Prévia do material em texto
MANUAL CÓDIGO: MBP-001-6/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo VI – Recebimento, Armazenamento e Devolução DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 1/9 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos – Ministério da Saúde 1. Objetivo Definir os critérios de recebimento e descrever os cuidados no armazenamento de alimentos e embalagens, em conformidade com a legislação sanitária vigente, para garantir a qualidade e a segurança dos alimentos servidos nas unidades marítimas atendidas pela Marfood. Descrever o procedimento para devolução de alimentos e embalagens. 2. Aplicação Unidades de Alimentação e Nutrição Offshore. 3. Definições Boas Práticas: procedimentos que devem ser adotados por serviços de alimentação a fim de garantir a qualidade higiênico-sanitária e a conformidade dos alimentos com a legislação sanitária; 1 Contaminantes: substâncias ou agentes de origem biológica, química ou física, estranhos ao alimento, que sejam considerados nocivos à saúde humana ou que comprometam a sua integridade; 1 Manipulação de alimentos: operações efetuadas sobre a matéria-prima para obtenção e entrega ao consumo do alimento preparado, envolvendo as etapas de preparação, embalagem, armazenamento, transporte e distribuição, entre outras; 1 Manipulador de alimentos: qualquer pessoa do serviço de alimentação que entra em contato direto ou indireto com o alimento; 1 Medida de controle: procedimento adotado com o objetivo de prevenir, reduzir a um nível aceitável ou eliminar um agente físico, químico ou biológico que comprometa a qualidade higiênico-sanitária do alimento; 1 Produtos perecíveis: produtos alimentícios, alimentos “in natura”, produtos semi-preparados ou produtos preparados para o consumo que, pela sua natureza ou composição, necessitam de condições especiais de temperatura para sua conservação; 1 Registro: consiste de anotação em planilha e ou documento, apresentando data e identificação do funcionário responsável pelo seu preenchimento; 1 4. Descrição 4.1 Responsabilidades 4.1.1 Cabe ao Gerente de Operações: Prover os recursos necessários para garantir a conformidade dos processos de recebimento e armazenamento com as Boas Práticas de Manipulação dos Alimentos; MANUAL CÓDIGO: MBP-001-6/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo VI – Recebimento, Armazenamento e Devolução DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 2/9 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos – Ministério da Saúde Realizar a interface com o cliente e com os setores envolvidos para garantir as condições ideais de envio de alimentos e embalagens para as unidades marítimas; 4.1.2 Cabe aos Nutricionistas Supervisores: Realizar a capacitação e estimular o desenvolvimento dos Nutricionistas e dos manipuladores de alimentos quanto às Boas Práticas de Manipulação, quanto aos Procedimentos Operacionais Padrão e quanto às medidas de prevenção das Doenças Transmitidas por Alimentos; Monitorar e adequar, quando necessário, os processos de recebimento e armazenamento de alimentos e embalagens, para garantir a qualidade e a segurança dos alimentos; Dar suporte na organização dos estoques das unidades de forma a garantir o armazenamento adequado de alimentos e embalagens, bem como definir o fluxo sem cruzamentos no recebimento; Quando solicitado, atuar nas inspeções de boas práticas de manipulação de alimentos nas unidades offshore; 4.1.3 Cabe à Nutricionista de Qualidade: Fornecer suporte aos Nutricionistas e Nutricionistas Supervisores para garantir a conformidade dos processos de manipulação de alimentos nas unidades marítimas; Comunicar aos Nutricionistas e Nutricionistas Supervisores as alterações na legislação sanitária vigente; Quando solicitado, ministrar treinamentos sobre boas práticas de manipulação de alimentos; Emitir e enviar os relatórios de rancho para as unidades, informando as condições de envio dos produtos; Monitorar o retorno dos relatórios de rancho e tomar as medidas necessárias para a melhoria do processo de envio de matérias-primas, ingredientes e embalagens, garantindo a qualidade e a segurança dos alimentos enviados; Orientar sobre a destinação final dos produtos reprovados no recebimento; 4.1.4 Cabe aos Nutricionistas: Garantir a execução dos procedimentos de boas práticas de manipulação de alimentos nas unidades marítimas, conforme determinado neste manual; Inspecionar e relatar as condições de recebimento de alimentos e embalagens, descrevendo detalhadamente as não conformidades e as oportunidades de melhoria identificadas; Garantir o armazenamento adequado dos alimentos e embalagens na unidade marítima, bem como o controle de validades e o controle de temperatura; Capacitar e estimular continuamente o desenvolvimento dos manipuladores de alimentos quanto às boas práticas de manipulação; 