Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Formação de Auditores Internos 
baseada na ISO 19011:2018 
Janeiro/2021 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Todas as informações fornecidas neste documento são protegidas por direitos autorais e 
são de propriedade do BUREAU VERITAS CERTIFICATION (BVQI do Brasil), salvo indica-
ção em contrário por escrito. Nenhuma parte do documento pode ser reproduzida, copia-
da, transmitida a qualquer pessoa, de qualquer forma e por qualquer meio, sem o prévio 
consentimento por escrito da BUREAU VERITAS CERTIFICATION (BVQI do Brasil). 
"BUREAU VERITAS" e o BUREAU VERITAS 1828 são marcas registradas e de propriedade 
da BUREAU VERITAS SA. Nenhuma licença ou direito explícito ou implícito de qualquer 
tipo é concedido em relação a quaisquer marcas registradas ou outros direitos de propri-
edade intelectual da BUREAU VERITAS CERTIFICATION HOLDING ou BUREAU VERITAS 
SA. 
Formação de Auditores Internos 
baseada na ISO 19011:2018 
1
Janeiro
2021
Introdução a Auditorias
2
2
3
Auditoria
• Processo sistemático, documentado e independente para obter evidências de auditoria e 
avaliá-las objetivamente, para determinar a extensão na qual os critérios de auditoria são 
atendidos.
4
Credenciamento (acreditação)
Bureau Veritas 
Certification
Outras 
certificadoras
Organismos de 
Certificação
Certificação Terceira Parte
Segunda Parte Segunda Parte
Organização
Primeira Parte
Fornecedor Cliente
Organismos de 
Acreditação
3
5
• Primeira parte (Auditoria interna) 
• Realizada internamente, pela própria organização;
• O Auditor interno audita a organização.
• Segunda parte (Auditoria externa)
• Realizada por uma organização interessada em outra organização;
• Ex.: Clientes auditando fornecedores.
• Terceira parte (Auditoria externa) 
• Realizada por um organismo independente, com vistas à certificação;
• Um Auditor independente audita a organização.
6
• Não estabelece requisitos.
• Fornece diretrizes sobre:
• Gestão de um programa de auditoria;
• Planejamento e a realização de uma auditoria;
• Competência e a avaliação de um auditor e de uma equipe de auditoria.
• Diretrizes flexíveis, aplicação pode variar de acordo com tamanho, maturidade, 
complexidade da organização, assim como objetivos e escopo das auditorias.
4
7
• Existem diversas definições que são apresentadas na ISO 19011 que são 
importantes para entender o processo de auditoria:
• 3.1 Auditoria;
• 3.5 Escopo de auditoria;
• 3.7 Critérios de auditoria;
• 3.9 Evidência de auditoria;
• 3.10 Constatações de auditoria;
• 3.11 Conclusão de auditoria;
• 3.12 Cliente de Auditoria;
• 3.13 Auditado;
• 3.15 Auditor;
• 3.16 Especialista.
Consulte a sua apostila 
impressa (ISO 19011)
8
• O que é a Certificação de Empresas?
• É o reconhecimento formal da implantação de um sistema de gestão.
• Como a certificação é concebida?
• Por meio de avaliações conduzidas por auditores qualificados;
• E pela verificação da conformidade do sistema de gestão implantado com os critérios 
das normas: ISO 9001, ISO 14001, ISO 45001, IATF 16949, ISO 50001 e outras 
reconhecidas.
5
9
• É válida por 3 anos;
• Identifica o escopo compreendido no sistema de gestão e os sites;
• Atesta conformidade com os requisitos normativos para partes interessadas, 
internas e externas;
• Permite à empresa certificada utilizar o logo do organismo acreditador/certificador, 
conforme regras.
Gerenciando um Programa de Auditoria
10
6
11
• Razões para conduzir uma auditoria:
• identificar oportunidades para a melhoria de um sistema de gestão e de seu 
desempenho;
• avaliar a capacidade do auditado de determinar seu contexto;
• avaliar a capacidade do auditado de determinar riscos e oportunidades e identificar e 
implementar ações eficazes para abordá-los.
• estar conforme com todos os requisitos pertinentes, por exemplo, requisitos 
estatutários e regulamentares, compromissos de compliance, requisitos para 
certificação em relação a uma norma de sistema de gestão;
• obter e manter confiança na capacidade de um fornecedor externo;
• determinar a contínua adequação, suficiência e eficácia do sistema de gestão do 
auditado;
• avaliar a compatibilidade e o alinhamento dos objetivos do sistemas de gestão com a 
direção estratégica da organização.
