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Doenças pleurais ◉ Pleura: duas membranas serosas (visceral e parietal) ◉ Espaço virtual entre as membranas ◉ Espaço pleural: espaço entre pleura parietal e pleura visceral ○ Normal: 5-10mL de liquido seroso ○ Pressão negativa ~ 5mmHg ◉ Pleura visceral: ○ Artérias brônquicas ◉ Pleura parietal: ○ Artérias intercostais ◉ Linfáticos subpleurais: removem liquido pleural da cavidade sangue e ar PNEUMOTÓRAX Pneumotórax ◉ Presença de ar no espaço pleural ◉ Pode recidivar em formas espontâneas em até 40% casos ◉ Espontâneo primário: sem doença pulmonar ou outro fator precipitante clinicamente aparente ◉ Espontâneo secundário: com doença pulmonar subjacente ou secundário à trauma ◉ Pneumotórax traumático (maioria): iatrogênico e não iatrogênico iatrogênico é causado por atos e operações medicas Origem ◉ Pulmão ◉ Meio externo ◉ Trato digestivo ◉ Produção de gases por microorganismos o ar pode entrar de dentro para fora, de fora para dentro ou com bactérias na pleura que produzem gazes lesão no trato digestivo perto do mediastino pole causar PTX Tipos de PTx ◉ Acúmulo de ar inalado no espaço pleural, que não pode sair devido a um sistema de válvula de retenção. ◉ Pressão intratorácica ⇧ 🡪 comprime grandes vasos e coração 🡪 deslocados contralateral 🡪 restringe o retorno venoso, o enchimento diastólico e o DC. ◉ Alteração da ventilação x perfusão 🡪 hipoxemia e choque. Pneumotórax traumático Quando tem entrada de ar dentro do espaço pleural. quando o paciente inspiras, o buraco abre e entra ar, mas quando expira, não sai. esse é o hipertensivo. (RX com desvio de mediastino é o hipertensivo) PTX H. pode evoluir para o outron lado e atinge o coração PTX simples entra um pouco e sai um pouco com a respiração Primário Espontâneo : ◉ Homens, jovens 20- 40 anos, longilíneos ◉ Rotura de bolhas ou “blebs” subpleurais ◉ Associado: tabagismo(⇧ do risco quanto maior a exposição), sexo masculino ◉ Precipitantes: atividade física ou esforço ◉ Tendência familiar: transmissão autossômica dominante A ruptura de bolha subpleural refere-se à quebra ou rompimento de pequenas bolhas que se formam na superfície dos pulmões, especificamente na camada mais próxima da pleura (a membrana que reveste os pulmões e o interior da parede torácica). Essas bolhas são conhecidas como “blebs”. Quando uma bleb se rompe, o ar pode escapar para o espaço pleural, causando um pneumotórax (acúmulo de ar no espaço entre os pulmões e a parede torácica). Isso pode levar a sintomas como dor no peito, dificuldade para respirar e pressão no peito. não é idade de ter DPOC Secundário Espontâneo : ◉ Ruptura da pleura visceral secundária a doença pulmonar subjacente. ◉ DPOC (50-75% casos), neoplasias pulmonares malignas primárias ou metastáticas (15%). ◉ Complicações: empiema ou hemotórax DE PTX QUE SE ROMPE ◉ Pneumotórax traumático: ◉ Quase sempre associado a hemotórax ◉ Trauma aberto/penetrante: há ferida de parede torácica e pulmão ◉ Trauma fechado/não penetrantes: costelas ou clavículas fraturadas rompem a pleura visceral ou até a traqueia e os grandes brônquios SIMPLES OU HIPERTENSIVO SANGUE É OBRIGATORIO DRENAR E TEM QUE USAR ANTIBIÓTICO ◉ Pneumotórax iatrogênico: ◉ Ligado a procedimentos invasivos sobre as estruturas intratorácicas ◉ Uso incorreto de ventilação mecânica 🡪 grandes pressões em vias aéreas 🡪 lesão tecidual 🡪 pneumotórax Principais causas - procedimentos: Punção acesso venoso central (subclávia/supraclavicular) Toracocentese Biópsia transtorácica ou transbrônquica Biópsia pleural Ventilação mecânica / Barotrauma Bloqueio de nervos cervicais ou intercostais Outros Quadro clínico ◉ Depende do volume, da rapidez de instalação e do débito da fístula ○ Dispneia de aparecimento súbito: depende do volume, da pressão do pulmão e da doença pulmonar básica ○ Dor torácica pleurítica (ventilatório-dependente) ○ Sintomas são ipsilateral e ocorre em repouso ○ Cianose: formas hipertensivas ou em função do volume e da situação toracopulmonar ○ Febre tardia (infecção) ○ Hemoptise (fratura de traqueia ou brônquios maiores) ○ Presença de ferida torácica do tipo penetrante é a quantidade de ar que tá saindo do orifício Exame físico: ◉ Depende da extensão DERRAME PNEUMOTÓRAX Inspeção Normal ou abaulado Normal ou abaulado Expansibilidade Diminuída Diminuída Frêmito Diminuída ou ausente Diminuído ou ausente Percussão Macicez Timpanismo Ausculta MV diminuído ou ausente MV diminuído ou ausente Exames complementares ◉ Radiografia de tórax PA e perfil: ○ Diagnosticar PTX ○ PTx Hipertensivo: desvio do mediastino, rebaixamento do diafragma e abertura dos espaços intercostais ○ Identificar pneumomediastino e enfisema subcutâneo ◉ Ultrassonografia de tórax point-of-care ○ Diagnosticar PTX ○ Desvantagem: operador dependente Raio-x tórax no Pneumotórax ◉ Perda de marcações pulmonares na periferia ◉ Linha pleural paralela à parede torácica. ◉ Tomografia de tórax: padrão ouro porém raramente necessário ○ Delimita o PTX oculto ○ Diagnóstico diferencial com bolhas pulmonares ○ Identifica blebs, cistos ou necroses Avaliar o tamanho do pneumotórax ◉ Imagem raio-x em PA ◉ BTS: ◉ PTX pequeno: < 2 cm entre a borda do pulmão e a parede torácica ◉ PTX grande: ≥ 2 cm Tratamento ◉ Analgesia adequada com opioides ou com AINEs ◉ Baseado no tamanho e/ou gravidade do pneumotórax. Pneumotórax simples pequeno (<2cm) ◉ OBSERVAÇÃO ◉ Primeiro episódio: oxigênio em alto fluxo com FiO2 > 30% ◉ Observar por 4 a 6 horas ◉ Repetir radiografia de tórax ◉ Se não houver aumento do PTX 🡪 alta hospitalar + retorno ambulatorial precoce (24h) e sejam respeitadas as seguintes condições: FR < 24 irpm PA normal Ausência de dispneia em repouso SpO2 > 90% a.a. Capacidade de falar frases completas Ausência de hemotórax FC entre 60 - 120 bpm Pneumotórax ≥ 2cm simples (não hipertensivo) ◉ DRENAGEM TORÁCICA Pneumotórax grande, hipertensivo ou com repercussão hemodinâmica ◉ 1º: TORACOCENTESE DE ALÍVIO ◉ Seguido: DRENAGEM TORÁCICA ◉ Outras indicações de drenagem: ◉ PTX recorrente ou bilateral, ◉ Hemotórax coexistente ou ◉ Sinais vitais anormais ou dispneia. ○ Drenagem em selo d’água é a abordagem mais comumente utilizada Toracocentese de alívio ◉ Punção e aspiração do PTX: ◉ Agulha no 4º ou 5º EIC na linha axilar anterior ou média. ◉ Drenagem tubular em selo d’água: passagem de dreno por toracostomia realizada no 5º EIC na linha axilar média, que