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RESUMO EXAMES DE IMAGEM: 
O que são exames de imagem?
Os exames de imagem são procedimentos médicos não invasivos que permitem a visualização de estruturas internas do corpo para diagnóstico e monitoramento de condições médicas. 
A técnica se baseia na captação de imagens detalhadas que ajudam os profissionais de saúde a avaliar órgãos e tecidos, facilitando a detecção precoce de doenças e avaliação de tratamentos.
A origem dos exames de imagem remonta ao final do século XIX com a descoberta dos raio-X por Wilhelm Conrad Roentgen, em 1895. 
Desde então, o campo da radiologia evoluiu significativamente. 
Avanços tecnológicos permitiram o desenvolvimento de métodos mais sofisticados e seguros, que oferecem imagens mais claras e precisas, contribuindo para um diagnóstico mais rápido e eficaz. 
Para que servem os exames de imagem?
De maneira geral, os exames de imagem servem para estudar áreas internas do organismo, identificando padrões e anormalidades.
Dependendo do procedimento, podem fornecer imagens estáticas ou em movimento, a exemplo das ultrassonografias.
Daí as diferentes aplicações para os procedimentos em imagiologia, que oferecem informações preciosas para avaliar a eficácia de tratamentos, constatar o impacto de lesões e apoiar diagnósticos de diferentes doenças.
Fraturas ósseas, pneumonia e tuberculose podem ser estudadas a partir de simples radiografias, enquanto doenças cardiovasculares são observadas em detalhes nos registros de uma ressonância magnética.
Há, ainda, os procedimentos que servem para rastreamento de patologias de alta incidência em grupos específicos, como a mamografia.
Considerado padrão ouro para o diagnóstico precoce do câncer de mama, o exame é recomendado para acompanhamento de mulheres a partir dos 50 anos, quando a doença é mais frequente.
Quais os principais exames de imagem?
Existem vários métodos de diagnóstico por imagem, que incluem desde uma radiografia simples até exames em medicina nuclear, como a cintilografia – procedimento que emprega isótopos radioativos para a observação de lesões e doenças.
1. Raio-X
Radiografia ou raio-X é um método que emprega radiação ionizante para reproduzir imagens internas de diferentes partes do corpo. 
Tem como principal objetivo analisar fraturas e infecções dos ossos, tórax e pulmões, por meio dos vários tipos de raio-X.
Simples, rápido e com alta disponibilidade nos serviços de saúde, o procedimento pode ser indicado na avaliação de uma série de sintomas, de tosse persistente até inchaço e dor nas costas.
Geralmente, o raio-X não é recomendado para mulheres grávidas e crianças, devido à exposição à radiação ionizante, que aumenta o risco de malformações fetais, câncer e outras doenças.
Como é feito o raio-X?
Primeiro, o paciente é posicionado sobre a maca do equipamento de raio-X.
Em seguida, o aparelho emite elétrons de uma fonte de radiação controlada, localizada em sua parte superior.
Ao colidirem com átomos, os elétrons formam sinais que são convertidos em imagens – tanto analógicas, em aparelhos antigos, como digitais, nos mais modernos.
Na interpretação do raio-X, os registros em branco, preto e tons de cinza são analisados.
2. Mamografia
Conhecida como a radiografia das mamas, a mamografia também utiliza radiação ionizante para mostrar detalhes do tecido mamário.
Graças a técnica e tecnologia diferenciadas, seus registros revelam pequenos nódulos e calcificação na mama, viabilizando o diagnóstico precoce do câncer de mama e outras patologias.
Como é feita a mamografia?
Primeiro, um médico ou técnico em radiologia treinado orienta a paciente e pede para que remova a parte de cima das roupas, expondo o tórax.
Em seguida, os seios são posicionados sobre a bandeja do mamógrafo, enquanto os braços são apoiados para dar maior conforto.
Assim que é ligado, o aparelho de mamografia aplica uma leve compressão em cada mama, nas posições vertical e horizontal, para captar detalhes do tecido interno.
