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Profa. Me. Alessandra Azzolini
CÁLCULO APLICADO – VÁRIAS VARIÁVEIS
Aula 5
DERIVADAS PARCIAIS
e
REGRA DA CADEIRA PARA FUNÇÕES
DE VÁRIAS VARIÁVEIS
Profa. Me. Alessandra Azzolini
2
Profa. Me. Alessandra Azzolini
DERIVADAS PARCIAIS
Este símbolo d curvado, ∂, chamado "del", é usado para distinguir derivadas
parciais das derivadas ordinárias de uma variável.
A razão para um novo tipo de derivada é que quando a entrada de uma função é
composta de múltiplas variáveis, queremos ver como a função muda
quando deixamos apenas uma dessas variáveis mudar enquanto mantemos todas
as outras constantes.
Exemplo 1: Para uma função multivariável, como 𝑓(𝑥, 𝑦) = 𝑥2𝑦.
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Exemplo 2:
𝒇(𝒙, 𝒚) = 𝟑𝒙𝟐 + 𝟒𝒙𝒚 + 𝒚²
A notação que usamos é a seguinte:
Derivada parcial de 𝒇(𝒙, 𝒚)𝒆𝒎 𝒓𝒆𝒍𝒂çã𝒐 𝒂 𝒙:
𝝏𝒇(𝒙,𝒚)
𝝏𝒙
= 𝒇𝒙(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
= 𝒇𝒙(𝒙, 𝒚) = 𝟔𝒙 + 𝟒𝒚
Derivada parcial de 𝒇(𝒙, 𝒚)𝒆𝒎 𝒓𝒆𝒍𝒂çã𝒐 𝒂 𝒚:
𝝏𝒇(𝒙,𝒚)
𝝏𝒙
= 𝒇𝒙(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
= 𝒇𝒚(𝒙, 𝒚) = 𝟒𝒙 + 𝟐𝒚
Exemplo 3:
𝒇(𝒙, 𝒚) = 𝒙𝒚𝟑 + 𝟑𝒙𝟐𝒚 + 𝒆𝒙𝒚
A notação que usamos é a seguinte:
Derivada parcial de 𝒇(𝒙, 𝒚)𝒆𝒎 𝒓𝒆𝒍𝒂çã𝒐 𝒂 𝒙:
𝝏𝒇(𝒙,𝒚)
𝝏𝒙
= 𝒇𝒙(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
= 𝒇𝒙(𝒙, 𝒚) = 𝒚𝟑 + 𝟔𝒙𝒚 + 𝒚𝒆𝒙𝒚
Derivada parcial de 𝒇(𝒙, 𝒚)𝒆𝒎 𝒓𝒆𝒍𝒂çã𝒐 𝒂 𝒚:
𝝏𝒇(𝒙,𝒚)
𝝏𝒙
= 𝒇𝒙(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
= 𝒇𝒚(𝒙, 𝒚) = 𝟑𝒙𝒚𝟐 + 𝟑𝒙𝟐 + 𝒙𝒆𝒙𝒚
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1) Determine as derivadas parciais de primeira ordem da função:
𝒂) 𝒇(𝒙, 𝒚) = 𝒙𝟐 + 𝒙𝒚 + 𝒚𝟐
𝑹𝒆𝒔𝒑:
𝝏𝒇
𝝏𝒙
= 𝟐𝒙 + 𝒚
𝝏𝒇
𝝏𝒚
= 𝒙 + 𝟐𝒚
𝒃) 𝒇(𝒙, 𝒚) = 𝟑𝒙𝟑 + 𝟓𝒚𝟒
𝑹𝒆𝒔𝒑:
𝝏𝒇
𝝏𝒙
= 𝟗𝒙²
𝝏𝒇
𝝏𝒚
= 𝟐𝟎𝒚³
𝒄)𝒛 = √𝒙𝟐 + 𝒚𝟐 = (𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)
𝟏
𝟐
𝑹𝒆𝒔𝒑:
𝝏𝒛
𝝏𝒙
= 𝟐𝒙.
