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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA LICENCIATURA EAD 2019 ÍNDICE 1. INSTITUCIONAL ............................................................................................ 5 1.1. Mantenedora .............................................................................................. 5 1.2. Mantida ..................................................................................................... 5 1.3. Breve Histórico .......................................................................................... 6 1.4. Missão Institucional ................................................................................... 9 1.5. Finalidade .................................................................................................11 1.6. Objetivos e Metas .....................................................................................12 1.7. Responsabilidade Social............................................................................14 1.7.1. Programas Institucionais de Financiamento de Estudos ......................16 1.7.2. Relações e Parcerias com a Comunidade e Instituições ......................17 1.7.3. Inclusão Social e Educação Inclusiva (Política de Acessibilidade) .....17 1.7.4. Políticas de Educação Ambiental .......................................................23 1.7.5. Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena ....................................................25 1.7.6. Educação em Direitos Humanos ........................................................26 1.7.7. Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista 27 1.8. Áreas de Atuação ......................................................................................28 2. CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL E EDUCACIONAL........................... 30 2.1. A Região ...................................................................................................30 2.2. O Estado de Pernambuco ..........................................................................38 2.3. A Cidade de Recife ...................................................................................45 2.3.1. Contexto Educacional no Estado e na Cidade ........................................62 3. CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA EAD (LICENCIATURA) .... 65 3.1. Dados do Curso ........................................................................................65 3.2. Endereço de Funcionamento do Curso Pedagogia EaD (Sede) ..................65 3.3. Formas de Acesso .....................................................................................65 3.4. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso ..............................................66 3.5. Integração do Curso com as Redes Públicas de Ensino ..............................67 3.6. Atividades Práticas De Ensino para Licenciatura .......................................67 3.7. Relevância da Oferta do Curso de Pedagogia em EaD ...............................68 3.4.1 Objetivo Geral .......................................................................................75 3.4.2 Objetivos Específicos .................................................................................75 3.4.3 Perfil do Egresso ...................................................................................76 3.5 Organização Curricular .............................................................................79 3.5.1. Estrutura Curricular ...................................................................................79 3.5.1.1. Flexibilização Curricular ........................................................................80 3.5.1.2. Interdisciplinaridade ...............................................................................81 3.5.1.3. Contextualização e Articulação Teoria-Prática ........................................83 3.5.1.3. Libras .....................................................................................................85 3.5.1.4. Percurso Formativo.................................................................................85 3.5.1.5. Acessibilidade Metodológica ..................................................................86 3.5.2. Conteúdos Curriculares .............................................................................87 3.5.3. Diferenciais e Inovação no Curso ..............................................................88 3.5.4 Matriz Curricular do Curso .........................................................................89 3.6 Ementário e bibliografias ..........................................................................97 3.7 Responsabilidade Social e Componentes Curriculares ...............................97 3.8 Número de Vagas ................................................................................... 100 4 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO ......................................... 101 4.1. Coordenador do Curso ............................................................................ 101 4.2. Núcleo Docente Estruturante (NDE) ....................................................... 102 4.3. Equipe muldisciplinar: NEaD.................................................................. 102 4.4. Corpo Docente: Titulação, Regime, Experiência e Formação .................. 103 4.5. Tutores ................................................................................................... 103 4.6. Conselho de Curso .................................................................................. 104 5 ATIVIDADES ACADÊMICAS DO CURSO ................................................ 106 5.1. Trabalho de Conclusão de Curso ............................................................. 106 5.2. Estágio Supervisionado ........................................................................... 106 5.3. Atividades Complementares.................................................................... 107 5.4. Extensão ................................................................................................. 108 5.5. Monitoria ................................................................................................ 109 5.6. Iniciação Científica ................................................................................. 110 6 ESTRUTURAÇÃO DO MODELO EAD NA INSTITUIÇÃO ...................... 113 6.1. Núcleo de Educação a Distância - NEaD ................................................. 113 6.2. Recursos Didáticos e Tecnológicos ......................................................... 114 6.2.1. AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem ..................................... 114 6.2.2. Web aulas ........................................................................................ 114 6.2.3. Material Didático ............................................................................. 115 6.2.4. Biblioteca Virtual ............................................................................ 115 6.3. Material Didático .................................................................................... 115 6.4. Produção e Distribuição de Material Didático ......................................... 116 6.4.1. Descrição ......................................................................................... 116 6.4.2. Fluxograma...................................................................................... 117 6.5. Recursos Físicos ..................................................................................... 118 6.5.1. Articulação do Modelo .................................................................... 119 7. PROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM.................................................. 121 7.1. Metodologia Empregada no Processo de Ensino-aprendizagem ............... 121 7.2. Avaliaçãodo Processo Ensino-Aprendizagem e Controle de Frequência . 123 8. POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AO DISCENTE ..................................... 127 8.1. Núcleo de Atendimento ao Educando (NAE) .......................................... 127 8.2. Mecanismo de Nivelamento .................................................................... 128 8.3. Atendimento Extraclasse ......................................................................... 128 8.4. Acompanhamento do Egresso ................................................................. 128 8.5. Estímulos às Atividades Acadêmicas ...................................................... 129 8.6. Tecnologia de Informação e Comunicação – TICs no Processo Ensino- Aprendizagem ................................................................................................... 130 9. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DO CURSO ......................................... 133 9.1. Avaliação Interna: Autoavaliação............................................................ 133 9.2. Avaliações Externas ................................................................................ 140 10. INSTALAÇÕES FÍSICAS E RECURSOS HUMANOS................................ 142 10.1 Instalações Administrativas ................................................................. 142 10.2 Infraestrutura de Serviços .................................................................... 143 10. 3 Salas de Aula ....................................................................................... 143 10.3 Sala de Professores .............................................................................. 144 10.4 Acesso a Equipamentos de Informática ............................................... 144 10.5 Plano de Expansão e Atualização de Equipamentos ............................. 144 10.5.1 Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo das Bibliotecas. ....... 145 10.5.2 Bibliografia Básica e Complementar ................................................ 145 10.5.3 Periódicos ........................................................................................ 147 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DO CURSO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (EAD) ................................................................................................................... 147 PERIÓDICOS DO CURSO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (EAD) ................. 18 DOCENTES E TUTORES DO CURSO ................................................................. 58 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO ......................................... 61 1. INSTITUCIONAL 1.1. Mantenedora Ser Educacional S.A Endereço: Rua da Saudade, 254, Santo Amaro, Recife-PE CEP: 52.100-200 CNPJ: 04.986.320/0001-13 1.2. Mantida Nome: Centro Universitário Maurício de Nassau Endereço*: Rua Guilherme Pinto, 114, Graças - Recife / PE, Cep: 52011-220 Credenciamento: Portaria N° 701, de 28 de maio de 2012, publicada no DOU nº 103, em 29 de maio de 2012 Recredenciamento: em trâmite 1.3. Breve Histórico O Centro Universitário Maurício de Nassau - UNINASSAU - foi credenciado pela Portaria N° 701, de 28 de maio de 2012, publicada no DOU nº 103, em 29 de maio de 2012, como resultado da transformação da Faculdade Maurício de Nassau, que foi credenciada pelo MEC como Instituição de Educação Superior em 2003 mantido pelo SER Educacional S.A. Em 2013, a UNINASSAU obteve seu Credenciamento para a oferta de cursos na modalidade a distância (EaD) através da Portaria nº 1.239, de 20 de dezembro de 2013, no DOU nº 248, de 23 de dezembro de 2013. A UNINASSAU reforça a homenagem prestada pelos Dirigentes da Mantenedora Ser Educacional e desta mantida ao conde João Maurício de Nassau- Siegen (Johann Mauritius van Nassau-Siegen) que, no período de 1637 a 1644, governou a colônia holandesa no Brasil - a Nova Holanda, em nome da Cia. Holandesa das Índias Ocidentais. Nesse período, o domínio holandês se estendia do litoral do Sergipe ao do Maranhão. A sede da Nova Holanda era Recife, que foi radicalmente transformada na administração de Maurício de Nassau. Segundo o historiador Leonardo Dantas Silva, qualquer homenagem que se preste a Maurício de Nassau é “muito pouco para a dimensão da memória daquele que se tornou lenda no imaginário do nosso povo, com a figura do seu boi voador; do criador da Cidade Maurícia, responsável que foi pelo traçado urbanístico dos atuais bairros de Santo Antônio e São José, onde construiu diques, pontes, palácios e jardins; do João Maurício, que, de tão amado, teve o seu nome perpetuado através dos filhos das famílias mais ilustres da terra pernambucana; do João Maurício que fora chamado pelos contemporâneos de "Santo Expedito", o padroeiro das coisas impossíveis”. De acordo com relatos históricos e de biógrafos, Recife veio a exercer um fascínio todo especial ao conde João Maurício de Nassau, que passou a ser conhecido pelo apelido de "O Brasileiro". O Centro Universitário Maurício de Nassau – UNINASSAU está fundamentado em seu Regimento/Estatuto, Contrato Social da Mantenedora e pela Legislação Federal pertinente. No desenvolvimento de suas atividades educacionais, possibilita aos seus docentes, discentes e técnico-administrativos, oportunidade de participação em programas de melhoria das condições de vida da comunidade, assegurar meios para a realização de programas culturais, artísticos, cívicos e desportivos, estimular atividades de Educação Física e desportos e programas que visem à formação cívica, considerada indispensável para a criação de uma consciência de direitos e deveres do cidadão e do profissional. O Centro Universitário Maurício de Nassau - UNINASSAU oferece cursos de graduação (Bacharelados, Licenciaturas e Superiores de Tecnologia (CST), cursos de pós-graduação, cursos técnicos na modalidade presencial e à distância - nas diversas grande áreas do conhecimento. Conquistou amplo reconhecimento por parte dos alunos e da comunidade pernambucana. Com equipe de dirigentes (reitor, pró-reitores, diretores e coordenadores de curso), professores selecionados e colaboradores adequados e eficazes, foram implantados cursos de nível superior com diretrizes, tais como: metodologias de ensino que promovam o desenvolvimento de competências e habilidades requeridas na formação integral do educando e na sua formação para o trabalho, nas diversas carreiras de nível superior; planos de ensino que propiciem a integração, simultânea, entre teoria e prática; avaliação formativa e continuada da aprendizagem, minimizando as avaliações quantitativas centradas meramente na acumulação de informações de cunho teórico-doutrinário; o educando como centro do processo pedagógico, mediante a assistência e atendimento em todos os momentos de sua vida acadêmica, ao lado da oferta de ensino de qualidade, apoiado em um corpo de professores qualificados e em recursos metodológicos, bibliográficos e tecnológicos adequados; sistema organizacional que respeite as individualidades e harmonize a convivência acadêmica, em todos os níveis e categorias; integração do educando a comunidade social, por meio de programas e ações de iniciação científica e extensão, em parceria com organizações, empresas e instituições governamentais ou particulares, e convênios interinstitucionais para viabilizar a troca de experiências e de informações entre a comunidade acadêmica do Centro Universitário, a comunidade local e regional e organizações brasileiras e estrangeiras. São muitas as possibilidades socioeconômicas criadas no atual momento por que passa a sociedade nacional e local e regional. Como sempre, tais possibilidades precisam orientar-se a partir de referências científicas e culturais que abram novos horizontes de desenvolvimento autossustentado. Para tanto, as instituições de ensinodesempenham papel único e insubstituível, como, aliás, tem sido amplamente reconhecido pela sociedade brasileira. A Educação a Distância (EaD) no Brasil se desenvolveu por meio de iniciativas privadas e decretos governamentais, cumprindo uma trajetória que acompanha a introdução e o crescimento de cada tecnologia no país. Assim, a EaD passou, pela era do correio, do rádio e da televisão, e vive hoje a era da internet, tendo, em cada período, de acordo com suas circunstâncias, acumulado certa quantidade de erros e acertos, contradições e incoerências não de todo inesperadas, já que vivemos num país com dimensões continentais e com problemas estruturais no campo educacional. Atualmente, um novo desafio se coloca. A EaD tem representado um papel importante na expansão do ensino superior privado, pois tem sido utilizada para ampliar consideravelmente o número de alunos, baratear os custos e maximizar os lucros. E, pensando nisso, o Centro Universitário Maurício de Nassau - UNINASSAU estabeleceu uma filosofia educacional sob a égide da necessária identificação com os problemas que afligem as regiões brasileiras e, em especial, a Região Nordeste, conduzindo à formação de recursos humanos, seja na modalidade presencial ou à distância, conscientes da realidade socioeconômica do país. Assim, o Centro Universitário Maurício de Nassau - UNINASSAU nasceu com o compromisso de valorizar sua inserção regional em todos os cursos de graduação e nos cursos e programas de pós-graduação, presencial e à distância, por meio de atividades complementares, seminários, simpósios e eventos similares, para o desenvolvimento de estudos e pesquisas sobre as origens de Pernambuco, seus fundadores, líderes e o povo. Atualmente, a Faculdade possui autorizados os seguintes cursos de graduação nas áreas de exatas, humanas, biológicas e da saúde. 1.4. Missão Institucional A Uninassau busca continuamente tornar-se um centro de excelência em educação e ser reconhecida pela qualidade dos serviços que presta à sociedade, formando pessoas comprometidas com o desenvolvimento nacional e regional, com a preservação e divulgação da história do Estado e capacitadas para a pesquisa e possuidoras de postura profissional competente e ética. Busca estar respaldada pela missão institucional: Ser uma instituição educacional formadora de cidadãos competentes, qualificados e preparados para o mercado de trabalho, imbuídos de responsabilidade social e compromissados com a preservação da cultura nacional e com o desenvolvimento sociocultural do Brasil. Para cumprir a sua missão, a Instituição serve a comunidade, gerando conhecimentos e recursos importantes para os desenvolvimentos científicos, econômicos, profissionais, sociais e culturais, objetivando, principalmente, o bem- estar da sociedade e a melhoria da qualidade de vida, sempre defendendo a expressão e o cumprimento da verdade. A oferta de cursos pela instituição auxilia no cumprimento à missão institucional, produzindo, sistematizando e disseminando o conhecimento, tornando a Educação Superior acessível a um número cada vez maior de cidadãos. A instituição tem como compromissos: Levar à comunidade Educação Superior de elevada qualidade por meio de uma infraestrutura moderna e um corpo docente com titulação e experiência profissional relevante; Promover o aperfeiçoamento e atualização dos docentes; Desenvolver nos discentes o caráter investigativo, associando teoria à prática, na resolução de problemas e preparando-os para a contínua educação durante e após a graduação; Promover atividades extensionistas para a comunidade, integradas à formação dos profissionais nas diversas áreas do saber; Estimular a atividade de iniciação científica, preparando os discentes para a investigação das condições que prejudicam as sociedades humanas nos aspectos biológicos, sociais, econômicos e ambientais; Formar profissionais éticos, dinâmicos e preocupados com os anseios da sociedade regional e nacional, de forma que possam contribuir para o desenvolvimento das ciências, da cultura e da melhoria da qualidade de vida para todos. Na era da informação e da globalização, é consenso o fato de que o desenvolvimento de um país está condicionado à qualidade da sua educação. No Brasil, o conhecimento é a maior esperança para se construir e consolidar uma sociedade mais justa e democrática. A instituição nasceu com a missão de contribuir para tal. Integrante de um sólido grupo de bem-sucedidos empreendimentos educacionais, é uma instituição de ensino superior dinâmica e inovadora. Para atender às exigências de um mundo em constante transformação, a instituição oferece/oferecerá cursos nas áreas das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, de Saúde, de exatas e de Tecnologia, com corpo docente e instalações adequadas para promover a integração entre ensino, pesquisa (iniciação científica) e extensão e formar lideranças acadêmicas, culturais, técnicas e políticas, principalmente, para a comunidade local regional. Assim, a instituição reúne uma feliz combinação de fatores: a modernidade de seu projeto educacional interdisciplinar, que valoriza a formação humanista, crítica e reflexiva; o envolvimento da sua equipe docente, composta por doutores, mestres e especialistas; e as avançadas instalações, que incluem salas de aula amplas, climatizadas e equipadas com aparelhos multimídia, além de biblioteca e laboratórios atualizados para a formação acadêmica do corpo discente. 1.5. Finalidade A instituição nasceu para resgatar a história e para oferecer aos seus alunos, professores e funcionários a oportunidade de desenvolvimento integral, com a finalidade de: Formar recursos humanos nas áreas de conhecimento em que atuarem, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, promovendo ações para sua formação continuada; Incentivar práticas investigativas, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia, da criação e difusão da cultura e o entendimento do homem e do meio em que vive; Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; Estimular o conhecimento dos problemas do mundo globalizado, e simultaneamente prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade e Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios da criação cultural e das práticas investigativas geradas na instituição. 1.6. Objetivos e Metas A Uninassau tem por objetivo geral, em seus cursos de graduação e pós- graduação, formar cidadãos e profissionais qualificados, compromissados com o seu desenvolvimento pessoal e profissional e com o crescimento socioeconômico da cidade, do Estado e de toda a Região. E ainda: a) capacitar profissionais em cursos e programas de pós-graduação, para a realização de atividades específicas, especialmente para a docência em nível superior; b) incentivar e apoiar a pesquisa e a produção acadêmica; c) realizar e incentivar atividades criadoras, estimulando vocações e organizando programas, particularmente vinculados às necessidades regionais e nacionais; d) propiciar a extensão do ensino à comunidade mediante cursos e serviços especiais, prestando colaboração constante na solução de seus problemas; e) oferecer condições para a realização de mestrado e doutorado do seu corpo docente;f) estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico; g) oferecer condições para capacitação e aperfeiçoamento do seu corpo social; h) cooperar com as comunidades local, regional e nacional, como organismo de consulta, assessoria e prestação de serviços a instituições de direito público ou privado, em matérias vinculadas aos seus fins e às suas atividades; i) divulgar conhecimentos culturais, científicos e técnicos através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; j) participar dos processos de preservação da memória cultural da cidade e do desenvolvimento socioeconômico do estado; m) oferecer serviços de qualidade, em todas as áreas em que atuar; l) manter intercâmbio com instituições congêneres, nacionais ou estrangeiras; e n) garantir a adequação da missão institucional da Faculdade às necessidades da sociedade. São metas da Instituição: a) aperfeiçoar os programas de pesquisa (Iniciação científica) e Monitoria; b) aperfeiçoar os Planos de Capacitação e Carreira Docente e Técnico- Administrativo; c) estabelecer mais parcerias com instituições e empresas; d) ofertar mais cursos de pós-graduação e extensão; e) estimular a participação dos alunos, voluntariamente, em programas de responsabilidade social; f) avaliar, anualmente, o Plano de Desenvolvimento Institucional; g) estimular a participação dos docentes e discentes nos projetos e programas instituídos; h) avaliar, semestralmente, o desenvolvimento do projeto acadêmico em suas diversas manifestações: ensino, pesquisa, extensão e gestão; i) criar a revista científica institucional, dentre outros meios de divulgação de produções do conhecimento; j) manter a apuração de indicadores de desempenho que meçam a eficácia e a eficiência do segmento acadêmico. 1.7. Responsabilidade Social Em consonância com as orientações nacionais acerca da função social das instituições de ensino superior no que diz respeito à inclusão dos cidadãos, a Instituição apoia o desenvolvimento de ações nesta área com o envolvimento de seus alunos, professores e funcionários. Essas ações são de caráter permanente ou eventual. Os cursos ofertados são/serão alicerçados nas demandas do setor produtivo, garantindo ao profissional qualificado o posto de trabalho e a inclusão social do jovem de vulnerabilidade social. Esta proposta atende a classe empresarial, tendo em vista que a empresa está contratando profissionais com competência adquirida por meio de um curso de qualificação. Paralelamente podemos afirmar que este trabalho, além de contribuir para a qualidade de vida do cidadão em questão, está ajudando na melhoria do quadro social do Estado e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico da região e do país. A responsabilidade social de uma instituição de educação superior reflete-se na forma de conduzir e gerenciar as suas funções (ensino/pesquisa/extensão). A IES socialmente responsável é aquela que possui a capacidade de ouvir os interesses das diferentes partes (alunos, professores, técnico-administrativos, prestadores de serviço, comunidade, governo e meio ambiente) e conseguir incorporá-los ao planejamento de suas atividades, buscando atender às demandas de todos, não apenas dos seus dirigentes e/ou mantenedores ou sócios. A Instituição tem como política de responsabilidade social o atendimento à sua comunidade acadêmica, com qualidade, ética, respeito e dignidade, estendendo este atendimento às comunidades sociais do seu entorno, da capital, e do Estado como um todo, vez que coloca à disposição destas, os benefícios da produção intelectual e cientifica dos seus professores e alunos. A responsabilidade social da Instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural e à educação inclusiva é refletida na/o(s): transferência de conhecimento e importância social das ações universitárias e impactos das atividades científicas, técnicas e culturais, para o desenvolvimento regional e nacional; natureza das relações e parcerias com os setores público, produtivo, com o mercado de trabalho e com instituições sociais, culturais e educativas de todos os níveis; ações voltadas ao desenvolvimento da democracia, promoção da cidadania, de atenção a setores sociais excluídos, políticas de ação afirmativa; promoção de um clima organizacional que propicie o relacionamento fraterno e harmônico entre todos os segmentos da comunidade acadêmica e com a comunidade externa; efetividade de programas de benefícios a professores e técnico- administrativos, especialmente, por intermédio dos planos de capacitação de recursos humanos, de carreira docente e de cargos e salários; concessão de bolsas de estudos, de trabalho, de iniciação científica, de extensão e de monitoria aos alunos que demonstrarem aptidão para essas tarefas, de acordo com a programação anual; incentivo e apoio ao voluntariado. A Responsabilidade Social por estar inserida na busca pelo desenvolvimento sustentável trabalha a formação de profissionais, o desenvolvimento de suas pesquisas, a difusão de conhecimentos e na sua vocação regional e comunitária por meio de sua extensão universitária. A Responsabilidade Social engloba a sua gestão, os docentes, a extensão e a pesquisa, onde consequentemente traz resultados para a comunidade. As linhas de atuação do Programa de Responsabilidade Social se caracterizam por: Inclusão social e assistência a setores ou grupos sociais; Ações sociais e práticas pedagógicas; Atendimento aos problemas prioritários da comunidade; Em prol da educação das relações étnico-raciais e da história e cultura afro-brasileira e indígena; Em prol dos Direitos Humanos; Em prol da sustentabilidade ambiental; Organização. No contexto das práticas institucionais socialmente responsáveis, a Instituição viabiliza e valoriza o fim a que todos buscam: a construção de um mundo melhor, próspero, socialmente justo e ambientalmente sustentável. 1.7.1. Programas Institucionais de Financiamento de Estudos A Instituição consciente, todavia, da responsabilidade social de uma empresa educacional visa as seguintes diretrizes gerais de apoio e financiamento de estudos para alunos carentes: • Concessão de bolsas de estudos, entre 20% e 50% do valor da mensalidade; • Integração ao Programa FIES, do Ministério da Educação, financiado pela Caixa Econômica Federal; • Contatos com instituições financeiras interessadas em participar de um programa de financiamento próprio da IES, em até 40% das mensalidades, tendo similitude com o FIES; • Integração ao Educred, PraValer e Educa mais Brasil; • Integração ao PROUNI 1.7.2. Relações e Parcerias com a Comunidade e Instituições A instituição desenvolve parcerias com a comunidade social, mediante convênios, acordos e contratos, para a implantação e desenvolvimento de: Estágios curriculares e extracurriculares para os alunos de cursos; Práticas investigativas, serviços e cursos de extensão; Atividades complementares; Parcerias para a interação teoria-prática; Atividades culturais, sociais, desportivas e científicas; Realização de congressos, seminários, simpósios e eventos similares, para interação entre a comunidade acadêmica e comunidade social; Projetos comunitários. 1.7.3. Inclusão Social e Educação Inclusiva (Política de Acessibilidade) A instituição assume que as diferenças humanas são diversas e que, como consequência desse pressuposto, a aprendizagem deve ser adaptada às necessidades do educando, em vez de o educando se adaptar ao processo de aprendizagem. Uma pedagogia centrada no educando atende aos objetivos institucionais e está aptoa lidar com as diferenças, beneficiando a sociedade como um todo. A experiência tem demonstrado que tal pedagogia pode reduzir consideravelmente a taxa de desistência e repetência e ao mesmo tempo garantir índices médios mais altos de rendimento escolar. Uma pedagogia que tenha como foco o educando pode impedir o desperdício de recursos e o enfraquecimento de esperanças, tão frequentemente presentes nos programas de educação de baixa qualidade, calcada na mentalidade educacional de que “um tamanho serve a todos”. A inclusão e a participação são essenciais à dignidade humana e ao pleno exercício da cidadania. Dentro do campo da educação, isso se reflete no desenvolvimento de estratégias que procuram promover a genuína equalização de oportunidades. A educação inclusiva proporciona um ambiente favorável à aquisição de igualdade de oportunidades e participação total dos portadores de necessidades especiais no processo de aprendizagem. O sucesso delas requer um esforço claro, não somente por parte dos professores e dos profissionais da educação, mas também por parte dos colegas, pais, famílias e voluntários. A educação inclusiva deve responder às necessidades diversas do educando, acomodando diferentes estilos e ritmos de aprendizagem e assegurando uma educação de qualidade para todos, por meio de metodologias de ensino apropriadas, arranjos organizacionais, uso de recursos diversificados e parceria com as organizações especializadas. Atenta à sua responsabilidade social e aos indicadores e padrões de qualidade, estabelecida pelo Ministério da Educação nos manuais de avaliação institucional e das condições de ensino, a IES pode adotar as seguintes políticas para os portadores de necessidades especiais: I. Para pessoas com deficiência auditiva (surdez ou baixa audição): a) acompanhar os alunos com deficiência auditiva nas dificuldades de aprendizagem; b) adotar flexibilidade na correção de provas escritas, valorizando o conteúdo semântico; c) apresentar na forma digital, caso não seja possível, na forma escrita o conteúdo ministrado; d) escrever na lousa informações importantes como: data, horário, matéria das provas, adiantamento das mesmas e trabalhos, até mesmo a ausência do professor; e) estimular o bibliotecário a multiplicar a capacitação em LIBRAS para os seus auxiliares; f) falar devagar e suavemente, ao ritmo natural e nunca gritar; g) providenciar a contratação de intérprete de LIBRAS; h) fazer o repasse da legislação vigente e recomendações do MEC acerca de avaliações e trato com o aluno com necessidades especiais na área de auditiva em sala de aula; i) permitir o uso de dicionário durante a realização de avaliações; j) promover reuniões com professores para esclarecimento das especificidades envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos com necessidades especiais; k) recursos informatizados (equipamento e software). II. Para pessoas com deficiência visual (cegueira ou baixa visão): a) combinar com o aluno a melhor forma de elaboração dos instrumentos de avaliação, o tamanho de letra, o espaço entre as linhas e as palavras, ao digitar no quadro ou nas questões das provas; b) descrever oralmente, em pormenor, o que pretende que se faça; c) disponibilizar, quando necessário, alunos ledores para cegos; d) estar ciente de que é mais lenta a leitura e a escrita em Braille do que a escrita comum; e) fazer uso da avaliação oral, caso seja necessário; f) indicar com precisão, o lugar exato usando termos como: à sua frente, em cima, etc., ao invés de “ali”, “aqui”; g) ler em voz alta o que escrever na lousa para que o aluno cego possa tomar notas e acompanhar o raciocínio; h) fazer a orientação periódica aos professores das disciplinas cursadas pelos alunos no sentido de contextualizar suas potencialidades e possíveis limitações; i) permitir ao aluno gravar suas aulas; j) promover reuniões com professores para esclarecimento das especificidades envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos com necessidades especiais; k) solicitar a um aluno vidente que caminhe com o colega cego pela sala, fazendo-lhe notar as carteiras, mesa do professor, a lousa e outras referências, até que ele seja capaz de andar sozinho; l) reservar um lugar na 1ª fila sem que tenha luz na frente; m) ter o cuidado de apresentar DVD dublados; n) ter o cuidado de verbalizar o material escrito, quando usar, o projetor multimídia; o) recursos informatizados (equipamento e software); p) piso tátil; q) sinalização em Braille. III. Para pessoas com pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida: a) eliminação de barreiras arquitetônicas para circulação do estudante, permitindo o acesso aos espaços de uso coletivo; b) reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades das unidades de serviços; c) rampas com corrimãos ou colocação de elevadores, facilitando a circulação de cadeira de rodas; d) portas e banheiros com espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira de rodas; e) barras de apoio nas paredes dos banheiros; f) lavabos e bebedouros em altura acessível aos usuários de cadeira de rodas; g) espaços adequados às necessidades especiais nas salas de aulas, laboratórios gerais e específicos dos cursos e biblioteca. h) recursos informatizados (equipamento e software); i) piso tátil. IV. Para pessoas com deficiência mental: a) adaptar os critérios regulares da avaliação, caso seja necessário; b) introduzir atividades alternativas além das planejadas pela turma; c) levar ao aluno a aprender os conteúdos de maneira mais ajustada às suas condições individuais; d) modificar o nível de complexidade para determinados objetivos e conteúdos; e) oferecer cursos de nivelamento; f) orientar periodicamente os professores das disciplinas cursadas pelos alunos no sentido de contextualizar suas potencialidades e possíveis limitações. g) promover reuniões com professores para esclarecimento das especificidades envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos com necessidades especiais; h) valorizar a permanência deste aluno com os colegas e grupos que favoreçam o seu desenvolvimento, comunicação autonomia e aprendizagem. Para os professores e pessoal técnico, visa disponibilizar o programa de capacitação para a educação inclusiva, constando, especialmente, da oferta de: a) informações sobre os portadores de necessidades especiais; b) cursos, seminários ou eventos similares, ministrados por especialistas; c) cursos para o entendimento da linguagem dos sinais; d) seminários ou eventos similares sobre relações pessoais e atendimento. Para a comunidade social dispor-se-á de: a) campanhas de sensibilização e de motivação para a aceitação das diferenças; b) parcerias com as corporações profissionais e com as entidades de classe (sindicatos, associações, federações, confederações etc.) com o objetivo de promover ações integradas Escola/Empresa/ Sociedade civil organizada para o reconhecimento dos direitos dos portadores de necessidades especiais como direitos humanos universais; c) integração Escola/Empresas para a oferta de estágios profissionais com adequadas condições de atuação para os portadores de necessidades especiais. A instituição está implantando o Núcleo de Acessibilidade que tem como objeto principal o cuidado da Instituição com as questões relacionadas à inclusão educacional na perspectiva da responsabilidade social, favorecendo o cumprimento de princípios que promovam o acesso, a permanência e a participação dos discentes. O Núcleo de Acessibilidade possui regulamento próprio que está anexo a este projeto pedagógico. Considerando a legislação vigente em relação à pessoa com deficiência, a Política de Acessibilidade na instituição, obedece aos seguintes princípios: I - desenvolvimento de ação conjunta entre IES - Sociedade Civil, demodo a assegurar a plena integração da pessoa com deficiência no espaço físico, no contexto socioeconômico e cultural da IES; II – igualdade de direitos no acesso ao atendimento, sem discriminação de qualquer natureza, garantindo-se a equivalência às pessoas com deficiência; III- estabelecimento de mecanismos e instrumentos legais e operacionais que assegurem às pessoas com deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos no âmbito da IES, que, decorrentes da Constituição e das Leis, propiciam o seu bem-estar pessoal, social e econômico; IV - respeito às pessoas com deficiência, que devem receber igualdade de oportunidades na IES por reconhecimento dos direitos que lhes são assegurados, sem privilégios ou paternalismos; V – a formulação, implementação e manutenção das ações de acessibilidade atendem as premissas básicas, priorizando as necessidades, a programação em cronograma e a reserva de recursos para a implantação das ações que atendam às necessidades das pessoas com deficiência; VI - o planejamento, de forma continuada e articulada, entre os setores envolvidos; VII - garantia de atendimento prioritário às pessoas com deficiência - cabe aos órgãos e às entidades do Poder Público assegurar à pessoa com deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive dos direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao desporto, ao turismo, ao lazer, à previdência social, à assistência social, ao transporte, à edificação pública, à habitação, à cultura, ao amparo à infância e à maternidade, e de outros que, decorrentes da Constituição e das leis, propiciem seu bem-estar pessoal, social e econômico. Os cursos, programas de educação superior e os projetos de extensão da IES na cidade e na circunvizinhança, ampliam a responsabilidade social institucional. Assim, a instituição contribui, ainda, para a redução das desigualdades sociais e regionais ao gerarem novos empregos, diretos (professores e pessoal técnico- administrativo) e indiretos (papelarias, livrarias, lanchonetes, etc.). 1.7.4. Políticas de Educação Ambiental As Políticas de Educação Ambiental, em conformidade a legislação em vigor e com os princípios e objetivos da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) da instituição foi pensado para ser desenvolvido como um instrumento estratégico de gestão e educação. Estratégico por dois grandes motivos: primeiro, por sua transversalidade, incluindo e integrando as contribuições dos diversos atores da comunidade acadêmica e da sociedade; e, segundo, pelo aprofundamento das questões próprias da área, ambas voltadas para o aperfeiçoamento da educação ambiental na Instituição. Entende-se por Educação Ambiental os processos permanentes de aprendizagem e formação individual e coletiva para reflexão e construção de valores, saberes, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências, visando à melhoria da qualidade da vida e uma relação sustentável da sociedade humana com o ambiente que a integra. A Educação Ambiental é um componente essencial e permanente da educação de forma articulada e continuada, em todos os níveis e modalidades dos processos educativos: formal e não formal. É também um componente essencial e permanente da Política Nacional de Meio Ambiente, devendo estar presente de forma articulada em todos os níveis e modalidades dos processos de gestão ambiental. http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/110259/lei-da-educacao-ambiental-lei-9795-99 O objetivo destas Políticas é realizar, orientar e fortalecer ações de educação ambiental na sua rica e complexa diversidade, bem como subsidiar todo e qualquer futuro projeto, ação ou programa implantado na IES. Em sintonia com a Política Nacional de Educação Ambiental, as políticas estão pautadas nas diretrizes da educação ambiental que orientam uma execução com ênfase na comunicação, transversalização e avaliação, consideradas eixos estruturantes para a elaboração de ações, programas e projetos de educação ambiental. As diretrizes para a Educação Ambiental na IES, dentre outras, são: a equidade social, envolvendo os diversos grupos sociais que compõem a comunidade acadêmica da IES, de forma justa, participativa e democrática nos processos educativos; a vinculação entre a ética, a educação, o trabalho e as práticas sociais; a solidariedade e a cooperação entre os indivíduos na troca de saberes em busca da preservação de todas as formas de vida e do ambiente que integram; a corresponsabilidade e o compromisso individual e coletivo no desenvolvimento de processos de ensino e aprendizagem voltados à sustentabilidade; os enfoques humanísticos, holísticos, democráticos e participativos; o respeito e a valorização à diversidade, ao conhecimento tradicional e à identidade cultural; a reflexão crítica sobre a relação entre indivíduos, sociedade e ambiente; a contextualização do meio ambiente considerando as especificidades locais, regionais, territoriais, nacionais e globais e a interdependência entre o meio natural, o socioeconômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade; a sustentabilidade como garantia ao atendimento das necessidades das gerações atuais, sem comprometimento das gerações futuras, valorizadas no processo educativo; a dialógica, como abordagem para a construção do conhecimento, mantendo uma relação horizontal entre educador e educando, com vistas à transformação socioambiental; o pluralismo de ideias e concepções pedagógicas, na perspectiva da multi, inter, transdisciplinaridade e até mesmo a transinstitucionalidade. As ações para a Educação Ambiental são definidas em calendário específico desenvolvido no âmbito dos cursos de graduação com a participação dos Núcleos Docentes Estruturantes - NDEs e dos Conselhos de Cursos e, subsequente, aprovação do Conselho Superior. A instituição possui sua política de Educação Ambiental normatizada em forma de regulamento próprio. 1.7.5. Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena Educar significa, dentre outros aspectos, reconhecer a realidade exterior ao ambiente escolar. Significa admitir que os modelos econômico e social aos quais estamos atrelados interferem nas concepções de homem e de mundo e nas relações interpessoais. Portanto, a prática docente deve trazer em seu bojo inúmeras questões não só de ordem metodológica, mas antes disso, questões ideológicas e psicossociais. Nesse caso, a identificação de práticas de discriminação racial no contexto da educação representa a necessidade de uma análise ampla da questão e a urgência em desvelar o discurso pedagógico que mesmo indicado a linha da igualdade, sustenta ações que lhe são contraditórias. Essa abordagem, por ser diferenciada, vem contribuir para a identificação das formas pejorativas de construção das imagens e autoimagens de negros, afros e índios, o que certamente exerce influência nas formas de relacionamento interpessoal e intergrupal. A existência de um currículo mono cultural, que ignora a identidade cultural do povo negro, afro ou indígena e perpetua uma espécie de escravidão mental, é a revelação de uma das principais falácias em que está alicerçada a educação brasileira. Assim sendo, podemos afirmar a existência de um não racismo de ocasião, explicitado em ações equivocadas que, por serem pontuais, não representam provocações suficientes na luta pela conquista de espaços travada há tempos pela comunidade negra, afro ou indígena. Se por um lado há um notável avanço na implementação de políticas públicas de caráter étnico-racial no Brasil, não podemos perder de vista as inúmeras dificuldades enfrentadas para a operacionalização de tais medidas legais. A esse respeito, consideramos o contexto da formação docente que – seja em nível universitário ou no espaço das redes de ensino - geralmente indicaum silenciamento a respeito das questões relativas à diversidade étnico-racial e à afirmação da cultura afro-brasileira, indígena e africana. Tal lacuna emperra as possibilidades de abordagem pedagógica da questão racial, assim como o enfrentamento de situações de racismo na escola. É por tratar tais questões como fundamentais que a IES contempla a Educação e Relações Étnico-raciais nos conteúdos disciplinares nos currículos de seus cursos, bem como nas atividades complementares, como forma de contribuir para desvelar o discurso pedagógico, buscando levantar e analisar as representações sociais sobre os negros, afrodescendentes e índios na sociedade brasileira e seus reflexos no contexto escolar. 1.7.6. Educação em Direitos Humanos As discussões sobre a Educação em Direitos Humanos eclodiram na década de 1980, no seio dos movimentos sociais que não só lutavam por educação, mas também por outros direitos sociais como saúde, moradia, luta pela terra e outros direitos de natureza similar. O Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos incorpora o princípio do empedramento dos grupos sociais, entendido como um conhecimento experimentado sobre os mecanismos que podem melhor defender e garantir os Direitos Humanos. Trabalhar a dimensão ética da Educação em Direitos Humanos implica na promoção da educação para a cidadania ativa; construção de uma prática educativa dialógica, participante e democrática, compromissada com a construção de uma sociedade que tenha por base a afirmação da dignidade de toda pessoa humana. Os educadores, promotores e defensores de direitos, partem do princípio de que a defesa do direito é necessária à promoção da justiça. A Educação em Direitos Humanos não pode ficar indiferente à violação de direitos e ao sofrimento do povo. Os educadores a partir do momento que se propõem à tarefa de educar estão se assumindo como promotores e defensores de direitos. É preciso desenvolver no profissional da educação, seja na sua formação inicial ou continuada, a compreensão da natureza singular do direito à educação como um Direito Humano, que promove o acesso a outros direitos e à importância do seu papel na garantia desses direitos. Portanto, são inseridos nas estruturas curriculares dos cursos ofertados na IES, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme a determinação da Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012. 