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 Instituição unopar – polo diamantina
VALdilene rocha pinto
A IMPORTÂNCIA DO ENFERMEIRO NO ALEITAMENTO MATERNO
DIAMANTINA
2025
 VALdilene rocha pinto
A IMPORTÂNCIA DO ENFERMEIRO NO ALEITAMENTO MATERNO
Projeto apresentado ao Curso de Enfermagem da Instituição UNOPAR polo Diamantina
Orientador: Camila Cristina Rodrigues
Diamantina
2025
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Público
Público
Público
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO	8
1.1 O PROBLEMA	9
2 OBJETIVOS	10
2.1 OBJETIVO GERAL OU PRIMÁRIO	10
2.2	OBJETIVOS ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS	10
3 JUSTIFICATIVA	11
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA	12
5 METODOLOGIA	16
6 CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO	17
REFERÊNCIAS	18
1 INTRODUÇÃO
O aleitamento materno é uma das grandes preocupações dos profissionais da saúde durante a primeira infância por ajuda a reduzir os custos do sistema de saúde, minimizando o tratamento de doenças na infância e em outras fases da vida. É priorizada pelo Ministério da Saúde que este rico “alimento” seja ofertado de maneira exclusiva a criança durante os seis primeiros meses de vida e continuada até os 2 anos ou mais, devido aos seus privilégios nutricionais e imunológicos que auxiliam no desenvolvimento da criança, porém deve-se ressaltar que o aleitamento materno é muito mais do que nutrir a criança, ele também traz consigo inúmeras vantagens para a saúde materna, além de ser um meio que envolve interação profunda entre mãe e filho. (BRASIL, 2015).
Apesar da imensa importância e da existência de muitas campanhas de incentivo as aleitamento materno, existem ainda muitos mitos que cercam as mulheres durante o processo de amamentação e cabem aos profissionais da saúde, em particular aos enfermeiros, que estão mais próximos às mulheres durante a gestação nas consultas nas Unidades Básicas de Saúde, orientar, incentivar, e ajudar as futuras mamães a estarem preparadas para a fase da amamentação, uma vez que as práticas de educação em saúde são essenciais para o enfrentamento das dificuldades e necessidades detectadas durante a amamentação, com objetivo de que haja intervenções precisas e que sejam planejadas estratégias para que as dificuldades sejam superadas (VIEIRA et al., 2020). No entanto, ainda que todo incentivo ao aleitamento materno pela parte do enfermeiro aconteça, muitas mães ainda não realizam da forma correta e se recusam a amamentar, levando ao desmame precoce. (MARINHO et al. 2016).
Existem algumas circunstâncias em que o aleitamento materno é contraindicado pelo médico, dentre as quais se destaca: mãe soropositiva ao HIV, criança portadora de doenças como galactosemia (uma doença genética que impede o organismo de quebrar a galactose) e fenilcetonúria (doença genética que impede o desenvolvimento do sistema neurológico se não for tratada adequadamente), mães infectadas pelo HTLV (vírus linfotrópico de células T humanas), e também em uso de medicamento inconciliável a amamentação como, por exemplo, radio fármacos e antineoplásicos. (BRASIL, 2012).
8
Diante de cada caso que surge durante o trabalho do enfermeiro, este deve avaliar a situação de saúde da criança e condição socioeconômica e cultural da família diante da impossibilidade do aleitamento materno, para recomendá-la e orientá-la a utilização da formula infantil de acordo com as recomendações. (BRASIL, 2012).
1.1 O PROBLEMA
Qual a importância da atuação do enfermeiro durante a fase gestacional e pós-gestacional em relação ao aleitamento materno?
5
17
Público
Público
Público
2 OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL OU PRIMÁRIO
Descrever a importância do leite materno, analisando a atuação do enfermeiro como essencial neste processo.
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS
 
