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35 -3 912 28 35 -3 912 28
Órgão
oficial
Órgão
oficial
QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ANO 14 - NÚMERO 2191
CIRCULAÇÃO NAS TERÇAS, QUINTAS E SÁBADOS
EDIÇÃO ESPECIAL
LEIS
LEI Nº 6.869, DE 19 DE JULHO DE 2021.
INSTITUI A “SEMANA MUNICIPAL DO OPERADOR DO 
DIREITO” NO MUNICÍPIO DE BETIM, E DÁ OUTRAS 
PROVIDÊNCIAS.
A Câmara Municipal de Betim, por seus representantes, 
aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Fica instituído no Município de Betim a “Semana Mu-
nicipal do Operador do Direito”, a ser comemorada, anual-
mente, durante a semana referente ao dia 11 (onze) de agosto.
Art. 2º Para fins desta Lei considera-se como “Operador do 
Direito” qualquer pessoa que, detendo de formação de ensino 
superior em Ciências Jurídicas ou demais matérias correla-
tas, ocupe cargo público ou exerça atividade em prol da Jus-
tiça ou da resolução de lides, envolvendo pessoas ou Órgãos 
da Administração Pública Direta e Indireta. 
Art. 3º A Semana Municipal do Operador do Direito tem por 
finalidade:
I - fortalecer, apoiar e incentivar o acesso à orientação ju-
rídica para pessoas impossibilitadas de subsidiar qualquer 
auxílio jurídico, através de parcerias com as Defensorias Pú-
blicas, Juizados Especiais e/ou Núcleos de Prática Jurídica 
das instituições de ensino superior situadas no Município de 
Betim;
Il - incentivar a criação de políticas públicas a fim de prover 
uma melhor conscientização dos direitos da sociedade bem 
como dos órgãos e instituições competentes a prestar auxílio, 
patrocínio e assessoria jurídica;
III - promover a participação da comunidade bem como in-
tegrá-la nos temas de repercussão jurídica que impactam o 
Município de Betim e sua população. 
Art. 4º A realização da “Semana Municipal do Operador do 
Direito” incumbe à Prefeitura Municipal de Betim, em par-
ceiras com outras entidades e/ou órgãos interessados. 
Art. 5º As comemorações referentes à “Semana Municipal do 
Operador do Direito”, de que trata esta Lei, passará a integrar 
o Calendário Oficial de Eventos realizados no Município de 
Betim. 
Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Prefeitura Municipal de Betim, 19 de julho de 2021.
Vittorio Medioli
Prefeito Municipal
(Originária do Projeto de Lei nº 071/2021, de autoria do Ve-
reador Ronivon Martins da Silva – Rony Martins)
LEI Nº 6.870, DE 20 DE JULHO DE 2021.
DISPÕE SOBRE DENOMINAÇÃO DE LOGRADOURO 
PÚBLICO NO BAIRRO VILA NAVEGANTES, NA RE-
GIONAL CITROLÂNDIA, NESTE MUNICÍPIO. 
A Câmara Municipal de Betim, por seus representantes, 
aprovou e eu, Prefeito Municipal sanciono a seguinte Lei: 
Art. 1° Fica denominada JOSÉ ANTÔNIO DA SILVA a rua 
com início na Rua Pedro João José e fim sem saída, no Bairro 
Vila Navegantes, na Regional Citrolândia, neste Município. 
Art. 2° Ficam os órgãos próprios da municipalidade autori-
zados a tomar as providências administrativas para o cumpri-
mento da presente Lei. 
Art. 3° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 
Art. 4° Revogam-se as disposições em contrário.
Prefeitura Municipal de Betim, 20 de julho de 2021.
Vittorio Medioli
Prefeito Municipal
(Originária do Projeto de Lei nº 133/2021, de autoria do Ve-
reador Wellington Ferreira de Souza – Professor Wellington)
LEI Nº 6.871, DE 20 DE JULHO DE 2021.
ESTABELECE COMO ESSENCIAIS AS ATIVIDADES 
RELIGIOSAS REALIZADAS EM IGREJAS E TEMPLOS 
DE QUALQUER CULTO EM SITUAÇÃO DE EMERGÊN-
CIA EM SAÚDE PÚBLICA E CALAMIDADE PÚBLICA, 
NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE BETIM
A Câmara Municipal de Betim, por seus representantes, 
aprovou e eu, Prefeito Municipal sanciono a seguinte Lei: 
Art. 1º Ficam estabelecidas como essenciais, vedando-se o 
impedimento total de funcionamento, especialmente em si-
tuação de emergência em saúde pública e de calamidade pú-
blica, as seguintes atividades realizadas em igrejas e templos 
religiosos de qualquer natureza no Município de Betim:
I - o trabalho social para recebimento e a entrega de doações 
de alimentos, agasalhos ou similares; 
II - missas, cultos presenciais ou similares.
§ 1º A limitação do número de pessoas presentes nestes lo-
cais poderá ser determinada conforme a metragem do espaço 
físico destinado e de acordo com a gravidade da situação, 
desde que por decisão devidamente fundamentada da auto-
ridade competente.
§ 2º Obedecidas às determinações do Ministério da Saúde 
e as normas sanitárias da autoridade municipal competente, 
deverá ser mantida em tais locais a possibilidade de atendi-
mento presencial. 
Art. 2º O Poder Executivo Municipal regulamentará esta Lei 
no que couber.
Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, 
revogadas as disposições em contrário.
Prefeitura Municipal de Betim, 20 de julho de 2021.
Vittorio Medioli
Prefeito Municipal
(Originária do Projeto de Lei nº 072/2021, de autoria do Ve-
reador Vitor Braz Marianelli)
LEI Nº 6.872, DE 20 DE JULHO DE 2021.
DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL A AS-
SOCIAÇÃO COMUNITÁRIA TRANSFORMAR.
A Câmara Municipal de Betim, por seus representantes, 
aprovou e eu, Prefeito Municipal sanciono a seguinte Lei: 
Art. 1º Fica declarada de Utilidade Pública Municipal a AS-
SOCIAÇÃO COMUNITÁRIA TRANSFORMAR, CNPJ 
01.037.731/0001-74, entidade sem fins lucrativos, com sede 
e foro neste Município. 
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Prefeitura Municipal de Betim, 20 de julho de 2021.
Vittorio Medioli
Prefeito Municipal
(Originária do Projeto de Lei nº 126/2021, de autoria do Ve-
reador Carlos de Oliveira Silva – Carlin Amigão)
VETO
VETO TOTAL
À PROPOSIÇÃO DE LEI Nº 7.552, DE 20 DE JUNHO DE 
2021
O Prefeito Municipal de Betim, no uso de suas atribuições 
legais, opõe veto total à Proposição de Lei nº 7.552, de 15 
de junho de 2021, que “INCLUI AULAS DE “ZUMBA” NO 
CURRÍCULO DAS ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMEN-
TAL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO, DEVENDO 
ESTAS SER MINISTRADAS COMO UMA DAS ATIVI-
DADES DESENVOLVIDA NAS AULAS DA DISCIPLINA 
DE EDUCAÇÃO FÍSICA.”, pois a matéria versada é incons-
titucional.
Publique-se e comunique-se ao Presidente da Câmara Muni-
cipal de Betim.
Prefeitura Municipal de Betim, 20 de julho de 2021.
Vittorio Medioli
Prefeito Municipal
GABINETE DO PREFEITO
SECRETARIA MUNICIPAL DE GABINETE
PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO
SECRETARIA ADJUNTA DE CORREGEDORIA
DECRETO N° 42.797, DE 13 DE JULHO DE 2021. 
DEMITE SERVIDOR
O Prefeito Municipal de Betim, no exercício de suas atri-
buições e considerando o Julgamento proferido no Processo 
Administrativo Disciplinar n° 12.744, de 11 de fevereiro de 
2016,
DECRETA:
Art. 1° Fica MARIA DE FÁTIMA GUILHERME DUARTE, 
matrícula nº 0201145-0, DEMITIDA do cargo de Auxiliar de 
Apoio à Saúde, do Quadro Setorial da Saúde.
Art. 2° Este Decreto entra em vigor na data de sua publica-
ção.
 Art. 3° Revogam-se as disposições em contrário.
Prefeitura Municipal de Betim, 13 de julho de 2021.
Vittorio Medioli
Prefeito Municipal de Betim
Bruno Ferreira Cypriano
Procurador-Geral do Município
Sandro Mansoldo
Secretário Adjunto de Corregedoria
35 -3 912 28
QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO 2
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
Prefeito de Betim: Vittorio Medioli
V i c e - Prefeito de Betim: Cleusa Lara
Presidente da Câmara Municipal de Betim: Kleber Eduardo de Sousa Rezende
Procurador Geral do Município: Bruno Ferreira Cypriano 
Secretaria Municipal de Comunicação: Bianca Silveira Christófori 
Secretaria Municipal de Comunicação
Superintendência de Imprensa 
Rua Pará de Minas, 640, Brasileia - Betim - MG
Telefone: (31) 3512-3289 
Publicações: iobetim@gmail.com
 
Prefeitura Municipal de Betim 
Secretaria Municipal de Saúde 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROTOCOLO DE REGULAÇÃO DO ACESSO AOS EXAMES 
ELETIVOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Betim 
2021 
35 -3 912 28 35 -3 912 28
3QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
 
 
 
Prefeito 
Vittório Mediollide exames prévios com data, se houver. 
 
