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A partir da década de 1980, algumas tendências do ensino da matemática ganharam força, tais como: Assinale quais itens fazem parte dessa tendência: I. A modelagem II. A etnomatemática III. A resolução de problemas IV. A geometria V. A Física É correto no que se afirma em: d. Apenas I,II e III. A partir da década de 1980, algumas tendências do ensino da matemática ganharam força, tais como a modelagem, a etnomatemática e a resolução de problemas. Com o desenvolvimento das estruturas mentais proporcionadas pelo próprio desenvolvimento do ser humano e pelas experiências culturais e sociais e as interferências do meio, a criança entra na fase que segundo Piaget, inicia-se por volta dos 5 a 7 anos de idade. A descrição acima se refere à fase: d. Operações-concretas. Como se pode observar na página indicada, com as Operações-concretas acontece o desenvolvimento das estruturas mentais proporcionadas pelo próprio desenvolvimento do ser humano e pelas experiências culturais e sociais e, com as interferências do meio, a criança entra na fase das Operações-concretas que, segundo Piaget, inicia-se por volta dos 5 a 7 anos de idade. No final da década de 1950 e no decorrer da década de 1960, foram realizados cinco congressos nacionais para discutir a situação do ensino da matemática no Brasil, acompanhando as discussões e tendências internacionais. A partir da mobilização dos professores e educadores matemáticos, desencadeada nos congressos nacionais citados anteriormente, qual foi o grupo criado: d. Grupo de Estudos do Ensino da Matemática (GEEM). No final da década de 1950 e no decorrer da década de 1960, foram realizados cinco congressos nacionais para discutir a situação do ensino da matemática no Brasil, acompanhando as discussões e tendências internacionais. A partir da mobilização dos professores e educadores matemáticos, desencadeada nos congressos nacionais citados anteriormente, foi criado o Grupo de Estudos do Ensino da Matemática (GEEM). Com inúmeras críticas, vários educadores e pesquisadores do ensino da matemática consideram que o Movimento da Matemática Moderna deixou um saldo positivo, no sentido de favorecer novas formas de conduzir o ensino da matemática em sala de aula, ampliando o debate e as discussões em torno do processo do ensinar e do aprender matemática. Esse educador se destacou no Movimento da Matemática Moderna e contribuiu positivamente para a diminuição na ênfase, quase que exclusiva, em contas e “carroções” e cálculos envolvendo muita “decoreba”, favorecendo, assim, uma participação maior do aluno e de novas formas de pensar o ensino da matemática. A descrição acima se refere a qual educador: e. Ubiratan D’Ambrósio. No final da década de 1950 e no decorrer da década de 1960, foram realizados cinco congressos nacionais para discutir a situação do ensino da matemática no Brasil, acompanhando as discussões e tendências internacionais. A partir da mobilização dos professores e educadores matemáticos, desencadeada nos congressos nacionais citados anteriormente, foi criado o Grupo de Estudos do Ensino da Matemática (GEEM). Muito mais do que descrever objetivos que favoreçam a mecanização de símbolos, fórmulas e procedimentos de resolução, os objetivos do ensinar e do aprender matemática devem despontar o desenvolvimento do raciocínio lógico e a capacidade de argumentar, compreender, interpretar, projetar, de criar e atribuir significados para as mais diversas situações sociais em que aparecem ideias, raciocínios e conhecimentos matemáticos. Analise as proposições abaixo sobre os objetivos para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental para a educação matemática: I. Reconhecer condições de trabalho que comprometam os processos de crescimento e desenvolvimento intelectual. II. Resolver situações-problema, sabendo validar estratégias e resultados, desenvolvendo formas de raciocínios. III. Estabelecer conexões entre temas matemáticos de diferentes campos e entre esses temas e conhecimentos de outras áreas curriculares. IV. Desenvolver a autonomia nas formas de pensar e de agir em situações do cotidiano que envolvam matemática, percebendo a sua capacidade de construir e aplicar os conhecimentos matemáticos. b. II, III e IV. Resolver situações-problema, sabendo validar estratégias e resultados, desenvolvendo formas de raciocínios, estabelecer conexões entre temas matemáticos de diferentes campos e entre esses temas e conhecimentos de outras áreas curriculares, desenvolvendo a autonomia nas formas de pensar e de agir em situações do cotidiano que envolvam matemática, percebendo a sua capacidade de construir e aplicar os conhecimentos matemáticos, são alguns dos objetivos gerais propostos para os anos iniciais do Ensino Fundamental para a educação matemática. Nas atividades do dia a dia, as crianças estabelecem correspondência entre objetos, seres ou ações, descobrindo e vivenciando propriedades relacionadas ao conhecimento matemático. Para estabelecer os conteúdos matemáticos que devem ser trabalhados na Educação Infantil, é necessário ter presentes os aspectos relacionados: Assinale V para as afirmações que considerar verdadeiras e F para as falsas. ( ) Ao período de desenvolvimento cognitivo em que a criança está. ( ) ao meio social e cultural em que a criança vive. ( ) Deve-se considerar a variedade de relações que podem ser estabelecidas entre os conteúdos dos diferentes blocos. ( ) às experiências vividas pela criança. ( ) às expectativas dos demais familiares em contato com a criança. A sequência correta é: d. V,V,F,V,F. Como se pode observar na página indicada, as atividades do dia a dia para crianças estabelecem correspondência entre objetos, seres ou ações, descobrindo e vivenciando propriedades relacionadas ao conhecimento matemático. Para estabelecer os conteúdos matemáticos que devem ser trabalhados na Educação Infantil, é necessário ter presentes os aspectos relacionados: - Ao período de desenvolvimento cognitivo em que a criança está; - ao meio social e cultural em que a criança vive; - às experiências vividas pela criança. Pensar sobre o ensino tradicional da matemática é especificar uma prática educacional que atravessa várias décadas e ainda se faz presente em muitos momentos da prática pedagógica, às vezes, se mostra mascarada por novos discursos ou tendências de novos encaminhamentos. Na concepção tradicional de ensino da matemática, ficam evidentes os papéis bem distintos do professor e do aluno, no processo do ensinar e de aprender. Assinale a alternativa que mostra quais são os papéis do professor e do aluno no ensino tradicional da matemática: e. O professor detém o saber, o poder e o controle sobre o que ensina e deve ser ensinado. O aluno busca o saber que não possui, responde, reproduz o que o professor ensina, é um ser passivo. Na concepção