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FICHA DE AVALIAÇÃO 
Profª. Sarah Brandão 
IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO 
¢ Data de início da 
Avaliação; 
¢ Nome (completo); 
¢ R.A.; 
IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE 
¢ Nome (completo); 
¢ Data de Nascimento; 
¢  Idade; 
¢ Naturalidade; 
¢ Profissão; 
¢ Responsável pelo pact; 
¢ Diagnóstico Clínico; 
¢ Medicamentos; 
¢  Diagnóstico Fisioterapêutico: hiperlordose, 
lombalgia, marcha antálgica, sente dores no MIE, 
hipotrófico, hipotônico, etc; 
¢ Anamnese. 
DIAGNÓSTICO FISIOTERAPÊUTICO 
¢ Constitui o conjunto de procedimentos e rotinas 
diagnósticas, realizadas pelo fisioterapeuta, com 
a finalidade de identificar, quantificar e 
qualificar o distúrbio cinético-funcional de 
órgãos e sistemas, sensíveis à abordagem 
fisioterapêutica, direta ou sinergicamente. 
 
 
EXEMPLO 
¢  Asma Brônquica: este é um diagnóstico nosológico, 
peculiar à abordagem médica. Esta entidade 
nosológica, sob a perspectiva médica, envolverá uma 
abordagem farmacológica para tratar o distúrbio 
imunológico envolvido, combatendo o edema de 
mucosa e o broncoespasmo. 
¢  Sob a ótica fisioterapêutica, o paciente não tem 
asma, mas uma discinesia muscular respiratória 
associada ao conjunto de distúrbios mecânicos 
identificados como "limitação do fluxo aéreo", com 
diversos componentes cinetico-funcionais envolvendo 
os músculos respiratórios e o comprometimento da 
biomecânica toraco-abdominal. 
COFFITO 
¢  O Diagnóstico Fisioterapêutico foi previsto na Resolução número 80 do Egrégio COFFITO, 
publicada no D.O.U. 093 de 21/05/87, Seção I, Pág. 7609, cujo Artigo 1o é transcrito a 
seguir: 
¢  "É competência do FISIOTERAPEUTA, elaborar o diagnóstico 
fisioterapêutico compreendido como avaliação físico-funcional, 
sendo esta, um processo pelo qual, através de metodologias e 
técnicas fisioterapêuticas, são analisados e estudados os desvios 
físico-funcionais intercorrentes, na sua estrutura e no seu 
funcionamento, com a finalidade de detectar e parametrar as 
alterações apresentadas, considerados os desvios dos graus de 
normalidade para os de anormalidade; prescrever, baseado no 
constatado na avaliação físico-funcional as técnicas próprias da 
Fisioterapia, qualificando-as e quantificando-as; dar ordenação ao 
processo terapêutico baseando-se nas técnicas fisioterapêuticas 
indicadas; induzir o processo terapêutico no paciente; dar altas 
nos serviços de Fisioterapia, utilizando o critério de reavaliações 
sucessivas que demonstrem não haver alterações que indiquem 
necessidade de continuidade destas práticas terapêuticas." 
 
ANAMNESE 
¢  QP (queixa principal do paciente): dor em MSD, 
estética, sedentarismo, etc; 
¢  HMP (história médica pregressa): praticava atividade 
física, etilista, tabagista, HAS, diabetes, cardiopatias, 
faz uso de medicamentos, outras patologias; 
¢  HF (história familiar): HAS (quem), diabetes, AVC... 
¢  HDA (história da doença atual- 5 anos): quando 
surgiu a doença, sinais e sintomas apresentados, já foi 
internado/quando/de quê/uti, seqüelas, auxílio 
locomoção, medicamentos, exames realizados, 
comunicação, alimentação, TTOs anteriores e atuais, 
expectativa em relação ao TTO fisioterapêutico, SIC 
(segundo informação colhida); 
¢  Exames Complementares; 
EXAME FÍSICO GERAL 
SINAIS VITAIS DO PACIENTE: 
¢ PA (próximo quadro); 
¢ Pulso (bat/min.): 60-100 (80 p/ mulher e 60-70 p/ 
homem); 
¢ Ausculta Cardíaca (BRNF: bulhas rítmicas 
normofonéticas); 
¢  Ausculta Respiratória (MVA: murmúrio 
vesicular audível=sons graves na inspiração) ex: 
Ronco (som grave na exp., obstrutivo secretivo), 
Sibilos (sons agudos, obstrutivo restritivo), etc; 
¢  FR (insp/min.) taquipneico, eupneico (12-19) 
bradipneico; 
¢ Temperatura (normotérmico). 
PRESSÃO ARTERIAL 
AMERICAN HEART ASSOCIATION 
OBSERVAÇÃO 
¢ Os idosos possuem a 
m e s m a p r e s s ã o 
arterial dos adultos, 
ou ligeiramente mais 
elevada a sistólica, e 
l igeiramente mais 
baixa a diastólica. 
AUSCULTA CARDÍACA 
AUSCULTA RESPIRATÓRIA 
INSPEÇÃO VISUAL 
¢  INSPEÇÃO ESTÁTICA: 
•  Estado aparente de saúde, nível de consciência, 
estado nutricional e de hidratação, estatura, postura, 
cor da pele, higiene pessoal, humor e tipo de 
fala,eupnéico, fácies, acamado, gessado, lúcido, tipos 
de tórax (escavartum, carinatum, em tonel/barril) e de 
abdômen; BEG; 
•  Padrões anormais e deformidades segmentares: 
edema, padrão em flexão de punho, pé equino, 
amputação; 
•  Pele (oleosidade, elasticidade, elevação na pele, 
nódulos-lipomas, hemangioma, trombo-tumores, 
escoriações, cicatrizes-traumática/cirúrgica) e anexos 
(unhas: rosa, amarelo, deprimido, brilho, quebradiça. 
Cabelos); 
INSPEÇÃO VISUAL 
¢  INSPEÇÃO DINÂMICA: 
 
