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AUTISMOS – TIPOS E CARACTERÍSTICA 
 
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Sumário 
TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA): DEFINIÇÃO, CARACTERÍSTICAS 
E ATENDIMENTO EDUCACIONAL ........................................................................... 4 
INCLUSÃO ESCOLAR ............................................................................................... 5 
INCLUSAO DO ESTUDANTE COM TEA ................................................................... 6 
O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO ............................................. 8 
INTERVENÇÕES PSICOEDUCACIONAIS .............................................................. 10 
ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS ............................................................................. 14 
RECURSOS E MATERIAIS PEDAGÓGICOS QUE FAVORECEM A INCLUSÃO DE 
ALUNOS COM TEA ................................................................................................. 15 
REFERÊNCIAS ........................................................................................................ 19 
 
 
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NOSSA HISTÓRIA 
 
 
A nossa história inicia-se com a ideia visionária e da realização do sonho de 
um grupo de empresários na busca de atender à crescente demanda de cursos de 
Graduação e Pós-Graduação. E assim foi criado o Instituto, como uma entidade capaz 
de oferecer serviços educacionais em nível superior. 
O Instituto tem como objetivo formar cidadão nas diferentes áreas de 
conhecimento, aptos para a inserção em diversos setores profissionais e para a 
participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e assim, colaborar na sua 
formação continuada. Também promover a divulgação de conhecimentos científicos, 
técnicos e culturais, que constituem patrimônio da humanidade, transmitindo e 
propagando os saberes através do ensino, utilizando-se de publicações e/ou outras 
normas de comunicação. 
Tem como missão oferecer qualidade de ensino, conhecimento e cultura, de 
forma confiável e eficiente, para que o aluno tenha oportunidade de construir uma 
base profissional e ética, primando sempre pela inovação tecnológica, excelência no 
atendimento e valor do serviço oferecido. E dessa forma, conquistar o espaço de uma 
das instituições modelo no país na oferta de cursos de qualidade. 
 
 
 
 
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TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA): 
DEFINIÇÃO, CARACTERÍSTICAS E ATENDIMENTO 
EDUCACIONAL 
O público alvo a ser atendido pela educação especial é extenso, principalmente 
ao pensarmos que esta deve auxiliar todos os alunos, com suas diferentes 
peculiaridades. Em se tratando do aluno com Transtorno Global do Desenvolvimento, 
mais especificamente o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), foco da nossa 
pesquisa, Belisário Filho (2010) indica que esse transtorno se caracteriza pela 
presença de um desenvolvimento acentuadamente prejudicado na interação social e 
comunicação, além de um repertório marcantemente restrito de atividades e 
interesses. As manifestações desse transtorno variam imensamente, a depender do 
nível de desenvolvimento e idade. Os alunos com TEA apresentam diversas formas 
de ser e agir, com respostas diferentes entre si. 
Atualmente, a Associação Americana de Psiquiatria relaciona diagnóstico por 
meio das características da díade do TEA composta por (a) déficit na interação social 
e comunicação e (b) comportamentos e interesses restritos e repetitivos (APA, 2014). 
Assim: 
[...] os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD), que incluíam o 
Autismo, Transtorno Desintegrativo da Infância e as Síndromes de Asperger 
e Rett foram absorvidos por um único diagnóstico, Transtornos do Espectro 
Autista. A mudança refletiu a visão científica de que aqueles transtornos são 
na verdade uma mesma condição com gradações em dois grupos de 
sintomas: déficit na comunicação e interação social; padrão de 
comportamentos, interesses e atividades restritos e repetitivos. Apesar da 
crítica de alguns clínicos que argumentam que existem diferenças 
significativas entre os transtornos, a APA entendeu que não há vantagens 
diagnósticas ou terapêuticas na divisão e observa que a dificuldade em 
subclassificar o transtorno poderia confundir o clínico dificultando um 
diagnóstico apropriado (ARAUJO; NETO, 2014, p. 70). 
Os autores Gupta e State (2006, p. 30) indicam que “[...] o autismo e os 
transtornos do espectro do autismo (TEA) possuem as mais fortes evidências de 
terem bases genéticas”, enfatizam que os dados são confiáveis e que recentes 
descobertas na área oferecem a possibilidade de avanços na descoberta da real 
causa do autismo e dos demais transtornos do espectro (SCHWARTZMAN, 2011). 