𝟏
𝟐
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)
𝟏
𝟐
−𝟏
𝝏𝒛
𝝏𝒙
=
𝟐𝒙
𝟐
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)−
𝟏
𝟐
𝝏𝒛
𝝏𝒙
=
𝒙
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)
𝟏
𝟐
𝝏𝒛
𝝏𝒙
=
𝒙
√𝒙𝟐 + 𝒚𝟐
𝝏𝒛
𝝏𝒚
=
𝒚
√𝒙𝟐 + 𝒚𝟐
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Profa. Me. Alessandra Azzolini
𝒅) 𝒇(𝒙, 𝒚) = (𝒙𝟐 − 𝒙𝒚 + 𝒚𝟐)𝟒
𝑹𝒆𝒔𝒑:
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
= (𝟐𝒙 − 𝒚). 𝟒(𝒙𝟐 − 𝒙𝒚 + 𝒚𝟐)𝟑
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
= (𝟖𝒙 − 𝟒𝒚)(𝒙𝟐 − 𝒙𝒚 + 𝒚𝟐)𝟑
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
= (−𝒙 + 𝟐𝒚)𝟒(𝒙𝟐 − 𝒙𝒚 + 𝒚𝟐)𝟑
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
= (−𝟒𝒙 + 𝟖𝒚)(𝒙𝟐 − 𝒙𝒚 + 𝒚𝟐)𝟑
𝒆) 𝒇(𝒙, 𝒚) =
𝒙𝟑+𝒚𝟐
𝒙𝟐+𝒚𝟐
𝑹𝒆𝒔𝒑:
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
=
(𝒙𝟑 + 𝒚𝟐)
′
. (𝒙𝟐 + 𝒚𝟐) − (𝒙𝟑 + 𝒚𝟐). (𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)′
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)²
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
=
(𝟑𝒙² + 𝟎) . (𝒙𝟐 + 𝒚𝟐) − (𝒙𝟑 + 𝒚𝟐). (𝟐𝒙 + 𝟎)
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)²
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
=
𝟑𝒙𝟐. (𝒙𝟐 + 𝒚𝟐) − (𝒙𝟑 + 𝒚𝟐). 𝟐𝒙
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)
𝟐
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
=
𝟑𝒙𝟒 + 𝟑𝒙𝟐𝒚𝟐 − 𝟐𝒙𝟒 − 𝟐𝒙𝒚²
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)
𝟐
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
=
𝒙𝟒 + 𝟑𝒙𝟐𝒚𝟐 − 𝟐𝒙𝒚²
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)
𝟐
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𝒇(𝒙, 𝒚) =
𝒙𝟑 + 𝒚𝟐
𝒙𝟐 + 𝒚𝟐
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
=
(𝒙𝟑 + 𝒚𝟐)
′
. (𝒙𝟐 + 𝒚𝟐) − (𝒙𝟑 + 𝒚𝟐). (𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)′
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)²
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
=
𝟐𝒚. (𝒙𝟐 + 𝒚𝟐) − (𝒙𝟑 + 𝒚𝟐). 𝟐𝒚
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)²
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
=
(𝟐𝒙𝟐𝒚 + 𝟐𝒚𝟑
) − (𝟐𝒙𝟑𝒚 + 𝟐𝒚𝟑
)
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)²
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
=
𝟐𝒙𝟐𝒚 + 𝟐𝒚𝟑 − 𝟐𝒙𝟑𝒚 − 𝟐𝒚𝟑
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)²
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
=
𝟐𝒙𝟐𝒚 − 𝟐𝒙𝟑𝒚
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)²
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
=
𝟐𝒙²𝒚(𝟏 − 𝒙)
(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)
𝟐
𝒇) 𝒇(𝒙, 𝒚) = 𝒂𝒓𝒄𝒕𝒈(𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)
𝑹𝒆𝒔𝒑:
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
= 𝟐𝒙.
𝟏
𝟏 + (𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)²
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
=
𝟐𝒙
𝟏 + (𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)²
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
= 𝟐𝒚.
𝟏
𝟏 + (𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)²
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
=
𝟐𝒚
𝟏 + (𝒙𝟐 + 𝒚𝟐)²
𝑶𝒃𝒔: (𝒂𝒓𝒄𝒕𝒈 (𝒖))′ =
𝟏
𝟏 + 𝒖²
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𝒈) 𝒇(𝒙, 𝒚) = 𝟓𝒙𝟒𝒚𝟐 + 𝒙𝒚𝟑 + 𝟒
𝑹𝒆𝒔𝒑:
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
= 𝟐𝟎𝒙𝟑𝒚𝟐 + 𝒚³
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
= 𝟏𝟎𝒙𝟒𝒚 + 𝟑𝒚²𝒙
𝒉) 𝒛 = 𝐜𝐨𝐬 ( 𝒙 . 𝒚 )
𝑹𝒆𝒔𝒑:
𝝏𝒛
𝝏𝒙
= −𝒚. 𝒔𝒆𝒏(𝒙𝒚)
𝝏𝒛
𝝏𝒚
= −𝒙. 𝒔𝒆𝒏(𝒙𝒚)
𝒊) 𝒇(𝒙, 𝒚) = 𝒆−𝒙𝟐−𝒚𝟐
𝑹𝒆𝒔𝒑:
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
= −𝟐𝒙𝒆−𝒙𝟐−𝒚𝟐
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
= −𝟐𝒚𝒆−𝒙𝟐−𝒚𝟐
𝒋) 𝒇(𝒙, 𝒚) = 𝒙𝒚
𝑹𝒆𝒔𝒑:
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
= 𝒚𝒙𝒚−𝟏
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
= 𝒙𝒚𝒍𝒏(𝒙)
𝒌)𝒇(𝒙, 𝒚) = √𝒙𝟑 + 𝒚𝟐 + 𝟑
𝟑
𝑹𝒆𝒔𝒑:
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
=
𝟑𝒙²
𝟑√(𝒙𝟑 + 𝒚𝟐 + 𝟑)𝟐𝟑
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒙
=
𝒙²
√(𝒙𝟑 + 𝒚𝟐 + 𝟑)𝟐𝟑
𝝏𝒇(𝒙, 𝒚)
𝝏𝒚
=
𝟐𝒚
𝟑√(𝒙𝟑 + 𝒚𝟐 + 𝟑)𝟐𝟑
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Exemplo 4:
𝒇𝒚(𝟐, 𝟏) =8
2) Suponhamos que a quantidade de batata demandada por semana (em kg) num
supermercado seja função do seu preço unitário x (por kg) e do preço unitário y (por
kg) de arroz, de acordo com a relação 𝑞 = 𝑓(𝑥, 𝑦) = 1000 − 2𝑥2 + 15𝑦.