•  Observa-se o paciente em movimento (rotações, 
inclinações, mobilidade torácica, mobilidade 
articular); 
•  Movimentos Involuntários: tremores, sincinesias; 
•  Análise de deambulação: eubasia, disbasia 
(anormal), abasia, lenta, dificultosa...; 
INSPEÇÃO VISUAL 
¢  AVALIAÇÃO POSTURAL: 
Analisar de frente, lados, costas (cabeça, ombros, 
tórax , coluna, ângulo de Tales, quadril, joelhos, 
tornozelos, pés), padrões flexores, desvios de eixo, 
biotipo (normolíneo, brevilíneo, longelíneo); 
 
¢  AVALIAÇÃO DE EQUILÍBRIO: 
Escala de Equilíbrio de Berg (adaptada); 
 
¢  AVALIAÇÃO DE COORDENAÇÃO E METRIA: Index-
index; index-nariz; index-boca; calcâneo-joelho; 
INSPEÇÃO VISUAL 
¢  Avaliação de Marcha Lenta e Rápida: 
•  De acordo com Basmajian (1987), depois de ter feito a 
história clínica do paciente, o examinador deve deixar 
o paciente mostrar várias vezes a sua marcha, porque 
algumas doenças podem ser detectáveis apenas 
durante a marcha rápida, enquanto que outras só são 
nítidas durante a marcha muito lenta. 
•  De modo semelhante ficar de pé, subir e descer uma 
ladeira e subir escadas, podem mostrar as alterações 
da marcha. Enquanto o paciente anda, cada uma das 
articulações deve ser observada separadamente e 
deve-se fazer uma comparação mental com a função 
normal. 
TIPOS DE MARCHA PATOLÓGICA 
¢ Cerebelar; Ébria/cambaleante; 
¢ Ataxia sensorial; 
¢ Equina/passos altos; 
¢ Hemiplégica e Paraplégica; 
¢ Festinante; 
¢ Coreoatetótica e distônica; 
¢ Distrofia muscular; 
¢ Histérica; 
¢ Senil. 
AVALIAÇÃO DE COGNIÇÃO E MEMÓRIA 
¢ Função mental: memória presente (o que fez 
ontem) e passada (data de nascimento); 
¢ Função afetiva: triste, desanimado, depressivo, 
melancólico, irritado, se faz referência aos filhos; 
¢  Função social: se relaciona bem com 
funcionários/colegas da casa, tem amigos. 
MINI EXAME DO ESTADO MENTAL 
¢  É o teste mais utilizado para avaliar a função 
cognitiva por ser rápido (em torno de 10 minutos), de 
fácil aplicação, não requerendo material específico. 
¢  Deve ser utilizado como instrumento de rastreamento 
não substituindo uma avaliação mais detalhada, pois, 
apesar de avaliar vários domínios (orientação 
espacial, temporal, memória imediata e de evocação, 
cálculo, linguagem-nomeação, repetição, compreensão, 
escrita e cópia de desenho), não serve como teste 
diagnóstico, mas sim pra indicar funções que 
precisam ser investigadas. 
¢  É um dos poucos testes validados e adaptados para a 
população brasileira (ver anexo). 
RESULTADO DO MEEM 
¢ Avaliação dos Resultados: 
•  Normal: acima de 27 pontos 
•  Demência: menor ou igual a 24 pontos; em caso 
de menos de 4 anos de escolaridade, o ponto de 
corte passa para 17, em vez de 24. 
o  Escore Médio para Depressão: 
•  Depressão não-complicada: 25,1 pontos 
Prejuízo cognitivo por depressão: 19 pontos 
 
