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Fórmulas
Nutrição e Dietética
Sumário
1. ÍNDICE DE MASSA CORPÓREA (IMC)................................................................................3
2. METROPOLITAN LIFE ...............................................................................................................7
3. FÓRMULA DE LORENTZ ..........................................................................................................8
4. NECESSIDADES E RECOMENDAÇÕES DIETÉTICAS .......................................................9
5. DETERMINAÇÃO DO GET ......................................................................................................13
6. EQUAÇÕES DE PREDIÇÃO ....................................................................................................18
7. DISTRIBUIÇÃO CALÓRICA E PERCENTUAL DOS MACRONUTRIENTES ....................41
8. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL POR REFEIÇÃO .................................................................45
9. CÁLCULOS DE NECESSIDADE PROTEICA .........................................................................45
10. RECOMENDAÇÕES DE CONSUMO DE NUTRIENTES PARA PREVENÇÃO DE 
DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS .....................................................................49
11. NPU E NDPKCAL ...................................................................................................................50
Serviço Social
3
PESO 
Peso teórico: definido como aquele peso adequado a um indivíduo em função de 
critérios como altura, sexo, idade e biótipo.
Peso atual: o indivíduo deverá posicionar-se em pé, no centro da balança, descalço com 
roupas leves. Peso que o indivíduo apresenta no momento.
Peso usual: é utilizado como referência na avaliação das mudanças recentes de peso e 
em casos de impossibilidade de se medir o peso atual. É o peso habitual do indivíduo.
 ƒ O peso corporal representa a soma da massa de tecidos (gordura, proteínas e ossos) 
e de água.
 ƒ O peso também pode ser estimado a partir de dados da circunferência da pantur-
rilha, altura do joelho, circunferência do braço e outros.
 ƒ A avaliação do peso corporal pode ser feita com base no IMC.
CÁLCULO DO PESO IDEAL OU PESO ESPERADO
1. ÍNDICE DE MASSA CORPÓREA (IMC)
1.1 Adultos
IMC = Peso (kg)
 Altura (m)2
Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS) (2000)1
 
Manual de Estágio
4
Tabela 1 – Classificação do IMC para adultos de ambos os sexos
Classificação do IMC
< 18,5 = abaixo do peso (desnutrição)
18,5 – 24,99 = normal (eutrófico)
25,0 – 29,99 = pré-obeso
30,0 – 34,99 = obesidade I
35,0 – 39,99 = obesidade II
≥ 40,0 = obesidade III
Fonte: OMS (2000)1
Exemplo
Um indivíduo de 30 anos apresenta altura de 1,68 m e peso de 68 kg. Calcule e classifique 
o IMC.
IMC = Peso (kg) Logo: __68 kg__ =__68 kg__ = 24,0 kg/m2
 Altura² (m) (1,68 x 1,68) 2,8224
Classificação = eutrófico
Serviço Social
5
1.2 Idosos
Tabela 2 – Classificação do estado nutricional, segundo IMC
Classificação IMC (kg/m2)
Baixo peso < 23
Eutrofia 23 – 27,9
Sobrepeso 28 – 29,9
Obesidade ≥ 30
Fonte: LIPSCHITZ (1994)2
1.3 Peso teórico
Peso ideal = IMC ideal (kg/m2) x estatura (m2)
Fonte: OMS (2000)1
Cálculo do IMC e dos pesos teóricos, baseado no IMC proposto pela WHO (2000).
1.3.1 Pesos mínimo, médio e máximo para adultos
1 Peso mínimo = IMC = 18,5 kg/m2
2 Peso médio = 
3 Peso máximo = IMC = 24,9 kg/m2
Manual de Estágio
6
 ƒ Com o IMC é possível calcular a faixa de variação de peso considerada normal para 
um indivíduo.
 ƒ Peso teórico (mínimo, médio e máximo): peso que cada indivíduo pode ter dentro da 
classificação de normalidade (eutrofia).
Exemplo
Indivíduo do sexo masculino, 35 anos, 1,74 m e 56 kg. Calcule os pesos teórico, médio 
e máximo.
IMC = 56/(1,74)2 = 18,5 kg/m2
PT mínimo = 18,5 x (1,74)2 = 55,99 kg
PT médio = 21,7 x (1,74)2 = 65,68 kg
PT máximo = 24,9 x (1,74)2 = 75,37 kg
1.3.2 Pesos mínimo, médio e máximo para idosos
1 Peso mínimo = IMC = 23 kg/m2
2 Peso médio = 
3 Peso máximo = IMC = 27,9 kg/m2
Fonte: OMS (2000)1
Por meio desses resultados, pode-se afirmar 
que o indivíduo está com déficit de peso de, 
aproximadamente, 4 kg em relação ao seu 
peso teórico mínimo.
Serviço Social
7
2. METROPOLITAN LIFE
Compleição = _____Estatura (cm)____
 Perímetro de punho (cm)
Tabela 3 – Compleição física
Compleição física Grande Média Pequena
C = E (cm) Homens < 9,6 9,6 – 10,4 > 10,4
PP (cm) Mulheres < 10,1 10,1 – 11,0 > 11,0
Fonte: Metropolitan heigh and weight (1983)3
Tabela 4 – Classificação da compleição física, segundo Metropolitan Life
METROPOLITAN LIFE, 1983
 HOMEM MULHER
Alt.(cm) Peq. Méd. Gran. Alt.(cm) Peq. Méd. Gran.
157 57-60 59-63 62-67 147 46-50 49-54 53-59
159 58-61 60-64 63-69 150 46-51 50-55 54-60
162 59-62 61-65 64-70 152 47-52 51-57 55-61
165 60-63 62-66 65-72 155 48-53 52-58 56-63
167 61-64 63-68 66-74 157 49-54 53-59 57-64
170 62-65 64-69 67-75 160 50-56 54-61 59-66
172 63-66 65-70 68-77 162 51-57 56-62 60-68
175 64-67 66-72 70-79 165 52-58 57-63 61-70
177 65-69 68-73 71-81 167 54-60 58-65 63-71
180 66-70 69-75 72-83 170 55-61 60-66 64-73
183 67-72 70-76 74-85 172 56-62 61-67 66-75
185 68-74 72-78 75-86 175 58-64 62-69 67-76
187 70-75 74-80 77-88 178 59-65 64-70 68-78
190 71-77 75-82 79-91 180 61-66 65-71 70-79
192 73-79 77-84 81-93 183 62-68 66-73 71-80
Fonte: Metropolitan heigh and weight (1983)3
Manual de Estágio
8
3. FÓRMULA DE LORENTZ
 
Peso ideal = (A – 100) – (A – 150) ± 5
 4
A (altura) = cm
 Obs.: + 5 para estrutura grande
 - 5 para estrutura pequena
 = não acrescentar valores para estrutura média
Fonte: AUGUSTO et al, 19954
Exemplo
Uma mulher com 1,70 m de altura e circunferência de 14 cm para o pulso do braço não 
dominante:
Estrutura = 170(cm)/ 14(cm) = 12,14 (pequena)
Peso ideal = (170 – 100) – (170 – 150) – 5 = 60 kg
 4 
Serviço Social
9
4. NECESSIDADES E RECOMENDAÇÕES DIETÉTICAS 
4.1 Necessidade energética
É a quantidade de energia, na forma de calorias (kcal), necessária para o crescimento 
e a manutenção das funções vitais de um indivíduo de acordo com sua idade, sexo, 
massa corporal, estatura e grau de atividade física. Em situações especiais, como infância, 
gestação e lactação; as necessidades energéticas devem ser apropriadas para a correta 
manutenção do organismo. Em processos patológicos, o consumo de energia também deve 
ser avaliado e considerado de acordo com o gasto energético. É importante enfatizar que 
pessoas doentes ou que sofreram trauma podem ter seu consumo energético aumentado 
ou diminuído. Além disso, a composição corporal do indivíduo é um fator determinante para 
adequação ou inadequação energética. Por exemplo, uma pessoa com maior quantidade de 
massa magra corporal do que de massa gorda, ou vice-versa, pode necessitar de consumo 
energético diferente em comparação com uma pessoa normal.
