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Universidade Federal do Pará
Instituto de Ciências Sociais Aplicadas
Faculdade de Ciências Contábeis
Estatística Aplicada à Contabilidade
EDUARDO PHELIPE MIRANDA NONATO, JEYVERSON RIBEIRO SARGES,
LEONARDO DE CARVALHO OLIVEIRA
A PROBABILIDADE CONDICIONAL E O TEOREMA DE BAYES APLICADOS
À CONTABILIDADE
Resumo
Este artigo explora a aplicabilidade de conceitos estatísticos, como a
Probabilidade Condicional e o Teorema de Bayes, na Contabilidade,
demonstrando sua relevância para análises e tomada de decisão. O artigo
mostra como esses métodos permitem análises mais precisas, auxiliando na
priorização de auditorias e na identificação de riscos. Ao final conclui-se que a
Estatística, ao ser aplicada à prática profissional, é uma ferramenta
indispensável para revolver problemas e reforçando sua importância no ensino
e prática contábil.
Palavras-chave: Probabilidade Condicional. Teorema de Bayes. Contabilidade.
Introdução
Coletar, analisar, interpretar dados e tomada de decisões. Assim, é o
consenso sobre a aplicabilidade da Estatística. E como uma ciência exata,
muitas pessoas podem se sentir desconfortável ou até mesmo receio ao estudá-
la, pois muitos veem esse tipo de ciência como apenas números, sem grandes
aplicações em problemas do cotidiano.
Sob esta visão, percebe-se que, se a Estatística for apenas mais um tópico
a ser estudado, ela não permitirá que o aluno desenvolva um pensamento
estatístico e probabilístico. Esse obstáculo torna-se mais difícil para alunos não
relacionados a essa área do conhecimento.
Tendo em vista esse cenário, a disciplina de Estatística Aplicada à
Contabilidade do curso de Ciências Contábeis da UFPA tem como principal
finalidade o incentivo e desenvolvimento de habilidades e competências para a
utilização da estatística como ferramenta de suporte. O plano de ensino da
disciplina salienta, ainda, que o aluno deve entender os mecanismos de
probabilidades e aplicar modelos estatísticos para a modelagem quantitativa
(UFPA, 2014).
Portanto, o objetivo desde artigo é demonstrar a aplicabilidade dos conceitos
de Probabilidade Condicional e o Teorema de Bayes aplicado à contabilidade,
mostrando que esses conceitos podem ser usados também em diferentes áreas
do conhecimento.
Referencial Teórico
Espaço Amostral
Antes de definirmos o conceito de probabilidade, é essencial explicarmos
outro conceito antes, o de espaço amostral. Morettin (2010) afirma que há dos
tipos de eventos possíveis na natureza, os determinísticos e os aleatórios. No
primeiro evento, independentemente de quantas vezes repetimos um fenômeno,
o seu resultado será sempre o mesmo. Para deixar claro, se temos cubos de
gelos postos em uma superfície, a uma certa temperatura, ocorrerá a mudança
do estado da matéria do sólido para o líquido. No segundo evento, os resultados
possíveis não podem ser previstos, mesmo que haja uma extensa repetição dos
seus acontecimentos. Podemos citar os seguintes exemplos, o lançamento de
uma moeda e o lançamento de um dado. Após os lançamentos teremos os
possíveis resultado: para a moeda, M = {cara, coroa}; para o dado, D = {1, 2, 3,
4, 5, 6}. Portanto, os espaços amostrais desses eventos, são os conjuntos dos
resultados possíveis de um experimento aleatório. Oliveira (1999), frisa que
mesmo mantendo as condições de um fenômeno aleatório, é sempre impossível
influenciar o resultado. Na literatura comumente vemos que a simbologia para
denotar o espaço amostral é dado pela letra grega ômega (Ω).
Probabilidade
Quando jogamos, frequentemente nos perguntamos sobre as chances de
ganhar. Esse tipo de análise não é novo; no século XVII, os matemáticos Pascal
e Fermat, atenderam pedidos de jogadores sobre as chances de vencerem
alguns jogos de sorte (Maia, 2021). A partir dos estudos deles, foi desenvolvido
o que chamamos hoje de teoria da probabilidade. Diante do exposto, observa-
se a necessidade de quantificar o grau de certeza ou confiabilidade em
experimentos aleatórios.
A teoria da probabilidade, que busca quantificar a incerteza em fenômenos
aleatórios, estuda experimentos nos quais podemos analisar as chances de um
evento ocorrer. Ao calcular a probabilidade, estamos associando um grau de
confiança a um resultado do experimento aleatório, cujo resultado não pode ser
previsto. Em uma definição não formal, Oliveira (1999, p. 93) diz que a
probabilidade “é uma medida de incerteza dos fenômenos aleatórios. Traduz-se
por um número real compreendido entre 0 e 1, ou, o que é mesma coisa, entre
0 e 100%”. Nesse sentido, quanto mais próximo for o resultado de 1, maior a
probabilidade de sua ocorrência.
