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Questões resolvidas

Leia o texto a seguir: As mulheres negras [...], após a abolição dos escravos, continuariam trabalhando nos setores os mais desqualificados, recebendo salários baixíssimos e péssimo tratamento. Sabemos que sua condição social quase não se alterou, mesmo depois da Abolição e da formação do mercado de trabalho livre no Brasil. Os documentos oficiais e as estatísticas fornecidas por médicos e autoridades policiais revelam um grande número de negras e mulatas entre empregadas domésticas, cozinheiras, lavadeiras, doceiras, vendedoras de rua e prostitutas, e suas fotos não se encontram nos jornais de grande circulação do período – como o Correio Paulistano e o Estado de S. Paulo ou o Jornal do Commercio e A Noite, do Rio de Janeiro –, ao contrário do que ocorre com as imigrantes europeias. Contrastando com o texto das notícias que relatavam crimes passionais ou “batidas policiais” nos bordéis e casas de tolerância, nos jornais, as fotos ilustrativas revelavam meretrizes brancas, finas e elegantes, lembrando muitas vezes as atrizes famosas da época.
A partir da leitura do texto, e com base em seus conhecimentos sobre o conceito de interseccionalidade, analise as afirmacoes a seguir:
I. A Abolição propiciou o ingresso das mulheres no mercado de trabalho livre, sendo que os postos de trabalho disponíveis para as mulheres negras foram os mesmos que os homens brancos ocupavam na época.
II. A noção de interseccionalidade procura evidenciar algumas minorias como alvos de processos cumulativos de subalternização. No caso descrito por Margareth Rago, nota-se que as mulheres negras possuíam menos destaque na imprensa pós-Abolição do que as mulheres brancas.
III. O feminismo, enquanto perspectiva que procura atribuir os mesmos poderes sociais a homens e mulheres, é incompatível com a questão da identidade negra.
IV. O texto evidencia a vulgarização e a exposição semelhantes que os jornais da época faziam sobre o corpo das mulheres, a despeito de serem negras ou brancas.
I e III.
II.
I e IV.
I, II, III e IV.
II, III e IV.

Leia os textos a seguir: Texto 1: Para o estruturalismo, basta responsabilizar-se e interessar-se em acessá-la. [...] mostra que a expressão, trabalhada como conceito e com aporte teórico não é para calar a boca de ninguém [...] mas para denunciar a restrição de oportunidades vinculadas à posição social; para denunciar opressões estruturais, para questionar a legitimidade conferida àqueles que pertencem aos grupos localizados no poder em todas as esferas [...] é Texto 2: A teoria está disponível, basta termos a responsabilidade e o interesse em acessá-la. [...] mostra que a expressão, trabalhada como conceito e com aporte teórico não é para calar a boca de ninguém [...] mas para denunciar a restrição de oportunidades vinculadas à posição social; para denunciar opressões estruturais, para questionar a legitimidade conferida àqueles que pertencem aos grupos localizados no poder em todas as esferas [...] é sobre refutar um universalismo que silencia e substitui a voz dos outros. Ela tem intenção deliberada de suscitar nas pessoas brancas a consciência de que o lugar que elas ocupam – inclusive na produção do conhecimento – é um lugar de privilégio e poder.
A partir da leitura dos dois textos, compare as afirmações a seguir:
I. O texto 1 apresenta, de maneira operacional, o conceito de interseccionalidade.
II. O texto 2 trata da prática etnográfica empreendida por antropólogos durante trabalho de campo.
III. O texto 2 apresenta considerações a propósito da noção de “lugar de fala”.
IV. O texto 1 trata da noção de multinacionalismo, desenvolvida no período pós-colonial.
I e III.
III e IV.
I, II e IV.
II e IV.
I, II e III.