4.2 Componentes dos gastos energéticos
Os três componentes que formam o gasto energético total (GET) diário de uma pessoa 
são o gasto energético basal (GEB) ou taxa de metabolismo basal (TMB), o efeito térmico 
do alimento (ETA) e a termogênese por atividade (TA).
4.3 Estimativa do GEB (Gasto Energético Basal)
Na sequência serão apresentadas equações para estimar o GEB de indivíduos a partir do 
pesocorporal (kcal/dia), segundo gênero, faixa etária e peso corpóreo. 
Manual de Estágio
10
4.3.1 Principais fórmulas para cálculo do GEB
4.3.1.1 Cálculo pelo método da FAO/OMS (2004)
Quadro 1 – Fórmulas para calcular o gasto energético basal (GEB) de adultos sadios, 
segundo sexo e idade usando o peso corporal (FAO/OMS, 2004)
IDADE HOMENS – GEB/DIA kcal/kg MULHERES – GEB/DIA kcal/kg
kcal/kg (59,512 x peso kg) – 30,4 70 (58,317 x peso kg) – 31,1 59
3 – 10 anos (22,706 x peso kg) + 504,3 67 (20,315 x peso kg) + 485,9 70
10 – 18 anos (17,686 x peso kg) + 658,2 105 (13,384 x peso kg) + 692,6 111
18 – 30 anos (15,057 x peso kg) + 692,2 153 (14,818 x peso kg) + 486,6 119
30 – 60 anos (11,472 x peso kg) + 873,1 167 (8,126 x peso kg) + 845,6 111
> 60 anos (11,711 x peso kg) + 587,7 164 (9,082 x peso kg) + 658,5 108
Quadro 2 – Fator Atividade Física (FAF) (FAO/OMS, 2004)
Natureza da atividade FAF
Sedentária ou leve 1,53
Ativa 1,76
Muito ativa 2,225
Serviço Social
11
4.3.1.2 Equações de Harris Benedict (1919) (utilizadas, principalmente, em 
indivíduos enfermos)
Homens: 66 + (13,7 × peso) + (5 × estatura) − (6,8 × idade) 
Mulheres: 655 + (9,6 × peso) + (1,8 × estatura) − (4,7 × idade)
Em que: 
 ƒ peso = kg
 ƒ estatura = centímetros
 ƒ idade = anos
4.3.2 Outras fórmulas para cálculo do GEB
 4.3.2.1 Equações de Mifflin-St. Jeor (Carvalho e col., 20125)
Homens: kcal/dia = 10 (massa corporal) + 6,25 (estatura) − 5 (idade) + 5
Mulheres: kcal/dia = 10 (massa corporal) + 6,25 (estatura) − 5 (idade) + 161
Em que: 
 ƒ massa corporal = massa corporal real do corpo em quilogramas
 ƒ estatura = centímetros
 ƒ idade = anos
 ƒ Mifflin: adequada apenas para indivíduos entre 19 e 78 anos
Manual de Estágio
12
4.3.2.2 SBAN 
Tabela 5 – Equações para cálculo de GEB, segundo SBAN (1990)
Idade Homem Mulher
18 – 30 15,3 x P + 679 14,7 x P + 496
30 – 60 11,6 x P + 879 8,7 x P + 829
> 60 13,5 x P + 487 10,5 x P + 596
P = kg
Fonte: SBAN (1990)6
4.3.2.3 OMS (1985)
Tabela 6 – Equações para cálculo de GEB, segundo OMS (1985)
Idade (anos) Homens Mulheres
10-18 17,5 x P + 651 12,2 x p + 746
18-30 15,3 x P + 679 14,7 x P + 496
30-60 11,6 x P + 879 8,7 x P + 829
60 – ou mais 13,5 x P + 487 10,5 x P + 596
Fonte: FAO/OMS/UNU (1985)7
Serviço Social
13
4.3.2.4 OMS (1999)
Tabela 7 – Equações para cálculo de GEB, segundo OMS (1999)
Homem 10-18 16,6 P + 77 A + 572
18-30 15,4 P – 27 A + 717
30-60 11,3 P + 16 A + 901
> 60 8,8 P + 1128 A – 1071
P = kg / A = m
Mulher 10-18 7,4 P + 482 A + 217
18-30 13,3 P + 334 A + 35
30-60 8,7 P – 25 A + 865
> 60 9,2 P + 637 A – 302
Fonte: FAO/OMS/UNU (1999)8
5. DETERMINAÇÃO DO GET
Para determinação do GET, é necessário estimar o GEB e acrescentar os fatores adicionais 
para o ETA e as atividades. Uma maneira simplificada de estimar adicionais por atividade 
física ao GEB é usar estimativas do grau de atividade física, que serão, então, multiplicadas 
pelo GEB medido ou estimado. Para estimar o GET para a atividade mínima, deve-se 
aumentar o GEB em 10% a 20%; para atividade moderada, aumentar o GEB em 25% a 
40%; para atividades extenuantes, aumentar o GEB em 45% a 60%. 