12
• Escopo de auditoria:
• Determinar a abrangência da auditoria a ser realizada.
• Critério de Auditoria:
• Normas;
• Especificação;
• Requisitos;
• Contrato.
• Objetivo da auditoria:
• Qualificação de um fornecedor;
• Certificação;
• Validação de um produto/processo/serviço.
7
13
• Programa de auditoria
• arranjos para um conjunto de uma ou mais auditorias, planejado para um período de 
tempo específico e direcionado a um propósito específico.
• Objetivos de um programa de auditoria
• Direcionar o planejamento e a realização de auditorias e para assegurar que o 
programa de auditoria seja implementado eficazmente;
• Convém que os objetivos do programa de auditoria sejam consistentes com e 
apoiem os objetivos e a política do sistema de gestão;
• Convém que a abrangência de um programa de auditoria esteja baseada na 
natureza e tamanho da organização que está sendo auditada, como também na 
funcionalidade, complexidade e nível de maturidade do sistema de gestão a ser 
auditado. 
14
• Riscos associados:
• planejamento, por exemplo, falha em estabelecer objetivos de auditoria pertinentes e 
em determinar a extensão, número, duração, locais e agenda das auditorias;
• recursos, por exemplo, dispor de tempo, equipamento e/ou treinamento insuficientes 
para desenvolver o programa de auditoria ou conduzir uma auditoria;
• seleção da equipe de auditoria, por exemplo, competência global insuficiente para 
conduzir auditorias eficazmente;
• comunicação, por exemplo, processos/canais de comunicação externa/interna 
ineficazes;
• implementação, por exemplo, coordenação ineficaz das auditorias no programa de 
auditoria ou não considerar segurança e confidencialidade da informação;
8
15
• controle de informação documentada, por exemplo, determinação ineficaz da 
informação documentada necessária requerida por auditores e partes interessadas 
pertinentes, falha em proteger suficientemente registros de auditoria para demonstrar 
a eficácia do programa de auditoria;
• monitoramento, análise crítica e melhoria do programa de auditoria, por exemplo, 
monitoramento ineficaz de resultados do programa de auditoria;
• disponibilidade e cooperação do auditado e disponibilidade de evidência para ser 
amostrada.
16
Processos 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12
Produção - Usinagem
Produção - Estamparia
Produção - Pintura
Vendas
Compras
TI
Recursos Humanos
Segurança do Trabalho
Estação Tratamento de Efluentes
9
Executando uma auditoria
17
18
Início Preparação
Conduzindo 
as atividades 
de auditoria
Preparando 
e distribuindo 
relatórios
Concluindo a 
auditoria
10
19
• Realizando a análise crítica documental na preparação para a auditoria:
• Convém que a documentação pertinente do sistema de gestão do auditado seja 
analisada criticamente para:
• obter informações para preparar as atividades da auditoria e os documentos de 
trabalho aplicáveis, por exemplo, sobre processos e funções;
• estabelecer uma visão da abrangência da documentação do sistema para 
detectar possíveis lacunas.
20
• Plano auditoria
• Descrição das atividades e arranjos para uma auditoria.
• Preparando o plano da auditoria
• Convém que o líder de equipe de auditoria prepare um plano da auditoria com base 
nas informações contidas no programa da auditoria e na documentação fornecida 
pelo auditado.
11
21
• No planejamento considerar:
• Objetivo da Auditoria;
• Escopo e Critério da Auditoria;
• Localização, data e tempo estimado;
• Risco do processo de auditoria;
• A importância do processo a ser auditado (Risco do processo auditado);
• Métodos a serem utilizados;
• Papéis e responsabilidades;• A independência dos Auditores.
22
Data Horário
Processo Equipe 
Auditora
Guia
02/06 08:30 09:00 Reunião de Abertura Sílvia Marcelo
02/06 09:00 10:30 Alta Direção Sílvia Marcelo
02/06 10:30 12:00 Sistema de Gestão Sílvia Marcelo
02/06 12:00 13:00 Almoço Sílvia Marcelo
02/06
13:00 14:00 Produção - Usinagem Sílvia Marcelo
02/06
13:00 16:00 Produção – Estamparia Sílvia Marcelo
02/06
16:00 16:30 Preparação de relatório Sílvia Marcelo
02/06
16:30 16:45 Reunião de Encerramento Sílvia Marcelo
12
23
• Tamanho da equipe:
• Auditorias com apenas um Auditor não são recomendadas;
• Equipes de 2 ou 3 pessoas são ideais;
• Benefícios do trabalho em equipe são:
• Mais experiência e conhecimento técnico;
• Melhor foco em áreas específicas;
• Sinergia/brainstorm/discussão de ideias.