Se for uma mamografia digital, os sinais são enviados a um computador com software específico para que se tornem imagens, enquanto no exame analógico os raio-X queimam uma chapa.
As imagens são formadas com maior clareza para massas densas, e mais escuras quando o tecido tem menor densidade.
3. Densitometria óssea
Consiste no uso de raio-X para avaliar perdas de massa óssea.
Através da técnica DXA (Dual-Energy X-Ray Absorptiometry), a densitometria permite o estudo detalhado dos ossos, evidenciando áreas fracas ou muito porosas para apoiar o diagnóstico da osteoporose.
Geralmente, é realizado em partes mais afetadas pela osteopenia, como colo do fêmur, vértebras e rádio distal.
Como é feita a densitometria óssea?
Primeiramente, o paciente é deitado sobre a maca do aparelho de densitometria.
Depois, o equipamento é ligado e emite um feixe de radiação ionizante com quantidade reduzida de raios, que atravessa as áreas do corpo examinadas.
Parte dos raios é absorvida, enquanto o restante chega até a maca contendo uma placa fotossensível, que os coleta para formar as imagens de maneira semelhante à radiografia.
4. Tomografia computadorizada
Exame que usa radiação ionizante e um tubo giratório para compor imagens internas de alta qualidade.
rata-se de uma espécie de raio-X amplo e detalhado, trazendo maior resolução e quantidade de imagens.
A tomografia computadorizada é indicada principalmente para análise de estruturas que não aparecem no raio-X convencional, como edemas e cálculos renais.
Como é feita a tomografia computadorizada?
Semelhantemente a outros exames de imagem, a TC começa com o posicionamento radiológicodo paciente sobre a maca.
Ele é orientado a permanecer imóvel durante todo o procedimento, a fim de evitar artefatos nos registros.
Uma vez que o aparelho de tomografia é ligado, feixes de elétrons são emitidos de modo circular, por meio de um tubo, captando imagens em todas as direções.
Elas podem ser sobrepostas para mostrar reconstruções em 3D de diferentes partes do organismo.
5. Ultrassonografia ou ecografia
Esse exame mostra imagens dinâmicas em tempo real dos órgãos e outras partes do corpo, sendo empregado para análises de estruturas abdominais, musculares ou vasculares.
O ultrassom é capaz de identificar problemas de tireoide, pedras nos rins e até mesmo doenças mais sérias, como tumores.
Como é feita a ultrassonografia?
O procedimento é realizado por meio de um equipamento que ecoa as ondas sonoras do organismo, sem qualquer tipo de radiação.
Chamado de transdutor, ele permite a avaliação detalhada de partes moles, que normalmente aparecem com pouca clareza em radiografias e tomografias.
Existem modalidades distintas de ultrassom, sendo uma das mais conhecidas o ecocardiograma – que estuda a anatomia e movimentos cardíacos.
Há, ainda, técnicas como a do ecocardiograma fetal, que viabiliza o exame durante o pré-natal. E o Doppler, usado para estudo dos vasos sanguíneos.
6. Ressonância magnética
Também realizado sem radiação, o método combina campo magnético e ondas de radiofrequência para gerar imagens internas precisas.
Por oferecer registros de alta resolução, a ressonância magnética viabiliza um estudo mais completo dos tecidos do organismo.
É indicada para visualizar ossos, coração, pulmões, tórax e vasos sanguíneos em detalhes.
Como é feita a ressonância magnética?
Após ser posicionado, o paciente deve se manter parado durante todo o procedimento.
Ele se deita sobre a maca do aparelho de ressonância, que desliza para dentro de um grande tubo.
Por meio de um ímã gigante, o equipamento produz um campo magnético que alinha moléculas de hidrogênio.
Depois, envia o sinal a um computador instalado na estação de comando, ao lado da sala de RM, para registrar as imagens em arquivos digitais.
7. Angiografia
É um exame minimamente invasivo que produz imagens internas dos vasos sanguíneos.