𝜕𝑓
𝜕𝑥
= −4𝑥
𝜕𝑓
𝜕𝑥
(3, 4) = −12
𝜕𝑓
𝜕𝑦
= 15
𝜕𝑓
𝜕𝑦
(3, 4) = 15
3) Considere a função 𝑓(𝑥, 𝑦) = 𝑥2 + 3𝑦2. Determine a derivada parcial, calcule
𝑓𝑥(3, 2) 𝑒 𝑓𝑦(3, 2).
𝜕𝑓
𝜕𝑥
= 2𝑥
𝜕𝑓
𝜕𝑥
(3, 2) = 6
𝜕𝑓
𝜕𝑦
= 6𝑦
𝜕𝑓
𝜕𝑦
(3, 2) = 12
4) Considere a função 𝑓(𝑥, 𝑦) = 4𝑥𝑦2. Determine a derivada parcial, calcule
𝑓𝑥(−1, 2) 𝑒 𝑓𝑦(−1, 2).
𝜕𝑓
𝜕𝑥
= 4𝑦²
𝜕𝑓
𝜕𝑥
(−1,2) = 16
𝜕𝑓
𝜕𝑦
= 8𝑥𝑦
𝜕𝑓
𝜕𝑦
(−1,2) = −16
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5) Considere a função 𝑓(𝑥, 𝑦) = 3𝑥2𝑦.
a) Calcule 𝑓𝑥(10, 15).
𝜕𝑓
𝜕𝑥
= 6𝑥𝑦
𝜕𝑓
𝜕𝑥
(10, 15) = 900
b) Calcule 𝑓𝑦(10, 15).
𝜕𝑓
𝜕𝑦
= 3𝑥²
𝜕𝑓
𝜕𝑦
(10, 15) = 300
Funções de Mais de Duas Variáveis
As derivadas parciais também podem ser definidas para funções de três ou mais
variáveis. Por exemplo, se f é uma função de três variáveis x, y e z, então sua
derivada parcial em relação a x é definida como
e é determinada pela relação de y e z como constantes e derivando f (x, y, z) em
relação a x.
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6) Determine as derivadas parciais de primeira ordem da função:
𝒂) 𝒇(𝒙, 𝒚, 𝒛) = 𝒙𝟐𝒚 − 𝟑𝒙𝒚𝟐 + 𝟐𝒚𝒛
𝝏𝒇
𝝏𝒙
= 𝟐𝒙𝒚 − 𝟑𝒚²
𝝏𝒇
𝝏𝒚
= 𝒙𝟐 − 𝟔𝒙𝒚 + 𝟐𝒛
𝝏𝒇
𝝏𝒛
= 𝟐𝒚
7) Calcule as derivadas parciais 𝑓𝑥 , 𝑓𝑦 𝑒 𝑓𝑧 para as seguintes funções:
𝒂) 𝒇(𝒙, 𝒚, 𝒛) = 𝟑𝒙 + 𝟓𝒚 − 𝟔𝒛
𝝏𝒇
𝝏𝒙
= 𝟑
𝝏𝒇
𝝏𝒚
= 𝟓
𝝏𝒇
𝝏𝒛
= −𝟔
𝒃) 𝒇(𝒙, 𝒚, 𝒛) = 𝒆𝒙𝟐+𝒚𝟐+𝒛𝟐
𝝏𝒇
𝝏𝒙
= 𝟐𝒙𝒆𝒙𝟐+𝒚𝟐+𝒛𝟐
𝝏𝒇
𝝏𝒚
= 𝟐𝒚𝒆𝒙𝟐+𝒚𝟐+𝒛𝟐
𝝏𝒇
𝝏𝒛
= 𝟐𝒛𝒆𝒙𝟐+𝒚𝟐+𝒛𝟐
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Derivadas de Ordem Mais Alta
Se f é uma função de duas variáveis, suas derivadas parciais fx e fy são funções de duas
variáveis, de modo que podemos considerar novamente suas derivadas parciais (fx)x,
(fx)y, (fy)x e (fy)y, chamadas derivadas parciais de segunda ordem de f. Se z = f (x,
y), usamos a seguinte notação:
Portanto, a notação fxy (ou ∂2f / ∂y ∂x) significa que primeiro derivamos com relação
a x e, depois em relação a y, ao passo que no cálculo de fyx a ordem é invertida.
