
estar separadas das que serão objeto de controle. 
 
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A afirmativa está CERTA! Vimos alguns princípios do controle anteriormente, 
mas ao planejar o tipo de departamentalização em uma organização uma 
premissa básica é que as atividades de controle devem estar separadas das 
atividades que serão controladas para que se obtenha plena eficiência do 
controle. 
 
ITEM 7. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
Um departamento, em uma organização, é um agregado de cargos, não podendo, em nenhuma 
circunstância, corresponder a um único cargo. 
 
Pessoal, de fato um departamento é um agregado de cargos. No entanto, eu 
posso ter um departamento com um só determinado cargo. Isto depende da 
estratégia da organização. Desta forma, a afirmativa está ERRADA! 
 
Vejamos alguns modelos de departamentalização: 
2.1.1.	Departamentalização	Funcional	
É a departamentalização por funções, que agrupa os especialistas por funções 
similares na organização. Imagine uma empresa e seus departamentos: ela 
terá o departamento de Finanças, o de suprimentos, o de RH, etc. Poderá haver 
outros. O importante aqui é que os departamentos são especializados por 
função. Os especialistas de cada função são alocados todos juntos em um 
departamento. Poderá haver subdivisões, em face de haver ainda mais 
especializações naquele departamento. Por exemplo, o departamento de RH 
poderá ter a seção de Recrutamento e a seção de Treinamento. A grande 
vantagem é que, como todos os especialistas estão juntos, haverá maior 
eficiência e economia de escala, no que diz respeito aos custos com pessoal. A 
desvantagem é que os trabalhadores de uma estrutura funcional tendem a se 
relacionar pouco com os de outras partes da organização. O foco é estreito e 
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está baseado em condições homogêneas. Isto pode acarretar em alongamento 
dos prazos no atendimento ás demandas, e conseqüentemente os custos na 
produção tendem a ser maiores. 
 
 
ITEM 8. (CESPE/TCU/2009/ AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO) 
Um dos tipos de departamentalização que busca obedecer ao princípio da especialização 
ocupacional é a departamentalização funcional. 
 
A afirmativa está CERTA! Como vimos acima a departamentalização funcional 
agrupa os especialistas por funções similares na organização. 
 
 
ITEM 9. (CESPE/TCU/2009/ AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO) 
Visando garantir o melhor cumprimento de prazos e orçamentos, deve-se evitar adotar a 
departamentalização funcional. 
 
A afirmativa é CERTA! Como vimos na aula, uma desvantagem da 
departamentalização funcional é a distância gerada entre os departamentos, 
que tem como conseqência aumento de prazos e custos. 
 
Outra questão sobre departamentalização funcional: 
 
ITEM 10. (CESPE/TCU/2009/ AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO) 
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Para se fomentar condições favoráveis à inovação e criatividade, deve-se adotar a 
departamentalização funcional, em virtude da adaptação às demandas dos clientes externos. 
 
A afirmativa está ERRADA! Inovação e criatividade não são estimuladas na 
departamentalização funcional, justamente pelo afastamento de outros órgãos 
especializados. É a convivência multiprofissional, multi-especializada que 
estimula a criatividade. Uma outra desvantagem da departamentalização 
funcional é a auto-referência, típica disfunção da burocracia, que ao se voltar 
para as necessidades da especialização deixa de considerar em primeiro plano o 
cliente. 
 
Agora vejam só como as bancas costumam se repetir, mudando um pouco os 
enunciados. 
 
ITEM 11. (CESPE/DETRAN-ES/2010/ESTATÍSTICO) 
A adoção da departamentalização funcional é contra-indicada caso a direção de um órgão 
público objetive criar, nos diversos setores desse órgão, estrutura de trabalho que favoreça o 
desenvolvimento da inovação e da criatividade. 
 
A afirmativa está CERTA! É justamente a afirmação contrária à questão 
anterior. Inovação e criatividade não são estimuladas na departamentalização 
funcional, justamente pelo afastamento de outros órgãos especializados. É a 
convivência multiprofissional, multi-especializada que estimula a criatividade. 
 
ITEM 12. (CESPE/MPU/ 2010 / TECNICO ADMINISTRATIVO) 
A departamentalização funcional é adequada para o desenvolvimento de atividades continuadas 
e rotineiras em que sejam utilizados recursos especializados. 
 
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A afirmativa está CERTA! Para atividades rotineira, com pouca variação, a 
departamentalização funcional é adequada pois permite prever corretamente as 
atividades a serem realizadas. Desta forma consegue-se obter vantagem com o 
agrupamento dos especialistas: a produção poderá ser perfeitamente planejada 
e com isto ganha-se escala e reduzem-se custos. 
 
ITEM 13. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
Entre os critérios de departamentalização, inclui-se o funcional, organizadopor tarefas 
independentes e orientadas para um objetivo geral. 
 
Negativo, pessoal! A departamentalização funcional agrupa os especialistas por 
funções similares na organização. Sendo assim, a afirmativa está ERRADA! 
2.1.2.	Departamentalização	por	Produtos	ou	Serviços	
É o agrupamento das pessoas e tarefas de acordo com cada produto ou serviço. 
Neste modelo haverá um departamento para cada produto e nele estarão 
alocados todos os profissionais que lidam com ele. Desta forma o profissional de 
RH, responsável por seleção de pessoas, e o de contabilidade, especialista em 
impostos, que trabalham em uma indústria de automóveis estarão no mesmo 
departamento, para cuidar do produto da marca A. 
	
ITEM 14. (CESPE/MPU/ 2010 / TECNICO ADMINISTRATIVO) 
A departamentalização por produto permite uma visão única acerca da organização e o controle 
eficaz sobre seu conjunto. 
 
A afirmativa está ERRADA! A característica da departamentalização por 
produto é a especialização em determinado produto, o que reduz a visão 
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apenas para aquele produto, e conseqüentemente o controle apenas para o 
produto específico. 
 
2.1.3.	Departamentalização	Geográfica 
É o agrupamento de tarefas e pessoas com base na área geográfica ou 
territorial. Neste modelo cada departamento serve uma determinada área 
geográfica. Exemplo: departamento de vendas de uma fábrica de automóveis. 
Pode existir o departamento de venda para a região sul e outro para a região 
norte. 
 
ITEM 15. (CESPE/MPU/ 2010 / TECNICO ADMINISTRATIVO) 
O enfraquecimento da especialização constitui uma desvantagem	da	departamentalização	geográfica.		
	
A afirmativa é CERTA! Quando se dividem os departamentos de especialistas 
em várias regiões há um enfraquecimento da especialização. 
 
 
 
ITEM 16. (CESPE/MINISTÉRIO DA SAÚDE/2008/ TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR NÍVEL 
IV/ AREA DE ATUAÇÃO 13) 
A departamentalização territorial é freqüentemente utilizada por organizações que possuem 
unidades territorialmente dispersas, como é o caso do MS. 
 
A afirmativa está CERTA! A departamentalização geográfica é também 
denominada departamentalização territorial. Para uma instituição que tenha 
bases nacionais, como é o caso do Ministério da Saúde, este é um tipo de 
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departamentalização adequada. Certamente haverá em cada estado da 
federação um departamento de gestão de pessoas para cuidar daquela base 
geográfica. 
2.1.4.	Departamentalização	por	Processo	
É o agrupamento de tarefas e pessoas ao longo do fluxo produtivo. É a 
especialização baseada em etapas do processo produtivo. Em uma metalúrgica 
podemos ter assim o departamento de fundição, outro para modelagem e outro 
para acabamento. 
 
ITEM 17. (CESPE/MDS/2006/ADMINISTRADOR) 
O uso do critério de departamentalização por processo deve ficar restrito ao primeiro nível 
hierárquico das empresas. 
 
A afirmativa está ERRADA! Ora, como vimos acima a departamentalização por 
processo pode estar em vários níveis hierárquicos, pode ser feito ao logo do 
fluxo produtivo. Posso ter um departamento de produção industrial, por 
exemplo, subordinado ao departamento de produção geral. 
	
ITEM 18. (CESPE/MPU / 2010 / TECNICO ADMINISTRATIVO) 
A departamentalização por processos favorece a rápida adaptação da empresa às mudanças 
organizacionais. 
 