1.7.7. Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista A instituição visa realizar, sempre que necessário, práticas educacionais que favoreçam a adaptação dos indivíduos na vida social, diminuindo o sofrimento de suas famílias, e capacitação de profissionais especializados para atender esta comunidade e, assim, cumprir as exigências determinadas na Lei nº 12764/2012, referente aos direitos da Pessoa com transtorno do Espectro Autista ou qualquer outro tipo de deficiência. Ações, como: a) constituir uma equipe multidisciplinar para avaliar e desenvolver um programa de intervenção orientado a satisfazer as necessidades particulares a cada indivíduo, a orientação familiar, processos psicoeducacionais e a intervenção na comunicação; b) aprimorar a formação de profissionais e estudantes das áreas de educação, saúde e social, que podem ser envolvidos no atendimento de indivíduos com diagnóstico do espectro do autismo; c) discutir as possibilidades de como realizar um trabalho acadêmico, tanto na classe comum como no atendimento educacional especializado, identificando as características desse alunado; d) divulgar o conhecimento científico e práticas clínicas e educacionais que possam contribuir com a melhoria da qualidade de vida de indivíduos com diagnóstico de TEA. A IES possui a Política de Acessibilidade Acadêmica aos Portadores do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e da Síndrome de Asperger. 1.8. Áreas de Atuação A instituição orienta suas ações para ensino, pesquisa (iniciação científica) e a extensão, oferecendo ao aluno uma diversidade de projetos e programas complementares a fim de capacitá-lo plenamente para o exercício profissional e da cidadania, justificado pela necessária identificação com os problemas que afligem o Estado e a Região. Isto exige a formação de pessoas comprometidas com a realidade socioeconômica da região em que certamente atuarão. Em cumprimento à sua Missão, a IES atua/atuará: 1. No Ensino - na Graduação (Bacharelado e Licenciatura), nas áreas: Ciências Biológicas e Saúde, Ciências Sociais Aplicadas, Engenharias e Tecnologia e Ciências Humanas. Na Graduação Tecnológica (Cursos Superiores de Tecnologia), nos eixos tecnológicos: Ambiente e Saúde, Apoio Escolar, Controle e Processos Industriais, Gestão e Negócios, Hospitalidade e Lazer, Informação e Comunicação, Infraestrutura, Militar, Produção Alimentícia, Produção Cultural e Design, Produção Industrial, Recursos Naturais e Segurança. Na Pós-Graduação: os cursos de especialização (lato sensu), promovendo ações diversificadas e integrando os processos de ensino, pesquisa e extensão, a fim de capacitar o aluno para o pleno exercício profissional e da cidadania. 2. Na Iniciação à Pesquisa - a instituição possui o Programa de Iniciação à Pesquisa Científica e Tecnológica que demonstra outra forma de atuação acadêmica da IES e promove a sistematização e institucionalização da iniciação científica, intensificando a interação docente-discente na prática investigativa e fortalecendo a mentalidade científica entre os alunos. No sentido de expandir a iniciação científica para novas áreas de conhecimento, a instituição promove ações multidisciplinares para identificar as novas vocações a serem desenvolvidas, tais como o desenvolvimento de pesquisas em parcerias com financiadores de bolsas de pesquisas, através de convênios com instituições nacionais e internacionais nas áreas de novos conhecimentos. 3. Na Extensão – oferta de atividades que propiciam ao acadêmico a possibilidade de vivenciar a relação ensino/aprendizagem a partir da interlocução com os problemas da sociedade, através de cursos para comunidade, promoção de eventos culturais e atuação em trabalhos assistenciais, junto às populações em situação de vulnerabilidade social. 2. CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL E EDUCACIONAL 2.1. A Região O Brasil tem uma população estimada em 201.032.714 habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Região Nordeste é uma das cinco regiões do Brasil definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1969. A Região Nordeste foi o berço da colonização portuguesa no país, devido ao descobrimento e a posterior colonização exploratória, que consistia, em suma, na extração pau-brasil, cuja tinta da madeira era utilizada para tingir as roupas da nobreza europeia. Com a criação das capitanias hereditárias, foi fundada a Vila de Olinda, e, anos mais tarde, deu-se o início da construção da primeira capital do Brasil, Salvador, em 1549. O Nordeste foi também o centro financeiro do Brasil, uma vez que a Capitania de Pernambuco foi o principal centro produtivo da colônia e Recife a cidade de maior importância econômica. http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%B5es_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Brasileiro_de_Geografia_e_Estat%C3%ADstica http://pt.wikipedia.org/wiki/Coloniza%C3%A7%C3%A3o_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Descobrimento_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%B4nia_de_explora%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Caesalpinia_echinata http://pt.wikipedia.org/wiki/Nobreza http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitanias_heredit%C3%A1rias http://pt.wikipedia.org/wiki/Olinda http://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_%28Bahia%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/1549 http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitania_de_Pernambucohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Recife É a região brasileira que possui o maior número de estados (nove no total): Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. Em função de suas diferentes características físicas, a região é dividida em quatro sub-regiões: meio-norte, sertão, agreste e zona da mata, tendo níveis muito variados de desenvolvimento humano ao longo de suas zonas geográficas. Em comparação com as outras regiões brasileiras, tem a segunda maior população, o terceiro maior território, o segundo maior colégio eleitoral (38.269.533 eleitores em 2014), o IDH médio de 0.659 (2010) e o terceiro maior PIB (2011). A área do Nordeste brasileiro é de 1.561.177,8 km², equivalente a 18,26% do território nacional e é a região que possui a maior costa litorânea. A região possui os estados com a maior e a menor costa litorânea, respectivamente Bahia, com 932 km de litoral e Piauí, com 60 km de litoral. A região toda possui 3338 km de praias. Segundo dados do IBGE, a região possui mais de 49 milhões de habitantes, quase 30% da população brasileira. É a segunda região mais populosa do país, atrás apenas da região Sudeste. É também a terceira região quanto à densidade demográfica, contando com 32 habitantes por quilômetro quadrado. As maiores cidades nordestinas, em termos populacionais, são: Salvador, Fortaleza, Recife, São Luís, Natal, Teresina, http://pt.wikipedia.org/wiki/Alagoas http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia http://pt.wikipedia.org/wiki/Cear%C3%A1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Maranh%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Para%C3%ADba http://pt.wikipedia.org/wiki/Piau%C3%AD http://pt.wikipedia.org/wiki/Pernambuco http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Norte http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergipe http://pt.wikipedia.org/wiki/Meio-norte http://pt.wikipedia.org/wiki/Sert%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Agreste http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_da_mata http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rea http://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%A9gio_eleitoral http://pt.wikipedia.org/wiki/Litoral http://pt.wikipedia.org/wiki/IBGE http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Sudeste_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Popula%C3%A7%C3%A3o_residente http://pt.wikipedia.org/wiki/Quil%C3%B4metro_quadrado http://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_%28Bahia%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Fortaleza http://pt.wikipedia.org/wiki/Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Lu%C3%ADs_%28Maranh%C3%A3o%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Natal_%28Rio_Grande_do_Norte%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Teresina Maceió, João Pessoa, Feira de Santana, Jaboatão dos Guararapes, Aracaju, Olinda, Campina Grande, Caucaia, Paulista, Vitória da Conquista, Caruaru, Petrolina, Mossoró, Juazeiro do Norte, Itabuna e Juazeiro, todas com mais de duzentos mil habitantes. Assim como acontece em todo o território brasileiro, a população nordestina é mal distribuída. Cerca de 60,6% dela fica concentrada na faixa litorânea e nas principais capitais. No sertão e interior, os níveis de densidade populacional são mais baixos, principalmente por causa do clima semiárido. Ainda assim, a densidade demográfica no semiárido nordestino é uma das mais altas do mundo para esse tipo de área climática. De acordo com os dados do IBGE, 71,5% da dos nordestinos estão em áreas urbanas. A urbanização do Nordeste foi mais lenta em relação ao resto do país, mas se acelerou nas últimas décadas. Todas as capitais da Região Nordeste possuem região metropolitana (RM), com exceção de Teresina, que possui região integrada de desenvolvimento econômico (RIDE), por abrigar municípios de diferentes unidades federativas. Além das capitais, outras áreas metropolitanas figuram no interior. As regiões metropolitanas mais antigas são as de Recife, Salvador e Fortaleza são também as mais populosas. Municípios mais populosos da Região Nordeste Dados do IBGE confirmam a Região Metropolitana do Recife como a mais http://pt.wikipedia.org/wiki/Macei%C3%B3 http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Pessoa http://pt.wikipedia.org/wiki/Feira_de_Santana http://pt.wikipedia.org/wiki/Jaboat%C3%A3o_dos_Guararapes http://pt.wikipedia.org/wiki/Aracaju http://pt.wikipedia.org/wiki/Olinda http://pt.wikipedia.org/wiki/Campina_Grande http://pt.wikipedia.org/wiki/Caucaia http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulista_%28Pernambuco%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Vit%C3%B3ria_da_Conquista http://pt.wikipedia.org/wiki/Caruaru http://pt.wikipedia.org/wiki/Petrolina http://pt.wikipedia.org/wiki/Mossor%C3%B3 http://pt.wikipedia.org/wiki/Juazeiro_do_Norte http://pt.wikipedia.org/wiki/Itabuna http://pt.wikipedia.org/wiki/Juazeiro_%28Bahia%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Sert%C3%A3o_nordestino http://pt.wikipedia.org/wiki/Densidade_populacional http://pt.wikipedia.org/wiki/Clima_semi%C3%A1rido http://pt.wikipedia.org/wiki/IBGE http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_urbana http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_urbana http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_metropolitana http://pt.wikipedia.org/wiki/Teresina http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_integrada_de_desenvolvimento_econ%C3%B4mico http://pt.wikipedia.org/wiki/Unidades_federativas_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Interior_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_de_Salvador http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_de_Fortaleza http://pt.wikipedia.org/wiki/IBGE http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Recife populosa do Nordeste Brasileiro, a quinta do Brasil e a 107ª do mundo. A Região Metropolitana de Salvador caiu uma colocação na classificação regional e nacional, sendo ultrapassada pela Região Metropolitana de Fortaleza; esta passa a ocupar a segunda posição no Nordeste, a sexta do Brasil e a 108ª do mundo. Para a formação do povo nordestino participaram três grupos étnicos: o indígena, o branco e o negro. A miscigenação étnica e cultural desses três elementos foi o pilar para a composição da população do Nordeste. Em média a população é composta de 71% pardos, negros ou índios e 29% de brancos. Infelizmente, dados estatísticos e antropológicos apontam etnia e status socioeconômico como sistemas de desigualdade relacionados, com uma considerável sobreposição entre etnia e posição socioeconômica. Tal fato gera, consequentemente, uma relação com o grau de escolaridade alcançado por seus membros, num sistema que evidentemente desfavorece as “minorias” no âmbito nacional, o que no NE na verdade corresponde a maior parcela da população. Sendo, que esta desigualdade de acesso devido, entre outros fatores, a composição étnica fica evidente na área educacional, com a segregação de grupos e, principalmente, diferenças de acesso a educação superior. E as desigualdades não param por aí, segundo especialista, acreditava-se que o menor desenvolvimento nordestino em relação às demais regiões do Brasil ocorreu devido a todo processo de industrialização bem como os ciclos da economia exportadora terem se dado primeiramente no Sudeste. Acreditava-se ainda que com industrialização se eliminasse as desigualdades regionais, com a ideia de implantar Polos industriais no Nordeste. O Nordeste se industrializou, mas não se resolveram os problemas: as desigualdades. O Nordeste é o maior problema regional do País. Investimentos na industrialização e em programas para reduzir a desigualdade, segundo especialistas, devem ser colocados maciçamente em educação. Se isso for feito, com 50 ou 100 anos, serão eliminadas as desigualdades regionais. Segundo os indicadores do ENADE, duas universidades nordestinas estão entre as 20 melhores do país em 2012, na 15ª e 18ª posições, respectivamente. O Scimago http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_de_Salvador http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_de_Salvadorhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_de_Fortaleza http://pt.wikipedia.org/wiki/Grupo_%C3%A9tnico http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%ADgenas http://pt.wikipedia.org/wiki/Brancos http://pt.wikipedia.org/wiki/Negros http://pt.wikipedia.org/wiki/Miscigena%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/ENADE http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Estadual_de_Feira_de_Santana http://pt.wikipedia.org/wiki/2012 Institutions Ranking (SRI) 2012 mostra a Universidade Estadual de Feira de Santana na 181ª posição no ranking Ibero-americano entre as 1.401 instituições de ensino superior, e na 118ª posição no ranking de universidades da América Latina e Caribe no índice de produção científica. A Região Nordeste foi a segunda região do Brasil em número de escolas entre as entre as 20 melhores do ENEM 2009 ao lado da Região Centro-Oeste: foram 4 escolas de cada uma destas duas regiões. Segundo dados do Ministério da Educação as taxas de escolarização significativa da expansão do acesso a educação superior passaram de 15,1% para 26,7% a bruta e a líquida de 8,9% para 14,4%. No entanto, o Plano Nacional de Desenvolvimento da Educação – PNDE estabelecia inicialmente o provimento da oferta de educação superior a, pelo menos, 30% desta população. Ou seja, apesar do avanço, o salto projetado pelo PNDE 2011-2020 precisará alcançar uma elevação da taxa bruta para 50% e da líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, o que para o Brasil já é desafiador, imagine no NE. http://pt.wikipedia.org/wiki/Ibero-americano http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_Latina http://pt.wikipedia.org/wiki/Caribe http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_escolas_com_as_maiores_notas_no_ENEM http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_escolas_com_as_maiores_notas_no_ENEM http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Centro-Oeste Para se entender o contexto educacional que está inserido o NE, segundo dados do IBGE concluíram o ensino médio mais de 2 milhões de jovens e, portanto, poderiam iniciar estudos na educação superior. No entanto, os dados mostram que apenas pouco mais de 460 mil iniciaram seus estudos na rede de educação superior no NE. A economia do Nordeste do Brasil foi a base histórica do começo da economia do Brasil, já que as atividades em torno do pau-brasil e da cana-de-açúcar predominaram e foram iniciadas no Nordeste do Brasil. O Nordeste foi a região mais rica do país até meados do século XVIII. A Região Nordeste é, atualmente, a terceira maior economia do Brasil entre as grandes regiões. Sua participação no Produto Interno Bruto brasileiro foi de 13,4% em 2011, após a Região Sul (16,2% de participação no PIB) e à frente da Região Centro- Oeste (9,6% de participação no PIB). Ainda assim, é a região com o mais baixo PIB per capita. A distribuição de renda nessa região melhorou significativamente na década de 2000: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009, a renda média no Nordeste sofreu um aumento real (já descontada a inflação) de 28,8% entre 2004 e 2009, passando de R$ 570 para R$ 734. Entre 2008 e 2009, o incremento foi de 2,7%. Foi a região que apresentou o maior incremento no salário médio do trabalhador nesse período. http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Pau-brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Cana-de-a%C3%A7%C3%BAcar http://pt.wikipedia.org/wiki/2011 http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Sul_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Centro-Oeste_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Centro-Oeste_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/PIB_per_capita http://pt.wikipedia.org/wiki/PIB_per_capita Em 2011 seu PIB nominal era de R$ 555,3 bilhões, superando o de países como Chile, Singapura e Portugal; e seu PIB nominal per capita, de R$ 10.379,55, superando o de países como Ucrânia, Tailândia e China. As maiores economias da Região Nordeste são, respectivamente, Bahia, Pernambuco e Ceará, estados que concentram, juntos, 8,5% do PIB nacional. Já os estados nordestinos com maior PIB per capita são Sergipe, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte, seguidos por Ceará, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Piaui. Em 2011, Ipojuca, em Pernambuco, era o município com maior PIB per capita da Região Nordeste, com R$ 116.198,31, além de décimo sexto do Brasil. Outros municípios nordestinos também figuravam entre os 100 com maior PIB per capita do país, como Guamaré-RN, São Francisco do Conde-BA, Cairu-BA e Candeias-BA. Em contrapartida, no Nordeste também está localizada a cidade com o terceiro menor PIB http://pt.wikipedia.org/wiki/2011 http://pt.wikipedia.org/wiki/Chile http://pt.wikipedia.org/wiki/Singapura http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal http://pt.wikipedia.org/wiki/Ucr%C3%A2nia http://pt.wikipedia.org/wiki/Tail%C3%A2ndia http://pt.wikipedia.org/wiki/China http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia http://pt.wikipedia.org/wiki/Pernambuco http://pt.wikipedia.org/wiki/Cear%C3%A1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergipe http://pt.wikipedia.org/wiki/Pernambuco http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Norte http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Norte http://pt.wikipedia.org/wiki/Cear%C3%A1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Para%C3%ADba http://pt.wikipedia.org/wiki/Alagoas http://pt.wikipedia.org/wiki/Maranh%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Piaui http://pt.wikipedia.org/wiki/2011 http://pt.wikipedia.org/wiki/Ipojuca http://pt.wikipedia.org/wiki/Pernambuco http://pt.wikipedia.org/wiki/Guamar%C3%A9 http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Norte http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Francisco_do_Conde http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia http://pt.wikipedia.org/wiki/Cairu http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia http://pt.wikipedia.org/wiki/Candeias http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia per capita do Brasil: São Vicente Ferrer, no Maranhão, com R$ 2.679,66. Os 56 municípios de menor PIB per capita (que correspondem a 1,0% dos 5.570 municípios do país) tinham PIB per capita inferior a R$ 3.492,99 e estavam localizados em seis estados: Maranhão (19), Alagoas (7), Piauí (7), Bahia (6) e Ceará (1), na Região Nordeste; e Pará (16), na Região Norte. Entre os estados nordestinos, apenas Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Sergipe não possuem município com PIB per capita inferior a R$ 4.000,00. Os principais polos médicos da Região Nordeste são as cidades de Recife, Salvador e Fortaleza. Dentre os principais hospitais de Recife está o Hospital da Restauração, maior emergência pública e mais complexo serviço de urgência e trauma do Norte-Nordeste, recebendo pacientes de todo o estado e de estados vizinhos. O Hospital da Restauração, referência nas áreas de trauma, neurocirurgia, neurologia, cirurgia geral, clínica médica e ortopedia, possui 482 leitos registrados no Ministério da Saúde (MS), mas, incluindo os extras, funciona com um total de 723 leitos para atender sua demanda. Os hospitais particulares do Recife fazem da capital pernambucana o segundo maior pólo médico e hospitalar do Brasil. Em Salvador, na Bahia, destacam-se o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) – o maior do estado – e o Hospital Geral do Estado (HGE).120 O HGRS presta em média mil atendimentos ambulatoriais e 350 atendimentos emergenciais em dias úteis; é referência em cirurgias bucomaxilofacial e vasculares e clínica médica em neurocirurgia e nefrologia; e conta com quase 2.600 funcionários. O prédio do Roberto Santos abriga ainda o Centro de Informações Antiveneno, referência no tratamento de intoxicações na Bahia.120 Outros hospitais que merecem destaque: o Hospital Santo Antônio (fundado por Irmã Dulce);121 o Hospital Sarah Kubitschek; e o Complexo Hospitalar Universitário Professor Edgard Santos. Em Fortaleza estão concentrados os principais hospitais públicos do Estado do Ceará. Dentre esses hospitais merecem destaqueo Instituto Doutor José Frota, mais conhecido como IJF, que é o maior hospital de emergência do estado, administrado http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Vicente_Ferrer_%28Maranh%C3%A3o%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Maranh%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_%28Bahia%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Fortaleza http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_da_Restaura%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Geral_do_Estado http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Nordeste_do_Brasil#cite_note-comunicacao.ba.gov.br-120 http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Nordeste_do_Brasil#cite_note-comunicacao.ba.gov.br-120 http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Santo_Ant%C3%B4nio http://pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3_Dulce http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Nordeste_do_Brasil#cite_note-121 http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Sarah_Kubitschek http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Sarah_Kubitschek http://pt.wikipedia.org/wiki/Cear%C3%A1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Doutor_Jos%C3%A9_Frota pela prefeitura; e o Hospital Geral de Fortaleza, que é o maior hospital público, administrado pelo governo do estado. O atendimento médico privado é bastante desenvolvido, com um total de 127 hospitais, destacando-se os hospitais São Mateus, Antônio Prudente, Unimed, Monte Klinikum e SARAH-Fortaleza. 2.2. O Estado de Pernambuco Pernambuco é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado no centro-leste da região Nordeste e tem como limites os estados da Paraíba (N), do Ceará (NO), de Alagoas (SE), da Bahia (S) e do Piauí (O), além de ser banhado pelo oceano Atlântico (L). Ocupa uma área de 98.311.616km². Também fazem parte do seu território os arquipélagos de Fernando de Noronha e São Pedro e São Paulo. Sua capital é a cidade do Recife e a sede administrativa é o Palácio do Campo das Princesas. Pernambuco teve ativa participação em diversos episódios da história brasileira: foi palco das Batalhas dos Guararapes, combates decisivos na Insurreição Pernambucana e considerados a origem do Exército Brasileiro; e serviu de berço a movimentos de caráter nativista ou de ideais libertários, como a Guerra dos Mascates, a Revolução Pernambucana, a Confederação do Equador e a Revolta Praieira. Conhecido por sua ativa e rica cultura popular, Pernambuco é berço de várias manifestações tradicionais, como o frevo e o maracatu, bem como detentor de um vasto patrimônio histórico, artístico e arquitetônico, sobretudo no que se refere ao período colonial. http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Geral_de_Fortaleza http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_S%C3%A3o_Mateus http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Ant%C3%B4nio_Prudente http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Regional_da_Unimed http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Monte_Klinikum http://pt.wikipedia.org/wiki/SARAH-Fortaleza http://pt.wikipedia.org/wiki/Unidades_federativas_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Nordeste http://pt.wikipedia.org/wiki/Para%C3%ADba http://pt.wikipedia.org/wiki/Norte http://pt.wikipedia.org/wiki/Cear%C3%A1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Noroeste http://pt.wikipedia.org/wiki/Alagoas http://pt.wikipedia.org/wiki/Sudeste http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia http://pt.wikipedia.org/wiki/Sul http://pt.wikipedia.org/wiki/Piau%C3%AD http://pt.wikipedia.org/wiki/Oeste http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_Atl%C3%A2ntico http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_Atl%C3%A2ntico http://pt.wikipedia.org/wiki/Leste http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_de_Noronha http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquip%C3%A9lago_de_S%C3%A3o_Pedro_e_S%C3%A3o_Paulo http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade http://pt.wikipedia.org/wiki/Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_do_Campo_das_Princesas http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_dos_Guararapes http://pt.wikipedia.org/wiki/Insurrei%C3%A7%C3%A3o_Pernambucana http://pt.wikipedia.org/wiki/Insurrei%C3%A7%C3%A3o_Pernambucana http://pt.wikipedia.org/wiki/Ex%C3%A9rcito_Brasileiro http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_dos_Mascates http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Pernambucana http://pt.wikipedia.org/wiki/Confedera%C3%A7%C3%A3o_do_Equador http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_Praieira http://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_popular http://pt.wikipedia.org/wiki/Frevo http://pt.wikipedia.org/wiki/Maracatu_%28ritmo%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B4nio_hist%C3%B3rico http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B4nio_art%C3%ADstico http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B4nio_arquitet%C3%B4nico Pernambuco é o sétimo estado mais populoso do Brasil. O seu maior aglomerado urbano é a Região Metropolitana do Recife (RMR), mais populosa região metropolitana do Norte-Nordeste e um dos principais polos industriais do país. Os municípios mais populosos da metrópole pernambucana são Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista e Cabo de Santo Agostinho. No interior do estado, as cidades mais importantes de acordo com os níveis de centralidade são, respectivamente, Caruaru, Petrolina, Garanhuns, Serra Talhada e Arcoverde. Pernambuco faz divisa com Paraíba e Ceará ao norte, Alagoas e Bahia ao sul, Piauí ao oeste e o oceano Atlântico ao leste. Tem 187km de costa, excluindo a costa do arquipélago de Fernando de Noronha. Pernambuco é também o décimo estado mais rico do país e, Recife a região metropolitana mais rica do Norte-Nordeste. O estado abriga o maior parque tecnológico do Brasil, o Porto Digital, localizado no bairro do Recife Antigo na capital http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_popula%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Jaboat%C3%A3o_dos_Guararapes http://pt.wikipedia.org/wiki/Olinda http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulista_%28Pernambuco%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_de_Santo_Agostinho http://pt.wikipedia.org/wiki/Caruaru http://pt.wikipedia.org/wiki/Petrolina http://pt.wikipedia.org/wiki/Garanhuns http://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_Talhada http://pt.wikipedia.org/wiki/Arcoverde http://pt.wikipedia.org/wiki/Para%C3%ADba http://pt.wikipedia.org/wiki/Cear%C3%A1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Alagoas http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia http://pt.wikipedia.org/wiki/Piau%C3%AD http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_Atl%C3%A2ntico http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_de_Noronha http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_estados_do_Brasil_por_PIB http://pt.wikipedia.org/wiki/Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_regi%C3%B5es_metropolitanas_do_Brasil_por_PIB http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_regi%C3%B5es_metropolitanas_do_Brasil_por_PIB http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_Digital http://pt.wikipedia.org/wiki/Recife_%28Recife%29 pernambucana; e o maior estaleiro do Hemisfério Sul, o Estaleiro Atlântico Sul, situado no Complexo Industrial de Suape, Região Metropolitana do Recife. O nível de desenvolvimento social pernambucano é superior ao dos países menos avançados, mas ainda está abaixo da média brasileira. Não obstante, Pernambuco detém o melhor serviço de coleta de esgoto do Norte, Nordeste e Sul brasileiro e o quinto maior número de médicos por grupo de mil habitantes do Brasil, além de apresentar a segunda melhor qualidade de vida e prevalência de segurança alimentar do Norte-Nordeste. Segundo o censo demográfico realizado pelo IBGE, em 2013, a população do estado de Pernambuco é de 9.277.727 habitantes, sendo o sétimo estado mais populoso do Brasil, representando 4,7% da população brasileira. Ainda segundo o mesmo censo, 7.052.210 habitantes viviam na zona urbana e 1.744.238 na zona rural. Em dez anos, o Estado registrou uma taxa de crescimento populacional de 11,2%. O maior aglomerado urbano de Pernambuco é a Região Metropolitana do Recife, que além da capitalpossui mais 13 municípios. Com 3.688.428 habitantes, é a 5ª mais populosa região metropolitana do Brasil e a mais populosa do Norte-Nordeste. Cidades mais populosas do Estado de Pernambuco A densidade demográfica é de 94,37hab./km², a sexta maior do Brasil. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M), considerado médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), era de 0,673 em 2010. Segundo dados do PNUD 2010, o município com o maior IDH é Fernando de Noronha (na http://pt.wikipedia.org/wiki/Estaleiro_Atl%C3%A2ntico_Sul http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_de_Suape http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_acesso_%C3%A0_rede_de_esgoto http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_acesso_%C3%A0_rede_de_esgoto http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_n%C3%BAmero_de_m%C3%A9dicos_para_cada_grupo_de_mil_habitantes http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_IFDM http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_seguran%C3%A7a_alimentar http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_seguran%C3%A7a_alimentar http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Norte_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Nordeste_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Censo_demogr%C3%A1fico http://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Brasileiro_de_Geografia_e_Estat%C3%ADstica http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado http://pt.wikipedia.org/wiki/Habitante http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_estados_do_Brasil_por_popula%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_estados_do_Brasil_por_popula%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Popula%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_urbana http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_rural http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Densidade_populacional http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_estados_do_Brasil_por_densidade_demogr%C3%A1fica http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano http://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_das_Na%C3%A7%C3%B5es_Unidas_para_o_Desenvolvimento http://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_das_Na%C3%A7%C3%B5es_Unidas_para_o_Desenvolvimento http://pt.wikipedia.org/wiki/2010 http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_de_Noronha verdade um distrito estadual), com um valor de 0,788; enquanto Manari, situado no extremo Sertão do Moxotó, tem o menor valor (0,487). Recife, a capital, possui um IDH de 0,772. Ainda segundo os dados publicados pelo IBGE, a população de Pernambuco está composta por: Pardos (57,6%); Brancos (36,6%); Pretos (5,4%); e Amarelos e Indígenas (0,3%). De acordo com um estudo genético de 2013, a composição genética da população de Pernambuco é 56,8% europeia, 27,9% africana e 15,3% ameríndia. Atualmente, a economia de Pernambuco tem como base a agricultura, a indústria e os serviços. O setor de serviços é predominante, seguido pela indústria (alimentícia, química, metalúrgica, eletroeletrônica, comunicação, minerais não- metálicos, têxtil e naval). Após ter ficado estagnada durante a chamada "década perdida" (1985 a 1995), a economia pernambucana vem crescendo rapidamente desde o final do século XX. No final da década de 2000, a construção civil liderou o crescimento econômico de Pernambuco, seguida pelo setor industrial e pelo de serviços. O estado assiste a uma importante mudança em seu perfil econômico com os recentes investimentos nos setores petroquímico, biotecnológico, farmacêutico, de informática, naval e automotivo, que estão dando novo impulso à economia do estado, que vem crescendo acima da média nacional. Além da importância crescente do setor de informática (o Porto Digital é o maior parque tecnológico do Brasil), do setor terciário – sobretudo das atividades turísticas –, e do setor industrial em torno do Porto de Suape, merecem destaque a produção irrigada de frutas ao longo do Rio São Francisco, quase que totalmente voltada para exportação, concentrada no município de Petrolina, em parte devido ao aeroporto internacional com grande capacidade para aviões cargueiros do município; e a floricultura, que começa a ganhar espaço, com plantações de rosas, gladiolus, e crisântemos. Outros polos dinâmicos de desenvolvimento são: o polo gesseiro no Araripe; o mármore, a pecuária leiteira e a indústria têxtil no Agreste; e a cana-de- açúcar e a biomassa na Zona da Mata. http://pt.wikipedia.org/wiki/Manari http://pt.wikipedia.org/wiki/Microrregi%C3%A3o_do_Sert%C3%A3o_do_Moxot%C3%B3 http://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Brasileiro_de_Geografia_e_Estat%C3%ADstica http://pt.wikipedia.org/wiki/Pardo_%28cor%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Branco_%28caucasiano%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Negros http://pt.wikipedia.org/wiki/Amarelos http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%ADgenas http://pt.wikipedia.org/wiki/Agricultura http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstria http://pt.wikipedia.org/wiki/Servi%C3%A7o_%28economia%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstria_aliment%C3%ADcia http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstria_qu%C3%ADmica http://pt.wikipedia.org/wiki/Metalurgia http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstria_eletroeletr%C3%B4nica http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Mineral_n%C3%A3o_met%C3%A1lico http://pt.wikipedia.org/wiki/Mineral_n%C3%A3o_met%C3%A1lico http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstria_t%C3%AAxtil http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstria_naval http://pt.wikipedia.org/wiki/1985 http://pt.wikipedia.org/wiki/1995 http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_2000 http://pt.wikipedia.org/wiki/Constru%C3%A7%C3%A3o_civil http://pt.wikipedia.org/wiki/Setor_industrial http://pt.wikipedia.org/wiki/Servi%C3%A7o_%28economia%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Petroqu%C3%ADmica http://pt.wikipedia.org/wiki/Biotecnologia http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstria_farmac%C3%AAutica http://pt.wikipedia.org/wiki/Inform%C3%A1tica http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstria_naval http://pt.wikipedia.org/wiki/Automotivo http://pt.wikipedia.org/wiki/Inform%C3%A1tica http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_Digital http://pt.wikipedia.org/wiki/Setor_terci%C3%A1rio http://pt.wikipedia.org/wiki/Turismo_no_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Turismo_no_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Setor_secund%C3%A1rio http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_de_Suape http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_S%C3%A3o_Francisco http://pt.wikipedia.org/wiki/Petrolina http://pt.wikipedia.org/wiki/Floricultura http://pt.wikipedia.org/wiki/Rosas http://pt.wikipedia.org/wiki/Gladiolus http://pt.wikipedia.org/wiki/Chrysanthemum http://pt.wikipedia.org/wiki/Mesorregi%C3%A3o_do_Agreste_Pernambucano http://pt.wikipedia.org/wiki/Mesorregi%C3%A3o_da_Zona_da_Mata O Estado, nos últimos anos, vem apresentando taxas médias de crescimento superiores à média nacional. Isso decorre de uma combinação de fatores – como a localização estratégica, capital humano de alta qualidade técnica e uma política de atração de investimentos focada no desenvolvimento das vocações econômicas em vários setores produtivos e tecnológicos. A participação de Pernambuco no PIB nacional era de 2,21% em 2010, e passou a 3,14% em 2013, e o Estado se manteve na 8ª posição no ranking nacional. Observa-se que, entre o período de 2010 e 2013, o PIB apresentou uma variação real acumulada de 14,7%. Respondendo por cerca de 18% da riqueza gerada na Região Nordeste, o PIB de Pernambuco, posicionando-se na segunda colocação, inferior apenas ao PIB baiano. Algumas vantagens do Estado o potencializam como o portão de entrada para o turismo no Nordeste, tais como: posição geográfica, riqueza de patrimônio histórico e construído, beleza natural e paisagística e variada cultura popular. Pernambuco éatualmente o maior produtor de acerola do Brasil, respondendo por um quarto da safra nacional. É também o maior produtor de goiaba, o segundo maior produtor de uva, o segundo maior exportador de manga, o segundo maior polo floricultor e o sexto maior produtor de cana-de-açúcar do Brasil. Pernambuco é ainda o quarto maior produtor nacional de ovos, o sexto de frangos de corte e a oitava maior bacia leiteira do país. A produção industrial pernambucana está entre as maiores do Norte- Nordeste. O crescimento industrial em Pernambuco foi o segundo maior do Brasil – 6,3% – mais que o dobro da média nacional no mesmo período (2,3%). As principais instalações educacionais pernambucanas estão concentradas na capital. Pernambuco se destaca no ensino tecnológico. O Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (CIn UFPE), responsável pelos cursos de Ciência da Computação, Sistemas de Informação e Engenharia da Computação, é http://pt.wikipedia.org/wiki/Acerola http://pt.wikipedia.org/wiki/Goiaba http://pt.wikipedia.org/wiki/Uva http://pt.wikipedia.org/wiki/Manga http://pt.wikipedia.org/wiki/Floricultura http://pt.wikipedia.org/wiki/Cana-de-a%C3%A7%C3%BAcar http://pt.wikipedia.org/wiki/Ovo http://pt.wikipedia.org/wiki/Frango http://pt.wikipedia.org/wiki/Frango http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Norte_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Nordeste_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_de_Inform%C3%A1tica_da_Universidade_Federal_de_Pernambuco http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_de_Inform%C3%A1tica_da_Universidade_Federal_de_Pernambuco http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia_da_Computa%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistemas_de_Informa%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_da_Computa%C3%A7%C3%A3o grande fornecedor de mão de obra especializada em tecnologia para o Porto Digital e para diversas multinacionais do setor de tecnologia. A UFPE foi uma das cinco instituições de ensino selecionadas em todo o mundo para o programa mundial de pesquisas da Microsoft. Olimpíada do Conhecimento – Classificação Geral 2010 Pernambuco é líder entre os estados do Norte-Nordeste no ranking da CBF, sendo o segundo colocado a Bahia e o terceiro o Ceará. Pernambuco deu origem a nomes de destaque do esporte brasileiro. Pernambuco é também o estado do Norte-Nordeste que mais se destaca em outras modalidades esportivas: é o segundo estado brasileiro em número de títulos nacionais de hóquei, tanto no campeonato masculino quanto no feminino, atrás somente de São Paulo, e o Sport Club do Recife um dos dois únicos clubes brasileiros a conquistar um Campeonato Sul-Americano de Hóquei; e é o único estado fora do Centro-Sul com títulos Brasileiro e Sul-Americano de basquete, obtidos pela equipe feminina do Sport Club do Recife entre 2013 e 2014. http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_Digital http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Federal_de_Pernambuco http://pt.wikipedia.org/wiki/Ranking_da_CBF http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia http://pt.wikipedia.org/wiki/Cear%C3%A1 http://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%B3quei http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Brasileiro_de_H%C3%B3quei http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Brasileiro_de_H%C3%B3quei_Feminino http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_%28estado%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_%28estado%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Sport_Club_do_Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Sul_Americano_de_Clubes_de_H%C3%B3quei_em_Patins http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Brasileiro_de_Basquete_Feminino http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Sul-Americano_de_Clubes_de_Basquetebol_Feminino http://pt.wikipedia.org/wiki/Sport_Club_do_Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Sport_Club_do_Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/2013 http://pt.wikipedia.org/wiki/2014 A capital pernambucana possui dezenas de grandes hospitais e três grandes hospitais públicos (da Restauração, Barão de Lucena e Getúlio Vargas; além do Hospital das Clínicas da UFPE). O Hospital da Restauração é a maior emergência pública e o mais complexo serviço de urgência e trauma do Norte-Nordeste, recebendo pacientes de todo o estado e de estados vizinhos. O HR, referência nas áreas de trauma, neurocirurgia, neurologia, cirurgia geral, clínica médica e ortopedia, possui 482 leitos registrados no Ministério da Saúde (MS), mas, incluindo os extras, funciona com um total de 723 leitos para atender a demanda que lhe é submetida. Desde junho de 2010, a antiga Emergência Geral foi desmembrada em três emergências com entradas e espaços independentes: Emergência Pediátrica, Emergência Traumatológica e Emergência Clínica. Os hospitais particulares do Recife, equipados com máquinas de última geração, fazem da capital Recife o segundo maior polo médico e hospitalar do Brasil. Pernambuco tem grande tradição na área de medicina. Em 2014, existem, no Estado, 8.354 estabelecimentos de saúde, sendo mais de 230 hospitais com mais de 20 mil leitos (Fonte: http://cnes.datasus.gov.br). 2.3. A Cidade de Recife O Recife é a capital do sétimo estado mais populoso do Brasil, Pernambuco. Ocupa uma área de 218,435 quilômetros quadrados, e se limita com os municípios de Jaboatão dos Guararapes, São Lourenço da Mata, Camaragibe, Paulista e Olinda.78 É sede da Região Metropolitana do Recife (RMR), a sexta maior aglomeração urbana do Brasil (2010), e sua área de influência direta abrange os estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte (este último junto com Fortaleza). A cidade do Recife está situada sobre uma planície aluvional (fluviomarinha), constituída por ilhas, penínsulas, alagados e manguezais envolvidos por 5 rios: Beberibe, Capibaribe, Tejipió e braços do Jaboatão e do Pirapama, conferindo-lhe características peculiares. Essa planície é circundada por colinas em http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_da_Restaura%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/UFPE http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_da_Restaura%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina http://pt.wikipedia.org/wiki/Cama http://pt.wikipedia.org/wiki/Pernambuco http://pt.wikipedia.org/wiki/Jaboat%C3%A3o_dos_Guararapes http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Louren%C3%A7o_da_Mata http://pt.wikipedia.org/wiki/Camaragibe http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulista_%28Pernambuco%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Olinda http://pt.wikipedia.org/wiki/Recife#cite_note-78 http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Alagoas http://pt.wikipedia.org/wiki/Para%C3%ADba http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Norte http://pt.wikipedia.org/wiki/Fortaleza http://pt.wikipedia.org/wiki/Plan%C3%ADcie http://pt.wikipedia.org/wiki/Plan%C3%ADcie_aluvial http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha http://pt.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula http://pt.wikipedia.org/wiki/Manguezal http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Beberibe http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Capibaribe http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Tejipi%C3%B3 http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Jaboat%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Pirapama arco que se estendem do norte ao sul, de Olinda até Prazeres (Jaboatão). O nome "Recife" provém da palavra "arrecife", grande barreira rochosa de arenito (recifes) que se estende por toda a sua costa, formando piscinas naturais. O termo "arrecife" vem de "al-raçif", que em árabe significa "calçada", ou seja, a calçada do mar. O Recife é conhecido como "Veneza Brasileira" graças à semelhança fluvial com a cidade europeia de Veneza. Cercado por rios e cortado por pontes, é cheio de ilhas e mangues. Ali acontece o encontro dos rios Beberibe e Capibaribe que deságuam no Oceano Atlântico. O município conta com dezenas de pontes, entre elas a mais antiga da América Latina, a Ponte Maurício de Nassau. Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2014 a cidade do Recife possuíauma população de 1.608.488 habitantes em uma área de 218,435.km², o que resulta em uma densidade demográfica de 7.363,69 hab./km². http://pt.wikipedia.org/wiki/Olinda http://pt.wikipedia.org/wiki/Jaboat%C3%A3o_dos_Guararapes http://pt.wikipedia.org/wiki/Arrecife http://pt.wikipedia.org/wiki/Fluvial http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa http://pt.wikipedia.org/wiki/Veneza http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponte http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha http://pt.wikipedia.org/wiki/Mangue http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Beberibe http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Capibaribe http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_Atl%C3%A2ntico http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponte_Maur%C3%ADcio_de_Nassau http://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Brasileiro_de_Geografia_e_Estat%C3%ADstica http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rea http://pt.wikipedia.org/wiki/Densidade_populacional Quanto à etnia, a maioria de seus cidadãos é branco, com ascendência portuguesa e com possível contribuição holandesa. A capital pernambucana está atrás somente de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo na hierarquia da gestão federal, e possui a quarta maior rede urbana do Brasil em população, com área de influência que abrange, além de Pernambuco, os estados de Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. A Região Metropolitana do Recife foi criada no dia 8 de junho de 1973. Naquele ano era o terceiro maior aglomerado urbano do Brasil, após as regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro. No Censo de 2010 se manteve como a quinta maior região metropolitana do Brasil; porém, considerando os aglomerados urbanos brasileiros, perdeu uma posição para a RIDE Distrito Federal e Entorno. Atualmente é constituída por 14 municípios: Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Igarassu, Abreu e Lima, Camaragibe, Cabo de Santo Agostinho, São Lourenço da Mata, Araçoiaba, Ilha de Itamaracá, Ipojuca, Moreno e Itapissuma. http://pt.wikipedia.org/wiki/Branco_%28caucasiano%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugueses http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADses_Baixos http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%ADlia http://pt.wikipedia.org/wiki/Hierarquia_da_gest%C3%A3o_p%C3%BAblica_no_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Hierarquia_urbana_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Alagoas http://pt.wikipedia.org/wiki/Para%C3%ADba http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Norte http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/8_de_junho http://pt.wikipedia.org/wiki/1973 http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_de_S%C3%A3o_Paulo http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Rio_de_Janeiro http://pt.wikipedia.org/wiki/Censo_demogr%C3%A1fico_do_Brasil_de_2010 http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Integrada_de_Desenvolvimento_do_Distrito_Federal_e_Entorno http://pt.wikipedia.org/wiki/Jaboat%C3%A3o_dos_Guararapes http://pt.wikipedia.org/wiki/Jaboat%C3%A3o_dos_Guararapes http://pt.wikipedia.org/wiki/Olinda http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulista_%28Pernambuco%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Igarassu http://pt.wikipedia.org/wiki/Abreu_e_Lima http://pt.wikipedia.org/wiki/Camaragibe http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_de_Santo_Agostinho http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_de_Santo_Agostinho http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Louren%C3%A7o_da_Mata http://pt.wikipedia.org/wiki/Ara%C3%A7oiaba http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_de_Itamarac%C3%A1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Ipojuca http://pt.wikipedia.org/wiki/Moreno http://pt.wikipedia.org/wiki/Itapissuma Dentre as muitas alcunhas atribuídas ao Recife, "Veneza Brasileira" é a mais conhecida. O romancista francês Albert Camus, Prêmio Nobel de Literatura de 1957, esteve no Recife em 1949, e comparou a capital pernambucana a outra cidade italiana ao descrevê-la, em seu livro Diário de Viagem, como a "Florença dos Trópicos" Metrópole mais rica do Norte-Nordeste em PIB, o Recife desempenha um forte papel centralizador em seu estado e região, abrigando grande número de sedes regionais e nacionais de instituições e empresas públicas e privadas, como o Comando Militar do Nordeste, a SUDENE, a Eletrobras Chesf, o TRF da 5ª Região, o Cindacta III, o II COMAR, a SRNE da Infraero, a SRNE do INSS, a TV Globo Nordeste, a Votorantim Cimentos N/NE, a Queiroz Galvão, entre outras, além de possuir o maior número de consulados estrangeiros fora do eixo Rio-São Paulo, sendo inclusive a única cidade, com exceção de São Paulo e do Rio de Janeiro, que tem Consulados-Gerais de países como Estados Unidos, China, França e Reino Unido. http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Camus http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_Nobel_de_Literatura http://pt.wikipedia.org/wiki/1957 http://pt.wikipedia.org/wiki/1949 http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_das_regi%C3%B5es_metropolitanas_do_Brasil_por_PIB http://pt.wikipedia.org/wiki/Comando_Militar_do_Nordeste http://pt.wikipedia.org/wiki/Comando_Militar_do_Nordeste http://pt.wikipedia.org/wiki/SUDENE http://pt.wikipedia.org/wiki/Eletrobras_Chesf http://pt.wikipedia.org/wiki/Tribunal_Regional_Federal_da_5%C2%AA_Regi%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Cindacta http://pt.wikipedia.org/wiki/Cindacta http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7a_A%C3%A9rea_Brasileira http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_aeroportos_do_Brasil http://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Nacional_do_Seguro_Social http://pt.wikipedia.org/wiki/TV_Globo_Nordeste http://pt.wikipedia.org/wiki/Grupo_Votorantim http://pt.wikipedia.org/wiki/Queiroz_Galv%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_%28cidade%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_%28cidade%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos http://pt.wikipedia.org/wiki/China http://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a http://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_Unido A cidade do Recife foi eleita por pesquisa encomendada pela MasterCard Worldwide como uma das 65 cidades com economia mais desenvolvida dos mercados emergentes no mundo, sendo que apenas cinco cidades brasileiras entraram na lista, tendo o Recife recebido a quarta posição, após São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e à frente de Curitiba. E segundo a consultoria britânica PricewaterhouseCoopers, a capital pernambucana será uma das 100 cidades mais ricas do mundo em 2020, à frente de cidades como Munique, Nápoles, Shenyang e Amsterdã. O Recife destaca-se por possuir o maior parque tecnológico do Brasil, o Porto Digital; o segundo maior polo médico do Brasil; os maiores PIB per capita e rendimento per capita entre as capitais da Região Nordeste; a melhor universidade do Norte-Nordeste, a Universidade Federal de Pernambuco; o nono maior número de arranha-céus das Américas; o melhor aeroporto do Brasil, o Aeroporto Internacional do Recife; e sua região metropolitana, o Complexo Industrial e Portuário de Suape, que abriga o Porto de Suape (melhor porto do Brasil), o Estaleiro Atlântico Sul (maior estaleiro do Hemisfério Sul), entre outros empreendimentos. Recife destaca-se ainda por ser a capital nordestina com o melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), segundo dados da ONU de 2010, calculado como de 0.772, figurando como a capital mais alfabetizada, com a menor incidência de pobreza e a com a maior renda média domiciliar mensal do Nordeste do país. http://pt.wikipedia.org/wiki/MasterCard http://pt.wikipedia.org/wiki/MasterCard http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_%28cidade%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_%28cidade%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%ADlia http://pt.wikipedia.org/wiki/Curitiba http://pt.wikipedia.org/wiki/PricewaterhouseCoopers http://pt.wikipedia.org/wiki/2020 http://pt.wikipedia.org/wiki/Munique http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%A1poles http://pt.wikipedia.org/wiki/Shenyang http://pt.wikipedia.org/wiki/Amsterd%C3%A3 http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_Digital http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_Digital http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_capitais_do_Brasil_por_PIBhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_capitais_do_Brasil_por_renda_per_capita http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Federal_de_Pernambuco http://pt.wikipedia.org/wiki/Arranha-c%C3%A9us http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9ricas http://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto http://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto_Internacional_do_Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto_Internacional_do_Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Complexo_Industrial_e_Portu%C3%A1rio_de_Suape http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_de_Suape http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_%28transporte%29 http://pt.wikipedia.org/wiki/Estaleiro_Atl%C3%A2ntico_Sul http://pt.wikipedia.org/wiki/Estaleiro http://pt.wikipedia.org/wiki/Hemisf%C3%A9rio_Sul http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano http://pt.wikipedia.org/wiki/ONU http://pt.wikipedia.org/wiki/2010 http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfabetiza%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Pobreza http://pt.wikipedia.org/wiki/Pobreza http://pt.wikipedia.org/wiki/Renda Com um grande potencial turístico e forte vocação para o turismo de negócios, frequentemente a cidade é escolhida como sede de diversos eventos, como simpósios, jornadas e congressos: a Região Metropolitana do Recife foi o terceiro polo de eventos internacionais no Brasil, em 2011, atrás somente de São Paulo e Rio de Janeiro, graças ao desempenho do Recife e de Porto de Galinhas. Uma das regiões mais antigas das Américas e principal centro financeiro do Brasil Colônia até meados do século XVIII, a metrópole pernambucana abriga importantes cidades históricas entre os seus 14 municípios, como a própria cidade do Recife, Igarassu, além de Olinda, cujo centro histórico é Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. Segundo, a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer do Recife, a democratização do acesso à educação de qualidade é uma das metas da Rede Municipal de Ensino que vem, desde 2002, investindo no acesso ao ensino fundamental. O tempo da criança no ensino fundamental aumenta, assim, de oito para nove anos. Crianças e jovens matriculados na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e Médio e na Educação de Jovens e Adultos da Rede Municipal de Ensino contam, além das atividades em sala de aula, de 20 horas por semana (200 dias letivos), com Programas e Ações que atendem a necessidades especiais dos estudantes (educação inclusiva), http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Recife http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_de_S%C3%A3o_Paulo http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Rio_de_Janeiro http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Rio_de_Janeiro http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_de_Galinhas http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9ricas http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_Col%C3%B4nia http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVIII http://pt.wikipedia.org/wiki/Munic%C3%ADpio http://pt.wikipedia.org/wiki/Igarassu http://pt.wikipedia.org/wiki/Olinda http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Hist%C3%B3rico_de_Olinda http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B3nio_Mundial http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B3nio_Mundial http://pt.wikipedia.org/wiki/UNESCO melhoram a qualidade do aprendizado e ampliam o saber. Na cidade do Recife, mais de 77 mil estudantes estão matriculados nas escolas municipais, em diferentes etapas e modalidades de ensino. No Ensino Fundamental há mais de 66 mil crianças matriculadas. A Educação de Jovens e Adultos (EJA) possui mais de 25 mil estudantes, e crianças e jovens matriculados na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e Médio da Rede Municipal de Ensino contam, além das atividades em sala de aula de 20 horas por semana, com Programas e Ações que atendem a necessidades especiais dos alunos, melhoram a qualidade do aprendizado e ampliam o saber. A fim de assegurar apoio social aos estudantes, sua inclusão e permanência nas unidades de ensino, sem deixar de lado a qualidade nas condições de aprendizagem, a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer desenvolve ações de infraestrutura e apoio social. Além da manutenção do funcionamento das atividades educativas, realizando compra de material de limpeza, preparo e distribuição da merenda escolar, aquisição de materiais didáticos e entrega de fardamento escolar; são desenvolvidos projetos voltados ao apoio social das crianças e de suas famílias. Recife possui uma complexa rede de serviços no setor público, ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Existem 118 Unidades básicas de Saúde, estabelecidas na maioria dos bairros da cidade, que ofertam consultas médicas (Criança, Adulto, Idoso), vacinação, pré-natal, planejamento familiar e exame ginecológico. Cerca de metade destas unidades também oferecem consultas odontológicas. O maior hospital público do município é o Hospital da Restauração. Outros hospitais importantes são: Hospital Ulysses Pernambucano, segundo hospital psiquiátrico do Brasil; Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco; e Hospital Universitário Oswaldo Cruz, sendo os dois últimos grandes hospitais universitários. O Recife tem um total de 8.875 leitos hospitalares, dos quais 6.037 disponíveis para pacientes do Sistema Único de Saúde. O Hospital da Restauração é a maior emergência pública e o mais complexo serviço de urgência e trauma do Norte-Nordeste, recebendo pacientes de todo o estado http://pt.wikipedia.org/wiki/Vacina%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-natal http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_da_Restaura%C3%A7%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Ulysses_Pernambucano http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_das_Cl%C3%ADnicas_da_Universidade_Federal_de_Pernambuco http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Universit%C3%A1rio_Oswaldo_Cruz http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_%C3%9Anico_de_Sa%C3%BAde e de estados vizinhos. Referência nas áreas de trauma, neurocirurgia, neurologia, cirurgia geral, clínica médica e ortopedia, possui 482 leitos registrados no Ministério da Saúde (MS), mas, incluindo os extras, funciona com um total de 723 leitos para atender a demanda que lhe é submetida. Desde junho de 2010, a antiga Emergência Geral foi desmembrada em três emergências com entradas e espaços independentes: Emergência Pediátrica, Emergência Traumatológica e Emergência Clínica. Os hospitais particulares do Recife, equipados com máquinas de última geração, fazem da capital pernambucana o segundo maior polo médico e hospitalar do Brasil. Recife também possui o segundo maior número de médicos por grupo de mil habitantes do país – segundo o Conselho Federal de Medicina. De acordo com a Prefeitura do Recife, a mortalidade infantil na capital pernambucana era de 13,0 p/mil. Segundo, a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer do Recife, a democratização do acesso à educação de qualidade é uma das metas da Rede Municipal de Ensino do Recife que vem, desde 2002, investindo no acesso de crianças de seis anos ao ensino fundamental. O tempo da criança no ensino fundamental aumenta, assim, de oito para nove anos. Crianças e jovens matriculados na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e Médio e na Educação de Jovens e Adultos da Rede Municipal de Ensino contam, além das atividades em sala de aula, de 20 horas/aula por semana (200 dias letivos), com Programas e Ações que atendem a necessidades especiais dos estudantes (educação inclusiva), melhoram a qualidade do aprendizado e ampliam o saber, tendo como pilares essenciais a formação continuada dos educadores e a valorização do espaço-tempo escolar no cotidiano da prática docente. Mais de 144 mil estudantes estão matriculados nas escolas municipais, em diferentes etapas e modalidades de ensino, começando pela Educação Infantil (de 0 a 5 anos), que acolhe cerca de 17 mil crianças, dentre essas, mais de 6 mil nas creches municipais.No Ensino Fundamental a matrícula é de quase cem mil crianças, e as duas escolas do Ensino Médio contam com aproximadamente 2 mil estudantes. A Educação http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_capitais_do_Brasil_por_n%C3%BAmero_de_m%C3%A9dicos_para_cada_grupo_de_mil_habitantes http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_capitais_do_Brasil_por_n%C3%BAmero_de_m%C3%A9dicos_para_cada_grupo_de_mil_habitantes http://pt.wikipedia.org/wiki/Conselho_Federal_de_Medicina http://pt.wikipedia.org/wiki/Mortalidade_infantil de Jovens e Adultos (EJA) possui mais de 25 mil estudantes, a maioria em horário noturno. Crianças e jovens matriculados na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e Médio da Rede Municipal de Ensino contam, além das atividades em sala de aula de 20 horas/aula por semana, com Programas e Ações que atendem a necessidades especiais dos alunos, melhoram a qualidade do aprendizado e ampliam o saber. A Rede Municipal de Ensino do Recife apresenta a seguinte estrutura: -Educação Infantil -Ensino Fundamental -Ensino Médio e EJA A fim de assegurar apoio social aos estudantes, sua inclusão e permanência nas unidades de ensino, sem deixar de lado a qualidade nas condições de aprendizagem, a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer desenvolve ações de infraestrutura e apoio social. Além da manutenção do funcionamento das atividades educativas, realizando compra de material de limpeza, preparo e distribuição da merenda escolar, aquisição de materiais didáticos e entrega de fardamento escolar; são desenvolvidos projetos voltados ao apoio social das crianças e de suas famílias. As principais instalações educacionais do país estão concentradas nas capitais brasileiras. Muito embora o desempenho da economia formal seja considerado favorável, com uma base produtiva relativamente moderna, persiste uma enorme rede de atividades vinculadas ao comércio e aos serviços informais, com expressivo número de micro e pequenas empresas prestadoras de serviços que têm um papel importante para a economia estadual, em especial como absorvedoras de mão de obra. O trabalho, por sua vez, passa por transformações profundas que não têm sido acompanhadas por novas estruturas sociais, ou seja, os recursos humanos, como força produtiva, vêm perdendo espaço na sociedade moderna e têm ascendido, cada vez mais, o intelecto e a criatividade como vetores fundamentais para o processo de inovação permanente exigido pelo contexto organizacional. A mudança na configuração do trabalho aponta para posicionamentos distintos na relação capital- trabalho, dado que os patamares de negociação passam a ser diferenciados e não mais limitados somente ao esforço físico. Esse novo cenário indica que os processos de apropriação e concentração de esforços físicos e mentais visando ao alcance de elevada produtividade são questões ainda em debate, levando-se em conta o aproveitamento integral dessa nova modalidade de capital. A percepção de que existe uma nova realidade organizacional caracteriza a necessidade de criação de um curso de administração que esteja pautado no eixo ensino, pesquisa (iniciação científica) e extensão, de modo a suprir distintos níveis gerenciais, estimulando a capacidade criadora, a iniciativa de ação, a inovação produtiva, o empreendedorismo responsável e o compromisso social em prol de um desenvolvimento econômico justo e autossustentável. O Censo da Educação Superior de 2013 registrou a participação de 2.391 Instituições de Ensino Superior no país, entre públicas e particulares, o que representa uma variação positiva no número de instituições em relação ao ano de 2012 e a confirmação da tendência de crescimento na década. O número de estudantes matriculados em cursos de graduação no Brasil cresceu 3,8% de 2012 para 2013. No ano passado, as matrículas superaram 7,3 milhões. A rede privada concentra o maior número de alunos, quase 5,4 milhões de inscritos. Na rede pública, há cerca de 1,9 milhão de estudantes. Os dados são do Censo da Educação Superior 2013, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O crescimento do número de matriculados na graduação foi inferior ao registrado nos censos anteriores. De 2011 para 2012, o crescimento ficou em 4,4% e, de 2010 para 2011, em 5,6%. No ano passado, ingressaram no ensino superior cerca de 2,7 milhões de estudantes. A matrícula na graduação cresceu mais na rede privada (4,5%) do que na rede pública (1,9%) – o censo anterior registrou maior crescimento nas instituições públicas. Neste censo, a rede privada participa com mais de 80% no número de ingressantes em cursos de educação superior de graduação. Quase 1 milhão de estudantes concluíram a educação superior no ano passado. Dentre os estados brasileiros, 6 têm mais alunos matriculados em instituições públicas do que em instituições privadas. Administração é o curso com o maior número de matriculados no país (800.114), seguido por Direito (769.889), Pedagogia (614.835), Ciências Contábeis (328.031) e Engenharia Civil (257.268). As universidades são minoria entre as instituições de educação superior – são 195, que equivalem a 8,2% do total das instituições de educação superior. As faculdades predominam, são 84,3%. Apesar de o número ser menor, as universidades concentram 53,4% das matrículas em cursos de graduação e 29,2% estão nas faculdades. As matrículas de pessoas com deficiência cresceram cerca de 50% nos últimos quatro anos. Em 2013, eram 30 mil alunos e, em 2010, 19 mil. A maioria dos estudantes está em cursos de graduação presencial (23 mil). Levando em conta a educação superior sequencial e a pós-graduação stricto sensu, o número de matriculados no ensino superior no país chega a 7,5 milhões. O Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo Inep, engloba as redes pública e privada de educação superior. No período 2012-2013, a matrícula cresceu 4,4% nos cursos de bacharelado, 0,6% nos cursos de licenciatura e 5,4% nos cursos tecnológicos. Os cursos de bacharelado têm uma participação de 67,5% na matrícula, enquanto os cursos de licenciatura e tecnológicos participam com 18,9% e 13,7%, respectivamente. No que tange ao Estado de Pernambuco, abaixo, tem-se o quadro retratando o número de matrículas na graduação presencial, demonstrando que o Estado está em posição privilegiada, estando atrás somente do Estado da Bahia. Pernambuco vive um momento de grande crescimento econômico, impulsionado pelo bom desempenho de segmentos produtivos, a exemplo do agronegócio, mineração, turismo, entre outros. O Estado precisa de estratégias para assegurar o desenvolvimento social, para que esse boom econômico possa impactar positivamente na qualidade de vida do povo pernambucano. No Plano de Desenvolvimento de Pernambuco, documento balizado e homologado por número significativo de profissionais e instituições pernambucanas, exercita-se a visão de futuro. A população se orgulha de ter erradicado a pobreza e de viver em um estado precursor de um modelo de desenvolvimento que se diferencia pela qualidade do seu capital humano, pela capacidade competitiva de suas empresas e por instituições públicas eficientes e reconhecidas. Esse novo ciclo de desenvolvimento socioeconômico piauiense tem como núcleo central das suas estratégias, a solidez das instituições e a produção de alto valor agregado em uma economia mais inovadora, diversificada e competitiva. Ou seja, são os avanços sociais que solidificarão as bases para o desenvolvimento sustentável. Outro vetor de desenvolvimento da economia local é o serviço educacional. Esta atividade também apresenta grande relevância na economia do Recife por oferecer grande número de vagas para estudantes, oferta de empregos para docentes e técnicos administrativos e também por atrair alunos e profissionaisde outras localidades que gastam grande parte de sua renda no município, propiciando o crescimento de outras atividades econômicas. Um grande destaque quanto à educação no município tem sido a crescente oferta de vagas no ensino superior, e este segmento está se consolidando como vetor de desenvolvimento social, cultural e econômico na economia da cidade. Parte desta nova dinâmica se deve ao crescimento das Instituições de Ensino Superior (IES) privadas, que têm recebido incentivos do governo federal e estadual através do Programa de Financiamento Estudantil – FIES e o Programa Universidade para Todos – PROUNI (a partir de 2005). Acrescenta-se também uma maior flexibilidade e menor burocracia para abertura de instituições privadas, uma nova visão do mercado de trabalho em conciliar maiores salários com maior grau de instrução e ainda o crescimento no índice de concluintes no ensino médio. A cidade do Recife tem se destacado como fornecedora de serviços de educação superior, onde as IES têm produzido externalidades positivas, como o aumento de empregos, renda e tributos e, ainda, captam recursos financeiros nacionais e internacionais. Sobre os impactos diretos na economia local, as IES têm ocasionado investimentos em obras e equipamentos, gastos realizados pelos docentes e funcionários, com recursos provenientes dos salários e gastos de estudantes oriundos de outras localidades. Em consequência disso, tem fomentado as atividades como hotéis, restaurantes, imobiliárias, livrarias, papelarias, bancos, farmácias, transportes coletivos, clínicas, hospitais, lojas de confecções e calçados, supermercados, serviços domésticos, lazer, materiais de construção, cursos de idiomas, água, eletricidade, telefonia, entre outros. Quanto aos impactos indiretos, as IES promovem o declínio da importação de serviços de educação superior, evitando o deslocamento de indivíduos para outras cidades, e por consequência, fuga de renda, bem como têm promovido a abertura de postos de trabalho indiretamente ligados a elas. Nesta ótica, as IES têm promovido uma dinâmica de desenvolvimento regional. Isto se justifica pelo fato de ter favorecido o crescimento de empresas locais, promovido o crescimento da renda e emprego, ter ocasionado a exportação de serviços, ter retido o excedente (evitando a migração de indivíduos para outras localidades) e ainda atrai excedentes de estudantes provenientes de outras cidades que irão injetar recursos financeiros na economia. Muito embora o desempenho da economia formal seja considerado favorável, com uma base produtiva relativamente moderna, persiste uma enorme rede de atividades vinculadas ao comércio e aos serviços informais, com expressivo número de micro e pequenas empresas prestadoras de serviços que têm um papel importante para a economia estadual, em especial como absorvedoras de mão-de-obra. O trabalho, por sua vez, passa por transformações profundas que não têm sido acompanhadas por novas estruturas sociais, ou seja, os recursos humanos como força produtiva vem perdendo espaço na sociedade moderna e têm ascendido, cada vez mais, o intelecto e a criatividade como vetores fundamentais para o processo de inovação permanente exigido pelo contexto organizacional. A mudança na configuração do trabalho aponta para posicionamentos distintos na relação capital-trabalho, dado que os patamares de negociação passam a ser diferenciados e não mais limitados somente ao esforço físico. Esse novo cenário indica que os processos de apropriação e concentração de esforços físicos e mentais visando ao alcance de elevada produtividade são questões ainda em debate, levando- se em conta o aproveitamento integral dessa nova modalidade de capital. A percepção de que existe uma nova realidade organizacional caracteriza a necessidade de criação de um curso de administração que esteja pautado no eixo ensino, pesquisa e extensão, de modo a suprir distintos níveis gerenciais, estimulando a capacidade criadora, a iniciativa de ação, a inovação produtiva, o empreendedorismo responsável e o compromisso social em prol de um desenvolvimento econômico justo e autossustentável. Pondo em prática diversificadas atividades pedagógicas, os modernos cursos de administração têm o desafio de formar profissionais competentes, atualizados e sintonizados com as necessidades de mercado, capazes de lidar com a gestão tanto de grandes organizações, que já possuem sólido sistema de controle interno, quanto de organizações surgidas muito mais pela ousadia ou necessidade de sobrevivência de empreendedores natos (micros e pequenos empresários). Essas últimas, geralmente a precisar de uma assessoria profissional para lidar com o inconstante fluxo de suas atividades econômicas. Vive-se em um país que, apesar das suas potencialidades econômicas e riquezas naturais, vêm, ao longo dos tempos, apresentando problemas estruturais expressivos. Altas taxas de analfabetismo e mortalidade infantil, altos índices de criminalidade e homicídios, graves deficiências na infraestrutura de transportes, forte concentração de renda em detrimento da miséria de muitos, baixa competitividade na maioria das empresas brasileiras em âmbito internacional, dificuldade de acesso da maioria da população a serviços médicos e educacionais de qualidade, baixos níveis de avanço tecnológico, entre outros, são alguns dos problemas habitualmente noticiados pela imprensa nacional. Apesar de algumas melhoras pontuais, sabe-se que apenas com um ciclo contínuo de desenvolvimento econômico em todas as regiões do país será possível a solução significativa de boa parte dos problemas estruturais da atualidade. Para tanto, acredita-se que a melhor receita necessária para a obtenção de tal feito, inclusive já adotada por outros países, passa pela adoção de práticas educacionais consistentes e permanentes. Dessa forma, as atuais instituições de ensino superior têm funções estratégicas para o avanço social e econômico do Brasil. A UNINASSAU vem dando sua contribuição ao desenvolvimento econômico e à melhora das condições de vida da população brasileira, em especial da comunidade local e regional. Para tal fim, o Centro Universitário trabalha para que os alunos formados pelos seus cursos e atividades em geral estejam capacitados para o desempenho pleno e eficiente das suas funções profissionais. Além disso, objetiva formar profissionais cidadãos e éticos, comprometidos com o desenvolvimento social da região que os cercam. Por fim, gerar mão-de-obra com senso crítico e analítico, preparada para desenvolver pesquisas e novas tecnologias também é um anseio da comunidade acadêmica da Instituição. A UNINASSAU reafirma com o compromisso de valorizar sua inserção regional em todos os cursos de graduação e nos cursos e programas de pós-graduação, por meio de atividades complementares, seminários, simpósios e eventos similares, para o desenvolvimento de estudos e pesquisas, seus fundadores, líderes e o povo. 2.3.1. Contexto Educacional no Estado e na Cidade Desta forma a oferta do curso revela sintonia com o Plano Nacional de Educação que, entre outros objetivos, estabelece para a Educação Superior no Brasil: Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas, no segmento público; Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75% (setenta e cinco por cento), sendo, do total, no mínimo, 35% (trinta e cinco por cento) doutores; Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação strictosensu, de modo a atingir a titulação anual de 60.000 (sessenta mil) mestres e 25.000 (vinte e cinco mil) doutores. Para que o País atinja as metas, há a questão do financiamento. A previsão constitucional de vinculação de um percentual do PIB para execução dos planos de educação representa um enorme avanço, mas o desafio de vincular os recursos a um padrão nacional de qualidade ainda está presente. Na agenda instituinte do Sistema Nacional de Educação, o financiamento, acompanhado da definição de normas de cooperação, de padrões nacionais de qualidade e de uma descentralização qualificada, isto é, de repartição de competências acompanhadas das condições necessárias para sua efetivação, leva à ampliação da capacidade de atendimento, e todos os brasileiros tem seu direito assegurado em qualquer ponto do território nacional. Também estão presentes outros grandes desafios, como o fortalecimento da gestão democrática, com leis específicas que a normatizem em cada rede ou sistema de ensino. Esses são elementos imprescindíveis do Sistema Nacional de Educação a ser instituído, conforme preveem, especialmente, as metas 19 e 20 do PNE, a saber: Meta 19: assegurar condições, no prazo de 2 (dois) anos, para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto. Meta 20: ampliar o investimento público em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% (sete por cento) do Produto Interno Bruto (PIB) do País no 5º (quinto) ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% (dez por cento) do PIB ao final do decênio. No período 2012-2013, a matrícula cresceu 4,4% nos cursos de bacharelado, 0,6% nos cursos de licenciatura e 5,4% nos cursos tecnológicos. Os cursos de bacharelado têm uma participação de 67,5% na matrícula, enquanto os cursos de licenciatura e tecnológicos participam com 18,9% e 13,7%, respectivamente. Assim, com base no reconhecimento de sua importância para a sociedade, a IES tem como compromisso não restringir sua atuação ao interior do campus universitário. Na visão da instituição, é fundamental interagir com a comunidade e estender também a ela os benefícios gerados pela academia. Nesse contexto, pode-se afirmar que a indissociabilidade entre ensino, pesquisa extensão. 3. CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA EAD (LICENCIATURA) 3.1. Dados do Curso Denominação Curso de Graduação em Pedagogia Modalidade: A distância Licenciatura Reconhecimento: Portaria N° 701, de 28 de maio de 2012, publicada no DOU nº 103, em 29 de maio de 2012 Vagas: 2000 Carga Horária: 3.200 horas Integralização: mínima 08 semestres e máxima 12 semestres 3.2. Endereço de Funcionamento do Curso Pedagogia EaD (Sede) Centro Universitário Maurício de Nassau Endereço: Rua Guilherme Pinto, 114, Graças - Recife / PE, Cep: 52011-220 Site: www.mauriciodenassau.edu.br 3.3. Formas de Acesso Seguindo a legislação vigente e Regimento Geral da IES, o acesso ao curso é aberto aos portadores de comprovante de conclusão do ensino médio ou equivalente, http://www.mauriciodenassau.edu.br/ sendo que o ingresso ao curso (mediante disponibilidade de vagas e/ou prerrogativas legais) pode ser feito por: Processo Seletivo (Vestibular); ENEM; Transferências previstas em lei; Portadores de Diploma de Ensino Superior. 3.4. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso As políticas institucionais são desenvolvidas no âmbito do curso, em conformidade com o previsto no PDI vigente, e podem ser entendidas pela análise das atividades desenvolvidas no âmbito do curso para o cumprimento destas. Ressalta-se que a IES mantem compromisso de implantar e desenvolver suas políticas no curso de forma que estejam de forma indubitável voltadas a promoção de oportunidades diferenciadas e inovadoras de aprendizagem, alinhadas estritamente com o perfil do egresso e em especial garantindo-se que tais práticas que são dotadas de indicadores que demonstram seu êxito e inovação. Neste contexto a IES reafirmar ainda seu compromisso através da oferta de cursos absolutamente relacionados à conjuntura e a seus desdobramentos, trabalhando com o rompimento de formas ultrapassadas de organização, de produção e troca de conhecimentos. As políticas institucionais não podem ser analisadas e implantadas de forma dissociada da realidade do futuro profissional no mundo do trabalho. Todos precisam interagir em função das necessidades sociais e econômicas e, devem colaborar para a formação do perfil do egresso, em permanente atualização com demandas profissionais. É de responsabilidade do Conselho Superior regulamentar as políticas institucionais previstas no PDI em aspectos relativos à sua organização, administração, financiamento e funcionamento, bem como nos relacionados à avaliação e divulgação dos mesmos. 3.5. Integração do Curso com as Redes Públicas de Ensino No âmbito da educação regular, foram firmados convênios com a rede pública de ensino, envolvendo escolas de diversas categorias e níveis: educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Essas ações estão em perfeita sintonia com o preconizado no presente PPC. Os convênios e ações previstas possibilitam integração com a rede pública de ensino, viabilizando o desenvolvimento, a testagem, a execução e a avaliação de estratégias didático-pedagógicas, inclusive com o uso de tecnologias educacionais, garantindo, portanto, uma formação de qualidade para o futuro egresso. Para o planejamento das atividades atenção especial se dá a implantação de ações inovadoras em especial pelo seu caráter motivador e, no seu desenvolvimento as experiências são documentadas, e contém dados que possibilitam sua abrangência e garantem ainda que seus resultados sejam extremamente relevantes para os discentes e para as escolas de educação básica, ou seja, sejam fonte de retroalimentação na gestão. A integração é implantada com as parcerias que podem ser destinadas ao desenvolvimento de estágios, prestações de serviços, projetos de extensão, projetos comunitários e estudos e pesquisas que atendam às demandas específicas da área nestes ambientes de trabalho. Através destes convênios e atividades, se dá a integração do curso com o sistema público. 3.6. Atividades Práticas De Ensino para Licenciatura As atividades práticas de ensino previstas encontram-se devidamente regulamentadas em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica, da Formação de Professores e em especial da área de conhecimento da licenciatura em perfeita articulação com o previsto neste PPC e demais normas da instituição. A regulamentação considera a distribuição e relacionamento entre a teoria e prática de forma reflexiva e inovadora durante todo o curso. 3.7. Relevância da Oferta do Curso de Pedagogia em EaD A instituição acredita profundamente que, nos dias de hoje, é de suma importância formar e qualificar as pessoas, e não apenas transmitir conhecimentos, pois a sociedade cobra profissionais cada vez mais polivalentes, de iniciativas próprias e que estejam aptos para atuarem em quaisquer circunstâncias, ou atividades diferentes. Portanto, tem plena consciência de que deve contribuir fortemente na formação de conhecimentos específicos, colaborando na estruturação da vida acadêmica do egresso, sendo seu papel fundamental, o de orientação e motivação, impulsionando-o em suas atividades e atitudes. A Instituição, ao oferecer o Curso de Pedagogia em EAD, busca suprir a demanda por profissionais com este perfil no mercado de trabalho local, contribuindo para o desenvolvimento da região,e também oferecer um curso de qualidade, com novas tecnologias e metodologias, atendendo às exigências profissionais e empresariais do milênio. Pensando nisto, a instituição valorizando a Educação Científica, que por sua vez objetiva garantir aos cidadãos o direito à aquisição de competências profissionais, de importância assegurada, desempenhando um importante papel; teve a elaboração deste Projeto Pedagógico a partir das considerações a respeito do cenário atual, da demanda pelo curso e da população. O Curso de Pedagogia em EAD tem a preocupação em atender e seguir a evolução da sociedade. Seu intuito abrange a formação de profissionais qualificados para o exercício profissional atendendo a demanda de um mercado em constante transformação. Objetiva desenvolver o processo de formação profissional e interação social. A UNINASSAU, como Instituição de Educação Superior, consoante com seus valores humanistas, cristãos e democráticos, pretende contribuir para a formação integral da personalidade, do pensamento crítico e da cultura de seus alunos, mediante o cultivo, a produção e a transmissão do saber nas diversas áreas do conhecimento, consubstanciado em suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Assim, o projeto pedagógico do Curso de Graduação em Pedagogia em EAD da IES é pautado no comprometimento com a qualidade na formação do cidadão e do profissional atendendo, portanto, aos anseios de seus alunos, às expectativas da sociedade e as necessidades da região, no que diz respeito ao aproveitamento das potencialidades socioeconômicas, naturais e culturais, de modo a tornar os alunos instrumentos do desenvolvimento regional. Neste contexto, o Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia em EAD da UNINASSAU está plenamente adequado a população do ensino médio regional, a quantidade de vagas ofertadas na educação superior, a demanda pelo curso, a taxa bruta e a líquida de matriculados na educação superior, as metas do PNE e a pirâmide populacional. A natureza pedagógica de um curso de graduação em EAD, em seus aspectos gerais, obriga-nos a empreender algumas considerações quantitativas e qualitativas sobre as demandas globais em que o ensino superior, no Brasil, tem se desenvolvido. Esse cenário geral é parte constitutiva das condições mesmas em que o ensino superior é oferecido e o que isto representa em termos de suas melhorias, desenvolvimento e consolidação, sobretudo quando da necessidade premente que tem o Brasil de alçar a patamares muito mais importantes e estratégicos na produção de conhecimento científico e tecnológico. Já nas Diretrizes do PNE – Plano Nacional de Educação, sobre a educação superior, no país, o texto nos remete à importância e urgência de melhorias e aperfeiçoamento: “A importância que neste plano se deve às Instituições de Ensino Superior (IES), mormente à universidade e aos centros de pesquisa, erige-se sobre a constatação de que a produção de conhecimento, hoje, mais do que nunca e assim tende a ser cada vez mais é à base do desenvolvimento científico e tecnológico e que este é que está criando o dinamismo das sociedades atuais”. Por outro lado, embora estejamos, aqui, versando sobre uma IES privada, cuja natureza acadêmica é a de ensino, é necessário que, desde já, possamos enfatizar nossa responsabilidade educacional em empreender, ao longo de sua existência e o mais ternamente possível, a produção de conhecimento e um ensino de qualidade para que se constitua o tripé máximo da educação: ensino, pesquisa e extensão. É o PNE que afirma: “Ressalte-se que à educação superior está reservado, também, o papel de fundamentar e divulgar os conhecimentos ministrados nos outros níveis de ensino, assim como preparar seus professores. Assim, não só por parte da universidade, mas também das outras instituições de educação superior deve haver uma estreita articulação entre este nível de ensino e os demais como também um compromisso com o conjunto do sistema educacional brasileiro”. Desse modo, a perspectiva de oferecer um curso de graduação em Pedagogia não pode prescindir da observância, por exemplo, das considerações enfatizadas em um instrumento tão pertinente quanto o Plano Nacional de Educação - PNE, aprovado pelo Congresso Nacional, em 2000. Este documento consiste em uma série de mecanismos a serem viabilizados para que se concretizem, no Brasil, as condições propícias de uma educação inclusiva, em sua universalidade, e de qualidade, em sua pedagogia. É, sobretudo, no tocante às informações sobre o ensino superior, no Brasil, que nos interessa perscrutar suas estatísticas não somente no sentido de nos basearmos em dados fidedignos, mas também no sentido de efetivarmos as ações e estratégias demandadas para o alcance dos patamares dignos e exigidos pela sociedade brasileira. Assim, iniciamos nossa proposição acadêmica referente ao oferecimento do curso de graduação de Pedagogia em EAD, enfatizando estes dados e legitimando nosso dever e nossa missão em contribuir com as transformações e as conquistas demandadas pela educação superior, notadamente em Recife, no Estado de Pernambuco, região Nordeste do Brasil. O Plano Nacional de Educação – PNE – é taxativo em afirmar, no tocante à educação superior, no Brasil, que enfrentamos intensas dificuldades e que urge a definição de “uma política que promova sua renovação e desenvolvimento”. Para tanto, faz-se necessário considerar alguns parâmetros quantitativos que nos retrata, uma situação educacional desfavorável quanto ao seu acesso, se comparada a outros países da América Latina. Enquanto o Brasil apresenta um patamar de acesso ao ensino superior menor que 12%, numa população de 18 a 24 anos, o Chile o faz com 20,6%, a Venezuela com 26% e a Bolívia com 20,6% (Fonte: MEC/INEP/SEEC, in PNE/2000). Cumpre-se, então, considerar alguns dados quantitativos sobre a educação superior no país, para que os mesmos se evidenciem como norteadores do empreender neste setor estratégico. De acordo com o IBGE, os últimos dados consolidados da educação superior brasileira, do Censo da Educação Superior 2005, apontam que, em 2005, foram oferecidas 2.435.987, vagas pelo sistema de educação superior, 115.566 a mais que no ano anterior (aumento de 5%). Inscreveu-se para disputar essas vagas em 2005 5.060.956 candidatos, 6.964 a mais que em 2004, representando um acréscimo de 0,14% na demanda por vagas. Efetivamente, ingressaram na educação superior 1.397.281 novos alunos, perfazendo um total de 4.453.156 matriculados. Por outro lado, os números relativos à população do ensino médio regional e à população do ensino superior regional, às matrículas por Região e as próprias metas do PNE são basilares para contribuir com uma visão mais racional sobre o processo. É importante salientar, também, que tais estatísticas devem ser consideradas no âmbito regional, tendo em vista o papel educacional de uma IES para o desenvolvimento das regiões brasileiras. Esse conjunto de informações chama-nos a atenção para a grande responsabilidade social e econômica que tem os empreendedores educacionais na erradicação dessas deficiências. O PNE reconhece este papel, quando afirma: “Paralelamente, a expansão do setor privado deve continuar, desde que garantida a qualidade”. Nesse sentido, para que se possa dimensionar o contexto educacional a que estamos nos reportando, inclusive do ponto de vista da região nordeste, disponibilizamos abaixo os dados relativos a: Com referência aos dados acima, o PNE adverte: “... registra-se também, no caso da educação superior, uma distribuição de vagas muito desigual por região, o que precisa ser corrigido. Deve-se observar, entretanto, que esta dificuldade resulta da concentração das matrículas em instituições particulares das regiões mais desenvolvidas”. Isto posto, cumpre-nos a missão educacional, o dever social e, sobretudo,a consciência ética de desenvolvermos e implantarmos uma proposta acadêmica avançada, fundamentada nos mais respeitados valores culturais e educacionais de uma Região tão representativa para a federação brasileira quanto à região nordeste, norteados, igualmente, pelo conjunto de metas do Plano Nacional de Educação (PNE), que aqui consideramos: 1. Prover, até o final da década, a oferta de educação superior para, pelo menos, 30% da faixa etária de 18 a 24 anos. Por isso, a integração curricular, tornando-se o campo adequado para a experimentação das teorias aprendidas, no exercício de situações reais e simuladas da prática profissional. A Faculdade dispõe de um Instituto Superior de Educação cuja missão é implementar um ensino de qualidade, capaz de formar profissionais - educadores para exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos além das diversas licenciaturas existentes em outras áreas, integrando o ensino, a pesquisa e com a extensão, numa abordagem humana e ética. Na matriz curricular do curso observam-se os fundamentos da estética da sensibilidade, política da igualdade e a ética da identidade, como também os princípios específicos de flexibilidade, autonomia, interdisciplinaridade e contextualização. A identidade supõe uma inserção no meio social que leva à definição de vocações próprias, que se diversificam ao incorporar as necessidades locais e as características dos alunos e a participação dos professores e das famílias no desenho institucional. A diversidade é necessária para contemplar as desigualdades nos pontos de partida dos alunos, que requerem diferenças de tratamento como forma mais eficaz de garantir um resultado comum nos pontos de chegada. Com a flexibilidade procurar-se-á promover a adaptação às diferenças individuais, respeitar os diversos ritmos de aprendizagem, integrar as diferenças locais e os contextos culturais. A autonomia deve refletir o compromisso da proposta pedagógica com a aprendizagem dos alunos pelo uso equânime do tempo, do espaço físico, das instalações e equipamentos, dos recursos financeiros, didáticos e humanos. Na sala de aula, a autonomia tem como pressuposto, além da capacidade didática do professor, seu compromisso, que faz do trabalho cotidiano de ensinar um permanente voto de confiança na capacidade de todos para aprender. A interdisciplinaridade baseia-se na interdependência, na interação e no diálogo permanente entre os vários ramos do conhecimento, e deve buscar a integração do conhecimento num todo harmônico e significativo. O princípio pedagógico da contextualização permite à IES pensar o currículo de forma flexível, com uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de transmissão do saber. O conteúdo de ensino deve provocar aprendizagens significativas que mobilizem o aluno e estabeleçam entre ele e o objeto do conhecimento uma relação de reciprocidade. A contextualização evoca, por isso, áreas, âmbitos ou dimensões presentes na vida pessoal, social e cultural, e mobiliza competências cognitivas já adquiridas. Esses princípios pedagógicos visam contribuir para a formação da totalidade humana em consonância com as novas demandas do mundo contemporâneo. Também é observado como eixos estruturais na organização dos cursos, o “aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a viver, aprender a ser”, eixos encaminhados pela UNESCO que orientarão a seleção dos conteúdos significativos. Um curso ou programa deve oferecer aos alunos referenciais teórico-práticos que colaborem na aquisição de competências cognitivas, habilidades e atitudes e que promovam o seu pleno desenvolvimento como pessoa, o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho. Precisa estar integrado às políticas, diretrizes, parâmetros e padrões de qualidade definidos para cada nível educacional e para o curso específico, atendendo às orientações do órgão federal competente. Desta forma, O Curso de Pedagogia em EAD, Licenciatura, da UNINASSAU, compreendendo os desafios apontados na ação educativa e na dinâmica social, tem como objetivo principal a formação do pedagogo com o perfil de pesquisador crítico- reflexivo, um profissional apto a inserir-se no mercado de trabalho, com competências necessárias para atuar no novo cenário sócio-político-educacional, proporcionando-lhe as condições e habilidades necessárias, para o desenvolvimento de suas atribuições e responsabilidades no processo ensino e aprendizagem e como co-responsável pelo direito de aprender das crianças, jovens, adultos e para sua inserção na sociedade como cidadão consciente e ativo. Ao longo da história o Pedagogo tem obtido uma inserção profissional distinta de alguns momentos históricos. A sua atuação tem sido ampliada em outros seguimentos e setores. Dentre eles, no terceiro setor, em Ongs, Fundações, associações comunitárias, hospitais e empresas. O ambiente de trabalho dos Pedagogos não tem sido somente o espaço escolar como pode ser visto na história da educação no Brasil. Com esta mudança de inserção no mercado a Uninassau tem investido numa proposta diversificada de formação que atenda à todos os seguimentos e espaços de trabalho. Buscando formar profissionais com habilidades que possam atender as demandas do mercado. 