Prévia do material em texto
AULA 2 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE MARKETING Prof. Achiles Batista Ferreira Junior 2 TEMA 1 – CONCEITOS DE MARKETING Nesta disciplina já falamos sobre conceitos de planejamento, estratégia, tipos de estratégias, mercados, análise ambiental, pontos fortes e fraco, ameaças e oportunidades. Agora vamos começar a falar de marketing. Figura 1 – Você sabia? Créditos: Houbaczech/Shutterstock. Para começar, vamos analisar a origem da palavra marketing. Perceba que ela é oriunda do inglês e é formada pela junção da palavra market, que tem como significado mercado e logo após observamos a terminação ing, que forma a ação. Assim, podemos afirmar que o marketing tem como base de seu significado o fazer ações para o mercado, sendo usado como forma de expressão para ações que são direcionados ao mercado de uma forma geral. De acordo com AMA (S.d.), “Marketing é a atividade, conjunto de instituições e processos de criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que têm valor para consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral”. Pois bem, vale ressaltar que, ao contrário do que muitos pensam, o marketing não é algo maligno, ou seja, não é uma prática na qual se engana o consumidor, e muito menos se trata de somente a fazer propaganda. Podemos destacar que as atividades da mercadologia ou do marketing são diversas, e já existem há muitos anos. O marketing faz parte na nossa vida, está em tudo. Tenho certeza de que, após a leitura deste material e assistindo às videoaulas, você terá um novo olhar para o mercado. 3 Saiba mais As pessoas dizem frequentemente que a motivação não dura. Bem, nem o banho. E é por isso que ele é recomendado diariamente. Historicamente há muito tempo em um reino muito, muito distante, já existiam pessoas que, usando suas habilidades de venda, já eram consideradas pela venda de produtos. Em seguida, tivemos a criação da tipografia por Gutenberg, nos idos de 1455, a qual acabou por ser a responsável pelos primeiros cartazes e materiais usados como forma de divulgação impressas, uma vez que antes eram todos feitos à mão, de forma artesanal, indo até os séculos XVIII e XIX quando acontece a famosa Revolução Industrial e, nesse momento da história, os comerciantes buscam ainda mais novas maneiras de divulgar produtos e serviços (Patel, 2020), fortalecendo assim o processo de comunicação que está em constante evolução até os dias de hoje. Figura 2 – Bíblia de Gutenberg Créditos: Rolf_52/Shutterstock. Nesse sentido, você pode perceber que, com o desenvolvimento das primeiras relações comerciais, vai se tornando cada vez mais necessário pensar em formas dentro da ética e da legalidade que possam influenciar as pessoas, despertando assim a necessidade por produtos e serviços, aumentando a procura e, consequentemente, a demanda de mercados específicos. Seguindo esse ritmo, o avanço no processo de industrialização mundial provoca uma maior competição entre as empresas, que disputam por mercados cada vez mais acirrados. Este é o período conhecido como Pós-guerra (conforme 4 veremos mais adiante com os chamados baby boomers), no qual acontece uma intensa revolução tecnológica, com a criação de grandes polos de produção. O consumidor passa a ser bem mais seletivo, pois tem à sua disposição uma grande variedade de produtos. Saiba mais Baby boomers dá nome à geração de pessoas nascidas entre os anos de 1946 e 1964. A expressão pode ser livremente traduzida como explosão dos bebês. O termo explosão é usado aqui com o sentido de crescimento desenfreado, o qual causou um boom demográfico no planeta, especialmente nos Estados Unidos (Baby..., 2019) Quando se estuda marketing, é possível perceber que existe uma vasta área de atuação, afinal o mercado em ação funciona para todos os segmentos e tipos, tais como mercados religiosos, políticos, de produtos de serviços, entre outros. Vale também ressaltar que, do ponto de vista das necessidades de atuação no mercado, convém salientar que são várias fases existentes, indo desde o planejamento de estratégias de mercado, passando pela gestão eficaz das vendas, análise, pesquisa e inteligência de mercado, até que seja possível efetivar a venda e, consequentemente, a manutenção do relacionamento com os clientes. Como forma de entender a função do marketing no processo de gestão, vale chamar atenção para algumas perguntas que sempre surgem quando se pensa em laçar um produto ou serviço no mercado, tais como: Figura 3 – Perguntas para entender a função do marketing Créditos: New Africa/Shutterstock. 