Prévia do material em texto
Prova Impressa GABARITO | Avaliação da Disciplina (Cod.:678076) Peso da Avaliação 10,00 Prova 67214222 Qtd. de Questões 20 Nota 9,50 A responsabilidade de cumprir normas encoraja o desenvolvimento da iniciativa e da confiança do aluno em dizer honestamente o que pensa: Nos jogos de regras, os jogadores estão, não apenas um ao lado do outro, mas juntos. As relações entre eles são explicitadas pelas regras do jogo. O conteúdo e a dinâmica do jogo não determinam apenas a relação do aluno com o objeto, mas também suas relações em face de outros participantes do jogo [...]. Assim, o jogo de regras possibilita o desenvolvimento das relações sociais do aluno (MOURA,1995, p. 26). FONTE: MOURA, A. R. L. A Medida e a Criança Pré-Escolar. Campinas, 1995. Tese de Doutorado. Faculdade de Educação, UNICAMP. Os jogos estão em correspondência direta com o pensamento matemático. Em ambos temos regras, instruções, operações, definições, deduções, desenvolvimento e utilização. Groenwald (2002) aponta alguns benefícios dos jogos matemáticos em sala de aula tais como: I - O aluno demonstra para seus colegas e professores se o assunto foi bem assimilado. II - Detectar os alunos que estão com dificuldades reais. III - Competição entre os alunos, pois almejam vencer e para isso aperfeiçoam-se e ultrapassam seus limites. IV - Permite que o aluno não tenha medo de errar, pois o erro é considerado um degrau necessário para se chegar a uma resposta correta. Assinale a alternativa que corresponda às sentenças verdadeiras: A I, II e V. B I, II, III e IV. C I, III e IV. D I, II e III. O baixo desempenho de alunos em exames nacionais, como Prova Brasil, Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) e Programme for International Student Assessment (PISA), faz com que o ensino de Matemática seja constantemente criticado. Entende-se a Matemática como uma disciplina importante, que pode colaborar para o desenvolvimento lógico mental e para a compreensão dos fenômenos que ocorrem no dia a dia. A sociedade atual carece de cidadãos pensantes, proativos, com espírito investigativo, capazes de solucionar problemas, intervindo de forma autônoma e crítica em situações. No intuito de contribuir para a formação de cidadãos com essas atribuições, ainda na Educação Básica, professores se veem desafiados a utilizar diferentes metodologias para o ensino qualificado de Matemática e assim surge uma tendência nesse ensino, que timidamente vem ganhando espaço nas salas de aula, intitulada “investigação matemática”. Indo ao encontro dessa tendência, analise as sentenças a seguir: I - Com formação que não propicie ao estudante o desenvolvimento desse espírito mais reflexivo e investigativo, seja possível despertar nele o interesse pela disciplina de Matemática, de forma que ela deixe de ter caráter meramente mecânico, composto de regras predefinidas e imutáveis. II - Com investigação matemática deve conduzir os alunos a uma resposta imediata. Não permitindo que eles realizassem as mais variadas articulações e desenvolvam quantas interpretações forem possíveis, de acordo com os conhecimentos matemáticos que eles detêm. III - A proposta de tornar o aluno mais responsável por sua aprendizagem, uma das condições para que haja investigação matemática, pode ser uma das interpretações ao estudar os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), os quais enfatizam a importância de permitir que os alunos descubram regularidades e reconheçam, dessa forma, propriedades aritméticas, algébricas e geométricas. IV - As atividades investigativas devem ser desafiadoras e preparadas com antecedência pelo professor, que poderá usar um mesmo texto com questões diferentes aos grupos participantes. V- A investigação pode ser dividida em três etapas da atividade de investigação: a introdução da tarefa, a sua realização pelos alunos com acompanhamento do professor e a discussão/reflexão entre alunos de grupos diferentes com a participação do professor. Agora, assinale a alternativa que corresponda às sentenças CORRETAS: VOLTAR A+ Alterar modo de visualização 1 2 A III, IV e V. B I e II. C I, II e III. D I, III e IV. O trabalho com o lúdico exige do professor uma profunda reflexão sobre o sentido do jogo na prática pedagógica. De fato, a utilização de recursos