Ed
há 2 meses
A alternativa incorreta é a que menciona que "a ruptura uterina ocorre com mais frequência após partos cesáreos pregressos e durante o trabalho de parto prolongado, parto difícil a fórceps e administração de ocitocina". Embora esses fatores possam aumentar o risco, a afirmação não é precisa em relação à frequência, pois a ruptura uterina é mais comumente associada a partos cesáreos anteriores, mas não necessariamente a todos os outros fatores mencionados. Os sinais e sintomas listados, como dor abdominal e lombar, sangramento vaginal e choque hipovolêmico, estão corretos. A descrição da ruptura parcial e completa também está correta.