A afirmativa está ERRADA! A revisão dos processos é demorada e tem custo 
elevado. Por isto em cenários de grandes mudanças não se deve adotar a 
departamentalização por processo, mas sim outro tipo mais flexível e adaptável 
à mudanças. 
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2.1.5.	Departamentalização	por	Clientes	
É o agrupamento de tarefas e pessoas com foco em clientes ou consumidores 
específicos. Numa grande loja podemos ter o departamento feminino, o 
masculino e o infantil. Numa empresa de serviços de engenharia poderíamos ter 
o departamento de grandes obras, obras médias e obras pequenas. A idéia é 
que cada tipo de cliente tem necessidades diferentes. 
 
	
ITEM 19. (CESPE/MPU/ 2010 / TECNICO ADMINISTRATIVO) 
A departamentalização por clientes atende de forma mais apropriada a organização cujos 
objetivos principais sejam o lucro e a produtividade. 
 
A afirmativa está ERRADA! Atender as especificidades de cada cliente é uma 
vantagem para o cliente, mas há um decréscimo de produtividade para a 
organização, e conseqüentemente diminuição do lucro. 
 
Vejamos algumas questões genéricas sobre departamentalização. 
ITEM 20. (CESPE/MDS/2006/ADMINISTRADOR) 
Uma empresa deve ter, em todos os seus níveis hierárquicos, os mesmos critérios de 
departamentalização. 
A afirmativa está ERRADA! Uma empresa pode ter em níveis hierárquicos 
diferentes, critérios diferentes de departamentalização. Imaginem o seguinte: 
Na matriz de uma grande empresa, no nível da Diretoria adota-se a 
departamentalização funcional e nas congêneres, ao nível gerencial adota-se a 
departamentalização por produto. Desta forma haverá uma Diretoria de 
Recursos Humanos e haverá gerências de produtos, onde existirá para cada 
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produto um profissional ou uma equipe de Recursos humanos para cuidar da 
função RH. 
 
Agora observem como na mesma prova a CESPE fez afirmativa contrária 
 
ITEM 21. (CESPE/MDS/2006/ADMINISTRADOR) 
É comum empresas usarem diferentes critérios de departamentalização na mesma estrutura 
organizacional. 
 
A afirmativa está CERTA! Vejam que é uma afirmação contrária á questão 
anterior. Era óbvio que uma estaria certa e a outra errada. O problema é 
quando não sabemos o motivo. Agora nós já sabemos e não podemos errar 
questões com este conteúdo. 
 
2.2	Estruturas	Organizacionais	
Estruturas organizacionais são formatos em que são definidas como as tarefas 
são distribuídas, agrupadas e coordenadas. Depende da estratégia da 
organização, do seu tamanho e do ambiente em que está inserida. Nas 
estruturas organizacionais são definidos os departamentos e os canais por onde 
fluem a autoridade e a comunicação. 
 
 
ITEM 22. (CESPE/EMBASA/2009/ADMINISTRAÇÃO) 
O agrupamento de pessoas em departamentos e de departamentos na composição da 
organização identifica a estrutura de uma organização. 
 
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Exatamente pessoal! As estruturas organizacionais refletem os departamentos 
que são compostos por agrupamento de pessoas. O critério para agrupamento 
pode variar, conforme vimos. Portanto, a alternativa está CERTA! 
 
ITEM 23. (CESPE/MINISTÉRIO DA SAÚDE/2008/ TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR NÍVEL 
IV/ AREA DE ATUAÇÃO 13) 
O sistema de responsabilidade é um dos componentes da estrutura organizacional, sendo 
resultado da forma de alocação das atividades, incluindo a departamentalização e a distribuição 
linha e assessoria. 
	
A afirmativa está CERTA! A estrutura organizacional define a distribuição de 
responsabilidades dentro da organização. A distribuição em linha refere-se aos 
departamentos de execução das tarefas e assessoria aos orgãos de apoio e de 
consultoria. 
 
ITEM 24. (CESPE/INMETRO/2010/GESTÃO PÚBLICA ) 
Entre os elementos que devem ser observados no projeto de uma estrutura organizacional, 
incluem-se: especialização do trabalho; departamentalização; cadeia de comando; amplitude de 
controle; centralização e descentralização; e formalização.A afirmativa está CERTA! Os elementos citados compõem o conjunto de 
aspectos que devem ser observados ao se planejar a estrutura organizacional: 
especialização do trabalho; departamentalização; cadeia de comando; 
amplitude de controle; centralização e descentralização; e formalização. Na 
verdade o tipo de estrutura irá depender de cada uma destas variáveis: do nível 
desejado de especialização, da departamentalização desenhada, etc. 
 
Vejamos alguns modelos de estruturas organizacionais: 
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2.2.1.	Estrutura	Simples	
É o tipo de estrutura mais elementar. É comum em pequenas organizações e 
apresenta as seguintes características: 
1. Centralização da autoridade. Todo o processo decisório está 
centralizado na alta cúpula da organização. 
2. Simplicidade. Tem poucas regras e formalização. As 
responsabilidades são bem definidas e há muito improviso. 
3. Pouca hierarquia. A estrutura é achatada e horizontal. Tem no 
máximo dois níveis e por isto é muito ágil. 
4. Baixo grau de departamentalização. Não há tarefas complexas, por 
isto também a departamentalização é quase inexistente. 
5. Elevada amplitude controle. O número de subordinados para cada 
chefe é elevado. Em geral o dirigente principal comanda tudo. 
6. Agilidade e Flexibilidade. Em função do tamanho esta estrutura 
apresenta enorme capacidade de resposta ao ambiente externo, com 
muita flexibilidade para mudança. 
 
Decorre destas características a desvantagem de que o crescimento da 
organização pode ser estancada em função do processo decisório estar 
centralizado. 
2.2.2.	Estrutura	Linear	
É uma estrutura simples, porém com vários níveis hierárquicos. É do tipo 
piramidal. Este tipo de estrutura baseia-se no princípio da unidade de comando, 
conforme preconizado por Henri Fayol. 
As características deste tipo de estrutura são: 
 
Autoridade linear ou única: decorre do princípio da unidade de comando, que 
enuncia que cada trabalhador deve se reportar a apenas um chefe. 
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Linhas formais de comunicação: Este princípio enuncia que a comunicação deve 
seguir apenas os canais formais, de acordo com a estrutura preconizada no 
organograma da organização. A estrutura linear preconiza que a comunicação 
entre as pessoas deve ser apenas a formal. (hierárquica) 
 
Centralização das decisões: Centralização/descentralização é a posição na 
hierarquia em que as decisões são tomadas, ou a posição em que a autoridade 
e a responsabilidade estão localizadas. As organizações lineares são 
centralizadas, ou seja, todas as decisões importantes são tomadas pela alta 
cúpula. 
 
Formato piramidal:. A base é extensa, enquanto a cúpula é única, lembrando 
uma verdadeira pirâmide. 
 
 
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2.2.	3.	Burocracia	
A Burocracia é caracterizada pela padronização, por tarefas operacionais 
rotineiras, realizadas por grande especialização, autoridade centralizada, regras 
e regulamentos bastante formais, pequena amplitude de controle. 
Este é um modelo que tem as vantagens e as desvantagens da Burocracia. 
As vantagens são: racionalidade, cargos precisamente delimitados, 
interpretação inequívoca de informações, uniformidade de rotinas e 
procedimentos, continuidade da organização, constância e confiabilidade. 
As desvantagens ou limitações são: é auto-referida, rígida, inflexível e 
apresenta disfunções em face do excesso de burocracia. 
A estrutura burocrática está associada ao modelo de departamentalização 
funcional. 
 
 
ITEM 25. (CESPE/PETROBRAS/2004/ADMINISTRADOR) 
As estruturas tradicionais utilizam especialmente a comunicação vertical. 
 
A afirmativa está CORRETA! Nas estruturas tradicionais, como a Burocracia e a 
estrutura em linha, a comunicação é vertical, baseada na hierarquia. 
 
2.2.	4.Estrutura	Funcional	
A estrutura é organizada por especialização por funções. A autoridade é 
baseada na especialização, e por isto é dividida . Um mesmo funcionário pode 
se reportar a diversos supervisores, de acordo com as especializações dos 
supervisores e a tarefa que estiver sendo realizada. A autoridade está baseada 
no conhecimento. 
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2.2.	5.Estrutura	Divisional	
A estrutura agrega as tarefas em diferentes unidades semi-autônomas segundo 
o objetivo para o qual concorrem: produtos, mercados ou clientes. Corresponde 
às departamentalizações por produtos, clientes ou projetos. 
 