5 • Quais são as cores e o design ideal da embalagem? • Quais são as melhores opções de localidade para as lojas da empresa/ marca? • Qual o diferencial competitivo de meu produto? • Quais são inovações o produto/serviço oferece? • Temos concorrentes, caso sim, quais são? • Qual o valor ideal para se cobrar pelo produto? • Que canais/mídias digitais serão utilizados? • Que canais de comunicação serão utilizados? TEMA 2 – EVOLUÇÃO DO MARKETING A mutação do mercado é um tema que nos últimos anos tem sido muito discutido e amplamente propagado, principalmente por auxiliar as empresas/marcas/organizações/pessoas a divulgar de forma mais direcionada e eficiente seus produtos e serviços. Vamos agora entender um pouco mais sobre a evolução desse mercado. Para isso, será necessário voltar um pouco no tempo e assim podermos assimilar bem todas as evoluções e consideráveis mudanças de cada fase, conforme destacado na sequência deste material de apoio. 2.1 Marketing 1.0 Conforme mencionado anteriormente, lá pelo início do século XVIII, a totalidade dos produtos eram confeccionados de forma artesanal, e cada um dos fabricantes, geralmente artesões habilidosos, já coloca em suas obras suas iniciais ou símbolos e imagens próprios, dando assim originando assim a ideia das marcas. A produção de cada artesão era pequena, o que fez com que, em certo momento, a procura por produtos fosse maior que a demanda. 6 Figura 4 – Exemplo de produção artesanal Créditos: Pavlo Burdyak/Shutterstock. Nesse momento da história, houve um aumento no consumo, surgimento de novos consumidores, crescimento no volume de compras, o que exigiu, consequentemente, um novo pensamento em relação ao aumento na produção. Assim, esse momento do marketing fica conhecido como período da Era da produção. Os produtos antes feitos de um em um, em lotes diminutos, mas passam a ser feitos em larga escala, com um pensamento direcionados para a produção maior, de forma a obter economia por meio da quantidade, o que acarretaria menores preços e menores custos. Essa é, portanto, uma fase marcada pela questão industrial: produzir ao máximo para vender ao maior número de pessoas possíveis (Stephan, 2017). Surge o padrão como forma de produção. Sendo assim, a chamada produção em escala foi marcada pela padronização dos produtos. Saiba mais Sua marca é o que as pessoas dizem sobre você quando você não está na sala. Fonte: Bezos, 2020. 7 2.2 Marketing 2.0 Nos idos de 1970, temos o surgimento do chamado Marketing 2.0, que seria uma forma de embasamento para as novas evoluções mercadológicas. Esse período é muito bem retratado no filme De porta em Porta, uma vez que se trata do período do marketing conhecido como Era das vendas, uma época que não foi somente marcada pela prioridade de venda, mas sim um momento acentuado pela necessidade de encontrar maneiras de satisfazer o(a) consumidor(a). Nesse momento, surge o conceito de mercado alvo e, por consequência, o pensamento de mercado voltado ao público-alvo, ou seja, o público que cada empresa escolhe atender. Nesse momento, os mercados de massas, que eram tratados de forma igualitária, passam a ser segmentados e, dessa forma, cada marca/empresa/organizaçãopassa para a fase de pensamento focada no atendimento a demandas bem específicas. Saiba mais PORTA em Porta/Door to Door. Direção de Steve Schachter. EUA: TNT, 2002. 90 min. Temos, portanto, consumidores com muitas opções de escolha, em produtos que eram em si bastante similares. Isso fez com que ações promocionais passassem a ser desenvolvidas, já que o grau de seleção e de exigência em um processo de compra foi ficando cada vez maior. Notou-se, com base nisso, que mais que um simples produto, era preciso buscar formas de entregar valor, proporcionando boas emoções nos consumidores (Peçanha, 2020). Figura 5 – Exemplo de imagem atendimento personalizado (público-alvo) Créditos: Everett Collection/Shutterstock. 