AVALIAÇÃO FUNCIONAL (AVD) 
¢  O índice de Katz, foi criado por Sidney Katz, em 
1963, para avaliar a capacidade funcional do 
indivíduo idoso. 
¢  Katz estabeleceu uma lista de seis itens que são 
hierarquicamente relacionados e refletem os padrões 
de desenvolvimento infantil, ou seja, que a perda da 
função no idoso começa pelas atividades mais 
complexas, como vestir-se, banhar-se,até chegar as de 
auto regulação como alimentar-se e as de eliminação 
ou excreção. 
¢  As maiorias dos instrumentos atuais se basearam na 
de Katz. 
 
AVALIAÇÃO DE EQUILÍBRIO 
(ADAPTADA) 
¢  3.6 Avaliação do Equilibrio (Escala de Equilíbrio de Berg adaptada) 
¢  1. Posição sentada para posição em pé (Por favor levante-se. Tente não usar suas mãos para se apoiar). 
¢  ( 4 ) capaz de levantar-se sem utilizar as mãos e estabilizar-se independentemente 
¢  ( 3 ) capaz de levantar-se independentemente utilizando as mios 
¢  ( 2 ) capaz de levantar-se utilizando as mãos após diversas tentativas 
¢  ( 1 ) necessita de ajuda mínima para levantar-se ou estabilizar-se 
¢  ( 0 ) necessita de ajuda moderada ou máxima para levantar-se 
¢  2. Permanecer em pé sem apoio (Por favor, fique em pé por 2 minutos sem se apoia).) 
¢  ( 4 ) capaz de permanecer em pé com segurança por 2 minutos 
¢  ( 3 ) capaz de permanecer em pé por 2 minutos com supervisão 
¢  ( 2 ) capaz de permanecer em pé por 30 segundos sem apoio 
¢  ( 1 ) necessita de várias tentativas para permanecer em pé por 30 segundos sem apoio 
¢  ( 0 ) incapaz de permanecer em pé por 30 segundos sem apoio 
¢  3. Transferências (Peça ao paciente para transferir-se de uma cadeira com apoio de braço para uma cadeira 
sem apoio de braço, uma de frente pra outra). 
¢  ( 4 ) capaz de transferir-se com segurança com uso mínimo das mãos 
¢  ( 3 ) capaz de transferir-se com segurança com o uso das mãos 
¢  ( 2 ) capaz de transferir-se seguindo orientações verbais c/ou supervisão 
¢  ( 1 ) necessita de uma pessoa para ajudar 
¢  ( 0 ) necessita de duas pessoas para ajudar ou supervisionar para realizar a tarefa com segurança 
AVALIAÇÃO DE EQUILÍBRIO 
(ADAPTADA) 
¢  4. Permanecer em pé sem apoio com os olhos fechados (Por favor, fique em pé e feche os olhos por 10 
segundos). 
¢  ( 4 ) capaz de permanecer em pé por 10 segundos com segurança 
¢  ( 3 ) capaz de permanecer em pé por 10 segundos com supervisão 
¢  ( 2 ) capaz de permanecer em pé por 3 segundos 
¢  ( 1 ) incapaz de permanecer com os olhos fechados durante 3 segundos, mas mantém-se em pé 
¢  ( 0 ) necessita de ajuda para não cair 
¢  5. Girar 360 graus 
¢  ( 4 ) capaz de girar 360 graus com segurança em 4 segundos ou mãos 
¢  ( 3 ) capaz de girar 360 graus com segurança somente para um lado em 4 segundos ou menos 
¢  ( 2 ) capaz de girar 360 graus com segurança, mas lentamente 
¢  ( 1 ) necessita de supervisão próxima ou orientações verbais 
¢  ( 0 ) necessita de ajuda enquanto gira 
¢  6. Permanecer em pé sobre uma perna (Fique em pé sobre uma perna o máximo que você puder sem se 