Antes de definir formalmente, convém citar a hipótese de equiprobabilidade,
esta ideia surge em experimentos aleatórios quando há um número finito de
resultados possíveis e são idênticos no sentido de que não importa a forma como
são enumerados, todos tem a mostra chance de ocorrer (Rolla, 2024). Portanto,
quando essa condição é satisfeita, temos que a probabilidade de um evento A
ocorrer “é simplesmente a razão entre o número de elementos de A e o número
de elementos do espaço amostral Ω” (Rolla e Lima, 2024, p.25). Assim, a fórmula
para calcular a probabilidade de um evento A é dada por:
𝑃 (𝐴) =
𝑁ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑟𝑒𝑠𝑢𝑙𝑡𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑓𝑎𝑣𝑜𝑟á𝑣𝑒𝑖𝑠 𝑎 𝐴
𝑇𝑜𝑡𝑎𝑙 𝑑𝑒 𝑟𝑒𝑠𝑢𝑙𝑡𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑝𝑜𝑠𝑠í𝑣𝑒𝑖𝑠 (Ω)
Para ilustrar o cálculo de probabilidade, consideremos o seguinte exemplo
prático. Se lançarmos um dado não viciado, queremos saber a probabilidade de
obter um número que seja múltiplo de 3. Primeiramente, vamos definir a
quantidade de elementos do nosso conjunto A, nesse exemplo, será definido
como A = {3,6}. Agora, definiremos nosso espaço amostral, por se tratar de um
dado, ele será definido como Ω = {1,2,3,4,5,6}. Por fim, utilizaremos a fórmula da
probabilidade:
𝑃 (𝐴) =
𝐴
Ω
=
2
6
=
1
3
Então, a probabilidade de sair um número múltiplo de 3 é de
1
3
. Desse modo,
atribuímos um grau de confiabilidade e/ou quantificamos a ocorrência de um
evento em um experimento aleatório.
Independência
Utilizando o mesmo exemplo dos dados, suponhamos que agora queremos
realizar dois lançamentos consecutivos. No primeiro lançamento, queremos
saber a probabilidade de sair um número ímpar e no segundo, um número menor
que cinco. Após, aplicarmos a fórmula chegaremos ao seguinte resultado:
𝑃 (𝐴) =
1
2
para o primeiro lançamento, e 𝑃 (𝐵) =
2
3
para o segundo lançamento.
Vemos que as probabilidades foram diferentes e o fato de 𝑃 (𝐴) ter ocorrido,
não foi determinante para a ocorrência de 𝑃 (𝐵). Assim sendo, ao nos
depararmos com situações como estas, podemos afirmar que os eventos 𝑃 (𝐴)
e 𝑃 (𝐵) são estatisticamente independentes, ou, apenas independentes
(Pinheiro et al, 2012).
Podemos ir mais adiante. Para calcularmos a probabilidade conjunta, isto é,
que dois ou mais eventos ocorram, caso fossem lançados dois dados ao mesmo
tempo, usaremos a fórmula:
𝑃 (𝐴 ∩ 𝐵) = 𝑃(𝐴) × 𝑃(𝐵)
Isso posto, “dois eventos são estatisticamente independentes se a
probabilidade de que eles ocorram juntos é igual ao produto das probabilidades
individuais” (Pinheiro, et al, 2012, p.22). Por isto, a probabilidade conjunta, do
exemplo dado é:
𝑃 (𝐴 ∩ 𝐵) =
1
2
×
2
3
=
2
6
=
1
3
Portanto, a probabilidade de obter um número ímpar no primeiro lançamento
e um número menor que cinco no segundo lançamento é
1
3
. Essa definição nos
permite afirmar que os eventos A e B são independentes, ou seja, a ocorrência
de um não afeta a probabilidade do outro.
Probabilidade Condicional
Depois de discutir a independência entre eventos, é essencial abordar como
a probabilidade condicional se relaciona com esses conceitos. Para explorar
esse conceito, suponhamos a seguinte situação, um dado justo de seisfaces é
lançado, a probabilidade de sair um número qualquer é
1
6
𝑜𝑢 16,67 %. Agora,
vamos adicionar a informação, sabendo que foi obtido um número par, queremos
saber qual a probabilidade de o número ser quatro.
Como foi visto, a probabilidade é uma forma de quantificar a incerteza, então,
quando há uma informação nova, nosso experimento precisa ser alterado, para
que o segundo acontecimento seja levado em consideração. Logo, é natural um
novo processo de avaliação da probabilidade para incorporar essa nova
informação.