4.1.5 Cabe aos Comissários e aos Técnicos de Nutrição: Monitorar a execução dos procedimentos de boas práticas de manipulação de alimentos, conforme determinado neste manual e segundo orientação do Nutricionista Responsável; Inspecionar as condições de recebimento de alimentos e embalagens, descrevendo detalhadamente as não conformidades e as oportunidades de melhoria identificadas, conforme determinado neste manual e segundo orientação do Nutricionista Responsável; MANUAL CÓDIGO: MBP-001-6/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo VI – Recebimento, Armazenamento e Devolução DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 3/9 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos – Ministério da Saúde Auxiliar no armazenamento adequado dos alimentos e embalagens na unidade marítima, bem como no controle de validades e no controle de temperatura, conforme determinado neste manual e segundo orientação do Nutricionista Responsável; 4.1.6 Cabe a todos os manipuladores: Executar as atividades rotineiras e não rotineiras conforme os procedimentos estabelecidos neste manual e segundo orientação do Nutricionista Responsável; Participar dos treinamentos de capacitação ministrados pelo Nutricionista responsável; Realizar o armazenamento adequado dos alimentos e embalagens na unidade marítima, bem como o controle de validades e o controle de temperatura, conforme determinado neste manual e segundo orientação do Nutricionista Responsável; Quando identificado, informar ao Comissário/Nutricionistaalterações nas características sensoriais dos alimentos; 4.2 Recebimento dos Alimentos A recepção das matérias-primas, dos ingredientes e das embalagens deve ser realizada em área protegida e limpa. Antes da data prevista para a chegada do rancho, a área de recebimento deve ser organizada e limpa, quando necessário, e devem ser removidos resíduos e materiais inservíveis, quando existirem. 1 As matérias-primas, os ingredientes e as embalagens devem ser submetidos à inspeção e aprovados na recepção.1 Devem ser realizadas avaliações quantitativas, qualitativas e sensoriais (cor, gosto, odor, aroma, aparência, textura, consistência e sabor) dos produtos de acordo com os padrões de identidade e qualidade definidos. Essas avaliações devem ser registradas em planilha própria (FORM-011 – Relatório de Envio-Recebimento de Rancho). 2 Os lotes das matérias-primas, dos ingredientes ou das embalagens reprovados no recebimento ou com prazos de validade vencidos devem ser devidamente identificados e armazenados separadamente. Deve ser determinada, em conjunto com o (a) Nutricionista de Qualidade, a destinação final dos mesmos. 1 As embalagens primárias das matérias-primas e dos ingredientes devem estar íntegras e limpas. Os dizeres de rotulagem devem ser conferidos. 3 As embalagens que apresentam maior risco de contaminação aos alimentos ou de transportar vetores e animais sinantrópicos (ovos, larvas ou adultos) tais como caixas de papel e papelão devem ser cuidadosamente inspecionadas durante o recebimento de alimentos para verificação de sua integridade e presença de bolores, sujidades ou vetores, incluindo vestígios, ovos e larvas. As embalagens não aprovadas devem ser trocadas por embalagens seguras antes de levadas às áreas de armazenamento 3 A temperatura das matérias-primas e ingredientes que necessitem de condições especiais de conservação deve ser verificada na recepção e deve ser registrada em planilha própria (FORM- 011 – Relatório de Envio-Recebimento de Rancho) .1 MANUAL CÓDIGO: MBP-001-6/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo VI – Recebimento, Armazenamento e Devolução DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 4/9 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos – Ministério da Saúde As temperaturas dos produtos no ato do recebimento devem estar de acordo com as indicações a seguir:2 Devem ser adotadas medidas para evitar que as atividades relacionadas ao recebimento de mercadorias e que esses insumos recebidos contaminem o alimento preparado. 1 4.2.1 Critérios para Avaliação dos containers No momento do recebimento do rancho nas unidades marítimas devem ser observados os seguintes critérios com relação aos containers: - A Higienização deve estar adequada e devidamente registrada no container; - A dedetização deve estar registrada e dentro da data de validade; - A estrutura física do container e os estrados devem estar adequados à operação, não oferecendo riscos à segurança dos colaboradores; - Deve ser verificada a temperatura no interior do container; - A arrumação das mercadorias no interior do container deve estar adequada para garantir a integridade dos produtos e não deve oferecer riscos à segurança dos colaboradores; A descrição desta avaliação deve ser feita em relatório próprio (FORM-011 – Relatório de Envio-Recebimento de Rancho). 