 ƒ Para se obter a Necessidade Energética Total (NET) ou GET é considerada ao GEB (ou 
TMB – Taxa Metabólica Basal) a energia gasta com a prática de atividades, ou seja, cal-
cular o GEB e multiplicar pela atividade física:
 NET = GEB x FA
Manual de Estágio
14
Quadro 3 – Fatores para estimar a recomendação de energia diária em diferentes 
níveis de atividade física
Atividade Fator atividade
Homens Mulheres
Muito leve
Leve
Moderada
Pesada
Muito pesada
1,3
1,6
1,7
2,1
2,4
1,3
1,5
1,6
1,9
2,2
Fonte: Food and Nutrition Board (1989)9
Serviço Social
15
Quadro 4 – Classificação das atividades físicas
LEVES
Atividades realizadas em pé ou sentado
Trabalho de laboratório ou escritório
A maioria dos profissionais liberais (médicos, arquitetos, advogados, contadores)
Músicos, motoristas, professores, pintores de quadros
Costurar, passar, cozinhar, passar roupas
Garagistas, eletricistas, carpinteiros, impressores
Garçons e trabalhadores de restaurantes
Costureiros e alfaiates
Cuidar de crianças, lavar roupas
Donas de casa com aparelhos eletrodomésticos
Caminhar em superfícies planas
Golfe, tênis de mesa, vôlei, sinuca, bilhar, navegação
MODERADAS
Jardineiros, pescadores
Donas de casa sem aparelhos eletrodomésticos
Comerciários, estudantes
Carregar peso
Trabalhar com enxadas
Esquiar, jogar tênis, dançar, ciclismo, nadar
PESADAS OU INTENSAS
Caminhar carregando pesos, ladeira acima
Derrubar árvores
Trabalho manual em mineração
Carregadores, ferreiros, metalúrgicos
Recrutas e soldados do Exército na ativa
Basquete, futebol, alpinistas, dançarinos, natação, handebol, atletismo, remo, 
ginástica, marcha
Fonte: RDA (1989)10
Manual de Estágio
16
Para Harris Benedict, o GEB deve ser corrigido pelo fator atividade, pelo fator injúria ou 
estresse (FI ou FS) e pelo fator térmico (FT):
GET (ou VET ou VCT) = TBM x FA x FI x FT
Em que:
Fatores de atividade
Acamado 1,2
Acamado + móvel 1,25
Deambulante 1,3
Fonte: MARTINS (2000)11
Fatores de estresse (injúria)
Injúria Fator Injúria Fator
Jejum simples 0,85
Multitrauma 
(reabilitação)
1,5
Cirurgia menor 1,1 – 1,2 Multitrauma + sepse 1,6
Câncer 1,1 – 1,3 ITU, pneumonia 1,0 – 1,2
Infecção: leve 1,1 AVC 1,0 – 1,2
Moderada (sepse) 1,3 SIDA 1,8 – 2,1
Grave (tipo 
peritonite)
1,4
Queimaduras: SCQ 
(0– 20%)
1,1 – 1,5
Trauma: esquelético 1,4 SCQ (20 – 40%) 1,5 – 1,8
Fratura 1,2 SCQ (> 40%) 1,8 – 2,0
Cabeça 1,4 (comatoso) Febre 1,01 + 0,13 por ºC
1,6 (terapia com 
esteroides)
Desnutrição grave 1,5
Fonte: WAITZBERG e RODRIGUES (1995)12
Serviço Social
17
Fatores térmicos
38 ºC 1,1
39 ºC 1,2
40 ºC 1,3
41 ºC 1,4
Fonte: WAITZBERG e RODRIGUES (1995)12
5.1 Estimativa de kcal/kg de peso corporal – Fórmula de Bolso 
(Nessa situação, o fator injúria já está contemplado pelo valor energético estipulado)
Situação kcal/kg de peso/dia Situação kcal/kg de peso/dia
Indivíduo estável 20 – 22 kcal/kg Cirurgia eletiva 32 kcal/kg
Perda de peso 20 – 25 kcal/kg Politraumatismo 35 – 40 kcal/kg
Manutenção de peso 25 – 30 kcal/kg Sepse 25 – 30 kcal/kg
Ganho de peso 30 – 35 kcal/kg Hepatopata 30 – 40 kcal/kg
Nefropatas 30 – 35 kcal/kg
Fonte: FERRANNINI (1988); MARTINS (2000)11,13
Manual de Estágio
18
6. EQUAÇÕES DE PREDIÇÃO
Órgãos internacionais como a National Academy of Sciences (NAS), o Institute of 
Medicine (IOM) e o Food and Nutrition Board (FNB) definiram as necessidades energéticas 
estimadas para homens, mulheres, crianças e bebês; e para gestantes e lactantes. A 
Necessidade Energética Estimada (NEE) ou EER (Estimated Energy Requirement) é a média 
de ingestão de energia da dieta para manter esse equilíbrio em um adulto saudável, de 
acordo com idade, sexo, massa corporal, estatura e grau de atividades físicas ideais para a 
saúde. O quadro a seguir mostra os valores de referência média de ingestão dietética para 
pessoas saudáveis e ativas, de estatura, massa corporal e idade de referência para cada 
grupo etário. 
Quadro 5 – Valores de referência de ingestão dietética das DRIs para indivíduos ativos
Estágio da vida Critério NEE de NAF ativo (kcal/dia)a
Sexo masculino Sexo feminino
0-6 m
Gasto de energia + 
deposição de energia
570 520 (3 meses)
7-12 m
Gasto de energia + 
deposição de energia
743 676 (9meses)
1-2 a
Gasto de energia + 
deposição de energia
1.046 992 (24 meses)
3-8 a
Gasto de energia + 
deposição de energia
1.742 1.642 (6 anos)
9-13 a
Gasto de energia + 
deposição de energia
2.279 2.071 (11 anos)
14-18 a
Gasto de energia + 
deposição de energia
3.152 2.368 (16 anos)
> 18 a Gasto de energia 3.067b 2.403 (19 anos)
Serviço Social
19
Gestantes
14 a 18 a
Primeiro trimestre NEE adolescente do sexo 
feminino + alteração em 
TEE + deposição de 
energia da gravidez
2.368 (16 anos)
Segundo trimestre 2.708 (16 anos)
Terceiro trimestre 2.820 (16 anos)
19-50 a
Primeiro trimestre NEE adulta do sexo 
feminino + alteração 
em GTE + deposição de 
energia da gravidez
2.403b (19 anos)
Segundo trimestre 2.743b (19 anos)
Terceiro trimestre 2.855b (19 anos)
Lactantes
14-18 a
Primeiro semestre NEE adolescente do sexo 
feminino + débito de 
energia do leite – perda 
de peso
2.698 (16 anos)
Segundo semestre 2.768 (16 anos)
19-50 anos
Primeiro semestre NEE adulta do sexo femi-
nino + débito de energia 
do leite – perda de peso
2.733b (19 anos)
Segundo semestre 2.803b (19 anos)
Fonte: Institute of Medicine
Nota: para americanos e canadenses saudáveis ativos na altura e no peso de referência; 
aNAF = nível de atividade física; NEE = necessidade estimada de energia; GET = gasto 
total de energia; bSubtrair 10 kcal/dia para homens e 7 kcal/dia para mulheres, para 
cada ano de idade acima de 19 anos.
Fonte: PADOVANI, R. M.; et al. (2006, p. 753)14
Manual de Estágio
20
6.1 Equações de predição para quatro graus de atividade física
A seguir serão listadas as equações de predição de NEE para pessoas com massa corporal 
adequada. As equações de predição do GET também serão listadas para vários grupos com 
sobrepeso ou de obesos, bem como para a manutenção da massa corporal em meninas e 
meninos obesos.