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Questões resolvidas

Leia o texto a seguir: As mulheres negras [...], após a abolição dos escravos, continuariam trabalhando nos setores os mais desqualificados, recebendo salários baixíssimos e péssimo tratamento. Sabemos que sua condição social quase não se alterou, mesmo depois da Abolição e da formação do mercado de trabalho livre no Brasil. Os documentos oficiais e as estatísticas fornecidas por médicos e autoridades policiais revelam um grande número de negras e mulatas entre empregadas domésticas, cozinheiras, lavadeiras, doceiras, vendedoras de rua e prostitutas, e suas fotos não se encontram nos jornais de grande circulação do período – como o Correio Paulistano e o Estado de S. Paulo ou o Jornal do Commercio e A Noite, do Rio de Janeiro –, ao contrário do que ocorre com as imigrantes europeias. Contrastando com o texto das notícias que relatavam crimes passionais ou “batidas policiais” nos bordéis e casas de tolerância, nos jornais, as fotos ilustrativas revelavam meretrizes brancas, finas e elegantes, lembrando muitas vezes as atrizes famosas da época.
A partir da leitura do texto, e com base em seus conhecimentos sobre o conceito de interseccionalidade, analise as afirmacoes a seguir:
I. A Abolição propiciou o ingresso das mulheres no mercado de trabalho livre, sendo que os postos de trabalho disponíveis para as mulheres negras foram os mesmos que os homens brancos ocupavam na época.
II. A noção de interseccionalidade procura evidenciar algumas minorias como alvos de processos cumulativos de subalternização. No caso descrito por Margareth Rago, nota-se que as mulheres negras possuíam menos destaque na imprensa pós-Abolição do que as mulheres brancas.
III. O feminismo, enquanto perspectiva que procura atribuir os mesmos poderes sociais a homens e mulheres, é incompatível com a questão da identidade negra.
IV. O texto evidencia a vulgarização e a exposição semelhantes que os jornais da época faziam sobre o corpo das mulheres, a despeito de serem negras ou brancas.
I e III.
II.
I e IV.
I, II, III e IV.
II, III e IV.

Leia os textos a seguir: Texto 1: Para o estruturalismo, basta responsabilizar-se e interessar-se em acessá-la. [...] mostra que a expressão, trabalhada como conceito e com aporte teórico não é para calar a boca de ninguém [...] mas para denunciar a restrição de oportunidades vinculadas à posição social; para denunciar opressões estruturais, para questionar a legitimidade conferida àqueles que pertencem aos grupos localizados no poder em todas as esferas [...] é Texto 2: A teoria está disponível, basta termos a responsabilidade e o interesse em acessá-la. [...] mostra que a expressão, trabalhada como conceito e com aporte teórico não é para calar a boca de ninguém [...] mas para denunciar a restrição de oportunidades vinculadas à posição social; para denunciar opressões estruturais, para questionar a legitimidade conferida àqueles que pertencem aos grupos localizados no poder em todas as esferas [...] é sobre refutar um universalismo que silencia e substitui a voz dos outros. Ela tem intenção deliberada de suscitar nas pessoas brancas a consciência de que o lugar que elas ocupam – inclusive na produção do conhecimento – é um lugar de privilégio e poder.
A partir da leitura dos dois textos, compare as afirmações a seguir:
I. O texto 1 apresenta, de maneira operacional, o conceito de interseccionalidade.
II. O texto 2 trata da prática etnográfica empreendida por antropólogos durante trabalho de campo.
III. O texto 2 apresenta considerações a propósito da noção de “lugar de fala”.
IV. O texto 1 trata da noção de multinacionalismo, desenvolvida no período pós-colonial.
I e III.
III e IV.
I, II e IV.
II e IV.
I, II e III.

Prévia do material em texto

Pergunta 10,2 pts 
Considerando-se as teorias antropológicas a respeito das questões de 
gênero, avalie as afirmações a seguir: 
 
I. O termo gênero faz referência a uma construção cultural, enfatizando o 
caráter social e histórico das diferenças sexuais. 
II. Vários elementos estão envolvidos na constituição das relações de 
gênero, tais como a organização política, econômica e social. 
III. A referência ao gênero leva a pensar nas maneiras como as sociedades 
entendem o que é “ser homem” e “ser mulher”, o que consideram 
“masculino” e “feminino”. 
IV. O termo gênero se refere às diferenças biológicas e naturais dos seres 
humanos. 
 
