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FARMACOLOGIA VETERINÁRIA
INTRODUÇÃO
▪ Do grego: fármacon, "droga"; lógos, sintetizado em "ciência“;
▪ Fármacos;
▪ Composição de remédios, propriedades de remédios, interações,
toxicologia e efeitos desejáveis que podem ser usados no
tratamento de doenças.
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HISTÓRICO
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• CRONOLOGIA HISTÓRICA:
I. ERA NATURAL:
II. ERA SINTÉTICA: 
III. ERA BIOTECNOLÓGICA:
HISTÓRICO
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I. ERA NATURAL :
4.5000 A. C MESOPOTÂMIA:
• Fermentação para obtenção de etanol, em Nagpur, registros de 250 
plantas medicinais como a papoula e a mandrágora
https://pt.slideshare.net/slideshow/histria-da-farmacologiapdf/251518847#6
HISTÓRICO
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I. ERA NATURAL :
• 1.500 A.C PAPIRO DE EDWIN SMITH: 
• Primeiro registro histórico no Egito antigo, relato de preparo de 700 
remédios extraídos de plantas como romã, babosa, cebola, alho, 
coentro e outros.
HISTÓRICO
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I. ERA NATURAL :
77 : DIOSCÓRIDES (FUNDADOR DA FARMACOGNOSIA):
• Escreveu “sobre material médico ”ou“ de matéria médica” contendo
944 preparações de 657 plantas.
SÉC. XV – PARACELSO:
• Reformador do medicamento, fundador da bioquímica e da
toxicologia, e autor da celebre frase “A DOSE FAZ O VENENO”.
HISTÓRICO
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I. ERA NATURAL :
SÉC. XV - XVII:
• Com as grandes navegações, novas espécies vegetais são
introduzidas à Europa (café, cacau…)
• Iluminismo, desenvolvimento do pensamento fisiológico e científico,
fundamentais para a farmacologia.
HISTÓRICO
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II. ERA SINTÉTICA :
SEC. XIX D.C -
• Evolução da antiga disciplina de matéria médica para a farmacologia
moderna com a compreensão da natureza das enfermidades,
desenvolvimento da química orgânica e da identificação e
isolamento das primeiras drogas.
1805- FRIEDRICH SERTUNER:
• Morfina, primeira droga isolada.
HISTÓRICO
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II. ERA SINTÉTICA :
1820 - PIERRE - JOSEPH PELLER E JOSEPH BIENAIME
• Isolaram o quinino – tratamento da malária.
1828-JOHANN BUCHNER:
• Isolamento da Salicilina- Tratamento de dores e febre
1847 - RUDOLF BUCHHEIM (PATOLOGISTA ALEMÃO):
• Fundação do primeiro instituto de farmacologia na Universidade de
Dorpat na Estônia.
HISTÓRICO
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III. ERA BIOTECNOLÓGICA :
1978 - GENENTECH:
• Insulina humana a partir de E. Coli com DNA recombinante.
1981-GENENTECH:
• Produz hormônio do crescimento (GH) com DNA
1990-
• Primeira tentativa de terapia gênica.
ÁREAS DA FARMACOLOGIA
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• Farmacologia Clínica: emprego, indicações e circunstancias do uso
de dadas substancias na cura de enfermidades.
• Farmacognosia: estuda a droga no seu estado natural de matéria-
prima (mineral, vegetal, etc).
• Farmacotécnica: estuda o modo de preparo dos medicamentos.
• Farmacodinâmica: estuda o mecanismo de ação das drogas e
efeitos bioquímicos e fisiológicos por elas produzidos no organismo.
ÁREAS DA FARMACOLOGIA
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• Farmacocinética: estuda o movimento da droga no organismo.
• Farmacoterapêutica uso de medicamento para o tratamento das
enfermidades,
• Imunofarmacologia : estuda a ação dos fármacos sobre o sistema
imune
• Toxicologia
ÁREAS DA FARMACOLOGIA
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FARMACOLOGIA APLICADA À 
MEDICINA VETERINÁRIA
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FARMACOLOGIA APLICADA À 
MEDICINA VETERINÁRIA
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• Posologia pode variar drasticamente entre as várias espécies 
animais e até mesmo havendo contraindicação de alguns 
medicamentos para uma dada espécie, 
• Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária - o elo de ligação 
entre as disciplinas do ciclo básico com aquelas do ciclo 
profissionalizante 
FARMACOCINÉTICA
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• “DESTINO DOS FÁRMACOS NO ORGANISMO”
• Absorção: Para chegar à circulação sanguínea o fármaco deve
passar por alguma barreira dada pela via de administração
• Distribuição: Uma vez na corrente sanguínea o fármaco, por suas
características de tamanho e peso molecular, carga elétrica, pH,
solubilidade, capacidade de união a proteínas se distribui pelos
distintos compartimentos corporais.