2.2.	6.	Estrutura	Matricial	
É uma estrutura híbrida ou mista que combina as vantagens da estrutura 
funcional com o melhor da estrutura divisional ( alguns autores falam da 
combinação da departamentalização funcional com departamentalização por 
produtos). Neste modelo existe uma dupla linha de autoridade. Não há unidade 
de comando neste modelo, pois o gerente de marketing deverá discutir as 
ações de marketing do produto A com o gerente do departamento do produto 
A. Assim cada funcionário passa a ter dupla subordinação, ao gerente funcional 
e ao gerente do produto. 
 
Suas principais vantagens são: 
• reúne as vantagens dos dois modelos de departamentalização, 
neutralizando seus aspectos negativos. Exemplo, tem a vantagem da 
especialização do modelo funcional com a vantagem do foco no negócio 
do modelo por produto. 
• Melhora a comunicação e integra diversos especialistas; 
• Facilita a coordenação das tarefas complexas e interdependentes; 
• Permite a rotação de especialistas em diversos produtos; 
• Oferece economia de escala. 
 
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Fonte: Chiavenato (2005) 
 
 
ITEM 26. (CESPE/TCU/2009/ AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO) 
Visando facilitar a comunicação e coesão do grupo, pode-se adotar a departamentalização 
matricial. 
 
A afirmativa está CORRETA! Embora a banca tenha confundido 
departamentalização com estrutura, podemos considerar a departamentalização 
matricial da questão como estrutura matricial (alguns autores também juntam 
tudo- departamentalização e estrutura- em um conceito só). Vimos acima na 
aula que este tipo de estrutura melhora a comunicação entre os o grupo e 
integra diversos especialistas. 
 
Vejamos outras questões: 
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ITEM 27. (CESPE/DETRAN-ES/2010/ESTATÍSTICO) 
Caso o objetivo do gestor de órgão público seja garantir a coesão do grupo e a comunicação 
entre os seus membros, ele deve evitar adotar a estrutura de departamentalização matricial. 
 
A afirmativa está ERRADA! Viram como é repetição mais uma vez de questão 
já realizada anteriormente com pequena alteração? Vimos acima na aula que 
este tipo de estrutura melhora a comunicação entre os o grupo e integra 
diversos especialistas. 
 
ITEM 28. (CESPE/INMETRO/2010/GESTÃO PÚBLICA ) 
A estrutura matricial consiste em um modelo de estrutura organizacional complexo que, por 
isso, é pouco conhecido e utilizado. 
 
A afirmativa está ERRADA! A estrutura matricial é bastante conhecida e muito 
utilizada nas organizações. 
 
ITEM 29. (CESPE/PETROBRAS/2004/ADMINISTRADOR) 
Um dos principais aspectos da estrutura matricial está no fato de ela romper com o princípio na 
unidade de comando. 
 
A afirmativa está CORRETA! Perfeito! Como vimos em aula, neste modelo 
existeuma dupla linha de autoridade. 
 
ITEM 30. (CESPE/EMBASA/2009/ADMINISTRAÇÃO) 
A estrutura matricial deve ser usada somente em empresas que tenham um número elevado de 
projetos de engenharia. 
 
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Negativo pessoal! A estrutura matricial pode ser usada por empresas de 
diferentes ramos. A essência é combinar a departamentalização funcional com a 
departamentalização por produtos. Desta forma, a afirmativa está ERRADA! 
 
ITEM 31. (CESPE/EBC/2011/ANALISTA ADMINISTRAÇÃO) 
O modelo matricial é um tipo de estrutura resultante da integração de dois tipos de 
organogramas: o modelo tradicional de estrutura funcional e o modelo de estrutura organizado 
por projeto. 
 
Perfeito pessoal! A estrutura matricial pode ser a combinação da estrutura 
funcional com a estrutura por projeto. Já vi algumas questões em que a banca 
considerou correto que a estrutura matricial era a combinação de dois tipos de 
estruturas diferentes. Desta forma a afirmativa está CERTA! 
2.2.	7.	Estrutura	Linha-staff	
Também chamada linha-assessoria. É a combinação da linear (ou simples) com 
a funcional. Existem órgãos de linha (são os departamentos de execução das 
tarefas) e órgão de assessoria (apoio e de consultoria) que se relacionam. 
 Os órgãos de linha utilizam-se de autoridade linear e pelo princípio escalar, já 
os de staff prestam assessoria e serviços especializados. 
 
Os órgãos de linha se concentram no alcance dos resultados da empresa e os 
de staff ou assessoria na prestação de serviços especializados e consultoria 
técnica, o que acarreta na influência sobre os trabalhos realizados pelos órgãos 
de linha. Há um certo predomínio dos órgãos de linha, em função de suas 
atividades gerarem os resultados. 
 
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ITEM 32. (CESPE/ TST/2007/ANALISTA JUDICIÁRIO- ADMINISTRATIVO) 
Uma vantagem da organização do tipo linha (staff) é a disponibilização de serviços 
especializados, em uma época de forte competição, sem interferência da autoridade principal. 
Os serviços oferecidos podem ser implementados segundo a conveniência e a oportunidade de 
cada órgão ou setor da entidade. 
 
A afirmativa é CERTA! Existe a disponibilização de serviços especializados 
através dos órgãos de assessoria ou staff. A autoridade principal ainda está 
concentrada nos órgãos de linha. Estes órgão de assessoria prestam consultoria 
técnica, portanto a decisão da implementação é dos órgãos de linha. 
 
2.2.8.	Estrutura	de	Equipe	
 
É um modelo em que ocorre a descentralização do processo decisório ao 
mesmo tempo que desmonta as barreiras departamentais. O paradoxo do 
modelo é que as pessoas tem que ser ao mesmo tempo generalistas e 
especialistas. 
 
Há grandes organizações que baseadas no modelo burocrático que usam as 
estruturas de equipe para dar maior agilidade e flexibilidade e aumentar a 
eficiência. As equipes podem ser fixas ou transitórias, por projetos. Os 
membros de uma equipe podem participar simultaneamente de duas ou mais 
equipes. 
 
Os pontos fortes desta estrutura são: 
1. Redução das barreiras entre departamentos; 
2. Mais flexibilidade e menor tempo de resposta aos clientes; 
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3. Maior participação das pessoas; 
4. Menores custos administrativos, devido ao menor número de gerentes. 
 
Os pontos fracos são: 
1. Maior tempo dispendido para coordenação, em função das reuniões; 
2. Pode provocar descentralização exagerada e não planejada. 
 
Fonte: Chiavenato (2005) 
2.2.9.	Estrutura	em	Rede	
É uma estrutura que terceiriza a maior parte de suas funções de negócio e por 
isto mesmo tem tamanho pequeno. É totalmente descentralizada com pouca ou 
nenhuma departamentalização. Concentra-se na sua atividade principal. A 
empresa pode ser grande, mas irá contar com um número reduzido de 
profissionais ligados em rede. Outras pessoas serão contratadas, mas apenas 
por projetos ou outras empresas serão contratadas para realizar atividades sob 
encomenda. 
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Um diferencial da estrutura em rede é a composição da cadeia de comando. 
Nas estruturas tradicionais a cadeia de comando atua como o principal meio de 
coordenação. A estrutura em rede é mais achatada, geralmente sem gerentes 
intermediários de nível tático, e por isto o poder para tomar decisões é 
delegado para os níveis inferiores da organização. 
 
As vantagens deste modelo são: 
1. Flexibilidade. Cada projeto conta com os especialistas necessários apenas. 
2. Custos administrativos baixos. Não existe uma grande organização fixa a 
ser mantida. 
3. Adequação a cada projeto. As equipes são montadas e desfeitas a cada 
projeto; 
 
As desvantagens são: 
1. Falta de controle global. Os gerentes dependem de operações e contratos 
com outras empresas, o que reduz o poder de ação; 
2. Maior incerteza e potencial de falhas, uma vez que inúmeras operações 
estão em mãos de terceiros. 
3. A lealdade dos colaboradores é enfraquecida, pois sabem que serão 
dispensados ao fim do projeto. 
 
 
 
ITEM 33. (CESPE/EMBASA/2009/ADMINISTRAÇÃO) 
A estrutura de rede utiliza-se da abordagem de livre mercado para substituir a hierarquia 
vertical. 
 
