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APG 3º PERÍODO 
ACADÊMICA: AMANDA MARTINS COSTA 
 
2. Fatores de Risco do Derrame Pleural 
O derrame pleural é o acúmulo anormal de líquido 
no espaço pleural. Seus fatores de risco estão 
relacionados às condições que causam 
desequilíbrio na produção e absorção desse 
líquido. 
Fatores Sistêmicos (TRANSUDATOS) 
 Insuficiência cardíaca congestiva: Aumenta 
a pressão hidrostática nos capilares 
pulmonares, favorecendo o acúmulo de 
líquido. 
 Cirrose hepática: Leva à hipoalbuminemia e 
ascite, contribuindo para a formação de 
derrames pleurais. 
 Síndrome nefrótica: Causa perda de 
proteínas plasmáticas, reduzindo a pressão 
oncótica e promovendo o transudato pleural. 
 Insuficiência renal crônica: Compromete a 
excreção de líquidos, podendo resultar em 
derrames pleurais. 
Fatores Locais (EXSUDATOS) 
 Pneumonia: Inflamação pulmonar que pode 
estender-se à pleura, causando derrame. 
 Tuberculose: Infecção que frequentemente 
acomete a pleura, especialmente em regiões 
endêmicas. 
 Neoplasias: Cânceres pulmonares, de 
mama ou linfomas podem invadir a pleura e 
causar derrame. 
 Doenças autoimunes: Condições como 
lúpus eritematoso sistêmico e artrite 
reumatoide podem inflamar a pleura. 
 Embolia pulmonar: Obstrução de artérias 
pulmonares que pode levar à inflamação 
pleural e derrame. 
Outros Fatores. 
 Idade avançada: Aumenta a susceptibilidade 
a doenças que causam derrame pleural. 
 Tabagismo e alcoolismo: Contribuem para 
doenças pulmonares e hepáticas, 
aumentando o risco de derrame. 
 Exposição ao amianto: Associada a doenças 
pleurais, incluindo derrames. 
 
 
 
 
 
 
 
 
S11P2: DERRAME PLEURAL/PNEUMOTÓRAX 
Objetivos: 
 Compreender a epidemiologia, do derrame 
pleural/pneumotórax; 
 Entender os fatores de risco, fisiopatologia e as 
manifestações clínicas, do derrame 
pleural/pneumotórax; 
 Elucidar as classificações, diagnóstico, complicações, 
rastreamento, derrame pleural/pneumotórax. 
1. Epidemiologia do DERRAME PLEURAL 
O derrame pleural é o acúmulo anormal de líquido 
no espaço pleural (entre a pleura visceral e a pleura 
parietal). Pode ser classificado como transudato ou 
exsudato, conforme os critérios de Light. 
Dados epidemiológicos: 
 No Brasil, dados do DATASUS apontam milhares 
de internações anuais associadas a derrames 
pleurais, especialmente em casos de 
tuberculose, insuficiência cardíaca congestiva, 
pneumonia e neoplasias. 
 O derrame pleural não é uma doença, mas sim 
uma manifestação de diversas doenças 
(infecções, insuficiência cardíaca, câncer, 
tromboembolismo pulmonar etc.). 
 No Brasil, o número é subestimado por causa da 
subnotificação, mas é frequente nos serviços de 
emergência, principalmente em pacientes com 
insuficiência cardíaca, neoplasias, tuberculose 
ou pneumonia. 
 As causas mais comuns incluem: 
 Insuficiência cardíaca congestiva (ICC): 
27-40% dos casos. 
 Pneumonias (derrame parapneumônico): 
20-40%. 
 Neoplasias (especialmente pulmão, 
mama e linfomas): até 25% dos casos. 
 Tuberculose: alta incidência em países 
em desenvolvimento, como o Brasil. 
Grupos mais afetados: 
 O derrame pleural pode acometer todas as 
idades, mas é mais frequente em adultos, idosos 
e imunocomprometidos (ex: pacientes com 
câncer, tuberculose ou HIV) apresentam maior 
incidência. 
 O derrame pleural maligno é comum em 
pacientes com câncer de pulmão, mama, linfoma 
e mesotelioma pleural. 
 Algumas causas têm predomínio por sexo: 
 Neoplasias pleurais são mais comuns em 
homens (ligação com câncer de pulmão e 
tabagismo). 
 Lúpus eritematoso sistêmico (causa autoimune) 
é mais prevalente em mulheres jovens. 
APG 3º PERÍODO 
ACADÊMICA: AMANDA MARTINS COSTA 
 