8) Calcule as derivadas parciais de segunda ordem para as funções:
𝒂) 𝒇(𝒙, 𝒚) = 𝟐𝒙𝟐 + 𝒚𝟐
𝒇𝒙 = 𝟒𝒙
𝒇𝒚 = 𝟐𝒚
𝒇𝒙𝒙 = 𝟒 𝒇𝒚𝒙 = 𝟎
𝒇𝒙𝒚 = 𝟎 𝒇𝒚𝒚 = 𝟐
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𝒃) 𝒇(𝒙, 𝒚) =
𝒙
𝒚
=> 𝒇(𝒙, 𝒚) = 𝒙. 𝒚−𝟏
𝒇𝒙 =
𝟏
𝒚
= 𝒚−𝟏
𝒇𝒚 = −
𝒙
𝒚𝟐
= −𝒙𝒚−𝟐𝒇𝒙𝒙 = 𝟎
𝒇𝒚𝒙 = −
𝟏
𝒚𝟐
𝒇𝒙𝒚 = −
𝟏
𝒚²
= −𝒚−𝟐 𝒇𝒚𝒚 = 𝟐𝒙𝒚−𝟑 =
𝟐𝒙
𝒚³
𝒄) 𝒇(𝒙, 𝒚) = 𝒔𝒆𝒏(𝒙) + 𝟐𝒄𝒐𝒔(𝒚)
𝒇𝒙 = 𝒄𝒐𝒔(𝒙)
𝒇𝒚 = −𝟐𝒔𝒆𝒏(𝒚)
𝒇𝒙𝒙 = −𝒔𝒆𝒏(𝒙) 𝒇𝒚𝒙 = 𝟎
𝒇𝒙𝒚 = 𝟎 𝒇𝒚𝒚 = −𝟐𝒄𝒐𝒔(𝒚)
Interpretações das Parciais Derivadas
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Equações Diferenciais Parciais
As derivadas parciais ocorrem em equações diferenciais parciais que exprimem certas
leis físicas. Por exemplo, a equação diferencial parcial
é denominada equação de Laplace em homenagem a Pierre Laplace (1749-1827). As
soluções dessa equação são chamadas funções harmônicas e são muito importantes
no estudo de condução de calor, escoamento de fluidos e potencial elétrico.
A equação de onda
descreve o movimento de uma onda, que pode ser do mar, uma onda sonora, de som,
luminosa ou se movendo em uma corda vibrante.
Por exemplo, se u(x, t) representa o deslocamento da corda vibrante de violino no
instante t e à distância x de uma extremidade da corda (como na Figura 8), então u(x,
t) satisfaz a equação de onda. A constante a depende da densidade da corda e da tensão
aplicada nela.
As equações diferenciais parciais que envolvem as funções de três variáveis também
são muito importantes na ciência e na engenharia. A equação tridimensional de
Laplace é
E um lugar em que ocorre é na geofísica. Se u(x, y, z) representa a força do campo
magnético na posição (x, y, z), então ela satisfaz a Equação 5. A força do campo
magnético indica a distribuição de minérios ricos em ferro e reflete diferentes tipos de
rochas e a localização de falhas.
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A Regra da Cadeia
Função Composta
A regra da cadeia é usada para derivar uma função composta. Para funções de uma
única variável, se y = f(x) e x = g(t), tem-se
𝒅𝒚
𝒅𝒕
=
𝒅𝒚
𝒅𝒙
.
𝒅𝒙
𝒅𝒕
se ambas f e g forem deriváveis. Para funções de duas variáveis, tem-se:
Exemplo 1
𝒚 = 𝒙𝟑 𝒆𝒎 𝒒𝒖𝒆 𝒙 = 𝟐𝒕𝟐
𝒅𝒚
𝒅𝒕
=
𝒅𝒚
𝒅𝒙
.