FARMACOCINÉTICA
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• “DESTINO DOS FÁRMACOS NO ORGANISMO”
• Metabolismo (Biotransformação): Muitos fármacos são
transformados no organismo por ação enzimática. Essa
transformação pode consistir em degradação (oxidação, redução,
hidrólise), ou em síntese de novas substâncias como parte de uma
nova molécula (conjugação).
• Excreção: o fármaco é eliminado do organismo por meio de algum
órgão excretor. Os principais são rins e fígado,
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
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• Enteral - depositada via o TGI,
• Oral, sublingual e retal.
• Parenterais - distribuídas ao organismo, mas sem passar pelo TGI,
(“paralelamente” à via enteral).
• Parenteral Direta: Depositado no organismo por meio de uma
injeção. Subcutânea, Intramuscular, Intravenosa e Intra-tecal.
• Parenteral Indireta: Depositado no organismo de forma que não
seja no TGI e sem o uso de injeções. Epitélios e Inalação.
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
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• Enteral - depositada via o TGI,
• Oral
❖ Segura, conveniente e menos dispendiosa
❖ Comprimidos, comprimidos de cobertura entérica, cápsulas,
xaropes, elixires, óleos, líquidos, suspensões, pós e grânulos.
❖ As medicações orais são algumas vezes prescritas em doses
maiores que seus equivalentes parenterais,
❖ Efeitos adversos,
❖ Contraindicada - pacientes inconscientes, náuseas e vômitos,
incapazes de engolir.
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
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• Enteral - depositada via o TGI,
• Sublingual
❖ Propicia absorção rápida de pequenas doses de alguns fármacos,
devido ao suprimento sanguíneo e a pouca espessura da mucosa
absortiva, permitindo a absorção direta na corrente sanguínea.
❖ As formas farmacêuticas são geralmente comprimidos que
devem ser dissolvidos inteiramente pela saliva, não devendo ser
deglutidos.
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
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• Enteral - depositada via o TGI,
• Retal
❖ É utilizada em pacientes que apresentam vômitos, estão
inconscientes ou não sabem deglutir.
❖ As formas farmacêuticas empregadas são soluções, suspensões e
supositórios.
❖ Suas maiores limitações de uso são:
• incômodo de administração,
• possibilidade de efeitos irritativos para a mucosa e
• absorção errática devido à pequena superfície absortiva e incerta
retenção no reto.
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
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• Parenterais -
• Parenteral Direta:
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
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• Parenterais -
• Parenteral Direta:
Injeção intradérmica:
❖ Testes alérgicos;
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
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• Parenterais -
• Parenteral Direta:
• Injeção subcutânea:
❖ É administrada no espaço subcutâneo abaixo da derme;
❖ As drogas não devem ser irritantes;
❖ Administra-se soluções aquosas e oleosas;
❖ Deve-se ter cuidado para não atingir nenhum vaso.
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
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• Parenterais -
• Parenteral Direta:
• Injeção intramuscular:
❖ Usam-se agulhas de maior calibre devido a viscosidade do
material a ser injetado;
❖ Volume a ser injetado é de no máximo 10mL;
❖ Possui alta absorção por se tratar de uma área bem
vascularizada.
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
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• Parenterais -
• Parenteral Direta:
• Injeção intravenosa:
❖ Vantagens: Administração de grandes volumes de líquidos e de
soluções hipertônicas, mesmo certos tipos de substâncias
irritantes (ex: KCl);
❖ Desvantagens: aparecimento mais rápido dos efeitos colaterais;
sobrecarga cardíaca por infusão de grandes volumes de líquidos.
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
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• Parenterais -
• Parenteral Direta:
• Injeção intrarraquídea:
❖ Utiliza-se para efeitos no S.N.C.
❖ Via subaracnoidea ou intra-tecal - Injeção no espaço sub-
aracnoide através de agulha de punção lombar.
❖ Via epidural ou peridural – injeção entre a dura-máter e a parede
do canal raquidiano
CONCEITOS
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1. Droga
2. Medicamento 
3. Fármaco
4. Remédio 
5. Produtode uso veterinário
6. Placebo
7. Nutracêutico
8. Biodisponibilidade
9. Substância tóxica
10. Formas farmacêuticas
11. Excipiente
12. Adjuvante
13. Dose
14. Posologia

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