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Perfeito pessoal! Na estrutura em rede, há forte descentralização, e por isto 
queda das hierarquias. Vale a competência técnica das equipes, alocadas para 
projetos específicos. Desta forma a afirmativa está CERTA! 
	
2.2.10.	Classificação	de	Mintzberg	
 
Henry Mintzberg propôs os modelos concretos de organização. Para ele existem 
cinco formas principais com as quais as tarefas são coordenadas: por ajuste 
mútuo, por supervisão direta, por padronização de habilidades, por processos 
de trabalho ou por resultados. Estes cinco métodos de coordenação podem ser 
combinados com os elementos essenciais da estrutura e produzir cinco formas 
estruturais: estrutura simples, burocracia mecanizada, burocracia profissional, 
modelo divisional e adhocracia. Vejamos cada um deles: 
 
1. Estrutura simples. Característico de organizações pequenas 
inseridas em ambientes simples e dinâmico. O poder e a tomada de 
decisão são concentrados no diretor executivo, em geral o dono da 
empresa, e o fluxo de autoridade é de cima para baixo. O mecanismo de 
coordenação é a supervisão direta. Típico de pequenos negócios. 
2. Burocracia mecanizada. É típica das grandes organizações inseridas 
em ambientes simples e estáveis. O trabalho é altamente especializado e 
formalizado. As decisões se concentram no topo da estrutura 
organizacional. A padronização de processos é o mecanismo primário de 
coordenação. É uma estrutura altamente burocrática que não precisa se 
adaptar rapidamente à mudanças pois o ambiente é estável. 
 
3. Burocracia Profissional. Encontrada em ambientes complexos e 
estáveis se baseia na padronização das habilidades como meio de 
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coordenação. Há muita especialização horizontal por áreas de 
conhecimento, mas pouca formalização. O processo de tomada de decisão 
é descentralizado e ocorre onde está concentrada a especialização e o 
conhecimento sobre o tema relacionado. Apesar da falta de centralização 
a burocracia estabiliza suas ações e tarefas comnormas e procedimentos 
desenvolvidos nos grupos profissionais. 
 
4. Modelo Divisional. É característico das empresas antigas e muito 
grandes, inseridas em ambientes simples e estáveis, envolvendo 
inúmeros mercados. Parece coma burocracia mecanizada, mas aqui existe 
alguma especialização vertical e horizontal. A tomada de decisão é 
dividida entre sedes e divisões. Um exemplo de empresa que adota este 
modelo é a GM. Aqui a coordenação é realizada por resultados. 
 
5. Adhocracia. Recebe também a denominação de organização sem 
fronteiras. É típico de organizações jovens, envolvidas em áreas 
altamente técnicas nas quais o ambiente é complexo e dinâmico. O 
processo de decisão está espalhado por toda a organização e poder está 
nas mãos dos especialistas. A coordenação ocorre por ajuste mútuo, com 
base na comunicação e contatos pessoais. É um modelo que incentiva a 
inovação. As empresas da era da informação, como Microsoft e Google 
adotam este modelo. 
 
 
 
 
ITEM 34. (CESPE/PETROBRAS/2004/ADMINISTRADOR) 
A adhocracia é uma estrutura organizacional cada vez mais utilizada, especialmente nos 
grandes conglomerados, e uma de suas principais características, o que possibilita uma maior 
produtividade e desempenho, é o fato de ela contar com uma elevada formalização do 
comportamento. 
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A afirmativa está ERRADA! Como é típica de organizações jovens não há 
formalidade nos comportamentos. Lembra do Google?!! Não podemos afirmar 
que é muito utilizada em grandes conglomerados, apesar de ser típica da 
Microsoft e Google. 
 
ITEM 35. (CESPE/PETROBRAS/2004/ADMINISTRADOR) 
Uma das principais desvantagens da adhocracia é não utilizar instrumentos de interligação 
entre as diversas áreas de trabalho. 
 
A afirmativa está ERRADA! A grande vantagem da Adhocracia é justamente 
não ter regras rígidas de interligação ou comunicação entre as diferentes áreas, 
a comunicação é fluida e há total liberdade dos membros se comunicarem. 
 
2.2.11.	Estrutura	Mecanicista	X		Orgânica	
Burns & Stalker, teóricos da Teoria de Contingência, apresentaram dois tipos 
de estruturas extremas de organização: a mecanicista e a orgânica. 
Na mecanicista, as atividades da organização são divididas em tarefas 
separadas, especializadas. A centralização é muito evidente, porque é preciso 
assegurar uma hierarquia formal de autoridades. Os procedimentos exigem que 
a organização se torne uma máquina eficiente, com muitas regras, 
regulamentos e controle. Nas estruturas mecanicistas, a variabilidade humana, 
suas personalidades, seus julgamentos e suas dúvidas são vistos como 
produtores de ineficiências e inconsistências. 
Na orgânica, os indivíduos trabalham em grupos, recebem menos ordens dos 
chefes. Os membros se comunicam através de todos os níveis da organização. 
Na estrutura orgânica a variabilidade humana e toda a sua complexidade são 
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aproveitadas para estimular as decisões. Por causa disso, a supervisão direta é 
menor, o aprendizado é contínuo e a quantidade de regras formais é menor. 
A estrutura orgânica funciona da seguinte forma: não é preciso que haja uma 
intervenção de cima determinando como as coisas devem acontecer. O 
desenvolvimento da organização é mais natural. Burns e Stalker, concluíram 
que o sistema mecanicista era o mais apropriado para o ambiente estável, 
enquanto o orgânico mais indicado para ambientes turbulentos. Para eles as 
organizações que operavam em ambientes em transformação utilizariam um 
misto de mecanicista e orgânico. Estas duas formas de sistemas representam 
um “continuum”, entre os quais existem estágios intermediários. Segundo os 
autores, não existe um tipo ideal de sistema gerencial que é aplicado em 
qualquer caso, mas que devem ser continuamente adaptados às características 
ambientais. Essa é a principal idéia da Teoria da Contingência, a de que tudo 
depende. A estratégia, a estrutura, a liderança, tudo dentro da organização 
depende do ambiente em que ela se encontra. 
 
 
ITEM 36. (CESPE/INMETRO/2010/GESTÃO PÚBLICA) 
As estruturas orgânicas caracterizam-se por sua inflexibilidade e restrição à liberdade e à 
autonomia de seus colaboradores. 
 
A afirmativa está ERRADA! As estruturas orgânicas são totalmente flexíveis e 
seus membros têm liberdade de atuação, como visto em aula. 
 