6.1.1 Necessidades energéticas estimadas DRIs (2001) ou EER (Estimated Energy 
Requirement)
Quadro 6 – Equações de predição para quatro graus de atividade física†
NEE (EER) para bebês e crianças pequenas de 0 a 2 anos (dentro do percentil de 
massa corporal/estatura de 3 a 97)
NEE = GET‡ + deposição energética
0-3 meses (89 × massa corporal do bebê [kg] – 100) + 175 (kcal para deposição 
energética)
4-6 meses (89 × massa corporal do bebê [kg] – 100) + 56 (kcal para deposição energética)
7-12 meses (89 × massa corporal do bebê [kg] – 100) + 22 (kcal para deposição 
energética)
13-35 meses (89 × massa corporal do bebê [kg] – 100) + 20 (kcal para deposição 
energética)
NEE para meninos de 3 a 8 anos (dentro do percentil de massa corporal/estatura 
de 5 a 85 para IMC)§
NEE = GET‡ + deposição energética
NEE = 88,5 – 6,9 × idade (anos) + AF × (26,7 × massa corporal [kg] + 903 × estatura 
[m]) + 20 (kcal para deposição energética)
Serviço Social
21
NEE para meninos de 9 a 18 anos (dentro do percentil de massa corporal/
estatura de 5 a 85 para IMC)
NEE = GET + deposição energética
NEE = 88,5 – 61,9 × idade (anos) + AF × (26,7 × massa corporal [kg] + 903 × 
estatura [m]) + 25 (kcal para deposição energética)
Em que:
AF = coeficiente de atividade física para meninos de 3-18 anos
AF = 1 se GAF é estimado em ≥ 1 < 1,4 (sedentário)
AF = 1,13 se GAF é estimado em ≥ 1,4 < 1,6 (baixa atividade)
AF = 1,26 se GAF é estimado em ≥ 1,6 < 1,9 (ativo)
AF = 1,42 se GAF é estimado em ≥ 1,9 < 2,5 (muito ativo)
NEE para meninas de 3 a 8 anos (dentro do percentil de massa corporal/estatura 
de 5 a 85 para IMC)
NEE = GET + deposição energética
NEE = 135,3 – 30,8 × idade (anos) + AF × (10 × massa corporal [kg] + 934 × 
estatura [m]) + 20 (kcal para deposição energética)
Manual de Estágio
22
NEE para meninas de 9 a 18 anos (dentro do percentil de massa corporal/
estatura de 5 a 85 para IMC)
NEE = GET + deposição energética
NEE = 135,3 – 30,8 × idade (anos) + AF × (10 × massa corporal [kg] + 934 × 
estatura [m]) + 25 (kcal para deposição energética)
Em que:
AF = coeficiente de atividade física para meninas de 3-18 anos
AF = 1 (sedentário)
AF = 1,16 (baixa atividade)
AF = 1,31 (ativo)
AF = 1,56 (muito ativo)
NEE para homens com 19 anos ou mais (IMC entre 18,5 e 25 kg/m2)
NEE = GET
NEE = 662 – 9,53 × idade (anos) + AF × (15,91 × massa corporal [kg] + 539,6 × 
estatura [m])
Em que:
AF = coeficiente de atividade física: AF = 1 (sedentário)
AF = 1,11 (baixa atividade)
AF = 1,25 (ativo)
AF = 1,48 (muito ativo)
Serviço Social
23
Homens obesos e com sobrepeso com 19 anos ou mais (IMC ≥ 25 kg/m2)
GET = 1.086 – 10,1 × idade (anos) + AF × (13,7 × massa corporal [kg] + 416 × 
estatura [m])
Em que:
AF = coeficiente de atividade física
AF = 1 se o GAF for estimado em ≥ 1,0 < 1,4 (sedentário)
AF = 1,12 se GAF for estimado em ≥ 1,4 < 1,6 (baixa atividade)
AF = 1,29 se GAF for estimado em ≥ 1,6 < 1,9 (ativo)
AF = 1,59 se GAF for estimado em ≥ 1,9 < 2,5 (muito ativo)
Mulheres obesas e com sobrepeso com 19 anos ou mais (IMC ≥ 25 kg/m2)
GET = 448 – 7,95 × idade (anos) + AF × (11,4 × massa corporal [kg] + 619 ×
estatura [m])
Em que:
AF = coeficiente de atividade física
AF = 1 se o GAF for estimado em ≥ 1,0 < 1,4 (sedentário)
AF = 1,16 se GAF for estimado em ≥ 1,4 < 1,6 (baixa atividade)
AF = 1,27 se GAF for estimado em ≥ 1,6 < 1,9 (ativo)
AF = 1,44 se GAF for estimado em ≥ 1,9 < 2,5 (muito ativo)
Manual de Estágio
24
NEE para mulheres com 19 anos ou mais (IMC entre 18,5 e 25 kg/m2)
NEE = GET
NEE = 354 – 6,91 × idade (anos) + AF × (9,36 × massa corporal [kg] + 726 × 
estatura [m])
Em que:
AF = coeficiente de atividade física: AF = 1 (sedentário)
AF = 1,12 (baixa atividade)
AF = 1,27 (ativo)
AF = 1,45 (muito ativo)
NEE para gestantes
14-18 anos: NEE = NEE adolescente + deposição energética em gestantes
Primeiro trimestre = NEE adolescente + 0 (deposição energética em gestantes)
Segundo trimestre = NEE adolescente + 160 kcal (8 kcal/semana × 20 semanas) + 
180 kcal
Terceiro trimestre = NEE adolescente + 272 kcal (8 kcal/semana × 34 semanas) + 
180 kcal
19-50 anos: NEE = NEE adulto + deposição energética em gestantes 
Primeiro trimestre = NEE adulto + 0 (deposição energética em gestantes)
Segundo trimestre = NEE adulto + 160 kcal (8 kcal/semana × 20 semanas) + 180 kcal
Terceiro trimestre = NEE adulto + 272 kcal (8 kcal/semana × 34 semanas) + 180 kcal
Serviço Social
25
NEE para lactantes
14-18 anos: NEE = NEE adolescente + energia para a produção do leite – perda de 
massa corporal
Primeiros 6 meses = NEE adolescente + 500 − 170 (energia para a produção do leite 
– perda de massa corporal)
6 meses subsequentes = NEE adolescente + 400 − 0 (energia para a produção do leite 
– perda de massa corporal)
19-50 anos: NEE = NEE adulto + energia para a produção do leite – perda de massa 
corporal
Primeiros 6 meses = NEE adulto + 500 − 70 (energia para a produção do leite – perda 
de massa corporal)
6 meses subsequentes = NEE adulto + 400 − 0 (energia para a produção do leite – 
perda de massa corporal)
GET de manutenção de massa corporal para meninos de 3 a 18 anos com 
sobrepeso e com risco de sobrepeso (IMC > percentil 85 para sobrepeso)
GET = 114 – 50,9 × idade (anos) + AF × (19,5 × massa corporal [kg] + 1.161,4 ×
Estatura [m])
Em que:
AF = coeficiente de atividade física
AF = 1 se o GAF for estimado em ≥ 1,0 < 1,4 (sedentário)
AF = 1,12 se GAF for estimado em ≥ 1,4 < 1,6 (baixa atividade)
AF = 1,24 se GAF for estimado em ≥ 1,6 < 1,9 (ativo)
AF = 1,45 se GAF for estimado em ≥ 1,9 < 2,5 (muito ativo)
Manual de Estágio
26
GET de manutenção de massa corporal para meninas de 3 a 18 anos com 
sobrepeso e com risco de sobrepeso (IMC > percentil 85 parasobrepeso)
GET = 389 – 41,2 × idade (anos) + AF × (15 × massa corporal [kg] + 701,6 ×
estatura [m])
Em que:
AF = coeficiente de atividade física
AF = 1 se o GAF for estimado em ≥ 1,0 < 1,4 (sedentário)
AF = 1,18 se GAF for estimado em ≥ 1,4 < 1,6 (baixa atividade)
AF = 1,35 se GAF for estimado em ≥ 1,6 < 1,9 (ativo)
AF = 1,60 se GAF for estimado em ≥ 1,9 < 2,5 (muito ativo)
Homens eutróficos e com sobrepeso ou obesos com 19 anos ou mais 
(IMC ≥ 18,5 kg/m2)
GET = 864 – 9,72 × idade (anos) + AF × (14,2 × massa corporal [kg] + 503 ×
estatura [m])
Em que:
AF = coeficiente de atividade física
AF = 1 se o GAF for estimado em ≥ 1,0 < 1,4 (sedentário)
AF = 1,12 se GAF for estimado em ≥ 1,4 < 1,6 (baixa atividade)
AF = 1,27 se GAF for estimado em ≥ 1,6 < 1,9 (ativo)
AF = 1,54 se GAF for estimado em ≥ 1,9 < 2,5 (muito ativo)
Serviço Social
27
Mulheres eutróficas e com sobrepeso ou obesas com 19 anos ou mais (IMC ≥ 
18,5 kg/m2)
GET = 387 – 7,31 × idade (anos) + AF × (10,9 x massa corporal [kg] + 660,7 ×
estatura [m])
Em que:
AF = coeficiente de atividade física
AF = 1 se o GAF for estimado em ≥ 1,0 < 1,4 (sedentário)
AF = 1,14 se GAF for estimado em ≥ 1,4 < 1,6 (baixa atividade)
AF = 1,27 se GAF for estimado em ≥ 1,6 < 1,9 (ativo)
AF = 1,45 se GAF for estimado em ≥ 1,9 < 2,5 (muito ativo)
IMC: Índice de massa corporal; NEE: necessidade energética estimada; AF: atividade 
física;
GAF: grau de atividade física; GET: gasto total de energia.