lúdicos implica no conhecimento da metodologia dos jogos e do estabelecimento de objetivos claros a serem alcançados, além da maneira adequada de orientar o aluno para a função e regras das atividades. A postura do professor frente ao lúdico deve ser a de incitar no momento certo, desafiar, debater e interferir, quando necessário, promovendo a satisfação na realização da atividade. Assim, para que a proposta atinja o aluno, o professor precisa interiorizar o trabalho com jogos e acreditar no sucesso do mesmo. Quando o aluno percebe segurança e satisfação no professor, ele se sente também seguro, pois, sabe que tem um apoio por perto, caso necessite. O professor precisa não só acreditar no jogo, mas também no aluno e em sua capacidade de gerenciar sua aprendizagem através do mesmo. No entanto, a utilização dos jogos no âmbito escolar exige um planejamento detalhado em que todos os passos devem ser previamente analisados e definidos. Nessa ótica, é necessário ter claras todas as etapas do trabalho, bem como instrumentos que possibilitem o acompanhamento do progresso dos alunos e uma integração dos objetivos dos jogos com os objetivos pensados para cada etapa de trabalho. Isso é importante para que o jogo seja parte de um planejamento coerente e não apenas um espaço de diversão em sala de aula, ou seja, é necessário que o professor disponha de mecanismos que validem o jogo como prática pedagógica no processo de aprendizagem dos alunos. Dessa forma, para trabalhar com o lúdico, cabe ao professor: I - Problematizar sempre, desafiando os alunos a encontrar soluções para seus questionamentos. II - Discutir e analisar com os alunos o porquê e os efeitos do jogo, bem como as reações e as atitudes dos participantes. III - Motivar-se com os alunos, trabalhar com eles, mostrando-se sempre firme e seguro, passando-lhes a confiança necessária. IV - Impossibilitar aos alunos assumir lideranças, dando-lhes espaços para conduzir os jogos. V - Preparar e conscientizar os alunos para os jogos em grupo, vivenciando os princípios da dinâmica de grupo. Assinale a alternativa que corresponda às sentenças CORRETAS: A I, II e IV. B I, II, III e V. C I, II e III. D I, III, IV e V. Ao abordar as questões pedagógicas, Saviani (2008) coloca que o ato educativo se efetiva na prática, como: Ato de produzir, direta e intencionalmente, em cada indivíduo singular, a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto dos homens. Assim, o objeto da educação diz respeito, de um lado, à identificação dos elementos culturais que precisam ser assimilados pelos indivíduos da espécie humana para que eles se tornem humanos e, de outro lado e concomitantemente, à descoberta das formas mais adequadas para atingir esse objetivo (SAVIANI, 2008, p. 13). FONTE: SAVIANI, D. A pedagogia no Brasil: história e teoria. Campinas, SP: Autores Associados, 2008. É inerente à escola propiciar aos alunos condições de analisar sobre as mazelas da sociedade, representada pela grande massa humana massacrada. Os conteúdos abordados dialeticamente, com o uso de mídias tecnológicas hoje existentes e ou produzidas, podem tornar-se uma das maneiras adequadas de incorporação da produção humana para o bem do próprio homem. Logo, as mídias ampliam: A As maneiras de expressão e comunicação dos indivíduos e impossibilitam diferentes meios de interação com o mundo. B As maneiras de expressão e comunicação dos indivíduos e possibilitam iguais meios de interação com o mundo. C As maneiras de inexpressão e comunicação dos indivíduos e possibilitam diferentes meios de interação com o mundo. 3 4 D As maneiras de expressão e comunicação dos indivíduos e possibilitam diferentesmeios de interação com o mundo. Segundo Dante (1991, p. 25): É possível por meio da resolução de problemas desenvolver no aluno iniciativa, espírito explorador, criatividade, independência e a habilidade de elaborar um raciocínio lógico e fazer uso inteligente e eficaz dos recursos disponíveis, para que ele possa propor boas soluções às questões que surgem em seu dia a dia, na escola ou fora dela. FONTE: DANTE, L. R. Didática da resolução de problemas de matemática. 