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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE 
GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA 
LICENCIATURA 
EAD 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2019 
 
 
 
ÍNDICE 
 
 
1. INSTITUCIONAL ............................................................................................ 5 
1.1. Mantenedora .............................................................................................. 5 
1.2. Mantida ..................................................................................................... 5 
1.3. Breve Histórico .......................................................................................... 6 
1.4. Missão Institucional ................................................................................... 9 
1.5. Finalidade .................................................................................................11 
1.6. Objetivos e Metas .....................................................................................12 
1.7. Responsabilidade Social............................................................................14 
1.7.1. Programas Institucionais de Financiamento de Estudos ......................16 
1.7.2. Relações e Parcerias com a Comunidade e Instituições ......................17 
1.7.3. Inclusão Social e Educação Inclusiva (Política de Acessibilidade) .....17 
1.7.4. Políticas de Educação Ambiental .......................................................23 
1.7.5. Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e 
Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena ....................................................25 
1.7.6. Educação em Direitos Humanos ........................................................26 
1.7.7. Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista 27 
1.8. Áreas de Atuação ......................................................................................28 
2. CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL E EDUCACIONAL........................... 30 
2.1. A Região ...................................................................................................30 
2.2. O Estado de Pernambuco ..........................................................................38 
2.3. A Cidade de Recife ...................................................................................45 
2.3.1. Contexto Educacional no Estado e na Cidade ........................................62 
3. CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA EAD (LICENCIATURA) .... 65 
3.1. Dados do Curso ........................................................................................65 
3.2. Endereço de Funcionamento do Curso Pedagogia EaD (Sede) ..................65 
3.3. Formas de Acesso .....................................................................................65 
3.4. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso ..............................................66 
3.5. Integração do Curso com as Redes Públicas de Ensino ..............................67 
3.6. Atividades Práticas De Ensino para Licenciatura .......................................67 
3.7. Relevância da Oferta do Curso de Pedagogia em EaD ...............................68 
3.4.1 Objetivo Geral .......................................................................................75 
3.4.2 Objetivos Específicos .................................................................................75 
3.4.3 Perfil do Egresso ...................................................................................76 
3.5 Organização Curricular .............................................................................79 
3.5.1. Estrutura Curricular ...................................................................................79 
3.5.1.1. Flexibilização Curricular ........................................................................80 
3.5.1.2. Interdisciplinaridade ...............................................................................81 
3.5.1.3. Contextualização e Articulação Teoria-Prática ........................................83 
3.5.1.3. Libras .....................................................................................................85 
3.5.1.4. Percurso Formativo.................................................................................85 
3.5.1.5. Acessibilidade Metodológica ..................................................................86 
3.5.2. Conteúdos Curriculares .............................................................................87 
3.5.3. Diferenciais e Inovação no Curso ..............................................................88 
3.5.4 Matriz Curricular do Curso .........................................................................89 
3.6 Ementário e bibliografias ..........................................................................97 
3.7 Responsabilidade Social e Componentes Curriculares ...............................97 
3.8 Número de Vagas ................................................................................... 100 
4 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO ......................................... 101 
4.1. Coordenador do Curso ............................................................................ 101 
4.2. Núcleo Docente Estruturante (NDE) ....................................................... 102 
4.3. Equipe muldisciplinar: NEaD.................................................................. 102 
4.4. Corpo Docente: Titulação, Regime, Experiência e Formação .................. 103 
4.5. Tutores ................................................................................................... 103 
4.6. Conselho de Curso .................................................................................. 104 
5 ATIVIDADES ACADÊMICAS DO CURSO ................................................ 106 
5.1. Trabalho de Conclusão de Curso ............................................................. 106 
5.2. Estágio Supervisionado ........................................................................... 106 
5.3. Atividades Complementares.................................................................... 107 
5.4. Extensão ................................................................................................. 108 
5.5. Monitoria ................................................................................................ 109 
5.6. Iniciação Científica ................................................................................. 110 
6 ESTRUTURAÇÃO DO MODELO EAD NA INSTITUIÇÃO ...................... 113 
6.1. Núcleo de Educação a Distância - NEaD ................................................. 113 
6.2. Recursos Didáticos e Tecnológicos ......................................................... 114 
6.2.1. AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem ..................................... 114 
6.2.2. Web aulas ........................................................................................ 114 
6.2.3. Material Didático ............................................................................. 115 
6.2.4. Biblioteca Virtual ............................................................................ 115 
6.3. Material Didático .................................................................................... 115 
6.4. Produção e Distribuição de Material Didático ......................................... 116 
6.4.1. Descrição ......................................................................................... 116 
6.4.2. Fluxograma...................................................................................... 117 
6.5. Recursos Físicos ..................................................................................... 118 
6.5.1. Articulação do Modelo .................................................................... 119 
7. PROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM.................................................. 121 
7.1. Metodologia Empregada no Processo de Ensino-aprendizagem ............... 121 
7.2. Avaliaçãodo Processo Ensino-Aprendizagem e Controle de Frequência . 123 
8. POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AO DISCENTE ..................................... 127 
8.1. Núcleo de Atendimento ao Educando (NAE) .......................................... 127 
8.2. Mecanismo de Nivelamento .................................................................... 128 
8.3. Atendimento Extraclasse ......................................................................... 128 
8.4. Acompanhamento do Egresso ................................................................. 128 
8.5. Estímulos às Atividades Acadêmicas ...................................................... 129 
8.6. Tecnologia de Informação e Comunicação – TICs no Processo Ensino-
Aprendizagem ................................................................................................... 130 
9. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DO CURSO ......................................... 133 
9.1. Avaliação Interna: Autoavaliação............................................................ 133 
9.2. Avaliações Externas ................................................................................ 140 
10. INSTALAÇÕES FÍSICAS E RECURSOS HUMANOS................................ 142 
10.1 Instalações Administrativas ................................................................. 142 
10.2 Infraestrutura de Serviços .................................................................... 143 
10. 3 Salas de Aula ....................................................................................... 143 
10.3 Sala de Professores .............................................................................. 144 
10.4 Acesso a Equipamentos de Informática ............................................... 144 
10.5 Plano de Expansão e Atualização de Equipamentos ............................. 144 
10.5.1 Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo das Bibliotecas. ....... 145 
10.5.2 Bibliografia Básica e Complementar ................................................ 145 
10.5.3 Periódicos ........................................................................................ 147 
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DO CURSO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA 
(EAD) ................................................................................................................... 147 
PERIÓDICOS DO CURSO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (EAD) ................. 18 
DOCENTES E TUTORES DO CURSO ................................................................. 58 
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO ......................................... 61 
 
1. INSTITUCIONAL 
 
1.1. Mantenedora 
 
Ser Educacional S.A 
Endereço: Rua da Saudade, 254, Santo Amaro, Recife-PE 
CEP: 52.100-200 
CNPJ: 04.986.320/0001-13 
 
 
1.2. Mantida 
 
Nome: Centro Universitário Maurício de Nassau 
 
Endereço*: Rua Guilherme Pinto, 114, Graças - Recife / PE, Cep: 52011-220 
 
Credenciamento: Portaria N° 701, de 28 de maio de 2012, publicada no DOU nº 
103, em 29 de maio de 2012 
Recredenciamento: em trâmite 
 
 
 
 
1.3. Breve Histórico 
 
 
 O Centro Universitário Maurício de Nassau - UNINASSAU - foi 
credenciado pela Portaria N° 701, de 28 de maio de 2012, publicada no DOU 
nº 103, em 29 de maio de 2012, como resultado da transformação da 
Faculdade Maurício de Nassau, que foi credenciada pelo MEC como 
Instituição de Educação Superior em 2003 mantido pelo SER Educacional S.A. 
Em 2013, a UNINASSAU obteve seu Credenciamento para a oferta de 
cursos na modalidade a distância (EaD) através da Portaria nº 1.239, de 20 de 
dezembro de 2013, no DOU nº 248, de 23 de dezembro de 2013. 
A UNINASSAU reforça a homenagem prestada pelos Dirigentes da 
Mantenedora Ser Educacional e desta mantida ao conde João Maurício de Nassau-
Siegen (Johann Mauritius van Nassau-Siegen) que, no período de 1637 a 1644, 
governou a colônia holandesa no Brasil - a Nova Holanda, em nome da Cia. 
Holandesa das Índias Ocidentais. Nesse período, o domínio holandês se estendia 
do litoral do Sergipe ao do Maranhão. A sede da Nova Holanda era Recife, que 
foi radicalmente transformada na administração de Maurício de Nassau. 
Segundo o historiador Leonardo Dantas Silva, qualquer homenagem que se 
preste a Maurício de Nassau é “muito pouco para a dimensão da memória daquele 
que se tornou lenda no imaginário do nosso povo, com a figura do seu boi voador; 
do criador da Cidade Maurícia, responsável que foi pelo traçado urbanístico dos 
atuais bairros de Santo Antônio e São José, onde construiu diques, pontes, palácios 
e jardins; do João Maurício, que, de tão amado, teve o seu nome perpetuado através 
dos filhos das famílias mais ilustres da terra pernambucana; do João Maurício que 
fora chamado pelos contemporâneos de "Santo Expedito", o padroeiro das coisas 
impossíveis”. De acordo com relatos históricos e de biógrafos, Recife veio a 
exercer um fascínio todo especial ao conde João Maurício de Nassau, que passou 
a ser conhecido pelo apelido de "O Brasileiro". 
O Centro Universitário Maurício de Nassau – UNINASSAU está 
fundamentado em seu Regimento/Estatuto, Contrato Social da Mantenedora e pela 
Legislação Federal pertinente. 
No desenvolvimento de suas atividades educacionais, possibilita aos seus 
docentes, discentes e técnico-administrativos, oportunidade de participação em 
programas de melhoria das condições de vida da comunidade, assegurar meios para 
a realização de programas culturais, artísticos, cívicos e desportivos, estimular 
atividades de Educação Física e desportos e programas que visem à formação 
cívica, considerada indispensável para a criação de uma consciência de direitos e 
deveres do cidadão e do profissional. 
O Centro Universitário Maurício de Nassau - UNINASSAU oferece cursos 
de graduação (Bacharelados, Licenciaturas e Superiores de Tecnologia (CST), 
cursos de pós-graduação, cursos técnicos na modalidade presencial e à distância - 
nas diversas grande áreas do conhecimento. Conquistou amplo reconhecimento por 
parte dos alunos e da comunidade pernambucana. Com equipe de dirigentes (reitor, 
pró-reitores, diretores e coordenadores de curso), professores selecionados e 
colaboradores adequados e eficazes, foram implantados cursos de nível superior 
com diretrizes, tais como: metodologias de ensino que promovam o 
desenvolvimento de competências e habilidades requeridas na formação integral 
do educando e na sua formação para o trabalho, nas diversas carreiras de nível 
superior; planos de ensino que propiciem a integração, simultânea, entre teoria e 
prática; avaliação formativa e continuada da aprendizagem, minimizando as 
avaliações quantitativas centradas meramente na acumulação de informações de 
cunho teórico-doutrinário; o educando como centro do processo pedagógico, 
mediante a assistência e atendimento em todos os momentos de sua vida 
acadêmica, ao lado da oferta de ensino de qualidade, apoiado em um corpo de 
professores qualificados e em recursos metodológicos, bibliográficos e 
tecnológicos adequados; sistema organizacional que respeite as individualidades e 
harmonize a convivência acadêmica, em todos os níveis e categorias; integração 
do educando a comunidade social, por meio de programas e ações de iniciação 
científica e extensão, em parceria com organizações, empresas e instituições 
governamentais ou particulares, e convênios interinstitucionais para viabilizar a 
troca de experiências e de informações entre a comunidade acadêmica do Centro 
Universitário, a comunidade local e regional e organizações brasileiras e 
estrangeiras. 
São muitas as possibilidades socioeconômicas criadas no atual momento 
por que passa a sociedade nacional e local e regional. Como sempre, tais 
possibilidades precisam orientar-se a partir de referências científicas e culturais 
que abram novos horizontes de desenvolvimento autossustentado. Para tanto, as 
instituições de ensinodesempenham papel único e insubstituível, como, aliás, tem 
sido amplamente reconhecido pela sociedade brasileira. 
A Educação a Distância (EaD) no Brasil se desenvolveu por meio de 
iniciativas privadas e decretos governamentais, cumprindo uma trajetória que 
acompanha a introdução e o crescimento de cada tecnologia no país. Assim, a EaD 
passou, pela era do correio, do rádio e da televisão, e vive hoje a era da internet, 
tendo, em cada período, de acordo com suas circunstâncias, acumulado certa 
quantidade de erros e acertos, contradições e incoerências não de todo inesperadas, 
já que vivemos num país com dimensões continentais e com problemas estruturais 
no campo educacional. 
Atualmente, um novo desafio se coloca. A EaD tem representado um 
papel importante na expansão do ensino superior privado, pois tem sido utilizada 
para ampliar consideravelmente o número de alunos, baratear os custos e 
maximizar os lucros. E, pensando nisso, o Centro Universitário Maurício de 
Nassau - UNINASSAU estabeleceu uma filosofia educacional sob a égide da 
necessária identificação com os problemas que afligem as regiões brasileiras e, 
em especial, a Região Nordeste, conduzindo à formação de recursos humanos, 
seja na modalidade presencial ou à distância, conscientes da realidade 
socioeconômica do país. Assim, o Centro Universitário Maurício de Nassau - 
UNINASSAU nasceu com o compromisso de valorizar sua inserção regional em 
todos os cursos de graduação e nos cursos e programas de pós-graduação, 
presencial e à distância, por meio de atividades complementares, seminários, 
simpósios e eventos similares, para o desenvolvimento de estudos e pesquisas 
sobre as origens de Pernambuco, seus fundadores, líderes e o povo. 
 Atualmente, a Faculdade possui autorizados os seguintes cursos de 
graduação nas áreas de exatas, humanas, biológicas e da saúde. 
 
 
 
1.4. Missão Institucional 
A Uninassau busca continuamente tornar-se um centro de excelência em 
educação e ser reconhecida pela qualidade dos serviços que presta à sociedade, 
formando pessoas comprometidas com o desenvolvimento nacional e regional, com a 
preservação e divulgação da história do Estado e capacitadas para a pesquisa e 
possuidoras de postura profissional competente e ética. Busca estar respaldada pela 
missão institucional: 
Ser uma instituição educacional formadora de cidadãos competentes, 
qualificados e preparados para o mercado de trabalho, imbuídos de 
responsabilidade social e compromissados com a preservação da 
cultura nacional e com o desenvolvimento sociocultural do Brasil. 
Para cumprir a sua missão, a Instituição serve a comunidade, gerando 
conhecimentos e recursos importantes para os desenvolvimentos científicos, 
econômicos, profissionais, sociais e culturais, objetivando, principalmente, o bem-
estar da sociedade e a melhoria da qualidade de vida, sempre defendendo a expressão 
e o cumprimento da verdade. 
A oferta de cursos pela instituição auxilia no cumprimento à missão 
institucional, produzindo, sistematizando e disseminando o conhecimento, tornando a 
Educação Superior acessível a um número cada vez maior de cidadãos. A instituição 
tem como compromissos: 
 Levar à comunidade Educação Superior de elevada qualidade por meio de 
uma infraestrutura moderna e um corpo docente com titulação e experiência 
profissional relevante; 
 Promover o aperfeiçoamento e atualização dos docentes; 
 Desenvolver nos discentes o caráter investigativo, associando teoria à 
prática, na resolução de problemas e preparando-os para a contínua educação durante 
e após a graduação; 
 Promover atividades extensionistas para a comunidade, integradas à 
formação dos profissionais nas diversas áreas do saber; 
 Estimular a atividade de iniciação científica, preparando os discentes para a 
investigação das condições que prejudicam as sociedades humanas nos aspectos 
biológicos, sociais, econômicos e ambientais; 
 Formar profissionais éticos, dinâmicos e preocupados com os anseios da 
sociedade regional e nacional, de forma que possam contribuir para o desenvolvimento 
das ciências, da cultura e da melhoria da qualidade de vida para todos. 
Na era da informação e da globalização, é consenso o fato de que o 
desenvolvimento de um país está condicionado à qualidade da sua educação. No 
Brasil, o conhecimento é a maior esperança para se construir e consolidar uma 
sociedade mais justa e democrática. A instituição nasceu com a missão de contribuir 
para tal. Integrante de um sólido grupo de bem-sucedidos empreendimentos 
educacionais, é uma instituição de ensino superior dinâmica e inovadora. 
Para atender às exigências de um mundo em constante transformação, a 
instituição oferece/oferecerá cursos nas áreas das Ciências Humanas e Sociais 
Aplicadas, de Saúde, de exatas e de Tecnologia, com corpo docente e instalações 
adequadas para promover a integração entre ensino, pesquisa (iniciação científica) e 
extensão e formar lideranças acadêmicas, culturais, técnicas e políticas, 
principalmente, para a comunidade local regional. 
Assim, a instituição reúne uma feliz combinação de fatores: a modernidade de 
seu projeto educacional interdisciplinar, que valoriza a formação humanista, crítica e 
reflexiva; o envolvimento da sua equipe docente, composta por doutores, mestres e 
especialistas; e as avançadas instalações, que incluem salas de aula amplas, 
climatizadas e equipadas com aparelhos multimídia, além de biblioteca e laboratórios 
atualizados para a formação acadêmica do corpo discente. 
 
 
1.5. Finalidade 
A instituição nasceu para resgatar a história e para oferecer aos seus alunos, 
professores e funcionários a oportunidade de desenvolvimento integral, com a 
finalidade de: 
 Formar recursos humanos nas áreas de conhecimento em que atuarem, aptos 
para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da 
sociedade brasileira, promovendo ações para sua formação continuada; 
 Incentivar práticas investigativas, visando ao desenvolvimento da ciência e 
da tecnologia, da criação e difusão da cultura e o entendimento do homem e do meio 
em que vive; 
 Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos 
que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de 
publicações ou de outras formas de comunicação; 
 Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e 
possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão 
sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada 
geração; 
 Estimular o conhecimento dos problemas do mundo globalizado, e 
simultaneamente prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta 
uma relação de reciprocidade e 
 Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão 
das conquistas e benefícios da criação cultural e das práticas investigativas geradas na 
instituição. 
 
 
1.6. Objetivos e Metas 
 
A Uninassau tem por objetivo geral, em seus cursos de graduação e pós-
graduação, formar cidadãos e profissionais qualificados, compromissados com o seu 
desenvolvimento pessoal e profissional e com o crescimento socioeconômico da 
cidade, do Estado e de toda a Região. 
E ainda: 
a) capacitar profissionais em cursos e programas de pós-graduação, para a 
realização de atividades específicas, especialmente para a docência em nível superior; 
b) incentivar e apoiar a pesquisa e a produção acadêmica; 
c) realizar e incentivar atividades criadoras, estimulando vocações e 
organizando programas, particularmente vinculados às necessidades regionais e 
nacionais; 
d) propiciar a extensão do ensino à comunidade mediante cursos e serviços 
especiais, prestando colaboração constante na solução de seus problemas; 
e) oferecer condições para a realização de mestrado e doutorado do seu corpo 
docente;f) estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico; 
g) oferecer condições para capacitação e aperfeiçoamento do seu corpo social; 
h) cooperar com as comunidades local, regional e nacional, como organismo 
de consulta, assessoria e prestação de serviços a instituições de direito público ou 
privado, em matérias vinculadas aos seus fins e às suas atividades; 
i) divulgar conhecimentos culturais, científicos e técnicos através do ensino, de 
publicações ou de outras formas de comunicação; 
j) participar dos processos de preservação da memória cultural da cidade e do 
desenvolvimento socioeconômico do estado; 
m) oferecer serviços de qualidade, em todas as áreas em que atuar; 
l) manter intercâmbio com instituições congêneres, nacionais ou estrangeiras; 
e 
n) garantir a adequação da missão institucional da Faculdade às necessidades 
da sociedade. 
 
São metas da Instituição: 
a) aperfeiçoar os programas de pesquisa (Iniciação científica) e Monitoria; 
b) aperfeiçoar os Planos de Capacitação e Carreira Docente e Técnico-
Administrativo; 
c) estabelecer mais parcerias com instituições e empresas; 
d) ofertar mais cursos de pós-graduação e extensão; 
e) estimular a participação dos alunos, voluntariamente, em programas de 
responsabilidade social; 
f) avaliar, anualmente, o Plano de Desenvolvimento Institucional; 
g) estimular a participação dos docentes e discentes nos projetos e programas 
instituídos; 
h) avaliar, semestralmente, o desenvolvimento do projeto acadêmico em suas 
diversas manifestações: ensino, pesquisa, extensão e gestão; 
i) criar a revista científica institucional, dentre outros meios de divulgação de 
produções do conhecimento; 
j) manter a apuração de indicadores de desempenho que meçam a eficácia e a 
eficiência do segmento acadêmico. 
 
 
1.7. Responsabilidade Social 
 
Em consonância com as orientações nacionais acerca da função social das 
instituições de ensino superior no que diz respeito à inclusão dos cidadãos, a Instituição 
apoia o desenvolvimento de ações nesta área com o envolvimento de seus alunos, 
professores e funcionários. Essas ações são de caráter permanente ou eventual. 
Os cursos ofertados são/serão alicerçados nas demandas do setor produtivo, 
garantindo ao profissional qualificado o posto de trabalho e a inclusão social do jovem 
de vulnerabilidade social. 
Esta proposta atende a classe empresarial, tendo em vista que a empresa está 
contratando profissionais com competência adquirida por meio de um curso de 
qualificação. 
Paralelamente podemos afirmar que este trabalho, além de contribuir para a 
qualidade de vida do cidadão em questão, está ajudando na melhoria do quadro social 
do Estado e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico da região e do país. 
A responsabilidade social de uma instituição de educação superior reflete-se na 
forma de conduzir e gerenciar as suas funções (ensino/pesquisa/extensão). A IES 
socialmente responsável é aquela que possui a capacidade de ouvir os interesses das 
diferentes partes (alunos, professores, técnico-administrativos, prestadores de serviço, 
comunidade, governo e meio ambiente) e conseguir incorporá-los ao planejamento de 
suas atividades, buscando atender às demandas de todos, não apenas dos seus 
dirigentes e/ou mantenedores ou sócios. 
A Instituição tem como política de responsabilidade social o atendimento à sua 
comunidade acadêmica, com qualidade, ética, respeito e dignidade, estendendo este 
atendimento às comunidades sociais do seu entorno, da capital, e do Estado como um 
todo, vez que coloca à disposição destas, os benefícios da produção intelectual e 
cientifica dos seus professores e alunos. 
A responsabilidade social da Instituição, considerada especialmente no que se 
refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico 
e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do 
patrimônio cultural e à educação inclusiva é refletida na/o(s): 
 transferência de conhecimento e importância social das ações 
universitárias e impactos das atividades científicas, técnicas e culturais, 
para o desenvolvimento regional e nacional; 
 natureza das relações e parcerias com os setores público, produtivo, com 
o mercado de trabalho e com instituições sociais, culturais e educativas 
de todos os níveis; 
 ações voltadas ao desenvolvimento da democracia, promoção da 
cidadania, de atenção a setores sociais excluídos, políticas de ação 
afirmativa; 
 promoção de um clima organizacional que propicie o relacionamento 
fraterno e harmônico entre todos os segmentos da comunidade acadêmica 
e com a comunidade externa; 
 efetividade de programas de benefícios a professores e técnico-
administrativos, especialmente, por intermédio dos planos de capacitação 
de recursos humanos, de carreira docente e de cargos e salários; 
 concessão de bolsas de estudos, de trabalho, de iniciação científica, de 
extensão e de monitoria aos alunos que demonstrarem aptidão para essas 
tarefas, de acordo com a programação anual; 
 incentivo e apoio ao voluntariado. 
 
A Responsabilidade Social por estar inserida na busca pelo desenvolvimento 
sustentável trabalha a formação de profissionais, o desenvolvimento de suas pesquisas, 
a difusão de conhecimentos e na sua vocação regional e comunitária por meio de sua 
extensão universitária. A Responsabilidade Social engloba a sua gestão, os docentes, 
a extensão e a pesquisa, onde consequentemente traz resultados para a comunidade. 
As linhas de atuação do Programa de Responsabilidade Social se caracterizam por: 
 Inclusão social e assistência a setores ou grupos sociais; 
 Ações sociais e práticas pedagógicas; 
 Atendimento aos problemas prioritários da comunidade; 
 Em prol da educação das relações étnico-raciais e da história e cultura 
afro-brasileira e indígena; 
 Em prol dos Direitos Humanos; 
 Em prol da sustentabilidade ambiental; 
 Organização. 
 
No contexto das práticas institucionais socialmente responsáveis, a Instituição 
viabiliza e valoriza o fim a que todos buscam: a construção de um mundo melhor, 
próspero, socialmente justo e ambientalmente sustentável. 
 
1.7.1. Programas Institucionais de Financiamento de Estudos 
A Instituição consciente, todavia, da responsabilidade social de uma empresa 
educacional visa as seguintes diretrizes gerais de apoio e financiamento de estudos 
para alunos carentes: 
• Concessão de bolsas de estudos, entre 20% e 50% do valor da mensalidade; 
• Integração ao Programa FIES, do Ministério da Educação, financiado pela 
Caixa Econômica Federal; 
• Contatos com instituições financeiras interessadas em participar de um 
programa de financiamento próprio da IES, em até 40% das mensalidades, tendo 
similitude com o FIES; 
• Integração ao Educred, PraValer e Educa mais Brasil; 
• Integração ao PROUNI 
 
1.7.2. Relações e Parcerias com a Comunidade e Instituições 
A instituição desenvolve parcerias com a comunidade social, mediante 
convênios, acordos e contratos, para a implantação e desenvolvimento de: 
 Estágios curriculares e extracurriculares para os alunos de cursos; 
 Práticas investigativas, serviços e cursos de extensão; 
 Atividades complementares; 
 Parcerias para a interação teoria-prática; 
 Atividades culturais, sociais, desportivas e científicas; 
 Realização de congressos, seminários, simpósios e eventos similares, para 
interação entre a comunidade acadêmica e comunidade social; 
 Projetos comunitários. 
 
1.7.3. Inclusão Social e Educação Inclusiva (Política de Acessibilidade) 
A instituição assume que as diferenças humanas são diversas e que, como 
consequência desse pressuposto, a aprendizagem deve ser adaptada às necessidades do 
educando, em vez de o educando se adaptar ao processo de aprendizagem. Uma 
pedagogia centrada no educando atende aos objetivos institucionais e está aptoa lidar 
com as diferenças, beneficiando a sociedade como um todo. A experiência tem 
demonstrado que tal pedagogia pode reduzir consideravelmente a taxa de desistência 
e repetência e ao mesmo tempo garantir índices médios mais altos de rendimento 
escolar. 
Uma pedagogia que tenha como foco o educando pode impedir o desperdício de 
recursos e o enfraquecimento de esperanças, tão frequentemente presentes nos 
programas de educação de baixa qualidade, calcada na mentalidade educacional de 
que “um tamanho serve a todos”. A inclusão e a participação são essenciais à dignidade 
humana e ao pleno exercício da cidadania. Dentro do campo da educação, isso se 
reflete no desenvolvimento de estratégias que procuram promover a genuína 
equalização de oportunidades. 
A educação inclusiva proporciona um ambiente favorável à aquisição de 
igualdade de oportunidades e participação total dos portadores de necessidades 
especiais no processo de aprendizagem. O sucesso delas requer um esforço claro, não 
somente por parte dos professores e dos profissionais da educação, mas também por 
parte dos colegas, pais, famílias e voluntários. 
A educação inclusiva deve responder às necessidades diversas do educando, 
acomodando diferentes estilos e ritmos de aprendizagem e assegurando uma educação 
de qualidade para todos, por meio de metodologias de ensino apropriadas, arranjos 
organizacionais, uso de recursos diversificados e parceria com as organizações 
especializadas. 
Atenta à sua responsabilidade social e aos indicadores e padrões de qualidade, 
estabelecida pelo Ministério da Educação nos manuais de avaliação institucional e das 
condições de ensino, a IES pode adotar as seguintes políticas para os portadores de 
necessidades especiais: 
I. Para pessoas com deficiência auditiva (surdez ou baixa audição): 
a) acompanhar os alunos com deficiência auditiva nas dificuldades de 
aprendizagem; 
b) adotar flexibilidade na correção de provas escritas, valorizando o conteúdo 
semântico; 
c) apresentar na forma digital, caso não seja possível, na forma escrita o conteúdo 
ministrado; 
d) escrever na lousa informações importantes como: data, horário, matéria das 
provas, adiantamento das mesmas e trabalhos, até mesmo a ausência do professor; 
e) estimular o bibliotecário a multiplicar a capacitação em LIBRAS para os seus 
auxiliares; 
f) falar devagar e suavemente, ao ritmo natural e nunca gritar; 
g) providenciar a contratação de intérprete de LIBRAS; 
h) fazer o repasse da legislação vigente e recomendações do MEC acerca de 
avaliações e trato com o aluno com necessidades especiais na área de auditiva em sala 
de aula; 
i) permitir o uso de dicionário durante a realização de avaliações; 
j) promover reuniões com professores para esclarecimento das especificidades 
envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos com necessidades 
especiais; 
k) recursos informatizados (equipamento e software). 
 
II. Para pessoas com deficiência visual (cegueira ou baixa visão): 
a) combinar com o aluno a melhor forma de elaboração dos instrumentos de 
avaliação, o tamanho de letra, o espaço entre as linhas e as palavras, ao digitar no 
quadro ou nas questões das provas; 
b) descrever oralmente, em pormenor, o que pretende que se faça; 
c) disponibilizar, quando necessário, alunos ledores para cegos; 
d) estar ciente de que é mais lenta a leitura e a escrita em Braille do que a escrita 
comum; 
e) fazer uso da avaliação oral, caso seja necessário; 
f) indicar com precisão, o lugar exato usando termos como: à sua frente, em cima, 
etc., ao invés de “ali”, “aqui”; 
g) ler em voz alta o que escrever na lousa para que o aluno cego possa tomar 
notas e acompanhar o raciocínio; 
h) fazer a orientação periódica aos professores das disciplinas cursadas pelos 
alunos no sentido de contextualizar suas potencialidades e possíveis limitações; 
i) permitir ao aluno gravar suas aulas; 
j) promover reuniões com professores para esclarecimento das especificidades 
envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos com necessidades 
especiais; 
k) solicitar a um aluno vidente que caminhe com o colega cego pela sala, 
fazendo-lhe notar as carteiras, mesa do professor, a lousa e outras referências, até que 
ele seja capaz de andar sozinho; 
l) reservar um lugar na 1ª fila sem que tenha luz na frente; 
m) ter o cuidado de apresentar DVD dublados; 
n) ter o cuidado de verbalizar o material escrito, quando usar, o projetor 
multimídia; 
o) recursos informatizados (equipamento e software); 
p) piso tátil; 
q) sinalização em Braille. 
 
III. Para pessoas com pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida: 
a) eliminação de barreiras arquitetônicas para circulação do estudante, 
permitindo o acesso aos espaços de uso coletivo; 
b) reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades das unidades de 
serviços; 
c) rampas com corrimãos ou colocação de elevadores, facilitando a circulação de 
cadeira de rodas; 
d) portas e banheiros com espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira de 
rodas; 
e) barras de apoio nas paredes dos banheiros; 
f) lavabos e bebedouros em altura acessível aos usuários de cadeira de rodas; 
g) espaços adequados às necessidades especiais nas salas de aulas, laboratórios 
gerais e específicos dos cursos e biblioteca. 
h) recursos informatizados (equipamento e software); 
i) piso tátil. 
 
IV. Para pessoas com deficiência mental: 
a) adaptar os critérios regulares da avaliação, caso seja necessário; 
b) introduzir atividades alternativas além das planejadas pela turma; 
c) levar ao aluno a aprender os conteúdos de maneira mais ajustada às suas 
condições individuais; 
d) modificar o nível de complexidade para determinados objetivos e conteúdos; 
e) oferecer cursos de nivelamento; 
f) orientar periodicamente os professores das disciplinas cursadas pelos alunos 
no sentido de contextualizar suas potencialidades e possíveis limitações. 
g) promover reuniões com professores para esclarecimento das especificidades 
envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos com necessidades 
especiais; 
h) valorizar a permanência deste aluno com os colegas e grupos que favoreçam 
o seu desenvolvimento, comunicação autonomia e aprendizagem. 
 
Para os professores e pessoal técnico, visa disponibilizar o programa de 
capacitação para a educação inclusiva, constando, especialmente, da oferta de: 
a) informações sobre os portadores de necessidades especiais; 
b) cursos, seminários ou eventos similares, ministrados por especialistas; 
c) cursos para o entendimento da linguagem dos sinais; 
d) seminários ou eventos similares sobre relações pessoais e atendimento. 
 
Para a comunidade social dispor-se-á de: 
a) campanhas de sensibilização e de motivação para a aceitação das diferenças; 
b) parcerias com as corporações profissionais e com as entidades de classe 
(sindicatos, associações, federações, confederações etc.) com o objetivo de promover 
ações integradas Escola/Empresa/ Sociedade civil organizada para o reconhecimento 
dos direitos dos portadores de necessidades especiais como direitos humanos 
universais; 
c) integração Escola/Empresas para a oferta de estágios profissionais com 
adequadas condições de atuação para os portadores de necessidades especiais. 
 
A instituição está implantando o Núcleo de Acessibilidade que tem como objeto 
principal o cuidado da Instituição com as questões relacionadas à inclusão educacional 
na perspectiva da responsabilidade social, favorecendo o cumprimento de princípios 
que promovam o acesso, a permanência e a participação dos discentes. O Núcleo de 
Acessibilidade possui regulamento próprio que está anexo a este projeto pedagógico. 
Considerando a legislação vigente em relação à pessoa com deficiência, a 
Política de Acessibilidade na instituição, obedece aos seguintes princípios: 
I - desenvolvimento de ação conjunta entre IES - Sociedade Civil, demodo a 
assegurar a plena integração da pessoa com deficiência no espaço físico, no contexto 
socioeconômico e cultural da IES; 
II – igualdade de direitos no acesso ao atendimento, sem discriminação de 
qualquer natureza, garantindo-se a equivalência às pessoas com deficiência; 
III- estabelecimento de mecanismos e instrumentos legais e operacionais que 
assegurem às pessoas com deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos no 
âmbito da IES, que, decorrentes da Constituição e das Leis, propiciam o seu bem-estar 
pessoal, social e econômico; 
IV - respeito às pessoas com deficiência, que devem receber igualdade de 
oportunidades na IES por reconhecimento dos direitos que lhes são assegurados, sem 
privilégios ou paternalismos; 
V – a formulação, implementação e manutenção das ações de acessibilidade 
atendem as premissas básicas, priorizando as necessidades, a programação em 
cronograma e a reserva de recursos para a implantação das ações que atendam às 
necessidades das pessoas com deficiência; 
VI - o planejamento, de forma continuada e articulada, entre os setores 
envolvidos; 
VII - garantia de atendimento prioritário às pessoas com deficiência - cabe aos 
órgãos e às entidades do Poder Público assegurar à pessoa com deficiência o pleno 
exercício de seus direitos básicos, inclusive dos direitos à educação, à saúde, ao 
trabalho, ao desporto, ao turismo, ao lazer, à previdência social, à assistência social, 
ao transporte, à edificação pública, à habitação, à cultura, ao amparo à infância e à 
maternidade, e de outros que, decorrentes da Constituição e das leis, propiciem seu 
bem-estar pessoal, social e econômico. 
Os cursos, programas de educação superior e os projetos de extensão da IES na 
cidade e na circunvizinhança, ampliam a responsabilidade social institucional. 
Assim, a instituição contribui, ainda, para a redução das desigualdades sociais e 
regionais ao gerarem novos empregos, diretos (professores e pessoal técnico-
administrativo) e indiretos (papelarias, livrarias, lanchonetes, etc.). 
 
1.7.4. Políticas de Educação Ambiental 
As Políticas de Educação Ambiental, em conformidade a legislação em vigor e 
com os princípios e objetivos da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) da 
instituição foi pensado para ser desenvolvido como um instrumento estratégico de 
gestão e educação. Estratégico por dois grandes motivos: primeiro, por sua 
transversalidade, incluindo e integrando as contribuições dos diversos atores da 
comunidade acadêmica e da sociedade; e, segundo, pelo aprofundamento das questões 
próprias da área, ambas voltadas para o aperfeiçoamento da educação ambiental na 
Instituição. 
Entende-se por Educação Ambiental os processos permanentes de aprendizagem 
e formação individual e coletiva para reflexão e construção de valores, saberes, 
conhecimentos, habilidades, atitudes e competências, visando à melhoria da qualidade 
da vida e uma relação sustentável da sociedade humana com o ambiente que a integra. 
A Educação Ambiental é um componente essencial e permanente da educação de 
forma articulada e continuada, em todos os níveis e modalidades dos processos 
educativos: formal e não formal. É também um componente essencial e permanente 
da Política Nacional de Meio Ambiente, devendo estar presente de forma articulada 
em todos os níveis e modalidades dos processos de gestão ambiental. 
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/110259/lei-da-educacao-ambiental-lei-9795-99
O objetivo destas Políticas é realizar, orientar e fortalecer ações de educação 
ambiental na sua rica e complexa diversidade, bem como subsidiar todo e qualquer 
futuro projeto, ação ou programa implantado na IES. 
Em sintonia com a Política Nacional de Educação Ambiental, as políticas estão 
pautadas nas diretrizes da educação ambiental que orientam uma execução com ênfase 
na comunicação, transversalização e avaliação, consideradas eixos estruturantes para 
a elaboração de ações, programas e projetos de educação ambiental. 
As diretrizes para a Educação Ambiental na IES, dentre outras, são: 
 a equidade social, envolvendo os diversos grupos sociais que compõem 
a comunidade acadêmica da IES, de forma justa, participativa e 
democrática nos processos educativos; 
 a vinculação entre a ética, a educação, o trabalho e as práticas sociais; 
 a solidariedade e a cooperação entre os indivíduos na troca de saberes em 
busca da preservação de todas as formas de vida e do ambiente que 
integram; 
 a corresponsabilidade e o compromisso individual e coletivo no 
desenvolvimento de processos de ensino e aprendizagem voltados à 
sustentabilidade; 
 os enfoques humanísticos, holísticos, democráticos e participativos; 
 o respeito e a valorização à diversidade, ao conhecimento tradicional e à 
identidade cultural; 
 a reflexão crítica sobre a relação entre indivíduos, sociedade e ambiente; 
 a contextualização do meio ambiente considerando as especificidades 
locais, regionais, territoriais, nacionais e globais e a interdependência 
entre o meio natural, o socioeconômico e o cultural, sob o enfoque da 
sustentabilidade; 
 a sustentabilidade como garantia ao atendimento das necessidades das 
gerações atuais, sem comprometimento das gerações futuras, valorizadas 
no processo educativo; 
 a dialógica, como abordagem para a construção do conhecimento, 
mantendo uma relação horizontal entre educador e educando, com vistas 
à transformação socioambiental; 
 o pluralismo de ideias e concepções pedagógicas, na perspectiva da multi, 
inter, transdisciplinaridade e até mesmo a transinstitucionalidade. 
As ações para a Educação Ambiental são definidas em calendário específico 
desenvolvido no âmbito dos cursos de graduação com a participação dos Núcleos 
Docentes Estruturantes - NDEs e dos Conselhos de Cursos e, subsequente, aprovação 
do Conselho Superior. A instituição possui sua política de Educação Ambiental 
normatizada em forma de regulamento próprio. 
 
1.7.5. Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e 
Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena 
Educar significa, dentre outros aspectos, reconhecer a realidade exterior ao 
ambiente escolar. Significa admitir que os modelos econômico e social aos quais 
estamos atrelados interferem nas concepções de homem e de mundo e nas relações 
interpessoais. Portanto, a prática docente deve trazer em seu bojo inúmeras questões 
não só de ordem metodológica, mas antes disso, questões ideológicas e psicossociais. 
Nesse caso, a identificação de práticas de discriminação racial no contexto da 
educação representa a necessidade de uma análise ampla da questão e a urgência em 
desvelar o discurso pedagógico que mesmo indicado a linha da igualdade, sustenta 
ações que lhe são contraditórias. Essa abordagem, por ser diferenciada, vem contribuir 
para a identificação das formas pejorativas de construção das imagens e autoimagens 
de negros, afros e índios, o que certamente exerce influência nas formas de 
relacionamento interpessoal e intergrupal. 
A existência de um currículo mono cultural, que ignora a identidade cultural do 
povo negro, afro ou indígena e perpetua uma espécie de escravidão mental, é a 
revelação de uma das principais falácias em que está alicerçada a educação brasileira. 
Assim sendo, podemos afirmar a existência de um não racismo de ocasião, explicitado 
em ações equivocadas que, por serem pontuais, não representam provocações 
suficientes na luta pela conquista de espaços travada há tempos pela comunidade 
negra, afro ou indígena. 
Se por um lado há um notável avanço na implementação de políticas públicas de 
caráter étnico-racial no Brasil, não podemos perder de vista as inúmeras dificuldades 
enfrentadas para a operacionalização de tais medidas legais. A esse respeito, 
consideramos o contexto da formação docente que – seja em nível universitário ou no 
espaço das redes de ensino - geralmente indicaum silenciamento a respeito das 
questões relativas à diversidade étnico-racial e à afirmação da cultura afro-brasileira, 
indígena e africana. Tal lacuna emperra as possibilidades de abordagem pedagógica 
da questão racial, assim como o enfrentamento de situações de racismo na escola. 
É por tratar tais questões como fundamentais que a IES contempla a Educação e 
Relações Étnico-raciais nos conteúdos disciplinares nos currículos de seus cursos, bem 
como nas atividades complementares, como forma de contribuir para desvelar o 
discurso pedagógico, buscando levantar e analisar as representações sociais sobre os 
negros, afrodescendentes e índios na sociedade brasileira e seus reflexos no contexto 
escolar. 
 
1.7.6. Educação em Direitos Humanos 
As discussões sobre a Educação em Direitos Humanos eclodiram na década de 
1980, no seio dos movimentos sociais que não só lutavam por educação, mas também 
por outros direitos sociais como saúde, moradia, luta pela terra e outros direitos de 
natureza similar. 
O Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos incorpora o princípio do 
empedramento dos grupos sociais, entendido como um conhecimento experimentado 
sobre os mecanismos que podem melhor defender e garantir os Direitos Humanos. 
Trabalhar a dimensão ética da Educação em Direitos Humanos implica na 
promoção da educação para a cidadania ativa; construção de uma prática educativa 
dialógica, participante e democrática, compromissada com a construção de uma 
sociedade que tenha por base a afirmação da dignidade de toda pessoa humana. 
Os educadores, promotores e defensores de direitos, partem do princípio de que 
a defesa do direito é necessária à promoção da justiça. A Educação em Direitos 
Humanos não pode ficar indiferente à violação de direitos e ao sofrimento do povo. 
Os educadores a partir do momento que se propõem à tarefa de educar estão se 
assumindo como promotores e defensores de direitos. É preciso desenvolver no 
profissional da educação, seja na sua formação inicial ou continuada, a compreensão 
da natureza singular do direito à educação como um Direito Humano, que promove o 
acesso a outros direitos e à importância do seu papel na garantia desses direitos. 
Portanto, são inseridos nas estruturas curriculares dos cursos ofertados na IES, 
as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme 
a determinação da Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012. 
 
1.7.7. Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista 
A instituição visa realizar, sempre que necessário, práticas educacionais que 
favoreçam a adaptação dos indivíduos na vida social, diminuindo o sofrimento de suas 
famílias, e capacitação de profissionais especializados para atender esta comunidade 
e, assim, cumprir as exigências determinadas na Lei nº 12764/2012, referente aos 
direitos da Pessoa com transtorno do Espectro Autista ou qualquer outro tipo de 
deficiência. Ações, como: 
a) constituir uma equipe multidisciplinar para avaliar e desenvolver um programa 
de intervenção orientado a satisfazer as necessidades particulares a cada indivíduo, a 
orientação familiar, processos psicoeducacionais e a intervenção na comunicação; 
b) aprimorar a formação de profissionais e estudantes das áreas de educação, 
saúde e social, que podem ser envolvidos no atendimento de indivíduos com 
diagnóstico do espectro do autismo; 
c) discutir as possibilidades de como realizar um trabalho acadêmico, tanto na 
classe comum como no atendimento educacional especializado, identificando as 
características desse alunado; 
d) divulgar o conhecimento científico e práticas clínicas e educacionais que 
possam contribuir com a melhoria da qualidade de vida de indivíduos com diagnóstico 
de TEA. 
A IES possui a Política de Acessibilidade Acadêmica aos Portadores do 
Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e da Síndrome de Asperger. 
 
 
1.8. Áreas de Atuação 
 
A instituição orienta suas ações para ensino, pesquisa (iniciação científica) e a 
extensão, oferecendo ao aluno uma diversidade de projetos e programas 
complementares a fim de capacitá-lo plenamente para o exercício profissional e da 
cidadania, justificado pela necessária identificação com os problemas que afligem o 
Estado e a Região. Isto exige a formação de pessoas comprometidas com a realidade 
socioeconômica da região em que certamente atuarão. Em cumprimento à sua Missão, 
a IES atua/atuará: 
 
1. No Ensino - na Graduação (Bacharelado e Licenciatura), nas áreas: Ciências 
Biológicas e Saúde, Ciências Sociais Aplicadas, Engenharias e Tecnologia e Ciências 
Humanas. Na Graduação Tecnológica (Cursos Superiores de Tecnologia), nos eixos 
tecnológicos: Ambiente e Saúde, Apoio Escolar, Controle e Processos Industriais, 
Gestão e Negócios, Hospitalidade e Lazer, Informação e Comunicação, Infraestrutura, 
Militar, Produção Alimentícia, Produção Cultural e Design, Produção Industrial, 
Recursos Naturais e Segurança. Na Pós-Graduação: os cursos de especialização (lato 
sensu), promovendo ações diversificadas e integrando os processos de ensino, pesquisa 
e extensão, a fim de capacitar o aluno para o pleno exercício profissional e da 
cidadania. 
 
2. Na Iniciação à Pesquisa - a instituição possui o Programa de Iniciação à 
Pesquisa Científica e Tecnológica que demonstra outra forma de atuação acadêmica 
da IES e promove a sistematização e institucionalização da iniciação científica, 
intensificando a interação docente-discente na prática investigativa e fortalecendo a 
mentalidade científica entre os alunos. 
No sentido de expandir a iniciação científica para novas áreas de conhecimento, 
a instituição promove ações multidisciplinares para identificar as novas vocações a 
serem desenvolvidas, tais como o desenvolvimento de pesquisas em parcerias com 
financiadores de bolsas de pesquisas, através de convênios com instituições nacionais 
e internacionais nas áreas de novos conhecimentos. 
 