O NEE é a ingestão dietética média prevista para manter o equilíbrio energético em 
um adulto saudável de determinada idade, sexo, massa corporal, estatura e grau de 
atividade física compatível com uma boa saúde. Em crianças, gestantes e lactantes; o 
NEE inclui as necessidades associadas à deposição de tecidos ou à secreção de leite em 
taxas compatíveis com uma boa saúde.
† GAF é o grau de atividade física que é a razão entre o gasto energético total e o gasto 
energético basal.
‡ GET é a soma do gasto energético em repouso, a energia gasta em atividades físicas 
e o efeito térmico do alimento.
§ IMC é determinado dividindo a massa corporal (em quilogramas) pelo quadrado da 
estatura (em metros).
Fonte: adaptado de: Institute of Medicine (2002)15
Manual de Estágio
28
6.1.2 Categorias de atividades em cinco níveis gerais como múltiplos do GEB
Quadro 7 – Fator de atividade para homens e mulheres, de 19 a 50 anos de idade
Nível de atividade geral
Fator de Atividade (FA)
Homem Mulher
Muito leve (digitar, laboratório, comércio, 
dirigir, cozinhar)
1,3 1,3
Leve (caminhada leve, limpeza doméstica, 
cuidar de crianças)
1,6 1,5
Moderado (caminhada, pedalar, carregar 
peso, jogar tênis, dançar)
1,7 1,6
Pesado (jogar basquete, futebol) 2,1 1,9
Excepcional (subir ladeira carregando peso) 2,4 2,2
Fonte: adaptado de: Food and Nutrition Board, RDA (1989)10
Serviço Social
29
6.1.3 Gasto energético bruto por atividade física realizada
Tabela 8 – Fator energético por atividade física, segundo gêneros
Homens Fator
Manutenção 1,4
Dormindo 1,0
Sentado tranquilamente 1,2
Em pé tranquilamente 1,4
Caminhar
 ƒ Passeando 2,5
 ƒ Lentamente 2,8
 ƒ Velocidade normal 3,2
 ƒ Carregando 10 kg 3,5
Ladeira acima
 ƒ Lentamente 4,7
 ƒ Velocidade normal 5,7
 ƒ Carregando 10 kg 6,7
 ƒ Rapidamente 7,5
Ladeira abaixo
 ƒ Lentamente 2,8
 ƒ Velocidade normal 3,1
 ƒ Carregando 10 kg 3,6
Jogando cartas 1,4
Costurando 1,5
Tecendo 2,1
Afiando faca 1,7
Afiando machado 2,2
Cozinhando 1,8
Limpeza doméstica leve 2,7
Limpeza doméstica moderada 3,7
Trabalho de escritório (sentado) 1,3
Trabalho de escritório (em pé, movendo-se) 1,6
Manual de Estágio
30
Indústria leve
 ƒ Gráfica 2,0
 ƒ Alfaiataria 2,5
 ƒ Sapataria 2,6
 ƒ Mecânica 3,6
 ƒ Carpintaria 3,5
 ƒ Ferramentas 3,1
 ƒ Eletricidade 3,1
 ƒ Química 3,5
 ƒ Trabalhos de laboratório 2,0
 ƒ Dirigir caminhões 1,4
Indústria de construção civil
 ƒ Trabalho de “peão” 5,2
 ƒ Colocação de ladrilhos 3,3
 ƒ Carpintaria 3,2
 ƒ Pintura 2,8
Agricultura mecanizada
 ƒ Dirigir tratores 2,1
 ƒ Alimentar animais 3,6
 ƒ Reparar cercas 5,0
 ƒ Carregar fardos 4,7
Agricultura tropical
 ƒ Ordenha manual 2,9
 ƒ Recolher e espalhar esterco 5,2
 ƒ Colheita de espigas 2,1
 ƒ Colheita de raízes 3,5
 ƒ Selecionar ajoelhado 1,6
 ƒ Cortar cana 6,5
 ƒ Varrer com ancinho 3,9
 ƒ Levantar fardos para pesar 3,7
 ƒ Carregar fardos 7,4
 ƒ Desmatar (de acordo com o terreno) 2,9 a 7,9
Serviço Social
31
 ƒ Cortar árvores 4,8
 ƒ Plantar árvores 4,1
 ƒ Podar árvores 7,3
 ƒ Cultivar plantas em viveiros 3,6
 ƒ Fazer cerca 3,6
 ƒ Amarrar estacas 2,7
 ƒ Cortar madeira para estacas 4,2
 ƒ Plantar 2,9
 ƒ Alimentar animais 3,6
 ƒ Escavar canais 5,5
Caça e pesca
 ƒ Remar na canoa 3,4
 ƒ Pescar em canoa 2,2
 ƒ Pescar com arpão 2,6
 ƒ Caçar aves 3,4
Cortar árvores com machado 7,5
Serrar com serra manual 7,5
Serrar com serra a motor 4,2
Fabricação de tijolos 3,0
 ƒ Amassar argila 2,7
 ƒ Peneirar a terra 4,4
 ƒ Carregar terra 6,2
 ƒ Escavar terras 5,7
Edificação
 ƒ Construir paredes de bambu 2,9
 ƒ Telhar a casa 2,9
 ƒ Cortar bambu 3,2
 ƒ Cortar troncos 4,1
 ƒ Colocar pisos 4,1
Veículos de pedal
 ƒ Pedalar com passageiros 8,5
 ƒ Pedalar sem passageiros 7,2
Manual de Estágio
32
Arrastar carretas
 ƒ Com carga 5,9
 ƒ Sem carga 5,3
Mineração
 ƒ Trabalho com picareta 6,0
 ƒ Trabalho com pás 5,7
 ƒ Construção de suportes para paredes 4,9
Forças Armadas
 ƒ Limpeza de material 2,4
 ƒ Instrução 3,2
 ƒ Marcha na selva 5,7
 ƒ Marcha em estradas 4,4
 ƒ Patrulha na selva 3,5
Pilotar helicóptero
 ƒ Voo normal 1,5
 ƒ Voo estacionário 1,6
 ƒ Verificações antes do voo 1,8
Atividades recreativas
 ƒ Sedentárias (jogo de carta etc.) 2,2
 ƒ Leves (bilhar, golfe, navegação à vela) 2,2 a 4,4
 ƒ Moderadas (dança, tênis, natação etc.) 4,4 a 6,6
 ƒ Pesadas (futebol, atletismo, remo etc.) 6,6 ou +
 ƒ Ginástica 6,0
Serviço Social
33
MULHERES
Manutenção 1,4
Dormindo 1,0
Sentada tranquilamente ou recostada 1,2
Costurando roupas 1,4
Tecendo 1,5
Caminhar
 ƒ Passeando 2,4
 ƒ Lentamente 3,0
 ƒ Carregando 10 kg 4,0
 ƒ Velocidade normal 3,4
Ladeira acima
 ƒ Velocidade normal 4,6
 ƒ Rapidamente 6,6
Ladeira abaixo
 ƒ Lentamente 2,3
 ƒ Velocidade normal 3,0
 ƒ Rapidamente 3,4
 ƒ Carregando 10 kg 4,6
 ƒ Limpeza leve 2,7
 ƒ Limpeza moderada 3,7
 ƒ Varrer a casa 3,0
 ƒ Varrer o pátio 3,5
 ƒ Lavar a roupa 3,0
 ƒ Passar a roupa 1,4
 ƒ Cuidar de crianças 2,2
 ƒ Em pé 1,5
 ƒ Lavar a louça 1,7
 ƒ Carregar água 4,1
 ƒ Cortar lenha com machado 4,3
 ƒ Cozinhar 1,8
 ƒ Coletar folhas 1,9
Manual de Estágio
34
 ƒ Pesca manual 3,9
 ƒ Pesca de caranguejos 4,5
 ƒ Triturar grãos com moinho de pedra 3,8
 ƒ Descascar frutos secos 1,9
 ƒ Trabalho de escritório 1,7
Indústria leve
 ƒ Padaria 2,5
 ƒ Ferramentas 2,7
 ƒ Fábrica de cerveja 2,9
 ƒ Química 2,9
 ƒ Elétrica 2,0
 ƒ Móveis 3,3
 ƒ Lavanderia 3,4
Agricultura
 ƒ Podar 3,8
 ƒ Cavar 4,6
 ƒ Plantar 3,9
 ƒ Trabalhos com enxada 4,4
 ƒ Coletar frutas 3,4
Atividades recreativas