𝒅𝒙
𝒅𝒕
𝒚 = 𝒙𝟑 𝒆𝒎 𝒒𝒖𝒆 𝒙 = 𝟐𝒕𝟐
𝒅𝒚
𝒅𝒕
=
𝒅𝒚
𝒅𝒙
.
𝒅𝒙
𝒅𝒕
𝒅𝒚
𝒅𝒕
= 𝟑𝒙𝟐. 𝟒𝒕
𝒅𝒚
𝒅𝒕
= 𝟑(𝟐𝒕²)𝟐. 𝟒𝒕
𝒅𝒚
𝒅𝒕
= 𝟑. 𝟒𝒕𝟒. 𝟒𝒕
𝒅𝒚
𝒅𝒕
= 𝟒𝟖𝒕𝟓
𝒚 = 𝒙𝟑 𝒆𝒎 𝒒𝒖𝒆 𝒙 = 𝟐𝒕𝟐
𝒚 = (𝟐𝒕𝟐)𝟑
𝒚 = 𝟖𝒕𝟔
𝒚′ = 𝟒𝟖𝒕𝟓
Exercício
1) O raio r de uma esfera está variando com o tempo, a uma taxa constante de 4 cm/s. Com
que taxa está variando o volume da esfera no instante que r=3 cm? Volume da esfera
𝑉 =
4π𝑟3
3
.
𝑉 =
4π𝑟3
3
𝑡𝑎𝑥𝑎 = 4
𝑐𝑚
𝑠
=> 4𝑡
𝒅𝑽
𝒅𝒕
=
𝒅𝑽
𝒅𝒓
.
𝒅𝒓
𝒅𝒕
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𝒅𝑽
𝒅𝒕
=
4π3𝑟2
3
. 4
𝒅𝑽
𝒅𝒕
= 4π𝑟2. 4
𝒅𝑽
𝒅𝒕
= 16π𝑟2
𝒅𝑽
𝒅𝒕
= 16π. 32
𝒅𝑽
𝒅𝒕
= 144π
Regra da Cadeia - Caso I
Suponha que z = f(x, y) seja uma função diferenciável de x e y, em que x = g(t) e y
= h(t) são funções diferenciáveis em t. Então z é uma função diferenciável de t e
𝒅𝒛
𝒅𝒕
=
𝝏𝒇
𝝏𝒙
.
𝒅𝒙
𝒅𝒕
+
𝝏𝒇
𝝏𝒚
.
𝒅𝒚
𝒅𝒕
O primeiro caso de regra de cadeia para funções de várias variáveis, quando temos a
função “de fora” de duas variáveis x e y, e cada uma dessas variáveis é função de
uma única variável t, o parâmetro.
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Exemplo 2
𝒛 = 𝒙𝟐𝒚 + 𝟐𝒙𝒚𝟐 {
𝒙 = 𝒙(𝒕) = 𝟐𝒕
𝒚 = 𝒚(𝒕) = 𝒕²
produto {
𝝏𝒛
𝝏𝒙
. 𝒅𝒙
𝒅𝒕
𝝏𝒛
𝝏𝒚
. 𝒅𝒚
𝒅𝒕
𝒅𝒛
𝒅𝒕
=
𝝏𝒛
𝝏𝒙
.
𝒅𝒙
𝒅𝒕
+
𝝏𝒛
𝝏𝒚
.
𝒅𝒚
𝒅𝒕
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= (𝟐𝒙𝒚 + 𝟐𝒚𝟐). 𝟐 + (𝒙𝟐 + 𝟒𝒙𝒚). 𝟐𝒕
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= (𝟐. 𝟐𝒕. 𝒕² + 𝟐(𝒕𝟐)𝟐). 𝟐 + ((𝟐𝒕)𝟐 + 𝟒. (𝟐𝒕). 𝒕²). 𝟐𝒕
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= (𝟒𝒕³ + 𝟐𝒕𝟒). 𝟐 + (𝟒𝒕² + 𝟖𝒕³). 𝟐𝒕
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= 𝟖𝒕³ + 𝟒𝒕𝟒 + 𝟖𝒕³ + 𝟏𝟔𝒕𝟒
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= 𝟐𝟎𝒕𝟒 + 𝟏𝟔𝒕³
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Profa. Me. Alessandra Azzolini
2) 𝑺𝒆 𝒛 = 𝒇(𝒙, 𝒚) = 𝒙𝟓𝒚𝟐 + 𝟑𝒙𝟐𝒚 + 𝟏𝟎 {
𝒙 = 𝒙(𝒕) = 𝟐𝒆𝒕 => 𝒙′(𝒕) = 𝟐𝒆𝒕
𝒚 = 𝒚(𝒕) = 𝟑𝒍𝒏(𝒕) => 𝒚′(𝒕) =
𝟑
𝒕
𝑫𝒆𝒕𝒆𝒓𝒎𝒊𝒏𝒆
𝒅𝒇
𝒅𝒕
𝒆𝒎 𝒕𝟎 = 𝟏. {
𝒙 = 𝒙(𝟏) = 𝟐𝒆
𝒚 = 𝒚(𝟏) = 𝟑. 𝒍𝒏(𝟏) = 𝟎
𝒅𝒛
𝒅𝒕
=
𝝏𝒛
𝝏𝒙
.