22. RADIOGRAFIA PANORAMICA 
 
Código Tabela SUS: 02.04.01.017-9 
Exame realizado em filme 15 cm x 30 cm, onde registram-se simultaneamente as imagens dos 
maxilares superior e inferior através de corte tomográfico. 
22.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
Médicos e Odontologistas da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
 
22.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
GRAU DE 
PRIORIDADE 
CRITÉRIOS CLÍNICOS 
1 Acompanhamento de traumas e fraturas 
 2 Avaliação do crescimento e desenvolvimento 
 1 Avaliação de erupções dentárias 
 3 Planejamento ortodôntico e/ou protético 
2 Diagnóstico e planejamento para remoção de dentes 
1 Suspeita de lesões intra-ósseas (diagnóstico e acompanhamento) 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
 
22.3 Pré-Requisitos 
Descrever na solicitação: 
 
 História clínica, idade, exame físico e queixa principal que motivou a solicitação; 
 Medicamentos em uso com posologia; 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas; 
 Laudo de exames prévios com data, se houver. 
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QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
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23. ESOFAGOGASTRODUODENOSCOPIA 
 
Código Tabela SUS: 02.09.01.003-7 
Outras Denominações do Procedimento: Endoscopia Digestiva Alta – EDA. 
Consiste na avaliação endoscópica preferencialmente dos três segmentos, podendo ser utilizada 
para exame de um ou mais segmentos. Permite também realizar várias intervenções diagnósticas 
e terapêuticas como obtenção de fragmentos de tecidos para análise (biópsia), extração ou 
exérese de pólipo, destruição de dilatação vascular, dilatação de estenoses, entre outras. 
23.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
23.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
Grau de 
Prioridade 
Critérios Clínicos Pré-Requisitos 
0 
Sinais sugestivos de doença neoplásica do trato gastrointestinal 
superior (disfagia ou odinofagia em idosos, emagrecimento 
>10% peso habitual, massas palpáveis no andar superior do 
abdome, linfadenopatia supraclavicular esquerda) 
- 
1 História de hematêmese ou melena recente, não aguda, sem 
repercussão hemodinâmica *Hemograma 
1 Sintomas dispépticos persistentes em pessoas > 45 anos e que 
não tenham EDA nos últimos 2 anos Citar tratamentos realizados 
1 Vigilância esôfago de Barrett 
1 Anemia perniciosa e gastrite atrófica 
1 História prévia de ingestão de cáustico 
2 História familiar de câncer de esôfago, estômago ou duodeno em 
parente de 1º grau 
Registro dos casos ocorridos na 
justificativa da solicitação 
2 Varizes esofágicas 
2 Sintomas dispépticos persistentes após tratamento clínico em 
pessoas3 Paciente com idade ≥ 50 anos ≤ 75 anos assintomático 
(rastreamento de câncer colorretal) 
Pesquisa de sangue oculto nas fezes 
positivo 
3 Paciente com idade ≥ 50 anos com doença diverticular 
(diagnosticada ou suspeita) 
3 Investigação de endometriose Avaliação da paciente pelo ginecologista 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
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40QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
39 
 
 
24.3 Pré-requisitos 
 
Descrever na solicitação: 
 História clínica detalhada, idade, exame físico e queixa principal que motivou a 
solicitação; 
 Medicamentos em uso com posologia; 
 Tratamentos prévios; 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas; 
 Laudo de exames anteriores com data, se houver. 
 
24.4 Contraindicações para a Solicitação 
 
● Portador de doença inflamatória ativa grave como, por exemplo, megacólon tóxico; 
● Suspeita clínica de peritonite, incluindo diverticulite aguda (aguardar 60 dias após 
tratamento); 
● Gestante; 
● Paciente hemodinamicamente instável; 
● Paciente com comorbidades que elevam muito o risco de preparo do cólon, da sedação e 
do procedimento, devem ser avaliados previamente pelo coloproctologista. 
 
24.5 Observações 
 
Necessitam passar por consulta com o coloproctologista pacientes que necessitam de 
colonoscopia e apresentam as comorbidades abaixo: 
● Índice de massa corporal acima de 50 kg/m²; 
● Infarto agudo do miocárdio ou angina instável nos últimos 6 meses; 
● Uso terapêutico de anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários; 
● Insuficiência renal crônica com necessidade de diálise; 
● Doença pulmonar obstrutiva crônica grave; 
● Pacientes com histórico de arritmias cardíacas; 
● Pacientes com histórico de acidente vascular encefálico; 
● Pacientes com histórico de cirurgia cardíaca com colocação de prótese valvar; 
● Pacientes portadores de necessidades especiais. 
 
 
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41QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
40 
 
 
Anexo I - História familiar de Câncer colorretal (parente de 1º grau ou critérios de 
Amsterdam II) 
 
História familiar de Câncer Colorretal (CCR): pacientes com parentes de primeiro grau 
acometidos por CCR ou com suspeita para o Câncer Colorretal Hereditário Não-polipose 
(HNPCC) devem ser avaliados segundo informações a seguir: 
 
 Solicitar colonoscopia aos 40 anos ou 10 anos antes da idade de acometimento do familiar 
mais jovem, se: 
a) câncer colorretal ou pólipo adenomatoso avançado ocorreu em familiar de primeiro grau antes 
dos 60 anos; 
b) câncer colorretal ou pólipo adenomatoso avançado ocorreu em dois familiares de primeiro 
grau em qualquer idade. Solicitar colonoscopia aos 50 anos, se câncer colorretal ou pólipo 
adenomatoso avançado que ocorreu em familiar de primeiro grau com idade maior que 60 anos. 
 
 Suspeita de HNPCC - Critérios de Amsterdam II (presença de todos os critérios): 
a) três ou mais familiares com neoplasias associadas ao HNPCC (adenocarcinoma colorretal, de 
endométrio, de intestino delgado ou carcinoma de células uroepitelial); 
b) um dos familiares deve ser de primeiro grau; 
c) dois ou mais gerações sucessivas acometidas; 
d) um ou mais familiares foram diagnosticados com câncer colorretal antes dos 50 anos; 
e) exclusão de polipose adenomatosa familiar. 
 
Anexo II - Vigilância de pólipo adenomatoso colorretal 
 
Lesões pré-malignas de menor potencial 
neoplásico Periodicidade recomendada para colonoscopia (anos) 
Pólipos hiperplásicos pequenos ( 10 adenomas = 1 adenoma tubular >= 10 mm 3 
>= 1 adenoma viloso 3 
Adenoma com displasia de alto grau 3 
Pólipo serrátil séssil = 10 mm ou com displasia 3 
Síndrome de polipose serrátil * 1 
* >= 5 pólipos serráteis proximais ao sigmoide com pelo menos 2 >= 10 mm; qualquer pólipo serrátil proximal ao sigmoide 
com história familiar de síndrome de polipose serrátil; > 20 pólipos serráteis de qualquer tamanho no cólon. 
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42QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
41 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
BARBERATO, S. H. et al. Position Statement on Indications of Echocardiography in Adults - 2019. 
Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php? 
script=sci_arttext&pid =S0066-782X2019000700135. Acesso em: 9 abr. 2021. 
BRASÍLIA. Protocolo de Regulação de Exames Eletivos de Endoscopia Digestiva Baixa – 
Colonoscopia e Retossigmoidoscopia Flexível – na rede SES/DF. Disponível em: Acesso em 13 mar 2020. 
 
LEE, S. I.; KILCOYNE, A. Hysterosalpingography. In: BARBIERI, S.L.; ECKLER, K. ed. 
UpToDate. Waltham, Massachusetts: UpToDate, 2019. Disponível em: 
https://www.uptodate.com/contents/hysterosalpingography?search=histerosalpingografia&sourc
e=search_result&selectedTitle=1~43&usage_type=default&display_rank=1 Acesso em: 9 jun. 
2020. 
MENEGHELO RS, ARAÚJO CGS, STEIN R, MASTROCOLLA LE, ALBUQUERQUE PF, SERRA 
SM et al. Sociedade Brasileira de Cardiologia. III Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia Sobre 
Teste Ergométrico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010; 95 (5 supl.1):1-26. Disponível em: 
. Acesso em: 9 abr. 2021. 
NOBRE, F. et al. 6a Diretrizes de Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial e 4a Diretrizes de 
Monitorização Residencial da Pressão Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2018. v. 110, n. 5. 
Disponível em: . 
Acesso em: 9 abr. 2021. 
SANTOS, S. N. Dos et al. Posicionamento de Ultrassonografia Vascular do Departamento de Imagem 
Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2019. ARQUIVOS BRASILEIROS DE 
CARDIOLOGIA - IMAGEM CARDIOVASCULAR, 2019. v. 32, n. 3. Disponível em: 
. Acesso em: 9 abr. 2021. 
Protocolos de Acesso da Regulação do Estado de Santa Catarina Vol II. Disponível em: 
https://www.saude.sc.gov.br/ index.php/informacoes-gerais-documentos/regulacao-1/protocolos-de-
acesso-regulacao-ambulatorial>. Acesso em: 9 abr. 2021.Secretário Municipal de Saúde 
Augusto Viana da Rocha 
 