8 2.3 Marketing 3.0 Após muito evoluir, lá por 2010 vivenciamos uma nova fase que aqui chamamos de evolução ou geração 3.0 e o marketing novamente se adequa no que diz respeito às suas características. Nesse momento, as preocupações do mercado se voltam aos valores das empresas/organizações e dos indivíduos, baseando-se no entendimento de que o ser humano é, segundo as palavras de Stephan (2017), é dotado de “mente, coração e espírito”. Essa fase fica conhecida como a Era do relacionamento. Figura 6 – Era do relacionamento Créditos: Seasontime/Shutterstock. Nesse momento, as organizações se voltam para o desenvolvimento de seus propósitos, e o termo sustentabilidade começa a fazer mais sentido, atendendo às premissas do tripé ambiental, social e econômico. Foi baseado nessa lógica que passamos a observar críticas sobre organizações que adotavam mão de obra barata, materiais sem qualidade ou mesmo produtos que são prejudiciais à saúde (tabagismo ou lanches fast food). Saiba mais FERREIRA, K. Triple Bottom Line (tripé da sustentabilidade): como unir planeta, pessoas e lucro na gestão empresarial. Rock Content, 26 fev. 2019. Disponível em: <https://rockcontent.com/br/blog/triple-bottom-line/>. Acesso em: 27 dez. 2020. 9 2.4 Marketing 4.0 “Faça parte da vida do seu cliente”, “Descubra e cure a dor do mercado”: essas são frases comuns nesse marketing 4.0 que vivemos com intensidade num mercado que acompanha as mudanças sociais bem como as transformações nos hábitos dos consumidores. O Marketing 4.0 expõe a questão da geração de informações úteis e conteúdos que sejam relevantes ao consumidor. Conhecida como a Era digital, nela a comunicação assume valor central, no intuito de influenciar, engajar e encantar as pessoas. Trabalha-se, em paralelo, para gerenciar os relacionamentos, de modo que os clientes sejam verdadeiros advogados da marca, ou seja, se sintam tão satisfeitos a ponto de defender a empresa de todas as formas (Marketing, 2018). Saiba mais Os advogados ou defensores da sua marca são a sua chave para o crescimento de longo prazo. São clientes apaixonados, leais à sua empresa, que não param de comprar ou cancelam a assinatura do seu produto, indicam outros clientes e ainda podem prover insights e ideias para atrair mais consumidores como ele. Fonte: Marketing..., 2018. Nessa fase, as pautas são cada vez mais direcionadas, de modo a tocar o cliente nos pontos que mais lhe chamem a atenção. A ideia aqui é pensar o seguinte: em meio a milhares de anúncios a que somos expostos todos os dias, qual é aquele que falará com você de forma diferente, a ponto de lhe interessar? Saiba mais Você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas do barco para chegar aonde quer. TEMA 3 – COMPOSTO MERCADOLÓGICO 3.1 Composto (mix) de marketing de produtos uma abordagem inicial Já estudamos e sabemos que o marketing teve o seu boom a partir da Segunda Grande Guerra Mundial e, a partir deste momento, vamos direcionar 10 nossos esforços e focar nossa atenção mais detalhada do mercado de uma forma geral. Assim, vamos em frente para melhor compreensão em uma das temáticas mais tradicionais que tratam sobre a composição do mercado que foi criada por Neil Borden e aprimorado por Jerome McCarthy, o chamado mix ou composto de marketing ou ainda, os famosos 4Ps. Saiba mais Desenvolvimento acelerado de uma determinada atividade econômica, de uma cidade, do apoio a uma candidatura política etc. Período em que ocorre tal desenvolvimento. Rápida penetração de um determinado produto no mercado. Fonte: Dicio, S.d. Saiba mais A história do composto de marketing se inicia com a aplicação das técnicas mercadológicas no setor lucrativo, quando, aproximadamente em 1950, inspirado nas ideias de Culligton e Neil N. Borden (1965) começou a usar o termo marketing mix em suas aulas e textos [...] Entretanto, foi em 1960, que Jerome E. McCarthy (1978), na primeira edição do seu livro Basic Marketing: a managerial approach, apresentou uma estrutura inovadora, usando a classificação do marketing mix, que ele chamou de 4Ps, popularizando produto, praça, promoção e preço, como os seus quatro elementos Fonte: Amaral, 2000 p. 52. Segundo essa visão, o marketing é composto por elementos que influenciam as tomadas de decisões estratégicas e assim determinam as ações específicas dos possíveis consumidores e abrangem