2. ed. São Paulo: Ática, 1991. Dessa forma, os alunos, ao resolverem problemas, podem descobrir fatos novos sendo motivados a encontrarem várias outras maneiras de resolverem o mesmo problema, despertando a curiosidade e o interesse pelos conhecimentos matemáticos e assim desenvolverem a capacidade de solucionar as situações que lhes são propostas. No entanto, despertar no aluno o gosto pela resolução de problemas não é tarefa fácil, muitos são os momentos de dificuldade, obstáculos e erros. Na maioria das vezes, isso acontece porque professores e alunos não fazem distinção entre um problema matemático de um exercício matemático. Ao distinguir, mais claramente, um problema de um exercício, podemos dizer que: I - Um problema matemático é uma situação que demanda a realização de uma sequência de ações ou operações para obter um resultado. II - Um problema matemático é toda situação que requer a descoberta de informações matemáticas desconhecidas para a pessoa que tenta resolvê- lo e/ou a invenção de uma demonstração de um resultado matemático dado. III - Uma atividade de treinamento no uso de alguma habilidade/conhecimento matemático já conhecido por quem resolve o problema, como a aplicação de um algoritmo conhecido, de uma fórmula conhecida. Assinale a alternativa que corresponda às afirmações verdadeiras: A I, IV. B I, II, III C I e II D I, III e IV Pode-se afirmar que o aluno constrói um campo de conceitos que toma sentido num campo de problemas, e não um conceito isolado em resposta a um problema particular; a resolução de problemas não é uma atividade para ser desenvolvida em paralelo ou como aplicação da aprendizagem, mas uma orientação para a aprendizagem, pois proporciona o contexto em que se podem apreender conceitos, procedimentos e atitudes matemáticas. Assim, existem diferentes tipos de problemas e que cada tipo tem uma função no processo de aprendizagem do aluno. Assinale a alternativa que corresponda às categorias que os diferentes tipos de problemas podem ser sintetizados. A Complexos, nebulosos, sem resposta única e inédita. B Profissionais, nebulosos, sem resposta única e inédita. C Algoritmização, realísticos, nebulosos e sem resposta única. D Algoritmização, complexos, nebulosos e sem resposta única. Um fator que dificulta a aprendizagem em Matemática é a baixa frequência de textos de Matemática oferecidos aos alunos. Existem diversos materiais à disposição, como livros paradidáticos, artigos de jornal, revistas especializadas que trazem material sobre os grandes desafios matemáticos. Estes recursos permitem que o aluno adquira uma percepção mais abrangente da Matemática, saindo um pouco do esquema tradicional apresentado em sala de aula. A Matemática é uma ciência que denota aspectos tradicionais em virtude dos conhecimentos adquiridos ao longo dos tempos, ou seja, uma gama de conhecimento que aos olhos dos estudantes estão prontos e concluídos nos livros apostilas. No entanto, uma abordagem dinâmica e realista da Matemática pode levar o educando a: A Desenvolver uma postura desinteressada e crítica dentro da sociedade. 5 6 7 B Desenvolver uma postura passiva e crítica dentro da sociedade. C Desenvolver uma postura inerte e crítica dentro da sociedade. D Desenvolver uma postura ativa e crítica dentro da sociedade. Nos anos 30, com o surgimento da Escola Nova, a Matemática era ensinada pelos seus valores práticos, suas relações com as demais ciências e suas aplicações cotidianas. Assinale a alternativa que apresente como o aluno aprendia: A Ouvindo. B Fazendo. C Copiando. D Lendo. Existe uma crença de que a fórmula mágica para os problemas que enfrentam no dia a dia da sala de aula parece ser aplicação de jogos e materiais. O professor nem sempre tem clareza das razões fundamentais pelas quais os materiais ou jogos são importantes para o ensino-aprendizagem da Matemática e normalmente são necessários, e em que momentos devem ser usados. Geralmente costuma-se justificar a importância desses elementos apenas pelo caráter "motivador" ou pelo fato de se ter "ouvido falar" que o ensino da Matemática tem de partir do concreto ou, ainda, porque através deles as aulas ficam mais alegres e os alunos passam a gostar da Matemática. Considerando o contexto da educação matemática, o professor: I - Deve abandonar, tanto quanto possível, o método expositivo tradicional, em que o papel dos alunos é quase cem por cento passivos, e procurar, pelo contrário, seguir o método