Secretaria Adjunta de Assistência da Saúde 
Hilton Soares de Oliveira 
 
Secretaria Adjunta de Gestão da Saúde 
Fernanda de Oliveira dos Anjos 
 
Diretor I de Regulação, Controle e Avaliação 
Cláudio Alves de Carvalho 
 
Gerência de Avaliação e Controle 
Nilcélia Aparecida dos Santos Souza 
 
Grupo Técnico 
 
Amélia Maria Fernandes Pessoa - Médica Mastologista 
Elis Regina Silva Pinheiro – Referencia Técnica da Saúde da Mulher 
Eder Tadeu Criscuolo Gabriel – Médico Cardiologista 
Fábia de Mendonça Freitas – Analista Gestão 
Fernanda Lívio Nunes Leal - Médica Pediatra 
Fernando Gustavo G Thomsen – Médico 
Ivonete Rosania Teixeira - Gerente da Central de Exames 
Leandro Santos Silva - Médico Nefrologista 
Maria Aparecida Ramalho Lazzarini - Médico Pediatra 
Rachel Rezende Campos – Médica Gineco-Obstetra 
Ricardo Guimarães Teixeira - Médico Proctologista 
Valéria Pacheco Freitas - Oficial de Apoio a Saúde 
Viviane Cristina da Cunha - Médico Otorrinolaringologista 
Yurika Adriana de Paula Yoshida – Médica 
Colaboradores 
Ângela Dias Morais - Diretora Operacional 
Milena Magalhaes Bastos - Enfermeiro 
Reginaldo Rodrigues Dos Santos - Enfermeiro 
Dulcineia Nunes Costa - Assistente Social 
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4QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
APRESENTAÇÃO 4 
1. INTRODUÇÃO 5 
2. ALGORITMO DECISÓRIO 6 
3. TELESSAÚDE 6 
4. MONITORIZACAO AMBULATORIAL DE PRESSAO ARTERIAL (M.A.P.A) 7 
5. MONITORAMENTO PELO SISTEMA HOLTER 24 HS (3 CANAIS) 8 
6. ECOCARDIOGRAFIA TRANSTORÁCICA / ECODOPPLER 10 
7. TESTE DE ESFORCO / TESTE ERGOMETRICO 11 
8. ULTRASSONOGRAFIA TRANSVAGINAL 13 
9. ULTRASSONOGRAFIA PÉLVICA (GINECOLÓGICA) 15 
10. ULTRASSONOGRAFIA OBSTÉTRICA 17 
11. ULTRASSONOGRAFIA OBSTÉTRICA COM DOPPLER 21 
12. ULTRASSONOGRAFIA DAS MAMAS 23 
13. MAMOGRAFIA 24 
15. ULTRASSONOGRAFIA DE ARTICULAÇÃO 27 
16. ULTRASSONOGRAFIA TRANSFONTANELA 28 
17. ULTRASSONOGRAFIA DE ABDÔMEN SUPERIOR 29 
18. ULTRASSONOGRAFIA - ABDOME TOTAL 30 
19. ULTRASSONOGRAFIA DE PAREDE ABDOMINAL 32 
20. ULTRASSONOGRAFIA DE APARELHO URINÁRIO 33 
21. ULTRASSONOGRAFIA DE BOLSA ESCROTAL/ TESTÍCULO 34 
22. RADIOGRAFIA PANORAMICA 35 
23. ESOFAGOGASTRODUODENOSCOPIA 36 
24. COLONOSCOPIA (COLOSCOPIA) 37 
REFERÊNCIAS 41 
 
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5QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
4 
 
 
APRESENTAÇÃO 
 
O protocolo de regulação do acesso aos exames eletivos surge a partir da necessidade de 
processos estruturados e documentados da Regulação Assistencial na Secretaria Municipal de 
Betim, em que torna as regras claras de critérios de risco com atribuição de grau de prioridade no 
encaminhamento de cidadãos para acesso aos exames, e principalmente nortear esse acesso de 
forma a garantir a eficiente gestão do acesso por todos os envolvidos nesse processo. 
Em conformidade com as legislações do Sistema Único de Saúde (SUS), a Secretaria Municipal 
de Saúde de Betim elaborou o Protocolo para Regulação do Acesso aos Exames Eletivos da 
Rede SUS Betim, como uma orientação aos profissionais das Unidades Básicas de Saúde (UBS) 
quanto ao levantamento dos critérios de risco com atribuição do grau de prioridade na solicitação 
de exames de apoio diagnóstico. 
Este protocolo representa a busca incessante pela integralidade da atenção nos Serviços de Saúde 
de Betim, bem como tornar ágil o acesso aos exames do município de Betim. Reafirma a 
organização das RAS, onde as UBS’s são a porta de entrada preferencial do usuário e que se 
responsabilizam pela coordenação do cuidado dos cidadãos dos serviços de saúde. 
Este protocolo é produto da revisão e atualização, com base em evidencias, após reuniões 
técnicas e discussão entre diversos profissionais da Rede de Atenção a Saúde (RAS). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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6QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
5 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
 
A construção do Protocolo para Regulação do Acesso aos Exames Eletivos para regulação do faz 
parte da estratégia da Secretaria Municipal de Saúde de Betim para viabilizar o acesso aos 
exames eletivos não mais por ordem de chegada em uma fila de espera, mas por ordem de 
prioridade a partir da estratificação de risco de cada usuário SUS, priorizando aqueles com maior 
risco, diminuindo a possibilidade de agravamento e morte. 
As equipes da Atenção Primária a Saúde ao identificarem os usuários com demandas de exames 
de apoio diagnostico deverão estratificar os riscos, que constam neste protocolo: muito alto, alto, 
médio e baixo. 
A estratificação de risco é realizada a partir da identificação de diagnósticos, ou sinais/sintomas, 
iniciando pelos de mais alto para os de menor risco. Basta um diagnóstico ou sinal/sintoma para 
que seja estratificado no risco correspondente. 
Estabelece a estratificação de risco para adolescentes e adultos (a partir de 14 anos) e Crianças 
(ate 13 anos, 11 meses e 29 dias). 
O protocolo também estabelece pré-requisitos para solicitação eletiva, bem como a identificação 
de sinais/sintomas para atendimento de urgência e os respectivos pontos de atenção. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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7QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
6 
 
 
 
2. ALGORITMO DECISÓRIO 
 
 Profissional da Atenção Primária à Saúde identifica a necessidade de solicitação do 
exame para o usuário do SUS; 
 Profissional da Atenção Primária à Saúde aplica os critérios da estratificação de risco 
conforme o protocolo para o exame solicitado de acordo com o escore de classificação 
em muito alto risco (0), alto risco (1), médio risco (2) e baixo risco (3). 
 Conforme diretriz da Secretaria Municipal de Saúde, os profissionais de saúde 
devem realizar a Teleconsulta para qualquer nível de prioridade, antes do 
encaminhamento. 
3. TELESSAÚDE 
 
O Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes é integrado por gestores da saúde, instituições 
formadoras de profissionais de saúde e serviços de saúde do SUS. Como componente da 
Estratégia de Saúde Digital para o Brasil, tem como finalidade a expansão e melhoria da rede de 
serviços de saúde, sobretudo da Atenção Primária à Saúde (APS), e sua interação com os demais 
níveis de atenção fortalecendo as Redes de Atenção à Saúde (RAS) do SUS. 
O objetivo deste projeto é melhoria da qualidade do atendimento na Atenção Básica no Sistema 
Único de Saúde (SUS), com resultados positivos na resolubilidade do nível primário de atenção, 
integrando ensino e serviço por meio de ferramentas de tecnologias da informação que oferecem 
condições para promover a teleassistência e a teleducação. 
As Teleconsultorias, os Telediagnósticos, as Segundas Opiniões Formativas e as ações de Tele-
educação demandadas pelos profissionais de saúde do SUS poderão ser elaborados e respondidos 
por Teleconsultores do Núcleo de Telessaúde Técnico-Científico ou Ponto de Telessaúde . 
 Assim, a Secretaria Municipal de Saúde preconiza seja disponibilizado horário na agenda dos 
profissionais da Atenção Básica, para que o mesmo realize de forma programada as 
interconsultas com os especialistas do Telessaúde/Teleconsulta conforme treinamento realizado 
previamente. 
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8QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
7 
 
 
4. MONITORIZACAO AMBULATORIAL DE PRESSAO ARTERIAL (M.A.P.A) 
 
Código Tabela SUS: 02.11.02.005-2 
 
Consiste no exame que mede a pressão arterial a cada 20 minutos, durante 24 horas, para a 
obtenção do registro da pressão arterial durante a vigília e o sono, como também durante 
eventuais sintomas como tontura, dor no peito e desmaio. É feita a instalação do equipamento no 
paciente, que permanece com ele durante 24 horas. O equipamento é composto por um monitor 
leve e pequeno, colocado na cintura, conectado por um tubo plástico fino a uma braçadeiracolocada no braço não dominante, exceto se houver alguma contraindicação. A cada 20 minutos 
o monitor insufla a braçadeira e registra a pressão obtida. Após as 24 horas, o paciente retorna ao 
local do exame para retirada do equipamento. O monitor é conectado ao computador e um 
software especialmente construído para esta função desenha um gráfico das pressões registradas 
nas 24h. 
O exame deve ser realizado em um dia representativo da sua atividade diária. Assim, é 
fundamental manter as atividades rotineiras. Será fornecido ao paciente um impresso chamado 
“diário de atividades” onde devem ser anotados os horários em que dormiu, acordou, fez as 
refeições, assim como eventuais sintomas e atividades ou eventos importantes. 
4.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar: 
 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
4.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
Grau de 
Prioridade Critérios Clínicos 
1 Avaliação de hipertensão arterial de difícil controle em pacientes com lesão de órgãos-alvos e/ou outras 
comorbidades. 
1 Suspeita clínica de hipertensão secundária. Em caso de feocromocitoma a prioridade é muito alta(0). 
2 
Avaliação da eficácia terapêutica anti-hipertensiva: 
a) quando a PA casual permanecer elevada apesar da otimização do tratamento anti-hipertensivo para 
diagnóstico de hipertensão arterial resistente ou efeito do “avental branco”; ou 
b) quando a pressão arterial casual estiver controlada e houver indícios da persistência, ou progressão de 
lesão de órgãos-alvo; 
2 Suspeita de hipertensão do “avental branco”; 
2 Avaliação de normotensos com lesões de órgão-alvo, ou seja, identificação de hipertensão mascarada. 
2 Avaliação de disfunção autonômica com sintomas tais como hipotensão postural, síncope e lipotímia. 
3 Triagem e seguimento na apneia obstrutiva do sono 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
35 -3 912 28 35 -3 912 28
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ATOS DO EXECUTIVO
 
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4.3 Pré-Requisitos 
Descrever na solicitação: 
 História clínica, idade, exame físico e queixa principal que motivou a solicitação; 
 Medicamentos em uso com posologias; 
 Tratamentos prévios; 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas; 
 Laudo de exames prévios com data, se houver: Raio-X simples, ECG, ECO, Holter, Teste 
Ergométrico, entre outros. 
 
