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268 RESOLUÇÃO SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O 886 Alternativa a. Uma partícula eletrizada com caga q, com velocidade v → perpendicular às linhas de indução de um campo magnético B → , realiza movimento circular univorme de período T � 2 m q B . No caso, o próton percorrerá semicírculos seqüenciais no sentido anti-horário, no plano �, e no sentido horá- rio, no plano �. O menor t é igual ao intervalo de tempo �t1 � �t2 � � T T1 2 2 � t � m qB 1 � m qB 2 � t � m q � ( )B B B B 1 2 1 2 � � . 887 R � m v q B � � R � m E q B c� �2 2 Ec � m � v2 R � m q B2 2� � Ec � k Ec Para Ec � 4 � 10�12 J, temos R � 60 cm e para Ec� � 2,56 � 10�12 J, R� � ? R� � k Ec R� � R E E c c � R � k Ec R� � 60 2 56 10 4 0 10 12 12 , , � � � � � 48 cm 888 Em todos os pontos, a velocidade do elétron é perpendicular à força magnética e o campo magnético é perpendicular aos dois, ou seja, perpendicular à fo- lha de papel. Utilizando a “regra da mão esquerda” e lembrando que o elétron é uma carga negativa, con- clui-se que o campo magnético está entrando na folha de papel. Fm � força magnética Fa � força de atrito 889 a)Na direção x, paralela a B → , o movimento é retilíneo e uniforme. Logo: vx � L t 0 � 4 � 106 � 12 �t � �t � 3 � 10�6 s b) No plano perpenducular à fitura, contendo o eixo y, temos um M.C.U. de período T � 3 � 10�6 s e velocida- de escalar vy � 3 � 106 m/s. vy � 2 R T � 3 � 106 � 2 3 10 6 � � R R � 1,5 m c) O raio da trajetória em questão é dado por: R � m v q B y � 1,5 � 16 10 3 10 16 10 27 6 19 , , � � � � � � � B � B � 2 � 10�2 T 890 Alternativa d. Pela regra da mão esquerda pode-se verificar que: Logo, a força é melhor representada por X4 ⎯→ . 289 Alternativa c. Pela regra da mão esquerda, temos: Logo, a barra deverá rolar para a direita. 892 Alternativa b. Fm � B � i � � � sen � Fm � B � i � � � � 90° Fm � 1,0 � 10�4 � 500 � 200 Fm � 10 N 893 a) tg � � F I� � Fm � B � i � � � sen � B � F I sen� � �� � � 90° B � F I � � � tg � A inclinação (tg �) dá a intensidade do campo magné- tico (B) perpendicular ao condutor. b) B � 4 10 2 30 2� � � sen ° � 4 10 2 1 2 2� � � ⎛ ⎝ ⎜ ⎞ ⎠ ⎟ � 4 � 10�6 T RESOLUÇÃO 269 SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O 894 Alternativa c. Para o equilíbrio Fm � P B � i � � � P i � P B � � i � 10 2 1� � 5 A A corrente deve ter intensiade 5 A com sentido de B para A. 895 a) Com a chave aberta a corrente no condutor é nula, logo a força magnética é nula, e a indicação do dinamômetro é o peso da barra. P � m � g � 200 � 10�3 � 10 P � 2 N b) Para que o dinamômetro indique zero, a força mag- nética deve ter mesmo módulo, mesma direção e sen- tido contrário do peso da barra. Para tanto, o sentido da corrente é de A para B. Fm � B � i � � i � m g B � � � � 2 1 2 10 1� � � � 10 A P � m � g c) U � R � i � 6 � 10 � 60 V 896 a) A constante elástica da associação de molas em paralelo é dada pela soma das constantes elásti- cas de cada mola, então: k � k1 � k2 � 10 N/m Com a chave desligada, a força de restituição elástica é igual ao peso da barra. Fel � P � k � �x � P �x � P k � 2 10 � 0,2 m � 20 cm b) Para que as molas sejam comprimidas, é necessá- rio que a força magnética esteja orientada de baixo para cima, logo a corrente deve fluir da direita para a esquerda (regra da mão esquerda). No equilíbrio: Fm � P � Fel B � i � � � P � k�x B � P k x i � � � � � 2 10 10 5 4 10 1 1 � � � � � � � 3 2 B � 1,5 T 897 Alternativa c. F1 � � � � � 0 2 22 2 i i d � F1 � F2 F2 � � � � � 0 2 22 2 i i d � As forças de interação têm sempre a mesma intensi- dade, a mesma direção e sentidos contrários. 