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Belisário Filho -
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Associação Americana de Psiquiatria
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TGD - Transtornos Globais do Desenvolvimento
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Gupta e State - Genética
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Dadas as afirmações desses autores, é fundamental que se quebrem os 
paradigmas do TEA como doença, dando-se a compreensão da especificidade como 
um transtorno que se manifesta na infância e prossegue na vida adulta. 
O diagnóstico do TEA na área médica permanece sendo eminentemente 
clínico. Para classificar o indivíduo, buscam-se critérios clínicos, por meio de 
profissionais da área da saúde (médicos psiquiatras e neuropsiquiatras), estes se 
apoiam nos relatos dos pais e/ou responsáveis sobre a observação da criança, 
relacionado ao seu desenvolvimento comportamental. Os médicos buscam apoio na 
avaliação de outros profissionais da saúde (psicólogos e psicopedagogas). Para 
excluir outras hipóteses de diagnóstico, são feitos exames laboratoriais e por imagem, 
contudo, diagnóstico é eminentemente clínico (SCHWARTZMAN, 2011). Após o 
diagnóstico médico, o indivíduo com TEA necessita de auxílio multidisciplinar para 
contribuir com o desenvolvimento biopsicossocial. 
Nesse sentido, o presente estudo visa apresentar temáticas relacionadas à 
inclusão escolar do aluno com TEA; Atendimento Educacional Especializado, trabalho 
colaborativo com o professor e alguns métodos relacionados ao desenvolvimento 
educacional para o indivíduo com TEA, a saber: intervenções psicoeducacionais 
(Método Son Rise, TEACCH, ABA, Integração Sensorial e Equoterapia), além dos 
aspectos relacionados ao professor da sala regular e o professor do AEE, trabalho 
colaborativo e recursos e materiais pedagógicos que favorecem a inclusão de alunos 
com TEA. 
INCLUSÃO ESCOLAR 
A inclusão escolar diz respeito às novas atitudes em relação às ações que 
permeiam o ambiente escolar, tendo como um dos pontos norteadores o acesso à 
educação para todos os indivíduos, independentemente de este ser ou não do 
público-alvo da educação especial (BARBOSA; FUMES, 2012). A inclusão escolar 
traz o pressuposto de que a escola é que tem que se ajustar aos educandos, ao invés 
destes se ajustarem àquela. O espaço escolar deve ser pensado de maneira flexível, 
a fim de atender cada educando de forma particularizada (PACHECO, 2007). Nessa 
perspectiva, entendemos a educação inclusiva como um processo que inclui todas as 
pessoas, tendo por base a partilha de responsabilidades por todos os agentes da 
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Comentário do texto
Atendimento Educacional Especializado.
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comunidade escolar, e não uma luta de reivindicações travada por alguns 
profissionais. Não é apenas o professor que transformará a escola em inclusiva, mas 
sim a união entre coordenadores, professores, demais funcionários e família (PIRES, 
2006). 
A comunidade escolar precisa conhecer e compreender as peculiaridades de 
cada educando para atuar com segurança, acredita Cunha (2008, p.8 5), para quem 
é imprescindível que o professor invista “[...]tempo no conhecimento desse aluno 
através do cotidiano escolar para que se possa estabelecer as estratégias 
pedagógicas e reconhecer as possibilidades de aprendizado”. Dessa forma, quanto 
maior o nível de entendimento do profissional da educação, melhor será o tipo de 
intervenção direcionado aos educandos com deficiência. 
De acordo com Nunes (2012, p. 289), os professores ainda possuem “[...] 
concepções caricaturizadas sobre a síndrome do autismo”, prejudicando o processo 
de inclusão escolar do indivíduo com TEA, quadro que perpetua a exclusão. Segundo 
a autora, as instituições escolares possuem diversos déficits, como carências de rede 
de apoio e desconhecimento das estratégias efetivas de ensino voltadas para a 
educação especial. Além de aumentar a ansiedade em lidar com o educando, tais 
aspectos influenciam as práticas pedagógicas empregadas e diminuem as 
expectativas dos docentes no que diz respeito à educabilidade de seus educandos. 
A educação necessita reconhecer, em todos os seres humanos, a capacidade 
de evoluir, ressalta Orrú (2012). Partilhando tal pensamento, Santos (2011, p. 47) 
assegura que a educação, “responsável pelo desenvolvimento psicológico dos 
indivíduos, por sua transformação e, consequentemente, por sua atuação no sentido 
de transformar a realidade em que estão inseridos”, possui papel importante no 
desenvolvimento dos indivíduos. 