3.4 Objetivos do curso 3.4.1 Objetivo Geral Formar o pedagogo (a) com vistas à apropriação de competências e conhecimentos para o exercício da docência e de práticas educativas também em ambientes não escolares, bem como ao desenvolvimento de atitudes de reflexão e análise sobre o fazer pedagógico e aos valores para uma atuação na sociedade como agente de transformação 3.4.2 Objetivos Específicos -Formar cidadãos compromissados com a missão, visão, metas e valores institucionais de forma que esta possa cumprir seus objetivos para com a sociedade; -Formar profissional para atuação responsável socialmente e conhecedor das necessidades da região metropolita de Recife; -Formar profissionais proativos em sua atuação frente a demandas emergentes no mercado de trabalho, em especial aquelas da região de metropolitana de Recife; - Auxiliar a Uninassau no cumprimento de sua missão institucional através da formação de profissionais com perfil voltado para o mercado de trabalho. -Ampliar a reflexão quanto ao fazer pedagógico e suas implicações na realidade social; -Estimular o domínio dos conteúdos disciplinares relativos à docência das diferentes áreas que integram o currículo, bem como das respectivas metodologias, recursos e meios visando o preparo de ambientes de aprendizagem e a condução de situações educativas; -Possibilitar a compreensão dos fundamentos epistemológicos das teorias que sustentam as propostas pedagógicas para a educação; -Promover uma postura científica ativa, criativa e reflexiva diante de problemas da educação e especificamente da docência; -Capacitar para a atuação no planejamento, organização e gestão do Sistema de Ensino para os quais estão sendo formados, nas esferas administrativa e pedagógica, com competência técnico-científica e ética visando à democratização das relações sociais na comunidade escolar e fora dela; -Contribuir para ações concernentes ao desenvolvimento do projeto pedagógico da instituição onde atua, de modo a desenvolver suas atividades pedagógicas em consonância com as atividades coletivas, de forma interdisciplinar e de interlocução com os diversos campos do saber e da cultura; -Estimular a participação em movimentos socioculturais da comunidade, em geral, e de sua categoria profissional, em particular, exercendo liderança e assumindo compromisso com a transformação socialde seu meio. 3.4.3 Perfil do Egresso Para atender ao perfil profissional pretendido para os futuros profissionais formados na IES, entende-se ser imprescindível fornecer-lhe os instrumentais necessários para o inserir na visão ampla do mundo atual, sem deixar de enfatizar a necessidade de considerar as riquezas da realidade regional. Os conteúdos desenvolvidos ao longo do curso buscam capacitá-los para exercer o papel de cidadão levando em conta sua responsabilidade social. Nesse sentido, a qualificação permanente é tônica do exercício e da consciente cidadania profissional que se procura desenvolver nos alunos. Assim, o perfil esperado dos que ingressam no mercado de trabalho do atual século é de profissionais com visão global e local do meio social, político, cultural e econômico, capazes de exercer a profissão com ética e responsabilidade social, competentes para que em seus respectivos campos do saber construam a sociedade da era onde o conhecimento não é estanque e que deve ser constantemente renovado. Desta forma, o curso oferece subsídios para tornar o profissional apto a: O Curso de Pedagogia, Licenciatura, proposto pela UNINASSAU oferecerá uma formação baseada em valores éticos e humanísticos, técnicos e científicos mediante um ensino teórico-prático de estímulo à pesquisa e à extensão. O perfil do egresso do curso, foi definido à luz da Resolução CNE/CP nº 1 de 15/05/2006 que institui as DCNs para os Cursos de Graduação em Pedagogia, Licenciatura, demonstrando coerência com os objetivos do curso propostos no Projeto Pedagógico do Curso. Logo, o egresso deverá estar apto a: -atuar com ética e compromisso para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, equânime e igualitária; -compreender, cuidar e educar crianças, adolescentes, jovens e adultos, inclusive os fora de faixa, de modo a propiciar seu desenvolvimento com vistas às diversas dimensões que constituem suas particularizadas formações; -trabalhar em espaços escolares e não-escolares na promoção da formação humana observando o desenvolvimento de subjetividades com autonomia e verdadeira liberdade; -reconhecer e respeitar as diversidades apresentadas por necessidades físicas, cognitivas, emocionais e afetivas dos educandos em suas relações individuais e coletivas; -ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar; -articular as linguagens dos meios de comunicação à educação, demonstrando conhecimento das tecnologias da informação que podem ser significativas à aprendizagem dos educandos; -ser agente propositivo na integração entre os estudantes, a instituição educativa, a família e a comunidade; -demonstrar consciência política acerca do respeito à diversidade expressas nas diferenças étnico-raciais, econômicas, de gêneros, gerações etárias, orientações sexuais, culturais, de classes sociais, políticas, religiosas, entre outras, para ser agente transformador na diminuição das exclusões e preconceitos; -participar na gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos pedagógicos e programas educativos em espaços escolares e não-escolares; -desenvolver pesquisas no cerne da educação, problematizando situações escolares, pedagógicas, políticas públicas educacionais, ambientais, gestões educacionais, currículo e práticas educativas nos mais diversos contextos; e -aplicar com competência, criticidade e propriedade os conhecimentos pedagógicos, instrumentos legais, e metodologias da ação educativa em função da construção de uma educação com mais qualidade e justiça. O profissional de educação, devido à complexidade do fenômeno educativo, deve ter uma formação interdisciplinar que privilegie a dimensão humanística, profissional e ética. A formação geral permitirá ao profissional compreender o fenômeno educacional no mundo contemporâneo e as suas múltiplas formas de funcionamento. Em relação à formação específica, o pedagogo será apto a exercer a docência na Educação Infantil; nos anos iniciais do Ensino Fundamental; nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de Educação Profissional e ainda nas áreas de serviços de apoio escolar, bem como atuar em outras áreas que necessitem de conhecimentos pedagógicos. Desenvolverá atividades de: gestão, planejamento, execução, coordenação e acompanhamento e avaliação de projetos educacionais diversos. O egresso deverá ainda ter consciência de que não existe educação neutra, que sua ação educativa será formadora de opiniões que poderá colaborar para os sucessos ou insucessos na vida em sociedade, sem desta maneira desvalorizar as construções provenientes do meio social dos educandos. Assim o perfil do Pedagogo articula-se com as concepções e desafios emergentes sobre a educação, com o impacto das tecnologias da informação e das comunicações sobre o processo de ensino/aprendizagem e com as necessidades sócio educacionais da região, do país e do mundo. A Uninassau sempre em sintonia com o que há de mais atual na educação em todo o mundo, está atenta para que os conteúdos curriculares pertinentes aos seus cursos garantam o efetivo alcance do perfil do egresso pretendido com a atualização necessária para que o profissional formado tenha êxito e reconhecimento na sua atuação na área. Para tanto, não descuida das atualizações necessárias, da constante análise de adequação de cargas horárias, bibliografias, metodologias de ensino e aprendizagem, sem perder de vista a missão, a visão e os valores institucionais que guardam estreita relação com a sustentabilidade ambiental, com os direitos humanos e relações étnico raciais, reforçados a todo momento pela IES em ações e ensinamentos formais, disciplinares e transversais. 3.5 Organização Curricular O currículo do Curso é desenvolvido na perspectiva da educação continuada, sendo concebido como uma realidade dinâmica, flexível, propiciando a integração teoria e prática, o diálogo entre as diferentes ciências e saberes, e as atividades facilitadoras da construção de competências. 3.5.1. Estrutura Curricular A estrutura curricular que é adotada, dentro da filosofia institucional, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a contextualização e a acessibilidade metodológica como itens imprescindíveis para o desenvolvimento do curso e para que o perfil do egresso e objetivos do curso sejam atingidos de forma plena conforme pode ser verificado na sequência. 3.5.1.1. Flexibilização Curricular Flexibilizar consiste em estar preparado e disposto a articular o “domínio específico”, o “domínio prático”! e o “domínio ético” com a formação identitária e subjetiva dos profissionais a serem formados. De forma mais ampla significa superar o modelo tradicional baseado na especialização estrita, rumo à uma formação aberta à articulação entre domínio específico (da teoria) e domínios mais amplos requeridos pela ação humana no mundo do trabalho. E esta ótica perpassa por fomentar e possibilitar o aprender a aprender “sozinho” e de “maneira solidária e cooperativa”. Enfim, de forma resumida significa, dentro da ótica do ensino superior regulado pelo Estado, criar possibilidades de permitir ao estudante a possibilidade de intervir na escolha de trajetos de formação diversificados na “universidade”. Para o estudante a flexibilização curricular inegavelmente traz benefícios vez que no mínimo possibilita a ampliação dos horizontes do conhecimento e o desenvolvimento de visão crítica mais abrangente, pois permite a busca por mais conhecimentos. Na IES, considerando que o Ensino Superior no Brasil é altamente regulamentado na forma de Leis, Portarias e outros que delimitam e até determinam o curso através de Diretrizes CurricularesNacionais, definições de cargas horárias mínimas, definições de tempo de integralização, definições de carga horária e forma de articulação dos estágios básicos e específicos, busca a flexibilização curricular articulada de forma que os benefícios desta fossem agregados aos cursos, tais como o presente. Para tanto, na definição da estrutura curricular do curso especial atenção se deu a: articulação da teoria e prática desde os momentos mais precoces do curso, busca incessante por um ensino centrado na produtividade dos alunos, uma formação articulada, mas principalmente integrada à realidade cultural, econômica e social da região e do Brasil, fomento a permeabilidade de informações, conhecimentos, saberes e práticas mesmo no ensino ‘disciplinar’, promoção a interdisciplinaridade. Para que isto seja possível é necessário, entretanto entender que a flexibilidade curricular depende de estruturas flexíveis exercitadas na IES e curso, as quais são ilustradas a seguir: Vale destacar que dentro das premissas descritas no âmbito do curso define-se unidades curriculares específicas vocacionadas à flexibilização, como as disciplinas optativas e as disciplinas de “Tópicos” que no primeiro caso permite que o futuro profissional, ressalvadas as premissas legais escolha disciplinas que cursa e no segundo caso, permite ao NDE do curso a determinação de plano de ensino adaptável as necessidades formativas e ou do mercado de trabalho. Isto logicamente seguida da flexibilização inerentes a integralização do Estágio Supervisionado e ao Trabalho de Conclusão de Curso. A flexibilização curricular permite também a adaptação às diferenças individuais, respeitando os diversos ritmos de aprendizagem, integrando as dessemelhanças locais e os distintos contextos culturais, garantindo um currículo que funcione como um fluxo articulado de aquisição de saber, num período, tendo como base a diversidade e o dinamismo. 3.5.1.2. Interdisciplinaridade A interdisciplinaridade propicia o diálogo entre os vários campos do conhecimento e a integração do saber, visando a superar uma organização curricular tradicional, que coloca as disciplinas como realidades estanques, fragmentadas, isoladas e dificulta a apropriação do conhecimento pelo aluno. A interdisciplinaridade favorece visão contextualizada e percepção sistêmica da realidade, permitindo compreensão mais abrangente do saber. A interdisciplinaridade integra o saber, propiciando a compreensão da relevância e do significado dos problemas estudados, favorecendo, consequentemente, os processos de intervenção e busca de soluções. Expressa ainda a necessidade de reconstruir o pensamento em novas bases, recuperando dimensões como a criatividade, a imaginação e a capacidade de lidar com a incerteza. A interdisciplinaridade não significa uma justaposição de saberes, nem implica uma comunicação reduzida entre as disciplinas. Envolve a elaboração de um contexto mais geral, no qual as disciplinas em contato são modificadas, passando a depender claramente uma das outras. Promove, portanto, intercâmbios mútuos e recíprocas integrações entre as disciplinas. O ensino baseado na interdisciplinaridade tem grande poder estruturador, pois, as definições, os contextos e os procedimentos que são estudados pelos alunos são organizados em torno de unidades mais globais, que agregam estruturas de conceitos e metodologias compartilhadas por várias disciplinas e atividades acadêmicas, capacitando os alunos para enfrentar problemas que transcendem os limitem da disciplina concreta e para detectar, analisar e solucionar novas questões. Além disso, a interdisciplinaridade favorece a realização de transferências das aprendizagens já adquiridas em outros contextos e amplia a motivação para aprender. Na promoção do estudo interdisciplinar e significativo, a forma de integralização das disciplinas, conforme consta dos planos de ensino, evidenciam em cada período a forma e quais disciplinas tem a responsabilidade de sintetizar/aplicar/estender conceitos, práticas etc. Tais disciplinas podem tanto promover a integração no interior de um mesmo período quanto entre períodos de um mesmo curso ou de cursos distintos. Ou seja, a interdisciplinaridade, a integração, pode ser feita também apenas em algumas das suas atividades em várias disciplinas. Adicionalmente, as disciplinas do curso estão inter-relacionadas e se integram em função dos objetivos do curso e do perfil do egresso. Cabendo destacar o Trabalho de Conclusão de Curso, o Estágio e a prática profissional como um todo como ferramentas de construção da aprendizagem de modo interdisciplinar. Através do estímulo institucional, os docentes, coletivamente, se dedicam ao planejamento e à implantação do ensino interdisciplinar, tendo como apoio as instâncias formais, como Colegiado de Curso e Núcleo Docente Estruturante. Além disso, a IES se empenha seriamente à prática da inovação acadêmica, com destaque às metodologias ativas de ensino e aprendizagem e aos projetos integradores, instrumentos amplamente compatíveis com a interdisciplinaridade. Para tanto, investe no preparo de seus docentes pois a interdisciplinaridade está diretamente condicionada ao conhecimento e experiência destes. A interdisciplinaridade, é sempre estimulada e paralelamente tem espaço garantido nas diversas disciplinas de práticas estrategicamente previstas, no desenvolvimento curricular. 3.5.1.3. Contextualização e Articulação Teoria-Prática A contextualização busca a adequação do currículo às características do acadêmico e do ambiente socioeconômico e cultural, permitindo relacionar as atividades curriculares com o cotidiano dos alunos e com o contexto social, ou seja, articular a teoria com a prática. Para atender a esse princípio, buscou-se adequar o processo de ensino e aprendizagem à realidade local e regional, articulando as diferentes ações curriculares às características, demandas e necessidades de cada contexto. Desenvolveram-se estratégias para articular o processo de ensino à realidade dos alunos, propiciando uma aprendizagem referida aos diferentes âmbitos e dimensões da vida pessoal, social e cultural dos discentes. Nessa perspectiva, as práticas curriculares implementadas são pautadas no conhecimento das características dos alunos, buscando respeitar suas personalidades e suas identidades. O princípio da contextualização permite, ainda, pensar um currículo de forma abrangente, com ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de transmissão e reprodução do saber. A contextualização envolve o estabelecimento de relação de reciprocidade entre o aluno e o objeto de conhecimento, favorecendo aprendizagem significativa, uma vez que está baseada nos diferentes âmbitos e dimensões da vida pessoal, social e cultural dos alunos. Estes três princípios ganham dimensão na estrutura curricular do Curso, que segue o que preconizam as Diretrizes Curriculares Nacionais, as quais estabelecem para a organização curricular a necessidade de contemplar conteúdos relacionados com a formação geral, a formação técnica e a formação prático-profissional. Uma das principais prioridades da coordenação do Curso, além das atividades previstas nos atos normativos do MEC, do CNE e da própria IES, é exercer a contextualização e interdisciplinaridade, objetivando a formação do profissional capaz de colocar em ação os conhecimentos e valores adquiridos para desempenhar com eficácia e eficiência as competências profissionais adequando às necessidades do mundo de trabalho. De forma geral o aprendizado contextualizado, pode ser definido como a vinculação do conhecimento à sua origem e à sua aplicação, isso implica, no âmbito da sala de aula considerar o cotidiano e a realidade regional, as experiências vividas pelos alunos e, quais são suas prováveis áreas de atuação profissionale cidadãos. Ou seja, dar um significado real ao conhecimento adquirido. Para que isto ocorra os docentes são orientados e capacitados para a sempre manter o aluno no papel central como protagonista de seu aprendizado, usando os conhecimentos trocados na resolução de problemas, isto através da colocação de situações comuns ao futuro profissional, trazendo o cotidiano para a sala, “aproximando” o dia a dia do conhecimento científico. Isso é sempre possível, pois inúmeros e praticamente inesgotáveis são os campos e contextos de experiências que podem ser utilizados para significar o conhecimento. Cabe ressaltar ainda, que as disciplinas são hierarquizadas em períodos, seguindo o planejamento indicado para a progressiva formação do profissional. 3.5.1.3. Libras A Disciplina Libras está inserida na estrutura curricular do Curso como disciplina obrigatória. Sendo assim, buscamos difundir em todos os meios institucionais o acesso a esta língua, visando à formação e capacitação não só do futuro profissional, mas também do corpo administrativo que trabalha no atendimento e suporte e de toda a comunidade interessada na inclusão de pessoas com deficiência auditiva e fala. 3.5.1.4. Percurso Formativo O percurso formativo se refere à estrutura de formação de um curso, do modo como se organizaram as unidades curriculares de formação profissional. Na construção do percurso formativo são considerados a estruturação dos sistemas de ensino e a programação das atividades do curso que devem garantir o progressivo avanço do aluno no seu processo de aprendizagem e formação profissional, evitando- se interrupções e repetições de conteúdos e de experiências. Sua construção garante ainda que não haja divisões que impeçam o futuro profissional de dar continuidade a seus estudos, a cada etapa vencida, não comprometendo, assim, as perspectivas de uma formação permanente e continuada. A construção do percurso formativo do curso considerou num primeiro momento a previsão de que as “qualificações” são obtidas por meio do cumprimento das etapas que correspondem a formações que originam conhecimentos e habilidades definidas, previstas e desejadas. Num segundo momento considera que as etapas (e consequentemente as habilidades e competências adquiridas) correspondem a necessidades no mercado de trabalho. Com isto, as experiências formativas dos egressos têm um potencial de aproveitamento, tanto para o profissional quanto para o empregador, em duas direções: a) verticalmente, porque um conjunto de qualificações de níveis menores pode levar a titulações de níveis superiores; b) horizontalmente, porque a cada qualificação corresponderia uma competência necessária. E, nesse contexto, é construído o presente currículo e, dentro deste seu percurso formativo, garantindo-se a consideração da importância da organização do projeto de educação integral, referentes às etapas a serem seguidas por um indivíduo no seu processo de formação profissional. Do ponto de vista das políticas de emprego, o reconhecimento de competências e habilidades e a construção dos percursos permite entender melhor a correspondência entre os requisitos demandados e os perfis construídos. O percurso formativo do presente curso encontra-se no anexo. 3.5.1.5. Acessibilidade Metodológica Para o atendimento pleno a missão da IES o atendimento a acessibilidade é requisito imprescindível e em seus projetos pedagógicos nos quais são alinhadas todas as questões do curso, a diversidade humana é atendida e, o conceito de acessibilidade é verificado e acolhido de forma ampla, e não apenas restrita a questões físicas e arquitetônicas, uma vez que entende-se a acessibilidade como um conjunto de dimensões diversas, complementares e indispensáveis para que haja um processo de efetiva inclusão. Desse modo, os cursos na IES buscam atender e trabalhar a acessibilidade de forma integral, para tanto atenta-se para as dimensões: i) atitudinal, ii) arquitetônica, iii) comunicacional, iv) instrumental, v) programática e vi) metodológica. No tocante a acessibilidade metodológica na IES e seus cursos as metodologias e técnicas de aprendizagem são priorizadas, por meio de análise, reflexões e ainda adaptações dos conteúdos programáticos previstos, nos Projetos Pedagógicos dos Cursos, de forma a conceber o aprendizado, o conhecimento, a avaliação e a inclusão educacional sem barreiras, acessível. Para tanto, no curso investe-se na promoção da diversificação curricular, flexibilização do tempo e a utilização de recursos a fim de viabilizar a aprendizagem de estudantes com deficiência, implantação novas metodologias, uso de vários estilos de aprendizagem, novos conceitos de avaliação de conhecimentos e habilidades, novos conceitos de fluxograma, produtividade, dentre outros detalhados em cada um dos planos de ensino. 3.5.2. Conteúdos Curriculares Os conteúdos curriculares constantes deste projeto permitem o efetivo desenvolvimento do perfil do egresso pretendido e, em sua definição foram considerados aspectos relacionados a atualização dos conteúdos a serem integralizados em função da área, adequação da carga horária, e o suporte dado a adequada bibliografia indicada. Tais aspectos podem ser verificados na seção ementário e bibliografia no anexo do presente projeto. O planejamento curricular idealizado é resultante fundamentalmente, da reflexão sobre sua missão, concepção e seus objetivos, baseia-se nas orientações da legislação. Ainda, de forma a atender as necessidades formativas mais atuais, globais e logicamente exercitar as políticas institucionais no âmbito do curso, as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígenas estão inclusas como conteúdos disciplinares e nas atividades complementares em consonância com a Resolução CNE/CP N° 01, de 17/6/2004. O Curso contemplará, ainda, os Direitos Humanos e as Políticas de Educação Ambiental, conforme a determinação da Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e do Decreto Nº 4.281, de 25 de junho de 2002. Há integração da educação ambiental às disciplinas do curso e às atividades complementares e de extensão de modo transversal, contínuo e permanente. 3.5.3. Diferenciais e Inovação no Curso O Coordenador do Curso desempenha um papel integrador e organizador na implantação e desenvolvimento da estrutura curricular, planejada conjuntamente com o corpo docente, buscando integrar o conhecimento das várias áreas. Para a implementação e execução do currículo, o Coordenador trabalha com o seu Núcleo Docente Estruturante – NDE, seu Conselho de Curso e demais professores. Entende-se a inovação no âmbito curso como uma ruptura paradigmática que além de promover ou provocar mudanças metodológicas ou a inclusão de recursos tecnológicos, é entendida como a compreensão do conhecimento e, portanto, a uma alteração nas bases epistemológicas da prática pedagógica. Desta forma, as inovações se materializam pelo reconhecimento de formas alternativas de saberes e experiências e, exigem dos docentes o preparo para transformar o desejo de saber em mola propulsora e emancipatória. Dentro desta premissa, a IES através de um plano de gestão participativa promove ações que visam buscar dentro e fora de seus muros contribuições para promover a inovação no âmbito de seus cursos. Destas empreitadas diversas ações têm sido utilizadas, tais como: Uso do Design Thinking nada mais é do que uma abordagem com foco no aluno para a inovação, levando-o a pensar de maneira crítica e criativa para desenvolver ideias, organizar informações, tomar decisões e adquirir conhecimento. Objetivo desse método é tornar cada aluno consciente de sua capacidade de transformar, estimulando- o a pensamentos e ações críticas e criativas despertando desta forma o sentimentode protagonismo nos estudantes, fazendo com que se envolvam mais com as propostas da escola. Estímulo ao desenvolvimento de competências socioemocionais: as dificuldades atuais dos futuros profissionais vão muito além dos conhecimentos tradicionais para que logrem êxito no mercado de trabalho atual se faz necessário dotá- lo de competências socioemocionais que podem ser exercitadas com a inserção de experiências inovadoras como ações de cidadania, solidariedade, transformação do ambiente e sustentabilidade as quais costumam motivar e de forma surpreendente despertar o perfil protagonista nos futuros profissionais. 3.5.4 Matriz Curricular do Curso Semestre Código Componentes Curriculares CARGA HORÁRIA Disciplinas TCC Estági o Atividades Complementar es Total Teórica Prática Prática de Ensino Subtotal 1º GSER00100 1 Introdução ao EaD 20 20 20 GSER00100 0 Comunicação e Expressão 40 40 40 GSER90530 0 Filosofia da Educação 60 60 60 GSER94710 0 Introdução à Pedagogia 60 60 60 GSER90650 0 Políticas Públicas e Educação 60 60 60 GSER94740 0 Aspectos Socioantropológ icos 60 60 60 GSER01940 0 Desenvolvimento Pessoal e Trabalhabilidade 60 60 60 S u bt ot al 360 0 0 360 0 0 0 360 2º GSER82560 0 Educação em Direitos Humanos 50 10 60 60 GSER80540 0 Didática 40 10 10 60 60 GSER70440 0 Psicologia do Desenvolviment o 60 60 60 GSER90790 0 LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais 30 10 20 60 60 GSER90790 0 História da Educação 60 60 60 GSER96220 0 Organização e Legislação da Educação 60 60 60 S u bt ot al 300 30 30 360 0 0 0 360 3º GSER94720 0 Fundamentos da Educação 60 60 60 GSER00620 0 Metodologia da Pesquisa 60 60 60 GSER94760 0 Psicologia de Aprendizagem 60 60 60 GSER94800 0 Alfabetização e Letramento 40 10 10 60 60 GSER94810 0 Currículos, Programas e Projetos Pedagógicos 60 60 60 GSER94820 0 Educação Infantil 40 20 60 60 S u bt 320 30 10 360 0 0 0 360 ot al 4º GSER94790 0 Educação Popular 40 10 10 60 60 GSER09610 0 Ética e Cidadania 60 60 60 GSER94830 0 Metodologia do Ensi no da Matemática 40 10 10 60 60 GSER94840 0 Metodologia da Lí ngua Portuguesa 40 10 10 60 60 GSER08700 0 Psicomotricidad e 40 10 10 60 60 GSER01094 1 Tópicos Integradores I 60 60 60 S u bt ot al 280 40 40 360 0 0 0 360 5º GSER90690 0 Avaliação: Teoria e Prática 50 10 60 60 GSER00220 0 Empreendedoris mo 60 60 60 GSER90710 0 Metodologia do Ensino de História 40 10 10 60 60 GSER94850 0 Metodologia do Ensi no de Ciências 40 10 10 60 60 GSER94860 0 Metodologia do Ensi no de Geografia 40 10 10 60 60 GSER00271 7 Estágio Supervisionado I 0 100 100 S 230 40 30 300 0 100 0 400 u bt ot al 6º GSER90730 0 Educação Inclusiva: Teoria e Prática 40 10 10 60 60 GSER94870 0 Literatura Infantil 40 20 60 60 GSER00950 0 Responsabilidade Socioambiental 60 60 60 GSER94880 0 Educação de Jovens e Adultos 40 10 10 60 60 GSER00281 7 Estágio Supervisionado II 0 100 100 GSER01104 1 Tópicos Integradores II 60 60 60 O P T A TI V A I (60) (60) (60) S u bt ot al 240 40 20 300 0 100 0 400 7º GSER90900 0 Educação e Tecnologias 40 10 10 60 60 GSER94890 0 Gestão Educacional 50 10 60 60 GSER94900 0 Andragogia e Edu cação Profissional 40 10 10 60 60 GSER94910 0 Metodologia do Ensino de Arte 40 10 10 60 60 GSER01141 TCC I 0 40 40 3 GSER01151 5 Estágio Supervisionado III 0 100 100 O P T A TI V A II (60) (60) (60) S u bt ot al 170 40 30 240 40 100 0 380 8º GSER01112 1 Tópicos Integradores III 60 60 60 GSER94930 0 Educação das Relações Étnico- raciais 40 10 10 60 60 GSER94940 0 Cultura Organi zacional e Educação 60 60 60 GSER94950 0 Estudos Culturais em Educação 60 60 60 GSER05790 1 TCC II 0 40 40 GSER04890 3 Estágio Supervisionado IV 0 10 0 100 O P T A TI V A III (60) (60) (60) S u 220 10 10 240 40 10 0 0 380 bt ot al Atividades Complementares (Livres) 200 200 Carga Horária Total do Curso 2120 230 170 2520 80 40 0 200 3200 Resumo C H Integralização Curricular Carga Horária Teórica 2120 Mínim a 8 semestres (04 anos) Carga Horária Prática 230 Máxim a 12 semestres (06 anos) Carga Horária Prática de Ensino 170 Carga Horária (Teórica + Prática) 2520 TCC 80 Estágio Supervisionado 400 Atividades Complementares 200 Carga Horária Total do Curso 3200 Optativa I, II e III (180) Apresenta-se ainda o rol de disciplinas optativas disponíveis para o curso, ressaltando-se que estas poderão ser modificadas conforme deliberação do NDE do curso. LITERATURA POPULAR EMENTA: As formas simples de literatura popular. Literatura de cordel e outros gêneros literários. Implicações para o ensino. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CASCUDO, Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. São Paulo: Global Editora, 2000. CASCUSO, Câmara. Literatura oral no Brasil. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1978. (Coleção Documentos Brasileiros). BERTUSSI, Lisana. Poesia Gauchesca: As Fontes Populares e o Romantismo. Caxias do Sul: Educs, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ROMERO, Sílvio. História da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 2001 PELLEGRIN, Tânia. LITERATURA, CIÊNCIA E TELEVISÃO, São Paulo: Senac, 2003 SILVA, Márcia Cabral da. LITERATURA, LEITURA E EDUCAÇÃO. Rio de Janeiro: Eduerj, 2017. FLACH, Alessandra Bittencourt; BARCELLOS, Eliana Cristiana Caporale. (Org). Literatura Popular. Porto Alegre: Sagah, 2016. ESCOSTEGUY, Cléa Coitinho. Educação Popular. Porto Alegre: Sagah, 2017. METODOLOGIA DO ENSINO DA LINGUAGEM EMENTA: Metodologia do Ensino da Linguagem, interatividade e educação. Uso de multimodos como desencadeadores de situações de aprendizagem. Tecnologia e cognição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAGNO, M. Gramática Pedagógica do Português Brasilieiro. São Paulo: Parabola, 2011. MUNHOZ, Antonio Siemsen. ABP: Aprendizagem Baseada em Problemas: Ferramenta de Apoio ao Docente no Processo de Ensino e Aprendizagem. São Paulo: Cengage, 2018. RIOLFI, Cláudia. Ensino de Língua Portuguesa. São Paulo: Cengage, 2008 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GOMES, Maria Lúcia de Castro. Metodologia do ensino de língua portuguesa. Curitiba :InterSaberes, 2015. SANTAELLA, Lucia. REDAÇÃO E LEITURA: GUIA PARA ENSINO. São Paulo: Cengage, 2013 POSSENTI, S. Mal comportadas línguas. São Paulo: Parábola, 2009. SALEH, Pascoalina Bailon de Oliveira. Linguagem, Texto e Ensino: Discussões Cellip. Ponta Grosa: UEPG, 2010. FINKENAUER, Letícia. Metodologia do Ensino da Linguagem. Porto Alegre : SAGAH, 2017. ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE EMENTA: Fundamentos da estética e história da arte para o ensino-aprendizagem; A contextualização do ensino a partir das definições e conceitos expostos pela estética e história da arte; Perspectivas e tendências que abordam a arte de ensinar; A história da arte direcionada a multidimensionalidade na formação docente; A criatividade somada à experiência no entrelace do ensino-aprendizagem em sala de aula e a interdisciplinaridade como elemento articulador do processo de construção do conhecimento Desenvolvendo profissionais com capacidade para pensar, refletir e contextualizar suas práxis em sala de aula, observando a diversidade cultural que cadadocente proporciona, por meio da estética e história da arte. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOMBRICH, E. H. A História da arte. São Paulo: Martins Fontes, 1998. SANTOS, Maria das Graças V. P. dos. História da arte. São Paulo: Ática, 2009. JANSON, H. W. Iniciação à história da arte. São Paulo: Martins Fontes, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ENGELMANN, Ademir A. Filosofia da arte. Curitiba: Intersaberes, 2012 SKEFF, M. L. Arte e cultura: estudos interdisciplinares. São Paulo: FAPESP, 2001 ARNOLD, Dana. Introdução à história da arte. São Paulo: Ática, 2008. PORTO, Humberta Gomes Machado. Estética e História da Arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016. CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2005 Disciplinas Optativas Disciplinas Carga Horária Literatura Popular 60h Metodologia do Ensino da Linguagem 60h Estética e História da Arte 60h A carga horária está mensurada em hora aula de 60 minutos de atividades acadêmicas e de trabalho discente efetivo, conforme preconizam os artigos 2º e 3º da Resolução CNE/CES nº 3, de 02/07/2007. As atividades extraclasses são planejadas e desenvolvidas conforme descrito pelo professor no Plano de Ensino de cada disciplina, bem como serão registradas no Sistema Acadêmico da IES. Tais atividades compreendem: leituras complementares, pesquisas bibliográficas de aprofundamento, exercícios contextualizados, estudos de casos, trabalhos diversos, outros, sendo que todos são acompanhados, registrados e avaliados pelo docente responsável. O ementário e bibliografia que atende as disciplinas constantes da matriz encontra-se no Anexo deste Projeto. 3.6 Ementário e bibliografias Anexo a este PPC, estão disponibilizados o ementário e as referências bibliográficas para o Curso, bem como uma tabela com o acervo bibliográfico. 3.7 Responsabilidade Social e Componentes Curriculares A Responsabilidade Social por estar inserida na busca pelo desenvolvimento sustentável trabalha a formação de profissionais, o desenvolvimento de suas pesquisas, a difusão de conhecimentos e na sua vocação regional e comunitária por meio de sua extensão universitária. A Responsabilidade Social engloba a sua gestão, os docentes, a extensão e a pesquisa, onde consequentemente traz resultados para a comunidade. As linhas de atuação do Programa de Responsabilidade Social se caracterizam por: -Inclusão social e assistência a setores ou grupos sociais; -Ações sociais e práticas pedagógicas; -Atendimento aos problemas prioritários da comunidade; -Em prol da sustentabilidade ambiental; -Organização Como citado anteriormente, a organização curricular do Curso, ofertado pela Instituição contempla as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena quando inclui, como conteúdos disciplinares e nas atividades complementares temáticas relacionadas ao assunto, em consonância com a Resolução CNE/CP n° 01, de 17/6/2004. Além disso, o curso contemplará, ainda, as Políticas de Educação Ambiental, conforme a determinação da Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e do Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002. Há integração da educação ambiental às disciplinas do curso de modo transversal, contínuo e permanente. Bem como a Educação para Direitos Humanos. Abaixo, as disciplinas que dispõe em sua ementa assuntos relacionados aos itens supracitados: Comunicação Expressão As especificidades da linguagem oral e escrita. A linguagem e a diversidade linguística. A leitura e a interpretação de textos orais e escritos. A elaboração de respostas subjetivas a partir de textos diversos. A leitura e a produção textual de gêneros acadêmicos específicos da área. A utilização do vocabulário adequado para a área focalizada. Tópicos gerais sobre argumentação e persuasão em textos orais e escritos. Revisão de tópicos gramaticais peculiares (acentuação gráfica, pontuação, colocação pronominal e novas regras ortográficas). Ética e Cidadania Compreensão da atitude originante do filosofar. Reflexão sobre o problema e o sentido da Filosofia. Ética: definição, campo, objetivo e seus intérpretes. Moral: definição e a questão da modernidade. Cidadania: conceito, bases históricas e questões ideológicas. Raízes Históricas Multiculturais no Brasil. Respeito a direitos legais. Reconhecimento e igualdade de valorização das raízes africanas da nação brasileira, ao lado da indígena, europeia e asiática. Fortalecimento de identidades e direitos. Ações Educativas de combate ao racismo e as discriminações. Direitos Humanos. Empreendedorismo Ementa: Natureza da iniciativa empresarial. Oportunidades de negócios e os riscos. Criatividade e Inovação. O espírito empreendedor. Tendências de mercado e suas oportunidades. Perfil do empreendedor. A responsabilidade social das empresas. Criação de projetos e novos negócios. Como abrir a sua própria empresa e os mecanismos de apoio. Estrutura do plano de negócios. Práticas sustentáveis. Responsabilidade socioambiental Histórico dos debates a respeito de ética e responsabilidade social no Brasil e no mundo. Responsabilidade socioambiental e desenvolvimento sustentável. Fundamentos conceituais para compreensão da emergência dos debates sobre responsabilidade socioambiental e suas possíveis consequências. Contexto atual. Responsabilidade socioambiental como estratégia de gestão. Indicadores, certificações, tecnologias e instrumentos de gestão relacionados à responsabilidade socioambiental. Cooperação, articulações intersetoriais e promoção do desenvolvimento. Desafios da prática e tendências. LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais Ementa: As necessidades especiais e suas dificuldades. Desenvolvimento da comunicação em língua de sinais. As diversidades de surdos, o trabalho e a função do intérprete de língua de sinais. Identificará parâmetros da gramática na língua de sinais para avaliação diferenciada. Organização e fortalecimento de estudos teóricos e práticos da língua brasileira de sinais (libras). Inserção da temática de educação inclusiva. Atividades Complementares Descrição: Orientam-se a estimular a prática de estudos independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, de permanente e contextualizada atualização profissional específica; sobretudo nas relações com o mundo do trabalho, estabelecidas ao longo do curso, notadamente, integrando-as às diversas peculiaridades regionais e culturais, temas relativos à Educação das Relações Étnico-raciais, História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, Direitos Humanos, Educação Ambiental e Sustentabilidade. 3.8 Número de Vagas As vagas atendem às demandas da região, ao mercado de trabalho e aos anseios do Governo Federal em ampliar as vagas do ensino superior para todo o território nacional. 4 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO 4.1.Coordenador do Curso O Coordenador do Curso é a pessoa responsável pela condução do Núcleo Docente Estruturante - NDE do curso na construção do PPC e pelo cumprimento de todo o previsto no PPC, respeitando as exigências regulatórias do Ministério da Educação - MEC, as normas institucionais e as demais legislações que regem o ensino superior. É quem coordena os trabalhos dos professores e cuida para que o processo de ensino-aprendizagem, desenvolva-se a contento tanto para os alunos quanto para a IES. No Curso de Pedagogia em EAD da IES a coordenação é exercida por um docente contratado em tempo integral de dedicação à gestão do curso, com atribuições diversas, tais como: atendimento aos alunos e professores; inserção do curso justificando sua relevância e contextualização; constante atualização e comprometimento com o PPC; busca por parcerias, etc. A Coordenação possui qualidades essenciaispara o pleno desenvolvimento do curso, como dialogicidade, transparência e liderança no exercício das funções; acessibilidade a informações; participação ativa nas reuniões dos órgãos colegiados superiores dos quais faz parte; estímulos a participação de discentes e docentes em atividades de ensino, pesquisa e extensão. Conforme institucionalizado, na IES a coordenação é gerida por indicadores constantes do Manual de Gestão Estratégica de Coordenadores e Docentes o qual preconiza a publicidade dos indicadores e resultados em busca da melhoria contínua do curso. Coordenador: Charles Gomes Martin Graduação: Pedagogia Titulação: Mestre em Educação 4.2.Núcleo Docente Estruturante (NDE) Por acreditar na importância do Núcleo Docente Estruturante - NDE, na IES este grupo de docentes possuem atribuições acadêmicas de acompanhamento, do processo de concepção, consolidação e atualização contínua do projeto pedagógico do curso. Na seleção de docentes procura-se docentes com liderança acadêmica, conhecimento na área, atuação no ensino, pesquisa e extensão, bem como conhecimento de regulação educacional. A Coordenação do Curso integra o Núcleo Docente Estruturante - NDE, é composto por docentes responsáveis pela formação, implementação e desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso, sob a presidência da Coordenação do Curso. O Núcleo Docente Estruturante do Curso é composto por no mínimo 5 docentes do curso, contratados em regime integral ou parcial, conforme legislação, sendo permitido no máximo 40% dos componentes sem stricto sensu. Estes professores, juntamente com outros, que não compõem oficialmente o NDE são os responsáveis pelo acompanhamento, consolidação e atualização do PPC a partir de estudos e realizações periódicas para dentre outros fatores verificar o impacto do sistema de avaliação e a adequação do perfil em relação as demandas do mercado de trabalho e o preconizado pela legislação pertinente. O funcionamento, atribuições e outros relacionados ao NDE se encontra devidamente institucionalizado e regulado por regulamento próprio. 4.3.Equipe muldisciplinar: NEaD Devido a sua especificidade um setor responsável pelo desenvolvimento das atividades acadêmico-administrativas dos cursos da modalidade à distância (EAD), trata-se de uma equipe multidisciplinar que implantada sob a denominação de Núcleo de Educação a Distância (NEaD). O NEaD possui infraestrutura exclusiva, e composta de profissionais de diferentes formações possibilitando desta forma o pleno desenvolvimento das atividades da modalidade a distância no âmbito das políticas de ensino, pesquisa, extensão e gestão de um modo geral. 4.4.Corpo Docente: Titulação, Regime, Experiência e Formação O corpo docente que do curso é composto de profissionais com titulação excelente obtida em programas de pós-graduação stricto sensu reconhecidos/recomendados pela CAPES. Além da titulação, o corpo docente é contratado em regime de trabalho condizente com as funções a serem desempenhadas pois pretende-se garantir com isso a excelência da formação do futuro egresso em conformidade com o previsto por este PPC. Dentre os docentes selecionados para atuar no curso verifica-se que experiencia e formação são grandes diferenciais. Tais características, em conjunto, avaliadas pelo NDE em relatório específico delimitou um grupo de docentes de excelente qualidade os quais são os responsáveis pela condução das disciplinas do curso, respeitando integralmente o previsto nas ementas, a bibliografia e as diretrizes estabelecidas no projeto pedagógico do curso. É também papel do professor formular (programa), para as disciplinas, tanto as avaliações, quanto as para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem. Para referendar a composição do corpo docente o NDE elabora relatório analítico contendo as bases de análise e seleção dos professores o qual atualmente consiste de excelente ferramenta de gestão e apoio a tomada de decisões. 