3. Na Extensão – oferta de atividades que propiciam ao acadêmico a 
possibilidade de vivenciar a relação ensino/aprendizagem a partir da interlocução com 
os problemas da sociedade, através de cursos para comunidade, promoção de eventos 
culturais e atuação em trabalhos assistenciais, junto às populações em situação de 
vulnerabilidade social. 
 
 
2. CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL E EDUCACIONAL 
 
2.1. A Região 
 
O Brasil tem uma população estimada em 201.032.714 habitantes, de acordo com 
o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Região Nordeste é uma das 
cinco regiões do Brasil definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 
(IBGE) em 1969. 
A Região Nordeste foi o berço da colonização portuguesa no país, devido ao 
descobrimento e a posterior colonização exploratória, que consistia, em suma, na 
extração pau-brasil, cuja tinta da madeira era utilizada para tingir as roupas da nobreza 
europeia. Com a criação das capitanias hereditárias, foi fundada a Vila de Olinda, e, 
anos mais tarde, deu-se o início da construção da primeira capital do Brasil, Salvador, 
em 1549. O Nordeste foi também o centro financeiro do Brasil, uma vez que a 
Capitania de Pernambuco foi o principal centro produtivo da colônia e Recife a cidade 
de maior importância econômica. 
 
 
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%B5es_do_Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Brasileiro_de_Geografia_e_Estat%C3%ADstica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Coloniza%C3%A7%C3%A3o_do_Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Descobrimento_do_Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%B4nia_de_explora%C3%A7%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Caesalpinia_echinata
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nobreza
http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa
http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitanias_heredit%C3%A1rias
http://pt.wikipedia.org/wiki/Olinda
http://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_%28Bahia%29
http://pt.wikipedia.org/wiki/1549
http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitania_de_Pernambucohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Recife
É a região brasileira que possui o maior número de estados (nove no total): 
Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte 
e Sergipe. 
Em função de suas diferentes características físicas, a região é dividida em 
quatro sub-regiões: meio-norte, sertão, agreste e zona da mata, tendo níveis muito 
variados de desenvolvimento humano ao longo de suas zonas geográficas. 
Em comparação com as outras regiões brasileiras, tem a segunda maior 
população, o terceiro maior território, o segundo maior colégio eleitoral (38.269.533 
eleitores em 2014), o IDH médio de 0.659 (2010) e o terceiro maior PIB (2011). 
A área do Nordeste brasileiro é de 1.561.177,8 km², equivalente a 18,26% do 
território nacional e é a região que possui a maior costa litorânea. A região possui os 
estados com a maior e a menor costa litorânea, respectivamente Bahia, com 932 km 
de litoral e Piauí, com 60 km de litoral. A região toda possui 3338 km de praias. 
 
 
 
 
Segundo dados do IBGE, a região possui mais de 49 milhões de habitantes, quase 
30% da população brasileira. É a segunda região mais populosa do país, atrás apenas 
da região Sudeste. É também a terceira região quanto à densidade demográfica, 
contando com 32 habitantes por quilômetro quadrado. As maiores cidades nordestinas, 
em termos populacionais, são: Salvador, Fortaleza, Recife, São Luís, Natal, Teresina, 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alagoas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cear%C3%A1
http://pt.wikipedia.org/wiki/Maranh%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Para%C3%ADba
http://pt.wikipedia.org/wiki/Piau%C3%AD
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pernambuco
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Norte
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergipe
http://pt.wikipedia.org/wiki/Meio-norte
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sert%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Agreste
http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_da_mata
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rea
http://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%A9gio_eleitoral
http://pt.wikipedia.org/wiki/Litoral
http://pt.wikipedia.org/wiki/IBGE
http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Sudeste_do_Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Popula%C3%A7%C3%A3o_residente
http://pt.wikipedia.org/wiki/Quil%C3%B4metro_quadrado
http://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_%28Bahia%29
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fortaleza
http://pt.wikipedia.org/wiki/Recife
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Lu%C3%ADs_%28Maranh%C3%A3o%29
http://pt.wikipedia.org/wiki/Natal_%28Rio_Grande_do_Norte%29
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teresina
Maceió, João Pessoa, Feira de Santana, Jaboatão dos Guararapes, Aracaju, Olinda, 
Campina Grande, Caucaia, Paulista, Vitória da Conquista, Caruaru, Petrolina, 
Mossoró, Juazeiro do Norte, Itabuna e Juazeiro, todas com mais de duzentos mil 
habitantes. 
Assim como acontece em todo o território brasileiro, a população nordestina é 
mal distribuída. Cerca de 60,6% dela fica concentrada na faixa litorânea e nas 
principais capitais. No sertão e interior, os níveis de densidade populacional são mais 
baixos, principalmente por causa do clima semiárido. Ainda assim, a densidade 
demográfica no semiárido nordestino é uma das mais altas do mundo para esse tipo de 
área climática. 
De acordo com os dados do IBGE, 71,5% da dos nordestinos estão em áreas 
urbanas. A urbanização do Nordeste foi mais lenta em relação ao resto do país, mas se 
acelerou nas últimas décadas. 
Todas as capitais da Região Nordeste possuem região metropolitana (RM), com 
exceção de Teresina, que possui região integrada de desenvolvimento econômico 
(RIDE), por abrigar municípios de diferentes unidades federativas. Além das capitais, 
outras áreas metropolitanas figuram no interior. As regiões metropolitanas mais 
antigas são as de Recife, Salvador e Fortaleza são também as mais populosas. 
 
 
Municípios mais populosos da Região Nordeste 
 
Dados do IBGE confirmam a Região Metropolitana do Recife como a mais 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Macei%C3%B3
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Pessoa
http://pt.wikipedia.org/wiki/Feira_de_Santana
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jaboat%C3%A3o_dos_Guararapes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aracaju
http://pt.wikipedia.org/wiki/Olinda
http://pt.wikipedia.org/wiki/Campina_Grande
http://pt.wikipedia.org/wiki/Caucaia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulista_%28Pernambuco%29
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vit%C3%B3ria_da_Conquista
http://pt.wikipedia.org/wiki/Caruaru
http://pt.wikipedia.org/wiki/Petrolina
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mossor%C3%B3
http://pt.wikipedia.org/wiki/Juazeiro_do_Norte
http://pt.wikipedia.org/wiki/Itabuna
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http://pt.wikipedia.org/wiki/IBGE
http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Recife
populosa do Nordeste Brasileiro, a quinta do Brasil e a 107ª do mundo. A Região 
Metropolitana de Salvador caiu uma colocação na classificação regional e nacional, 
sendo ultrapassada pela Região Metropolitana de Fortaleza; esta passa a ocupar a 
segunda posição no Nordeste, a sexta do Brasil e a 108ª do mundo. 
Para a formação do povo nordestino participaram três grupos étnicos: o indígena, 
o branco e o negro. A miscigenação étnica e cultural desses três elementos foi o pilar 
para a composição da população do Nordeste. Em média a população é composta de 
71% pardos, negros ou índios e 29% de brancos. 
Infelizmente, dados estatísticos e antropológicos apontam etnia e status 
socioeconômico como sistemas de desigualdade relacionados, com uma considerável 
sobreposição entre etnia e posição socioeconômica. Tal fato gera, consequentemente, 
uma relação com o grau de escolaridade alcançado por seus membros, num sistema 
que evidentemente desfavorece as “minorias” no âmbito nacional, o que no NE na 
verdade corresponde a maior parcela da população. Sendo, que esta desigualdade de 
acesso devido, entre outros fatores, a composição étnica fica evidente na área 
educacional, com a segregação de grupos e, principalmente, diferenças de acesso a 
educação superior. 
E as desigualdades não param por aí, segundo especialista, acreditava-se que o 
menor desenvolvimento nordestino em relação às demais regiões do Brasil ocorreu 
devido a todo processo de industrialização bem como os ciclos da economia 
exportadora terem se dado primeiramente no Sudeste. Acreditava-se ainda que com 
industrialização se eliminasse as desigualdades regionais, com a ideia de implantar 
Polos industriais no Nordeste. O Nordeste se industrializou, mas não se resolveram os 
problemas: as desigualdades. O Nordeste é o maior problema regional do País. 
Investimentos na industrialização e em programas para reduzir a desigualdade, 
segundo especialistas, devem ser colocados maciçamente em educação. Se isso for 
feito, com 50 ou 100 anos, serão eliminadas as desigualdades regionais. 
Segundo os indicadores do ENADE, duas universidades nordestinas estão entre 
as 20 melhores do país em 2012, na 15ª e 18ª posições, respectivamente. O Scimago 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_de_Salvador
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http://pt.wikipedia.org/wiki/ENADE
http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Estadual_de_Feira_de_Santana
http://pt.wikipedia.org/wiki/2012
Institutions Ranking (SRI) 2012 mostra a Universidade Estadual de Feira de Santana 
na 181ª posição no ranking Ibero-americano entre as 1.401 instituições de ensino 
superior, e na 118ª posição no ranking de universidades da América Latina e Caribe 
no índice de produção científica. 
A Região Nordeste foi a segunda região do Brasil em número de escolas entre as 
entre as 20 melhores do ENEM 2009 ao lado da Região Centro-Oeste: foram 4 escolas 
de cada uma destas duas regiões. 
Segundo dados do Ministério da Educação as taxas de escolarização significativa 
da expansão do acesso a educação superior passaram de 15,1% para 26,7% a bruta e a 
líquida de 8,9% para 14,4%. No entanto, o Plano Nacional de Desenvolvimento da 
Educação – PNDE estabelecia inicialmente o provimento da oferta de educação 
superior a, pelo menos, 30% desta população. Ou seja, apesar do avanço, o salto 
projetado pelo PNDE 2011-2020 precisará alcançar uma elevação da taxa bruta para 
50% e da líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, o que para o Brasil já é 
desafiador, imagine no NE. 
 
 
 
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ibero-americano
http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_Latina
http://pt.wikipedia.org/wiki/Caribe
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_escolas_com_as_maiores_notas_no_ENEM
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Centro-Oeste
Para se entender o contexto educacional que está inserido o NE, segundo dados 
do IBGE concluíram o ensino médio mais de 2 milhões de jovens e, portanto, poderiam 
iniciar estudos na educação superior. No entanto, os dados mostram que apenas pouco 
mais de 460 mil iniciaram seus estudos na rede de educação superior no NE. 
A economia do Nordeste do Brasil foi a base histórica do começo da economia 
do Brasil, já que as atividades em torno do pau-brasil e da cana-de-açúcar 
predominaram e foram iniciadas no Nordeste do Brasil. O Nordeste foi a região mais 
rica do país até meados do século XVIII. 
A Região Nordeste é, atualmente, a terceira maior economia do Brasil entre as 
grandes regiões. Sua participação no Produto Interno Bruto brasileiro foi de 13,4% em 
2011, após a Região Sul (16,2% de participação no PIB) e à frente da Região Centro-
Oeste (9,6% de participação no PIB). Ainda assim, é a região com o mais baixo PIB 
per capita. A distribuição de renda nessa região melhorou significativamente na década 
de 2000: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 
2009, a renda média no Nordeste sofreu um aumento real (já descontada a inflação) de 
28,8% entre 2004 e 2009, passando de R$ 570 para R$ 734. Entre 2008 e 2009, o 
incremento foi de 2,7%. Foi a região que apresentou o maior incremento no salário 
médio do trabalhador nesse período. 
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_do_Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_do_Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pau-brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cana-de-a%C3%A7%C3%BAcar
http://pt.wikipedia.org/wiki/2011
http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Sul_do_Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Centro-Oeste_do_Brasil
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http://pt.wikipedia.org/wiki/PIB_per_capita
http://pt.wikipedia.org/wiki/PIB_per_capita
 
 
Em 2011 seu PIB nominal era de R$ 555,3 bilhões, superando o de países como 
Chile, Singapura e Portugal; e seu PIB nominal per capita, de R$ 10.379,55, superando 
o de países como Ucrânia, Tailândia e China. 
As maiores economias da Região Nordeste são, respectivamente, Bahia, 
Pernambuco e Ceará, estados que concentram, juntos, 8,5% do PIB nacional. Já os 
estados nordestinos com maior PIB per capita são Sergipe, Pernambuco, Bahia e Rio 
Grande do Norte, seguidos por Ceará, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Piaui. 
Em 2011, Ipojuca, em Pernambuco, era o município com maior PIB per capita 
da Região Nordeste, com R$ 116.198,31, além de décimo sexto do Brasil. Outros 
municípios nordestinos também figuravam entre os 100 com maior PIB per capita do 
país, como Guamaré-RN, São Francisco do Conde-BA, Cairu-BA e Candeias-BA. Em 
contrapartida, no Nordeste também está localizada a cidade com o terceiro menor PIB 
http://pt.wikipedia.org/wiki/2011
http://pt.wikipedia.org/wiki/Chile
http://pt.wikipedia.org/wiki/Singapura
http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Cairu
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Candeias
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia
per capita do Brasil: São Vicente Ferrer, no Maranhão, com R$ 2.679,66. Os 56 
municípios de menor PIB per capita (que correspondem a 1,0% dos 5.570 municípios 
do país) tinham PIB per capita inferior a R$ 3.492,99 e estavam localizados em seis 
estados: Maranhão (19), Alagoas (7), Piauí (7), Bahia (6) e Ceará (1), na Região 
Nordeste; e Pará (16), na Região Norte. Entre os estados nordestinos, apenas Rio 
Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Sergipe não possuem município com PIB per 
capita inferior a R$ 4.000,00. 
Os principais polos médicos da Região Nordeste são as cidades de Recife, 
Salvador e Fortaleza. 
Dentre os principais hospitais de Recife está o Hospital da Restauração, maior 
emergência pública e mais complexo serviço de urgência e trauma do Norte-Nordeste, 
recebendo pacientes de todo o estado e de estados vizinhos. O Hospital da Restauração, 
referência nas áreas de trauma, neurocirurgia, neurologia, cirurgia geral, clínica 
médica e ortopedia, possui 482 leitos registrados no Ministério da Saúde (MS), mas, 
incluindo os extras, funciona com um total de 723 leitos para atender sua demanda. Os 
hospitais particulares do Recife fazem da capital pernambucana o segundo maior pólo 
médico e hospitalar do Brasil. 
Em Salvador, na Bahia, destacam-se o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) – 
o maior do estado – e o Hospital Geral do Estado (HGE).120 O HGRS presta em média 
mil atendimentos ambulatoriais e 350 atendimentos emergenciais em dias úteis; é 
referência em cirurgias bucomaxilofacial e vasculares e clínica médica em 
neurocirurgia e nefrologia; e conta com quase 2.600 funcionários. 
O prédio do Roberto Santos abriga ainda o Centro de Informações Antiveneno, 
referência no tratamento de intoxicações na Bahia.120 Outros hospitais que merecem 
destaque: o Hospital Santo Antônio (fundado por Irmã Dulce);121 o Hospital Sarah 
Kubitschek; e o Complexo Hospitalar Universitário Professor Edgard Santos. 
Em Fortaleza estão concentrados os principais hospitais públicos do Estado do 
Ceará. Dentre esses hospitais merecem destaqueo Instituto Doutor José Frota, mais 
conhecido como IJF, que é o maior hospital de emergência do estado, administrado 
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Vicente_Ferrer_%28Maranh%C3%A3o%29
http://pt.wikipedia.org/wiki/Maranh%C3%A3o
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Cear%C3%A1
http://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Doutor_Jos%C3%A9_Frota
pela prefeitura; e o Hospital Geral de Fortaleza, que é o maior hospital público, 
administrado pelo governo do estado. O atendimento médico privado é bastante 
desenvolvido, com um total de 127 hospitais, destacando-se os hospitais São Mateus, 
Antônio Prudente, Unimed, Monte Klinikum e SARAH-Fortaleza. 
 
2.2. O Estado de Pernambuco 
 
 
Pernambuco é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado no 
centro-leste da região Nordeste e tem como limites os estados da Paraíba (N), do Ceará 
(NO), de Alagoas (SE), da Bahia (S) e do Piauí (O), além de ser banhado pelo oceano 
Atlântico (L). Ocupa uma área de 98.311.616km². Também fazem parte do seu 
território os arquipélagos de Fernando de Noronha e São Pedro e São Paulo. Sua capital 
é a cidade do Recife e a sede administrativa é o Palácio do Campo das Princesas. 
Pernambuco teve ativa participação em diversos episódios da história brasileira: 
foi palco das Batalhas dos Guararapes, combates decisivos na Insurreição 
Pernambucana e considerados a origem do Exército Brasileiro; e serviu de berço a 
movimentos de caráter nativista ou de ideais libertários, como a Guerra dos Mascates, 
a Revolução Pernambucana, a Confederação do Equador e a Revolta Praieira. 
Conhecido por sua ativa e rica cultura popular, Pernambuco é berço de várias 
manifestações tradicionais, como o frevo e o maracatu, bem como detentor de um vasto 
patrimônio histórico, artístico e arquitetônico, sobretudo no que se refere ao período 
colonial. 
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Geral_de_Fortaleza
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_S%C3%A3o_Mateus
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B4nio_hist%C3%B3rico
http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B4nio_art%C3%ADstico
http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B4nio_arquitet%C3%B4nico
 
 
Pernambuco é o sétimo estado mais populoso do Brasil. O seu maior 
aglomerado urbano é a Região Metropolitana do Recife (RMR), mais populosa região 
metropolitana do Norte-Nordeste e um dos principais polos industriais do país. 
Os municípios mais populosos da metrópole pernambucana são Recife, 
Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista e Cabo de Santo Agostinho. No interior do 
estado, as cidades mais importantes de acordo com os níveis de centralidade são, 
respectivamente, Caruaru, Petrolina, Garanhuns, Serra Talhada e Arcoverde. 
Pernambuco faz divisa com Paraíba e Ceará ao norte, Alagoas e Bahia ao sul, 
Piauí ao oeste e o oceano Atlântico ao leste. Tem 187km de costa, excluindo a costa 
do arquipélago de Fernando de Noronha. 
 
 
 
Pernambuco é também o décimo estado mais rico do país e, Recife a região 
metropolitana mais rica do Norte-Nordeste. O estado abriga o maior parque 
tecnológico do Brasil, o Porto Digital, localizado no bairro do Recife Antigo na capital 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_popula%C3%A7%C3%A3o
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_regi%C3%B5es_metropolitanas_do_Brasil_por_PIB
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_Digital
http://pt.wikipedia.org/wiki/Recife_%28Recife%29
pernambucana; e o maior estaleiro do Hemisfério Sul, o Estaleiro Atlântico Sul, 
situado no Complexo Industrial de Suape, Região Metropolitana do Recife. 
O nível de desenvolvimento social pernambucano é superior ao dos países 
menos avançados, mas ainda está abaixo da média brasileira. Não obstante, 
Pernambuco detém o melhor serviço de coleta de esgoto do Norte, Nordeste e Sul 
brasileiro e o quinto maior número de médicos por grupo de mil habitantes do Brasil, 
além de apresentar a segunda melhor qualidade de vida e prevalência de segurança 
alimentar do Norte-Nordeste. 
Segundo o censo demográfico realizado pelo IBGE, em 2013, a população 
do estado de Pernambuco é de 9.277.727 habitantes, sendo o sétimo estado mais 
populoso do Brasil, representando 4,7% da população brasileira. Ainda segundo o 
mesmo censo, 7.052.210 habitantes viviam na zona urbana e 1.744.238 na zona rural. 
Em dez anos, o Estado registrou uma taxa de crescimento populacional de 11,2%. 
O maior aglomerado urbano de Pernambuco é a Região Metropolitana do 
Recife, que além da capitalpossui mais 13 municípios. Com 3.688.428 habitantes, é a 
5ª mais populosa região metropolitana do Brasil e a mais populosa do Norte-Nordeste. 
 
 
 Cidades mais populosas do Estado de Pernambuco 
 
A densidade demográfica é de 94,37hab./km², a sexta maior do Brasil. O 
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M), considerado médio pelo Programa das 
Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), era de 0,673 em 2010. Segundo 
dados do PNUD 2010, o município com o maior IDH é Fernando de Noronha (na 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estaleiro_Atl%C3%A2ntico_Sul
http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_de_Suape
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_seguran%C3%A7a_alimentar
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_estados_do_Brasil_por_popula%C3%A7%C3%A3o
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_urbana
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Recife
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_estados_do_Brasil_por_densidade_demogr%C3%A1fica
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano
http://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_das_Na%C3%A7%C3%B5es_Unidas_para_o_Desenvolvimento
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http://pt.wikipedia.org/wiki/2010
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_de_Noronha
verdade um distrito estadual), com um valor de 0,788; enquanto Manari, situado no 
extremo Sertão do Moxotó, tem o menor valor (0,487). Recife, a capital, possui um 
IDH de 0,772. 
Ainda segundo os dados publicados pelo IBGE, a população de Pernambuco 
está composta por: Pardos (57,6%); Brancos (36,6%); Pretos (5,4%); e Amarelos e 
Indígenas (0,3%). De acordo com um estudo genético de 2013, a composição genética 
da população de Pernambuco é 56,8% europeia, 27,9% africana e 15,3% ameríndia. 
Atualmente, a economia de Pernambuco tem como base a agricultura, a 
indústria e os serviços. O setor de serviços é predominante, seguido pela indústria 
(alimentícia, química, metalúrgica, eletroeletrônica, comunicação, minerais não-
metálicos, têxtil e naval). Após ter ficado estagnada durante a chamada "década 
perdida" (1985 a 1995), a economia pernambucana vem crescendo rapidamente desde 
o final do século XX. No final da década de 2000, a construção civil liderou o 
crescimento econômico de Pernambuco, seguida pelo setor industrial e pelo de 
serviços. 
O estado assiste a uma importante mudança em seu perfil econômico com os 
recentes investimentos nos setores petroquímico, biotecnológico, farmacêutico, de 
informática, naval e automotivo, que estão dando novo impulso à economia do estado, 
que vem crescendo acima da média nacional. 
Além da importância crescente do setor de informática (o Porto Digital é o 
maior parque tecnológico do Brasil), do setor terciário – sobretudo das atividades 
turísticas –, e do setor industrial em torno do Porto de Suape, merecem destaque a 
produção irrigada de frutas ao longo do Rio São Francisco, quase que totalmente 
voltada para exportação, concentrada no município de Petrolina, em parte devido ao 
aeroporto internacional com grande capacidade para aviões cargueiros do município; 
e a floricultura, que começa a ganhar espaço, com plantações de rosas, gladiolus, e 
crisântemos. Outros polos dinâmicos de desenvolvimento são: o polo gesseiro no 
Araripe; o mármore, a pecuária leiteira e a indústria têxtil no Agreste; e a cana-de-
açúcar e a biomassa na Zona da Mata. 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Manari
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Mesorregi%C3%A3o_do_Agreste_Pernambucano
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mesorregi%C3%A3o_da_Zona_da_Mata
O Estado, nos últimos anos, vem apresentando taxas médias de crescimento 
superiores à média nacional. Isso decorre de uma combinação de fatores – como a 
localização estratégica, capital humano de alta qualidade técnica e uma política de 
atração de investimentos focada no desenvolvimento das vocações econômicas em 
vários setores produtivos e tecnológicos. 
A participação de Pernambuco no PIB nacional era de 2,21% em 2010, e 
passou a 3,14% em 2013, e o Estado se manteve na 8ª posição no ranking nacional. 
Observa-se que, entre o período de 2010 e 2013, o PIB apresentou uma 
variação real acumulada de 14,7%. Respondendo por cerca de 18% da riqueza gerada 
na Região Nordeste, o PIB de Pernambuco, posicionando-se na segunda colocação, 
inferior apenas ao PIB baiano. 
 
 
Algumas vantagens do Estado o potencializam como o portão de entrada para 
o turismo no Nordeste, tais como: posição geográfica, riqueza de patrimônio histórico 
e construído, beleza natural e paisagística e variada cultura popular. 
Pernambuco éatualmente o maior produtor de acerola do Brasil, 
respondendo por um quarto da safra nacional. É também o maior produtor de goiaba, 
o segundo maior produtor de uva, o segundo maior exportador de manga, o segundo 
maior polo floricultor e o sexto maior produtor de cana-de-açúcar do Brasil. 
Pernambuco é ainda o quarto maior produtor nacional de ovos, o sexto de frangos de 
corte e a oitava maior bacia leiteira do país. 
A produção industrial pernambucana está entre as maiores do Norte-
Nordeste. O crescimento industrial em Pernambuco foi o segundo maior do Brasil – 
6,3% – mais que o dobro da média nacional no mesmo período (2,3%). 
As principais instalações educacionais pernambucanas estão concentradas na 
capital. Pernambuco se destaca no ensino tecnológico. O Centro de Informática da 
Universidade Federal de Pernambuco (CIn UFPE), responsável pelos cursos de 
Ciência da Computação, Sistemas de Informação e Engenharia da Computação, é 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Acerola
http://pt.wikipedia.org/wiki/Goiaba
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia_da_Computa%C3%A7%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistemas_de_Informa%C3%A7%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_da_Computa%C3%A7%C3%A3o
grande fornecedor de mão de obra especializada em tecnologia para o Porto Digital e 
para diversas multinacionais do setor de tecnologia. A UFPE foi uma das cinco 
instituições de ensino selecionadas em todo o mundo para o programa mundial de 
pesquisas da Microsoft. 
 
 
Olimpíada do Conhecimento – Classificação Geral 2010 
 
Pernambuco é líder entre os estados do Norte-Nordeste no ranking da CBF, 
sendo o segundo colocado a Bahia e o terceiro o Ceará. 
Pernambuco deu origem a nomes de destaque do esporte brasileiro. 
Pernambuco é também o estado do Norte-Nordeste que mais se destaca em outras 
modalidades esportivas: é o segundo estado brasileiro em número de títulos nacionais 
de hóquei, tanto no campeonato masculino quanto no feminino, atrás somente de São 
Paulo, e o Sport Club do Recife um dos dois únicos clubes brasileiros a conquistar um 
Campeonato Sul-Americano de Hóquei; e é o único estado fora do Centro-Sul com 
títulos Brasileiro e Sul-Americano de basquete, obtidos pela equipe feminina do Sport 
Club do Recife entre 2013 e 2014. 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_Digital
http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Federal_de_Pernambuco
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ranking_da_CBF
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Sul_Americano_de_Clubes_de_H%C3%B3quei_em_Patins
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Sul-Americano_de_Clubes_de_Basquetebol_Feminino
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sport_Club_do_Recife
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sport_Club_do_Recife
http://pt.wikipedia.org/wiki/2013
http://pt.wikipedia.org/wiki/2014
A capital pernambucana possui dezenas de grandes hospitais e três grandes 
hospitais públicos (da Restauração, Barão de Lucena e Getúlio Vargas; além do 
Hospital das Clínicas da UFPE). O Hospital da Restauração é a maior emergência 
pública e o mais complexo serviço de urgência e trauma do Norte-Nordeste, recebendo 
pacientes de todo o estado e de estados vizinhos. O HR, referência nas áreas de trauma, 
neurocirurgia, neurologia, cirurgia geral, clínica médica e ortopedia, possui 482 leitos 
registrados no Ministério da Saúde (MS), mas, incluindo os extras, funciona com um 
total de 723 leitos para atender a demanda que lhe é submetida. Desde junho de 2010, 
a antiga Emergência Geral foi desmembrada em três emergências com entradas e 
espaços independentes: Emergência Pediátrica, Emergência Traumatológica e 
Emergência Clínica. Os hospitais particulares do Recife, equipados com máquinas de 
última geração, fazem da capital Recife o segundo maior polo médico e hospitalar do 
Brasil. 
Pernambuco tem grande tradição na área de medicina. Em 2014, existem, no 
Estado, 8.354 estabelecimentos de saúde, sendo mais de 230 hospitais com mais de 20 
mil leitos (Fonte: http://cnes.datasus.gov.br). 
 
 
2.3. A Cidade de Recife 
 
O Recife é a capital do sétimo estado mais populoso do Brasil, Pernambuco. 
Ocupa uma área de 218,435 quilômetros quadrados, e se limita com os municípios de 
Jaboatão dos Guararapes, São Lourenço da Mata, Camaragibe, Paulista e Olinda.78 É 
sede da Região Metropolitana do Recife (RMR), a sexta maior aglomeração urbana do 
Brasil (2010), e sua área de influência direta abrange os estados de Alagoas, Paraíba, 
Pernambuco e Rio Grande do Norte (este último junto com Fortaleza). 
A cidade do Recife está situada sobre uma planície aluvional 
(fluviomarinha), constituída por ilhas, penínsulas, alagados e manguezais envolvidos 
por 5 rios: Beberibe, Capibaribe, Tejipió e braços do Jaboatão e do Pirapama, 
conferindo-lhe características peculiares. Essa planície é circundada por colinas em 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_da_Restaura%C3%A7%C3%A3o
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Beberibe
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Capibaribe
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Tejipi%C3%B3
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Jaboat%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Pirapama
arco que se estendem do norte ao sul, de Olinda até Prazeres (Jaboatão). 
O nome "Recife" provém da palavra "arrecife", grande barreira rochosa de 
arenito (recifes) que se estende por toda a sua costa, formando piscinas naturais. O 
termo "arrecife" vem de "al-raçif", que em árabe significa "calçada", ou seja, a calçada 
do mar. 
 
 
 
O Recife é conhecido como "Veneza Brasileira" graças à semelhança fluvial 
com a cidade europeia de Veneza. Cercado por rios e cortado por pontes, é cheio de 
ilhas e mangues. Ali acontece o encontro dos rios Beberibe e Capibaribe que deságuam 
no Oceano Atlântico. O município conta com dezenas de pontes, entre elas a mais 
antiga da América Latina, a Ponte Maurício de Nassau. 
Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 
2014 a cidade do Recife possuíauma população de 1.608.488 habitantes em uma área 
de 218,435.km², o que resulta em uma densidade demográfica de 7.363,69 hab./km². 
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Olinda
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http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rea
http://pt.wikipedia.org/wiki/Densidade_populacional
 
Quanto à etnia, a maioria de seus cidadãos é branco, com ascendência 
portuguesa e com possível contribuição holandesa. 
A capital pernambucana está atrás somente de Brasília, Rio de Janeiro e São 
Paulo na hierarquia da gestão federal, e possui a quarta maior rede urbana do Brasil 
em população, com área de influência que abrange, além de Pernambuco, os estados 
de Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. 
A Região Metropolitana do Recife foi criada no dia 8 de junho de 1973. 
Naquele ano era o terceiro maior aglomerado urbano do Brasil, após as regiões 
metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro. No Censo de 2010 se manteve como a 
quinta maior região metropolitana do Brasil; porém, considerando os aglomerados 
urbanos brasileiros, perdeu uma posição para a RIDE Distrito Federal e Entorno. 
Atualmente é constituída por 14 municípios: Recife, Jaboatão dos 
Guararapes, Olinda, Paulista, Igarassu, Abreu e Lima, Camaragibe, Cabo de Santo 
Agostinho, São Lourenço da Mata, Araçoiaba, Ilha de Itamaracá, Ipojuca, Moreno e 
Itapissuma. 
 
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Dentre as muitas alcunhas atribuídas ao Recife, "Veneza Brasileira" é a mais 
conhecida. O romancista francês Albert Camus, Prêmio Nobel de Literatura de 1957, 
esteve no Recife em 1949, e comparou a capital pernambucana a outra cidade italiana 
ao descrevê-la, em seu livro Diário de Viagem, como a "Florença dos Trópicos" 
Metrópole mais rica do Norte-Nordeste em PIB, o Recife desempenha um 
forte papel centralizador em seu estado e região, abrigando grande número de sedes 
regionais e nacionais de instituições e empresas públicas e privadas, como o Comando 
Militar do Nordeste, a SUDENE, a Eletrobras Chesf, o TRF da 5ª Região, o Cindacta 
III, o II COMAR, a SRNE da Infraero, a SRNE do INSS, a TV Globo Nordeste, a 
Votorantim Cimentos N/NE, a Queiroz Galvão, entre outras, além de possuir o maior 
número de consulados estrangeiros fora do eixo Rio-São Paulo, sendo inclusive a única 
cidade, com exceção de São Paulo e do Rio de Janeiro, que tem Consulados-Gerais de 
países como Estados Unidos, China, França e Reino Unido. 
 
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A cidade do Recife foi eleita por pesquisa encomendada pela MasterCard 
Worldwide como uma das 65 cidades com economia mais desenvolvida dos mercados 
emergentes no mundo, sendo que apenas cinco cidades brasileiras entraram na lista, 
tendo o Recife recebido a quarta posição, após São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e 
à frente de Curitiba. E segundo a consultoria britânica PricewaterhouseCoopers, a 
capital pernambucana será uma das 100 cidades mais ricas do mundo em 2020, à frente 
de cidades como Munique, Nápoles, Shenyang e Amsterdã. 
O Recife destaca-se por possuir o maior parque tecnológico do Brasil, o Porto 
Digital; o segundo maior polo médico do Brasil; os maiores PIB per capita e 
rendimento per capita entre as capitais da Região Nordeste; a melhor universidade do 
Norte-Nordeste, a Universidade Federal de Pernambuco; o nono maior número de 
arranha-céus das Américas; o melhor aeroporto do Brasil, o Aeroporto Internacional 
do Recife; e sua região metropolitana, o Complexo Industrial e Portuário de Suape, 
que abriga o Porto de Suape (melhor porto do Brasil), o Estaleiro Atlântico Sul (maior 
estaleiro do Hemisfério Sul), entre outros empreendimentos. 
Recife destaca-se ainda por ser a capital nordestina com o melhor Índice de 
Desenvolvimento Humano (IDH), segundo dados da ONU de 2010, calculado como 
de 0.772, figurando como a capital mais alfabetizada, com a menor incidência de 
pobreza e a com a maior renda média domiciliar mensal do Nordeste do país. 
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Renda
 
 
 
Com um grande potencial turístico e forte vocação para o turismo de 
negócios, frequentemente a cidade é escolhida como sede de diversos eventos, como 
simpósios, jornadas e congressos: a Região Metropolitana do Recife foi o terceiro polo 
de eventos internacionais no Brasil, em 2011, atrás somente de São Paulo e Rio de 
Janeiro, graças ao desempenho do Recife e de Porto de Galinhas. 
Uma das regiões mais antigas das Américas e principal centro financeiro do 
Brasil Colônia até meados do século XVIII, a metrópole pernambucana abriga 
importantes cidades históricas entre os seus 14 municípios, como a própria cidade do 
Recife, Igarassu, além de Olinda, cujo centro histórico é Patrimônio Cultural da 
Humanidade pela UNESCO. 
Segundo, a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer do Recife, a 
democratização do acesso à educação de qualidade é uma das metas da Rede Municipal 
de Ensino que vem, desde 2002, investindo no acesso ao ensino fundamental. O tempo 
da criança no ensino fundamental aumenta, assim, de oito para nove anos. Crianças e 
jovens matriculados na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e Médio e na 
Educação de Jovens e Adultos da Rede Municipal de Ensino contam, além das 
atividades em sala de aula, de 20 horas por semana (200 dias letivos), com Programas 
e Ações que atendem a necessidades especiais dos estudantes (educação inclusiva), 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_do_Recife
http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_de_S%C3%A3o_Paulo
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_Col%C3%B4nia
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVIII
http://pt.wikipedia.org/wiki/Munic%C3%ADpio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Igarassu
http://pt.wikipedia.org/wiki/Olinda
http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Hist%C3%B3rico_de_Olinda
http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B3nio_Mundial
http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B3nio_Mundial
http://pt.wikipedia.org/wiki/UNESCO
melhoram a qualidade do aprendizado e ampliam o saber. 
Na cidade do Recife, mais de 77 mil estudantes estão matriculados nas 
escolas municipais, em diferentes etapas e modalidades de ensino. No Ensino 
Fundamental há mais de 66 mil crianças matriculadas. A Educação de Jovens e 
Adultos (EJA) possui mais de 25 mil estudantes, e crianças e jovens matriculados na 
Educação Infantil, no Ensino Fundamental e Médio da Rede Municipal de Ensino 
contam, além das atividades em sala de aula de 20 horas por semana, com Programas 
e Ações que atendem a necessidades especiais dos alunos, melhoram a qualidade do 
aprendizado e ampliam o saber. 
A fim de assegurar apoio social aos estudantes, sua inclusão e permanência 
nas unidades de ensino, sem deixar de lado a qualidade nas condições de 
aprendizagem, a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer desenvolve ações de 
infraestrutura e apoio social. Além da manutenção do funcionamento das atividades 
educativas, realizando compra de material de limpeza, preparo e distribuição da 
merenda escolar, aquisição de materiais didáticos e entrega de fardamento escolar; são 
desenvolvidos projetos voltados ao apoio social das crianças e de suas famílias. 
Recife possui uma complexa rede de serviços no setor público, ofertados pelo 
Sistema Único de Saúde (SUS). Existem 118 Unidades básicas de Saúde, estabelecidas 
na maioria dos bairros da cidade, que ofertam consultas médicas (Criança, Adulto, 
Idoso), vacinação, pré-natal, planejamento familiar e exame ginecológico. Cerca de 
metade destas unidades também oferecem consultas odontológicas. 
O maior hospital público do município é o Hospital da Restauração. Outros 
hospitais importantes são: Hospital Ulysses Pernambucano, segundo hospital 
psiquiátrico do Brasil; Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco; 
e Hospital Universitário Oswaldo Cruz, sendo os dois últimos grandes hospitais 
universitários. O Recife tem um total de 8.875 leitos hospitalares, dos quais 6.037 
disponíveis para pacientes do Sistema Único de Saúde. 
O Hospital da Restauração é a maior emergência pública e o mais complexo 
serviço de urgência e trauma do Norte-Nordeste, recebendo pacientes de todo o estado 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vacina%C3%A7%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-natal
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_da_Restaura%C3%A7%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Ulysses_Pernambucano
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_das_Cl%C3%ADnicas_da_Universidade_Federal_de_Pernambuco
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Universit%C3%A1rio_Oswaldo_Cruz
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_%C3%9Anico_de_Sa%C3%BAde
e de estados vizinhos. Referência nas áreas de trauma, neurocirurgia, neurologia, 
cirurgia geral, clínica médica e ortopedia, possui 482 leitos registrados no Ministério 
da Saúde (MS), mas, incluindo os extras, funciona com um total de 723 leitos para 
atender a demanda que lhe é submetida. Desde junho de 2010, a antiga Emergência 
Geral foi desmembrada em três emergências com entradas e espaços independentes: 
Emergência Pediátrica, Emergência Traumatológica e Emergência Clínica. Os 
hospitais particulares do Recife, equipados com máquinas de última geração, fazem da 
capital pernambucana o segundo maior polo médico e hospitalar do Brasil. Recife 
também possui o segundo maior número de médicos por grupo de mil habitantes do 
país – segundo o Conselho Federal de Medicina. De acordo com a Prefeitura do Recife, 
a mortalidade infantil na capital pernambucana era de 13,0 p/mil. 
Segundo, a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer do Recife, a 
democratização do acesso à educação de qualidade é uma das metas da Rede Municipal 
de Ensino do Recife que vem, desde 2002, investindo no acesso de crianças de seis 
anos ao ensino fundamental. O tempo da criança no ensino fundamental aumenta, 
assim, de oito para nove anos. 
Crianças e jovens matriculados na Educação Infantil, no Ensino Fundamental 
e Médio e na Educação de Jovens e Adultos da Rede Municipal de Ensino contam, 
além das atividades em sala de aula, de 20 horas/aula por semana (200 dias letivos), 
com Programas e Ações que atendem a necessidades especiais dos estudantes 
(educação inclusiva), melhoram a qualidade do aprendizado e ampliam o saber, tendo 
como pilares essenciais a formação continuada dos educadores e a valorização do 
espaço-tempo escolar no cotidiano da prática docente. 
Mais de 144 mil estudantes estão matriculados nas escolas municipais, em 
diferentes etapas e modalidades de ensino, começando pela Educação Infantil (de 0 a 
5 anos), que acolhe cerca de 17 mil crianças, dentre essas, mais de 6 mil nas creches 
municipais.No Ensino Fundamental a matrícula é de quase cem mil crianças, e as duas 
escolas do Ensino Médio contam com aproximadamente 2 mil estudantes. A Educação 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_capitais_do_Brasil_por_n%C3%BAmero_de_m%C3%A9dicos_para_cada_grupo_de_mil_habitantes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_capitais_do_Brasil_por_n%C3%BAmero_de_m%C3%A9dicos_para_cada_grupo_de_mil_habitantes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Conselho_Federal_de_Medicina
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mortalidade_infantil
de Jovens e Adultos (EJA) possui mais de 25 mil estudantes, a maioria em horário 
noturno. 
Crianças e jovens matriculados na Educação Infantil, no Ensino Fundamental 
e Médio da Rede Municipal de Ensino contam, além das atividades em sala de aula de 
20 horas/aula por semana, com Programas e Ações que atendem a necessidades 
especiais dos alunos, melhoram a qualidade do aprendizado e ampliam o saber. 
 
A Rede Municipal de Ensino do Recife apresenta a seguinte estrutura: 
-Educação Infantil 
-Ensino Fundamental 
-Ensino Médio e EJA 
 
A fim de assegurar apoio social aos estudantes, sua inclusão e permanência 
nas unidades de ensino, sem deixar de lado a qualidade nas condições de 
aprendizagem, a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer desenvolve ações de 
infraestrutura e apoio social. 
Além da manutenção do funcionamento das atividades educativas, 
realizando compra de material de limpeza, preparo e distribuição da merenda escolar, 
aquisição de materiais didáticos e entrega de fardamento escolar; são desenvolvidos 
projetos voltados ao apoio social das crianças e de suas famílias. 
As principais instalações educacionais do país estão concentradas nas 
capitais brasileiras. Muito embora o desempenho da economia formal seja considerado 
favorável, com uma base produtiva relativamente moderna, persiste uma enorme rede 
de atividades vinculadas ao comércio e aos serviços informais, com expressivo número 
de micro e pequenas empresas prestadoras de serviços que têm um papel importante 
para a economia estadual, em especial como absorvedoras de mão de obra. 
O trabalho, por sua vez, passa por transformações profundas que não têm 
sido acompanhadas por novas estruturas sociais, ou seja, os recursos humanos, como 
força produtiva, vêm perdendo espaço na sociedade moderna e têm ascendido, cada 
vez mais, o intelecto e a criatividade como vetores fundamentais para o processo de 
inovação permanente exigido pelo contexto organizacional. A mudança na 
configuração do trabalho aponta para posicionamentos distintos na relação capital-
trabalho, dado que os patamares de negociação passam a ser diferenciados e não mais 
limitados somente ao esforço físico. Esse novo cenário indica que os processos de 
apropriação e concentração de esforços físicos e mentais visando ao alcance de elevada 
produtividade são questões ainda em debate, levando-se em conta o aproveitamento 
integral dessa nova modalidade de capital. 
A percepção de que existe uma nova realidade organizacional caracteriza a 
necessidade de criação de um curso de administração que esteja pautado no eixo 
ensino, pesquisa (iniciação científica) e extensão, de modo a suprir distintos níveis 
gerenciais, estimulando a capacidade criadora, a iniciativa de ação, a inovação 
produtiva, o empreendedorismo responsável e o compromisso social em prol de um 
desenvolvimento econômico justo e autossustentável. 
O Censo da Educação Superior de 2013 registrou a participação de 2.391 
Instituições de Ensino Superior no país, entre públicas e particulares, o que representa 
uma variação positiva no número de instituições em relação ao ano de 2012 e a 
confirmação da tendência de crescimento na década. 
O número de estudantes matriculados em cursos de graduação no Brasil 
cresceu 3,8% de 2012 para 2013. No ano passado, as matrículas superaram 7,3 
milhões. A rede privada concentra o maior número de alunos, quase 5,4 milhões de 
inscritos. Na rede pública, há cerca de 1,9 milhão de estudantes. Os dados são do Censo 
da Educação Superior 2013, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas 
Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 
 
 
 
O crescimento do número de matriculados na graduação foi inferior ao 
registrado nos censos anteriores. De 2011 para 2012, o crescimento ficou em 4,4% e, 
de 2010 para 2011, em 5,6%. 
No ano passado, ingressaram no ensino superior cerca de 2,7 milhões de 
estudantes. A matrícula na graduação cresceu mais na rede privada (4,5%) do que na 
rede pública (1,9%) – o censo anterior registrou maior crescimento nas instituições 
públicas. Neste censo, a rede privada participa com mais de 80% no número de 
ingressantes em cursos de educação superior de graduação. Quase 1 milhão de 
estudantes concluíram a educação superior no ano passado. 
Dentre os estados brasileiros, 6 têm mais alunos matriculados em instituições 
públicas do que em instituições privadas. 
 
 
Administração é o curso com o maior número de matriculados no país 
(800.114), seguido por Direito (769.889), Pedagogia (614.835), Ciências Contábeis 
(328.031) e Engenharia Civil (257.268). 
As universidades são minoria entre as instituições de educação superior – são 
195, que equivalem a 8,2% do total das instituições de educação superior. As 
faculdades predominam, são 84,3%. Apesar de o número ser menor, as universidades 
concentram 53,4% das matrículas em cursos de graduação e 29,2% estão nas 
faculdades. 
As matrículas de pessoas com deficiência cresceram cerca de 50% nos 
últimos quatro anos. Em 2013, eram 30 mil alunos e, em 2010, 19 mil. A maioria dos 
estudantes está em cursos de graduação presencial (23 mil). 
Levando em conta a educação superior sequencial e a pós-graduação stricto 
sensu, o número de matriculados no ensino superior no país chega a 7,5 milhões. O 
Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo Inep, engloba as redes pública 
e privada de educação superior. 
No período 2012-2013, a matrícula cresceu 4,4% nos cursos de bacharelado, 
0,6% nos cursos de licenciatura e 5,4% nos cursos tecnológicos. Os cursos de 
bacharelado têm uma participação de 67,5% na matrícula, enquanto os cursos de 
licenciatura e tecnológicos participam com 18,9% e 13,7%, respectivamente. 
 
 
 
 
No que tange ao Estado de Pernambuco, abaixo, tem-se o quadro retratando 
o número de matrículas na graduação presencial, demonstrando que o Estado está em 
posição privilegiada, estando atrás somente do Estado da Bahia. 
 