tradicional de ensino da matemática, evidenciam-se dois papéis bem distintos no processo do ensinar e do aprender: do professor que ensina, avalia, pergunta, cobra, enfim, detém o saber, o poder e o controle sobre o que ensina e deve ser ensinado; do aluno que aprende, busca o saber que não possui, responde, reproduz o que o professor ensina, somente é avaliado (não participa do processo de avaliação), enfim, é um ser passivo que só recebe o saber. A responsabilidade pela aprendizagem recai toda sobre o aluno. Feedback A forma de ensino da matemática está fortemente presente entre as décadas de 1950 e 1960, quando surgem grandes discussões em torno do ensino da matemática no país. Na concepção tradicional de ensino da matemática, evidenciam dois papéis bem distintos no processo do ensinar e do aprender. A descrição acima se refere a quais papéis: c. Professor e Aluno. Na concepção tradicional de ensino da matemática, evidenciam dois papéis bem distintos no processo do ensinar e do apreender. O primeiro papel é aquele em que é o Professor quem ensina, avalia, cobra, pergunta, enfim detém o saber, o poder e o controle sobre o que ensina e deve ser ensinado. O segundo papel é odo Aluno que aprende, que busca o saber que não possui, responde e reproduz o que o professor ensina, somente é avaliado (não participa do processo de avaliação), enfim é um ser passivo que só recebe o saber. A partir da mobilização dos professores e educadores matemáticos, desencadeada nos congressos nacionais no final da década de 50 e no decorrer de 1960, em 1961 na cidade de São Paulo, foi criado um Grupo de Estudos Do Ensino Da Matemática (GEEM) e a divulgação da Matemática Moderna no Brasil. Tendo em vista o relato acima, um professor foi uns dos pioneiros na divulgação e coordenador do grupo de estudos. A descrição acima se refere ao professor: b. Osvaldo Sangiorgi. No ano de 1961, em São Paulo foi criado um Grupo de Estudos Do Ensino Da Matemática (GEEM), sob a coordenação do Professor Osvaldo Sangiorgi, que foi também um dos pioneiros na divulgação da Matemática Moderna no Brasil. # No ano de 1961, em São Paulo foi criado um Grupo de Estudos Do Ensino Da Matemática (GEEM), sob a coordenação do Professor Osvaldo Sangiorgi, que foi também um dos pioneiros na divulgação da Matemática Moderna no Brasil. Desde pequena, a criança começa a reconhecer objetos, pessoas ou seres que ocupam o espaço. Ao reconhecer, por meio do contato, o mundo ao seu redor, começa a nomear e identificar brinquedos, pessoas, animais, objetos, entre outros, identificando intuitivamente características dos seres e coisas que fazem parte do seu mundo. Dessa forma, a criança inicia o desenvolvimento da operação mental de classificação, a qual se modifica à medida que ela cresce e sofre as influências e intervenções do meio social em que vive. Portanto, de acordo com Piaget (1975), a classificação é uma operação lógica que consiste na capacidade de separar objetos, pessoas, fatos, ações ou ideias em classes ou grupos, tendo por critério uma ou várias características comuns. De acordo com a leitura realizada, quais são as outras palavras que estão associadas à operação mental de classificar? As outras palavras que são associadas à operação mental de classificar são: organizar; juntar; separar; reagrupar. Para classificar é necessário estabelecer critérios ou atributos, que visam a identificar se um elemento pertence ou não àquele grupo, ou seja, se faz parte de um determinado grupo ou classe. e. Organizar; juntar; separar; reagrupar. O ensino da matemática evidencia-se como uma prática pedagógica voltada para as questões metodológicas. Nesse sentido, o ensino da matemática se depara com questionamentos. Assinale quais itens que formam esses questionamentos: I. Que recursos são mais adequados para se trabalhar um determinado conteúdo? II. Como desenvolver, da melhor forma possível, os conteúdos em sala de aula? III. Que atividades podem ser mais interessantes para que o aluno aprenda matemática com mais facilidade? IV. Qual é a forma mais adequada de transmitir esse ou aquele conteúdo? V. Esse ou aquele conteúdo matemático é relevante ou não para estes alunos? É correto no que se afirma em: Evidencia-se o ensino da matemática como uma prática pedagógica voltada para as questões metodológicas. Nesse sentido, o ensino da matemática se depara com questionamentos do tipo: Que recursos são mais adequados para se trabalhar um determinado conteúdo? Como desenvolver, da melhor forma possível, os conteúdos em sala de aula? Que atividades podem ser mais interessantes para que o aluno aprenda matemática com mais facilidade? Qual é a forma mais adequada de transmitir esse ou aquele conteúdo? d. Todas as alternativas são corretas. De acordo com Piaget, nos primeiros anos de vida, a criança está na fase que é caracterizada, principalmente, pelo brincar sozinha e pela não vinculação de regras nas brincadeiras. O que predomina, nessa fase, é o que lhe chama mais a atenção momentânea e intuitivamente. A descrição acima se refere à fase: b. Sensório-motora. É a fase Sensório-motora, que é caracterizada, principalmente, pelo brincar sozinha e pela não vinculação de regras nas brincadeiras. O que predomina, nessa fase, é o que lhe chama mais a atenção momentânea e intuitivamente. Nessa fase, a criança brinca, também, de faz de conta, ou seja, começa a criar representações simbólicas para situações do real; ela mostra sinais da ação do imaginário, com isso, as regras começam a ser estabelecidas e a fazer parte das suas brincadeiras e jogos. A descrição acima se refere à fase: b. Pré-operatória. Na fase Pré-operatória, a criança brinca, também, de faz de conta, ou seja, começa a criar representações simbólicas para situações do real; ela mostra sinais da ação do imaginário, com isso, as regras começam a ser estabelecidas e a fazer parte das suas brincadeiras e jogos. Complete a sentença: De acordo com Piaget, a primeira fase de desenvolvimento da criança denomina-se ______________; em seguida, ela passa pela fase _________________ e, depois, pela fase das __________________até chegar à fase das abstrações. Assinale a alternativa que complementa a questão exposta: e. Sensório-motora/pré-operatória/operações concretas. O Referencial Curricular Nacional e os Parâmetros Curriculares Nacionais dão indicativos dos conteúdos matemáticos que devem ser trabalhados na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. Considerando suas distinções, assinale a alternativa que aponta a organização dos conteúdos matemáticos no Ensino Fundamental: a. Estão organizados em quatro blocos principais de conteúdos: números e operações; espaço e forma; grandezas e medidas; tratamento da informação. Os objetivos da educação matemática para crianças de 0 a 3 anos são pensados e organizados nacionalmente para a Educação Infantil, no que se refere ao