 
É correto o que se afirma em: 
Grupo de escolhas da pergunta 
I, II, III e IV. 
III e IV, apenas. 
II e IV, apenas. 
I, II e III, apenas. 
I e II, apenas. 
 
Sinalizar pergunta: Pergunta 2 
Pergunta 20,2 pts 
Leia o texto a seguir: 
 
As mulheres negras [...], após a abolição dos escravos, continuariam 
trabalhando nos setores os mais desqualificados, recebendo salários 
https://famonline.instructure.com/courses/44552/quizzes/213702/take
baixíssimos e péssimo tratamento. Sabemos que sua condição social quase 
não se alterou, mesmo depois da Abolição e da formação do mercado de 
trabalho livre no Brasil. Os documentos oficiais e as estatísticas fornecidas 
por médicos e autoridades policiais revelam um grande número de negras 
e mulatas entre empregadas domésticas, cozinheiras, lavadeiras, doceiras, 
vendedoras de rua e prostitutas, e suas fotos não se encontram nos 
jornais de grande circulação do período – como o Correio Paulistano e o 
Estado de S. Paulo ou o Jornal do Commercio e A Noite, do Rio de Janeiro 
–, ao contrário do que ocorre com as imigrantes europeias. Contrastando 
com o texto das notícias que relatavam crimes passionais ou “batidas 
policiais” nos bordéis e casas de tolerância, nos jornais, as fotos ilustrativas 
revelavam meretrizes brancas, finas e elegantes, lembrando muitas vezes 
as atrizes famosas da época. 
 
Fonte: RAGO, M. Trabalho feminino e sexualidade. In: História das 
mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 2004. p. 582. 
 
A partir da leitura do texto, e com base em seus conhecimentos sobre o 
conceito de interseccionalidade, analise as afirmações a seguir: 
 
I. A Abolição propiciou o ingresso das mulheres no mercado de trabalho 
livre, sendo que os postos de trabalho disponíveis para as mulheres negras 
foram os mesmos que os homens brancos ocupavam na época. 
II. A noção de interseccionalidade procura evidenciar algumas minorias 
como alvos de processos cumulativos de subalternização. No caso 
descrito por Margareth Rago, nota-se que as mulheres negras possuíam 
menos destaque na imprensa pós-Abolição do que as mulheres brancas. 
III. O feminismo, enquanto perspectiva que procura atribuir os mesmos 
poderes sociais a homens e mulheres, é incompatível com a questão da 
identidade negra. 
IV. O texto evidencia a vulgarização e a exposição semelhantes que os 
jornais da época faziam sobre o corpo das mulheres, a despeito de serem 
negras ou brancas. 
 
 É correto apenas o que se afirma em: 
Grupo de escolhas da pergunta 
I e IV. 
I, II, III e IV. 
I e III. 
II. 
II, III e IV. 
 
Sinalizar pergunta: Pergunta 3 
Pergunta 30,2 pts 
Leia o texto e analise a imagem a seguir. 
 
Texto: 
Em 1991, a renda média das brasileiras correspondia a 63% do rendimento 
masculino. Em 2000, chegou a 71%. As conquistas comprovam dedicação, 
mas também necessidade. As pesquisas revelam que quase 30% delas 
apresentam em seus currículos mais de dez anos de escolaridade, contra 
20% dos profissionais masculinos. 
 
Fonte: PROBST, Elisiana Renata. “A evolução da mulher no mercado de 
trabalho”. Revista do Instituto Catarinense de Pós Graduação. Disponível 
em: Acesso em: 4 de novembro de 2022. 
 
 
 
 
 
 
https://famonline.instructure.com/courses/44552/quizzes/213702/take
Imagem: 
 
Disponível em: www.facebook.com/MarchadasvadiasGo?ref=stre-
am8hc_location=timeline (Acesso em 07/02/2024) 
 
Tendo em vista o texto e o implícito no discurso iconográfico, percebe-se: 
Grupo de escolhas da pergunta 
As diferenças da jornada de trabalho entre os gêneros e a influência da 
mídia estabelecendo um padrão de corpo feminino. 
As diferenças na valorização da força de trabalho entre os 
gêneros e a ampliação das demandas das mulheres na luta pelo 
reconhecimento social. 
A classificação do trabalho doméstico contabilizado como atividade 
econômica e a continuidade de modelos familiares tradicionais. 
A alteração do perfil das trabalhadoras que se tornam mais velhas, casadas 
e mães e a participação das mulheres no movimento feminista. 
A queda da taxa de fecundidade, elevando a renda feminina, e os tabus da 
adequação a padrões de beleza vigentes. 
 