4. Fisiopatologia do Derrame Pleural 
Definição: 
O derrame pleural é o acúmulo anormal de líquido 
no espaço pleural — a cavidade entre as pleuras 
visceral (que reveste os pulmões) e parietal (que 
reveste a parede torácica) que normalmente 
contém até 15-20 mL de fluido. Esse fluido serve 
para lubrificar o deslizamento dos pulmões durante 
a respiração. 
Em condições normais, há um equilíbrio dinâmico 
entre: 
 Produção de líquido (pelas pleuras parietal e 
visceral) 
 Drenagem (principalmente via linfáticos da 
pleura parietal) 
Quando esse equilíbrio é alterado por qualquer 
mecanismo, ocorre o acúmulo de líquido = derrame 
pleural. 
Mecanismos fisiopatológicos principais 
1. Aumento da pressão hidrostática 
 Ocorre em doenças como insuficiência 
cardíaca congestiva (ICC). 
 A elevação da pressão venosa nos capilares 
da pleura parietal empurra mais líquido para 
o espaço pleural. 
 Resultado: derrame pleural transudativo. 
2. Diminuição da pressão oncótica plasmática 
 Comum em doenças como síndrome 
nefrótica, cirrose hepática ou desnutrição 
grave. 
 A redução de albumina no sangue diminui a 
capacidade de reabsorção de líquido, 
favorecendo o acúmulo no espaço pleural. 
 Também gera transudato. 
3. Aumento da permeabilidade capilar (inflamação) 
 Presente em pneumonia, tuberculose, lúpus, 
neoplasias. 
 A inflamação altera o endotélio capilar, 
permitindo extravasamento de proteínas e 
células inflamatórias para o espaço pleural. 
 Resultado: derrame pleural exsudativo. 
4. Obstrução da drenagem linfática 
 Pode ser causada por neoplasias pleurais ou 
mediastinais, traumas ou fibroses. 
 A linfa não é reabsorvida, levando ao 
acúmulo de líquido (frequentemente rico em 
proteínas). 
 Também gera exsudato. 
3. Classificação 
 
 Derrame pleural TRANSUDATIVO 
É o acúmulo de líquido pobre em proteínas e células 
no espaço pleural. Proteínas = BAIXA ( 3g/dL) 
Mecanismo fisiopatológico: 
Ocorre devido a alterações sistêmicas na pressão 
hidrostática ou oncótica, sem inflamação local nas 
pleuras. 
 Aumento da pressão hidrostática 
(ex: insuficiência cardíaca congestiva) 
 Diminuição da pressão oncótica plasmática 
(ex: cirrose, síndrome nefrótica) 
Características do líquido (Critérios de Light): 
 Relação proteína pleural/sérica▪ Radiografia de Tórax (PA e Perfil) 
 Sinal clássico: obliteração do seio 
costofrênico; 
 Derrames >200 mL são geralmente visíveis; 
 Posição em decúbito lateral pode detectar 
líquidos menores (50-75 mL). 
▪ Ultrassonografia Torácica 
 Alta sensibilidade para líquidos mínimos 
( 0,5 ✔ 
LDH pleural / LDH sérico > 
0,6 ✔ 
LDH pleural > 2/3 do limite 
superior do LDH sérico 
normal 
✔ 
 
7. Complicações do Derrame Pleural 
1. Empiema pleural 
 Acúmulo de pus na cavidade pleural 
(infecção); 
 Pode ocorrer por complicações de 
pneumonia. 
2. Fibrose pleural / Espessamento pleural 
 Resposta cicatricial crônica ao processo 
inflamatório; 
 Pode gerar restrição ventilatória. 
3. Atelectasia compressiva 
 Colabamento do pulmão por pressão externa 
do líquido. 
4. Sepse e abscesso pulmonar (em derrames 
infecciosos não tratados). 
5. Disfunção respiratória progressiva em grandes 
derrames não drenados. 
 