tanto produtos quanto serviços, e no caso do nosso interesse específico, incluem os consumidores de serviços públicos. Porém, vamos caminhar passo a passo até chegar ao marketing público efetivamente, pois primeiramente devemos passar por todo o trajeto nessa linha de pensamento que iremos chamar a partir de agora de olhar/pensamento mercadológico, que trata da própria função de marketing e que diz respeito a quatro variáveis básicas (conhecida por 4Ps de marketing): • Produto (qualidades, atributos, características); • Preço (percepção, valor, estratégia de precificação); • Promoção (propaganda publicidade, comunicação, mídias); 11 • Ponto de distribuição (localização ou praça). TEMA 4 – 4 Cs DE MARKETING Vimos acima que temos um composto de mercado, que retrata a percepção das empresas, chamado de 4Ps, que são facilmente percebidos pelos olhares mercadológicos presentes neste curso. Sendo assim, nesse processo de evolução e analogia para compreensão do mercado, na década de 90, o professor americano Lauterborn considerava que a teoria dos 4Ps era demasiadamente focada em produtos e não levava em consideração os consumidores. Fazia-se o produto; estipulava-se um preço para cobrir custos e obter lucro; colocava-se esse produto nas gôndolas das lojas por meio de uma rede de distribuição e o promovia intensamente. Então Lauterborn (1990) propôs a substituição dos 4 Ps pelos 4Cs (Amaral, 2000), os quais eram os seguintes: cliente, custo, comunicação e conveniência, entre os quais o primeiro item, ou seja, o cliente, seja ele de produtos físicos ou de serviços, sempre deverá ser o foco e a razão de ser de qualquer organização, privada ou pública. Contudo, de forma clara e objetiva, é possível analisar o conceito proposto por Lauterborn (1990) e criar uma forma de identificação das visões existentes entre o mercado (4Ps) e o cliente (4Cs), afinal para cada P do composto de marketing foi proposto um correspondente C, conforme é explicitado na Figura 7, a seguir. Figura 7 – 4 Cs e 4 Ps do composto de marketing 12 Pronto, agora que você já tem uma percepção clara dos conceitos e da forma como se aplica o composto de marketing, tanto os 4Ps como os 4Cs, perceberá de forma natural que é fundamental empregá-lo no seu dia a dia, seja no papel de comprador, consumidor de produtos e serviços ou mesmo como vendedor destes, sejam eles no setor privado ou público. Afinal, a cada minuto nos tornamos consumidores mais exigentes. Pense: você se considera o(a) mesmo(a) em relação a 5 anos atrás? TEMA 5 – COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR Falar sobre comportamento do consumidor e pensar na máxima de que o cliente/freguês tem sempre razão parecealgo clichê, porém essa frase nem sempre é verdadeira: mesmo com mais acesso e mais poder, o consumidor algumas vezes não tem razão, porém essa conversa fica para depois. No estudo do marketing, é quase impossível não pensar dessa forma, pois a cada minuto que passa o empoderamento do consumidor se torna ainda mais relevante, uma vez que eles passam a dispor de alto poder de informação e decisão. Você já pode até ter ouvido falar sobre o potencial de influência positiva e negativa quando se trata da frase da obra Cauda longa, que cita que “as formigas têm megafones” (Anderson, 2006). Isso quer dizer que os consumidores, apesar de pequenos frente às grandes empresas, atualmente têm mais voz, logo muito poder. Saiba mais Clichê, no sentido figurado, é uma ideia já muito batida, uma fórmula muito repetida de falar ou escrever, um chavão. Etimologicamente, a palavra clichê tem origem no francês cliché. Fonte: O que é..., 2017. Saiba mais Anderson, por sua vez, analisa os novos formadores de preferência como responsáveis vitais para o futuro de uma marca. “A marca de uma empresa não é o que a empresa diz o que é, mas o que o Google diz que é […], As formigas têm megafones” (Anderson, 2006, p. 97). Segundo ele, a propaganda boca a boca se tornou pública por meio de comentários em blog e fanpages Fonte: Fischer, 2013. 