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3.	Cultura	Organizacional	
A cultura organizacional ou cultura corporativa é o conjunto de hábitos e 
crenças estabelecidos através de normas, valores, atitudes e expectativas 
compartilhados por todos os membros da organização. Ela refere-se ao sistema 
de significados compartilhados por todos os membros e que distingue uma 
organização das demais. Constitui o modo institucionalizado de pensar e agir 
que existe em uma organização. A essência da cultura de uma empresa é 
expressa pela maneira como ela faz seus negócios, a maneira como ela trata 
seus clientes e funcionários, o grau de autonomia ou liberdade que existe em 
suas unidades ou escritórios e o grau de lealdade expresso por seus 
funcionários com relação à empresa. A cultura organizacional representa as 
percepções dos dirigentes e funcionários da organização e reflete a mentalidade 
que predomina na organização. Por esta razão, ela condiciona a administração 
das pessoas. 
Em outras palavras, a cultura organizacional representa as normas informais e 
não escritas que orientam o comportamento dos membros de uma organização 
no dia-a-dia e que direcionam suas ações para o alcance dos objetivos 
organizacionais. No fundo, é a cultura que define a missão e provoca o 
nascimento e o estabelecimento dos objetivos da organização. A cultura 
precisa ser alinhada juntamente com outros aspectos das decisões e ações da 
organização como planejamento, organização, direção e controle para que se 
possa melhor conhecer a organização. 
Para que a organização possa sobreviver e se desenvolver, para que existam 
revitalização e inovação, deve-se mudar a cultura organizacional. A 
revitalização e a inovação são fatores importantes para as empresas, e de certo 
modo só se consegue isso mudando a cultura da organização. 
O esforço de entendimento mútuo dentro da empresa é uma maneira 
de garantir uma estrutura consistente e manter o ritmo de produtividade da 
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organização. Para montar as equipes com um perfil variado é preciso de um 
enfoque cultural e escolher as pessoas que são diferentes. O que faz uma 
empresa forte é o respeito mútuo interno, é ele que poderá gerar respostas 
rápidas e eficientes. Se as diversidades forem integradas em torno de um único 
compromisso, a empresa estará sempre pronta para administrar as mudanças 
que forem necessárias. Só se consegue isso com uma cultura organizacional 
forte, onde as pessoas têm os valores e princípios da empresa disseminados de 
forma clara, onde todos tem orgulho de fazer parte de uma organização 
transparente e focada no sucesso. 
3.1	Ferramentas	que	ajudam	na	mudança	na	Cultura	da	Organização		
Clareza de objetivos, valores e princípios: Onde a empresa tem seus 
objetivos claros, definidos, formalmente estabelecidos e orientados para médio 
e longo prazo. Para dar certo a empresa deve fazer com que todos funcionários 
tenham acesso aos seus objetivos, ter definidos os valores e princípios, sendo 
relembrados periodicamente (Ex. reunião mensal), isso auxilia no processo demudança e seu retorno pode ser de médio prazo, caso bem divulgado e 
aplicado. 
Imagem de produtos e serviços: Grau em que os vários públicos (internos e 
externos) percebem a qualidade dos produtos e serviços oferecidos. Não basta 
o cliente externo ter percepção da empresa, mas também os funcionários, a 
"venda" interna é muito importante, divulgação de projetos que estão sendo 
executados, conquistas, detalhes sobre a qualidade de seus produtos e 
serviços, devem ser do conhecimento dos clientes internos e externos, fazendo 
com que o funcionário tenha orgulho do seu trabalho. Seu resultado na 
mudança pode ser notado no longo prazo. Deve ser também ser trabalhado 
constantemente, para manter os funcionários informados. 
Integração e comunicação: Onde a estrutura da organização permite a 
comunicação interna entre os diversos níveis de forma simples e aberta. Tendo 
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também a colaboração e parceria como meio existente como auxílio mútuo, 
sendo tanto internamente (funcionários) quanto externamente (fornecedores). 
A comunicação flexível, entre subordinados e gestores, caso a empresa for 
muito fechada se dará num período de longo prazo, porém sendo um pouco 
mais flexível, se dará no curto ou médio prazo. A política de "portas abertas" 
deve ser incentivada pelos gestores até se tornar comum na organização. 
Abertura a novas idéias: Grau em que a empresa é dinâmica, está atenta às 
mudanças, tem senso de oportunidade, estabelece objetivos arrojados, é líder 
de tendências e cria um ambiente motivador. Nesse ambiente a empresa 
valoriza e incentiva as novas idéias de seus colaboradores. Pode ser feito 
incentivos financeiros como premiações por economia na mudança de algum 
processo, criar uma caixa de sugestões, ter reuniões periódicas entre setores na 
busca de melhorias, criar um grupo de melhoria, etc. Depende muito da 
comunicação, ela deve ser aberta a ponto do funcionário ter a ousadia de expor 
e criar novos métodos e procedimentos. É um trabalho que pode trazer 
resultados no curto, médio, ou longo prazo. 
Desempenho profissional: O trabalho é estimulante para os funcionários e 
oferece desafios profissionais, possibilidade de crescimento e valorização 
pessoal. A própria prática de idéias faz com que o profissional sinta-se mais 
valorizando, pode-se também fazer rodízios, onde o funcionário deixa de ser um 
especialista numa função e começa a ter conhecimento de outras atividades, 
ajudando no entendimento do todo do processo e seu objetivo final. A 
construção de um plano de carreira também é importante, mas certamente é 
mais viável em empresas de grande porte. Seus resultados são de médio a 
longo prazo. 
Aprendizado: A empresa estimula e proporciona oportunidade de 
desenvolvimento profissional para os funcionários. A empresa não passa da fase 
de apenas cobrar qualificação do quadro funcional, mas passa a incentivar. 
Pode-se fazer isso com cursos internos, auxílio financeiro nos estudos 
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(faculdade, curso de línguas, cursos profissionalizantes específicos, etc.). Pode 
ser implantado com divulgação de uma nova política de valorização dos 
funcionários incentivando aos estudos, tem um reflexo muito bom, e seus 
resultados podem ser de curto prazo. 
Critérios para recrutamento, seleção, promoção de empregados. Os tipos de 
pessoas que são contratadas e os que têm sucesso são aqueles que aceitam e 
comportam-se de acordo com os valores da organização. É fundamental não ter 
o favoritismo de algumas pessoas, onde o caráter paternalista, pode ser visto 
muito fortemente em empresas familiares acontecer tornando a organização 
desacreditada internamente. Aplica-se com um recrutamento e seleção feita por 
profissionais qualificados, onde são buscados profissionais que se encaixam com 
o perfil da vaga e os objetivos da organização. Seu retorno é de longo prazo. 
É importante porém ressaltar que antes de qualquer atitude deve-se 
primeiramente fazer um diagnóstico da atual cultura da organização, para 
poder assim fazer um plano de ação e finalmente executá-lo e controlá-lo. 
Os mecanismos acima citados, realmente podem ser aplicados, e são formas de 
fazer com que a organização mude sua cultura corporativa, claro que se deve 
observar o tamanho e a estrutura de cada empresa e adaptar a ferramenta 
conforme sua situação. 
A mudança da cultura certamente começa de cima para baixo, e podem e 
devem ser executadas pela Diretoria (CEO). Os gerentes intermediários, 
supervisores, ou chefes de departamentos, devem obrigatoriamente fazer parte 
do processo, ou etapas como a de comunicação não funcionariam, é seu papel 
também incentivar as mudanças propostas, é por eles que as instruções 
normalmente chegam, e se falhar nessa etapa todo o processo pode vir por 
água abaixo. 
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3.2.	O	que	é	Cultura?	
Cultura é o termo genérico usado para significar duas acepções diferentes. De 
um lado, o conjunto de costumes, civilização e realizações de uma época ou 
povo, e, de outro lado, artes, erudição e demais manifestações mais 
sofisticadas do intelecto e da sensibilidade humana, consideradas 
coletivamente. A cultura organizacional nada tem a ver com isto. No estudo das 
organizações, a cultura equivale ao modo de vida da organização em todos os 
seus aspectos, como ideias, crenças, costumes, regras, técnicas, etc. Neste 
sentido, todos os seres humanos são dotados de cultura, pois fazem parte de 
algum sistema cultural. Em função disso, toda pessoa tende a ver e julgar as 
outras culturas a partir do ponto de vista de sua própria cultura. Daí o 
relativismo: as crenças e comportamentos só podem ser compreendidos em 
relação ao seu contexto cultural. 
Outra definição de cultura organizacional muito utilizada em provas é a de 
Edgard Schein, que diz: “cultura organizacional é o padrão de premissas básicas 
que um determinado grupo inventou, descobriu ou desenvolveu no processo de 
aprender a resolver seus problemas de adaptação externa e de integração 
interna e que funcionam suficientemente bem a ponto de ser considerada válida 
e, por isso, de ser ensinadas a novos membros do grupo como a maneira 
correta de perceber, pensar e sentir em relação a estes problemas”. 
Cada organização cultiva e mantém a sua própria cultura. É por este motivo 
que algumas empresas são conhecidas por algumas peculiaridades próprias. Os 
administradores da Procter & Gamble fazem memorandos que não ultrapassam 
uma página. Todas as reuniões da Du Pont começam com um comentário 
obrigatório sobre segurança. O pessoal da Toyota está concentrado em 
perfeição. 
A cultura representa o universo simbólico da organização e proporciona um 
referencial de padrões de desempenho entre de padrões de desempenho, entre 
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os funcionários, influenciando a pontualidade, a produtividade e a preocupação 
com qualidade e serviço ao cliente. 
A cultura exprime a identidade da organização. Ela é construída ao longo do 
tempo e passa a impregnar todas as práticas, impregnar todas as práticas, 
constituindo um complexo de representações mentais e um sistema coerente de 
significados que une todos os membros em torno dos mesmos objetivos e dos 
mesmos modos de agir. Ela serve de elo entre o presente e o passado e 
contribui para a permanência e a coesão da organização. Em outras palavras, a 
cultura organizacional representa as normas informaise não escritas que 
orientam o comportamento dos membros de uma organização no dia-a-dia e 
que direcionam suas ações para o alcance dos objetivos organizacionais. No 
fundo, é a cultura que define a missão e provoca o nascimento e o 
estabelecimento dos objetivos da organização. A cultura precisa ser alinhada 
juntamente com outros aspectos das decisões e ações da organização como 
planejamento, organização, direção e controle para que se possa melhor 
conhecer a organização. 
 