deve ser acoplado a um selo d’água. ◉ https://youtu.be/RLC6mny PwpI Drenagem tórax: https://youtu.be/RLC6mnyPwpI https://youtu.be/RLC6mnyPwpI ◉ Dreno pela técnica de Seldinger: passagem de dreno (pigtail) semelhante a um acesso central, no 5º EIC na linha axilar média. ◉ Evitar: empiema e hemotórax (obstruir dreno) Drenagem tórax: ◉ Toracoscopia/Videotoracoscopia: ○ Diagnóstico e terapêutico de PTXs espontaneo ○ Indicação: persistência de PTX pós-drenagem, na recorrência ipsilateral e nos PTX bilateral; ressecção de blebs e bolhas ○ Contraindicação: grandes aderências ou enfisema generalizado ◉ Pleurodese: Por talco, tetraciclina ou nitrato de prata a 2% ○ Indicação: Prevenção de vários episodios de PTX espontaneo ○ Resposta imediata em até 97% casos. ◉ Toracotomia: ○ Permite a sutura de bolhas, a escarificação pleural e a pleurectomia parcial ○ Indicação: recidiva de pós-pleurodese, no insucesso toracoscopico, no encarceramento pulmonar, no PTX crônico e hemopneumotorax com sangramento ativo. ○ Recorrência em até 9% dos PTXs. DERRAME PLEURAL Derrame pleural: Acúmulo de líquido no espaço pleural • Aumento da produção • Diminuição da remoção (saída do líquido) • Ambos Desequilíbrio entre formação X Absorção de líquido pleural Acúmulo de líquido: Transudato Exsudato Pus – Empiema Sangue – Hemotórax Quilo – Quilotórax Tipos de líquidos/ Fisiopatologia Transudato: fatores sistêmicos◉ ⇧ pressão hidrostática, ◉ ⇩ pressão oncótica, ◉ ⇧ pressão negativa intrapleural ou ◉ movimento de ascite pelo diafragma Exsudato: fatores locais ◉ inflamação do pulmão ou pleura 🡪 extravasamento capilar de liquido para o espaço pleural) e/ou ◉ ⇩ da drenagem linfática Critérios de Light doença sistemica que almenta a pressão hidrostática, vais sair do vasos insufeciencia cardiaca anemia pode abaixar a oncotica e causar derrame pleural extravasa além de plasma, cel proteinas... Etiologias Principais: ◉ Insuficiência cardíaca ◉ Pneumonia (DP parapneumônico) ◉ DP neoplásico Causas: *pleurais *extra-pleurais inflama a membrana Principais etiologias TRANSUDATO EXSUDATO Insuficiência cardíaca Pneumonia – DP parapneumônico Cirrose hepática Tuberculose pleural Insuficiência renal crônica Neoplasias Síndrome nefrótica/ hipoalbuminemia Embolia pulmonar (80%) Coma mixedematoso (Hipotireoidismo) Colagenoses Obstrução veia cava superior Doenças pancreáticas Embolia pulmonar (20%) Quilotórax Atelectasia aguda Pós injúria cardíaca (sind de Dressler) Asbestose / Sarcoidose embolia acontece nos dois, mas causa mais exudadato Principais drogas que causa derrame pleural Nitrofurantoina Procarbazina Amiodarona Metisergina Dasatinibe Dantrolene Bromocriptina Alcaloides do Ergot Metotrexato Clozapina Quadro clínico / Como suspeitar ? ◉ Sintomas: ○ Assintomáticos ○ Dor pleurítica ou trepopneia ○ Tosse (geralmente seca) ○ Dispnéia é variável ◉ Exame físico (>300mL) ○ MV reduzido ou abolido ○ Macicez a percussão ○ FTV reduzido ou abolido ○ Atrito pleural – inicio pleurite Sintomas dependem: - Quantidade de líquido - Velocidade de acúmulo - Doenças cardiopulmonares prévias Outros achados: ◉ Medicações em uso ◉ Histórico neoplasia – emagrecimento, hemoptise ◉ Pneumonia: tosse, febre, dispneia, dor