24
• Orientações para a Equipe Auditora:
• Escopo da Auditoria;
• Capacitação da equipe e especialização de seus componentes;
• Regras para a Auditoria (ex.: uso de checklist);
• Temas específicos, pontos de conflito e preocupações da administração;
• Atividades e áreas criticas a serem analisadas (Risco dos processos/atividades).
13
25
• Notificação da Auditoria:
• Fazer com antecedência;
• Formalizar por escrito;
• Informar: 
• Propósito e escopo da Auditoria;
• Objetivos;
• Plano de auditoria; 
• Composição da equipe auditora.
26
• Preparando documentos de trabalho
• Convém que os membros da equipe de auditoria coletem e analisem criticamente as 
informações pertinentes às suas tarefas de auditoria e preparem documentos de 
trabalho, se necessário, para referência e registro de evidência da auditoria. 
• Tais documentos de trabalho podem incluir:
• listas de verificação;
• planos de amostragem da auditoria;
• formulários para registros de informação, como evidência de suporte, 
constatações da auditoria e registros de reuniões.
14
27
• Objetivos da Lista de Verificação (Checklist)
• Ajudar a memória;
• Assegurar/cobrir todos os temas e pontos de controle;
• Assegurar profundidade e continuidade da Auditoria;
• Ajudar na administração do tempo;
• Organizar as anotações;
• Prover meios de documentar as investigações.
28
• Lembre-se:
• Checklists genéricas são de uso limitado;
• Checklists devem ser específicas para cada Sistema de Gestão;
• Checklists devem ser preparadas utilizando a documentação do Sistema de Gestão;
• Fazê-las de maneira que sejam de fácil uso, com formato lógico e que permitam 
flexibilidade;
• Evitar checklist detalhada. 
15
29
Lista de Verificação
Processo / Área:
Auditor: Data:
Verificação Norma / Cláusula Resultado
30
Processo
A
Processo
C
Processo
B
Processo
D
Entradas:
Saídas: 
Controles: 
QUAL É A DEFINIÇÃO DE PROCESSO ?
16
31
• Como Auditar um Processo:
• Conhecer os elementos de um processo:
• Finalidade;
• Entradas e Saídas;
• Fornecedores e Clientes;
• Requisitos do Cliente a serem atendidos;
• Atividades existentes no processo;
• Procedimentos aplicáveis;
• Desempenho esperado
• Controles existentes;
• Risco do processo.
32
• Amostragem
• Uma Auditoria é um processo amostral;
• Os resultados da Auditoria são afetados pela qualidade e quantidade da informação 
obtida;
• Obter informações:
• Observando atividades;
• Entrevistando o pessoal;
• Analisando criticamente informações documentadas (Documentos e Registros).
• A amostragem está diretamente relacionada à auditoria baseada em risco.
17
33
• Corte Horizontal
• Tamanho de amostra relativamente grande; 
• Normalmente direcionado a um elemento do 
Sistema.
• Corte Vertical
• Tamanho de amostra relativamente pequeno;
• Normalmente direcionado a vários elementos 
do Sistema.