13 Contudo, é importante salientar que o cliente ou freguês, principalmente de serviços, pode ter grande influência no resultado final entregue por conta da característica chamada de inseparabilidade (lembra-se das características dos serviços?). Com base nisso, pense: existe diferença entre consumidores? De algum tempo para cá, muito se tem falado no poder de consumo das pessoas, de como escolhem seus produtos e serviços, de como são impactados por um serviço público de boa qualidade ou até mesmo por aqueles serviços prestados de forma equivocada, o que pode gerar uma experiência negativa. As formas de consumo estão sendo modificadas e isso tem transformado o mercado de produtos e serviços, trazendo a necessidade de uma adequação por parte deste. O fato é que as pessoas percebem o mundo de forma diferente, o que torna importante para as organizações entenderem essas diferenças. Assim, vamos elencar algumas características de gênero e de mudanças que ocorrem nas diferentes fases da vida. Saiba mais Acesse gratuitamente estes livros em sua biblioteca virtual: FERREIRA JUNIOR, A. B. Caminhos do marketing: uma análise de vertentes. Curitiba: InterSaberes, 2017. _____. Marketing político e eleitoral. Curitiba: Ibpex, 2015. _____. iTrends: uma análise de tendências e mercados. Curitiba: InterSaberes, 2014. FERREIRA JUNIOR, A. B.; AZEVEDO, N. Q. Marketing digital: uma análise do mercado 3.0. Curitiba: InterSaberes, 2015. FERREIRA JUNIOR, A. B.; CENTA, S. A. Supervarejo: uma abordagem prática sobre os mercados de consumo. Curitiba: InterSaberes, 2014. Figura 8 – Livros com conteúdos referentes a esta aula Créditos: Editora Intersaberes 14 REFERÊNCIAS AMARAL, S. A. Os 4ps do composto de marketing na literatura de ciência da informação. Transinformação, v. 12, n. 2, p. 51-60, jul.-dez., 2000. Disponível em: <https://www.marilia.unesp.br/Home/Instituicao/Docentes/RosangelaCaldas/texto -4ps-amaral.pdf>. Acesso em: 27dez. 2020. AMERICAN MARKETING ASSOCIATION. Definitions of marketing. AMA, S.d. Disponível em: <https://www.ama.org/the-definition-of-marketing-what-is- marketing/>. Acesso em: 27 dez. 2020. ANDERSON C. A cauda longa: a nova dinâmica de marketing e vendas: como lucrar com a fragmentação dos mercados. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. BABY boomers: características e diferenças entre as gerações. SBC Coaching, 6 maio 2019. Disponível em: <https://www.sbcoaching.com.br/blog/baby- boomers/>. Acesso em: 27 dez. 2020. BEZOS, J. Sua marca... Twitter, 9 set. 2020. DICIO – Dicionário Online de Português. Boom. Dicio, S.d. Disponível em: <https://www.dicio.com.br/boom/>. Acesso em: 27 dez. 2020. FERREIRA JUNIOR, A. B. Marketing político e eleitoral: uma analogia entre o mundo corporativo e a política. Curitiba: Ibpex, 2010. _____. Caminhos do marketing. Curitiba: InterSaberes, 2014. FERREIRA JUNIOR, A. B.; AZEVEDO, N. Q. Marketing digital: uma análise do mercado 3.0. Curitiba: InterSaberes, 2015. FERREIRA JUNIOR, A. B.; RIEPING, M. Itrends: uma análise de tendências e mercados. Curitiba: InterSaberes, 2014. FERREIRA JUNIOR, A. B.; SENTA, S. Supervarejo: uma abordagem prática sobre mercados de consumo. Curitiba: InterSaberes, 2014. FISCHER, M. Formigas com megafone: O florescimento do mercado de nicho na Internet e como PMEs conquistaram sua fatia deste mercado. Cellac/Eca/USP, 2013. Disponível em: <http://celacc.eca.usp.br/sites/default/files/media/tcc/636- 1732-1-PB.pdf>. Acesso em: 27 dez. 2020. 15 KOTLER, P.; BES, F. T. de. A bíblia da inovação. Trad. Texto Editores. São Paulo: Leya, 2011. LAUTERBORN, B. New marketing litany: four Ps passé: C-words take over. Advertising Age, v. 61, n. 41, p. 26, 1990. MARKETING de defensores: como transformar consumidores em advogados da sua marca. Buzz Lead, 16 jan. 2018. Disponível em: <https://buzzlead.com.br/marketing-de-defensores/>. Acesso em: 27 dez. 2020. O QUE É clichê. Significados, 19 nov. 2017. PEÇANHA, V. O que é marketing: tudo o que você precisa saber sobre a arte de conquistar e fidelizar clientes. Rock Content, 22 jul. 2020. SOUZA, A. T. de; MENEZES, M. S. As tendências e o design: metodologia de projeto mobiliário orientada para o futuro. In: BELLUZZO, G.; SILVA, J. (org.). DAMT: design, arte, moda e tecnologia. São Paulo: Edições Rosari, 2010. Disponível em: <http://sitios.anhembi.br/damt/arquivos/damt-design-tecnologiae- linguagem-interfaces.pdf>. Acesso em: 27 dez. 2020. ZEITHAML, V. A.; BITNER, M. J.; GREMLER, D. D. Marketing de serviços: a empresa com foco no cliente. Porto Alegre: Bookman, 2011.