conhecimento matemático para a formação da criança desta faixa etária. Esse objetivo pode ser pensado a partir dos seguintes objetivos específicos: Assinale V para as afirmações que considerar verdadeiras e F para as falsas: ( ) perceber que há diferentes espaços que compõem o meio social em que ela vive, aprendendo a localizar-se gradativamente nesses espaços; ( ) desenvolver, de forma progressiva, noções de orientação, movimentação e localização do próprio corpo em relação a si próprio, às outras pessoas, aos objetos e ao espaço em que a criança está; ( ) identificar gradativamente as noções de: dentro, fora, perto, longe, aberto, fechado, entre outras; ( ) compreender e executar comandos lógicos simples, estabelecendo relação de causa e efeito, como: bater palmas (relacionar o comando ao som); empurrar um objeto (pode produzir som ou cair); ( ) Reconhecer e valorizar os números, operações numéricas, as contagens orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano. A sequência correta é: e. V,V,V,V,F Como se pode observar nas páginas indicadas, os objetivos da educação matemática para crianças de 0 a 3 anos são pensados e organizados nacionalmente para a Educação Infantil no que se refere ao conhecimento matemático para a formação da criança desta faixa etária. Esse objetivo pode ser pensado a partir dos seguintes objetivos específicos: - Perceber que há diferentes espaços que compõem o meio social em que ela vive, aprendendo a localizar-se gradativamente nesses espaços; - Desenvolver, de forma progressiva, noções de orientação, movimentação e localização do próprio corpo em relação a si próprio, às outras pessoas, aos objetos e ao espaço em que a criança está; - Identificar gradativamente as noções de: dentro, fora, perto, longe, aberto, fechado, entre outras; - Compreender e executar comandos lógicos simples, estabelecendo relação de causa e efeito, como: bater palmas (relacionar o comando ao som); empurrar um objeto (pode produzir som ou cair). A última assertiva é falsa para a faixa etária indicada. Feedback A partir da mobilização dos professores e educadores matemáticos, desencadeada nos congressos nacionais no final da década de 50 e no decorrer de 1960, em 1961 na cidade de São Paulo, foi criado um Grupo de Estudos Do Ensino Da Matemática (GEEM) ea divulgação da Matemática Moderna no Brasil. Tendo em vista o relato acima, um professor foi uns dos pioneiros na divulgação e coordenador do grupo de estudos. A descrição acima se refere ao professor: a. Osvaldo Sangiorgi. No ano de 1961, em São Paulo foi criado um Grupo de Estudos Do Ensino Da Matemática (GEEM), sob a coordenação do Professor Osvaldo Sangiorgi, que foi também um dos pioneiros na divulgação da Matemática Moderna no Brasil. # No ano de 1961, em São Paulo foi criado um Grupo de Estudos Do Ensino Da Matemática (GEEM), sob a coordenação do Professor Osvaldo Sangiorgi, que foi também um dos pioneiros na divulgação da Matemática Moderna no Brasil. A conquista do conhecimento matemático se dá desde o nascimento da criança. No começo acontece de forma intuitiva e se amplia de acordo com as interferências sociais e culturais presentes no ambiente em que ela está inserida. Além dessas interferências, a aprendizagem matemática está relacionada a determinadas fases do desenvolvimento da criança. De acordo com Piaget, para a criança construir estruturas cognitivas, ela deve passar por quatro etapas distintas. São elas: a. Etapa sensório-motora, pré-operatória, operações concretas e operações formais (fase das abstrações). De acordo com Piaget, a primeira fase de desenvolvimento da criança denomina-se sensório-motora; em seguida, ela passa pela fase pré-operatória e, depois, pela fase das operações concretas até chegar à fase das abstrações. As operações mentais se constituem por meio das ações motoras e sensoriais vivenciadas pelo ser humano desde a mais tenra idade. As experiências vivenciadas concretamente pela criança favorecem o desenvolvimento das estruturas de pensamento e ação, que fazem parte do desenvolvimento do pensamento lógico-matemático. Considerando as ideias sobre as operações mentais, analise as afirmações a seguir: I. As operações mentais que permitem à criança estabelecer relações entre os elementos, iguais ou diferentes, com maior intensidade quando o egocentrismo diminui e a convivência e a cooperação com outras crianças assumem o lugar do brinquedo isolado. II. A contagem numérica pode ser iniciada pelas crianças em diferentes idades, de acordo com a interferência do meio social na aquisição dessa habilidade. III. Uma criança que aprendeu a contar até dez ou mais e que relacione corretamente o número falado à quantidade de objetos reais, independente da idade, já possui as estruturas mentais desenvolvidas para a compreensão dos números e para a resolução de operações matemáticas mais complexas. IV. Para construir e atribuir significado ao conhecimento matemático, como o Sistema de Numeração Decimal, faz-se necessária a construção de determinadas estruturas mentais, bem como a formação de certos hábitos de pensamento e ação. V. As variações nas idades das crianças, em que ocorrem os processos de apropriação de determinadas estruturas mentais e de raciocínio lógico-matemático, devem-se às ações e às relações da vida social da criança e aos estímulos proporcionados em função do seu desenvolvimento humano. A respeito dessas asserções, assinale a alternativa incorreta: d. III. A contagem numérica, por exemplo, pode ser iniciada pelas crianças em diferentes idades, de acordo com a interferência do meio social na aquisição dessa habilidade. Destaca-se, no entanto, que uma criança que aprendeu a contar até dez ou mais, mesmo que relacione corretamente o número falado à quantidade de objetos reais, não garante que ela já possua as estruturas mentais desenvolvidas para a compreensão dos números ou mesmo para a resolução de operações matemáticas mais complexas. Isso ainda pode levar algum tempo. Dentro das possibilidades metodológicas do Ensino da Matemática, podemos utilizar os materiais manipuláveis. Estes, ao serem utilizados adequadamente, podem ajudar na diminuição dos processos puramente mecânicos, proporcionando ao aluno a oportunidade de construir e vivenciar situações de raciocínios e, assim, atribuir significado aos conteúdos e aos conceitos matemáticos. Diante do exposto, analise as afirmações que se seguem quanto a sua veracidade: I. O material dourado é utilizado, principalmente, para desenvolver o trabalho com o Sistema de Numeração Decimal, as operações fundamentais, a resolução de problemas, entre outros. II. O ábaco é um instrumento milenar utilizado para a representação numérica e para a realização de cálculos. III. Os blocos lógicos foram criados com o principal objetivo de desenvolver o raciocínio lógico, a análise, pensamento flexível e as operações