APG 3º PERÍODO 
ACADÊMICA: AMANDA MARTINS COSTA 
 
2. Pneumotórax espontâneo secundário 
 Associado a doenças pulmonares 
subjacentes. 
 Fatores de risco: 
 DPOC (enfisema e bronquite crônica) 
 Fibrose pulmonar 
 Asma grave 
 Tuberculose 
 Infecções necrosantes (ex: 
Pneumocystis jirovecii em HIV/AIDS) 
 Câncer pulmonar com necrose 
tumoral; 
 Doenças do tecido conjuntivo 
(Síndrome de Marfan e 
linfangioleiomiomatose) 
3. Pneumotórax traumático 
 Fraturas costais, ferimentos torácicos (arma 
de fogo ou branca). 
 Acidentes automobilísticos, quedas. 
4. Pneumotórax iatrogênico 
 Decorrente de procedimentos médicos: 
 Punção venosa subclávia ou jugular 
 Toracocentese 
 Ventilação mecânica com pressão 
elevada 
 Biópsias transbrônquicas ou 
pulmonares 
 Mergulho e viagens aéreas: Mudanças na 
pressão atmosférica podem precipitar o 
quadro em indivíduos predispostos. 
3. Fisiopatologia do Pneumotórax 
O pneumotórax é a presença anormal de ar no 
espaço pleural, que normalmente contém apenas 
uma fina camada de líquido seroso. Esse espaço é 
mantido sob pressão negativa (subatmosférica), o 
que permite a expansão do pulmão durante a 
inspiração. 
 Quando o ar entra nesse espaço, a pressão 
negativa é perdida, comprometendo a expansão 
pulmonar e podendo levar ao colapso parcial ou 
total do pulmão (atelectasia compressiva). 
 
Mecanismo fisiopatológico principal 
1. Perda da pressão negativa no espaço pleural 
 A pressão negativa no espaço pleural 
normalmente "cola" a pleura visceral à 
parietal, mantendo o pulmão expandido. 
 Quando o ar entra nesse espaço (por lesão 
interna ou externa), a pressão se iguala à 
atmosférica ou a supera → o pulmão 
colapsa. 
 Isso reduz a ventilação no lado afetado e 
pode levar à hipoxemia e dispneia súbita. 
 
1. Epidemiologia do PNEUMOTÓRAX 
O pneumotórax é a presença de ar no espaço 
pleural, o que pode colapsar parcial ou 
completamente o pulmão. Pode ser: 
 Espontâneo primário (sem doença pulmonar 
prévia) 
 Espontâneo secundário (associado a 
doenças pulmonares, como DPOC ou fibrose 
pulmonar) 
 Iatrogênico ou traumático decorrente de 
trauma torácico, como acidentes ou 
procedimentos médicos. (p. ex., punção 
venosa, ventilação mecânica, trauma 
torácico) 
Dados epidemiológicos 
 A incidência do pneumotórax espontâneo 
primário é de aproximadamente 6 a 10 casos 
por 100 mil habitantes por ano, sendo mais 
comum em homens jovens, altos e magros. 
 O pneumotórax espontâneo secundário é 
mais frequente em pacientes com doenças 
pulmonares crônicas, especialmente em 
idosos. 
 O pneumotórax traumático ocorre em cerca 
de 20% dos pacientes com trauma torácico, 
sendo frequentemente associado a 
acidentes de trânsito. 
Grupos de risco 
 Primário: homens jovens, altos e magros (20 
a 30 anos), principalmente tabagistas (até 20 
vezes mais risco). 
 Secundário: mais comum em idosos com 
doenças pulmonares, especialmente DPOC, 
fibrose pulmonar, tuberculose e HIV/AIDS. 
 Iatrogênico: frequente em hospitais, como 
complicação de procedimentos invasivos 
(ex.: toracocentese, cateterismo central, 
ventilação mecânica). 
2. Fatores de Risco do Pneumotórax 
O pneumotórax é a presença de ar no espaço 
pleural, podendo causar colapso pulmonar. Seus 
fatores de risco variam conforme o tipo: espontâneo 
primário, espontâneo secundário, traumático ou 
iatrogênico. 
1. Pneumotórax espontâneo primário 
 Ocorre sem doença pulmonar evidente. 
 Fatores de risco: 
 Sexo masculino 
 Idade entre 20 e 30 anos 
 Biotipo longilíneo (alto e magro) 
 Tabagismo ativo (aumenta risco em 
até 20x) 
 História familiar (Predisposição 
genética pode influenciar) 
APG 3º PERÍODO 
ACADÊMICA: AMANDA MARTINS COSTA 
 