4.5.Tutores Os tutores são os responsáveis pela condução das disciplinas junto aos alunos. São os que estão na linha de frente, recebendo e respondendo os questionamentos dos alunos. São os que recebem e cuidam dos prazos dos trabalhos virtuais propostos, relacionando-se com os professores das disciplinas para equacionar os questionamentos com maior grau de dificuldade e com os técnico-administrativos da Sede para solucionar problemas de sistema ou do AVA. 4.6.Conselho de Curso A IES garante às Coordenações de Curso e aos respectivos corpos docentes a efetiva participação nos Conselhos dos Cursos, nos termos normativos discriminados no Regimento/Estatuto. O Conselho de Curso se encontra devidamente institucionalizado e garante a representatividade dos segmentos acadêmicos, bem como a periodicidade da realização de reuniões (em conformidade com o regimento). Um sistema gerencial especificamente desenvolvido encontra-se a disposição do Conselho para o registro de atas e auxilio no controle e execução de ações. O regulamento do conselho dispõe sobre o funcionamento do órgão, periodicidade, registro de decisões, fluxo de encaminhamentos e ainda avaliação periódica do desempenho deste. Compete ao Conselho de Curso: Deliberar sobre o projeto pedagógico do curso elaborado pelo NDE; Deliberar sobre programas e planos de ensino a partir de deliberações do NDE; Emitir parecer sobre os projetos de ensino, pesquisa e de extensão que lhe forem apresentados, para decisão final do Conselho Superior da IES; Opinar, quando consultado, sobre admissão, promoção e afastamento de pessoal docente; Aprovar o plano e o calendário anual de atividades do Curso, elaborado pelo Coordenador; Promover a avaliação periódica do curso; e. Exercer as demais competências que lhe sejam previstas em lei e no Regimento. Levando-se em consideração as características do colegiado de curso, em seus aspectos composicional e/ou funcional, cabe esclarecer a enorme importância desse espaço de concepção e de debate sobre todas as implicações pedagógicas do curso. Neste são concebidas e indicadas ações didático-pedagógicas, que se transformam em base para a efetivação dessas ações. É esclarecedor também registrar que esse espaço também reflete as diretrizes preconizadas pelo projeto pedagógico do curso, bem como as diretrizes institucionais defendidas pela IES, formalizadas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e no Projeto Pedagógico-Institucional (PPI). A partir disso, o Conselho de Curso, em sua composição e funcionamento, reflete coerentemente as prerrogativas normativas e institucionais da IES, sobretudo no tocante à acessibilidade ao conhecimento da comunidade interna, bem como à garantia de sua autonomia e sua representação junto aos segmentos docentes e discentes (composição em Anexo). 5 ATIVIDADES ACADÊMICAS DO CURSO 5.1.Trabalho de Conclusão de Curso A estrutura curricular prevê a carga horária destinada a realização do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, conforme preconiza a Diretriz Curricular e legislação pertinente. O TCC esta devidamente normatizado através de regulamentação própria a institucionalização do TCC considera a carga horária para o desenvolvimento das atividades, normatiza formas de apresentação, orientação e coordenação das atividades, bem como conta com a existência de documento destinado ao apoio a editoração dos trabalhos (manual). A IES conta ainda com repositório institucional próprio, acessível via internet que visa disponibilizar os TCCs. O REPOSITORIVM pode ser acessado no endereço: http://repositorio.sereducacional.com/. 5.2.Estágio Supervisionado A estrutura curricular do curso prevê carga horária para a realização do Estágio Curricular Supervisionado em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais.O Estágio (obrigatório e não obrigatório) esta devidamente normatizado, através de regulamentação própria e em atendimento a legislação vigente. O estágio independente da modalidade (obrigatório ou não), são atividades supervisionadas, planejadas e articuladas com o PPC e, devem: I. Ser conduzidas com orientação/supervisão de docente, individual ou em grupos, cuja relação docente/estagiário seja compatível com as atividades http://repositorio.sereducacional.com/ previstas no Plano de Aprendizagem do Estágio o qual está vinculado e ao Plano de Estágio do(s) aluno(s); II. Possuir orientação/preceptoria/supervisão (preceptoria) de profissional no cenário de prática visando o acompanhamento do previsto pelos documentos indicados anteriormente; III. Ser coordenadas e supervisionada de forma a garantir o bom desempenho da gestão da integração entre ensino e mundo do trabalho; IV. Manter articulação estreita com todas as instâncias e órgãos colegiados da IES e do curso; V. Atender ao previsto no presente, no Manual de Gestão Estratégica e Integrada do Estágio de forma a garantir na integralidade o desenvolvimento das competências previstas no perfil do egresso, e a interlocução entre a IES e o(s) cenário(s) de estágio; VI. Aplicar os instrumentos de avaliação previstos no Manual de Gestão Estratégica e Integrada do Estágio para garantia dos insumos necessários para atualização das práticas do estágio. Entre outros. O estágio encontra-se devidamente regulamentado na IES. 5.3.Atividades Complementares Por meio das Atividades Complementares são estabelecidas diretrizes que permitem ao estudante trilhar sua própria trajetória acadêmica, preservando sua identidade e sua vocação. Tais atividades ampliam o espaço de participação do aluno no processo didático- pedagógico, no qual deve ser sujeito da relação pedagógica, consoante a tendência da legislação e das políticas educacionais no sentido de flexibilizar os cursos, dando oportunidade ao aluno de buscar uma formação de acordo com suas aptidões. A IES objetivando um curso mais dinâmico, com ênfase especial no estímulo da capacidade criativa e da corresponsabilidade do aluno no processo de sua formação definiu, em regulamento próprio que, para a integralização curricular, o aluno deve cumprir a carga horária de Atividades Complementares previstas na estrutura curricular. As Atividades Complementares são componentes curriculares enriquecedores e complementadores do perfil do formando, possibilitam o reconhecimento, por avaliação de habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico. As Atividades Complementares envolvem temas acordes com as unidades curriculares do Curso. Orientam-se, desta maneira, a estimular a prática de estudos independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, de permanente e contextualizada atualização profissional específica; sobretudo nas relações com o mundo do trabalho e nas ações de extensão junto à comunidade, estabelecidas ao longo do curso, integrando-as às diversas peculiaridades regionais e culturais, a temas relativos à Educação das Relações Étnico-raciais, História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, Direitos Humanos e Educação Ambiental e Sustentabilidade. A IES oferece, periodicamente, palestras, oficinas, cursos e minicursos ligados às diferentes áreas de conhecimento, permitindo ao aluno complementar o aprendizado e diversificar a construção do conhecimento. Também são realizados, periodicamente, eventos ligados ao curso e a disciplinas específicas. As Atividades Complementares estão devidamente regulamentadas em documento próprio da IES. 5.4.Extensão São ofertados à comunidade e aos alunos cursos de extensão e seminários sobre temas específicos, sujeitos a planos e projetos próprios, submetidos aos respectivos Conselhos de Cursos. Além de organizar, ao menos uma vez a cada semestre letivo, um evento (Simpósio, Congresso, Jornada, Encontro etc.) sobre temas atuais nas áreas dos cursos, que mereçam estudo e pesquisa mais aprofundados ficando subordinados a supervisão e o desenvolvimento. Sob os projetos consta obrigatoriamente o professor responsável pela atividade de extensão, os alunos integrantes do projeto e o planejamento econômico-financeiro demonstrando a viabilidade da sua implementação. Assim, a IES organiza e incentiva a extensão por todos os meios ao seu alcance, dentre os quais os promovem a realização de convênios com instituições e agências nacionais ou estrangeiras, visando fomentar programas de extensão, no sentido de: Intercâmbio com outras instituições, estimulando a interação entre professores e o desenvolvimento de projetos comuns; Divulgação das atividades de extensão realizadas no Núcleo de Pesquisa e Extensão, através de seminários internos e da publicação, em revista técnica e ou científica, de notícias e informações a elas atinentes; Concessão de auxílios financeiros para execução de projetos e programas de interesse social; Busca de financiamento para realização de projetos de Extensão em agências de fomento. Nesta perspectiva anual o setor responsável pelo controle das Atividades Complementares elabora uma programação geral de ações extensionistas que atenda aos reclamos da comunidade e que propicia aos alunos a aprendizagem e o exercício da extensão acadêmica, obedecendo a diretrizes aprovadas pelo Conselho Superior da Instituição. 5.5.Monitoria A IES estimula a prática de iniciação à pesquisa e o aprofundamento do conhecimento também através do programa de Monitoria, destinado a propiciar aos alunos interessados a oportunidade de desenvolver suas habilidades para a carreira docente, nas funções de ensino, pesquisa e extensão, assegurando, por sua vez, cooperação didática tanto ao corpo docente, quanto ao discente, nas funções universitárias. Todos os professores, de acordo com a sua disponibilidade de horários, podem solicitar monitores para as suas disciplinas, sejam elas práticas ou teóricas, podendo a atuação do monitor acontecer em paralelo com o horário letivo da respectiva disciplina, ou em horários paralelos, com o apoio aos estudantes, grupos de estudo, acompanhamento de aulas práticas, realização de pesquisas, desenvolvimento de materiais didáticos, entre outras atividades. Os monitores auxiliam o corpo docente na execução de tarefas didático- científicas, inclusive na preparação de aulas; de trabalhos didáticos e atendimento a alunos; de atividades de pesquisa e extensão e de trabalhos práticos e experimentais. Ao corpo discente, os monitores auxiliam, sob a supervisão docente, na orientação em trabalhos de laboratório, de biblioteca, de campo e outros compatíveis com seu grau de conhecimento e experiência, conforme consta no regulamento de monitoria abaixo. A monitoria funciona de acordo com o regulamento em anexo. O aluno monitor tem direito a bolsa, conforme regulamento que regula todo o processo de monitoria. 5.6.Iniciação Científica A Iniciação Científica é uma atividade de investigação, é realizada pelos alunos, no âmbito de projeto de pesquisa e visa ao aprendizado de técnicas e métodos científicos, bem como o desenvolvimento da mentalidade científica e da criatividade, no confronto direto com os problemas oriundos da pesquisa. É apoiada, pela IES, por intermédio do Programa de Iniciação Científica e Tecnológica, que consiste num instrumento de financiamento da pesquisa, complementar às outras formas de fomento, tanto internas quanto externas. O Programa tem por objetivo: iniciar e apoiar o aluno na prática da pesquisa científica; desenvolver a mentalidade científica, crítica e investigativa dos alunos; estimular o professor orientador a formar equipes de pesquisa; identificar e estimular os alunos com vocação para a investigação científica. O gerenciamentodo Programa de Iniciação Científica e Tecnológica está a cargo da Direção, que baixa todos os atos necessários à sua execução. O Programa conta com uma coordenação, que fornece as diretrizes acadêmicas do programa, acompanha e avalia seu desenvolvimento, além de analisar e dar parecer sobre os pedidos de bolsas-desconto e sobre os relatórios dos bolsistas nos casos de renovação. O professor orientador é responsável pelo acompanhamento das atividades do bolsista, e deve comunicar à Direção qualquer irregularidade ou inobservância do regulamento específico, como também consagrar um mínimo de 2 horas-aula por bolsista, a título de orientação acadêmica. A solicitação é feita em formulário próprio acompanhado de projeto de pesquisa apresentado no padrão exigido, conforme o roteiro aprovado pela Direção. Os projetos são encaminhados, com a chancela da coordenação do curso. O desenvolvimento do trabalho dos bolsistas é acompanhado por meio de relatórios parciais trimestrais e finais anuais elaborados pelos próprios bolsistas, sob supervisão do professor orientador. Cabe aos bolsistas: cumprir o programa e a carga horária de trabalho estipuladas pelo professor orientador; apresentar relatórios e seminário na Semana de Iniciação Científica ou outras mostras determinadas pela Direção; comparecer às atividades propostas, no âmbito da formação geral para a pesquisa; assistir a palestras, encontros ou cursos, por determinação do professor-orientador, desde que relevantes para o trabalho desenvolvido. O percentual e a duração das Bolsas-desconto de Iniciação são estipulados pela Direção, ou estipulado por outras agências de fomento, quando se trata de financiamento externo. As pesquisas são orientadas pelo Comitê de Ética da instituição que, por sua vez segue as regulamentações propostas pela Comissão Nacional de Ética e Pesquisa. A IES possui regulamento específico que dispõe sobre o Programa de Iniciação Científica e Tecnológica. 6 ESTRUTURAÇÃO DO MODELO EAD NA INSTITUIÇÃO A representação gráfica a seguir demonstra a estruturação do modelo EAD utilizado pela Instituição no desenvolvimento do Curso de Pedagogia, licenciatura, EaD. Os recursos para o desenvolvimento do modelo e a administração acadêmica do curso têm as funções abaixo descritas e, no conjunto, atendem plenamente ao que se espera para o desenvolvimento apropriado do processo ensino-aprendizagem. 6.1.Núcleo de Educação a Distância - NEaD O Núcleo de Ensino a Distância - NEAD, o Núcleo de Tecnologia da Informação - NTI compõem a base estrutural, para que os cursos de graduação na modalidade EAD aconteçam. Ligados diretamente ao NEaD temos: Coordenador do NEaD; Revisor Pedagógico; Programador Web; Designer Instrucional; Técnico de AVA; Auxiliar de Logística de Material Ressalta-se que as atividades vinculadas ao EaD ainda tem influência, suporte e/ou gestão matricial sobre/de outros setores, tais como: Secretaria: a qual o NEaD dá o suporte necessário para o atendimento ao aluno e relacionado a aspectos legais, para tanto há funcionário especificamente treinado para o atendimento preferencial destes;; Biblioteca: também orientada pelo NEaD para o atendimento conveniente e eficiente dos alunos do EaD, para tanto há funcionário especificamente treinado para o atendimento preferencial destes; NTI: suporta aspectos relacionados a softwares, hardwares e lógica, mantendo mediante orientações do NEaD máquinas, acesso a internet e outros, para tanto possui equipe de técnicos e especialistas que além das atividades gerais da IES também auxiliarm o NEaD. 6.2.Recursos Didáticos e Tecnológicos 6.2.1. AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem É o sistema que propicia as salas de aula dos alunos nos cursos a distância (EAD). É o ambiente virtual que disponibiliza os conteúdos das aulas (webaulas) e das ferramentas de avaliação e interação do processo ensino. O AVA é conhecido também por sua sigla em inglês LMS – Learning Management System. 6.2.2. Web aulas Conjunto de ‘aulas’ disponíveis no AVA os quais contém guias de estudos, vídeos e atividades propostas pelo professor, compõem as unidades temáticas de cada disciplina. São conteúdos apresentados de maneira animada, utilizando-se de tecnologias como infográficos, que dão movimentos aos elementos gráficos e de textos que compõem as aulas. A metodologia adotada visa propiciar um conjunto de ferramentas pedagógicas que se complementam e potencializam a aprendizagem, criando também uma maior atratividade para o aluno, motivando-o de forma a mantê- lo em frente ao computador, de maneira interessada, em seus estudos. 6.2.3. Material Didático Obrigatório para o Ensino a Distância - EAD, é a encadernação física dos conteúdos apresentados na disciplina. O material é escrito na forma dialógica e embasa o conteúdo referenciado nas web aulas. 6.2.4. Biblioteca Virtual Um grande diferencial do EaD a disponibilidade de Biblioteca Virtual aos alunos. Esta possui a disposição, de forma ilimitada, um conjunto de livros digitais, e- book´s, os quais fazem parte da bibliografia do curso, mas não limitado a estes. 6.3.Material Didático O material didático, tanto impresso quanto na mídia eletrônica que contém as aulas postadas no AVA, utilizado no Curso de Pedagogia em (EAD) e que são disponibilizados aos estudantes, foram projetados, analisados, revisados e concebidos de modo a permitir a excelente execução das atividades do curso. Garante, assim, que a formação definida no projeto pedagógico do curso seja plenamente atendida, uma vez que atendem a critérios de abrangência, adequação bibliográfica às exigências da formação, aprofundamento e coerência teórica. A IES conta ainda com plano de logística excelente para a produção e distribuição do material didático, o que permite que o aluno que se matricule no curso em questão e, em tempo exíguo, tenha o material necessário ao acompanhamento das aulas. 6.4.Produção e Distribuição de Material Didático Chamado na a IES de “Sistema de Logística de Material Didático”, é implementado pelo setor de mesmo nome. Desde a concepção do organograma do setor até a definição dos procedimentos, os recursos foram planejados para atender de forma excelente a demanda real do curso. Há três áreas específicas nesse setor: 1. Seleção de Conteúdo; 2. Produção do Material Didático e 3. Distribuição do Material Didático. O primeiro setor relaciona-se com os fornecedores de conteúdo para o material didático, adequando tais conteúdos ao projeto pedagógico do curso e cuidando para que as aulas dos professores postadas no AVA dialoguem com esse material didático que é recebido pelo aluno no polo. O segundo setor cuida efetivamente do planejamento e controle da produção do material didático, cuidando para que a produção venha a acontecer de modo a atender plenamente, em termos de prazo, os alunos que se matricularem no curso. É esse setor que promove o relacionamento da IES com a editora responsável pela produção efetiva do material. O terceiro e último setor cuida da logística de distribuição de todo o material didático, objetivando que o aluno tenha disponível o material no menor tempo possível. 6.4.1. Descrição A seguir apresenta-se a descrição de cada uma das etapas: 1. S eleção de conteúdos – Nesta etapa, os conteúdos que são trabalhados no formato impresso, passam por avaliação técnica de docentes, de acordo com o componente curricular, para validação e adequação ao projeto pedagógico do curso. Sendo aprovados, são encaminhados ao processo de impressão e, em paralelo, à produção de conteúdos complementares (conteúdos didáticos digitais) para que as aulas dos professores postadas no AVA dialoguem com o material didático que é entregue aos estudantes no polo. Produção de materialdidático – Nesta etapa, ocorre a logística de produção, efetiva, de todos os materiais encaminhados ao processo de produção na etapa anterior. Neste processo, são produzidos os vídeos, textos complementares, infográficos e/ou quaisquer outros materiais complementares que auxiliem o estudante no processo ensino e aprendizagem, conforme processo pedagógico adotado para cada componente curricular. Em paralelo, há o acompanhamento do processo de produção gráfica do material impresso até o seu recebimento. Distribuição de material didático – A terceira e última etapa refere-se à logística de distribuição do material didático recebido. Este processo ocorre objetivando que o aluno tenha o material disponível em tempo hábil para iniciar as aulas. 6.4.2. Fluxograma Abaixo, segue o Fluxograma do setor de produção e distribuição de materiais: 6.5.Recursos Físicos Basicamente a IES apresenta instalações aptas a abrigar toda a infraestrutura necessária para os cursos EAD. Agrega, portanto, o Núcleo de Ensino a Distância - NEAD, o Núcleo de Tecnologia da Informação - NTI, os Tutores Virtuais, a Secretaria Acadêmica do EAD, as Coordenações dos Cursos EAD, uma Sala de Professores do EAD, uma Sala para Atendimento dos Alunos do EAD, Sala para os Docentes de Tempo Integral e o Setor de Logística do Material Didático. No caso da IES, os servidores e data center são próprios, com toda a estrutura de apoio técnico especializado montada, mantendo e cuidando da segurança de todos os dados que trafegam no processo de Ensino a Distância da IES, garantindo a efetividade de todas as tarefas previstas para os cursos em andamento. 6.5.1. Articulação do Modelo A articulação de toda a estruturação acima está representada na ilustração abaixo, onde o discente, centro do processo, através da internet (e do Polo de Apoio quando houver), obtém toda a estrutura montada para que o seu processo de ensino- aprendizagem se desenvolva. 7. PROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM 7.1.Metodologia Empregada no Processo de Ensino-aprendizagem Os procedimentos de acompanhamento e avaliação do processo de ensino- aprendizagem permitem desenvolver a autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e logicamente resultam em dados que são sistematizados e disponibilizados aos discentes para garantia da natureza formativa do processo. Com base nos resultados observados ações que visam a garantia e melhoria contínua do processo de aprendizagem são realizadas. O modelo empregado no curso está em consonância com as mais modernas tendências em educação, baseado na autonomia, aprendizagem de adultos, crítico- reflexiva e centrada no estudante, que é o sujeito ativo da aprendizagem, tendo o professor como indutor do processo de ensino-aprendizagem. Assim, o curso utiliza estratégias ancoradas em métodos ativos de ensino-aprendizagem nos quais a motivação, a problematização, a interdisciplinaridade e a contextualização permitem uma individualização da experiência educacional do aluno. As estratégias de ensino-aprendizagem que sãor adotadas promovem o “aprender a aprender” e privilegiam o desenvolvimento do raciocínio crítico-reflexivo, considerando o conhecimento prévio sobre o tema e a busca de solução para os problemas e situações do cotidiano que o estudante enfrenta no exercício profissional. Além disso, incentiva o desenvolvimento das habilidades de metacognição e o “aprender fazendo”, por meio da integração teoria-prática, desde o início do curso. O perfil do profissional a ser formado apresenta relação com a metodologia de ensino aplicada a partir do desenvolvimento das competências previstas nos componentes curriculares e, para que seja possível lograr êxito o corpo docente é alvo permanente de um Programa de Formação e Desenvolvimento, e o corpo discente por sua vez é preparado e estimulado para aprendizagem por meio de metodologias inovadoras. A proposta curricular do curso é orientada para o desenvolvimento de competências profissionais a serem adquiridas pelos estudantes e centrada na aplicação do conhecimento em contraposição à sua simples aquisição. Sendo assim, assume-se que não pode ser desenvolvida utilizando-se apenas metodologias tradicionais. A aquisição e, principalmente, a aplicação do conhecimento não acontece por meio de pura transmissão de informação, mas por meio da interação com o ambiente, possibilitada pela autonomia que é oferecida ao estudante. Apostar nesse modelo é acreditar que a aprendizagem significativa é fundamental e que é um processo ativo, construído, cumulativo, auto orientado e orientado para o desenvolvimento de competências. Acreditamos que esse tipo de aprendizagem promove segurança e autoconfiança entre os estudantes, aspectos emocionais importantes para o futuro profissional. As estratégias de ensino-aprendizagem utilizadas no curso tem a finalidade de desenvolver um conjunto de competências e habilidades nos estudantes, capazes de transformá-los ao longo do tempo em profissionais capacitados para enfrentar os desafios da realidade profissional e as modificações da sociedade. Estas estratégias necessitam o emprego de Metodologias Ativas de Ensino Aprendizagem, concomitantemente com outras, que exigem a participação do estudante na busca do conhecimento e do desenvolvimento das competências que se pretende para este profissional. O currículo adotado prioriza a complementaridade dos conteúdos e sua conexão. Também se propõe dar significado ao conhecimento, mediante a contextualização, a interdisciplinaridade e incentivo ao raciocínio e a capacidade de aprender e evitando a compartimentalização. As práticas educacionais devem privilegiar a discussão, o julgamento e a validade das informações, apoiando-se em dados. Com efeito, não se trata de abandonar a transmissão das informações, mas de construir uma nova perspectiva de construção do conhecimento. Nessa nova perspectiva, leva-se em conta o contexto da informação, a proximidade com a realidade de práticas profissionais do futuro egresso, a valorização do conhecimento prévio do estudante, as conexões entre os diversos conteúdos e as interações entre os atores do processo de ensino-aprendizagem. O corpo docente deve estimular a participação dos estudantes nos projetos de extensão e de pesquisa, quando for o caso, visando contribuir para um ensino crítico, reflexivo e criativo. O processo de “aprender a aprender aprendendo” deve incidir nos momentos curriculares por meio da articulação entre ensino, pesquisa e extensão. Em conjunto com esta metodologia híbrida de ensino que privilegia metodologias disruptivas e inovadoras diversas ferramentas são usadas para dinamizar o processo, tais como: Dinâmicas: promovem a aprendizagem entre os alunos. Avaliações: para a avaliação de aprendizagem do aluno e dão a ele os conceitos de aprovação ou reprovação nas disciplinas cursadas. Ciclo de Palestras: busca de integração de turmas e avanço do conhecimento, trazendo assuntos novos e enriquecedores, além de proporcionar aos alunos a prática de cerimonial e organização de eventos, que estes ciclos são elaborados pelos próprios alunos, sob a orientação do professor da disciplina competente; Estudo de Casos: aplicação de conteúdos teóricos, a partir de situações práticas, visando ao desenvolvimento da habilidade técnica, humana e conceitual, além da possibilidade de avaliar resultados obtidos; e Projetos Culturais: Projetos desenvolvidos pelos alunos, em prol da sociedade regional, a serem desenvolvidos durante a implantação do curso pelo coordenador, em conjunto com a sociedade e instituições correlatas. E outros. 7.2.Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem e Controle de Frequência Em atendimento a legislação, os critérios de aprovação do curso, incidem sobre frequênciae rendimento e é considerada no curso como uma oportunidade para o aluno vivenciar situações de aprendizagem que extrapolem as aulas presenciais deve surgir com a incorporação, à atividade rotineira do professor, de metodologias e técnicas de ensino variadas, flexíveis, atraentes e motivadoras. Operar nesta perspectiva e traduzi-la em termos de organização e administração de situações de processo ensino-aprendizagem concretiza-se por meio: Da consideração do desenvolvimento de competências como pilar para a construção do perfil do egresso; De uma proposta curricular integradora da teoria e prática, objetivando o desenvolvimento das competências profissionais; A interdisciplinaridade; Da relação professor e aluno; Do uso de espaços e tempos extraclasse para ampliar a aprendizagem; Da participação nas atividades de pesquisa, representada principalmente pelo TCC; Da participação em atividades de extensão; Do acesso à tecnologia da informação. As diretrizes para a educação na atualidade, em todos os níveis de ensino, preconizam o enfoque no ensino e na avaliação de competências, o que enseja questionar a relação entre teoria e prática, redesenhando os currículos para garantir uma formação ética e comprometida com o campo de sua atuação profissional. No momento em que a IES e o curso decidir trabalhar no intuito de desenvolver competências, torna-se necessário definir objetivos claros e um redimensionamento na compreensão e prática de avaliação. O objetivo do ensino de cada disciplina deverá, portanto, ultrapassar a mera memorização de informações, porque o êxito na abordagem do desenvolvimento de competências não está na reprodução, mas na capacidade de construir soluções próprias frente aos novos problemas. Nesse sentido, emprega-se uma avaliação formativa e continuada da aprendizagem, cabendo ao professor um papel também de “orientador”, envidando esforços para despertar as potencialidades do educando, minimizando as avaliações quantitativas centradas meramente na acumulação de informações de cunho teórico- doutrinário. Ao escolher instrumentos de avaliação, o professor deve saber qual a habilidade requerida: conhecimento – evocação de informações; compreensão – entendimento; aplicação – uso de abstrações, análise e desdobramento do conhecimento; síntese – combinação de novos elementos ou avaliação – julgamento de valor do material. Entende-se por assiduidade a frequência às atividades correspondentes a cada disciplina, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer a, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das atividades didáticas, vedado o abono de faltas. Conforme preconiza a Legislação. A verificação do aproveitamento, a cada semestre, pode abranger, em cada componente curricular diferentes abordagens sendo recomendado a utilização de todos: Avaliações Práticas que podem totalizar até 40% do valor total; Avaliações Teóricas que deve ser composta de mais de uma avaliação integradora que, somadas, correspondem até a 60% A composição da nota final para fins de promoção do estudante é composta por avaliações práticas e teóricas. Para a aprovação é necessário que o estudante o definido regimentalmente. Os ciclos avaliativos são compostos de duas notas através das quais, por média simples, obtém-se a Média. Caso o aluno não atinja a média regimentalmente definida para aprovação, pode recorrer a avaliação final, nos termos do Regimento vigente. O curso diversifica os processos avaliativos utilizando, além das avaliações escritas, ferramentas consagradas para a avaliação prática do estudante, compostas de instrumentos em que os estudantes devem demonstrar a aplicação do conhecimento na prática, quando submetidos a uma situação real ou simulada. Independentemente do tipo de avaliação, o feedback oportuno e qualificado é crucial e obrigatório, possibilitando que os estudantes identifiquem suas oportunidades de melhoria e pontos fortes de modo objetivo, tomando consciência dos aspectos a serem corrigidos ou aperfeiçoados. Na elaboração das avaliações teóricas, o professor é orientado a seguir premissas mínimas que garantam o sucesso das metodologias previstas no curso: Contextualizar as questões; Não repetir questões de avaliações anteriores; Não usar dados com o intuito de confundir o aluno; Não apresentar dados que por si só impliquem na resolução da questão apresentada por exclusão por exemplo; Atentar-se para a gramática; Procurar adequar a avaliação ao nível exigido e ao perfil profissional desejado; evitar preciosismos, palavras rebuscadas, termos técnicos desnecessários, expressões ou palavras de uso restrito à sua área de especialização e que não são de domínio dos estudantes. Essas recomendações e outras são objeto de capacitação aos professores que passam a integrar o corpo docente do curso. 8. POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AO DISCENTE 8.1.Núcleo de Atendimento ao Educando (NAE) O Núcleo de Atendimento ao Educando (NAE), tem missão de desenvolver um trabalho de caráter preventivo, focado no resgate da aprendizagem, ressignificação dos conhecimentos e estímulo à autoestima. Entre as atribuições do NAE, estão: - Apontar a solução de problemas relacionados a não-aprendizagem, enfocando o educando, o professor ou a própria instituição de ensino; - Oferecer atendimento e acompanhamento sistemático aos trabalhos acadêmicos realizados no espaço da instituição; - (Re) orientar as decisões vocacionais dos discentes, quando eles assim solicitarem; - Orientar e acompanhar o discente no cumprimento do Projeto Pedagógico da IES; - Sugerir a promoção de encontros para socialização entre professores, educandos, coordenadores, administradores, gestores e grupos de apoio; - Dar assistência e acompanhamento psicopedagógico aos educandos que apresentem dificuldades no desenvolvimento de aprendizagem e em sua interação psicossocial; - Assistir e orientar alunas gestantes; - Assistir e acompanhar alunos do interior e Prouni que apresentem dificuldade de adaptação no convívio social; - Orientar os alunos com dificuldade de estudar e aprender; - Informar a Direção, Coordenador de Núcleo e Coordenadores de Cursos sobre casos de alunos que ignorem as orientações do NAE; - Emitir informações aos docentes sobre os alunos que estão em acompanhamento com especialista, quando necessário; - Oferecer oportunidades de participação em atividades culturais, artísticas e sociais; - Desenvolver articulações com empresas, órgãos públicos e instituições da comunidade social para o encaminhamento ao primeiro emprego, recolocação profissional ou para o primeiro empreendimento profissional ou econômico; - Apoiar os diretórios ou centros acadêmicos legalmente constituídos. - Apoio psicopedagógico. 8.2.Mecanismo de Nivelamento Podem ser ofertados programas de nivelamento, em consonância com o Regulamento, que atua através de projetos específicos. Assim, é feito um diagnóstico inicial, para minimizar os possíveis desníveis de conhecimento, principalmente no tocante aos alunos dos primeiros semestres. 8.3.Atendimento Extraclasse O atendimento extraclasse é realizado por todos os setores do a fim de proporcionar ao discente ambiente adequado ao êxito da aprendizagem. Os laboratórios podem ser utilizados pelos alunos, fora do horário de aulas, com a participação de monitores e dos técnicos dos laboratórios, para reforço da aprendizagem prática. A Biblioteca tem horário de funcionamento durante os três turnos, incluindo aos sábados, para que os alunos possam realizar suas pesquisas bibliográficas, leituras ou trabalhos em grupo sem prejuízo da presença em sala de aula. 8.4.Acompanhamento do Egresso O Núcleo de Carreira e Empregabilidade é o setor responsável pela manutenção de estreita ligação com os egressosdos cursos. Tem o objetivo de coletar informações sobre atuação na área, levantamento dos empregadores e profissionais liberais, campos de atuação, principais demandas do mercado e principais deficiências na formação, entre outros. Os dados obtidos permitem traçar um perfil de egresso e de sua distribuição e ocupação no mercado de trabalho, assim como fornecem subsídios úteis para aprimoramento do curso, norteando mudanças curriculares, além de apontar para as necessidades de implantação de cursos de aperfeiçoamento e de pós-graduação lato sensu, além dos já existentes hoje na IES, e stricto sensu, que são criados em decorrência do desenvolvimento da Instituição. As capacitações são realizadas através de palestras semanais sobre temas que envolvam o mercado de trabalho como: Postura Profissional, Ética e Relacionamento Humano, Processo Seletivo e como se tornar um profissional de sucesso. Os alunos tem acesso ao cronograma de atividades, onde eles participam de eventos durante a sua formação acadêmica. Além das palestras, os alunos têm a oportunidade de se cadastrarem no Banco de Talentos e serem encaminhados às empresas, de acordo com sua participação e destaques em atividades durante a sua trajetória de curso. As palestras e as atividades em laboratório são atividades complementares inseridas na grade curricular do aluno. O acompanhamento de egressos compreende o acompanhamento do aluno após a sua conclusão e apoio na sua recolocação profissional. A IES também coloca à disposição dos seus ex-alunos a Biblioteca e cursos de Extensão visando oferece-lhes a possibilidade de se engajarem num programa de Educação continuada. 8.5.Estímulos às Atividades Acadêmicas As Atividades Acadêmicas Complementares que fazem parte da estrutura curricular do curso e estão voltadas para a ampliação das experiências científicas, socioculturais e profissionais dos alunos compreendem uma importante ferramenta para o desenvolvimento do perfil do egresso. Por meio delas, o discente pode experimentar novas perspectivas sobre os assuntos ministrados, aliando o conteúdo teórico à realidade social circundante. Estas atividades reforçam o perfil do aluno e potencializam suas chances de sucesso no mercado de trabalho, uma vez que propiciam uma experiência enriquecedora caracterizada por uma integração entre a IES e a sociedade. 8.6.Tecnologia de Informação e Comunicação – TICs no Processo Ensino- Aprendizagem Considerando as demandas por novas tecnologias que permeiam constantemente o universo acadêmico, a Instituição tem grande compromisso na manutenção e melhoria constante de seu acervo tecnológico, equipamentos e outros que dão o suporte ao processo de ensino-aprendizagem. A relação de TICs empregadas no Curso é bastante ampla, no entanto, merecem destaque: Suporte multimídia nas salas de aula e demais ambientes da Instituição; Uso de ambientes virtuais e mídias digitais para o desenvolvimento de atividades acadêmicas; Emprego de redes sociais e similares para estimular a participação do aluno em atividades acadêmicas; Realização de atividades simuladas em laboratório e computadores; entre outros. Assim, há de se destacar o fato de que em todas as salas de aula existem computadores com acesso à internet, televisor e /ou projetor multimídia. Professores e alunos tem acesso aos laboratórios de informática que comportam computadores com configurações atualizadas e diversos softwares que auxiliam na execução do projeto pedagógico. O planejamento dos laboratórios obedece às exigências didático- científicas do projeto pedagógico do curso, quanto à área física, às instalações específicas, aos equipamentos e aparelhos indicados pelos professores responsáveis pelas práticas, projetos de iniciação científica e também programas de extensão. Todo espaço físico da IES possui rede WiFi para ser utilizada pela comunidade acadêmica. Os equipamentos são adequados ao Projeto do Curso em quantidade que mantém a relação equipamento/aluno compatível com o bom desempenho no ensino e dentro dos padrões de qualidade exigidos para a avaliação do curso. Possuem acessórios necessários às atividades previstas e materiais de consumo compatível, em quantidade suficiente. Há também o Portal Acadêmico que prevê área privativa para alunos e professores, onde podem ser trocados materiais de auxílio à construção do conhecimento. O Ambiente Virtual de Aprendizagem da instituição está todo modelado e preparado para o desenvolvimento de atividades complementares. Nesse ambiente, há diversos mecanismos de interação disponíveis, tais como: chats, ambiente para desenvolvimento de fóruns, áreas multimídias de áudio e vídeo, etc. O sistema de gestão acadêmica da IES integra os diversos setores e disponibiliza no ambiente exclusivo dos discentes, do Portal Acadêmico, tudo sobre sua vida acadêmica, tais como: notas, frequência, situação de atividades complementares, histórico financeiro, etc., além de serviços importantes como rematrícula online, negociação financeira eletrônica, emissão de boletos bancários, reserva e renovação de empréstimos de livros da biblioteca, consulta do acervo da biblioteca, solicitação de documentação da Secretaria Acadêmica, etc.). Em atenção aos portadores de necessidades especiais, além da IES possuir sinalização em Braille e nos computadores há instalado o software específico (DOS VOX - possibilita que pessoas cegas ou com baixa visão, com um baixo nível de escolaridade, se tornem capazes de utilizar o computador, trazendo assim muitos benefícios às suas vidas), teclados em Braille e fones de ouvido. As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem a execução do Projeto Pedagógico do Curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 9. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DO CURSO 9.1.Avaliação Interna: Autoavaliação A autoavaliação institucional é conduzida pela CPA e engloba a avaliação do Curso propriamente dito. Na IES o processo de autoavaliação é constituída em uma ferramenta de grande importância na identificação de oportunidades de melhoria e de suas potencialidades, de forma a atingir um melhor desempenho em sua gestão educacional e na qualidade da educação ofertada. Esta avaliação, de acordo com as determinações legais vigentes, é realizada em dois níveis: o Interno e o Externo, em sintonia com o programa de avaliação institucional da IES que tem como referência o SINAES. Em conformidade com o disposto no art. 3º da Lei nº. 10.861/04, as dimensões a seguir são objetos de avaliação: Missão e Plano de Desenvolvimento Institucional; Política para o Ensino, a Pesquisa e a Extensão; Responsabilidade Social da Instituição; Comunicação com a Sociedade; Políticas de Pessoal; Organização e Gestão da Instituição; Infraestrutura Física; Planejamento e Avaliação; Políticas de Atendimento aos Estudantes; Sustentabilidade Financeira. Anualmente, a IES deposita no e-MEC o Relatório da Autoavaliação Institucional, que contempla todos os cursos de graduação e de pós-graduação, além das atividades de gestão, extensão, pesquisa etc. O Projeto de Autoavaliação é elaborado em cumprimento a Lei nº. 