· Relatar a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento do bebê e benefícios a mãe.
· Investigar por meio da revisão da literatura qual é o papel do profissional da enfermagem no aleitamento materno.
3 JUSTIFICATIVA
A amamentação é uma prática natural, sendo apoiada pela Organização Mundial da Saúde devido aos múltiplos benefícios que traz ao bebê, que incluem o desenvolvimento imunológico e cognitivo, redução da mortalidade infantil, ao mesmo tempo em que protege contra infecções e promove o bem-estar físico e mental da criança (COSTA, et al., 2018; TELES et al., 2017), fortalece o elo entre mãe e filho, bem como a diminuição de uma serie de doenças a mãe. 
Este estudo justifica-se, devido à necessidade de esclarecimento sobre as dificuldades existentes durante o período da amamentação, e o papel do enfermeiro que deve fornecer orientações claras e práticas sobre aspectos técnicos deste processo como a livre demanda de amamentação, a posição correta do recém-nascido para mamar, a pega adequada, os cuidados com os seios antes e depois do nascimento da criança, a importância da amamentação para o bebê e a mãe. O enfermeiro deve estar preparado e possuir habilidades e conhecimentos aprofundados para atender as diversas situações que podem surgir durante este período, onde as mães necessitam do apoio e acolhimento para auxiliar em relação a seus anseios, medos e dúvidas. 
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
O incentivo ao aleitamento materno é grande, havendo divulgação de informações importantes, mas para que a amamentação aconteça de maneira correta não basta somente que a mulher esteja ciente das vantagens do aleitamento, é necessário que a mesma tenha um suporte profissional capaz de ajuda-la a se sentir segura.
A atuação do enfermeiro na promoção do aleitamento materno é essencial e, contempla multiações que tem início com a preparação pré-natal e se dissemina no acompanhamento pós-parto. A importância do acompanhamento e suporte da enfermagem durante o pré-natal é baseada na transmissão de informações sobre os benefícios do leite materno, objetivando evitar o desmame precoce, e problemas de saúde durante a primeira infância que são problemas frequentemente causados pela falta de conhecimento e informações adequadas (COSTA et al., 2018).
O Ministério da Saúde, no ano de 2015, nos cadernos de atenção a saúde, em particular no capítulo que ressalta a saúde da criança, nutrição infantil, aleitamento materno e alimentação complementar, ressaltou que os profissionais de saúde, além de possuírem conhecimentos técnicos sobre aleitamento materno, também devem estar atentos aos sinais que as gestantes dão, sendo eficazes na comunicação e no aconselhamento em amamentação. Tentar entender os medos e anseios da gestante é crucial e vai além de simplesmente instruir. Esse aconselhamento deve ser empático e individualizado, incentivando as futuras mamães a expressarem suas dúvidas e inseguranças, trazendo as consultas seus parceiros e a rede de apoio, criando um ambiente de confiança e suporte. Essa abordagem não só fortalece o vínculo mãe-enfermeiro, como também contribui para uma experiência de amamentação mais bem-sucedida e prolongada.
Pensando nesta perspectiva CARVALHO, TAMEZ (2005), descreve em seu estudo os passos para o sucesso de um bom aconselhamento durante uma consulta pré natal com a equipe de enfermagem:
Os princípios básicos do aconselhamento devem incluir: 
· Escutar ativamente (ouvir primeiro, observar, fazer perguntas, avaliar o conhecimento ou informação que a mulher e seu parceiro possuem);
· Linguagem corporal (usar contato olho a olho sem barreiras, demonstrar respeito, paciência em ouvir, aconselhar em ambiente privado);
· Atenção e empatia (levar em conta os sentimentos do casal, responder as perguntas sem fazer julgamento);
· Tomada de decisão (identificar a fonte de informações equivocadas	do	casal,	oferecer	informação	oportuna relacionada a situação, orienta-lo a tomar a melhor decisão).
· Seguimento (estar envolvido no processo da nutriz, estando disponível para atendê-la novamente, identificar juntamente com o casal o percurso transcorrido, e estar preparado para apoiar as decisões deles).( CARVALHO, M. TAMEZ, R. 2005, p.122).
Na primeira consulta pré-natal é importante que sejam realizados os exames laboratoriais de rotina para detecçãode alguma alteração na saúde materna, exame físico, anamnese integral, que necessita incluir exame das mamas, este exame pode ser um pouco constrangedor e por isso deve ser bem explicado antes do início do mesmo, salientando que ele ajuda a elevar a confiança da mãe de que sua mama é normal, e caso haja alguma adversidade, a melhor forma terapêutica será aconselhada, dando espaço a mãe para se preparar para amamentação antecipadamente. 