INCLUSAO DO ESTUDANTE COM TEA 
Silva (2010) aponta que, a partir da inclusão no ensino comum, a convivência 
compartilhada oportuniza contatos sociais, favorecendo, assim, o desenvolvimento 
dessa criança. Cintra, Jesuino e Proença (2010) compartilham desse ponto de vista, 
enfatizando que o estímulo recebido pelo educando com o transtorno no ambiente 
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escolar, no que se refere à socialização, é a base para o seu desenvolvimento, assim 
como para o de qualquer outra criança. 
Especificamente sobre a inclusão escolar da criança com TEA, diversos 
autores que se debruçaram sobre a temática consideram possível a inclusão desse 
público (CINTRA, JESUINO; PROENÇA, 2010; LAZZERI, 2010; BARBOSA; FUMES, 
2012; CHIOTE, 2013). Mas cabe ressaltar o que Chiote (2013, p. 21) aponta: 
Incluir a criança com autismo vai além de colocá-la em uma escola regular, 
em uma sala regular; é preciso proporcionar a essa criança aprendizagens 
significativas, investindo em suas potencialidades, constituindo, assim, o 
sujeito como um ser que aprende, pensa, sente, participa de um grupo social 
e se desenvolve com ele e a partir dele, com toda sua singularidade. 
Para a inclusão escolar se efetivar, é preciso que o indivíduo tenha acesso à 
escola regular, possibilitado por diversos documentos legais. Em se tratando do 
educando com TEA, houve, em 2012, a promulgação da Lei nº 12.764, sendo este o 
primeiro documento oficial a falar especificamente do educando com TEA (BRASIL, 
2012). Na Lei, é apresentada a política nacional de proteção dos direitos da pessoa 
com Transtorno do Espectro Autista (BRASIL, 2012). O documento, que relaciona 
aspectos como critérios relacionados à educação, saúde, moradia e mercado de 
trabalho, traz um importante legado: igualar o indivíduo à pessoa com deficiência, 
para todos os efeitos legais (BRASIL, 2012). Outro aspecto importante diz respeito ao 
direito à educação e à matrícula, definido pelo artigo 7º: 
O gestor escolar, ou autoridade competente, que recusar a matrícula de 
educando com transtorno do espectro autista, ou qualquer outro tipo de 
deficiência, será punido com multa de 03 (três) a 20 (vinte) salários-mínimos. 
§ 1º Em caso de reincidência, apurada por processo administrativo, 
assegurado o contraditório e a ampla defesa, haverá a perda do cargo 
(BRASIL, 2012, p. 3). 
De acordo com a Lei, a instituição escolar deverá matricular, bem como ofertar, 
quando comprovada a necessidade, um acompanhante especializado (BRASIL, 
2012). Este, segundo a Nota Técnica nº 24 do Ministério da Educação, deverá ser 
“[...] disponibilizado sempre que identificada a necessidade individual do estudante, 
visando à acessibilidade às comunicações e à atenção aos cuidados pessoais de 
alimentação, higiene e locomoção” (BRASIL, 2013, p. 4). A intervenção do 
acompanhante necessita ser articulada a todas as atividades realizadas no contexto 
escolar: atividades da sala de aula, atividades do atendimento educacional 
especializado e demais atividades escolares. 
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Cabe salientar que o serviço realizado pelo acompanhante especializado “[...] 
deve ser periodicamente avaliado pela escola, juntamente com a família, quanto a 
sua efetividade e necessidade de continuidade” (BRASIL, 2013, p. 4). Esse 
procedimento considera que o indivíduo com TEA inicialmente podem necessitar do 
serviço e com o passar do tempo conquistar autonomia nas atividades realizadas na 
escola; para tanto, a gestão escolar necessita observar e avaliar esse serviço, tendo 
sempre em foco que o acompanhamento não deverá restringir ou dificultar o 
desenvolvimento pessoal e social do educando. 
O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO 
Belisário Filho e Cunha (2010) observam que esses educandos em muito se 
beneficiam com as atividades realizadas pelo Atendimento Educacional 
Especializado (AEE), haja visto que se trata de um serviço que contribui para o acesso 
e a participação de todos no ambiente escolar (BRASIL, 2011), embora este não deva 
ser o único serviço ofertado para esse público. 