Carvalho (2015, p. 189) diz que “a probabilidade condicional refere-se à
probabilidade de ocorrer um evento (A) sabendo-se que outro evento (B) já
ocorreu”. Dito isso, vemos que não estamos analisando A de forma isolada, mas
sim dentro de um contexto em que B já é um fato conhecido. Portanto, a
probabilidade condicional é uma ferramenta com grande importância para
tomada de decisões em cenários onde informações prévias influenciam os
resultados esperados. Rolla e Lima (2024, p. 55) reforça essa ideia, ao afirmar
que essa probabilidade vem “representar melhor as chances de eventos
aleatórios a partir da observação da ocorrência ou não de um dado evento”.
Em denotação formal, a probabilidade condicional é dada pela equação:
𝑃 (𝐴|𝐵) =
𝑃 (𝐴 ∩ 𝐵)
𝑃 (𝐵)
Onde:
• 𝑃 (𝐴|𝐵) a probabilidade de o evento A acontecer, dado que o evento
B já ocorreu;
• 𝑃 (𝐴 ∩ 𝐵) a probabilidade de os eventos A e B ocorrem ao mesmo
tempo;
• 𝑃 (𝐵) a probabilidade de o evento B acontecer.
Retomando ao cenário já citado, vamos calcular a probabilidade condicional.
Onde:
• 𝑃 (𝐴|𝐵) a probabilidade de o número ser quatro, sabendo que o
número é par;
• 𝑃 (𝐴 ∩ 𝐵) a probabilidade de sair um quatro e ele ser par, ou seja, a
probabilidade de sair exatamente o número quatro;
• 𝑃 (𝐵) a probabilidade de sair um número par no lançamento do dado.
Substituindo os dados, teremos:
𝑃 (𝐴|𝐵) =
1
6
1
2
=
1
6
×
2
1
=
2
6
=
1
3
𝑜𝑢 33,33%
Inicialmente, a chance de obter o número quatro era de 16,67%. No entanto,
ao considerarmos apenas os casos em que o número obtido foi par, a
probabilidade de sair um quatro aumentou para 33,33%. Esse conceito, permite
compreender melhor cenários onde novas informações influenciam as chances
de um determinado evento ou resultado.
Teorema da Probabilidade Geral
É importante aprofundar-se em conceitos mais abrangentes que possibilitem
o cálculo em diferentes contextos. Com este panorama, o Teorema da
Probabilidade Geral se apresenta como uma ferramenta para a decompor
probabilidades em vários eventos, promovendo uma abordagem mais claro dos
fatos analisados.
Esse teorema também nos apresenta uma nova forma de olhar para o
espaço amostral. Ele só admitia uma única maneira de ocorrência dos eventos,
agora pela probabilidade geral, podemos analisá-lo, também, como uma
repartição, ou seja, diferentes maneiras de um fato ocorrer, com eventos
mutuamente exclusivos (Farias, 2010).
Figura 1: Partição do espaço amostral. (Farias, 2010. p. 196)
A autora, nos chama atenção para dois termos utilizado nesse teorema. A
probabilidade a priori que é a possibilidade inicial de um evento, antes de
considerar qualquer informação adicional; e a probabilidade posteriori que é a
possibilidade de um evento, após considerar novas informações. Belfiore (2015)
versa que esse teorema nos “permite calcular a probabilidade da ocorrência
simultânea de dois eventos A e B, como a probabilidade de um deles multiplicada
pela probabilidade condicional do outro, dado que o primeiro evento ocorreu”.
Assim:
𝑃 = ( 𝐴 ∩ 𝐵) = 𝑃(𝐴) ∙ 𝑃(𝐵|𝐴) = 𝑃(𝐵) ∙ 𝑃(𝐴|𝐵)
Portanto, este teorema nos permitiu olhar as diferentes formas da ocorrência
de um evento, ao considerar as diferentes formas dele ocorrer e dados os
possíveis resultados da etapa inicial.
Teorema de Bayes
Depois de elucidados todos esses conceitos, veremos adiante o Teorema de
Bayes. Esse teorema é um importante mecanismo, pois, aqui, atualizamos a
probabilidade de um evento com base em novas informações. É esclarecido
também a relação entre a probabilidade a priori e a probabilidade a posteriori,
sendo amplamente utilizado em estatística e tomada de decisões.
Essa nova forma de calcular probabilidades, é o que temos “para ”refinar”
uma previsão probabilística (probabilidade a priori) quando novos eventos, em
geral não independentes, acontecem. A probabilidade a posteriori é justamente
o resultado desse “refinamento” frente às novas informações” (Maia, 2021).