4.4 Contraindicações para a Solicitação 
Limitações para realização do exame: 
 Braços com dificuldade do ajuste adequado do manguito; 
 Valores muito elevados da PAS; 
 Situações clínicas associadas a distúrbios do movimento, como Parkinson; 
 Arritmias cardíacas (fibrilação atrial, flutter atrial, extrassístoles ventriculares 
frequentes); 
 Desconforto do método, principalmente à noite. 
5. MONITORAMENTO PELO SISTEMA HOLTER 24 HS (3 CANAIS) 
 
Código Tabela SUS: 02.11.02.004-4 
Consiste no exame que registra a atividade elétrica do coração e suas variações durante 24 horas 
por meio de um monitor portátil. São usados de três a oito eletrodos, conforme o modelo do 
aparelho, aderidos ao corpo em posições determinadas pelo fabricante do aparelho e seguindo 
protocolos que possam ser reproduzidos em outros serviços para comparação dos resultados em 
exames futuros. Estes eletrodos são conectados por fios a um receptor o qual registra a atividade 
elétrica cardíaca durante todo o período de um dia inteiro e uma noite, em que está conectado. Os 
pacientes são solicitados a registrar suas atividades em um diário fornecido pelo serviço de saúde 
que instala o aparelho e busca comparar as atividades do paciente com seus sintomas. Quando o 
aparelho é retirado do paciente, os dados captados são transferidos para um computador, para 
serem analisados posteriormente pelo especialista. 
35 -3 912 28
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ATOS DO EXECUTIVO
 
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5.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
 
5.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
Grau de 
Prioridade Critérios Clínicos 
0 Avaliação de pacientes sintomáticos após ablação por cateter 
0 Avaliação pós-PCR de etiologia cardíaca 
1 Avaliar sintomas possivelmente relacionados a arritmias: palpitações, síncope, pré-síncope, 
dispneia e precordialgia. 
1 
Detectar e/ou avaliar a isquemia miocárdica nos casos de: suspeita de angina vasoespástica, 
angina instável, dor precordial em pacientes incapazes de realizar teste ergométrico, pós- 
IAM, em pós-revascularização do miocárdio e em pré-reabilitação física. 
2 Estratificação de risco para arritmias e morte súbita em pacientes pós-infarto agudo do 
miocárdio (IAM). 
2 Avaliação do paciente quando há toxicidade e interação medicamentosa no uso de 
antiarrítmicos. 
2 Avaliação de marca-passo e cardiodesfibrilador implantado (CDI). 
2 Insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e miocardiopatias com sinais e sintomas sugestivos 
de arritmia cardíaca. 
2 Detecção de isquemia silenciosa pós-trombólise ou IAM 
3 Fadiga, mal-estar indefinido e tontura com exame clínico sugestivo de etiologia cardíaca. 
3 Valvopatias e Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) com sinais e sintomas sugestivos de 
arritmia cardíaca. 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
5.3 Pré-requisitos 
Descrever na solicitação: 
 História clínica, idade, exame físico e queixa principal que motivou a solicitação; 
 Medicamentos em uso com posologias; 
 Tratamentos prévios; 
 Laudo ECG (com data do exame); 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas; 
 Laudo de exames prévios com data ,se houver: Teste ergométrico, ecocardiograma, 
mapa, holter e outros. 
 
35 -3 912 28 35 -3 912 28
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6. ECOCARDIOGRAFIA TRANSTORÁCICA / ECODOPPLER 
 
Código Tabela SUS: 02.05.01.003-2 
 
Ecocardiograma é um exame muito utilizado em cardiologia para o diagnóstico das doenças do 
coração e avaliação cardíaca não invasiva que permite o estudo anatômico e funcional. É um 
exame complementar de diagnóstico que se baseia na utilização de ultrassons para obter imagens 
em movimento do coração e dos vasos sanguíneos. 
 
 
6.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
 
 
6.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
Grau de 
Prioridade Critérios Clínicos 
0 Suspeita de Tromboembolismo pulmonar (TEP) agudo 
0 Paciente criticamente enfermo ou politraumatizado 
0 Avaliação de cardiotoxicidade por quimioterápicos 
0 Massas cardíacas e tumores intracardíacos 
0 Endocardite infecciosa 
0 Disfunção ventricular esquerda aguda de qualquer etiologia 
0 Eventos cardioembólicos agudos 
0 Doenças aguda da aorta torácica 
0 Avaliação de cardiopatias da gestação 
1 Doença arterial coronariana (DAC) 
1 Dor torácica com suspeita de etiologia cardíaca 
1 Avaliação de Valvopatias e de próteses valvares 
1 Avaliação pós-transplante cardíaco 
1 Disfunção ventricular esquerda crônica de qualquer etiologia 
1 Cardiopatias congênitas 
1 Doença do pericárdio 
1 Síncope com exame físico cardiológico alterado ou arritmias 
1 Insuficiência cardíaca congestiva (ICC) 
1 Cardiomiopatia 
2 Avaliação de sopro cardíaco 
2 Doenças sistêmicas com envolvimento cardíaco ou terapêuticas com potencial cardiotóxico 
2 Hipertensão arterial sistêmica (HAS) 
2 Acompanhamento de hipertensão pulmonar crônica e ou doenças pulmonares 
2 Controle de eventos cardioembólicos prévios 
2 Doenças crônica da aorta torácica, artéria pulmonar e das veias cavas e pulmonares 
3 Rotina cardiológica em pacientes assintomáticos para atividade atlética de alta performance 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa(3) 
35 -3 912 28
12QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
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Observações: prioridade pra pacientes com: 
 ECG alterado; 
 Uso de medicações cardiotônicas; 
 Paciente pós-infarto; 
 Pós-cirurgia cardíaca; 
 Menores de 05 anos e maiores de 65 anos. 
 
6.3 Pré-requisitos 
Descrever na solicitação: 
 História clínica, a idade, exame físico e queixa principal que motivou a solicitação, 
sintomas, tipo de angina e/ou dispneia (pequenos, moderados ou grandes esforços ou 
repouso), tratamento prévio (angioplastia, revascularização); 
 Medicações em uso com posologias; 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas; 
 Fatores de risco (HAS, diabetes, dislipidemia, tabagismo); 
 Laudo de exames com data: ECG e/ou RX; 
 Laudo de exames prévios ,se houver: Teste Ergométrico, Ecocardiograma e holter. 
7. TESTE DE ESFORCO / TESTE ERGOMETRICO 
 
Código Tabela SUS: 02.11.02.006-0 
 
Consiste em exame complementar para diagnóstico de doenças cardiovasculares. São colocados 
eletrodos no peito do paciente para registro por meio de eletrocardiograma (ECG) antes da prova 
física na esteira ou bicicleta ergométrica e iniciar o exame para que seja observado o 
comportamento da frequência cardíaca e da pressão arterial durante o estado de repouso e 
esforço. O teste oferece dados sobre o funcionamento cardiovascular quando o coração é 
submetido a esforço físico de forma gradual e crescente e avalia o desempenho e a capacidade 
dos vasos do coração aumentarem o fluxo sanguíneo conforme a intensidade do esforço, avaliar 
a capacidade cardiorrespiratória e verificar a existência de arritmias, isquemia miocárdica e 
doença arterial coronariana. Deve ser levado em conta idade e limitações físicas do paciente. O 
paciente é monitorado e o movimento começa lentamente e aos poucos a velocidade aumenta. 
Depois que o esforço máximo for alcançado, o movimento é progressivamente desacelerado para 
a fase de desaquecimento. O exame deve ser interrompido ao concluir o protocolo de esforço 
proposto, ao atingir a frequência cardíaca submáxima prevista, ou paciente apresente grande 
cansaço, exaustão, a pressão elevar ou baixar abruptamente, assim como alterações no ritmo 
cardíaco e anormalidades cardiovasculares. 
35 -3 912 28 35 -3 912 28
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ATOS DO EXECUTIVO
 
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7.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
 
7.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
Grau de 
Prioridade Critérios Clínicos 
1 Investigação de Doença Arterial Coronariana (DAC)em indivíduos hipertensos ou com mais de um 
fator de risco 
2 Arritmias 
2 Pré-operatório de cirurgias não-cardíacas (pacientes de risco intermediário ou alto para 
complicações cardiovasculares com programação de cirurgia vascular arterial) 
3 Assintomáticos com história familiar de DAC precoce ou morte súbita 
3 Avaliação da capacidade funcional de indivíduos com valvopatia leve a moderada para esclarecer 
sintomas 
3 Avaliação cardiológica em atletas 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
7.3 Pré-requisitos 
Descrever na solicitação: 
 História clínica, idade, exame físico e queixa principal que motivou a solicitação; 
 Medicamentos em uso com posologias; 
 Tratamentos prévios; 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas; 
 Laudo de exames prévios com data, se houver: Teste ergométrico, ecocardiograma, 
mapa, holter e outros. 
 