4. Consequências fisiológicas 
 
Efeito Mecanismo 
Resultado 
clínico 
Colapso pulmonar 
Perda da 
pressão 
negativa 
pleural 
Dispneia, 
hipoxemia 
Desvio do 
mediastino 
Pneumotórax 
hipertensivo 
Hipotensão, 
taquicardia, 
jugulares 
distendidas 
Comprometimento 
hemodinâmico 
Compressão 
de vasos 
torácicos 
Choque e 
parada 
cardíaca 
(casos 
graves) 
 
5. Classificações do Pneumotórax 
O pneumotórax é classificado com base em 
diferentes critérios: etiologia (causa), morfologia e 
gravidade clínica. 
1. Quanto à Etiologia (Causa) 
A. Pneumotórax Espontâneo 
Ocorre sem trauma torácico. 
Primário (PEP): 
 Sem doença pulmonar subjacente aparente. 
 Comum em homens jovens, magros e 
fumantes. 
 Associado à ruptura de pequenas bolhas 
subpleurais (blebs). 
Secundário (PES): 
 Ocorre em pacientes com doenças 
pulmonares crônicas como: 
 DPOC 
 Fibrose pulmonar 
 Tuberculose 
 Pneumocistose (HIV+) 
 Maior risco de complicações e recorrência. 
B. Pneumotórax Traumático 
 Decorre de trauma torácico penetrante ou 
contuso. 
 Pode ser: Aberto: há comunicação com o meio 
externo (ex.: feridas penetrantes). 
 Fechado: sem comunicação externa. 
 
Tipos de pneumotórax e suas fisiopatologias 
1. Pneumotórax espontâneo primário 
 Ocorre sem doença pulmonar prévia 
identificável. 
 Mais comum em homens jovens, altos, 
magros e tabagistas. 
 Fisiopatologia: 
 ruptura de bolhas subpleurais (blebs) na 
superfície pulmonar → entrada de ar no 
espaço pleural. 
 O ar escapa para o espaço pleural, 
causando colapso pulmonar parcial ou 
completo. 
2. Pneumotórax Espontâneo Secundário; 
 Acontece em pessoas com doença pulmonar 
pré-existente (subjacente), como: 
 DPOC (enfisema): bolhas 
enfisematosas se rompem; 
 Fibrose pulmonar, tuberculose, asma 
grave, neoplasias. 
 Infecção por HIV (ex: Pneumocystis 
jirovecii) 
 Fisiopatologia: 
 A fragilidade do parênquima pulmonar 
(devido à doença) permite que o ar escape 
para o espaço pleural, mesmo com 
pressões normais da respiração. 
 ruptura de áreas enfisematosas, necrose, 
ou erosão tumoral → comunicação entre 
alvéolos e pleura. 
3. Pneumotórax Traumático; 
 Provocado por trauma torácico aberto (ex: 
ferimento por faca) ou fechado (ex: fratura de 
costela). 
 Também pode ser iatrogênico: por punção 
venosa central, biópsias ou ventilação 
mecânica com alta pressão. 
 Fisiopatologia: O ar penetra no espaço 
pleural por lesão da parede torácica ou 
parênquima pulmonar. 
4. Pneumotórax Hipertensivo (Tension 
Pneumothorax) 
 Situação de emergência. 
 Ocorre quando o ar entra no espaço pleural, 
mas não consegue sair (efeito válvula 
unidirecional). 
 A pressão intrapleural aumenta 
progressivamente, levando a: 
 Desvio do mediastino para o lado oposto; 
 Compressão do pulmão contralateral e 
grandes vasos; 
 Redução do retorno venoso, queda do 
débito cardíaco e colapso cardiovascular. 
APG 3º PERÍODO 
ACADÊMICA: AMANDA MARTINS COSTA 
 