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), está fundamentado nas disposições da Portaria MEC nº. 2.051, de 09 de julho de 2004, nas Diretrizes para a Autoavaliação das Instituições e nas Orientações Gerais para o Roteiro da Autoavaliação, editados pela CONAES e pelo INEP. Em atendimento ao Art. 11 da Lei dos SINAES, instituiu sua Comissão Própria de Avaliação (CPA), com as atribuições de condução dos processos de avaliação internos da Instituição, de sistematização e de prestação das informações que possam ser solicitadas pelo INEP. Aautoavaliação do curso faz parte desse processo e tem como objetivo manter um acompanhamento acerca do cumprimento do Plano de Desenvolvimento Institucional, bem como, a busca pela melhoria contínua dos cursos. É neste sentido que o processo de autoavaliação ganha importância, uma vez que a IES busca autoconhecimento, assim como tem a oportunidade de refletir sobre sua missão enquanto instituição de educação superior. No contexto da autoavaliação dos cursos, o processo acontece semestralmente onde discentes, docentes, coordenação do curso e projeto pedagógico são avaliados. A partir do diagnóstico feito, a CPA discuti e sugere ações corretivas em conjunto com as coordenações de curso. O SINAES fundamenta-se na necessidade de promover a melhoria da qualidade da educação superior, a orientação da expansão da sua oferta, o aumento permanente da sua eficácia institucional, da sua efetividade acadêmica e social e, especialmente, do aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais. É integrado por três modalidades principais de instrumentos de avaliação, aplicados em diferentes momentos: 1) Avaliação das Instituições de Educação Superior (AVALIES), que se desenvolve em duas etapas principais: (a) autoavaliação: coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada IES; (b) avaliação externa: realizada por comissões designadas pelo INEP; 2) Avaliação dos Cursos de Graduação (ACG); 3) Avaliação do Desempenho dos Estudantes (ENADE). Em decorrência da concepção, o SINAES está apoiado em alguns princípios fundamentais para promover a qualidade da educação superior, a orientação da expansão da oferta, o aumento permanente da eficácia institucional, da efetividade acadêmica e social e especialmente do aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais. Esses princípios são: responsabilidade social com a qualidade da educação superior; reconhecimento da diversidade do sistema; respeito à identidade, à missão e à história das Instituições; globalidade institucional pela utilização de um conjunto significativo de indicadores considerados em sua relação orgânica; continuidade do processo avaliativo como instrumento de política educacional para cada instituição e o sistema de educação superior em seu conjunto. No contexto do SINAES, a autoavaliação é percebida como um processo contínuo por meio do qual a Instituição constrói conhecimento sobre sua própria realidade, buscando compreender os significados do conjunto de suas atividades para melhorar a qualidade educativa e alcançar maior relevância social. Constitui-se em condição básica para o necessário aprimoramento do planejamento e gestão da Instituição, uma vez que propicia a constante reorientação de suas ações. Para a IES autoavaliação é um importante instrumento para a tomada de decisão e dela resulta uma autoanálise valorativa da coerência entre a missão e as políticas institucionais efetivamente realizadas, assim como, uma autoconsciência, nos membros da comunidade acadêmica, de suas qualidades, problemas e desafios para o presente e o futuro. O processo de autoavaliação institucional considerou como parâmetros os seguintes princípios norteadores: 1. O princípio da IES participativa no processo de avaliação que se traduz no envolvimento de todos os núcleos (departamentos, coordenações), órgãos e unidades auxiliares, conselhos, docentes, pesquisadores, pessoal técnico-administrativo e administradores (chefes de unidades ou órgãos, coordenadores, diretores); 2. Globalidade: refere-se à integração da totalidade das atividades ao processo avaliativo, ou seja, ensino, pesquisa, extensão, serviços administrativos, gestão, responsabilidade social, inclusão social; 3. Igualdade: implica na consideração e associação do conjunto de aspectos básicos que devem subsidiar a avaliação integral da instituição, ou seja, as ações são consideradas como produtos institucionais e não de órgãos ou indivíduos isolados; 4. Especificidade: enfoca as particularidades de cada curso, em acréscimo aos aspectos gerais que são necessariamente avaliados, uma vez que não se pode avaliar a diversidade ou singularidade de maneira uniforme, bem como não se deve converter a diversidade em símbolo do único; 5. Periodicidade: define os espaçamentos temporais ajustados aos diferentes segmentos, atividades e unidades da instituição; 6. Racionalidade: implica a não multiplicação de procedimentos idênticos para os mesmos fins, considerando todos os docentes, discentes, pesquisadores, pessoal técnico-administrativo, bem como os órgãos de gestão como partes integrantes da comunidade acadêmica, fundamentais ao processo avaliatório, que se inicia com eles e por eles; 7. Transparência: diz respeito à identificação precisa e objetiva do processo de avaliação, especialmente quanto aos níveis de participação de todos os envolvidos, no que concerne à participação e aos resultados esperados; 8. Integração: parte do princípio de que há um mínimo que deve ser produzido, bem como, um máximo que pode ser alcançado, e, tendo em vista o princípio da especificidade, valoriza os processos compensatórios nos quais, dentro de determinados limites, as atividades desenvolvidas numa categoria poderiam complementar outras, em outras categorias. Pressupõe o reconhecimento pela instituição de que, no contexto de suas funções básicas, os docentes, discentes, coordenações, pessoal técnico-administrativo, podem apresentar salutar variação quanto ao envolvimento de cada uma delas; mas compartilham a consciência de que uns fazem coisas diferentes dos outros e todos juntos realizam, de uma ou de outra forma, o projeto pedagógico institucional e preenchem um feixe de funções harmônicas; 9. Retribuição: contempla a diversidade de retornos que os processos avaliativos podem e devem gerar para docentes, discentes, pessoal técnico-administrativo, pesquisadores, gestores e toda comunidade acadêmica, da alocação racional de recursos à elaboração de princípios mais includentes e ágeis; 10. Cumulatividade: focaliza a acumulação progressiva de todas as modalidades de trabalhos acadêmicos relativos aos docentes, aos pesquisadores e coordenações, de tal sorte que a avaliação seja traduzida num processo contínuo e não apenas em episódios e momentos. Cada docente e cada coordenação deve ser encarada e avaliada mediante sua história de trabalho e não pontualmente; O Programa de Autoavaliação propõe: a) elaborar, acompanhar e avaliar os projetos pedagógicos dos cursos de graduação, sequenciais de formação específica e pós-graduação lato sensu, em parceria com os coordenadores de departamentos e coordenadores de cursos; b) avaliar o corpo acadêmico; c) avaliar os núcleos acadêmicos, a responsabilidade social e extensão, a iniciação científica em interface com as áreas; d) pesquisar, disseminar e arquivar a legislação educacional de Ensino Superior; e) disseminar e arquivar relatórios de avaliação MEC/INEP/SESU e pareceres normativos do CNE; f) avaliar, atualizar e disseminar o Plano de Desenvolvimento Institucional; g) avaliar o egresso dos cursos de graduação e de cursos de pós-graduação lato sensu; h) participar das reuniões de Conselho Superior e orientar, quando cabível, sobre a legislação educacional vigente e normas institucionais; i) elaborar e aplicar treinamento à área acadêmica e administrativa sobre a legislação educacional vigente, missão institucional e objetivos; j) avaliar e disseminar o Projeto Pedagógico da IES, em parceria com todos os órgãos envolvidos; k) avaliar as ações, resultados e procedimentos da Comissão Própria de Avaliação; l) orientar, acompanhar e promover as avaliações externas dos cursos e da Instituição; m) verificar e acompanhar as recomendações oriundas dos processos avaliativos internos e externos, oficiais e do sistema avaliativo próprio; n) participar,em parceria com a área de Recursos Humanos, na elaboração e execução de treinamentos/oficinas de trabalho para docentes e gestores acadêmicos, de caráter formativo; o) avaliar a satisfação do corpo acadêmico e do corpo discente, docente e técnico administrativo em relação à cadeia de serviços; e p) orientar e acompanhar as autoavaliações das áreas, consolidando informações e recomendações. As ações da Comissão Própria de Avaliação (CPA) contemplam as seguintes fases: I. Sensibilização da comunidade acadêmica para relevância dos processos; II. Autoavaliação, com a formação de diversas ópticas, instrumentos, documentos, análises e debates, propondo sempre melhorias; III. Construção, conjunta às diversas áreas, dos projetos pedagógicos e institucionais; IV. Treinamento, com a proposta, elaboração e execução de oficinas de para treinamento e desenvolvimento; V. Difusão, em diversos momentos das propostas, dos objetivos, resultados e análises dos diversos processos avaliativos internos e externos, oficiais ou não; VI. Reavaliação dos métodos, processos e resultados e o replanejamento das ações para os períodos subsequentes. Formas de aferição são utilizadas. As técnicas são as seguintes: I. Comparação e acompanhamento periódicos das metas, resultados e processos, inclusive para subsidiar o replanejamento dos processos avaliativos e do PDI; II. Questionários quantitativos, com análise de variáveis (coleta de dados) por medidas de dispersão-média e mediana - tendo como unidade padrão à média aritmética da IES; III. Questionários qualitativos, com análise de conteúdo; IV. Pesquisa legal, para acompanhar as diretrizes educacionais; V. Pesquisa a órgãos e outras fontes para identificar necessidades mercadológicas e mudanças; VII. Análise documental e acesso e construção de banco de dados internos, com objetivo de sistematizar e analisar as informações; VIII. Avaliação de pares, com análises por curso, propondo melhorias e ajustes. Para condução destes processos são realizadas várias atividades, entre elas encontros, debates e fóruns, pois a IES busca sempre, por meio do diálogo e da construção viabilizar as suas ações. Os resultados do processo de autoavaliação são encaminhados à instância superior a quem compete a (re) definição e implementação das políticas acadêmicas que o processo avaliativo sugerir. Os resultados da avaliação subsidiam as ações internas e a (re) formulação do Plano de Desenvolvimento Institucional e do Projeto Pedagógico Institucional. O conhecimento gerado pelo processo de autoavaliação é disponibilizado à comunidade acadêmica, aos avaliadores externos e a sociedade tem a finalidade clara de priorizar ações de curto, médio e longo prazo, planejar de modo compartilhado e estabelecer etapas para alcançar metas simples ou mais complexas que comprometam a Instituição para o futuro. Os resultados observados geram indicadores para a revisão de ações e redirecionamento das estratégias de atuação da Instituição. É uma ferramenta para o planejamento e gestão institucional, instrumento este de acompanhamento contínuo do desempenho acadêmico e do processo sistemático de informações à sociedade. Para que a avaliação cumpra sua missão, ou seja, sirva de instrumento para o aperfeiçoamento do projeto acadêmico e sociopolítico da Instituição, garantindo a melhoria da qualidade e a pertinência das atividades desenvolvidas, é realizada uma análise criteriosa dos resultados do processo de avaliação. Os relatórios gerados servem para que a Instituição identifique os acertos e as ineficiências, as vantagens, potencialidades e as dificuldades envolvendo-se num processo de reflexão sobre as causas das situações positivas e negativas, assumindo assim a direção efetiva de sua gestão política, acadêmica e científica. Os resultados, portanto, também servem de base para revisar o planejamento do PDI, bem como os projetos pedagógicos dos cursos. O conhecimento das estratégias adequadas norteia as decisões no sentido de disseminá-las, generalizando o sucesso. Por outro lado, as formas de ação que não apresentam resultados satisfatórios são modificadas, buscando-se alternativas para introdução de novos caminhos. Uma vez que o trabalho tem como objetivo apontar os pontos fortes e fracos da Instituição, permitindo alterações favoráveis, os resultados obtidos são cuidadosamente analisados pelos diretores, coordenadores, professores e, especialmente, pela Comissão Própria de Avaliação. 9.2.Avaliações Externas As avaliações externas são objeto de amplo debate em todas as esferas institucionais. Os dados são analisados e medidas saneadoras de deficiências tomadas em tempo hábil, caso necessário. Nesse contexto, as habilidades e competências previstas no ENADE são discutidas sistematicamente no âmbito do NDE, subsidiando reflexões e conferindo dinamismo ao PPC. A IES considera este Exame como um instrumento importante para, de forma articulada com a autoavaliação, com a avaliação de cursos e com a avaliação externa, possibilitar a melhoria da qualidade da formação acadêmica e profissional dos alunos. Para os resultados do ENADE são desenvolvidos mecanismos que encontram-se institucionalizados os quais permitem que se analise o conjunto dos resultados atingidos não só na IES e no curso mas também por outras IES e seus cursos na área de abrangência da IES, permitindo desta forma a identificação de fragilidades que possam comprometer o adequado atingimento do perfil do egresso e objetivos do curso e IES. Objeto de análise sistemática, as avaliações in loco realizadas pelo INEP também são objeto de reflexão no âmbito do curso e na IES. Instrumentos especificamente desenvolvidos, para esta finalidade permitem identificar oportunidades de melhoria e traçar planos de ação para o saneamento, quando necessário. Tanto as metas avaliações dos resultados observados no ENADE quanto das avaliações in loco são conduzidas no âmbito do curso com a participação do NDE e contam com a participação da CPA e apoio incondicional da gestão da IES. O Curso segue esse aparato institucional e com base nos diagnósticos e relatórios, trabalha para construir conhecimento sobre sua própria realidade e dessa forma melhorar a qualidade da educação ofertada. 10. INSTALAÇÕES FÍSICAS E RECURSOS HUMANOS A Uninassau oferece uma infraestrutura acadêmica e operacional voltada para o melhor aprendizado, contando com amplas Salas de Aula, Laboratórios, Biblioteca, Administração e Área de convivência, atendendo aos padrões de ventilação, iluminação, acústica e limpeza. As instalações físicas são adequadas para o número de usuários atuais e futuros e para o ramo de atividade que trabalha/trabalhará. Todas as salas de aula, biblioteca e demais espaços e dependências de utilização da academia estão equipados com ar condicionado, mobiliários e iluminação adequados, isolamento de ruídos, equipamentos de prevenção de incêndio e boa higiene. A infraestrutura da IES é adaptada para os portadores de necessidades especiais, conforme Portaria Ministerial nº 3.284, de 7 de novembro de 2003, com rampas, circulação e acessos, os espaços acadêmicos e administrativos são modernos e mobiliados adequadamente, biblioteca ampla, confortável e com acervo adequado às propostas pedagógicas. 10.1 Instalações Administrativas As instalações administrativas e a infraestrutura tecnológica dão suporte ao desenvolvimento ao curso e possuem características que garantem o pleno desenvolvimento das atividades propostas. Sintetizando, todas as instalações administrativas e acadêmicas da IES, além de acessibilidade, apresentam as seguintes condições: Dimensão: espaço adequado para o número de usuários e para o tipo de atividade; Acústica: isolamento de ruídos externos e boa audição interna, com uso de equipamentos, se necessário; Iluminação: luminosidade natural e /ou artificial em níveis adequados; Ventilação: adequada às necessidades climáticas locais, com equipamentos, se necessário; Mobiliário e Aparelhagem Específica: adequada e suficiente; Limpeza: áreas livres, calçadas, corredores, pisos, salas e móveis limpos, depósitos de lixo em lugares apropriados, isto é, sem aproximação com as salas de aula, cantinas, restaurantes, biblioteca, salas de estudo etc., instalações sanitárias com pisos, paredes e aparelhos limpos e desinfetados. Serviço de limpeza adequado, em termos de pessoal e de materiais. Em relação à infraestrutura de segurança disponível, a IES atende aos seguintes itens: extintores, saídas de emergência compatíveis com os espaços físicos, escadas de incêndio, câmeras de vídeo etc. 10.2 Infraestrutura de Serviços A IES oferece uma infraestrutura de serviços capaz de atender adequadamente o corpo social envolvido nas atividades de Ensino, nas necessidades de alimentação, transportes, comunicação, estacionamento etc. Nas proximidades da instituição, uma infraestrutura de serviços, como: hotéis e pousadas, correios, farmácias, mercados e supermercados, dentre outro, de fácil acesso e disponibilidade de meios de transportes para deslocamento, como por exemplo, pontos de ônibus e serviços de táxi. 10. 3 Salas de Aula Como o restante da infraestrutura da IES as salas de aula foram especialmente projetadas para o atendimento as necessidades institucionais e do curso, são atendidas pelo plano de manutenção da instituição que garante seu pleno funcionamento garantindo atendimento a acessibilidade, conforto, segurança dos usuários. As salas de aula contam com recursos de tecnologia de informação e comunicação adequados, incluindo salas de aula de configuração flexível que possibilitam distintas situações de ensino aprendizagem. 10.3Sala de Professores Como o restante da infraestrutura estas foram especialmente projetadas para o atendimento as necessidades dos usuários e são atendidas pelo plano de manutenção da instituição que garantem seu pleno funcionamento dotado de itens de mobiliário, acessibilidade, conforto, segurança dos usuários. A sala conta com recursos de tecnologia de informação e comunicação adequados ao quantitativo de docentes e atividades a serem desenvolvidas, incluindo ambiente que permite o descanso, lazer e integração. Os docentes são atendidos por técnico administrativo para o desenvolvimento das atividades e organização dos trabalhos. 10.4Acesso a Equipamentos de Informática A IES garante o acesso a equipamentos de informática por meio diversos: laboratórios de informática propriamente dito, wifi em todo o campus e em breve através do empréstimo de dispositivos móveis. No tocante a esta acessibilidade tecnológica as pesquisas feitas junto à comunidade e demonstram o atendimento pleno as necessidades do curso e dos usuários. Os espaços físicos são contemplados pelo plano de manutenção da instituição que garantem o pleno funcionamento tanto dos espaços físicos quanto do funcionamento da internet, softwares e hardwares que adicionalmente contam com o apoio do Plano de Contingência da Instituição. 10.5Plano de Expansão e Atualização de Equipamentos A IES conta com um plano de expansão e atualização de equipamentos, descrito no seu Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI, visando ampliar o acesso e, cada vez mais, aprimorar os recursos necessários ao processo ensino. A conservação, expansão e atualização dos equipamentos são feitas a partir de uma análise periódica da equipe do NTI (Núcleo de Tecnologia da Informação), depois de consideradas as sugestões do coordenador do curso e demais envolvidos, além do auxílio do pessoal da manutenção; os quais verificam a necessidade de se adquirir novos equipamentos e/ou atualizar os existentes, para melhor desenvolvimento das atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão. A manutenção de equipamentos, dependendo de sua amplitude, é assegurada pelo pessoal técnico de apoio da própria Instituição (NTI) ou através de contratos com os fornecedores e/ou consultorias para os equipamentos. A reposição de materiais de consumo é compatível com a demanda das atividades que são realizadas em cada semestre. 10.5.1 Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo das Bibliotecas. A política de aquisição, expansã8/o e atualização do acervo da Biblioteca adota as seguintes etapas de operacionalização: Indicação dos professores, a pedido do Coordenador do Curso para avaliação e inclusão no orçamento; Solicitação, semestral, de aquisição da bibliografia necessária para o próximo semestre, justificada pelo Coordenador de Curso; Solicitação para efetiva aquisição. O acervo dimensionado esta acima da média da demanda e apresenta uma política de aquisição, expansão e atualização semestral acumulativa de 5%, que atende plenamente ao disposto no PDI. Assim, o acervo para atender aos alunos matriculados é ampliado, considerando a proposta pedagógica dos cursos e a demanda dos docentes. 10.5.2 Bibliografia Básica e Complementar O acervo bibliográfico é atualizado constantemente, em razão de novas edições ou para atualização dos temas objeto de estudos, além de publicações destinadas a subsidiar projetos de pesquisa (iniciação científica) e extensão. A prioridade na aquisição de livros é dada àqueles indicados pelos professores como bibliografia básica e complementar de cada disciplina dos cursos, em todos os níveis, seguindo a Política de Aquisição da Instituição. Os livros da bibliografia básica, na forma física ou virtual, constantes do Projeto Pedagógico do Curso estão à disposição na biblioteca, tombados junto ao patrimônio da mantenedora em conformidade com a legislação. O acervo é informatizado e atende de forma excelente as necessidades do curso, garantindo a existência de 3 ou mais títulos da bibliografia básica para cada uma das unidades curriculares. Para garantia do acesso à biblioteca virtual, o aluno, através de sua matrícula e senha, pode acessar aproximadamente 6.000 títulos, dentre os quais estão os livros indicados na bibliografia do Curso. Nesta biblioteca virtual, além do acesso ao livro de forma online, ele pode imprimir, marcar digitalmente parte dos textos, destacando conteúdos que interessem (marca texto virtual ou lembretes do tipo post it virtuais). É importante destacar que todos os alunos tem acesso aos títulos constantes na biblioteca virtual de forma irrestrita e ilimitada. Ou seja, o título seja ele indicado ou não na bibliografia do curso, pode ser acessado por todos os alunos sem restrições de quantidade de acesso, fazendo com que, por exemplo, um determinado título esteja disponível a todo o número de vagas autorizadas. A bibliografia complementar do Curso possui títulos complementares por unidade curricular indicados, cada um destes está disponível na forma física ou virtual (conforme a bibliografia do curso) com acesso irrestrito a todos os alunos matriculados. A bibliografia se encontra referendada pelo NDE e conta ainda com o apoio de Plano de Contingência institucional e da Editora que mantém a biblioteca virtual sendo a gestão do quantitativo/atualização feita com base no Plano de Gestão do Acervo. 10.5.3 Periódicos A IES disponibiliza para os alunos do Curso assinaturas de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma virtual, atualizados em sua maioria nos últimos três anos, distribuídos entre as principais áreas de abrangência do curso. A instituição mantem assinatura de portal de periódicos, acessado via internet, que garante o acesso a periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma virtual, permitindo a impressão irrestrita de textos completos. O portal disponibiliza conteúdo científico nos mais variados formatos depublicações eletrônicas, possuindo um catálogo com inúmeros títulos de periódicos, pertencentes as mais conceituadas editoras e sociedades científicas em todos os campos do conhecimento, disponíveis na íntegra (full text), arbitrados (peer- reviewed), reunindo textos, imagens, tabelas, gráficos, citações bibliográficas, em formato HTML e/ou PDF. No portal são disponibilizadas diversas bases de dados nacionais e internacionais nos mais variados assuntos, dos tipos: full-text, bibliográfica e multimídia. Possuem interfaces adequadas às necessidades de pesquisa de diferentes tipos de usuários, apresentando, em alguns casos, opções de tradução e customização por idiomas. São 303 bases de dados que abrangem todas as áreas do conhecimento e totalizam mais de 12.000 periódicos ANEXOS EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DO CURSO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (EAD) 1 PERÍODO COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO EMENTA: As especificidades da linguagem oral e escrita. A linguagem e a diversidade linguística. A leitura e a interpretação de textos orais e escritos. A elaboração de respostas subjetivas a partir de textos diversos. A leitura e a produção textual de gêneros acadêmicos específicos da área. A utilização do vocabulário adequado para a área focalizada. Tópicos gerais sobre argumentação e persuasão em textos orais e escritos. Revisão de tópicos gramaticais peculiares (acentuação gráfica, pontuação, colocação pronominal e novas regras ortográficas). BIBLIOGRAFIA BÁSICA BECHARA, E. O que muda com o novo acordo ortográfico. São Paulo: Nova Fronteira, 2008. KOCHE, I. G. V. Argumentação e linguagem. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2009. KOCHE, V. Prática textual: atividades práticas de leitura e escrita. Petrópolis: Vozes, 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GARCIA, O. M. Comunicação em Prosa Moderna: aprender a escrever, aprendendo a pensar. São Paulo: FGV, 2006. MARTINS, D. S.; ZILBERKNOP, L. S. Português Instrumental. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2004. ANDRADE, Maria. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 9. Ed. São Paulo: Atlas, 2010. MESQUITA, Roberto Melo, Gramática de língua portuguesa. São Paulo: Saraiva, 2002. CASTILLO, Atabila. Gramática do português brasileiro. São Paulo: contexto, 2014. 1 PERÍODO INTRODUÇÃO À EAD EMENTA: Concepções e legislação em EAD, Conceito de ambiente virtual de aprendizagem, Ferramentas tecnológicas para EAD, Estudando no século XXI, Comparando o aprendizado presencial e a distância, Metodologias de estudo baseadas em autonomia, Interação e cooperação, Como estudar a distância? O papel do aluno no aprendizado, Professores e tutores, Ferramentas de ti para EAD, Comunicação virtual, Email, Videoconferência, Conceito de “netiqueta”, Ambiente virtual de aprendizagem, Cursos na UNINASSAU EAD, Estrutura, Ferramentas de interação, Equipe de apoio, Tutoria, Coordenação de curso, Canais de atendimento, Ambiente virtual de aprendizagem, Avaliações, vida acadêmica virtual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MOORE, Michael G.; KEARSLEY, Greg. Educação a distância: sistemas de aprendizagem on-line. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. KEARLEY, Greg. Educação on-line: aprendendo e ensinando. São Paulo: Cengege Learning, 2011. MATTAR, João. Tutoria e interação em educação a distância. São Paulo: Cengage Learning, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MATTAR, João. Guia de educação a distância. São Paulo: Cengege Learning, 2014. MUNHOZ, Antonio Siemsen. Projeto instrucional para ambientes virtuais. São Paulo: Cengege Learning, 2016. MAISSIAT, Jaqueline. Formação continuada de professores e tecnologias digitais em educação a distância. Curitiba/PR: Intersaberes, 2017. MATTAR, João. ABC da EaD. São Paulo: Pearson, 2007. SANTINELLO, Jamile. Ensino superior em ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs): formação docente universitária em construção. Curitiba/PR: Intersaberes, 2015. 1 PERÍODO ASPECTOS SÓCIOANTRPOLÓGICOS EMENTA: A sociologia e antropologia como ciência. Aspectos conceituais da sociologia e antropologia. O surgimento da sociologia da educação. Teorias sociológicas e antropológicas clássicas. A educação como processo social e suas relações com a cultura e a aprendizagem de papéis sociais. Questões da sociologia e antropologia contemporâneas. As relações entre educação e sociedade: a natureza e as especificidades dos fenômenos sócio-antropológicos e suas relações com os fenômenos educacionais. Diversidade étnico-cultural e educação: diferença e desigualdade. Educação, escola e multiculturalismo: a escola como espaço de socialização e de vivências socioculturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DURKHEIM, Émile. Lições de sociologia. São Paulo: Martins Fontes, 2002. MARCONI. Marina de Andrade. Antropologia: uma introdução. São Paulo: Atlas, 2001. SOUZA, Renato Antonio de. Sociologia da Educação. São Paulo: Cengage, 2017. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MICHALISZYN, Mário Sérgio. Fundamentos socioantropológicos da educação. Curitiba: IBPEX, 2010. MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. São Paulo: Brasilense, 2004. CASTRO, Claudio M. Os Tortuosos Caminhos da Educação Brasileira. Porto Alegre: Penso, 2013. APPLE, Michael W. Educação Crítica: análise Internacional, Porto Alegre: Penso, 2010. PILETTI, Nelson. Sociologia da Educação: do Positivismo aos Estudos Culturais, São Paulo: Atlas, 2010. 1 PERÍODO INTRODUÇÃO À PEDAGOGIA EMENTA: Etapas da evolução histórica da profissão, contextualização da profissão dentro da área de atuação a nível regional, nacional e mundial. Áreas de atuação e tendências da profissão, salários, campos de atuação e outros. Ética profissional, bases legais. Visita técnica. Aula(s) de laboratório (ou informática) demonstrativa que seja representativa da profissão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: Penso, 1998. PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: penso, 2000. ALVES, Nilda. Formação de professores: pensar, fazer. São Paulo: Ed.Cortez, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: Cengage, 2011. FLEURI, Reinaldo MatiaS. Educar para quê? São Paulo: Ed Cortez, 1997. PIMENTA, Selma Garrido. Didática e formação de professores. São Paulo: Ed. cortez, 2011. MORANDI, Fran. Introdução a pedagogia. São Paulo. Ática. 2008. E-Book. SANTOS, Suzana. Introdução a pedagogia. São Paulo. Pearson Education do Brasil.2016. E-Book. 1 PERÍODO FILOSOFIA E EDUCAÇÃO EMENTA: Origens e significado da Filosofia. Conhecimento mítico e conhecimento filosófico. Correntes e tendências filosóficas. Senso comum e ciência. Tendências pedagógicas. Concepções e contribuições da Filosofia da Educação BIBLIOGRAFIA BÁSICA LORIERI, M. A. Filosofia: fundamentos e métodos. Rio de Janeiro: Cortez, 2002. CASTRO, Eder Alonso. Educando para o pensar. São Paulo: Cengage, 2011. SILVA, Tomaz Tadeu. O sujeito da educação: estudos focaultianos. Petrópolis: Vozes, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAUI, M. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2003. MARCONDES, Danilo. Filosofia, linguagem e comunicação. 4º ed. São Paulo: Cortez, 2001. VASCONCELOS, José Antônio. Fundamentos filosóficos da educação. Curitiba: Intersaberes, 2012. ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofia da educação. São Paulo: Moderna, 2006 BUZZI, Arcangelo. Introdução ao pensar. Petrópolis: Vozes, 2012. GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. A aventura da filosofia de parmênides a Nietzsche. Barueri, SP: Manle, 2010. 1 PERÍODO DESENVOLVIMENTO PESSOAL E TRABALHABILIDADE EMENTA: Empregabilidade: conceitos. Inserção no mercado de trabalho. Projetos Pessoais e Profissionais. Competências sociais. Inteligência Emocional. Competênciasinterpessoais. Características dos processos seletivos. Análise do Mercado de Trabalho. Recolocação. Diferenciais corporativos. Independência financeira. Vídeo padrão sobre Superação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KANAANE, Roberto. Comportamento humano nas organizações o homem rumo ao século XXI. 2. São Paulo atlas 2015. DUTRA, joel souza. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. 1. Ed. ; 13. Reimp. São Paulo, SP: atlas, 2014. MARRAS, jean pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. 14. Ed. São paulo, sp: saraiva, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIDELIS, gilson josé. Gestão de recursos humanos tradicional e estratégica. 2. São Paulo erica 2007. CHIAVENATO, idalberto. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal: como agregar talentos à empresa. 5. Ed. São paulo: atlas, 2004. SILVA, Marilene luzia da. Administração de departamento de pessoal. 5. Ed. Rev. São paulo, sp: érica, 2006. DRUCKER, Peter ferdinand. Inovação e espírito empreendedor: entrepreneurship : prática e princípios. São paulo: pioneira, 2015. DAVIS, keith. Comportamento humano no trabalho: volume 1: uma abordagem psicológica. São paulo: pioneira thomson learning, 1992. BARDUCHI, Ana Lucia Jankovic. Empregabilidade: competências pessoais e profissionais, São APulo: Pearson, 2009. 1 PERÍODO POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO EMENTA: Natureza política da educação. Relações entre realidade educacional, Estado, ideologia, legislação e políticas públicas. Concepções de estado: liberal, intervencionista e neoliberal. Políticas educacionais configuradas no Estado brasileiro em seu desdobramento histórico- social. Cidadania global, consumo e política educacional. Processo nacional de elaboração de políticas públicas no bojo da mundialização da política e internacionalização da economia. Mudanças das relações entre Educação e Estado: políticas públicas para os diferentes níveis de ensino. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DALLARI, Dalmo de Abreu. O que é participação política? São Paulo: Brasiliense, 2004. SANTOS, Pablo dos. Guia prático da política educacional no Brasil. São Paulo: Cengage, 2014. ALBUQUERQUE DE VICTOR, Rodrigo. Judicialização de políticas públicas para a educação infantil. São Paulo: Saraiva, 2011 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRAUCHES, Celso da Costa. Lei n.9.394, de 20 de dezembro de 1996. ILAPE, Brasília, 2003. PEDRINI, Dalila Maria. Controle social de políticas públicas. São Paulo: Ed. Paulus, 2007. SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. Campinas: Ed. autores associados, 2007. PERNAMBUCO, SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO. Boas práticas de gestão, Vol 2. Recife: Publix, 2014. PERNAMBUCO, SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO. Boas práticas de gestão, Vol 2. Recife: Publix, 2014. OLIVEIRA, Maria Auxiliadora Monteiro.Políticas públicas para o ensino profissional :o processo de desmantelamento dos Cefets. Campinas. São Paulo. Papirus. 2015. 2 PERÍODO EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EMENTA: Educação em Direitos Humanos; Tratados Internacionais de Direitos Humanos; Educação em Direitos Humanos e o contexto brasileiro; Educação em Direitos Humanos na Contemporaneidade; Marco Legal da Educação em Direitos Humanos; Diretrizes Nacionais para Educação em Direitos Humanos; Proposta teórico- metodológica para uma educação em Direitos Humanos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RAYO, José Tuvilla. Educação em Direitos Humanos. Porto Alegre: penso, 2003 SIQUEIRA JUNIOR, Paulo Hamilton. Direitos humanos: liberdades públicas e cidadania. São Paulo: Saraiva, 2016. GORCZEVSKI, Clovis. Educar para os direitos humanos: considerações, obstáculos, propostas. São Paulo: Atlas, 2015. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COMPARATO, Fábio Konder. A Afirmação Histórica Dos Direitos Humanos. São Paulo: Saraiva, 2017 VON BOGDANDY, Armin. Estudos Avançados de Direitos Humanos. São Paulo: forense, 2012 DESLANDES, Keila. Formação de professores e direitos humanos. Ouro preto: UFOP, 2015. CHAUÍ, Marilena. Sobre a violência. São Paulo: Autentica, 2017. AFONSO, Maria Lúcia Miranda: ABADE, Flávia Lemos. Jogos para pensar: Educação em Direitos Humanos formação para a cidadania. 1 ed. Belo Horizonte. Autentica editora. Ouro Preto. Minas Gerais 2013. 2 PERÍODO DIDÁTICA EMENTA: Estudo dos processos de ensino. Princípios, condições, meios, gestão do ensino e da aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita. Rio de janeiro: Bertrand, 2014 GIACAGLIA, Lia R. Orientação educacional na prática. São Paulo: Cengage, 2014 LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 2010 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR VEIGA, Ilma. Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 2012. SVINICK, Marilia. Dicas de ensino. São Paulo: Cengage, 2012. CANDAU, Vera M. Rumo à uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 2014. CASTRO, Amélia. Ensinar a ensinar. São Paulo: Cengage, 2014. PIMENTA, Selma Garrido. Didática e formação de professores. São Paulo: Ed. Cortez, 2011. CANDAU, Vera M. A didática em questão. Petrópolis: vozes, 2011. 2 PERÍODO PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO EMENTA: A Psicologia como ciência. Psicologia da Educação: evolução histórica, concepções de Psicologia da Educação, objeto de estudo, conteúdos e importância prática. Bases biológicas e sociais do comportamento humano. Teorias do desenvolvimento e da aprendizagem e suas implicações pedagógicas: Behaviorista Radical (Skiner), Humanista (Rogers), Psicanalítica (Freud). BIBLIOGRAFIA BÁSICA ESPADA, José Pedro. Técnicas de grupo: recursos práticos para educação. Petropolis: Vozes, 2010 VIGOTSKI, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007 DELVAL, Juan. O desenvolvimento psicológico humano. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RAPPAPORT, Clara Regina. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: EPU, 1982 COLL, César. Desenvolvimento psicológico e educação. Vol. 1. São Paulo: Artmed, 2004 BIAGGIO, Ângela M Brasil. Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 2011 BEE, Helen. A Criança em Desenvolvimento. São Paulo: Artmed, 2011. COELHO, Wilson Ferreira. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: Pearson, 2014. MAIA, Christiane M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. Curitiba: intersabres, 2017. 2 PERÍODO LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS EMENTA: Propiciar o conhecimento teórico/prático sobre a Língua de Sinais Brasileira Libras, tendo como base a compreensão crítica do contexto histórico, questões filosóficas, culturais e legais que envolvem a língua natural da comunidade surda brasileira, Libras. Compreender a necessidade de comunicar-se por meio da Língua de Sinais Brasileira no ambiente profissional. Falar em Libras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Quadros, Ronice Müller de. Língua de Herança. Porto Alegre: Penso, 2017 Quadros, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira. São Paulo: Artmed, 2003 Quadros, Ronice Muller de. Língua de sinais. Porto Alegre: Penso, 2010 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? São Paulo: Ed. Parábola, 2009. Quadros, Ronice Muller de. Educação de surdos. São Paulo: Artmed, 1997 ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Atividades ilustradas em sinais da libras. São Paulo: Revinter, 2013. BAGGIO, Maria Auxiliadora. Libras. Curitiba: Intersaberes, 2017 LUCHESI, Maria Regina C. Educação de pessoas surdas: experiências vividas, histórias narradas. 4. Ed. Campinas: Papirus, 2012 2 PERÍODO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EMENTA: Concepção de educação e a importância do estudo da história da educação. Trajetória histórica da educação desde as sociedades pré-letradas até a contemporaneidade e sua relação com os diferentes modos de produção. Percepçãohistórica acerca da educação como manutenção de privilégios. O embate atual no campo educacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HILSDORF, Maria Lucia. História da educação brasileira: leituras. São Paulo: Cengage, 2015. NETO, Alexandre Shigunov. História da educação brasileira. São Paulo: Atlas, 2015. RODRIGUES, José Roberto Gomes. Pedagogia e Ensino de História da Educação. São Paulo: Liber livro, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NASCIMENTO, Ester Fraga Vilas-bôas Carvalho. O Ensino e a Pesquisa em História da Educação. Maceió: Edufal, 2011 ABRAHÃO, Maria Helena Menna Barreto. Destacados educadores brasileiros: suas histórias, nossa história. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2016 STEPHANOU, Maria. História e memória da educação no Brasil: século XX. Vol.3. Petrópolis: Vozes, 2011. STEPHANOU, Maria. História e memória da educação no Brasil: século XIX. Vol.2. Petrópolis: Vozes, 2011. STEPHANOU, Maria. História e memória da educação no Brasil: séculos XVI - XVIII. Vol. 1 Petrópolis: Vozes, 2011. 2 PERÍODO ORGANIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO EMENTA: Estudo analítico do processo construtivo do Sistema Educacional Brasileiro e sua legislação. Aborda a organização e administração da educação, seus aspectos legais e construtivos dos níveis de ensino e modalidade. Discute a política nacional de formação dos profissionais para Educação Básica e suas fontes de financiamentos. Discute a inclusão de populações indígenas, afro- descendentes e ribeirinhas na educação brasileira BIBLIOGRAFIA BÁSICA SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: Cengage, 2011. BRASIL. Governo Federal. Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Rio de Janeiro: Saraiva, 2013. Silva Machado Bispo Dos Santos, Pablo. Guia Prático da Política Educacional No Brasil. São Paulo: Cengage, 2014. HEIN. Ana Catarina Angeloni. Organização e legislação da educação. São Paulo : Perterson Educacion do Brasil. 2016. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBUQUERQUE DE VICTOR, Rodrigo. Judicialização de políticas públicas para a educação infantil. São Paulo: Saraiva, 2011 BESLEY, Tina. Por que Foucault? Novas Diretrizes para a Pesquisa Educacional. Porto Alegre, Penso: 2008. SUDBRACK , Roberta. Rosa-dos-ventos. Traços Da Formação Docente Pôs-LDB. Porto Alegre: UFRGS, 2009 ZOCCOLI, Marolise Monteiro de Souza. Educação superior brasileira: Políticas e legislação. Curitiba: InterSaberes. 2012. DEMO, Pedro. A nova LDB: ranços e avanços. Campinas, SP. : Papirus. 1997. PAIXÃO, Claudiane Reis. Avaliação. São Paulo: Pearson Education do Brasil. 2016 E-Book. 3 PERÍODO METODOLOGIA DA PESQUISA EMENTA: Atividades de estudo e de pesquisa, trabalhos científicos, teses, dissertações, monografias e artigos sobre o curso. Métodos de trabalho científico, desde a aquisição de conhecimentos, documentação, elaboração de projetos de pesquisa e de referências bibliográficas. Metodologia científica, enfatizando os processos, as técnicas e os instrumentos da investigação. Fundamentação teórica e prática para a elaboração de projetos científicos e seu documento final. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, M.A.F, COSTA, M.F.B. Metodologia da Pesquisa. Rio de Janeiro. Interciência, 2001. LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. 5. Ed. São Paulo: 2007. OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer: projetos, relatórios, monografias, dissertações e teses. 2. Ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: cortez, 2007. LAKATOS, E.M. MARCONI, M DE A. Metodologia do trabalho científico, 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009. VIEIRA, S.; HOSSNE, W.S. Metodologia científica para área de saúde. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001. BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. MELLO, Cleyson de Moraes Metodologia Científica: Fundamentos, Métodos e Técnicas. Rio de janeiro: Freitas Bastos, 2016. 3 PERÍODO PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM EMENTA: A Psicologia como ciência. Psicologia da Educação: evolução histórica, concepções de Psicologia da Educação, objeto de estudo, conteúdos e importância prática. Bases biológicas e sociais do comportamento humano. Teorias do desenvolvimento e da aprendizagem e suas implicações pedagógicas: Behaviorista Radical (Skiner), Humanista (Rogers), Psicanalítica (Freud). BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Celso. Jogos para estimulação de múltiplas inteligências. Petropolis: Vozes, 2014 LE FRANÇOIS, Guy. Teorias de aprendizagem. São Paulo: Cengage, 2012. GOULART, Iris B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos... Petrópolis: Vozes,2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TARDELLI, Denise. O cotidiano da escola. São Paulo: Cengage, 2011. REGO, Tereza C. Vigotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. Petrópolis: Vozes, 2014. BIAGGIO, Angela M Brasil. Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 2011. ILLERIS, Knud. Teorias Contemporâneas da Aprendizagem. Porto Alegrre: penso, 2013. COELHO, Wilson Ferreira. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: Pearson, 2014. MAIA, Christiane M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. Curitiba: intersabres, 2017. 3 PERÍODO FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO EMENTA: O papel da Pedagogia e o papel do Pedagogo. O objetivo das ciências da educação. O problema da unidade, especificidade e autonomia das ciências da educação. A educação como ponto de partida e de chegada dos estudos e da reflexão dos cientistas. A contribuição das ciências para a explicação e compreensão da educação. Análise da pedagogia, concepções e tendências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: Cengage, 2011. GONZALEZ-MENA, Janet. Fundamentos da Educação Infantil. São Paulo: Mc Graw Hill, 2015. PARENTE, Cláudia da Mota Darós .A Formação de Professores e Seus Desafios Frente Às Mudanças Sociais, Políticas e Tecnológicas. Porto Alegre: Penso, 2014 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, Nilda. Formação de professores: pensar, fazer. São Paulo: Ed.Cortez, 2011. SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. Campinas: Ed. autores associados, 2007. GIACAGLIA, Lia R. Orientação educacional na prática. São Paulo: Cengage, 2014. MARQUES, Sílvio César Moral. Fundamentos de educação: recortes e discussões. Vol. 6 Rio de Janeiro: Paço editorial, 2017. GONÇALVES, Nádia Garafatto. Fundamentos históricos e filosóficos da educação brasileira. Curitiba. InterSaberes. 2012. 3 PERÍODO ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO EMENTA: O conceito de Alfabetização. A prática alfabetizadora e os processos de apropriação da língua escrita. Métodos de alfabetização. Novas perspectivas do processo de aquisição da leitura e da escrita: a psicogênese da língua escrita. Estratégias de leitura. Letramento. A linguagem lúdica da criança em relação a sua classe social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. ed. com. Porto Alegre: Artmed, 1999 Morais, José. Alfabetizar para A Democracia. Porto Alegre: Penso, 2014 Nunes, Terezinha. Leitura e Ortografia: além dos primeiros passos. Porto Alegre: Penso, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TERDELLI, Denise. Formadores da criança e do jovem. São Paulo: Cengage, 2014 CITELLI, Beatriz. Produção de textos no ensino fundamental. São Paulo: Cortez, 2009 KRAMER, Sonia. Alfabetização, leitura e escrita. São Paulo: Ática, 2001. ALVES, Nilda. Formação de professores: pensar, fazer. São Paulo: Ed.Cortez, 2011. HEIN, Ana Catarina Angelone. Alfabetização e letramento. São Paulo. Pearson Education do Brasil. 2016. SOARES, Magna. Letramento: um tema três gêneros. 3. ed. Belo Horizonte ; AutenticaEditora. 2014.. FARRACO, Carlos Alberto. Linguagem escrita e alfabetização. São Paulo. Contexto 2012. 3 PERÍODO CURRÍCULOS, PROGRAMAS E PROJETOS PEDAGÓGICOS EMENTA: Fundamentos teóricos de currículo. Planejamento de currículo. Programas escolares. Estudo de temas segundo critérios filosóficos, políticos, econômicos e sociais. Determinação da direção que o processo deve assumir na Escola e na Sociedade de fundamentos e perspectivas de elaboração, execução e avaliação do currículo. Análise de situações curriculares para compreensão e intervenção no processo educacional. Elaboração de planos escolares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SACRISTAN, J. Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3 ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998. 9788584290956 ALVAREZ, M. N. et al. Valores e temas transversais no currículo. Porto Alegre: Penso, 2004. v. 5. Apple,Michael W.; Buras,Kristen L. Currículo , Poder e Lutas Educacionais : Com a Palavra , os Subalternos. São Paulo: Artmed, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Ferraço,Carlos Eduardo. Currículo e Educação Básica. Rio de Janeiro: Rovelle, 2011. BRANDALISE, Mary Ângela Teixeira. CURRÍCULO E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS. Ponta Grossa: UEPG, 2007. Feitosa , Raphael Alves. Ensino, Currículos E Formação Docente. Rio de Janeiro: Paço Editorial, 2015 DIAS, Fatima R. T. de Salles; FARIA, Vitória L. Barreto de. Currículo na educação infantil: diálogo com os demais elementos da proposta pedagógica. São Paulo: Scipione, 2011. PORTO, Humberta (org.). Currículos, programas e projetos pedagógicos. São Paulo: Pearson Education, 2017. 3 PERÍODO EDUCAÇÃO INFANTIL EMENTA: Infância; História da Criança; Construções de Infância; Creche; Educação Infantil; Criança como Sujeito Histórico-Crítico; Dimensão Política da Criança; Afetividade e Infância; Interações Sociais e Infância; Didática e Infância; Trabalho Docente e o cotidiano das turmas de educação infantil; Avaliação na Educação Infantil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SANTOS, Santa Marli Pires dos. O brincar na escola. Petropolis: Vozes, 2014. KISHIMOTO, Tizuko M. O brincar e suas teorias. São Paulo: Cengage, 2014 MILLER, Darla Ferris. Orientação infantil. São Paulo: Cengage Learning, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AWAD, Hani. Brinque jogue, cante e encante com a recreação. São Paulo: Ed. Fontoura, 2012 KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil. São Paulo: Cengage Learning, 2013. Rappaport, Andrea. O Dia A Dia na Educação Infantil. São Paulo: ed. Mediação, 2012. FULLGRAF, Jodete Educação Infantil: projetos e Práticas Pedagógicas. São Paulo: Liber livro, 2014 MALUF, Angela C. M. Atividades lúdicas para educação infantil. Petrópolis: vozes, 2014. DUPRAT, Maria Carolina. Ludicidade na educação infantil. São Paulo: Pearson, 2012. 4 PERÍODO EDUCAÇÃO POPULAR EMENTA: A contextualização dos conceitos de educação, classe e popular. Ampliação do campo conceitual de educação popular no Brasil, compreendendo historicamente algumas práticas dessa modalidade. A reflexão crítica sobre o papel que a educação pode ter junto aos setores populares. A importância da organização coletiva nos movimentos sociais. O papel ampliado da educação como prática social de manutenção e/ou transformação do “status quo”. O saber que surge e circula, saberes de um povo BIBLIOGRAFIA BÁSICA GARCIA, Regina L. Alfabetização dos alunos das classes populares - ainda um desafio. São Paulo: Cortez, 2010. WAINWRIGHT, HILARY. Poder popular no século xxi. São Paulo: Ed. xamã, 2005. APPLE, Michael W. Educação Crítica: análise Internacional, Porto Alegre: Penso, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 2014 FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 2014 MOREIRA, Antônio F. Multiculturalismo. Petrópolis: Vozes, 2013 GUERRA, Denise Moura de Jesus. Ciências e educação popular comunitária. Salvador: EDUFBA, 200? MOACIR, Gadotti. Pensamento pedagógico brasileiro. 8. ed. São Paulo: Ática, 2011. BRANDÃO, Calos Rodrigues. A canção das sete cores: educação apara a paz. São Paulo: Contexto, 2005. 4 PERÍODO ÉTICA E CIDADANIA EMENTA: Compreensão da atitude originante do filosofar. Reflexão sobre o problema e o sentido da Filosofia. Ética: definição, campo, objetivo e seus intérpretes. Moral: definição e a questão da modernidade. Cidadania: conceito, bases históricas e questões ideológicas. Raízes Históricas Multiculturais no Brasil. Respeito a direitos legais. Reconhecimento e igualdade de valorização das raízes africanas da nação brasileira, ao lado da indígena, europeia e asiática. Fortalecimento de identidades e direitos. Ações Educativas de combate ao racismo e as discriminações. Direitos Humanos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MORIN, Edgar. O método 6: ética. 4. Ed. Porto Alegre: Sulina, 2011. DEMO, Pedro. Sociologia: uma introdução crítica. 2 ed. São Paulo, SP: Atlas, 1995. VALLS, Álvaro L. M. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRITO, Adriano Naves de. Ética: questões e fundamentações. Brasília: Universidade de Brasília, 2007. VÁZQUEZ, Adolfo Sanchez. Ética. 24. Ed. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2003. SÁ, A. Lopes de. Ética profissional. 6. ed., rev. ampl. São Paulo: Atlas, 2005. PEGORARO, Olinto Antonio. Ética é justiça. 3. ed. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 1999. Antunes, Maria Thereza. Ética. São Paulo: Pearson, 2012. PATRUS, Roberto. Ética e felicidade. Rio dec Janeiro: Vozes, 2014. 4 PERÍODO METODOLOGIA DA LÍNGUA PORTUGUESA EMENTA: A centralidade da linguagem no desenvolvimento infantil, no processo de construção do conhecimento e na elaboração das propostas pedagógicas para a Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Linguagem e história. As diferentes formas de expressão e comunicação. Natureza, etapas e características da linguagem oral e escrita. Estudo dos processos de desenvolvimento, aquisição e utilização da linguagem oral e escrita na criança. Aquisição e desenvolvimento da linguagem. Articulação da língua falada e língua escrita. Produção oral e escrita. Geração de textos criativos. Desenvolvimento da leitura e da escrita nos anos iniciais do ensino fundamental, metodologia e estratégias específicas. Os Parâmetros Curriculares Nacionais e a língua portuguesa.Integração com as demais áreas de conhecimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Moysés,Carlos Alberto. Língua Portuguesa - Atividades de Leitura e Produção de Texto - 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 2016 AIUB,Tânia. Português - Práticas de Leitura e Escrita. Porto Alegre: Penso, 2015. Azevedo,Roberta. Português Básico. São Paulo: Penso, 2015. GOMES, Maria Lúcia de Castro. Metodologia do ensino de língua portuguesa. Curitiba : InterSaberes, 2015. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RIFOLI. Claudia. Ensino de língua portuguesa. São Paulo: Cengage, 2010. FERREIRA, LUCELENA. Didática e Prática de Ensino de Língua Portuguesa e Literatura: Desafios Para o Século Xxi. Rio de Janeiro: LAMPARINA EDITORA, 2011. PALMA, Diele VesaroEducação Linguística e o Ensino de Língua Portuguesa: Algumas Questões Fundamentais. São Paulo: Terracota, 2014. Gerhardt, Ana Flávia Lopes Magela. Leitura Nº 42: Ensino de Língua Portuguesa. Maceió: Edufal, 2008. VAL, Maria da Graça Costa (org) Alfabetização e língua portuguesa. Belo Horizonte. Autentica Editora. 2009. E-Book. 4 PERÍODO METODOLOGIA DO ENSINO DA MATEMÁTICA EMENTA: A construção do conhecimento matemático e o desenvolvimento do raciocínio lógico: aspectos epistemológicos, históricos e tendências atuais de ensino. Objetivos do ensino da Matemática na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. Os conteúdos curriculares da Matemática na Educação Infantil e anosiniciais do Ensino Fundamental: ênfase na discussão de conceitos básicos e na abordagem metodológica concernentes a números e operações, grandezas e medidas, espaço e forma. Estudo e análise das relações: matemática e raciocínio, matemática e comunicação, matemática e suas conexões com o cotidiano e outras áreas do conhecimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SANTOS, Vinicio de M. Ensino da matemática. São Paulo: Ed. trilha, 2014 SMOLE, Katia Stocco. Cadernos do mathema. São Paulo: Artmed, 2007 PANIZZA, M. et al. Ensinar matemática na educação infantil e nas séries iniciais: análise e propostas. Porto Alegre: Artmed, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MONHOZ, Mauricio de oliveira. Propostas metodológicas para o ensino de matemática. São Paulo: Intersaberes, 2013. PANIZZA, M. et al. Ensinar matemática na educação infantil e nas séries iniciais: análise e propostas. Porto Alegre: Artmed, 2006. GONÇALVES, Terezinha. Educação em ciências matemáticas. Porto Alegre: Penso, 2014 ARANTES, Valéria Amorim. Ensino de matemática: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2014. GÓES, Anderson R. Teixeira; GÓES, Heliza Calaço. Ensino da matemática: concepções, metodologias, tendências e organização do trabalho pedagógico. Curitiba – PR: Intersaberes, 2015. GUIMARÃES, Karina Perez. Desafios e perspectivas para o ensino da matemática. São Paulo: Ibpex, 2010. 4 PERÍODO PSICOMOTRICIDADE EMENTA: Fundamentação teórica sobre a história da psicomotricidade. Elementos de base da psicomotricidade, desenvolvimento e avaliação psicomotora. Teoria e prática da Educação, Reeducação, Clínica e Terapia psicomotoras. Influência da neurologia e da psicanálise na psicomotricidade e suas atuações grupais e individuais. Abordagens pluridimensionais da psicomotricidade na gerontomotricidade e na educação Especial. A afetividade na prática psicomotora. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FONSECA, Vitor da. Desenvolvimento psicomotor e aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2008. SCHMIDT, Richard. Aprendizagem e performance motora. 5. Porto Alegre: ArtMed, 2016. ABERASTURY, A.; KNOBEL, M. Adolescência normal. Porto Alegre: Artmed, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BIAGGIO, Angela M Brasil. Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 2011 SANTOS, Santa Marli Pires dos. O brincar na escola. Petrópolis: Vozes, 2014. BENTEZEN, Warren. Guia para observação e registro do comportamento infantil. São Paulo: Cengage, 2012. SILVA, Katia C. da; OLIVEIRA, Aniê Coutinho de. Ludicidade e psicomotricidade. Curitiba/PR: Intersaberes, 2017. FERNANDES, Jorge G. de Azevedo; GUTIERRES FILHO, Paulo J. Babosa. Psicomotricidade: abordagens emergentes. São Paulo: Manole, 2012. MATINHO, Hermínia et al. Pedagogia do movimento: universo lúdico e psicomotricidade. Curitiba/PR: Intersaberes, 2012. 4 PERÍODO TÓPICOS INTEGRADORES I EMENTA: Elemento integrador dos conteúdos das disciplinas dos semestres letivos anteriormente vivenciados. Estruturado a partir de atividades que integram os conteúdos com vistas ao desenvolvimento da interdisciplinaridade e ao raciocínio crítico e reflexivo dos alunos, através da utilização de questões e problemas relativos aos conteúdos ministrados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 5 PERÍODO AVALIAÇÃO: TEORIA E PRÁTICA EMENTA: Estudo dos fundamentos pedagógicos da avaliação da aprendizagem e de seus estruturantes. Análise dos instrumentos e procedimentos da avaliação da aprendizagem, relacionando-os ao quotidiano das salas da Educação Básica. Reflexão crítica sobre a base teórico- metodológica do processo de avaliação da aprendizagem escolar, a partir do estudo e reflexão sobre os sujeitos, lugares e formas em que este processo se desenvolve. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HADJI, C. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2001. PAQUAY, L.; VAN NIEUWENHOVEN, C.; WOUTERS, P. (Org.). A avaliação como ferramenta de desenvolvimento profissional de educadores. Porto Alegre: Penso, 2012. COSTA VAL, Maria da Graça. Avaliação do texto escolar. Belo Horizonte: Ceale, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ROMÃO, Eustáquio. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1998. PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. São Paulo: Artmed, 1999 ABBAD, Gardênia. Medidas de avaliação em treinamento, desenvolvimento e educação. São Paulo: Artmed, 2012 PILETTI, Nelson. Aprendizagem: teoria e prática. São Paulo: Contexto. 2013 . BOAS, Benigna Maria de F. Villas. Virando a escola do avesso por meio da avaliação. Recife: Papirus, 2008. 5 PERÍODO EMPREENDEDORISMO EMENTA: Definições de empreendedorismo: empreendedor (dono do próprio negócio) e intraempreendedor (construindo a sua carreira como funcionário). Características e perfil do empreendedor. Roteiro para abertura de uma empresa (empreendedor individual, micro e pequenas empresas, empresas de grande porte). Construção do plano de negócio. Fontes de financiamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DRUCKER, P. F. Inovação e Espírito Empreendedor: Prática e Princípios. Editora Cengage. 2008. CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: Dando Asa ao espírito empreendedor. Barueri: Manole. 2ed. 2008. BARON, R.A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Cengage, 1ed. 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FARAH, O. E. Empreendedorismo estratégico. São Paulo: Cengage, 2008. HASHIMOTO, M. Espírito empreendedor nas organizações. São Paulo: Saraiva, 3ed. 2013. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 5. ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2014. BIAGIO, Luiz Arnaldo. Empreendedorismo: construindo seu objetivo de vida. São Paulo: Manole, 2012. DEGEN, Ronald. O Empreendedor: fundamentos da Iniciativa Empresarial. São APulo: Mcgraw-hill, 1989. 5 PERÍODO METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA EMENTA: Análise teórica e prática de propostas curriculares e didático-metodológicas para o ensino de história nos anos iniciais do ensino fundamental. Os parâmetros curriculares nacionais e o ensino de história. O saber histórico: estruturação dos conteúdos, metodologia, recursos aplicáveis ao ensino, análise e uso de livros didáticos. Integração às outras atividades curriculares dos anos iniciais do ensino fundamental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAMBERT, Peter; SCHOFIELD. Historia: introdução ao ensino e a prática. Porto Alegre: Penso, 2011. ABUD, Kátia Maria; SILVA, André Chaves de Melo; ALVES, Ronaldo Cardoso. Ensino de história. São Paulo: Cengage Learning, 2011. PAULINO, Carla Viviane. Perspectivas do ensino da história: teorias, metodologias e desafios para o século XXI. Curitiba: Intersaberes, 2018. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERREIRA, Marieta. Aprendendo história: reflexão e ensino. Rio de Janeiro: FGV, 2013. ABUD. Kátia Maria. Ensino de história. São Paulo: Cengage, 2013. FREIRE, Paulo; GUIMARÃES, Sérgio. Aprendendo com a própria história I. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Paz e Terra, 2010. PINSKY, Carla Bassanezi. Novos temas nas aulas de história. 2 ed. São Paulo. Contexto. 2009. E-Book. GUIMARÃES, Silvia. Didática e prática do ensino de história: experiências, reflexões e aprendizagens. Campinas: SP: Papirus. 2015. 5 PERÍODO METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS EMENTA: A sala de aula como espaço de produção de conhecimentos sobre a natureza e a ciência. Contextualização e tipologia do trabalho de campo como estratégia de ensino de ciências: o planejamento, preparação e desenvolvimento do trabalho. Utilização de diferentes fontes de informação como estratégia e como conteúdo do ensino das ciências naturais na educação infantil BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, Filosofia da Ciência. São Paulo: Ed. Loyola, 2011. Pozo,Juan Ignacio.A Aprendizagem e o Ensino de Ciências. Penso: São Paulo, 2009. TRIVELATO, Sílvia; SILVA, Rosana Louro Ferreira. Ensino de ciências. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Anna Maria P. Ensino de ciências: unindo pesquisa a prática. São Paulo: Cengage, 2015. CARVALHO, Anna Maria P. Ensino de ciências por investigação. Anna Maria Carvalho. São Paulo: Cengage, 2013. SOARES, Carmen Lucia. Imagens da educação do corpo. Campinas: Autores Associados, 2013 ESPINOZA, Ana. Ciência na escola: novas perspectivas para a formação dos alunos. São Paulo: Ática, 2010. GEWARDSZNAJDER. Fernando. O método nas ciências naturais. São Paulo. Atica. 2010. – E - BOOK 5 PERÍODO METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA EMENTA: Análise teórica e prática de propostas curriculares e didático-metodológicas para o ensino de geografia nos anos iniciais do ensino fundamental. Os Parâmetros Curriculares Nacionais e o ensino de geografia. O saber geográfico: estruturação dos conteúdos, metodologia, recursos aplicáveis ao ensino, análise e uso de livros didáticos. Integração às outras atividades curriculares dos anos iniciais do ensino fundamental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTELLAR, Sônia; VILHENA, Jerusa. Ensino de geografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010 RUDNICK, Rosane; SOUZA, Sandra de. O ensino de geografia e suas linguagens. Curitiba: IBPEX, 2012. CASTROGIOVANNI, Antônio Carlos Ensino de geografia: caminhos e encantos Porto Alegre: Edipucrs, 2016. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TRINDADE, Gilmar Alves; CHIAPETTI, Rita Jaqueline Nogueira. . Discutindo geografia: doze razões para se (re)pensar a formação do professor. Ilhéus, BA: Editus, 2007 MACHADO, Pedro José de Oliveira; TORRES, Fillipe Tamiozzo Pereira. Introdução à hidrogeografia. São Paulo: Cengage Learning, 2013. FANTIN. Maria Eneida. Metodologia do ensino da geografia. Curitiba: InterSaberes, 2013. STEFANELLP, Ana Clarissa. Didática e avaliação da aprendizagem no ensino de geografia. São Paulo: Ibpex, 2009. BALISKI, Patricia. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de geografia. Curitiba/PR: Intersaberes, 2016. 5 PERÍODO ESTÁGIO SUPERVISIONADO I EMENTA: Desenvolvimento de atividades, conforme plano/projeto de estágio, intrinsecamente articulada com a prática e demais atividades acadêmicas. Deverá ser realizado conforme previsão do PPC, legislação, DCNs e regulamentos institucionais, de modo a assegurar aos graduandos experiência de exercício profissional, que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, conhecimentos e competências nos diferentes níveis de ensino de sua atuação (conforme a legislação) e também na participação em atividades da gestão, no planejamento, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de atividades e projetos educativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 6 PERÍODO EDUCAÇÃO INCLUSIVA: TEÓRICA E PRÁTICA EMENTA: Panorama geral do atendimento ao estudante com deficiência, Transtorno Global do Desenvolvimento e Altas Habilidades/Superdotação. Trajetória da Educação Especial à Educação Inclusiva: modelos de atendimento paradigmas: educação especializada / integração / inclusão. Valorizar as diversidades culturais e linguísticas na promoção da Educação Inclusiva. Políticas públicas para Educação Inclusiva – Legislações internacionais e nacionais: o contexto atual. Acessibilidade à escola e ao currículo. Adaptações curriculares, Tecnologia Assistiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRA, Aurora. Arte, escola e inclusão: atividades artísticas para trabalhar com diferentes grupos. Petrópolis: Vozes, 2010 D'AUREA-TARDELI, Denise. O cotidiano da escola: as novas demandas educacionais. 1. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. STAINBACK, S.; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PACHECO, José (Et al.). Caminhos para a inclusão: um guia para o aprimoramento escolar. Porto Alegre: Artmed, 2007 FRANCO, Marco Antonio Melo. Práticas Pedagógicas em Contextos de Inclusão: Situações de Sala de Aula. SãoPaulo: Paco Editorial, 2017. FREITAS, Soraia Napoleão. Tendências contemporâneas de inclusão. Santa Maria, RS: UFSM, 2008. GIL, Marta. Caminhos da inclusão: a história da formação profissional de pessoas com deficiência no Senai-SP. São Paulo: SENAI-SP, 2012. ZILIOTTO, Gisele Sotta. Educação especial na perspectiva inclusa: fundamentos psicológicos e biológicos. Curitiba/PR: Intersaberes, 2015. DINIZ, Margeth. Inclusão de pessoas com deficiência e/ou necessidades específicas: avanços e desafios. Belo Horizonte: Autêntica, 2012. 6 PERÍODO LITERATURA INFANTIL EMENTA: Conceito e aspectos históricos da literatura infantil. Características das obras e subgêneros literários. A literatura na formação da criança. A literatura na escola. O professor como contador de histórias. Abordagens pedagógicas da literatura infantil na escola: técnicas e métodos de ensino favoráveis à formação do leitor. A biblioteca escolar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Lauriti, Thiago. Literatura Infantil e Juvenil e Suas Múltiplas Abordagens, A - Vol.7 - Coleção Pedagogia de A a Z. São Paulo: Paco Editorial, 2013. SOUZA, Ana Aparecida Arguelho de. Literatura infantil na escola: a leitura em sala de aula. Campinas, SP: Autores Associados, 2010. Zinani,Cecil Jeanine Albert. Multiplicidade dos Signos: Diálogos Com a Literatura Infantil e Juvenil. Caxias do Sul: Editora Educs, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Silva, Marcia Cabral da.Literatura, Leitura e Educação. Rio de Janeiro: Eduerj, 2018. Rodrigues, Luiz Alberto De Paula. Ao pé da letra : reflexões sobre lingua , literatura e ensino. Maceió: Edufal, 2007. PAIVA, Aparecida; SOARES, Magda (org.) Literatura infantil: política e concepções. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. COSTA, Marta Morais da. Metodologia do ensino da literatura infantil. São Paulo: Ibpex. FARIA, Maria Alice. Como usar a literatura infantil na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2009. 6 PERÍODO RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL EMENTA: Histórico dos debates a respeito de ética e responsabilidade social no Brasil e no mundo. Responsabilidade socioambiental e desenvolvimento sustentável. Fundamentos conceituais para compreensão da emergência dos debates sobre responsabilidade socioambiental e suas possíveis consequências. Contexto atual. Responsabilidade socioambiental como estratégia de gestão. Indicadores, certificações, tecnologias e instrumentos de gestão relacionados à responsabilidade socioambiental. Cooperação, articulações intersetoriais e promoção do desenvolvimento. Desafios da prática e tendências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MILLER, G. Tyler; SPOOLMAN, Scott E. Ecologia e sustentabilidade. São Paulo: Cengage Learning, 2012. FERREIRA, Leila da Costa. A questão ambiental: sustentabilidade e políticas no Brasil, São Paulo: Boitempo, 2003. MILLER, G. Tyler; SPOOLMAN, Scott E. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2015. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SANCHEZ, Luiz Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de textos, 2008. SCHWANKE, C. Ambiente, conhecimento e prática. Rio Ed Janeiro: Bookman, 2013. LOUREIRO, Carlos F. B. Sociedade e meio ambiente: a educação em debate. São Paulo: Cortez, 2002. CALDAS, Ricardo Mileto. Reponsabilidade socioambiental. São Paulo. Pearson Education do Brasil. 2016. BOFF, Leonardo. Sustentabilidade, o que é o que não é. Petrópolis: Vozes, 2016. 6 PERÍODO EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EMENTA: Fundamentos sócio-histórico-filosóficos e psicológicos da educação de jovens e adultos. Função social e política da educação de jovens e adultos. As diversas modalidades e formas alternativas. A questãoda alfabetização e a necessidade de elaboração de procedimentos de ensino e material didáticos adequados. Ações implementadas pela sociedade civil e pelo Estado. A formação do educador e as especificidades no trabalho com o jovem e o adulto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREYRA, Erasmo Norberto. A linguagem oral na educação de adultos. Porto Alegre: ArtMed, 2011. TARDELI, Denise D'Aurea; PAULA, Fraulein Vidigal de (Org.). Formadores da criança e do jovem: interfaces da comunidade escolar. São Paulo: Cengage Learning, 2015. MUNHOZ, Antonio S. Andragogia: a educação de jovens e adultos... Curitiba: intersaberes, 2017. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Silva, Alessandra Nicodemos Oliveira. Saberes e Práticas Docentes na Educação de Jovens e Adultos. São Paulo: Paco Editorial, 2017. De Oliveira Dias,Rosimeri. Deslocamentos na Formação de Professor: Aprendizagem de Adultos, Experiência e Políticas Cognitivas. Rio de Janeiro: Lamparina, 2011. Osorio, Augustin Requejo .Educação Permanente e Educação de Adultos. Paulista: Instituto Paiget, 2005. MAIA, Christiane M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. Curitiba: intersabres, 2017. DeAQUINO, Carlos Tasso Eira. Como aprender: andragogia e as habilidades de aprendizagem. São Paulo: Pearson Prentice, 2007. 6 PERÍODO ESTÁGIO SUPERVISIONADO II EMENTA: Desenvolvimento de atividades, conforme plano/projeto de estágio, intrinsecamente articulada com a prática e demais atividades acadêmicas. Deverá ser realizado conforme previsão do PPC, legislação, DCNs e regulamentos institucionais, de modo a assegurar aos graduandos experiência de exercício profissional, que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, conhecimentos e competências nos diferentes níveis de ensino de sua atuação (conforme a legislação) e também na participação em atividades da gestão, no planejamento, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de atividades e projetos educativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 6 PERÍODO TÓPICOS INTEGRADORES II EMENTA: Elemento integrador dos conteúdos das disciplinas dos semestres letivos anteriormente vivenciados. Estruturado a partir de atividades que integram os conteúdos com vistas ao desenvolvimento da interdisciplinaridade e ao raciocínio crítico e reflexivo dos alunos, através da utilização de questões e problemas relativos aos conteúdos ministrados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 6 PERÍODO LITERATURA POPULAR- optativa I EMENTA: As formas simples de literatura popular. Literatura de cordel e outros gêneros literários. Implicações para o ensino. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CASCUDO, Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. São Paulo: Global Editora, 2000. CASCUSO, Câmara. Literatura oral no Brasil. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1978. (Coleção Documentos Brasileiros). BERTUSSI, Lisana. Poesia Gauchesca: As Fontes Populares e o Romantismo. Caxias do Sul: Educs, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ROMERO, Sílvio. História da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 2001 PELLEGRIN, Tânia. LITERATURA, CIÊNCIA E TELEVISÃO, São Paulo: Senac, 2003 SILVA, Márcia Cabral da. LITERATURA, LEITURA E EDUCAÇÃO. Rio de Janeiro: Eduerj, 2017. FLACH, Alessandra Bittencourt; BARCELLOS, Eliana Cristiana Caporale. (Org). Literatura Popular. Porto Alegre: Sagah, 2016. ESCOSTEGUY, Cléa Coitinho. Educação Popular. Porto Alegre: Sagah, 2017. 7 PERÍODO EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS EMENTA: As novas tecnologias da comunicação e informação (NTICs) e suas aplicações na educação. Paradigmas e concepções educativas no desenvolvimento e inserção das TICs na Educação. Normas e regulamentações das TICs na Educação. Programas e projetos governamentais de formação de professores em Informática na Educação. A influência da TV, como mídia de massa nos processos escolares. A utilização da mídia como instrumento didático-pedagógico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TAJRA. Sanmya Feitosa. Informática na educação. São Paulo: Saraiva, 2012 PIVA JUNIOR, Dilermando. Sala de aula digital: uma introdução à cultura digital para educadores. São Paulo: Saraiva, 2013. ALMEIDA, Nanci Aparecida de (Coord.). Tecnologia na escola: abordagem pedagógica e abordagem técnica. São Paulo: Cengage Learning, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SANCHO, Juana M.; HERNÁNDEZ, F. Tecnologias para a transformar a educação. Porto Alegre, RS: Artmed, 2006 BEHAR, Patricia Alejandra. Competências em educação a distância. Porto Alegre: Penso, 2013. BEHAR, Patricia Alejandra. Modelos pedagógicos em educação a distância. Porto Alegre: Artmed, 2009. FANTIN. Moniva. RIVOLTELLA, PierCesare. Cultura Digital e escola: pesquisa e formação de professores. 1 ed. Campinas. São Paulo. Papirus. 2013. E-Book BRITO, Glaucia da Silva. Educação e Novas Tecnologias: Um (re) pensar. 2 ed. Curitiba. InterSabres. 2015.E-Book 7 PERÍODO GESTÃO EDUCACIONAL EMENTA: A gestão democrática da Educação: os Sistemas de Ensino e os mecanismos de gestão - a descentralização. Os fundamentos teóricos e as experiências práticas da gestão escolar. A política educacional no contexto da sociedade brasileira. A sociedade contemporânea e os movimentos de reforma e mudanças da escola. Gestão democrática do ensino público. A organização democrática da escola pública: bases legais e os desafios. A gestão da escola como processo coletivo. A gestão escolar democrática e o projeto político pedagógico na perspectiva de uma educação para a cidadania. A gestão da escola básica e o princípio da autonomia administrativa, financeira e pedagógica. Os desafios da escola e a formação do educador. A gestão e o desenvolvimento profissional na escola. A escola que temos, a escola que queremos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: Cengage, 2011. SANTOS, Clovis Roberto dos. A gestão educacional e escolar para modernidade. São Paulo: Cengage learnig, 2008. COLOMBO, Sônia Simões (Org.). Gestão educacional: uma nova visão. Porto Alegre: Artmed, 2008. SOARES. Marcos Aurélio Silva. O pedagogo e a organização do trabalho pedagógico. Curitiba Intersaberes.2004. E-Book. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AMARAL, Josiane Carolina Soares Ramos do. Fundamentos de apoio educacional. Porto Alegre, RS: Penso, 2014. ARAGÃO, José Wellington Marinho de; VENAS, Ronaldo Figueiredo. Desafios da gestão escolar: contribuições para o debate. Salvador, BA: EDUFBA, 2014. BRIGHOUSE, Tim; WOODS, David. Como fazer uma boa escola?. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. MAIA, Benjamim Perez.Os desafios e as superações na construção do projeto político pedagógico. Curitiba Intersaberes.2013. E-Book. RANGEL. Mary (org). Supervisão e gestão na escola : conceitos e práticas de mediação. Campinas : São Paulo. Papirus. 2009. 7 PERÍODO ANDRAGOGIA E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EMENTA: Andragogia ciência que media e orienta o adulto a aprender. Trata-se de um conjunto de aprendizagem de adultos em todos os aspectos de um contexto escolar. Tratar da importância da admissão da andragogia na formação docente, como forma de atender a representação e expectativa do público discente adulto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREYRA, Erasmo Norberto. A linguagem oral na educação de adultos. Porto Alegre: ArtMed, 2011. Gil, Antonio Carlos. Didática do Ensino Superior. São Paulo: Atlas, 2018. De AQUINO, Carlos Tasso Eira de. Como Aprender : andragogia e as habilidades de aprendizagem. São Paulo: Pearson, 1 Ed., 2007. E – Book. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAPPELLETTI , Neide Keiko Kravchychyn .Docência, Reflexão e Investigação no Percurso de Formação Inicial. São Paulo: Uepg Ciências Humanas, 2013. FREIRE, Paulo. MACEDO, Donaldo. Alfabetização: leitura do mundoleitura da palavra. 7. ed. Rio de Janeiro: Paz e terra, 2015 NOGUEIRA, Makeline Oliveira Gomes, Aprendizagem do aluno adulto : implicações para a prática docente no ensino superior.Curitiba : Intersaberes. 2012. MUNHOZ, Antonio Siemsen. Andragogia: a educação de jovens e de adultos em ambientes virtuais. Curitiba: Intersaberes, 2017. MAIA, Christiane M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. Curitiba: intersaberes, 2017. 7 PERÍODO METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTE EMENTA: Arte como um processo de construção da história e cultura da humanidade; A arte como objeto de conhecimento; A arte como representação imaginária da cultura; A arte como meio de inclusão social; O desenvolvimento da percepção de mundo através das diferentes expressões artísticas; Vivência e processos didático-pedagógico para a iniciação musical e para a dança: sensibilização sonora, caráter expressivo e forma musical, trabalho de conscientização corporal e rítmica; As artes visuais e a prática pedagógica: utilização da linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção e outras; A criança e a dramatização: as modalidades de artes cênicas, a escolha de textos, a montagem e a encenação de peças BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRA, Aurora. A criança e a arte. Rio de Janeiro: Wak editora, 2012. GOMBRICH, E. H. A história da arte. ed. de bolso. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2006 IAVELBERG, Rosa.. Para gostar de aprender arte: sala de aula e formação de professores. Porto Alegre: ARTMED; 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARSLAN, Luciana. Ensino de arte. São Paulo: Cengage, 2013 ENGELMANN, Ademir Antonio. Filosofia da arte. Curitiba: Intersaberes, 2012. SANTOS, Boaventura de Sousa. Orientações didáticas em arte-educação. São Paulo: C/Arte, 2001 DOREA. Lilian Feuri. Metodologia do ensino da arte. Curitiba. Intersaberes. 2013 E- Book PORTO.Humberta. Arte e educação. São Paulo. PaersonEducation do Brasil.2014. E- Book 7 PERÍODO TCC I EMENTA: O eixo central da disciplina é a realização de um trabalho de conclusão de curso, sob orientação docente, com foco no processo de formação, de modo a contribuir para o desenvolvimento de capacidades técnicas, científicas e crítico-reflexivas do futuro profissional. Para isso, serão definidos: tema específico sobre o qual será feito o trabalho de conclusão de curso; forma de elaboração do projeto abordando aspectos técnicos relativos a escrita acadêmica, incluindo a definição das atividades a serem desenvolvidas e cronograma de execução; e formas de apresentação de relatório(s) de atividades desenvolvidas, incluindo parte de material/dados a serem analisados e apresentados, conforme normas acadêmicas vigentes na IES e na Legislação Educacional Brasileira. 7 PERÍODO ESTÁGIO SUPERVISIONADO III EMENTA: Desenvolvimento de atividades, conforme plano/projeto de estágio, intrinsecamente articulada com a prática e demais atividades acadêmicas. Deverá ser realizado conforme previsão do PPC, legislação, DCNs e regulamentos institucionais, de modo a assegurar aos graduandos experiência de exercício profissional, que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, conhecimentos e competências nos diferentes níveis de ensino de sua atuação (conforme a legislação) e também na participação em atividades da gestão, no planejamento, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de atividades e projetos educativos. 7 PERÍODO METODOLOGIA DO ENSINO DA LINGUAGEM- optativa II EMENTA: Metodologia do Ensino da Linguagem, interatividade e educação. Uso de multimodos como desencadeadores de situações de aprendizagem. Tecnologia e cognição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAGNO, M. Gramática Pedagógica do Português Brasilieiro. São Paulo: Parabola, 2011. MUNHOZ, Antonio Siemsen. ABP: Aprendizagem Baseada em Problemas: Ferramenta de Apoio ao Docente no Processo de Ensino e Aprendizagem. São Paulo: Cengage, 2018. RIOLFI, Cláudia. Ensino de Língua Portuguesa. São Paulo: Cengage, 2008 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GOMES, Maria Lúcia de Castro. Metodologia do ensino de língua portuguesa. Curitiba :InterSaberes, 2015. SANTAELLA, Lucia. REDAÇÃO E LEITURA: GUIA PARA ENSINO. São Paulo: Cengage, 2013 POSSENTI, S. Mal comportadas línguas. São Paulo: Parábola, 2009. SALEH, Pascoalina Bailon de Oliveira. Linguagem, Texto e Ensino: Discussões Cellip. Ponta Grosa: UEPG, 2010. FINKENAUER, Letícia. Metodologia do Ensino da Linguagem. Porto Alegre : SAGAH, 2017. 8 PERÍODO TÓPICOS INTEGRADORES III EMENTA: Elemento integrador dos conteúdos das disciplinas dos semestres letivos anteriormente vivenciados. Estruturado a partir de atividades que integram os conteúdos com vistas ao desenvolvimento da interdisciplinaridade e ao raciocínio crítico e reflexivo dos alunos, através da utilização de questões e problemas relativos aos conteúdos ministrados. 8 PERÍODO EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO- RACIAIS EMENTA: Introdução à Educação Étnico-Racial. Fundamentos legais para Educação das Relações Étnico-Raciais. Histórias, culturas e sociedades africanas. O negro na sociedade brasileira. Literatura africana e afro-brasileira. Relações raciais no Brasil com recorte racial. Contribuições da matriz africana nas artes brasileiras. Resistência negra no Brasil. Literatura africana e afro-brasileira. Arte e cultura africana e afro-brasileira. Culturas indígenas no Brasil. Metodologia de Ensino em Educação para as relações étnico-raciais. Raça, currículo e práxis pedagógica. Atividades de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. D’ADESKY, Jacques Afro-Brasil: debates e pensamentos. São Paulo: Cassar ed. 2015 SANTOS, Ana Cristina. S. Diversidade e Transversalidade nas Práticas Educativas. Rio de Janeiro: UFRJ, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PEREIRA, Edmilson A. Malungos na escola: Questões sobre culturas afrodescendentes. São Paulo: Paulinas, 2007 BRASIL, Governo Federal. Plano nacional de implementação das diretrizes curriculares nacionais para educação das relações étnico raciais. Brasília: MEC/SECADI, 2013 OSTERMANN, Cristiane; SANTOS, Karen Mendes (Org.). Encontros com o professor: cultura brasileira em entrevista por Ruy Carlos Ostermann. Porto Alegre, RS: Tomo, 2007 GOMES, Nilma Lino. Um olhar além das fronteiras: educação e relações raciais. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. MICHALISZYN, Mario Sergio. Relações étnico-raciais para o ensino da identidade e da diversidade cultural brasileira. Curitiba: Intersaberes, 2014. 8 PERÍODO CULTURA ORGANIZACIONAL E EDUCAÇÃO EMENTA: Fundamentos da Cultura Organizacional. Construção da Identidade Escolar. Educação corporativa: o desenvolvimento, a aprendizagem e o gerenciamento de competências e saberes do profissional da educação. Planejamento e elaboração de projetos para a educação infantil e séries iniciais. Pedagogo e desenvolvimento do potencial humano na empresa. Prática educativa no treinamento e desenvolvimento de pessoas. O papel do educador como agente de mudança. Desenvolvimento de projetos pedagógicos para as organizações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ZUIN, Antonio. Indústria cultural e educação. São Paulo: Fapesp, 1999 HOY, Wayne K. Administração educacional teoria, pesquisa e prática. 9. Porto Alegre: AMGH, 2015. PARENTE, Cláudia da Mota Darós. A formação de professores e seus desafios frente às mudanças sociais, políticas e tecnológicas. Porto Alegre: Penso, 2015. SOARES, Marcos Aurélio Silva. O pedagogo e a organização do trabalho pedagógico. 2 ed. Curitiba. InterSaberes. 2014. E-book MICHALISZYN, Mário Ségio. Educação e diversidade. Curitiba: Intersaberses, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HYPOLITO, Álvaro Moreira. . Gestão educacional e democracia participativa. Porto Alegre:Ed. da UFRGS, 2008. Charlot,Barnard. Relação com o Saber, Formação dos Professores e Globalização. Porto Alegre: Penso, 2005. BRIGHOUSE, Tim; WOODS, David. Como fazer uma boa escola?. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. ZUCON, Otávio. Introdução aos estudos culturais no Brasil. Curitiba : Intersaberes. 2013. 8 PERÍODO ESTUDOS CULTURAIS EM EDUCAÇÃO EMENTA: Conceituação das bases teóricas da cultura e da sociedade. Relação entre cultura e educação. Cultura como um processo de construção da história da humanidade. Cultura como área de conhecimento. Cultura como manifestação e representação dos povos; A cultura como meio de inclusão social. O desenvolvimento do mundo através das diferentes expressões culturais. Vivência e processos didático-pedagógicos para o ensino das diferentes culturas. A utilização das manifestações culturais no desenvolvimento educacional da humanidade. Os Parâmetros Curriculares Nacionais e o ensino das diversas manifestações culturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOTTAK, Conrad P. Um espelho para a humanidade: uma introdução à antropologia cultural. 1. Porto Alegre: AMGH, 2013. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2010 CORRÊA, Rosa Lydia T. Cultura e diversidade. Curitiba: Intersaberes, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR REGO, Tereza C. Vigotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. Petrópolis: Vozes, 2014 VERGANI, Teresa. A criatividade como destino: transdisciplinaridade, cultura e educação. São Paulo: Livraria da Física, 2009 FREIRE, Paulo. Ação Cultural para a liberdade e outros escritos. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 2015 CARVALHO, Marília Pinto de. Diferenças e desigualdade na escola. Campinas São Paulo: Papirus, 2013. E- Book PATTO, Maria Helena Souza. A cidadania negada: políticas públicas e formas de viver. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2010. 8 PERÍODO TCC II EMENTA: O eixo central da disciplina é a realização de um trabalho de conclusão de curso, sob orientação docente, com foco no processo de formação, de modo a contribuir para o desenvolvimento de capacidades técnicas, científicas e crítico-reflexivas do futuro profissional. Para isso, serão definidos: tema específico sobre o qual será feito o trabalho de conclusão de curso; forma de elaboração do projeto abordando aspectos técnicos relativos a escrita acadêmica, incluindo a definição das atividades a serem desenvolvidas e cronograma de execução; e formas de apresentação de relatório(s) de atividades desenvolvidas, incluindo parte de material/dados a serem analisados e apresentados, conforme normas acadêmicas vigentes na IES e na Legislação Educacional Brasileira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 8 PERÍODO ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV EMENTA: Desenvolvimento de atividades, conforme plano/projeto de estágio, intrinsecamente articulada com a prática e demais atividades acadêmicas. Deverá ser realizado conforme previsão do PPC, legislação, DCNs e regulamentos institucionais, de modo a assegurar aos graduandos experiência de exercício profissional, que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, conhecimentos e competências nos diferentes níveis de ensino de sua atuação (conforme a legislação) e também na participação em atividades da gestão, no planejamento, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de atividades e projetos educativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 8 PERÍODO ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE- optativa III EMENTA: Fundamentos da estética e história da arte para o ensino-aprendizagem; A contextualização do ensino a partir das definições e conceitos expostos pela estética e história da arte; Perspectivas e tendências que abordam a arte de ensinar; A história da arte direcionada a multidimensionalidade na formação docente; A criatividade somada à experiência no entrelace do ensino-aprendizagem em sala de aula e a interdisciplinaridade como elemento articulador do processo de construção do conhecimento Desenvolvendo profissionais com capacidade para pensar, refletir e contextualizar suas práxis em sala de aula, observando a diversidade cultural que cada docente proporciona, por meio da estética e história da arte. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOMBRICH, E. H. A História da arte. São Paulo: Martins Fontes, 1998. SANTOS, Maria das Graças V. P. dos. História da arte. São Paulo: Ática, 2009. JANSON, H. W. Iniciação à história da arte. São Paulo: Martins Fontes, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ENGELMANN, Ademir A. Filosofia da arte. Curitiba: Intersaberes, 2012 SKEFF, M. L. Arte e cultura: estudos interdisciplinares. São Paulo: FAPESP, 2001 ARNOLD, Dana. Introdução à história da arte. São Paulo: Ática, 2008. PORTO, Humberta Gomes Machado. Estética e História da Arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016. CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2005 Tópicos Integradores Ementa: Elemento integrador dos conteúdos das disciplinas dos semestres letivos anteriormente vivenciados. Estruturado a partir de atividades que integram os conteúdos com vistas ao desenvolvimento da interdisciplinaridade e ao raciocínio crítico e reflexivo dos alunos, através da utilização de questões e problemas relativos aos conteúdos ministrados. Bibliografia Básica e Complementar: Não se aplica. Optativa Ementa: A critério do NDE do curso, aprovado pelo Conselho, serão ofertadas disciplinas optativas visando disponibilizar ao aluno a optar por uma ou mais disciplinas de um leque de disciplinas. Essas disciplinas apresentarão congruência com a área de formação profissional a ser escolhida pelo discente, podendo representar aprofundamento de estudos em determinado campo de estudo dessa mesma área. Bibliografia Básica e Complementar: Não se aplica. PERIÓDICOS DO CURSO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (EAD) PERIÓDICOS DOT LIB PEDAGOGIA ORDEM TÍTULOS DE PERIÓDICOS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO DOT LIB 1 ActaScientiarum. Education (UEM). DOT LIB 2 Aula: revista de ensenanza e investigacion educativa. DOT LIB 3 Aventuras na História. DOT LIB 4 Ciência & Saúde Coletiva. DOT LIB 5 CLCWeb: Comparative Literature and Culture. DOT LIB 6 Espacio Abierto: Cuaderno Venezolano de Sociología. DOT LIB 7 Interface: Comunicação Saúde Educação. DOT LIB 8 Journal of Comparative Family Studies DOT LIB 9 Lectura Y Vida DOT LIB 10 MAGIS. Revista Internacional de Investigacion en Educacion. DOT LIB 11 Psicología desde el Caribe. DOT LIB 12 Psicologia: Reflexao& Critica. DOT LIB 13 Psicologia: Teoria e Pesquisa. DOT LIB 14 RAE. DOT LIB 15 Revista Aletheia. DOT LIB 16 Revista Brasileira de Gestao de Negocios (BrazilianJournalof Business Management). DOT LIB 17 Revista CEFAC: Atualizacao Cientifica em Fonoaudiologia e Educacao DOT LIB 18 Revista de EstudiosSociales DOT LIB 19 Revista Famecos - Midia, Cultura e Tecnologia. DOT LIB 20 Revista Latinoamericana de Investigación en Matemática Educativa. DOT LIB 21 Revista PROFILE Issues in Teachers' Professional Development DOT LIB 22 RISTI (Revista Iberica de Sistemas e Tecnologias de Informacao). DOT LIB 23 Acta Classica DOT LIB 24 Acta Literaria DOT LIB 25 Afro-Americans in New York Life and History DOT LIB 26 Alfa: Revista de Lingüística DOT LIB http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4LLR http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4LLR http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4LLRhttp://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4LLR http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4LLR http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4LLR http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|5QUL http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|5QUL http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120101101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|2LUV http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120120301&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|2YWO http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090901&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3AJQ http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090901&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3AJQ http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|5FCV http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|5FCV http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090401&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3EQH http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090901&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|0KDY http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120110701&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3SHK http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120110701&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3SHK http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120110701&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|0PQV http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120080901&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|2LVV http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3IDW http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120080701&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3FYM http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120050701&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|2NUB http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120120301&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3HPJ http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120120301&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3HPJ http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120120301&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3HPJ http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120110901&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3GGN http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120110901&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3GGN http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090801&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|1TFL http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120081201&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|2QJR http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120081201&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|2QJR http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120120301&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|5GOI http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120120301&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|5GOI http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120111001&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4RPP http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120111001&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4RPP http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100601&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4RPF http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100601&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4RPF 27 International Journal of the Sociology of Language DOT LIB 28 Language and Speech DOT LIB 29 Western Journal of Black Studies DOT LIB 30 Veredas - Revista de Estudos Linguisticos DOT LIB PERIÓDICOS ON LINE ACESSO LIVRE 1 Educação da UFMG http://www.portal.fae.ufmg.br/seer/index. php/ensaio/user ON LINE 2 Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências: A Revista Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências é publicação do Centro de Ensino de Ciências e Matemática – CECIMIG (www.fae.ufmg/cecimig), órgão de pesquisa e extensão no ensino de ciências da Faculdade de ON LINE 3 Educação por Escrito: tem como objetivo a divulgação de investigações de Programas de Pós- Graduação em Educação http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/inde x.php/porescrito ON LINE 4 Educação e Sociedade: Centro de Estudos Educação e Sociedade – Cedes http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci _serial&pid=0101- 7330&lng=en&nrm=iso ON LINE 5 Educação e Pesquisa: Revista da Faculdade de Educação da USP http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci _serial&pid=1517- 9702&lng=pt&nrm=iso ON LINE 6 Conversas e Controvérsias: é um periódico da graduação do curso de Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e tem por finalidade a publicação de artigos, pesquisas e resenhas dos alunos. http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/inde x.php/conversasecontroversias ON LINE 8 CIVITAS – Revista de Ciências Sociais: Faculdade de Filosofia e ON LINE Ciências Humanas Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais da PUCRS http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/inde x.php/civitas/issue/current9 Ciência e Educação: Programa de Pós- Graduação em Educação para a Ciência, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências, campus de Bauru http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci _serial&pid=1516- 7313&nrm=iso&rep=&lng=pt ON LINE 10 Ciência e Cultura: Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?sc ript=sci_serial&pid=0009- 6725&lng=pt&nrm=iso ON LINE 11 Cadernos de Pesquisa: Revista de estudos e pesquisas em educação http://www.scielo.br/scielo.php/script_sci _serial/pid_0100- 1574/lng_pt/nrm_iso ON LINE 12 Cadernos CEDES: Centro de Estudos Educação e Sociedade hhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=s ci_serial&lng=pt&pid=0101- 3262&nrm=iso ON LINE Versão: 00 CARGA HORÁRIA TOTAL: 3200 CURSO: PEDAGOGIA FORMAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇÃO BÁSICA FORMAÇÃO PRÁTICA PP PERCURSO FORMATIVO Código: CCG-MDL-19 Aprovado por: Diretora Adj. De Regulação PERÍODO 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º CARGA HORÁRIA DE FORMAÇÃO BÁSICA CARGA HORÁRIA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL CARGA HORÁRIA DE FORMAÇÃO PRÁTICA CARGA HORÁRIA DE ATIVIDADE COMPLEMENTAR:200h 400 2520h 1440h Versão: 00 CARGA HORÁRIA TOTAL: 3200 CURSO: PEDAGOGIA FORMAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇÃO BÁSICA FORMAÇÃO PRÁTICA PP PERCURSO FORMATIVO Código: CCG-MDL-19 Aprovado por: Diretora Adj. De Regulação Versão: 00 CARGA HORÁRIA TOTAL: 3200 CURSO: PEDAGOGIA FORMAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇÃO BÁSICA FORMAÇÃO PRÁTICA PP PERCURSO FORMATIVO Código: CCG-MDL-19 Aprovado por: Diretora Adj. De Regulação 1º PERIODO 2º PERIODO 3º PERIODO 4º PERIODO INTRODUÇÃO À EAD EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO POPULAR COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO DIDÁTICA METODOLOGIA DA PESQUISA ÉTICA E CIDADANIA INTRODUÇÃO À PEDAGOGIA PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM METODOLOGIA DO ENSINO DA MATEMÁTICA POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO LIBRAS ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO METODOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA ASPECTOS SOCIOANTROPOLÓGICOS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO CURRÍCULOS, PROGRAMAS E PROJETOS PEDAGÓGICOS PSICOMOTRICIDADE DESENVOLVIMENTO PESSOAL E TRABALHABILIDADE ORGANIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO INFANTIL TÓPICOS INTEGRADORES I FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO Versão: 00 CARGA HORÁRIA TOTAL: 3200 CURSO: PEDAGOGIA FORMAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇÃO BÁSICA FORMAÇÃO PRÁTICA PP PERCURSO FORMATIVO Código: CCG-MDL-19 Aprovado por: Diretora Adj. De Regulação 5º PERIODO 6º PERIODO 7º PERIODO 8º PERIODO AVALIAÇÃO: TEORIA E PRÁTICA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: TEORIA E PRÁTICA EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS TÓPICOS INTEGRADORES III EMPREENDEDORISMO LITERATURA INFANTIL ANDRAGOGIA E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTE CULTURA ORGANIZACIONAL E EDUCAÇÃO METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS TCC I ESTUDOS CULTURAIS EM EDUCAÇÃO METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ESTÁGIO SUPERVISIONADO III TCC II ESTÁGIO SUPERVISIONADO I TÓPICOS INTEGRADORES II ESTÁGIO SUPERVISIONADO III ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV GESTÃO EDUCACIONAL Versão: 00 CARGA HORÁRIA TOTAL: 3200 CURSO: PEDAGOGIA FORMAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇÃO BÁSICA FORMAÇÃO PRÁTICA PP PERCURSO FORMATIVO Código: CCG-MDL-19 Aprovado por: Diretora Adj. De Regulação OPTATIVA I LITERATURA POPULAR OPTATIVA II METODOLOGIA DO ENSINO DA LINGUAGEM OPTATIVA III ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE MATRIZ DE COMPETÊNCIAS PEDOGOGIA EM EAD PERÍOD O DISCIPLINA(S) PERFIL DO EGRESSO PROPOSTO COMPETÊNCIA(S) DIRETRIZES CURRICULARES 1º INTRODUÇÃO À EAD Articular as linguagens dos meios de comunicação à educação, demonstrando conhecimento das tecnologias da informação que podem ser significativas à aprendizagem dos educandos Conhecer as ferramentas de aprendizagem, atores, recursos metodológicos que compõem o EAD. Repertório de informações e habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, cuja consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando-se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética. PP 1º COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar./ articular as linguagens dos meios de comunicação à educação, demonstrando conhecimento das tecnologias da informação que podem ser significativas à aprendizagem dos educandos. Desenvolver no aluno a capacidade de expressão escrita por meio da prática de produção textual, conhecendo e valorizando as variações da Língua Portuguesa. Aplicação ao campo da educação, de contribuições, entre outras, de conhecimentos como o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental- ecológico, o psicológico, o lingüístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural. 1º ASPECTOS SÓCIOANTROPOLÓGIC OS Ser agente propositivo na integração entre os estudantes, a instituição educativa, a família e a comunidade./demonstrar consciência política acerca do respeito à diversidade expressas nas diferenças étnico-raciais, econômicas, de gêneros, gerações etárias, orientações sexuais, culturais, de classes sociais, políticas, religiosas, entre outras, para ser agente transformador na diminuição das exclusões e preconceitos Atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa, equânime, igualitária promovendo as relações de cooperação entre a instituição educativa, a família e a comunidade. Aplicação ao campo da educação, de contribuições, entre outras, de conhecimentos como o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental- ecológico, o psicológico, o lingüístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural. PP 1º INTRODUÇÃO À PEDAGOGIA Atuar com ética e compromisso para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, equânime e igualitária. Proporcionar uma visão geral da profissão através de sua evolução histórica, necessária para a localização do aluno no seu universo profissional. Planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do setor da Educação. 