 
Pernambuco vive um momento de grande crescimento econômico, 
impulsionado pelo bom desempenho de segmentos produtivos, a exemplo do 
agronegócio, mineração, turismo, entre outros. O Estado precisa de estratégias para 
assegurar o desenvolvimento social, para que esse boom econômico possa impactar 
positivamente na qualidade de vida do povo pernambucano. 
No Plano de Desenvolvimento de Pernambuco, documento balizado e 
homologado por número significativo de profissionais e instituições pernambucanas, 
exercita-se a visão de futuro. A população se orgulha de ter erradicado a pobreza e de 
viver em um estado precursor de um modelo de desenvolvimento que se diferencia 
pela qualidade do seu capital humano, pela capacidade competitiva de suas empresas 
e por instituições públicas eficientes e reconhecidas. Esse novo ciclo de 
desenvolvimento socioeconômico piauiense tem como núcleo central das suas 
estratégias, a solidez das instituições e a produção de alto valor agregado em uma 
economia mais inovadora, diversificada e competitiva. Ou seja, são os avanços sociais 
que solidificarão as bases para o desenvolvimento sustentável. 
Outro vetor de desenvolvimento da economia local é o serviço educacional. 
Esta atividade também apresenta grande relevância na economia do Recife por 
oferecer grande número de vagas para estudantes, oferta de empregos para docentes e 
técnicos administrativos e também por atrair alunos e profissionaisde outras 
localidades que gastam grande parte de sua renda no município, propiciando o 
crescimento de outras atividades econômicas. 
Um grande destaque quanto à educação no município tem sido a crescente 
oferta de vagas no ensino superior, e este segmento está se consolidando como vetor 
de desenvolvimento social, cultural e econômico na economia da cidade. Parte desta 
nova dinâmica se deve ao crescimento das Instituições de Ensino Superior (IES) 
privadas, que têm recebido incentivos do governo federal e estadual através do 
Programa de Financiamento Estudantil – FIES e o Programa Universidade para Todos 
– PROUNI (a partir de 2005). Acrescenta-se também uma maior flexibilidade e menor 
burocracia para abertura de instituições privadas, uma nova visão do mercado de 
trabalho em conciliar maiores salários com maior grau de instrução e ainda o 
crescimento no índice de concluintes no ensino médio. 
A cidade do Recife tem se destacado como fornecedora de serviços de 
educação superior, onde as IES têm produzido externalidades positivas, como o 
aumento de empregos, renda e tributos e, ainda, captam recursos financeiros nacionais 
e internacionais. Sobre os impactos diretos na economia local, as IES têm ocasionado 
investimentos em obras e equipamentos, gastos realizados pelos docentes e 
funcionários, com recursos provenientes dos salários e gastos de estudantes oriundos 
de outras localidades. Em consequência disso, tem fomentado as atividades como 
hotéis, restaurantes, imobiliárias, livrarias, papelarias, bancos, farmácias, transportes 
coletivos, clínicas, hospitais, lojas de confecções e calçados, supermercados, serviços 
domésticos, lazer, materiais de construção, cursos de idiomas, água, eletricidade, 
telefonia, entre outros. 
Quanto aos impactos indiretos, as IES promovem o declínio da importação 
de serviços de educação superior, evitando o deslocamento de indivíduos para outras 
cidades, e por consequência, fuga de renda, bem como têm promovido a abertura de 
postos de trabalho indiretamente ligados a elas. Nesta ótica, as IES têm promovido 
uma dinâmica de desenvolvimento regional. 
Isto se justifica pelo fato de ter favorecido o crescimento de empresas locais, 
promovido o crescimento da renda e emprego, ter ocasionado a exportação de serviços, 
ter retido o excedente (evitando a migração de indivíduos para outras localidades) e 
ainda atrai excedentes de estudantes provenientes de outras cidades que irão injetar 
recursos financeiros na economia. 
Muito embora o desempenho da economia formal seja considerado 
favorável, com uma base produtiva relativamente moderna, persiste uma enorme rede 
de atividades vinculadas ao comércio e aos serviços informais, com expressivo número 
de micro e pequenas empresas prestadoras de serviços que têm um papel importante 
para a economia estadual, em especial como absorvedoras de mão-de-obra. 
O trabalho, por sua vez, passa por transformações profundas que não têm 
sido acompanhadas por novas estruturas sociais, ou seja, os recursos humanos como 
força produtiva vem perdendo espaço na sociedade moderna e têm ascendido, cada 
vez mais, o intelecto e a criatividade como vetores fundamentais para o processo de 
inovação permanente exigido pelo contexto organizacional. 
A mudança na configuração do trabalho aponta para posicionamentos 
distintos na relação capital-trabalho, dado que os patamares de negociação passam a 
ser diferenciados e não mais limitados somente ao esforço físico. Esse novo cenário 
indica que os processos de apropriação e concentração de esforços físicos e mentais 
visando ao alcance de elevada produtividade são questões ainda em debate, levando-
se em conta o aproveitamento integral dessa nova modalidade de capital. 
A percepção de que existe uma nova realidade organizacional caracteriza a 
necessidade de criação de um curso de administração que esteja pautado no eixo 
ensino, pesquisa e extensão, de modo a suprir distintos níveis gerenciais, estimulando 
a capacidade criadora, a iniciativa de ação, a inovação produtiva, o empreendedorismo 
responsável e o compromisso social em prol de um desenvolvimento econômico justo 
e autossustentável. 
Pondo em prática diversificadas atividades pedagógicas, os modernos cursos 
de administração têm o desafio de formar profissionais competentes, atualizados e 
sintonizados com as necessidades de mercado, capazes de lidar com a gestão tanto de 
grandes organizações, que já possuem sólido sistema de controle interno, quanto de 
organizações surgidas muito mais pela ousadia ou necessidade de sobrevivência de 
empreendedores natos (micros e pequenos empresários). Essas últimas, geralmente a 
precisar de uma assessoria profissional para lidar com o inconstante fluxo de suas 
atividades econômicas. 
Vive-se em um país que, apesar das suas potencialidades econômicas e riquezas 
naturais, vêm, ao longo dos tempos, apresentando problemas estruturais expressivos. 
Altas taxas de analfabetismo e mortalidade infantil, altos índices de criminalidade e 
homicídios, graves deficiências na infraestrutura de transportes, forte concentração de 
renda em detrimento da miséria de muitos, baixa competitividade na maioria das 
empresas brasileiras em âmbito internacional, dificuldade de acesso da maioria da 
população a serviços médicos e educacionais de qualidade, baixos níveis de avanço 
tecnológico, entre outros, são alguns dos problemas habitualmente noticiados pela 
imprensa nacional. 
Apesar de algumas melhoras pontuais, sabe-se que apenas com um ciclo 
contínuo de desenvolvimento econômico em todas as regiões do país será possível a 
solução significativa de boa parte dos problemas estruturais da atualidade. 
Para tanto, acredita-se que a melhor receita necessária para a obtenção de tal 
feito, inclusive já adotada por outros países, passa pela adoção de práticas 
educacionais consistentes e permanentes. Dessa forma, as atuais instituições de 
ensino superior têm funções estratégicas para o avanço social e econômico do Brasil. 
A UNINASSAU vem dando sua contribuição ao desenvolvimento econômico e 
à melhora das condições de vida da população brasileira, em especial da comunidade 
local e regional. Para tal fim, o Centro Universitário trabalha para que os alunos 
formados pelos seus cursos e atividades em geral estejam capacitados para o 
desempenho pleno e eficiente das suas funções profissionais. Além disso, objetiva 
formar profissionais cidadãos e éticos, comprometidos com o desenvolvimento social 
da região que os cercam. Por fim, gerar mão-de-obra com senso crítico e analítico, 
preparada para desenvolver pesquisas e novas tecnologias também é um anseio da 
comunidade acadêmica da Instituição. 
A UNINASSAU reafirma com o compromisso de valorizar sua inserção 
regional em todos os cursos de graduação e nos cursos e programas de pós-graduação, 
por meio de atividades complementares, seminários, simpósios e eventos similares, 
para o desenvolvimento de estudos e pesquisas, seus fundadores, líderes e o povo. 
 
 
 
2.3.1. Contexto Educacional no Estado e na Cidade 
 
 
Desta forma a oferta do curso revela sintonia com o Plano Nacional de Educação 
que, entre outros objetivos, estabelece para a Educação Superior no Brasil: 
 Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por 
cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) 
a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo 
menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas, no segmento público; 
 Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e 
doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação 
superior para 75% (setenta e cinco por cento), sendo, do total, no mínimo, 35% (trinta 
e cinco por cento) doutores; 
 Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação strictosensu, 
de modo a atingir a titulação anual de 60.000 (sessenta mil) mestres e 25.000 (vinte e 
cinco mil) doutores. 
Para que o País atinja as metas, há a questão do financiamento. A previsão 
constitucional de vinculação de um percentual do PIB para execução dos planos de 
educação representa um enorme avanço, mas o desafio de vincular os recursos a um 
padrão nacional de qualidade ainda está presente. Na agenda instituinte do Sistema 
Nacional de Educação, o financiamento, acompanhado da definição de normas de 
cooperação, de padrões nacionais de qualidade e de uma descentralização 
qualificada, isto é, de repartição de competências acompanhadas das condições 
necessárias para sua efetivação, leva à ampliação da capacidade de atendimento, e 
todos os brasileiros tem seu direito assegurado em qualquer ponto do território 
nacional. 
Também estão presentes outros grandes desafios, como o fortalecimento da 
gestão democrática, com leis específicas que a normatizem em cada rede ou sistema 
de ensino. 
Esses são elementos imprescindíveis do Sistema Nacional de Educação a ser 
instituído, conforme preveem, especialmente, as metas 19 e 20 do PNE, a saber: 
 Meta 19: assegurar condições, no prazo de 2 (dois) anos, para a efetivação da 
gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e 
desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas 
públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto. 
 Meta 20: ampliar o investimento público em educação pública de forma a 
atingir, no mínimo, o patamar de 7% (sete por cento) do Produto Interno Bruto 
(PIB) do País no 5º (quinto) ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o 
equivalente a 10% (dez por cento) do PIB ao final do decênio. 
No período 2012-2013, a matrícula cresceu 4,4% nos cursos de bacharelado, 
0,6% nos cursos de licenciatura e 5,4% nos cursos tecnológicos. Os cursos de 
bacharelado têm uma participação de 67,5% na matrícula, enquanto os cursos de 
licenciatura e tecnológicos participam com 18,9% e 13,7%, respectivamente. 
Assim, com base no reconhecimento de sua importância para a sociedade, a 
IES tem como compromisso não restringir sua atuação ao interior do campus 
universitário. Na visão da instituição, é fundamental interagir com a comunidade e 
estender também a ela os benefícios gerados pela academia. Nesse contexto, pode-se 
afirmar que a indissociabilidade entre ensino, pesquisa extensão. 
 
 
3. CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA EAD (LICENCIATURA) 
 
3.1. Dados do Curso 
 
Denominação 
Curso de Graduação em Pedagogia 
 
Modalidade: A distância 
Licenciatura 
 
Reconhecimento: Portaria N° 701, de 28 de maio de 2012, publicada no DOU 
nº 103, em 29 de maio de 2012 
 
Vagas: 2000 
 
Carga Horária: 3.200 horas 
 
Integralização: mínima 08 semestres e máxima 12 semestres 
 
 
3.2. Endereço de Funcionamento do Curso Pedagogia EaD (Sede) 
 
Centro Universitário Maurício de Nassau 
Endereço: Rua Guilherme Pinto, 114, Graças - Recife / PE, Cep: 52011-220 
Site: www.mauriciodenassau.edu.br 
 
 
3.3. Formas de Acesso 
 
Seguindo a legislação vigente e Regimento Geral da IES, o acesso ao curso é 
aberto aos portadores de comprovante de conclusão do ensino médio ou equivalente, 
http://www.mauriciodenassau.edu.br/
sendo que o ingresso ao curso (mediante disponibilidade de vagas e/ou prerrogativas 
legais) pode ser feito por: 
 Processo Seletivo (Vestibular); 
 ENEM; 
 Transferências previstas em lei; 
 Portadores de Diploma de Ensino Superior. 
 
 
3.4. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso 
 
As políticas institucionais são desenvolvidas no âmbito do curso, em 
conformidade com o previsto no PDI vigente, e podem ser entendidas pela análise 
das atividades desenvolvidas no âmbito do curso para o cumprimento destas. 
Ressalta-se que a IES mantem compromisso de implantar e desenvolver suas 
políticas no curso de forma que estejam de forma indubitável voltadas a promoção 
de oportunidades diferenciadas e inovadoras de aprendizagem, alinhadas 
estritamente com o perfil do egresso e em especial garantindo-se que tais práticas 
que são dotadas de indicadores que demonstram seu êxito e inovação. 
Neste contexto a IES reafirmar ainda seu compromisso através da oferta de 
cursos absolutamente relacionados à conjuntura e a seus desdobramentos, trabalhando 
com o rompimento de formas ultrapassadas de organização, de produção e troca de 
conhecimentos. 
As políticas institucionais não podem ser analisadas e implantadas de forma 
dissociada da realidade do futuro profissional no mundo do trabalho. Todos precisam 
interagir em função das necessidades sociais e econômicas e, devem colaborar para a 
formação do perfil do egresso, em permanente atualização com demandas 
profissionais. 
É de responsabilidade do Conselho Superior regulamentar as políticas 
institucionais previstas no PDI em aspectos relativos à sua organização, administração, 
financiamento e funcionamento, bem como nos relacionados à avaliação e divulgação 
dos mesmos. 
 
3.5. Integração do Curso com as Redes Públicas de Ensino 
 
No âmbito da educação regular, foram firmados convênios com a rede pública 
de ensino, envolvendo escolas de diversas categorias e níveis: educação infantil, 
ensino fundamental, ensino médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Essas 
ações estão em perfeita sintonia com o preconizado no presente PPC. 
Os convênios e ações previstas possibilitam integração com a rede pública de 
ensino, viabilizando o desenvolvimento, a testagem, a execução e a avaliação de 
estratégias didático-pedagógicas, inclusive com o uso de tecnologias educacionais, 
garantindo, portanto, uma formação de qualidade para o futuro egresso. 
Para o planejamento das atividades atenção especial se dá a implantação de 
ações inovadoras em especial pelo seu caráter motivador e, no seu desenvolvimento as 
experiências são documentadas, e contém dados que possibilitam sua abrangência e 
garantem ainda que seus resultados sejam extremamente relevantes para os discentes 
e para as escolas de educação básica, ou seja, sejam fonte de retroalimentação na 
gestão. 
A integração é implantada com as parcerias que podem ser destinadas ao 
desenvolvimento de estágios, prestações de serviços, projetos de extensão, projetos 
comunitários e estudos e pesquisas que atendam às demandas específicas da área 
nestes ambientes de trabalho. Através destes convênios e atividades, se dá a integração 
do curso com o sistema público. 
 
 
3.6. Atividades Práticas De Ensino para Licenciatura 
 
As atividades práticas de ensino previstas encontram-se devidamente 
regulamentadas em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a 
Educação Básica, da Formação de Professores e em especial da área de conhecimento 
da licenciatura em perfeita articulação com o previsto neste PPC e demais normas da 
instituição. A regulamentação considera a distribuição e relacionamento entre a teoria 
e prática de forma reflexiva e inovadora durante todo o curso. 
 
 
 
3.7. Relevância da Oferta do Curso de Pedagogia em EaD 
 
A instituição acredita profundamente que, nos dias de hoje, é de suma importância 
formar e qualificar as pessoas, e não apenas transmitir conhecimentos, pois a sociedade 
cobra profissionais cada vez mais polivalentes, de iniciativas próprias e que estejam 
aptos para atuarem em quaisquer circunstâncias, ou atividades diferentes. Portanto, 
tem plena consciência de que deve contribuir fortemente na formação de 
conhecimentos específicos, colaborando na estruturação da vida acadêmica do 
egresso, sendo seu papel fundamental, o de orientação e motivação, impulsionando-o 
em suas atividades e atitudes. 
A Instituição, ao oferecer o Curso de Pedagogia em EAD, busca suprir a 
demanda por profissionais com este perfil no mercado de trabalho local, contribuindo 
para o desenvolvimento da região,e também oferecer um curso de qualidade, com 
novas tecnologias e metodologias, atendendo às exigências profissionais e 
empresariais do milênio. 
Pensando nisto, a instituição valorizando a Educação Científica, que por sua 
vez objetiva garantir aos cidadãos o direito à aquisição de competências profissionais, 
de importância assegurada, desempenhando um importante papel; teve a elaboração 
deste Projeto Pedagógico a partir das considerações a respeito do cenário atual, da 
demanda pelo curso e da população. 
O Curso de Pedagogia em EAD tem a preocupação em atender e seguir a 
evolução da sociedade. Seu intuito abrange a formação de profissionais qualificados 
para o exercício profissional atendendo a demanda de um mercado em constante 
transformação. Objetiva desenvolver o processo de formação profissional e interação 
social. 
A UNINASSAU, como Instituição de Educação Superior, consoante com 
seus valores humanistas, cristãos e democráticos, pretende contribuir para a formação 
integral da personalidade, do pensamento crítico e da cultura de seus alunos, mediante 
o cultivo, a produção e a transmissão do saber nas diversas áreas do conhecimento, 
consubstanciado em suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Assim, o projeto 
pedagógico do Curso de Graduação em Pedagogia em EAD da IES é pautado no 
comprometimento com a qualidade na formação do cidadão e do profissional 
atendendo, portanto, aos anseios de seus alunos, às expectativas da sociedade e as 
necessidades da região, no que diz respeito ao aproveitamento das potencialidades 
socioeconômicas, naturais e culturais, de modo a tornar os alunos instrumentos do 
desenvolvimento regional. 
Neste contexto, o Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia em EAD da 
UNINASSAU está plenamente adequado a população do ensino médio regional, a 
quantidade de vagas ofertadas na educação superior, a demanda pelo curso, a taxa bruta 
e a líquida de matriculados na educação superior, as metas do PNE e a pirâmide 
populacional. 
A natureza pedagógica de um curso de graduação em EAD, em seus 
aspectos gerais, obriga-nos a empreender algumas considerações quantitativas e 
qualitativas sobre as demandas globais em que o ensino superior, no Brasil, tem se 
desenvolvido. Esse cenário geral é parte constitutiva das condições mesmas em que o 
ensino superior é oferecido e o que isto representa em termos de suas melhorias, 
desenvolvimento e consolidação, sobretudo quando da necessidade premente que tem 
o Brasil de alçar a patamares muito mais importantes e estratégicos na produção de 
conhecimento científico e tecnológico. 
Já nas Diretrizes do PNE – Plano Nacional de Educação, sobre a educação 
superior, no país, o texto nos remete à importância e urgência de melhorias e 
aperfeiçoamento: “A importância que neste plano se deve às Instituições de Ensino 
Superior (IES), mormente à universidade e aos centros de pesquisa, erige-se sobre a 
constatação de que a produção de conhecimento, hoje, mais do que nunca e assim tende 
a ser cada vez mais é à base do desenvolvimento científico e tecnológico e que este é 
que está criando o dinamismo das sociedades atuais”. Por outro lado, embora 
estejamos, aqui, versando sobre uma IES privada, cuja natureza acadêmica é a de 
ensino, é necessário que, desde já, possamos enfatizar nossa responsabilidade 
educacional em empreender, ao longo de sua existência e o mais ternamente possível, 
a produção de conhecimento e um ensino de qualidade para que se constitua o tripé 
máximo da educação: ensino, pesquisa e extensão. É o PNE que afirma: “Ressalte-se 
que à educação superior está reservado, também, o papel de fundamentar e divulgar os 
conhecimentos ministrados nos outros níveis de ensino, assim como preparar seus 
professores. Assim, não só por parte da universidade, mas também das outras 
instituições de educação superior deve haver uma estreita articulação entre este nível 
de ensino e os demais como também um compromisso com o conjunto do sistema 
educacional brasileiro”. 
Desse modo, a perspectiva de oferecer um curso de graduação em 
Pedagogia não pode prescindir da observância, por exemplo, das considerações 
enfatizadas em um instrumento tão pertinente quanto o Plano Nacional de Educação - 
PNE, aprovado pelo Congresso Nacional, em 2000. Este documento consiste em uma 
série de mecanismos a serem viabilizados para que se concretizem, no Brasil, as 
condições propícias de uma educação inclusiva, em sua universalidade, e de qualidade, 
em sua pedagogia. 
É, sobretudo, no tocante às informações sobre o ensino superior, no Brasil, 
que nos interessa perscrutar suas estatísticas não somente no sentido de nos basearmos 
em dados fidedignos, mas também no sentido de efetivarmos as ações e estratégias 
demandadas para o alcance dos patamares dignos e exigidos pela sociedade brasileira. 
Assim, iniciamos nossa proposição acadêmica referente ao oferecimento 
do curso de graduação de Pedagogia em EAD, enfatizando estes dados e legitimando 
nosso dever e nossa missão em contribuir com as transformações e as conquistas 
demandadas pela educação superior, notadamente em Recife, no Estado de 
Pernambuco, região Nordeste do Brasil. 
O Plano Nacional de Educação – PNE – é taxativo em afirmar, no tocante 
à educação superior, no Brasil, que enfrentamos intensas dificuldades e que urge a 
definição de “uma política que promova sua renovação e desenvolvimento”. Para 
tanto, faz-se necessário considerar alguns parâmetros quantitativos que nos retrata, 
uma situação educacional desfavorável quanto ao seu acesso, se comparada a outros 
países da América Latina. Enquanto o Brasil apresenta um patamar de acesso ao ensino 
superior menor que 12%, numa população de 18 a 24 anos, o Chile o faz com 20,6%, 
a Venezuela com 26% e a Bolívia com 20,6% (Fonte: MEC/INEP/SEEC, in 
PNE/2000). 
Cumpre-se, então, considerar alguns dados quantitativos sobre a educação 
superior no país, para que os mesmos se evidenciem como norteadores do empreender 
neste setor estratégico. De acordo com o IBGE, os últimos dados consolidados da 
educação superior brasileira, do Censo da Educação Superior 2005, apontam que, em 
2005, foram oferecidas 2.435.987, vagas pelo sistema de educação superior, 115.566 
a mais que no ano anterior (aumento de 5%). Inscreveu-se para disputar essas vagas 
em 2005 5.060.956 candidatos, 6.964 a mais que em 2004, representando um 
acréscimo de 0,14% na demanda por vagas. Efetivamente, ingressaram na educação 
superior 1.397.281 novos alunos, perfazendo um total de 4.453.156 matriculados. Por 
outro lado, os números relativos à população do ensino médio regional e à população 
do ensino superior regional, às matrículas por Região e as próprias metas do PNE são 
basilares para contribuir com uma visão mais racional sobre o processo. É importante 
salientar, também, que tais estatísticas devem ser consideradas no âmbito regional, 
tendo em vista o papel educacional de uma IES para o desenvolvimento das regiões 
brasileiras. Esse conjunto de informações chama-nos a atenção para a grande 
responsabilidade social e econômica que tem os empreendedores educacionais na 
erradicação dessas deficiências. 
O PNE reconhece este papel, quando afirma: “Paralelamente, a expansão 
do setor privado deve continuar, desde que garantida a qualidade”. Nesse sentido, para 
que se possa dimensionar o contexto educacional a que estamos nos reportando, 
inclusive do ponto de vista da região nordeste, disponibilizamos abaixo os dados 
relativos a: Com referência aos dados acima, o PNE adverte: “... registra-se também, 
no caso da educação superior, uma distribuição de vagas muito desigual por região, o 
que precisa ser corrigido. Deve-se observar, entretanto, que esta dificuldade resulta da 
concentração das matrículas em instituições particulares das regiões mais 
desenvolvidas”. 
Isto posto, cumpre-nos a missão educacional, o dever social e, sobretudo,a consciência ética de desenvolvermos e implantarmos uma proposta acadêmica 
avançada, fundamentada nos mais respeitados valores culturais e educacionais de uma 
Região tão representativa para a federação brasileira quanto à região nordeste, 
norteados, igualmente, pelo conjunto de metas do Plano Nacional de Educação (PNE), 
que aqui consideramos: 
1. Prover, até o final da década, a oferta de educação superior para, pelo 
menos, 30% da faixa etária de 18 a 24 anos. 
Por isso, a integração curricular, tornando-se o campo adequado para a 
experimentação das teorias aprendidas, no exercício de situações reais e simuladas da 
prática profissional. 
A Faculdade dispõe de um Instituto Superior de Educação cuja missão é 
implementar um ensino de qualidade, capaz de formar profissionais - educadores para 
exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino 
Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de Educação 
Profissional na área de serviços e apoio escolar em outras áreas nas quais sejam 
previstos conhecimentos pedagógicos além das diversas licenciaturas existentes em 
outras áreas, integrando o ensino, a pesquisa e com a extensão, numa abordagem 
humana e ética. 
Na matriz curricular do curso observam-se os fundamentos da estética da 
sensibilidade, política da igualdade e a ética da identidade, como também os princípios 
específicos de flexibilidade, autonomia, interdisciplinaridade e contextualização. 
A identidade supõe uma inserção no meio social que leva à definição de 
vocações próprias, que se diversificam ao incorporar as necessidades locais e as 
características dos alunos e a participação dos professores e das famílias no desenho 
institucional. 
A diversidade é necessária para contemplar as desigualdades nos pontos de 
partida dos alunos, que requerem diferenças de tratamento como forma mais eficaz de 
garantir um resultado comum nos pontos de chegada. 
Com a flexibilidade procurar-se-á promover a adaptação às diferenças 
individuais, respeitar os diversos ritmos de aprendizagem, integrar as diferenças locais 
e os contextos culturais. 
A autonomia deve refletir o compromisso da proposta pedagógica com a 
aprendizagem dos alunos pelo uso equânime do tempo, do espaço físico, das 
instalações e equipamentos, dos recursos financeiros, didáticos e humanos. Na sala de 
aula, a autonomia tem como pressuposto, além da capacidade didática do professor, 
seu compromisso, que faz do trabalho cotidiano de ensinar um permanente voto de 
confiança na capacidade de todos para aprender. 
A interdisciplinaridade baseia-se na interdependência, na interação e no diálogo 
permanente entre os vários ramos do conhecimento, e deve buscar a integração do 
conhecimento num todo harmônico e significativo. 
O princípio pedagógico da contextualização permite à IES pensar o currículo de 
forma flexível, com uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de 
transmissão do saber. O conteúdo de ensino deve provocar aprendizagens 
significativas que mobilizem o aluno e estabeleçam entre ele e o objeto do 
conhecimento uma relação de reciprocidade. A contextualização evoca, por isso, áreas, 
âmbitos ou dimensões presentes na vida pessoal, social e cultural, e mobiliza 
competências cognitivas já adquiridas. 
Esses princípios pedagógicos visam contribuir para a formação da totalidade 
humana em consonância com as novas demandas do mundo contemporâneo. Também 
é observado como eixos estruturais na organização dos cursos, o “aprender a 
aprender, aprender a fazer, aprender a viver, aprender a ser”, eixos encaminhados 
pela UNESCO que orientarão a seleção dos conteúdos significativos. Um curso ou 
programa deve oferecer aos alunos referenciais teórico-práticos que colaborem na 
aquisição de competências cognitivas, habilidades e atitudes e que promovam o seu 
pleno desenvolvimento como pessoa, o exercício da cidadania e a qualificação para o 
trabalho. Precisa estar integrado às políticas, diretrizes, parâmetros e padrões de 
qualidade definidos para cada nível educacional e para o curso específico, atendendo 
às orientações do órgão federal competente. 
Desta forma, O Curso de Pedagogia em EAD, Licenciatura, da UNINASSAU, 
compreendendo os desafios apontados na ação educativa e na dinâmica social, tem 
como objetivo principal a formação do pedagogo com o perfil de pesquisador crítico-
reflexivo, um profissional apto a inserir-se no mercado de trabalho, com competências 
necessárias para atuar no novo cenário sócio-político-educacional, proporcionando-lhe 
as condições e habilidades necessárias, para o desenvolvimento de suas atribuições e 
responsabilidades no processo ensino e aprendizagem e como co-responsável pelo 
direito de aprender das crianças, jovens, adultos e para sua inserção na sociedade como 
cidadão consciente e ativo. 
Ao longo da história o Pedagogo tem obtido uma inserção profissional distinta 
de alguns momentos históricos. A sua atuação tem sido ampliada em outros 
seguimentos e setores. Dentre eles, no terceiro setor, em Ongs, Fundações, associações 
comunitárias, hospitais e empresas. 
O ambiente de trabalho dos Pedagogos não tem sido somente o espaço escolar 
como pode ser visto na história da educação no Brasil. Com esta mudança de inserção 
no mercado a Uninassau tem investido numa proposta diversificada de formação que 
atenda à todos os seguimentos e espaços de trabalho. Buscando formar profissionais 
com habilidades que possam atender as demandas do mercado. 
3.4 Objetivos do curso 
 
3.4.1 Objetivo Geral 
 
Formar o pedagogo (a) com vistas à apropriação de competências e 
conhecimentos para o exercício da docência e de práticas educativas também em 
ambientes não escolares, bem como ao desenvolvimento de atitudes de reflexão e 
análise sobre o fazer pedagógico e aos valores para uma atuação na sociedade como 
agente de transformação 
3.4.2 Objetivos Específicos 
 
-Formar cidadãos compromissados com a missão, visão, metas e valores 
institucionais de forma que esta possa cumprir seus objetivos para com a sociedade; 
-Formar profissional para atuação responsável socialmente e conhecedor das 
necessidades da região metropolita de Recife; 
-Formar profissionais proativos em sua atuação frente a demandas emergentes 
no mercado de trabalho, em especial aquelas da região de metropolitana de Recife; 
- Auxiliar a Uninassau no cumprimento de sua missão institucional através da 
formação de profissionais com perfil voltado para o mercado de trabalho. 
-Ampliar a reflexão quanto ao fazer pedagógico e suas implicações na realidade 
social; 
-Estimular o domínio dos conteúdos disciplinares relativos à docência das 
diferentes áreas que integram o currículo, bem como das respectivas metodologias, 
recursos e meios visando o preparo de ambientes de aprendizagem e a condução de 
situações educativas; 
-Possibilitar a compreensão dos fundamentos epistemológicos das teorias que 
sustentam as propostas pedagógicas para a educação; 
-Promover uma postura científica ativa, criativa e reflexiva diante de problemas 
da educação e especificamente da docência; 
-Capacitar para a atuação no planejamento, organização e gestão do Sistema de 
Ensino para os quais estão sendo formados, nas esferas administrativa e pedagógica, 
com competência técnico-científica e ética visando à democratização das relações 
sociais na comunidade escolar e fora dela; 
-Contribuir para ações concernentes ao desenvolvimento do projeto pedagógico 
da instituição onde atua, de modo a desenvolver suas atividades pedagógicas em 
consonância com as atividades coletivas, de forma interdisciplinar e de interlocução 
com os diversos campos do saber e da cultura; 
-Estimular a participação em movimentos socioculturais da comunidade, em 
geral, e de sua categoria profissional, em particular, exercendo liderança e assumindo 
compromisso com a transformação socialde seu meio. 
 
3.4.3 Perfil do Egresso 
 
Para atender ao perfil profissional pretendido para os futuros profissionais 
formados na IES, entende-se ser imprescindível fornecer-lhe os instrumentais 
necessários para o inserir na visão ampla do mundo atual, sem deixar de enfatizar a 
necessidade de considerar as riquezas da realidade regional. 
Os conteúdos desenvolvidos ao longo do curso buscam capacitá-los para exercer 
o papel de cidadão levando em conta sua responsabilidade social. Nesse sentido, a 
qualificação permanente é tônica do exercício e da consciente cidadania profissional 
que se procura desenvolver nos alunos. Assim, o perfil esperado dos que ingressam no 
mercado de trabalho do atual século é de profissionais com visão global e local do 
meio social, político, cultural e econômico, capazes de exercer a profissão com ética e 
responsabilidade social, competentes para que em seus respectivos campos do saber 
construam a sociedade da era onde o conhecimento não é estanque e que deve ser 
constantemente renovado. 
Desta forma, o curso oferece subsídios para tornar o profissional apto a: 
 O Curso de Pedagogia, Licenciatura, proposto pela UNINASSAU oferecerá uma 
formação baseada em valores éticos e humanísticos, técnicos e científicos mediante 
um ensino teórico-prático de estímulo à pesquisa e à extensão. 
 O perfil do egresso do curso, foi definido à luz da Resolução CNE/CP nº 1 de 
15/05/2006 que institui as DCNs para os Cursos de Graduação em Pedagogia, 
Licenciatura, demonstrando coerência com os objetivos do curso propostos no Projeto 
Pedagógico do Curso. Logo, o egresso deverá estar apto a: 
-atuar com ética e compromisso para o desenvolvimento de uma sociedade 
mais justa, equânime e igualitária; 
-compreender, cuidar e educar crianças, adolescentes, jovens e adultos, 
inclusive os fora de faixa, de modo a propiciar seu desenvolvimento com vistas às 
diversas dimensões que constituem suas particularizadas formações; 
-trabalhar em espaços escolares e não-escolares na promoção da formação 
humana observando o desenvolvimento de subjetividades com autonomia e verdadeira 
liberdade; 
-reconhecer e respeitar as diversidades apresentadas por necessidades 
físicas, cognitivas, emocionais e afetivas dos educandos em suas relações individuais 
e coletivas; 
-ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar; 
-articular as linguagens dos meios de comunicação à educação, 
demonstrando conhecimento das tecnologias da informação que podem ser 
significativas à aprendizagem dos educandos; 
-ser agente propositivo na integração entre os estudantes, a instituição 
educativa, a família e a comunidade; 
-demonstrar consciência política acerca do respeito à diversidade 
expressas nas diferenças étnico-raciais, econômicas, de gêneros, gerações etárias, 
orientações sexuais, culturais, de classes sociais, políticas, religiosas, entre outras, para 
ser agente transformador na diminuição das exclusões e preconceitos; 
-participar na gestão das instituições contribuindo para elaboração, 
implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos pedagógicos 
e programas educativos em espaços escolares e não-escolares; 
-desenvolver pesquisas no cerne da educação, problematizando situações 
escolares, pedagógicas, políticas públicas educacionais, ambientais, gestões 
educacionais, currículo e práticas educativas nos mais diversos contextos; e 
-aplicar com competência, criticidade e propriedade os conhecimentos 
pedagógicos, instrumentos legais, e metodologias da ação educativa em função da 
construção de uma educação com mais qualidade e justiça. 
O profissional de educação, devido à complexidade do fenômeno 
educativo, deve ter uma formação interdisciplinar que privilegie a dimensão 
humanística, profissional e ética. A formação geral permitirá ao profissional 
compreender o fenômeno educacional no mundo contemporâneo e as suas múltiplas 
formas de funcionamento. 
Em relação à formação específica, o pedagogo será apto a exercer a 
docência na Educação Infantil; nos anos iniciais do Ensino Fundamental; nos cursos 
de Ensino Médio, na modalidade Normal, de Educação Profissional e ainda nas áreas 
de serviços de apoio escolar, bem como atuar em outras áreas que necessitem de 
conhecimentos pedagógicos. Desenvolverá atividades de: gestão, planejamento, 
execução, coordenação e acompanhamento e avaliação de projetos educacionais 
diversos. 
O egresso deverá ainda ter consciência de que não existe educação neutra, 
que sua ação educativa será formadora de opiniões que poderá colaborar para os 
sucessos ou insucessos na vida em sociedade, sem desta maneira desvalorizar as 
construções provenientes do meio social dos educandos. Assim o perfil do Pedagogo 
articula-se com as concepções e desafios emergentes sobre a educação, com o impacto 
das tecnologias da informação e das comunicações sobre o processo de 
ensino/aprendizagem e com as necessidades sócio educacionais da região, do país e do 
mundo. 
A Uninassau sempre em sintonia com o que há de mais atual na educação em 
todo o mundo, está atenta para que os conteúdos curriculares pertinentes aos seus 
cursos garantam o efetivo alcance do perfil do egresso pretendido com a atualização 
necessária para que o profissional formado tenha êxito e reconhecimento na sua 
atuação na área. Para tanto, não descuida das atualizações necessárias, da constante 
análise de adequação de cargas horárias, bibliografias, metodologias de ensino e 
aprendizagem, sem perder de vista a missão, a visão e os valores institucionais que 
guardam estreita relação com a sustentabilidade ambiental, com os direitos humanos e 
relações étnico raciais, reforçados a todo momento pela IES em ações e ensinamentos 
formais, disciplinares e transversais. 
 
 
3.5 Organização Curricular 
 
O currículo do Curso é desenvolvido na perspectiva da educação continuada, 
sendo concebido como uma realidade dinâmica, flexível, propiciando a integração 
teoria e prática, o diálogo entre as diferentes ciências e saberes, e as atividades 
facilitadoras da construção de competências. 
 
3.5.1. Estrutura Curricular 
 
A estrutura curricular que é adotada, dentro da filosofia institucional, considera 
a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a contextualização e a acessibilidade 
metodológica como itens imprescindíveis para o desenvolvimento do curso e para que 
o perfil do egresso e objetivos do curso sejam atingidos de forma plena conforme pode 
ser verificado na sequência. 
 
 
3.5.1.1. Flexibilização Curricular 
 
Flexibilizar consiste em estar preparado e disposto a articular o “domínio 
específico”, o “domínio prático”! e o “domínio ético” com a formação identitária e 
subjetiva dos profissionais a serem formados. De forma mais ampla significa superar 
o modelo tradicional baseado na especialização estrita, rumo à uma formação aberta à 
articulação entre domínio específico (da teoria) e domínios mais amplos requeridos 
pela ação humana no mundo do trabalho. E esta ótica perpassa por fomentar e 
possibilitar o aprender a aprender “sozinho” e de “maneira solidária e cooperativa”. 
Enfim, de forma resumida significa, dentro da ótica do ensino superior regulado pelo 
Estado, criar possibilidades de permitir ao estudante a possibilidade de intervir na 
escolha de trajetos de formação diversificados na “universidade”. 
Para o estudante a flexibilização curricular inegavelmente traz benefícios vez 
que no mínimo possibilita a ampliação dos horizontes do conhecimento e o 
desenvolvimento de visão crítica mais abrangente, pois permite a busca por mais 
conhecimentos. 
Na IES, considerando que o Ensino Superior no Brasil é altamente 
regulamentado na forma de Leis, Portarias e outros que delimitam e até determinam o 
curso através de Diretrizes CurricularesNacionais, definições de cargas horárias 
mínimas, definições de tempo de integralização, definições de carga horária e forma 
de articulação dos estágios básicos e específicos, busca a flexibilização curricular 
articulada de forma que os benefícios desta fossem agregados aos cursos, tais como o 
presente. 
Para tanto, na definição da estrutura curricular do curso especial atenção se deu 
a: articulação da teoria e prática desde os momentos mais precoces do curso, busca 
incessante por um ensino centrado na produtividade dos alunos, uma formação 
articulada, mas principalmente integrada à realidade cultural, econômica e social da 
região e do Brasil, fomento a permeabilidade de informações, conhecimentos, saberes 
e práticas mesmo no ensino ‘disciplinar’, promoção a interdisciplinaridade. Para que 
isto seja possível é necessário, entretanto entender que a flexibilidade curricular 
depende de estruturas flexíveis exercitadas na IES e curso, as quais são ilustradas a 
seguir: 
 
Vale destacar que dentro das premissas descritas no âmbito do curso define-se 
unidades curriculares específicas vocacionadas à flexibilização, como as disciplinas 
optativas e as disciplinas de “Tópicos” que no primeiro caso permite que o futuro 
profissional, ressalvadas as premissas legais escolha disciplinas que cursa e no 
segundo caso, permite ao NDE do curso a determinação de plano de ensino adaptável 
as necessidades formativas e ou do mercado de trabalho. Isto logicamente seguida da 
flexibilização inerentes a integralização do Estágio Supervisionado e ao Trabalho de 
Conclusão de Curso. 
A flexibilização curricular permite também a adaptação às diferenças 
individuais, respeitando os diversos ritmos de aprendizagem, integrando as 
dessemelhanças locais e os distintos contextos culturais, garantindo um currículo que 
funcione como um fluxo articulado de aquisição de saber, num período, tendo como 
base a diversidade e o dinamismo. 
 
3.5.1.2. Interdisciplinaridade 
 
A interdisciplinaridade propicia o diálogo entre os vários campos do 
conhecimento e a integração do saber, visando a superar uma organização curricular 
tradicional, que coloca as disciplinas como realidades estanques, fragmentadas, 
isoladas e dificulta a apropriação do conhecimento pelo aluno. A interdisciplinaridade 
favorece visão contextualizada e percepção sistêmica da realidade, permitindo 
compreensão mais abrangente do saber. 
A interdisciplinaridade integra o saber, propiciando a compreensão da 
relevância e do significado dos problemas estudados, favorecendo, consequentemente, 
os processos de intervenção e busca de soluções. Expressa ainda a necessidade de 
reconstruir o pensamento em novas bases, recuperando dimensões como a criatividade, 
a imaginação e a capacidade de lidar com a incerteza. A interdisciplinaridade não 
significa uma justaposição de saberes, nem implica uma comunicação reduzida entre 
as disciplinas. Envolve a elaboração de um contexto mais geral, no qual as disciplinas 
em contato são modificadas, passando a depender claramente uma das outras. 
Promove, portanto, intercâmbios mútuos e recíprocas integrações entre as disciplinas. 
O ensino baseado na interdisciplinaridade tem grande poder estruturador, pois, 
as definições, os contextos e os procedimentos que são estudados pelos alunos são 
organizados em torno de unidades mais globais, que agregam estruturas de conceitos 
e metodologias compartilhadas por várias disciplinas e atividades acadêmicas, 
capacitando os alunos para enfrentar problemas que transcendem os limitem da 
disciplina concreta e para detectar, analisar e solucionar novas questões. Além disso, 
a interdisciplinaridade favorece a realização de transferências das aprendizagens já 
adquiridas em outros contextos e amplia a motivação para aprender. 
Na promoção do estudo interdisciplinar e significativo, a forma de 
integralização das disciplinas, conforme consta dos planos de ensino, evidenciam em 
cada período a forma e quais disciplinas tem a responsabilidade de 
sintetizar/aplicar/estender conceitos, práticas etc. Tais disciplinas podem tanto 
promover a integração no interior de um mesmo período quanto entre períodos de um 
mesmo curso ou de cursos distintos. Ou seja, a interdisciplinaridade, a integração, pode 
ser feita também apenas em algumas das suas atividades em várias disciplinas. 
Adicionalmente, as disciplinas do curso estão inter-relacionadas e se integram 
em função dos objetivos do curso e do perfil do egresso. Cabendo destacar o Trabalho 
de Conclusão de Curso, o Estágio e a prática profissional como um todo como 
ferramentas de construção da aprendizagem de modo interdisciplinar. 
Através do estímulo institucional, os docentes, coletivamente, se dedicam ao 
planejamento e à implantação do ensino interdisciplinar, tendo como apoio as 
instâncias formais, como Colegiado de Curso e Núcleo Docente Estruturante. 
Além disso, a IES se empenha seriamente à prática da inovação acadêmica, 
com destaque às metodologias ativas de ensino e aprendizagem e aos projetos 
integradores, instrumentos amplamente compatíveis com a interdisciplinaridade. Para 
tanto, investe no preparo de seus docentes pois a interdisciplinaridade está diretamente 
condicionada ao conhecimento e experiência destes. 
A interdisciplinaridade, é sempre estimulada e paralelamente tem espaço 
garantido nas diversas disciplinas de práticas estrategicamente previstas, no 
desenvolvimento curricular. 
 
3.5.1.3. Contextualização e Articulação Teoria-Prática 
 
A contextualização busca a adequação do currículo às características do 
acadêmico e do ambiente socioeconômico e cultural, permitindo relacionar as 
atividades curriculares com o cotidiano dos alunos e com o contexto social, ou seja, 
articular a teoria com a prática. Para atender a esse princípio, buscou-se adequar o 
processo de ensino e aprendizagem à realidade local e regional, articulando as 
diferentes ações curriculares às características, demandas e necessidades de cada 
contexto. Desenvolveram-se estratégias para articular o processo de ensino à realidade 
dos alunos, propiciando uma aprendizagem referida aos diferentes âmbitos e 
dimensões da vida pessoal, social e cultural dos discentes. 
Nessa perspectiva, as práticas curriculares implementadas são pautadas no 
conhecimento das características dos alunos, buscando respeitar suas personalidades e 
suas identidades. 
O princípio da contextualização permite, ainda, pensar um currículo de forma 
abrangente, com ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de 
transmissão e reprodução do saber. 
A contextualização envolve o estabelecimento de relação de reciprocidade 
entre o aluno e o objeto de conhecimento, favorecendo aprendizagem significativa, 
uma vez que está baseada nos diferentes âmbitos e dimensões da vida pessoal, social 
e cultural dos alunos. 
Estes três princípios ganham dimensão na estrutura curricular do Curso, que 
segue o que preconizam as Diretrizes Curriculares Nacionais, as quais estabelecem 
para a organização curricular a necessidade de contemplar conteúdos relacionados com 
a formação geral, a formação técnica e a formação prático-profissional. 
Uma das principais prioridades da coordenação do Curso, além das atividades 
previstas nos atos normativos do MEC, do CNE e da própria IES, é exercer a 
contextualização e interdisciplinaridade, objetivando a formação do profissional capaz 
de colocar em ação os conhecimentos e valores adquiridos para desempenhar com 
eficácia e eficiência as competências profissionais adequando às necessidades do 
mundo de trabalho. 
De forma geral o aprendizado contextualizado, pode ser definido como a 
vinculação do conhecimento à sua origem e à sua aplicação, isso implica, no âmbito 
da sala de aula considerar o cotidiano e a realidade regional, as experiências vividas 
pelos alunos e, quais são suas prováveis áreas de atuação profissionale cidadãos. Ou 
seja, dar um significado real ao conhecimento adquirido. Para que isto ocorra os 
docentes são orientados e capacitados para a sempre manter o aluno no papel central 
como protagonista de seu aprendizado, usando os conhecimentos trocados na 
resolução de problemas, isto através da colocação de situações comuns ao futuro 
profissional, trazendo o cotidiano para a sala, “aproximando” o dia a dia do 
conhecimento científico. Isso é sempre possível, pois inúmeros e praticamente 
inesgotáveis são os campos e contextos de experiências que podem ser utilizados para 
significar o conhecimento. 
Cabe ressaltar ainda, que as disciplinas são hierarquizadas em períodos, 
seguindo o planejamento indicado para a progressiva formação do profissional. 
3.5.1.3. Libras 
A Disciplina Libras está inserida na estrutura curricular do Curso como 
disciplina obrigatória. Sendo assim, buscamos difundir em todos os meios 
institucionais o acesso a esta língua, visando à formação e capacitação não só do futuro 
profissional, mas também do corpo administrativo que trabalha no atendimento e 
suporte e de toda a comunidade interessada na inclusão de pessoas com deficiência 
auditiva e fala. 
3.5.1.4. Percurso Formativo 
O percurso formativo se refere à estrutura de formação de um curso, do modo 
como se organizaram as unidades curriculares de formação profissional. Na construção 
do percurso formativo são considerados a estruturação dos sistemas de ensino e a 
programação das atividades do curso que devem garantir o progressivo avanço do 
aluno no seu processo de aprendizagem e formação profissional, evitando- se 
interrupções e repetições de conteúdos e de experiências. Sua construção garante ainda 
que não haja divisões que impeçam o futuro profissional de dar continuidade a seus 
estudos, a cada etapa vencida, não comprometendo, assim, as perspectivas de uma 
formação permanente e continuada. 
A construção do percurso formativo do curso considerou num primeiro 
momento a previsão de que as “qualificações” são obtidas por meio do cumprimento 
das etapas que correspondem a formações que originam conhecimentos e habilidades 
definidas, previstas e desejadas. Num segundo momento considera que as etapas (e 
consequentemente as habilidades e competências adquiridas) correspondem a 
necessidades no mercado de trabalho. 
Com isto, as experiências formativas dos egressos têm um potencial de 
aproveitamento, tanto para o profissional quanto para o empregador, em duas direções: 
a) verticalmente, porque um conjunto de qualificações de níveis menores pode levar a 
titulações de níveis superiores; b) horizontalmente, porque a cada qualificação 
corresponderia uma competência necessária. 
E, nesse contexto, é construído o presente currículo e, dentro deste seu percurso 
formativo, garantindo-se a consideração da importância da organização do projeto de 
educação integral, referentes às etapas a serem seguidas por um indivíduo no seu 
processo de formação profissional. Do ponto de vista das políticas de emprego, o 
reconhecimento de competências e habilidades e a construção dos percursos permite 
entender melhor a correspondência entre os requisitos demandados e os perfis 
construídos. O percurso formativo do presente curso encontra-se no anexo. 
 