 
 
7.4 Contraindicações para a Solicitação 
Contraindicações Gerais: 
 Embolia pulmonar; 
 Intoxicação medicamentosa; 
 Limitação física ou emocional; 
 Enfermidade aguda, febril ou grave; 
 Distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos não corrigidos. 
35 -3 912 28
14QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
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Contraindicações Relativas: 
 Dor torácica aguda; 
 Estenoses valvares moderadas e graves em assintomáticos; 
 Insuficiências valvares graves; 
 Taquiarritmias, bradiarritmias e arritmias ventriculares complexas; 
 Afecções não-cardíacas capazes de agravamento pelo TE e/ou de impedimento para 
realização do TE; 
 
Condições de alto risco (o exame deverá ser realizado após avaliação de risco/benefício): 
 IAM não complicado; 
 Angina instável estabilizada; 
 Lesão conhecida e tratada de tronco de coronária esquerda ou equivalente; 
 Arritmias ventriculares complexas; 
 Arritmias com repercussões clínicas e hemodinâmicas sob controle; Síncope por provável 
etiologia arritmogênica ou bloqueio atrioventricular de alto grau; 
 Presença de desfibrilador implantado (CDI); 
 ICC classe III (NYHA); 
 Lesões valvares estenóticas moderadas e graves em indivíduos assintomáticos e nas 
insuficiências valvares graves; 
 Hipertensão pulmonar; 
 Cardiomiopatia hipertrófica não obstrutiva; 
 Insuficiência respiratória, renal ou hepática. 
8. ULTRASSONOGRAFIA TRANSVAGINAL 
 
Código Tabela SUS 02.05.02.018-6 
Consiste no exame diagnóstico realizado pela vagina, com a bexiga vazia, onde o transdutor 
(aparelho introduzido suavemente na vagina) tem um calibre fino, adequado para o exame, e é 
protegido por preservativo e um gel lubrificante. Capta imagens de todo o aparelho reprodutor e 
faz avaliação dos órgãos genitais internos (útero e ovários) quanto a sua normalidade, 
identificando eventuais patologias ou uma gravidez. Não pode ser realizado em mulheres 
virgens. 
35 -3 912 28 35 -3 912 28
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ATOS DO EXECUTIVO
 
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8.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
Enfermeiros Obstétricos e da Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
Atenção: Os Enfermeiros podem solicitar a ultrassonografia transvaginal obstétrica do 1° 
trimestre (6ª - 12ª semana de gestação) e para avaliação do posicionamento do DIU pós-parto / 
pós-aborto. 
 
8.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
Grau de 
Prioridade 
Critérios Clínicos 
1 Acompanhamento do tratamento conservador de gestação tubária 
1 Avaliação de sinais, sintomas ou sequelas de infecção pélvica (por ex. abscesso tubo-ovariano, 
hidrossalpinge) 
1 Avaliação, acompanhamento de massa pélvica; cistos ovarianos, tumores na pré e pós-
menopausa e, na suspeita desses, em qualquer fase de vida da mulher 
1 Avaliação de sangramento uterino anormal na menacme, na pré e pós-menopausa 
1 Avaliação de sangramento uterino na gestação (1º Trimestre , entre 11 a 14 semanas, gravidez 
ectópica) 
1 Acompanhamento ou caracterização adicional de anormalidade detectada anteriormente; 
1 Avaliação de complicação após cirurgia pélvica, parto ou aborto; orientação para 
procedimentos intervencionistas ou cirúrgicos, avaliação pré e pós-operatória das estruturas 
pélvicas 
1 Investigação do assoalho pélvico na avaliação de mulheres com prolapso de órgão pélvico e 
incontinência urinária ou anal, bem como avaliação de divertículos uretrais, intussuscepção 
retal, localização da tela e volume residual de urina 
2 Avaliação de anormalidades endócrinas com repercussão no ciclo menstrual (amenorreia 
primária ou secundária não relacionada à gravidez; síndrome do ovário policístico) 
2 Avaliação da dor pélvica aguda e crônica; dismenorreia intensa 
2 Para controle de ovulação em pacientes que desejam engravidar ou que estejam fazendo 
tratamento de infertilidade 
2 Avaliação, quando há exame clínico pélvico limitado 
2 Avaliação da localização de DIU pós-inserção 
2 Anomalias congênitas uterinas, gonadais ou do trato genital inferior 
2 Dismenorreia crônica 
2 Avaliação de amenorreiaprimária ou secundária não relacionada à gravidez 
3 Acompanhamento do tratamento de terapia de reposição hormonal na pré e pós-menopausa 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
 
35 -3 912 28
16QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
15 
 
 
 
8.3 Pré-requisitos 
Descrever na solicitação: 
 História clínica e exame físico com queixa principal que motivou a solicitação, a idade e 
a presença ou não de complicações ou doenças associadas, medicações em uso com 
posologia, tratamentos já realizados e resposta aos mesmos, presença ou não de 
complicações ou doenças associadas; 
 Nos casos de sangramento uterino anormal, excluir uso irregular de anticoncepcional 
hormonal e drogas que interfiram na absorção do mesmo; 
 Nos casos de dor pélvica crônica, excluir as causas infecciosas; 
 Descrever o laudo de exames anteriores: US prévio, se houver; 
 Hipótese diagnóstica (CID 10). 
 
8.4 Contraindicações para a Solicitação 
 
 Mulheres sem condições de realizar exame endovaginal (vaginas atróficas e outras 
condições que impedem a via vaginal); 
 USG transvaginal é contraindicada em mulheres virgens. 
 
8.5 Protocolos Assistenciais e/ou Linhas de Cuidado que incorporam o Procedimento 
 
● Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-
Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília: Ministério da Saúde, 2016. 
● Circular Saúde da Mulher/DIOP 047/2019 Referência ginecológica por Unidade Básica e 
critérios para encaminhamento. 
● Atenção à Saúde da Gestante: Critérios Para Estratificação de Risco e Acompanhamento 
da Gestante. Secretaria de Estadual de Saúde de Minas Gerais, 2016. 
9. ULTRASSONOGRAFIA PÉLVICA (GINECOLÓGICA) 
Cód. Tabela SUS 02.05.02.016-0 
Consiste num procedimento não invasivo realizado por via abdominal, região suprapúbica, que 
serve para observar os órgãos no interior da pélvis (útero, ovários e trompas, além das artérias e 
veias da região) confirmando anormalidade nos órgãos pélvicos ou identificando a presença de 
alterações. 
35 -3 912 28 35 -3 912 28
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ATOS DO EXECUTIVO
 
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A realização de avaliação pós-miccional da bexiga não é rotineiramente executada, porém pode 
ser incluída, à critério do médico executante, em respeito à indicação clínica ou, ainda, quando 
explicitamente solicitada no pedido médico. Será indicado quando não for possível realização 
pela via vaginal. 
 
 
9.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
 
9.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
Grau de 
Prioridade Critérios Clínicos 
1 Acompanhamento ou caracterização adicional de anormalidades detectada 
anteriormente 
1 Avaliação de sinais, sintomas ou sequelas de infecção pélvica (por ex. abscesso tubo-
ovariano, hidrossalpinge) 
1 Avaliação, acompanhamento de massa pélvica; cistos ovarianos, tumores na pré e pós-
menopausa e na suspeita desses em que fase de vida da mulher 
1 Avaliação de sangramento uterino anormal na menacme, na pré e pós-menopausa 
1 Anomalias congênitas uterinas, gonadais ou do trato genital inferior 
1 Investigação de massa pélvica identificada ao exame físico, ou miomas ou massas 
pélvica volumosas 
2 Avaliação de anormalidades endócrinas com repercussão no ciclo menstrual 
(Amenorreia primária ou secundária não relacionada a gravidez; Síndrome do ovário 
policístico) 
2 Avaliação da Dor pélvica aguda e crônica; dismenorreia intensa 
2 Avaliação , quando há exame clínico pélvico limitado 
3 Acompanhamento do Tratamento de TH na pré e pós menopausa 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
9.3 Pré-Requisitos 
Descrever na solicitação: 
 Idade do paciente, história clínica com queixa principal que motivou a solicitação; 
 Exame físico com descrição do local/órgão a ser examinado com as alterações 
encontradas; 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas; 
 Medicações em uso; 
35 -3 912 28
18QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
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 Resultado e data de exames anteriores: EAS; RX simples, conforme o caso; USG prévio, 
se houver; 
 Hipótese diagnóstica (CID 10). 
 
9.4 Contraindicações para a Solicitação 
 
Quando não há condições de reter urina para realização do exame. 
 