898 (01) O campo magnético gerado pelo fio é dado por: B � � � 0 2 i r , logo dobrando i, dobramos B. Afirmativa (01): verdadeira. (02) Pela regra da mão direita sabemos que o sentido de B depende do sentido de i. Afirmativa (02): verdadeira. (04) O campo magnético gerado pelo fio é dado por B � � � 0 2 i r . Logo, B não cai com 1 2r ; portanto, (04) é falsa. (08) Se um segundo condutor percorrido por corrente, for colocado paralelamente ao primeiro, haverá força de interação entre os fios, logo a afirmativa (08) é falsa. (16) Sendo as correntes de sentidos inversos, a força será repulsiva; logo a afirmativa (16) é verdadeira. (32) Se existir uma partícula carregada nas proximida- des do fio, esta pode ficar sujeita a uma força magné- tica. F � q � v � B � sen � A força será diferente de zero, desde que v ≠ 0 e sen � ≠ 0. A afirmativa (32) é falsa. SOMA � 01 � 02 � 16 � 19 899 a) A intensidade de corrente i é: n � número de elétrons i � n e t � � e � 1,6 � 10�19 C �t � 2 R C → �t � 6,7 � 10�7 s 0,12 � n � � � � � 16 10 6 7 10 19 7 , , � n � 5,02 � 1011 elétrons b) A intensidade do campo magnético criado por qual- quer um dos feixes a uma distância de 1 cm é: B � 2 10 0 12 10 7 2 � �� � , � B � 2,4 � 10�6 T A intensidade da força magnética é: � F F elétrons pósitrons v1 v2 � F � B � i � � � sen � e � � 90°, conforme mostra a figura 1. F � 2,4 � 10�6 � 0,12 � 2 � � 3,2 F � 5,78 � 10�5 N 270 RESOLUÇÃO SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O 900 Alternativa d. ! � B � A � cos � ! � B � A ! � 0° A � 5 � 10�2 � 8 � 10�2 � 4 � 10�3 m2 ! � B � A � 0,4 � 4 � 10�3 � 1,6 � 10�3 Wb 901 Alternativa d. Devido ao movimento do ímã haverá uma variação de fluxo magnético que irá originar uma fem induzida va- riável no decorrer do tempo. Como os terminais A e B da bobina estão em aberto, a corrente elétrica será nula, mas entre estes haverá uma tensão variável. 902 a) A corrente induzida tem o sentido anti-horário na espira. b) Como estamos aproximando um pólo norte da espira, nela origina-se um pólo norte. Como pólos iguais se repelem, a força magnética sobre o ímã é vertical e para cima. Portanto, a força resultante é vertical para baixo e tem o módulo menor do que o peso do ímã ( P � Fm). 903 a) b) Ao movimentar o ímã, aproximando-o ou afastan- do-o da bobina, produzimos uma vaiação de fluxo atra- vés desta, gerando uma corrente induzida que irá acen- der a lâmpada. 904 Alternativa e. A luminosidade da lâmpada depende da força eletromotriz induzida pelo movimento do ímã, que, por sua vez, depende da velocidade com que este se mo- vimenta. Assim, a luminosidade é máxima nos instantes corres- pondentes à velocidade máxima, isto é, nos instantes em que x � 0. 905 Alternativa d. Para exista uma corrente induzida é necessário uma fem induzida. Pela lei de Faraday, temos: e � �! �t ou seja, é necessário uma variação de fluxo para que exista uma fem induzida. O intervalo de tempo durante o qual há variação de fluxo é de t � 1 s até t � 3 s. 906 Alternativa a. Quando o detetor é aproximado de um objeto metáli- co, o fluxo do campo magnético por ele gerado cria neste objeto uma fem induzida que, por sua vez, gera uma corrente induzida que origina um campo magné- tico total diferente do campo de referência. 