A
q
u
is
iç
ão
C
ap
ac
it
aç
ão
P
ro
d
u
çã
o
P
ro
je
to
	e
	d
es
en
vo
lv
im
en
to
C
o
m
er
ci
al
Lo
gí
st
ic
a
Fi
n
an
ce
ir
o
A
ss
is
tê
n
ci
a	
té
cn
ic
a
4	Contexto	da	organização X
4.1	Entendendo	a	organização	e	seu	contexto X
4.2	Entendendo	as	necessidades	e	expectativas	de	partes	interessadas X
4.3	Determinando	o	escopo	do	sistema	de	gestão	da	qualidade X
4.4	Sistema	de	gestão	da	qualidade	e	seus	processos X
5	Liderança	e	comprometimento X
5.2	Política X
5.3	Papéis,	responsabilidades	e	autoridades	organizacionais X
6.1	Ações	para	abordar	riscos	e	oportunidades X
6.2	Objetivos	da	qualidade	e	planejamento	para	alcança-los X
6.3	Planejamento	de	mudanças X
7	Apoio X
7.1	Recursos X
7.2	Competência X
7.3	Conscientização X
7.4	Comunicação X
7.5	Informação	documentada X
8	Operação X
8.1		Planejamento	e	controle	operacionais X
8.2		Requisitos	para	produtos	e	serviços X
8.3	Projeto	e	desenvolvimento	de	produtos	e	serviços X
8.4	Controle	de	processos,	produtos	e	serviços	providos	externamente X
8.5	Produção	e	provisão	de	serviço X
8.5.1		Controle	de	produção	e	de	provisão	de	serviço X
8.5.2		Identificação	e	rastreabilidade X
8.5.3		Propriedade	pertencente	a	clientes	ou	provedores	externos X
8.5.4		Preservação X
8.5.5		Atividades	pós-entrega X
8.5.6		Controle	de	mudanças X
8.6		Liberação	de	produtos	e	serviços X
8.7		Controle	de	saídas	não	conformes X
9	Avaliação	de	desempenho X
9.1	Monitoramento,	medição,	análise	e	avaliação X
9.1.2		Satisfação	do	cliente X
9.1.3		Análise	e	avaliação X
9.2		Auditoria	interna X
9.3		Análise	crítica	pela	direção X
10	Melhoria X
10.1	Generalidades X
10.2	Não	conformidade	e	ação	corretiva X
10.3	Melhoria	contínua X
PROCESSOS
REQUISITOS	DA	NORMA	DE	REFERÊNCIA
34
• Reunião de Abertura;
• Entrevistas/Observações/Análise de Documentos e Registros;
• Consolidação das Informações; 
• Reunião de Encerramento.
18
35
• Reunião de Abertura:
• É importante para prevenir problemas de comunicação e gerar confiança;
• Deverá ser realizada em um formato de reunião;
• Realizada sempre no início das atividades da auditoria, em seu primeiro dia, 
acordado com o representante da direção e o Auditor líder;
• O Auditor líder comanda a reunião em presença dos responsáveis envolvidos e 
auditados, se possível.
36
• Como proceder:
• Apresentar a Equipe de Auditoria;
• Informar os Objetivos da Auditoria;
• Comentar sobre a Metodologia aplicada;
• Conhecer os auditados e estabelecer canais de comunicação;
• Validar a programação/agenda e ajustá-la, se necessário. 
19
37
• Na Reunião de Abertura o Auditor Líder deve evitar:
• Os assuntos delicados; 
• As frases tristes; 
• As desculpas;
• As situações de inferioridade.
38
• Condução da Reunião:
• Agir de maneira profissional;
• Fornecer o maior número possível de informações ao auditado:
• Plano de Auditoria;
• Gerenciamento do tempo;
• Fazer com que as discussões sejam breves;
• Tomar notas dos problemas e preocupações, para analisar mais tarde.
20
39
• Boas Práticas no Processo de Auditoria:
• Efetuar visita inicial às instalações, quando necessário;
• Utilizar Listas de Verificação como base para as entrevistas;
• Utilizar técnicas de rastreamento;
• Sempre comunicar as deficiências encontradas ao responsável da área auditada.
40
• Visita às Instalações auxilia a:
• Entender a atividade e o fluxo do processo;
• Avaliar recursos e instalações;
• Identificar áreas para posterior exame;
• Identificar os indivíduos a serem entrevistados;
• Esclarecer por que os elementos são implementados de uma maneira em particular.
21
41
• Técnicas de Auditoria:
• Não deixe os problemas guiarem a Auditoria - use a lista de verificação como guia;
• Obtenha uma visão completa do problema - 5 “Ws”;
• Conduza as entrevistas;
• Quando um problema não for significante, continue adiante;
• Use o conceito de auditoria baseada em risco;
• Documente tudo o que for examinado.
Não despreze atividades de outro turno
42
Emissor 
(Quem?)
Receptor 
(A Quem?)
Efeito
(Ação)
Os meios (Como?)
As mensagens (O que?)
22
43
• Melhorando a Comunicação?
• O Auditor deve transmitir todas as solicitações de informações de forma clara;
• O Auditor deve ouvir as respostas atentamente;
• A informação deve ser retransmitida do Auditor para o auditado demodo a indicar 
como a resposta foi interpretada (feedback);
• Caso o auditado não concorde com a resposta retransmitida, tente novamente, 
sempre utilizando uma abordagem lógica.