3.5.1.5. Acessibilidade Metodológica 
 
Para o atendimento pleno a missão da IES o atendimento a acessibilidade 
é requisito imprescindível e em seus projetos pedagógicos nos quais são alinhadas 
todas as questões do curso, a diversidade humana é atendida e, o conceito de 
acessibilidade é verificado e acolhido de forma ampla, e não apenas restrita a questões 
físicas e arquitetônicas, uma vez que entende-se a acessibilidade como um conjunto 
de dimensões diversas, complementares e indispensáveis para que haja um processo 
de efetiva inclusão. Desse modo, os cursos na IES buscam atender e trabalhar a 
acessibilidade de forma integral, para tanto atenta-se para as dimensões: i) atitudinal, 
ii) arquitetônica, iii) comunicacional, iv) instrumental, v) programática e vi) 
metodológica. 
No tocante a acessibilidade metodológica na IES e seus cursos as 
metodologias e técnicas de aprendizagem são priorizadas, por meio de análise, 
reflexões e ainda adaptações dos conteúdos programáticos previstos, nos Projetos 
Pedagógicos dos Cursos, de forma a conceber o aprendizado, o conhecimento, a 
avaliação e a inclusão educacional sem barreiras, acessível. Para tanto, no curso 
investe-se na promoção da diversificação curricular, flexibilização do tempo e a 
utilização de recursos a fim de viabilizar a aprendizagem de estudantes com 
deficiência, implantação novas metodologias, uso de vários estilos de aprendizagem, 
novos conceitos de avaliação de conhecimentos e habilidades, novos conceitos de 
fluxograma, produtividade, dentre outros detalhados em cada um dos planos de ensino. 
 
3.5.2. Conteúdos Curriculares 
 
Os conteúdos curriculares constantes deste projeto permitem o efetivo 
desenvolvimento do perfil do egresso pretendido e, em sua definição foram 
considerados aspectos relacionados a atualização dos conteúdos a serem integralizados 
em função da área, adequação da carga horária, e o suporte dado a adequada 
bibliografia indicada. Tais aspectos podem ser verificados na seção ementário e 
bibliografia no anexo do presente projeto. O planejamento curricular idealizado é 
resultante fundamentalmente, da reflexão sobre sua missão, concepção e seus 
objetivos, baseia-se nas orientações da legislação. 
Ainda, de forma a atender as necessidades formativas mais atuais, globais e 
logicamente exercitar as políticas institucionais no âmbito do curso, as Diretrizes 
Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de 
História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígenas estão inclusas como conteúdos 
disciplinares e nas atividades complementares em consonância com a Resolução 
CNE/CP N° 01, de 17/6/2004. O Curso contemplará, ainda, os Direitos Humanos e as 
Políticas de Educação Ambiental, conforme a determinação da Lei nº 9.795, de 27 de 
abril de 1999 e do Decreto Nº 4.281, de 25 de junho de 2002. Há integração da 
educação ambiental às disciplinas do curso e às atividades complementares e de 
extensão de modo transversal, contínuo e permanente. 
 
3.5.3. Diferenciais e Inovação no Curso 
 
O Coordenador do Curso desempenha um papel integrador e organizador na 
implantação e desenvolvimento da estrutura curricular, planejada conjuntamente com 
o corpo docente, buscando integrar o conhecimento das várias áreas. Para a 
implementação e execução do currículo, o Coordenador trabalha com o seu Núcleo 
Docente Estruturante – NDE, seu Conselho de Curso e demais professores. 
Entende-se a inovação no âmbito curso como uma ruptura paradigmática que 
além de promover ou provocar mudanças metodológicas ou a inclusão de recursos 
tecnológicos, é entendida como a compreensão do conhecimento e, portanto, a uma 
alteração nas bases epistemológicas da prática pedagógica. Desta forma, as inovações 
se materializam pelo reconhecimento de formas alternativas de saberes e experiências 
e, exigem dos docentes o preparo para transformar o desejo de saber em mola 
propulsora e emancipatória. 
Dentro desta premissa, a IES através de um plano de gestão participativa 
promove ações que visam buscar dentro e fora de seus muros contribuições para 
promover a inovação no âmbito de seus cursos. Destas empreitadas diversas ações têm 
sido utilizadas, tais como: 
Uso do Design Thinking nada mais é do que uma abordagem com foco no aluno para 
a inovação, levando-o a pensar de maneira crítica e criativa para desenvolver ideias, 
organizar informações, tomar decisões e adquirir conhecimento. Objetivo desse 
método é tornar cada aluno consciente de sua capacidade de transformar, estimulando-
o a pensamentos e ações críticas e criativas despertando desta forma o sentimentode 
protagonismo nos estudantes, fazendo com que se envolvam mais com as propostas da 
escola. 
 
 Estímulo ao desenvolvimento de competências socioemocionais: as 
dificuldades atuais dos futuros profissionais vão muito além dos conhecimentos 
tradicionais para que logrem êxito no mercado de trabalho atual se faz necessário dotá-
lo de competências socioemocionais que podem ser exercitadas com a inserção de 
experiências inovadoras como ações de cidadania, solidariedade, transformação do 
ambiente e sustentabilidade as quais costumam motivar e de forma surpreendente 
despertar o perfil protagonista nos futuros profissionais. 
3.5.4 Matriz Curricular do Curso 
 
 
Semestre 
 
 
Código 
 
 
Componentes 
Curriculares 
CARGA HORÁRIA 
Disciplinas 
TCC 
 
Estági
o 
 
Atividades 
Complementar
es 
 
Total 
Teórica 
 
Prática 
Prática 
de 
Ensino 
 
Subtotal 
 
 
 
 
 
 
1º 
GSER00100
1 
Introdução ao 
EaD 
20 20 20 
GSER00100
0 
Comunicação e 
Expressão 
40 40 40 
GSER90530
0 
Filosofia da 
Educação 
60 60 60 
GSER94710
0 
Introdução à 
Pedagogia 
60 60 60 
GSER90650
0 
Políticas 
Públicas e 
Educação 
60 60 60 
GSER94740
0 
Aspectos 
Socioantropológ
icos 
60 60 60 
GSER01940
0 
Desenvolvimento
 
Pessoal
 
e 
Trabalhabilidade 
60 60 60 
S
u
bt
ot
al 
360 0 0 360 0 0 0 360 
 
 
 
 
 
 
2º 
GSER82560
0 
Educação em 
Direitos 
Humanos 
50 10 60 60 
GSER80540
0 
Didática 40 10 10 60 60 
GSER70440
0 
Psicologia do 
Desenvolviment
o 
60 60 60 
GSER90790
0 
LIBRAS - 
Língua 
Brasileira de 
Sinais 
30 10 20 60 60 
GSER90790
0 
História da 
Educação 
60 60 60 
GSER96220
0 
Organização e 
Legislação da 
Educação 
60 60 60 
S
u
bt
ot
al 
300 30 30 360 0 0 0 360 
 
 
 
 
 
 
3º 
GSER94720
0 
Fundamentos 
da Educação 
60 60 60 
GSER00620
0 
Metodologia da 
Pesquisa 
60 60 60 
GSER94760
0 
Psicologia de 
Aprendizagem 
60 60 60 
GSER94800
0 
Alfabetização e 
Letramento 
40 10 10 60 60 
GSER94810
0 
Currículos, 
Programas e 
Projetos 
Pedagógicos 
60 60 60 
GSER94820
0 
Educação 
Infantil 
40 20 60 60 
S
u
bt
320 30 10 360 0 0 0 360 
ot
al 
 
 
4º 
GSER94790
0 
Educação 
Popular 
40 10 10 60 60 
GSER09610
0 
Ética e 
Cidadania 
60 60 60 
GSER94830
0 
Metodologia
 do
 Ensi
no da 
Matemática 
40 10 10 60 60 
 GSER94840
0 
Metodologia da
 Lí
ngua 
Portuguesa 
40 10 10 60 60 
GSER08700
0 
Psicomotricidad
e 
40 10 10 60 60 
GSER01094
1 
Tópicos 
Integradores I 
60 60 60 
S
u
bt
ot
al 
280 40 40 360 0 0 0 360 
 
 
 
 
 
 
5º 
GSER90690
0 
Avaliação: 
Teoria e Prática 
50 10 60 60 
GSER00220
0 
Empreendedoris
mo 
60 60 60 
GSER90710
0 
Metodologia do 
Ensino de 
História 
40 10 10 60 60 
GSER94850
0 
Metodologia
 do
 Ensi
no de 
Ciências 
40 10 10 60 60 
GSER94860
0 
Metodologia
 do
 Ensi
no de 
Geografia 
40 10 10 60 60 
GSER00271
7 
Estágio 
Supervisionado 
I 
 0 100 100 
S 230 40 30 300 0 100 0 400 
u
bt
ot
al 
 
 
 
 
 
 
6º 
GSER90730
0 
Educação 
Inclusiva: Teoria 
e 
Prática 
40 10 10 60 60 
GSER94870
0 
Literatura 
Infantil 
40 20 60 60 
GSER00950
0 
Responsabilidade 
Socioambiental 
60 60 60 
GSER94880
0 
Educação de 
Jovens e 
Adultos 
40 10 10 60 60 
GSER00281
7 
Estágio 
Supervisionado 
II 
 0 100 100 
GSER01104
1 
Tópicos 
Integradores II 
60 60 60 
O
P
T
A
TI
V
A 
I 
(60) (60) (60) 
S
u
bt
ot
al 
240 40 20 300 0 100 0 400 
 
 
 
 
 
 
7º 
GSER90900
0 
Educação e 
Tecnologias 
40 10 10 60 60 
GSER94890
0 
Gestão 
Educacional 
50 10 60 60 
GSER94900
0 
Andragogia e
 Edu
cação 
Profissional 
40 10 10 60 60 
GSER94910
0 
Metodologia do 
Ensino de Arte 
40 10 10 60 60 
GSER01141 TCC I 0 40 40 
3 
GSER01151
5 
Estágio 
Supervisionado 
III 
 0 100 100 
O
P
T
A
TI
V
A 
II 
(60) (60) (60) 
S
u
bt
ot
al 
170 40 30 240 40 100 0 380 
 
 
 
 
8º 
GSER01112
1 
Tópicos 
Integradores III 
60 60 60 
GSER94930
0 
Educação das 
Relações Étnico- 
raciais 
40 10 10 60 60 
GSER94940
0 
Cultura
 Organi
zacional e 
Educação 
60 60 60 
GSER94950
0 
Estudos 
Culturais em 
Educação 
60 60 60 
GSER05790
1 
TCC II 0 40 40 
 GSER04890
3 
Estágio 
Supervisionado 
IV 
 0 10
0 
 100 
O
P
T
A
TI
V
A 
III 
(60) (60) (60) 
S
u
220 10 10 240 40 10
0 
0 380 
bt
ot
al 
 Atividades 
Complementares 
(Livres) 
 200 200 
Carga Horária Total 
do Curso 
2120 230 170 2520 80 40
0 
200 3200 
 
 
Resumo C
H 
 Integralização Curricular 
Carga Horária Teórica 2120 Mínim
a 
8 semestres (04 
anos) 
Carga Horária Prática 230 Máxim
a 
12 semestres (06 
anos) 
Carga Horária Prática de Ensino 170 
Carga Horária (Teórica + Prática) 2520 
TCC 80 
Estágio Supervisionado 400 
Atividades Complementares 200 
Carga Horária Total do Curso 3200 
Optativa I, II e III (180) 
 
 
 
Apresenta-se ainda o rol de disciplinas optativas disponíveis para o curso, 
ressaltando-se que estas poderão ser modificadas conforme deliberação do NDE do 
curso. 
 
LITERATURA POPULAR 
EMENTA: 
As formas simples de literatura popular. Literatura de cordel e outros gêneros 
literários. Implicações para o ensino. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 
CASCUDO, Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. São Paulo: Global Editora, 
2000. 
CASCUSO, Câmara. Literatura oral no Brasil. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio 
Editora, 1978. (Coleção Documentos Brasileiros). 
BERTUSSI, Lisana. Poesia Gauchesca: As Fontes Populares e o Romantismo. Caxias 
do Sul: Educs, 2012. 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 
ROMERO, Sílvio. História da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 2001 
PELLEGRIN, Tânia. LITERATURA, CIÊNCIA E TELEVISÃO, São Paulo: Senac, 
2003 
SILVA, Márcia Cabral da. LITERATURA, LEITURA E EDUCAÇÃO. Rio de 
Janeiro: Eduerj, 2017. 
FLACH, Alessandra Bittencourt; BARCELLOS, Eliana Cristiana Caporale. (Org). 
Literatura Popular. Porto Alegre: Sagah, 2016. 
ESCOSTEGUY, Cléa Coitinho. Educação Popular. Porto Alegre: Sagah, 2017. 
 
METODOLOGIA DO ENSINO DA LINGUAGEM 
EMENTA: 
Metodologia do Ensino da Linguagem, interatividade e educação. Uso de multimodos 
como desencadeadores de situações de aprendizagem. Tecnologia e cognição. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 
BAGNO, M. Gramática Pedagógica do Português Brasilieiro. São Paulo: Parabola, 
2011. 
MUNHOZ, Antonio Siemsen. ABP: Aprendizagem Baseada em Problemas: 
Ferramenta de Apoio ao Docente no Processo de Ensino e Aprendizagem. São Paulo: 
Cengage, 2018. 
RIOLFI, Cláudia. Ensino de Língua Portuguesa. São Paulo: Cengage, 2008 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 
GOMES, Maria Lúcia de Castro. Metodologia do ensino de língua portuguesa. 
Curitiba :InterSaberes, 2015. 
SANTAELLA, Lucia. REDAÇÃO E LEITURA: GUIA PARA ENSINO. São Paulo: 
Cengage, 2013 
POSSENTI, S. Mal comportadas línguas. São Paulo: Parábola, 2009. 
SALEH, Pascoalina Bailon de Oliveira. Linguagem, Texto e Ensino: Discussões 
Cellip. Ponta Grosa: UEPG, 2010. 
FINKENAUER, Letícia. Metodologia do Ensino da Linguagem. Porto Alegre : 
SAGAH, 2017. 
 
ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE 
 
EMENTA: 
Fundamentos da estética e história da arte para o ensino-aprendizagem; A 
contextualização do ensino a partir das definições e conceitos expostos pela estética e 
história da arte; Perspectivas e tendências que abordam a arte de ensinar; A história da 
arte direcionada a multidimensionalidade na formação docente; A criatividade somada 
à experiência no entrelace do ensino-aprendizagem em sala de aula e a 
interdisciplinaridade como elemento articulador do processo de construção do 
conhecimento Desenvolvendo profissionais com capacidade para pensar, refletir e 
contextualizar suas práxis em sala de aula, observando a diversidade cultural que cadadocente proporciona, por meio da estética e história da arte. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
GOMBRICH, E. H. A História da arte. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 
SANTOS, Maria das Graças V. P. dos. História da arte. São Paulo: Ática, 2009. 
JANSON, H. W. Iniciação à história da arte. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
ENGELMANN, Ademir A. Filosofia da arte. Curitiba: Intersaberes, 2012 
SKEFF, M. L. Arte e cultura: estudos interdisciplinares. São Paulo: FAPESP, 2001 
ARNOLD, Dana. Introdução à história da arte. São Paulo: Ática, 2008. 
PORTO, Humberta Gomes Machado. Estética e História da Arte. São Paulo: Pearson 
Education do Brasil, 2016. 
CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea: uma introdução. São Paulo: Martins 
Fontes, 2005 
 
 
Disciplinas Optativas 
Disciplinas Carga Horária 
Literatura Popular 60h 
Metodologia do Ensino da Linguagem 60h 
Estética e História da Arte 60h 
 
A carga horária está mensurada em hora aula de 60 minutos de atividades 
acadêmicas e de trabalho discente efetivo, conforme preconizam os artigos 2º e 3º da 
Resolução CNE/CES nº 3, de 02/07/2007. As atividades extraclasses são planejadas e 
desenvolvidas conforme descrito pelo professor no Plano de Ensino de cada disciplina, 
bem como serão registradas no Sistema Acadêmico da IES. Tais atividades 
compreendem: leituras complementares, pesquisas bibliográficas de aprofundamento, 
exercícios contextualizados, estudos de casos, trabalhos diversos, outros, sendo que 
todos são acompanhados, registrados e avaliados pelo docente responsável. 
O ementário e bibliografia que atende as disciplinas constantes da matriz 
encontra-se no Anexo deste Projeto. 
 
3.6 Ementário e bibliografias 
 
Anexo a este PPC, estão disponibilizados o ementário e as referências 
bibliográficas para o Curso, bem como uma tabela com o acervo bibliográfico. 
3.7 Responsabilidade Social e Componentes Curriculares 
 
A Responsabilidade Social por estar inserida na busca pelo desenvolvimento 
sustentável trabalha a formação de profissionais, o desenvolvimento de suas pesquisas, 
a difusão de conhecimentos e na sua vocação regional e comunitária por meio de sua 
extensão universitária. 
A Responsabilidade Social engloba a sua gestão, os docentes, a extensão e a 
pesquisa, onde consequentemente traz resultados para a comunidade. As linhas de 
atuação do Programa de Responsabilidade Social se caracterizam por: 
-Inclusão social e assistência a setores ou grupos sociais; 
-Ações sociais e práticas pedagógicas; 
-Atendimento aos problemas prioritários da comunidade; 
-Em prol da sustentabilidade ambiental; 
-Organização 
Como citado anteriormente, a organização curricular do Curso, ofertado pela 
Instituição contempla as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das 
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e 
Indígena quando inclui, como conteúdos disciplinares e nas atividades 
complementares temáticas relacionadas ao assunto, em consonância com a Resolução 
CNE/CP n° 01, de 17/6/2004. 
Além disso, o curso contemplará, ainda, as Políticas de Educação Ambiental, 
conforme a determinação da Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e do Decreto nº 4.281 
de 25 de junho de 2002. Há integração da educação ambiental às disciplinas do curso 
de modo transversal, contínuo e permanente. Bem como a Educação para Direitos 
Humanos. 
Abaixo, as disciplinas que dispõe em sua ementa assuntos relacionados aos itens 
supracitados: 
 
 Comunicação Expressão 
As especificidades da linguagem oral e escrita. A linguagem e a diversidade 
linguística. A leitura e a interpretação de textos orais e escritos. A elaboração de 
respostas subjetivas a partir de textos diversos. A leitura e a produção textual de 
gêneros acadêmicos específicos da área. A utilização do vocabulário adequado para 
a área focalizada. Tópicos gerais sobre argumentação e persuasão em textos orais e 
escritos. Revisão de tópicos gramaticais peculiares (acentuação gráfica, pontuação, 
colocação pronominal e novas regras ortográficas). 
 
 Ética e Cidadania 
Compreensão da atitude originante do filosofar. Reflexão sobre o problema e o sentido 
da Filosofia. Ética: definição, campo, objetivo e seus intérpretes. Moral: definição e a 
questão da modernidade. Cidadania: conceito, bases históricas e questões 
ideológicas. Raízes Históricas Multiculturais no Brasil. Respeito a direitos legais. 
Reconhecimento e igualdade de valorização das raízes africanas da nação 
brasileira, ao lado da indígena, europeia e asiática. Fortalecimento de identidades 
e direitos. Ações Educativas de combate ao racismo e as discriminações. Direitos 
Humanos. 
 
Empreendedorismo 
Ementa: Natureza da iniciativa empresarial. Oportunidades de negócios e os riscos. 
Criatividade e Inovação. O espírito empreendedor. Tendências de mercado e suas 
oportunidades. Perfil do empreendedor. A responsabilidade social das empresas. 
Criação de projetos e novos negócios. Como abrir a sua própria empresa e os 
mecanismos de apoio. Estrutura do plano de negócios. Práticas sustentáveis. 
 
Responsabilidade socioambiental 
Histórico dos debates a respeito de ética e responsabilidade social no Brasil e no 
mundo. Responsabilidade socioambiental e desenvolvimento sustentável. 
Fundamentos conceituais para compreensão da emergência dos debates sobre 
responsabilidade socioambiental e suas possíveis consequências. Contexto atual. 
Responsabilidade socioambiental como estratégia de gestão. Indicadores, 
certificações, tecnologias e instrumentos de gestão relacionados à responsabilidade 
socioambiental. Cooperação, articulações intersetoriais e promoção do 
desenvolvimento. Desafios da prática e tendências. 
 
 
LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais 
Ementa: As necessidades especiais e suas dificuldades. Desenvolvimento da 
comunicação em língua de sinais. As diversidades de surdos, o trabalho e a função 
do intérprete de língua de sinais. Identificará parâmetros da gramática na língua de 
sinais para avaliação diferenciada. Organização e fortalecimento de estudos teóricos e 
práticos da língua brasileira de sinais (libras). Inserção da temática de educação 
inclusiva. 
 
 Atividades Complementares 
Descrição: Orientam-se a estimular a prática de estudos independentes, transversais, 
opcionais, de interdisciplinaridade, de permanente e contextualizada atualização 
profissional específica; sobretudo nas relações com o mundo do trabalho, estabelecidas 
ao longo do curso, notadamente, integrando-as às diversas peculiaridades regionais 
e culturais, temas relativos à Educação das Relações Étnico-raciais, História e 
Cultura Afro-brasileira e Indígena, Direitos Humanos, Educação Ambiental e 
Sustentabilidade. 
 
 
3.8 Número de Vagas 
 
As vagas atendem às demandas da região, ao mercado de trabalho e aos anseios 
do Governo Federal em ampliar as vagas do ensino superior para todo o território 
nacional. 
 
 
 
4 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO 
 
4.1.Coordenador do Curso 
O Coordenador do Curso é a pessoa responsável pela condução do Núcleo 
Docente Estruturante - NDE do curso na construção do PPC e pelo cumprimento de 
todo o previsto no PPC, respeitando as exigências regulatórias do Ministério da 
Educação - MEC, as normas institucionais e as demais legislações que regem o ensino 
superior. É quem coordena os trabalhos dos professores e cuida para que o processo 
de ensino-aprendizagem, desenvolva-se a contento tanto para os alunos quanto para a 
IES. 
No Curso de Pedagogia em EAD da IES a coordenação é exercida por um 
docente contratado em tempo integral de dedicação à gestão do curso, com atribuições 
diversas, tais como: atendimento aos alunos e professores; inserção do curso 
justificando sua relevância e contextualização; constante atualização e 
comprometimento com o PPC; busca por parcerias, etc. A Coordenação possui 
qualidades essenciaispara o pleno desenvolvimento do curso, como dialogicidade, 
transparência e liderança no exercício das funções; acessibilidade a informações; 
participação ativa nas reuniões dos órgãos colegiados superiores dos quais faz parte; 
estímulos a participação de discentes e docentes em atividades de ensino, pesquisa e 
extensão. 
Conforme institucionalizado, na IES a coordenação é gerida por indicadores 
constantes do Manual de Gestão Estratégica de Coordenadores e Docentes o qual 
preconiza a publicidade dos indicadores e resultados em busca da melhoria contínua 
do curso. 
 
Coordenador: Charles Gomes Martin 
Graduação: Pedagogia 
Titulação: Mestre em Educação 
 
4.2.Núcleo Docente Estruturante (NDE) 
 
Por acreditar na importância do Núcleo Docente Estruturante - NDE, na IES 
este grupo de docentes possuem atribuições acadêmicas de acompanhamento, do 
processo de concepção, consolidação e atualização contínua do projeto pedagógico do 
curso. Na seleção de docentes procura-se docentes com liderança acadêmica, 
conhecimento na área, atuação no ensino, pesquisa e extensão, bem como 
conhecimento de regulação educacional. 
A Coordenação do Curso integra o Núcleo Docente Estruturante - NDE, é 
composto por docentes responsáveis pela formação, implementação e 
desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso, sob a presidência da Coordenação 
do Curso. O Núcleo Docente Estruturante do Curso é composto por no mínimo 5 
docentes do curso, contratados em regime integral ou parcial, conforme legislação, 
sendo permitido no máximo 40% dos componentes sem stricto sensu. 
Estes professores, juntamente com outros, que não compõem oficialmente o 
NDE são os responsáveis pelo acompanhamento, consolidação e atualização do PPC 
a partir de estudos e realizações periódicas para dentre outros fatores verificar o 
impacto do sistema de avaliação e a adequação do perfil em relação as demandas do 
mercado de trabalho e o preconizado pela legislação pertinente. 
O funcionamento, atribuições e outros relacionados ao NDE se encontra 
devidamente institucionalizado e regulado por regulamento próprio. 
 
 
4.3.Equipe muldisciplinar: NEaD 
 
Devido a sua especificidade um setor responsável pelo desenvolvimento das 
atividades acadêmico-administrativas dos cursos da modalidade à distância (EAD), 
trata-se de uma equipe multidisciplinar que implantada sob a denominação de Núcleo 
de Educação a Distância (NEaD). O NEaD possui infraestrutura exclusiva, e composta 
de profissionais de diferentes formações possibilitando desta forma o pleno 
desenvolvimento das atividades da modalidade a distância no âmbito das políticas de 
ensino, pesquisa, extensão e gestão de um modo geral. 
 
 
4.4.Corpo Docente: Titulação, Regime, Experiência e Formação 
 
O corpo docente que do curso é composto de profissionais com titulação 
excelente obtida em programas de pós-graduação stricto sensu 
reconhecidos/recomendados pela CAPES. Além da titulação, o corpo docente é 
contratado em regime de trabalho condizente com as funções a serem desempenhadas 
pois pretende-se garantir com isso a excelência da formação do futuro egresso em 
conformidade com o previsto por este PPC. 
Dentre os docentes selecionados para atuar no curso verifica-se que experiencia 
e formação são grandes diferenciais. Tais características, em conjunto, avaliadas pelo 
NDE em relatório específico delimitou um grupo de docentes de excelente qualidade 
os quais são os responsáveis pela condução das disciplinas do curso, respeitando 
integralmente o previsto nas ementas, a bibliografia e as diretrizes estabelecidas no 
projeto pedagógico do curso. É também papel do professor formular (programa), para 
as disciplinas, tanto as avaliações, quanto as para o desenvolvimento do processo 
ensino-aprendizagem. 
Para referendar a composição do corpo docente o NDE elabora relatório 
analítico contendo as bases de análise e seleção dos professores o qual atualmente 
consiste de excelente ferramenta de gestão e apoio a tomada de decisões. 
 
 
4.5.Tutores 
 
Os tutores são os responsáveis pela condução das disciplinas junto aos alunos. 
São os que estão na linha de frente, recebendo e respondendo os questionamentos dos 
alunos. São os que recebem e cuidam dos prazos dos trabalhos virtuais propostos, 
relacionando-se com os professores das disciplinas para equacionar os 
questionamentos com maior grau de dificuldade e com os técnico-administrativos da 
Sede para solucionar problemas de sistema ou do AVA. 
 
 
4.6.Conselho de Curso 
 
A IES garante às Coordenações de Curso e aos respectivos corpos docentes a 
efetiva participação nos Conselhos dos Cursos, nos termos normativos discriminados 
no Regimento/Estatuto. 
O Conselho de Curso se encontra devidamente institucionalizado e garante a 
representatividade dos segmentos acadêmicos, bem como a periodicidade da 
realização de reuniões (em conformidade com o regimento). 
Um sistema gerencial especificamente desenvolvido encontra-se a disposição 
do Conselho para o registro de atas e auxilio no controle e execução de ações. 
O regulamento do conselho dispõe sobre o funcionamento do órgão, 
periodicidade, registro de decisões, fluxo de encaminhamentos e ainda avaliação 
periódica do desempenho deste. Compete ao Conselho de Curso: 
 Deliberar sobre o projeto pedagógico do curso elaborado pelo NDE; 
 Deliberar sobre programas e planos de ensino a partir de deliberações do NDE; 
 Emitir parecer sobre os projetos de ensino, pesquisa e de extensão que lhe 
forem apresentados, para decisão final do Conselho Superior da IES; 
 Opinar, quando consultado, sobre admissão, promoção e afastamento de 
pessoal docente; 
 Aprovar o plano e o calendário anual de atividades do Curso, elaborado pelo 
Coordenador; 
 Promover a avaliação periódica do curso; e. 
 Exercer as demais competências que lhe sejam previstas em lei e no 
Regimento. 
 
Levando-se em consideração as características do colegiado de curso, em seus 
aspectos composicional e/ou funcional, cabe esclarecer a enorme importância desse 
espaço de concepção e de debate sobre todas as implicações pedagógicas do curso. 
Neste são concebidas e indicadas ações didático-pedagógicas, que se transformam em 
base para a efetivação dessas ações. É esclarecedor também registrar que esse espaço 
também reflete as diretrizes preconizadas pelo projeto pedagógico do curso, bem como 
as diretrizes institucionais defendidas pela IES, formalizadas no Plano de 
Desenvolvimento Institucional (PDI) e no Projeto Pedagógico-Institucional (PPI). A 
partir disso, o Conselho de Curso, em sua composição e funcionamento, reflete 
coerentemente as prerrogativas normativas e institucionais da IES, sobretudo no 
tocante à acessibilidade ao conhecimento da comunidade interna, bem como à garantia 
de sua autonomia e sua representação junto aos segmentos docentes e discentes 
(composição em Anexo). 
 
5 ATIVIDADES ACADÊMICAS DO CURSO 
 
5.1.Trabalho de Conclusão de Curso 
 
A estrutura curricular prevê a carga horária destinada a realização do Trabalho 
de Conclusão de Curso – TCC, conforme preconiza a Diretriz Curricular e legislação 
pertinente. 
O TCC esta devidamente normatizado através de regulamentação própria a 
institucionalização do TCC considera a carga horária para o desenvolvimento das 
atividades, normatiza formas de apresentação, orientação e coordenação das 
atividades, bem como conta com a existência de documento destinado ao apoio a 
editoração dos trabalhos (manual). 
A IES conta ainda com repositório institucional próprio, acessível via internet 
que visa disponibilizar os TCCs. O REPOSITORIVM pode ser acessado no endereço: 
http://repositorio.sereducacional.com/. 
 
 
5.2.Estágio Supervisionado 
 
A estrutura curricular do curso prevê carga horária para a realização do Estágio 
Curricular Supervisionado em conformidade com as Diretrizes Curriculares 
Nacionais.O Estágio (obrigatório e não obrigatório) esta devidamente normatizado, através 
de regulamentação própria e em atendimento a legislação vigente. O estágio 
independente da modalidade (obrigatório ou não), são atividades supervisionadas, 
planejadas e articuladas com o PPC e, devem: 
I. Ser conduzidas com orientação/supervisão de docente, individual ou em 
grupos, cuja relação docente/estagiário seja compatível com as atividades 
http://repositorio.sereducacional.com/
previstas no Plano de Aprendizagem do Estágio o qual está vinculado e ao 
Plano de Estágio do(s) aluno(s); 
II. Possuir orientação/preceptoria/supervisão (preceptoria) de profissional no 
cenário de prática visando o acompanhamento do previsto pelos documentos 
indicados anteriormente; 
III. Ser coordenadas e supervisionada de forma a garantir o bom desempenho da 
gestão da integração entre ensino e mundo do trabalho; 
IV. Manter articulação estreita com todas as instâncias e órgãos colegiados da IES 
e do curso; 
V. Atender ao previsto no presente, no Manual de Gestão Estratégica e Integrada 
do Estágio de forma a garantir na integralidade o desenvolvimento das 
competências previstas no perfil do egresso, e a interlocução entre a IES e o(s) 
cenário(s) de estágio; 
VI. Aplicar os instrumentos de avaliação previstos no Manual de Gestão 
Estratégica e Integrada do Estágio para garantia dos insumos necessários para 
atualização das práticas do estágio. Entre outros. 
O estágio encontra-se devidamente regulamentado na IES. 
 
5.3.Atividades Complementares 
 
Por meio das Atividades Complementares são estabelecidas diretrizes que 
permitem ao estudante trilhar sua própria trajetória acadêmica, preservando sua 
identidade e sua vocação. 
Tais atividades ampliam o espaço de participação do aluno no processo didático-
pedagógico, no qual deve ser sujeito da relação pedagógica, consoante a tendência da 
legislação e das políticas educacionais no sentido de flexibilizar os cursos, dando 
oportunidade ao aluno de buscar uma formação de acordo com suas aptidões. 
A IES objetivando um curso mais dinâmico, com ênfase especial no estímulo da 
capacidade criativa e da corresponsabilidade do aluno no processo de sua formação 
definiu, em regulamento próprio que, para a integralização curricular, o aluno deve 
cumprir a carga horária de Atividades Complementares previstas na estrutura 
curricular. 
As Atividades Complementares são componentes curriculares enriquecedores e 
complementadores do perfil do formando, possibilitam o reconhecimento, por 
avaliação de habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive adquirida 
fora do ambiente acadêmico. As Atividades Complementares envolvem temas acordes 
com as unidades curriculares do Curso. Orientam-se, desta maneira, a estimular a 
prática de estudos independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, de 
permanente e contextualizada atualização profissional específica; sobretudo nas 
relações com o mundo do trabalho e nas ações de extensão junto à comunidade, 
estabelecidas ao longo do curso, integrando-as às diversas peculiaridades regionais e 
culturais, a temas relativos à Educação das Relações Étnico-raciais, História e Cultura 
Afro-brasileira e Indígena, Direitos Humanos e Educação Ambiental e 
Sustentabilidade. 
A IES oferece, periodicamente, palestras, oficinas, cursos e minicursos ligados 
às diferentes áreas de conhecimento, permitindo ao aluno complementar o aprendizado 
e diversificar a construção do conhecimento. Também são realizados, periodicamente, 
eventos ligados ao curso e a disciplinas específicas. 
As Atividades Complementares estão devidamente regulamentadas em 
documento próprio da IES. 
 
5.4.Extensão 
 
São ofertados à comunidade e aos alunos cursos de extensão e seminários sobre 
temas específicos, sujeitos a planos e projetos próprios, submetidos aos respectivos 
Conselhos de Cursos. Além de organizar, ao menos uma vez a cada semestre letivo, 
um evento (Simpósio, Congresso, Jornada, Encontro etc.) sobre temas atuais nas áreas 
dos cursos, que mereçam estudo e pesquisa mais aprofundados ficando subordinados 
a supervisão e o desenvolvimento. Sob os projetos consta obrigatoriamente o professor 
responsável pela atividade de extensão, os alunos integrantes do projeto e o 
planejamento econômico-financeiro demonstrando a viabilidade da sua 
implementação. 
Assim, a IES organiza e incentiva a extensão por todos os meios ao seu 
alcance, dentre os quais os promovem a realização de convênios com instituições e 
agências nacionais ou estrangeiras, visando fomentar programas de extensão, no 
sentido de: 
 Intercâmbio com outras instituições, estimulando a interação entre 
professores e o desenvolvimento de projetos comuns; 
 Divulgação das atividades de extensão realizadas no Núcleo de Pesquisa e 
Extensão, através de seminários internos e da publicação, em revista técnica e ou 
científica, de notícias e informações a elas atinentes; 
 Concessão de auxílios financeiros para execução de projetos e programas de 
interesse social; 
 Busca de financiamento para realização de projetos de Extensão em 
agências de fomento. 
Nesta perspectiva anual o setor responsável pelo controle das Atividades 
Complementares elabora uma programação geral de ações extensionistas que 
atenda aos reclamos da comunidade e que propicia aos alunos a aprendizagem e o 
exercício da extensão acadêmica, obedecendo a diretrizes aprovadas pelo Conselho 
Superior da Instituição. 
 
5.5.Monitoria 
A IES estimula a prática de iniciação à pesquisa e o aprofundamento do 
conhecimento também através do programa de Monitoria, destinado a propiciar aos 
alunos interessados a oportunidade de desenvolver suas habilidades para a carreira 
docente, nas funções de ensino, pesquisa e extensão, assegurando, por sua vez, 
cooperação didática tanto ao corpo docente, quanto ao discente, nas funções 
universitárias. 
Todos os professores, de acordo com a sua disponibilidade de horários, podem 
solicitar monitores para as suas disciplinas, sejam elas práticas ou teóricas, podendo 
a atuação do monitor acontecer em paralelo com o horário letivo da respectiva 
disciplina, ou em horários paralelos, com o apoio aos estudantes, grupos de estudo, 
acompanhamento de aulas práticas, realização de pesquisas, desenvolvimento de 
materiais didáticos, entre outras atividades. 
Os monitores auxiliam o corpo docente na execução de tarefas didático-
científicas, inclusive na preparação de aulas; de trabalhos didáticos e atendimento 
a alunos; de atividades de pesquisa e extensão e de trabalhos práticos e 
experimentais. 
Ao corpo discente, os monitores auxiliam, sob a supervisão docente, na 
orientação em trabalhos de laboratório, de biblioteca, de campo e outros 
compatíveis com seu grau de conhecimento e experiência, conforme consta no 
regulamento de monitoria abaixo. A monitoria funciona de acordo com o 
regulamento em anexo. O aluno monitor tem direito a bolsa, conforme regulamento 
que regula todo o processo de monitoria. 
 
5.6.Iniciação Científica 
A Iniciação Científica é uma atividade de investigação, é realizada pelos 
alunos, no âmbito de projeto de pesquisa e visa ao aprendizado de técnicas e 
métodos científicos, bem como o desenvolvimento da mentalidade científica e da 
criatividade, no confronto direto com os problemas oriundos da pesquisa. É 
apoiada, pela IES, por intermédio do Programa de Iniciação Científica e 
Tecnológica, que consiste num instrumento de financiamento da pesquisa, 
complementar às outras formas de fomento, tanto internas quanto externas. 
O Programa tem por objetivo: iniciar e apoiar o aluno na prática da pesquisa 
científica; desenvolver a mentalidade científica, crítica e investigativa dos alunos; 
estimular o professor orientador a formar equipes de pesquisa; identificar e 
estimular os alunos com vocação para a investigação científica. O gerenciamentodo Programa de Iniciação Científica e Tecnológica está a cargo da Direção, que 
baixa todos os atos necessários à sua execução. O Programa conta com uma 
coordenação, que fornece as diretrizes acadêmicas do programa, acompanha e 
avalia seu desenvolvimento, além de analisar e dar parecer sobre os pedidos de 
bolsas-desconto e sobre os relatórios dos bolsistas nos casos de renovação. O 
professor orientador é responsável pelo acompanhamento das atividades do 
bolsista, e deve comunicar à Direção qualquer irregularidade ou inobservância do 
regulamento específico, como também consagrar um mínimo de 2 horas-aula por 
bolsista, a título de orientação acadêmica. 
A solicitação é feita em formulário próprio acompanhado de projeto de 
pesquisa apresentado no padrão exigido, conforme o roteiro aprovado pela Direção. 
Os projetos são encaminhados, com a chancela da coordenação do curso. O 
desenvolvimento do trabalho dos bolsistas é acompanhado por meio de relatórios 
parciais trimestrais e finais anuais elaborados pelos próprios bolsistas, sob 
supervisão do professor orientador. 
Cabe aos bolsistas: cumprir o programa e a carga horária de trabalho 
estipuladas pelo professor orientador; apresentar relatórios e seminário na Semana 
de Iniciação Científica ou outras mostras determinadas pela Direção; comparecer 
às atividades propostas, no âmbito da formação geral para a pesquisa; assistir a 
palestras, encontros ou cursos, por determinação do professor-orientador, desde que 
relevantes para o trabalho desenvolvido. 
O percentual e a duração das Bolsas-desconto de Iniciação são estipulados 
pela Direção, ou estipulado por outras agências de fomento, quando se trata de 
financiamento externo. As pesquisas são orientadas pelo Comitê de Ética da 
instituição que, por sua vez segue as regulamentações propostas pela Comissão 
Nacional de Ética e Pesquisa. 
A IES possui regulamento específico que dispõe sobre o Programa de 
Iniciação Científica e Tecnológica. 
 
6 ESTRUTURAÇÃO DO MODELO EAD NA INSTITUIÇÃO 
 
A representação gráfica a seguir demonstra a estruturação do modelo EAD 
utilizado pela Instituição no desenvolvimento do Curso de Pedagogia, licenciatura, 
EaD. 
 
 
 
Os recursos para o desenvolvimento do modelo e a administração acadêmica do 
curso têm as funções abaixo descritas e, no conjunto, atendem plenamente ao que se 
espera para o desenvolvimento apropriado do processo ensino-aprendizagem. 
 
 
6.1.Núcleo de Educação a Distância - NEaD 
 
O Núcleo de Ensino a Distância - NEAD, o Núcleo de Tecnologia da 
Informação - NTI compõem a base estrutural, para que os cursos de graduação na 
modalidade EAD aconteçam. Ligados diretamente ao NEaD temos: 
 Coordenador do NEaD; 
 Revisor Pedagógico; 
 Programador Web; 
 Designer Instrucional; 
 Técnico de AVA; 
 Auxiliar de Logística de Material 
 
Ressalta-se que as atividades vinculadas ao EaD ainda tem influência, suporte e/ou 
gestão matricial sobre/de outros setores, tais como: 
 Secretaria: a qual o NEaD dá o suporte necessário para o atendimento ao aluno 
e relacionado a aspectos legais, para tanto há funcionário especificamente 
treinado para o atendimento preferencial destes;; 
 Biblioteca: também orientada pelo NEaD para o atendimento conveniente e 
eficiente dos alunos do EaD, para tanto há funcionário especificamente 
treinado para o atendimento preferencial destes; 
 NTI: suporta aspectos relacionados a softwares, hardwares e lógica, mantendo 
mediante orientações do NEaD máquinas, acesso a internet e outros, para tanto 
possui equipe de técnicos e especialistas que além das atividades gerais da IES 
também auxiliarm o NEaD. 
 
6.2.Recursos Didáticos e Tecnológicos 
 
6.2.1. AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem 
É o sistema que propicia as salas de aula dos alunos nos cursos a distância 
(EAD). É o ambiente virtual que disponibiliza os conteúdos das aulas (webaulas) e das 
ferramentas de avaliação e interação do processo ensino. O AVA é conhecido também 
por sua sigla em inglês LMS – Learning Management System. 
 
6.2.2. Web aulas 
Conjunto de ‘aulas’ disponíveis no AVA os quais contém guias de estudos, 
vídeos e atividades propostas pelo professor, compõem as unidades temáticas de cada 
disciplina. São conteúdos apresentados de maneira animada, utilizando-se de 
tecnologias como infográficos, que dão movimentos aos elementos gráficos e de textos 
que compõem as aulas. A metodologia adotada visa propiciar um conjunto de 
ferramentas pedagógicas que se complementam e potencializam a aprendizagem, 
criando também uma maior atratividade para o aluno, motivando-o de forma a mantê-
lo em frente ao computador, de maneira interessada, em seus estudos. 
 
6.2.3. Material Didático 
Obrigatório para o Ensino a Distância - EAD, é a encadernação física dos 
conteúdos apresentados na disciplina. O material é escrito na forma dialógica e embasa 
o conteúdo referenciado nas web aulas. 
 
 
6.2.4. Biblioteca Virtual 
Um grande diferencial do EaD a disponibilidade de Biblioteca Virtual aos 
alunos. Esta possui a disposição, de forma ilimitada, um conjunto de livros digitais, e-
book´s, os quais fazem parte da bibliografia do curso, mas não limitado a estes. 
 
 
6.3.Material Didático 
 
O material didático, tanto impresso quanto na mídia eletrônica que contém as 
aulas postadas no AVA, utilizado no Curso de Pedagogia em (EAD) e que são 
disponibilizados aos estudantes, foram projetados, analisados, revisados e concebidos 
de modo a permitir a excelente execução das atividades do curso. Garante, assim, que 
a formação definida no projeto pedagógico do curso seja plenamente atendida, uma 
vez que atendem a critérios de abrangência, adequação bibliográfica às exigências da 
formação, aprofundamento e coerência teórica. 
A IES conta ainda com plano de logística excelente para a produção e 
distribuição do material didático, o que permite que o aluno que se matricule no curso 
em questão e, em tempo exíguo, tenha o material necessário ao acompanhamento das 
aulas. 
 
 
6.4.Produção e Distribuição de Material Didático 
 
Chamado na a IES de “Sistema de Logística de Material Didático”, é 
implementado pelo setor de mesmo nome. Desde a concepção do organograma do 
setor até a definição dos procedimentos, os recursos foram planejados para atender de 
forma excelente a demanda real do curso. Há três áreas específicas nesse setor: 1. 
Seleção de Conteúdo; 2. Produção do Material Didático e 3. Distribuição do Material 
Didático. 
O primeiro setor relaciona-se com os fornecedores de conteúdo para o material 
didático, adequando tais conteúdos ao projeto pedagógico do curso e cuidando para 
que as aulas dos professores postadas no AVA dialoguem com esse material didático 
que é recebido pelo aluno no polo. 
O segundo setor cuida efetivamente do planejamento e controle da produção 
do material didático, cuidando para que a produção venha a acontecer de modo a 
atender plenamente, em termos de prazo, os alunos que se matricularem no curso. É 
esse setor que promove o relacionamento da IES com a editora responsável pela 
produção efetiva do material. 
O terceiro e último setor cuida da logística de distribuição de todo o material 
didático, objetivando que o aluno tenha disponível o material no menor tempo 
possível. 
 