mentais estruturantes do pensamento matemático, que ocorrem por meio da manipulação de peças com atributos lógicos. IV. Conhecer e utilizar os sólidos geométricos ou seus modelos contribui significativamente para a compreensão das características e propriedades que compõem as diferentes formas geométricas presentes no espaço em que vivemos. É correto apenas o que se afirma em: c. I, II, III e IV. Todas as afirmações são verdadeiras. Com inúmeras críticas, vários educadores e pesquisadores do ensino da matemática consideram que o Movimento da Matemática Moderna deixou um saldo positivo, no sentido de favorecer novas formas de conduzir o ensino da matemática em sala de aula, ampliando o debate e as discussões em torno do processo do ensinar e do aprender matemática. Esse educador se destacou no Movimento da Matemática Moderna e contribuiu positivamente para a diminuição na ênfase, quase que exclusiva, em contas e “carroções” e cálculos envolvendo muita “decoreba”, favorecendo, assim, uma participação maior do aluno e de novas formas de pensar o ensino da matemática. A descrição acima se refere a qual educador: b. Ubiratan D’Ambrósio. No final da década de 1950 e no decorrer da década de 1960, foram realizados cinco congressos nacionais para discutir a situação do ensino da matemática no Brasil, acompanhando as discussões e tendências internacionais. A partir da mobilização dos professores e educadores matemáticos, desencadeada nos congressos nacionais citados anteriormente, foi criado o Grupo de Estudos do Ensino da Matemática (GEEM). No final da década de 1950 e no decorrer da década de 1960, foram realizados cinco congressos nacionais para discutir a situação do ensino da matemática no Brasil, acompanhando as discussões e tendências internacionais. A partir da mobilização dos professores e educadores matemáticos, desencadeada nos congressos nacionais citados anteriormente, qual foi o grupo criado: a. Grupo de Estudos do Ensino da Matemática (GEEM). No final da década de 1950 e no decorrer da década de 1960, foram realizados cinco congressos nacionais para discutir a situação do ensino da matemática no Brasil, acompanhando as discussões e tendências internacionais. A partir da mobilização dos professores e educadores matemáticos, desencadeada nos congressos nacionais citados anteriormente, foi criado o Grupo de Estudos do Ensino da Matemática (GEEM). Com o desenvolvimento das estruturas mentais proporcionadas pelo próprio desenvolvimento do ser humano e pelas experiências culturais e sociais e as interferências do meio, a criança entra na fase que segundo Piaget, inicia-se por volta dos 5 a 7 anos de idade. A descrição acima se refere à fase: e. Operações-concretas. Como se pode observar na página indicada, com as Operações-concretas acontece o desenvolvimento das estruturas mentais proporcionadas pelo próprio desenvolvimento do ser humano e pelas experiências culturais e sociais e, com as interferências do meio, a criança entra na fase das Operações-concretas que, segundo Piaget, inicia-se por volta dos 5 a 7 anos de idade. Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (BRASIL, LDB n. 9.394, 1997, p. 14), no Art. 24, “a avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais”, deve fazer parte do processo educacional e da prática pedagógica.Dessa forma, entendemos que é um direito do aluno ter uma avaliação em prol da sua aprendizagem e, portanto, sendo sempre repensada e reorganizada de tal modo que privilegie, de fato, a construção e apropriação do seu conhecimento matemático. Muito se fala em avaliação no âmbito escolar, mas o que é a avaliação? Escolha uma: b. É um elemento da prática educativa que deve estar em função da formação do sujeito. A avaliação está constantemente na prática pedagógica; no entanto, a clareza do significado e das suas implicações, na perspectiva da educação matemática, nem sempre está evidenciada entre os sujeitos que fazem parte do processo educacional. Na perspectiva da educação matemática, a avaliação deve subsidiar a prática pedagógica, de forma a redirecionar o trabalho com o ensinar e o aprender matemática. A prática pedagógica tem mostrado certa limitação no trabalho com a resolução de problemas, pois apresenta ainda muitas situações de forma descontextualizada. É fundamental que se pense em formas e alternativas de problematizar o trabalho pedagógico com os conteúdos matemáticos, por meio de situações significativas da vida real ou de suposições interessantes, utilizando os conhecimentos matemáticos como ferramenta para a resolução de problemas de ordem natural, histórica, social e cultural. Portanto, o que a educação matemática tem proposto e valorizado é: e. A resolução de problemas. A educação matemática concebe que resolução de problemas é a principal razão do ensinar e do aprender matemática, por meio da resolução de problemas o aluno desenvolve o pensar matematicamente, adquire e reorganiza conceitos e habilidades e aplica conhecimentos e saberes matemáticos, atribuindo significado aos mesmos. O trabalho pedagógico, na perspectiva da educação matemática, não é compatível com a avaliação que apresenta características exclusivas de examinar a aprendizagem do aluno. Segundo Luckesi (2003), a avaliação praticada pela escola ainda possui características de exame, as quais têm por objetivo: As características de exame de julgar, aprovar e reprovar, ainda são formas de avaliação, que são perceptíveis no processo do ensinar e do aprender matemática, ou seja, em muitas situações é colocada toda a responsabilidade do fracasso na aprendizagem do aluno. Não se faz uma reflexão sobre todos os elementos envolvidos no processo e, nem sempre, propõem-se mudanças no ato do ensinar matemática. c. Qualificação, aprovação e diagnóstico. A operação de subtração é menos intuitiva para a criança do que a adição. De acordo com Piaget, isso ocorre porque é mais natural o sujeito se voltar para ações, percepções e cognição que apontam para aspectos positivos, do que aspectos com ideias negativas. A operação de subtração apresenta três ideias básicas diferentes: subtrativa, comparativa e aditiva, e essas ideias estão presentes nas problematizações do cotidiano. Nessa perspectiva, analise as afirmações a seguir: I. Ideia subtrativa: é a ideia presente em situações em que há uma quantidade em que é necessário colocar mais partes nela. II. Ideia comparativa: é a ideia presente em situações em que há as duas quantidades e é solicitada a comparação entre elas, a fim de calcular a diferença entre as quantidades, ou seja, quanto há de mais ou quanto há de menos entre elas. III. Ideia aditiva: é a ideia presente em situações em que há uma quantidade menor do que a que se pretende ter. É correto apenas o que se afirma em: a. II e III. As três ideias da subtração estão presentes em situações do cotidiano, por isso, destaca-se a importância