Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

APG 23 - JOÃO VICTOR ROLIM 
 
OBJ 1 - ESTUDAR A FISIOLOGIA 
DO PARTO 
O parto normalmente ocorre 
entre a 38a e a 40a semana de 
gestação. 
O parto inicia com o trabalho de 
parto, as contrações rítmicas do 
útero que empurram o feto para 
o mundo 
 
Os sinais que iniciam essas 
contrações podem começar na 
mãe, no feto ou em ambos. 
os níveis de progesterona não 
diminuem até que o trabalho de 
parto esteja em andamento. 
Outro possível desencadeante do 
trabalho de parto é a ocitocina, 
um hormônio pepEdico que 
causa a contração do músculo 
uterino. 
Quando a gestação se aproxima 
do final, o número de receptores 
para ocitocina no útero aumenta. 
Entretanto, estudos têm 
mostrado que a secreção de 
ocitocina não aumenta antes do 
início do trabalho de parto. A 
ocitocina sintéLca 
frequentemente é uLlizada para 
induzir o trabalho de parto nas 
mulheres grávidas, mas nem 
sempre é eficaz. 
--- Aparentemente, o início do 
trabalho de parto requer algo 
mais do que quanLdades 
adequadas de ocitocina. 
Outra possibilidade para a 
indução do trabalho de parto é 
que o feto libere alguns sinais que 
indiquem que o seu 
desenvolvimento está completo. 
Uma teoria apoiada por 
evidências clínicas é a de que o 
hormônio liberador da 
corLcotrofina (CRH) secretado 
pela placenta é o sinal que 
começa o trabalho de parto. (O 
CRH também é um fator liberador 
hipotalâmico que controla a 
liberação do ACTH pela adeno-
hipófise.) Nas semanas anteriores 
ao parto, os níveis de CRH no 
sangue materno aumentam 
rapidamente 
 
 
 
 
Ainda que não seja conhecido 
com certeza o que inicia o parto, 
entendemos a sequência de 
eventos 
Nos dias que antecedem o início 
do trabalho de parto aLvo, o colo 
do útero torna-se mais macio 
(“amadurece”), e os ligamentos 
que mantêm os ossos pélvicos 
unidos se afrouxam à medida que 
as enzimas desestabilizam o 
colágeno do tecido conecLvo. O 
controle desses processos não é 
claro e pode ser devido ao 
estrogênio ou ao hormônio 
pepEdico relaxina, a qual é 
secretada pelos ovários e pela 
placenta. 
Uma vez que as contrações do 
trabalho de parto começam, 
inicia-se uma alça de 
retroalimentação posiLva que 
consiste em fatores mecânicos e 
hormonais. 
----O Feto geralmente está 
orientado de cabeça para baixo 
 
No incío do trabalho de parto, ele 
reposiciona-se sozinho na parte 
inferior do abdome (“o bebê 
desceu”) e a sua cabeça pressiona 
o colo do útero amolecido 
 
À medida que as contrações do 
trabalho de parto se intensificam, o 
feto move-se para baixo através da 
vagina para fora do útero (Fig. 
26.16c), ainda ligado à placenta. A 
placenta, então, se solta da parede 
uterina e é expelida pouco tempo 
depois. As contrações uterinas 
comprimem os vasos sanguíneos 
maternos e ajudam a impedir o 
sangramento excessivo, embora 
geralmente a mãe perca cerca de 240 
ml de sangue no parto. 
 
 
O esLramento cervical 
desencadeia contrações uterinas 
que se deslocam como uma onda 
do topo do útero para baixo, 
empurrando o feto mais para 
dentro da pelve. A porção inferior 
do útero permanece relaxada, e o 
colo esLra-se e dilata-se. O 
dilatamento cervical inicia um 
ciclo de retroalimentação posiLva 
de contrações progressivas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OBJ 2 - COMPREENDER A 
CONTRAÇÃO DO MÚSCULO LISO 
NO PARTO 
 
o músculo liso pode ser dividido 
em seis grupos principais: 
►Pela localização 
vascular (paredes dos vasos 
sanguíneos), gastrintesLnal 
(paredes do tubo digestório e 
órgãos associados, como a 
vesícula biliar), urinário (paredes 
da bexiga e dos ureteres), 
respiratório (vias aéreas), 
reproduLvo (útero das fêmeas e 
outras estruturas tanto em 
machos quanto em fêmeas) e 
ocular (olhos). 
 
►Pelo padrão de contração 
O músculo liso pode ser 
classificado em relação ao padrão 
de contração: se o músculo 
alterna entre estados de 
contração e relaxamento ou se 
ele se mantém conLnuamente 
contraído 
contração e relaxamento-----
músculos lisos fásicos, ex; parede 
do esôfago inferior 
 
contraídos de forma conEnua-----
músculos lisos tônicos, ex; 
es`ncteres do esôfago e da 
bexiga urinaria 
►Pelo modo de comunicação 
entre as células vizinhas. 
 Em alguns músculos lisos, as 
células estão conectadas 
eletricamente por junções 
comunicantes e contraem como 
uma unidade coordenada. Esses 
músculos consLtuem o chamado 
músculo liso unitário. 
No músculo liso mulLunitário, as 
células não estão ligadas 
eletricamente, e cada célula 
muscular funciona de modo 
independente. 
 