ativo, estabelecendo diálogo com os alunos e estimulando a imaginação. II - Deve ser consciente de que não consegue alcançar resultados satisfatórios junto a seus alunos e tendo dificuldades de, por si só, repensar satisfatoriamente seu fazer pedagógico procura novos elementos - muitas vezes, meras receitas de como ensinar determinados conteúdos. III - Sempre tem clareza das razões fundamentais pelas quais os materiais ou jogos são importantes para o ensino-aprendizagem da matemática e, normalmente são necessários, e em que momentos devem ser usados. Assinale a alternativa que corresponda à(s) sentença(s) CORRETA(S): A I e II. B Apenas I. C I, II e III. D Apenas III. A mediação é essencial para aprofundar a análise, fazendo, quando necessário, um recorte na parte da mídia que destaca o foco da aula para promoção da reflexão. Permitir, sem impor, que o aluno perceba os mecanismos ideológicos que porventura possa existir, assim como extrair a importância do conteúdo para a vida. De acordo com Kenski (2008, p. 64): A escola precisa assumir o papel de formar cidadãos para a complexidade do mundo e dos desafios que ele propõe. Preparar cidadãos conscientes, para analisar criticamente o excesso de informações e a mudança, a fim de lidar com as inovações e as transformações sucessivas de conhecimento em todas as áreas. A mesma autora destaca que: “a sociedade excluída do atual estágio de desenvolvimento tecnológico está ameaçada de viver em estado permanente de dominação, subserviência e barbárie”. FONTE: KENSKI, V. M. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2008. Logo, se faz urgente, nos estabelecimentos de ensino, vislumbrar novos horizontes educacionais, e, inserir: A Nas metodologias educacionais, as impossibilidades midiáticas. B Nas metodologias educacionais, as possibilidades midiáticas. 8 9 10 C Nas metodologias educacionais, as possibilidades imidiáticas. D Nas metodologias educacionais, as impossibilidades imidiáticas. É em atividades como essas que o aluno desenvolve habilidades em processos importantes, como a intuição, a analogia, a indução e a dedução, o que dificilmente ocorre em atividades direcionadas à memorização, nas quais a compreensão do processo desenvolvido para deduzir um conceito matemático e reconhecer sua utilidade não ocorre (BRASIL, 1998). Dessa forma, pode-se inferir que a proposta descrita nos PCN se assemelha às atividades de investigação matemática, nas quais os alunos são convidados a agir como um matemático profissional, para os quais “investigar é descobrir relações entre objetos matemáticos conhecidos ou desconhecidos, procurando identificar as respectivas propriedades” (PONTE; BROCARDO; OLIVEIRA, 2003, p. 13). É em atividades de análise de objetos matemáticos que o aluno utiliza o pensamento, e “a cada momento que se utiliza o pensamento na construção de ideias a respeito do mundo pratica-se o exercício daestruturação do conhecimento [...]” (MENDES, 2009, p. 123). Nesse sentido, segundo Ponte, Brocardo e Oliveira (2003) desenvolver o ensino e a aprendizagem da Matemática utilizando a investigação é: A Considerar ou reelaborar questões relacionadas a outras áreas do conhecimento e para as quais a pessoa que investiga dispõe de uma resolução imediata, com o objetivo de que não se sinta motivada a procurá-la, valendo-se dos conhecimentos prévios matemáticos e conhecimentos necessários. B Considerar ou elaborar questões relacionadas a essa área do conhecimento e para as quais a pessoa que investiga não dispõe de uma resolução imediata, com o objetivo de que se sinta motivada a procurá-la, valendo-se dos conhecimentos prévios matemáticos e conhecimentos necessários. C Considerar ou reelaborar questões relacionadas a outras áreas do conhecimento e para as quais a pessoa que investiga dispõe de uma resolução imediata, com o objetivo de que não se sinta motivada a procurá-la, valendo-se dos conhecimentos prévios matemáticos e conhecimentos desnecessários. D Considerar ou elaborar questões relacionadas a outras áreas do conhecimento e para as quais a pessoa que investiga dispõe de uma resolução prática, com o objetivo de que se sinta motivada a procurá-la, valendo-se dos conhecimentos prévios na matemática e conhecimentos desnecessário de investigação. Referente à História da Matemática, é possível