9.5 Protocolos Assistenciais e/ou Linhas de Cuidado que incorporam o Procedimento 
 
 Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-
Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília: Ministério da Saúde, 2016. 
 Circular Saúde da Mulher/DIOP 047/2019 Referência ginecológica por Unidade Básica e 
critérios para encaminhamento. 
 Atenção à Saúde da Gestante: Critérios Para Estratificação de Risco e Acompanhamento 
da Gestante. Secretaria de Estadual de Saúde de Minas Gerais, 2016. 
 
9.6 Observações 
 
As solicitações que não se enquadrem neste protocolo só poderão ser atendidas mediante as 
devidas justificativas clínicas para diagnóstico ou seguimento e consenso entre solicitante e 
médico regulador local ou de instância superior. 
10. ULTRASSONOGRAFIA OBSTÉTRICA 
 
Código Tabela SUS: 02.05.02.014-3 
 
Exame de imagem em tempo real que permite o diagnóstico de gravidez, da viabilidade da 
gravidez, a determinação da idade gestacional e do tamanho do feto, assim como o diagnóstico 
de malformações fetais. Auxiliar o acompanhamento do crescimento do feto, o planejamento dos 
exames pré-natais e a previsão da data do parto. Nele são realizadas medidas fetais, avaliação 
dos órgãos internos do feto, da placenta e da quantidade de líquido amniótico, incluindo as 
gestações múltiplas, avaliação do perfil biofísico fetal. 
 
 
35 -3 912 28 35 -3 912 28
19QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
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10.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
Enfermeiros Obstétricos e da Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde de Betim 
médicos, 
 
10.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
Grau de 
Prioridade 
Critérios Clínicos 
1 1º trimestre da gestação: determinação da idade gestacional, detectar precocemente gestações 
múltiplas e malformações fetais 
1 3º trimestre da gestação: avaliação do crescimento fetal, do líquido amniótico e localização da 
placenta 
1 Seguimento de amniorrexe prematura confirmada 
1 Incompetência istmo-cervical 
1 Mola hidatiforme 
1 Crescimento Intrauterino Retardado (CIUR) 
1 Lúpus eritematoso sistêmico 
1 Macrossomia fetal 
1 Oligodrâmnio ou Polidrâmnio 
1 Gestante com crises epilépticas (uso de drogas teratogênicas) 
 1 Acompanhamento do bem estar fetal em gestações com comorbidades que podem comprometer 
crescimento fetal 
 1 Avalição bem-estar fetal, volume de líquido amniótico 
 1 Sangramento na gestação e outras alterações ou intercorrências que necessitem avaliar 
vitalidade, comprometimento e bem-estar fetal 
 1 Translucência nucal como parte da triagem de aneuploidia é normalmente medida entre 10 + 3 e 
13 + 6 semanas de gestação. 
1 Diabetes gestacional 
1 Doença hipertensiva específica da gestação (DHEG) 
1 Seguimento das síndromes hemorrágicas da gestação 
1 Seguimento das complicações tardias das “STORCH” (AIDS, toxoplasmose, rubéola, 
citomegalovírus e herpes) 
1 História de parto prematuro anterior para medida de espessura do colo uterino 
1 Gestante obesa grau 3 
1 Seguimento de gravidez múltipla 
 1 Se um único exame de triagem é realizado, o tempo ideal é de 18 a 20 semanas de gestação 
 1 Primeiro trimestre: confirmação da atividade cardíaca, idade gestacional, determinação do 
número de fetos e identificação precoce de anomalias fetais 
 1 Segundo trimestre: avaliação de anomalias fetais e placentação anormal 
1 Terceiro trimestre: avaliaçãodo crescimento e bem-estar fetal 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
 
35 -3 912 28
20QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
19 
 
 
10.3 Pré-Requisitos 
 
Descrever na solicitação: 
 Data da última menstruação (DUM) ou DUM incerta, na primeira consulta; 
 Exame obstétrico para rotina pré-natal; 
 Idade gestacional calculada; 
 Resultado do B- HCG com data do exame; 
 Resultado de USG prévio com data do exame, se houver; 
 Gestação entre 12 e 22 semanas (morfológicas); 
 Dados relevantes da história clínica e do exame físico e hipótese diagnostica (CID-10); 
 Intercorrências obstétricas: História de sangramento no primeiro trimestre; altura uterina 
discrepante com a idade gestacional; 
 Dados obstétricos que possam configurar a necessidade de prioridades: Gestante com 
dados obstétricos de sofrimento fetal, Crescimento Intrauterino Retardado (CIUR), 
ausência de batimentos cardíacos fetais (BCF), etc. 
 
 
 10.4 Protocolos Assistenciais e/ou Linhas de Cuidado que incorporam o Procedimento 
 
 Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-
Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília: Ministério da Saúde, 2016. 
 Circular Saúde da Mulher/DIOP 047/2019 Referência ginecológica por Unidade Básica e 
critérios para encaminhamento. 
 Atenção à Saúde da Gestante: Critérios Para Estratificação de Risco e Acompanhamento 
da Gestante. Secretaria de Estadual de Saúde de Minas Gerais, 2016. 
 
10.5 Observações 
 Primeiro trimestre: período ideal de realização do exame entre 11 e 14 semanas. 
 Segundo trimestre: período ideal de realização do exame entre 18 e 24 semanas. 
 Terceiro trimestre: análise morfológica: taxa de detecção de 30% ou menos. 
 O ultrassom morfológico de 3º trimestre somente deverá ser solicitado quando da 
suspeita de malformação diagnosticada em ultrassonografia obstétrica. 
 
 
 
 
 
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10.6 Indicações para a ultrassonografia 
 
Ultrassonografia do primeiro trimestre 
 
 Para confirmar a presença de gravidez intrauterina; 
 Avaliar suspeita de gravidez ectópica; 
 Avaliar sangramento vaginal; 
 Avaliar dor pélvica; 
 Estimar a idade gestacional; 
 Para diagnosticar ou avaliar várias gestações (por exemplo, corioamnionicidade); 
 Para confirmar a atividade cardíaca; 
 Como auxiliar na amostragem de vilosidades coriônicas, transferência de embriões ou 
localização e remoção de um dispositivo intrauterino; 
 Avaliar determinadas anomalias fetais, como anencefalia, anormalidades nos membros, 
inserção anormal do cordão abdominal fetal; 
 Avaliar massas pélvicas ou anexas maternas ou anormalidades uterinas; 
 Para rastrear aneuploidia fetal (por exemplo, medir a translucência nucal); 
 Avaliar suspeita de mola hidatiforme ou outra doença trofoblástica gestacional. 
 
Ultrassonografia do segundo e terceiro trimestres 
 
 Triagem de anomalias fetais; 
 Avaliação da anatomia fetal; 
 Estimação da idade gestacional; 
 Avaliação do crescimento fetal; 
 Avaliação de sangramento vaginal; 
 Avaliação da dor abdominal ou pélvica; 
 Avaliação do comprimento cervical; 
 Determinação da apresentação fetal; 
 Avaliação de suspeita de gestação múltipla; 
 Adjunto de amniocentese ou outro procedimento; 
 Avaliação de discrepância significativa entre o tamanho uterino e as datas clínicas 
 Avaliação de massa pélvica; 
 Avaliação de suspeita de mola hidatiforme ou outra suspeita de doença trofoblástica 
gestacional; 
 Adjunto à colocação de cerclagem cervical; 
 Suspeita de gravidez ectópica; 
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 Suspeita de morte fetal; 
 Anormalidades uterinas suspeitas; 
 Avaliação do bem-estar fetal; 
 Suspeitas de alterações no líquido amniótico; 
 Suspeita de descolamento de placenta; 
 Adjunto à versão cefálica externa; 
 Avaliação da ruptura pré-laboral de membranas ou parto prematuro; 
 Avaliação de marcadores bioquímicos anormais; 
 Avaliação de acompanhamento de anomalia fetal; 
 Avaliação / acompanhamento da aparência e localização da placenta, incluindo suspeita 
de placenta prévia, vasa prévia e placenta anormalmente aderente; 
 História de anomalia congênita prévia; 
 Avaliação da condição fetal em registrantes tardios para o pré-natal; 
 Avaliação de descobertas que podem aumentar o risco de aneuploidia. 
 
Reproduzido com permissão de: Ultrassom na gravidez. Boletim da prática n ° 175. Colégio Americano de 
Obstetras e Ginecologistas. Obstet Gynecol 2016; 128: e241-56. Gráfico 58590 Versão 7.0 
 
11. ULTRASSONOGRAFIA OBSTÉTRICA COM DOPPLER 
 ULTRASSONOGRAFIA OBSTÉTRICA COLORIDO E PULSADO - Cód. Tabela SUS 
02.05.02.015-1 
 
 ULTRASSONOGRAFIA DOPPLER DE FLUXO OBSTÉTRICO - Cód. Tabela SUS 
02.05.01.005-9 
 
Estudar a maioria dos principais sistemas circulatórios fetais, particularmente útil na avaliação 
do estado funcional do sistema cardiovascular fetal, do fluxo sanguíneo fetoplacentário e 
uteroplacentário. Avalia o crescimento e vitalidade fetal com a utilização do recurso do doppler 
colorido. Permite a análise básica da anatomia fetal, a avaliação cardíaca das artérias umbilicais, 
das artérias renais e inserção do cordão umbilical. Incluindo as gestações múltiplas. O doppler 
pulsado permite a análise da função placentária pelo cálculo do índice de pulsatilidade da artéria 
umbilical e cerebral média. Também é possível a avaliação dos índices de resistência e 
pulsatilidade das artérias uterinas que podem predizer a presença de pré eclâmpsia. O sentido do 
fluxo é codificado pelas cores azul e vermelha. A imagem em cores é sobreposta à imagem em 
escala de cinzas no plano bidimensional da ultrassonografia em tempo real, permitindo 
identificar o fluxo e o sentido do sangue. 
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11.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
 