O AEE funciona na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), que “[...] são 
ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos e pedagógicos 
para a oferta do atendimento educacional especializado” (BRASIL, 2011, n.p.). Nas 
SRM, são desenvolvidas atividades que têm por objetivo auxiliar o processo de ensino 
aprendizagem a partir de materiais didáticos pedagógicos diferenciados dos da sala 
de aula comum e de diferentes estratégias, adaptando-se, assim, aos educandos com 
deficiência (BRAUN; VIANNA, 2011; BARBOSA; FUMES, 2012). O plano do AEE 
deve contemplar: 
[...] identificação das habilidades e necessidades educacionais específicas; 
a definição e a organização das estratégias, serviços e recursos pedagógicos 
e de acessibilidade; o tipo de atendimento conforme as necessidades de 
cada estudante; cronograma do atendimento e a carga horária, individual ou 
em pequenos grupos (BRASIL, 2013, n.p.). 
Em se tratando do Plano do AEE, a Resolução n.º 4/2009 indica que este deve 
ser elaborado e executado pelo professor do AEE em articulação com os professores 
do ensino regular, da família e de diversos outros profissionais, como terapeutas 
ocupacionais e fisioterapeutas, entre outros. “Este plano deve ter o objetivo de 
eliminar barreiras de aprendizagem” (BRASIL, 2013, p. 3). 
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Cintra, Jesuino e Proença (2010) esclarecem que o AEE não deve ser 
confundido com reforço escolar ou mera repetição dos conteúdos curriculares 
desenvolvidos na sala de aula. Seu objetivo é constituir um conjunto de 
procedimentos específicos que auxiliem no processo de ensino e aprendizagem. 
Lazzeri (2010, p. 33) afirma que as atividades do AEE para estudantes com TEA “[...] 
devem ser diversificadas, criativas e instigadoras de outras possibilidades de 
aprendizado diferentes das utilizadas em sala regular”. Tendo por objetivo de otimizar 
a aquisição de conhecimentos, habilidades e atitudes que favoreçam a inclusão 
escolar do indivíduo. 
Professor da Sala Regular e o Professor do AEE: Trabalho 
Colaborativo 
Considerando o exposto, é imprescindível que o atendimento educacional 
especializado esteja vinculado ao Projeto Político-Pedagógico (PPP) e integrado às 
ações pedagógicas da escola (BRASIL, 2009; 2013). A parceria entre os professores 
do AEE e os da sala de ensino regular é preconizada nos diversos documentos legais(RESOLUÇÃO nº 4/2009; NOTA TÉCNICA nº 24/2013). A articulação entre esses 
dois profissionais tem por finalidade a construção de redes de apoio com vistas a um 
melhor atendimento do educando por meio dos recursos pedagógicos da SRM, 
buscando ampliar as suas habilidades, promovendo a sua autonomia e a plena 
participação no sistema escolar (BRASIL, 2009; 2010; 2013). A parceria, conforme a 
Resolução nº 4/2010, é uma obrigação da escola, devendo ela: 
Efetivar a articulação pedagógica entre os professores que atuam na sala de 
recursos multifuncionais e os professores das salas de aula comuns, a fim 
de promover as condições de participação e aprendizagem dos alunos 
(BRASIL, 2010, p. 4). 
Observa-se que a parceria faz parte das atribuições do professor do AEE. É o 
que garante a Nota Técnica nº 24/2013, do Ministério da Educação (MEC), ao 
evidenciar que: 
[...] os professores das classes comuns e os do AEE devem manter 
interlocução permanente com o objetivo de garantir a efetivação da 
acessibilidade ao currículo e um ensino que propicie a plena participação de 
todos (BRASIL, 2013, p. 5). 
 
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INTERVENÇÕES PSICOEDUCACIONAIS 
Método Son-Rise 
O programa foi desenvolvido na década de 1970 pelo The Autism Treatment 
Center of America, em Massachusetts, nos Estados Unidos, por pais de uma criança 
com TEA. Por meio da experimentação criativa com seu filho, o casal desenvolveu o 
método Son-Rise (TOLEZANI, 2010). 
Segundo Santiago e Tolezani (2011), nos momentos em que a criança realiza 
os comportamentos estereotipados5, os pais devem se aproximar e demonstrar 
aceitação, por exemplo, imitando os movi-mentos da criança. Então, é possível 
identificar quais são suas prefe-rências sensoriais para planejar atividades. Quando 
a criança estiver habituada com o tratamento é que se propõem atividades. 
O método: 
[...] oferece uma abordagem educacional prática e abrangente para inspirar 
as crianças, adolescentes e adultos com autismo a participarem ativamente 
em interações divertidas, espontâneas e dinâmicas com os pais, outros 
adultos e crianças (TOLEZANI, 2010, p. 8). 