44
• Fatores que influenciam na confiança do Auditor perante o auditado:
• Estar com boa apresentação física;
• Ter atitude positiva;
• Ter ética no trato com o auditado, mantendo sempre o respeito.
23
45
• Formas de comunicação física.
• Evitar:
• Contato “rude” com os olhos (encarar);
• Estalar os dedos;
• Olhos arregalados;
• Movimento de pernas e de braços, entre outros.
46
• Linguagem Auditiva – problemas:
• Assunto desinteressante;
• Atenção concentrada na avaliação de quem fala e não no assunto;
• Envolvimento emocional;
• Ouvir os fatos e não as ideias;
• Tomar notas;
• Falta de atenção;
• Distração;
• Evitar assuntos complexos;
• Fugas periódicas.
24
47
• Habilidades para Ouvir Atentamente
• Confirmar a Resposta
• “É isso mesmo que você está dizendo?”
• Espera
• Ter certeza de que o auditado acabou.
• Não interromper
• Não seja impaciente.
• Resumir a resposta
• Corrige qualquer mal entendido.
48
• Na entrevista o Auditor deve:
• Recolher informações suficientes para poder analisar a situação e concluir sobre a 
conformidade com a norma.
• Conduzindo uma Entrevista:
• Diretrizes gerais:
• Conduzir as entrevistas em ambiente adequado;
• Entrevistar separadamente;
• Fazer a mesma pergunta a níveis diferentes;
• Suportar as entrevistas com evidência documentada.
25
49
• Diretrizes gerais:
• Conduzir as entrevistas em ambiente adequado;
• Entrevistar separadamente;
• Fazer a mesma pergunta a níveis diferentes;
• Suportar as entrevistas com evidência documentada.
50
• Perguntas Fechadas:
• Obtêm informação específica;
• Geralmente um “sim” ou “não” como resposta;
• Fornecem informação limitada;
• Confirmação;
• Esclarecem informações já obtidas.
• Perguntas Abertas:
• Obtêm informação abrangente;
• Geralmente requerem uma explanação como resposta.
26
51
• Como?
• de que modo.
• O quê?
• o fato.
• Quando?
• o tempo.
• Onde?
• o lugar.
• Quem?
• as pessoas.
• Por quê?
• os motivos.
• Mostre-me
• a evidência objetiva.
52
• Durante a execução da auditoria, o Auditor deve:
• Adotar uma atitude e imprimir um ritmo à Auditoria;
• Questionar corretamente; 
• Manter a imparcialidade e a objetividade, como condições básicas para obtenção 
dos fatos;
• Mostrar respeito pelo profissional que está sendo auditado;
• Realizar avaliação no local;
• Comprovar as informações verbais;
• Utilizar linguagem direta nas conclusões;
• Certificar-se dos fatos antes das conclusões;
• Mostrar organização;
• Dirigir-se às pessoas responsáveis pelas atividades;
• Seguir a orientação do Auditor líder;
• Não interromper os serviços em execução;
• Dirigir as críticas aos fatos, nunca às pessoas.
27
53
• Durante a Auditoria, não confie na memória:
• Seja sistemático ao efetuar as anotações;
• Não tenha pressa ao escrever, faz parte do seu trabalho tomar notas;
• Ordene as anotações de forma lógica.
• Nunca esqueça de registrar:
• Que documentação verificou, título, revisão, número e outros dados pertinentes;
• Que produtos/processos foram verificados;
• Qual equipamento, os dados necessários para verificar se o mesmo foi calibrado;
• Local onde você esteve e com quem falou.
54
• O que é uma não conformidade?
• Não atendimento de um requisito.
• O Auditor deve:
• Basear suas observações e comentários nos fatos identificados, buscando as 
evidências objetivas.
• O Auditor não deve:
• Inferir no sistema que está auditando ou emitir opiniões.
28
55
• Evidência objetiva (ISO 9000:2015):
• dados que apoiam a existência ou a veracidade de alguma coisa;
• NOTA1 Evidência objetiva pode ser obtida através de observação, medição, ensaio 
ou outros meios;
• NOTA 2 Evidência objetiva para o propósito de auditoria (3.13.1) geralmente consiste 
em registros (3.8.10), declarações de um fato ou outra informação (3.8.2) que seja 
pertinente para o critério de auditoria (3.13.7) e verificável.