4.2.2 Não Conformidades Sempre que forem identificadas mercadorias recebidas fora dos padrões estabelecidos, deverá ser registrada uma não conformidade, utilizando-se formulário próprio (FORM-101 – Relatório de Ocorrências). Estes registros devem ser encaminhados ao setor de Qualidade para o devido tratamento. 4.3 Armazenamento de Alimentos As matérias-primas, os ingredientes, as embalagens e outros produtos devem ser armazenados em local limpo, organizado, ventilado, sem receber luz solar direta, livre de materiais estranhos ao ambiente ou material tóxico, e de acordo com as características intrínsecas do alimento e as recomendações do fabricante. Armazenar separadamente dos alimentos, os materiais de limpeza, embalagens e descartáveis. 2 MANUAL CÓDIGO: MBP-001-6/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo VI – Recebimento, Armazenamento e Devolução DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 5/9 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos – Ministério da Saúde As matérias-primas, os ingredientes e as embalagens não devem estar em contato direto com o piso, devendo ser armazenados sobre paletes, estrados e ou prateleiras, respeitando-se o espaçamento mínimo necessário para garantir adequada ventilação, limpeza e, quando for o caso, desinfecção do local. Os paletes, estrados e ou prateleiras devem ser de material liso, resistente, impermeável e lavável. 1,2 É proibida a utilização de caixas de madeira nas áreas de armazenamento. Caixas de papelão podem permanecer sob refrigeração ou congelamento, se armazenadas em local delimitado, ou num equipamento exclusivo para este fim e não devem apresentar sinais de umidade ou bolores. 2 Não devem ser mantidos em estoque alimentos com embalagens que apresentem sujidades, rasgadas e/ou furadas; latas amassadas, com ferrugem e/ou estufadas. 2 4.3.1 Controle de Validades Os alimentos devem estar adequadamente acondicionados e identificados, sendo que sua utilização deve respeitar o prazo de validade. Para os alimentos dispensados da obrigatoriedade da indicação do prazo de validade, deve ser observada a ordem de entrada dos mesmos. 1 Deve ser realizado, por profissional capacitado, o monitoramento constante da validade dos alimentos armazenados. Os alimentos devem ser organizados nos estoques de forma a garantir a sua utilização antes do vencimento. Os alimentos armazenados devem ser vistoriados periodicamente e devem ter as suas datas de validade registradas em formulário próprio (FMBP-1-006 – Controle de Validade de Mercadorias). Após o preenchimento, o formulário de controle de validades deve ser impresso e mantido em local visível nos locais de armazenamento. A periodicidade de vistoria dos alimentos estocados é definida de acordo com o gênero, sendo estabelecida conforme abaixo: - Carnes, aves e pescados congelados: quinzenal; - Produtos não perecíveis (Secos) e água PET: quinzenal; - Refrigerantes e água 20L: semanal; - Frios, laticínios e ovos: semanal; Os alimentos que forem identificados com o prazo de validade igual ou menor que 30 dias, deverão receber uma etiqueta vermelha para identificação no estoque e para sinalizar a necessidade de prioridade na utilização. 4.3.2 Armazenamento de matérias-primas fracionadas e de alimentos pré-preparados e preparados Quando as matérias-primas e os ingredientes não forem utilizados em sua totalidade, devem ser adequadamente acondicionados e identificados com, no mínimo, as seguintes informações: nome do produto,data de fracionamento e prazo de validade após a abertura ou retirada da embalagem original. 1 MANUAL CÓDIGO: MBP-001-6/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo VI – Recebimento, Armazenamento e Devolução DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 6/9 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos – Ministério da Saúde Alimentos preparados crus, manipulados, parcialmente cozidos, ou prontos para o consumo, devem ser armazenados sob refrigeração, protegidos e identificados com, no mínimo, as seguintes informações: nome do produto, data de preparo e prazo de validade. 2 Caso o alimento preparado seja armazenado sob refrigeração ou congelamento deve-se registrar no invólucro do mesmo, no mínimo, as seguintes informações: nome do produto, data de preparo e prazo de validade. A temperatura de armazenamento deve ser regularmente monitorada e registrada. 1 Os alimentos preparados mantidos na área de armazenamento ou aguardando o transporte devem estar identificados e protegidos contra contaminantes. Na identificação deve constar, no mínimo, o nome do produto, a data de preparo e o prazo de validade. 1 4.3.3 Controle de Temperaturas no Armazenamento As câmaras de refrigeração ou congelamento de alimentos devem dispor de termômetros visíveis e em adequado funcionamento, sendo essencial o monitoramento e registro regular da temperatura em formulário próprio (FMBP-1-007 – Controle de Temperatura no Armazenamento). 