𝒅𝒙
𝒅𝒕
+
𝝏𝒛
𝝏𝒚
.
𝒅𝒚
𝒅𝒕
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= (𝟓𝒙𝟒𝒚𝟐 + 𝟔𝒙𝒚). 𝟐𝒆𝒕 + (𝟐𝒙𝟓𝒚 + 𝟑𝒙𝟐).
𝟑
𝒕
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= (𝟓(𝟐𝒆𝒕)𝟒(𝟑𝒍𝒏(𝒕))𝟐 + 𝟔(𝟐𝒆𝒕)(𝟑𝒍𝒏(𝒕))). 𝟐𝒆𝒕 + (𝟐(𝟐𝒆𝒕)𝟓(𝟑𝒍𝒏(𝒕)) + 𝟑(𝟐𝒆𝒕)𝟐).
𝟑
𝒕
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= (𝟓(𝟐𝒆)𝟒(𝟑𝒍𝒏(𝟏))𝟐 + 𝟔(𝟐𝒆)(𝟑𝒍𝒏(𝟏))). 𝟐𝒆 + (𝟐(𝟐𝒆)𝟓(𝟑𝒍𝒏(𝟏)) + 𝟑(𝟐𝒆)𝟐).
𝟑
𝟏
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= (𝟓(𝟐𝒆)𝟒(𝟑𝒍𝒏(𝟏))𝟐 + 𝟔(𝟐𝒆)(𝟑𝒍𝒏(𝟏))). 𝟐𝒆 + (𝟐(𝟐𝒆)𝟓(𝟑𝒍𝒏(𝟏)) + 𝟑(𝟐𝒆)𝟐). 𝟑
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= 𝟑. 𝟒𝒆𝟐. 𝟑
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= 𝟑𝟔𝒆𝟐
3) Se 𝐳=𝐱𝟐𝐲 + 𝟑𝐱𝐲𝟒, onde x = sen (2t) e y = cos t, determine
𝑑𝑧
𝑑𝑡
quando t=0.
𝑆𝑒 𝑧 = 𝑥2𝑦 + 3𝑥𝑦4 {
𝑥 = 𝑥(𝑡) = 𝑠𝑒𝑛(2𝑡)
𝑦 = 𝑦(𝑡) = 𝑐𝑜𝑠(𝑡)
=> {
𝑥 (0) = 𝑠𝑒𝑛(2.0) = 0
𝑦(0) = cos(0) = 1
{
𝑥′(𝑡) = 2cos (2𝑡)
𝑦′(𝑡) = −𝑠𝑒𝑛(𝑡)
𝑑𝑧
𝑑𝑡
=
𝜕𝑧
𝜕𝑥
.
𝑑𝑥
𝑑𝑡
+
𝜕𝑧
𝜕𝑦
.
𝑑𝑦
𝑑𝑡
𝑑𝑧
𝑑𝑡
= (2𝑥𝑦 + 3𝑦4). 2 cos(2𝑡) + (𝑥2 + 12𝑥𝑦³). (−𝑠𝑒𝑛(𝑡))
𝑑𝑧
𝑑𝑡
= (2.0.1 + 3. 14). 2 cos(2.0) + (02 + 12.0.1³). (−𝑠𝑒𝑛(0))
𝑑𝑧
𝑑𝑡
= (0 + 3). 2.1 + (0). (0)
𝑑𝑧
𝑑𝑡
= 6
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4) A areia é derramada num monte cônico na velocidade de 11 m3 por minuto. Num
dado instante, o monte tem 3 m de raio e 5 m de altura. Qual a taxa de aumento da
altura nesse instante, se o raio aumenta na velocidade de 0,01 metros por minuto?
Volume do cone 𝑉 =
π𝑟2ℎ
3
.
0,01 m/s = 0,01 t
r = 3m e h = 5m
𝑉 =
π𝑟2ℎ
3
; 𝑟 = 0,01𝑚/𝑚
𝑑𝑉
𝑑𝑡
=
𝜕𝑉
𝜕𝑟
.
𝑑𝑟
𝑑𝑡
+
𝜕𝑉
𝜕ℎ
.