Os registros auxiliam no diagnóstico de diversas anormalidades nas artérias e veias, a exemplo de aneurismas, placas de ateroma e outras obstruções que prejudicam o fluxo sanguíneo.
O método mais comum serve para estudaras artérias, sendo chamado de arteriografia.
Como é feita a angiografia?
A critério médico, métodos de imagem distintos serão usados para a observação dos vasos sanguíneos, sendo raio-X, tomografia (angiotomografia) ou ressonância (angiorressonância).
De qualquer forma, o procedimento começa com o posicionamento do paciente e a administração de um sedativo para que permaneça imóvel.
Em seguida, vêm a preparação da pele e uma punção para inserção de um cateter fino, normalmente, colocado através da virilha.
O cateter é movido até chegar ao local de interesse, que vai depender do tipo de exame.
Numa angiografia cerebral, por exemplo, o tubo deve acessar os vasos do encéfalo através do pescoço, onde fica a artéria carótida.
Assim que estiver próximo à região examinada, o cateter libera contraste – um composto líquido – para possibilitar a avaliação dos vasos sanguíneos.
Conforme o líquido avança, são formadas imagens por meio do RX, TC ou RM.
8. Cintilografia
A cintilografia é um exame de medicina nuclear realizado a partir da cintilação, que serve para o estudo fisiológico de diversas partes do corpo.
Essa técnica usa elementos radioativos que, quando absorvidos por determinados órgãos, emitem radiação gama.
Coração, rins e ossos estão entre as estruturas que podem ser avaliadas, permitindo a identificação de infecções, malformações, doenças metabólicas, câncer, etc.
Como é feita a cintilografia?
A cintilografia começa com a administração de um radiofármaco por via intravenosa ou oral, sendo que o elemento utilizado depende da área do corpo examinada.
Para obter registros da tireoide, por exemplo, é utilizado o iodo-131, que se concentra nessa glândula.
Assim que é administrado o radioisótopo, o paciente é levado até a gama-câmara, onde se encontra um detector de radiação chamado cintilômetro.
Ali, são produzidas as imagens.
9. PET-CT
Esse é outro exame de medicina nuclear que permite o mapeamento metabólico e funcional.
Unindo as tecnologias de tomografia computadorizada multislice (CT) e de tomografia por emissão de pósitrons (PET), ele permite a análise da atividade de tumores, danos após um infarto, do impacto de doenças degenerativas, entre outras aplicações.
Como é feito o PET-CT?
O procedimento começa com a injeção de medicação endovenosa contendo radiação à base de glicose.
Quando a substância é absorvida pelo organismo, o paciente é conduzido até o equipamento de PET-CT e deverá permanecer imóvel para a aquisição das imagens.
O que é exame de imagem com contraste?
Exame de imagem com contraste é aquele em que é administrado um composto que evidencia certas estruturas.
Comentei sobre alguns dos exames contrastados acima, com destaque para a angiografia, que se beneficia do contraste para a visualização do trajeto percorrido pelo sangue dentro das artérias e veias.
Mas outros tipos de exames como radiografias, tomografias e ressonâncias também podem ser realizados usando contraste para realçar tecidos que, normalmente, não apareceriam com nitidez nas imagens geradas.
É o caso de órgãos retratados no raio-X ou TC que, por terem baixa densidade, sairiam escuros.
Ao utilizar um contraste, é possível alterar sua capacidade de absorção da radiação, tornando os registros mais claros e nítidos.
Os três principais agentes de contraste utilizados nos exames radiológicos são:
· Contraste iodado: usado em radiografia e tomografia com contraste, costuma ser injetado por via intravenosa. Pode evidenciar partes do aparelho digestivo, urinário, reprodutor e vasos sanguíneos
· Sulfato de bário: administrado por via oral ou retal, serve para realçar estruturas do aparelho digestivo
· Gadolínio: é a substância utilizada em exames de ressonância com contraste, geralmente injetada por via intravenosa.

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