56
• Cuidado com a inferência!!
• Exemplo:
• Fato: A temperatura é de 17 °C nesta sala, conforme observado no termômetro 
calibrado nº 15;
• Inferência: O aquecedor não funciona;
• Opinião: Faz frio nesta sala.
29
57
• Ao identificar uma não conformidade o Auditor deve:
• Notificar ao auditado; 
• Validar junto ao auditado;
• Anotar em local próprio.
• Documentando uma não conformidade:
• É uma função importante da equipe;
• Usualmente inicia-se sob a forma de um sintoma;
• A equipe precisa determinar a significância e o escopo;
• “O sintoma leva à não conformidade?”
• Assegurar que houve análise adequada antes de escrever a não conformidade.
58
• A declaração de uma não conformidade deve incluir:
• Uma descrição detalhada do problema;
• Evidência Objetiva que demonstra o problema;
• Um esclarecimento quanto ao requisito, incluindo a fonte (citar o subelemento mais 
próximo);
• O impacto ou significância do problema, se for de conhecimento do auditor ou da 
equipe de auditoria.
30
59
• Ao redigir uma constatação de Auditoria, o Auditor deve:
• Enunciar o fato constatado, de forma clara, concisa e compreensível;
• Ser preciso/exato, através de evidências (fatos, dados, documentos, informações) 
que dão veracidade à informação;
• Identificar a referência encontrada como válida e desenvolver um breve relato sobre 
o requisito (item normativo/documentação da organização) que não foi atendido.
• Comunicação da não conformidade:
• Deve ser informada 4 vezes:
• Inicialmente, o problema deve ser apresentado ao auditado;
• No final do dia deve ser informada ao Representante da Direção;
• Durante a Reunião de Encerramento a não conformidade deve ser confirmada;
• No relatório da auditoria, todas as não conformidades devem ser mencionadas.
60
• O Auditor deve antecipar-se às objeções, para que no momento de sua formulação 
possa:
• Responder imediatamente (se possível);
• Responder mais tarde, se previsto na abordagem do auditor, comunicando este fato 
ao auditado.
31
61
• Possui as seguintes funções:
• Permite ao líder da equipe monitorar o progresso da auditoria e dos auditores;
• Permite a troca de informações;
• Auxilia na identificação de problemas sistemáticos;
• Tira proveito da experiência técnica de toda a equipe;
• Tira proveito do brainstorm e sinergia:
• Permite um debate para determinar as declarações de Não Conformidades, 
oportunidades para melhoria e contribui para resumir os resultados para reunião 
de encerramento.
62
• O Auditor Líder é responsável por:
• Formalizar as conclusões da Auditoria, através do Relatório de Auditoria e dos 
Registros das não conformidades encontradas.
• Resultados da Auditoria dependem de:
• Quantidade de informação;
• Qualidade da informação;
• Habilidade do Auditor em obter e avaliar a informação.
32
63
• Resultados da Auditoria interessam ao:
• Cliente da Auditoria;
• Gestores da Organização Auditada;
• Auditores;
• Pessoal das áreas auditadas.
64
• Qualidade do relatório – a linguagem escrita:
• As mensagens transmitidas desta forma são conduzidas somente por palavras, sem 
nenhuma entonação ou linguagem corporal para auxiliar a sua interpretação;
• Todas as comunicações escritas devem ser baseadas em termos apropriados à 
fluência dos seus destinatários.
33
65
• Convém que o relatório da auditoria forneça um registro completo, preciso, 
conciso e claro da auditoria, e que inclua ou se refira ao seguinte:
• objetivos de auditoria;
• escopo de auditoria, particularmente a identificação da organização (o auditado) e as 
funções ou processos auditados;
• identificação do cliente de auditoria;
• identificação da equipe de auditoria e de participantes do auditado na auditoria;
• datas e locais onde as atividades de auditoria foram conduzidas;
• critérios de auditoria;
• constatações de auditoria e evidênciasrelacionadas;
• conclusões de auditoria;
• uma declaração sobre o grau no qual os critérios de auditoria foram atendidos;
• quaisquer opiniões divergentes não resolvidas entre a equipe de auditoria e o 
auditado;
• auditorias por natureza são um exercício de amostragem; como tal, há um risco de 
que a evidência de auditoria examinada não seja representativa.