𝑑ℎ
𝑑𝑡
11 =
2πrℎ
3
. 0,01 +
π𝑟2
3
.
𝑑ℎ
𝑑𝑡
11 =
2π. 3.5
3
. 0,01 +
π. 32
3
.
𝑑ℎ
𝑑𝑡
11 = 10π. 0,01 + 3π.
𝑑ℎ
𝑑𝑡
11 − 10π. 0,01 = 3π.
𝑑ℎ
𝑑𝑡
𝑑ℎ
𝑑𝑡
=
11 − 10π. 0,01
3π
𝑑ℎ
𝑑𝑡
= 1,13𝑚/𝑚𝑖𝑛
𝑑ℎ
𝑑𝑡
=
11 − 10π. 0,01
3π
19
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Regra da Cadeia - Caso II
Suponha que 𝑧 = 𝒇(𝒙, 𝒚) seja uma função diferenciável de 𝑥 𝑒 𝑦, em que 𝒙 =
𝒈(𝒔, 𝒕) 𝑒 𝑦 = 𝒉(𝒔, 𝒕) são funções diferenciáveis de 𝑠 𝑒 𝑡. Então,
𝒅𝒛
𝒅𝒕
=
𝝏𝒛
𝝏𝒙
.
𝒅𝒙
𝒅𝒕
+
𝝏𝒛
𝝏𝒚
.
𝒅𝒚
𝒅𝒕
𝒅𝒛
𝒅𝒔
=
𝝏𝒛
𝝏𝒙
.
𝒅𝒙
𝒅𝒔
+
𝝏𝒛
𝝏𝒚
.
𝒅𝒚
𝒅𝒔
São as derivadas parciais de z com respeito a t e s, respectivamente.
Exemplo 3
Se 𝑧 = 𝑒𝑥𝑠𝑒𝑛 (𝑦) , em que 𝑥 = 𝑠𝑡2𝑒 𝑦 = 𝑠2𝑡, determine
𝜕𝑧
𝜕𝑡
𝑒
𝜕𝑧
𝜕𝑠
.
𝒅𝒛
𝒅𝒕
=
𝝏𝒛
𝝏𝒙
.
𝒅𝒙
𝒅𝒕
+
𝝏𝒛
𝝏𝒚
.
𝒅𝒚
𝒅𝒕
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= 𝑒𝑥𝑠𝑒𝑛 (𝑦).2𝑠𝑡 + 𝑒𝑥𝑐𝑜𝑠 (𝑦 ). 𝑠²
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= 𝑒𝑠𝑡²𝑠𝑒𝑛 (𝑠2𝑡).2𝑠𝑡 + 𝑒𝑠𝑡2
𝑐𝑜𝑠 (𝑠2𝑡) . 𝑠²
𝒅𝒛
𝒅𝒕
= 2𝑠𝑡𝑒𝑠𝑡²𝑠𝑒𝑛 (𝑠2𝑡) + 𝑠²𝑒𝑠𝑡2
𝑐𝑜𝑠 (𝑠2𝑡)
𝒅𝒛
𝒅𝒔
=
𝝏𝒛
𝝏𝒙
.
𝒅𝒙
𝒅𝒔
+
𝝏𝒛
𝝏𝒚
.
𝒅𝒚
𝒅𝒔
𝒅𝒛
𝒅𝒔
= 𝑒𝑥𝑠𝑒𝑛 (𝑦). 𝑡2 + 𝑒𝑥𝑐𝑜𝑠 (𝑦 ).2𝑠𝑡
𝒅𝒛
𝒅𝒔
= 𝑒𝑠𝑡²𝑠𝑒𝑛 (𝑠²𝑡). 𝑡2 + 𝑒𝑠𝑡²𝑐𝑜𝑠 (𝑠²𝑡).2𝑠𝑡
𝒅𝒛
𝒅𝒔
= 𝑒𝑠𝑡²𝑠𝑒𝑛 (𝑠²𝑡). 𝑡2 + 2𝑠𝑡𝑒𝑠𝑡²𝑐𝑜𝑠 (𝑠²𝑡)
20
Profa. Me. Alessandra Azzolini
Regra da Cadeia - Caso Geral
No caso mais geral, a variável dependente u é dada por
em que cada variável intermediária xj é uma função de m variáveis independentes
t1, . . . , tm.
Se u e cada xj , j = 1, . . . , n, são funções diferenciáveis, então a derivada parcial de
u com respeito à uma variável independente ti , para i ∈ {1, . . . , m},
Exemplo 3
Escreva a regra da cadeia para o caso em que 𝑤 = 𝑓(𝑥, 𝑦, 𝑧, 𝑡),
𝑐𝑜𝑚 𝑥 = 𝑥(𝑢, 𝑣), 𝑦 = 𝑦(𝑢, 𝑣), 𝑧 = 𝑧(𝑢, 𝑣)𝑒 𝑡 = 𝑡(𝑢, 𝑣).