Outra questão importante a se avaliar nesta primeira consulta e nas demais que ocorrerão durante o pré-natal é a tendência emocional da gestante de seu companheiro para a lactação, a maturidade emocional e psicológica, particularmente em mulheres são mães após os 21 anos de idade, bem como o apoio paterno durante o período de amamentação, são determinantes para o sucesso do processo. Estes elementos contribuem para uma orientação mais efetiva e um ambiente de suporte que facilita o aleitamento (ALEIXO, et al., 2019). Durante as consultas o enfermeiro deve proporcionar ações que diminuam os receios, as dúvidas e experiência em outras gestações ou pesquisar a amamentação no grupo familiar da gestante. É importante deixar materiais informativos evidenciando os benefícios do aleitamento materno a curto e longo prazo para mãe e filho (CARVALHO, TAMEZ, 2005).
Ações educativas dentro das UBS como mini aulas práticas e teóricas são válidas no acompanhamento da gravidez, e devem ser incentivadas, com horários alternados para que consiga atender o maior número de participantes. As aulas devem ser dinâmicas, com conteúdo de fácil compreensão, espaço para rodas de conversas e compartilhamento de experiências, se atentando ao tempo de duração de cada aula para que não seja cansativo. Deve-se abordar temas que auxiliem as gestantes a entender os riscos de não amamentar, os mitos relacionados a amamentação como leite fraco, valor nutritivo do leite, cuidados especiais com as mamas antes e após a gestação, tempo de amamentação, preparação da mama, ingurgitamento, rachaduras e fissuras, e ainda pode ser usando bonecas demonstrar técnicas de amamentação, pega correta e posições (LIMA, 2017).
Passando-se a gestação e parto, entra-se na fase do puerpério, que corresponde à fase do pós-parto, onde a gestante principalmente de “primeira viagem”, se encontra ainda em adaptação a nova realidade e necessita de um acompanhamento imediato nesta etapa:
O estabelecimento de normas que incentivem a amamentação logo após o nascimento, ainda na sala de parto ou de recuperação, tem demonstrado influenciar positivamente a incidência do aleitamento materno, bem como a sua duração. No puerpério recomenda-se o alojamento conjunto, onde o bebê estará constantemente em companhia da mãe e terá acesso ao seio em livre demanda, sem horários rígidos para amamentação, o que promove o amento da produção de leite e evita o uso de suplementação, além dos fatores psicológicos benéficos, como a promoção do apego mãe-filho.
O primeiro passo para assistir a mãe que amamenta é avaliar seu sentimento a respeito. A decisão de amamentar ou não já deverá ter sido tomada no período pré-natal, fator que predispõe a mãe a ter êxito ou não no ato de amamentar após o parto. As mães recebem melhor ajuda dos profissionais que demonstram crer ser a amamentação a forma natural de alimentar seu filho. ( CARVALHO, TAMEZ, 2005, p. 124).
Nesta etapa é importante que o enfermeiro construa um laço de confiança com a mãe, procure elevar sua autoestima e confiança, orientando a todos os cuidados que ela precisa e incentivando-a para que ela possa se tornar independente no cuidado do seu bebê. O enfermeiro que trabalha na maternidade precisará fazer avaliação da mãe no começo de cada plantão, com o objetivo de analisar e estipular o plano de cuidados de enfermagem especial ligado ao aleitamento. O atendimento hospitalar gera informações, que devem ser anotadas no prontuário da gestante e que podem ser usadas para avaliações futuras, ou quando houver crise na amamentação (SOUZA, 2014). Dentre a rotina do enfermeiro no ambiente hospitalar recomenda-se:
· Exame nos seios para comprovar a decida do leite, bem como prevenir problemas que possam surgir.
· Avaliar o estado geral do recém-nascido, ajudar a mãe a compreender o comportamento deste, e como responder as suas necessidades.
· Incluir o pai e/ou pessoa de apoio na avaliação e no ensino do aleitamento, pois eles se tornaram um apoio importante para a mãe.
· Revisar técnicas específicas de amamentação com o casal, enfatizar os cuidados durante amamentação, uma vez em casa; recordar os pais de que a amamentação depende do equilíbrio entre a produção de leite e o esvaziamento das mamas e da habilidade do lactente em sugar.
· Fornecer uma guia de como detectar problemas e de como intervir, fatores que serão a chave para uma produção de leite ótima, refletida no crescimento normal do bebê.
· Estar presente durante a primeira sessão de amamentação com finalidade de avaliar e responder questões que passam surgir.” (CARVALHO, TAMEZ, 2005, p. 125).
A realização de visitas domiciliares da equipe de enfermagem da UBS que acompanha a gestante no pós-alta também é importante, para certificação de uma transição segura entre o hospital e o ambiente domiciliar, assessorando na adequação psicológica e fisiológica que ocorre nesse tempo. É importante que a equipe de enfermagem leve informações que auxiliarão durante o período da amamentação como: não fazer uso de nenhuma medicação não orientada pelo seu médico, uma vez que as mesmas são absolvidas pelo organismo e transferidas para o leite materno, se houver rachaduras no bico do peito, não fazer a utilização de pomada e procurar o posto de saúde para ter orientação dos cuidados necessários, ter uma alimentação rica e balanceada em nutrientes, não passar cremes na auréola dos seios, ingerir bastante líquidos, fazer a retirada manual antes de amamentar para facilitar a pega do bebê, uso de sutiãs apropriados e cautela na hora de colocar o bebê em posição para mamar, para que ele consiga sugar leite suficiente (LEITE, 2010).
5 METODOLOGIA
 