O músculo liso multiunitário é 
encontrado em parte do trato 
reprodutor masculino e no útero 
(exceto no período logo antes do 
parto). De modo surpreendente, o 
músculo liso multiunitário presente 
no útero se transforma em 
músculo liso unitário durante os 
estágios finais da gestação. Os 
genes que codificam as proteínas 
conexinas das junções 
comunicantes são ativados 
provavelmente pela influência dos 
hormônios da gestação. A adição 
de junções comunicantes às 
células musculares do útero 
permite a sincronização dos sinais 
elétricos, fazendo a musculatura 
uterina contrair de modo mais 
eficaz durante o trabalho de 
parto. 
 
A	OCITOCINA	CAUSA	CONTRAÇA, O	DO	U. TERO	 
A ocitocina é um hormônio 
secretado pela neuro-hipófise 
que, especificamente, causa 
contrações uterinas. Existem 
quatro razões para se acreditar 
que a ocitocina pode ser 
importante para aumentar a 
contraLlidade do útero próximo 
ao termo: (GUYTON, 13a ed.) 
 
• A musculatura uterina 
aumenta seus receptores de 
ocitocina e, portanto, 
aumenta sua sensibilidade a 
uma determinada dose de 
ocitocina nos últimos meses 
de gravidez. 
• A secreção de ocitocina pela 
neuro-hipófise é, 
consideravelmente, maior no 
momento do parto 
 
• Experimentos em animais 
indicam que a irritação ou a 
dilatação do colo uterino, 
como ocorre durante o 
trabalho de parto, pode 
causar reflexo neurogênico 
(alterações do sistema nervoso afetam 
a regulação do organismo), através 
dos núcleos paraventricular e 
supraóptico, que faz com que 
a hipófise posterior (a neuro-
hipófise) aumente sua 
secreção de ocitocina. 
A ocitocina liberada pela 
neuro-hipófise estimula as 
contrações uterinas, 
auxiliada pela relaxina 
(produzida pelo corpo lúteo e 
pela placenta. Faz com que as 
articulações e os ligamentos 
amoleçam e estiquem durante a 
gravidez, permitindo que os 
ossos pélvicos se expandam 
mais facilmente durante o 
trabalho de parto e a fase de 
expulsão.) liberada pela 
placenta que aumenta a 
flexibilidade da sínfise 
púbica e ajuda a dilatar o 
colo do útero (TORTORA, 
14a ed.). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OBJ 3 - ENTENDER OS TIPOS DE 
CÉLULAS TRONCO 
 
O QUE SÃO CÉLULAS-TRONCO? 
--Células “coringa”, sem 
especificidade 
--Possuem capacidade de 
autorrenovação 
--Podem exisLr em todos os 
órgãos 
--Servem na reparação de lesões 
-- “Fundo de segurança” para 
subsLtuir as células à medida 
que morrem 
 
☞três Lpos principais de células-
tronco: 
• células-tronco adultas 
› reservatório principal na medula 
óssea 
• células-tronco do sangue do 
cordão umbilical 
› circulantes no sangue do cordão 
umbilical 
• células-tronco embrionárias 
› derivado de embriões 
ferLlizados durante as fases 
iniciais de desenvolvimento 
 
 
 
 
O crescimento e a reprodução das 
várias células-tronco são 
controlados por várias proteínas 
chamadas de indutores de 
crescimento, que promovem o 
crescimento das células, mas não 
sua diferenciação. A 
diferenciação é a função de outro 
conjunto de proteínas, chamadas 
de indutores de diferenciação. 
Cada um desses indutores faz 
com que um Lpo de célula-tronco 
se diferencie em um ou mais 
estágios de desenvolvimento em 
direção à célula sanguínea adulta. 
A formação dosindutores de 
crescimento e de diferenciação é 
controlada por fatores fora da 
medula óssea. No caso das 
hemácias, a exposição do corpo a 
um baixo nível de oxigênio 
durante um longo período induz o 
crescimento, a diferenciação e a 
produção de um número maior 
de eritrócitos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tem 5 Lpos de células tronco, o 
que é cél. Tronco? É a célula que 
tem o maior poder de 
diferenciação celular -- se 
transforma em qualquer Lpo de 
célula do corpo. 
 
Tipos de células tronco 
 
-Células tronco embrionária 
(Encontra-se no desenvolvimento 
embrionário de 0 a 5 dias do 
embrião - no máximo até a 
blastulação (mórula até o 
blástula). 
 As células troncos embrionárias 
se transformam em qualquer 
coisa 
 
---TOTIPOTENTES 
Forma todos os tecidos, mais a 
placenta, mais anexos 
embrionários 
 
---PLURIPOTENTES 
Forma todos os tecidos, porém 
não forma a placenta e anexos 
 
 
 
 
 
 
 
 
-Células tronco adultas, tem o 
poder de diferenciação menor 
(mesmo estando no embrião não 
é considerada células tronco 
embrionárias. 
 
☞Os exemplos mais clássicos 
de localização delas é na 
PLACENTA, CORDÃO 
UMBILICAL, MÉDULA ÓSSEA 
VERMELHA. 
 
---MULTIPOTENTES 
Forma vários tecidos 
 
---OLIGOPOTENTES 
Forma poucos tecidos 
 
---UNIPOTENTES 
Forma um único tipo de tecido 
 
Com o desenvolvimento as 
células tronco vai ficando 
mais especifica, conclui-se 
então que as células t 
adultas tem um perigo de 
rejeição maior.

Mais conteúdos dessa disciplina