ITEM 37. (CESPE/DETRAN-ESD/2010/ADMINISTRADOR) 
A cultura organizacional corresponde ao sistema de valores compartilhados pelos membros da 
organização, sistema esse que diferencia uma organização das demais. 
 
Perfeito, foi o que vimos em aula: Cultura organizacional se refere a um 
sistema de valores compartilhado pelos membros que difere uma organização 
da outra. Desta forma, a afirmativa está CERTA! 
 
ITEM 38. (CESPE/ABIN/2010/ OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO)) 
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A cultura organizacional pode decorrer da criação consciente de padrões, valores e princípios 
dos criadores da organização. 
 
Perfeito, a cultura pode ser decorrente de um processo sistemático e consciente 
de transmissão de valores e princípios construídos para um dada organização. 
Desta forma a afirmativa está CERTA! 
	
3.3	Componentes	da	Cultura	Organizacional	
Para Schein, as manifestações da cultura organizacional devem ser 
compreendidas por meio de três níveis de análise: artefatos, valores 
compartilhados e pressuposições básicas. 
1) Artefatos: Constituem o primeiro nível da cultura, o mais superficial, visível 
e perceptível. Artefatos são as coisas concretas que cada um vê, ouve e sente 
quando se depara com uma organização. Incluem os produtos, serviços, e os 
padrões, de comportamento dos membros de uma organização. Quando se 
percorre os escritórios de uma organização, pode-se notar como as pessoas se 
vestem, como elas falam, sobre o que conversam, como se comportam, o que 
são importantes e relevantes para elas. Os artefatos são todas ou eventos que 
podem nos indicar visual ou auditivamente como é a cultura da organização. Os 
símbolos, as histórias, os heróis, os lemas, as cerimônias anuais são exemplos 
de artefatos. Os funcionários aprendem a cultura organizacional através por 
intermédio destes artefatos: 
Histórias: Contos e passagens sobre o fundador da companhia, lembranças, 
sobre dificuldades ou eventos especiais, regras de conduta, corte e recolocação 
de funcionários. Acertos e erros do passado geralmente ancoram o presente no 
passado e explicam a legitimação das práticas atuais. 
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Rituais e Cerimonias: São seqüências repetitivas de atividades que 
expressam e reforçam os valores principais da organização. As cerimônias de 
fim de ano e as comemorações do aniversário da organização são rituais que 
reúnem e aproximam a totalidade dos funcionários para motivar e reforçar 
aspectos da cultura da organização, bem como reduzir os conflitos. 
Símbolos Materiais: A arquitetura do edifício, as salas e mesas, o tamanho 
e arranjo físico dos escritórios constituem símbolos materiais que definem o 
grau de igualdade ou diferenciação entre as pessoas e o tipo de comportamento 
( como assumir riscos ou seguir a rotina, autoritarismo ou espírito democrático, 
estilo participativo ou individualismo, atitude conservadora ou inovadora) 
desejado pela organização. Os símbolos materiais constituem a comunicação 
não verbal. 
 
ITEM 39. (CESPE/DETRAN-ESD/2010/ADMINISTRADOR) 
Estacionamento, elevador privativo, motoristas e salas amplas correspondem a símbolos 
materiais que integram a cultura de uma organização. 
Perfeito, pessoal! Estes elementos citados são símbolos que constituem 
artefatos da cultura organizacional. Portanto, a afirmativa está CERTA! 
 
Linguagem: Muitas organizações e mesmo unidades dentro das organizações 
utilizam a linguagem como um meio de identificar membros de uma cultura ou 
subcultura. Ao aprender a linguagem, o membro confirma a aceitação da 
cultura e ajuda a preservá-la. As organizações desenvolvem termos singulares 
para descrever equipamentos, escritórios, pessoas - chaves, fornecedores, 
clientes ou produtos. Também a maneira como as pessoas se vestem e os 
documentos utilizados constituem formas de expressar a cultura organizacional. 
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Vejam esta questão: 
ITEM 40. (CESPE/DETRAN-ESD/2010/ADMINISTRADOR) 
Na construção de cultura organizacional, os heróis — figuras cujo comportamento serve de 
modelo para seus seguidores e possuem características altamente valorizadas em uma cultura 
— podem ser tanto personagens reais quanto imaginários. 
 
Perfeito, pessoal! Heróis são artefatos que descrevem uma dada cultura 
organizacional. Os heróis não necessariamente personagens reais. Podem ser 
constructos que reforcem os lemas e mitos de uma organização. Por isto a 
afirmativa está CERTA! 
 
2) Valores compartilhados: Constituem o segundo nível da cultura. São os 
valores relevantes que se tornam importantes para as pessoas e que definem 
as razões pelas quais elas fazem o que fazem. Funcionam como justificativas 
aceitas por todos os membros. Em muitas culturas organizacionais os valores 
são criados originalmente pelos fundadores da organização. 
3) Pressuposições básicas: Constituem o nível mais íntimo, profundo e 
oculto da cultura organizacional. São as crenças inconscientes, percepções, 
sentimentos e pressuposições dominantes nos quais as pessoas acreditam. A 
cultura prescreve a maneira de fazer as coisas adotadas na organização, muitas 
vezes através de pressuposições não escritas e nem sequer faladas. 
A cultura organizacional se caracteriza pela sua aceitação implícita pelos seus 
membros. Ela é também reforçada pelo próprio processo de seleção, que 
elimina as pessoas com características discrepantes com os padrões 
estabelecidos e ajuda a preservar a cultura. 
ITEM 41. (CESPE/MTE/2008/ADMINISTRADOR) 
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A reunião anual que tradicionalmente é realizada pela diretoria para apresentar resultados e 
homenagear aqueles que alcançaram ou superaram as metas propostas pela organização pode 
ser citada como exemplo de artefato da cultura organizacional. 
 
Perfeito, pessoal! Uma reunião anual de resultados e premiações é um ritual, 
uma atividade planejada, que consiste em um artefato visível da cultura 
organizacional. Desta forma a afirmativa está CERTA! 
 
3.4	Tipos	de	Cultura		
Culturas Adaptativas 
Caracterizam-se pela sua maleabilidade e flexibilidade e são voltadas para a 
inovação e a mudança. São organizações que adotam e fazem constantes 
revisões e atualizações, em suas culturas adaptativas se caracterizam pela 
criatividade, inovação e mudanças. De um lado, a necessidade de mudança e a 
adaptação para garantir a atualização e modernização, e de outro, a 
necessidade de estabilidade e permanência para garantir a identidade da 
organização. O Japão, por exemplo, é um país que convive com tradições 
milenares ao mesmo tempo em que cultua e incentiva a mudança e a inovação 
constantes. 
 Culturas Conservadoras 
Se caracterizam pela manutenção de idéias, valores, costumes e tradições que 
permanecem arraigados e que não mudam ao longo do tempo. São 
organizações conservadoras que se mantêm inalteradas como se nada tivesse 
mudado no mundo ao seu redor. 
 
Culturas Fortes 
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Seus valores são compartilhados intensamente pela maioria dos funcionários e 
influencia comportamentos e expectativas. 
Empresas como IBM, 3M, Merk, Sony, Honda, estão entre aquelas que 
ostentam culturas fortes. 
 
Culturas Fracas 
São culturas mais facilmente mudadas. Como exemplo, seria uma empresa 
pequena e jovem, como está no início, é mais fácil para a administração 
comunicar os novos valores, isto explica a dificuldade que as grandes 
corporações tem para mudar sua cultura. 
 
ITEM 42. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
Define-se cultura organizacional fraca como aquela em que os valores compartilhados exercem 
alto impacto no comportamento dos funcionários. 
 
Negativo pessoal! Nas culturas fracas os valores tem baixo impacto,por isto sua 
facilidade em mudá-los. Assim, a afirmativa está ERRADA! 
	