11.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
Grau de 
Prioridade 
Critérios Clínicos 
1 Avaliação fetal de gestações que cursem com diabetes e/ou hipertensão 
1 História pregressa de má formação congênita e/ou aneuploidia 
1 Uso de drogas teratogênicas 
1 Suspeita de infecções congênitas (toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus) 
1 Incompatibilidade ABO/Rh, com Coombs indireto positivo 
1 História pregressa obstétrica com aborto de repetição, prematuridade 
1 Gestação associada a comorbidade com potencial de comprometimento fetal 
1 Avaliação do bem-estar fetal em gestações complicadas por restrição do crescimento fetal 
1 Avaliação da interface materno-placentária na avaliação diagnóstica do espectro da placenta acreta 
2 Idade materna maior ou igual a 35 anos; e paterna maior ou igual a 55 anos 
1 Gestação múltipla 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
11.3 Pré-Requisitos 
 
Descrever na solicitação: 
 Data da última menstruação (DUM) ou DUM incerta, na primeira consulta; 
 Idade gestacional calculada; 
 Dados relevantes da história clínica e do exame físico, hipótese diagnóstica (CID-10); 
Sangramento no primeiro trimestre; Altura uterina discrepante com a idade gestacional; 
 Resultado de USG prévio com data do exame, se houver; 
 Resultado do B- HCG com data do exame. 
 
Prioridades: Gestante com dados obstétricos de sofrimento fetal, CIUR, ausência de BCF, etc 
 
 
11.5 Protocolos Assistenciais e/ou Linhas de Cuidado que Incorporam o Procedimento 
● Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-
Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília: Ministério da Saúde, 2016. 
● Circular Saúde da Mulher/DIOP 047/2019 Referência ginecológica por UnidadeBásica e 
critérios para encaminhamento. 
● Atenção à Saúde da Gestante: Critérios Para Estratificação de Risco e Acompanhamento 
da Gestante. Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, 2016. 
 
 
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12. ULTRASSONOGRAFIA DAS MAMAS 
 
Ultrassonografia mamária bilateral - cód. Tabela SUS 02.05.02.009-7: consiste num 
procedimento não invasivo que possibilita identificar lesões na mama, suas medidas, morfologia 
e avaliar o grau de suspeição de malignidade. Inclui avaliação das glândulas mamárias (avaliação 
da sua ecotextura, pesquisa e caracterização de nódulos ou outras lesões focais). Não inclui o 
estudo das regiões axilares, o que deve ser solicitado especificamente no pedido médico 
(incluindo lateralidade). O estudo com doppler não está incluído neste tipo de exame, devendo 
ser solicitado especificamente no pedido médico quando sua realização for necessária. 
Ultrassonografia axilas - Não possui código na tabela SUS consiste num procedimento não 
invasivo que possibilita identificar lesões nas axilas, sua morfologia e avaliar o grau de suspeição 
de malignidade. Inclui avaliação das glândulas mamárias, quando estende até as axilas (avaliação 
da sua ecotextura, pesquisa e caracterização de nódulos ou outras lesões focais), embora seja 
possível identificar linfonodos suspeitos, a US de mama e axila não contempla o estudo dos 
linfonodos, o que deve ser solicitado especificamente no pedido médico (incluindo lateralidade). 
12.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
 12.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
Grau de 
Prioridade 
Critérios Clínicos 
1 
Diferenciar e caracterizar nódulos sólidos e cistos identificados pelo exame clínico em mulheres 
com idadeCritérios Clínicos 
1 Suspeita de anomalias uterinas congênitas (por exemplo: útero septado, bicornulado ou 
unicornulado) 
1 Alterações das trompas (obstrução das trompas de falópio, dilatação (hidrossalpinge) e aderências 
ao redor, bem como sinéquias uterinas, lesões intracavitárias e septos) 
1 Avaliação da infertilidade 
3 
Planejamento de pré-procedimento (antes da realização de outros procedimentos histeroscópicos: 
miomectomia, ressecção de adesão e ressecção do septo, se beneficiam do HSG do pré-
procedimento para identificar a localização e o tamanho das lesões para ressecção) 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
14.3 Pré-Requisitos 
 
 Idade da paciente, história clínica com queixa principal que motivou a solicitação; 
 Exame físico com descrição das alterações encontradas; 
 Medicações em uso com posologia; 
 Tratamentos já realizados e resposta aos mesmos; 
 Resultado e data de exames anteriores, se houver; 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas e hipótese diagnóstica (CID 10). 
 
 
14.4 Contraindicações para a Solicitação 
 
Gravidez, sangramento vaginal não diagnosticado ativo, infecção pélvica ativa (mesmo se o 
paciente estiver recebendo antibioticoterapia) e histórico de uma reação grave ao contraste 
iodado. A menstruação ativa é uma contraindicação relativa. 
 
 
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14.5 Observações 
 
HSG é realizado após o pico da menstruação, mas antes do dia 12 do ciclo (ou seja, dias 6 a 11 
do ciclo). 
Medicação para a dor não é necessária antes do procedimento. 
Antibióticos profiláticos não são indicados, a menos que a mulher tenha um histórico de doença 
inflamatória pélvica (DIP) ou se o estudo demonstrar tubos dilatados ou derramamento contido 
na cavidade peritoneal. Dessa forma, a antibioticoterapia é iniciado no momento do exame. 
Após o HSG, câimbras leves, vazamento de contraste e uma pequena quantidade de sangramento 
da vagina são comuns por um dia ou dois. As atividades usuais podem ser retomadas 
imediatamente. Sangramento intenso, febre ou dor intensa não são normais e requerem avaliação 
para uma possível complicação. 
15. ULTRASSONOGRAFIA DE ARTICULAÇÃO 
 
Código Tabela SUS: 02.05.02.006-2 
Consiste em procedimento não invasivo, que não utiliza radiação ionizante, sendo um importante 
meio de diagnóstico por imagem na avaliação das alterações das estruturas articulares e da 
musculatura associada à articulação. 
15.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
 
Médicos e Odontologistas da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
 
15.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
Grau De 
Prioridade 
Critérios Clínicos 
1 Artrite séptica 
1 Derrames articulares 
1 Tendinites 
2 Lesão por esforço repetido (LER/DORT) 
2 Bursites 
2 Espessamento de bainha tendinosa de qualquer natureza 
2 Lesão muscular e tendinosa 
2 Metatarsalgias 
2 Disfunção da Articulação temporomandibular 
3 Cistos Sinoviais 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
15.3 Pré-Requisitos 
 
Descrever na solicitação: 
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 A idade do paciente; 
 História clínica com exame físico e queixa principal que motivou a solicitação e a 
presença ou não de complicações ou doenças associadas; 
 Resultado de exames anteriores como RX, USG, RM, se houver; 
 Identificar a lateralidade. 
 
 
16. ULTRASSONOGRAFIA TRANSFONTANELA 
 
Código Tabela SUS: 02.05.02.017-8 
É a técnica de escolha para a avaliação encefálica de neonatos e de lactentes, até o fechamento 
da fontanela anterior. É um método diagnóstico importante no diagnóstico e no seguimento de 
hemorragias intracranianas e lesões hipóxico-isquêmicas, no diagnóstico de malformações 
congênitas encefálicas, infecções congênitas e adquiridas e na avaliação e controle de 
hidrocefalia. 
 
16.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim, preferencialmente das 
especialidades pediatria, neonatologia, neurologia e neurocirurgia. 
 
 
16.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
GRAU DE 
PRIORIDADE 
CRITÉRIOS CLÍNICOS 
1 Detecção de lesões encefálicas como hemorragias e lesões hipóxico-isquêmicas 
1 Investigação de toco-traumatismo 
1 Investigação de infecções congênitas e adquiridas 
2 Detecção e controle de hidrocefalia 
2 Investigação de malformações congênitas 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
Prioridades: Menores de 01 ano Portadores de válvulas de derivação ventrículo-peritoneal e 
Pacientes falcemicos (SS). 
 
16.3 Pré-Requisitos 
 
Descrever na solicitação: 
 
 A idade do paciente; 
35 -3 912 28
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 História clínica detalhada, exame físico com avaliação detalhada do desenvolvimento 
neuropsicomotor (DNPM), perímetro cefálico; 
 Resultados de exames anteriores, se houve. 
 
 
17. ULTRASSONOGRAFIA DE ABDÔMEN SUPERIOR 
 
Código Tabela SUS 02.05.02.003-8 
Outras Denominações do Procedimento: US De Fígado e Vias Biliares / US Abdominal 
Superior De Fígado, Vesícula e Vias Biliares. 
 
É o exame por ultrassom que possibilita detectar lesões pequenas no parênquima hepático e 
dilatações nas vias biliares. Mostra com precisão a vesícula biliar e as condições da parede, bem 
como a dilatação do colédoco e presença ou não de cálculos. No pâncreas possibilita detecção de 
processos inflamatórios agudos e crônicos, cistos e pseudocistos, tumores, anomalias congênitas 
e traumatismo. Identifica tumores abdominais de conteúdo líquido ou sólido, bem como a 
presença de metástases hepáticas ou esplênicas e o aneurisma de aorta, e estudar a veia cava 
inferior em toda a sua extensão nesta cavidade. No retroperitônio identifica lesões sólidas ou 
coleções líquidas. No sistema urinário permite identificar os diferentes tipos de tumores, 
hidronefrose e doenças policísticas. 
 