Este estudo trata-se de uma pesquisa exploratória realizada através de uma revisão bibliográfica. De acordo com GIL (2008), realizar uma pesquisa exploratória é proporcionar maior familiaridade com o problema, explicitá-lo, envolve levantamento bibliográfico com pessoas no problema pesquisado.
Para a realização da pesquisa, foram selecionados artigos científicos publicados nas últimas duas décadas (2005 a 2024), nas bases de dados da Scielo, Google Acadêmico, PubMed, revistas da enfermagem, além de cartilhas e manuais do ministério da saúde, utilizando palavras-chaves como enfermagem, saúde da mulher, saúde da criança, aleitamento materno, importância, desmame precoce.
Para selecionar os artigos, foram feitos uma breve leitura dos artigos, principalmente o resumo para verificar se o conteúdo se aproximava com o tema de interesse do estudo. Após a seleção dos artigos foram feitas leituras mais profundas e as características para que eles pudessem compor o trabalho, foram título, ano, objetivo e metodologia, que atendessem os critérios de seleção. 
Foram excluídos trabalhos que não estavam disponíveis na integra e não fizeram referência à importância da amamentação e ao papel do enfermeiro.
6 CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO
	ATIVIDADES
	
	
	
	JAN
	FEV
	MAR
	ABR
	MAI
	JUN
	JUL
	AGO
	SET
	OUT
	NOV
	DEZ
	Escolha do tema. Definição do problema de pesquisa
	
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Definição dos objetivos, justificativa.
	
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Pesquisa bibliográfica e elaboração da fundamentação teórica.
	