6.4.1. Descrição 
A seguir apresenta-se a descrição de cada uma das etapas: 
1. S
eleção de conteúdos – Nesta etapa, os conteúdos que são trabalhados no formato 
impresso, passam por avaliação técnica de docentes, de acordo com o componente 
curricular, para validação e adequação ao projeto pedagógico do curso. Sendo 
aprovados, são encaminhados ao processo de impressão e, em paralelo, à produção 
de conteúdos complementares (conteúdos didáticos digitais) para que as aulas dos 
professores postadas no AVA dialoguem com o material didático que é entregue aos 
estudantes no polo. 
Produção de materialdidático – Nesta etapa, ocorre a logística de produção, 
efetiva, de todos os materiais encaminhados ao processo de produção na etapa 
anterior. Neste processo, são produzidos os vídeos, textos complementares, 
infográficos e/ou quaisquer outros materiais complementares que auxiliem o 
estudante no processo ensino e aprendizagem, conforme processo pedagógico 
adotado para cada componente curricular. Em paralelo, há o acompanhamento 
do processo de produção gráfica do material impresso até o seu recebimento. 
Distribuição de material didático – A terceira e última etapa refere-se à 
logística de distribuição do material didático recebido. Este processo ocorre 
objetivando que o aluno tenha o material disponível em tempo hábil para iniciar 
as aulas. 
 
6.4.2. Fluxograma 
 
Abaixo, segue o Fluxograma do setor de produção e distribuição de materiais: 
 
 
 
 
6.5.Recursos Físicos 
Basicamente a IES apresenta instalações aptas a abrigar toda a infraestrutura 
necessária para os cursos EAD. Agrega, portanto, o Núcleo de Ensino a Distância - 
NEAD, o Núcleo de Tecnologia da Informação - NTI, os Tutores Virtuais, a Secretaria 
Acadêmica do EAD, as Coordenações dos Cursos EAD, uma Sala de Professores do 
EAD, uma Sala para Atendimento dos Alunos do EAD, Sala para os Docentes de 
Tempo Integral e o Setor de Logística do Material Didático. 
No caso da IES, os servidores e data center são próprios, com toda a estrutura 
de apoio técnico especializado montada, mantendo e cuidando da segurança de todos 
os dados que trafegam no processo de Ensino a Distância da IES, garantindo a 
efetividade de todas as tarefas previstas para os cursos em andamento. 
 
6.5.1. Articulação do Modelo 
A articulação de toda a estruturação acima está representada na ilustração 
abaixo, onde o discente, centro do processo, através da internet (e do Polo de Apoio 
quando houver), obtém toda a estrutura montada para que o seu processo de ensino-
aprendizagem se desenvolva. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7. PROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM 
 
7.1.Metodologia Empregada no Processo de Ensino-aprendizagem 
 
Os procedimentos de acompanhamento e avaliação do processo de ensino-
aprendizagem permitem desenvolver a autonomia do discente de forma contínua e 
efetiva, e logicamente resultam em dados que são sistematizados e disponibilizados 
aos discentes para garantia da natureza formativa do processo. Com base nos 
resultados observados ações que visam a garantia e melhoria contínua do processo de 
aprendizagem são realizadas. 
O modelo empregado no curso está em consonância com as mais modernas 
tendências em educação, baseado na autonomia, aprendizagem de adultos, crítico-
reflexiva e centrada no estudante, que é o sujeito ativo da aprendizagem, tendo o 
professor como indutor do processo de ensino-aprendizagem. Assim, o curso utiliza 
estratégias ancoradas em métodos ativos de ensino-aprendizagem nos quais a 
motivação, a problematização, a interdisciplinaridade e a contextualização permitem 
uma individualização da experiência educacional do aluno. 
As estratégias de ensino-aprendizagem que sãor adotadas promovem o “aprender 
a aprender” e privilegiam o desenvolvimento do raciocínio crítico-reflexivo, 
considerando o conhecimento prévio sobre o tema e a busca de solução para os 
problemas e situações do cotidiano que o estudante enfrenta no exercício profissional. 
Além disso, incentiva o desenvolvimento das habilidades de metacognição e o 
“aprender fazendo”, por meio da integração teoria-prática, desde o início do curso. 
O perfil do profissional a ser formado apresenta relação com a metodologia de 
ensino aplicada a partir do desenvolvimento das competências previstas nos 
componentes curriculares e, para que seja possível lograr êxito o corpo docente é alvo 
permanente de um Programa de Formação e Desenvolvimento, e o corpo discente por 
sua vez é preparado e estimulado para aprendizagem por meio de metodologias 
inovadoras. 
A proposta curricular do curso é orientada para o desenvolvimento de 
competências profissionais a serem adquiridas pelos estudantes e centrada na aplicação 
do conhecimento em contraposição à sua simples aquisição. Sendo assim, assume-se 
que não pode ser desenvolvida utilizando-se apenas metodologias tradicionais. A 
aquisição e, principalmente, a aplicação do conhecimento não acontece por meio de 
pura transmissão de informação, mas por meio da interação com o ambiente, 
possibilitada pela autonomia que é oferecida ao estudante. Apostar nesse modelo é 
acreditar que a aprendizagem significativa é fundamental e que é um processo ativo, 
construído, cumulativo, auto orientado e orientado para o desenvolvimento de 
competências. Acreditamos que esse tipo de aprendizagem promove segurança e 
autoconfiança entre os estudantes, aspectos emocionais importantes para o futuro 
profissional. 
As estratégias de ensino-aprendizagem utilizadas no curso tem a finalidade de 
desenvolver um conjunto de competências e habilidades nos estudantes, capazes de 
transformá-los ao longo do tempo em profissionais capacitados para enfrentar os 
desafios da realidade profissional e as modificações da sociedade. Estas estratégias 
necessitam o emprego de Metodologias Ativas de Ensino Aprendizagem, 
concomitantemente com outras, que exigem a participação do estudante na busca do 
conhecimento e do desenvolvimento das competências que se pretende para este 
profissional. 
O currículo adotado prioriza a complementaridade dos conteúdos e sua conexão. 
Também se propõe dar significado ao conhecimento, mediante a contextualização, a 
interdisciplinaridade e incentivo ao raciocínio e a capacidade de aprender e evitando a 
compartimentalização. 
As práticas educacionais devem privilegiar a discussão, o julgamento e a validade 
das informações, apoiando-se em dados. Com efeito, não se trata de abandonar a 
transmissão das informações, mas de construir uma nova perspectiva de construção do 
conhecimento. Nessa nova perspectiva, leva-se em conta o contexto da informação, a 
proximidade com a realidade de práticas profissionais do futuro egresso, a valorização 
do conhecimento prévio do estudante, as conexões entre os diversos conteúdos e as 
interações entre os atores do processo de ensino-aprendizagem. O corpo docente deve 
estimular a participação dos estudantes nos projetos de extensão e de pesquisa, quando 
for o caso, visando contribuir para um ensino crítico, reflexivo e criativo. O processo 
de “aprender a aprender aprendendo” deve incidir nos momentos curriculares por meio 
da articulação entre ensino, pesquisa e extensão. 
Em conjunto com esta metodologia híbrida de ensino que privilegia metodologias 
disruptivas e inovadoras diversas ferramentas são usadas para dinamizar o processo, 
tais como: 
 Dinâmicas: promovem a aprendizagem entre os alunos. 
 Avaliações: para a avaliação de aprendizagem do aluno e dão a ele os 
conceitos de aprovação ou reprovação nas disciplinas cursadas. 
 Ciclo de Palestras: busca de integração de turmas e avanço do 
conhecimento, trazendo assuntos novos e enriquecedores, além de proporcionar aos 
alunos a prática de cerimonial e organização de eventos, que estes ciclos são 
elaborados pelos próprios alunos, sob a orientação do professor da disciplina 
competente; 
 Estudo de Casos: aplicação de conteúdos teóricos, a partir de situações 
práticas, visando ao desenvolvimento da habilidade técnica, humana e conceitual, além 
da possibilidade de avaliar resultados obtidos; e 
 Projetos Culturais: Projetos desenvolvidos pelos alunos, em prol da 
sociedade regional, a serem desenvolvidos durante a implantação do curso pelo 
coordenador, em conjunto com a sociedade e instituições correlatas. E outros. 
 
7.2.Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem e Controle de Frequência 
 
Em atendimento a legislação, os critérios de aprovação do curso, incidem sobre 
frequênciae rendimento e é considerada no curso como uma oportunidade para o aluno 
vivenciar situações de aprendizagem que extrapolem as aulas presenciais deve surgir 
com a incorporação, à atividade rotineira do professor, de metodologias e técnicas de 
ensino variadas, flexíveis, atraentes e motivadoras. 
Operar nesta perspectiva e traduzi-la em termos de organização e administração de 
situações de processo ensino-aprendizagem concretiza-se por meio: 
 Da consideração do desenvolvimento de competências como pilar para a 
construção do perfil do egresso; 
 De uma proposta curricular integradora da teoria e prática, objetivando o 
desenvolvimento das competências profissionais; 
 A interdisciplinaridade; 
 Da relação professor e aluno; 
 Do uso de espaços e tempos extraclasse para ampliar a aprendizagem; 
 Da participação nas atividades de pesquisa, representada principalmente 
pelo TCC; 
 Da participação em atividades de extensão; 
 Do acesso à tecnologia da informação. 
As diretrizes para a educação na atualidade, em todos os níveis de ensino, 
preconizam o enfoque no ensino e na avaliação de competências, o que enseja 
questionar a relação entre teoria e prática, redesenhando os currículos para garantir 
uma formação ética e comprometida com o campo de sua atuação profissional. 
No momento em que a IES e o curso decidir trabalhar no intuito de desenvolver 
competências, torna-se necessário definir objetivos claros e um redimensionamento na 
compreensão e prática de avaliação. O objetivo do ensino de cada disciplina deverá, 
portanto, ultrapassar a mera memorização de informações, porque o êxito na 
abordagem do desenvolvimento de competências não está na reprodução, mas na 
capacidade de construir soluções próprias frente aos novos problemas. 
Nesse sentido, emprega-se uma avaliação formativa e continuada da 
aprendizagem, cabendo ao professor um papel também de “orientador”, envidando 
esforços para despertar as potencialidades do educando, minimizando as avaliações 
quantitativas centradas meramente na acumulação de informações de cunho teórico-
doutrinário. 
 
Ao escolher instrumentos de avaliação, o professor deve saber qual a habilidade 
requerida: conhecimento – evocação de informações; compreensão – entendimento; 
aplicação – uso de abstrações, análise e desdobramento do conhecimento; síntese – 
combinação de novos elementos ou avaliação – julgamento de valor do material. 
Entende-se por assiduidade a frequência às atividades correspondentes a cada 
disciplina, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer a, no mínimo, 75% 
(setenta e cinco por cento) das atividades didáticas, vedado o abono de faltas. 
Conforme preconiza a Legislação. 
A verificação do aproveitamento, a cada semestre, pode abranger, em cada 
componente curricular diferentes abordagens sendo recomendado a utilização de 
todos: 
 Avaliações Práticas que podem totalizar até 40% do valor total; 
 Avaliações Teóricas que deve ser composta de mais de uma avaliação 
integradora que, somadas, correspondem até a 60% 
 A composição da nota final para fins de promoção do estudante é composta 
por avaliações práticas e teóricas. 
 Para a aprovação é necessário que o estudante o definido regimentalmente. 
 Os ciclos avaliativos são compostos de duas notas através das quais, por 
média simples, obtém-se a Média. 
 Caso o aluno não atinja a média regimentalmente definida para aprovação, 
pode recorrer a avaliação final, nos termos do Regimento vigente. 
O curso diversifica os processos avaliativos utilizando, além das avaliações 
escritas, ferramentas consagradas para a avaliação prática do estudante, compostas de 
instrumentos em que os estudantes devem demonstrar a aplicação do conhecimento na 
prática, quando submetidos a uma situação real ou simulada. Independentemente do 
tipo de avaliação, o feedback oportuno e qualificado é crucial e obrigatório, 
possibilitando que os estudantes identifiquem suas oportunidades de melhoria e pontos 
fortes de modo objetivo, tomando consciência dos aspectos a serem corrigidos ou 
aperfeiçoados. 
Na elaboração das avaliações teóricas, o professor é orientado a seguir premissas 
mínimas que garantam o sucesso das metodologias previstas no curso: 
 Contextualizar as questões; 
 Não repetir questões de avaliações anteriores; 
 Não usar dados com o intuito de confundir o aluno; 
 Não apresentar dados que por si só impliquem na resolução da questão 
apresentada por exclusão por exemplo; 
 Atentar-se para a gramática; 
Procurar adequar a avaliação ao nível exigido e ao perfil profissional desejado; 
evitar preciosismos, palavras rebuscadas, termos técnicos desnecessários, expressões 
ou palavras de uso restrito à sua área de especialização e que não são de domínio dos 
estudantes. 
Essas recomendações e outras são objeto de capacitação aos professores que 
passam a integrar o corpo docente do curso. 
 
 
 
8. POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AO DISCENTE 
 
8.1.Núcleo de Atendimento ao Educando (NAE) 
 
O Núcleo de Atendimento ao Educando (NAE), tem missão de desenvolver um 
trabalho de caráter preventivo, focado no resgate da aprendizagem, ressignificação dos 
conhecimentos e estímulo à autoestima. Entre as atribuições do NAE, estão: 
- Apontar a solução de problemas relacionados a não-aprendizagem, enfocando o 
educando, o professor ou a própria instituição de ensino; 
- Oferecer atendimento e acompanhamento sistemático aos trabalhos acadêmicos 
realizados no espaço da instituição; 
- (Re) orientar as decisões vocacionais dos discentes, quando eles assim solicitarem; 
- Orientar e acompanhar o discente no cumprimento do Projeto Pedagógico da IES; 
- Sugerir a promoção de encontros para socialização entre professores, educandos, 
coordenadores, administradores, gestores e grupos de apoio; 
- Dar assistência e acompanhamento psicopedagógico aos educandos que 
apresentem dificuldades no desenvolvimento de aprendizagem e em sua interação 
psicossocial; 
- Assistir e orientar alunas gestantes; 
- Assistir e acompanhar alunos do interior e Prouni que apresentem dificuldade de 
adaptação no convívio social; 
- Orientar os alunos com dificuldade de estudar e aprender; 
- Informar a Direção, Coordenador de Núcleo e Coordenadores de Cursos sobre 
casos de alunos que ignorem as orientações do NAE; 
- Emitir informações aos docentes sobre os alunos que estão em acompanhamento 
com especialista, quando necessário; 
- Oferecer oportunidades de participação em atividades culturais, artísticas e 
sociais; 
- Desenvolver articulações com empresas, órgãos públicos e instituições da 
comunidade social para o encaminhamento ao primeiro emprego, recolocação 
profissional ou para o primeiro empreendimento profissional ou econômico; 
- Apoiar os diretórios ou centros acadêmicos legalmente constituídos. 
- Apoio psicopedagógico. 
 
 
8.2.Mecanismo de Nivelamento 
 
Podem ser ofertados programas de nivelamento, em consonância com o 
Regulamento, que atua através de projetos específicos. Assim, é feito um diagnóstico 
inicial, para minimizar os possíveis desníveis de conhecimento, principalmente no 
tocante aos alunos dos primeiros semestres. 
 
 
8.3.Atendimento Extraclasse 
 
O atendimento extraclasse é realizado por todos os setores do a fim de 
proporcionar ao discente ambiente adequado ao êxito da aprendizagem. 
Os laboratórios podem ser utilizados pelos alunos, fora do horário de aulas, 
com a participação de monitores e dos técnicos dos laboratórios, para reforço da 
aprendizagem prática. 
A Biblioteca tem horário de funcionamento durante os três turnos, incluindo 
aos sábados, para que os alunos possam realizar suas pesquisas bibliográficas, leituras 
ou trabalhos em grupo sem prejuízo da presença em sala de aula. 
 
 
8.4.Acompanhamento do Egresso 
 
O Núcleo de Carreira e Empregabilidade é o setor responsável pela 
manutenção de estreita ligação com os egressosdos cursos. Tem o objetivo de coletar 
informações sobre atuação na área, levantamento dos empregadores e profissionais 
liberais, campos de atuação, principais demandas do mercado e principais deficiências 
na formação, entre outros. 
Os dados obtidos permitem traçar um perfil de egresso e de sua distribuição e 
ocupação no mercado de trabalho, assim como fornecem subsídios úteis para 
aprimoramento do curso, norteando mudanças curriculares, além de apontar para as 
necessidades de implantação de cursos de aperfeiçoamento e de pós-graduação lato 
sensu, além dos já existentes hoje na IES, e stricto sensu, que são criados em 
decorrência do desenvolvimento da Instituição. 
As capacitações são realizadas através de palestras semanais sobre temas que 
envolvam o mercado de trabalho como: Postura Profissional, Ética e Relacionamento 
Humano, Processo Seletivo e como se tornar um profissional de sucesso. Os alunos 
tem acesso ao cronograma de atividades, onde eles participam de eventos durante a 
sua formação acadêmica. Além das palestras, os alunos têm a oportunidade de se 
cadastrarem no Banco de Talentos e serem encaminhados às empresas, de acordo com 
sua participação e destaques em atividades durante a sua trajetória de curso. As 
palestras e as atividades em laboratório são atividades complementares inseridas na 
grade curricular do aluno. 
O acompanhamento de egressos compreende o acompanhamento do aluno 
após a sua conclusão e apoio na sua recolocação profissional. A IES também coloca à 
disposição dos seus ex-alunos a Biblioteca e cursos de Extensão visando oferece-lhes 
a possibilidade de se engajarem num programa de Educação continuada. 
 
 
8.5.Estímulos às Atividades Acadêmicas 
 
As Atividades Acadêmicas Complementares que fazem parte da estrutura 
curricular do curso e estão voltadas para a ampliação das experiências científicas, 
socioculturais e profissionais dos alunos compreendem uma importante ferramenta 
para o desenvolvimento do perfil do egresso. 
Por meio delas, o discente pode experimentar novas perspectivas sobre os 
assuntos ministrados, aliando o conteúdo teórico à realidade social circundante. Estas 
atividades reforçam o perfil do aluno e potencializam suas chances de sucesso no 
mercado de trabalho, uma vez que propiciam uma experiência enriquecedora 
caracterizada por uma integração entre a IES e a sociedade. 
 
 
8.6.Tecnologia de Informação e Comunicação – TICs no Processo Ensino-
Aprendizagem 
 
Considerando as demandas por novas tecnologias que permeiam 
constantemente o universo acadêmico, a Instituição tem grande compromisso na 
manutenção e melhoria constante de seu acervo tecnológico, equipamentos e outros 
que dão o suporte ao processo de ensino-aprendizagem. 
A relação de TICs empregadas no Curso é bastante ampla, no entanto, merecem 
destaque: 
Suporte multimídia nas salas de aula e demais ambientes da Instituição; 
Uso de ambientes virtuais e mídias digitais para o desenvolvimento de atividades 
acadêmicas; 
Emprego de redes sociais e similares para estimular a participação do aluno em 
atividades acadêmicas; 
Realização de atividades simuladas em laboratório e computadores; entre outros. 
 
Assim, há de se destacar o fato de que em todas as salas de aula existem 
computadores com acesso à internet, televisor e /ou projetor multimídia. Professores e 
alunos tem acesso aos laboratórios de informática que comportam computadores com 
configurações atualizadas e diversos softwares que auxiliam na execução do projeto 
pedagógico. O planejamento dos laboratórios obedece às exigências didático-
científicas do projeto pedagógico do curso, quanto à área física, às instalações 
específicas, aos equipamentos e aparelhos indicados pelos professores responsáveis 
pelas práticas, projetos de iniciação científica e também programas de extensão. 
Todo espaço físico da IES possui rede WiFi para ser utilizada pela comunidade 
acadêmica. Os equipamentos são adequados ao Projeto do Curso em quantidade que 
mantém a relação equipamento/aluno compatível com o bom desempenho no ensino e 
dentro dos padrões de qualidade exigidos para a avaliação do curso. Possuem 
acessórios necessários às atividades previstas e materiais de consumo compatível, em 
quantidade suficiente. Há também o Portal Acadêmico que prevê área privativa para 
alunos e professores, onde podem ser trocados materiais de auxílio à construção do 
conhecimento. O Ambiente Virtual de Aprendizagem da instituição está todo 
modelado e preparado para o desenvolvimento de atividades complementares. Nesse 
ambiente, há diversos mecanismos de interação disponíveis, tais como: chats, 
ambiente para desenvolvimento de fóruns, áreas multimídias de áudio e vídeo, etc. O 
sistema de gestão acadêmica da IES integra os diversos setores e disponibiliza no 
ambiente exclusivo dos discentes, do Portal Acadêmico, tudo sobre sua vida 
acadêmica, tais como: notas, frequência, situação de atividades complementares, 
histórico financeiro, etc., além de serviços importantes como rematrícula online, 
negociação financeira eletrônica, emissão de boletos bancários, reserva e renovação 
de empréstimos de livros da biblioteca, consulta do acervo da biblioteca, solicitação 
de documentação da Secretaria Acadêmica, etc.). 
Em atenção aos portadores de necessidades especiais, além da IES possuir 
sinalização em Braille e nos computadores há instalado o software específico (DOS 
VOX - possibilita que pessoas cegas ou com baixa visão, com um baixo nível de 
escolaridade, se tornem capazes de utilizar o computador, trazendo assim muitos 
benefícios às suas vidas), teclados em Braille e fones de ouvido. 
As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) implantadas no processo 
de ensino-aprendizagem permitem a execução do Projeto Pedagógico do Curso e a 
garantia da acessibilidade e do domínio das TICs. 
 
 
 
9. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DO CURSO 
 
9.1.Avaliação Interna: Autoavaliação 
 
A autoavaliação institucional é conduzida pela CPA e engloba a avaliação do 
Curso propriamente dito. 
Na IES o processo de autoavaliação é constituída em uma ferramenta de grande 
importância na identificação de oportunidades de melhoria e de suas potencialidades, 
de forma a atingir um melhor desempenho em sua gestão educacional e na qualidade 
da educação ofertada. Esta avaliação, de acordo com as determinações legais vigentes, 
é realizada em dois níveis: o Interno e o Externo, em sintonia com o programa de 
avaliação institucional da IES que tem como referência o SINAES. 
Em conformidade com o disposto no art. 3º da Lei nº. 10.861/04, as dimensões a 
seguir são objetos de avaliação: 
 Missão e Plano de Desenvolvimento Institucional; 
 Política para o Ensino, a Pesquisa e a Extensão; 
 Responsabilidade Social da Instituição; 
 Comunicação com a Sociedade; 
 Políticas de Pessoal; 
 Organização e Gestão da Instituição; 
 Infraestrutura Física; 
 Planejamento e Avaliação; 
 Políticas de Atendimento aos Estudantes; 
 Sustentabilidade Financeira. 
 
Anualmente, a IES deposita no e-MEC o Relatório da Autoavaliação 
Institucional, que contempla todos os cursos de graduação e de pós-graduação, além 
das atividades de gestão, extensão, pesquisa etc. 
O Projeto de Autoavaliação é elaborado em cumprimento a Lei nº. 10.861, de 14 
de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior 
(SINAES), está fundamentado nas disposições da Portaria MEC nº. 2.051, de 09 de 
julho de 2004, nas Diretrizes para a Autoavaliação das Instituições e nas Orientações 
Gerais para o Roteiro da Autoavaliação, editados pela CONAES e pelo INEP. 
Em atendimento ao Art. 11 da Lei dos SINAES, instituiu sua Comissão Própria 
de Avaliação (CPA), com as atribuições de condução dos processos de avaliação 
internos da Instituição, de sistematização e de prestação das informações que possam 
ser solicitadas pelo INEP. 
Aautoavaliação do curso faz parte desse processo e tem como objetivo manter 
um acompanhamento acerca do cumprimento do Plano de Desenvolvimento 
Institucional, bem como, a busca pela melhoria contínua dos cursos. É neste sentido 
que o processo de autoavaliação ganha importância, uma vez que a IES busca 
autoconhecimento, assim como tem a oportunidade de refletir sobre sua missão 
enquanto instituição de educação superior. No contexto da autoavaliação dos cursos, 
o processo acontece semestralmente onde discentes, docentes, coordenação do curso e 
projeto pedagógico são avaliados. A partir do diagnóstico feito, a CPA discuti e sugere 
ações corretivas em conjunto com as coordenações de curso. 
O SINAES fundamenta-se na necessidade de promover a melhoria da qualidade 
da educação superior, a orientação da expansão da sua oferta, o aumento permanente 
da sua eficácia institucional, da sua efetividade acadêmica e social e, especialmente, 
do aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais. É integrado por 
três modalidades principais de instrumentos de avaliação, aplicados em diferentes 
momentos: 
1) Avaliação das Instituições de Educação Superior (AVALIES), que se 
desenvolve em duas etapas principais: 
(a) autoavaliação: coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de 
cada IES; 
(b) avaliação externa: realizada por comissões designadas pelo INEP; 
2) Avaliação dos Cursos de Graduação (ACG); 
3) Avaliação do Desempenho dos Estudantes (ENADE). 
 
Em decorrência da concepção, o SINAES está apoiado em alguns princípios 
fundamentais para promover a qualidade da educação superior, a orientação da 
expansão da oferta, o aumento permanente da eficácia institucional, da efetividade 
acadêmica e social e especialmente do aprofundamento dos compromissos e 
responsabilidades sociais. 
Esses princípios são: responsabilidade social com a qualidade da educação 
superior; reconhecimento da diversidade do sistema; respeito à identidade, à missão e 
à história das Instituições; globalidade institucional pela utilização de um conjunto 
significativo de indicadores considerados em sua relação orgânica; continuidade do 
processo avaliativo como instrumento de política educacional para cada instituição e 
o sistema de educação superior em seu conjunto. 
No contexto do SINAES, a autoavaliação é percebida como um processo 
contínuo por meio do qual a Instituição constrói conhecimento sobre sua própria 
realidade, buscando compreender os significados do conjunto de suas atividades para 
melhorar a qualidade educativa e alcançar maior relevância social. Constitui-se em 
condição básica para o necessário aprimoramento do planejamento e gestão da 
Instituição, uma vez que propicia a constante reorientação de suas ações. 
Para a IES autoavaliação é um importante instrumento para a tomada de decisão 
e dela resulta uma autoanálise valorativa da coerência entre a missão e as políticas 
institucionais efetivamente realizadas, assim como, uma autoconsciência, nos 
membros da comunidade acadêmica, de suas qualidades, problemas e desafios para o 
presente e o futuro. O processo de autoavaliação institucional considerou como 
parâmetros os seguintes princípios norteadores: 
1. O princípio da IES participativa no processo de avaliação que se traduz no 
envolvimento de todos os núcleos (departamentos, coordenações), órgãos e unidades 
auxiliares, conselhos, docentes, pesquisadores, pessoal técnico-administrativo e 
administradores (chefes de unidades ou órgãos, coordenadores, diretores); 
2. Globalidade: refere-se à integração da totalidade das atividades ao processo 
avaliativo, ou seja, ensino, pesquisa, extensão, serviços administrativos, gestão, 
responsabilidade social, inclusão social; 
3. Igualdade: implica na consideração e associação do conjunto de aspectos 
básicos que devem subsidiar a avaliação integral da instituição, ou seja, as ações são 
consideradas como produtos institucionais e não de órgãos ou indivíduos isolados; 
4. Especificidade: enfoca as particularidades de cada curso, em acréscimo aos 
aspectos gerais que são necessariamente avaliados, uma vez que não se pode avaliar a 
diversidade ou singularidade de maneira uniforme, bem como não se deve converter a 
diversidade em símbolo do único; 
5. Periodicidade: define os espaçamentos temporais ajustados aos diferentes 
segmentos, atividades e unidades da instituição; 
6. Racionalidade: implica a não multiplicação de procedimentos idênticos para 
os mesmos fins, considerando todos os docentes, discentes, pesquisadores, pessoal 
técnico-administrativo, bem como os órgãos de gestão como partes integrantes da 
comunidade acadêmica, fundamentais ao processo avaliatório, que se inicia com eles 
e por eles; 
7. Transparência: diz respeito à identificação precisa e objetiva do processo de 
avaliação, especialmente quanto aos níveis de participação de todos os envolvidos, no 
que concerne à participação e aos resultados esperados; 
8. Integração: parte do princípio de que há um mínimo que deve ser produzido, 
bem como, um máximo que pode ser alcançado, e, tendo em vista o princípio da 
especificidade, valoriza os processos compensatórios nos quais, dentro de 
determinados limites, as atividades desenvolvidas numa categoria poderiam 
complementar outras, em outras categorias. Pressupõe o reconhecimento pela 
instituição de que, no contexto de suas funções básicas, os docentes, discentes, 
coordenações, pessoal técnico-administrativo, podem apresentar salutar variação 
quanto ao envolvimento de cada uma delas; mas compartilham a consciência de que 
uns fazem coisas diferentes dos outros e todos juntos realizam, de uma ou de outra 
forma, o projeto pedagógico institucional e preenchem um feixe de funções 
harmônicas; 
9. Retribuição: contempla a diversidade de retornos que os processos avaliativos 
podem e devem gerar para docentes, discentes, pessoal técnico-administrativo, 
pesquisadores, gestores e toda comunidade acadêmica, da alocação racional de 
recursos à elaboração de princípios mais includentes e ágeis; 
10. Cumulatividade: focaliza a acumulação progressiva de todas as modalidades 
de trabalhos acadêmicos relativos aos docentes, aos pesquisadores e coordenações, de 
tal sorte que a avaliação seja traduzida num processo contínuo e não apenas em 
episódios e momentos. Cada docente e cada coordenação deve ser encarada e avaliada 
mediante sua história de trabalho e não pontualmente; 
O Programa de Autoavaliação propõe: 
a) elaborar, acompanhar e avaliar os projetos pedagógicos dos cursos de 
graduação, sequenciais de formação específica e pós-graduação lato sensu, em 
parceria com os coordenadores de departamentos e coordenadores de cursos; 
b) avaliar o corpo acadêmico; 
c) avaliar os núcleos acadêmicos, a responsabilidade social e extensão, a 
iniciação científica em interface com as áreas; 
d) pesquisar, disseminar e arquivar a legislação educacional de Ensino Superior; 
e) disseminar e arquivar relatórios de avaliação MEC/INEP/SESU e pareceres 
normativos do CNE; 
f) avaliar, atualizar e disseminar o Plano de Desenvolvimento Institucional; 
g) avaliar o egresso dos cursos de graduação e de cursos de pós-graduação lato 
sensu; 
h) participar das reuniões de Conselho Superior e orientar, quando cabível, sobre 
a legislação educacional vigente e normas institucionais; 
i) elaborar e aplicar treinamento à área acadêmica e administrativa sobre a 
legislação educacional vigente, missão institucional e objetivos; 
j) avaliar e disseminar o Projeto Pedagógico da IES, em parceria com todos os 
órgãos envolvidos; 
k) avaliar as ações, resultados e procedimentos da Comissão Própria de 
Avaliação; 
l) orientar, acompanhar e promover as avaliações externas dos cursos e da 
Instituição; 
m) verificar e acompanhar as recomendações oriundas dos processos avaliativos 
internos e externos, oficiais e do sistema avaliativo próprio; 
n) participar,em parceria com a área de Recursos Humanos, na elaboração e 
execução de treinamentos/oficinas de trabalho para docentes e gestores acadêmicos, 
de caráter formativo; 
o) avaliar a satisfação do corpo acadêmico e do corpo discente, docente e técnico 
administrativo em relação à cadeia de serviços; e 
p) orientar e acompanhar as autoavaliações das áreas, consolidando informações 
e recomendações. 
 
As ações da Comissão Própria de Avaliação (CPA) contemplam as seguintes 
fases: 
I. Sensibilização da comunidade acadêmica para relevância dos processos; 
II. Autoavaliação, com a formação de diversas ópticas, instrumentos, 
documentos, análises e debates, propondo sempre melhorias; 
III. Construção, conjunta às diversas áreas, dos projetos pedagógicos e 
institucionais; 
IV. Treinamento, com a proposta, elaboração e execução de oficinas de para 
treinamento e desenvolvimento; 
V. Difusão, em diversos momentos das propostas, dos objetivos, resultados e 
análises dos diversos processos avaliativos internos e externos, oficiais ou não; 
VI. Reavaliação dos métodos, processos e resultados e o replanejamento das 
ações para os períodos subsequentes. 
Formas de aferição são utilizadas. As técnicas são as seguintes: 
I. Comparação e acompanhamento periódicos das metas, resultados e processos, 
inclusive para subsidiar o replanejamento dos processos avaliativos e do PDI; 
II. Questionários quantitativos, com análise de variáveis (coleta de dados) por 
medidas de dispersão-média e mediana - tendo como unidade padrão à média 
aritmética da IES; 
III. Questionários qualitativos, com análise de conteúdo; 
IV. Pesquisa legal, para acompanhar as diretrizes educacionais; 
V. Pesquisa a órgãos e outras fontes para identificar necessidades 
mercadológicas e mudanças; 
VII. Análise documental e acesso e construção de banco de dados internos, com 
objetivo de sistematizar e analisar as informações; 
VIII. Avaliação de pares, com análises por curso, propondo melhorias e ajustes. 
Para condução destes processos são realizadas várias atividades, entre elas 
encontros, debates e fóruns, pois a IES busca sempre, por meio do diálogo e da 
construção viabilizar as suas ações. Os resultados do processo de autoavaliação são 
encaminhados à instância superior a quem compete a (re) definição e implementação 
das políticas acadêmicas que o processo avaliativo sugerir. Os resultados da avaliação 
subsidiam as ações internas e a (re) formulação do Plano de Desenvolvimento 
Institucional e do Projeto Pedagógico Institucional. 
O conhecimento gerado pelo processo de autoavaliação é disponibilizado à 
comunidade acadêmica, aos avaliadores externos e a sociedade tem a finalidade clara 
de priorizar ações de curto, médio e longo prazo, planejar de modo compartilhado e 
estabelecer etapas para alcançar metas simples ou mais complexas que comprometam 
a Instituição para o futuro. 
Os resultados observados geram indicadores para a revisão de ações e 
redirecionamento das estratégias de atuação da Instituição. É uma ferramenta para o 
planejamento e gestão institucional, instrumento este de acompanhamento contínuo do 
desempenho acadêmico e do processo sistemático de informações à sociedade. 
Para que a avaliação cumpra sua missão, ou seja, sirva de instrumento para o 
aperfeiçoamento do projeto acadêmico e sociopolítico da Instituição, garantindo a 
melhoria da qualidade e a pertinência das atividades desenvolvidas, é realizada uma 
análise criteriosa dos resultados do processo de avaliação. 
Os relatórios gerados servem para que a Instituição identifique os acertos e as 
ineficiências, as vantagens, potencialidades e as dificuldades envolvendo-se num 
processo de reflexão sobre as causas das situações positivas e negativas, assumindo 
assim a direção efetiva de sua gestão política, acadêmica e científica. Os resultados, 
portanto, também servem de base para revisar o planejamento do PDI, bem como os 
projetos pedagógicos dos cursos. 
O conhecimento das estratégias adequadas norteia as decisões no sentido de 
disseminá-las, generalizando o sucesso. Por outro lado, as formas de ação que não 
apresentam resultados satisfatórios são modificadas, buscando-se alternativas para 
introdução de novos caminhos. 
Uma vez que o trabalho tem como objetivo apontar os pontos fortes e fracos da 
Instituição, permitindo alterações favoráveis, os resultados obtidos são 
cuidadosamente analisados pelos diretores, coordenadores, professores e, 
especialmente, pela Comissão Própria de Avaliação. 
 
9.2.Avaliações Externas 
 
As avaliações externas são objeto de amplo debate em todas as esferas 
institucionais. Os dados são analisados e medidas saneadoras de deficiências tomadas 
em tempo hábil, caso necessário. Nesse contexto, as habilidades e competências 
previstas no ENADE são discutidas sistematicamente no âmbito do NDE, subsidiando 
reflexões e conferindo dinamismo ao PPC. A IES considera este Exame como um 
instrumento importante para, de forma articulada com a autoavaliação, com a 
avaliação de cursos e com a avaliação externa, possibilitar a melhoria da qualidade da 
formação acadêmica e profissional dos alunos. 
Para os resultados do ENADE são desenvolvidos mecanismos que encontram-se 
institucionalizados os quais permitem que se analise o conjunto dos resultados 
atingidos não só na IES e no curso mas também por outras IES e seus cursos na área 
de abrangência da IES, permitindo desta forma a identificação de fragilidades que 
possam comprometer o adequado atingimento do perfil do egresso e objetivos do curso 
e IES. 
Objeto de análise sistemática, as avaliações in loco realizadas pelo INEP também 
são objeto de reflexão no âmbito do curso e na IES. Instrumentos especificamente 
desenvolvidos, para esta finalidade permitem identificar oportunidades de melhoria e 
traçar planos de ação para o saneamento, quando necessário. 
Tanto as metas avaliações dos resultados observados no ENADE quanto das 
avaliações in loco são conduzidas no âmbito do curso com a participação do NDE e 
contam com a participação da CPA e apoio incondicional da gestão da IES. 
O Curso segue esse aparato institucional e com base nos diagnósticos e relatórios, 
trabalha para construir conhecimento sobre sua própria realidade e dessa forma 
melhorar a qualidade da educação ofertada. 
 
10. INSTALAÇÕES FÍSICAS E RECURSOS HUMANOS 
 
A Uninassau oferece uma infraestrutura acadêmica e operacional voltada para 
o melhor aprendizado, contando com amplas Salas de Aula, Laboratórios, Biblioteca, 
Administração e Área de convivência, atendendo aos padrões de ventilação, 
iluminação, acústica e limpeza. As instalações físicas são adequadas para o número de 
usuários atuais e futuros e para o ramo de atividade que trabalha/trabalhará. Todas as 
salas de aula, biblioteca e demais espaços e dependências de utilização da academia 
estão equipados com ar condicionado, mobiliários e iluminação adequados, isolamento 
de ruídos, equipamentos de prevenção de incêndio e boa higiene. 
A infraestrutura da IES é adaptada para os portadores de necessidades 
especiais, conforme Portaria Ministerial nº 3.284, de 7 de novembro de 2003, com 
rampas, circulação e acessos, os espaços acadêmicos e administrativos são modernos 
e mobiliados adequadamente, biblioteca ampla, confortável e com acervo adequado às 
propostas pedagógicas. 
 
 
10.1 Instalações Administrativas 
 
As instalações administrativas e a infraestrutura tecnológica dão suporte ao 
desenvolvimento ao curso e possuem características que garantem o pleno 
desenvolvimento das atividades propostas. Sintetizando, todas as instalações 
administrativas e acadêmicas da IES, além de acessibilidade, apresentam as seguintes 
condições: 
 Dimensão: espaço adequado para o número de usuários e para o tipo de 
atividade; 
 Acústica: isolamento de ruídos externos e boa audição interna, com uso de 
equipamentos, se necessário; Iluminação: luminosidade natural e /ou artificial em níveis adequados; 
 Ventilação: adequada às necessidades climáticas locais, com equipamentos, 
se necessário; 
 Mobiliário e Aparelhagem Específica: adequada e suficiente; 
 Limpeza: áreas livres, calçadas, corredores, pisos, salas e móveis limpos, 
depósitos de lixo em lugares apropriados, isto é, sem aproximação com as salas de 
aula, cantinas, restaurantes, biblioteca, salas de estudo etc., instalações sanitárias com 
pisos, paredes e aparelhos limpos e desinfetados. Serviço de limpeza adequado, em 
termos de pessoal e de materiais. 
Em relação à infraestrutura de segurança disponível, a IES atende aos seguintes 
itens: extintores, saídas de emergência compatíveis com os espaços físicos, escadas de 
incêndio, câmeras de vídeo etc. 
 
 
10.2 Infraestrutura de Serviços 
 
A IES oferece uma infraestrutura de serviços capaz de atender adequadamente 
o corpo social envolvido nas atividades de Ensino, nas necessidades de alimentação, 
transportes, comunicação, estacionamento etc. 
Nas proximidades da instituição, uma infraestrutura de serviços, como: hotéis 
e pousadas, correios, farmácias, mercados e supermercados, dentre outro, de fácil 
acesso e disponibilidade de meios de transportes para deslocamento, como por 
exemplo, pontos de ônibus e serviços de táxi. 
 
 
10. 3 Salas de Aula 
 
Como o restante da infraestrutura da IES as salas de aula foram especialmente 
projetadas para o atendimento as necessidades institucionais e do curso, são atendidas 
pelo plano de manutenção da instituição que garante seu pleno funcionamento 
garantindo atendimento a acessibilidade, conforto, segurança dos usuários. As salas de 
aula contam com recursos de tecnologia de informação e comunicação adequados, 
incluindo salas de aula de configuração flexível que possibilitam distintas situações de 
ensino aprendizagem. 
 
 
10.3Sala de Professores 
 
Como o restante da infraestrutura estas foram especialmente projetadas para o 
atendimento as necessidades dos usuários e são atendidas pelo plano de manutenção 
da instituição que garantem seu pleno funcionamento dotado de itens de mobiliário, 
acessibilidade, conforto, segurança dos usuários. A sala conta com recursos de 
tecnologia de informação e comunicação adequados ao quantitativo de docentes e 
atividades a serem desenvolvidas, incluindo ambiente que permite o descanso, lazer e 
integração. Os docentes são atendidos por técnico administrativo para o 
desenvolvimento das atividades e organização dos trabalhos. 
 
 
10.4Acesso a Equipamentos de Informática 
 
A IES garante o acesso a equipamentos de informática por meio diversos: 
laboratórios de informática propriamente dito, wifi em todo o campus e em breve 
através do empréstimo de dispositivos móveis. No tocante a esta acessibilidade 
tecnológica as pesquisas feitas junto à comunidade e demonstram o atendimento pleno 
as necessidades do curso e dos usuários. Os espaços físicos são contemplados pelo 
plano de manutenção da instituição que garantem o pleno funcionamento tanto dos 
espaços físicos quanto do funcionamento da internet, softwares e hardwares que 
adicionalmente contam com o apoio do Plano de Contingência da Instituição. 
 
 
10.5Plano de Expansão e Atualização de Equipamentos 
 
A IES conta com um plano de expansão e atualização de equipamentos, 
descrito no seu Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI, visando ampliar o 
acesso e, cada vez mais, aprimorar os recursos necessários ao processo ensino. 
A conservação, expansão e atualização dos equipamentos são feitas a partir de 
uma análise periódica da equipe do NTI (Núcleo de Tecnologia da Informação), depois 
de consideradas as sugestões do coordenador do curso e demais envolvidos, além do 
auxílio do pessoal da manutenção; os quais verificam a necessidade de se adquirir 
novos equipamentos e/ou atualizar os existentes, para melhor desenvolvimento das 
atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão. A manutenção de equipamentos, 
dependendo de sua amplitude, é assegurada pelo pessoal técnico de apoio da própria 
Instituição (NTI) ou através de contratos com os fornecedores e/ou consultorias para 
os equipamentos. A reposição de materiais de consumo é compatível com a demanda 
das atividades que são realizadas em cada semestre. 
 
10.5.1 Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo das Bibliotecas. 
A política de aquisição, expansã8/o e atualização do acervo da Biblioteca adota 
as seguintes etapas de operacionalização: 
 Indicação dos professores, a pedido do Coordenador do Curso para 
avaliação e inclusão no orçamento; 
 Solicitação, semestral, de aquisição da bibliografia necessária para o 
próximo semestre, justificada pelo Coordenador de Curso; 
 Solicitação para efetiva aquisição. 
O acervo dimensionado esta acima da média da demanda e apresenta uma 
política de aquisição, expansão e atualização semestral acumulativa de 5%, que atende 
plenamente ao disposto no PDI. Assim, o acervo para atender aos alunos matriculados 
é ampliado, considerando a proposta pedagógica dos cursos e a demanda dos docentes. 
 