66
• Assuntos complementares que são recomendados constar do relatório:
• plano de auditoria, incluindo agenda;
• um resumo do processo de auditoria, incluindo quaisquer obstáculos encontrados 
que possam reduzir a confiabilidade das conclusões de auditoria;
• confirmação de que os objetivos de auditoria foram alcançados no escopo de 
auditoria de acordo com o plano de auditoria;
• quaisquer áreas no escopo da auditoria não cobertas, incluindo quaisquer questões 
de disponibilidade de evidência, recursos ou confidencialidade, com justificativas 
relacionadas;
• um resumo cobrindo as conclusões de auditoria e as principais constatações de 
auditoria que a apoiam;
• boas práticas identificadas;
• acompanhamento de plano de ação acordado, se houver;
• uma declaração da natureza confidencial dos conteúdos;
• quaisquer implicações para o programa de auditoria ou auditorias subsequentes.
34
67
• A auditoria estará concluída quando todas as atividades planejadas da auditoria forem 
realizadas, ou de outra forma acordadas com o cliente da auditoria;
• Convém que lições aprendidas da auditoria sejam usadas no processo de melhoria 
contínua do sistema de gestão das organizações auditadas.
68
• O Auditor Líder é responsável por:
• Apresentar o resumo do resultado da auditoria na Reunião de encerramento; 
• Comentar sobre as constatações da Auditoria mais relevantes;
• Agradecer a colaboração de todos os auditados;
• Comentar sobre os pontos fortes do Sistema de Gestão da organização, Boas 
Práticas e Oportunidades de Melhoria;
• Confirmar as não conformidades encontradas;
• Conclusão da equipe sobre a eficácia do Sistema de Gestão.
É importante que a Alta Direção esteja presente.
Os auditados podem participar da reunião de fechamento.
35
69
• Auditorias de Acompanhamento
• As conclusões da auditoria podem, dependendo dos objetivos da auditoria, indicar a 
necessidade para correções e/ou ações corretivas;
• Tais ações são decididas e realizadas pelo auditado dentro de um período de tempo 
acordado.
• Nota:
• As normas baseadas no Anexo SL não apresentam o conceito de Ação Preventiva, 
embora tais ações possam ser identificadas em uma auditoria;
• Algumas normas, como a IATF 16949 exigem ações preventivas;
• Ações corretivas e ações preventivas são coisas distintas!!!!
70
• Após a Auditoria, o responsável pelo processo ou gerente da área, ao receber as 
não conformidades constatadas e o relatório de auditoria, deve tratar as 
constatações identificadas pelo Auditor.
• Devem ser realizadas as seguintes ações:
• Analisar as causas das não conformidades constatadas;
• Definir as correções e/ou ações corretivas a serem efetuadas;
• Implantar as soluções de acordo com planos de ação que serão estabelecidos;
• Analisar a eficácia das soluções implantadas e registrar os resultados.
36
71
• Correção:
• Ação tomada para eliminar o efeito de uma não conformidade identificada.
• Ação Corretiva:
• Ação tomada para eliminar a causa de uma não conformidade identificada ou outra 
situação indesejável.
72
• O Auditor, após o prazo estabelecido para a correção das Não Conformidades, (pelos 
responsáveis definidos pela organização), deve:
• Avaliar se as ações efetuadas pela organização, para a correção das não 
conformidades, foram efetivas de forma a evitar a sua reocorrência;
• Verificar se os resultados das ações efetuadas foram registrados e se os registros de 
auditoria foram fechados.
Caso a não conformidade não tenha sido tratada adequadamente, o Auditor deverá 
avaliar se isto colocará em risco a conformidade do Sistema de Gestão da organização 
com as normas.
37
Auditores
Competência e Avaliação
73
74
• Critérios mínimos para Auditores:
• Comportamento pessoal;
• Conhecimento e habilidades genéricos;
• Conhecimento e habilidades genéricos de auditores de sistema de gestão;
• Conhecimento e habilidades de setores específicos;
• Conhecimento e habilidades específicas para os líderes de equipe;
• Conhecimento e habilidades para auditar múltiplas normas.
38
75
• Independência;
• Treinamento em técnicas de auditoria;
• Habilidade específica;
• Experiência em participação de auditoria;
• Habilidade na comunicação oral e escrita;
• Capacidade para exame da documentação de referência.
76
• É recomendado que os Auditores:
• Mantenham atualizados os seus conhecimentos;
• Submetam-se à formação complementar, quando necessário;
• AUDITEM!
