A realização de um atendimento de forma sistematizada que contemple a abordagem do recém-nascido, da pessoa no puerpério e da amamentação, bem como a identificação dos sinais de alerta devem fazer parte da prática do profissional de saúde da APS. Neste sentido, analise as afirmações abaixo e assinale V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas: Tradicionalmente, o cuidado em saúde não é atribuído ao homem, e isso se reflete também na paternidade. Por isso, é importante que o profissional de saúde incentive a participação de todos os membros da família, para que todos desenvolvam habilidades de cuidado com o bebê. O uso de uma linguagem simples e sem termos técnicos é de fundamental importância para que os envolvidos com os cuidados do bebê compreendam as orientações, especialmente neste período crítico, no qual precisam compreender e identificar os sinais de alerta para que as intervenções sejam realizadas o mais precoce possível, evitando prejuízos à saúde. Um dos objetivos do atendimento entre o 3º e o 5º dia é a avaliação da amamentação. Caso identificado problemas, pode-se intervir precocemente, evitando-se o agravamento da situação ou a interrupção da amamentação. O atendimento realizado entre o 3º e 5º dia consiste em uma avaliação detalhada, específica e completa da saúde da pessoa no puerpério e do bebê. Devem fazer parte da avaliação da pessoa no puerpério tanto a avaliação subjetiva (questões emocionais e outras situações que exigem maior atenção dos profissionais) quanto a avaliação objetiva (questões físicas, incluindo a avaliação da amamentação) Pessoa que já perdeu filho anteriormente, sem rede de apoio, que teve bebê internado após o nascimento, bem como cuja gravidez não foi planejada e não aceita estão mais vulneráveis e precisam de abordagem diferenciada pelos profissionais de saúde. Além do exame físico do recém-nascido, o atendimento deve incluir a verificação, por meio dos registros na Caderneta de Saúde, dos fatores de risco ao nascer, da realização dos testes neonatais (do