6.Manifestações Clínicas 
 Dor torácica súbita: geralmente unilateral e 
de natureza pleurítica. 
 Dispneia: variando de leve a grave, 
dependendo do volume de ar e da reserva 
pulmonar. 
 Taquipneia e taquicardia: respostas 
compensatórias à hipoxemia. 
 Tosse seca: pode estar presente. 
 Cianose e hipotensão: em casos graves, 
especialmente no pneumotórax hipertensivo. 
7.Diagnóstico 
1. Exame Físico 
 Inspeção: movimentação reduzida do 
hemitórax afetado. 
 Palpação: diminuição ou ausência do frêmito 
toracovocal. 
 Percussão: hiperressonância no lado 
afetado. 
 Ausculta: redução ou ausência do murmúrio 
vesicular. 
2. Exames de Imagem 
 Radiografia de Tórax: exame inicial para 
confirmar a presença de ar no espaço 
pleural. 
 Ultrassonografia Torácica: útil em situações 
de emergência ou quando a radiografia não 
é conclusiva. 
 Tomografia Computadorizada (TC): indicada 
em casos complexos ou para avaliação 
detalhada. 
8.Complicações 
 Recorrência: especialmente em 
pneumotórax espontâneo primário. 
 Empiema: infecção do espaço pleural. 
 Hemotórax: acúmulo de sangue no espaço 
pleural. 
 Atelectasia: colapso do parênquima 
pulmonar. 
 Choque obstrutivo: no pneumotórax 
hipertensivo não tratado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
C. Pneumotórax Iatrogênico 
 Causado por procedimentos médicos, 
como: 
 Punção venosa central 
 Toracocentese 
 Ventilação mecânica (barotrauma) 
 Pode ser grave em pacientes com doença 
pulmonar de base. 
2. Quanto à Pressão Intratorácica 
A. Pneumotórax Simples (ou Estável) 
 Sem desvio de estruturas mediastinais. 
 O volume de ar não se acumula 
progressivamente. 
 Sinais clínicos geralmente leves. 
B. Pneumotórax Hipertensivo (ou Tensionado) 
 Emergência médica! 
 O ar entra no espaço pleural, mas não 
consegue sair. 
 Aumenta a pressão intratorácica → colapso 
pulmonar + desvio mediastinal. 
 Sintomas: 
 Dispneia intensa 
 Hipotensão 
 Turgência jugular 
 Requer descompressão imediata com 
agulha e drenagem torácica. 
3. Quanto à Extensão Radiológica (Tamanho) 
 Pequeno: até 2–3 cm da margem pulmonar 
ao gradil costal. 
 Grande: maior que 3 cm de distância entre 
pulmão e parede torácica. 
 Classificação utilizada para guiar o 
tratamento (observação vs. drenagem). 
4. Quanto à Recorrência 
 Pneumotórax Inicial (Primário). 
 Pneumotórax Recorrente: Ocorre após 
episódio prévio tratado. 
 Até 30–50% dos pacientes têm 
recorrência após um primeiro episódio 
espontâneo

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