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37 (FUNDEP – Prefeitura de Pará de Minas/MG – 2018) Para o diagnóstico de rinossinusite aguda, é incorreto afirmar: A. Os exames de imagem não são necessários para confirmar o diagnóstico de rinossinusite aguda na infância, que é essencialmente clínico. B. A radiografia simples dos seios da face, usualmente, não é recomendada. C. O seio maxilar hipoplásico pode induzir a um falso diagnóstico de sinusite. D. Quando solicitada tomografia e verificada alteração, deve-se instituir o tratamento antibiótico, mesmo com a remissão dos sintomas clínicos. ���������: Infecção de vias aéreas superiores. ���� �� �����������: ���������: Alternativa A: INCORRETA. Em crianças, o emprego de estudo radiológico dos seios da face na busca de opacificações, nível hidroaéreo e espessamento de mucosa é desnecessário, pois tem pouca sensibilidade e especificidade em menores de cinco anos. A presença de achados radiológicos de sinusite define apenas um processo inflamatório do seio, mas não auxiliam na diferenciação etiológica do processo. Alternativa B: INCORRETA. Nenhum exame de imagem é indicado para crianças. Para o diagnóstico na criança, a história clínica e o exame físico, incluindo a endoscopia nasal, são fundamentais e suficientes. Pelas manifestações clínicas pouco específicas na maioria das crianças, uma rinossinusite apresenta sinais e sintomas muito semelhantes a qualquer infecção viral de vias aéreas superiores, diferenciando-se principalmente pela duração do quadro. Alternativa C: INCORRETA. O seio maxilar só se torna visível nos exames de imagem por volta dos quatro anos. O seio maxilar hipoplásico aparece na radiografia de seios da face como opacificação de modo a confundir com o diagnóstico de sinusite. Alternativa D: CORRETA. Embora aproximadamente 50% das crianças evoluam para cura espontânea, a antibioticoterapia é indicada para resolução mais rápida dos sintomas e para se evitar complicações orbitárias ou intracranianas. A tomografia só deve ser solicitada em pacientes com sintomas persistentes mesmo após tratamento adequado, recorrentes ou com complicações. ▶ ��������: D 38 (Organização Paulista em Gestão Pública – Prefeitura de Borborema/SP – 2019) Criança com exantema eritematoso puntiforme, palidez perioral e linhas nas dobras de flexão, com posterior descamação extensa. A principal hipótese diagnóstica é: A. Escarlatina. B. Síndrome da pele escaldada. C. Eritema infeccioso.