Exercício
5) Se 𝑢 = 𝑥4𝑦 + 𝑦2𝑧3, 𝑥 = 𝑟𝑠𝑒𝑡 , 𝑦 = 𝑟𝑠2𝑒−𝑡 𝑒𝑧 = 𝑟2𝑠. 𝑠𝑒𝑛 𝑡, determine o valor
de
𝜕𝑢
𝜕𝑠
quando 𝑟 = 2, 𝑠 = 1 𝑒 𝑡 = 0.
𝑥 = 2.1𝑒0 = 2.1.1 = 2
𝑦 = 2. (1)2𝑒−0 = 2.1.1 = 2
𝑧 = 221. 𝑠𝑒𝑛 (0) = 4.1.0 = 0
𝜕𝑢
𝜕𝑡
=
𝝏𝒖
𝝏𝒙
.
𝒅𝒙
𝒅𝒕
+
𝝏𝒖
𝝏𝒚
.
𝒅𝒚
𝒅𝒕
+
𝝏𝒖
𝝏𝒛
.
𝒅𝒛
𝒅𝒕
𝜕𝑢
𝜕𝑠
= 4𝑥3𝑦. 𝑟𝑒𝑡 + (𝑥4 + 2𝑦𝑧3). 𝟐𝑟𝑠𝑒−𝑡+3𝑦2𝑧2. 𝑟2. 𝑠𝑒𝑛 (𝑡)
𝜕𝑢
𝜕𝑠
= 4. 23. 2. 𝑟𝑒𝑡 + (24 + 2.2. 03). 𝟐𝑟𝑠𝑒−𝑡+3.2202. 𝑟2. 𝑠𝑒𝑛( 𝑡)
𝜕𝑢
𝜕𝑠
= 4. 23. 2. .2𝑒0 + (24 + 2.2. 03). 𝟐. 2. .1𝑒−0+3.2202. 22. 𝑠𝑒𝑛 (0)
𝜕𝑢
𝜕𝑠
= 4. 23. 2.2.1 + (64 + 0)𝟐. 2.1.1+3.2202. 22. 𝑠𝑒𝑛 (0)
𝜕𝑢
𝜕𝑠
= 128 + 64 + 0 = 192
21
Profa. Me. Alessandra Azzolini
6) O raio de cone circular reto aumenta a uma taxa de 4,6 cm/s enquanto sua
altura decresce à taxa 6,5 cm/s. Qual a taxa de variação do volume do cone
quando seu raio é de 300 cm e a altura 350 cm? Volume do cone 𝑉 =
π𝑟2ℎ
3
.
𝑉 =
π𝑟2ℎ
3
𝑟 = 4,6
𝑐𝑚
𝑠
ℎ = −6,5𝑐𝑚/𝑠
𝜕𝑉
𝜕𝑡
=
𝝏𝑽
𝝏𝒓
.
𝒅𝒓
𝒅𝒕
+
𝝏𝑽
𝝏𝒉
.
𝒅𝒉
𝒅𝒕
𝜕𝑉
𝜕𝑡
=
2πrℎ
3
.
𝒅𝒓
𝒅𝒕
+
π𝑟2. 1
3
.
𝒅𝒉
𝒅𝒕
𝜕𝑉
𝜕𝑡
=
2πrℎ
3
. 𝟒, 𝟔 +
π𝑟2. 1
3
. (−𝟔, 𝟓)
𝜕𝑉
𝜕𝑡
=
2π. 300.350
3
. 𝟒, 𝟔 −
π. 3002
3
. 𝟔, 𝟓
𝜕𝑉
𝜕𝑡
= 2π. 100.350. 𝟒, 𝟔 − 𝟑𝟎𝟎π. 𝟔, 𝟓
𝜕𝑉
𝜕𝑡
= 398,78 cm3/s
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
STEWART, James. Cálculo, volume I. 5ª edição. São Paulo - SP: Pioneira
Thomson Learning, 2006.
GUIDORIZZI, Hamilton L. Um Curso de Cálculo: Volume 1. Rio de Janeiro:
Editora LTC, 2001.
Disponível em
http://www.lapolli.pro.br/escolas/unicid/CalDifIntII/teoria/3_3-
VolSolRevo.pdf acesso em 20 de março de 2020.
http://www.lapolli.pro.br/escolas/unicid/CalDifIntII/teoria/3_3-VolSolRevo.pdf
http://www.lapolli.pro.br/escolas/unicid/CalDifIntII/teoria/3_3-VolSolRevo.pdf