segurar). 
¢  ( 4 ) capaz de levantar uma perna independentemente e permanecer por mais que 10 segundos 
¢  ( 3 ) capaz de levantar uma perna independentemente e permanecer por 5-10 segundos 
¢  ( 2 ) capaz de levantar uma perna independentemente e permanecer por 3 ou 4 segundos 
¢  ( 1 ) tenta levantar uma perna, mas é incapaz de permanecer por 3 segundos, embora permaneça em pé 
independentemente 
¢  ( 0 ) incapaz de tentar, ou necessita de ajuda para não cair 
RESULTADOS EEB 
¢ Abaixo de 21 pontos: cadeirante (menos de 12 
pontos); 
¢  21 a 40 pontos, paciente consegue manter algum 
equilíbrio mas precisa de assistência (12 a 20 
pontos); 
¢  41 a 56 que caracterizam indivíduos com bom 
equilíbrio ou independentes para AVD (acima de 
20 pontos). 
DOR 
¢  A dor é mais que uma resposta resultante da 
integração central de impulsos dos nervos periféricos, 
ativados por estímulos locais. De fato, a dor é uma 
experiência sensorial e emocional desagradável 
associada a uma lesão real ou potencial, ou descrita 
em termos de tal (definição da Associação 
Internacional para o Estudo da Dor - IASP). 
¢  Distinguem-se basicamente duas categorias: 
•  A dor nociceptiva (estímulos que podem levar à 
geração dos potenciais de açaõ nos axônios dos 
nervos); e; 
•  A dor neuropática (variações mecânicas ou térmicas 
que ativam diretamente as terminações nervosas ou 
receptores). 
PALPAÇÃO 
¢ Dor à Palpação: Faz referência a dor na palpação 
de tecidos moles e estruturas anatômicas: ossos; 
¢ Dor ao Movimento: Faz referência a dor na 
movimentação de alguma articulação ou 
segmento: na ext. do ombro E; 
O ARCO REFLEXO: 
UMA BREVE EXPLICAÇÃO 
¢  O QUÊ É? 
•  O arco reflexo é a resposta involuntária rápida, consciente ou não, que 
visa uma proteção ou adaptação do organismo sendo originado de um 
estímulo externo antes mesmo do cérebro tomar conhecimento do 
estímulo periférico, consequentemente, antes deste comandar uma 
resposta. Os atos reflexos são comandados pela substância cinzenta 
da medula espinhal e do bulbo. 
¢  COMO ACONTECE? 
•  Ocorrendo um estímulo, a fibra sensitiva de um nervo raquidiano 
(nervo aferente ou sensitivo) transmite-o até a medula espinhal 
passando pela raiz dorsal. Na medula ou no encéfalo, neurônios 
associativos (centro nervoso ou coordenador) transformam o estímulo 
em uma ordem de ação. Essa ordem sairá da medula pela raiz nervosa 
ventral e será enviada através das fibra motora (ou eferente) ao órgão 
(glândula ou músculo) que realizará uma resposta ao estímulo inicial. 
Esse movimento forma um arco, que é chamado de arco reflexo. 
¢  NA LESÃO: 
•  Quando há uma lesão grave no encéfalo ou na medula, o indivíduo fica 
incapaz de ter atos reflexos. É por isso que, quando há uma suspeita 
de grave lesão neurológica, se faz-se o exame de reflexo pupilar. 
PALPAÇÃO 
¢  Análise do tônus (estado de tensão muscular): hiper/hipo/
normotônico-teste passivo; 
 