de perceber o significado de cada uma delas e os procedimentos de resolução. Neste caso, a utilização de materiais manipuláveis pode contribuir significativamente na compreensão e resolução da operação de subtração. No estudo da operação de divisão, devem ser exploradas as duas ideias, apresentando os diferentes registros, para que a criança perceba a contextualização da divisão e construa os significados com compreensão, ou seja, para resolver uma operação de divisão, há vários procedimentos e formas de registros, como por exemplo: Marta tem 25 flores para distribuir igualmente em 3 vasos. Quantas flores ela colocará em cada vaso? A ideia presente nessa situação-problema é a de divisão em partes iguais, ou seja, ideia de distribuição, repartitiva. Quais são os dois processos de resolução que podem ser utilizados para resolver o problema acima, demonstrando as diferentes possibilidades de registro matemático de uma operação de divisão? a. Processo convencional de resolução e Processo de resolução por estimativa. No processo convencional, a operação é resolvida dividindo-se cada uma das ordens numéricas do dividendo pelo divisor. Pode ser usado o método "curto" ou "longo”. Na resolução por estimativa, os registros variam de acordo com a compreensão e o desenvolvimento cognitivo de cada criança, ou seja, elas vão abreviando os cálculos na medida em que desenvolvem o cálculo mental e a habilidade de estimar e fazer cálculos aproximados. A operação de adição está associada às ideias de juntar, reunir e acrescentar, ou seja, essas ideias intuitivas que a criança leva para a escola constituem o ponto de partida para o aprendizado formal da adição. Historicamente, o ser humano começou a contar de um em um, depois percebeu que a contagem em pequenos grupos facilitava a obtenção de um todo e, assim, aprendeu a reunir quantidades. Adicionar está relacionado ao processo de contar e a contagem numérica traz em si a ideia de adição. Conforme o contexto descrito, alguns pesquisadores matemáticos diferenciam duas ideias presentes nas problematizações que envolvem a operação de adição: c. Ideia de juntar e ideia de acrescentar. A diferenciação entre essas duas ideias é tão sutil que muitos educadores matemáticos não fazem distinção entre elas, ou seja, o importante é compreender o significado da adição, suas propriedades e a sua aplicação na resolução de problemas. Portanto, é fundamental destacar que a utilização de materiais manipuláveis pode facilitar a compreensão das ideias e dos procedimentos envolvidos em cada cálculo. A avaliação é um elemento inerente à prática pedagógica, que deve ser realizada com cuidado e coerência, com a participação de todos os sujeitos envolvidos no processo educacional, assim como os recursos e estratégias utilizados no ensinar e no aprender matemática. Ela deve ser realizada por meio de diversos instrumentos. Leia as afirmativas abaixo e assinale aquela que não faz parte do processo de avaliação: b. Na visão da educação matemática, a avaliação deve proporcionar somente a compreensão de processos educativos individuais, herdando o poder matemático e reestabelecendo a prática pedagógica, de forma a redirecionar o trabalho com o ensinar e o reconhecer a matemática. É verdadeiro afirmar que, na perspectiva da educação matemática, a avaliação deve subsidiar a prática pedagógica, de forma a redirecionar o trabalho com o ensinar e o aprender matemática e não deve proporcionar somente a compreensão de processos educativos individuais. Alguns educadores matemáticos procuram classificar as problematizações matemáticas em diferentes grupos de acordo com determinadas características. Butts (1997) ampliou a discussão em torno da resolução de problemas, incluindo diferentes níveis de conhecimento e de aplicação dos exercícios e da resolução de problemas, classificando-os em cinco categorias. Assinale a alternativa que indica essas cinco categorias apontadas por Butts: As cinco categorias apontadas por Butts são: exercícios de reconhecimento; exercícios algorítmicos; problemas de aplicação; problemas em aberto e situações-problema. e. Exercícios de reconhecimento; exercícios algorítmicos; problemas de aplicação; problemas em aberto; situações-problema. Feedback A educação matemática tem proposto e valorizado a resolução de problemas “ao longo dos últimos anos, sendo um dos tópicos mais difíceis de ser trabalhado na sala de aula. É comum os alunos saberemefetuar todos os algoritmos (as “continhas” de adição, subtração, multiplicação e divisão), mas não conseguem resolver um problema que envolva um ou mais desses algoritmos” (DANTE, 1998, p. 8). De acordo com os PCNs (BRASIL, 1997, p. 42), a prática pedagógica de resolução de problemas nem sempre tem desempenhado sua função no processo do ensinar e do aprender matemática, se limitando a ser usado basicamente “como forma de aplicação de conhecimentos adquiridos anteriormente pelos alunos”. Neste caso, a matemática: c. Concebe que resolução de problemas é a principal razão do ensinar e do aprender matemática. É por meio da resolução de problemas que o aluno desenvolve o pensar matematicamente, adquire e reorganiza conceitos e habilidades e aplica conhecimentos e saberes matemáticos, atribuindo significado aos mesmos. A resolução de problemas nem sempre é direta e óbvia. A dificuldade encontrada pelas crianças está na própria natureza da resolução de problemas como metodologia de trabalho pedagógico. De acordo com Ribeiro (1992), um problema só passa a existir quando surge uma situação que requer solução e que o indivíduo, ao tentar resolver, fica pelo menos temporariamente frustrado na busca dessa solução. A resolução de problemas, em geral, exige criatividade para analisar, sintetizar e avaliar as situações, enquanto que a resolução de exercícios requer somente aplicação rotineira de fatos e de procedimentos aprendidos previamente. Portanto, a resolução de exercícios é rápida e certa, porém a resolução de problemas é difícil e imprecisa, fazendo com que o sucesso não possa ser garantido (RIBEIRO, 1992, p. 14). Na perspectiva do texto acima, avalie as seguintes asserções: A prática pedagógica deve ser permeada pela resolução de problemas desafiadores, reais, simuladores e interessantes, para que o aluno seja desafiado e construa o seu conhecimento com significado, aplicando-o adequadamente. Portanto, A resolução de problema possibilita que o indivíduo seja instigado a pensar e a raciocinar sobre situações desafiadoras, favorecendo o levantamento de possibilidades de resolução, o desenvolvimento da análise das possibilidades e a resolução, de fato, do problema. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta: e. As duas asserções estão corretas. Todo o problema matemático exige raciocínios, saberes e conhecimentos matemáticos para serem resolvidos, isto é, a resolução utiliza a matemática como ferramenta para solucioná-lo. As operações básicas da matemática são consideradas, social e culturalmente, tão importantes que as pessoas que as conseguem resolver rapidamente, mesmo que mecanicamente, são consideradas boas em matemática. Mas ser bom em matemática não se resume a isso. É necessário compreender o significado, os raciocínios e as ideias presentes em cada operação. A operação de adição, por exemplo, está associada às ideias de juntar, reunir e acrescentar. Já a operação de subtração apresenta três ideias básicas diferentes. Assinale a alternativa que apresenta essas ideias básicas na operação de subtração: d. Ideia subtrativa, ideia comparativa e ideia aditiva. As ideias básicas são: ideia subtrativa, ideia comparativa e ideia aditiva. Ao destacar a resolução de problemas como foco de trabalho com o conhecimento matemático, os PCNs (BRASIL, 1997, p. 43-44) indicam alguns princípios fundamentais, a saber: o ponto de partida da atividade matemática deve ser o problema e não as definições e os conceitos, o problema deve ir além da simples aplicação mecânica do conhecimento matemático. O problema deve propor ao aluno o pensar produtivamente, favorecendo o desenvolvimento do raciocínio e dos saberes matemáticos, a resolução de problemas deve favorecer as aproximações sucessivas de conceitos e conteúdos, ampliando-os de acordo com a evolução na aplicação de novos problemas, o aluno não constrói um conceito em resposta a um problema, mas constrói um campo de conceitos que tomam sentido em um campo de conceitos, a resolução de problemas não é uma atividade para ser desenvolvida em paralelo a outras atividades matemáticas, mas à metodologia orientadora da prática pedagógica em educação matemática. Dante (1998) destaca os principais objetivos da resolução de problemas como possibilidade da prática pedagógica em educação matemática e que alguns deles podem ser descritos como: I. Fazer o aluno pensar produtivamente. II. Desenvolver o raciocínio do aluno. III. Ensinar ao aluno que ele não deve enfrentar situações novas. IV. Dar uma boa base matemática às pessoas. É correto apenas o que se afirma em: a. I e IV. Alguns aspectos relevantes na abordagem metodológica da resolução de problemas estão relacionados à variedade e à flexibilidade dos problemas apresentados, enfatizando os procedimentos utilizados pelos alunos, visando à construção dos conceitos matemáticos, ao desenvolvimento de habilidades e não somente aos resultados finais. Luckesi (2003, p. 13-14) destaca as características de uma avaliação da aprendizagem. Tais características devem promover a formação contínua do indivíduo, em que todos os sujeitos sejam responsáveis pelos avanços e pela qualidade do processo do ensinar e do aprender. Dessa forma, a avaliação: I. Tem por objetivo diagnosticar a situação de aprendizagem do educando. II É diagnóstica e processual. III. É dinâmica, ou seja, não classifica o educando em um determinado nível de aprendizagem, mas diagnostica a situação para melhorá-la. IV. É inclusiva, na medida em que separa os educandos melhores dos piores. V. Decorrente do fato de ser inclusiva e democrática, devendo incluir todos. É correto apenas o que se afirma: b. I, II, III e V. É nessa perspectiva que deve ser organizada a avaliação da aprendizagem em educação matemática, de modo a vislumbrar a formação do indivíduo em todos os momentos do processo. Não é inclusiva a avaliação que separa os educandos melhores dos piores. Os erros podem ocorrer por diferentes motivos: falta de atenção, não domínio do conteúdo em questão, utilização de uma estratégia inadequada, enfim, diferentes condutas podem levar ao erro, e o professor deve estar atento a isso, pois para cada erro deve haver uma estratégia diferente para superá-lo (PEREGO; BURIASCO, 2005, p. 48). Diante dos erros dos alunos, o que os professores podem proporcionar, para que os mesmos identifiquem os erros cometidos? e. O desenvolvimento de atitudes de análise e reflexão constante por meio de questionamentos que favoreçam a troca de ideias. O professor deve proporcionar o confronto de opiniões e a comparação de processos de resolução utilizados entre os alunos, na construção de raciocínios, conteúdos e conceitos matemáticos, pois dessa forma, os alunos comparam os possíveis erros cometidos e procuram identificar os porquês desses erros, desenvolvendo, assim, novas aprendizagens, ou reconstruindo algumas lacunas da aprendizagem. As quatro operações fundamentais fazem parte do currículo dos anos iniciais do Ensino Fundamental como um dos conteúdos de grande relevância, iniciando-se o estudo das suas primeiras ideias desde a Educação Infantil. A ênfase no estudo de cada uma das operações fundamentais deve ser no sentido de compreender os significados de cada uma delas e de aplicar as operações na resolução de problemas coerentes com a realidade social e cultural, desenvolvendo diversas possibilidades de estratégias, técnicas e raciocínios de resolução. Nessa perspectiva, analise as afirmações a seguir: I. A adição, que apresenta ideias de juntar, reunir, acrescentar. II. A subtração que apresenta três ideias distintas: ideia subtrativa, que sugere tirar uma quantidade de outra; ideia comparativa, que sugere a comparação entre duas quantidades, calculando a diferença existente entre elas; ideia aditiva, que sugere o complemento de uma quantidade para se obter uma quantidade maior. III. A multiplicação, cuja ideia básica é a soma de parcelas iguais, possui também outros enfoques, os quais se destacam: o raciocínio proporcional, comparativo,combinatório e retangular. IV. A divisão, que é considerada a operação mais complexa, apresenta duas ideias básicas: distributiva (ou repartitiva) e a subtrativa (também denominada de ideia de medida). A operação de divisão pode ser resolvida por diferentes processos, os quais se destacam a resolução pelo método convencional e a resolução por estimativas. É correto apenas o que se afirma em: e. I, II, III e IV. As operações fundamentais são: adição, que apresenta ideias de juntar, reunir, acrescentar. A subtração que apresenta três ideias distintas: ideia subtrativa, que sugere tirar uma quantidade de outra; ideia comparativa, que sugere a comparação entre duas quantidades, calculando a diferença existente entre elas; ideia aditiva, que sugere o complemento de uma quantidade para se obter uma quantidade maior. A multiplicação, cuja ideia básica é a soma de parcelas iguais, possui também outros enfoques, os quais se destacam: o raciocínio proporcional, comparativo, combinatório e retangular. A divisão, que é considerada a operação mais complexa, apresenta duas ideias básicas: distributiva (ou repartitiva) e a subtrativa (também denominada de ideia de medida). A operação de divisão pode ser resolvida por diferentes processos, os quais se destacam a resolução pelo método convencional