dizer que se refere à história de uma ciência com uma abrangência tão grande que, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais para os anos iniciais (1997, p. 23): “é apresentada como um dos aspectos importantes da aprendizagem Matemática por propiciar compreensão mais ampla da trajetória dos conceitos e métodos dessa ciência”. Analise as sentenças a seguir: I - Dar enfoque aos conceitos referentes à História da Matemática, durante as aulas, pode contribuir significativamente para uma compreensão mais ampla e prática da Matemática, de modo que, ao mesmo tempo, facilite a compreensão dos conceitos matemáticos e suas diversas aplicações. II - O professor pode dar um “toque a mais” a sua prática pedagógica, no que diz respeito aos conceitos relacionados à História da Matemática, por meio da resolução, durante as aulas, de problemas que foram grandes desafios ao longo do tempo. III - Através da história da Matemática o estudante pode ser instigado a compreender como o conhecimento matemático é construído tornando-o, assim, mais significativo para o aluno. A História da Matemática pode servir como referência na elaboração de atividades e problemas favorecendo o entendimento de conceitos matemáticos. Agora, assinale a alternativa que corresponda às afirmações verdadeiras. A I, II e III. B I e II. C I e II. D I. Rabelo (1995) ressalta que no Ensino Fundamental os alunos apresentam um baixo desempenho na resolução de problemas matemáticos. Nesse sentido, existe a não construção de uma competência para a: A Resolução de operações básicas da Matemática. B Resolução de equações. 11 12 13 C Resolução de inequações. D Interpretação de textos matemáticos. As tendências metodológicas que compõe o campo de estudo da Educação Matemática são: História da Matemática, Etnomatemática, Modelagem Matemática, Mídias Tecnológicas, Investigação Matemática e Resolução de Problemas. Analise o trecho a seguir: O enfoque na História da Matemática, quando unido a tendências como a Resolução de Problemas, por exemplo, é muito eficaz, pois, em sala de aula, o educador pode propor situações problemas enfrentadas em determinado momento histórico e, assim, a aula poderá fluir em um ambiente de construção do conhecimento, tendo em vista que o educando poderá entender que essa ciência foi construída diante de necessidades: individuais e sociais (GOMES, 2014, p.63). GOMES, R. A evolução das tendências na educação matemática e o enfoque da Historia da matemática no ensino. In: Revista Educação, Ciências e Matemática, v.3, n.3, set/dez, 2014. A qual tendência metodológica no campo da educação matemática o trecho anterior se refere? A Modelagem matemática. B Investigação matemática. C Etnomatemática. D História da matemática. O aluno se empolga com o clima de uma aula diferente, o que faz com que aprenda sem perceber. Groenwald (2002) defende que alguns cuidados devem ser tomados ao escolher os jogos a serem aplicados. Analise as sentenças a seguir sobre os cuidados que devem ser tomados ao escolher os jogos a serem aplicados: I - Não tornar o jogo algo obrigatório. II - Escolher jogos em que o fator sorte não interfira nas jogadas, permitindo que vença aquele que descobrir as melhores estratégias. III - Não utilizar atividades que envolvam dois ou mais alunos, para oportunizar a interação social. IV - Estabelecer regras, que podem ou não ser modificadas no decorrer de uma rodada. V - Não trabalhar a frustração pela derrota no aluno, no sentido de minimizá-la. Agora, assinale a alternativa que corresponda às sentenças CORRETAS: A I, III e IV. B I, II e IV. C I, II e III. D I, II, IV, e V. A Matemática é uma área do conhecimento que surgiu e tem-se desenvolvido a partir dos problemas que o homem encontra. A Resolução de Problemas é um método eficaz para desenvolver o raciocínio e para motivar os alunos para o estudo da Matemática. O processo ensino e aprendizagem podem ser desenvolvidos através de desafios, problemas interessantes que possam ser explorados e não apenas resolvidos (LUPINACCI; BOTIN, 2004). FONTE: LUPINACCI, M. L. V.; BOTIN, M. L. M. Resolução de problemas no ensino de matemática. Anais. VIII Encontro Nacional de Educação Matemática, Recife, p. 1–5. Por este motivo, para o seu ensino não basta só conhecer, é necessário ter criatividade, fazer com que os alunos participem das resoluções. 