 ƒ Sedentárias (jogo de cartas etc.) 2,1
 ƒ Leves 2,1 a 4,2
 ƒ Moderadas 4,2 a 6,3
 ƒ Intensas 6,3 ou +
 ƒ Ginástica 6,0
Serviço Social
35
6.1.4 FAO/OMS/UNU (United Nations University) (1985)
Tabela 9 – Fator atividade ocupacional, segundo idade e gênero
Idade (anos) Sexo
Atividade 
ocupacional
Fator relativo à 
atividade 
ocupacional (x MB)
18,1-30
M
Leve 1,55
Moderada 1,80
Intensa 2,10
F
Leve 1,55
Moderada 1,65
Intensa 1,80
30,1-65
M
Leve 1,55
Moderada 1,80
Intensa 2,10
F
Leve 1,55
Moderada 1,65
Intensa 1,80
> 65,1
M
Leve 1,40
Moderada 1,60
Intensa 1,90
F
Leve 1,40
Moderada 1,60
Intensa 1,80
Fonte: FAO/OMS/UNU (1985)7Manual de Estágio
36
NET = GEB X FATOR (FAO/OMS/UNU)
1,27 – acamado só alimento
1,4 – sedentário
atividade = tabela
Exemplos
1. Calcule a taxa metabólica basal (TMB) e o gasto energético total (GET) quando 
apresentar coeficiente de atividade física (AF) dos casos a seguir utilizando as fórmulas de 
Harris-Benedict e Mifflin: 
a) Idade: 26 anos
Sexo: feminino
Peso: 66 kg
Altura: 1,68 m
Harris-Benedict (mulheres): TMB (kcal/dia) = 655 + (9,6 x peso kg) + 
(1,7 x estatura cm) – (4,7 x idade em anos)
TMB = 655 + (9,6 x 66) + (1,7 x 168) – (4,7 x 26)
TMB= 655 + 633,6 + 285,6 – 122,2 = 1452 kcal/dia
Mifflin (mulheres): TMB (kcal/dia) = (10 x peso kg) + (6,25 x altura cm) – 
(5 x idade em anos) – 161
TMB = (10 x 66) + (6,25 x 168) – (5 x 26) – 161 
TMB = 660 + 1050 – 130 – 161
TMB = 1419 kcal/dia
Serviço Social
37
b) Idade: 79 anos
Sexo: masculino
Peso: 80,5 kg
Altura: 1,70 m
Harris-Benedict (homens): TMB (kcal/dia) = 66 + (13,7 x peso kg) + (5 x estatura cm) 
– (6,8 x idade em anos)
TMB = 66 + (13,7 x 80,5) + (5 x 170) – (6,8 x 79)
TMB = 66 + 1102,85 + 850 – 537,2
TMB = 1481,65 kcal/dia
Mifflin: adequada apenas para indivíduos entre 19 e 78 anos.
c) Idade: 30 anos
Sexo: masculino
Peso: 70 kg
Altura: 1,68 m
Atividade física: AF = 1,5
Harris-Benedict (homens): TMB (kcal/dia) = 66 + (13,7 x peso kg) + (5 x estatura cm) 
– (6,8 x idade em anos)
TMB = 66 + (13,7 x 70) + (5 x 168) – (6,8 x 30)
TMB = 66 + 959 + 840 – 204
TMB = 1661 kcal/dia
Manual de Estágio
38
GET = (TMR x AF) + 10% (ETA – efeito térmico dos alimentos)
GET = (1661 x 1,5) + 10%
GET = 2740,65 kcal/dia
Mifflin (homens): TMB (kcal/dia) = (10 x peso kg) + (6,25 x altura cm) – (5 x idade em 
anos) + 5
TMB = (10 x 70) + (6,25 x 168) – (5 x 30) + 5
TMB = 700 + 1050 – 150 + 5
TMB = 1605 kcal/dia
GET = (TMR x AF) + 10% (ETA)
GET = (1605 x 1,5) + 10%
GET = 2648,25 kcal/dia
2. Calcule a necessidade energética estimada (NEE) dos casos a seguir:
a) Idade: 29 anos
Sexo: masculino
Peso: 76 kg
Altura: 1,80 m
AF: 1,25
Serviço Social
39
NEE = 662 – 9,53 × idade (anos) + AF × (15,91 × massa corporal [kg] + 539,6 × 
estatura [m])
NEE = 662 – (9,53 × 29) + 1,25 × (15,91 × 76 + 539,6 × 1,80)
NEE = 662 – 273,37 + 1,25 × (1.209,16 + 971,28)
NEE = 3111,18 kcal
b) Idade: 32 anos
Sexo: feminino
Peso: 57 kg
Altura: 1,70 m
AF: 1,27
NEE = 354 – 6,91 × idade (anos) + AF × (9,36 × massa corporal [kg] + 726 × 
estatura [m])
NEE = 354 – (6,91 × 32) + 1,27 × (9,36 × 57 + 726 × 1,70)
NEE = 354 – 221,12 + 1,27 × (533,52 + 1.234,2)
NEE = 354 – 221,12 + 1,27 × (1.767,72)
NEE = 354 – 221,12 + 2.245
NEE = 2.378 kcal
Manual de Estágio
40
c) Idade: 34
Sexo: masculino
Peso: 67 kg
Altura: 1,72 m
AF: 1,12
NEE = 864 – 9,72 × idade (anos) + AF × (14,2 × massa corporal [kg] + 503 ×
estatura [m])
NEE = 864 – 9,72 × 34 + 1,12 × (14,2 × 67 + 503 × 1,72)
NEE = 864 – 330,48 + 1,12 × (951,4 + 865,16)
NEE = 864 – 330,48 + 1,12 × (1.816,56)
NEE = 864 – 330,48 + 2.023
NEE = 2.556,5 kcal
d) Idade: 45 anos
Sexo: masculino
Peso: 103,6 kg
Altura: 1,80 m
IMC: 31,8 kg/m2
AF: 1
GET = 1.086 – 10,1 × 45 + 1 × (13,7 × 103,6 + 416 × 1,80)
GET = 1.086 – 454,5 + 1 × (1.419,32 + 748,8)
GET = 1.086 – 454,5 + 2.168,12
GET = 2.799,6 kcal
Serviço Social
41
7. DISTRIBUIÇÃO CALÓRICA E PERCENTUAL DOS MACRONUTRIENTES
7.1 Cálculo da distribuição calórica da dieta 
VET da dieta X % de kcal do nutriente = número de calorias do nutriente 
número de calorias do nutriente 
 = gramas do nutriente 
número de calorias por grama do nutriente 
Exemplo
Calcular o requerido número de gramas de proteínas, carboidratos e lipídeos desta dieta:
VET = 2400 kcal
20% das kcal = proteína
50% das kcal = carboidrato
30% das kcal = lipídeo
Proteína
2400 kcal x 20% = 480 kcal de proteína
480 kcal de proteína
 = 120 g de proteína
4 kcal/g de proteína
Manual de Estágio
42
Carboidrato
2400 kcal x 50% = 1200 kcal de carboidrato
1200 kcal de carboidrato
 = 300 g de carboidrato 
4 kcal/g de carboidrato
Lipídeo
2400 kcal x 30% = 720 kcal de lipídeo
720 kcal de lipídeo
 = 80 g de lipídeo
9 kcal/g de lipídeo
Dieta contém: 120 g de proteína
 300 g de carboidrato
 80 g de lipídeo
7.2 Para calcular a distribuição calórica de uma dieta de composição conhecida
- g de proteína da dieta x 4 kcal/g proteína = número de calorias de proteína
- g de carboidrato da dieta x 4 kcal/g de carboidrato = número de calorias de carboidrato
- g de lipídeo da dieta x 9 kcal/g de lipídeo = número de calorias de lipídeo
kcal de proteína + kcal de carboidrato + kcal de lipídeo => total calórico da dieta
Serviço Social
43
7.3 Para determinar a porcentagem do VET de macronutrientes
kcal do nutriente x 100 = % do total de kcal do nutriente
Total kcal da dieta 
Exemplo
- Calcular a distribuição calórica de uma dieta que contém 100 g de lipídeo, 100 g de 
proteína e 300 g de carboidrato.