Para finalizar este tópico vejamos esta questão 
	
ITEM 43. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
A cultura organizacional pode ser considerada uma barreira à mudança quando os valores da 
organização não estão de acordo com aqueles que podem melhorar a eficácia organizacional. 
 
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Perfeito, pessoal! Se uma determinada cultura forte (veremos mais abaixo) 
impede a instalação de padrões de eficácia maior, pode-se dizer que esta 
representa uma barreira à mudança. Desta forma a afirmativa está CERTA! 
 
4.	Organização	informal	
A organização informal designa o conjunto de relações ou interações que 
surgem espontaneamente entre os seus membros e que não são previstas ou 
formalizadas pela organização formal. Alguns exemplos são os grupos das 
cartas, da caça ou da pesca ou ainda o grupo que normalmente almoça junto e 
cujos membros se relacionam entre si informalmente qualquer que seja a sua 
posição hierárquica no interior da organização. 
Apesar da organização formal possuir um grau de percepção e de compreensão 
mais elevado e imediato, pois é esta que explica o que se faz e como se faz, as 
relações informais entre os membros da organização assumem uma 
importância fundamental pois é delas que, em grande parte, depende o 
ambiente de trabalho, o qual, por sua vez, constitui uma das mais importantes 
condicionantes da motivação e dos níveis de produtividade dos trabalhadores. É 
devido a esta importância das relações informais que cada vez mais os 
responsáveis pelas organizações se debruçam sobre o estudo das suas causas e 
consequências bem como na procura de formas adequadas de as facilitar e 
fomentar. É com esse objetivo que são organizados ou apoiados os convívios 
informais entre os membros da organização tais como as festas, as jornadas 
desportivas, as viagens, entre outros. 
A própria organização formal tem uma forte influência quer quantitativa quer 
qualitativa sobre a organização informal, daí que a estrutura organizacional, 
assim como as regras, políticas e procedimentos devam ser definidas por forma 
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a facilitar e incentivar as relações informais e assim proporcionarem um melhor 
ambiente de trabalho e uma maior motivação dos trabalhadores. 
 
A organização informal cria grupos informais 
❙ não aparecem no organograma 
❙ dependem de amizades, antagonismos, identificação 
❙ Estabelecem de relações pessoais fora do trabalho. 
 
Características da organização informal 
 a) Relação de coesão ou de antagonismo: são as relações criadas entre 
pessoas de diferentes níveis, podendo ser relações pessoais de simpatia ou de 
antipatia. A intensidade e duração desses relacionamentos são extremamente 
variáveis. 
b) Status: os indivíduos se sentem mais prestigiados pela sua importância em 
uma organização informal do que propriamente pela sua posição na organização 
formal. Quando um indivíduo é solicitado em uma reunião de trabalho, ele sabe 
que o desejado no momento é simplesmente seus serviços e conhecimentos. 
Porém, quando é chamado para comparecer a uma reunião informal em um 
bar, certamente esse funcionário se sentirá querido pelo grupo. 
c) Colaboração espontânea: em uma organização informal o nível de 
colaboração espontânea é infinitamente superior ao da organização formal. O 
porquê disso? O prazer e a satisfação existentes na organização informal. 
d) A possibilidade da oposição à organização formal: quando a 
organização informal é manipulada de forma inadequada pode ocorrer uma 
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oposição à organização formal, o que resulta desarmonia com os objetivos da 
empresa. 
e) Padrões de relações e atitudes: existem pessoas que desenvolvem 
espontaneamente padrões de relações e de atitudes e que são aceitos e 
assimilados pelos seus componentes, pois exprimem os interesses do grupo. 
f) Mudanças de níveis e alterações dos grupos informais: os grupos 
informais tendem a se modificar com as alterações realizadas na organização 
formal. Por exemplo, um funcionário sofreu um remanejamento e foi lotado em 
outro departamento, conseqüentemente, ele fará parte de outro grupo informal. 
 g) A organização informal transcende a organização formal: a 
organização formal está presa a horários e normas. Já a organização informal 
escapa a essas limitações, estando “presa” apenas às vontades que cada 
indivíduo tem. 
h) Padrões de desempenho nos grupos informais: nem sempre esses 
padrões correspondem aos estabelecidos pela administração. Podem ser 
maiores ou menores, bem como podem estar em harmonia ou não com a 
organização. A responsável pelos padrões de desempenho é a motivação 
individual com relação aos objetivos da empresa 
Causas - Grupos Informais 
• Os interesses são comuns; 
• pela organização formal - interdependência das tarefas; 
• pela rotatividade de pessoas; 
• pela necessidade de integrar pessoas novas ao grupo; 
• pelos intervalos - períodos de lazer; 
• pelos deslocamentos e transporte. 
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ITEM 44. (CESPE/2009/MININISTERIO DA EDUCAÇÃO/ADMINISTRADOR) 
As organizações informais dão ênfase às pessoas e aos seus relacionamentos; as formais 
enfatizam as posições oficiais em termos de autoridade e responsabilidade. 
 
Perfeito, pessoal! A ênfase das organizações informais são as relações 
interpessoais, enquanto as organizações formais tem suas relações baseadas no 
organograma. 
Sendo assim, a afirmativa está CERTA! 
 
 
ITEM 45. (CESPE/2009/MININISTERIO DA EDUCAÇÃO/ADMINISTRADOR) 
Um dos problemas com os grupos informais é a resistência às mudanças organizacionais, uma 
vez que eles tendem a defender excessivamente os padrões já estabelecidos. 
 
Perfeito pessoal! Uma das características das organizações informais é 
possibilidade de oposição à organização formal. Quando isto acontece as 
mudanças requeridas pela organização formal não são aceitas pela organização 
formal, gerando focos de resistência. 
Portanto, a afirmativa está CERTA! 
	
	
5.	Lista	de	Questões	
 
ITEM 1. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
A divisão do trabalho, cuja finalidade é produzir mais e melhor, com o mesmo esforço, é a 
maneira pela qual um processo complexo pode ser decomposto em uma série de tarefas. 
 
ITEM 2. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
Quanto maior for o número de decisões tomadas na parte inferior da hierarquia administrativa, 
maior será o graude descentralização. 
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ITEM 3. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
Quando a maioria das decisões importantes é tomada na parte superior da hierarquia 
administrativa, o grau de centralização é maior. 
 
ITEM 4. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
Quanto menor for a supervisão exigida sobre determinada decisão, maior será o grau de 
descentralização. 
 
ITEM 5. (CESPE/TRE-RS/2003/ANALISTA JUDICIÁRIO ADMINISTRAÇÃO) 
Na proporção em que o trabalho organizacional se torna mais complexo, a coordenação parece 
ser mais facilitada pela padronização de processos de trabalho que pela supervisão 
simples. 
 
ITEM 6. (CESPE/MINISTERIO PUBLICO DA UNIÃO / 2010 / TECNICO 
ADMINISTRATIVO) 
De acordo com um dos princípios da departamentalização, as atividades de controle devem 
estar separadas das que serão objeto de controle. 
 
ITEM 7. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
Um departamento, em uma organização, é um agregado de cargos, não podendo, em nenhuma 
circunstância, corresponder a um único cargo. 
 
ITEM 8. (CESPE/TCU/2009/ AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO) 
Um dos tipos de departamentalização que busca obedecer ao princípio da especialização 
ocupacional é a departamentalização funcional. 
 
ITEM 9. (CESPE/TCU/2009/ AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO) 
Visando garantir o melhor cumprimento de prazos e orçamentos, deve-se evitar adotar a 
departamentalização funcional. 
 
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ITEM 10. (CESPE/TCU/2009/ AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO) 
Para se fomentar condições favoráveis à inovação e criatividade, deve-se adotar a 
departamentalização funcional, em virtude da adaptação às demandas dos clientes externos. 
 
ITEM 11. (CESPE/DETRAN-ES/2010/ESTATÍSTICO) 
A adoção da departamentalização funcional é contra-indicada caso a direção de um órgão 
público objetive criar, nos diversos setores desse órgão, estrutura de trabalho que favoreça o 
desenvolvimento da inovação e da criatividade. 
 
ITEM 12. (CESPE/MINISTERIO PUBLICO DA UNIÃO / 2010 / TECNICO 
ADMINISTRATIVO) 
A departamentalização funcional é adequada para o desenvolvimento de atividades continuadas 
e rotineiras em que sejam utilizados recursos especializados. 
 