 
17.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
 
17.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
GRAU DE 
PRIORIDADE 
CRITÉRIOS CLÍNICOS 
0 Tumores 
1 Colelitíase com colecistite e dor intensa 
1 Hepatopatias 
2 Acompanhamento de doenças crônicas de recém-nascidos 
2 Colelitíase 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
17.3 Pré-Requisitos 
 
Descrever na solicitação: 
 
35 -3 912 28 35 -3 912 28
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 História clínica detalhada, idade, exame físico e queixa principal que motivou a 
solicitação; 
 Medicamentos em uso com posologia; 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas; 
 Laudo de exames prévios com data com data, se houver, como Raio-X simples de 
abdome, exames laboratoriais e USG. 
 
18. ULTRASSONOGRAFIA - ABDOME TOTAL 
 
Código Tabela SUS 02.05.02.004-6 
Consiste em procedimento não invasivo, utilizado para avaliação, seguimento, diagnóstico e 
caracterização das alterações do fígado, da vesícula biliar, dos rins, do pâncreas, da bexiga, dos 
grandes vasos, do retroperitônio e, eventualmente, do trato gastrointestinal. Não utiliza nenhum 
tipo de radiação e não apresenta efeitos colaterais. Além do jejum necessário para evitar que a 
vesícula biliar se esvazie e permita avaliar de forma adequada órgãos mais profundos. Deve ser 
realizado com a bexiga cheia para deslocar as alças intestinais atuando como uma janela para a 
transmissão das ondas ultrassônicas, facilitando a visualização e avaliação dos órgãos e 
estruturas da região abdominal. Quando necessária, a avaliação com doppler de algum dos 
grandes vasos e outros órgãos abdominais deverá ser solicitada e cobrada adicionalmente aoexame de base (há códigos específicos). Alças intestinais, apêndice cecal, adrenais e outras 
estruturas abdominais devem ser citadas se detectada patologia demonstrável pelo método 
durante a realização do exame. A avaliação dos órgãos pélvicos (útero, ovários e anexos, próstata 
e vesículas seminais) não está incluída nesta avaliação. A realização de avaliação pós-miccional 
da bexiga não é realizada rotineiramente, podendo ser incluída à critério do médico executante 
ou quanto explicitamente solicitada no pedido médico. 
 
18.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
 
 
 
 
 
35 -3 912 28
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ATOS DO EXECUTIVO
 
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18.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
Grau de prioridade Critérios clínicos 
1 Massa palpável em abdome 
1 Orientar biópsia para punção de lesões tumorais 
1 Trauma 
1 Aneurismas 
1 Febre persistente a esclarecer 
1 Lesões tumorais (Císticas e Sólidas) 
2 Presença de ascite 
2 Colelitíase 
2 Nefrolitíase 
2 Visceromegalias (hepatoesplenomegalia) 
3 Alteração do hábito intestinal 
2 Alterações morfofuncionais (má formação de vísceras) 
2 Suspeita de líquidos em cavidade 
3 Estudo do retroperitônio 
3 Pancreatopatias 
3 Pesquisa de patologias da parede abdominal 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
18.3 Pré-Requisitos 
Descrever na solicitação: 
 
 História clínica, idade, exame físico e queixa principal que motivou a solicitação; 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas e fatores de risco; 
 Medicamentos em uso com posologia; 
 Laudo de exames prévios com data, se houver: Raio-X simples de abdome, exames 
laboratoriais, USG anterior com data e laudo; 
 Nos casos de dor abdominal descrever tipo, características, localização, fatores 
acompanhantes e agravantes, tratamentos realizados e exame físico, hipótese 
diagnostica, resultados de exame parasitológico de fezes (EPF), exame de urina EAS 
e/ou urocultura para os casos encaminhados pelo médico do PSF, clínicos gerais e 
pediatras; 
 Casos de dor abdominal aguda devem ser investigados em um serviço de 
emergência/ pronto atendimento. 
 
18.4 Observações 
 
35 -3 912 28 35 -3 912 28
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ATOS DO EXECUTIVO
 
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Suspeita de câncer e situações que dependam do resultado do exame para intervenção imediata 
ou suspeita de agudização de doença pré-existente. 
19. ULTRASSONOGRAFIA DE PAREDE ABDOMINAL 
 
Código tabela SUS: Não tem, usar o código 02.05.02.003-8 
Inclui a avaliação da integridade dos grupos musculares da parede abdominal. O estudo 
frequentemente é realizado direcionado para a região da queixa do paciente ou para a região 
indicada no pedido médico. A avaliação das regiões inguinais (inclusive pesquisa de hérnias, 
massas, coleções ou linfonodomegalias nestas regiões) não está incluída neste tipo de exame, 
devendo ser solicitada separadamente quando necessária (unilateral ou bilateral). Não inclui a 
avaliação dos órgãos intra-abdominais e da pelve, cujo estudo, quando for necessário ao médico-
assistente, deverá ser solicitado separadamente. 
 
19.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
19.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
Grau De 
Prioridade 
Critérios Clínicos 
2 Avaliação da integridade dos grupos musculares da parede abdominal 
2 Pesquisa de hérnias 
2 Pesquisa de lesões subcutâneas em parede abdominal anterior 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
19.3 Pré-Requisitos 
 
Descrever na solicitação: 
 
 História clínica, idade, exame físico e queixa principal que motivou a solicitação; 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas e fatores de risco; 
 Medicamentos em uso com posologia; 
 Laudo de exames prévios com data, se houver. 
 
 
35 -3 912 28
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20. ULTRASSONOGRAFIA DE APARELHO URINÁRIO 
 
Código Tabela SUS 02.05.02.005-4 
Outras Denominações do Procedimento: US De Vias Urinárias / US De Rins E Vias Urinárias 
/ US Renal. 
Permite a avaliação dos rins, ureteres e bexiga e no sexo masculino permite a avaliação do 
volume da próstata. Inclui a avaliação dos rins e bexiga. Os ureteres e as glândulas adrenais são 
citados apenas se detectada alguma patologia demonstrável pelo método, não sendo 
necessariamente incluídas no relatório do exame na ausência de achados ou quando estes órgãos 
não forem detectados no exame ecográfico. A realização de avaliação pós-miccional da bexiga 
pode ser incluída à critério do médico executante, em respeito à indicação clínica ou, ainda, 
quanto explicitamente solicitada no pedido médico. A avaliação dos órgãos pélvicos (útero, 
ovários e anexos, próstata e vesículas seminais) não está incluída nesta avaliação. O estudo com 
doppler não está incluído neste tipo de exame, devendo ser solicitado especificamente no pedido 
médico e cobrada adicionalmente ao exame de base quando sua realização for necessária. 
20.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
 
20.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
Grau De 
Prioridade 
Critérios Clínicos 
1 Suspeita de tumores vesicais e renais e suprarrenais 
1 Avaliação de infecção urinária (ITU) em crianças até 7 anos de idade 
2 Controle de nódulos/ cistos renais complexos 
2 Avaliação de cálculos urinários 
2 Insuficiência Renal 
2 Hipertensão Arterial Sistêmica Renovascular (suspeita) 
2 Investigação de hematúria 
2 Pesquisa de Malformações do trato geniturinário 
3 Disfunção miccional/ Incontinência urinária 
3 Avaliação de infecção urinária (ITU) de repetição 
3 Rim policístico 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
 
35 -3 912 28 35 -3 912 28
35QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
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20.3 Pré-Requisitos 
 
Descrever na solicitação: 
 
 História clínica detalhada, idade, exame físico e queixa principal que motivou a 
solicitação; 
 Medicamentos em uso com posologia; 
 Tratamentos prévios; 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas; 
 Informar laudo de exames anteriores (caso possua): Raio-X de abdome, exames 
laboratoriais (PU, função renal), Ultrassonografia. 
 
21. ULTRASSONOGRAFIA DE BOLSA ESCROTAL/ TESTÍCULO 
 
Código Tabela SUS: 02.05.02.007-0 
Consiste num procedimento não invasivo, utilizado para avaliação, seguimento, diagnóstico e 
caracterização das alterações da bolsa escrotal e dos testículos. Tem alta sensibilidade para o 
diagnóstico das patologias que incidem sobre essa região, sendo um método que não utiliza 
nenhum tipo de radiação e não apresenta efeitos colaterais. 
21.1 Categorias/Especialidades Profissionais Aptas a Solicitar 
Médicos da rede de atenção da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. 
 
21.2 Indicações Clínicas para Solicitação e Priorização 
 
GRAU DE 
PRIORIDADE 
CRITÉRIOS CLÍNICOS 
1 Aumento de volume da bolsa escrotal adultos 
1 Tumorações palpáveis 
2 Varicocele 
2 Cistos de cordão, espermático e de epidídimo 
3 Controle de Infecções 
1 Controle de torção de testículo 
1 Suspeita de criptorquidia em crianças com idade superior a um ano 
Prioridade: Muito Alta (0) - Alta (1) - Média (2) - Baixa (3) 
 
 
35 -3 912 28
36QUARTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2021
ATOS DO EXECUTIVO
 
35 
 
 
 
21.3 Pré-Requisitos 
 
Descrever na solicitação: 
 História clínica, idade, exame físico e queixa principal que motivou a solicitação; 
 Medicamentos em uso com posologia; 
 Presença ou não de complicações ou doenças associadas; 
 Laudo

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