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1 000 Questões Comentadas de Concursos e Residências em Medicina_pag442

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Elisa Mello

em

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Infecção de vias aéreas superiores.
Para o diagnóstico de rinossinusite aguda, é incorreto afirmar:
A. Os exames de imagem não são necessários para confirmar o diagnóstico de rinossinusite aguda na infância, que é essencialmente clínico.
B. A radiografia simples dos seios da face, usualmente, não é recomendada.
C. O seio maxilar hipoplásico pode induzir a um falso diagnóstico de sinusite.
D. Quando solicitada tomografia e verificada alteração, deve-se instituir o tratamento antibiótico, mesmo com a remissão dos sintomas clínicos.
Alternativa A: INCORRETA. Em crianças, o emprego de estudo radiológico dos seios da face na busca de opacificações, nível hidroaéreo e espessamento de mucosa é desnecessário, pois tem pouca sensibilidade e especificidade em menores de cinco anos. A presença de achados radiológicos de sinusite define apenas um processo inflamatório do seio, mas não auxiliam na diferenciação etiológica do processo.
Alternativa B: INCORRETA. Nenhum exame de imagem é indicado para crianças. Para o diagnóstico na criança, a história clínica e o exame físico, incluindo a endoscopia nasal, são fundamentais e suficientes. Pelas manifestações clínicas pouco específicas na maioria das crianças, uma rinossinusite apresenta sinais e sintomas muito semelhantes a qualquer infecção viral de vias aéreas superiores, diferenciando-se principalmente pela duração do quadro.
Alternativa C: INCORRETA. O seio maxilar só se torna visível nos exames de imagem por volta dos quatro anos. O seio maxilar hipoplásico aparece na radiografia de seios da face como opacificação de modo a confundir com o diagnóstico de sinusite.
Alternativa D: CORRETA. Embora aproximadamente 50% das crianças evoluam para cura espontânea, a antibioticoterapia é indicada para resolução mais rápida dos sintomas e para se evitar complicações orbitárias ou intracranianas. A tomografia só deve ser solicitada em pacientes com sintomas persistentes mesmo após tratamento adequado, recorrentes ou com complicações.

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Questões resolvidas

Infecção de vias aéreas superiores.
Para o diagnóstico de rinossinusite aguda, é incorreto afirmar:
A. Os exames de imagem não são necessários para confirmar o diagnóstico de rinossinusite aguda na infância, que é essencialmente clínico.
B. A radiografia simples dos seios da face, usualmente, não é recomendada.
C. O seio maxilar hipoplásico pode induzir a um falso diagnóstico de sinusite.
D. Quando solicitada tomografia e verificada alteração, deve-se instituir o tratamento antibiótico, mesmo com a remissão dos sintomas clínicos.
Alternativa A: INCORRETA. Em crianças, o emprego de estudo radiológico dos seios da face na busca de opacificações, nível hidroaéreo e espessamento de mucosa é desnecessário, pois tem pouca sensibilidade e especificidade em menores de cinco anos. A presença de achados radiológicos de sinusite define apenas um processo inflamatório do seio, mas não auxiliam na diferenciação etiológica do processo.
Alternativa B: INCORRETA. Nenhum exame de imagem é indicado para crianças. Para o diagnóstico na criança, a história clínica e o exame físico, incluindo a endoscopia nasal, são fundamentais e suficientes. Pelas manifestações clínicas pouco específicas na maioria das crianças, uma rinossinusite apresenta sinais e sintomas muito semelhantes a qualquer infecção viral de vias aéreas superiores, diferenciando-se principalmente pela duração do quadro.
Alternativa C: INCORRETA. O seio maxilar só se torna visível nos exames de imagem por volta dos quatro anos. O seio maxilar hipoplásico aparece na radiografia de seios da face como opacificação de modo a confundir com o diagnóstico de sinusite.
Alternativa D: CORRETA. Embora aproximadamente 50% das crianças evoluam para cura espontânea, a antibioticoterapia é indicada para resolução mais rápida dos sintomas e para se evitar complicações orbitárias ou intracranianas. A tomografia só deve ser solicitada em pacientes com sintomas persistentes mesmo após tratamento adequado, recorrentes ou com complicações.

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37 (FUNDEP – Prefeitura de Pará de Minas/MG – 2018) Para o
diagnóstico de rinossinusite aguda, é incorreto afirmar:
A. Os exames de imagem não são necessários para confirmar o diagnóstico
de rinossinusite aguda na infância, que é essencialmente clínico.
B. A radiografia simples dos seios da face, usualmente, não é recomendada.
C. O seio maxilar hipoplásico pode induzir a um falso diagnóstico de sinusite.
D. Quando solicitada tomografia e verificada alteração, deve-se instituir o
tratamento antibiótico, mesmo com a remissão dos sintomas clínicos.
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Infecção de vias aéreas superiores.
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Alternativa A: INCORRETA. Em crianças, o emprego de estudo radiológico dos
seios da face na busca de opacificações, nível hidroaéreo e espessamento de
mucosa é desnecessário, pois tem pouca sensibilidade e especificidade em
menores de cinco anos. A presença de achados radiológicos de sinusite define
apenas um processo inflamatório do seio, mas não auxiliam na diferenciação
etiológica do processo.
Alternativa B: INCORRETA. Nenhum exame de imagem é indicado para crianças.
Para o diagnóstico na criança, a história clínica e o exame físico, incluindo a
endoscopia nasal, são fundamentais e suficientes. Pelas manifestações clínicas
pouco específicas na maioria das crianças, uma rinossinusite apresenta sinais e
sintomas muito semelhantes a qualquer infecção viral de vias aéreas superiores,
diferenciando-se principalmente pela duração do quadro.
Alternativa C: INCORRETA. O seio maxilar só se torna visível nos exames de
imagem por volta dos quatro anos. O seio maxilar hipoplásico aparece na
radiografia de seios da face como opacificação de modo a confundir com o
diagnóstico de sinusite.
Alternativa D: CORRETA. Embora aproximadamente 50% das crianças evoluam
para cura espontânea, a antibioticoterapia é indicada para resolução mais rápida
dos sintomas e para se evitar complicações orbitárias ou intracranianas. A
tomografia só deve ser solicitada em pacientes com sintomas persistentes
mesmo após tratamento adequado, recorrentes ou com complicações.
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38 (Organização Paulista em Gestão Pública – Prefeitura de Borborema/SP –
2019) Criança com exantema eritematoso puntiforme, palidez perioral e linhas
nas dobras de flexão, com posterior descamação extensa. A principal hipótese
diagnóstica é:
A. Escarlatina.
B. Síndrome da pele escaldada.
C. Eritema infeccioso.

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