10.5.2 Bibliografia Básica e Complementar 
 
O acervo bibliográfico é atualizado constantemente, em razão de novas edições 
ou para atualização dos temas objeto de estudos, além de publicações destinadas a 
subsidiar projetos de pesquisa (iniciação científica) e extensão. 
A prioridade na aquisição de livros é dada àqueles indicados pelos professores 
como bibliografia básica e complementar de cada disciplina dos cursos, em todos os 
níveis, seguindo a Política de Aquisição da Instituição. 
Os livros da bibliografia básica, na forma física ou virtual, constantes do 
Projeto Pedagógico do Curso estão à disposição na biblioteca, tombados junto ao 
patrimônio da mantenedora em conformidade com a legislação. O acervo é 
informatizado e atende de forma excelente as necessidades do curso, garantindo a 
existência de 3 ou mais títulos da bibliografia básica para cada uma das unidades 
curriculares. 
Para garantia do acesso à biblioteca virtual, o aluno, através de sua matrícula e 
senha, pode acessar aproximadamente 6.000 títulos, dentre os quais estão os livros 
indicados na bibliografia do Curso. Nesta biblioteca virtual, além do acesso ao livro 
de forma online, ele pode imprimir, marcar digitalmente parte dos textos, destacando 
conteúdos que interessem (marca texto virtual ou lembretes do tipo post it virtuais). 
É importante destacar que todos os alunos tem acesso aos títulos constantes na 
biblioteca virtual de forma irrestrita e ilimitada. Ou seja, o título seja ele indicado ou 
não na bibliografia do curso, pode ser acessado por todos os alunos sem restrições de 
quantidade de acesso, fazendo com que, por exemplo, um determinado título esteja 
disponível a todo o número de vagas autorizadas. 
A bibliografia complementar do Curso possui títulos complementares por 
unidade curricular indicados, cada um destes está disponível na forma física ou virtual 
(conforme a bibliografia do curso) com acesso irrestrito a todos os alunos 
matriculados. 
A bibliografia se encontra referendada pelo NDE e conta ainda com o apoio de 
Plano de Contingência institucional e da Editora que mantém a biblioteca virtual sendo 
a gestão do quantitativo/atualização feita com base no Plano de Gestão do Acervo. 
10.5.3 Periódicos 
 
A IES disponibiliza para os alunos do Curso assinaturas de periódicos 
especializados, indexados e correntes, sob a forma virtual, atualizados em sua maioria 
nos últimos três anos, distribuídos entre as principais áreas de abrangência do curso. 
A instituição mantem assinatura de portal de periódicos, acessado via internet, 
que garante o acesso a periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma 
virtual, permitindo a impressão irrestrita de textos completos. 
O portal disponibiliza conteúdo científico nos mais variados formatos depublicações eletrônicas, possuindo um catálogo com inúmeros títulos de periódicos, 
pertencentes as mais conceituadas editoras e sociedades científicas em todos os 
campos do conhecimento, disponíveis na íntegra (full text), arbitrados (peer-
reviewed), reunindo textos, imagens, tabelas, gráficos, citações bibliográficas, em 
formato HTML e/ou PDF. No portal são disponibilizadas diversas bases de dados 
nacionais e internacionais nos mais variados assuntos, dos tipos: full-text, bibliográfica 
e multimídia. Possuem interfaces adequadas às necessidades de pesquisa de diferentes 
tipos de usuários, apresentando, em alguns casos, opções de tradução e customização 
por idiomas. São 303 bases de dados que abrangem todas as áreas do conhecimento e 
totalizam mais de 12.000 periódicos 
 
ANEXOS 
 
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DO CURSO GRADUAÇÃO EM 
PEDAGOGIA (EAD) 
1 PERÍODO 
 
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO 
EMENTA: 
As especificidades da linguagem oral e escrita. A linguagem e a diversidade 
linguística. A leitura e a interpretação de textos orais e escritos. A elaboração de 
respostas subjetivas a partir de textos diversos. A leitura e a produção textual de 
gêneros acadêmicos específicos da área. A utilização do vocabulário adequado para a 
área focalizada. Tópicos gerais sobre argumentação e persuasão em textos orais e 
escritos. Revisão de tópicos gramaticais peculiares (acentuação gráfica, pontuação, 
colocação pronominal e novas regras ortográficas). 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
BECHARA, E. O que muda com o novo acordo ortográfico. São Paulo: Nova 
Fronteira, 2008. 
KOCHE, I. G. V. Argumentação e linguagem. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2009. 
KOCHE, V. Prática textual: atividades práticas de leitura e escrita. Petrópolis: 
Vozes, 2006 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
GARCIA, O. M. Comunicação em Prosa Moderna: aprender a escrever, 
aprendendo a pensar. São Paulo: FGV, 2006. 
MARTINS, D. S.; ZILBERKNOP, L. S. Português Instrumental. Porto Alegre: 
Sagra Luzzatto, 2004. 
ANDRADE, Maria. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 9. 
Ed. São Paulo: Atlas, 2010. 
MESQUITA, Roberto Melo, Gramática de língua portuguesa. São Paulo: Saraiva, 
2002. 
CASTILLO, Atabila. Gramática do português brasileiro. São Paulo: contexto, 
2014. 
 
 
1 PERÍODO 
 
INTRODUÇÃO À EAD 
EMENTA: 
 
Concepções e legislação em EAD, Conceito de ambiente virtual de aprendizagem, 
Ferramentas tecnológicas para EAD, Estudando no século XXI, Comparando o 
aprendizado presencial e a distância, Metodologias de estudo baseadas em autonomia, 
Interação e cooperação, Como estudar a distância? O papel do aluno no aprendizado, 
Professores e tutores, Ferramentas de ti para EAD, Comunicação virtual, Email, 
Videoconferência, Conceito de “netiqueta”, Ambiente virtual de aprendizagem, 
Cursos na UNINASSAU EAD, Estrutura, Ferramentas de interação, Equipe de apoio, 
Tutoria, Coordenação de curso, Canais de atendimento, Ambiente virtual de 
aprendizagem, Avaliações, vida acadêmica virtual. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
MOORE, Michael G.; KEARSLEY, Greg. Educação a distância: sistemas de 
aprendizagem on-line. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 
KEARLEY, Greg. Educação on-line: aprendendo e ensinando. São Paulo: Cengege 
Learning, 2011. 
MATTAR, João. Tutoria e interação em educação a distância. São Paulo: 
Cengage Learning, 2012. 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
MATTAR, João. Guia de educação a distância. São Paulo: Cengege Learning, 
2014. 
MUNHOZ, Antonio Siemsen. Projeto instrucional para ambientes virtuais. São 
Paulo: Cengege Learning, 2016. 
MAISSIAT, Jaqueline. Formação continuada de professores e tecnologias digitais 
em educação a distância. Curitiba/PR: Intersaberes, 2017. 
MATTAR, João. ABC da EaD. São Paulo: Pearson, 2007. 
SANTINELLO, Jamile. Ensino superior em ambientes virtuais de aprendizagem 
(AVAs): formação docente universitária em construção. Curitiba/PR: Intersaberes, 
2015. 
 
 
1 PERÍODO 
 
ASPECTOS SÓCIOANTRPOLÓGICOS 
EMENTA: 
A sociologia e antropologia como ciência. Aspectos conceituais da sociologia e 
antropologia. O surgimento da sociologia da educação. Teorias sociológicas e 
antropológicas clássicas. A educação como processo social e suas relações com a 
cultura e a aprendizagem de papéis sociais. Questões da sociologia e antropologia 
contemporâneas. As relações entre educação e sociedade: a natureza e as 
especificidades dos fenômenos sócio-antropológicos e suas relações com os 
fenômenos educacionais. Diversidade étnico-cultural e educação: diferença e 
desigualdade. Educação, escola e multiculturalismo: a escola como espaço de 
socialização e de vivências socioculturais. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
DURKHEIM, Émile. Lições de sociologia. São Paulo: Martins Fontes, 2002. 
MARCONI. Marina de Andrade. Antropologia: uma introdução. São Paulo: Atlas, 
2001. 
SOUZA, Renato Antonio de. Sociologia da Educação. São Paulo: Cengage, 2017. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
MICHALISZYN, Mário Sérgio. Fundamentos socioantropológicos da educação. 
Curitiba: IBPEX, 2010. 
MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. São Paulo: Brasilense, 2004. 
CASTRO, Claudio M. Os Tortuosos Caminhos da Educação Brasileira. Porto 
Alegre: Penso, 2013. 
APPLE, Michael W. Educação Crítica: análise Internacional, Porto Alegre: 
Penso, 2010. 
PILETTI, Nelson. Sociologia da Educação: do Positivismo aos Estudos Culturais, 
São Paulo: Atlas, 2010. 
 
 
1 PERÍODO 
 
INTRODUÇÃO À PEDAGOGIA 
EMENTA: 
Etapas da evolução histórica da profissão, contextualização da profissão dentro da área 
de atuação a nível regional, nacional e mundial. Áreas de atuação e tendências da 
profissão, salários, campos de atuação e outros. Ética profissional, bases legais. Visita 
técnica. Aula(s) de laboratório (ou informática) demonstrativa que seja representativa 
da profissão. 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: Penso, 1998. 
PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: 
penso, 2000. 
ALVES, Nilda. Formação de professores: pensar, fazer. São Paulo: Ed.Cortez, 
2011. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: Cengage, 
2011. 
FLEURI, Reinaldo MatiaS. Educar para quê? São Paulo: Ed Cortez, 1997. 
PIMENTA, Selma Garrido. Didática e formação de professores. São Paulo: Ed. 
cortez, 2011. 
MORANDI, Fran. Introdução a pedagogia. São Paulo. Ática. 2008. E-Book. 
SANTOS, Suzana. Introdução a pedagogia. São Paulo. Pearson Education do 
Brasil.2016. E-Book. 
 
 
1 PERÍODO 
 
FILOSOFIA E EDUCAÇÃO 
EMENTA: 
Origens e significado da Filosofia. Conhecimento mítico e conhecimento filosófico. 
Correntes e tendências filosóficas. Senso comum e ciência. Tendências pedagógicas. 
Concepções e contribuições da Filosofia da Educação 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
LORIERI, M. A. Filosofia: fundamentos e métodos. Rio de Janeiro: Cortez, 2002. 
CASTRO, Eder Alonso. Educando para o pensar. São Paulo: Cengage, 2011. 
SILVA, Tomaz Tadeu. O sujeito da educação: estudos focaultianos. Petrópolis: 
Vozes, 2011. 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
CHAUI, M. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2003. 
MARCONDES, Danilo. Filosofia, linguagem e comunicação. 4º ed. São Paulo: 
Cortez, 2001. 
VASCONCELOS, José Antônio. Fundamentos filosóficos da educação. Curitiba: 
Intersaberes, 2012. 
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofia da educação. São Paulo: Moderna, 
2006 
BUZZI, Arcangelo. Introdução ao pensar. Petrópolis: Vozes, 2012. 
GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. A aventura da filosofia de parmênides a 
Nietzsche. Barueri, SP: Manle, 2010. 
 
 
1 PERÍODO 
 
DESENVOLVIMENTO PESSOAL E TRABALHABILIDADE 
EMENTA: 
Empregabilidade: conceitos. Inserção no mercado de trabalho. Projetos Pessoais e 
Profissionais. Competências sociais. Inteligência Emocional. Competênciasinterpessoais. Características dos processos seletivos. Análise do Mercado de 
Trabalho. Recolocação. Diferenciais corporativos. Independência financeira. Vídeo 
padrão sobre Superação. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
KANAANE, Roberto. Comportamento humano nas organizações o homem rumo 
ao século XXI. 2. São Paulo atlas 2015. 
DUTRA, joel souza. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e 
perspectivas. 1. Ed. ; 13. Reimp. São Paulo, SP: atlas, 2014. 
MARRAS, jean pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao 
estratégico. 14. Ed. São paulo, sp: saraiva, 2011. 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
FIDELIS, gilson josé. Gestão de recursos humanos tradicional e estratégica. 2. 
São Paulo erica 2007. 
CHIAVENATO, idalberto. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal: 
como agregar talentos à empresa. 5. Ed. São paulo: atlas, 2004. 
SILVA, Marilene luzia da. Administração de departamento de pessoal. 5. Ed. 
Rev. São paulo, sp: érica, 2006. 
DRUCKER, Peter ferdinand. Inovação e espírito empreendedor: entrepreneurship : 
prática e princípios. São paulo: pioneira, 2015. 
DAVIS, keith. Comportamento humano no trabalho: volume 1: uma abordagem 
psicológica. São paulo: pioneira thomson learning, 1992. 
BARDUCHI, Ana Lucia Jankovic. Empregabilidade: competências pessoais e 
profissionais, São APulo: Pearson, 2009. 
 
 
1 PERÍODO 
 
POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO 
EMENTA: 
 
Natureza política da educação. Relações entre realidade educacional, Estado, 
ideologia, legislação e políticas públicas. Concepções de estado: liberal, 
intervencionista e neoliberal. Políticas educacionais configuradas no Estado brasileiro 
em seu desdobramento histórico- social. Cidadania global, consumo e política 
educacional. Processo nacional de elaboração de políticas públicas no bojo da 
mundialização da política e internacionalização da economia. Mudanças das relações 
entre Educação e Estado: políticas públicas para os diferentes níveis de ensino. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
DALLARI, Dalmo de Abreu. O que é participação política? São Paulo: 
Brasiliense, 2004. 
SANTOS, Pablo dos. Guia prático da política educacional no Brasil. São Paulo: 
Cengage, 2014. 
ALBUQUERQUE DE VICTOR, Rodrigo. Judicialização de políticas públicas 
para a educação infantil. São Paulo: Saraiva, 2011 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
FRAUCHES, Celso da Costa. Lei n.9.394, de 20 de dezembro de 1996. ILAPE, 
Brasília, 2003. 
PEDRINI, Dalila Maria. Controle social de políticas públicas. São Paulo: Ed. 
Paulus, 2007. 
SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. Campinas: Ed. autores associados, 
2007. 
PERNAMBUCO, SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO. Boas 
práticas de gestão, Vol 2. Recife: Publix, 2014. 
PERNAMBUCO, SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO. Boas 
práticas de gestão, Vol 2. Recife: Publix, 2014. 
OLIVEIRA, Maria Auxiliadora Monteiro.Políticas públicas para o ensino 
profissional :o processo de desmantelamento dos Cefets. Campinas. São Paulo. 
Papirus. 2015. 
2 PERÍODO 
 
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS 
EMENTA: 
Educação em Direitos Humanos; Tratados Internacionais de Direitos Humanos; 
Educação em Direitos Humanos e o contexto brasileiro; Educação em Direitos 
Humanos na Contemporaneidade; Marco Legal da Educação em Direitos Humanos; 
Diretrizes Nacionais para Educação em Direitos Humanos; Proposta teórico-
metodológica para uma educação em Direitos Humanos. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
RAYO, José Tuvilla. Educação em Direitos Humanos. Porto Alegre: penso, 2003 
SIQUEIRA JUNIOR, Paulo Hamilton. Direitos humanos: liberdades públicas e 
cidadania. São Paulo: Saraiva, 2016. 
GORCZEVSKI, Clovis. Educar para os direitos humanos: considerações, 
obstáculos, propostas. São Paulo: Atlas, 2015. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
COMPARATO, Fábio Konder. A Afirmação Histórica Dos Direitos Humanos. 
São Paulo: Saraiva, 2017 
VON BOGDANDY, Armin. Estudos Avançados de Direitos Humanos. São 
Paulo: forense, 2012 
DESLANDES, Keila. Formação de professores e direitos humanos. Ouro preto: 
UFOP, 2015. 
CHAUÍ, Marilena. Sobre a violência. São Paulo: Autentica, 2017. 
AFONSO, Maria Lúcia Miranda: ABADE, Flávia Lemos. Jogos para pensar: 
Educação em Direitos Humanos formação para a cidadania. 1 ed. Belo Horizonte. 
Autentica editora. Ouro Preto. Minas Gerais 2013. 
 
 
2 PERÍODO 
 
DIDÁTICA 
EMENTA: 
Estudo dos processos de ensino. Princípios, condições, meios, gestão do ensino e da 
aprendizagem. 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita. Rio de janeiro: Bertrand, 2014 
GIACAGLIA, Lia R. Orientação educacional na prática. São Paulo: Cengage, 
2014 
LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 
2010 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
VEIGA, Ilma. Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 2012. 
SVINICK, Marilia. Dicas de ensino. São Paulo: Cengage, 2012. 
CANDAU, Vera M. Rumo à uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 2014. 
CASTRO, Amélia. Ensinar a ensinar. São Paulo: Cengage, 2014. 
PIMENTA, Selma Garrido. Didática e formação de professores. São Paulo: Ed. 
Cortez, 2011. 
CANDAU, Vera M. A didática em questão. Petrópolis: vozes, 2011. 
 
 
2 PERÍODO 
 
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO 
EMENTA: 
A Psicologia como ciência. Psicologia da Educação: evolução histórica, concepções 
de Psicologia da Educação, objeto de estudo, conteúdos e importância prática. Bases 
biológicas e sociais do comportamento humano. Teorias do desenvolvimento e da 
aprendizagem e suas implicações pedagógicas: Behaviorista Radical (Skiner), 
Humanista (Rogers), Psicanalítica (Freud). 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
ESPADA, José Pedro. Técnicas de grupo: recursos práticos para educação. 
Petropolis: Vozes, 2010 
VIGOTSKI, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007 
DELVAL, Juan. O desenvolvimento psicológico humano. Petrópolis, RJ: Vozes, 
2013. 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
RAPPAPORT, Clara Regina. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: EPU, 1982 
COLL, César. Desenvolvimento psicológico e educação. Vol. 1. São Paulo: Artmed, 
2004 
BIAGGIO, Ângela M Brasil. Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 
2011 
BEE, Helen. A Criança em Desenvolvimento. São Paulo: Artmed, 2011. 
COELHO, Wilson Ferreira. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: Pearson, 
2014. 
MAIA, Christiane M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. Curitiba: 
intersabres, 2017. 
 
 
2 PERÍODO 
 
LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 
EMENTA: 
Propiciar o conhecimento teórico/prático sobre a Língua de Sinais Brasileira Libras, 
tendo como base a compreensão crítica do contexto histórico, questões filosóficas, 
culturais e legais que envolvem a língua natural da comunidade surda brasileira, 
Libras. 
Compreender a necessidade de comunicar-se por meio da Língua de Sinais 
Brasileira no ambiente profissional. 
Falar em Libras. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
Quadros, Ronice Müller de. Língua de Herança. Porto Alegre: Penso, 2017 
Quadros, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira. São Paulo: Artmed, 2003 
Quadros, Ronice Muller de. Língua de sinais. Porto Alegre: Penso, 2010 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? São Paulo: Ed. Parábola, 2009. 
Quadros, Ronice Muller de. Educação de surdos. São Paulo: Artmed, 1997 
ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Atividades ilustradas em sinais da libras. São 
Paulo: Revinter, 2013. 
BAGGIO, Maria Auxiliadora. Libras. Curitiba: Intersaberes, 2017 
LUCHESI, Maria Regina C. Educação de pessoas surdas: experiências vividas, 
histórias narradas. 4. Ed. Campinas: Papirus, 2012 
 
 
 
2 PERÍODO 
 
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO 
EMENTA: 
Concepção de educação e a importância do estudo da história da educação. Trajetória 
histórica da educação desde as sociedades pré-letradas até a contemporaneidade e sua 
relação com os diferentes modos de produção. Percepçãohistórica acerca da educação 
como manutenção de privilégios. O embate atual no campo educacional. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
 
HILSDORF, Maria Lucia. História da educação brasileira: leituras. São Paulo: 
Cengage, 2015. 
NETO, Alexandre Shigunov. História da educação brasileira. São Paulo: Atlas, 
2015. 
RODRIGUES, José Roberto Gomes. Pedagogia e Ensino de História da Educação. 
São Paulo: Liber livro, 2012. 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
NASCIMENTO, Ester Fraga Vilas-bôas Carvalho. O Ensino e a Pesquisa em 
História da Educação. Maceió: Edufal, 2011 
ABRAHÃO, Maria Helena Menna Barreto. Destacados educadores brasileiros: 
suas histórias, nossa história. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2016 
STEPHANOU, Maria. História e memória da educação no Brasil: século XX. 
Vol.3. Petrópolis: Vozes, 2011. 
STEPHANOU, Maria. História e memória da educação no Brasil: século XIX. 
Vol.2. Petrópolis: Vozes, 2011. 
STEPHANOU, Maria. História e memória da educação no Brasil: séculos XVI - 
XVIII. Vol. 1 Petrópolis: Vozes, 2011. 
 
 
2 PERÍODO 
 
ORGANIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO 
EMENTA: 
Estudo analítico do processo construtivo do Sistema Educacional Brasileiro e sua 
legislação. Aborda a organização e administração da educação, seus aspectos legais e 
construtivos dos níveis de ensino e modalidade. Discute a política nacional de 
formação dos profissionais para Educação Básica e suas fontes de financiamentos. 
Discute a inclusão de populações indígenas, afro- descendentes e ribeirinhas na 
educação brasileira 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: Cengage, 
2011. 
BRASIL. Governo Federal. Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Rio de Janeiro: 
Saraiva, 2013. 
Silva Machado Bispo Dos Santos, Pablo. Guia Prático da Política Educacional No 
Brasil. São Paulo: Cengage, 2014. 
HEIN. Ana Catarina Angeloni. Organização e legislação da educação. São Paulo : 
Perterson Educacion do Brasil. 2016. 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
ALBUQUERQUE DE VICTOR, Rodrigo. Judicialização de políticas públicas para a 
educação infantil. São Paulo: Saraiva, 2011 
BESLEY, Tina. Por que Foucault? Novas Diretrizes para a Pesquisa Educacional. 
Porto Alegre, Penso: 2008. 
SUDBRACK , Roberta. Rosa-dos-ventos. Traços Da Formação Docente Pôs-LDB. 
Porto Alegre: UFRGS, 2009 
ZOCCOLI, Marolise Monteiro de Souza. Educação superior brasileira: Políticas e 
legislação. Curitiba: InterSaberes. 2012. 
DEMO, Pedro. A nova LDB: ranços e avanços. Campinas, SP. : Papirus. 1997. 
PAIXÃO, Claudiane Reis. Avaliação. São Paulo: Pearson Education do Brasil. 2016 
E-Book. 
 
 
3 PERÍODO 
METODOLOGIA DA PESQUISA 
 
 
EMENTA: 
Atividades de estudo e de pesquisa, trabalhos científicos, teses, dissertações, 
monografias e artigos sobre o curso. Métodos de trabalho científico, desde a aquisição 
de conhecimentos, documentação, elaboração de projetos de pesquisa e de referências 
bibliográficas. Metodologia científica, enfatizando os processos, as técnicas e os 
instrumentos da investigação. Fundamentação teórica e prática para a elaboração de 
projetos científicos e seu documento final. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
 
COSTA, M.A.F, COSTA, M.F.B. Metodologia da Pesquisa. Rio de Janeiro. 
Interciência, 2001. 
LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. 5. Ed. São Paulo: 2007. 
OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer: projetos, relatórios, monografias, 
dissertações e teses. 2. Ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2003. 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: 
cortez, 2007. 
LAKATOS, E.M. MARCONI, M DE A. Metodologia do trabalho científico, 6. ed. 
São Paulo: Atlas, 2009. 
VIEIRA, S.; HOSSNE, W.S. Metodologia científica para área de saúde. Rio de 
Janeiro: Elsevier, 2001. 
BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. 
Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 
MELLO, Cleyson de Moraes Metodologia Científica: Fundamentos, Métodos e 
Técnicas. Rio de janeiro: Freitas Bastos, 2016. 
 
 
3 PERÍODO 
 
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM 
EMENTA: 
A Psicologia como ciência. Psicologia da Educação: evolução histórica, concepções 
de Psicologia da Educação, objeto de estudo, conteúdos e importância prática. Bases 
biológicas e sociais do comportamento humano. Teorias do desenvolvimento e da 
aprendizagem e suas implicações pedagógicas: Behaviorista Radical (Skiner), 
Humanista (Rogers), Psicanalítica (Freud). 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
ANTUNES, Celso. Jogos para estimulação de múltiplas inteligências. Petropolis: 
Vozes, 2014 
LE FRANÇOIS, Guy. Teorias de aprendizagem. São Paulo: Cengage, 2012. 
GOULART, Iris B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos... Petrópolis: 
Vozes,2014. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
TARDELLI, Denise. O cotidiano da escola. São Paulo: Cengage, 2011. 
REGO, Tereza C. Vigotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. 
Petrópolis: Vozes, 2014. 
BIAGGIO, Angela M Brasil. Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 
2011. 
ILLERIS, Knud. Teorias Contemporâneas da Aprendizagem. Porto Alegrre: penso, 
2013. 
COELHO, Wilson Ferreira. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: Pearson, 
2014. 
MAIA, Christiane M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. Curitiba: 
intersabres, 2017. 
 
 
3 PERÍODO 
 
FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO 
EMENTA: 
O papel da Pedagogia e o papel do Pedagogo. O objetivo das ciências da educação. O 
problema da unidade, especificidade e autonomia das ciências da educação. A 
educação como ponto de partida e de chegada dos estudos e da reflexão dos cientistas. 
A contribuição das ciências para a explicação e compreensão da educação. Análise da 
pedagogia, concepções e tendências. 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: Cengage, 
2011. 
GONZALEZ-MENA, Janet. Fundamentos da Educação Infantil. São Paulo: Mc 
Graw Hill, 2015. 
PARENTE, Cláudia da Mota Darós .A Formação de Professores e Seus Desafios 
Frente Às Mudanças Sociais, Políticas e Tecnológicas. Porto Alegre: Penso, 2014 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
ALVES, Nilda. Formação de professores: pensar, fazer. São Paulo: Ed.Cortez, 
2011. 
SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. Campinas: Ed. autores associados, 2007. 
GIACAGLIA, Lia R. Orientação educacional na prática. São Paulo: Cengage, 2014. 
MARQUES, Sílvio César Moral. Fundamentos de educação: recortes e discussões. 
Vol. 6 Rio de Janeiro: Paço editorial, 2017. 
GONÇALVES, Nádia Garafatto. Fundamentos históricos e filosóficos da educação 
brasileira. Curitiba. InterSaberes. 2012. 
 
 
 
3 PERÍODO 
 
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 
EMENTA: 
O conceito de Alfabetização. A prática alfabetizadora e os processos de apropriação 
da língua escrita. Métodos de alfabetização. Novas perspectivas do processo de 
aquisição da leitura e da escrita: a psicogênese da língua escrita. Estratégias de leitura. 
Letramento. A linguagem lúdica da criança em relação a sua classe social. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. ed. com. Porto 
Alegre: Artmed, 1999 
Morais, José. Alfabetizar para A Democracia. Porto Alegre: Penso, 2014 
Nunes, Terezinha. Leitura e Ortografia: além dos primeiros passos. Porto Alegre: 
Penso, 2014. 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
TERDELLI, Denise. Formadores da criança e do jovem. São Paulo: Cengage, 2014 
CITELLI, Beatriz. Produção de textos no ensino fundamental. São Paulo: Cortez, 2009 
KRAMER, Sonia. Alfabetização, leitura e escrita. São Paulo: Ática, 2001. 
ALVES, Nilda. Formação de professores: pensar, fazer. São Paulo: Ed.Cortez, 2011. 
HEIN, Ana Catarina Angelone. Alfabetização e letramento. São Paulo. Pearson 
Education do Brasil. 2016. 
SOARES, Magna. Letramento: um tema três gêneros. 3. ed. Belo Horizonte ; 
AutenticaEditora. 2014.. 
FARRACO, Carlos Alberto. Linguagem escrita e alfabetização. São Paulo. Contexto 
2012. 
 
 
 
 
3 PERÍODO 
 
CURRÍCULOS, PROGRAMAS E PROJETOS PEDAGÓGICOS 
EMENTA: 
Fundamentos teóricos de currículo. Planejamento de currículo. Programas escolares. 
Estudo de temas segundo critérios filosóficos, políticos, econômicos e sociais. 
Determinação da direção que o processo deve assumir na Escola e na Sociedade de 
fundamentos e perspectivas de elaboração, execução e avaliação do currículo. Análise 
de situações curriculares para compreensão e intervenção no processo educacional. 
Elaboração de planos escolares. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
SACRISTAN, J. Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3 ed. Porto 
Alegre: ArtMed, 1998. 9788584290956 
ALVAREZ, M. N. et al. Valores e temas transversais no currículo. Porto Alegre: 
Penso, 2004. v. 5. 
Apple,Michael W.; Buras,Kristen L. Currículo , Poder e Lutas Educacionais : Com a 
Palavra , os Subalternos. São Paulo: Artmed, 2007. 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
Ferraço,Carlos Eduardo. Currículo e Educação Básica. Rio de Janeiro: Rovelle, 2011. 
BRANDALISE, Mary Ângela Teixeira. CURRÍCULO E PRÁTICAS 
PEDAGÓGICAS. Ponta Grossa: UEPG, 2007. 
Feitosa , Raphael Alves. Ensino, Currículos E Formação Docente. Rio de Janeiro: Paço 
Editorial, 2015 
DIAS, Fatima R. T. de Salles; FARIA, Vitória L. Barreto de. Currículo na educação 
infantil: diálogo com os demais elementos da proposta pedagógica. São Paulo: 
Scipione, 2011. 
PORTO, Humberta (org.). Currículos, programas e projetos pedagógicos. São Paulo: 
Pearson Education, 2017. 
 
 
3 PERÍODO 
EDUCAÇÃO INFANTIL 
 
EMENTA: 
Infância; História da Criança; Construções de Infância; Creche; Educação Infantil; 
Criança como Sujeito Histórico-Crítico; Dimensão Política da Criança; Afetividade e 
Infância; Interações Sociais e Infância; Didática e Infância; Trabalho Docente e o 
cotidiano das turmas de educação infantil; Avaliação na Educação Infantil. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
SANTOS, Santa Marli Pires dos. O brincar na escola. Petropolis: Vozes, 2014. 
KISHIMOTO, Tizuko M. O brincar e suas teorias. São Paulo: Cengage, 2014 
MILLER, Darla Ferris. Orientação infantil. São Paulo: Cengage Learning, 2012. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
AWAD, Hani. Brinque jogue, cante e encante com a recreação. São Paulo: Ed. 
Fontoura, 2012 
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil. São Paulo: Cengage 
Learning, 2013. 
Rappaport, Andrea. O Dia A Dia na Educação Infantil. São Paulo: ed. Mediação, 2012. 
FULLGRAF, Jodete Educação Infantil: projetos e Práticas Pedagógicas. 
São Paulo: Liber livro, 2014 
MALUF, Angela C. M. Atividades lúdicas para educação infantil. Petrópolis: vozes, 
2014. 
DUPRAT, Maria Carolina. Ludicidade na educação infantil. São Paulo: Pearson, 2012. 
 
 
4 PERÍODO 
EDUCAÇÃO POPULAR 
EMENTA: 
A contextualização dos conceitos de educação, classe e popular. Ampliação do campo 
conceitual de educação popular no Brasil, compreendendo historicamente algumas 
práticas dessa modalidade. A reflexão crítica sobre o papel que a educação pode ter 
junto aos setores populares. A importância da organização coletiva nos movimentos 
sociais. O papel ampliado da educação como prática social de manutenção e/ou 
transformação do “status quo”. O saber que surge e circula, saberes de um povo 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
 
GARCIA, Regina L. Alfabetização dos alunos das classes populares - ainda um 
desafio. São Paulo: Cortez, 2010. 
WAINWRIGHT, HILARY. Poder popular no século xxi. São Paulo: Ed. xamã, 2005. 
APPLE, Michael W. Educação Crítica: análise Internacional, Porto Alegre: Penso, 
2010. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 2014 
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 2014 
MOREIRA, Antônio F. Multiculturalismo. Petrópolis: Vozes, 2013 
GUERRA, Denise Moura de Jesus. Ciências e educação popular comunitária. 
Salvador: EDUFBA, 200? 
MOACIR, Gadotti. Pensamento pedagógico brasileiro. 8. ed. São Paulo: Ática, 2011. 
BRANDÃO, Calos Rodrigues. A canção das sete cores: educação apara a paz. São 
Paulo: Contexto, 2005. 
 
4 PERÍODO 
 
ÉTICA E CIDADANIA 
EMENTA: 
 
Compreensão da atitude originante do filosofar. Reflexão sobre o problema e o sentido 
da Filosofia. Ética: definição, campo, objetivo e seus intérpretes. Moral: definição e a 
questão da modernidade. Cidadania: conceito, bases históricas e questões ideológicas. 
Raízes Históricas Multiculturais no Brasil. Respeito a direitos legais. Reconhecimento 
e igualdade de valorização das raízes africanas da nação brasileira, ao lado da indígena, 
europeia e asiática. Fortalecimento de identidades e direitos. Ações Educativas de 
combate ao racismo e as discriminações. Direitos Humanos. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
MORIN, Edgar. O método 6: ética. 4. Ed. Porto Alegre: Sulina, 2011. 
DEMO, Pedro. Sociologia: uma introdução crítica. 2 ed. São Paulo, SP: Atlas, 1995. 
VALLS, Álvaro L. M. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 2004. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
BRITO, Adriano Naves de. Ética: questões e fundamentações. Brasília: Universidade 
de Brasília, 2007. 
VÁZQUEZ, Adolfo Sanchez. Ética. 24. Ed. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 
2003. 
SÁ, A. Lopes de. Ética profissional. 6. ed., rev. ampl. São Paulo: Atlas, 2005. 
PEGORARO, Olinto Antonio. Ética é justiça. 3. ed. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 
1999. 
Antunes, Maria Thereza. Ética. São Paulo: Pearson, 2012. 
PATRUS, Roberto. Ética e felicidade. Rio dec Janeiro: Vozes, 2014. 
 
 
4 PERÍODO 
 
METODOLOGIA DA LÍNGUA PORTUGUESA 
EMENTA: 
A centralidade da linguagem no desenvolvimento infantil, no processo de construção 
do conhecimento e na elaboração das propostas pedagógicas para a Educação Infantil 
e Ensino Fundamental I. Linguagem e história. As diferentes formas de expressão e 
comunicação. Natureza, etapas e características da linguagem oral e escrita. Estudo 
dos processos de desenvolvimento, aquisição e utilização da linguagem oral e escrita 
na criança. Aquisição e desenvolvimento da linguagem. Articulação da língua falada 
e língua escrita. Produção oral e escrita. Geração de textos criativos. Desenvolvimento 
da leitura e da escrita nos anos iniciais do ensino fundamental, metodologia e 
estratégias específicas. Os Parâmetros Curriculares Nacionais e a língua 
portuguesa.Integração com as demais áreas de conhecimento.
 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
Moysés,Carlos Alberto. Língua Portuguesa - Atividades de Leitura e Produção de Texto - 4ª 
ed. São Paulo: Saraiva, 2016 
AIUB,Tânia. Português - Práticas de Leitura e Escrita. Porto Alegre: Penso, 2015. 
Azevedo,Roberta. Português Básico. São Paulo: Penso, 2015. 
GOMES, Maria Lúcia de Castro. Metodologia do ensino de língua portuguesa. Curitiba : 
InterSaberes, 2015. 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
RIFOLI. Claudia. Ensino de língua portuguesa. São Paulo: Cengage, 2010. 
FERREIRA, LUCELENA. Didática e Prática de Ensino de Língua Portuguesa e Literatura: 
Desafios Para o Século Xxi. Rio de Janeiro: LAMPARINA EDITORA, 2011. 
PALMA, Diele VesaroEducação Linguística e o Ensino de Língua Portuguesa: Algumas 
Questões Fundamentais. São Paulo: Terracota, 2014. 
Gerhardt, Ana Flávia Lopes Magela. Leitura Nº 42: Ensino de Língua Portuguesa. Maceió: 
Edufal, 2008. 
VAL, Maria da Graça Costa (org) Alfabetização e língua portuguesa. Belo Horizonte. 
Autentica Editora. 2009. E-Book. 
 
 
4 PERÍODO 
 
METODOLOGIA DO ENSINO DA MATEMÁTICA 
EMENTA: 
A construção do conhecimento matemático e o desenvolvimento do raciocínio lógico: 
aspectos epistemológicos, históricos e tendências atuais de ensino. Objetivos do ensino da 
Matemática na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. Os conteúdos 
curriculares da Matemática na Educação Infantil e anosiniciais do Ensino Fundamental: 
ênfase na discussão de conceitos básicos e na abordagem metodológica concernentes a 
números e operações, grandezas e medidas, espaço e forma. Estudo e análise das relações: 
matemática e raciocínio, matemática e comunicação, matemática e suas conexões com o 
cotidiano e outras áreas do conhecimento. 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
SANTOS, Vinicio de M. Ensino da matemática. São Paulo: Ed. trilha, 2014 
SMOLE, Katia Stocco. Cadernos do mathema. São Paulo: Artmed, 2007 
PANIZZA, M. et al. Ensinar matemática na educação infantil e nas séries iniciais: análise e 
propostas. Porto Alegre: Artmed, 2006. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
 
MONHOZ, Mauricio de oliveira. Propostas metodológicas para o ensino de matemática. São 
Paulo: Intersaberes, 2013. 
PANIZZA, M. et al. Ensinar matemática na educação infantil e nas séries iniciais: análise e 
propostas. Porto Alegre: Artmed, 2006. 
GONÇALVES, Terezinha. Educação em ciências matemáticas. Porto Alegre: Penso, 2014 
ARANTES, Valéria Amorim. Ensino de matemática: pontos e contrapontos. São Paulo: 
Summus, 2014. 
GÓES, Anderson R. Teixeira; GÓES, Heliza Calaço. Ensino da matemática: concepções, 
metodologias, tendências e organização do trabalho pedagógico. Curitiba – PR: Intersaberes, 
2015. 
GUIMARÃES, Karina Perez. Desafios e perspectivas para o ensino da matemática. São 
Paulo: Ibpex, 2010. 
 
 
4 PERÍODO 
 
PSICOMOTRICIDADE 
 
EMENTA: 
Fundamentação teórica sobre a história da psicomotricidade. Elementos de base da 
psicomotricidade, desenvolvimento e avaliação psicomotora. Teoria e prática da Educação, 
Reeducação, Clínica e Terapia psicomotoras. Influência da neurologia e da psicanálise na 
psicomotricidade e suas atuações grupais e individuais. Abordagens pluridimensionais da 
psicomotricidade na gerontomotricidade e na educação Especial. A afetividade na prática 
psicomotora. 
 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
FONSECA, Vitor da. Desenvolvimento psicomotor e aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 
2008. 
SCHMIDT, Richard. Aprendizagem e performance motora. 5. Porto Alegre: ArtMed, 2016. 
ABERASTURY, A.; KNOBEL, M. Adolescência normal. Porto Alegre: Artmed, 2003. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
BIAGGIO, Angela M Brasil. Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 2011 
SANTOS, Santa Marli Pires dos. O brincar na escola. Petrópolis: Vozes, 2014. 
BENTEZEN, Warren. Guia para observação e registro do comportamento infantil. São 
Paulo: Cengage, 2012. 
SILVA, Katia C. da; OLIVEIRA, Aniê Coutinho de. Ludicidade e psicomotricidade. 
Curitiba/PR: Intersaberes, 2017. 
FERNANDES, Jorge G. de Azevedo; GUTIERRES FILHO, Paulo J. Babosa. 
Psicomotricidade: abordagens emergentes. São Paulo: Manole, 2012. 
MATINHO, Hermínia et al. Pedagogia do movimento: universo lúdico e psicomotricidade. 
Curitiba/PR: Intersaberes, 2012. 
 
 
 
 
4 PERÍODO 
 
TÓPICOS INTEGRADORES I 
EMENTA: 
Elemento integrador dos conteúdos das disciplinas dos semestres letivos anteriormente 
vivenciados. Estruturado a partir de atividades que integram os conteúdos com vistas ao 
desenvolvimento da interdisciplinaridade e ao raciocínio crítico e reflexivo dos alunos, 
através da utilização de questões e problemas relativos aos conteúdos ministrados. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
 
5 PERÍODO 
AVALIAÇÃO: TEORIA E PRÁTICA 
EMENTA: 
Estudo dos fundamentos pedagógicos da avaliação da aprendizagem e de seus estruturantes. 
Análise dos instrumentos e procedimentos da avaliação da aprendizagem, relacionando-os 
ao quotidiano das salas da Educação Básica. Reflexão crítica sobre a base teórico-
metodológica do processo de avaliação da aprendizagem escolar, a partir do estudo e reflexão 
sobre os sujeitos, lugares e formas em que este processo se desenvolve. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
HADJI, C. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2001. 
PAQUAY, L.; VAN NIEUWENHOVEN, C.; WOUTERS, P. (Org.). A avaliação como 
ferramenta de desenvolvimento profissional de educadores. Porto Alegre: Penso, 2012. 
COSTA VAL, Maria da Graça. Avaliação do texto escolar. Belo Horizonte: Ceale, 2009. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
ROMÃO, Eustáquio. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1998. 
PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. São 
Paulo: Artmed, 1999 
ABBAD, Gardênia. Medidas de avaliação em treinamento, desenvolvimento e educação. São 
Paulo: Artmed, 2012 
PILETTI, Nelson. Aprendizagem: teoria e prática. São Paulo: Contexto. 2013 . 
BOAS, Benigna Maria de F. Villas. Virando a escola do avesso por meio da avaliação. 
Recife: Papirus, 2008. 
 
5 PERÍODO 
 
EMPREENDEDORISMO 
 
 
EMENTA: 
Definições de empreendedorismo: empreendedor (dono do próprio negócio) e 
intraempreendedor (construindo a sua carreira como funcionário). Características e perfil do 
empreendedor. Roteiro para abertura de uma empresa (empreendedor individual, micro e 
pequenas empresas, empresas de grande porte). Construção do plano de negócio. Fontes de 
financiamento. 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
DRUCKER, P. F. Inovação e Espírito Empreendedor: Prática e Princípios. Editora 
Cengage. 2008. 
CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: Dando Asa ao espírito empreendedor. Barueri: 
Manole. 2ed. 2008. 
BARON, R.A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Cengage, 1ed. 
2007. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
FARAH, O. E. Empreendedorismo estratégico. São Paulo: Cengage, 2008. 
HASHIMOTO, M. Espírito empreendedor nas organizações. São Paulo: Saraiva, 3ed. 2013. 
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 5. 
ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2014. 
BIAGIO, Luiz Arnaldo. Empreendedorismo: construindo seu objetivo de vida. São Paulo: 
Manole, 2012. 
DEGEN, Ronald. O Empreendedor: fundamentos da Iniciativa Empresarial. São APulo: 
Mcgraw-hill, 1989. 
 
 
 
5 PERÍODO 
 
METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA 
EMENTA: 
Análise teórica e prática de propostas curriculares e didático-metodológicas para o ensino de 
história nos anos iniciais do ensino fundamental. Os parâmetros curriculares nacionais e o 
ensino de história. O saber histórico: estruturação dos conteúdos, metodologia, recursos 
aplicáveis ao ensino, análise e uso de livros didáticos. Integração às outras atividades 
curriculares dos anos iniciais do ensino fundamental. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
LAMBERT, Peter; SCHOFIELD. Historia: introdução ao ensino e a prática. Porto Alegre: 
Penso, 2011. 
ABUD, Kátia Maria; SILVA, André Chaves de Melo; ALVES, Ronaldo Cardoso. Ensino de 
história. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 
 
PAULINO, Carla Viviane. Perspectivas do ensino da história: teorias, metodologias e 
desafios para o século XXI. Curitiba: Intersaberes, 2018. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
FERREIRA, Marieta. Aprendendo história: reflexão e ensino. Rio de Janeiro: FGV, 2013. 
ABUD. Kátia Maria. Ensino de história. São Paulo: Cengage, 2013. 
FREIRE, Paulo; GUIMARÃES, Sérgio. Aprendendo com a própria história I. 3. ed. rev. e 
ampl. São Paulo: Paz e Terra, 2010. 
PINSKY, Carla Bassanezi. Novos temas nas aulas de história. 2 ed. São Paulo. Contexto. 
2009. E-Book. 
GUIMARÃES, Silvia. Didática e prática do ensino de história: experiências, reflexões e 
aprendizagens. Campinas: SP: Papirus. 2015. 
 
 
 
5 PERÍODO 
 
METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS 
EMENTA: 
A sala de aula como espaço de produção de conhecimentos sobre a natureza e a ciência. 
Contextualização e tipologia do trabalho de campo como estratégia de ensino de ciências: o 
planejamento, preparação e desenvolvimento do trabalho. Utilização de diferentes fontes de 
informação como estratégia e como conteúdo do ensino das ciências naturais na educação 
infantil 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
ALVES, Filosofia da Ciência. São Paulo: Ed. Loyola, 2011. 
Pozo,Juan Ignacio.A Aprendizagem e o Ensino de Ciências. Penso: São Paulo, 2009. 
TRIVELATO, Sílvia; SILVA, Rosana Louro Ferreira. Ensino de ciências. São Paulo, SP: 
Cengage Learning, 2012. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
CARVALHO, Anna Maria P. Ensino de ciências: unindo pesquisa a prática. São Paulo: 
Cengage, 2015. 
CARVALHO, Anna Maria P. Ensino de ciências por investigação. Anna Maria Carvalho. 
São Paulo: Cengage, 2013. 
SOARES, Carmen Lucia. Imagens da educação do corpo. Campinas: Autores Associados, 
2013 
ESPINOZA, Ana. Ciência na escola: novas perspectivas para a formação dos alunos. São 
Paulo: Ática, 2010. 
GEWARDSZNAJDER. Fernando. O método nas ciências naturais. São Paulo. Atica. 2010. 
– E - BOOK 
 
 
 
5 PERÍODO 
 
METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA 
EMENTA: 
Análise teórica e prática de propostas curriculares e didático-metodológicas para o ensino de 
geografia nos anos iniciais do ensino fundamental. Os Parâmetros Curriculares Nacionais e 
o ensino de geografia. O saber geográfico: estruturação dos conteúdos, metodologia, recursos 
aplicáveis ao ensino, análise e uso de livros didáticos. Integração às outras atividades 
curriculares dos anos iniciais do ensino fundamental. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
CASTELLAR, Sônia; VILHENA, Jerusa. Ensino de geografia. São Paulo: Cengage 
Learning, 2010 
RUDNICK, Rosane; SOUZA, Sandra de. O ensino de geografia e suas linguagens. Curitiba: 
IBPEX, 2012. 
CASTROGIOVANNI, Antônio Carlos Ensino de geografia: caminhos e encantos Porto 
Alegre: Edipucrs, 2016. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
TRINDADE, Gilmar Alves; CHIAPETTI, Rita Jaqueline Nogueira. . Discutindo geografia: 
doze razões para se (re)pensar a formação do professor. Ilhéus, BA: Editus, 2007 
MACHADO, Pedro José de Oliveira; TORRES, Fillipe Tamiozzo Pereira. Introdução à 
hidrogeografia. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 
FANTIN. Maria Eneida. Metodologia do ensino da geografia. Curitiba: InterSaberes, 2013. 
STEFANELLP, Ana Clarissa. Didática e avaliação da aprendizagem no ensino de geografia. 
São Paulo: Ibpex, 2009. 
BALISKI, Patricia. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de geografia. 
Curitiba/PR: Intersaberes, 2016. 
 
 
5 PERÍODO 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 
 
 
EMENTA: 
 
Desenvolvimento de atividades, conforme plano/projeto de estágio, intrinsecamente 
articulada com a prática e demais atividades acadêmicas. Deverá ser realizado conforme 
previsão do PPC, legislação, DCNs e regulamentos institucionais, de modo a assegurar aos 
graduandos experiência de exercício profissional, que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, 
conhecimentos e competências nos diferentes níveis de ensino de sua atuação (conforme a 
legislação) e também na participação em atividades da gestão, no planejamento, 
implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de atividades e projetos 
educativos. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
 
6 PERÍODO 
 
EDUCAÇÃO INCLUSIVA: TEÓRICA E PRÁTICA 
EMENTA: 
Panorama geral do atendimento ao estudante com deficiência, Transtorno Global do 
Desenvolvimento e Altas Habilidades/Superdotação. Trajetória da Educação Especial à 
Educação Inclusiva: modelos de atendimento paradigmas: educação especializada / 
integração / inclusão. Valorizar as diversidades culturais e linguísticas na promoção da 
Educação Inclusiva. Políticas públicas para Educação Inclusiva – Legislações internacionais 
e nacionais: o contexto atual. Acessibilidade à escola e ao currículo. Adaptações curriculares, 
Tecnologia Assistiva. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
FERREIRA, Aurora. Arte, escola e inclusão: atividades artísticas para trabalhar com 
diferentes grupos. Petrópolis: Vozes, 2010 
D'AUREA-TARDELI, Denise. O cotidiano da escola: as novas demandas educacionais. 1. 
ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 
STAINBACK, S.; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: 
Artmed, 1999. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
PACHECO, José (Et al.). Caminhos para a inclusão: um guia para o aprimoramento escolar. 
Porto Alegre: Artmed, 2007 
FRANCO, Marco Antonio Melo. Práticas Pedagógicas em Contextos de Inclusão: Situações 
de Sala de Aula. SãoPaulo: Paco Editorial, 2017. 
FREITAS, Soraia Napoleão. Tendências contemporâneas de inclusão. Santa Maria, RS: 
UFSM, 2008. 
GIL, Marta. Caminhos da inclusão: a história da formação profissional de pessoas com 
deficiência no Senai-SP. São Paulo: SENAI-SP, 2012. 
ZILIOTTO, Gisele Sotta. Educação especial na perspectiva inclusa: fundamentos 
psicológicos e biológicos. Curitiba/PR: Intersaberes, 2015. 
DINIZ, Margeth. Inclusão de pessoas com deficiência e/ou necessidades específicas: avanços 
e desafios. Belo Horizonte: Autêntica, 2012. 
 