Para a aplicação do método, é criado um espaço na casa da família projetado 
para diminuir os estímulos ambientais que poderiam distrair a criança. 
É totalmente lúdico, com ênfase na diversão, os facilitadores e os pais seguem 
o interesse da criança e oferecem atividades motivadoras, para que a criança 
participe voluntariamente (TOLEZANI, 2010). 
TEACCH 
O método TEACCH visa indicar, especificar e definir de maneira operacional 
os comportamentos que devem ser trabalhados, bem como organizar o espaço físico, 
desenvolver horários e sistemas de trabalho, esclarecer e explicitar as expectativas e 
usar materiais visuais, sempre dando atenção especial ao ambiente social e de 
aprendizagem e à ação clara de proporcionar uma estrutura para todo o ensino 
(WILLIAMS; WRIGHT, 2008; ORRÚ, 2012). 
Esta abordagem, segundo Williams e Wright (2008), tem por objetivo ajudar 
indivíduos com TEA a cultivar a independência dentro de seu potencial máximo, entre 
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os principais direcionamentos estão o foco no indivíduo, visto que cada programa é 
individualizado, reconhecendo que todos são diferentes. 
Orrú (2012) afirma que o TEACCH é eficaz no trabalho com crianças com TEA, 
principalmente por possuir uma metodologia que produz o efeito esperado na 
modificação dos comportamentos. O treino das habilidades é eficaz em ambientes 
controlados, com estímulos direcionados para a resposta esperada. 
ABA 
Outra estratégia educacional utilizada pelos princípios do behaviorismo e que 
busca a compreensão do comportamento é o ABA. O método observa, analisa e 
explica a associação entre o ambiente, o comportamento humano e a aprendizagem 
(LIMA, 2012). Conforme o autor supracitado, todos os comportamentos, de um modo 
geral, são aprendidos e, por conta disso, intencionalmente ensina a criança a exibir 
comportamentos mais adequados no lugar de comportamentos-problema, buscando 
sempre generalizá-los a novos ambientes e situações. 
Bagaiolo, Guilhardi e Romano (2011) mencionam que as principais teorias do 
ABA dizem respeito ao reforço positivo do comportamento, disponibilização do retorno 
imediato como consequência da ação (reforço positivo), comparação de cada 
educando consigo mesmo, apresentação do conteúdo de uma ordem de 
complexidade crescente, monitoramento constante do desempenho do educando e 
programação de uma aprendizagem sem erros. Ainda sobre isso, Lima (2012, p. 44) 
afirma que: 
As tarefas são definidas de forma muito específica de maneira que a criança 
consiga acertar o máximo possível. As tarefas são repetidas de forma contínua até a 
criança dominar a resposta. Para modelar o comportamento da criança são utilizadas 
várias técnicas de condicionamento. 
No método ABA, a modulação do comportamento é um conceito-chave para 
as intervenções, bem como as técnicas de condicionamento do comportamento. Tais 
ações recebem diversas críticas, visto que o condicionamento do comportamento, 
como aponta Lima (2012), dificulta a espontaneidade e a ação do sujeito em 
sociedade, principalmente em ambientes pouco estruturados. 
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Integração Sensorial 
A teoria da integração sensorial foi fundada pela Dra. A. Jean Ayres, nos 
Estados Unidos, nos anos de 1960, cuja investigação lhe possibilitou criar uma 
avaliação e intervenção para as desordens sensoriais. Em seu estudo, investigou a 
natureza da forma do cérebro processar a informação sensorial de forma a usá-la 
para a aprendizagem, para as emoções e o comportamento. Sua teoria propõe que a 
integração sensorial atue no cérebro de forma que este organize a sensação do nosso 
corpo e do ambiente para que seja possível usar o corpo de forma eficaz no ambiente 
(MAILLOUX; ROLEY; BRIAN, 2012). 
Está indicada para crianças em idade escolar sem desordens motoras severas 
ou mentais e é comumente usada com crianças diagnosticadas com TEA. A teoria de 
integração sensorial de Ayres fundamenta-se em alguns testes (Sensory Integration 
Praxis Tests – SIPT) e muitas observações que contribuíram para a identificação de 
muitos dos distúrbios sensoriais. Baseia-se em princípios considerados essenciais 
para a condução das intervenções, alguns deles são: 
[...] realizados por profissionais qualificados, terapeuta ocupacional, 
fisioterapeuta e terapeuta da fala [...]. Ambiente seguro com equipamentos 
que possam estimular a sensação vestibular (o sistema vestibular é 
responsável por manter o equilíbrio, a postura e orientação do corpo no 
espaço) [...]. Sensações proprioceptivas (para detecção de movimento e 
posicionamento do corpo), sensações táteis e oportunidades para a práxis; 
atividades que promovam controle postural, motor oral e controle óculo 
motor, incluindo segurar-se contra gravidade e manter controle enquanto se 
move pelo espaço [...] (MAILLOUX, ROLEY; BRIAN, 2012, p. 7). 
