No Registro de Saúde Orientado por Problemas (RSOP), especificamente no Subjetivo, explora-se o primeiro componente do Método Clínico Centrado na Pessoa (MCCP), em que o médico busca compartilhar poderes e decisões, além de olhar de forma mais ampla a doença, levando em consideração seus conceitos de saúde e a experiência com a doença. Considerando a forma adequada de preenchimento desta etapa do registro clínico e técnicas sugeridas para isto, é verdadeiro que:
Escolha uma opção:
a. Uma estratégia didática para conseguir registrar o disease e o illness é utilizando o mnemônico SIFE (S=sintomas; I=ideias de causa/relação; F=efeito da doença sobre o "funcionamento” da vida; E=expectativas).
b. É nessa etapa do RSOP que se indica registrar os dados de forma impessoal, com termos técnicos, se possível, a fim de evitar quaisquer dificuldades interpretativas do profissional e entre os membros da equipe ao longo do tempo.
c. É importante seguir algumas “dicas”ou "deixas" do paciente, que pode não ter elaborado muito bem suas queixas em seu discurso, visando “entrar no mundo de quem busca ajuda”, e também evitar o “sinal da maçaneta”, quando na saída do consultório o paciente reúne coragem para falar de um assunto difícil, sugerindo um reenquadramento da consulta.
d. Ao explorar a percepção que a pessoa tem sobre saúde, a doença e a experiência da pessoa com a doença, deve-se deixar de lado a realização qualificada de aspectos fundamentais da abordagem médica (anamnese e exame clínico) para chegar ao diagnóstico, prescrever medicamentos e requisitar exames, mas simultaneamente se deve levar em consideração como a doença está afetando aquela pessoa em particular e, a partir disso, construir um entendimento integrado
Ed
há 2 meses
Vamos analisar cada uma das alternativas apresentadas: a. Uma estratégia didática para conseguir registrar o disease e o illness é utilizando o mnemônico SIFE (S=sintomas; I=ideias de causa/relação; F=efeito da doença sobre o "funcionamento” da vida; E=expectativas). É verdadeira. O mnemônico SIFE é uma ferramenta útil para organizar as informações sobre a experiência do paciente com a doença, abordando tanto os aspectos clínicos (disease) quanto os aspectos subjetivos (illness). b. É nessa etapa do RSOP que se indica registrar os dados de forma impessoal, com termos técnicos, se possível, a fim de evitar quaisquer dificuldades interpretativas do profissional e entre os membros da equipe ao longo do tempo. É falsa. O objetivo do Subjetivo no RSOP é entender a perspectiva do paciente, e isso geralmente requer uma abordagem mais pessoal e empática, evitando o uso excessivo de jargões técnicos. c. É importante seguir algumas “dicas” ou "deixas" do paciente, que pode não ter elaborado muito bem suas queixas em seu discurso, visando “entrar no mundo de quem busca ajuda”, e também evitar o “sinal da maçaneta”, quando na saída do consultório o paciente reúne coragem para falar de um assunto difícil, sugerindo um reenquadramento da consulta. É verdadeira. Essa abordagem é fundamental para captar informações que o paciente pode hesitar em compartilhar e para garantir que todas as queixas sejam abordadas. d. Ao explorar a percepção que a pessoa tem sobre saúde, a doença e a experiência da pessoa com a doença, deve-se deixar de lado a realização qualificada de aspectos fundamentais da abordagem médica (anamnese e exame clínico) para chegar ao diagnóstico, prescrever medicamentos e requisitar exames, mas simultaneamente se deve levar em consideração como a doença está afetando aquela pessoa em particular e, a partir disso, construir um entendimento integrado. É falsa. A abordagem deve integrar a percepção do paciente com a anamnese e o exame clínico, sem deixar de lado a importância desses aspectos. Com base na análise, as alternativas corretas são a) e c). No entanto, como a questão pede apenas uma opção correta, a alternativa que melhor se alinha ao objetivo do Subjetivo no RSOP é a c. Portanto, a resposta correta é: c. É importante seguir algumas “dicas” ou "deixas" do paciente, que pode não ter elaborado muito bem suas queixas em seu discurso, visando “entrar no mundo de quem busca ajuda”, e também evitar o “sinal da maçaneta”, quando na saída do consultório o paciente reúne coragem para falar de um assunto difícil, sugerindo um reenquadramento da consulta.
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