39
77
• Persistência
• Capacidade de vencer as dificuldades e manter o curso planejado das ações, sem 
retroceder.
• Persistência Flexível
• Capacidade de ver as coisas de diferentes pontos de vista e de se adaptar às 
circunstâncias sem alteração.
• Habilidades Sociais
• Capacidade de se comunicar e de trabalhar com pessoas em diferentes níveis e de 
diferentes formações.
78
• Habilidades de Apresentação
• Capacidade de expressar pensamentos, ideias e propostas claramente, ambos 
oralmente e por escrito.
• Habilidades Técnicas
• Capacidade de investigar e determinar conformidade em todas as áreas.
• Abordagem Disciplinada
• Capacidade de tratar um problema com lógica e sistematicamente e definir os limites 
referentes às responsabilidades.
40
79
• Características Positivas:
• Educação;
• Amizade;
• Prestimosidade;
• Capacidade de ser Construtivo;
• Capacidade de ser Informativo;
• Perspicácia;
• Sensatez; 
• Tenacidade;
• Mente aberta;
• Diplomacia;
• Honestidade;
• Maturidade;
• Modéstia;
• Tato.
80
• Características Negativas:
• Crítico;
• Controverso;
• Dogmático;
• Apressado para Conclusões;
• Agressivo;
• Desatencioso;
• Inconsistente.
• Inflexível;
• Preguiçoso;
• Desonesto;
• Susceptível; 
• Não prático;
• “Sabe tudo”;
• Indeciso.
41
81
• Ser aberto;
• Usar a comunicação em duas vias;
• Não enfatizar erros;
• Não relacionar pessoas com problemas;
• Quando errado, admitir;
• Respeitar os canais da Organização;
• Criar uma ambiente propício a melhorias;
• Acreditar em declarações verbais, mas requerer provas.
82
• Auditor Líder deve:
• Programar as Auditorias Internas;
• Disponibilizar recursos para a Equipe de Auditoria;
• Coordenar a execução da Auditoria, Reunião de Abertura e Reunião de Fechamento;
• Elaborar o Relatório de Auditoria; 
• Analisar criticamente a efetividade das ações tomadas pela organização.
• Equipe de Auditoria deve:
• Preparar Lista de Verificação;
• Efetuar Auditoria;
• Preencher registros de constatações de Não Conformidades.
42
83
• Considerações:
• Abordagem;
• Empatia ou simpatia;
• Adequação aos costumes locais;
• Objetividade e ausência de tendência;
• Ética da auditoria;
• Benefício da dúvida.
• Relato impessoal;
• Julgamentos de valor;
• Relacionamento;
• Informações sigilosas;
• Ambiente da entrevista;
• Condições secundárias.
84
• Situações Comuns de Problemas:
• Resistência a mudanças;
• Informações/dicas espontâneas;
• Conflitos internos;
• Fraude/desvio;
• Perda de tempo.
43
85
Método de 
Avaliação
Objetivos Exemplos
Análise crítica de 
registros
Verificar a formação profissional do auditor.
Registros de Educação, 
treinamento, emprego, experiência
em auditorias.
Realimentação
Fornecer informações sobre como o desempenho 
do auditor é percebido.
Pesquisas e questionários, 
testemunhos, reclamações, 
análise por pares.
Entrevista
Avaliar comportamento pessoal do auditor e a 
habilidade em comunicação para verificar 
informações e testar conhecimentos e para adquirir 
informações adicionais.
Entrevista pessoal.
Observação
Avaliar o comportamento pessoal e a capacidadede aplicar conhecimento e habilidade.
Auditorias de testemunho.
Teste
Avaliar o comportamentos e conhecimentos e 
habilidades desejados e sua aplicação.
Testes orais e escritos.
Análise crítica pós-
auditoria
Fornecer informações sobre o desempenho do 
auditor durante a atividade de auditoria. Identificar 
forças e fraquezas.
Análise crítica do relatório, 
entrevista com auditor líder.
86
Bureau Veritas Brasil
@bvtreinamento
Bureau Veritas Brasil
blog.bvtreinamento.com
Bureau Veritas 
Certification Brasil
44
ESPERAMOS REVÊ-LO
EM OUTROS 
TREINAMENTOS
@bvtreinamento 
Bureau Veritas Brasil 
blog.bvtreinamento.com 
Bureau Veritas Certifi-
cation Brasil 
Bureau Veritas Brasil

Mais conteúdos dessa disciplina