torácica, astenia, fadiga, náuseas, vômitos, diarreria, mialgia, artralgia ◉ ICC descompensada: ortopneia, DPN, edema de MMII/anasarca, turgência jugular, ◉ TEP: edema periférico de MI, dor torácica e dispneia súbita Depende da causa base Radiografia de tórax PA e perfil ◉ 1º exame a ser solicitado na suspeita ◉ Velamento ou opacidade homogênea que oblitera/apaga o seio costofrênico, forma de parábola, mediastino desviado contra-lateral ◉ Parábola de Damoiseau ou ◉ “Sinal do menisco” Ajudar no diagnóstico etiológico. ◉ Incidência perfil: 75-100mL borram o recesso costofrênico posterior ◉ Incidência PA: 200 mL borram recesso costofrênico lateral Posição/Incidência de Lawrell ◉ Decúbito lateral com raios horizontais: mais sensível (derrames de até 50 mL) ◉ Coluna homogênea > 10mm, pode ser feito toracocentese. ◉ Derrames bilaterais: ○ Insuf. Cardiaca (mais comum) ○ Ausência de cardiomegalia: neoplasia. ◉ Loculações: inflamação pleural e podem estar associadas a empiema, TB ou hemotórax. ◉ Derrames gigantes/muito volumosos: malignidade (60%), derrame paraPNM (20%) e menos comumente hidrotórax hepático e TB. ◉ Quantificar o volume de LP (a partir de 10-20mL) ◉ DP livre ou loculado/ septações pleurais ◉ Reduz risco de complicações em toracocentese, biópsia ou drenagem pleural Ultrassonografia (USG) de tórax loculação é lojas de liquido, já coloca dreneo de torax ◉ TC de tórax, preferencia com contraste: ○ Diagnóstico de DP e diag ○ Densidade e distribuição do LP ◉ Retirar 50-60 mL de LP ◉ Indicação: todo DP novo, inexplicado, com > 1cm na radiografia em decúbito lateral. ○ Febre, dor pleurítica, tamanhos muito discrepantes ou não regredir após tratamento inicial ◉ Retirar até alívio, sendo no máximo 1.500 mL de uma vez 🡪 risco de edema pulmonar de reexpansão. ◉ Indicação: Franca insuficiência respiratória ou descompensação da função cardíaca e derrame de grande monta Toracocentese diagnóstica Toracocentese de alívio caso tire muito liquido po dar o edema ◉ 1ª avaliação: aspecto macroscópico ◉ Pus: empiema ◉ Leitoso: quilotórax ◉ Seroso: transudato ◉ Sangue: hemotórax ◉ Sanguinolento: neoplasia, TEP, trauma, asbesto, pós-cirurgia cardíaca, secundário a TB ou paraPNM complicado Toracocentese diagnóstica ◉ pH ◉ DHL e proteínas ◉ Glicose ◉ Contagem celular e diferencial ◉ Glicose ◉ Suspeita de infecção: ○ Bacterioscopia (Gram), ○ Pesquisa de fungos ○ Baciloscopia p/ micobactérias ○ Cultura p/ bactérias, fungos e BAAR Exames laboratoriais do líquido pleural Depende da suspeita clínica inicial ◉ Suspeita de neoplasia: ○ Citologia oncótica. ◉ Suspeita pancreatite, pseudocisto pancreático, câncer pâncreas ○ Amilase ◉ Suspeita quilotórax ○ Triglicerídeos ○ Pesquisar quilomicrons ◉ Suspeita de TB: ○ ADA ○ TRM para TB ○ IFN-gama ○ Baciloscopia (BAAR) ○ Cultura para M. tuberculosis. aumentado liquido proveniente do ducto toraxico, é uma linfa Transudato x Exsudato Outros critérios para exsudato: ◉ Proteína do LP > 3 g/dL ◉ Colesterol do LP > 45 mg/d ◉ Relação colesterol pleural/sérico > 0,3 ◉ Relação bilirrubina pleural/sérico > 0,6 ◉ Gradiente albumina sérica – pleural ≤ 1,2 Toracocentese diagnóstica Erro: 25% casos 🡪 uso de diuréticos de alça ◉ Se