 
 
 
6 PERÍODO 
LITERATURA INFANTIL 
 
EMENTA: 
 
 
Conceito e aspectos históricos da literatura infantil. Características das obras e subgêneros 
literários. A literatura na formação da criança. A literatura na escola. O professor como 
contador de histórias. Abordagens pedagógicas da literatura infantil na escola: técnicas e 
métodos de ensino favoráveis à formação do leitor. A biblioteca escolar. 
 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
Lauriti, Thiago. Literatura Infantil e Juvenil e Suas Múltiplas Abordagens, A - Vol.7 - 
Coleção Pedagogia de A a Z. São Paulo: Paco Editorial, 2013. 
SOUZA, Ana Aparecida Arguelho de. Literatura infantil na escola: a leitura em sala de aula. 
Campinas, SP: Autores Associados, 2010. 
Zinani,Cecil Jeanine Albert. Multiplicidade dos Signos: Diálogos Com a Literatura Infantil 
e Juvenil. Caxias do Sul: Editora Educs, 2010. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
Silva, Marcia Cabral da.Literatura, Leitura e Educação. Rio de Janeiro: Eduerj, 2018. 
Rodrigues, Luiz Alberto De Paula. Ao pé da letra : reflexões sobre lingua , literatura e ensino. 
Maceió: Edufal, 2007. 
PAIVA, Aparecida; SOARES, Magda (org.) Literatura infantil: política e concepções. Belo 
Horizonte: Autêntica, 2008. 
COSTA, Marta Morais da. Metodologia do ensino da literatura infantil. São Paulo: Ibpex. 
FARIA, Maria Alice. Como usar a literatura infantil na sala de aula. São Paulo: Contexto, 
2009. 
 
 
6 PERÍODO 
RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 
 
EMENTA: 
Histórico dos debates a respeito de ética e responsabilidade social no Brasil e no mundo. 
Responsabilidade socioambiental e desenvolvimento sustentável. Fundamentos conceituais 
para compreensão da emergência dos debates sobre responsabilidade socioambiental e suas 
possíveis consequências. Contexto atual. Responsabilidade socioambiental como estratégia 
de gestão. Indicadores, certificações, tecnologias e instrumentos de gestão relacionados à 
responsabilidade socioambiental. Cooperação, articulações intersetoriais e promoção do 
desenvolvimento. Desafios da prática e tendências. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
MILLER, G. Tyler; SPOOLMAN, Scott E. Ecologia e sustentabilidade. São Paulo: Cengage 
Learning, 2012. 
FERREIRA, Leila da Costa. A questão ambiental: sustentabilidade e políticas no Brasil, São 
Paulo: Boitempo, 2003. 
MILLER, G. Tyler; SPOOLMAN, Scott E. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 
2015. 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
SANCHEZ, Luiz Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: 
Oficina de textos, 2008. 
SCHWANKE, C. Ambiente, conhecimento e prática. Rio Ed Janeiro: Bookman, 2013. 
LOUREIRO, Carlos F. B. Sociedade e meio ambiente: a educação em debate. São Paulo: 
Cortez, 2002. 
CALDAS, Ricardo Mileto. Reponsabilidade socioambiental. São Paulo. Pearson Education 
do Brasil. 2016. 
BOFF, Leonardo. Sustentabilidade, o que é o que não é. Petrópolis: Vozes, 2016. 
 
 
6 PERÍODO 
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 
 
EMENTA: 
Fundamentos sócio-histórico-filosóficos e psicológicos da educação de jovens e adultos. 
Função social e política da educação de jovens e adultos. As diversas modalidades e formas 
alternativas. A questãoda alfabetização e a necessidade de elaboração de procedimentos de 
ensino e material didáticos adequados. Ações implementadas pela sociedade civil e pelo 
Estado. A formação do educador e as especificidades no trabalho com o jovem e o adulto. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
FERREYRA, Erasmo Norberto. A linguagem oral na educação de adultos. Porto Alegre: 
ArtMed, 2011. 
TARDELI, Denise D'Aurea; PAULA, Fraulein Vidigal de (Org.). Formadores da criança e 
do jovem: interfaces da comunidade escolar. São Paulo: Cengage Learning, 2015. 
MUNHOZ, Antonio S. Andragogia: a educação de jovens e adultos... Curitiba: intersaberes, 
2017. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
Silva, Alessandra Nicodemos Oliveira. Saberes e Práticas Docentes na Educação de Jovens 
e Adultos. São Paulo: Paco Editorial, 2017. 
De Oliveira Dias,Rosimeri. Deslocamentos na Formação de Professor: Aprendizagem de 
Adultos, Experiência e Políticas Cognitivas. Rio de Janeiro: Lamparina, 2011. 
Osorio, Augustin Requejo .Educação Permanente e Educação de Adultos. Paulista: Instituto 
Paiget, 2005. 
MAIA, Christiane M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. Curitiba: 
intersabres, 2017. 
DeAQUINO, Carlos Tasso Eira. Como aprender: andragogia e as habilidades de 
aprendizagem. São Paulo: Pearson Prentice, 2007. 
 
 
6 PERÍODO 
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO II 
 
EMENTA: 
Desenvolvimento de atividades, conforme plano/projeto de estágio, intrinsecamente 
articulada com a prática e demais atividades acadêmicas. Deverá ser realizado conforme 
previsão do PPC, legislação, DCNs e regulamentos institucionais, de modo a assegurar aos 
graduandos experiência de exercício profissional, que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, 
conhecimentos e competências nos diferentes níveis de ensino de sua atuação (conforme a 
legislação) e também na participação em atividades da gestão, no planejamento, 
implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de atividades e projetos 
educativos. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
 
6 PERÍODO 
TÓPICOS INTEGRADORES II 
EMENTA: 
Elemento integrador dos conteúdos das disciplinas dos semestres letivos anteriormente 
vivenciados. Estruturado a partir de atividades que integram os conteúdos com vistas ao 
desenvolvimento da interdisciplinaridade e ao raciocínio crítico e reflexivo dos alunos, 
através da utilização de questões e problemas relativos aos conteúdos ministrados. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
 
6 PERÍODO 
LITERATURA POPULAR- optativa I 
 
EMENTA: 
As formas simples de literatura popular. Literatura de cordel e outros gêneros literários. 
Implicações para o ensino. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 
 
CASCUDO, Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. São Paulo: Global Editora, 2000. 
CASCUSO, Câmara. Literatura oral no Brasil. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio 
Editora, 1978. (Coleção Documentos Brasileiros). 
BERTUSSI, Lisana. Poesia Gauchesca: As Fontes Populares e o Romantismo. Caxias do 
Sul: Educs, 2012. 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 
 
ROMERO, Sílvio. História da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 2001 
PELLEGRIN, Tânia. LITERATURA, CIÊNCIA E TELEVISÃO, São Paulo: Senac, 2003 
 
SILVA, Márcia Cabral da. LITERATURA, LEITURA E EDUCAÇÃO. Rio de Janeiro: 
Eduerj, 2017. 
FLACH, Alessandra Bittencourt; BARCELLOS, Eliana Cristiana Caporale. (Org). 
Literatura Popular. Porto Alegre: Sagah, 2016. 
ESCOSTEGUY, Cléa Coitinho. Educação Popular. Porto Alegre: Sagah, 2017. 
 
7 PERÍODO 
EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS 
 
EMENTA: 
As novas tecnologias da comunicação e informação (NTICs) e suas aplicações na educação. 
Paradigmas e concepções educativas no desenvolvimento e inserção das TICs na Educação. 
Normas e regulamentações das TICs na Educação. Programas e projetos governamentais de 
formação de professores em Informática na Educação. A influência da TV, como mídia de 
massa nos processos escolares. A utilização da mídia como instrumento didático-pedagógico. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
TAJRA. Sanmya Feitosa. Informática na educação. São Paulo: Saraiva, 2012 
PIVA JUNIOR, Dilermando. Sala de aula digital: uma introdução à cultura digital para 
educadores. São Paulo: Saraiva, 2013. 
ALMEIDA, Nanci Aparecida de (Coord.). Tecnologia na escola: abordagem pedagógica e 
abordagem técnica. São Paulo: Cengage Learning, 2014. 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
SANCHO, Juana M.; HERNÁNDEZ, F. Tecnologias para a transformar a educação. Porto 
Alegre, RS: Artmed, 2006 
BEHAR, Patricia Alejandra. Competências em educação a distância. Porto Alegre: Penso, 
2013. 
BEHAR, Patricia Alejandra. Modelos pedagógicos em educação a distância. Porto Alegre: 
Artmed, 2009. 
FANTIN. Moniva. RIVOLTELLA, PierCesare. Cultura Digital e escola: pesquisa e 
formação de professores. 1 ed. Campinas. São Paulo. Papirus. 2013. E-Book 
BRITO, Glaucia da Silva. Educação e Novas Tecnologias: Um (re) pensar. 2 ed. Curitiba. 
InterSabres. 2015.E-Book 
 
 
7 PERÍODO 
GESTÃO EDUCACIONAL 
 
EMENTA: 
 
A gestão democrática da Educação: os Sistemas de Ensino e os mecanismos de gestão - a 
descentralização. Os fundamentos teóricos e as experiências práticas da gestão escolar. A 
política educacional no contexto da sociedade brasileira. A sociedade contemporânea e os 
movimentos de reforma e mudanças da escola. Gestão democrática do ensino público. A 
 
organização democrática da escola pública: bases legais e os desafios. A gestão da escola 
como processo coletivo. A gestão escolar democrática e o projeto político pedagógico na 
perspectiva de uma educação para a cidadania. A gestão da escola básica e o princípio da 
autonomia administrativa, financeira e pedagógica. Os desafios da escola e a formação do 
educador. A gestão e o desenvolvimento profissional na escola. A escola que temos, a 
escola que queremos. 
 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: Cengage, 2011. 
SANTOS, Clovis Roberto dos. A gestão educacional e escolar para modernidade. São Paulo: 
Cengage learnig, 2008. 
COLOMBO, Sônia Simões (Org.). Gestão educacional: uma nova visão. Porto Alegre: 
Artmed, 2008. 
SOARES. Marcos Aurélio Silva. O pedagogo e a organização do trabalho pedagógico. 
Curitiba Intersaberes.2004. E-Book. 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
AMARAL, Josiane Carolina Soares Ramos do. Fundamentos de apoio educacional. Porto 
Alegre, RS: Penso, 2014. 
ARAGÃO, José Wellington Marinho de; VENAS, Ronaldo Figueiredo. Desafios da gestão 
escolar: contribuições para o debate. Salvador, BA: EDUFBA, 2014. 
BRIGHOUSE, Tim; WOODS, David. Como fazer uma boa escola?. 1. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2010. 
MAIA, Benjamim Perez.Os desafios e as superações na construção do projeto político 
pedagógico. Curitiba Intersaberes.2013. E-Book. 
RANGEL. Mary (org). Supervisão e gestão na escola : conceitos e práticas de mediação. 
Campinas : São Paulo. Papirus. 2009. 
 
7 PERÍODO 
ANDRAGOGIA E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
 
 
EMENTA: 
Andragogia ciência que media e orienta o adulto a aprender. Trata-se de um conjunto de 
aprendizagem de adultos em todos os aspectos de um contexto escolar. Tratar da importância 
da admissão da andragogia na formação docente, como forma de atender a representação e 
expectativa do público discente adulto. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
FERREYRA, Erasmo Norberto. A linguagem oral na educação de adultos. Porto Alegre: 
ArtMed, 2011. 
 
Gil, Antonio Carlos. Didática do Ensino Superior. São Paulo: Atlas, 2018. 
De AQUINO, Carlos Tasso Eira de. Como Aprender : andragogia e as habilidades de 
aprendizagem. São Paulo: Pearson, 1 Ed., 2007. E – Book. 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
CAPPELLETTI , Neide Keiko Kravchychyn .Docência, Reflexão e Investigação no Percurso 
de Formação Inicial. São Paulo: Uepg Ciências Humanas, 2013. 
FREIRE, Paulo. MACEDO, Donaldo. Alfabetização: leitura do mundoleitura da palavra. 7. 
ed. Rio de Janeiro: Paz e terra, 2015 
NOGUEIRA, Makeline Oliveira Gomes, Aprendizagem do aluno adulto : implicações para 
a prática docente no ensino superior.Curitiba : Intersaberes. 2012. 
MUNHOZ, Antonio Siemsen. Andragogia: a educação de jovens e de adultos em ambientes 
virtuais. Curitiba: Intersaberes, 2017. 
MAIA, Christiane M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. Curitiba: 
intersaberes, 2017. 
 
 
7 PERÍODO 
METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTE 
 
EMENTA: 
Arte como um processo de construção da história e cultura da humanidade; A arte como 
objeto de conhecimento; A arte como representação imaginária da cultura; A arte como meio 
de inclusão social; O desenvolvimento da percepção de mundo através das diferentes 
expressões artísticas; Vivência e processos didático-pedagógico para a iniciação musical e 
para a dança: sensibilização sonora, caráter expressivo e forma musical, trabalho de 
conscientização corporal e rítmica; As artes visuais e a prática pedagógica: utilização da 
linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção e outras; A 
criança e a dramatização: as modalidades de artes cênicas, a escolha de textos, a montagem 
e a encenação de peças 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
FERREIRA, Aurora. A criança e a arte. Rio de Janeiro: Wak editora, 2012. 
GOMBRICH, E. H. A história da arte. ed. de bolso. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2006 
IAVELBERG, Rosa.. Para gostar de aprender arte: sala de aula e formação de professores. 
Porto Alegre: ARTMED; 2007. 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
 
ARSLAN, Luciana. Ensino de arte. São Paulo: Cengage, 2013 
ENGELMANN, Ademir Antonio. Filosofia da arte. Curitiba: Intersaberes, 2012. 
SANTOS, Boaventura de Sousa. Orientações didáticas em arte-educação. São Paulo: C/Arte, 
2001 
DOREA. Lilian Feuri. Metodologia do ensino da arte. Curitiba. Intersaberes. 2013 E- Book 
PORTO.Humberta. Arte e educação. São Paulo. PaersonEducation do Brasil.2014. E- Book 
 
 
 
7 PERÍODO 
TCC I 
 
EMENTA: 
O eixo central da disciplina é a realização de um trabalho de conclusão de curso, sob 
orientação docente, com foco no processo de formação, de modo a contribuir para o 
desenvolvimento de capacidades técnicas, científicas e crítico-reflexivas do futuro 
profissional. Para isso, serão definidos: tema específico sobre o qual será feito o trabalho de 
conclusão de curso; forma de elaboração do projeto abordando aspectos técnicos relativos a 
escrita acadêmica, incluindo a definição das atividades a serem desenvolvidas e cronograma 
de execução; e formas de apresentação de relatório(s) de atividades desenvolvidas, incluindo 
parte de material/dados a serem analisados e apresentados, conforme normas acadêmicas 
vigentes na IES e na Legislação Educacional Brasileira. 
 
 
7 PERÍODO 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III 
 
EMENTA: 
Desenvolvimento de atividades, conforme plano/projeto de estágio, intrinsecamente 
articulada com a prática e demais atividades acadêmicas. Deverá ser realizado conforme 
previsão do PPC, legislação, DCNs e regulamentos institucionais, de modo a assegurar aos 
graduandos experiência de exercício profissional, que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, 
conhecimentos e competências nos diferentes níveis de ensino de sua atuação (conforme a 
legislação) e também na participação em atividades da gestão, no planejamento, 
implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de atividades e projetos 
educativos. 
 
 
7 PERÍODO 
METODOLOGIA DO ENSINO DA LINGUAGEM- optativa II 
EMENTA: 
Metodologia do Ensino da Linguagem, interatividade e educação. Uso de multimodos 
como desencadeadores de situações de aprendizagem. Tecnologia e cognição. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 
BAGNO, M. Gramática Pedagógica do Português Brasilieiro. São Paulo: Parabola, 2011. 
MUNHOZ, Antonio Siemsen. ABP: Aprendizagem Baseada em Problemas: Ferramenta de 
Apoio ao Docente no Processo de Ensino e Aprendizagem. São Paulo: Cengage, 2018. 
RIOLFI, Cláudia. Ensino de Língua Portuguesa. São Paulo: Cengage, 2008 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 
GOMES, Maria Lúcia de Castro. Metodologia do ensino de língua portuguesa. Curitiba 
:InterSaberes, 2015. 
SANTAELLA, Lucia. REDAÇÃO E LEITURA: GUIA PARA ENSINO. São Paulo: 
Cengage, 2013 
POSSENTI, S. Mal comportadas línguas. São Paulo: Parábola, 2009. 
SALEH, Pascoalina Bailon de Oliveira. Linguagem, Texto e Ensino: Discussões Cellip. 
Ponta Grosa: UEPG, 2010. 
 
FINKENAUER, Letícia. Metodologia do Ensino da Linguagem. Porto Alegre : SAGAH, 
2017. 
 
 
8 PERÍODO 
TÓPICOS INTEGRADORES III 
EMENTA: 
Elemento integrador dos conteúdos das disciplinas dos semestres letivos anteriormente 
vivenciados. Estruturado a partir de atividades que integram os conteúdos com vistas ao 
desenvolvimento da interdisciplinaridade e ao raciocínio crítico e reflexivo dos alunos, 
através da utilização de questões e problemas relativos aos conteúdos ministrados. 
 
 
8 PERÍODO 
EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO- RACIAIS 
EMENTA: 
Introdução à Educação Étnico-Racial. Fundamentos legais para Educação das Relações 
Étnico-Raciais. Histórias, culturas e sociedades africanas. O negro na sociedade brasileira. 
Literatura africana e afro-brasileira. Relações raciais no Brasil com recorte racial. 
Contribuições da matriz africana nas artes brasileiras. Resistência negra no Brasil. Literatura 
africana e afro-brasileira. Arte e cultura africana e afro-brasileira. Culturas indígenas no 
Brasil. Metodologia de Ensino em Educação para as relações étnico-raciais. Raça, currículo 
e práxis pedagógica. Atividades de campo. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. 
D’ADESKY, Jacques Afro-Brasil: debates e pensamentos. São Paulo: Cassar ed. 2015 
SANTOS, Ana Cristina. S. Diversidade e Transversalidade nas Práticas Educativas. Rio de 
Janeiro: UFRJ, 2010. 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
PEREIRA, Edmilson A. Malungos na escola: Questões sobre culturas afrodescendentes. São 
Paulo: Paulinas, 2007 
BRASIL, Governo Federal. Plano nacional de implementação das diretrizes curriculares 
nacionais para educação das relações étnico raciais. Brasília: MEC/SECADI, 2013 
OSTERMANN, Cristiane; SANTOS, Karen Mendes (Org.). Encontros com o professor: 
cultura brasileira em entrevista por Ruy Carlos Ostermann. Porto Alegre, RS: Tomo, 2007 
GOMES, Nilma Lino. Um olhar além das fronteiras: educação e relações raciais. Belo 
Horizonte: Autêntica, 2010. 
MICHALISZYN, Mario Sergio. Relações étnico-raciais para o ensino da identidade e da 
diversidade cultural brasileira. Curitiba: Intersaberes, 2014. 
 
 
8 PERÍODO 
CULTURA ORGANIZACIONAL E EDUCAÇÃO 
EMENTA: 
 
Fundamentos da Cultura Organizacional. Construção da Identidade Escolar. Educação 
corporativa: o desenvolvimento, a aprendizagem e o gerenciamento de competências e 
saberes do profissional da educação. Planejamento e elaboração de projetos para a educação 
infantil e séries iniciais. Pedagogo e desenvolvimento do potencial humano na empresa. 
Prática educativa no treinamento e desenvolvimento de pessoas. O papel do educador como 
agente de mudança. Desenvolvimento de projetos pedagógicos para as organizações. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
ZUIN, Antonio. Indústria cultural e educação. São Paulo: Fapesp, 1999 
HOY, Wayne K. Administração educacional teoria, pesquisa e prática. 9. Porto Alegre: 
AMGH, 2015. 
PARENTE, Cláudia da Mota Darós. A formação de professores e seus desafios frente às 
mudanças sociais, políticas e tecnológicas. Porto Alegre: Penso, 2015. 
SOARES, Marcos Aurélio Silva. O pedagogo e a organização do trabalho pedagógico. 2 ed. 
Curitiba. InterSaberes. 2014. E-book 
MICHALISZYN, Mário Ségio. Educação e diversidade. Curitiba: Intersaberses, 2012. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
HYPOLITO, Álvaro Moreira. . Gestão educacional e democracia participativa. Porto Alegre:Ed. da UFRGS, 2008. 
Charlot,Barnard. Relação com o Saber, Formação dos Professores e Globalização. Porto 
Alegre: Penso, 2005. 
BRIGHOUSE, Tim; WOODS, David. Como fazer uma boa escola?. 1. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2010. 
ZUCON, Otávio. Introdução aos estudos culturais no Brasil. Curitiba : Intersaberes. 2013. 
 
 
8 PERÍODO 
ESTUDOS CULTURAIS EM EDUCAÇÃO 
EMENTA: 
Conceituação das bases teóricas da cultura e da sociedade. Relação entre cultura e educação. 
Cultura como um processo de construção da história da humanidade. Cultura como área de 
conhecimento. Cultura como manifestação e representação dos povos; A cultura como meio 
de inclusão social. O desenvolvimento do mundo através das diferentes expressões culturais. 
Vivência e processos didático-pedagógicos para o ensino das diferentes culturas. A utilização 
das manifestações culturais no desenvolvimento educacional da humanidade. Os Parâmetros 
Curriculares Nacionais e o ensino das diversas manifestações culturais. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
KOTTAK, Conrad P. Um espelho para a humanidade: uma introdução à antropologia 
cultural. 1. Porto Alegre: AMGH, 2013. 
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2010 
CORRÊA, Rosa Lydia T. Cultura e diversidade. Curitiba: Intersaberes, 2012. 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
 
REGO, Tereza C. Vigotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. Petrópolis: 
Vozes, 2014 
VERGANI, Teresa. A criatividade como destino: transdisciplinaridade, cultura e educação. 
São Paulo: Livraria da Física, 2009 
FREIRE, Paulo. Ação Cultural para a liberdade e outros escritos. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 
2015 
CARVALHO, Marília Pinto de. Diferenças e desigualdade na escola. Campinas São Paulo: 
Papirus, 2013. E- Book 
PATTO, Maria Helena Souza. A cidadania negada: políticas públicas e formas de viver. São 
Paulo: Casa do Psicólogo. 2010. 
 
 
8 PERÍODO 
TCC II 
EMENTA: 
O eixo central da disciplina é a realização de um trabalho de conclusão de curso, sob 
orientação docente, com foco no processo de formação, de modo a contribuir para o 
desenvolvimento de capacidades técnicas, científicas e crítico-reflexivas do futuro 
profissional. Para isso, serão definidos: tema específico sobre o qual será feito o trabalho de 
conclusão de curso; forma de elaboração do projeto abordando aspectos técnicos relativos a 
escrita acadêmica, incluindo a definição das atividades a serem desenvolvidas e cronograma 
de execução; e formas de apresentação de relatório(s) de atividades desenvolvidas, incluindo 
parte de material/dados a serem analisados e apresentados, conforme normas acadêmicas 
vigentes na IES e na Legislação Educacional Brasileira. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
 
8 PERÍODO 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV 
 
EMENTA: 
Desenvolvimento de atividades, conforme plano/projeto de estágio, intrinsecamente 
articulada com a prática e demais atividades acadêmicas. Deverá ser realizado conforme 
previsão do PPC, legislação, DCNs e regulamentos institucionais, de modo a assegurar aos 
graduandos experiência de exercício profissional, que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, 
conhecimentos e competências nos diferentes níveis de ensino de sua atuação (conforme a 
legislação) e também na participação em atividades da gestão, no planejamento, 
implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de atividades e projetos 
educativos. 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
 
8 PERÍODO 
ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE- optativa III 
 
EMENTA: 
Fundamentos da estética e história da arte para o ensino-aprendizagem; A contextualização 
do ensino a partir das definições e conceitos expostos pela estética e história da arte; 
Perspectivas e tendências que abordam a arte de ensinar; A história da arte direcionada a 
multidimensionalidade na formação docente; A criatividade somada à experiência no 
entrelace do ensino-aprendizagem em sala de aula e a interdisciplinaridade como elemento 
articulador do processo de construção do conhecimento Desenvolvendo profissionais com 
capacidade para pensar, refletir e contextualizar suas práxis em sala de aula, observando a 
diversidade cultural que cada docente proporciona, por meio da estética e história da arte. 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
GOMBRICH, E. H. A História da arte. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 
SANTOS, Maria das Graças V. P. dos. História da arte. São Paulo: Ática, 2009. 
JANSON, H. W. Iniciação à história da arte. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
ENGELMANN, Ademir A. Filosofia da arte. Curitiba: Intersaberes, 2012 
SKEFF, M. L. Arte e cultura: estudos interdisciplinares. São Paulo: FAPESP, 2001 
ARNOLD, Dana. Introdução à história da arte. São Paulo: Ática, 2008. 
PORTO, Humberta Gomes Machado. Estética e História da Arte. São Paulo: Pearson 
Education do Brasil, 2016. 
CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 
2005 
 
 
Tópicos Integradores 
Ementa: Elemento integrador dos conteúdos das disciplinas dos semestres letivos 
anteriormente vivenciados. Estruturado a partir de atividades que integram os conteúdos com 
vistas ao desenvolvimento da interdisciplinaridade e ao raciocínio crítico e reflexivo dos 
alunos, através da utilização de questões e problemas relativos aos conteúdos ministrados. 
Bibliografia Básica e Complementar: Não se aplica. 
 
Optativa 
Ementa: A critério do NDE do curso, aprovado pelo Conselho, serão ofertadas disciplinas 
optativas visando disponibilizar ao aluno a optar por uma ou mais disciplinas de um leque de 
disciplinas. Essas disciplinas apresentarão congruência com a área de formação profissional 
a ser escolhida pelo discente, podendo representar aprofundamento de estudos em 
determinado campo de estudo dessa mesma área. 
Bibliografia Básica e Complementar: Não se aplica. 
 
 
 
 
 
 
PERIÓDICOS DO CURSO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (EAD) 
 
PERIÓDICOS DOT LIB PEDAGOGIA 
 
 
ORDEM 
TÍTULOS DE PERIÓDICOS NA ÁREA 
DE EDUCAÇÃO 
DOT LIB 
1 ActaScientiarum. Education (UEM). DOT LIB 
2 
Aula: revista de ensenanza e investigacion 
educativa. 
DOT LIB 
3 Aventuras na História. DOT LIB 
4 Ciência & Saúde Coletiva. DOT LIB 
5 
CLCWeb: Comparative Literature and 
Culture. 
DOT LIB 
6 
Espacio Abierto: Cuaderno Venezolano 
de Sociología. 
DOT LIB 
7 Interface: Comunicação Saúde Educação. DOT LIB 
8 Journal of Comparative Family Studies DOT LIB 
9 Lectura Y Vida DOT LIB 
10 
MAGIS. Revista Internacional de 
Investigacion en Educacion. 
DOT LIB 
11 Psicología desde el Caribe. DOT LIB 
12 Psicologia: Reflexao& Critica. DOT LIB 
13 Psicologia: Teoria e Pesquisa. DOT LIB 
14 RAE. DOT LIB 
15 Revista Aletheia. DOT LIB 
16 
Revista Brasileira de Gestao de Negocios 
(BrazilianJournalof Business 
Management). 
DOT LIB 
17 
Revista CEFAC: Atualizacao Cientifica 
em Fonoaudiologia e Educacao 
DOT LIB 
18 Revista de EstudiosSociales DOT LIB 
19 
Revista Famecos - Midia, Cultura e 
Tecnologia. 
DOT LIB 
20 
Revista Latinoamericana de Investigación 
en Matemática Educativa. 
DOT LIB 
21 
Revista PROFILE Issues in Teachers' 
Professional Development 
DOT LIB 
22 
RISTI (Revista Iberica de Sistemas e 
Tecnologias de Informacao). 
DOT LIB 
23 Acta Classica DOT LIB 
24 Acta Literaria DOT LIB 
25 
Afro-Americans in New York Life and 
History 
DOT LIB 
26 Alfa: Revista de Lingüística DOT LIB 
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4LLR
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4LLR
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4LLRhttp://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4LLR
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http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4LLR
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|5QUL
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|5QUL
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120101101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|2LUV
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120120301&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|2YWO
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090901&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3AJQ
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090901&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3AJQ
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|5FCV
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|5FCV
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090401&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3EQH
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090901&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|0KDY
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120110701&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3SHK
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120110701&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3SHK
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120110701&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|0PQV
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120080901&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|2LVV
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090101&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3IDW
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120080701&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3FYM
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120050701&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|2NUB
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120120301&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3HPJ
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120120301&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3HPJ
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120120301&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3HPJ
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120110901&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3GGN
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120110901&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|3GGN
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120090801&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|1TFL
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120081201&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|2QJR
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120081201&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|2QJR
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120120301&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|5GOI
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120120301&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|5GOI
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120111001&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4RPP
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120111001&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4RPP
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100601&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4RPF
http://go.galegroup.com/ps/aboutJournal.do?pubDate=120100601&actionString=DO_DISPLAY_ABOUT_PAGE&inPS=true&prodId=AONE&userGroupName=fmnassau&searchType=BasicSearchForm&docId=GALE|4RPF
 
27 
International Journal of the Sociology of 
Language 
DOT LIB 
28 Language and Speech DOT LIB 
29 Western Journal of Black Studies DOT LIB 
30 Veredas - Revista de Estudos Linguisticos DOT LIB 
 
PERIÓDICOS ON LINE ACESSO 
LIVRE 
 
1 
Educação da UFMG 
http://www.portal.fae.ufmg.br/seer/index.
php/ensaio/user 
ON LINE 
2 
Ensaio Pesquisa em Educação em 
Ciências: A Revista Ensaio 
Pesquisa em Educação em Ciências é 
publicação do Centro de Ensino 
de Ciências e Matemática – CECIMIG 
(www.fae.ufmg/cecimig), órgão 
de pesquisa e extensão no ensino de 
ciências da Faculdade de 
ON LINE 
3 
Educação por Escrito: tem como objetivo 
a divulgação de 
investigações de Programas de Pós-
Graduação em Educação 
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/inde
x.php/porescrito 
ON LINE 
4 
Educação e Sociedade: Centro de Estudos 
Educação e Sociedade – 
Cedes 
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci
_serial&pid=0101- 
7330&lng=en&nrm=iso 
ON LINE 
5 
Educação e Pesquisa: Revista da 
Faculdade de Educação da USP 
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci
_serial&pid=1517- 
9702&lng=pt&nrm=iso 
ON LINE 
 
6 
Conversas e Controvérsias: é um 
periódico da graduação do curso de 
Ciências Sociais da Pontifícia 
Universidade Católica do Rio Grande do 
Sul e tem por finalidade a publicação de 
artigos, pesquisas e resenhas 
dos alunos. 
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/inde
x.php/conversasecontroversias 
 
ON LINE 
8 
CIVITAS – Revista de Ciências Sociais: 
Faculdade de Filosofia e 
ON LINE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ciências Humanas Programa de Pós 
Graduação em Ciências Sociais da 
PUCRS 
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/inde
x.php/civitas/issue/current9 
Ciência e Educação: Programa de Pós-
Graduação em Educação para a 
Ciência, Universidade Estadual Paulista 
(UNESP), Faculdade de 
Ciências, campus de Bauru 
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci
_serial&pid=1516- 
7313&nrm=iso&rep=&lng=pt 
ON LINE 
10 
Ciência e Cultura: Sociedade Brasileira 
para o Progresso da Ciência 
http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?sc
ript=sci_serial&pid=0009- 
6725&lng=pt&nrm=iso 
ON LINE 
11 
Cadernos de Pesquisa: Revista de estudos 
e pesquisas em educação 
http://www.scielo.br/scielo.php/script_sci
_serial/pid_0100- 
1574/lng_pt/nrm_iso 
ON LINE 
12 
Cadernos CEDES: Centro de Estudos 
Educação e Sociedade 
hhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=s
ci_serial&lng=pt&pid=0101-
3262&nrm=iso 
 
ON LINE 
 
 
 
Versão: 00 
CARGA HORÁRIA 
TOTAL: 3200 
CURSO: PEDAGOGIA 
FORMAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇÃO BÁSICA FORMAÇÃO PRÁTICA 
PP 
 
 
PERCURSO FORMATIVO 
Código: 
CCG-MDL-19 
Aprovado por: 
Diretora Adj. De Regulação 
 
 
 
PERÍODO 
1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CARGA HORÁRIA DE FORMAÇÃO BÁSICA 
CARGA HORÁRIA DE FORMAÇÃO 
PROFISSIONAL 
CARGA HORÁRIA DE FORMAÇÃO PRÁTICA 
 CARGA HORÁRIA DE ATIVIDADE COMPLEMENTAR:200h 
400 2520h 
 
1440h 
Versão: 00 
CARGA HORÁRIA 
TOTAL: 3200 
CURSO: PEDAGOGIA 
FORMAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇÃO BÁSICA FORMAÇÃO PRÁTICA 
PP 
 
 
PERCURSO FORMATIVO 
Código: 
CCG-MDL-19 
Aprovado por: 
Diretora Adj. De Regulação 
 
 
Versão: 00 
CARGA HORÁRIA 
TOTAL: 3200 
CURSO: PEDAGOGIA 
FORMAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇÃO BÁSICA FORMAÇÃO PRÁTICA 
PP 
 
 
PERCURSO FORMATIVO 
Código: 
CCG-MDL-19 
Aprovado por: 
Diretora Adj. De Regulação 
 
 
1º PERIODO 2º PERIODO 3º PERIODO 4º PERIODO 
INTRODUÇÃO À EAD 
 
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS 
 
FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO 
 
EDUCAÇÃO POPULAR 
 
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO 
 
DIDÁTICA 
 
METODOLOGIA DA PESQUISA 
 
ÉTICA E CIDADANIA 
 
INTRODUÇÃO À PEDAGOGIA 
 
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO 
 
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM 
 
METODOLOGIA DO ENSINO DA MATEMÁTICA 
 
POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO 
 
LIBRAS 
 
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 
 
METODOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA 
PORTUGUESA 
 
ASPECTOS SOCIOANTROPOLÓGICOS 
 
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO 
 
CURRÍCULOS, PROGRAMAS E PROJETOS 
PEDAGÓGICOS 
 
PSICOMOTRICIDADE 
 
DESENVOLVIMENTO PESSOAL E 
TRABALHABILIDADE 
ORGANIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO INFANTIL TÓPICOS INTEGRADORES I 
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO 
Versão: 00 
CARGA HORÁRIA 
TOTAL: 3200 
CURSO: PEDAGOGIA 
FORMAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇÃO BÁSICA FORMAÇÃO PRÁTICA 
PP 
 
 
PERCURSO FORMATIVO 
Código: 
CCG-MDL-19 
Aprovado por: 
Diretora Adj. De Regulação 
 
 
 
5º PERIODO 6º PERIODO 7º PERIODO 8º PERIODO 
AVALIAÇÃO: TEORIA E PRÁTICA 
 
EDUCAÇÃO INCLUSIVA: TEORIA E PRÁTICA 
 
EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS 
 
TÓPICOS INTEGRADORES III 
 
EMPREENDEDORISMO 
 
LITERATURA INFANTIL 
 
ANDRAGOGIA E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
 
EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS 
 
METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA 
 
RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 
 
METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTE 
 
CULTURA ORGANIZACIONAL E EDUCAÇÃO 
 
METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS 
 
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 
 
TCC I 
 
ESTUDOS CULTURAIS EM EDUCAÇÃO 
 
METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA 
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO II 
 
 
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III 
 
TCC II 
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 
 
TÓPICOS INTEGRADORES II 
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III 
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV 
 
 GESTÃO EDUCACIONAL 
Versão: 00 
CARGA HORÁRIA 
TOTAL: 3200 
CURSO: PEDAGOGIA 
FORMAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇÃO BÁSICA FORMAÇÃO PRÁTICA 
PP 
 
 
PERCURSO FORMATIVO 
Código: 
CCG-MDL-19 
Aprovado por: 
Diretora Adj. De Regulação 
 
 OPTATIVA I 
LITERATURA POPULAR 
 
 
OPTATIVA II 
METODOLOGIA DO ENSINO DA LINGUAGEM 
 
 
OPTATIVA III 
ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE 
 
 
 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS 
 PEDOGOGIA EM EAD 
 
PERÍOD
O 
DISCIPLINA(S) 
PERFIL DO EGRESSO 
PROPOSTO 
COMPETÊNCIA(S) 
DIRETRIZES 
CURRICULARES 
 1º INTRODUÇÃO À EAD 
Articular as linguagens dos meios de 
comunicação à educação, 
demonstrando conhecimento das 
tecnologias da informação que 
podem ser significativas à 
aprendizagem dos educandos 
Conhecer as ferramentas 
de aprendizagem, atores, 
recursos metodológicos 
que compõem o EAD. 
Repertório de informações e 
habilidades composto por 
pluralidade de conhecimentos 
teóricos e práticos, cuja 
consolidação será proporcionada 
no exercício da profissão, 
fundamentando-se em princípios 
de interdisciplinaridade, 
contextualização, 
democratização, pertinência e 
relevância social, ética e 
sensibilidade afetiva e estética. 
PP 
 
 1º 
COMUNICAÇÃO E 
EXPRESSÃO 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia 
e Educação Física, de forma 
interdisciplinar./ articular as 
linguagens dos meios de 
comunicação à educação, 
demonstrando conhecimento das 
tecnologias da informação que 
podem ser significativas à 
aprendizagem dos educandos. 
Desenvolver no aluno a 
capacidade de expressão 
escrita por meio da 
prática de produção 
textual, conhecendo e 
valorizando as variações 
da Língua Portuguesa. 
Aplicação ao campo da 
educação, de contribuições, entre 
outras, de conhecimentos como o 
filosófico, o histórico, o 
antropológico, o ambiental-
ecológico, o psicológico, o 
lingüístico, o sociológico, o 
político, o econômico, o cultural. 
 1º 
ASPECTOS 
SÓCIOANTROPOLÓGIC
OS 
Ser agente propositivo na integração 
entre os estudantes, a instituição 
educativa, a família e a 
comunidade./demonstrar consciência 
política acerca do respeito à 
diversidade expressas nas diferenças 
étnico-raciais, econômicas, de 
gêneros, gerações etárias, orientações 
sexuais, culturais, de classes sociais, 
políticas, religiosas, entre outras, 
para ser agente transformador na 
diminuição das exclusões e 
preconceitos 
Atuar com ética e 
compromisso com vistas 
à construção de uma 
sociedade justa, 
equânime, igualitária 
promovendo as relações 
de cooperação entre a 
instituição educativa, a 
família e a comunidade. 
Aplicação ao campo da 
educação, de contribuições, entre 
outras, de conhecimentos como o 
filosófico, o histórico, o 
antropológico, o ambiental-
ecológico, o psicológico, o 
lingüístico, o sociológico, o 
político, o econômico, o cultural. 
PP 
 
 1º 
INTRODUÇÃO À 
PEDAGOGIA 
Atuar com ética e compromisso para 
o desenvolvimento de uma sociedade 
mais justa, equânime e igualitária. 
Proporcionar uma visão 
geral da profissão 
através de sua evolução 
histórica, necessária para 
a localização do aluno 
no seu universo 
profissional. 
Planejamento, execução, 
coordenação, acompanhamento e 
avaliação de tarefas próprias do 
setor da Educação. 
 1º 
FILOSOFIA DA 
EDUCAÇÃO 
Ser agente propositivo na integração 
entre os estudantes, a instituição 
educativa, a família e a 
comunidade./demonstrar consciência 
política acerca do respeito à 
diversidade expressas nas diferenças 
étnico-raciais, econômicas, de 
gêneros, gerações etárias 
Desenvolver no aluno a 
capacidade de reflexão 
acerca da origens e 
significados da Filosofia 
e da Filosofia da 
Educação. 
Aplicação ao campo da 
educação, de contribuições, entre 
outras, de conhecimentos como o 
filosófico, o histórico, o 
antropológico, o ambiental-
ecológico, o psicológico, o 
lingüístico, o sociológico, o 
político, o econômico, o cultural. 
 1º 
POLÍTICAS PÚBLICAS E 
EDUCAÇÃO 
Demonstrar consciência política 
acerca do respeito à diversidade 
expressas nas diferenças étnico-
raciais, econômicas, de gêneros, 
gerações etárias, orientações sexuais, 
culturais, de classes sociais, políticas, 
religiosas, entre outras, para ser 
agente transformador na diminuiçãodas exclusões e preconceitos. 
Desenvolver a 
capacidade de analisar e 
compreender que as 
políticas públicas, de 
modo geral voltadas 
para a educação, de 
modo especial, têm 
passado por várias 
mudanças estruturais 
que afetam os 
mecanismos e 
estratégias de 
operacionalização. 
Aplicação ao campo da 
educação, de contribuições, entre 
outras, de conhecimentos como o 
filosófico, o histórico, o 
antropológico, o ambiental-
ecológico, o psicológico, o 
lingüístico, o sociológico, o 
político, o econômico, o cultural. 
PP 
 
 1º 
DESENVOLVIMENTO 
PESSOAL E 
TRABALHABILIDADE 
Aplicar com competência, criticidade 
e propriedade os conhecimentos 
pedagógicos, instrumentos legais, e 
metodologias da ação educativa em 
função da construção de uma 
educação com mais qualidade e 
justiça. 
Compreender as 
dimensões da 
empregabilidade 
analisando o mercado de 
trabalho realizando 
planejamento dos seus 
objetivos e metas 
pessoais e profissionais. 
Planejamento, execução, 
coordenação, acompanhamento e 
avaliação de projetos e 
experiências educativas não-
escolares. 
 
 2º 
EDUCAÇÃO EM 
DIREITOS HUMANOS 
Atuar com ética e compromisso para 
o desenvolvimento de uma sociedade 
mais justa, equânime e igualitária. 
Compreender o contexto 
histórico da Educação 
Em Direitos Humanos - 
EDH analisado a EDH 
no Contexto nacional 
comrpreendendo as 
formas de articulação da 
EDH. 
Garantir a educação, com vistas à 
inclusão plena, dos segmentos 
historicamente excluídos dos 
direitos sociais, culturais, 
econômicos, políticos. 
PP 
 
 2º DIDÁTICA 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia 
e Educação Física, de forma 
interdisciplinar 
Situar a Didática, de 
forma crítica, no 
contexto da prática 
pedagógica. 
Estudo da Didática, de teorias e 
metodologias pedagógicas, de 
processos de organização do 
trabalho docente, de teorias 
relativas à construção de 
aprendizagens, socialização e 
elaboração de conhecimentos, de 
tecnologias da informação e 
comunicação e de diversas 
linguagens 
 2º 
PSICOLOGIA DO 
DESENVOLVIMENTO 
Compreender, cuidar e educar 
crianças, adolescentes, jovens e 
adultos, inclusive os fora de faixa, de 
modo a propiciar seu 
desenvolvimento com vistas às 
diversas dimensões que constituem 
suas particularizadas formações 
Compreender o processo 
histórico que envolve o 
desenvolvimento da 
ciência psicológica e as 
discussões em torno do 
seu objeto de estudo, 
bem como as escolas 
psicológicas que 
constituem as bases 
teóricas desta ciência. 
Aplicação ao campo da 
educação, de contribuições, entre 
outras, de conhecimentos como o 
filosófico, o histórico, o 
antropológico, o ambiental-
ecológico, o psicológico, o 
lingüístico, o sociológico, o 
político, o econômico, o cultural. 
PP 
 
 2º 
LIBRAS – LÍNGUA 
BRASILEIRA DE SINAIS 
Reconhecer e respeitar as 
diversidades apresentadas por 
necessidades físicas, cognitivas, 
emocionais e afetivas dos educandos 
em suas relações individuais e 
coletivas; 
Compreender a trajetória 
histórico-social de 
aceitação da língua de 
sinais como língua 
natural do surdo 
partilhando as visões 
sobre a realidade social 
do sujeito surdo 
envolvendo a aquisição 
de uma língua (oral e/ou 
sinalizada), suas culturas 
e identidades. 
Aplicar modos de ensinar 
diferentes linguagens. 
 2º 
HISTÓRIA DA 
EDUCAÇÃO 
Atuar com ética e compromisso para 
o desenvolvimento de uma sociedade 
mais justa, equânime e igualitária 
Saber relacionar épocas 
históricas distintas e 
processos educativos 
conectados no tempo 
identificando o 
panorama histórico com 
as idéias pedagógicas e 
suas aplicações 
educacionais. 
Repertório de informações e 
habilidades composto por 
pluralidade de conhecimentos 
teóricos e práticos, cuja 
consolidação será proporcionada 
no exercício da profissão, 
fundamentando-se em princípios 
de interdisciplinaridade, 
contextualização, 
democratização, pertinência e 
relevância social, ética e 
sensibilidade afetiva e estética. 
PP 
 
 2º 
ORGANIZAÇÃO E 
LEGISLAÇÃO DA 
EDUCAÇÃO 
Aplicar com competência, criticidade 
e propriedade os conhecimentos 
pedagógicos, instrumentos legais, e 
metodologias da ação educativa em 
função da construção de uma 
educação com mais qualidade e 
justiça. 
Possibilitar um 
conhecimento sobre a 
organização, estrutura e 
funcionamento da 
educação brasileira. 
Conhecimento da escola como 
organização complexa que tem a 
função de promover a educação 
para e na cidadania. 
 