e a resolução por estimativas. De acordo com Vergnaud (2009, p. 180) as dificuldades presentes nos processos de resolução da subtração são evidentes, desde as diferenças nas ideias até os procedimentos hierárquicos de reagrupamento de ordens: “Para superar estas diferentes dificuldades, a ajuda de material de bases múltiplas, mais precisamente de pequenas bases, é de grande valia.” Isso equivale dizer que a utilização de materiais manipuláveis pode contribuir significativamente na compreensão e resolução da operação de subtração. A operação de subtração apresenta três ideias básicas diferentes, quais seriam elas? a. Subtrativa, comparativa e aditiva. As três ideias da subtração estão presentes em situações do cotidiano, por isso, destaca-se a importância de perceber o significado de cada uma delas e os procedimentos de resolução, ou seja, a operação de subtração é menos intuitiva para a criança do que a de adição. De acordo com Piaget, isso ocorre porque é mais natural o sujeito se voltar para ações, percepções e cognição que apontam para aspectos positivos, do que aspectos com ideias negativas. Segundo Vergnaud (2009, p. 190), “a divisão é uma operação complexa. Há para isso várias razões: algumas são de ordem conceitual, outras são ligadas à complexidade das regras operatórias implicadas pela divisão”. A operação matemática de divisão, por sua vez, supõe a ação de separar, repartir certo número em subgrupos com a mesma quantidade de elementos, ou mesmo um inteiro em partes iguais. Ao trabalhar com a operação de divisão, na prática pedagógica, é fundamental proporcionar à criança: c. As vivências de diversas situações que envolvam ideias de repartir e distribuir sejam em partes iguais ou não. A vivência de diversas situações que envolvam ideias de repartir e distribuir sejam elas em partes iguais ou não. Comentário: no estudo da operação de divisão, devem ser exploradas as duas ideias, apresentando os diferentes registros, para que a criança perceba a contextualização da divisão e construa os significados com compreensão. Segundo Saiz (2001, p. 182) “temos que permitir que as crianças comprovem seus próprios procedimentos, suas próprias soluções, antes de conhecer os algoritmos tradicionais”. A avaliação é um elemento inerente à prática pedagógica, que deve ser realizada com cuidado e coerência, com a participação de todos os sujeitos envolvidos no processo educacional, assim como os recursos e estratégias utilizados no ensinar e no aprender matemática. Ela deve ser realizada por meio de diversos instrumentos. Leia as afirmativas abaixo e assinale aquela que não faz parte do processo de avaliação: e. Na visão da educação matemática, a avaliação deve proporcionar somente a compreensão de processos educativos individuais, herdando o poder matemático e reestabelecendo a prática pedagógica, de forma a redirecionar o trabalho com o ensinar e o reconhecer a matemática. É verdadeiro afirmar que, na perspectiva da educação matemática, a avaliação deve subsidiar a prática pedagógica, de forma a redirecionar o trabalho com o ensinar e o aprender matemática e não deve proporcionar somente a compreensão de processos educativos individuais. A riqueza do trabalho pedagógico de resolução de problemas se dá na medida em que o professor promove o debate, o confronto de ideias e opiniões sobre as formas diferentes de pensar em torno das possibilidades de resolução de cada problematização proposta. Portanto, nesse contexto, a resolução de problemas na perspectiva da educação matemática tende a dar ênfase: a. A aplicação da matemática em situações reais. A resolução de problemas na perspectiva da educação matemática tende a dar ênfase à aplicação da matemática em situações reais, assim como desenvolver o estudo de conceitos e conteúdos, ampliando os limites da própria disciplina e aprofundando as teorias e práticas envolvidas, direta ou indiretamente, com o conhecimento matemático. Ao optar por um trabalho em educação matemática que privilegie a compreensão, a construção e o significado dos conceitos e do conhecimento matemático em estudo, é necessário, também, coerência nas formas de avaliar a aprendizagem e os processos de ensino utilizados na construção e apropriação desses saberes. Por isso, faz-se necessária uma nova visão na abordagem da avaliação no âmbito escolar. Portanto, a avaliação deve fazer parte: d. De todo o processo do ensinar e aprender, estando presente em todos os momentos e possuindo características formativas. A avaliação deve acontecer tanto nos aspectos do ensino (professor), quanto nos aspectos da aprendizagem (aluno), bem como nos meios e recursos utilizados para percorrer os caminhos do ensinar e aprender matemática. Luckesi (2003) mostra a importância de ultrapassar o sentido de examinar, ainda presente na sala de aula, assumindo o real sentido de avaliar. A avaliação é processual, tem por objetivo diagnosticar, é dinâmica, é inclusiva, é democrática e exige uma prática pedagógica dialógica. Dessa forma, temos uma prática avaliativa formativa, ou seja, a avaliação pode ser feita por meio de diversos instrumentos, como: observações e registros, provas e testes, resolução de problemas, trabalhos e participação em atividades, portfólio e caderno do aluno, entrevistas e conversas informais, autoavaliação, entre outros. Conforme o texto acima, que diz que a avaliação pode ser realizada de várias formas, quais seriam os outros aspectos relevantes a serem descritos sobre a realização da avaliação formativa? e. A análise, a reflexão e o trabalho pedagógico. Estes aspectos relevantes sobre a avaliação formativa devem ser desenvolvidos a partir do erro do aluno. Ao analisar e refletir sobre o erro do aluno, o professor obtém informações sobre como o estudante está pensando, que conhecimentos e raciocínios ele já domina e quais ele ainda não conseguiu adquirir. A operação de multiplicação nos leva a pensar na ideia de adição de parcelas iguais. De acordo com Vergnaud (2009, p. 183), ao ensinar a multiplicação, utilizando-se de materiais concretos, introduzimos, obrigatoriamente, “a multiplicação como adição reiterada de uma mesma quantidade e, em consequência, a fazer do multiplicando uma medida, e do multiplicador um simples operador sem dimensões físicas.” Conforme trecho acima, sobre as operações de multiplicação, o que significa adição de parcelas iguais? d. É a ideia básica da operação de multiplicação. As tendências atuais da educação matemática propõem a construção de fatos básicos fundamentais da multiplicação com a devida compreensão e significado, de forma contextualizada, por meio do uso de materiais manipuláveis, como jogos e brincadeiras relacionados aos registros matemáticos gradativosde cada fato construído e vivenciado. O trabalho pedagógico, na perspectiva da educação matemática, não é compatível com a avaliação que apresenta