907 Alternativa a. Área da espira: A � 2 � 1 � 2 cm2 � 2 � 10�4 m2 Variação do fluxo através da espira. �! � �B � A � cos � �! � A � �B cos ! � 1 do gráfico: �t � 2 s → �B � 2 T então �! � 2 � 2 � 10�4 Wb �! � 4 � 10�4 Wb Força eletromotriz induzida: |e| � �! �t � 4 10 2 4� � � 2 � 10�4 V corrente induzida: i � e R � 4 10 2 4� � � 1 � 10�4 A i � 0,1 � 10�3 A i � 0,1 mA 908 Do gráfico, temos: s � 8 cm2 � 8 � 10�4 m2; R � 5 mΩ� 5 � 10�3 Ω a) Como o gráfico é uma reta: tg � � 3 30 � 1 10 B (t) � B0 � 1 10 t →B(t) � 1 10 t � direção do movimento do ímã � RESOLUÇÃO 271 SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O Logo: ! � B S cos � → ! � 1 10 t � 8 � 10�4 � cos 0° → → ! � 8 � 10�5 t b) Do gráfico, temos: !i � 0 !f � B S cos � → !f � 3 � 8 � 10�4 � 30 → !f � 0,072 Wb Logo: �! � !f � !i → �! � 0,072 Wb A força eletromotriz induzida é: e � � �! �t → e � � 0 072 30 , → e � �0,0024 � � �2,4 � 10�3 V Portanto, a corrente induzida é igual a: e � R � i → 2,4 � 10�3 � 5 � 10�3 i → i � 0,48 A 909 Alternativa b. Os elétrons livres no interior do condutor ficam sujei- tos à ação de uma força magnética, pois juntamente com o condutor se deslocam com velocidade perpen- dicular às linhas de indução do campo magnético . Pela regra da mão esquerda estes elétrons ficam sujei- tos à ação de uma força magnética orientada de R para S. Fm � q � v � B � sen � Fm � q � v � B sen � � 1 E, desta forma, surge na barra uma fem induzida dada por: e � B � � � v B � 4 T e � 4 � 10�1 � 4 � � 10 cm � 10�1 m e � 1,6 v v � 4 m/s Pelo exposto acima apenas a afirmação II é correta. 910 Alternativa b. Pela regra da mão esquerda, os elétrons livres em AB ficam sujeitos a uma força magnética de B para A, ge- rando uma corrente convencional de A para B, ou seja: na espira, em sentido horário. A fem induzida é: e � B � � � v � 0,5 � 2 � 10�1 � 10 e � 1 v i � e R � 1 0 5, � 2 A Logo, corrente induzida de 2 A no sentido horário. 911 Somente em torno do eixo x (lado AB), pois só assim haverá uma variação do fluxo magnético atra- vés da área do circuito e, de acordo com a lei de Faraday, surgirá uma fem induzida no fio, acendendo a lâmpada. 912 Alternativa a. Com a rotação da espira com velocidade angular cons- tante , surge uma variação de fluxo �! através da espira, variação esta que irá gerar uma induzida alter- nada. e � � �! �t i � �! � �R t (alternada i � e R 913 a) b) Pela polaridade da bateria, o sentido da corrente na espira é horário e, pela regra da mão esquerda, as for- ças magnéticas nos ramos da espira são as indicadas na figura. Logo, sentido de rotação do motor é anti-horário. c) Como a força magnética é proporcional à intensi- dade de corrente, ou seja: Fm � B � i � � � sen � para aumentar a intensidade da força magnética e, conseqüentemente, aumentar o binário, devemos au- mentar a intensidade de corrente deslocando o cursor do reostato para a esquerda. 914 Alternativa b. A corrente induzida no galvanômetro se deve à varia- ção da corrente em B1, desaparecendo após a mano- bra de abertura ou fechamento da chave. A lei de Lenz garante que os sentidos das correntes induzidas, na abertura e no fechamento das chaves, são opostos. 915 Alternativa e. O transformador é um dispositivo elétrico que está fun- damentado na lei de Faraday-Neumman, usando o fe- nômeno da indução eletromagnética. A variação do fluxo magnético que gera a corrente elé- trica induzida no secundário é obtida através da varia- ção da corrente elétrica no primário do transformador. 916 Alternativa c. Quando o número de espiras do secundário é menor do que o número de espiras do primário, o transforma- dor é um rebaixador de tensão; logo, a diferença de potencial é menor no secundário. � 917 Alternativa a. A potência e a freqüência conservam-se constantes. 918 Alternativa c. I) N N U U p s p s � � → N N p s 3800 115 Np � 33 Ns Np > Ns (verdadeira) II) Upip � Usis → 3800 ip � 115 is ip � 0,03 is ip