3 Acondicionar alimentos destinados à refrigeração em volumes que permitam adequado resfriamento do centro geométrico do produto. Quando houver necessidade de armazenar diferentes alimentos num mesmo refrigerador, aqueles prontos ao consumo devem estar dispostos nas prateleiras superiores, os pré-preparados nas prateleiras do meio e os produtos crus nas prateleiras inferiores, separados entre si e dos demais produtos. O refrigerador deve estar regulado para o alimento que necessitar a temperatura mais baixa. 2 Produtos crus, ou minimamente processados, ou que exalem odor, ou exsudem devem ser armazenados em equipamentos diferentes dos produtos termicamente processados. Não estocar os alimentos sob condensadores e evaporadores das câmaras frigoríficas, para evitar a contaminação. 2 Os equipamentos de refrigeração e freezers devem apresentar-se em bom estado de conservação e higiene e adequados quanto ao volume de produto armazenado. Estes equipamentos não devem apresentar acúmulo de gelo. 2 As temperaturas de armazenamento de produtos sob congelamento e sob refrigeração que ainda estão estocados na sua embalagem original devem obedecer às recomendações dos fabricantes indicadas nos rótulos. 2 Para os alimentos preparados e conservados sob refrigeração à temperatura de 4ºC (quatro graus Celsius), ou inferior, o prazo máximo de consumo deve ser de 5 (cinco) dias. Quando forem utilizadas temperaturas superiores a 4ºC (quatro graus Celsius), o prazo máximo de consumo deve ser reduzido, de forma a garantir as condições higiênico-sanitárias do alimento preparado. 1 MANUAL CÓDIGO: MBP-001-6/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo VI – Recebimento, Armazenamento e Devolução DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 7/9 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos – Ministério da Saúde Na ausência de informações do fabricante e para alimentos preparados no estabelecimento podem ser usadas as recomendações a seguir: 2 4.4 Devolução A devolução de matérias-primas, ingredientes, e embalagens ao Centro de Distribuição somente deve ser realizada quando não houver alternativa para utilização do produto na unidade marítima ou quando solicitada pelos setores responsáveis. MANUAL CÓDIGO: MBP-001-6/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo VI – Recebimento, Armazenamento e Devolução DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 8/9 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos – Ministério da Saúde Nos casos em que forem identificadas não conformidades com produtos de marcas específicas, pode ser solicitado pelo setor de Qualidade o desembarque do produto em questão para devolução ao fornecedor. Neste caso, a solicitação será feita formalmente através de uma comunicação interna (CI), onde serão fornecidas as orientações necessárias para cada caso. É proibida a devolução de qualquer produto sem a devida autorização formal da Gerência de Operações. Em caso de necessidade de devolução de matérias-primas, ingredientes, e/ou embalagens devem ser obedecidas as seguintes instruções: - O produto deve ser acondicionado no container de forma a garantir a preservação de sua integridade e qualidade; - Deve ser enviada uma comunicação interna (CI) aos setores envolvidos, sempre incluindo o Centro de Distribuição e a Logística de Material. Nesta comunicação devem constar as informações do(s) produto(s), quantidades e justificativa da devolução, além do número do container onde o material foi enviado; - Uma cópia da comunicação interna (CI) deve seguir junto com o material. 5. Documentos Relacionados RESOLUÇÃO-RDC N° 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004 Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 6. Registros Relacionados FORM-011-Relatório de Envio-Recebimento de Rancho FORM-101-Relatório de Ocorrências FORM-126 - Comunicação Interna FMBP-1-006 – Controle de Validade de Mercadorias FMBP-1-007 – Controle de Temperatura de Armazenamento EMBP-1-001 – Etiqueta de Validade de Produto Embalado EMBP-1-002 – Etiqueta de Validade de Produto Preparado 7. Histórico de emissão/revisões Data Rev. Autor Cargo Descrição 01/05/2018 00 Monique Silva Nunes da Costa Coordenadora de SGI/Qualidade Emissão Inicial do documento MANUAL CÓDIGO: MBP-001-6/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo VI – Recebimento, Armazenamento e Devolução DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 9/9 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos– Ministério da Saúde 8. Aprovação Nome Cargo Assinatura Data Luciano Fidelis de Almeida Diretor Operacional Comercial Marlúcio de Souza da Silva Diretor Administrativo Financeiro Katiane Carvalho de Freitas Siqueira Gerente Operacional Vinicius de Campos Castro Gerente Operacional