	X
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	Definição da metodologia.
	
	
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Revisão das referências para elaboração do TCC.
	
	
	X
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	
	Elaboração da Introdução
	
	
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	Revisão e reestruturação da Introdução e elaboração do Desenvolvimento
	
	
	X
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	
	Revisão e reestruturação do Desenvolvimento
	
	
	X
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	
	Elaboração da ConclusãoX
	
	
	
	
	
	
	
	Reestruturação e revisão de todo o texto. Verificação das referências utilizadas.
	
	
	
	
	X
	
	
	
	
	
	
	
	Elaboração de todos os elementos pré e pós-textuais.
	
	
	
	
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	Entrega do TCC-Artigo
	
	
	
	
	
	X
	
	
	
	
	
	
	Defesa do TCC-Artigo
	
	
	
	
	
	X
	
	
	
	
	
	
	
 
	 Fonte: O Autor (2025). 
REFERÊNCIAS
Aleixo, T. C. S. E., Carleto, E. C., Pires, F. C., & Nascimento, J. da S. G. (2019). Conhecimento e análise do processo de orientação de puérperas acerca da amamentaçãoo. Revista De Enfermagem Da UFSM, 9, e59.Disponível: https://doi.org/10.5902/2179769236423. Acesso em fev. 2025
BRASIL, Ministério da Saúde. Aleitamento Materno, Distribuição de Leites e Fórmulas Infantis em Estabelecimento de Saúde e a Legislação. 1. ed. Brasília/DF 2012.
	. Ministério da Saúde. Cadernos de atenção Básica. Saúde da Criança: Crescimento e Desenvolvimento. 1. ed. Brasília/DF 2012, 272 p.
______ Ministério da Saúde (BR), Secretaria de Atenção à Saúde. Cadernos de Atenção à Saúde. Saúde da criança: nutrição infantil, aleitamento materno e alimentação complementar [Internet]. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2015. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_crianca_nutricao_aleitamento_ali m entacao.pdf. Acesso em fev. 2025
CARVALHO, Marcos Renato de; TAMEZ, Raquel N. Amamentação: Bases cientificas. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. pp 07, 18.
COSTA EFG, ALVES VH, SOUZA RMP, et al. Atuação do enfermeiro no manejo clínico da amamentação: estratégias para o aleitamento materno. Ver. Fund. Care. Online. 2018 jan./mar.; 10(1):217-223. Disponível em: DOI: http://dx.doi.org/10.9789/21755361 . 2018.v10i1.217-223. Acesso em fev. 2025
GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 6.ed, São Paulo: o atlas, 2008.
LIMA, Suellen Soares. O benefício do aleitamento materno: binômio mãe-filho. Monografia apresentada a Instituição Anhanguera de Campo Grande, pp.01-31, 2017.
MARINHO, Maike dos Santos. ANDRADE, Everaldo Nery. ABRÃO, Ana Cristina Freitas de Vilhena. A atuação do enfermeiro na promoção, incentivo e apoio ao aleitamento materno. Revista enfermagem contemporânea, v.4, n.2, pp.189-198, 2015.
SOUZA, Bruna Almeida Paiva. Assistência de enfermagem no incentivo do aleitamento materno no município de Ipaba: Um relato de experiência. Monografia apresentada a Universidade Federal de Minas Gerais, 2014. Disponível
em: Acesso em: fev. 2025
TELES, M. A. B., JUNIOR, R. F. S., JÚNIOR, G. G. S., FONSECA, M. P., & EUGÊNIO, K.K. (2017). Conhecimento e práticas de aleitamento materno de usuárias da estratégia saúdem da família. Ver. Enferm. UFPE on line., 11(6), 2302-2308. 
VIEIRA, C M. et al. Promoção do aleitamento materno exclusivo na visão dos profissionais de uma Estratégia Saúde da Família. Research, Society and Development, v. 9, n. 8, p. e796986355-e796986355, 2020.
Público
Público
Público
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