Proteína
100 g de proteína x 4 kcal/g de proteína = 400 kcal de proteína
400 kcal de proteína
 X 100 = 16%
 2500 VET
Carboidrato
300 g de carboidrato x 4 kcal/g de carboidrato = 1200 kcal de carboidrato
1200 kcal de carboidrato
 X 100 = 48% de kcal do CH
2500 kcal do VET
Manual de Estágio
44
Lipídeo
100 g de lipídeo x 9 kcal/g lipídeo = 900 kcal de lipídeo
900 kcal de lipídeo
 x 100 = 36% de lipídeo
2500 kcal do VET
7.4 Porcentagem de macronutrientes
Tabela 10 – Porcentagem de macronutrientes, segundo OMS, DRI, Phillip, SBAN e 
Guia Alimentar
Nutriente OMS (2003) DRI (2001) Philippi*
SBAN 
(1990)
Guia 
Alimentar 
(MS, 2005)
Proteína 10 a 15% 10 a 35% 10 a 15% 10 a 12% 10 a 15%
Lipídeos 15 a 30% 20 a 35% 20 a 30% 20 a 25% 20 a 30%
Carboidratos 55 a 75% 45 a 65% 50 a 60% 60 a 70% 50 a 60%
*Pirâmide Alimentar: PHILIPPI, S. T. Redesenho da pirâmide alimentar brasileira 
para uma alimentação saudável (2013)16
Serviço Social
45
8. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL POR REFEIÇÃO
Quadro 9 – Distribuição percentual do VET da refeição
Refeição % VET
Desjejum 25%
Lanche 5%
Almoço 35%
Lanche 5%
Jantar 25%
Ceia 5%
9. CÁLCULOS DE NECESSIDADE PROTEICA
Tabela 11 – Valores em gramas de necessidade de proteínas por faixa etária, segundo 
FAO/OMS (1995)
Idade
Proteína de boa qualidade 
 g/kg peso/dia
Proteína alimentação 
mista g/kg/dia
Crianças
4-6 m 1,85 2,50
7-9 m 1,65 2,20
10-12 m 1,50 2,00
1,1-2 a 1,20 1,60
2,1-3 a 1,15 1,55
3,1-5 a 1,10 1,50
5,1-12 a 1,00 1,35
Manual de Estágio
46
Homens
12,1-14 a 1,00 1,35
14,1-16 a 0,95 1,30
16,1-18 a 0,90 1,20
> 18 a 0,75 1,00
Mulheres
12,1-14 a 0,95 1,30
14,1-16 a 0,90 1,20
16,1-18 a 0,80 1,10
> 18 a 0,75 1,00
Gravidez 6,00 8,00
Lactação 6 
primeiros meses
17,00 23,00
Lactação após 6 meses 12,00 16,00
Fonte: FAO/OMS/UNU (1985)7
Serviço Social
47
Tabela 12 – Recomendações de proteína de referência de alta qualidade para seres 
humanos normais
Idade
(anos)
Peso
(kg)
Dieta recomendada para a concessão 
de proteína (g/kg/dia)
0-0,5 6 2,2
0,5-1 9 1,6
1-3 13 1,2
4-6 20 1,1
7-10 28 1,0
Homens Mulheres Homens Mulheres
11-14 45 46 1,0 1,0
15-18 66 55 0,9 0,8
 19+ 72-79 58-65 0,8 0,8
Gravidez adicional
Lactação, 1º semestre
Lactação, 2º semestre
_______(g/dia)____
+10
+15
+12
Fonte: Dados de Conselho de Alimentação e Nutrição,Conselho de Pesquisa Nacional. 
Concessão de Dieta Recomendada. 10ª ed. Washington, DC: Imprensa Acadêmica 
Nacional, 1989.
Manual de Estágio
48
Tabela 13 – Recomendações de proteínas, segundo SBAN
Idade
Proteína de alimentação mista* SBAN 
(1990) (g/kg/dia) (g/dia)
Adultos
18,0 ou + anos 1,0
Gestantes +8
Lactantes
1° semestre +23
2° semestre +16
* Proteína com digestibilidade verdadeira de 80-85% e qualidade aminocídica de 90% 
em relação ao leite ou ao ovo.
Fonte: Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto (2002)17
Serviço Social
49
10. RECOMENDAÇÕES DE CONSUMO DE NUTRIENTES PARA 
PREVENÇÃO DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS
Tabela 14 – Recomendações de nutrientes para prevenção de DCNT, segundo 
a OMS (2007)
Nutriente Quantidade (% do total de energia)
Gordura total 15-30%
Ácidos graxos saturados < 10%
Ácidos graxos poli-insaturados (PUFAs) 6 –10%
Ácidos graxos poli-insaturados n-6 (PUFAs) 5 – 8% 
Ácidos graxos poli-insaturados n-3 (PUFAs) 1 – 2%
Ácidos graxos trans < 1%
Ácidos graxos monossaturados (MUFAs) Pela diferença *
Total de carboidratos 55 – 75%
Açúcares < 10%
Proteínas 10 – 15%
Colesterol < 300 mg por dia
Sódio < 5 g por dia
Frutas e vegetais >= 400 g por dia
*Isso é calculado como: gordura total (ácidos graxos saturados + ácidos graxos poli-
insaturados + ácidos graxos trans)
Fonte: OMS (2007)18
Manual de Estágio
50
11. NPU E NDPKCAL
NPU = utilização de proteína líquida, que é obtida por meio dos fatores de correção. 