A família e os professores têm papel importante no sentido de perceber 
algumas dificuldades em nível sensorial, uma vez que os distúrbios sensoriais se 
evidenciam quando da entrada da criança na creche, podendo persistir até a vida 
adulta. Estão incluídos nessa terapia exercícios que envolvem o desenvolvimento da 
atenção, concentração, audição, compreensão, equilíbrio, coordenação e o controle 
da impulsividade nas crianças. Um plano de avaliação e tratamento é necessário para 
fornecer os estímulos adequados para cada situação. Os estímulos sensoriais são 
compostos de atividades corporais completas por meio de diferentes tipos de 
equipamentos (balanço, salto etc.). 
Equoterapia 
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De acordo com a Associação Nacional de Equoterapia (AN-DE-Brasil), a 
Equoterapia é: 
[...] um método terapêutico que utilizao cavalo dentro de uma abordagem 
interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o 
desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ou com 
necessidades especiais. 
A Equoterapia emprega o cavalo como agente promotor de ganhos a nível 
físico e psíquico. Esta atividade exige a participação do corpo inteiro, contribuindo, 
assim, para o desenvolvimento da força muscular, relaxamento, conscientização do 
próprio corpo e aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilíbrio, constituindo-
se um tratamento complementar de apoio à reabilitação neurossensoriomotora, para 
crianças com dificuldades ou deficiências físicas, mentais e/ou psicológicas, que 
utiliza o cavalo como instrumento de trabalho em uma abordagem, multi e 
interdisciplinar. 
A interação com o cavalo, incluindo os primeiros contatos, os cuidados 
preliminares, o ato de montar e o manuseio final desenvolvem novas formas de 
socialização, autoconfiança e autoestima (ANDE-BRASIL, 2015). Quando a criança 
monta no cavalo, há um ajuste tônico da musculatura para responder aos 
desequilíbrios provocados pela movimentação do animal, assim, ocorre um grande 
número de ajustes tônicos, sendo requisitadas informações exteroceptivas, que são 
provenientes dos nossos sentidos, principalmente tato, olfato, visão e audição. Esse 
trabalho sensorial acontece pelo contato de os glúteos e faces internas das coxas 
com o animal, das mãos em contato com as rédeas e com pelo; pelos sons das 
batidas dos cascos do cavalo, da voz do terapeuta, do vento passando pelas folhas 
das árvores; sente-se o cheiro característico do cavalo e do ambiente, que pode ser 
um picadeiro fechado ou um bosque. 
As crianças com TEA são beneficiadas com a prática da Equoterapia, pois o 
sentimento de empatia e afetividade que acaba sendo despertado em relação ao 
cavalo, aliado ao fato de se praticar uma atividade física/esportiva, lúdica e divertida 
ao ar livre e em contato com a natureza, despertam um sentimento extremamente 
prazeroso. O prazer provoca mudanças biológicas e favorece o armazenamento de 
quaisquer informações, uma vez que estão sendo adquiridos em momentos 
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extremamente agradáveis, o que impulsiona a tentar repetir. Essas boas sensações 
carregadas de novas informações têm como resultado final o aprendizado. 
ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS 
No documento Saberes e Práticas da Inclusão voltado para a Educação 
Infantil, é indicado que o professor não deve expor o aluno com TEA aos demais da 
turma. A prática de preparar a turma com informações antecipadas pode prejudicar o 
processo educacional, uma vez que o social pode ser influenciar neste. Assim, o 
documento indica que se deve apresentar as informações a partir dos 
questionamentos dos alunos da turma, permitindo espontaneidade para a condução 
das informações e da sensibilização dos demais alunos (BRASIL, 2004). 
Se necessária uma conversa com a turma, o aluno com TEA pode ser 
encarregado de uma tarefa externa, evitando que se sinta constrangido. Nessa 
situação, a atitude do professor deve considerar uma conversa coletiva que se paute 
na discussão da diferença do aluno no aspecto específico ao levantado pela turma e 
nos pontos positivos da personalidade e potencialidades da criança com TEA 
(BRASIL, 2004). 