¢  Análise dos Reflexos Tendinosos: (hipo, normo, 
hipereflexia) 
•  Biciptal: percussão indireta, braço semifletido, percute c/ 
polegar na fossa cubital; 
•  Triciptal: cotovelo fletido e braço abduzido, percute acima 
do olecrano; 
•  Estilo-radial: indireto, antebraço semifletido na posição 
entre supinação e pronação c/ punho apoiado no terapeuta, 
percute no estilóide do rádio; 
•  Patelar: pact com pernas pendentes, percute no tendão 
patelar; 
•  Calcâneo (Aquileu): pact com pernas pendentes e pés em 
dorsiflexão, bate no tendão de Aquilles. 
 
PONTOS DE EXALTAÇÃO DOS REFLEXOS 
PROFUNDOS 
Reflexo Nervo Nível de 
integração 
Pontos de pesquisa de 
exaltação 
Flexores dos 
dedos 
N. 
mediano 
e N. ulnar 
C7 aT1 Não há 
Estilo-radial N. radial C5 a T1 Epicôndilo lateral do 
úmero 
Bicipital 
N. 
músculo-
cutâneo 
C5 a C6 
Clavícula, olécrano, 
processos espinhosos da 
coluna cérvico-torácica, 
epicôndilo, acrômio 
Tricipital N. radial C6 a C8 Não há 
Patelar N. femoral L2 a L4 Tíbia 
Adutor da 
coxa 
N. 
obturador L2 a L4 
Margem anterior do púbis, 
processos espinhosos da 
coluna torácica ou lombar, 
côndilo medial da tíbia 
Aquiliano N. tibial L5 a S2 Maléolos e face anterior da 
tíbia 
ANÁLISE DA SENSIBILIDADE 
¢  Tátil: pincel, algodão, pressão na pele do paciente; 
¢  Térmica: temperaturas moderadas (36ºC); 
¢  Dolorosa Superficial; 
¢  Dolorosa à compressão profunda; 
¢  Atroestesia: memória do eixo articular ex. pact fecha 
os olhos estende e flexiona cotovelo (positivo/
negativo); 
¢  Topgnosia: discrimina dois pontos (localiza estímulo) 
ex. pact fecha os olhos aponta onde terapeuta aperta 
onde está apertando (positivo/negativo); 
¢  Esterognosia: memória espacial, identifica objetos 
sem auxílio da visão (positivo/negativo); 
¢  Cinestesia: memória do movimento global, percepção 
do movimento em relação ao espaço. 
ANÁLISE DE ADM (GONIOMETRIA) 
(limitado X normal) 
¢ Ombro; 
¢ Cotovelo; 
¢ Punho; 
¢ Quadril; 
¢  Joelho; 
¢ Tornozelo; 
¢ Pé. 
 
Obs: ações das articulações! 
ANÁLISE DE FM 
¢ O Teste de Força Muscular Manual destina-se a 
avaliar a capacidade do músculo desenvolver 
tensão contra uma resistência. É o método mais 
amplamente utilizado no exame físico da 
avaliação clínica da força muscular. 
GRADUAÇÃO MUSCULAR 
(KENDALL) 
5: AMPLITUDECOMPLETA DE MOVIMENTO CONTRA A 
GRAVIDADE COM RESISTÊNCIA COMPLETA; 
4: AMPLITUDE COMPLETA DE MOVIMENTO CONTRA A 
GRAVIDADE COM ALGUMA RESISTENCIA (normal no idoso); 
3: AMPLITUDE COMPLETA DE MOVIMENTO CONTRA A 
GRAVIDADE (mov. sem resistência); 
2: AMPLITUDE COMPLETA DE MOVIMENTO COM A 
GRAVIDADE ELIMINADA; 
1: EVIDÊNCIA DE LEVE CONTRATILIDADE, MAS NENHUM 
MOVIMENTO RTICULAR; 
0: NENHUMA EVIDÊNCIA DE CONTRATILIDADE. 
TESTES ESPECIAIS 
¢ Testes Específicos: 
•  Babisnki (TCE), 
•  Romberg, 
•  Lasegue (hérnia discal), 
•  Sinal de Bell (face), 
•  Queda de Braço (ruptura do supraespinhoso), etc; 
¢ Outros: pé frio/cianótico, (insuficiência 
respiratória e cardiovasculopatias). 
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA 
Objetivos do TTO: 
1.  melhorar força 
muscular; 
2.  fortalecer MMII; 
3.  alongar globalmente 
com ênfase em MSE; 
4.  treinar marcha; 
5.  melhorar dor em 
MID; 
6.  melhorar 
condicionamento 
físico, etc. 
“O objetivo da 
Fisioterapia é 
de avaliar, 
tratar, 
minimizar 
problemas, 
prevenir e 
curar as mais 
variadas 
disfunções.” 
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA 
¢ TTO: 
1- Alongamento; 
2- Exercícios 
Respiratórios; 
3- Exercícios Passivos, 
Ativos, Ativo-
Resistivos; 
4- Fortalecimento 
Muscular; 
5- Treino de Marcha e 
Propriocepção; 
. 
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA 
¢  (TTO): 
6- Caminhada 
Leve,Moderada, 
Avançada (30 min., 3 
X por semana); 
7- Alongamento; 
8- Orientações ao 
paciente/AVD´s. 
Obs: seqüência! 
0% 
10% 
20% 
30% 
40% 
50% 
60% 
70% 
80% 
90% 
100% 
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA 
¢ Orientações ao Paciente: 
 
•  Explicações sobre a patologia; 
•  Perspectivas antes, durante e após a fisioterapia; 
•  Orientações gerais para melhorar quadro clínico; 
•  Manual de conduta fisioterapêutica do paciente. 
. 
“O otimismo é a fé que leva 
à realização. Nada pode ser 
feito sem esperança ou 
confiança." 
Helen Keller

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