1º FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO Ser agente propositivo na integração entre os estudantes, a instituição educativa, a família e a comunidade./demonstrar consciência política acerca do respeito à diversidade expressas nas diferenças étnico-raciais, econômicas, de gêneros, gerações etárias Desenvolver no aluno a capacidade de reflexão acerca da origens e significados da Filosofia e da Filosofia da Educação. Aplicação ao campo da educação, de contribuições, entre outras, de conhecimentos como o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental- ecológico, o psicológico, o lingüístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural. 1º POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO Demonstrar consciência política acerca do respeito à diversidade expressas nas diferenças étnico- raciais, econômicas, de gêneros, gerações etárias, orientações sexuais, culturais, de classes sociais, políticas, religiosas, entre outras, para ser agente transformador na diminuiçãodas exclusões e preconceitos. Desenvolver a capacidade de analisar e compreender que as políticas públicas, de modo geral voltadas para a educação, de modo especial, têm passado por várias mudanças estruturais que afetam os mecanismos e estratégias de operacionalização. Aplicação ao campo da educação, de contribuições, entre outras, de conhecimentos como o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental- ecológico, o psicológico, o lingüístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural. PP 1º DESENVOLVIMENTO PESSOAL E TRABALHABILIDADE Aplicar com competência, criticidade e propriedade os conhecimentos pedagógicos, instrumentos legais, e metodologias da ação educativa em função da construção de uma educação com mais qualidade e justiça. Compreender as dimensões da empregabilidade analisando o mercado de trabalho realizando planejamento dos seus objetivos e metas pessoais e profissionais. Planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos e experiências educativas não- escolares. 2º EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS Atuar com ética e compromisso para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, equânime e igualitária. Compreender o contexto histórico da Educação Em Direitos Humanos - EDH analisado a EDH no Contexto nacional comrpreendendo as formas de articulação da EDH. Garantir a educação, com vistas à inclusão plena, dos segmentos historicamente excluídos dos direitos sociais, culturais, econômicos, políticos. PP 2º DIDÁTICA Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar Situar a Didática, de forma crítica, no contexto da prática pedagógica. Estudo da Didática, de teorias e metodologias pedagógicas, de processos de organização do trabalho docente, de teorias relativas à construção de aprendizagens, socialização e elaboração de conhecimentos, de tecnologias da informação e comunicação e de diversas linguagens 2º PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Compreender, cuidar e educar crianças, adolescentes, jovens e adultos, inclusive os fora de faixa, de modo a propiciar seu desenvolvimento com vistas às diversas dimensões que constituem suas particularizadas formações Compreender o processo histórico que envolve o desenvolvimento da ciência psicológica e as discussões em torno do seu objeto de estudo, bem como as escolas psicológicas que constituem as bases teóricas desta ciência. Aplicação ao campo da educação, de contribuições, entre outras, de conhecimentos como o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental- ecológico, o psicológico, o lingüístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural. PP 2º LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS Reconhecer e respeitar as diversidades apresentadas por necessidades físicas, cognitivas, emocionais e afetivas dos educandos em suas relações individuais e coletivas; Compreender a trajetória histórico-social de aceitação da língua de sinais como língua natural do surdo partilhando as visões sobre a realidade social do sujeito surdo envolvendo a aquisição de uma língua (oral e/ou sinalizada), suas culturas e identidades. Aplicar modos de ensinar diferentes linguagens. 2º HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Atuar com ética e compromisso para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, equânime e igualitária Saber relacionar épocas históricas distintas e processos educativos conectados no tempo identificando o panorama histórico com as idéias pedagógicas e suas aplicações educacionais. Repertório de informações e habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, cuja consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando-se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética. PP 2º ORGANIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO Aplicar com competência, criticidade e propriedade os conhecimentos pedagógicos, instrumentos legais, e metodologias da ação educativa em função da construção de uma educação com mais qualidade e justiça. Possibilitar um conhecimento sobre a organização, estrutura e funcionamento da educação brasileira. Conhecimento da escola como organização complexa que tem a função de promover a educação para e na cidadania. 3º METODOLOGIA DA PESQUISA Aplicar com competência, criticidade e propriedade os conhecimentos pedagógicos, instrumentos legais, e metodologias da ação educativa em função da construção de uma educação com mais qualidade e justiça. Oferecer subsídios teóricos para o aprofundamento e compreensão da metodologia científica no planejamento, execução, análise e interpretação de pesquisa científica. Pesquisa, a análise e a aplicação dos resultados de investigações de interesse da área educacional. 3º PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM Compreender, cuidar e educar crianças, adolescentes, jovens e adultos, inclusive os fora de faixa, de modo a propiciar seu desenvolvimento com vistas às diversas dimensões que constituem suas particularizadas formações. Compreender o processo histórico que envolve o desenvolvimento da ciência psicológica e as discussões em torno do seu objeto de estudo, bem como as escolas psicológicas que constituem as bases teóricas desta ciência. Aplicação ao campo da educação, de contribuições, entre outras, de conhecimentos como o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental-ecológico, o psicológico, o lingüístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural. PP 3º FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO Aplicar com competência, criticidade e propriedade os conhecimentos pedagógicos, instrumentos legais, e metodologias da ação educativa em função da construção de uma educação com mais qualidade e justiça. Conhecer os fundamentos da educação, as idéias pedagógicas e suas aplicações educacionais na sociedade brasileira. Repertório de informações e habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, cuja consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando-se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética. 3º ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar. Entender a alfabetização e o letramento como processos de análise e reflexão sobre a língua escrita compreendendo a evolução das concepções e práticas de alfabetização que tiveram lugar no Ocidente no séc. XX. Processos de letramento, modos de ensinar a decodificação e a codificação da linguagem escrita, de consolidar o domínio da linguagem padrão e das linguagens da matemática. PP 3º CURRÍCULOS, PROGRAMAS E PROJETOS PEDAGÓGICOS Aplicar com competência, criticidade e propriedade os conhecimentos pedagógicos, instrumentos legais, e metodologias da ação educativa em função da construção de uma educação com mais qualidade e justiça. Realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos sobre os diferentes aspectos que permeiam o contexto escolar com vistas a analisar propostas curriculares e a organização do trabalho educativo. Conhecimento da escola como organização complexa que tem a função de promover a educação para e na cidadania. 3º EDUCAÇÃO INFANTIL Ensinar disciplinascomo Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar. Conhecer as concepções de infância construídas ao longo da história, compreendendo o impacto destas construções na Educação das Crianças. Formação de professores para exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. PP 4º EDUCAÇÃO POPULAR Trabalhar em espaços escolares e não-escolares na promoção da formação humana observando o desenvolvimento de subjetividades com autonomia e verdadeira liberdade. Discutir criticamente as principais concepções de Educação Popular no Brasil, à luz da teoria sócio-histórica analisando criticamente as ações denominadas como "educação popular investigando suas variáveis. Garantir a educação, com vistas à inclusão plena, dos segmentos historicamente excluídos dos direitos sociais, culturais, econômicos, políticos. 4º ÉTICA E CIDADANIA Atuar com ética e compromisso para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, equânime e igualitária. Reforçar no aluno o reconhecimento da importância do respeito pela diversidade cultural, religiosa, étnica e outras. Aplicação ao campo da educação, de contribuições, entre outras, de conhecimentos como o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental-ecológico, o psicológico, o lingüístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural. PP 4º METODOLOGIA DA LÍNGUA PORTUGUESA Articular as linguagens dos meios de comunicação à educação, demonstrando conhecimento das tecnologias da informação que podem ser significativas à aprendizagem dos educandos. Propiciar ao graduando do curso de Pedagogia a ampliação do conhecimento linguístico e a discussão crítico- reflexiva de propostas metodológicas para o ensino de Língua Portuguesa na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental, priorizando a construção de conceitos básicos e a análise de materiais didáticos a partir de uma perspectiva sócio histórica contextualizada. Utilização de códigos de diferentes linguagens utilizadas por crianças, além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos primeiros anos de escolarização, relativos à Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia, Artes, Educação Física. 4º METODOLOGIA DO ENSINO DA MATEMÁTICA Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar. Propiciar ao graduando do curso de Pedagogia a ampliação do conhecimento matemático e a discussão crítico-reflexivo de propostas metodológicas para o ensino de Matemática. Utilização de códigos de diferentes linguagens utilizadas por crianças, além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos primeiros anos de escolarização, relativos à Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia, Artes, Educação Física. PP 4º PSICOMOTRICIDADE Compreender, cuidar e educar crianças, adolescentes, jovens e adultos, inclusive os fora de faixa, de modo a propiciar seu desenvolvimento com vistas às diversas dimensões que constituem suas particularizadas formações. Conceituar a psicomotricidade e identificar suas características conhecendo os elementos de base da psicomotricidade e suas aplicações práticas. Reconhecimento das manifestações e necessidades físicas, cognitivas, emocionais, afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletiva. 4º TÓPICOS INTEGRADORES I Ser agente propositivo na integração entre os estudantes, a instituição educativa, a família e a comunidade. Compreender e desenvolver massa crítica dentro dos parâmetros profissionais de forma integradora. Estudos integradores que propiciem, ao mesmo tempo, amplitude e identidade institucional, relativas à formação do licenciado. PP 5º AVALIAÇÃO: TEÓRICA E PRÁTICA Aplicar com competência, criticidade e propriedade os conhecimentos pedagógicos, instrumentos legais, e metodologias da ação educativa em função da construção de uma educação com mais qualidade e justiça. Analisar as proposições teórico-metodológicas subjacentes às práticas avaliativas e suas decorrências no trabalho pedagógico. Repertório de informações e habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, cuja consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando-se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética. 5º EMPREENDEDORISMO Desenvolver pesquisas no cerne da educação, problematizando situações escolares, pedagógicas, políticas públicas educacionais, ambientais, gestões educacionais, currículo e práticas educativas nos mais diversos contextos. Conceituar empreendedorismo identificando as oportunidades para empreender. Aplicação ao campo da educação, de contribuições, entre outras, de conhecimentos como o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental-ecológico, o psicológico, o lingüístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural. PP 5º METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar. Desenvolver o ensino de história nas séries iniciais do ensino fundamental a partir de múltiplas linguagens no sentido de proporcionar uma aprendizagem significativa para os sujeitos cognoscentes. Utilização de códigos de diferentes linguagens utilizadas por crianças, além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos primeiros anos de escolarização, relativos à Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia, Artes, Educação Física. METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar. Desenvolver a capacidade de articulação de conhecimentos sobre a realidade social e compreensão de problemas do mundo atual, em diferentes níveis de análise. Utilização de códigos de diferentes linguagens utilizadas por crianças, além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos primeiros anos de escolarização, relativos à Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia, Artes, Educação Física. PP 5º METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar. Decodificar e utilizar códigos de diferentes linguagens utilizadas por crianças, além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos primeiros anos de escolarização, relativos à Geografia. Utilização de códigos de diferentes linguagens utilizadas por crianças, além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos primeiros anos de escolarização, relativos à Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia, Artes, Educação Física. 5º ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar. Analisar sobre as relações do cotidiano profissional e compreender asconcepções profissionais presentes em diferentes contextos através da observação do meio. Desenvolver habilidades para compreender e avaliar a complexidade das relações no ambiente profissional incluindo os papeis dos atores envolvidos. Repertório de informações e habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, cuja consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando-se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética. PP 6º EDUCAÇÃO INCLUSIVA: TEÓRICA E PRÁTICA Reconhecer e respeitar as diversidades apresentadas por necessidades físicas, cognitivas, emocionais e afetivas dos educandos em suas relações individuais e coletivas. aplicar com competência, criticidade e propriedade os conhecimentos pedagógicos, instrumentos legais, e metodologias da ação educativa em função da construção de uma educação com mais qualidade e justiça Compreender e identificar as características individuais das pessoas com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e Altas Habilidades/Superdotaçã o, contribuindo com a equipe pedagógica multidisciplinar na identificação de suas possibilidades de desenvolvimento bem como no planejamento, acompanhamento, execução e avaliação de ações de ensino e de aprendizagem. Reconhecimento das manifestações e necessidades físicas, cognitivas, emocionais, afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletiva. PP 6º LITERATURA INFANTIL Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar. Desenvolver um gosto literário no exercício profissional fazendo o papel de mediador para incentivar o prazer pela leitura através de obras da literatura infantil. Aplicação ao campo da educação, de contribuições, entre outras, de conhecimentos como o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental-ecológico, o psicológico, o lingüístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural. 6º RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Desenvolver pesquisas no cerne da educação, problematizando situações escolares, pedagógicas, políticas públicas educacionais, ambientais, gestões educacionais, currículo e práticas educativas nos mais diversos contextos. Compreender os movimentos históricos e contemporâneos da responsabilidade sócio ambiental. Aplicação ao campo da educação, de contribuições, entre outras, de conhecimentos como o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental-ecológico, o psicológico, o lingüístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural. PP 6º EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Compreender, cuidar e educar crianças, adolescentes, jovens e adultos, inclusive os fora de faixa, de modo a propiciar seu desenvolvimento com vistas às diversas dimensões que constituem suas particularizadas formações. Compreender as diretrizes e orientações curriculares que norteiam a Educação de Jovens e Adultos na perspectiva de desenvolver uma prática docente sensível às necessidades dos sujeitos dessa modalidade de ensino. Analisar e discutir os fundamentos teóricos que embasam o processo ensino- aprendizagem de jovens e adultos. Aplicação, em práticas educativas, de conhecimentos de processos de desenvolvimento de crianças, adolescentes, jovens e adultos. PP 6º ESTÁGIO SUPERVISONADO II Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar. Analisar sobre as relações do cotidiano profissional e compreender as concepções profissionais presentes em diferentes contextos através da observação do meio analisando e interpretando as situações profissionais de forma crítica. Repertório de informações e habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, cuja consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando-se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética. 6º TÓPICOS INTEGRADORES II Ser agente propositivo na integração entre os estudantes, a instituição educativa, a família e a comunidade. Compreender e desenvolver massa crítica dentro dos parâmetros profissionais de forma integradora. Estudos integradores que propiciem, ao mesmo tempo, amplitude e identidade institucional, relativas à formação do licenciado. PP 6º GESTÃO EDUCACIONAL Participar na gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos pedagógicos e programas.educativos em espaços escolares e não-escolares Reconhecer a gestão como um processo que integra aspectos políticos, humanos, pedagógicos, culturais, administrativos, financeiros e tecnológicos. Planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do setor da Educação. 6º OPTATIVA I 7º EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS Articular as linguagens dos meios de comunicação à educação, demonstrando conhecimento das tecnologias da informação que podem ser significativas à aprendizagem dos educandos. Identificar a relação comunicação, educação e tecnologia na sociedade contemporânea. Estudo da Didática, de teorias e metodologias pedagógicas, de processos de organização do trabalho docente, de teorias relativas à construção de aprendizagens, socialização e elaboração de conhecimentos, de tecnologias da informação e comunicação e de diversas linguagens. PP 7º ANDRAGOGIA E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Compreender, cuidar e educar crianças, adolescentes, jovens e adultos, inclusive os fora de faixa, de modo a propiciar seu desenvolvimento com vistas às diversas dimensões que constituem suas particularizadas formações. Compreender as diretrizes e orientações curriculares que norteiam a Educação de Jovens e Adultos na perspectiva de desenvolver uma prática docente sensível às necessidades dos sujeitos dessa modalidade de ensino. Analisar e discutir os fundamentos teóricos que embasam o processo ensino- aprendizagem de jovens e adultos. Incentivar a prática da pesquisa, da investigação dos modos de aprender e de vida de jovens e adultos, para o favorecimento de processos de sua aprendizagem no ambiente escolar. Aplicação, em práticas educativas, de conhecimentos de processos de desenvolvimento de crianças, adolescentes, jovens e adultos. PP 7º METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTES Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar. Identificar e compreender problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para a superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras. Utilização de códigos de diferentes linguagens utilizadas por crianças, além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos primeiros anos de escolarização, relativos à Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia, Artes, Educação Física. 7º TCC I Desenvolver pesquisas no cerne da educação, problematizando situações escolares, pedagógicas, políticas públicas educacionais, ambientais, gestões educacionais, currículoe práticas educativas nos mais diversos contextos. Desenvolver no aluno a capacidade de elaborar projetos e relatórios que se enquadrem na formação futura desenvolvendo no aluno a capacidade de expressão escrita segundo normas técnicas aplicáveis. Questões do contexto do exercício profissional, em âmbitos escolares e não- escolares, articulando o saber acadêmico, a pesquisa, a extensão e a prática educativa. PP 7º ESTÁGIO SUPERVISIONADO III Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar. Analisar sobre as relações do cotidiano profissional e compreender as concepções profissionais presentes em diferentes contextos através da observação do meio analisando e interpretando situações profissionais de forma crítica. Repertório de informações e habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, cuja consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando-se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética. 7º OPTATIVA II 8º TÓPICOS INTEGRADORES III Ser agente propositivo na integração entre os estudantes, a instituição educativa, a família e a comunidade. Compreender e desenvolver massa crítica dentro dos parâmetros profissionais de forma integradora. Estudos integradores que propiciem, ao mesmo tempo, amplitude e identidade institucional, relativas à formação do licenciado. PP 8º EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ETNICOS RACIAIS Demonstrar consciência política acerca do respeito à diversidade expressas nas diferenças étnico- raciais, econômicas, de gêneros, gerações etárias, orientações sexuais, culturais, de classes sociais, políticas, religiosas, entre outras, para ser agente transformador na diminuição das exclusões e preconceitos. Refletir sobre o espaço escolar e a diversidade cultural a partir do reconhecimento, do respeito, da aceitação das diferenças observadas na sociedade multicultural na qual vivemos. Repertório que constitui por meio de múltiplos olhares, próprios das ciências, das culturas, das artes, da vida cotidiana, que proporcionam leitura das relações sociais e étnico-raciais, também dos processos educativos por estas desencadeados 8º CULTURA ORGANIZACIONAL E EDUCAÇÃO Desenvolver pesquisas no cerne da educação, problematizando situações escolares, pedagógicas, políticas públicas educacionais, ambientais, gestões educacionais, currículo e práticas educativas nos mais diversos contextos. Identificar a relação entre a escola e a cultura organizacional, estabelecer diálogo com as áreas do conhecimento empresarial. Aspectos metodológicos do ensino e organizativos da escola. PP 8º ESTUDOS CULTURAIS EM EDUCAÇÃO Desenvolver pesquisas no cerne da educação, problematizando situações escolares, pedagógicas, políticas públicas educacionais, ambientais, gestões educacionais, currículo e práticas educativas nos mais diversos contextos. Compreender as bases teóricas da cultura relacionada à educação. Garantir a educação, com vistas à inclusão plena, dos segmentos historicamente excluídos dos direitos sociais, culturais, econômicos, políticos. 8º TCC II Desenvolver pesquisas no cerne da educação, problematizando situações escolares, pedagógicas, políticas públicas educacionais, ambientais, gestões educacionais, currículo e práticas educativas nos mais diversos contextos. Permitir que o aluno reconhecesse no desenvolvimento de seu projeto o uso de competências adquiridas em diferentes disciplinas do curso. Questões do contexto do exercício profissional, em âmbitos escolares e não- escolares, articulando o saber acadêmico, a pesquisa, a extensão e a prática educativa. PP 8º ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar. Analisar sobre as relações do cotidiano profissional e compreender as concepções profissionais presentes em diferentes contextos através da observação do meio analisando e interpretando situações profissionais de forma crítica. Repertório de informações e habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, cuja consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando-se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética. 8º OPTATIVA III PP ACERVO BIBLIOGRÁFICO DE PEDAGOGIA 1º PERÍODO INTRODUÇÃO AO EAD Quantidade Bibliografia Básica MOORE, Michael G.; KEARSLEY, Greg. Educação a distância: sistemas de aprendizagem on-line. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 9 KEARLEY, Greg. Educação on-line: aprendendo e ensinando. São Paulo: Cengege Learning, 2011. 9 MATTAR, João. Tutoria e interação em educação a distância. São Paulo: Cengage Learning, 2012. 9 Bibliografia Complementar MATTAR, João. Guia de educação a distância. São Paulo: Cengege Learning, 2014. 2 MUNHOZ, Antonio Siemsen. Projeto instrucional para ambientes virtuais. São Paulo: Cengege Learning, 2016. 2 MAISSIAT, Jaqueline. Formação continuada de professores e tecnologias digitais em educação a distância. Curitiba/PR: Intersaberes, 2017. E-book MATTAR, João. ABC da EaD. São Paulo: Pearson, 2007. E-book SANTINELLO, Jamile. Ensino superior em ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs): formação docente universitária em construção. Curitiba/PR: Intersaberes, 2015. E-book COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Bibliografia Básica PP BECHARA, E. O que muda com o novo acordo ortográfico. São Paulo: Nova Fronteira, 2008. 9 KOCHE, I. G. V. Argumentação e linguagem. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2009. 8 KOCHE, V. Prática textual: atividades práticas de leitura e escrita. Petrópolis: Vozes, 2006 9 Bibliografia Complementar GARCIA, O. M. Comunicação em Prosa Moderna: aprender a escrever, aprendendo a pensar. São Paulo: FGV, 2006. 2 MARTINS, D. S.; ZILBERKNOP, L. S. Português Instrumental. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2004. 2 ANDRADE, Maria. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 9. Ed. São Paulo: Atlas, 2010. 2 MESQUITA, Roberto Melo, Gramática de língua portuguesa. São Paulo: Saraiva, 2002. 2 CASTILLO, Atabila. Gramática do português brasileiro. São Paulo: contexto, 2014. E-book ASPECTOS SÓCIOS ANTROPOLÓGICOS Bibliografia Básica DURKHEIM, Émile. Lições de sociologia. São Paulo: Martins Fontes, 2002 8 MARCONI. Marina de Andrade. Antropologia: uma introdução. São Paulo: Atlas, 2001 8 SOUZA, Renato Antonio de. Sociologia da Educação. São Paulo: Cengage, 2017 9 Bibliografia Complementar MICHALISZYN, Mário Sérgio. Fundamentos socioantropológicos da educação. Curitiba: IBPEX, 2010. 2 PP MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. São Paulo: Brasilense, 2004 2 CASTRO, Claudio M. Os Tortuosos Caminhos da Educação Brasileira. Porto Alegre: Penso, 2013 2 APPLE, Michael W. Educação Crítica: análise Internacional, Porto Alegre: Penso, 2010 2 PILETTI, Nelson. Sociologia da Educação: do Positivismo aos Estudos Culturais, São Paulo: Atlas, 2010 E book INTRODUÇÃO A PEDAGOGIA Bibliografia Básica ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: Penso, 1998. 9 PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. PortoAlegre: penso, 2000. 9 ALVES, Nilda. Formação de professores: pensar, fazer. São Paulo: Ed.Cortez, 2011. 9 Bibliografia Complementar SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: Cengage, 2011. 2 FLEURI, Reinaldo MatiaS. Educar para quê? São Paulo: Ed Cortez, 1997. 2 PIMENTA, Selma Garrido. Didática e formação de professores. São Paulo: Ed. cortez, 2011. 2 MORANDI, Fran. Introdução a pedagogia. São Paulo. Ática. 2008. E-Book. E-Book. SANTOS, Suzana. Introdução a pedagogia. São Paulo. Pearson Education do Brasil.2016. E-Book. E-Book. FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO PP Bibliografia Básica LORIERI, M. A. Filosofia: fundamentos e métodos. Rio de Janeiro: Cortez, 2002. 9 CASTRO, Eder Alonso. Educando para o pensar. São Paulo: Cengage, 2011. 8 SILVA, Tomaz Tadeu. O sujeito da educação: estudos focaultianos. Petrópolis: Vozes, 2011. 8 Bibliografia Complementar CHAUI, M. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2003. 2 MARCONDES, Danilo. Filosofia, linguagem e comunicação. 4º ed. São Paulo: Cortez, 2001 2 VASCONCELOS, José Antônio. Fundamentos filosóficos da educação. Curitiba: Intersaberes, 2012 2 ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofia da educação. São Paulo: Moderna, 2006 2 BUZZI, Arcangelo. Introdução ao pensar. Petrópolis: Vozes, 2012 2 GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. A aventura da filosofia de parmênides a Nietzsche. Barueri, SP: Manle, 2010 E-book. DESENVOLVIMENTO PESSOAL E EMPREGABILIDADE Bibliografia Básica KANAANE, Roberto. Comportamento humano nas organizações o homem rumo ao século XXI. 2. São Paulo atlas 2015. 9 DUTRA, joel souza. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. 1. Ed. ; 13. Reimp. São Paulo, SP: atlas, 2014. 8 PP MARRAS, jean pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. 14. Ed. São paulo, sp: saraiva, 2011. 8 Bibliografia Complementar FIDELIS, gilson josé. Gestão de recursos humanos tradicional e estratégica. 2. São Paulo erica 2007. 2 CHIAVENATO, idalberto. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal: como agregar talentos à empresa. 5. Ed. São paulo: atlas, 2004. 4 SILVA, Marilene luzia da. Administração de departamento de pessoal. 5. Ed. Rev. São paulo, sp: érica, 2006. 2 DRUCKER, Peter ferdinand. Inovação e espírito empreendedor: entrepreneurship : prática e princípios. São paulo: pioneira, 2015. 2 DAVIS, keith. Comportamento humano no trabalho: volume 1: uma abordagem psicológica. São paulo: pioneira thomson learning, 1992 2 BARDUCHI, Ana Lucia Jankovic. Empregabilidade: competências pessoais e profissionais, São APulo: Pearson, 2009 E-BOOK POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO Bibliografia Básica DALLARI, Dalmo de Abreu. O que é participação política? São Paulo: Brasiliense, 2004. 8 SANTOS, Pablo dos. Guia prático da política educacional no Brasil. São Paulo: Cengage, 2014. 8 ALBUQUERQUE DE VICTOR, Rodrigo. Judicialização de políticas públicas para a educação infantil. São Paulo: Saraiva, 2011 9 Bibliografia Complementar PEDRINI, Dalila Maria. Controle social de políticas públicas. São Paulo: Ed. Paulus, 2007. 2 PP SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. Campinas: Ed. autores associados, 2007 2 PERNAMBUCO, SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO. Boas práticas de gestão, Vol 2. Recife: Publix, 2014. 2 PERNAMBUCO, SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO. Boas práticas de gestão, Vol 2. Recife: Publix, 2014. 2 FRAUCHES, Celso da Costa. Lei n.9.394, de 20 de dezembro de 1996. ILAPE, Brasília, 2003. E-Book. OLIVEIRA, Maria Auxiliadora Monteiro.Políticas públicas para o ensino profissional :o processo de desmantelamento dos Cefets. Campinas. São Paulo. Papirus. 2015. E-Book. 2 º PERÍODO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Bibliografia Básica HILSDORF, Maria Lucia. História da educação brasileira: leituras. São Paulo: Cengage, 2015 9 NETO, Alexandre Shigunov. História da educação brasileira. São Paulo: Atlas, 2015 9 RODRIGUES, José Roberto Gomes. Pedagogia e Ensino de História da Educação. São Paulo: Liber livro, 2012 9 Bibliografia Complementar NASCIMENTO, Ester Fraga Vilas-bôas Carvalho. O Ensino e a Pesquisa em História da Educação. Maceió: Edufal, 2011 2 ABRAHÃO, Maria Helena Menna Barreto. Destacados educadores brasileiros: suas histórias, nossa história. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2016 E-book. STEPHANOU, Maria. História e memória da educação no Brasil: século XX. Vol.3. Petrópolis: Vozes, 2011. E-book. PP STEPHANOU, Maria. História e memória da educação no Brasil: século XIX. Vol.2. Petrópolis: Vozes, 2011. E-book. STEPHANOU, Maria. História e memória da educação no Brasil: séculos XVI - XVIII. Vol. 1 Petrópolis: Vozes, 2011. E-book. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS Bibliografia Básica RAYO, José Tuvilla. Educação em Direitos Humanos. Porto Alegre: penso, 2003 9 SIQUEIRA JUNIOR, Paulo Hamilton. Direitos humanos: liberdades públicas e cidadania. São Paulo: Saraiva, 2016 9 GORCZEVSKI, Clovis. Educar para os direitos humanos: considerações, obstáculos, propostas. São Paulo: Atlas, 2015. 8 Bibliografia complementar COMPARATO, Fábio Konder. A Afirmação Histórica Dos Direitos Humanos. São Paulo: Saraiva, 2017 2 VON BOGDANDY, Armin. Estudos Avançados de Direitos Humanos. São Paulo: forense, 2012 2 DESLANDES, Keila. Formação de professores e direitos humanos. Ouro preto: UFOP, 2015. E-book CHAUÍ, Marilena. Sobre a violência. São Paulo: Autentica, 2017. E-book. AFONSO, Maria Lúcia Miranda: ABADE, Flávia Lemos. Jogos para pensar: Educação em Direitos Humanos formação para a cidadania. 1 ed. Belo Horizonte. Autentica editora. Ouro Preto. Minas Gerais 2013. E-book. DIDÁTICA PP Bibliografia Básica MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita. Rio de janeiro: Bertrand, 2014 8 GIACAGLIA, Lia R. Orientação educacional na prática. São Paulo: Cengage, 2014 8 LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 2010 9 Bibliografia Complementar VEIGA, Ilma. Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 2012. 2 SVINICK, Marilia. Dicas de ensino. São Paulo: Cengage, 2012 2 CANDAU, Vera M. Rumo à uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 2014. 2 CASTRO, Amélia. Ensinar a ensinar. São Paulo: Cengage, 2014 2 PIMENTA, Selma Garrido. Didática e formação de professores. São Paulo: Ed. Cortez, 2011. 2 CANDAU, Vera M. A didática em questão. Petrópolis: vozes, 2011 E-book. LIBRAS Bibliografia Básica Quadros, Ronice Müller de. Língua de Herança. Porto Alegre: Penso, 2017 8 Quadros, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira. São Paulo: Artmed, 2003 8 Quadros, Ronice Muller de. Língua de sinais. Porto Alegre: Penso, 2010 9 Bibliografia Complementar GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? São Paulo: Ed. Parábola, 2009. 2 Quadros, Ronice Muller de. Educação de surdos. São Paulo: Artmed, 1997 2 PP ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Atividades ilustradas em sinais da libras. São Paulo: Revinter, 2013. 2 BAGGIO, Maria Auxiliadora. Libras. Curitiba: Intersaberes, 2017 E-book. LUCHESI, Maria Regina C. Educação de pessoas surdas: experiências vividas, histórias narradas. 4. Ed. Campinas: Papirus, 2012 E-book. PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Bibliografia Básica ESPADA, José Pedro. Técnicas de grupo: recursos práticos para educação. Petropolis: Vozes, 2010 8 VIGOTSKI, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007 9 DELVAL, Juan. O desenvolvimento psicológico humano. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013. E-book Bibliografia Complementar RAPPAPORT, Clara Regina. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: EPU, 1982 2 COLL, César. Desenvolvimento psicológico e educação. Vol. 1. São Paulo: Artmed, 2004 2 BIAGGIO, Ângela M Brasil. Psicologia dodesenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 2011 2 BEE, Helen. A Criança em Desenvolvimento. São Paulo: Artmed, 2011. 2 COELHO, Wilson Ferreira. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: Pearson, 2014. E-book. MAIA, Christiane M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. Curitiba: intersabres, 2017. E-book. ORGANIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO PP Bibliografia Básica SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: Cengage, 2011. 9 BRASIL. Governo Federal. Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Rio de Janeiro: Saraiva, 2013. 9 Silva Machado Bispo Dos Santos, Pablo. Guia Prático da Política Educacional No Brasil. São Paulo: Cengage, 2014 8 HEIN. Ana Catarina Angeloni. Organização e legislação da educação. São Paulo : Perterson Educacion do Brasil. 2016. E-Book Bibliografia Complementar ALBUQUERQUE DE VICTOR, Rodrigo. Judicialização de políticas públicas para a educação infantil. São Paulo: Saraiva, 2011 2 BESLEY, Tina. Por que Foucault? Novas Diretrizes para a Pesquisa Educacional. Porto Alegre, Penso: 2008. 2 Sudbrack , Roberta. Rosa-dos-ventos. Traços Da Formação Docente Pôs-LDB. Porto Alegre: UFRGS, 2009 2 ZOCCOLI, Marolise Monteiro de Souza. Educação superior brasileira: Políticas e legislação. Curitiba: InterSaberes. 2012. E Book DEMO, Pedro. A nova LDB: ranços e avanços. Campinas, SP. : Papirus. 1997. E- Book PAIXÃO, Claudiane Reis. Avaliação. São Paulo: Pearson Education do Brasil. 2016 E-Book. E Book 3º Período FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO PP Bibliografía básica SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: Cengage, 2011. 9 Gonzalez-Mena, Janet. Fundamentos da Educação Infantil. São Paulo: Mc Graw Hill, 2015 9 Parente, Cláudia da Mota Darós .A Formação de Professores e Seus Desafios Frente Às Mudanças Sociais, Políticas e Tecnológicas. Porto Alegre: Penso, 2014 9 Bibliografia complementar ALVES, Nilda. Formação de professores: pensar, fazer. São Paulo: Ed.Cortez, 2011. 2 SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. Campinas: Ed. autores associados, 2007 2 GIACAGLIA, Lia R. Orientação educacional na prática. São Paulo: Cengage, 2014 2 Marques, Sílvio César Moral. Fundamentos de educação: recortes e discussões. Vol. 6 Rio de Janeiro: Paço editorial, 2017. 2 GONÇALVES, Nádia Garafatto. Fundamentos históricos e filosóficos da educação brasileira. Curitiba. InterSaberes. 2012. E-book. METODOLOGIA DA PESQUISA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COSTA, M.A.F, COSTA, M.F.B. Metodologia da Pesquisa. Rio de Janeiro. Interciência, 2001. 9 LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. 5. Ed. São Paulo: 2007. 9 PP OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer: projetos, relatórios, monografias, dissertações e teses. 2. Ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2003. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: cortez, 2007. 2 LAKATOS, E.M. MARCONI, M DE A. Metodologia do trabalho científico, 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 2 VIEIRA, S.; HOSSNE, W.S. Metodologia científica para área de saúde. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001. 2 BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. E-book MELLO, Cleyson de Moraes Metodologia Científica: Fundamentos, Métodos e Técnicas. Rio de janeiro: Freitas Bastos, 2016 E-book. PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM Bibliografia Básica ANTUNES, Celso. Jogos para estimulação de múltiplas inteligências. Petropolis: Vozes, 2014 9 Le François, Guy. Teorias de aprendizagem. São Paulo: Cengage, 2012. 8 GOULART, Iris B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos... Petrópolis: Vozes,2014 8 Bibliografia Complementar TARDELLI, Denise. O cotidiano da escola. São Paulo: Cengage, 2011 2 REGO, Tereza C. Vigotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. Petrópolis: Vozes, 2014 2 BIAGGIO, Angela M Brasil. Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 2011 2 PP Illeris, Knud. Teorias Contemporâneas da Aprendizagem. Porto Alegrre: penso, 2013 2 COELHO, Wilson Ferreira. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: Pearson, 2014. E-book. MAIA, Christiane M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. Curitiba: intersabres, 2017. E-book. ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Bibliografia Básica FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. ed. com. Porto Alegre: Artmed, 1999 9 Morais, José. Alfabetizar para A Democracia. Porto Alegre: Penso, 2014 9 Nunes, Terezinha. Leitura e Ortografia: além dos primeiros passos. Porto Alegre: Penso, 2014 9 Bibliografia Complementar TERDELLI, Denise. Formadores da criança e do jovem. São Paulo: Cengage, 2014 2 CITELLI, Beatriz. Produção de textos no ensino fundamental. São Paulo: Cortez, 2009 2 KRAMER, Sonia. Alfabetização, leitura e escrita. São Paulo: Ática, 2001. 2 ALVES, Nilda. Formação de professores: pensar, fazer. São Paulo: Ed.Cortez, 2011. 2 HEIN, Ana Catarina Angelone. Alfabetização e letramento. São Paulo. Pearson Education do Brasil. 2016. E- Book SOARES, Magna. Letramento: um tema três gêneros. 3. ed. Belo Horizonte ; Autentica Editora. 2014.. E- Book PP FARRACO, Carlos Alberto. Linguagem escrita e alfabetização. São Paulo. Contexto 2012. E- Book CURRÍCULOS, PROGRAMAS E PROJETOS PEDAGÓGICOS Bibliografia Básica SACRISTAN, J. Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3 ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998. 9788584290956 9 ALVAREZ, M. N. et al. Valores e temas transversais no currículo. Porto Alegre: Penso, 2004. v. 5. 9 Apple,Michael W.; Buras,Kristen L. Currículo , Poder e Lutas Educacionais : Com a Palavra , os Subalternos. São Paulo: Artmed, 2007. 8 Bibliografia Complementar Ferraço,Carlos Eduardo. Currículo e Educação Básica. Rio de Janeiro: Rovelle, 2011. 2 BRANDALISE, Mary Ângela Teixeira. CURRÍCULO E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS. Ponta Grossa: UEPG, 2007. 2 Feitosa , Raphael Alves. Ensino, Currículos E Formação Docente. Rio de Janeiro: Paço Editorial, 2015 2 DIAS, Fatima R. T. de Salles; FARIA, Vitória L. Barreto de. Currículo na educação infantil: diálogo com os demais elementos da proposta pedagógica. São Paulo: Scipione, 2011. E-book. PORTO, Humberta (org.). Currículos, programas e projetos pedagógicos. São Paulo: Pearson Education, 2017. E-book. EDUCAÇÃO INFANTIL PP Bibliografia Básica SANTOS, Santa Marli Pires dos. O brincar na escola. Petropolis: Vozes, 2014. 9 KISHIMOTO, Tizuko M. O brincar e suas teorias. São Paulo: Cengage, 2014 8 MILLER, Darla Ferris. Orientação infantil. São Paulo: Cengage Learning, 2012. 9 Bibliografia Complementar AWAD, Hani. Brinque jogue, cante e encante com a recreação. São Paulo: Ed. Fontoura, 2012 2 KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 2 Rappaport, Andrea. O Dia A Dia na Educação Infantil. São Paulo: ed. Mediação, 2012. 2 Fullgraf, Jodete Educação Infantil: projetos e Práticas Pedagógicas. São Paulo: Liber livro, 2014 2 MALUF, Angela C. M. Atividades lúdicas para educação infantil. Petrópolis: vozes, 2014. E-book. DUPRAT, Maria Carolina. Ludicidade na educação infantil. São Paulo: Pearson, 2012. E-book. 4º PERÍODO EDUCAÇÃO POPULAR Bibliografia Básica GARCIA, Regina L. Alfabetização dos alunos das classes populares - ainda um desafio. São Paulo: Cortez, 2010. 9 PP WAINWRIGHT, HILARY. Poder popular no século xxi. São Paulo: Ed. xamã, 2005. 9 APPLE, Michael W. Educação Crítica: análise Internacional, Porto Alegre: Penso, 2010 9 Bibliografia Complementar FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 2014