Dentre as estratégias pedagógicas propostas no documento citado, em sala de 
aula, o professor pode considerar: (a) estabelecimento de rotina, por meio de agenda, 
exposição na lousa, caderno; (b) instruções orais objetivas acerca do que se solicita 
à criança; (c) em situação de comportamentos estereotipados e ecolalia, a atenção 
da criança deve ser transferida a outra tarefa ou atividade; (d) proporcionar 
situações em que as crianças da turma oportunizem a participação da criança com 
TEA em alguma tarefa/atividade, como oferecer brinquedos, ajuda e solicitar ajuda da 
criança com TEA; (e) o ensino deve ser baseado não só na exposição verbal, mas 
em outros recursos também; (f) apresentar tarefas curtas e uma por vez e aumentá-
las gradualmente; elaborar regras de convivência e utilizá-las; (g) observar o que 
desencadeia as situações de comportamento inadequado e interferir antes da 
situação, mudando a tarefa. Gradualmente, a exposição da criança com TEA às 
situações pode ser trabalhada, a fim de não mais desencadear um comportamento 
inadequado; reforçar sempre o comportamento adequado e nunca o inadequado. (h) 
Na situação do comportamento inadequado (gritar, autolesionar-se, jogar objetos), o 
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professor deve considerar os riscos à integridade física do aluno e o melhor ambiente 
para acalmá-lo; (i) não permitir que o aluno não realize tarefa alguma: professor pode 
solucionar isso por meio de reestruturação das atividades, da rotina, do número de 
tarefa; e, (j) criar um meio de comunicação, a depender da necessidade do aluno. 
Implementando estratégias pedagógicas apropriadas ao ensino de crianças 
com TEA, é possível que a inclusão escolar desses educandos ocorra de maneira a 
garantir o direito de acesso, permanência e aprendizagem no sistema educacional 
regular. É imprescindível que o estudante com TEA tenha acesso e aprendizagem 
aos conteúdos escolares em conjunto com a turma ao qual o estudante frequenta. 
Nesse sentido, Melo (apud NUNES; AZEVEDO; SCHIMIDT, 2013) evidencia a 
importância dos planos de ensino numa pesquisa que visou compreender as 
percepções de professores sobre estratégias pedagógicas adotadas com educandos 
com TEA. Participaram 376 professores. Por meio da elaboração coletiva de cem 
planos de aula, os resultados apontaram que quando os professores planejam as 
estratégias pedagógicas de sala de aula, considerando as características do 
desenvolvimento da criança com TEA, tornam-se capazes de planejar e alcançar 
objetivos mais claros, que darão sentido ao objeto de conhecimento, tornando o 
processo de aprendizagem mais motivador. 
RECURSOS E MATERIAIS PEDAGÓGICOS QUE 
FAVORECEM A INCLUSÃO DE ALUNOS COM TEA 
Quanto aos recursos e materiais pedagógicos que fazem parte da prática 
docente, cabe ao professor saber utilizá-los para maximizar a aprendizagem de seus 
alunos. Partindo desse pressuposto, segundo Merch (1996, p. 123): 
[...] os jogos e materiais pedagógicos não são objetos que trazem em seu 
bojo um saber pronto e acabado. Ao contrário, eles são objetos que trazem 
um saber em potencial. Este saber potencial pode ou não ser ativado pelo 
aluno. Em segundo lugar, o material pedagógico não deve ser visto como um 
objeto estático sempre igual para todos os sujeitos. O material pedagógico é 
um objeto dinâmico que se altera em função da cadeia simbólica e imaginária 
do aluno. Em terceiro lugar, o material pedagógico traz em seu bojo um 
potencial relacional, que pode ou não desencadear relações entre as 
pessoas. Assim, o objeto que desencadeou relações muito positivas em uma 
classe pode ser o mesmo que paralisará outra. Em quarto lugar, o material 
pedagógico são objetos que trazem em seu bojo uma historicidade própria. 
Além de portar a historicidade de cada aluno e professor, eles apresentam 
também a historicidade da cultura de uma dada época. 
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É preciso que o professor atue como mediador entre o material e a criança, 
conduzindo-a a um processo de aprendizagem maximizador e não limitador. No 
educando com TEA, segundo Lampreia (2007, p. 107) “[...] há falhas em habilidades 
que precedem a linguagem como o balbucio, a imitação, o uso significativo de objetos 
e o jogo simbólico”. Assim, cabe ao professor mediar essa interação a depender da 
necessidade e especificidades do aluno. 