ICC com uso de diurético >48h: líquido pode assumir características de exsudato ○ Gradiente de albumina: Albumina sérica – pleural > 1,2 g/dL 🡪 transudato OU ○ Gradiente de proteína: Proteína sérica – pleural > 3,1 g/dL 🡪 transudato ◉ Suspeita ICC: BNP sérico e do BNP no LP Erro: 25% casos 🡪 uso de diuréticos de alça ◉ Predomínio neutrófilos: processo agudo ◉ Predomínio linfócitos: processo crônico ◉ Predomínio linfócitos e macrófagos: tuberculose (90%), neoplasia (80%) e embolia pulmonar ◉ Predomínio linfócitos (>80%): TB e linfoma ◉ A glicose consumida (< 60 mg/dL) e o pH pleural baixo (< 7,20): DP parapneumônicos. ○ neoplasia, TB pleural, AR e pleurite lúpica Tratamento ◉ Controle sintomas ◉ Tratamento da causa base ◉ Toracocentese de alívio ◉ Drenagem pleural ◉ Procedimento cirúrgicos: ○ Pleurodese ○ Decorticação ○ Pleurostomia ○ Pleurectomia Indicações de drenagem torácica: Derrame ocupando > que ½ do hemitórax no raio-x Derrame loculado visto pela TC, USG ou Raio-x Aspiração de pus (empiema) pH do LP < 7,2 Glicose do LP < 60mg/dL Identificação de microorganismos na bacterioscopia ou cultura do LP Ausência de melhora clínica com antibioticoterapia isolada DP parapneumônico ◉ Até 50% das pneumonias podem cursar com DP ◉ Uma das principais causas de exsudato pleural. ◉ Fases: ○ Simples/não complicado ○ Complicado ○ Empiema Antibiótico (cobertura germes comunitários e anaeróbios) por 4-6 semanas. Guiar por culturas, de preferência DP na Pneumonia (DP paraPNM) ◉ Glicose consumida (< 60 mg/dL) e o pH pleural baixo (< 7,20) ◉ Predomínio neutrófilos (quadro agudo) ◉ Pode aumentar ADA ◉ O que indica DP paraPNM complicado ? ○ Glicose < 40mg/dL ○ pH < 7,2 ○ Contagens de células > 50.000 células/mm3 ○ Leucocitos > 10.000/mm3 ○ Neutrófilos > 75% ◉ LP purulento e/ou cultura positiva 🡪 Empiema DP paraPNM complicado ou Empiema ⇩ Indicado: drenagem do LP ◉ Líquido seroso ou serosanguinolento ◉ Ricamente proteíco (>4g/dL) ◉ ADA elevado ◉ Predominio de linfócitos e raras células mesoteliais ◉ Glicose <60mg/dL ◉ DHL até 1000 ◉ Interferon-gama aumentado (*alto custo) ◉ Pode ser isolada ou TB pleuropulmonar ◉ Derrame unilateral, moderado volume. ◉ BAAR positivo ◉ Cultura BK positiva DP na Tuberculose Pleural ◉ Tratamento semelhante a TB pulmonar. ◉ RIPE 2 meses e RI 4 meses ◉ Geralmente DP reabsorve em 6 semanas, podendo ficar até 12 semanas. ◉ Final do tratamento geralmente 25% ficam com espessamento pleural > 1cm DP na Neoplasia ◉ 45% dos DP são malignos ◉ Líquido turvo ou serosanguinolento ◉ Acometimento unilateral, volumosos e recidivante ◉ Contagem de leucócitos variáveis (baixo/normal/elevado), com predomínio de linfócitos, macrófagos e células neoplásicas ◉ Citologia oncótica positiva 42-96% casos ◉ Biópsia pleural ◉ pH < 7,3: neoplasiamais avançada, ⇩ expectativa de vida, ⇧ taxa de positividade da citologia oncótica e ⇩ taxa de sucesso da pleurodese. Mais comuns: Ca pulmão Ca mama Linfomas Ca ovário Ca sistema digestivo Quilotórax ◉ Aspecto macroscópico: leitoso e turvo ◉ Triglicerideos aumentados ◉ Quilomicrons presentes ◉ Causas: laceração, obstrução ou dificuldade de escoamento do ducto torácico. ○ Tumores (linfoma) ○ Trauma ○ Lesões cirúrgicas