14 15 16 Dessa forma, a resolução de problemas é a: A Padrão da Matemática. B Fórmula da Matemática. C Essência da Matemática. D Regra da Matemática. A falta de preparação dos professores se deve, também, ao pouco tempo que dispõem para dedicar-se aos seus alunos e aos cursos de aprimoramento, uma vez que trabalham, em média, de 8 a 10 horas por dia (CAMARGO, 2003). Aprender Matemática requer atitudes especiais e disciplina. Ao professor também não basta ser um exímio conhecedor da matéria. É necessário que ele seja altamente criativo e cooperador. O professor precisa reunir habilidades para motivar o aluno, ensinando-o a pensar e a se tornar autônomo. Nesse contexto, Sanches (2004), lembra que: o despreparo dos professores pode gerar dificuldades relacionadas às adoções de posturas teórico metodológicas ou insuficientes, seja porque a organização desses não está bem sequenciada, ou não se proporcionam elementos de motivação suficientes; seja porque os conteúdos não se ajustam às necessidades e ao nível de desenvolvimento do aluno, ou não estão adequados ao nível de abstração, ou não se treinam as habilidades prévias; seja porque a metodologia é muito pouco motivadora e muito pouco: A Eficaz. B Educadora. C Metodológica. D Motivadora. A essência da aprendizagem na Matemática não se resume a apenas efetuar cálculos, mas sim saber o que fazer com eles. A crença de que o essencial na Matemática é que o cálculo leva a assumir que o ensino desta disciplina tem de começar por eles, e que nada mais se pode fazer enquanto os alunos não conseguirem fazer todo o tipo de cálculos. A insistência exagerada no cálculo, como se mais nada contasse, impede muitos alunos de adquirirem outras competências e desenvolverem habilidades. Apesar da ênfase no cálculo, muitos alunos continuam a mostrar dificuldade no campo da Matemática. A solução não é erradicar o cálculo que tem, naturalmente, o seu papel. O mal está em reduzir toda a aprendizagem da Matemática à aquisição de técnicas de cálculo. Um dos problemas reside na forma desinteressante e pouco reflexiva em que se dão as atividades de ensino. A dificuldade pode estar no fato depassar uma imagem que a Matemática é, por excelência, o lugar das abstrações, enfatizando seus pontos formais e se distanciando da realidade, tanto para quem aprende como para quem: A Escuta. B Ensina. C Orienta. D Educa. O professor deve levar seu aluno a superar os procedimentos padronizados, próprios de uma didática desvinculada de situações reais, é possível consolidar essa nova relação do aluno com o conhecimento adquirido na resolução de problemas. De acordo com Dante (1991), devemos propor aos estudantes várias estratégias de resolução de problemas, mostrando-lhes que não existe uma única estratégia, ideal e infalível, cada problema exige um tipo determinado de: A Estratégia. B Resolução. C Solução. D Elaboração. 17 18 19 Em meados de 80, o ensino da Matemática insere-se nas concepções construtivista, assim, nessa direção, entende-se que na teoria construtivista: A Matemática é uma construção humana constituída por estruturas e relações abstratas entre formas e grandezas reais ou possíveis, ou seja, é um construto resultante da interação dinâmica do homem com o meio físico e social (FIORENTINI, 1995, p. 20). FONTE: FIORENTINI, D. Alguns Modos de Ver e Conceber o Ensino de Matemática no Brasil. In: ZETETIKÉ. Alguns modos de ver e conceber a Matemática no Brasil. Campinas: UNICAMP, ano 3, n. 4, 1-36 p., 1995. Analise as sentenças a seguir: I - As tendências da educação matemática acompanharam a evolução na área da Educação. II - As tendências metodológicas que compõe o campo de estudo da educação matemática são: História da Matemática, Etnomatemática, Modelagem Matemática, Mídias Tecnológicas, Investigação Matemática e Resolução de Problemas. III - Devido à história de formação acadêmica do professor, foi lhe transmitido, pelos professores da graduação, postura das mais variadas tendências metodológicas. IV - O professor pode se valer do seu potencial criativo para escolher atividades que caracterizem o uso de muitas tendências. Agora, assinale a alternativa que corresponda às sentenças verdadeiras. A III e IV B II, III e IV. C I, II, III e IV. D I, II. 20 Imprimir