Considerando o aparato legal atual, as escolas devem oferecer materiais e 
recursos para o público-alvo da educação especial, a fim de facilitar o desempenho e 
desenvolvimento dessapopulação. 
As funções e definições dos recursos que se referem à tecnologia assistiva 
(TA), segundo Gonçalves (2010, p. 41) são: 
[...] uso e implementação de qualquer instrumento, serviço, suporte, 
estratégia e prática que vão auxiliar na funcionalidade e melhorar os 
resultados esperados para a realização de uma atividade, seja ela 
acadêmica, atividade de vida diária, mobilidade, locomoção e comunicação. 
Portanto, pode ser classificado como sendo qualquer item, produto ou 
equipamento, adquirido e produzido comercialmente ou personalizado, com 
o intuito de manter, melhorar ou incrementar as habilidades funcionais de 
indivíduos com deficiência. 
Segundo Berch (2006), a TA enriquece e aumenta as competências do aluno 
em suas ações e interações por meio de estratégias e criação de alternativas para a 
comunicação, escrita, mobilidade, leitura, brincadeiras e artes. 
Assim, é preciso pensar em quais tecnologias o aluno com TEA necessita para 
sua maior autonomia e participação nas atividades dentro e fora da escola. Bersch 
(2006, p. 283), com base na California State University Northridge – Center on 
Disabilities, propõe a organização de dez passos necessários para a implementação 
e acompanhamento da Tecnologia Assistiva para alunos com deficiência: 
1. Histórico e conhecimento do aluno/usuário da TA; 
2. Identificação das necessidades no contexto escolar; 
3. Identificação de objetivos a serem alcançados pela equipe; 
4. Avaliação das habilidades do aluno; 
5. Seleção/confecção e teste de recursos; 
6. Tempo para aprender a utilizar o recurso; 
7. Orientação para aquisição; 
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8. Implementação da TA; 
9. Seguimento e acompanhamento do aluno na utilização da TA; 
10. Desenvolvimento e fortalecimento de equipe durante todo o processo. 
Considerando esses passos, pode-se verificar que não é somente a presença 
de um recurso que significa sucesso e progresso do aluno. Esses passos indicam que 
é preciso atenção e reflexão acerca do material escolhido, da viabilidade do recurso, 
do uso em si, da manutenção do recurso e do acompanhamento contínuo. É preciso 
pensar em quais tecnologias o aluno com TEA necessita para sua maior autonomia. 
Com as contribuições de Cook e Hussey (2002), pode-se compreender as TA’s 
em dois grupos: baixa e alta tecnologia. Os de baixa tecnologia tratam de recursos 
simples, que não utilizam energia elétrica. A desvantagem é que apresentam função 
limitada e a vantagem é que são mais disponíveis, possuem baixo custo e menor 
treinamento para o uso. Os de alta tecnologia são mais complexos e multifuncionais, 
envolvem sistemas computadorizados, como softwares e em como funções o uso por 
alunos com dificuldade de fala, de aprendizagem e necessitam de instrução 
individualizada, ou de alunos com dificuldades motoras. Geralmente, representam a 
única alternativa para acesso ao currículo, como escrita, leitura, sistemas de 
comunicação. 
A viabilidade de criar um material, considerando as características e as 
necessidades do aluno, proporciona um aprendizado tanto para o professor quanto 
para o aluno. Os recursos de alta tecnologia viabilizam a dinamicidade à 
aprendizagem. Assim, pode-se inferir a importância dos recursos na aprendizagem 
dos alunos que possuem TEA: maiores possibilidades de sucesso. 
A escola regular é a base para o desenvolvimento das crianças com TEA. Em 
se tratando do AEE e do aluno com TEA, as pesquisas demonstram ser um desafio 
atuar com esses alunos, visto que há barreiras no contexto educativo. Contudo, estas 
estão paulatinamente sendo rompidas e os alunos com TEA cotidianamente estão 
tendo acesso às escolas e realizando progressos. 
Há necessidade da existência de uma parceria entre o AEE, escola e família, 
pois é por meio dessa união que os alunos com TEA poderão construir aprendizados 
que possibilitem a independência na vida. O AEE e a parceria colaborativa se 
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constituem como mais uma ferramenta para auxiliar no desenvolvimento acadêmico 
dos alunos com TEA, uma vez que estes têm direito a receber uma educação de 
qualidade em ambientes acolhedores, que promovam não apenas o aprendizado para 
a vida estudantil, mas para toda a vida. 
 
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