características exclusivas de examinar a aprendizagem do aluno. Segundo Luckesi (2003), a avaliação praticada pela escola ainda possui características de exame, as quais têm por objetivo: a. Qualificação, aprovação e diagnóstico. As características de exame de julgar, aprovar e reprovar, ainda são formas de avaliação, que são perceptíveis no processo do ensinar e do aprender matemática, ou seja, em muitas situações é colocada toda a responsabilidade do fracasso na aprendizagem do aluno. Não se faz uma reflexão sobre todos os elementos envolvidos no processo e, nem sempre, propõem-se mudanças no ato do ensinar matemática. Ao destacar a resolução de problemas como foco de trabalho com o conhecimento matemático, os PCNs (BRASIL, 1997, p. 43-44) indicam alguns princípios fundamentais, a saber: o ponto de partida da atividade matemática deve ser o problema e não as definições e os conceitos, o problema deve ir além da simples aplicação mecânica do conhecimento matemático. O problema deve propor ao aluno o pensar produtivamente, favorecendo o desenvolvimento do raciocínio e dos saberes matemáticos, a resolução de problemas deve favorecer as aproximações sucessivas de conceitos e conteúdos, ampliando-os de acordo com a evolução na aplicação de novos problemas, o aluno não constrói um conceito em resposta a um problema, mas constrói um campo de conceitos que tomam sentido em um campo de conceitos, a resolução de problemas não é uma atividade para ser desenvolvida em paralelo a outras atividades matemáticas, mas à metodologia orientadora da prática pedagógica em educação matemática. Dante (1998) destaca os principais objetivos da resolução de problemas como possibilidade da prática pedagógica em educação matemática e que alguns deles podem ser descritos como: I. Fazer o aluno pensar produtivamente. II. Desenvolver o raciocínio do aluno. III. Ensinar ao aluno que ele não deve enfrentar situações novas. IV. Dar uma boa base matemática às pessoas. É correto apenas o que se afirma em: Escolha uma: a. I, II e III. b. I e IV. c. II e III. d. II, III e IV. e. I, II e IV. Alguns aspectos relevantes na abordagem metodológica da resolução de problemas estão relacionados à variedade e à flexibilidade dos problemas apresentados, enfatizando os procedimentos utilizados pelos alunos, visando à construção dos conceitos matemáticos, ao desenvolvimento de habilidades e não somente aos resultados finais. No estudo da operação de divisão, devem ser exploradas as duas ideias, apresentando os diferentes registros, para que a criança perceba a contextualização da divisão e construa os significados com compreensão, ou seja, para resolver uma operação de divisão, há vários procedimentos e formas de registros, como por exemplo: Marta tem 25 flores para distribuir igualmente em 3 vasos. Quantas flores ela colocará em cada vaso? A ideia presente nessa situação-problema é a de divisão em partes iguais, ou seja, ideia de distribuição, repartitiva. Quais são os dois processos de resolução que podem ser utilizados para resolver o problema acima, demonstrando as diferentes possibilidades de registro matemático de uma operação de divisão? Escolha uma: No processo convencional, a operação é resolvida dividindo-se cada uma das ordens numéricas do dividendo pelo divisor. Pode ser usado o método "curto" ou "longo”. Na resolução por estimativa, os registros variam de acordo com a compreensão e o desenvolvimento cognitivo de cada criança, ou seja, elas vão abreviando os cálculos na medida em que desenvolvem o cálculo mental e a habilidade de estimar e fazer cálculos aproximados. d. Processo convencional de resolução e Processo de resolução por estimativa. A operação de adição está associada às ideias de juntar, reunir e acrescentar, ou seja, essas ideias intuitivas que a criança leva para a escola constituem o ponto de partida para o aprendizado formal da adição. Historicamente, o ser humano começou a contar de um em um, depois percebeu que a contagem em pequenos grupos facilitava a obtenção de um todo e, assim, aprendeu a reunir quantidades. Adicionar está relacionado ao processo de contar e a contagem numérica traz em si a ideia de adição. Conforme o contexto descrito, alguns pesquisadores matemáticos diferenciam duas ideias presentes nas problematizações que envolvem a operação de adição: a. Ideia de juntar e ideia de acrescentar. A diferenciação entre essas duas ideias é tão sutil que muitos educadores matemáticos não fazem distinção entre elas, ou seja, o importante é compreender o significado da adição, suas propriedades e a sua aplicação na resolução de problemas. Portanto, é fundamental destacar que a utilização de materiais manipuláveis pode facilitar a compreensão das ideias e dos procedimentos envolvidos em cada cálculo. De acordo com Vergnaud (2009, p. 180) as dificuldades presentes nos processos de resolução da subtração são evidentes, desde as diferenças nas ideias até os procedimentos hierárquicos de reagrupamento de ordens: “Para superar estas diferentes dificuldades, a ajuda de material de bases múltiplas, mais precisamente de pequenas bases, é de grande valia.” Isso equivale dizer que a utilização de materiais manipuláveis pode contribuir significativamente na compreensão e resolução da operação de subtração. A operação de subtração apresenta três ideias básicas diferentes, quais seriam elas? c. Subtrativa, comparativa e aditiva. As três ideias da subtração estão presentes em situações do cotidiano, por isso, destaca-se a importância de perceber o significado de cada uma delas e os procedimentos de resolução, ou seja, a operação de subtração é menos intuitiva para a criança do que a de adição. De acordo com Piaget, isso ocorre porque é mais natural o sujeito se voltar para ações, percepções e cognição que apontam para aspectos positivos, do que aspectos com ideias negativas. A educação matemática tem proposto e valorizado a resolução de problemas “ao longo dos últimos anos, sendo um dos tópicos mais difíceis de ser trabalhado na sala de aula. É comum os alunos saberem efetuar todos os algoritmos (as “continhas” de adição, subtração, multiplicação e divisão), mas não conseguem resolver um problema que envolva um ou mais desses algoritmos” (DANTE, 1998, p. 8). De acordo com os PCNs (BRASIL, 1997, p. 42), a prática pedagógica de resolução de problemas nem sempre tem desempenhado sua função no processo do ensinar e do aprender matemática, se limitando a ser usado basicamente “como forma de aplicação de conhecimentos adquiridos anteriormente pelos alunos”. Neste caso, a matemática: É por meio da resolução de problemas que o aluno desenvolve o pensar matematicamente, adquire e reorganiza conceitos e habilidades e aplica conhecimentos e saberes matemáticos, atribuindo significado aos mesmos. d. Concebe que resolução de problemas é a principal razão do ensinar e do aprender matemática.