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FARMACOLOGIA VETERINÁRIA INTRODUÇÃO ▪ Do grego: fármacon, "droga"; lógos, sintetizado em "ciência“; ▪ Fármacos; ▪ Composição de remédios, propriedades de remédios, interações, toxicologia e efeitos desejáveis que podem ser usados no tratamento de doenças. 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 HISTÓRICO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • CRONOLOGIA HISTÓRICA: I. ERA NATURAL: II. ERA SINTÉTICA: III. ERA BIOTECNOLÓGICA: HISTÓRICO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 I. ERA NATURAL : 4.5000 A. C MESOPOTÂMIA: • Fermentação para obtenção de etanol, em Nagpur, registros de 250 plantas medicinais como a papoula e a mandrágora https://pt.slideshare.net/slideshow/histria-da-farmacologiapdf/251518847#6 HISTÓRICO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 I. ERA NATURAL : • 1.500 A.C PAPIRO DE EDWIN SMITH: • Primeiro registro histórico no Egito antigo, relato de preparo de 700 remédios extraídos de plantas como romã, babosa, cebola, alho, coentro e outros. HISTÓRICO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 I. ERA NATURAL : 77 : DIOSCÓRIDES (FUNDADOR DA FARMACOGNOSIA): • Escreveu “sobre material médico ”ou“ de matéria médica” contendo 944 preparações de 657 plantas. SÉC. XV – PARACELSO: • Reformador do medicamento, fundador da bioquímica e da toxicologia, e autor da celebre frase “A DOSE FAZ O VENENO”. HISTÓRICO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 I. ERA NATURAL : SÉC. XV - XVII: • Com as grandes navegações, novas espécies vegetais são introduzidas à Europa (café, cacau…) • Iluminismo, desenvolvimento do pensamento fisiológico e científico, fundamentais para a farmacologia. HISTÓRICO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 II. ERA SINTÉTICA : SEC. XIX D.C - • Evolução da antiga disciplina de matéria médica para a farmacologia moderna com a compreensão da natureza das enfermidades, desenvolvimento da química orgânica e da identificação e isolamento das primeiras drogas. 1805- FRIEDRICH SERTUNER: • Morfina, primeira droga isolada. HISTÓRICO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 II. ERA SINTÉTICA : 1820 - PIERRE - JOSEPH PELLER E JOSEPH BIENAIME • Isolaram o quinino – tratamento da malária. 1828-JOHANN BUCHNER: • Isolamento da Salicilina- Tratamento de dores e febre 1847 - RUDOLF BUCHHEIM (PATOLOGISTA ALEMÃO): • Fundação do primeiro instituto de farmacologia na Universidade de Dorpat na Estônia. HISTÓRICO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 III. ERA BIOTECNOLÓGICA : 1978 - GENENTECH: • Insulina humana a partir de E. Coli com DNA recombinante. 1981-GENENTECH: • Produz hormônio do crescimento (GH) com DNA 1990- • Primeira tentativa de terapia gênica. ÁREAS DA FARMACOLOGIA 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Farmacologia Clínica: emprego, indicações e circunstancias do uso de dadas substancias na cura de enfermidades. • Farmacognosia: estuda a droga no seu estado natural de matéria- prima (mineral, vegetal, etc). • Farmacotécnica: estuda o modo de preparo dos medicamentos. • Farmacodinâmica: estuda o mecanismo de ação das drogas e efeitos bioquímicos e fisiológicos por elas produzidos no organismo. ÁREAS DA FARMACOLOGIA 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Farmacocinética: estuda o movimento da droga no organismo. • Farmacoterapêutica uso de medicamento para o tratamento das enfermidades, • Imunofarmacologia : estuda a ação dos fármacos sobre o sistema imune • Toxicologia ÁREAS DA FARMACOLOGIA 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 FARMACOLOGIA APLICADA À MEDICINA VETERINÁRIA 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 FARMACOLOGIA APLICADA À MEDICINA VETERINÁRIA 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Posologia pode variar drasticamente entre as várias espécies animais e até mesmo havendo contraindicação de alguns medicamentos para uma dada espécie, • Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária - o elo de ligação entre as disciplinas do ciclo básico com aquelas do ciclo profissionalizante FARMACOCINÉTICA 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • “DESTINO DOS FÁRMACOS NO ORGANISMO” • Absorção: Para chegar à circulação sanguínea o fármaco deve passar por alguma barreira dada pela via de administração • Distribuição: Uma vez na