Deve-se multiplicar a quantidade de proteína de cada fonte pelo fator de correção 
correspondente.
Fatores de correção: proteína de origem animal – 0,7
proteína de leguminosas – 0,6
proteína de cereais, frutas, vegetais – 0,5
NPU = proteína (g) X fator correção => somar todas as proteínas líquidas do cardápio 
(considerando cada fator de correção).
NDPKcal: é a quantidade de calorias fornecidas pela proteína líquida do cardápio (NPU). 
Para calcular o NPCAL, basta multiplicar o valor proteico de cada alimento do cardápio pelo 
valor calórico da proteína.
NPKcaL = NPU (g) X 4 calorias
NDPKcal% = NPKcal X 100
 VET (Valor Energético Total)
No Brasil, esse indicador é utilizado no Programa de Alimentação do Trabalhador 
(PAT) que recomenda refeições com valores de NDPKcal% entre 6 e 10%.
Serviço Social
51
Exemplo
Avalie o caso a seguir: AFD, 35 anos, sexo masculino, eutrófico.
a) Identifique em cada alimento dessa dieta o Fator de Utilização Proteica.
b) Calcule o NPU 40,64 g c) Calcule o NPKcal 162,56 kcal
d) Calcule o NDPKcal%: 
NDPKcal% = NPKcal x 100/VET = 162,56 kcal x 100/1367,38 kcal = 11,89%
e) Qual é a porcentagem indicada pela FAO/OMS de NDPKcal%? Essa dieta está adequada? 
Descreva a recomendação. 
R.: A dieta não apresenta a porcentagem de proteína líquida recomendada que é de 6 
a 10. 
f) Qual o valor energético e de macronutrientes da dieta? 
VET = 1367,38 kcal; CHO%: 56,82%; Lipídeos %: 24,24%; Proteínas %: 18,84%.
g) Está adequado segundo as recomendações das DRI de macronutrientes? Descreva a 
recomendação. 
R.: A dieta está adequada segundo a distribuição de macronutrientes e a DRI, que é de 
45-65% para CHO, 20 – 35% para lipídeos e de 10 a 35% para proteínas.
Quanto à distribuição de energia por refeição, a dieta excede em calorias no café da 
manhã e necessita aumentar a densidade energética do lanche da tarde.
Manual de Estágio
52
Refeição Alimento
Quant.
 (g)
Carb.
(g)
Lip.
(g)
Prot.
(g)
Fator NPU
NPkcal 
(NPUx 4 
kcal)
Total de 
energia/ 
refeição
Café 
manhã 
Café 
(infusão)
25 * * * - - -
Leite 
integral
240 12,00 7,20 7,20 0,7 5,04 20,16
Açúcar 16 15,92 0,00 0,00 05 0 0
Pão francês 50 28,70 0,10 4,65 0,5 2,32 9,28
Manteiga 
c/ sal
19 0,01 8,24 0,04 0,7 0,028 0,112
Subtotal 
CM (g)
56,63 5,52 11,89 - - CM
SubtotalCM 
(Kcal)
226,52 139,86 47,56 - -
413,94 
(30,27%)
Lanche
tarde
Iogurte 200 12,60 5,80 7,80 0,7 5,46 21,84
Subtotal LT 
(g)
12,60 5,80 7,80 - LT
Subtotal LT 
(Kcal)
50,40 52,20 31,20 -
133,80 
kcal
(9,78%)
Jantar
Agrião 40 1,32 0,16 1,12 0,5 0,56 2,24
Pão aveia 50 29,80 2,85 6,20 0,5 3,10 12,40
Atum 50 0,0 3,0 13,1 0,7 9,17 36,68
Cenoura 10 0,77 0,02 0,13 0,5 0,065 0,26
Mamão 
formosa
150 17,4 0,15 1,2 0,5 0,60 2,40
Subtotal 
JAN (g)
49,29 6,18 21,75 - Jantar
Subtotal 
JAN (Kcal)
197,16 55,62 87,0 -
339,78 
kcal
(24,85%)
SOMA 
TOTAL 
Macro (g)
194,25 36,98 64,39
NPU
40,64
X4 x9 x4 x4
Serviço Social
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Energia 
macro 
(kcal) %
---- ----
777,0
56,82%
332,82
24,34%
257,56
18,84%
(NDPkcal) 
162,56 
kcal
NDPkcal 
162,56 
kcal
DRI 
Recomendação
45-65% 20-35% 10-35%
NDPkcal%
11,89%
VET (Kcal) 1367,38 kcal/dia
REFERÊNCIAS 
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World Health Organ Tech Rep Ser, v. 894, p. i-xii, 1-253, 2000. ISSN 0512-3054. Disponível 
em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11234459. 
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n. 1, p. 55-67, mar. 1994. ISSN 0095-4543. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/
pubmed/8197257. 
 3 Metropolitan height and weight. Statistical bulletin of the Metropolitan Life Insurance 
Company, 64(1):3-9,1983.
 4 CARVALHO, F. G.; e colaboradores. Métodos de avaliação de necessidades nutricionais 
e consumo de energia em humanos. Rev. Simbio-Logias. São Paulo. Vol. 5. Núm. 7.2012.
5 AUGUSTO A. L. P.; MANNARINO, I. C.; GERUDES M. Terapia Nutricional. Atheneu, 
1995. 
6 VANNUCCHI, H. et al. Aplicações das recomendações nutricionais adaptadas à 
população brasileira. Ribeirão Preto: 1990. 156. 
7 Energy and protein requirements. Report of a joint FAO/WHO/UNU Expert 
Consultation. World Health Organ Tech Rep Ser, v. 724, p. 1-206, 1985. ISSN 0512-3054. 
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8 The application of risk communication to food standards and safety matters. Report 
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Manual de Estágio
54
v. 70, p. i-iii, 1-42, 1999. ISSN 0254-4725. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/
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9 MEDICINE, I. O. Frontiers in the Nutrition Sciences: Proceedings of a Symposium. 
Washington, DC. The National Academies Press, 1989.
10 R. D. A. Recommended Dietary Allowances: 10th Edition. Washington (DC): National 
Academies Press (US), 1989.
11 MARTINS, C.; CARDOSO, S. P. Terapia nutricional enteral e parenteral. Manual de 
rotina técnica. Curitiba: Nutroclinica, Brasil, 2000. 
12 WAITZBERG, D. L. R., JOAQUIM JOSÉ. Nutrição Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 
Gasto energético e cálculo de necessidade calórico-proteicas. São Paulo: Atheneu, 1995.
13 FERRANNINI, E. The theoretical bases of indirect calorimetry: a review. Metabolism, 
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14 MEDICINE, I. O. Dietary reference intakes; the essential guide to nutriente 
requirements. Washington (DC): National Academy Press, 2006.
15 ACADEMIES, I. O. M. O. T. N. DRI – dietary reference intakes for energy, carbohydrate, 
fiber, fat, fatty acids, cholesterol, protein, and amino acids. Food and Nutrition Board. 
Washington: The National Academies Press, 2002.
16 Guia de Nutrição: Nutrição Clínica no Adulto. 1ª ed. São Paulo: Manole, 2002. 
17 PHILIPPI, S. T. Redesenho da Pirâmide Alimentar Brasileira para uma alimentação 
saudável. 2013. Disponível em: http://www.piramidealimentar.inf.br/pdf/ESTUDO_CIENTIFICO_PIRAMIDE_pt.pdf. 
18 SAÚDE, O. O. M. D. Who Expert Consultation on Preventing Chronic Diseases: 
A framework for action. Geneva, 2007.

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