Em Maia (2021), temos que esse Teorema foi usado nos testes sorológicos
da SARS-CoV-2 (Covid-19) para avaliar a probabilidade de o resultado do teste
estar correto. Então, vemos, que podemos ver que há uma aplicabilidade desse
teorema na prática, para além dos livros didáticos.
A demonstração da fórmula de Bayes é decorrente do Teorema da
Probabilidade Geral e é expresso desta forma:
𝑃 (𝐴|𝐵) =
𝑃(𝐵|𝐴) × 𝑃(𝐴)
𝑃(𝐵)
Onde:
• 𝑃(𝐴) é a probabilidade a priori de A;
• 𝑃(𝐵|𝐴) é a probabilidade condicional B dado que A ocorreu;
• 𝑃(𝐵) é a probabilidade total dos eventos B ocorrem;
• 𝑃(𝐴|𝐵) é a probabilidade a posteriori de A ocorrer dado que B ocorreu.
Com aplicações em diversas áreas, vê-se a importância de que as
probabilidades sejam recalculadas conforme se sabe mais e mais de algum
evento.
Aplicação na Contabilidade
Na contabilidade, a Probabilidade Condicional e o Teorema de Bayes podem
ser usados, por exemplo, em análises de contas bancárias para detectar se o
saldo da conta está superestimado após encontrar uma discrepância em um
teste preliminar. Se ao analisar não tiver sinalizações que o saldo está
superestimado, mas no teste preliminar é encontrado uma discrepância, o
teorema nos permitirá atualizar a probabilidade, tornando a avaliação mais
precisa e auxiliando a tomada de decisão.
Para a aplicação, este é o cenário, um auditor analisou 1.000 contas
bancárias no último ano e registrou os seguintes dados:
Situação Real do
Saldo
Discrepância
Encontrada (B)
Sem
Discrepância (¬B)
Total
Superestimado
(A)
40
10
50
Não
Superestimado
(¬A)
60
890
950
Total 100 900 1.000
Fonte: Dados Hipotéticos
Como primeiro passo, será calculada a probabilidade condicional de
encontrar uma discrepância (B), dado que o saldo está superestimado (A).
Analisando a tabela, temos que:
• O número de casos em que A ocorreu (saldo superestimado): 50
• Número de casos em que A e B ocorreram (saldo superestimado): 40
Aplicando a fórmula:
𝑃(𝐵|𝐴) =
𝑛ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑜𝑠 𝑐𝑜𝑚 𝐴 𝑒 𝐵
𝑛ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑜𝑠 𝑐𝑜𝑚 𝐴
=
40
50
= 0,8 𝑜𝑢 80%
Então, se o saldo está superestimado, há 80% de chance de o teste
preliminar apontar discrepância.
Como segundo passo, vamos calcular a probabilidade, pelo teorema de
Bayes, de o saldo estar superestimado (A), após encontrar uma discrepância
(B). Em decorrência da nova informação, temos que:
• 𝑃(𝐵|𝐴) é de 80%
• 𝑃(𝐴) probabilidade a priori do saldo superestimado =
50
1.000
=
0,05% (5%)
• 𝑃(𝐵) probabilidade total de encontrar discrepância =
100
1.000
=
0,10% (10%), extraído da tabela
Aplicando o teorema:
𝑃 (𝐴|𝐵) =
𝑃(𝐵|𝐴) × 𝑃(𝐴)
𝑃(𝐵)
=
0,80 × 0,05
0,10
=
0,04
0,10
= 0,40 𝑜𝑢 40%
Isso nos diz que, se o auditor encontra uma discrepância, há 40% de chance
de o saldo estar realmente superestimado. Neste exemplo, os dados são
hipotéticos, porém no cotidiano essas probabilidades são calculadas com base
em registros históricos, tornando a análise mais confiável. O auditor pode
priorizar contas com discrepâncias, já que a chance erro é oito vezes mais que
a porcentagem inicial (5%). A alta probabilidade de 80% do teste preliminar é
eficaz para detectar saldos superestimados.
ConclusõesO artigo destacou a importância da Estatística como ferramenta para a
análise e tomada de decisão, com ênfase na aplicação dos conceitos como
Probabilidade Condicional e o Teorema de Bayes em áreas práticas como a
Contabilidade.
A utilização do Teorema de Bayes, demonstra como a atualização de
probabilidades à medida que novas informações são incorporadas poder ser
decisiva em cenários reais.
Portando, o artigo reforça que a Estatística, ao ser integrada às práticas
profissionais, não é apenas um conjunto de número sem significados, mas uma
ferramenta para compreender incertezas e melhorar processos decisórios em
diversas áreas do conhecimento.
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