 3º 
METODOLOGIA DA 
PESQUISA 
Aplicar com competência, criticidade 
e propriedade os conhecimentos 
pedagógicos, instrumentos legais, e 
metodologias da ação educativa em 
função da construção de uma 
educação com mais qualidade e 
justiça. 
Oferecer subsídios 
teóricos para o 
aprofundamento e 
compreensão da 
metodologia científica 
no planejamento, 
execução, análise e 
interpretação de pesquisa 
científica. 
Pesquisa, a análise e a aplicação 
dos resultados de investigações de 
interesse da área educacional. 
 3º 
PSICOLOGIA DA 
APRENDIZAGEM 
Compreender, cuidar e educar 
crianças, adolescentes, jovens e 
adultos, inclusive os fora de faixa, de 
modo a propiciar seu 
desenvolvimento com vistas às 
diversas dimensões que constituem 
suas particularizadas formações. 
Compreender o processo 
histórico que envolve o 
desenvolvimento da 
ciência psicológica e as 
discussões em torno do 
seu objeto de estudo, 
bem como as escolas 
psicológicas que 
constituem as bases 
teóricas desta ciência. 
Aplicação ao campo da educação, 
de contribuições, entre outras, de 
conhecimentos como o filosófico, 
o histórico, o antropológico, o 
ambiental-ecológico, o 
psicológico, o lingüístico, o 
sociológico, o político, o 
econômico, o cultural. 
PP 
 
 3º 
FUNDAMENTOS DA 
EDUCAÇÃO 
Aplicar com competência, criticidade 
e propriedade os conhecimentos 
pedagógicos, instrumentos legais, e 
metodologias da ação educativa em 
função da construção de uma 
educação com mais qualidade e 
justiça. 
Conhecer os 
fundamentos da 
educação, as idéias 
pedagógicas e suas 
aplicações educacionais 
na sociedade brasileira. 
Repertório de informações e 
habilidades composto por 
pluralidade de conhecimentos 
teóricos e práticos, cuja 
consolidação será proporcionada 
no exercício da profissão, 
fundamentando-se em princípios 
de interdisciplinaridade, 
contextualização, 
democratização, pertinência e 
relevância social, ética e 
sensibilidade afetiva e estética. 
 3º 
ALFABETIZAÇÃO E 
LETRAMENTO 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia 
e Educação Física, de forma 
interdisciplinar. 
Entender a alfabetização 
e o letramento como 
processos de análise e 
reflexão sobre a língua 
escrita compreendendo a 
evolução das 
concepções e práticas de 
alfabetização que 
tiveram lugar no 
Ocidente no séc. XX. 
Processos de letramento, modos 
de ensinar a decodificação e a 
codificação da linguagem escrita, 
de consolidar o domínio da 
linguagem padrão e das 
linguagens da matemática. 
PP 
 
 3º 
CURRÍCULOS, 
PROGRAMAS E 
PROJETOS 
PEDAGÓGICOS 
Aplicar com competência, criticidade 
e propriedade os conhecimentos 
pedagógicos, instrumentos legais, e 
metodologias da ação educativa em 
função da construção de uma 
educação com mais qualidade e 
justiça. 
Realizar pesquisas que 
proporcionem 
conhecimentos sobre os 
diferentes aspectos que 
permeiam o contexto 
escolar com vistas a 
analisar propostas 
curriculares e a 
organização do trabalho 
educativo. 
Conhecimento da escola como 
organização complexa que tem a 
função de promover a educação 
para e na cidadania. 
 3º EDUCAÇÃO INFANTIL 
Ensinar disciplinascomo Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia 
e Educação Física, de forma 
interdisciplinar. 
Conhecer as concepções 
de infância construídas 
ao longo da história, 
compreendendo o 
impacto destas 
construções na 
Educação das Crianças. 
Formação de professores para 
exercer funções de magistério na 
Educação Infantil e nos anos 
iniciais do Ensino Fundamental, 
nos cursos de Ensino Médio, na 
modalidade Normal, de Educação 
Profissional na área de serviços e 
apoio escolar e em outras áreas 
nas quais sejam previstos 
conhecimentos pedagógicos. 
 
PP 
 
 4º EDUCAÇÃO POPULAR 
Trabalhar em espaços escolares e 
não-escolares na promoção da 
formação humana observando o 
desenvolvimento de subjetividades 
com autonomia e verdadeira 
liberdade. 
Discutir criticamente as 
principais concepções 
de Educação Popular no 
Brasil, à luz da teoria 
sócio-histórica 
analisando criticamente 
as ações denominadas 
como "educação popular 
investigando suas 
variáveis. 
Garantir a educação, com vistas à 
inclusão plena, dos segmentos 
historicamente excluídos dos 
direitos sociais, culturais, 
econômicos, políticos. 
 4º ÉTICA E CIDADANIA 
Atuar com ética e compromisso para 
o desenvolvimento de uma sociedade 
mais justa, equânime e igualitária. 
Reforçar no aluno o 
reconhecimento da 
importância do respeito 
pela diversidade 
cultural, religiosa, étnica 
e outras. 
Aplicação ao campo da educação, 
de contribuições, entre outras, de 
conhecimentos como o filosófico, 
o histórico, o antropológico, o 
ambiental-ecológico, o 
psicológico, o lingüístico, o 
sociológico, o político, o 
econômico, o cultural. 
PP 
 
 4º 
METODOLOGIA DA 
LÍNGUA PORTUGUESA 
Articular as linguagens dos meios de 
comunicação à educação, 
demonstrando conhecimento das 
tecnologias da informação que podem 
ser significativas à aprendizagem dos 
educandos. 
Propiciar ao graduando 
do curso de Pedagogia a 
ampliação do 
conhecimento linguístico 
e a discussão crítico-
reflexiva de propostas 
metodológicas para o 
ensino de Língua 
Portuguesa na Educação 
Infantil e anos iniciais do 
Ensino Fundamental, 
priorizando a construção 
de conceitos básicos e a 
análise de materiais 
didáticos a partir de uma 
perspectiva sócio 
histórica 
contextualizada. 
Utilização de códigos de 
diferentes linguagens utilizadas 
por crianças, além do trabalho 
didático com conteúdos, 
pertinentes aos primeiros anos de 
escolarização, relativos à Língua 
Portuguesa, Matemática, 
Ciências, História e Geografia, 
Artes, Educação Física. 
 4º 
METODOLOGIA DO 
ENSINO DA 
MATEMÁTICA 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia e 
Educação Física, de forma 
interdisciplinar. 
Propiciar ao graduando 
do curso de Pedagogia a 
ampliação do 
conhecimento 
matemático e a discussão 
crítico-reflexivo de 
propostas metodológicas 
para o ensino de 
Matemática. 
Utilização de códigos de 
diferentes linguagens utilizadas 
por crianças, além do trabalho 
didático com conteúdos, 
pertinentes aos primeiros anos de 
escolarização, relativos à Língua 
Portuguesa, Matemática, 
Ciências, História e Geografia, 
Artes, Educação Física. 
PP 
 
 4º PSICOMOTRICIDADE 
Compreender, cuidar e educar 
crianças, adolescentes, jovens e 
adultos, inclusive os fora de faixa, de 
modo a propiciar seu 
desenvolvimento com vistas às 
diversas dimensões que constituem 
suas particularizadas formações. 
Conceituar a 
psicomotricidade e 
identificar suas 
características 
conhecendo os 
elementos de base da 
psicomotricidade e suas 
aplicações práticas. 
Reconhecimento das 
manifestações e necessidades 
físicas, cognitivas, emocionais, 
afetivas dos educandos nas suas 
relações individuais e coletiva. 
 4º 
TÓPICOS 
INTEGRADORES I 
Ser agente propositivo na integração 
entre os estudantes, a instituição 
educativa, a família e a comunidade. 
Compreender e 
desenvolver massa 
crítica dentro dos 
parâmetros profissionais 
de forma integradora. 
Estudos integradores que 
propiciem, ao mesmo tempo, 
amplitude e identidade 
institucional, relativas à formação 
do licenciado. 
 
PP 
 
 5º 
AVALIAÇÃO: TEÓRICA 
E PRÁTICA 
Aplicar com competência, criticidade 
e propriedade os conhecimentos 
pedagógicos, instrumentos legais, e 
metodologias da ação educativa em 
função da construção de uma 
educação com mais qualidade e 
justiça. 
Analisar as proposições 
teórico-metodológicas 
subjacentes às práticas 
avaliativas e suas 
decorrências no trabalho 
pedagógico. 
Repertório de informações e 
habilidades composto por 
pluralidade de conhecimentos 
teóricos e práticos, cuja 
consolidação será proporcionada 
no exercício da profissão, 
fundamentando-se em princípios 
de interdisciplinaridade, 
contextualização, 
democratização, pertinência e 
relevância social, ética e 
sensibilidade afetiva e estética. 
 5º EMPREENDEDORISMO 
Desenvolver pesquisas no cerne da 
educação, problematizando situações 
escolares, pedagógicas, políticas 
públicas educacionais, ambientais, 
gestões educacionais, currículo e 
práticas educativas nos mais diversos 
contextos. 
Conceituar 
empreendedorismo 
identificando as 
oportunidades para 
empreender. 
Aplicação ao campo da educação, 
de contribuições, entre outras, de 
conhecimentos como o filosófico, 
o histórico, o antropológico, o 
ambiental-ecológico, o 
psicológico, o lingüístico, o 
sociológico, o político, o 
econômico, o cultural. 
PP 
 
 5º 
METODOLOGIA DO 
ENSINO DE HISTÓRIA 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia 
e Educação Física, de forma 
interdisciplinar. 
Desenvolver o ensino de 
história nas séries 
iniciais do ensino 
fundamental a partir de 
múltiplas linguagens no 
sentido de proporcionar 
uma aprendizagem 
significativa para os 
sujeitos cognoscentes. 
Utilização de códigos de 
diferentes linguagens utilizadas 
por crianças, além do trabalho 
didático com conteúdos, 
pertinentes aos primeiros anos de 
escolarização, relativos à Língua 
Portuguesa, Matemática, 
Ciências, História e Geografia, 
Artes, Educação Física. 
 
METODOLOGIA DO 
ENSINO DE CIÊNCIAS 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia 
e Educação Física, de forma 
interdisciplinar. 
Desenvolver a 
capacidade de 
articulação de 
conhecimentos sobre a 
realidade social e 
compreensão de 
problemas do mundo 
atual, em diferentes 
níveis de análise. 
Utilização de códigos de 
diferentes linguagens utilizadas 
por crianças, além do trabalho 
didático com conteúdos, 
pertinentes aos primeiros anos de 
escolarização, relativos à Língua 
Portuguesa, Matemática, 
Ciências, História e Geografia, 
Artes, Educação Física. 
PP 
 
 5º 
METODOLOGIA DO 
ENSINO DE GEOGRAFIA 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia e 
Educação Física, de forma 
interdisciplinar. 
Decodificar e utilizar 
códigos de diferentes 
linguagens utilizadas por 
crianças, além do 
trabalho didático com 
conteúdos, pertinentes 
aos primeiros anos de 
escolarização, relativos à 
Geografia. 
Utilização de códigos de 
diferentes linguagens utilizadas 
por crianças, além do trabalho 
didático com conteúdos, 
pertinentes aos primeiros anos de 
escolarização, relativos à Língua 
Portuguesa, Matemática, 
Ciências, História e Geografia, 
Artes, Educação Física. 
 5º 
ESTÁGIO 
SUPERVISIONADO I 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia e 
Educação Física, de forma 
interdisciplinar. 
Analisar sobre as 
relações do cotidiano 
profissional e 
compreender asconcepções profissionais 
presentes em diferentes 
contextos através da 
observação do meio. 
Desenvolver habilidades 
para compreender e 
avaliar a complexidade 
das relações no ambiente 
profissional incluindo os 
papeis dos atores 
envolvidos. 
Repertório de informações e 
habilidades composto por 
pluralidade de conhecimentos 
teóricos e práticos, cuja 
consolidação será proporcionada 
no exercício da profissão, 
fundamentando-se em princípios 
de interdisciplinaridade, 
contextualização, 
democratização, pertinência e 
relevância social, ética e 
sensibilidade afetiva e estética. 
PP 
 
 
 
 6º 
EDUCAÇÃO INCLUSIVA: 
TEÓRICA E PRÁTICA 
Reconhecer e respeitar as 
diversidades apresentadas por 
necessidades físicas, cognitivas, 
emocionais e afetivas dos educandos 
em suas relações individuais e 
coletivas. aplicar com competência, 
criticidade e propriedade os 
conhecimentos pedagógicos, 
instrumentos legais, e metodologias 
da ação educativa em função da 
construção de uma educação com 
mais qualidade e justiça 
Compreender e 
identificar as 
características 
individuais das pessoas 
com deficiência, 
transtorno global do 
desenvolvimento e Altas 
Habilidades/Superdotaçã
o, contribuindo com a 
equipe pedagógica 
multidisciplinar na 
identificação de suas 
possibilidades de 
desenvolvimento bem 
como no planejamento, 
acompanhamento, 
execução e avaliação de 
ações de ensino e de 
aprendizagem. 
Reconhecimento das 
manifestações e necessidades 
físicas, cognitivas, emocionais, 
afetivas dos educandos nas suas 
relações individuais e coletiva. 
PP 
 
 6º LITERATURA INFANTIL 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia e 
Educação Física, de forma 
interdisciplinar. 
Desenvolver um gosto 
literário no exercício 
profissional fazendo o 
papel de mediador para 
incentivar o prazer pela 
leitura através de obras 
da literatura infantil. 
Aplicação ao campo da educação, 
de contribuições, entre outras, de 
conhecimentos como o filosófico, 
o histórico, o antropológico, o 
ambiental-ecológico, o 
psicológico, o lingüístico, o 
sociológico, o político, o 
econômico, o cultural. 
 6º 
RESPONSABILIDADE 
SOCIOAMBIENTAL 
Desenvolver pesquisas no cerne da 
educação, problematizando situações 
escolares, pedagógicas, políticas 
públicas educacionais, ambientais, 
gestões educacionais, currículo e 
práticas educativas nos mais diversos 
contextos. 
Compreender os 
movimentos históricos e 
contemporâneos da 
responsabilidade sócio 
ambiental. 
Aplicação ao campo da educação, 
de contribuições, entre outras, de 
conhecimentos como o filosófico, 
o histórico, o antropológico, o 
ambiental-ecológico, o 
psicológico, o lingüístico, o 
sociológico, o político, o 
econômico, o cultural. 
PP 
 
 6º 
EDUCAÇÃO DE JOVENS 
E ADULTOS 
Compreender, cuidar e educar 
crianças, adolescentes, jovens e 
adultos, inclusive os fora de faixa, de 
modo a propiciar seu 
desenvolvimento com vistas às 
diversas dimensões que constituem 
suas particularizadas formações. 
Compreender as 
diretrizes e orientações 
curriculares que 
norteiam a Educação de 
Jovens e Adultos na 
perspectiva de 
desenvolver uma prática 
docente sensível às 
necessidades dos sujeitos 
dessa modalidade de 
ensino. Analisar e 
discutir os fundamentos 
teóricos que embasam o 
processo ensino-
aprendizagem de jovens 
e adultos. 
Aplicação, em práticas 
educativas, de conhecimentos de 
processos de desenvolvimento de 
crianças, adolescentes, jovens e 
adultos. 
PP 
 
 6º 
ESTÁGIO 
SUPERVISONADO II 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia e 
Educação Física, de forma 
interdisciplinar. 
Analisar sobre as 
relações do cotidiano 
profissional e 
compreender as 
concepções profissionais 
presentes em diferentes 
contextos através da 
observação do meio 
analisando e 
interpretando as 
situações profissionais 
de forma crítica. 
Repertório de informações e 
habilidades composto por 
pluralidade de conhecimentos 
teóricos e práticos, cuja 
consolidação será proporcionada 
no exercício da profissão, 
fundamentando-se em princípios 
de interdisciplinaridade, 
contextualização, 
democratização, pertinência e 
relevância social, ética e 
sensibilidade afetiva e estética. 
 6º 
TÓPICOS 
INTEGRADORES II 
Ser agente propositivo na integração 
entre os estudantes, a instituição 
educativa, a família e a comunidade. 
Compreender e 
desenvolver massa 
crítica dentro dos 
parâmetros profissionais 
de forma integradora. 
Estudos integradores que 
propiciem, ao mesmo tempo, 
amplitude e identidade 
institucional, relativas à formação 
do licenciado. 
PP 
 
 6º GESTÃO EDUCACIONAL 
Participar na gestão das instituições 
contribuindo para elaboração, 
implementação, coordenação, 
acompanhamento e avaliação de 
projetos pedagógicos e 
programas.educativos em espaços 
escolares e não-escolares 
Reconhecer a gestão 
como um processo que 
integra aspectos 
políticos, humanos, 
pedagógicos, culturais, 
administrativos, 
financeiros e 
tecnológicos. 
Planejamento, execução, 
coordenação, acompanhamento e 
avaliação de tarefas próprias do 
setor da Educação. 
 6º OPTATIVA I 
 
 7º 
EDUCAÇÃO E 
TECNOLOGIAS 
Articular as linguagens dos meios de 
comunicação à educação, 
demonstrando conhecimento das 
tecnologias da informação que podem 
ser significativas à aprendizagem dos 
educandos. 
 Identificar a relação 
comunicação, educação 
e tecnologia na 
sociedade 
contemporânea. 
Estudo da Didática, de teorias e 
metodologias pedagógicas, de 
processos de organização do 
trabalho docente, de teorias 
relativas à construção de 
aprendizagens, socialização e 
elaboração de conhecimentos, de 
tecnologias da informação e 
comunicação e de diversas 
linguagens. 
PP 
 
 7º 
ANDRAGOGIA E 
EDUCAÇÃO 
PROFISSIONAL 
Compreender, cuidar e educar 
crianças, adolescentes, jovens e 
adultos, inclusive os fora de faixa, de 
modo a propiciar seu 
desenvolvimento com vistas às 
diversas dimensões que constituem 
suas particularizadas formações. 
Compreender as 
diretrizes e orientações 
curriculares que 
norteiam a Educação de 
Jovens e Adultos na 
perspectiva de 
desenvolver uma prática 
docente sensível às 
necessidades dos sujeitos 
dessa modalidade de 
ensino. Analisar e 
discutir os fundamentos 
teóricos que embasam o 
processo ensino-
aprendizagem de jovens 
e adultos. Incentivar a 
prática da pesquisa, da 
investigação dos modos 
de aprender e de vida de 
jovens e adultos, para o 
favorecimento de 
processos de sua 
aprendizagem no 
ambiente escolar. 
Aplicação, em práticas 
educativas, de conhecimentos de 
processos de desenvolvimento de 
crianças, adolescentes, jovens e 
adultos. 
PP 
 
 7º 
METODOLOGIA DO 
ENSINO DE ARTES 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia e 
Educação Física, de forma 
interdisciplinar. 
Identificar e 
compreender problemas 
socioculturais e 
educacionais com 
postura investigativa, 
integrativa e propositiva 
em face de realidades 
complexas, com vistas a 
contribuir para a 
superação de exclusões 
sociais, étnico-raciais, 
econômicas, culturais, 
religiosas, políticas e 
outras. 
Utilização de códigos de 
diferentes linguagens utilizadas 
por crianças, além do trabalho 
didático com conteúdos, 
pertinentes aos primeiros anos de 
escolarização, relativos à Língua 
Portuguesa, Matemática, 
Ciências, História e Geografia, 
Artes, Educação Física. 
 7º TCC I 
Desenvolver pesquisas no cerne da 
educação, problematizando situações 
escolares, pedagógicas, políticas 
públicas educacionais, ambientais, 
gestões educacionais, currículoe 
práticas educativas nos mais diversos 
contextos. 
Desenvolver no aluno a 
capacidade de elaborar 
projetos e relatórios que 
se enquadrem na 
formação futura 
desenvolvendo no aluno 
a capacidade de 
expressão escrita 
segundo normas técnicas 
aplicáveis. 
Questões do contexto do 
exercício profissional, em 
âmbitos escolares e não-
escolares, articulando o saber 
acadêmico, a pesquisa, a extensão 
e a prática educativa. 
PP 
 
 7º 
ESTÁGIO 
SUPERVISIONADO III 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia e 
Educação Física, de forma 
interdisciplinar. 
Analisar sobre as 
relações do cotidiano 
profissional e 
compreender as 
concepções profissionais 
presentes em diferentes 
contextos através da 
observação do meio 
analisando e 
interpretando situações 
profissionais de forma 
crítica. 
Repertório de informações e 
habilidades composto por 
pluralidade de conhecimentos 
teóricos e práticos, cuja 
consolidação será proporcionada 
no exercício da profissão, 
fundamentando-se em princípios 
de interdisciplinaridade, 
contextualização, 
democratização, pertinência e 
relevância social, ética e 
sensibilidade afetiva e estética. 
 7º OPTATIVA II 
 
 
 8º 
TÓPICOS 
INTEGRADORES III 
Ser agente propositivo na integração 
entre os estudantes, a instituição 
educativa, a família e a comunidade. 
Compreender e 
desenvolver massa 
crítica dentro dos 
parâmetros profissionais 
de forma integradora. 
Estudos integradores que 
propiciem, ao mesmo tempo, 
amplitude e identidade 
institucional, relativas à formação 
do licenciado. 
PP 
 
 8º 
EDUCAÇÃO DAS 
RELAÇÕES ETNICOS 
RACIAIS 
Demonstrar consciência política 
acerca do respeito à diversidade 
expressas nas diferenças étnico-
raciais, econômicas, de gêneros, 
gerações etárias, orientações sexuais, 
culturais, de classes sociais, políticas, 
religiosas, entre outras, para ser 
agente transformador na diminuição 
das exclusões e preconceitos. 
Refletir sobre o espaço 
escolar e a diversidade 
cultural a partir do 
reconhecimento, do 
respeito, da aceitação das 
diferenças observadas na 
sociedade multicultural 
na qual vivemos. 
Repertório que constitui por meio 
de múltiplos olhares, próprios das 
ciências, das culturas, das artes, 
da vida cotidiana, que 
proporcionam leitura das relações 
sociais e étnico-raciais, também 
dos processos educativos por 
estas desencadeados 
 8º 
CULTURA 
ORGANIZACIONAL E 
EDUCAÇÃO 
Desenvolver pesquisas no cerne da 
educação, problematizando situações 
escolares, pedagógicas, políticas 
públicas educacionais, ambientais, 
gestões educacionais, currículo e 
práticas educativas nos mais diversos 
contextos. 
Identificar a relação 
entre a escola e a cultura 
organizacional, 
estabelecer diálogo com 
as áreas do 
conhecimento 
empresarial. 
Aspectos metodológicos do 
ensino e organizativos da escola. 
PP 
 
 8º 
ESTUDOS CULTURAIS 
EM EDUCAÇÃO 
Desenvolver pesquisas no cerne da 
educação, problematizando situações 
escolares, pedagógicas, políticas 
públicas educacionais, ambientais, 
gestões educacionais, currículo e 
práticas educativas nos mais diversos 
contextos. 
Compreender as bases 
teóricas da cultura 
relacionada à educação. 
Garantir a educação, com vistas à 
inclusão plena, dos segmentos 
historicamente excluídos dos 
direitos sociais, culturais, 
econômicos, políticos. 
 8º TCC II 
Desenvolver pesquisas no cerne da 
educação, problematizando 
situações escolares, pedagógicas, 
políticas públicas educacionais, 
ambientais, gestões educacionais, 
currículo e práticas educativas nos 
mais diversos contextos. 
Permitir que o aluno 
reconhecesse no 
desenvolvimento de seu 
projeto o uso de 
competências adquiridas 
em diferentes disciplinas 
do curso. 
Questões do contexto do 
exercício profissional, em 
âmbitos escolares e não-
escolares, articulando o saber 
acadêmico, a pesquisa, a extensão 
e a prática educativa. 
PP 
 
 8º 
ESTÁGIO 
SUPERVISIONADO IV 
Ensinar disciplinas como Língua 
Portuguesa, Matemática, Ciências, 
História, Geografia, Artes, Filosofia e 
Educação Física, de forma 
interdisciplinar. 
Analisar sobre as 
relações do cotidiano 
profissional e 
compreender as 
concepções profissionais 
presentes em diferentes 
contextos através da 
observação do meio 
analisando e 
interpretando situações 
profissionais de forma 
crítica. 
Repertório de informações e 
habilidades composto por 
pluralidade de conhecimentos 
teóricos e práticos, cuja 
consolidação será proporcionada 
no exercício da profissão, 
fundamentando-se em princípios 
de interdisciplinaridade, 
contextualização, 
democratização, pertinência e 
relevância social, ética e 
sensibilidade afetiva e estética. 
 8º OPTATIVA III 
 
 
 
 
 
 
 
PP 
 
 ACERVO BIBLIOGRÁFICO DE PEDAGOGIA 
 
1º PERÍODO 
 
INTRODUÇÃO AO EAD 
 
Quantidade 
Bibliografia Básica 
MOORE, Michael G.; KEARSLEY, Greg. Educação a distância: sistemas de 
aprendizagem on-line. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 
9 
KEARLEY, Greg. Educação on-line: aprendendo e ensinando. São Paulo: 
Cengege Learning, 2011. 
9 
MATTAR, João. Tutoria e interação em educação a distância. São Paulo: 
Cengage Learning, 2012. 
9 
Bibliografia Complementar 
MATTAR, João. Guia de educação a distância. São Paulo: Cengege Learning, 
2014. 
2 
MUNHOZ, Antonio Siemsen. Projeto instrucional para ambientes virtuais. São 
Paulo: Cengege Learning, 2016. 
2 
MAISSIAT, Jaqueline. Formação continuada de professores e tecnologias 
digitais em educação a distância. Curitiba/PR: Intersaberes, 2017. 
E-book 
MATTAR, João. ABC da EaD. São Paulo: Pearson, 2007. E-book 
SANTINELLO, Jamile. Ensino superior em ambientes virtuais de 
aprendizagem (AVAs): formação docente universitária em construção. 
Curitiba/PR: Intersaberes, 2015. 
E-book 
 
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO 
 
 
Bibliografia Básica 
PP 
 
BECHARA, E. O que muda com o novo acordo ortográfico. São Paulo: Nova 
Fronteira, 2008. 
9 
KOCHE, I. G. V. Argumentação e linguagem. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2009. 8 
KOCHE, V. Prática textual: atividades práticas de leitura e escrita. Petrópolis: 
Vozes, 2006 
9 
Bibliografia Complementar 
GARCIA, O. M. Comunicação em Prosa Moderna: aprender a escrever, 
aprendendo a pensar. São Paulo: FGV, 2006. 
2 
MARTINS, D. S.; ZILBERKNOP, L. S. Português Instrumental. Porto Alegre: 
Sagra Luzzatto, 2004. 
2 
ANDRADE, Maria. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 
9. Ed. São Paulo: Atlas, 2010. 
2 
MESQUITA, Roberto Melo, Gramática de língua portuguesa. São Paulo: 
Saraiva, 2002. 
2 
CASTILLO, Atabila. Gramática do português brasileiro. São Paulo: contexto, 
2014. 
E-book 
 
ASPECTOS SÓCIOS ANTROPOLÓGICOS 
Bibliografia Básica 
DURKHEIM, Émile. Lições de sociologia. São Paulo: Martins Fontes, 2002 
8 
MARCONI. Marina de Andrade. Antropologia: uma introdução. São Paulo: 
Atlas, 2001 
8 
SOUZA, Renato Antonio de. Sociologia da Educação. São Paulo: Cengage, 
2017 
9 
Bibliografia Complementar 
MICHALISZYN, Mário Sérgio. Fundamentos socioantropológicos da 
educação. Curitiba: IBPEX, 2010. 
2 
PP 
 
MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. São Paulo: Brasilense, 2004 2 
CASTRO, Claudio M. Os Tortuosos Caminhos da Educação Brasileira. Porto 
Alegre: Penso, 2013 
2 
APPLE, Michael W. Educação Crítica: análise Internacional, Porto Alegre: 
Penso, 2010 
2 
PILETTI, Nelson. Sociologia da Educação: do Positivismo aos Estudos 
Culturais, São Paulo: Atlas, 2010 
E book 
 
INTRODUÇÃO A PEDAGOGIA 
 
 
Bibliografia Básica 
ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: Penso, 
1998. 
9 
PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. PortoAlegre: 
penso, 2000. 
9 
ALVES, Nilda. Formação de professores: pensar, fazer. São Paulo: Ed.Cortez, 
2011. 
9 
Bibliografia Complementar 
SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: 
Cengage, 2011. 
2 
FLEURI, Reinaldo MatiaS. Educar para quê? São Paulo: Ed Cortez, 1997. 2 
PIMENTA, Selma Garrido. Didática e formação de professores. São Paulo: 
Ed. cortez, 2011. 
2 
MORANDI, Fran. Introdução a pedagogia. São Paulo. Ática. 2008. E-Book. E-Book. 
SANTOS, Suzana. Introdução a pedagogia. São Paulo. Pearson Education do 
Brasil.2016. E-Book. 
E-Book. 
 
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO 
 
 
PP 
 
 
 
Bibliografia Básica 
LORIERI, M. A. Filosofia: fundamentos e métodos. Rio de Janeiro: Cortez, 
2002. 
9 
CASTRO, Eder Alonso. Educando para o pensar. São Paulo: Cengage, 2011. 8 
SILVA, Tomaz Tadeu. O sujeito da educação: estudos focaultianos. 
Petrópolis: Vozes, 2011. 
8 
Bibliografia Complementar 
CHAUI, M. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2003. 2 
MARCONDES, Danilo. Filosofia, linguagem e comunicação. 4º ed. São 
Paulo: Cortez, 2001 
2 
VASCONCELOS, José Antônio. Fundamentos filosóficos da educação. 
Curitiba: Intersaberes, 2012 
2 
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofia da educação. São Paulo: 
Moderna, 2006 
2 
BUZZI, Arcangelo. Introdução ao pensar. Petrópolis: Vozes, 2012 2 
GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. A aventura da filosofia de parmênides a 
Nietzsche. Barueri, SP: Manle, 2010 
E-book. 
 
DESENVOLVIMENTO PESSOAL E EMPREGABILIDADE 
 
 
 
Bibliografia Básica 
KANAANE, Roberto. Comportamento humano nas organizações o homem 
rumo ao século XXI. 2. São Paulo atlas 2015. 
9 
DUTRA, joel souza. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e 
perspectivas. 1. Ed. ; 13. Reimp. São Paulo, SP: atlas, 2014. 
8 
PP 
 
MARRAS, jean pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao 
estratégico. 14. Ed. São paulo, sp: saraiva, 2011. 
8 
Bibliografia Complementar 
FIDELIS, gilson josé. Gestão de recursos humanos tradicional e estratégica. 2. 
São Paulo erica 2007. 
2 
CHIAVENATO, idalberto. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal: 
como agregar talentos à empresa. 5. Ed. São paulo: atlas, 2004. 
4 
SILVA, Marilene luzia da. Administração de departamento de pessoal. 5. Ed. 
Rev. São paulo, sp: érica, 2006. 
2 
DRUCKER, Peter ferdinand. Inovação e espírito empreendedor: 
entrepreneurship : prática e princípios. São paulo: pioneira, 2015. 
2 
DAVIS, keith. Comportamento humano no trabalho: volume 1: uma 
abordagem psicológica. São paulo: pioneira thomson learning, 1992 
2 
BARDUCHI, Ana Lucia Jankovic. Empregabilidade: competências pessoais e 
profissionais, São APulo: Pearson, 2009 
E-BOOK 
 
 
POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO 
 
Bibliografia Básica 
DALLARI, Dalmo de Abreu. O que é participação política? São Paulo: 
Brasiliense, 2004. 
8 
SANTOS, Pablo dos. Guia prático da política educacional no Brasil. São 
Paulo: Cengage, 2014. 
8 
ALBUQUERQUE DE VICTOR, Rodrigo. Judicialização de políticas públicas 
para a educação infantil. São Paulo: Saraiva, 2011 
 
9 
Bibliografia Complementar 
PEDRINI, Dalila Maria. Controle social de políticas públicas. São Paulo: Ed. 
Paulus, 2007. 
2 
PP 
 
SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. Campinas: Ed. autores associados, 
2007 
2 
PERNAMBUCO, SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO. Boas 
práticas de gestão, Vol 2. Recife: Publix, 2014. 
2 
PERNAMBUCO, SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO. Boas 
práticas de gestão, Vol 2. Recife: Publix, 2014. 
2 
FRAUCHES, Celso da Costa. Lei n.9.394, de 20 de dezembro de 1996. 
ILAPE, Brasília, 2003. 
E-Book. 
OLIVEIRA, Maria Auxiliadora Monteiro.Políticas públicas para o ensino 
profissional :o processo de desmantelamento dos Cefets. Campinas. São Paulo. 
Papirus. 2015. 
E-Book. 
2 º PERÍODO 
 
 
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO 
 
Bibliografia Básica 
HILSDORF, Maria Lucia. História da educação brasileira: leituras. São Paulo: 
Cengage, 2015 
9 
NETO, Alexandre Shigunov. História da educação brasileira. São Paulo: Atlas, 
2015 
9 
RODRIGUES, José Roberto Gomes. Pedagogia e Ensino de História da 
Educação. São Paulo: Liber livro, 2012 
9 
Bibliografia Complementar 
NASCIMENTO, Ester Fraga Vilas-bôas Carvalho. O Ensino e a Pesquisa em 
História da Educação. Maceió: Edufal, 2011 
2 
ABRAHÃO, Maria Helena Menna Barreto. Destacados educadores brasileiros: 
suas histórias, nossa história. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2016 
E-book. 
STEPHANOU, Maria. História e memória da educação no Brasil: século XX. 
Vol.3. Petrópolis: Vozes, 2011. 
E-book. 
PP 
 
STEPHANOU, Maria. História e memória da educação no Brasil: século XIX. 
Vol.2. Petrópolis: Vozes, 2011. 
E-book. 
STEPHANOU, Maria. História e memória da educação no Brasil: séculos 
XVI - XVIII. Vol. 1 Petrópolis: Vozes, 2011. 
E-book. 
 
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS 
 
 
 
Bibliografia Básica 
RAYO, José Tuvilla. Educação em Direitos Humanos. Porto Alegre: penso, 
2003 
9 
SIQUEIRA JUNIOR, Paulo Hamilton. Direitos humanos: liberdades públicas 
e cidadania. São Paulo: Saraiva, 2016 
9 
GORCZEVSKI, Clovis. Educar para os direitos humanos: considerações, 
obstáculos, propostas. São Paulo: Atlas, 2015. 
8 
Bibliografia complementar 
COMPARATO, Fábio Konder. A Afirmação Histórica Dos Direitos Humanos. 
São Paulo: Saraiva, 2017 
2 
VON BOGDANDY, Armin. Estudos Avançados de Direitos Humanos. São 
Paulo: forense, 2012 
 
2 
DESLANDES, Keila. Formação de professores e direitos humanos. Ouro 
preto: UFOP, 2015. 
E-book 
CHAUÍ, Marilena. Sobre a violência. São Paulo: Autentica, 2017. E-book. 
AFONSO, Maria Lúcia Miranda: ABADE, Flávia Lemos. Jogos para pensar: 
Educação em Direitos Humanos formação para a cidadania. 1 ed. Belo 
Horizonte. Autentica editora. Ouro Preto. Minas Gerais 2013. 
E-book. 
DIDÁTICA 
 
 
PP 
 
Bibliografia Básica 
 
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita. Rio de janeiro: Bertrand, 2014 8 
GIACAGLIA, Lia R. Orientação educacional na prática. São Paulo: Cengage, 
2014 
8 
LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 
2010 
9 
Bibliografia Complementar 
VEIGA, Ilma. Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 2012. 2 
SVINICK, Marilia. Dicas de ensino. São Paulo: Cengage, 2012 2 
CANDAU, Vera M. Rumo à uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 2014. 2 
CASTRO, Amélia. Ensinar a ensinar. São Paulo: Cengage, 2014 2 
PIMENTA, Selma Garrido. Didática e formação de professores. São Paulo: 
Ed. Cortez, 2011. 
2 
CANDAU, Vera M. A didática em questão. Petrópolis: vozes, 2011 E-book. 
LIBRAS 
 
 
Bibliografia Básica 
Quadros, Ronice Müller de. Língua de Herança. Porto Alegre: Penso, 2017 8 
Quadros, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira. São Paulo: Artmed, 
2003 
8 
Quadros, Ronice Muller de. Língua de sinais. Porto Alegre: Penso, 2010 
9 
Bibliografia Complementar 
GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? São Paulo: Ed. Parábola, 2009. 2 
Quadros, Ronice Muller de. Educação de surdos. São Paulo: Artmed, 1997 2 
PP 
 
ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Atividades ilustradas em sinais da libras. 
São Paulo: Revinter, 2013. 
2 
BAGGIO, Maria Auxiliadora. Libras. Curitiba: Intersaberes, 2017 E-book. 
LUCHESI, Maria Regina C. Educação de pessoas surdas: experiências vividas, 
histórias narradas. 4. Ed. Campinas: Papirus, 2012 
E-book. 
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO 
 
 
Bibliografia Básica 
ESPADA, José Pedro. Técnicas de grupo: recursos práticos para educação. 
Petropolis: Vozes, 2010 
8 
VIGOTSKI, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 
2007 
9 
DELVAL, Juan. O desenvolvimento psicológico humano. Petrópolis, RJ: 
Vozes, 2013. 
E-book 
Bibliografia Complementar 
RAPPAPORT, Clara Regina. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: 
EPU, 1982 
2 
COLL, César. Desenvolvimento psicológico e educação. Vol. 1. São Paulo: 
Artmed, 2004 
2 
BIAGGIO, Ângela M Brasil. Psicologia dodesenvolvimento. Petrópolis: 
Vozes, 2011 
2 
BEE, Helen. A Criança em Desenvolvimento. São Paulo: Artmed, 2011. 2 
COELHO, Wilson Ferreira. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: 
Pearson, 2014. 
E-book. 
MAIA, Christiane M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. 
Curitiba: intersabres, 2017. 
E-book. 
 
ORGANIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO 
 
 
PP 
 
Bibliografia Básica 
SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: 
Cengage, 2011. 
9 
BRASIL. Governo Federal. Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Rio de 
Janeiro: Saraiva, 2013. 
9 
Silva Machado Bispo Dos Santos, Pablo. Guia Prático da Política Educacional 
No Brasil. São Paulo: Cengage, 2014 
8 
HEIN. Ana Catarina Angeloni. Organização e legislação da educação. São 
Paulo : Perterson Educacion do Brasil. 2016. 
E-Book 
Bibliografia Complementar 
ALBUQUERQUE DE VICTOR, Rodrigo. Judicialização de políticas públicas 
para a educação infantil. São Paulo: Saraiva, 2011 
2 
BESLEY, Tina. Por que Foucault? Novas Diretrizes para a Pesquisa 
Educacional. Porto Alegre, Penso: 2008. 
 
2 
Sudbrack , Roberta. Rosa-dos-ventos. Traços Da Formação Docente Pôs-LDB. 
Porto Alegre: UFRGS, 2009 
 
2 
ZOCCOLI, Marolise Monteiro de Souza. Educação superior brasileira: 
Políticas e legislação. Curitiba: InterSaberes. 2012. 
E Book 
DEMO, Pedro. A nova LDB: ranços e avanços. Campinas, SP. : Papirus. 1997. E- Book 
PAIXÃO, Claudiane Reis. Avaliação. São Paulo: Pearson Education do Brasil. 
2016 E-Book. 
E Book 
3º Período 
 
 
FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO 
 
 
 
 
PP 
 
Bibliografía básica 
SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira. São Paulo: 
Cengage, 2011. 
9 
Gonzalez-Mena, Janet. Fundamentos da Educação Infantil. São Paulo: Mc 
Graw Hill, 2015 
 
9 
Parente, Cláudia da Mota Darós .A Formação de Professores e Seus Desafios 
Frente Às Mudanças Sociais, Políticas e Tecnológicas. Porto Alegre: Penso, 
2014 
9 
 
Bibliografia complementar 
 
ALVES, Nilda. Formação de professores: pensar, fazer. São Paulo: Ed.Cortez, 
2011. 
2 
SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. Campinas: Ed. autores associados, 
2007 
2 
GIACAGLIA, Lia R. Orientação educacional na prática. São Paulo: Cengage, 
2014 
2 
Marques, Sílvio César Moral. Fundamentos de educação: recortes e 
discussões. Vol. 6 Rio de Janeiro: Paço editorial, 2017. 
2 
GONÇALVES, Nádia Garafatto. Fundamentos históricos e filosóficos da 
educação brasileira. Curitiba. InterSaberes. 2012. 
E-book. 
 
 METODOLOGIA DA PESQUISA 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 
COSTA, M.A.F, COSTA, M.F.B. Metodologia da Pesquisa. Rio de Janeiro. 
Interciência, 2001. 
9 
LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. 5. Ed. São Paulo: 2007. 9 
PP 
 
OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer: projetos, relatórios, monografias, 
dissertações e teses. 2. Ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2003. 
8 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: 
cortez, 2007. 
2 
LAKATOS, E.M. MARCONI, M DE A. Metodologia do trabalho científico, 
6. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 
2 
VIEIRA, S.; HOSSNE, W.S. Metodologia científica para área de saúde. Rio de 
Janeiro: Elsevier, 2001. 
2 
BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. 
Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 
2007. 
E-book 
MELLO, Cleyson de Moraes Metodologia Científica: Fundamentos, Métodos 
e Técnicas. Rio de janeiro: Freitas Bastos, 2016 
E-book. 
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM 
 
 
 
Bibliografia Básica 
 ANTUNES, Celso. Jogos para estimulação de múltiplas inteligências. 
Petropolis: Vozes, 2014 
9 
Le François, Guy. Teorias de aprendizagem. São Paulo: Cengage, 2012. 8 
GOULART, Iris B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos... 
Petrópolis: Vozes,2014 
8 
Bibliografia Complementar 
TARDELLI, Denise. O cotidiano da escola. São Paulo: Cengage, 2011 2 
REGO, Tereza C. Vigotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. 
Petrópolis: Vozes, 2014 
2 
BIAGGIO, Angela M Brasil. Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: 
Vozes, 2011 
2 
PP 
 
Illeris, Knud. Teorias Contemporâneas da Aprendizagem. 
Porto Alegrre: penso, 2013 
2 
COELHO, Wilson Ferreira. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: 
Pearson, 2014. 
E-book. 
MAIA, Christiane M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. 
Curitiba: intersabres, 2017. 
E-book. 
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 
 
 
 
Bibliografia Básica 
FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. ed. com. 
Porto Alegre: Artmed, 1999 
9 
Morais, José. Alfabetizar para A Democracia. Porto Alegre: Penso, 2014 9 
Nunes, Terezinha. Leitura e Ortografia: além dos primeiros passos. Porto 
Alegre: Penso, 2014 
 
9 
Bibliografia Complementar 
TERDELLI, Denise. Formadores da criança e do jovem. São Paulo: Cengage, 
2014 
2 
CITELLI, Beatriz. Produção de textos no ensino fundamental. São Paulo: 
Cortez, 2009 
2 
KRAMER, Sonia. Alfabetização, leitura e escrita. São Paulo: Ática, 2001. 2 
ALVES, Nilda. Formação de professores: pensar, fazer. São Paulo: Ed.Cortez, 
2011. 
2 
HEIN, Ana Catarina Angelone. Alfabetização e letramento. São Paulo. 
Pearson Education do Brasil. 2016. 
E- Book 
SOARES, Magna. Letramento: um tema três gêneros. 3. ed. Belo Horizonte ; 
Autentica Editora. 2014.. 
E- Book 
PP 
 
FARRACO, Carlos Alberto. Linguagem escrita e alfabetização. São Paulo. 
Contexto 2012. 
E- Book 
 
 CURRÍCULOS, PROGRAMAS E PROJETOS PEDAGÓGICOS 
 
 
 
Bibliografia Básica 
SACRISTAN, J. Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3 ed. 
Porto Alegre: ArtMed, 1998. 9788584290956 
9 
 ALVAREZ, M. N. et al. Valores e temas transversais no currículo. Porto 
Alegre: Penso, 2004. v. 5. 
9 
Apple,Michael W.; Buras,Kristen L. Currículo , Poder e Lutas Educacionais : 
Com a Palavra , os Subalternos. São Paulo: Artmed, 2007. 
8 
Bibliografia Complementar 
Ferraço,Carlos Eduardo. Currículo e Educação Básica. Rio de Janeiro: 
Rovelle, 2011. 
2 
BRANDALISE, Mary Ângela Teixeira. CURRÍCULO E PRÁTICAS 
PEDAGÓGICAS. Ponta Grossa: UEPG, 2007. 
2 
Feitosa , Raphael Alves. Ensino, Currículos E Formação Docente. Rio de 
Janeiro: Paço Editorial, 2015 
2 
DIAS, Fatima R. T. de Salles; FARIA, Vitória L. Barreto de. Currículo na 
educação infantil: diálogo com os demais elementos da proposta pedagógica. 
São Paulo: Scipione, 2011. 
E-book. 
PORTO, Humberta (org.). Currículos, programas e projetos pedagógicos. São 
Paulo: Pearson Education, 2017. 
E-book. 
 
EDUCAÇÃO INFANTIL 
 
 
 
PP 
 
Bibliografia Básica 
SANTOS, Santa Marli Pires dos. O brincar na escola. Petropolis: Vozes, 2014. 9 
KISHIMOTO, Tizuko M. O brincar e suas teorias. São Paulo: Cengage, 2014 
8 
MILLER, Darla Ferris. Orientação infantil. São Paulo: Cengage Learning, 
2012. 
9 
Bibliografia Complementar 
AWAD, Hani. Brinque jogue, cante e encante com a recreação. São Paulo: Ed. 
Fontoura, 2012 
2 
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil. São Paulo: 
Cengage Learning, 2013. 
2 
Rappaport, Andrea. O Dia A Dia na Educação Infantil. São Paulo: ed. 
Mediação, 2012. 
 
2 
Fullgraf, Jodete Educação Infantil: projetos e Práticas Pedagógicas. 
São Paulo: Liber livro, 2014 
2 
MALUF, Angela C. M. Atividades lúdicas para educação infantil. Petrópolis: 
vozes, 2014. 
E-book. 
DUPRAT, Maria Carolina. Ludicidade na educação infantil. São Paulo: 
Pearson, 2012. 
E-book. 
4º PERÍODO 
 
EDUCAÇÃO POPULAR 
 
 
Bibliografia Básica 
 
GARCIA, Regina L. Alfabetização dos alunos das classes populares - ainda 
um desafio. São Paulo: Cortez, 2010. 
 
9 
PP 
 
WAINWRIGHT, HILARY. Poder popular no século xxi. São Paulo: Ed. 
xamã, 2005. 
9 
APPLE, Michael W. Educação Crítica: análise Internacional, Porto Alegre: 
Penso, 2010 
9 
Bibliografia Complementar 
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. São Paulo: Ed. Paz e 
Terra, 2014

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