ITEM 13. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
Entre os critérios de departamentalização, inclui-se o funcional, organizado por tarefas 
independentes e orientadas para um objetivo geral. 
 
ITEM 14. (CESPE/MINISTERIO PUBLICO DA UNIÃO / 2010 / TECNICO 
ADMINISTRATIVO) 
A departamentalização por produto permite uma visão única acerca da organização e o controle 
eficaz sobre seu conjunto. 
 
ITEM 15. (CESPE/MINISTERIO PUBLICO DA UNIÃO/ 2010 / TECNICO 
ADMINISTRATIVO) 
O enfraquecimento da especialização constitui uma desvantagem da departamentalização 
geográfica. 
 
ITEM 16. (CESPE/MINISTÉRIO DA SAÚDE/2008/ TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR NÍVEL 
IV/ AREA DE ATUAÇÃO 13) 
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A departamentalização territorial é freqüentemente utilizada por organizações que possuem 
unidades territorialmente dispersas, como é o caso do MS. 
 
ITEM 17. (CESPE/MDS/2006/ADMINISTRADOR) 
O uso do critério de departamentalização por processo deve ficar restrito ao primeiro nível 
hierárquico das empresas. 
 
ITEM 18. (CESPE/MINISTERIO PUBLICO DA UNIÃO / 2010 / TECNICO 
ADMINISTRATIVO) 
A departamentalização por processos favorece a rápida adaptação da empresa às mudanças 
organizacionais. 
 
ITEM 19. (CESPE/MINISTERIO PUBLICO DA UNIÃO / 2010 / TECNICO 
ADMINISTRATIVO) 
A departamentalização por clientes atende de forma mais apropriada a organização cujos 
objetivos principais sejam o lucro e a produtividade. 
 
ITEM 20. (CESPE/MDS/2006/ADMINISTRADOR) 
Uma empresa deve ter, em todos os seus níveis hierárquicos, os mesmos critérios de 
departamentalização. 
 
 
 
ITEM 21. (CESPE/MDS/2006/ADMINISTRADOR) 
É comum empresas usarem diferentes critérios de departamentalização na mesma estrutura 
organizacional. 
 
ITEM 22. (CESPE/EMBASA/2009/ADMINISTRAÇÃO) 
O agrupamento de pessoas em departamentos e de departamentos na composição da 
organização identifica a estrutura de uma organização. 
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ITEM 23. (CESPE/MINISTÉRIO DA SAÚDE/2008/ TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR NÍVEL 
IV/ AREA DE ATUAÇÃO 13) 
O sistema de responsabilidade é um dos componentes da estrutura organizacional, sendo 
resultado da forma de alocação das atividades, incluindo a departamentalização e a distribuição 
linha e assessoria. 
 
ITEM 24. (CESPE/INMETRO/2010/GESTÃO PÚBLICA ) 
Entre os elementos que devem ser observados no projeto de uma estrutura organizacional, 
incluem-se: especialização do trabalho; departamentalização; cadeia de comando; amplitude de 
controle; centralização e descentralização; e formalização. 
 
ITEM 25. (CESPE/PETROBRAS/2004/ADMINISTRADOR) 
As estruturas tradicionais utilizam especialmente a comunicação vertical. 
 
 
ITEM 26. (CESPE/TCU/2009/ AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO) 
Visando facilitar a comunicação e coesão do grupo, pode-se adotar a departamentalização 
matricial. 
 
ITEM 27. (CESPE/DETRAN-ES/2010/ESTATÍSTICO) 
Caso o objetivo do gestor de órgão público seja garantir a coesão do grupo e a comunicação 
entre os seus membros, ele deve evitar adotar a estrutura de departamentalização matricial. 
 
 
 
ITEM 28. (CESPE/INMETRO/2010/GESTÃO PÚBLICA ) 
A estrutura matricial consiste em um modelo de estrutura organizacional complexo que, por 
isso, é pouco conhecido e utilizado. 
 
ITEM 29. (CESPE/PETROBRAS/2004/ADMINISTRADOR) 
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Um dos principais aspectos da estrutura matricial está no fato de ela romper com o princípio na 
unidade de comando. 
 
ITEM 30. (CESPE/EMBASA/2009/ADMINISTRAÇÃO) 
A estrutura matricial deve ser usada somente em empresas que tenham um número elevado de 
projetos de engenharia. 
 
ITEM 31. (CESPE/EBC/2011/ANALISTA ADMINISTRAÇÃO) 
O modelo matricial é um tipo de estrutura resultante da integração de dois tipos de 
organogramas: o modelo tradicional de estrutura funcional e o modelo de estrutura organizado 
por projeto. 
 
ITEM 32. (CESPE/ TST/2007/ANALISTA JUDICIÁRIO- ADMINISTRATIVO) 
Uma vantagem da organização do tipo linha (staff) é a disponibilização de serviços 
especializados, em uma época de forte competição, sem interferência da autoridade principal. 
Os serviços oferecidos podem ser implementados segundo a conveniência e a oportunidade de 
cada órgão ou setor da entidade. 
 
ITEM 33. (CESPE/EMBASA/2009/ADMINISTRAÇÃO) 
A estrutura de rede utiliza-se da abordagem de livre mercado para substituir a hierarquia 
vertical. 
 
ITEM 34. (CESPE/PETROBRAS/2004/ADMINISTRADOR) 
A adhocracia é uma estrutura organizacional cada vez mais utilizada, especialmente nos 
grandes conglomerados, e uma de suas principais características, o que possibilita uma maior 
produtividade e desempenho, é o fato de ela contar com uma elevada formalização do 
comportamento. 
 
 
ITEM 35. (CESPE/PETROBRAS/2004/ADMINISTRADOR) 
Uma das principais desvantagens da adhocracia é não utilizar instrumentos de interligação 
entre as diversas áreas de trabalho. E 
 
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ITEM 36. (CESPE/INMETRO/2010/GESTÃO PÚBLICA) 
As estruturas orgânicas caracterizam-se por sua inflexibilidade e restrição à liberdade e à 
autonomia de seus colaboradores. 
 
ITEM 37. (CESPE/DETRAN-ESD/2010/ADMINISTRADOR) 
A cultura organizacional corresponde ao sistema de valores compartilhados pelos membros da 
organização, sistema esse que diferencia uma organização das demais. 
 
ITEM 38. (CESPE/ABIN/2010/ OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO)) 
A cultura organizacional pode decorrer da criação consciente de padrões, valores e princípios 
dos criadores da organização. 
 
ITEM 39. (CESPE/DETRAN-ESD/2010/ADMINISTRADOR) 
Estacionamento, elevador privativo, motoristas e salas amplas correspondem a símbolos 
materiais que integram a cultura de uma organização. 
 
ITEM 40. (CESPE/DETRAN-ESD/2010/ADMINISTRADOR) 
Na construção de cultura organizacional, os heróis — figuras cujo comportamento serve de 
modelo para seus seguidores e possuem características altamente valorizadas em uma cultura 
— podem ser tanto personagens reais quanto imaginários. 
 
ITEM 41. (CESPE/MTE/2008/ADMINISTRADOR) 
A reunião anual que tradicionalmente é realizada pela diretoria para apresentar resultados e 
homenagear aqueles que alcançaram ou superaram as metas propostas pela organização pode 
ser citada como exemplo de artefato da cultura organizacional. 
 
 
 
ITEM 42. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
Define-se cultura organizacional fraca como aquela em que os valores compartilhados exercem 
alto impacto no comportamento dos funcionários. 
 
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ITEM 43. (CESPE/ABIN/2010/OFICIAL DE INTELIGÊNCIA/ADMINISTRAÇÃO) 
A cultura organizacional pode ser considerada uma barreira à mudança quando os valores da 
organização não estão de acordo com aqueles que podem melhorar a eficácia organizacional. 
 
ITEM 44. (CESPE/2009/MININISTERIO DA EDUCAÇÃO/ADMINISTRADOR) 
As organizações informais dão ênfase às pessoas e aos seus relacionamentos; as formais 
enfatizam as posições oficiais em termos de autoridade e responsabilidade. 
 
 
ITEM 45. (CESPE/2009/MININISTERIO DA EDUCAÇÃO/ADMINISTRADOR) 
Um dos problemas com os grupos informais é a resistência às mudanças organizacionais, uma 
vez que eles tendem a defender excessivamente os padrões já estabelecidos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6.	Gabarito	
	
	
	
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