corrente sanguínea o fármaco, por suas características de tamanho e peso molecular, carga elétrica, pH, solubilidade, capacidade de união a proteínas se distribui pelos distintos compartimentos corporais. FARMACOCINÉTICA 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • “DESTINO DOS FÁRMACOS NO ORGANISMO” • Metabolismo (Biotransformação): Muitos fármacos são transformados no organismo por ação enzimática. Essa transformação pode consistir em degradação (oxidação, redução, hidrólise), ou em síntese de novas substâncias como parte de uma nova molécula (conjugação). • Excreção: o fármaco é eliminado do organismo por meio de algum órgão excretor. Os principais são rins e fígado, VIAS DE ADMINISTRAÇÃO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Enteral - depositada via o TGI, • Oral, sublingual e retal. • Parenterais - distribuídas ao organismo, mas sem passar pelo TGI, (“paralelamente” à via enteral). • Parenteral Direta: Depositado no organismo por meio de uma injeção. Subcutânea, Intramuscular, Intravenosa e Intra-tecal. • Parenteral Indireta: Depositado no organismo de forma que não seja no TGI e sem o uso de injeções. Epitélios e Inalação. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Enteral - depositada via o TGI, • Oral ❖ Segura, conveniente e menos dispendiosa ❖ Comprimidos, comprimidos de cobertura entérica, cápsulas, xaropes, elixires, óleos, líquidos, suspensões, pós e grânulos. ❖ As medicações orais são algumas vezes prescritas em doses maiores que seus equivalentes parenterais, ❖ Efeitos adversos, ❖ Contraindicada - pacientes inconscientes, náuseas e vômitos, incapazes de engolir. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Enteral - depositada via o TGI, • Sublingual ❖ Propicia absorção rápida de pequenas doses de alguns fármacos, devido ao suprimento sanguíneo e a pouca espessura da mucosa absortiva, permitindo a absorção direta na corrente sanguínea. ❖ As formas farmacêuticas são geralmente comprimidos que devem ser dissolvidos inteiramente pela saliva, não devendo ser deglutidos. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Enteral - depositada via o TGI, • Retal ❖ É utilizada em pacientes que apresentam vômitos, estão inconscientes ou não sabem deglutir. ❖ As formas farmacêuticas empregadas são soluções, suspensões e supositórios. ❖ Suas maiores limitações de uso são: • incômodo de administração, • possibilidade de efeitos irritativos para a mucosa e • absorção errática devido à pequena superfície absortiva e incerta retenção no reto. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Parenterais - • Parenteral Direta: VIAS DE ADMINISTRAÇÃO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Parenterais - • Parenteral Direta: Injeção intradérmica: ❖ Testes alérgicos; VIAS DE ADMINISTRAÇÃO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Parenterais - • Parenteral Direta: • Injeção subcutânea: ❖ É administrada no espaço subcutâneo abaixo da derme; ❖ As drogas não devem ser irritantes; ❖ Administra-se soluções aquosas e oleosas; ❖ Deve-se ter cuidado para não atingir nenhum vaso. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Parenterais - • Parenteral Direta: • Injeção intramuscular: ❖ Usam-se agulhas de maior calibre devido a viscosidade do material a ser injetado; ❖ Volume a ser injetado é de no máximo 10mL; ❖ Possui alta absorção por se tratar de uma área bem vascularizada. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Parenterais - • Parenteral Direta: • Injeção intravenosa: ❖ Vantagens: Administração de grandes volumes de líquidos e de soluções hipertônicas, mesmo certos tipos de substâncias irritantes (ex: KCl); ❖ Desvantagens: aparecimento mais rápido dos efeitos colaterais; sobrecarga cardíaca por infusão de grandes volumes de líquidos. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 • Parenterais - • Parenteral Direta: • Injeção intrarraquídea: ❖ Utiliza-se para efeitos no S.N.C. ❖ Via subaracnoidea ou intra-tecal - Injeção no espaço sub- aracnoide através de agulha de punção lombar. ❖ Via epidural ou peridural – injeção entre a dura-máter e a parede do canal raquidiano CONCEITOS 0 9 / 0 8 / 2 0 2 4 1. Droga 2. Medicamento 3. Fármaco 4. Remédio 5. Produtode uso veterinário 6. Placebo 7. Nutracêutico 8. Biodisponibilidade 9. Substância tóxica 10. Formas farmacêuticas 11. Excipiente 12. Adjuvante 13. Dose 14. Posologia