Sinalizar pergunta: Pergunta 4 
Pergunta 40,2 pts 
Leia os textos a seguir: 
Texto 1: 
Ela refuta o enclausuramento e a hierarquização dos grandes eixos da 
diferenciação social que são as categorias de sexo/gênero, classe, raça, 
etnicidade, idade, deficiência e orientação sexual. O enfoque [...] vai além 
do simples reconhecimento da multiplicidade, dos sistemas de opressão 
que operam a partir dessas categorias e postula sua interação na produção 
e a reprodução das desigualdades sociais. 
 
Fonte: HIRATA, H. Gênero, classe e raça. Revista Tempo Social. São Paulo, v. 
26, n. 1, pp. 61-73, 2014. 
 
Texto 2: 
A teoria está disponível, basta termos a responsabilidade e o interesse em 
acessá-la. [...] mostra que a expressão, trabalhada como conceito e com 
aporte teórico não é para calar a boca de ninguém [...] mas para denunciar 
a restrição de oportunidades vinculadas à posição social; para denunciar 
opressões estruturais, para questionar a legitimidade conferida àqueles 
que pertencem aos grupos localizados no poder em todas as esferas [...] é 
https://famonline.instructure.com/courses/44552/quizzes/213702/take
sobre refutar um universalismo que silencia e substitui a voz dos outros. 
Ela tem intenção deliberada de suscitar nas pessoas brancas a consciência 
de que o lugar que elas ocupam – inclusive na produção do conhecimento 
– é um lugar de privilégio e poder. 
Fonte: FRATESCHI, Y. Folha de S. Paulo. Caderno Ilustríssima, 13 jul. 2009. 
 
A partir da leitura dos dois textos, compare as afirmações a seguir: 
 
I. O texto 1 apresenta, de maneira operacional, o conceito de 
interseccionalidade. 
II. O texto 2 trata da prática etnográfica empreendida por antropólogos 
durante trabalho de campo. 
III. O texto 2 apresenta considerações a propósito da noção de “lugar de 
fala”. 
IV. O texto 1 trata da noção de multinacionalismo, desenvolvida no 
período pós-colonial. 
 
É correto apenas o que se afirma em: 
Grupo de escolhas da pergunta 
I e III. 
III e IV. 
I, II e IV. 
II e IV. 
I, II e III. 
 
Sinalizar pergunta: Pergunta 5 
 
 
https://famonline.instructure.com/courses/44552/quizzes/213702/take
Pergunta 50,2 pts 
Leia a música a seguir: 
Maria da Penha 
Você não vai ter sossego na vida, seu moço 
Se me der um tapa 
Da dona “Maria da Penha” 
Você não escapa 
O bicho pegou, não tem mais a banca 
De dar cesta básica, amor 
Vacilou, tá na tranca 
Respeito, afinal, é bom e eu gosto 
[…] 
Não vem que eu não sou 
Mulher de ficar escutando esculacho 
Aqui o buraco é mais embaixo 
A nossa paixão já foi tarde 
[…] 
Se quer um conselho, não venha 
Com essa arrogância ferrenha 
Vai dar com a cara 
Bem na mão da “Maria da Penha” 
Fonte: ALCIONE. De tudo o que eu gosto. Rio de Janeiro: Indie; Warner, 
2007. 
 
A letra da canção faz referência a uma iniciativa destinada a combater um 
tipo de desrespeito e exclusão social associado, principalmente, à(s): 
Grupo de escolhas da pergunta: 
formas de ameaça doméstica que se restringem à violência física. 
ingestão excessiva de álcool peloshomens. 
violência doméstica contra a mulher relacionada à pobreza. 
relações de gênero socialmente construídas ao longo da história 
mudanças decorrentes da entrada da mulher no mercado de trabalho.

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